CONCORRENCIA INTERNACIONAL 001/2013 PPP SERRA
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- Mauro Lobo de Sousa
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1 CONCORRENCIA INTERNACIONAL 001/2013 PPP SERRA RELAÇÃO DOS PROCESSOS PROTOCOLADOS NO INSTITUTO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE ENCAMINHANDO OS FORMULÁRIOS INTEGRADOS DE CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO DAS SEGUINTES ETES EM ATENDIMENTO AO ARTIGO 7º DO DECRETO Nº 3212-R DE 28 DE JANEIRO DE ANDRE CARLONI 2 FEU ROSA 3 JARDINS 4 JACARAÍPE 5 MARINGA 6 NOVA ALMEIDA 7 PORTO CANOA 8 VALPARAISO 9 BARCELONA 10 FURNAS 11 JARDIM CARAPINA 12 LARANJEIRAS 13 NOVA CARAPINA 14 MATA DA SERRA 15 SERRA DOURADA
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3 ANEXO I - FORMULÁRIO INTEGRADO DE CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO - FICE Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Dados Gerais N do Processo de Licenciamento: Nome da ETE: André Carloni Coordenada UTM da Estação: E N Datum: WGS 84 Informação sobre a Atividade Endereço da Estação: Rod. BR 101 Norte Contorno, s/nº, André Carloni Município: Serra Ponto de Referência: Contorno de Carapina Localização: (X) Zona Urbana ( ) Zona Rural Situação do Empreendimento: ( ) instalado porém não operante (X) em operação Tipo e N da última Licença obtida: (X) não possui licença Vazão Projetada (final de plano): 18 l/s Vazão de Enquadramento: 18 l/s Vazão média atual de operação: 8,0 l/s (estação em operação) Eficiência Projetada para remoção de Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO): 75 % População a ser atendida (final de plano): habitantes, para o ano de. População atual (atendida ou a ser atendida): habitantes (2006). Abrangência da Estação (bairros, distrito - citar nomes): Conj. Habitacional André Carloni, TIMS
4 Possui Unidades Dispensadas de Licenciamento: (X) Sim ( ) Não Nº da Dispensa Unidade Dispensada Coordenadas UTM Datum WGS 84, para elevatórias. 2950/2012 EE 5 TIMS Endereço (rua, bairro, município) Br 101 km 271, André Carloni, Serra. 2951/2012 EE 1 TIMS Br 101 km 271, André Carloni, Serra. 2952/2012 EE 2 TIMS Br 101 km 271, André Carloni, Serra. 2953/2012 EE 3 TIMS Br 101 km 271, André Carloni, Serra. 2954/2012 EE 4 TIMS Br 101 km 271, André Carloni, Serra. 2063/ m de rede coletora de esgoto André Carloni, Serra. 2140/ m de rede coletora de esgoto André Carloni, Serra.
5 Tipo de Tratamento: ( ) Lodos ativados convencional com ( ) Tratamento primário (tanques sépticos) ( ) Tanque séptico + filtro anaeróbio ( ) Lagoa anaeróbia - lagoa facultativa ( ) Lagoa anaeróbia + lagoa facultativa + lagoa de maturação ( ) UASB + lodos ativados ( ) UASB + biofiltro aerado submerso ( ) UASB + filtro aneróbio ( ) UASB + flotação por ar dissolvido ( ) UASB + lagoas de polimento ( ) Lodos ativados convencional ( ) Lodos ativados - aeração prolongada ( ) Lodos ativados - batelada (aeração prolongada) remoção biológica de N ( ) Lodos ativados convencional com remoção biológica de N/P ( ) Biodisco (X) Outros: Lagoa aerada + lagoa facultativa Descrição do Estado de Conservação das Unidades operacionais O tratamento do esgoto na ETE acontece de forma que não há alterações significativas tanto no fluxo como no resultado dos parâmetros do efluente tratado. As unidades de tratamento, dispositivos e tubulações operação em condições adequadas que garantem a sua estanqueidade. As unidades operacionais encontram-se em bom estado de conservação e recebem periodicamente manutenção da sua cobertura verde com poda, capina e acero da vegetação ao longo da cerca e acessos aos pontos de coleta; caiação de riprap, unidades do tratamento preliminar, caixas de inspeção e demais dispositivos em alvenaria e/ou concreto.
6 São previstos de acordo com identificação in loco ou conforme planejamento pinturas, manutenção civil ou até mesmo substituição de dispositivos que apresentem alguma avaria ou estado adiantado de deterioração. De forma a garantir o bom estado de conservação foram realizadas ao longo dos últimos cinco anos as seguintes intervenções: pintura da casa de operação e de letreiro CESAN, construção de nova caixa de resíduos em substituição a existente, correção do pavimento do acesso, reconstrução do meio fio da lagoa facultativa, substituição de grade do tratamento preliminar, substituição da tubulação de chegada de esgoto na lagoa aerada, substituição de tampas de concreto e aço de dispositivos de inspeção (caixas de passagem, passarela de ponto de coleta, etc), remoção parcial de lodo da primeira lagoa. As instalações elétricas do sistema de aeração superficial são objeto de manutenção preventiva periódica e manutenção corretiva. De modo a identificar junto à comunidade do entorno à ETE, a mesma possui comunicação visual por meio de placas alertando as atividades desenvolvidas internamente, os perigos que a população está sujeita, proibição de entrada por ser propriedade particular e qualquer outra informação pertinente ao processo visando sempre à segurança tanto da população quanto dos funcionários encarregados. Visando uma destinação final adequada dos resíduos gerado pela estação, os mesmos depois de removidos e acondicionados em caixas de resíduos, são transportados para aterro sanitário devidamente licenciado junto aos órgãos fiscalizadores competentes. Informações Operacionais Possui Operador: (X) Sim ( ) Não Gradeamento: (X) Sim ( ) Não Caixa de Areia: (X) Sim ( ) Não Medidor de Vazão: Estado de Conservação: (X) bom ( ) ruim Estado de Conservação: ( ) bom (X) ruim Entrada: (X) Sim ( ) Não Tipo: ( ) Calha Parshal (X) Vertedor Triangular
7 ( ) Vertedor Retangular ( ) Eletrônico Saída: (X) Sim ( ) Não Tipo: ( ) Calha Parshal (X) Vertedor Triangular ( ) Vertedor Retangular ( ) Eletrônico Queimador de Gás: ( ) Sim (X) Não Está em operação: ( ) Sim ( ) Não Monitoramento do Efluente: (X) Sim ( ) Não Unid. Desinfecção: ( ) Sim (X) Não Qual :_ Leito de Secagem: ( ) Sim (X) Não Quantidade: Cercamento da área: (X) Sim ( ) Não Qual: Arame farpado Cerca Viva na área: ( ) Sim (X) Não Cortina vegetal: (X) Sim ( ) Não Situação: (X) bom ( ) ruim Sist. de drenagem: (X) Sim ( ) Não Estado de conservação: (X) bom ( ) ruim Existe elevatória(s): (X) Sim ( ) Não Quantitativo de Elevatórias: 5 (responsabilidade do TIMS - Terminal Intermodal da Serra) Emissário de Efluente Tratado: Extensão: Aproximadamente 100 metros. Forma de lançamento da ETE: ( ) Dissipador de energia (X) Tubulação emersa ( ) Tubulação imersa ( ) Outro Nome do Corpo Receptor: Baía de Vitória Coordenadas UTM do Ponto de Lançamento de Efluente Tratado da Estação de Tratamento de Esgoto: Coordenadas: 24K S W Datum: WGS 84 Informações Gerais A área da ETE está inserida em Unidade(s) de Conservação (UC) ou em sua zona de amortecimento. ( ) Sim (X) Não Possui Anuência(s) do(s) Gestor(es) da(s) Unidade(s): ( ) Sim ( ) Não
8 A Estação encontra-se inserida em Área(s) de Preservação Permanente APP (ao longo dos rios ou de outro qualquer curso d'água nas nascentes, ao redor das lagoas, lagos ou reservatórios d'água, naturais ou artificiais, no topo de morros, montes, montanhas e serras, nas restingas, dentre outros). ( ) Sim (X) Não Realizou compensação. ( ) Não ( ) Sim, Nº do processo e protocolo Gerenciamento de Resíduos Há coleta seletiva no empreendimento: ( ) Sim (X) Não Forma de acondicionamento dos resíduos: Do Gradeamento: Caixa de resíduos Da Caixa de areia: Caixa de resíduos Lodo: Aterro Sanitário Outros: Sobrenadante/escuma: Caixa de resíduos Destinação Final dos Resíduos: Do Gradeamento: UGR CIVIT I / Aterro sanitário Da Caixa de areia: UGR CIVIT I / Aterro sanitário Lodo: Aterro Sanitário Outros: Sobrenadante/escuma: UGR CIVIT I / Aterro sanitário
9 Croqui da Estação (área interna e unidades) Fluxograma do tratamento
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11 ANEXO I - FORMULÁRIO INTEGRADO DE CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO - FICE Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Dados Gerais N do Processo de Licenciamento: Nome da ETE: Feu Rosa Coordenada UTM da Estação: E N Datum: WGS 84 Informação sobre a Atividade Endereço da Estação: Rua dos Eucaliptos, s/nº, Feu Rosa Município: Serra Ponto de Referência: Atrás da empresa Refrigerantes Iate Localização: (X) Zona Urbana ( ) Zona Rural Situação do Empreendimento: ( ) instalado porém não operante (X) em operação Tipo e N da última Licença obtida: Licença de Instalação nº 177/2002 ( ) não possui licença Vazão Projetada (final de plano): 32 l/s Vazão de Enquadramento: 32 l/s Vazão média atual de operação: 21,5 l/s (estação em operação) Eficiência Projetada para remoção de Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO): 77 % População a ser atendida (final de plano): habitantes, para o ano de. População atual (atendida ou a ser atendida): habitantes (2006). Abrangência da Estação (bairros, distrito - citar nomes): Conj. Habitacional Feu Rosa e parte do loteamento Mar Azul.
