Tug developments. Desenvolvimento de rebocadores

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Tug developments. Desenvolvimento de rebocadores"

Transcrição

1 Tug developments 1

2 Os desenvolvimentos dos projetos novos são categorizados pelo livro TUP nas seguintes áreas: 1) Novos propulsores azimutais e suas configurações alternativas; 2) Forças hidrodinâmicas geradas pelas obras vivas do rebocador; 3) Menor tamanho versus maior potência do rebocador. Novel New Tractor SDM Novos propulsores azimutais e suas configurações alternativas Supertug Rotor tug OMNI

3 Novel New Tractor Tug (1984): Novo projeto que prevê a instalação de 2 (dois) propulsores azimutais alinhados no sentido proa-popa do rebocador. A BP a vante, a ré e lateral é quase a mesma. Novel New Tractor Tug (1984): Dois rebocadores destes viraram realidade no Canadá, mas seus serviços descontinuados após certo tempo. A desvantagem é a perda propulsiva com os propulsores alinhados. 3

4 Novel New Tractor Tug Design The Supertug (1986): É similar ao Novel New Tractor, mas considera como propulsor principal o que está a ré, enquanto que o de vante funciona como uma espécie de bow thruster. Acima do principal propulsor, está instalado o ponto de reboque. 4

5 The Supertug (1986): O livro retrata que não existe prova alguma de que tal projeto tenha se tornado realidade. Tug OMNI 2000 (1994): Trata-se de um conceito proposto para a construção de um rebocador com 4 (quatro) propulsores do tipo azimutal, sendo o casco totalmente simétrico de proa a popa. O seu objetivo era ter o mais baixo custo com alta eficiência. 5

6 Tug OMNI 2000 (1994): Este projeto não foi aceito por parte do cliente que o encomendou. The Rotor Tug (1999): Basicamente, tal projeto representa a inclusão de um terceiro propulsor azimutal em um rebocador trator, no local onde seria instalado o skeg. Pelo livro, 4 rebocadores deste tipo já estão em operação. 6

7 The Rotor Tug (1999): O conceito do Rotor Tug tornou-se um sucesso, com as vantagens a seguir: Excelente manobrabilidade; BP a vante = BP a ré (altos valores); Curto tempo de resposta; BP lateral = 95% da BP a vante; Altas velocidades para escoltar navios; Alta confiabilidade. The Rotor Tug (1999): Pelo livro, este projeto apresenta três versões no mercado: i. 3 motores e 3 propulsores; ii. 2 motores, 2 propulsores; e iii. 3 motores, 3 propulsores azimutais. 7

8 8

9 O Rotor Escort apresenta uma desvantagem, que é a complexidade no controle e na manobra dos três propulsores azimutais, o que pode causar problemas em situações de maior tensão. O Rotor Escort tem instalado um sistema de piloto automático, que é raramente usado. Rotor Tug 9

10 Rotor (Escort) Tug Ship Docking Module SDM (1997): Este conceito de um rebocador do tipo portuário foi concretizado e tem duas versões: SDM Mark I e Mark II. O projeto é baseado na instalação de 2 propulsores azimutais e 2 skegs em um casco com uma grande boca. 10

11 11

12 Ship Docking Module (SDM) SDM 12

13 Forças hidrodinâmicas geradas pelo casco do rebocador Carrousel Tug Carrousel Tug: O princípio básico deste tipo é o uso do sistema radial de 360º ao redor do qual o cabo de reboque pode girar. Este sistema reduz o ângulo de banda do rebocador devido à força transversal no cabo. 13

14 Carrousel Tug: As vantagens do uso deste sistema radial de 360º (carrossel) são: O emborcamento do rebocador devido à força transversal do cabo de reboque é praticamente inexistente. O rebocador pode girar sem restrições. 14

15 O Carrousel faz uso das forças hidrodinâmicas no seu casco para a guiagem e parada de navios com velocidade. Então, sua eficiência é baixa assistindo a navios no costado, onde a velocidade será baixa. 15

16 Carrousel Tug: Existem duas versões deste projeto: a) Inner Port Design A (dentro do porto); O foco desta versão é a maior tração gerada. b) Outer Port Design B (nas aproximações). O foco desta versão é a maior força lift no casco. 16

17 Carrousel Tug Carrousel Tug: 17

18 Compact Tugs: O termo Compact Tugs tem o objetivo de nomear menores e potentes rebocadores com um LOA menor do que 24 metros. Para o livro TUP, os Compact Tugs são aqueles que têm um LOA de cerca de 20 a 24 metros e uma BP a vante de 40 tons ou mais. Compact Tugs: Eles são do tipo Azimuth Stern Drive ou tipo reverso trator, principalmente, este último. Eles têm largas bocas de até 11,5 m, a razão comprimento/boca é aproximadamente de 2,6 a 2,0 e a máxima BP pode atingir até 70 tons. 18

19 Compact Tugs: A estabilidade deles é muito grande devido à larga boca, dentre outros aspectos. Seu ponto de tração ou de empurra está situado mais baixo do que em outros rebocadores similares. 19

