Avaliação de Iluminação Natural em Edifícios
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- Artur Lagos Cortês
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1 Avaliação de Iluminação Natural em Edifícios
2 Dados de entrada 1. Condições de conforto do usuário; 2. Disponibilidade de luz natural; 3. Obstruções do entorno; 4. Características do ambiente.
3 Dados de saída Estimativa da eficiência da iluminação natural
4 Condições de conforto luminoso do usuário NBR ISO CIE Iluminação de ambientes de trabalho - Parte 1 Interiores Atividades de escrita e leitura = 500 lux
5 DISPONIBILIDADE DE LUZ NATURAL 1. SAZONALIDADE 2. CLIMA 3. QUALIDADE DO AR 4. CARACTERÍSTICAS FISICAS E GEOGRAFICAS
6 CLIMA: Tipos de céu nuvens Céu Uniforme Céu Encoberto 0,8 a 1,0 Céu Parcialmente Encoberto 0,4 a 0,7 Céu Claro 0,0 a 0,3 Céu Encoberto Céu Parcialmente Encoberto Céu Claro
7 FATOR DE LUZ DIURNA (%) (medido ou calculado considerando céu uniforme) 1. tamanho e posicionamento das aberturas 2. transmissividade do vidro 3. obstrução do caixilho 4. coeficiente de manutenção 5. fator de obstrução externa 6. dimensões e cores das superfícies internas FLD = Ep Eh Penetração da luz natural
8 FLD = ( CC + CRE + CRI ) * km * kc * TL CC CRE CRI CC = componente celeste CRE = componente refletida externa CRI = componente refletida interna k m = coeficiente de manutenção k c = coeficiente de obstrução do caixilho TL = transmissividade do vidro
9 Procedimentos de cálculo CRI- Componente Reflexão Interna
10 Procedimentos de cálculo km Coeficiente de manutenção Características da área: Muita Suja...km=0,6 Industrial...km=0,7 Limpa...km=0,9 FLD = (CC + CRE + CRI) *km *kc *TL (%)
11 Procedimentos de cálculo kc Coeficiente de caixilho kc= relação entre vão livre de alvenaria e área transparente EX: Área do vão livre da alvenaria= 2,00 m² Área do vão livre do vidro= 1,80 m² kc = 0,9 FLD = (CC + CRE + CRI) *km *kc *TL (%)
12 Procedimentos de cálculo TL = Transmissão Luminosa do Vidro
13 Procedimentos de cálculo Resultados FLD = (CC + CRE + CRI) *km *kc *TL (%) FLD = (3,0 + 0,06 + 1,1) * 0,7 * 0,8 * 0,87 Fator de Luz Diurna: FLD = 2% Nível para conforto: Ep = 500 lux
14 Iluminância (lux) Procedimentos de cálculo para avaliação de desempenho luminoso das edificações Procedimentos de cálculo FLD= Ep/Eh Eh=Ep/FLD Distribuição da iluminância em Porto Alegre % Exemplo: Ep=500 lux FLD = 2% Eh= lux => 60%
15 CÁLCULO DO COMPONENTE DE CÉU
16 Ângulos b Linhas verticais Ângulos a Linhas horizontais transferidor de ângulos
17 sombras
18 1. Traçar os ângulos b no transferidor construindo a máscara
19 2. Traçar os ângulos a no transferidor construindo a máscara
20 3. Compor os ângulos a e b construindo a máscara
21 4. Limpar as linhas de construção Procedimentos de cálculo para avaliação de desempenho luminoso das edificações construindo a máscara
22 exemplo
23 CÉU CLARO 45 CÉU ENCOBERTO diagrama de contribuição relativa de luz
24 CC = CC = 0,1% cálculo da componente celeste
25 O Desempenho do Sistema Lateral de Captacao da Luz Natural
26 Fator de Luz Natural e o desempenho do sistema lateral de iluminacao natural
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29 Useful Daylight Iluminance Levels UDI Níveis Úteis de Iluminação
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32 Estudo de Caso: Novo Centro de Pesquisas da Petrobras Rio de Janeiro
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34 NORTE SUL
35 Laboratories
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41 ESCOLA DE ECONOMIA DE TOULOUSE (TSE)
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51 Etapas 1) Avaliar desempenho de aberturas para iluminação natural 2) Avaliar desempenho do sistema de iluminação artificial
52 5. Distribuição preliminar das luminárias Níveis de iluminância
53 Integração de sistemas de iluminação natural e artificial
54 Controle 1 Controle 2 Controle 3 Controle 4 SISTEMA 4
55 Iluminância (lux) Iluminância (lux) Iluminância (lux) Procedimentos de cálculo para avaliação de desempenho luminoso das edificações ON OFF ON OFF em estágios DIMERIZAÇÃO Horário de funcionamento Horário de funcionamento Horário de funcionamento Nível desejado Nível desejado Nível desejado Horário Horário Horário ON - OFF ON OFF (estágios) DIMERIZAÇÃO
56 SOFTWARES: 1 ECOTECT: 2 RADIANCE : 3 LUMEN: 4 RELUX: 5 DIALUX: 6 SOFTLUX: Igreja de Santa Sofia, Istambul Parlamento em Dhaka, Louis Kahn
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