12 Possui Unidades Dispensadas de Licenciamento: (X) Sim ( ) Não Nº da Dispensa Unidade Dispensada Coordenadas UTM Datum WGS 84, para elevatórias. Endereço (rua, bairro, município) 2071/ m de rede coletora de esgoto Feu Rosa, Serra. 2977/2012 EE Chácara Mar Azul Feu Rosa, Serra. Tipo de Tratamento: ( ) Tratamento primário (tanques sépticos) ( ) Tanque séptico + filtro anaeróbio ( ) Lagoa anaeróbia - lagoa facultativa ( ) Lagoa anaeróbia + lagoa facultativa + lagoa de maturação ( ) UASB + lodos ativados ( ) UASB + biofiltro aerado submerso ( ) UASB + filtro aneróbio ( ) UASB + flotação por ar dissolvido (X) UASB + lagoas de polimento ( ) Lodos ativados convencional ( ) Lodos ativados - aeração prolongada ( ) Lodos ativados - batelada (aeração prolongada) ( ) Lodos ativados convencional com remoção biológica de N ( ) Lodos ativados convencional com remoção biológica de N/P ( ) Biodisco ( ) Outros Descrição do Estado de Conservação das Unidades operacionais O tratamento do esgoto na ETE acontece de forma que não há alterações significativas tanto no fluxo como no resultado dos parâmetros do efluente tratado. As
13 unidades de tratamento, dispositivos e tubulações operação em condições adequadas que garantem a sua estanqueidade. As unidades operacionais encontram-se em bom estado de conservação e recebem periodicamente manutenção da sua cobertura verde com poda, capina e acero da vegetação ao longo da cerca e muros e dos acessos aos pontos de coleta; caiação de rip-rap, unidades do tratamento preliminar, caixas de inspeção e demais dispositivos em alvenaria e/ou concreto e limpeza de canaletas de drenagem. São previstos de acordo com identificação in loco ou conforme planejamento pinturas, manutenção civil ou até mesmo substituição de dispositivos que apresentem alguma avaria ou estado adiantado de deterioração. De forma a garantir o bom estado de conservação foram realizadas ao longo dos últimos cinco anos as seguintes intervenções: substituição dos portões de acesso a ETE, reforma geral da cerca mista, execução de calçada e muro na frente de lote, regularização do nível da estrada de acesso as lagoas, construção de nova casa de operação, construção de rampa de acesso a caixas de resíduos, construção de caixa de concreto para coleta do ponto do efluente, construção de caixa de resíduos, reconstituição de rip rap e meio fio da lagoa anaeróbia, substituição de comportas e chicanas em fibra de vidro, reforma dos dispositivos de controle de nível da lagoa anaeróbia, reforma dos leitos de secagem, instalação de tubulação e registro de descarte de fundo nos reatores UASB, pintura de tubulações, guarda-corpo e paredes externa dos reatores UASB, substituição das tampas dos reatores, substituição de tampas do poço da EEEB da ETE, substituição de grade do tratamento preliminar, acero e remoção de resíduos sólidos das margens do córrego Irema (externo a ETE), remoção parcial de lodo (ilhas) da lagoa facultativa. As instalações elétricas da unidade de bombeamento interna a ETE são objeto de manutenção preventiva periódica e manutenção corretiva. De modo a identificar junto à comunidade do entorno à ETE, a mesma possui comunicação visual por meio de placas alertando as atividades desenvolvidas internamente, os perigos que a população está sujeita, proibição de entrada por ser propriedade particular e qualquer outra informação pertinente ao processo visando sempre à segurança tanto da população quanto dos funcionários encarregados.
14 Visando uma destinação final adequada dos resíduos gerado pela estação, os mesmos, depois de removidos e acondicionados em caixas de resíduos e leitos de secagem, são transportados para aterro sanitário devidamente licenciado junto aos órgãos fiscalizadores competentes. Informações Operacionais Possui Operador: (X) Sim ( ) Não Gradeamento: (X) Sim ( ) Não Caixa de Areia: (X) Sim ( ) Não Medidor de Vazão: Estado de Conservação: (X) bom ( ) ruim Estado de Conservação: (X) bom ( ) ruim Entrada: ( ) Sim (X) Não Tipo: ( ) Calha Parshal ( ) Vertedor Triangular ( ) Vertedor Retangular ( ) Eletrônico Saída: (X) Sim ( ) Não Tipo: ( ) Calha Parshal (X) Vertedor Triangular ( ) Vertedor Retangular ( ) Eletrônico Queimador de Gás: (X) Sim ( ) Não Está em operação: ( ) Sim (X) Não Monitoramento do Efluente: (X) Sim ( ) Não Unid. Desinfecção: ( ) Sim (X) Não Qual : Leito de Secagem: (X) Sim ( ) Não Quantidade: 2 células Cercamento da área: (X) Sim ( ) Não Qual: Muro e tela Cerca Viva na área: (X) Sim ( ) Não Cortina vegetal: (X) Sim ( ) Não Situação: (X) bom ( ) ruim Sist. de drenagem: (X) Sim ( ) Não Estado de conservação: (X) bom ( ) ruim Existe elevatória(s): (X) Sim ( ) Não Quantitativo de Elevatórias: 2
15 Emissário de Efluente Tratado: Extensão: Aproximadamente 40 metros. Forma de lançamento da ETE: ( ) Dissipador de energia (X) Tubulação emersa ( ) Tubulação imersa ( ) Outro Nome do Corpo Receptor: Córrego Irema Coordenadas UTM do Ponto de Lançamento de Efluente Tratado da Estação de Tratamento de Esgoto: Coordenadas: 24K S W Datum: WGS 84 Informações Gerais A área da ETE está inserida em Unidade(s) de Conservação (UC) ou em sua zona de amortecimento. ( ) Sim (X) Não Possui Anuência(s) do(s) Gestor(es) da(s) Unidade(s): ( ) Sim ( ) Não A Estação encontra-se inserida em Área(s) de Preservação Permanente APP (ao longo dos rios ou de outro qualquer curso d'água nas nascentes, ao redor das lagoas, lagos ou reservatórios d'água, naturais ou artificiais, no topo de morros, montes, montanhas e serras, nas restingas, dentre outros). (X) Sim ( ) Não Realizou compensação. ( ) Não ( ) Sim, Nº do processo e protocolo Gerenciamento de Resíduos Há coleta seletiva no empreendimento: ( ) Sim (X) Não Forma de acondicionamento dos resíduos: Do Gradeamento: Caixa de resíduos ou leito de secagem Da Caixa de areia: retirado com caminhão vácuo / UGR CIVIT I Lodo: Leito de secagem Outros: Sobrenadante: Caixa de resíduos Destinação Final dos Resíduos: Do Gradeamento: UGR CIVIT I / Aterro sanitário
16 Da Caixa de areia: Aterro sanitário Lodo: UGR CIVIT I / Aterro sanitário Outros: Sobrenadante: UGR CIVIT I / Aterro sanitário Croqui da Estação (área interna e unidades) Fluxograma do tratamento
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18 ANEXO I - FORMULÁRIO INTEGRADO DE CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO - FICE Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Dados Gerais N do Processo de Licenciamento: Nome da ETE: Jacaraípe Coordenada UTM da Estação: E N Datum: WGS 84 Informação sobre a Atividade Endereço da Estação: Rua São Paulo, s/nº, Jacaraípe Município: Serra Ponto de Referência: Rua São Paulo sentido contorno Jacaraípe para bairro Lagoa. Localização: (X) Zona Urbana ( ) Zona Rural Situação do Empreendimento: ( ) instalado porém não operante (X) em operação Tipo e N da última Licença obtida: Licença de Operação nº 156/98 ( ) não possui licença Vazão Projetada (final de plano): 57 l/s Vazão de Enquadramento: 57 l/s Vazão média atual de operação: 42,2 l/s (estação em operação) Eficiência Projetada para remoção de Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO): 75 % População a ser atendida (final de plano): habitantes, para o ano de População atual (atendida ou a ser atendida): habitantes (2006). Abrangência da Estação (bairros, distrito - citar nomes): Portal de Jacaraípe, Conjunto Residencial Castelândia, Conjunto Jacaraípe, Parque Jacaraípe, Estância Monazítica, Sítio Irema, Bairro das Laranjeiras, Residencial Jacaraípe, Jardim Atlântico, São Francisco e São Pedro.
19 Possui Unidades Dispensadas de Licenciamento: (X) Sim ( ) Não Nº da Dispensa Unidade Dispensada Coordenadas UTM Datum WGS 84, para elevatórias. Endereço (rua, bairro, município) 2057/2013 Estação elevatória de esgoto bruto Jacaraípe Praia Estância Monazítica, Serra. 2058/ /2013 Estação elevatória de esgoto bruto Jacaraípe Velha IV (Campo) m de rede coletora de esgoto Parque Jacaraípe, Serra. Jacaraípe, Serra. 3494/2012 EEEB Nossa Senhora da Conceição Jacaraípe, Serra. 2985/2012 EE 1 Portal Jacaraípe Rua Niterói, Portal Jacaraípe, Serra. 2986/2012 EE 2 Curva da Baleia Rua Niterói, Portal Jacaraípe, Serra. 2987/2012 EE 3 Leão Castelo Rua Leão Castelo, Portal Jacaraípe, Serra. 2988/2012 EE 4 do Campo Rua Vitória, Parque Jacaraípe, Serra. 2989/2012 EE São Paulo Rua Goianases, Portal Jacaraípe, Serra. Av. Nossa Senhora dos 2990/2012 EE Carijós Navegantes, Portal Jacaraípe, Serra.
