Instituto Dignidade de Valorização da Vida

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1 ESTATUTO da Organização da Sociedade Civil de Interesse Público INSTITUTO DIGNIDADE DE VALORIZAÇÃO DA VIDA Capítulo I DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS Art. 1º. O Instituto Dignidade de Valorização da Vida, que em suas atividades poderá ser designado apenas Instituto Dignidade, constituído em 18 de novembro de 2002, é uma pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, e duração por tempo indeterminado, com sede no município de São Paulo, Estado de São Paulo, e foro em São Paulo. Art. 2º. O Instituto Dignidade tem por finalidades: 1- criação, desenvolvimento, participação, organização, promoção e realização de projetos, ações educativas e atividades artístico-cultural, sociais, recreativas, excursões e de promoção de vida integral saudável, em especial para a terceira idade; 2- defesa, preservação e conservação do patrimônio histórico, artístico, arquitetônico, étnico-social, ambiental, e promoção do desenvolvimento sustentável; 3- promoção do voluntariado; 4- promoção da cultura, em todas as suas formas de expressão; 5- promoção da ética, da paz, da cidadania, dos direitos humanos, da democracia e de outros valores universais; 6- estudos, pesquisas e documentação nas áreas ambiental, cultural, social, educacional, saúde, em especial sobre a terceira idade; 7- produção e divulgação de informações e conhecimentos técnicos e científicos que digam respeito às atividades supra mencionadas; 8- criação, produção, publicação e distribuição de material didático, paradidático, promocional e informativo, nas áreas de atuação do Instituto; 9- prestação de serviços, consultoria e assessoria a pessoas físicas e instituições governamentais ou não-governamentais, nas áreas de atuação do Instituto, com ênfase a apoio àquelas que se dedicam à terceira idade; 10- desenvolvimento de atividades de formação, treinamento, capacitação e atualização profissional; 11- obtenção e gestão de recursos, verbas e fundos, públicos ou privados, para a realização de seus programas e projetos. Art. 3º. No desenvolvimento de suas atividades, o Instituto Dignidade observará os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, economicidade e da eficiência e não fará qualquer discriminação de raça, cor, gênero ou religião. Parágrafo Único O Instituto Dignidade dedica-se às suas atividades por meio de elaboração e/ou execução direta de programas, projetos, planos de ações ou atividades, por meio da doação de recursos físicos, humanos e financeiros, ou prestação de serviços intermediários de apoio a outras organizações sem fins lucrativos, empresas privadas e a órgãos do setor público que atuam em áreas afins. 1

2 Capítulo II DOS ASSOCIADOS Art. 4º. O Instituto Dignidade é constituído por número ilimitado de associados, pessoas físicas ou jurídicas, distribuídas nas seguintes categorias: fundador, benfeitor, honorário e contribuinte. Art. 5º. São direitos dos associados fundador e benfeitor, quites com suas obrigações sociais: I- votar e ser votado para os cargos eletivos; II- tomar parte nas Assembléias Gerais e reuniões; III- frequentar a sede do Instituto Dignidade; IV- usufruir sobre os serviços oferecidos; V- manifestar-se sobre as atividades da entidade. Parágrafo Único Os associados honorário e contribuinte terão os mesmos direitos dos demais, com exceção dos de votar e ser votado para cargos eletivos. Art. 6º. São deveres dos associados: I- cumprir as disposições estatutárias e regimentais; II- acatar as decisões da Diretoria; III- atender aos objetivos do Instituto Dignidade; IV- zelar pelo nome da entidade. Art. 7º. Os associados não respondem, nem mesmo subsidiariamente, pelos encargos do Instituto Dignidade. Capítulo III DA ADMINISTRAÇÃO Art. 8 o. O Instituto Dignidade será administrada por: I- Assembléia Geral; II- Diretoria e III- Conselho Fiscal. Parágrafo 1 o. O Instituto Dignidade remunera seus dirigentes que efetivamente atuam na gestão executiva e aqueles que lhe prestam serviços específicos, respeitados, em ambos os casos, os valores praticados pelo mercado na região onde exerce suas atividades. Parágrafo 2 o. - O Instituto não distribui entre os seus associados ou conselheiros, diretores, empregados ou doadores eventuais excedentes operacionais, brutos ou líquidos, dividendos, bonificações, participações ou parcelas do seu patrimônio, auferidos mediante o exercício de suas atividades, e os aplica integralmente na consecução do seu objetivo social. Parágrafo 3 o. - O Instituto Dignidade terá um Regimento Interno aprovado pela Assembléia Geral, que disciplinará o seu funcionamento. Parágrafo 4 o. - A fim de cumprir suas finalidades, o Instituto Dignidade se organizará em tantas unidades de prestação de serviços, quantas se fizerem necessárias, as quais serão criadas por deliberação da Assembléia e se regerão pelas mesmas disposições estatutárias. Art. 9 o. A Assembléia Geral, órgão soberano do Instituto Dignidade, se constituirá dos associados em pleno gozo de seus direitos estatutários. Art. 10 o. Compete à Assembléia Geral: 2

