STJ PAULO RANGEl
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- Flávio Levi Espírito Santo Sampaio
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1 PAULO RANGEl Desembargador efetivo da 3º Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Mestre em Ciências Penais pela UCAM. Doutor em Direito pela Universidade Federal do Paraná. Pós-Doutor pela Universidade de Coimbra - Portugal. Professor Adjunto de Direito Processual Penal na Faculdade de Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ. CARLOS ROBERTO BACILA Delegado de Polícia Federal. Mestre em Direito pela UFPR. Doutor em Direito pela UFPR. Professor Adjunto de Direito Penal e Criminologia da UFPR. Professor da Academia Nacional de Polícia do Departamento de Polícia Federal. LEI I ; I ; COMENTARIOS PENAIS E PROCESSUAIS 2º Edição Revista, ampliada e atualizada até dezembro de 2013 SÃO PAULO EDITORA ATLAS S.A
2 - STJ by Editora Atlas S.A. A primeira edição foi publicada pela Editora Lumen Juris; 2. ed Capa: Nilton Masoni Projeto gráfico e composição: Set-up Time Artes Gráficas Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, Sp, Brasil) Rangel, Paulo Lei de drogas: comentários penais e processuais / Paulo Rangel, Carlos Roberto Bacila ed. rev., ampl. e atual. até dezembro de São Paulo: Atlas, Bibliografia. ISBN Direito penal - Brasil 2. Drogas - Leis e legislação - Brasil 3. Tóxicos - Leis e legislação - Brasil I. Bacila, Carlos Roberto. 11. Título CDU (81 )(094.56) índices para catálogo sistemático: 1. Brasil: Lei de Drogas: Comentários: Direito penal (81)(094.56) 2. Brasil: Leis comentadas: Drogas: Direito penal (81 )(094.56) 3. Leis: Drogas: Comentários: Brasil: Direito penal (81)(094.56) TODOS OS DIREITOS RESERVADOS - É proibida a reprodução total ou parcial, de qualquer forma ou por qualquer meio. A violação dos direitos de autor (Lei nº 9.610/98) é crime estabelecido pelo artigo 184 do Código Penal. Depósito legal na Biblioteca Nacional conforme Lei nº , de 14 de dezembro de Impresso no Brasil/Printed in Brazil Editora Atlas S.A. Rua Conselheiro Nébias, 1384 Campos Elísios São Paulo SP atlas.com.br
3 , su ARI Nota dos autores à 2ª edição, xxi (Lei nº , de 23 de agosto de 2006), 1 Carlos Roberto Bacila Art. 1 2, 1 Considerações Gerais sobre a Lei de Drogas, 1 Art. 2 2, 3 Breve História da Legislação sobre Drogas no Brasil, 3 Plantio ora Proibido, ora Permitido, 5 Art. 32, 5 Finalidades do Sistema Nacional de Políticas Públicas Sobre Drogas (SISNAD), 6 Art.4.2,7 Princípios do Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas (SISNAD), 8 Respeito aos Direitos Fundamentais, 8 Respeito à Diversidade, 9 Utilização da Cultura Brasileira para o Combate ao Uso Indevido de Drogas, 10 Consenso Nacional, 10 Responsabilidade Compartilhada, 10 Fatores Correlacionados, 11 Integração com Outros Países, 11 Articulação com os Poderes Públicos, 11 Abordagem Multidisciplinar, 12 Equilíbrio, 13 Observância das Normas do CONAD, 13 Art. 52, 13 Objetivos do Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas (SISNAD), 14
4 viii lei de Drogas RANGEL e BACILA Inclusão Social e Menor Vulnerabilidade, 14 Construção e Socialização do Conhecimento sobre Drogas, 14 Promoção das Políticas dos Órgãos do Poder Executivo, 15 Garantir a Execução das Metas do SISNAD, 15 Art. ()Q (Vetado.), 15 Art. 7'2, 15 Organização do Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas (SISNAD), 16 Art.8'2 (Vetado.), 16 Art.9'2 (Vetado.), 16 Art. 10. (Vetado)., 16 Art. 11. (Vetado.), 16 Art. 12. (Vetado.), 16 Art. 13. (Vetado.), 16 Art. 14. (Vetado.), 16 Art. 15. (Vetado.), 16 Art. 16, 16 Estatística Real, 17 Art. 17, 17 Informações sobre a Repressão, 17 Art. 18, 18 A Programação Legal para Prevenir o Uso de Drogas, 18 Art. 19, 18 Princípios e Diretrizes das Atividades de Prevenção do Uso Indevido de Drogas, 19 A Possibilidade de Mudar de Vida, 19 Conceitos Objetivos e Fundamentação Científica, 21 O Respeito à Individualidade, 21 Estabelecimento de Parcerias, 22 Tratamento Especializado, 22 Sugestões de Técnicas para o Abandono do Vício, 23 Atendimento Especial para "Parcelas Mais Vulneráveis", 24 O Bom Relacionamento entre os Setores Públicos, 24