20 2991/2012 EE Timbiras Jacaraípe, Serra. 2992/2012 EE Nossa Senhora dos Av. Nossa Senhora dos Navegantes Navegantes, Jacaraípe, Serra. 3493/2012 EEEB Magistrados Conjunto Magistrados, Jacaraípe, Serra. 3560/2012 EEEB Goitacazes Rua Goitacazes, Jacaraípe, Serra. Tipo de Tratamento: ( ) Tratamento primário (tanques sépticos) ( ) Tanque séptico + filtro anaeróbio (X ) Lagoa anaeróbia - lagoa facultativa ( ) Lagoa anaeróbia + lagoa facultativa + lagoa de maturação ( ) UASB + lodos ativados ( ) UASB + biofiltro aerado submerso ( ) UASB + filtro anaeróbio ( ) UASB + flotação por ar dissolvido ( ) UASB + lagoas de polimento ( ) Lodos ativados convencional ( ) Lodos ativados - aeração prolongada ( ) Lodos ativados - batelada (aeração prolongada) ( ) Lodos ativados convencional com remoção biológica de N ( ) Lodos ativados convencional com remoção biológica de N/P ( ) Biodisco ( ) Outros Descrição do Estado de Conservação das Unidades operacionais O tratamento do esgoto na ETE acontece de forma que não há alterações significativas tanto no fluxo como no resultado dos parâmetros do efluente tratado. As unidades de tratamento, dispositivos e tubulações operação em condições adequadas que garantem a sua estanqueidade. As unidades operacionais encontram-se em bom estado de conservação e recebem periodicamente manutenção da sua cobertura verde com poda, capina e
21 acero da vegetação ao longo da cerca e muros e dos acessos aos pontos de coleta; caiação de rip-rap, unidades do tratamento preliminar, caixas de inspeção e demais dispositivos em alvenaria e/ou concreto e limpeza de canaletas de drenagem. São previstos de acordo com identificação in loco ou conforme planejamento pinturas, manutenção civil ou até mesmo substituição de dispositivos que apresentem alguma avaria ou estado adiantado de deterioração. De forma a garantir o bom estado de conservação foram realizadas ao longo dos últimos cinco anos as seguintes intervenção: pintura da casa de operação, substituição de grades do tratamento preliminar, substituição de chicanas em fibra de vidro dos pontos de coleta intermediário e efluente, construção de caixas de resíduos e substituição parcial da cerca. As instalações elétricas do aerador superficial de controle de odor é objeto de manutenção preventiva periódica e manutenção corretiva. De modo a identificar junto à comunidade do entorno à ETE, a mesma possui comunicação visual por meio de placas alertando as atividades desenvolvidas internamente, os perigos que a população está sujeita, proibição de entrada por ser propriedade particular e qualquer outra informação pertinente ao processo visando sempre à segurança tanto da população quanto dos funcionários encarregados. Visando uma destinação final adequada dos resíduos gerado pela estação, os mesmos, depois de removidos e acondicionados em caixas de resíduos, são transportados para aterro sanitário devidamente licenciado junto aos órgãos fiscalizadores competentes. Informações Operacionais Possui Operador: (X) Sim ( ) Não Gradeamento: (X) Sim ( ) Não Caixa de Areia: (X) Sim ( ) Não Medidor de Vazão: Estado de Conservação: (X) bom ( ) ruim Estado de Conservação: (X) bom ( ) ruim Entrada: (X) Sim ( ) Não Tipo: ( ) Calha Parshal
22 (X) Vertedor Triangular ( ) Vertedor Retangular ( ) Eletrônico Saída: (X) Sim ( ) Não Tipo: ( ) Calha Parshal (X) Vertedor Triangular ( ) Vertedor Retangular ( ) Eletrônico Queimador de Gás: ( ) Sim (X) Não Está em operação: ( ) Sim ( ) Não Monitoramento do Efluente: (X) Sim ( ) Não Unid. Desinfecção: ( ) Sim (X) Não Qual : Leito de Secagem: ( ) Sim (X) Não Quantidade: Cercamento da área: (X) Sim ( ) Não Qual: Tela/ Arame Farpado Cerca Viva na área: (X Sim ( ) Não Cortina vegetal: (X) Sim ( ) Não Situação: (X) bom ( ) ruim Sist. de drenagem: (X) Sim ( ) Não Estado de conservação: (X) bom ( ) ruim Existe elevatória(s): (X) Sim ( ) Não Quantitativo de Elevatórias: fora de operação Emissário de Efluente Tratado: Extensão: Aproximadamente 5 metros. Forma de lançamento da ETE: ( ) Dissipador de energia (X ) Tubulação emersa ( ) Tubulação imersa ( ) Outro Nome do Corpo Receptor: Rio Jacaraípe Coordenadas UTM do Ponto de Lançamento de Efluente Tratado da Estação de Tratamento de Esgoto: Coordenadas: 24K S W Datum: WGS 84 Informações Gerais A área da ETE está inserida em Unidade(s) de Conservação (UC) ou em sua zona de amortecimento. ( ) Sim (X) Não Possui Anuência(s) do(s) Gestor(es) da(s) Unidade(s): ( ) Sim ( ) Não
23 A Estação encontra-se inserida em Área(s) de Preservação Permanente APP (ao longo dos rios ou de outro qualquer curso d'água nas nascentes, ao redor das lagoas, lagos ou reservatórios d'água, naturais ou artificiais, no topo de morros, montes, montanhas e serras, nas restingas, dentre outros). (X) Sim ( ) Não Realizou compensação. ( ) Não ( ) Sim, Nº do processo e protocolo Gerenciamento de Resíduos Há coleta seletiva no empreendimento: ( ) Sim (X) Não Forma de acondicionamento dos resíduos: Do Gradeamento: Caixa de resíduos Da Caixa de areia: Caixa de resíduos Lodo: Aterro Sanitário Outros: Sobrenadante: Caixa de resíduos Destinação Final dos Resíduos: Do Gradeamento: UGR CIVIT I / Aterro sanitário Da Caixa de areia: UGR CIVIT I / Aterro sanitário Lodo: Aterro Sanitário Outros: UGR CIVIT I / Aterro sanitário
24 Croqui da Estação (área interna e unidades) Fluxograma do tratamento
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26 ANEXO I - FORMULÁRIO INTEGRADO DE CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO - FICE Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Dados Gerais N do Processo de Licenciamento: 065/1994 e /2002 (em nome da prefeitura de Serra) Nome da ETE: Jardins Coordenada UTM da Estação: E N Datum: WGS 84 Informação sobre a Atividade Endereço da Estação: Rua São José, s/nº, Jardim Guanabara Município: Serra Ponto de Referência: Próximo ao viaduto. Localização: (X) Zona Urbana ( ) Zona Rural Situação do Empreendimento: ( ) instalado porém não operante (X) em operação Tipo e N da última Licença obtida: Licença de Instalação nº 019/94 ( ) não possui licença Vazão Projetada (final de plano): 53 l/s Vazão de Enquadramento: 53 l/s Vazão média atual de operação: 3,4 l/s (estação em operação) Eficiência Projetada para remoção de Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO): 80 % População a ser atendida (final de plano): habitantes, para o ano de. População atual (atendida ou a ser atendida): habitantes (2006). Abrangência da Estação (bairros, distrito - citar nomes): Jardim Guanabara, Jardim Primavera, São Domingos e Jardim Bela Vista
27 Possui Unidades Dispensadas de Licenciamento: (X) Sim ( ) Não Nº da Dispensa Unidade Dispensada Coordenadas UTM Datum WGS 84, para elevatórias. 2059/2013 Estação elevatória de esgoto bruto Jardim Primavera I Endereço (rua, bairro, município) Jardim Primavera, Serra 2060/2013 Estação elevatória de esgoto bruto Jardim Primavera II Jardim Primavera, Serra 2061/2013 Estação elevatória de esgoto bruto Copacabana Jardim Guanabara, Serra 2081/ m de rede coletora de esgoto Jardim Guanabara, Serra 3053/2012 EEEB Jardim Bela Vista Rua 17, Jardim Bela Vista, Serra 3497/2012 EEEB São Domingos Rua São Paulo, Loteamento São Benedito, Serra. 3052/2012 EEEB Jardim Guanabara Rua Santo Antônio, Jardim Guanabara, Serra. 3495/2012 EEEB Jardim Primavera Rua Acácia amarela, Jardim Primavera, Serra.
28 Tipo de Tratamento: ( ) Tratamento primário (tanques sépticos) ( ) Tanque séptico + filtro anaeróbio ( ) Lagoa anaeróbia - lagoa facultativa (X) Lagoa anaeróbia + lagoa facultativa + lagoa de maturação ( ) UASB + lodos ativados ( ) UASB + biofiltro aerado submerso ( ) UASB + filtro aneróbio ( ) UASB + flotação por ar dissolvido ( ) UASB + lagoas de polimento ( ) Lodos ativados convencional ( ) Lodos ativados - aeração prolongada ( ) Lodos ativados - batelada (aeração prolongada) ( ) Lodos ativados convencional com remoção biológica de N ( ) Lodos ativados convencional com remoção biológica de N/P ( ) Biodisco ( ) Outros Descrição do Estado de Conservação das Unidades operacionais O tratamento do esgoto na ETE acontece de forma que não há alterações significativas tanto no fluxo como no resultado dos parâmetros do efluente tratado. As unidades de tratamento, dispositivos e tubulações operação em condições adequadas que garantem a sua estanqueidade. As unidades operacionais encontram-se em bom estado de conservação e recebem periodicamente manutenção da sua cobertura verde com poda, capina e acero da vegetação ao longo da cerca e muros e dos acessos aos pontos de coleta; caiação de rip-rap, unidades do tratamento preliminar, caixas de inspeção e demais dispositivos em alvenaria e/ou concreto e limpeza de canaletas de drenagem.