20 20

21 Desenvolvimento em geral Compact Tug 21

22 Compact Tug Compact Tug 22

23 Compact VS Tug (Ahuriri) Compact Tugs 23

24 Generalidades Generalidades 24

25 Exercício: Marque a alternativa incorreta. a) O SDM pertence à classe dos rebocadores azimutais com propulsão a ré. b) O rotor tug pode ter apenas dois propulsores azimutais. c) O carrossel tug não é adequado para operar no costado do navio assistido. d) O SDM é um rebocador tipicamente portuário. e) Compact tugs são potentes rebocadores cujo LOA é menor do que 24 metros. Fim do capítulo 10 25

Livro: Rebocadores Portuários

Livro: Rebocadores Portuários Prezado aluno, Depois de detalhar todo o conteúdo do livro Tug Use in Port (edição 2003), o objetivo agora é reforçar conceitos já vistos e destacar o que difere entre as duas bibliografias sugeridas.

Leia mais

Potência, Força de Tração Estática (BP) e número de rebocadores

Potência, Força de Tração Estática (BP) e número de rebocadores Potência, Força de Tração Estática (BP) e número de rebocadores A força para mover um navio longitudinalmente é bem menor do que aquela usada para movê-lo na direção transversal. A força requerida para

Leia mais

Training and tug simulation

Training and tug simulation Training and tug simulation Treinamento O treinamento para os Práticos e os Capitães de rebocadores não acaba quando eles são certificados para o trabalho no porto, mas sim, torna-se uma constante na vida

Leia mais

Leonardo Soares, M.Sc. CLC Plínio Calenzo APRESENTAÇÃO USP

Leonardo Soares, M.Sc. CLC Plínio Calenzo APRESENTAÇÃO USP NAVIOS Todo navio tem a finalidade de transportar carga em meios aquáticos. Navios Tanques Navios Graneleiros Navios de Carga Geral Quanto mais carga o Navio transportar mais efetivo ele passa a ser. REBOCADORES

Leia mais

REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS I- DENTIFICADOS POR SUAS MIS- SÕES TÍTULO 42 REBOCADORES / EMPURRADORES CAPÍTULOS ABORDAGEM

REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS I- DENTIFICADOS POR SUAS MIS- SÕES TÍTULO 42 REBOCADORES / EMPURRADORES CAPÍTULOS ABORDAGEM PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS I- DENTIFICADOS POR SUAS MIS- SÕES TÍTULO 42 REBOCADORES / EMPURRADORES SEÇÃO 1 ARQUITETURA NAVAL CAPÍTULOS A B C D E F G H I T ABORDAGEM DOCUMENTOS,

Leia mais

PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES TÍTULO 42 REBOCADOR/EMPURRADOR CAPÍTULOS ABORDAGEM

PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES TÍTULO 42 REBOCADOR/EMPURRADOR CAPÍTULOS ABORDAGEM PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES TÍTULO 42 REBOCADOR/EMPURRADOR SEÇÃO 3 EQUIPAMENTO DE CASCO CAPÍTULOS A ABORDAGEM B DOCUMENTOS, REGULAMENTAÇÃO E

Leia mais

REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS I- DENTIFICADOS POR SUAS MIS- SÕES TÍTULO 42 REBOCADOR/EMPURRADOR CAPÍTULOS ABORDAGEM

REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS I- DENTIFICADOS POR SUAS MIS- SÕES TÍTULO 42 REBOCADOR/EMPURRADOR CAPÍTULOS ABORDAGEM PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS I- DENTIFICADOS POR SUAS MIS- SÕES TÍTULO 42 REBOCADOR/EMPURRADOR SEÇÃO 3 EQUIPAMENTO DE CASCO CAPÍTULOS A ABORDAGEM B DOCUMENTOS, REGULAMENTAÇÃO

Leia mais

CAPÍTULO 01 PARTES DA EMBARCAÇÃO

CAPÍTULO 01 PARTES DA EMBARCAÇÃO CAPÍTULO 01 PARTES DA EMBARCAÇÃO Proa É a extremidade anterior do navio no sentido de sua marcha normal. A proa é a origem de contagem das marcações relativas. Corresponde aos 000 relativos. Popa Extremidade

Leia mais

Resumo Prova Final (P1)

Resumo Prova Final (P1) Resumo Prova Final (P1) Características da Engenharia Naval: Alto conteúdo tecnológico misturado com conhecimento tradicional; Caráter estratégico para o país; Longo período de produção; Interdisciplinar;

Leia mais

Marinharia

Marinharia Marinharia www.douroazul.pt Embarcação Navio www.douroazul.pt Embarcação É uma construção flutuante com capacidade para transportar pessoas ou coisas ou efetuar operações específicas no meio aquático.