5 Sumário ix A Mente Ocupada com Coisas Saudáveis, 24 O Preparo dos Profissionais de Educação, 25 Implantação de Projetos Pedagógicos, 25 O Reforço do Apelo de Cumprimento às Regras, 26 A Harmonia com as Políticas Específicas, 26 Art. 20, 27 Melhoria da Qualidade de Vida e Redução dos Riscos e dos Danos Associados ao Uso de Drogas, 27 Art. 21, 28 Art. 22, 28 Princípios das Atividades de Atenção e as de Reinserção Social do Usuário de Drogas e Respectivos Familiares, 29 Respeito ao Usuário e ao Dependente, 29 Estratégias que Considerem as Peculiaridades, 30 Projeto Terapêutico Individualizado, 30 Atendimento Multidisciplinar e por Equipes Multiprofissionais, 30 Atendimento às Normas do CONAD, 30 Algumas diretrizes dos órgãos de controle social de políticas setoriais específicas, 30 Art. 23, 32 Necessidade de Previsão Orçamentária, 32 Art. 24, 32 Art. 25, 33 Possibilidade de Recebimento de Recursos do FUNAD, 33 Art. 26,34 Tratamento para a Saúde do Dependente de Drogas que Pratica Infração Penal, 35 Art. 27,36 Aplicação de Pena Isolada ou Cumulativa para o Usuário ou Dependente, 36 Aplicação Isolada ou Cumulativa, 37 Substituição, 37 Art. 28,38 Art. 29,38 Art. 30,39 O Tipo Previsto no Artigo 28, Caput: a Posse de Drogas para Consumo Pessoal, 39
6 x Lei de Drogas RANGEL e BACILA Considerações sobre a Tipificação de Condutas do Usuário, 39 Tipo Objetivo, 40 Princípio da Alternatividade, 41 Crime impossível, 41 Tipo Subjetivo, 41 Princípio da Insignificância, 43 Jurisprudência, 44 Sujeito Ativo, 44 Sujeito Passivo, 45 Objetividade Jurídica, 45 Consumação e Tentativa, 45 Concurso de Agentes, 46 Sanção Penal, 46 Advertência sobre os efeitos das drogas, 47 Consequências Sociais: ESTIGMA, 47 Consequências para a Saúde, 48 Consequências para a Autocrítica, 54 Prestação de Serviços à Comunidade, 56 Medida educativa de comparecimento a programa ou curso educativo, 58 Prazo de Aplicação das Penas, 59 Reincidência, 59 Meios Coercitivos para o Cumprimento das Medidas: Admoestação e Multa, 60 Cultivo para Consumo Pessoal de Plantas Destinadas à Preparação de Drogas, 62 Tipo Objetivo, 62 Tipo Subjetivo, 62 Consumação e Tentativa, 63 Sujeito Ativo, 63 Sujeito Passivo e Objetividade Jurídica, 63 Sanção, 63 Lex Mitior, 63 Princípio da Retroatividade da Lei mais Benigna, 63 Prescrição, 66 Art. 31,69 Art. 32,69 Licença Prévia da Autoridade, 69 Destruição de Plantações Ilícitas, 70 Destruição de Drogas, 70 Expropriação das Glebas Cultivadas, 71 Art. 33,71 A Questão do Bem Jurídico no Tráfico de Drogas, 72 O Tráfico de Drogas Previsto no Artigo 33, Caput, 72 Sujeito Ativo, 74
7 Sumário xi Sujeito Passivo, 74 Tipo Objetivo, 75 Alteração da Nova Lei em Comparação com o Tipo de Tráfico da Lei Anterior, 75 Princípio da Retroatividade da Lei mais Benigna, 76 A Lei Nova, em Parte mais Benéfica e em Parte mais Grave para o Réu, 77 Princípio da Insignificância, 80 Tráfico de Drogas e Solução de Casos Segundo a Teoria da Imputação Objetiva, 81 Introdução, 81 Crítica da Teoria Finalista da Ação à Teoria da Imputação Objetiva, 82 A Teoria da Imputação Objetiva e a Análise de Casos que Envolvem o Tráfico de Drogas, 83 A morte do usuário de drogas por overdose, 83 