29 São previstos de acordo com identificação in loco ou conforme planejamento pinturas, manutenção civil ou até mesmo substituição de dispositivos que apresentem alguma avaria ou estado adiantado de deterioração. De forma a garantir o bom estado de conservação foram realizadas ao longo dos últimos cinco anos as seguintes intervenções: complementação do pavimento da ETE, recomposição de talude de encosta com solo estruturado por pneus, complementação de rip rap, construção de rampa de acesso à lagoa, instalação de tampas de caixas de passagem, recomposição de trechos de cerca, substituição de grades do tratamento preliminar, reforma geral da casa de operação. De modo a identificar junto à comunidade do entorno à ETE, a mesma possui comunicação visual por meio de placas alertando as atividades desenvolvidas internamente, os perigos que a população está sujeita, proibição de entrada por ser propriedade particular e qualquer outra informação pertinente ao processo visando sempre à segurança tanto da população quanto dos funcionários encarregados. Visando uma destinação final adequada dos resíduos gerado pela estação, os mesmos, depois de removidos e acondicionados em caixas de resíduos, são transportados para aterro sanitário devidamente licenciado junto aos órgãos fiscalizadores competentes. Informações Operacionais Possui Operador: (X) Sim ( ) Não Gradeamento: (X) Sim ( ) Não Caixa de Areia: (X) Sim ( ) Não Medidor de Vazão: Estado de Conservação: (X) bom ( ) ruim Estado de Conservação: (X) bom ( ) ruim Entrada: (X) Sim ( ) Não Tipo: ( ) Calha Parshal (X) Vertedor Triangular ( ) Vertedor Retangular ( ) Eletrônico
30 Saída: (X) Sim ( ) Não Tipo: ( ) Calha Parshal (X) Vertedor Triangular ( ) Vertedor Retangular ( ) Eletrônico Queimador de Gás: ( ) Sim (X) Não Está em operação: ( ) Sim ( ) Não Monitoramento do Efluente: (X) Sim ( ) Não Unid. Desinfecção: ( ) Sim (X) Não Qual : Leito de Secagem: ( ) Sim (X) Não Quantidade: Cercamento da área: (X) Sim ( ) Não Qual: Arame farpado Cerca Viva na área: ( ) Sim (X) Não Cortina vegetal: (X) Sim ( ) Não Situação: ( ) bom (X) ruim Sist. de drenagem: (X) Sim ( ) Não Estado de conservação: (X) bom ( ) ruim Existe elevatória(s): (X) Sim ( ) Não Quantitativo de Elevatórias: 4 Emissário de Efluente Tratado: Extensão: Aproximadamente 300 metros. Forma de lançamento da ETE: ( ) Dissipador de energia (X) Tubulação emersa ( ) Tubulação imersa ( ) Outro Nome do Corpo Receptor: Afluente Córrego Cavada Coordenadas UTM do Ponto de Lançamento de Efluente Tratado da Estação de Tratamento de Esgoto: Coordenadas: 24K S W Datum: WGS 84 Informações Gerais A área da ETE está inserida em Unidade(s) de Conservação (UC) ou em sua zona de amortecimento. ( ) Sim (X) Não Possui Anuência(s) do(s) Gestor(es) da(s) Unidade(s): ( ) Sim ( ) Não A Estação encontra-se inserida em Área(s) de Preservação Permanente APP (ao longo dos rios ou de outro qualquer curso d'água nas nascentes, ao redor das lagoas, lagos ou reservatórios d'água, naturais ou artificiais, no topo de morros, montes, montanhas e serras, nas restingas, dentre outros). (X) Sim ( ) Não
31 Realizou compensação. ( ) Não ( ) Sim, Nº do processo e protocolo Gerenciamento de Resíduos Há coleta seletiva no empreendimento: ( ) Sim (X) Não Forma de acondicionamento dos resíduos: Do Gradeamento: Caixa de resíduos Da Caixa de areia: Caixa de resíduos Lodo: Outros: Sobrenadante: Caixa de resíduos Destinação Final dos Resíduos: Do Gradeamento: UGR CIVIT I / Aterro sanitário Da Caixa de areia: UGR CIVIT I / Aterro sanitário Lodo: Outros: UGR CIVIT I / Aterro sanitário
32 Croqui da Estação (área interna e unidades) Fluxograma do tratamento
33
34 ANEXO I - FORMULÁRIO INTEGRADO DE CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO - FICE Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Dados Gerais N do Processo de Licenciamento: Nome da ETE: Maringá Coordenada UTM da Estação: E N Datum: WGS 84 Informação sobre a Atividade Endereço da Estação: Rua Dezessete, s/nº, Maringá Município: Serra Ponto de Referência: Próximo ao Colégio do bairro Localização: (X) Zona Urbana ( ) Zona Rural Situação do Empreendimento: ( ) instalado porém não operante (X) em operação Tipo e N da última Licença obtida: (X) não possui licença Vazão Projetada (final de plano): 5,0 l/s Vazão de Enquadramento: 5,0 l/s Vazão média atual de operação: 3,7 l/s (estação em operação) Eficiência Projetada para remoção de Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO): 75 % População a ser atendida (final de plano): 3600 habitantes, para o ano de. População atual (atendida ou a ser atendida): habitantes (2006) Abrangência da Estação (bairros, distrito - citar nomes): Conjunto Maringá
35 Possui Unidades Dispensadas de Licenciamento: (X) Sim ( ) Não Nº da Dispensa Unidade Dispensada Coordenadas UTM Datum WGS 84, para elevatórias. Endereço (rua, bairro, município) 2074/ m de rede coletora de esgoto Maringá
36 Tipo de Tratamento: ( ) Tratamento primário (tanques sépticos) ( ) Tanque séptico + filtro anaeróbio (X ) Lagoa anaeróbia - lagoa facultativa ( ) Lagoa anaeróbia + lagoa facultativa + lagoa de maturação ( ) UASB + lodos ativados ( ) UASB + biofiltro aerado submerso ( ) UASB + filtro aneróbio ( ) UASB + flotação por ar dissolvido ( ) UASB + lagoas de polimento ( ) Lodos ativados convencional ( ) Lodos ativados - aeração prolongada ( ) Lodos ativados - batelada (aeração prolongada) ( ) Lodos ativados convencional com remoção biológica de N ( ) Lodos ativados convencional com remoção biológica de N/P ( ) Biodisco ( ) Outros Descrição do Estado de Conservação das Unidades operacionais O tratamento do esgoto na ETE acontece de forma que não há alterações significativas tanto no fluxo como no resultado dos parâmetros do efluente tratado. As unidades de tratamento, dispositivos e tubulações operação em condições adequadas que garantem a sua estanqueidade. As unidades operacionais encontram-se em bom estado de conservação e recebem periodicamente manutenção da sua cobertura verde com poda, capina e acero da vegetação ao longo da cerca e muros e dos acessos aos pontos de coleta; caiação de rip-rap, unidades do tratamento preliminar, caixas de inspeção e demais dispositivos em alvenaria e/ou concreto e limpeza de canaletas de drenagem.
37 São previstos de acordo com identificação in loco ou conforme planejamento pinturas, manutenção civil ou até mesmo substituição de dispositivos que apresentem alguma avaria ou estado adiantado de deterioração. De forma a garantir o bom estado de conservação foram realizadas ao longo dos últimos cinco anos as seguintes intervenções: substituição de chicanas em fibra, substituição de grade do tratamento preliminar, recomposição de rampa de acesso à caixa de resíduos, substituição da tubulação a jusante da caixa de areia. De modo a identificar junto à comunidade do entorno à ETE, a mesma possui comunicação visual por meio de placas alertando as atividades desenvolvidas internamente, os perigos que a população está sujeita, proibição de entrada por ser propriedade particular e qualquer outra informação pertinente ao processo visando sempre à segurança tanto da população quanto dos funcionários encarregados. Visando uma destinação final adequada dos resíduos gerado pela estação, os mesmos, depois de removidos e depositados em caixas de resíduos são transportados para aterro sanitário devidamente licenciado junto aos órgãos fiscalizadores competentes.
38 Informações Operacionais Possui Operador: (X) Sim ( ) Não Gradeamento: (X) Sim ( ) Não Caixa de Areia: (X) Sim ( ) Não Medidor de Vazão: Estado de Conservação: ( ) bom (X ) ruim Estado de Conservação: ( ) bom (X ) ruim Entrada: (X ) Sim ( ) Não Tipo: ( ) Calha Parshal (X) Vertedor Triangular ( ) Vertedor Retangular ( ) Eletrônico Saída: (X ) Sim ( ) Não Tipo: ( ) Calha Parshal (X) Vertedor Triangular ( ) Vertedor Retangular ( ) Eletrônico Queimador de Gás: ( ) Sim (X) Não Está em operação: ( ) Sim ( ) Não Monitoramento do Efluente: (X) Sim ( ) Não Unid. Desinfecção: ( ) Sim (X) Não Qual : Leito de Secagem: ( ) Sim (X) Não Quantidade: Cercamento da área: (X) Sim ( ) Não Qual: Arame Farpado Cerca Viva na área: ( ) Sim (X) Não Cortina vegetal: (X) Sim ( ) Não Situação: (X) bom ( ) ruim Sist. de drenagem: (X) Sim ( ) Não Estado de conservação: ( ) bom (X) ruim Existe elevatória(s): ( ) Sim (X) Não Quantitativo de Elevatórias: Emissário de Efluente Tratado: Extensão: Aproximadamente 68 metros. Forma de lançamento da ETE: ( ) Dissipador de energia (X ) Tubulação emersa ( ) Tubulação imersa ( ) Outro Nome do Corpo Receptor: Córrego Jacunem
39 Coordenadas UTM do Ponto de Lançamento de Efluente Tratado da Estação de Tratamento de Esgoto: Coordenadas: 24K S W Datum: WGS 84 Informações Gerais A área da ETE está inserida em Unidade(s) de Conservação (UC) ou em sua zona de amortecimento. ( ) Sim (X) Não Possui Anuência(s) do(s) Gestor(es) da(s) Unidade(s): ( ) Sim ( ) Não A Estação encontra-se inserida em Área(s) de Preservação Permanente APP (ao longo dos rios ou de outro qualquer curso d'água nas nascentes, ao redor das lagoas, lagos ou reservatórios d'água, naturais ou artificiais, no topo de morros, montes, montanhas e serras, nas restingas, dentre outros). (X) Sim ( ) Não Realizou compensação. (X) Não ( ) Sim, Nº do processo e protocolo Gerenciamento de Resíduos Há coleta seletiva no empreendimento: ( ) Sim (X) Não Forma de acondicionamento dos resíduos: Do Gradeamento: Caixa de resíduos Da Caixa de areia: Caixa de resíduos Lodo: Outros: Sobrenadante: Caixa de resíduos Destinação Final dos Resíduos: Do Gradeamento: UGR CIVIT I / Aterro sanitário Da Caixa de areia: UGR CIVIT I / Aterro sanitário Lodo: Outros: UGR CIVIT I / Aterro sanitário
40 Croqui da Estação (área interna e unidades) Fluxograma do tratamento
41
42 ANEXO I - FORMULÁRIO INTEGRADO DE CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO - FICE Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Dados Gerais N do Processo de Licenciamento: Nome da ETE: Nova Almeida Coordenada UTM da Estação: E N Datum: WGS 84 Informação sobre a Atividade Endereço da Estação: Av. Serrana, s/nº, Nova Almeida Município: Serra Ponto de Referência: Estrada velha de Nova Almeida/Serra Sede Localização: (X) Zona Urbana ( ) Zona Rural Situação do Empreendimento: ( ) instalado porém não operante (X) em operação Tipo e N da última Licença obtida: Licença de Instalação nº 126/2010 ( ) não possui licença Vazão Projetada (final de plano): 120 l/s Vazão de Enquadramento: 120 l/s Vazão média atual de operação: l/s (estação em operação) Eficiência Projetada para remoção de Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO): 75 % População a ser atendida (final de plano): habitantes, para o ano de. População atual (atendida ou a ser atendida): habitantes. Abrangência da Estação (bairros, distrito - citar nomes): Praia Grande, Nova Almeida, Barrinha, Areia Branca, Poço dos Padres, Parque das Orquídeas, Boa Vista, Serra Mar 1 e 2, Parque Reis Magos, Santa Fé e Timbú.