Leia mais

4. EMBARCAÇÕES A VELA EM MOVIMENTO

4. EMBARCAÇÕES A VELA EM MOVIMENTO Uma embarcação de propulsão mecânica com menos de 12 metros de comprimento, em movimento, pode exibir apenas uma luz circular branca (setor de visibilidade de 360º) e luzes de bordos Figura 15.5(b). Uma

Leia mais

OPERAÇÕES NO APOIO PORTUÁRIO

OPERAÇÕES NO APOIO PORTUÁRIO OPERAÇÕES NO APOIO PORTUÁRIO MARCOS MACHADO DA SILVEIRA MARCOS MACHADO DA SILVEIRA OPERAÇÕES NO APOIO PORTUÁRIO 1ª edição Niterói/RJ Edição do Autor 2017 2 2017 Marcos Machado da Silveira Direitos reservados

Leia mais

NOÇÕES BÁSICAS DE ESTABILIDADE

NOÇÕES BÁSICAS DE ESTABILIDADE NOÇÕES BÁSICAS DE ESTABILIDADE 104 1 Estabilidade É a capacidade de recuperação ou de endireitamento que uma embarcação possui para voltar à sua posição de equilíbrio depois de um caturro ou balanço motivado

Leia mais

A NOVA RECOMENDAÇÃO DA PIANC PARA PROJETOS PORTUÁRIOS E A REALIDADE BRASILEIRA.

A NOVA RECOMENDAÇÃO DA PIANC PARA PROJETOS PORTUÁRIOS E A REALIDADE BRASILEIRA. A NOVA RECOMENDAÇÃO DA PIANC PARA PROJETOS PORTUÁRIOS E A REALIDADE BRASILEIRA http://www.fad.co.za/resources/npier/entr-ch-widened.jpg PIANC World Association for Waterborne Transport Infrastructure Permanent

Leia mais

Ships. Instituto Superior TécnicoT

Ships. Instituto Superior TécnicoT Energy in Transports Ships Instituto Superior TécnicoT Objectivo do Navio Cada navio tem uma missão, ou função, e é concebido, construído, equipado e de modo específico e bem caracterizado. Exemplos de

Leia mais

Seminário. A nova recomendação da PIANC para projetos portuários e a realidade brasileira

Seminário. A nova recomendação da PIANC para projetos portuários e a realidade brasileira Seminário A nova recomendação da PIANC para projetos portuários e a realidade brasileira Influência do projeto do abrigo portuário no acesso náutico Projeto de extensão do quebra-mar do Porto de Salvador

Leia mais

Projeto Integrado de Sistema Propulsivo com Requisito de Tração Estática

Projeto Integrado de Sistema Propulsivo com Requisito de Tração Estática Projeto Integrado de Sistema Propulsivo com Requisito de Tração Estática Igor Sousa Cândido Projeto Final apresentado ao Programa de Engenharia Naval e Oceânica, da Universidade Federal do Rio de Janeiro,

Leia mais

MOTOR CC SEM ESCOVAS

MOTOR CC SEM ESCOVAS MOTOR CC SEM ESCOVAS BRUSHLESS DC MOTOR - BLDC Joaquim Eloir Rocha 1 Introdução Um motor de corrente contínua com escovas ou brush DC motor apresenta algumas desvantagens como a manutenção. Joaquim Eloir

Leia mais

Convenção Internacional para Evitar Abalroamentos no Mar (COLREG), Prof. Manuel Ventura

Convenção Internacional para Evitar Abalroamentos no Mar (COLREG), Prof. Manuel Ventura Convenção Internacional para Evitar Abalroamentos no Mar (COLREG), 1972 Prof. Manuel Ventura Mestrado em Engenharia e Arquitectura Naval Secção Autónoma de Engenharia Naval COLREG International Convention

Leia mais

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA SOLUÇÕES HÍBRIDAS E INOVAÇÕES

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA SOLUÇÕES HÍBRIDAS E INOVAÇÕES EFICIÊNCIA ENERGÉTICA SOLUÇÕES HÍBRIDAS E INOVAÇÕES MERCADO NAVAL E OFFSHORE ENGº SÉRGIO LAMARCA LEITE RIO DE JANEIRO DEZEMBRO 2016 NAS ROTAS MARÍTIMAS AS PEGADAS DAS EMISSÕES 2 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E

Leia mais

PAES CARVALHO NAVEGAÇÃO & LOGÍSTICA LTDA. Belém (PA) - Av. Gentil Bittencourt, nº 16 - Batista Campos CEP: Tel.:55 (91) Fax:55

PAES CARVALHO NAVEGAÇÃO & LOGÍSTICA LTDA. Belém (PA) - Av. Gentil Bittencourt, nº 16 - Batista Campos CEP: Tel.:55 (91) Fax:55 PAES CARVALHO NAVEGAÇÃO & LOGÍSTICA LTDA. Belém (PA) - Av. Gentil Bittencourt, nº 16 - Batista Campos CEP: 66.015140 - Tel.:55 (91) 32051800 - Fax:55 (91) 32051801 Produção e Exportação Soja e Milho Fonte:

Leia mais

Resistência Viscosa Escoamento em torna da querena. Resistência Viscosa Escoamento em torna da querena

Resistência Viscosa Escoamento em torna da querena. Resistência Viscosa Escoamento em torna da querena Escoamento em torna da querena 1 Escoamento em torna da querena Características gerais: O escoamento em torno da querena do navio é um escoamento a número de Reynolds elevado. Desenvolve-se uma camada

