Habeas Corpus. Aula 3

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1 Habeas Corpus Aula 3

2 INTRODUÇÃO Conceito e Origem: O habeas corpus tem origem na Magna Carta inglesa, outorgada em 1215, e foi formalizado pelo Habeas Corpus Act, de O significado da expressão habeas corpus - tomes o corpo e, consequentemente, apresentes a pessoa detida ao juiz. submissão do paciente à presença do juiz constitui, muitas vezes, meio eficaz para verificar -se a existência de coação e de fazer cessá-la. Previsão Constitucional: Conceder -se -á habeas corpus sempre que alguém sofrer ou se achar ameaçado de sofrer violência ou coação em sua liberdade de locomoção, por ilegalidade ou abuso de poder (art. 5º, LXVIII, da CF). Objeto: Liberdade ambulatorial (liberdade de ir e vir) Natureza jurídica: ação constitucional ou ação autônoma de impugnação constitucional.

3 Espécies Liberatório (corretivo ou repressivo) tem lugar quando alguém sofrer violência ou coação ilegal na liberdade de ir e vir, ou seja, quando se pretende a restituição da liberdade a alguém que já se acha com esse direito violado; Preventivo - justifica-se sempre que alguém se achar na iminência de sofrer a violência ou coação, isto é, quando se pretende evitar que a ilegal restrição à liberdade se efetive, desde que haja fundado receio de que irá ocorrer. Pode ser quando instaurado inquérito policial ou ajuizada ação penal. Por esse motivo, permite -se, em certos casos, até mesmo o trancamento de inquérito ou de ação penal pela via do habeas corpus, desde que o fato apurado, por exemplo, seja evidentemente atípico ou que já esteja extinta a punibilidade. STF Súmula n não cabe habeas corpus quando já extinta a pena privativa de liberdade.

4 Legitimidade Ativa O habeas corpus pode ser impetrado por qualquer pessoa (art. 654, caput, do CPP), em seu favor ou de outrem, independentemente de representação de advogado. Denomina -se impetrante a pessoa que ajuíza o pedido de habeas corpus. Incluem-se nesse rol: analfabeto, estrangeiro, incapaz (mesmo sem autorização de seu representante legal, MP, pessoa jurídica). Obs: não poderá o Ministério Público impetrar habeas corpus para trancar ação penal por ele proposta O paciente, pessoa em favor de quem se impetra a ordem, tem de ser, necessariamente, pessoa física O juiz de direito não poderá, nessa qualidade, impetrar habeas corpus, já que o órgão jurisdicional é sempre inerte, mas pode concedê -lo de ofício nos processos de sua competência (art. 654, 2º, do CPP).

5 Legitimidade Passiva O habeas corpus deve ser impetrado em face de quem exercer a violência, coação ou ameaça (art. 654, 1º, a, do CPP), sujeito que recebe a designação de coator ou autoridade coatora. Somente será empregado quando o coator exerce função pública, pois a coação exercida por particular configura crime e as providências contra o coator devem ser pedidas à Polícia. Quando a instauração de inquérito policial é requisitada por juiz de direito ou promotor de justiça, serão essas as autoridades coatoras, e não o delegado de polícia, que apenas deu cumprimento à ordem. É possível, todavia, que a figura do executor e do coator recaiam sobre a mesma pessoa, por exemplo, quando delegado de polícia, responsável por uma prisão em flagrante, não a comunica à autoridade judiciária competente e mantém a pessoa de tida sob sua custódia.

6 Coação Ilegal O Código enumerou, exemplificativamente, hipóteses em que se considera haver coação ilegal: 1) Quando não houver justa causa para a coação (art. 648, I, do CPP). Ex: processo/inquérito por fato atípico, prisão sem flagrante ou mandado 2) Quando alguém estiver preso por mais tempo do que determina a lei (art. 648, II, do CPP). O dispositivo refere -se ao excesso de prazo da prisão cautelar, bem como à manutenção do sentenciado na prisão por prazo superior ao da pena imposta. Se o paciente estiver preso cautelarmente por mais tempo do que a pena máxima prevista para o crime, também haverá coação sanável por via do habeas corpus. a Súmula n. 52 STJ - Encerrada a instruçãocriminal, fica superada a alegação de constrangimento por excesso de prazo e a Súmula n Não constitui constrangimento ilegal o excesso de prazo na instrução, provocado pela defesa.