3 I- eleger a Diretoria e o Conselho Fiscal; II- decidir sobre reformas do Estatuto, na forma do art. 30; III- decidir sobre a extinção do Instituto Dignidade, nos termos do artigo 29; IV- decidir sobre a conveniência de alienar, transigir, hipotecar ou permutar bens patrimoniais; V- aprovar o Regimento Interno; VI- admitir e excluir associados. Parágrafo 1 o. - Os associados serão admitidos mediante o voto da maioria absoluta da Assembléia Geral e serão excluídos desde que alcançada maioria de dois terços. Parágrafo 2 o. - Salvo as exceções previstas neste Estatuto, as deliberações da Assembléia Geral serão tomadas por maioria simples. Art. 11 o. A Assembléia Geral se realizará, ordinariamente, uma vez por ano para: I- aprovar a proposta de programação anual do Instituto, submetida pela Diretoria; II- apreciar o relatório anual da Diretoria; III- discutir e homologar as contas e os balanços aprovados pelo Conselho Fiscal. Art. 12 o. A Assembléia Geral se realizará, extraordinariamente, quando convocada: I- pela Diretoria; II- pelo Conselho Fiscal; III- por requerimento de, no mínimo, 1/3 (um terço) dos associados quites com as obrigações sociais. Art. 13 o. A convocação da Assembléia Geral será feita por meio de edital afixado na sede do Instituto Dignidade e/ou publicado na impressa local, por circulares ou outros meios convenientes, com antecedência mínima de 7 (sete) dias. Parágrafo Único Qualquer Assembléia se instalará em primeira convocação com a maioria dos associados e, em segunda convocação, com qualquer número. Art. 14 o. O Instituto Dignidade adotará práticas de gestão administrativa, necessárias e suficientes, a coibir a obtenção, de forma individual ou coletiva, de benefícios e vantagens pessoais, em decorrência da participação nos processos decisórios. Art. 15 o. A Diretoria será constituída por um Diretor-Presidente, um Diretor-Vice- Presidente, Primeiro e Segundo Secretários, Primeiro e Segundo Tesoureiros. Parágrafo Único O mandato da Diretoria será de 4 (quatro) anos, sendo vedada mais de uma reeleição consecutiva. Art. 16 o. Compete à Diretoria: I- elaborar e submeter à Assembléia Geral a proposta de programação anual do Instituto Dignidade; II- executar a programação anual de atividades do Instituto Dignidade; III- elaborar e apresentar à Assembléia Geral o relatório anual; IV- reunir-se com instituições públicas e privadas para mútua colaboração em atividades de interesse comum; V- contratar e demitir funcionários. Art. 17 o. Compete ao Diretor-Presidente: I- representar o Instituto Dignidade judicial e extra-judicialmente; 3