Leia mais

Ewaldo Luiz de Mattos Mehl Universidade Federal do Paraná Departamento de Engenharia Elétrica

Ewaldo Luiz de Mattos Mehl Universidade Federal do Paraná Departamento de Engenharia Elétrica Ewaldo Luiz de Mattos Mehl Universidade Federal do Paraná Departamento de Engenharia Elétrica [email protected] Gradadores Gradadores com controle pelo ângulo de condução de um interruptor Gradadores

Leia mais

Capítulo 2 Cenários Acidentais

Capítulo 2 Cenários Acidentais Capítulo 2 Cenários Acidentais INTRODUÇÃO COMPANHIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO PORTUÁRIA Em 2008 a Resolução CONAMA 293/01 foi revisada e substituída pela Resolução CONAMA 398/08. A CONAMA 398/08 definiu

Leia mais

Módulo PNA. Módulo PNA. André Kouzmine. CC (T) Informática. Ciência Computação MBA PMBOK FGV PSCPP 2012 / ZP-15 11/06/2015.

Módulo PNA. Módulo PNA. André Kouzmine. CC (T) Informática. Ciência Computação MBA PMBOK FGV PSCPP 2012 / ZP-15 11/06/2015. Módulo PNA André Kouzmine 1 André Kouzmine CC (T) Informática Ciência Computação MBA PMBOK FGV PSCPP 2012 / ZP-15 Módulo PNA André Kouzmine 2 1 Módulo PNA - Estatística 2006 2008 2011 2012 Total Valor

Leia mais

Towing Equipment. Equipamentos de reboque

Towing Equipment. Equipamentos de reboque Towing Equipment Equipamentos de reboque Alguns meios para melhorar a performance de rebocadores: I. Ponto de reboque variável; II. Desengate rápido do cabo; III. Variar o comprimento do cabo; IV. Ponto

Leia mais

Universidade Federal do Rio de Janeiro DIMENSIONAMENTO DA FROTA DE REBOCADORES PARA AUXILIAR A ATRACAÇÃO/DESATRACAÇÃO DE NAVIOS

Universidade Federal do Rio de Janeiro DIMENSIONAMENTO DA FROTA DE REBOCADORES PARA AUXILIAR A ATRACAÇÃO/DESATRACAÇÃO DE NAVIOS Universidade Federal do Rio de Janeiro DIMENSIONAMENTO DA FROTA DE REBOCADORES PARA AUXILIAR A ATRACAÇÃO/DESATRACAÇÃO DE NAVIOS PARA A OPERAÇÃO DE TRANSBORDO DO PETRÓLEO ORIUNDO DA BACIA DE CAMPOS Monique

Leia mais

REGULAMENTO INTERNACIONAL PARA EVITAR ABALROAMENTOS NO MAR

REGULAMENTO INTERNACIONAL PARA EVITAR ABALROAMENTOS NO MAR 15 REGULAMENTO INTERNACIONAL PARA EVITAR ABALROAMENTOS NO MAR 15.1 INTRODUÇÃO Este Capítulo destina-se a orientar o estudo do Regulamento Internacional para Evitar Abalroamentos no Mar (RIPEAM 72), incorporando

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº de setembro de 2017.

RESOLUÇÃO Nº de setembro de 2017. RESOLUÇÃO Nº 51 19 de setembro de 2017. O DIRETOR-PRESIDENTE DA COMPANHIA DOCAS DO ESPÍRITO SANTO CODESA, no uso da atribuição que lhe confere a letra g, do artigo 17, do Estatuto Social da Companhia,

Leia mais

Resistência ao avanço em embarcações

Resistência ao avanço em embarcações Resistência ao avanço em embarcações Para mover um navio, é necessário sobrepor a resistência ao avanço pelo meio de propulsão. O cálculo desta resistência R é um papel significante na seleção do correto

Leia mais

I DESAFIO UNIVERSITÁRIO DE NAUTIMODELISMO REGRAS. Versao /09/

I DESAFIO UNIVERSITÁRIO DE NAUTIMODELISMO REGRAS. Versao /09/ 2013 I DESAFIO UNIVERSITÁRIO DE NAUTIMODELISMO REGRAS Versao 1.1 13/09/2013 11111 Comitê Organizador O comitê organizador do evento está disposto da seguinte forma: Coordenação geral: o Prof. Tiago Vieira

Leia mais

Frota de Embarcações de Apoio Marítimo no Brasil Abril / 2018

Frota de Embarcações de Apoio Marítimo no Brasil Abril / 2018 Abril / 2018 2 Frota de Embarcações de Apoio Marítimo no Brasil Abril / 2018 Item Página 1. Apresentação / Definição 3 2. Visão Geral da Frota Total de Apoio Marítimo por Bandeira 4 3. Frota Total de Apoio