7 3) Quando quem ordenar a coação não tiver competência para fazê - lo (art. 648, III, do CPP). 4) Quando houver cessado o motivo que autorizou a coação (art. 648, IV, do CPP). Uma vez desaparecido o motivo que ensejou a prisão, a medida restritiva deve ser imediatamente revogada. Ex: prisão preventiva 5) Quando não for alguém admitido a prestar fiança, nos casos em que a lei a autoriza (art. 648, V, do CPP). 6) Quando o processo for manifestamente nulo (art. 648, VI, do CPP). Dispositivo refere -se à nulidade manifesta, isto é, aquela sobre cuja existência não há dúvida 7) Quando extinta a punibilidade (art. 648, VII, do CPP). Ex: prescrição

8 Requisitos/Elementos A petição, que pode ser redigida por qualquer pessoa, independentemente da representação por advogado, e conterá (art. 654, 1º, do CPP): a) o nome da pessoa que sofre ou está ameaçada de sofrer violência ou coação; b) o nome de quem exercer a violência, coação ou ameaça - aqui o código quer mencionar a indicação do cargo da autoridade coatora c) a declaração da espécie de constrangimento ou, em caso de simples ameaça de coação, as razões em que se funda seu temor; d) a assinatura do impetrante, ou de alguém a seu rogo, quando não souber ou não puder escrever, e a indicação das respectivas residências

9 Procedimento no 1º Grau a) Recebimento e análise da concessão de liminar para imediata libertação do preso, caso haja urgência na medida e estejam presentes o fumus boni juris e o periculum in mora b) requisição de informações da autoridade coatora, indicando-se prazo para apresentação c) Não há previsão na lei da intervenção do Ministério Público no procedimento de primeira instância, mas o órgão ministerial deverá ser, necessariamente, intimado da decisão, seja ela concessiva ou denegatória d) Decisão do HC pelo magistrado. Obs: o procedimento é anexado em apenso aos autos principais, recebendo numeração própria

10 Procedimento no 2º Grau a) a petição será apresentada ao secretário, que a enviará imediatamente ao presidente do tribunal, ou da câmara criminal b) Se houver urgência, poderá ser concedida liminar para fazer cessar imediatamente eventual coação (posteriormente pode ser cassada pela Câmara) c) Se indeferida a liminar, a petição será diretamente ao tribunal, câmara ou turma, para que delibere a respeito c) o presidente, entendendo necessário, requisitará da autoridade coatora informações por escrito d) Aguarda-se o recebimento das informações. Recebidas as informações será concedido prazo de 2 dias para o Ministério Público apresentar manifestação. e) O habeas corpus será julgado na primeira sessão, podendo, entretanto, adiarse o julgamento para a sessão seguinte. f) A decisão será tomada por maioria de votos. Havendo empate, caberá ao presidente decidir, desde que não tenha participado da votação. Na hipótese contrária, prevalecerá a decisão mais favorável ao paciente

11 Recurso Da decisão de primeiro grau que conceder ou denegar a ordem de habeas corpus cabe recurso em sentido estrito (art. 581, X, do CPP). Se concedida a ordem, por outro lado, é obrigatório o reexame da questão pela instância superior ( recurso de ofício art. 574, I, do CPP). Recurso Ordinário Constitucional Cabe ROC em decisão denegatória de HC. Ex: o juiz de primeira instância julga o HC e o denega. O paciente, então, interpõe RESE (CPP, art. 581, X), e o TJ nega provimento. O recurso cabível da decisão do TJ é o ROC. O ROC é cabível quando o HC é originário ou derivado do TJ, ou apenas originário do STJ (será encaminhado ao STF). Não é cabível ROC de outro ROC. ROC de ROC? Vedado Por outro lado, se um ROC é impetrado no STJ contra decisão de Tribunal de Justiça que julgou HC, não cabe outro ROC (ao STF) da decisão que denega o primeiro ROC (julgado pelo STJ).

