Em cima da mesa: Empregabilidade IEFP - PROGRAMAS DE APOIO
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- Aníbal Pacheco Pinhal
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1 Em cima da mesa: Empregabilidade IEFP - PROGRAMAS DE APOIO
2 Estímulo emprego Apoio financeiro aos empregadores que celebrem contratos de trabalho a termo certo por prazo igual ou superior a 6 meses ou contratos de trabalho sem termo. Promotores - Pessoas singulares ou coletivas, de natureza jurídica privada, com ou sem fins lucrativos. Desempregados - inscritos há pelo menos 60 dias consecutivos, no caso de desempregados com idade inferior a 30 anos ou com mais de 45 anos ou 6 meses de inscrição para os desempregados com outro escalão etário. Apoios 80% do IAS multiplicado por metade do nº. inteiro de meses de duração do contrato a termo certo; 110% do IAS x 12, no caso de contratos de trabalho sem termo.
3 Estágios Emprego Estágios com a duração de 9 meses, tendo em vista promover a inserção de jovens no mercado de trabalho. Desempregados inscritos: com idade entre os 18 e os 30 anos, inclusive, com uma qualificação de nível 2, 3, 4, 5, 6, 7 ou 8. com idade superior a 30 anos, desde que tenham obtido há menos de três anos uma qualificação de nível 2 ou superior; pessoas com deficiência e incapacidade; que integrem família monoparental; vítimas de violência doméstica; ex-reclusos; toxicodependentes em processo de recuperação.
4 Estágios Emprego Entidades Promotoras - Pessoas singulares ou coletivas, de natureza jurídica privada, com ou sem fins lucrativos. O IEFP comparticipa nos seguintes encargos: % da Bolsa de estágio (que depende do nível de qualificação do estagiário que vai desde 1 x IAS a 1,65 x IAS). Alimentação, no valor fixado para os trabalhadores que exercem funções públicas: 4,27 /dia Prémio do seguro de acidentes de trabalho: 3,296% IAS = 13,82 Transporte de estagiário para alguns estagiários.
5 Empreendedorismo Apoios à Criação do Próprio Emprego por Beneficiários de Prestações de Desemprego - medida no âmbito do Programa de Apoio ao Empreendedorismo e à Criação do Próprio Emprego, que consiste na atribuição de apoios a projetos de emprego promovidos por beneficiários das prestações de desemprego, através da antecipação das prestações de desemprego, desde que os mesmos assegurem o emprego, a tempo inteiro, dos promotores subsidiados. Possibilidade de cumulação com a modalidade de crédito com garantia e bonificação da taxa de juro (linhas MICROINVEST e INVEST+).
6 Empreendedorismo Investe Jovem Programa destinado a promover a criação de empresas por jovens desempregados, através dos seguintes apoios: Apoio financeiro ao investimento (até 75% do inv.elegível); Apoio financeiro à criação do próprio emprego dos promotores (empréstimo s/juros até 6 x IAS 2.515,32 ); Apoio técnico na área do empreendedorismo para reforço de competências e para a estruturação e consolidação do projeto. Destinatários - Jovens com idade igual ou superior a 18 anos e inferior a 30 anos, inscritos como desempregados no IEFP, e que possuam uma ideia de negócio (com investimento entre 1.048,05 até ) viável e formação adequada para o desenvolvimento do negócio.
7 Medidas CEI e CEI + Realização de trabalho socialmente necessário por parte de desempregados: Contrato Emprego Inserção - beneficiários de subsídio de desemprego. Contrato Emprego Inserção + - beneficiários do rendimento social de inserção. Promotores - Entidades coletivas, públicas ou privadas sem fins lucrativos, designadamente: serviços públicos; autarquias locais; entidades de solidariedade social IPSS. Apoios aos desempregados: bolsa mensal complementar no valor de 20% do IAS ou o IAS no caso dos beneficiários do RSI; despesas de transporte; refeição ou subsídio de alimentação; seguro de trabalho.
8 Reabilitação Profissional Apoios financeiros aos empregadores que necessitem de adaptar o equipamento ou o posto de trabalho do trabalhador com deficiência e incapacidade, bem como eliminar obstáculos físicos que impeçam ou dificultem o acesso do trabalhador ao local de trabalho ou a sua mobilidade no interior das instalações. Apoios: Adaptação de postos de trabalho- Subsídio não reembolsável, até 16xIAS (6.707 ) por cada pessoa com deficiência. Eliminação de barreiras: Subsídio não reembolsável, até ao limite de 16xIAS não podendo exceder 50% do valor da obra ou do meio técnico adquirido.