Leia mais

Capítulo 1 - Terminologia Básica de embarcações ARRAIS

Capítulo 1 - Terminologia Básica de embarcações ARRAIS Capítulo 1 - Terminologia Básica de embarcações ARRAIS Significa Patrão de barcos AMADOR Designa o caráter não profissional desta habilitação Obtém-se esta e as demais carteiras de Habilitação Náutica

Leia mais

Universidade de Brasília (UnB) Departamento de Ciências Contábeis e Atuariais (CCA) Bacharelado em Ciências Contábeis RENATO DA ROCHA FEITOZA

Universidade de Brasília (UnB) Departamento de Ciências Contábeis e Atuariais (CCA) Bacharelado em Ciências Contábeis RENATO DA ROCHA FEITOZA Universidade de Brasília (UnB) Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade e Gestão de Políticas Públicas (FACE) Departamento de Ciências Contábeis e Atuariais (CCA) Bacharelado em Ciências Contábeis

Leia mais

Análise Comparativa Para Obtenção da Energia e Força de Atracação Murilo Albunio 1, Pedro H. C. de Lyra 2 1

Análise Comparativa Para Obtenção da Energia e Força de Atracação Murilo Albunio 1, Pedro H. C. de Lyra 2 1 Análise Comparativa Para Obtenção da Energia e Força de Atracação Murilo Albunio 1, Pedro H. C. de Lyra 2 1 Engenheiro Civil / EGT Engenharia / [email protected] 2 Engenheiro Civil / EGT Engenharia

Leia mais

NEW HOLLAND TT TT4O3O

NEW HOLLAND TT TT4O3O NEW HOLLAND TT TT4O3O VERSATILIDADE PARA TRABALHAR EM TODOS OS CAMPOS. Ágil, potente e robusto. O TT4030 chegou para atuar em diversas frentes na sua lavoura. Ideal para as atividades que requerem força,

Leia mais

Mini MDV VRF 100% INVERTER. Alta eficiência e conforto para aplicações de pequeno e médio porte. Um produto

Mini MDV VRF 100% INVERTER. Alta eficiência e conforto para aplicações de pequeno e médio porte. Um produto Mini MDV VRF 100% INVERTER Alta eficiência e conforto para aplicações de pequeno e médio porte. Um produto A MELHOR SOLUÇÃO PARA OBRAS DE PEQUENO E MÉDIO PORTE A Midea apresenta uma linha completa de Mini

Leia mais

ESTRUTURA DE MERCADO DE SERVIÇOS DE REBOCAGEM NO PORTO DE SANTOS

ESTRUTURA DE MERCADO DE SERVIÇOS DE REBOCAGEM NO PORTO DE SANTOS ESTRUTURA DE MERCADO DE SERVIÇOS DE REBOCAGEM NO PORTO DE SANTOS André Medeiros de Oliveira (Graduando-Fatec Baixada Santista) [email protected] Marcos Vinicius Henrique da Silveira (Graduando-

Leia mais

Hitachi Kokusai Linear

Hitachi Kokusai Linear Hitachi Kokusai Linear Eficiencia energética e a nova geração de transmissores. 01/06/2016 Paulo Marcos Damasceno V. 20160517 Eficiencia de um amplificador de RF η = Potencia de saída do TX Potencia consumida

Leia mais

NAVEGAÇÃO : A CIÊNCIA E A ARTE Comte. Altineu Pires Miguens. Vol.I Cap.8 Uso dos Dados Táticos do Navio na Navegação em Águas Restritas

NAVEGAÇÃO : A CIÊNCIA E A ARTE Comte. Altineu Pires Miguens. Vol.I Cap.8 Uso dos Dados Táticos do Navio na Navegação em Águas Restritas NAVEGAÇÃO : A CIÊNCIA E A ARTE Comte. Altineu Pires Miguens Vol.I Cap.8 Uso dos Dados Táticos do Navio na Navegação em Águas Restritas 1 DADOS TÁTICOS OU CARACTERÍSTICAS DE MANOBRA DOS NAVIOS Ao guinar

Leia mais

Aplicação do estudo completo para realização de operação de STS atracado a contrabordo nos berços 3-A e 3-B de SUAPE

Aplicação do estudo completo para realização de operação de STS atracado a contrabordo nos berços 3-A e 3-B de SUAPE Aplicação do estudo completo para realização de operação de STS atracado a contrabordo nos berços 3-A e 3-B de SUAPE Francisco Haranaka AB-LO/TM/EO Tecnologia, Eficiência Operacional e Novas Operações

Leia mais

FLAPS MINNKOTA. Melhora a economia de combustível navega em planeio a velocidades mais baixas e reduz o deslocamento.

FLAPS MINNKOTA. Melhora a economia de combustível navega em planeio a velocidades mais baixas e reduz o deslocamento. FLAPS MINNKOTA FLAPS - Sistema idêntico e que trabalha da mesma maneira que os flaps das asas dos aviões. Um dos benefícios obtidos é o facto do piloto ganhar controlo no comportamento e na estabilização

Leia mais

FARÓIS REGRA 21 DEFINIÇÕES. A Regra 21 define os tipos de faróis, classificandoos consoante a sua localização a bordo e o seu sector de visibilidade.