43 Possui Unidades Dispensadas de Licenciamento: (X) Sim ( ) Não Nº da Dispensa Unidade Dispensada Coordenadas UTM Datum WGS 84, para elevatórias. 028/ ,5 m de rede coletora de esgoto, m de linhas de recalque, estações elevatórias de esgoto bruto NA 01, NA 02, NA 03, PG 01, PG 03, PG 04. Endereço (rua, bairro, município) Nova Almeida e Praia Grande
44 Tipo de Tratamento: ( ) Tratamento primário (tanques sépticos) ( ) Tanque séptico + filtro anaeróbio (X) Lagoa anaeróbia - lagoa facultativa ( ) Lagoa anaeróbia + lagoa facultativa + lagoa de maturação ( ) UASB + lodos ativados ( ) UASB + biofiltro aerado submerso ( ) UASB + filtro aneróbio ( ) UASB + flotação por ar dissolvido ( ) UASB + lagoas de polimento ( ) Lodos ativados convencional ( ) Lodos ativados - aeração prolongada ( ) Lodos ativados - batelada (aeração prolongada) ( ) Lodos ativados convencional com remoção biológica de N ( ) Lodos ativados convencional com remoção biológica de N/P ( ) Biodisco ( ) Outros Descrição do Estado de Conservação das Unidades operacionais O tratamento do esgoto na ETE acontece de forma que não há alterações significativas tanto no fluxo como no resultado dos parâmetros do efluente tratado. As unidades de tratamento, dispositivos e tubulações operação em condições adequadas que garantem a sua estanqueidade. As unidades operacionais encontram-se em bom estado de conservação e recebem periodicamente manutenção da sua cobertura verde com poda, capina e acero da vegetação ao longo da cerca e muros e dos acessos aos pontos de coleta; caiação de rip-rap, unidades do tratamento preliminar, caixas de inspeção e demais dispositivos em alvenaria e/ou concreto e limpeza de canaletas de drenagem.
45 São previstos de acordo com identificação in loco ou conforme planejamento pinturas, manutenção civil ou até mesmo substituição de dispositivos que apresentem alguma avaria ou estado adiantado de deterioração. De forma a garantir o bom estado de conservação foram realizadas ao longo dos últimos cinco anos as seguintes intervenções: construção de caixa de resíduos, instalação de tubulação complementar para aumento do nível de operação da lagoa facultativa. De modo a identificar junto à comunidade do entorno à ETE, a mesma possui comunicação visual por meio de placas alertando as atividades desenvolvidas internamente, os perigos que a população está sujeita, proibição de entrada por ser propriedade particular e qualquer outra informação pertinente ao processo visando sempre à segurança tanto da população quanto dos funcionários encarregados. Visando uma destinação final adequada dos resíduos gerado pela estação, os mesmos, depois de removidos e depositados em caixas de resíduos são transportados para aterro sanitário devidamente licenciado junto aos órgãos fiscalizadores competentes.
46 Informações Operacionais Possui Operador: (X) Sim ( ) Não Gradeamento: (X) Sim ( ) Não Caixa de Areia: (X) Sim ( ) Não Medidor de Vazão: Estado de Conservação: (X) bom ( ) ruim Estado de Conservação: (X) bom ( ) ruim Entrada: (X) Sim ( ) Não Tipo: (X) Calha Parshal ( ) Vertedor Triangular ( ) Vertedor Retangular ( ) Eletrônico Saída: ( ) Sim (X) Não Tipo: ( ) Calha Parshal ( ) Vertedor Triangular ( ) Vertedor Retangular ( ) Eletrônico Queimador de Gás: ( ) Sim (X) Não Está em operação: ( ) Sim ( ) Não Monitoramento do Efluente: (X) Sim ( ) Não Unid. Desinfecção: ( ) Sim (X) Não Qual : Leito de Secagem: (X) Sim ( ) Não Quantidade: 1 célula Cercamento da área: (X) Sim ( ) Não Qual: Arame farpado Cerca Viva na área: (X) Sim ( ) Não Cortina vegetal: (X) Sim ( ) Não Situação: ( ) bom (X) ruim Sist. de drenagem: ( ) Sim (X) Não Estado de conservação: ( ) bom ( ) ruim Existe elevatória(s): (X) Sim ( ) Não Quantitativo de Elevatórias: 6 Emissário de Efluente Tratado: Extensão: Aproximadamente metros. Forma de lançamento da ETE: ( ) Dissipador de energia ( ) Tubulação emersa (X)
47 Tubulação imersa ( ) Outro Nome do Corpo Receptor: Rio Reis Magos Coordenadas UTM do Ponto de Lançamento de Efluente Tratado da Estação de Tratamento de Esgoto: Coordenadas: 24K S W Datum: WGS 84 Informações Gerais A área da ETE está inserida em Unidade(s) de Conservação (UC) ou em sua zona de amortecimento. ( ) Sim (X) Não Possui Anuência(s) do(s) Gestor(es) da(s) Unidade(s): ( ) Sim ( ) Não A Estação encontra-se inserida em Área(s) de Preservação Permanente APP (ao longo dos rios ou de outro qualquer curso d'água nas nascentes, ao redor das lagoas, lagos ou reservatórios d'água, naturais ou artificiais, no topo de morros, montes, montanhas e serras, nas restingas, dentre outros). ( ) Sim (X) Não Realizou compensação. ( ) Não ( ) Sim, Nº do processo e protocolo Gerenciamento de Resíduos Há coleta seletiva no empreendimento: ( ) Sim (X) Não Forma de acondicionamento dos resíduos: Do Gradeamento: Caixa de resíduos Da Caixa de areia: Caixa de resíduos Lodo: Outros: Sobrenadante: Caixa de resíduos Destinação Final dos Resíduos: Do Gradeamento: UGR CIVIT I / Aterro sanitário Da Caixa de areia: UGR CIVIT I / Aterro sanitário Lodo:
48 Outros: UGR CIVIT I / Aterro sanitário
49 Croqui da Estação (área interna e unidades) Fluxograma do tratamento
50
51 ANEXO I - FORMULÁRIO INTEGRADO DE CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO - FICE Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Dados Gerais N do Processo de Licenciamento: Nome da ETE: Porto Canoa Coordenada UTM da Estação: E N Datum: WGS 84 Informação sobre a Atividade Endereço da Estação: Rua Saracuras, s/n, Porto Canoa Município: Serra Ponto de Referência: Próximo ao campo de futebol do bairro. Localização: (X) Zona Urbana ( ) Zona Rural Situação do Empreendimento: ( ) instalado porém não operante (X) em operação Tipo e N da última Licença obtida: Licença de Operação nº 235/01 ( ) não possui licença Vazão Projetada (final de plano): 5,0 l/s Vazão de Enquadramento: 5,0 l/s Vazão média atual de operação: 4,4 l/s (estação em operação) Eficiência Projetada para remoção de Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO): 75 % População a ser atendida (final de plano): 3600 habitantes, para o ano de. População atual (atendida ou a ser atendida): habitantes (2006). Abrangência da Estação (bairros, distrito - citar nomes): Porto Canoa, parte de Planície da Serra.
52 Possui Unidades Dispensadas de Licenciamento: (X) Sim ( ) Não Nº da Dispensa Unidade Dispensada Coordenadas UTM Datum WGS 84, para elevatórias. Endereço (rua, bairro, município) 2321/ m de rede coletora de esgoto Sede, Porto Canoa.
53 Tipo de Tratamento: ( ) Tratamento primário (tanques sépticos) ( ) Tanque séptico + filtro anaeróbio (X) Lagoa anaeróbia - lagoa facultativa ( ) Lagoa anaeróbia + lagoa facultativa + lagoa de maturação ( ) UASB + lodos ativados ( ) UASB + biofiltro aerado submerso ( ) UASB + filtro aneróbio ( ) UASB + flotação por ar dissolvido ( ) UASB + lagoas de polimento ( ) Lodos ativados convencional ( ) Lodos ativados - aeração prolongada ( ) Lodos ativados - batelada (aeração prolongada) ( ) Lodos ativados convencional com remoção biológica de N ( ) Lodos ativados convencional com remoção biológica de N/P ( ) Biodisco ( ) Outros Descrição do Estado de Conservação das Unidades operacionais O tratamento do esgoto na ETE ocorre de forma que não há alterações significativas tanto no fluxo como no resultado dos parâmetros do efluente tratado. As unidades de tratamento, dispositivos e tubulações operação em condições adequadas que garantem a sua estanqueidade. As unidades operacionais encontram-se em bom estado de conservação e recebem periodicamente manutenção da sua cobertura verde com poda, capina e acero da vegetação ao longo da cerca e muros e dos acessos aos pontos de coleta; caiação de rip-rap, unidades do tratamento preliminar, caixas de inspeção e demais dispositivos em alvenaria e/ou concreto e limpeza de canaletas de drenagem.