9 Reabilitação Profissional Financiamento de produtos de apoio - Apoio financeiro às pessoas com deficiência e incapacidade para a aquisição, adaptação ou reparação de produtos, ou equipamentos que sejam indispensáveis para prevenir, compensar, atenuar as limitações de atividade que prejudiquem, dificultem ou inviabilizem o acesso e frequência da formação profissional ou a obtenção e manutenção do emprego. Comparticipação do IEFP: 100% do custo quando este não for comparticipado pelo subsistema de saúde ou companhia seguradora de que a pessoa seja beneficiária; diferença entre o custo da aquisição, reparação ou adaptação e o montante de comparticipação a que tenha direito, através do sistema ou subsistema de saúde.
10 Em cima da mesa: Empregabilidade Obrigada
11 Conversas em cima da mesa, COOPERATIVA PARA A EDUCAÇÃO E REABILITAÇÃO DE CIDADÃOS INADAPTADOS DE CASCAIS
12 APRESENTAÇÃO: Apresentação de um caso (vídeo: 3 m) Percurso de construção do emprego Principais Resultados Desafio
13
14 Percurso de construção do emprego Capacitar Trabalhar em rede Criar oportunidades
15 Percurso de construção do emprego Capacitar
16 Percurso de Construção do emprego: Capacitar Medidas consignadas no Programa de Qualificação das PcD Avaliação e Orientação Profissional (4 meses) - Sessões de avaliação Formação Profissional ( h) - Dupla certificação 9º ano - qualificação Apoio à colocação (6 meses) - Comp. Sociais /pessoais - Estágios atualização de competências Acompanhamento Pós Colocação (1 ano) - coaching - Estágios orientação
17 Percurso de Construção do emprego: Capacitar Cidadania e Empregabilidade Formação de base Linguagem e Comunicação Matemática para a vida CURSO DE FORMAÇÃO Formação para a Integração Formação tecnológica TIC Balanço de Competências/ Portefólio Empreendedorismo e Igualdade de Oportunidades Procura Activa de Emprego e Legislação Laboral Prática em Oficinas do Centro de Reabilitação Prática em contexto real de trabalho Cristina Figueiredo; 21 de Abril de
18 Percurso de Construção do emprego: Capacitar Formação prática no Centro Em Centro (1 ano) Aquisição de competências profissionais e pessoais - FORMANDO Formador Formação prática em contexto de trabalho Em Empresa/ Organização (até 1 ano) Adaptação às exigências funcionais do posto de trabalho - ESTAGIÁRIO Tutor Empresa/ Organização Emprego Execução das tarefas com autonomia - COLABORADOR Chefia Directa
19 Percurso de construção do emprego Capacitar Trabalhar em rede
20 Percurso de Construção do emprego: Trabalhar em rede 172 colaboradores 6% com defic. famílias 1895 clientes 34 voluntári os U.E. 46 Parceiros 332 sócios
21 Percurso de Construção do emprego: Trabalhar em rede Sensibilizar a comunidade Formação em exercício (formação realizada fora de portas. Ex: O curso de jardinagem realiza a formação tecnológica nos jardins de escolas da zona ) formação em posto de trabalho (estágios realizados em contexto de trabalho em diferentes Entidades Empregadoras) realização de ações de divulgação, dirigidas: Exs: Dia Aberto: dirigida a pais, potenciais formandos, professores, técnicos ); Encontro de Empresários, dirigido a parceiros e potenciais empregadores; Workshops de divulgação em escolas: dirigido a alunos e professores; Visitas de estudo à Cercica
22 Percurso de Construção do emprego: Trabalhar em rede Acompanhamento de estágios; Apoiar as entidades empregadoras Disponibilização de uma bolsa de candidatos, devidamente formados, para colocação profissional; Mediação com o Centro de Emprego; Avaliação funcional de candidatos a emprego e avaliação das exigências dos postos de trabalho; Realização de ações de informação/ sensibilização às equipas das Entidades que acolhem as PcD Acompanhamento durante o processo de colocação e de pós-colocação; Publicitação das Entidades CERCICA,
23 Percurso de construção do emprego Capacitar Trabalhar em rede Criar oportunidades
24 Percurso de Construção do emprego: Criar Oportunidades Dar o exemplo: Serviço de Apoio Domiciliário: emprega 5 pessoas com deficiência; como Auxiliares de Ajudantes Familiares (criada em 2001, resultante de um projeto comunitário Horizon I ); 1 empresa de inserção de jardinagem e produção de plantas: emprega 4 pessoas com deficiência como Auxiliares de Jardinagem (criada em 2002, resultante de um projeto comunitário Horizon II ); 1 empresa de jardinagem: emprega 7 pessoas com deficiência como Auxiliares de jardinagem e uma como Administrativo (criada em 2013); Fazem ainda parte do mapa de pessoal da CERCICA, 2 colaboradores com deficiência e incapacidades, inseridos nas área de Restauração