FARÓIS REGRA 21 DEFINIÇÕES. A Regra 21 define os tipos de faróis, classificandoos consoante a sua localização a bordo e o seu sector de visibilidade. FARÓIS REGRA 21 DEFINIÇÕES A Regra 21 define os tipos de faróis, classificandoos consoante a sua localização a bordo e o seu sector de visibilidade. REGRA 23 NAVIOS DE PROPULSÃO MECÂNICA A NAVEGAR PROA

Leia mais

PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES CAPÍTULOS ABORDAGEM

PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES CAPÍTULOS ABORDAGEM PARTE II REGRAS PARA CONSTRUÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE NAVIOS IDENTIFICADOS POR SUAS MISSÕES TÍTULO 41 NAVIOS PESQUEIROS SEÇÃO 1 ARQUITETURA NAVAL CAPÍTULOS A B C D E F ABORDAGEM DOCUMENTOS, REGULAMENTAÇÃO

Leia mais

MÁQUINAS DE ELEVAÇÃO E TRANSPORTE

MÁQUINAS DE ELEVAÇÃO E TRANSPORTE MÁQUINAS DE ELEVAÇÃO E TRANSPORTE AULA 8 ACIONAMENTO E MECANISMOS DE ELEVAÇÃO PROF.: KAIO DUTRA Acionamento Manual e Alavanca de Comando Um acionamento manual pode ser empregado em mecanismos de baixa

Leia mais

CAPÍTULO 11 NAVEGAÇÃO EM ÁGUAS INTERIORES

CAPÍTULO 11 NAVEGAÇÃO EM ÁGUAS INTERIORES CAPÍTULO 11 NAVEGAÇÃO EM ÁGUAS INTERIORES O Brasil considera águas interiores as vias navegáveis interiores em que ambas as margens ou seus limites estão o em território nacional. Assim rios, canais, lagos

Leia mais

TRATORES/ SÉRIE T3F T3.50F T3.55F T3.65F T3.75F TRATORES/ SÉRIE T3F T3.50F T3.55F T3.65F T3.75F

TRATORES/ SÉRIE T3F T3.50F T3.55F T3.65F T3.75F TRATORES/ SÉRIE T3F T3.50F T3.55F T3.65F T3.75F TRATORES/ SÉRIE T3F T3.50F T3.55F T3.65F T3.75F 2 NOVA LINHA T3F CABE NO SEU BOLSO E NO SEU POMAR. A TECNOLOGIA E PRECISÃO QUE A SUA PRODUÇÃO PEDE Agora, os fruticultores podem contar com o trator que

Leia mais

ASC 110 T3 ROLOS COMPACTADORES

ASC 110 T3 ROLOS COMPACTADORES EQUIPAMENTO PESADO ASC 110 T3 ROLOS COMPACTADORES ASC 110 T3 ROLO COMPACTADORES DE SOLOS «Excelente segurança, melhor compactação e design moderno com maior eficiência e resultados sob severas condições

Leia mais

Figura Embarcação miúda engajada em operações com mergulhadores

Figura Embarcação miúda engajada em operações com mergulhadores dispositivo, deve, além das luzes prescritas para reboque, exibir as luzes de identificação de embarcação com capacidade de manobra restrita (luzes circulares encarnada - branca encarnada), luzes de bordos

Leia mais

SOFT STARTER DE BAIXA TENSÃO TRACCON

SOFT STARTER DE BAIXA TENSÃO TRACCON SOFT STARTER DE BAIXA TENSÃO TRACCON 144 Varixx Soluções Inovadoras em Eletrônica varixx.com.br APLICAÇÕES Partida suave de motores elétricos de indução trifásicos BENEFÍCIOS Fácil e rápida instalação

Leia mais

BOMBAS ANFIBIAS MODULARES, EQUIPAMENTOS PARA TRATAMENTO DE EFLUENTES E AEREADORES PARA PISCICULTURA.

BOMBAS ANFIBIAS MODULARES, EQUIPAMENTOS PARA TRATAMENTO DE EFLUENTES E AEREADORES PARA PISCICULTURA. CONEXX Válvulas, Bombas e Acessórios - HIGRA Apresentação da empresa: Quando HIGRA Industrial Ltda começou suas atividades, trouxe um novo paradigma ao mercado. Com produtos pioneiros e inovadores, HIGRA

Leia mais

Classificação dos Ventiladores São geralmente classificados em centrífugos, hélico-centrífugos e axiais

Classificação dos Ventiladores São geralmente classificados em centrífugos, hélico-centrífugos e axiais Classificação dos Ventiladores São geralmente classificados em centrífugos, hélico-centrífugos e axiais Quanto ao nível energético de pressão: Baixa pressão: até 0,0 kgf/cm (00 mmca) Média pressão: de

Leia mais

A nova recomendação da PIANC para projetos portuários e a realidade brasileira

A nova recomendação da PIANC para projetos portuários e a realidade brasileira ESCOLA POLITÉCNICA DA USP A nova recomendação da PIANC para projetos portuários e a realidade brasileira Mestrando do Programa de Eng. Naval - EPUSP JULHO 2014 Introdução Considerações iniciais Largura