4 II- cumprir e fazer cumprir este Estatuto e o Regimento Interno; III- presidir a Assembléia Geral; IV- convocar e presidir as reuniões da Diretoria. V- autorizar a realização de despesas; VI- assinar os cheques emitidos pela Associação. Art. 18 o. Compete ao Diretor-Vice-Presidente: I- substituir o Diretor-Presidente em suas faltas ou impedimentos; III- prestar, de modo geral, sua colaboração ao Diretor-Presidente. Art. 29 o. Compete ao Primeiro Secretário: I- secretariar as reuniões da Diretoria e da Assembléia Geral e redigir as atas; II- publicar todas as notícias das atividades da entidade. Art. 20 o. Compete ao Segundo Secretário: I- substituir o Primeiro Secretário em suas faltas ou impedimentos; III- prestar, de modo geral, a sua colaboração ao Primeiro Secretário. Art. 21 o. Compete ao Primeiro Tesoureiro: I- arrecadar e contabilizar as contribuições dos associados, rendas, auxílios e donativos, mantendo em dia a escrituração do Instituto Dignidade; II- pagar as contas autorizadas pelo Diretor-Presidente; III- apresentar relatórios de receitas e despesas, sempre que solicitados; IV- apresentar ao Conselho Fiscal a escrituração do Instituto Dignidade, incluindo os relatórios de desempenho financeiro e contábil e sobre as operações patrimoniais realizadas; V- conservar, sob sua guarda e responsabilidade, os documentos relativos à tesouraria; VI- manter todo o numerário em estabelecimento de crédito. Art. 22 o. Compete ao Segundo Tesoureiro: I- substituir o Primeiro Tesoureiro em suas faltas e impedimentos; III- prestar, de modo geral, sua colaboração ao Primeiro Tesoureiro. Art. 23 o. O Conselho Fiscal será constituído por 2 (dois) membros e seus respectivos suplentes, eleitos pela Assembléia Geral. 1º. O mandato do Conselho Fiscal será coincidente com o mandato da Diretoria. 2º. Em caso de vacância, o mandato será assumido pelo respectivo suplente, até o seu término. Art. 24 o. Compete ao Conselho Fiscal: I- examinar os livros de escrituração do Instituto Dignidade; II- opinar sobre os balanços e relatórios de desempenho financeiro e contábil e sobre as operações patrimoniais realizadas, emitindo pareceres para os organismos superiores da entidade; 4

5 III- requisitar ao Primeiro Tesoureiro, a qualquer tempo, documentação comprobatória das operações econômico-financeiras realizadas pelo Instituto Dignidade; V- acompanhar o trabalho de eventuais auditores externos independentes; V- convocar extraordinariamente a Assembléia Geral. Parágrafo Único O Conselho Fiscal se reunirá ordinariamente a cada 6 (seis) meses e, extraordinariamente, sempre que necessário. Capítulo IV DO PATRIMÔNIO Art. 25 o. O patrimônio do Instituto Dignidade será constituído de bens móveis, imóveis, veículos, semoventes, ações e títulos da dívida pública. Art. 26 o. No caso de dissolução do Instituto Dignidade, o respectivo patrimônio líquido será transferido a outra pessoa jurídica qualificada nos termos da Lei 9.790/99, preferencialmente que tenha o mesmo objetivo social. Art. 27 o. Na hipótese do Instituto Dignidade obter e, posteriormente, perder a qualificação instituída pela Lei 9.790/99, o acervo patrimonial disponível, adquirido com recursos públicos durante o período em que perdurou aquela qualificação, será contabilmente apurado e transferido a outra pessoa jurídica qualificada nos termos da mesma Lei, preferencialmente que tenha o mesmo objetivo social. Capítulo V DA PRESTAÇÃO DE CONTAS Art. 28 o. A prestação de contas do Instituto Dignidade observará no mínimo: I- os princípios fundamentais de contabilidade e as Normas Brasileiras de Contabilidade; II- a publicidade, por qualquer meio eficaz, no encerramento do exercício fiscal, ao relatório de atividades e das demonstrações financeiras da entidade, incluindo as certidões negativas de débitos junto ao INSS e ao FGTS, colocando-os à disposição para o exame de qualquer cidadão; III- a realização de auditoria, inclusive por auditores externos independentes se for o caso, da aplicação dos eventuais recursos objeto de Termo de Parceria, conforme previsto em regulamento; IV- a prestação de contas de todos os recursos e bens de origem pública recebidos será feita, conforme determina o parágrafo único do Art. 70 da Constituição Federal. Capítulo VI - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 29 o. O Instituto Dignidade será dissolvido por decisão da Assembléia Geral Extraordinária, especialmente convocada para esse fim, quando se tornar impossível a continuação de suas atividades. Art. 30 o. O presente Estatuto poderá ser reformado, a qualquer tempo, por decisão da maioria absoluta dos associados, em Assembléia Geral especialmente convocada para esse fim, e entrará em vigor na data de seu registro em Cartório. Art. 31 o. Os casos omissos serão resolvidos pela Diretoria e referendados pela Assembléia Geral. 5

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