12 Habeas Corpus Substitutivo/Sucessivo No momento em que o habeas corpus é indeferido pela autoridade hierarquicamente superior à autoridade coatora, a autoridade indeferidora passa a ser a coatora. Isto autorizava que a defesa não manejasse os recursos previstos na legislação processual (RESE e ROC), apenas impetrando outro HC em substituição afinal, haveria nova coação ilegal com o indeferimento do HC. Isso se chama de habeas corpus substitutivo ou sucessivo. A partir de 2012, contudo, o STJ e o STF mudaram seu posicionamento jurisprudencial no sentido de não mais admitir a manobra do HC sucessivo, obrigando os operadores do direito a ingressar com os recursos adequados. "[ ] vem se consolidando na 1ª Turma do STF orientação no sentido do não cabimento de habeas corpus como sucedâneo de recurso, independentemente da excepcionalidade dos casos em análise. Trata-se de uma clara ruptura com a jurisprudência do Tribunal, que sempre aceitou a interposição de HC originário em lugar do recurso ordinário Gilmar Mendes

13 Julgue o seguinte item, acerca do habeas corpus e de medidas coativas de prisão. Não se admite a impetração de habeas corpus para atacar sentença cuja condenação se tenha limitado a pena de natureza pecuniária. ( ) Correto ( ) Errado

14 O cumprimento de um alvará de soltura clausulado expedido pela autoridade judiciária em sede de habeas corpus significa que: a) o paciente deverá ser imediatamente solto, independentemente de qualquer outra cláusula ou condição. b) a soltura do paciente apenas poderá ocorrer depois de autorizada pelo juízo que havia determinado a prisão objeto da impetração. c) somente poderá ocorrer a soltura do paciente se ele aceitar submeter-se a medida cautelar diversa da prisão. d) o paciente deverá ser solto imediatamente, desde que não haja outro motivo legal para mantê-lo preso. e) o paciente será solto tão logo haja demonstração da justeza dos motivos alegados na impetração.

15 O Código de Processo Penal exige que a petição que visa a impetrar ordem de habeas corpus indique os seguintes requisitos a) quem sofre a violência ou se encontra na iminência de sofrê-la e a descrição do constrangimento que se alega, sendo facultativa a qualificação de quem propõe a medida. b) a descrição da violência ou da ameaça de violência que se acredita existir, a identificação nominal da autoridade que pratica ou irá praticar essa violência e os nomes de testemunhas que a comprovem. c) a pessoa que está sofrendo o constrangimento, a autoridade coatora, a especificação da modalidade de violência ou ameaça que justifique a medida e a assinatura e a identificação do impetrante. d) o ato ou fato que cause o constrangimento que justifique a impetração, o nome e o cargo da autoridade que pratique a ilegalidade e o nome e a qualificação do impetrante, sendo vedada a impetração por analfabeto. e) a qualificação completa de quem sofre a violência ou a ameaça de coação e da autoridade que a pratique, a descrição da ação arbitrária e os nomes de testemunhas que a comprovem.

16 Uma autoridade policial determinou a instauração de inquérito policial para apurar a prática de suposto crime de homicídio. Entretanto, realizadas as necessárias diligências, constatou-se que a punibilidade estava extinta em razão da prescrição. Neste caso: a) é cabível recurso em sentido estrito com o objetivo de trancar o inquérito policial, mas somente após a decisão que recebe a denúncia. b) não há instrumento processual capaz de trancar o inquérito policial. c) poderá ser impetrado habeas corpus com o objetivo de trancar o inquérito policial. d) poderá ser impetrado mandado de segurança contra o ato da autoridade policial para trancar o inquérito policial. e) é cabível recurso de apelação com o objetivo de trancar o inquérito policial, mas somente em caso de sentença penal condenatória.

17 É cabível habeas corpus a) contra decisão que condene, unicamente, a pena pecuniária. b) contra decisão que tenha indeferido liminar em outro habeas corpus. c) caso se busque o reconhecimento da decadência. d) quando já extinta a pena privativa de liberdade. e) contra decisão ofensiva à legislação federal nos fundamentos da condenação criminal com pena privativa de liberdade.

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