Leia mais

Smart Own FZE POBOX 38035, Dubai, UAE Tel: Fax:

Smart Own FZE POBOX 38035, Dubai, UAE Tel: Fax: Coast Guard 31 Velocidade e Agilidade para servir e proteger Dimensões básicas Comprimento : 31 (09.40 m) Vau : 09 7 (2.90 m) Draft : 01 07 (0.050 m) Capacidade de combustível : Tanque de combustível de

Leia mais

New Holland TT. TT4o3o

New Holland TT. TT4o3o New Holland TT TT4o3o VERSATILIDADE PARA TRABALHAR EM TODOS OS CAMPOS. Ágil, potente e robusto. O TT4030 chegou para atuar em diversas frentes na sua lavoura. Ideal para as atividades que requerem força,

Leia mais

CFW500 Solar Drive. Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas

CFW500 Solar Drive. Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas CFW500 Solar Drive Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas CONTROLE GARANTIDO Desenvolvido para acionamento de bombas centrífugas e submersas, o CFW500 Solar Drive transforma a energia

Leia mais

Real power. Class 220

Real power. Class 220 t e s t e Por Leonardo Laleman Fotos Fernando Monteiro Boa de água A Real 220 surpreende tanto no espaço interno quanto na estabilidade que o novo casco passa. E não exige motorização potente Estilo esportivo

Leia mais

Partida de Motores Elétricos de Indução

Partida de Motores Elétricos de Indução Partida de Motores Elétricos de Indução 1 Alta corrente de partida, podendo atingir de 6 a 10 vezes o valor da corrente nominal. NBR 5410/04: a queda de tensão durante a partida de um motor não deve ultrapassar

Leia mais

RETROESCAVADORA DEM 310

RETROESCAVADORA DEM 310 RETROESCAVADORA DEM 310 Projetado para realizar trabalhos de escavação, carregamento e descarregamento. Na retroescavadora é utilizada a transmissão hidromecânica de um dos maiores produtores do mundo

Leia mais

O CONFLITO NO ATLÂNTICO SUL NAVIO CHILENO É AFUNDADO HELICÓPTERO BRASILEIRO ABATIDO

O CONFLITO NO ATLÂNTICO SUL NAVIO CHILENO É AFUNDADO HELICÓPTERO BRASILEIRO ABATIDO O CONFLITO NO ATLÂNTICO SUL NAVIO CHILENO É AFUNDADO HELICÓPTERO BRASILEIRO ABATIDO O LST-93 Valdívia, em Valparaíso, ao lado de uma fragata e do transporte Rancagua NAVIO AFUNDADO Armada Chilena negou

Leia mais

Restrições Operacionais e Limites Ambientais

Restrições Operacionais e Limites Ambientais ESCOLA POLITÉCNICA DA USP Diretor da Argonáutica Engenharia e Pesquisas Estudante de Doutorado no Dept. Eng. Mecatrônica e Sistemas Mecânicos AGOSTO 2014 Hs (m) Hs (m) Introdução Limites ambientais para

Leia mais

DInstruções para. Implementadores. Características Construtivas Tomada de Força VM. Volvo Truck Corporation Curitiba, Brazil 5.

DInstruções para. Implementadores. Características Construtivas Tomada de Força VM. Volvo Truck Corporation Curitiba, Brazil 5. Volvo Truck Corporation Curitiba, Brazil DInstruções para Implementadores Data Grupo Edição Pág. 5.09 95 04 1(5) Características Construtivas Tomada de Força VM BRA36614.ihval 88930164 Portuguese/Brazil

Leia mais

Turbocompressor modelo ABS HST 40

Turbocompressor modelo ABS HST 40 Turbocompressor modelo ABS HST 40 Principais Aplicações O turbocompressor modelo ABS HST 40 é altamente adequado para as seguintes áreas de aplicação: Aeração de água, efluentes ou outros líquidos Flotação

Leia mais

CATÁLOGO MTB SAE M A R C H 2 0, # M T B S A E

CATÁLOGO MTB SAE M A R C H 2 0, # M T B S A E CATÁLOGO 2017 MTB SAE M A R C H 2 0, 2 0 1 7 # M T B S A E MTB-MG22 O MTB-MG22 é uma alternativa eficiente para aplicações de imageamento e aplicação de agentes biológicos, que conta com estrutura resistente

Leia mais

MATÉRIA DO JORNAL OFICINA BRASIL ABRIL 2015

MATÉRIA DO JORNAL OFICINA BRASIL ABRIL 2015 MATÉRIA DO JORNAL OFICINA BRASIL ABRIL 2015 TRANSMISSÃO 6T30 A transmissão GM Hydramatic 6T30, também conhecida como MH9 é uma transmissão de 6 velocidades, utilizada a partir de 2008 pela GM mundial,

Leia mais

TH 730 Telehandlers. Em ambientes estreitos TH730

TH 730 Telehandlers. Em ambientes estreitos TH730 TH 730 Telehandlers Em ambientes estreitos TH730 Mesmo em passagens com alturas limitadas, a carregadora telescópica da Wacker Neuson pode ser usada plenamente. A produtividade, a construção e as medidas