54 São previstos de acordo com identificação in loco ou conforme planejamento pinturas, manutenção civil ou até mesmo substituição de dispositivos que apresentem alguma avaria ou estado adiantado de deterioração. De forma a garantir o bom estado de conservação foram realizadas ao longo dos últimos cinco anos as seguintes intervenções: reforma e pintura da casa de operação, pintura do letreiro CESAN, reparo de rampa de acesso à caixa de resíduos, substituição de chicanas, pintura do portão de acesso. De modo a identificar junto à comunidade do entorno à ETE, a mesma possui comunicação visual por meio de placas alertando as atividades desenvolvidas internamente, os perigos que a população está sujeita, proibição de entrada por ser propriedade particular e qualquer outra informação pertinente ao processo visando sempre à segurança tanto da população quanto dos funcionários encarregados. Visando uma destinação final adequada dos resíduos gerado pela estação, os mesmos, depois de removidos e depositados em caixas de resíduos são transportados para aterro sanitário devidamente licenciado junto aos órgãos fiscalizadores competentes. Informações Operacionais Possui Operador: (X) Sim ( ) Não Gradeamento: (X) Sim ( ) Não Caixa de Areia: (X) Sim ( ) Não Medidor de Vazão: Estado de Conservação: (X) bom ( ) ruim Estado de Conservação: (X) bom ( ) ruim Entrada: (X) Sim ( ) Não Tipo: ( ) Calha Parshal (X) Vertedor Triangular ( ) Vertedor Retangular ( ) Eletrônico Saída: (X) Sim ( ) Não Tipo: ( ) Calha Parshal (X) Vertedor Triangular
55 ( ) Vertedor Retangular ( ) Eletrônico Queimador de Gás: ( ) Sim (X) Não Está em operação: ( ) Sim ( ) Não Monitoramento do Efluente: (X) Sim ( ) Não Unid. Desinfecção: ( ) Sim (X) Não Qual : Leito de Secagem: (X) Sim ( ) Não Quantidade: 1 célula Cercamento da área: (X) Sim ( ) Não Qual: Arame Farpado Cerca Viva na área: ( ) Sim (X) Não Cortina vegetal: (X) Sim ( ) Não Situação: (X) bom ( ) ruim Sist. de drenagem: ( ) Sim (X) Não Estado de conservação: ( ) bom ( ) ruim Existe elevatória(s): ( ) Sim (X) Não Quantitativo de Elevatórias: Emissário de Efluente Tratado: Extensão: Aproximadamente 26 metros. Forma de lançamento da ETE: ( ) Dissipador de energia (X) Tubulação emersa ( ) Tubulação imersa ( ) Outro: Nome do Corpo Receptor: Afluente Córrego Barro Branco Coordenadas UTM do Ponto de Lançamento de Efluente Tratado da Estação de Tratamento de Esgoto: Coordenadas: 24K S W Datum: WGS 84 Informações Gerais A área da ETE está inserida em Unidade(s) de Conservação (UC) ou em sua zona de amortecimento. ( ) Sim (X) Não Possui Anuência(s) do(s) Gestor(es) da(s) Unidade(s): ( ) Sim ( ) Não A Estação encontra-se inserida em Área(s) de Preservação Permanente APP (ao longo dos rios ou de outro qualquer curso d'água nas nascentes, ao redor das lagoas, lagos ou reservatórios d'água, naturais ou artificiais, no topo de morros, montes, montanhas e serras, nas restingas, dentre outros). (X) Sim ( ) Não Realizou compensação. ( ) Não ( ) Sim, Nº do processo e protocolo
56 Gerenciamento de Resíduos Há coleta seletiva no empreendimento: ( ) Sim (X) Não Forma de acondicionamento dos resíduos: Do Gradeamento: Caixa de resíduos Da Caixa de areia: Caixa de resíduos Lodo: Outros: Sobrenadante: Caixa de resíduos Destinação Final dos Resíduos: Do Gradeamento: UGR CIVIT I / Aterro sanitário Da Caixa de areia: UGR CIVIT I / Aterro sanitário Lodo: Outros: UGR CIVIT I / Aterro sanitário
57 Croqui da Estação (área interna e unidades) Fluxograma do tratamento
58
59 ANEXO I - FORMULÁRIO INTEGRADO DE CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO - FICE Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Dados Gerais N do Processo de Licenciamento: Nome da ETE: Valparaíso Coordenada UTM da Estação: E N Datum: WGS 84 Informação sobre a Atividade Endereço da Estação: Av. Guarapari, s/nº, Valparaíso Município: Serra Ponto de Referência: próximo ao Parque da Cidade Localização: (X) Zona Urbana ( ) Zona Rural Situação do Empreendimento: ( ) instalado porém não operante (X) em operação Tipo e N da última Licença obtida: Licença de Operação nº 232/01 ( ) não possui licença Vazão Projetada (final de plano): 19 l/s Vazão de Enquadramento: 19 l/s Vazão média atual de operação: 14,5 l/s (estação em operação) Eficiência Projetada para remoção de Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO): 75 % População a ser atendida (final de plano): habitantes, para o ano de. População atual (atendida ou a ser atendida): habitantes (2006). Abrangência da Estação (bairros, distrito - citar nomes): Valparaíso
60 Possui Unidades Dispensadas de Licenciamento: (X) Sim ( ) Não Nº da Dispensa Unidade Dispensada Coordenadas UTM Datum WGS 84, para elevatórias m de rede coletora de 2066/2013 esgoto Endereço (rua, bairro, município) Valparaíso
61 Tipo de Tratamento: ( ) Lodos ativados convencional com ( ) Tratamento primário (tanques sépticos) ( ) Tanque séptico + filtro anaeróbio ( ) Lagoa anaeróbia - lagoa facultativa ( ) Lagoa anaeróbia + lagoa facultativa + lagoa de maturação ( ) UASB + lodos ativados ( ) UASB + biofiltro aerado submerso ( ) UASB + filtro aneróbio ( ) UASB + flotação por ar dissolvido ( ) UASB + lagoas de polimento ( ) Lodos ativados convencional ( ) Lodos ativados - aeração prolongada ( ) Lodos ativados - batelada (aeração prolongada) remoção biológica de N ( ) Lodos ativados convencional com remoção biológica de N/P ( ) Biodisco (X) Outros: Lagoa aerada + lagoa de sedimentação Descrição do Estado de Conservação das Unidades operacionais O tratamento do esgoto na ETE acontece de forma que não há alterações significativas tanto no fluxo como no resultado dos parâmetros do efluente tratado. As unidades de tratamento, dispositivos e tubulações operação em condições adequadas que garantem a sua estanqueidade. As unidades operacionais encontram-se em bom estado de conservação e recebem periodicamente manutenção da sua cobertura verde com poda, capina e acero da vegetação ao longo da cerca e muros e dos acessos aos pontos de coleta; caiação de rip-rap, unidades do tratamento preliminar, caixas de inspeção e demais dispositivos em alvenaria e/ou concreto e limpeza de canaletas de drenagem.
62 São previstos de acordo com identificação in loco ou conforme planejamento pinturas, manutenção civil ou até mesmo substituição de dispositivos que apresentem alguma avaria ou estado adiantado de deterioração. De forma a garantir o bom estado de conservação foram realizadas ao longo dos últimos cinco anos as seguintes intervenções: reforma e pintura da casa de operação, pintura do letreiro CESAN, reparo de trechos do muro e da cerca da ETE, substituição de grade do tratamento preliminar, reparo do talude do terreno próximo à lagoa aerada, instalação de tubulação de descarte de lodo flotado para leito de secagem e remoção de lodo da segunda lagoa. As instalações elétricas do sistema de aeração são objeto de manutenção preventiva periódica e manutenção corretiva. De modo a identificar junto à comunidade do entorno à ETE, a mesma possui comunicação visual por meio de placas alertando as atividades desenvolvidas internamente, os perigos que a população está sujeita, proibição de entrada por ser propriedade particular e qualquer outra informação pertinente ao processo visando sempre à segurança tanto da população quanto dos funcionários encarregados. Visando uma destinação final adequada dos resíduos gerado pela estação, os mesmos, depois de removidos e depositados em caixas de resíduos e leitos de secagem são transportados para aterro sanitário devidamente licenciado junto aos órgãos fiscalizadores competentes. Informações Operacionais Possui Operador: (X) Sim ( ) Não Gradeamento: (X) Sim ( ) Não Caixa de Areia: (X) Sim ( ) Não Medidor de Vazão: Estado de Conservação: (X) bom ( ) ruim Estado de Conservação: (X) bom ( ) ruim Entrada: (X) Sim ( ) Não Tipo: ( ) Calha Parshal (X) Vertedor Triangular
63 ( ) Vertedor Retangular ( ) Eletrônico Saída: (X) Sim ( ) Não Tipo: ( ) Calha Parshal (X) Vertedor Triangular ( ) Vertedor Retangular ( ) Eletrônico Queimador de Gás: ( ) Sim (X) Não Está em operação: ( ) Sim ( ) Não Monitoramento do Efluente: (X) Sim ( ) Não Unid. Desinfecção: ( ) Sim (X) Não Qual : Leito de Secagem: (X) Sim ( ) Não Quantidade: 3 células Cercamento da área: (X) Sim ( ) Não Qual: Tela/ Arame Farpado Cerca Viva na área: (X) Sim ( ) Não Cortina vegetal: (X) Sim ( ) Não Situação: (X) bom ( ) ruim Sist. de drenagem: (X) Sim ( ) Não Estado de conservação: (X) bom ( ) ruim Existe elevatória(s): ( ) Sim (X) Não Quantitativo de Elevatórias: Emissário de Efluente Tratado: Extensão: Aproximadamente 60 metros. Forma de lançamento da ETE: ( ) Dissipador de energia (X) Tubulação emersa ( ) Tubulação imersa ( ) Outro Nome do Corpo Receptor: Córrego Laranjeiras Coordenadas UTM do Ponto de Lançamento de Efluente Tratado da Estação de Tratamento de Esgoto: Coordenadas: 24K S W Datum: WGS 84 Informações Gerais A área da ETE está inserida em Unidade(s) de Conservação (UC) ou em sua zona de amortecimento. ( ) Sim (X) Não Possui Anuência(s) do(s) Gestor(es) da(s) Unidade(s): ( ) Sim ( ) Não
64 A Estação encontra-se inserida em Área(s) de Preservação Permanente APP (ao longo dos rios ou de outro qualquer curso d'água nas nascentes, ao redor das lagoas, lagos ou reservatórios d'água, naturais ou artificiais, no topo de morros, montes, montanhas e serras, nas restingas, dentre outros). (X) Sim ( ) Não Realizou compensação. ( ) Não ( ) Sim, Nº do processo e protocolo Gerenciamento de Resíduos Há coleta seletiva no empreendimento: ( ) Sim (X) Não Forma de acondicionamento dos resíduos: Do Gradeamento: Caixa de resíduos Da Caixa de areia: Caixa de resíduos Lodo: Aterro Sanitário Outros: Sobrenadante: Caixa de resíduos Destinação Final dos Resíduos: Do Gradeamento: UGR CIVIT I / Aterro sanitário Da Caixa de areia: UGR CIVIT I / Aterro sanitário Lodo: Aterro Sanitário Outros: UGR CIVIT I / Aterro sanitário
65 Croqui da Estação (área interna e unidades) Fluxograma do tratamento
66
67 ANEXO I - FORMULÁRIO INTEGRADO DE CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO - FICE Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Dados Gerais N do Processo de Licenciamento: Nome da ETE: Barcelona Coordenada UTM da Estação: E N Datum: WGS 84 Informação sobre a Atividade Endereço da Estação: Rodovia Norte Sul, s/nº, Barcelona Município: Serra Ponto de Referência: próximo ao Colégio Oceanos Localização: (X) Zona Urbana ( ) Zona Rural Situação do Empreendimento: ( ) instalado porém não operante (X) em operação Tipo e N da última Licença obtida: (X) não possui licença Vazão Projetada (final de plano): 37 l/s Vazão de Enquadramento: 37 l/s Vazão média atual de operação: 24,5 l/s (estação em operação) Eficiência Projetada para remoção de Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO): 75 % População a ser atendida (final de plano): habitantes, para o ano de. População atual (atendida ou a ser atendida): habitantes (2006). Abrangência da Estação (bairros, distrito - citar nomes): Conj. Habitacional Barcelona, Condomínio Colina de Laranjeiras II.