Emprego da Droga pelo Comprador para Praticar outros Delitos, 86 O Médico que Aplica Cocaína para Anestesiar o Paciente em vez de Novocaína, 87 O Carona que Possui Drogas Durante o Transporte, 88 A finalidade da norma não é a de estigmatizar o usuário, 88 As normas processuais não estabelecem como finalidade a punição da mera conivência, 89 A carona não incrementa o risco do tipo realizado, 90 Síntese, 90 Tipo Subjetivo, 91 Consumação e Tentativa, 92 Jurisprudência, 94 Jurisprudência, 94 Sanção, 95 Lex Gravior, 95 Jurisprudência, 95 Crime Equiparado ao Hediondo, 95 A Manipulação da Matéria-Prima, Insumo ou Produto Químico Destinado à Preparação de Drogas (artigo 33, 1º, I), 95 Bem Jurídico ou Objeto Jurídico, Sujeito Ativo e Sujeito Passivo, 95 Tipo Objetivo, 95 Tipo Subjetivo, 97 Consumação e Tentativa, 97 Objeto Material, 98 Sanção, 98 Crime Equiparado ao Hediondo, 98 Semear, Cultivar e Colher as Plantas que Originam as Drogas (artigo 33, 1 º, II), 98 Bem Jurídico (ou Objeto Jurídico), Sujeito Ativo e Sujeito Passivo, 98 Tipo Objetivo, 98 Tipo Subjetivo, 98 Consumação e Tentativa, 99 Objeto Material, 99 Sanção e Crime Equiparado ao Hediondo, 99
8 ... STJ xii lei de Drogas RANGEL e BACILA A Utilização de Local ou Bem para o Tráfico de Drogas (Artigo 33, 1º, I1I), 99 Bem Jurídico, Sujeito Ativo e Sujeito Passivo, 99 Tipo Objetivo, 99 Tipo Acessório, 101 Teoria da Imputação Objetiva, 101 Ausência de Culpabilidade, 103 Tipo Subjetivo, 103 Consumação e Tentativa, 104 Concurso de Crimes, 105 Objeto Material, 105 Sanção. Lex Mitior (Pena mais Leve para um Caso) e Lex Gravior (Pena mais Grave para os Demais), 105 Crime Equiparado ao Hediondo, 106 A Participação no Consumo de Droga de Outrem (artigo 33, 2º), 106 Bem Jurídico, Sujeito Ativo e Sujeito Passivo, 106 Tipo Objetivo, 106 Tipo Subjetivo, 107 Consumação e Tentativa, 107 Sanção: Lex Mitior, 107 O Oferecimento de Droga para Consumo em Conjunto (artigo 33, 3º), 108 Bem Jurídico, Sujeito Ativo e Sujeito Passivo, 108 Tipo Objetivo, 108 Tipo Subjetivo, 108 Consumação e Tentativa, 109 Sanção. Princípio da Retroatividade da Lei mais Benigna, 109 A Lei Nova, em parte benéfica e em parte mais grave para o réu, 110 Causa Especial de Diminuição de Pena (Lex Mitior), 110 Ônus da Prova, 114 Art.34,114 A Tipificação de Ações Relacionadas a Objeto Destinado à Produção de Drogas (artigo 34), 114 Bem Jurídico, 114 Sujeito Ativo, 114 Sujeito Passivo, 115 Tipo Objetivo, 115 Princípio da Alternatividade, 116 Tipo Subjetivo, 117 Consumação e Tentativa, 117 Sanção. Lex Gravior, 117 Crime Equiparado a Hediondo, 117 Art.35,117 Associação para o Tráfico, 118
9 Sumário xiii Bem Jurídico, 118 Sujeito Ativo, 119 Sujeito Passivo, 119 Tipo Objetivo, 119 Tipo Subjetivo, 120 Consumação e Tentativa, 120 Concurso de Crimes, 121 Sanção. Lex Gravior, 121 Crime Equiparado ao Hediondo, 121 Jurisprudência, 121 Art. 36, 121 Financiamento do Tráfico de drogas (artigo 36), 122 Bem Jurídico, 122 Sujeito Ativo, 122 Sujeito Passivo, 122 Tipo Objetivo, 122 Tipo Subjetivo, 123 Consumação e Tentativa, 123 Sanção,123 Crime Equiparado ao Hediondo, 123 Art. 37, 123 Colaboração, 124 Bem Jurídico, 124 Sujeito Ativo, 124 Sujeito Passivo, 124 Tipo Objetivo, 124 Princípio da Insignificância, 125 Teoria da Imputação Objetiva, 125 Crime Impossível, 125 Tipo Subjetivo, 125 Consumação e Tentativa, 126 Sanção, 126 Crime Equiparado ao Hediondo, 126 Art.38,126 Prescrever ou Ministrar Drogas, 126 Bem Jurídico, 126 Sujeito Ativo, 127 Sujeito Passivo, 128 Tipo Objetivo, 128 Tipo Subjetivo, 128 Consumação e Tentativa, 128