Leia mais

série A3F CABINADO E PLATAFORMADO sua máquina. de trabalho. *FOTO MERAMENTE ILUSTRATIVA.

série A3F CABINADO E PLATAFORMADO sua máquina. de trabalho. *FOTO MERAMENTE ILUSTRATIVA. série A3F CABINADO E PLATAFORMADO *FOTO MERAMENTE ILUSTRATIVA. sua máquina. de trabalho. Moderna e inovadora: chegou a nova série A3F Projetar máquinas com design inovador e arrojado é uma das características

Leia mais

Drive Test LTE em Ambiente offshore

Drive Test LTE em Ambiente offshore Drive Test LTE em Ambiente offshore Painel: Sistemas Troncalizados e Long Term Evolution - LTE Vinicius Gusmão - PETROBRAS XVII Seminário Nacional de Telecomunicações APTEL / PETROBRAS 2018 Rio de Janeiro

Leia mais

CAPITANIA DOS PORTOS DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO

CAPITANIA DOS PORTOS DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO + CAPITANIA DOS PORTOS DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE ENSINO PROFISSIONAL MARÍTIMO CURSO ESPECIAL PARA CONDUÇÃO DE EMBARCAÇÕES DE ESTADO NO SERVIÇO PÚBLICO (ECSP) 1 O CUSO TEM O PROPOSÍTO DE HABILITAR

Leia mais

Poupe entre 50% a 70% na sua factura

Poupe entre 50% a 70% na sua factura Energia da Natureza Aquecimento, Arrefecimento e Águas Quentes Poupe entre 50% a 70% na sua factura...tire maior partido da natureza que nos rodeia... Bombas de Calor de Subsolo 1. Apresentação do sistema;

Leia mais

APOIO: F á b io R. d e A. V a s c o n c e llo s E n g en h eiro N a v a l N a v a l E n g in eer 10/03/09

APOIO: F á b io R. d e A. V a s c o n c e llo s E n g en h eiro N a v a l N a v a l E n g in eer 10/03/09 F á b io R. d e A. V a s c o n c e llo s E n g en h eiro N a v a l N a v a l E n g in eer S I N C O N A P A S in d ic a t o d a s I n d u s t ria s d a C o n s t ru ç ã o N a v a l n o E s t a d o d o

Leia mais

Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas. W60 Motor de Indução Trifásico

Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas. W60 Motor de Indução Trifásico Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas W60 Motor de Indução Trifásico Os motores WEG da linha W60 foram projetados para atender as aplicações industriais em compressores, bombas, ventiladores,

Leia mais

ANEXO V 9.3 SISTEMA DE FUNDEIO. O sistema de fundeio é composto por:

ANEXO V 9.3 SISTEMA DE FUNDEIO. O sistema de fundeio é composto por: ANEXO V 9.3 SISTEMA DE FUNDEIO O sistema de fundeio é composto por: - Aparelho de fundear e suspender Compreende a máquina de suspender (cabrestante ou molinete utilizado para içar a âncora) e os acessórios

Leia mais

Design da parede defletora e diretrizes de instalação para sistemas Vive Audio

Design da parede defletora e diretrizes de instalação para sistemas Vive Audio Design da parede defletora e diretrizes de instalação para sistemas Este documento fornece diretrizes para projetar e instalar uma parede defletora para sistemas Vive Audio. Leia essas diretrizes cuidadosamente

Leia mais

Séries COMPACTA e PLUS AF 4000 AF 4500 AF 5000 Plus

Séries COMPACTA e PLUS AF 4000 AF 4500 AF 5000 Plus A WIRTGEN GROUP COMPANY Vibroacabadoras Séries COMPACTA e PLUS AF 4000 AF 4500 AF 5000 Plus www.ciber.com.br ciberoficial 02 03 Facilidade de operação com o mais alto rendimento e qualidade na pavimentação.

Leia mais

ADEQUAÇÃO DO SISTEMA DE EXTRAÇÃO DE FUMAÇA COM FOCO NA CONFIGURAÇÃO DOS TRENS CRC DO METRÔRIO

ADEQUAÇÃO DO SISTEMA DE EXTRAÇÃO DE FUMAÇA COM FOCO NA CONFIGURAÇÃO DOS TRENS CRC DO METRÔRIO ADEQUAÇÃO DO SISTEMA DE EXTRAÇÃO DE FUMAÇA COM FOCO NA CONFIGURAÇÃO DOS TRENS CRC DO METRÔRIO Natália Pereira 23ª Semana de Tecnologia Metroferroviária PALESTRANTE Natália Pereira MetrôRio Engenheira mecânica

Leia mais

Guindaste móvel portuário LHM 550

Guindaste móvel portuário LHM 550 Guindaste móvel portuário LHM 550 Dimensões principais Operação com granel Diagrama de carga Capacidade (t) 160 140 120 100 80 60 40 20 0 sob cabos caçamba eletro-hidráulica caçamba 4-cabos 0 5 10 15 20

Leia mais