68 Possui Unidades Dispensadas de Licenciamento: (X) Sim ( ) Não Nº da Dispensa Unidade Dispensada Coordenadas UTM Datum WGS 84, para elevatórias. 2073/ m de rede coletora de esgoto Endereço (rua, bairro, município) Barcelona, Serra. 2049/2013 Estação Elevatória de Esgoto Colina de Laranjeiras II Rodovia Norte Sul, Barcelona, Serra. 592/2009 EEE Barcelona 1 (Colégio) Rua Congonhas, Barcelona, Serra. 593/2009 EEE Barcelona 2 (Delegacia) Rua Ponta Porã, Barcelona, Serra. 3126/ m de rede coletora de esgoto. Barcelona, Serra.
69 Tipo de Tratamento: ( ) Lodos ativados convencional com ( ) Tratamento primário (tanques sépticos) ( ) Tanque séptico + filtro anaeróbio ( ) Lagoa anaeróbia - lagoa facultativa ( ) Lagoa anaeróbia + lagoa facultativa + lagoa de maturação ( ) UASB + lodos ativados ( ) UASB + biofiltro aerado submerso ( ) UASB + filtro aneróbio ( ) UASB + flotação por ar dissolvido ( ) UASB + lagoas de polimento ( ) Lodos ativados convencional ( ) Lodos ativados - aeração prolongada ( ) Lodos ativados - batelada (aeração prolongada) remoção biológica de N ( ) Lodos ativados convencional com remoção biológica de N/P ( ) Biodisco (X) Outros: Lagoa Facultativa / UASB + lagoa facultativa Descrição do Estado de Conservação das Unidades operacionais O tratamento do esgoto na ETE ocorre de forma que não há alterações significativas tanto no fluxo como no resultado dos parâmetros do efluente tratado. As unidades de tratamento, dispositivos e tubulações operação em condições adequadas que garantem a sua estanqueidade. As unidades operacionais encontram-se em bom estado de conservação e recebem periodicamente manutenção da sua cobertura verde com poda, capina e acero da vegetação ao longo da cerca e muros e dos acessos aos pontos de coleta; caiação de rip-rap, unidades do tratamento preliminar, caixas de inspeção e demais dispositivos em alvenaria e/ou concreto e limpeza de canaletas de drenagem.
70 São previstos de acordo com identificação in loco ou conforme planejamento pinturas, manutenção civil ou até mesmo substituição de dispositivos que apresentem alguma avaria ou estado adiantado de deterioração. De forma a garantir o bom estado de conservação foram realizadas ao longo dos últimos cinco anos as seguintes intervenções: reforma da cerca, substituição de grades de segurança para casa de operação, reconstrução de passarela e guarda-corpo para ponto de coleta do efluente, recomposição do pavimento de acesso a ETE e reparo do rip rap da lagoa facultativa. De modo a identificar junto à comunidade do entorno à ETE, a mesma possui comunicação visual por meio de placas alertando as atividades desenvolvidas internamente, os perigos que a população está sujeita, proibição de entrada por ser propriedade particular e qualquer outra informação pertinente ao processo visando sempre à segurança tanto da população quanto dos funcionários encarregados. Visando uma destinação final adequada dos resíduos gerado pela estação, os mesmos depois de removidos e acondicionados em caixas de resíduos e leitos de secagem, são transportados para aterro sanitário devidamente licenciado junto aos órgãos fiscalizadores competentes. Informações Operacionais Possui Operador: (X) Sim ( ) Não Gradeamento: (X) Sim ( ) Não Caixa de Areia: (X) Sim ( ) Não Medidor de Vazão: Estado de Conservação: (X) bom ( ) ruim Estado de Conservação: (X) bom ( ) ruim Entrada: (X) Sim ( ) Não Tipo: ( ) Calha Parshal (X) Vertedor Triangular ( ) Vertedor Retangular ( ) Eletrônico Saída: (X) Sim ( ) Não
71 Tipo: ( ) Calha Parshal (X) Vertedor Triangular ( ) Vertedor Retangular ( ) Eletrônico Queimador de Gás: ( ) Sim (X ) Não Está em operação: ( ) Sim ( ) Não Monitoramento do Efluente: (X) Sim ( ) Não Unid. Desinfecção: ( ) Sim (X) Não Qual : Leito de Secagem: ( ) Sim (X) Não Quantidade: Cercamento da área: (X) Sim ( ) Não Qual: Tela/ Arame Farpado Cerca Viva na área: ( ) Sim (X) Não Cortina vegetal: (X) Sim ( ) Não Situação: (X) bom ( ) ruim Sist. de drenagem: (X) Sim ( ) Não Estado de conservação: ( ) bom (X) ruim Existe elevatória(s): (X) Sim ( ) Não Quantitativo de Elevatórias: 3 Emissário de Efluente Tratado: Extensão: Aproximadamente 63 metros. Forma de lançamento da ETE: ( ) Dissipador de energia (X) Tubulação emersa ( ) Tubulação imersa ( ) Outro Nome do Corpo Receptor: Córrego Jacunem Coordenadas UTM do Ponto de Lançamento de Efluente Tratado da Estação de Tratamento de Esgoto: Coordenadas: 24K S W Datum: WGS 84 Informações Gerais A área da ETE está inserida em Unidade(s) de Conservação (UC) ou em sua zona de amortecimento. ( ) Sim (X) Não Possui Anuência(s) do(s) Gestor(es) da(s) Unidade(s): ( ) Sim ( ) Não A Estação encontra-se inserida em Área(s) de Preservação Permanente APP (ao longo dos rios ou de outro qualquer curso d'água nas nascentes, ao redor das lagoas, lagos ou reservatórios d'água, naturais ou artificiais, no topo de morros, montes, montanhas e serras, nas restingas, dentre outros). (X) Sim ( ) Não
72 Realizou compensação. ( ) Não ( ) Sim, Nº do processo e protocolo Gerenciamento de Resíduos Há coleta seletiva no empreendimento: ( ) Sim (X) Não Forma de acondicionamento dos resíduos: Do Gradeamento: Caixa de resíduos Da Caixa de areia: Caixa de resíduos Lodo: leito de secagem (lodo do reator UASB) Outros: Sobrenadante: Caixa de resíduos Destinação Final dos Resíduos: Do Gradeamento: UGR CIVIT I / Aterro sanitário Da Caixa de areia: UGR CIVIT I / Aterro sanitário Lodo: UGR CIVIT I / Aterro sanitário Outros: UGR CIVIT I / Aterro sanitário
73 Croqui da Estação (área interna e unidades) Fluxograma do tratamento
74
75 ANEXO I - FORMULÁRIO INTEGRADO DE CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO - FICE Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Dados Gerais N do Processo de Licenciamento: Nome da ETE: Furnas Coordenada UTM da Estação: E N Datum: WGS 84 Informação sobre a Atividade Endereço da Estação: Rua Dido Fontes, s/nº, Jardim Tropical Município: Serra Ponto de Referência: ao lado Central Elétrica Furnas. Localização: (X) Zona Urbana ( ) Zona Rural Situação do Empreendimento: ( ) instalado porém não operante (X) em operação Tipo e N da última Licença obtida: Licença de Instalação nº 230/01 ( ) não possui licença Vazão Projetada (final de plano): 47,9 l/s Vazão de Enquadramento: 47,9 l/s Vazão média atual de operação: 17 l/s (estação em operação) Eficiência Projetada para remoção de Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO): 75 % População a ser atendida (final de plano): habitantes, para o ano de. População atual (atendida ou a ser atendida): habitantes (2006). Abrangência da Estação (bairros, distrito - citar nomes): Jardim Tropical, Carapina Grande, parte dos bairros José de Anchieta, José de Anchieta II, Central Carapina e Diamantina.
76 Possui Unidades Dispensadas de Licenciamento: (X) Sim ( ) Não Nº da Dispensa Unidade Dispensada Coordenadas UTM Datum WGS 84, para elevatórias. 2055/2013 Estação Elevatória de Esgoto 2056/2013 Bruto Jardim Tropical Estação Elevatória de Esgoto Bruto Central Carapina Endereço (rua, bairro, município) Rua 1, José de Anchieta II Av. Vitória, Central Carapina 2065/ m de rede coletora de esgoto Furnas 2979/2012 EE Central Carapina 1 Rua Estados Unidos, Central Carapina, Furnas. 2982/2012 EE São Luis Central Carapina, Furnas. 2984/2012 EE José de Anchieta José de Anchieta, Serra. 3492/2012 EEEB José de Anchieta 2 Rua do Cachoeiro, José de Anchieta 2, Serra. 2093/2013 EEEB Furnas Rua Jesus Menino, Jose de Anchieta 2, Serra.