10 xiv lei de Drogas RANGEL e BAClLA Sanção, 129 Jurisprudência, 129 Art.39,129 Condução de Embarcação ou Aeronave após o Consumo de Drogas, 130 Bem Jurídico, 130 Sujeito Ativo, 130 Sujeito Passivo, 130 Tipo Objetivo, 130 Tipo Subjetivo, 131 Consumação e Tentativa, 131 Sanção, 132 Art.40,132 Transnacionalidade, 133 Traição da Confiança, 134 Lugares mais do que Proibidos, 134 A Violência que Impõe o Consumo da Droga, 135 Tráfico Interestadual, 135 Envolvido com Menor Capacidade de Defesa, 136 Financiamento de Alguns Crimes, 136 Art. 41, 136 Observação sobre Colaboração e Delação Premiada, 138 Art.42,138 Como Calcular a Pena, 138 Jurisprudência, 140 Jurisprudência, 141 Art. 43, 142 Fixação da Multa, 142 Art.44,142 Crime Equiparado ao Hediondo, 143 Jurisprudência, 147 Jurisprudência, 147 Art.45,147 As Várias Possibilidades de Embriaguez em Decorrência do Uso de Drogas, 148 Actio Libera in Causa, 148 Afinal, o que é a Actio Libera in Causa?, 148 Uma Sutileza da Lei Quanto à Inimputabilidade Relativa à Dependência, 149 Caso Fortuito e Força Maior: Mais uma Sutileza da Lei, 150
11 Sumário xv Consequência da embriaguez proveniente de caso fortuito ou força maior para a Lei de Drogas, 151 Sugestão para o trato com o conflito uso de droga x prática de crime, 151 Sugestão, 152 Jurisprudência, 153 Art.46,153 Semi-imputabilidade: Mais uma Sutileza Infeliz da Lei, 153 Art.47,154 Tratamento do condenado, 154 Temas da Teoria Geral do Direito Penal Úteis à Lei de Drogas, 154 Concurso de Crimes, 154 Concurso Formal (Ideal) de Crimes, 154 Concurso Aparente de Tipos Penais ("Concurso Aparente de Normas ou de Leis Penais"), 155 Distinção entre Concurso Formal e Concurso Aparente de Tipos Penais na Lei de Drogas, 157 Concurso Formal de Tipos: 1 Ação: Incidência de Mais de um Tipo, 157 Concurso Material (Real) de Crimes, 158 Crime Continuado, 158 Jurisprudência, 159 Art.48,159 Princípio da subsidiariedade, 159 Conexão, 160 Conclusão, 161 Do encaminhamento ao juiz competente e da ausência de prisão em flagrante, 161 Princípio da subsidiariedade da função da autoridade policial, 164 Do exame de corpo de delito, 165 Da busca e apreensão no domicílio do usuário de drogas, 165 Da Proposta de Transação Penal e as Coerções Processuais Possíveis, 167 Art.49,176 Art. 50, 176 Da prisão em flagrante e do laudo prévio, 176 Conclusão, 178 Art. 51, 178 Prazo de conclusão do inquérito policial, 178 Art.52,180 Relatório fundamentado da autoridade policial e diligências complementares, 180
12 xvi Lei de Drogas RANGEL e BACllA Art.53,184 Do agente infiltrado e da não atuação policial, 184 Momento de adoção da medida e âmbito de incidência da lei, 185 Conceito, 185 Natureza jurídica, 188 Prazo da medida de infiltração, 189 Qual é a autoridade judiciária competente para autorizar a medida de infiltração? Pode decretá-la de ofício?, 189 Legitimidade para ser agente infiltrado, 190 A recusa do agente infiltrado, 194 Agente encoberto, 197 Do caso fortuito, 198 Das provas e suas consequências, 199 Art. 54,200 Peças de informação, 200 Art. 55,202 Denúncia, 202 Defesa preliminar, 203 Juízo de prelibação Guízo de admissibilidade da pretensão acusatória estatal), 209 Art. 56,211 Afastamento cautelar do acusado: natureza jurídica e requisitos, 212 Art. 57,218 Art. 58,218 Audiência de Instrução e Julgamento - AIJ, 218 Art. 59,221 Art. 60,221 Medidas assecuratórias e inversão do ônus da prova, 223 Art. 61,224 Art.62,225 Art.63,228 Art.64,229 Art. 65,229
13 Sumário xvii Art. 66,230 Art. 67,230 Art. 68, 230 Art. 69,232 Art. 70, 233 Art. 71. (Vetado), 233 Art. 72, 234 Art. 73, 234 Art. 74, 235 Art. 75, 235 ANEXO - Portaria nº 344, de 12 de maio de 1998, 237 Referências bibliográficas 1, 291 Referências bibliográficas 2, 297
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