25 Percurso de Construção do emprego: Criar Oportunidades Criar oportunidades Outside: Horizonte, Cooperativa de Ensino CRL, criou um Enclave de emprego protegido para 5 pessoas com deficiência intelectual na função de ajudantes de Cozinha CMC criou um Enclave em diversas áreas Mais de 100 Entidades concretizaram estágios ou realizaram contratos de trabalho com formandos da CERCICA nos últimos 20 anos
26 Resultados % 40% 35% 30% 25% 20% 15% 10% 5% 0% evolução da taxa de empregabilidade 42% 36% 27% 13% 5%
27 Resultados 2014 Total de contratos de trabalho: 18 Nº de contratos por tipo Relação contrato normal/ contrato Emprego Apoiado 2 4 Normal 22% Contrato normal 5 7 CEI + Estágio de Inserção 78% Contratos Emprego Apoiado CEAEE
28 Resultados 2014 Nº de contratos por função Apoio a Idosos Acabamentos gráficos Tratamento de resíduos Serviços Gerais Aux. Limpeza Lavandaria Atendimento Balcão Serv. Mesa Ajudante de Cozinha Economato Administrativo ,5 1 1,5 2 2,
29 Resultados 2014 Nº de Entidades Empregadoras por tipo e nº de postos de trabalho Nº de Entidades Nº de P.T. 1 0 Organizações privadas sem fins lucrativos Ent. Privadas com fins lucrativos Ent. Públicas
30 Resultados 2014 % de Entidades por tipo 7% Organizações privadas sem fins lucrativos 43% Ent. Privadas com fins lucrativos 50% Ent. Públicas
31 Desafio O Terceiro Setor tem vindo a verificar um crescente desenvolvimento ao longo das últimas décadas e, sobretudo, tem aumentado a sua visibilidade e importância junto das comunidades locais. (1) O Terceiro Setor apresenta-se com um carácter estruturante e de regulação da vida económica (Almeida, 2005), desempenhando, igualmente, um papel fulcral na criação de emprego. (1) Conclusão/Desafio : As Organizações do 3º setor representam, assim, um forte potencial de crescimento do emprego para as Pessoas com Deficiência. (1) Ramos, Sandra Patrícia Rego, 2012, dissertação de mestrado em Economia Social, Universidade do Minho, O emprego no terceiro setor: uma análise comparativa
32 Obrigada!
33 Que caminhos para a empregabilidade de pessoas com deficiências e incapacidades invisíveis? As nossas experiências
34 Invisíveis? Não são evidentes à primeira vista Manifestam-se ao nível dos comportamentos, interação social, capacidades cognitivas, comunicação Diagnóstico e prognóstico são muitas vezes cinzentos Estigma associado ao enorme desconhecimento/imprevisto
35 Deficiências e incapacidades Nem todas as pessoas com uma deficiência têm incapacidade A incapacidade é um problema de participação / relação com o contexto Há que adaptar o contexto para criar igualdade de oportunidades
36 Empregabilidade O mercado laboral é desfavorável Escassez de empregos Cada vez mais exigente Cada vez mais cerebral Pouco saudável O trabalho é um meio de reabilitação e inclusão Não perder e desenvolver competências Realização profissional, pessoal e social
37 Dados: Europa 2014 A experiência da Novamente Segundo dados europeus sobre emprego na área do Deficiência, a pessoa com deficiência psíquica/cognitiva revelada em problemas comportamentais e relacionais são as mais excluídas na reinserção profissional. Fonte: European Disability Forum
38 Dados: Portugal 2014 Um ano depois de se sofrer um dano cerebral grave apenas 20% das vitimas manteve o seu emprego; 23% das vítimas fica no desemprego; 58% das vítimas pede a reforma; A experiência da Novamente 54% dos que passaram a ser seus "cuidadores" ficaram desempregados. Fonte: Estudo Impacto Sócio Familiar do TCE
39 Portugal, Mesa Redonda da Novamente 2013 A experiência da Novamente Não existe nenhuma resposta adequada a apoiar a procura e a inserção profissional de pessoas com problemas comportamentais e limites cognitivos como é o caso das vitimas de dano cerebral Mesa Redonda Gulbenkian (2013)
40 Que caminhos? A experiência da Novamente Um novo programa piloto está a ser construído para a reinserção da pessoa com dano cerebral adquirido no IEFP; Implica: fase de formação de centros de recursos, formação de todos os serviços do IEPF ao público, avaliações prévias feitas pelos centros de reabilitação, encaminhamentos feitos pelos hospitais mas... E a sociedade que os recebe?
41 Que caminhos? A experiência da Novamente Solução e caminho de felicidade da pessoa com dano cerebral (problemas comportamentais e neurológicos) em idade activa passa por: emprego, ocupação, socialização e papel activo no mundo do relacionamento humano. A sociedade foge destes casos que não entende e têm comportamentos inconstantes e são em muitos casos incompreensíveis. A deficiência: incapacidades invisíveis, beco sem saída?
42 Que caminhos? 2005 acumulavam-se os casos de jovens adultos acompanhados sem resposta de integração profissional nível cognitivo normal A experiência do CADIn como começámos dificuldades ao nível da comunicação, interação social e adaptabilidade Projeto piloto em parceria com uma empresa permitiu fazer 3 integrações com base no modelo de emprego apoiado Prospects nesse ano Criação de núcleo especializado que se mantém até hoje
43 Que caminhos? A experiência do CADIn o que aprendemos Empregabilidade não é caridade Apostar nas capacidades Intervir nas duas frentes: pcdi e empregador
44 Que caminhos? Eliminar barreiras psicológicas Adaptar a legislação Formação Emprego a percorrer Aproximar terapêutica e apoio à inclusão
45 Que caminhos para a empregabilidade de pessoas com deficiências e incapacidades invisíveis? As vossas experiências
46 Cascais, 25 de Março de
47 Promovido por 47
48 Percursos de vida diferentes Factores de curva : Familiares; Sociais; Económicos; Desenvolvimentais 48
49 Porquê Semear Necessidade social Insuficiência de respostas inclusivas para adultos com necessidades especiais, nomeadamente, aquelas sem diagnóstico médico definido Desemprego 2,5 vezes superior à média nacional Oportunidade Agricultura: o Atractividade emergente o Reconhecimento como ocupação justa e digna o Forte adequação entre tarefas e perfil/características da população alvo
50 Porquê Semear Visão Uma Sociedade Inclusiva Missão Capacitar e integrar socio-profissionalmente jovens adultos com necessidades especiais, no sector agrícola e actividades relacionadas
51 Parceiros 51
52 FASE I 52
53 Os primeiros alunos 53
54 As primeiras culturas Exigida qualidade, produtividade e outros aspectos próprios de um bom trabalhador mas respeitando os ritmos e formas 54 individuais de aprendizagem
55 Semear Fase I Instalações no ISA Formação em Jardinagem Formação em Agricultura 55
56 SEMEAR É POSSÍVEL COM Estado - IEFP - Apoio e certificação da formação - Apoio à contratação Universidade - ISA - Contexto formativo privilegiado - Arrendamento de espaço formativo e terreno agrícola - Docentes, estudantes Empresas - Apoio financeiro - Bens e serviços - Divulgação - Integração profissional Sociedade Civil - Apoio financeiro (candidaturas, privados e fundos próprios) - Bens - Trabalho voluntário 56
57 SEMEAR É POSSÍVEL COM Diretor Geral Técnico de Reabilitação Psicomotora Agrónomo Formadores (tecnológico e pedagócico) Formando Técnico Reabilitação e Inserção Social Financeiro/ /Avaliador Impacto Coordenador técnico e pedagógico Técnico de Serviços Gerais TRABALHO CONSTANTE NAS HARD E SOFT SKILLS DO GRUPO 57
58 No final de cada formação, temos: Um grupo de pessoas com uma qualificação superior ao existente no mercado de trabalho agrícola; Nota: Segundo RA09, 52% dos produtores agrícolas completaram apenas o 1ºciclo de ensino básico e 22% destes não têm qualquer nível de instrução 18 meses de trabalho diário nas competências pessoais e sociais de cada formando agrícola; Conhecimento das mais-valias/características de cada pessoa, que o adequa à função certa; Existências de apoios à contratação e manutenção do posto de trabalho; Então, estamos numa posição PRIVILIGIADA DE EMPREGADOR! Não ficamos por aqui 58
59 Colocação no Mercado de Trabalho 20 formandos/12 meses Empresas do Sector Primário SEMEAR FASE II Indústria de transformação Produtores ou OP s 59
60 FASE II 60
61 OBJECTIVOS 1. Promover a inclusão pela integração socioprofissional de jovens com necessidades especiais na Sociedade; 2. Proporcionar empregabilidade máxima; 3. Implementar uma exploração sustentável e vocacionada para o mercado. 61
62 Objectivos produtivos: A curto prazo: 2 ou 3 Hortícolas em modo extensivo, com venda a granel- ALHO-FRANCÊS, COUVE-REPOLHO, BUTTERNUTS A longo prazo: Trabalhar com parceiros do processamento e de venda na criação de uma marca/etiquetagem com certificação e de mão-de-obra inclusiva. 62
63 Premissas A Exploração Agrícola do SEMEAR é uma solução no mercado de trabalho; Trabalho agrícola baseado em mão-de-obra; Produção hortícola própria com garantia de escoamento pelos nossos parceiros; Trabalhadores bem preparados na fase I do Semear: formação certificada; Existência de apoios à contratação e manutenção do posto de trabalho. Raquel Monteiro Técnica de Reabilitação e Inserção Social [email protected]
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