77 Tipo de Tratamento: ( ) Tratamento primário (tanques sépticos) ( ) Tanque séptico + filtro anaeróbio (X) Lagoa anaeróbia - lagoa facultativa ( ) Lagoa anaeróbia + lagoa facultativa + lagoa de maturação ( ) UASB + lodos ativados ( ) UASB + biofiltro aerado submerso ( ) UASB + filtro aneróbio ( ) UASB + flotação por ar dissolvido ( ) UASB + lagoas de polimento ( ) Lodos ativados convencional ( ) Lodos ativados - aeração prolongada ( ) Lodos ativados - batelada (aeração prolongada) ( ) Lodos ativados convencional com remoção biológica de N ( ) Lodos ativados convencional com remoção biológica de N/P ( ) Biodisco ( ) Outros Descrição do Estado de Conservação das Unidades operacionais O tratamento do esgoto na ETE acontece de forma que não há alterações significativas tanto no fluxo como no resultado dos parâmetros do efluente tratado. As unidades de tratamento, dispositivos e tubulações operação em condições adequadas que garantem a sua estanqueidade. As unidades operacionais encontram-se em bom estado de conservação e recebem periodicamente manutenção da sua cobertura verde com poda, capina e acero da vegetação ao longo da cerca e muros e dos acessos aos pontos de coleta; caiação de rip-rap, unidades do tratamento preliminar, caixas de inspeção e demais dispositivos em alvenaria e/ou concreto e limpeza de canaletas de drenagem.
78 São previstos de acordo com identificação in loco ou conforme planejamento pinturas, manutenção civil ou até mesmo substituição de dispositivos que apresentem alguma avaria ou estado adiantado de deterioração. De forma a garantir o bom estado de conservação foram realizadas ao longo dos últimos cinco anos as seguintes intervenções: construção de casa de operação, recomposição da estrada de acesso a ETE, reparo no leito de secagem, substituição de comportas em madeira para caixa de areia e caixa de passagem, substituição de trechos da cerca, reparo de caixas de passagem do emissário, execução de prolongamento do emissário. De modo a identificar junto à comunidade do entorno à ETE, a mesma possui comunicação visual por meio de placas alertando as atividades desenvolvidas internamente, os perigos que a população está sujeita, proibição de entrada por ser propriedade particular e qualquer outra informação pertinente ao processo visando sempre à segurança tanto da população quanto dos funcionários encarregados. Visando uma destinação final adequada dos resíduos gerado pela estação, os mesmos, depois de removidos e acondicionados em caixas de resíduos e leitos de secagem, são transportados para aterro sanitário devidamente licenciado junto aos órgãos fiscalizadores competentes. Informações Operacionais Possui Operador: (X) Sim ( ) Não Gradeamento: (X) Sim ( ) Não Caixa de Areia: (X) Sim ( ) Não Medidor de Vazão: Estado de Conservação: (X) bom ( ) ruim Estado de Conservação: (X) bom ( ) ruim Entrada: (X) Sim ( ) Não Tipo: ( ) Calha Parshal (X) Vertedor Triangular ( ) Vertedor Retangular ( ) Eletrônico
79 Saída: (X) Sim ( ) Não Tipo: ( ) Calha Parshal (X) Vertedor Triangular ( ) Vertedor Retangular ( ) Eletrônico Queimador de Gás: ( ) Sim (X) Não Está em operação: ( ) Sim ( ) Não Monitoramento do Efluente: (X) Sim ( ) Não Unid. Desinfecção: ( ) Sim (X) Não Qual : Leito de Secagem: (X) Sim ( ) Não Quantidade: 2 células Cercamento da área: (X) Sim ( ) Não Qual: Arame farpado Cerca Viva na área: ( ) Sim (X) Não Cortina vegetal: (X) Sim ( ) Não Situação: (X) bom ( ) ruim Sist. de drenagem: (X) Sim ( ) Não Estado de conservação: (X) bom ( ) ruim Existe elevatória(s): (X) Sim ( ) Não Quantitativo de Elevatórias: 6 Emissário de Efluente Tratado: Extensão: Aproximadamente 250 metros. Forma de lançamento da ETE: ( ) Dissipador de energia (X) Tubulação emersa ( ) Tubulação imersa ( ) Outro Nome do Corpo Receptor: Ribeirão Brejo Grande Coordenadas UTM do Ponto de Lançamento de Efluente Tratado da Estação de Tratamento de Esgoto: Coordenadas: 24K S W Datum: WGS 84 Informações Gerais A área da ETE está inserida em Unidade(s) de Conservação (UC) ou em sua zona de amortecimento. ( ) Sim (X) Não Possui Anuência(s) do(s) Gestor(es) da(s) Unidade(s): ( ) Sim ( ) Não A Estação encontra-se inserida em Área(s) de Preservação Permanente APP (ao longo dos rios ou de outro qualquer curso d'água nas nascentes, ao redor das lagoas, lagos ou reservatórios d'água, naturais ou artificiais, no topo de morros, montes, montanhas e serras, nas restingas, dentre outros). (X) Sim ( ) Não
80 Realizou compensação. ( ) Não ( ) Sim, Nº do processo e protocolo Gerenciamento de Resíduos Há coleta seletiva no empreendimento: ( ) Sim (X) Não Forma de acondicionamento dos resíduos: Do Gradeamento: Leito de secagem Da Caixa de areia: Caminhão vácuo / UGR CIVIT I Lodo: Aterro sanitário Outros: Sobrenadante: Leito de secagem Destinação Final dos Resíduos: Do Gradeamento: UGR CIVIT I / Aterro sanitário Da Caixa de areia: Aterro sanitário Lodo: Aterro sanitário Outros: Sobrenadante: UGR CIVIT I / Aterro sanitário
81 Croqui da Estação (área interna e unidades) Fluxograma do tratamento
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83 ANEXO I - FORMULÁRIO INTEGRADO DE CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO - FICE Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Dados Gerais N do Processo de Licenciamento: Nome da ETE: Jardim Carapina Coordenada UTM da Estação: E N Datum: WGS 84 Informação sobre a Atividade Endereço da Estação: Rod. BR 101 Norte Contorno, s/n, André Carloni Município: Serra Ponto de Referência: Adjacente a ETE André Carloni Localização: (X) Zona Urbana ( ) Zona Rural Situação do Empreendimento: (X) instalado porém não operante ( ) em operação Tipo e N da última Licença obtida: Licença Ambiental de Regularização nº 325/2010 (Em nome da Prefeitura Municipal da Serra) ( ) não possui licença Vazão Projetada (final de plano): 16,7 l/s Vazão de Enquadramento: 16,7 l/s Vazão média atual de operação: l/s (estação em operação) Eficiência Projetada para remoção de Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO): 77 % População a ser atendida (final de plano): habitantes, para o ano de População atual (atendida ou a ser atendida): habitantes (2006). Abrangência da Estação (bairros, distrito - citar nomes): Jardim Carapina
84 Possui Unidades Dispensadas de Licenciamento: (X) Sim ( ) Não Nº da Dispensa Unidade Dispensada Endereço (rua, bairro, município) Coordenadas UTM Datum WGS 84, para elevatórias. 2062/2013 EEEB Jardim Guanabara Rua São José, Jardim Guanabara 2064/ m de rede coletora de esgoto Jardim Carapina 2092/2013 Estação Elevatória de Esgoto Bruto Jardim Carapina Rua Águia Branca, Jardim Carapina
85 Tipo de Tratamento: ( ) Tratamento primário (tanques sépticos) ( ) Tanque séptico + filtro anaeróbio ( ) Lagoa anaeróbia - lagoa facultativa ( ) Lagoa anaeróbia + lagoa facultativa + lagoa de maturação ( ) UASB + lodos ativados ( ) UASB + biofiltro aerado submerso ( ) UASB + filtro aneróbio ( ) UASB + flotação por ar dissolvido (X) UASB + lagoas de polimento ( ) Lodos ativados convencional ( ) Lodos ativados - aeração prolongada ( ) Lodos ativados - batelada (aeração prolongada) ( ) Lodos ativados convencional com remoção biológica de N ( ) Lodos ativados convencional com remoção biológica de N/P ( ) Biodisco ( ) Outros Descrição do Estado de Conservação das Unidades operacionais As unidades operacionais não estão em carga e encontra-se em estado de conservação adequado. No ano de 2012 foi feito acero geral, inclusive da lagoa existente, para conservação do patrimônio público.
86 Informações Operacionais Possui Operador: ( ) Sim (X) Não Gradeamento: (X) Sim ( ) Não Caixa de Areia: (X) Sim ( ) Não Medidor de Vazão: Estado de Conservação: (X) bom ( ) ruim Estado de Conservação: (X) bom ( ) ruim Entrada: (X) Sim ( ) Não Tipo: (X) Calha Parshal ( ) Vertedor Triangular ( ) Vertedor Retangular ( ) Eletrônico Saída: (X) Sim ( ) Não Tipo: ( ) Calha Parshal (X) Vertedor Triangular ( ) Vertedor Retangular ( ) Eletrônico Queimador de Gás: (X) Sim ( ) Não Está em operação: ( ) Sim (X) Não (ETE não está em carga) Monitoramento do Efluente: ( ) Sim ( ) Não Unid. Desinfecção: ( ) Sim (X) Não Qual : Leito de Secagem: (X) Sim ( ) Não Quantidade: 2 células Cercamento da área: (X) Sim ( ) Não Qual: Arame farpado Cerca Viva na área: (X) Sim ( ) Não Cortina vegetal: (X) Sim ( ) Não Situação: (X) bom ( ) ruim Sist. de drenagem: (X) Sim ( ) Não Estado de conservação: (X) bom ( ) ruim Existe elevatória(s): (X) Sim ( ) Não Quantitativo de Elevatórias: 3 Emissário de Efluente Tratado: Extensão: Aproximadamente 200 metros. Forma de lançamento da ETE: ( ) Dissipador de energia (X) Tubulação emersa ( ) Tubulação imersa ( ) Outro
87 Nome do Corpo Receptor: Baía de Vitória Coordenadas UTM do Ponto de Lançamento de Efluente Tratado da Estação de Tratamento de Esgoto: Coordenadas: 24K S W Datum: WGS 84 Informações Gerais A área da ETE está inserida em Unidade(s) de Conservação (UC) ou em sua zona de amortecimento. ( ) Sim (X) Não Possui Anuência(s) do(s) Gestor(es) da(s) Unidade(s): ( ) Sim ( ) Não A Estação encontra-se inserida em Área(s) de Preservação Permanente APP (ao longo dos rios ou de outro qualquer curso d'água nas nascentes, ao redor das lagoas, lagos ou reservatórios d'água, naturais ou artificiais, no topo de morros, montes, montanhas e serras, nas restingas, dentre outros). ( ) Sim (X) Não Realizou compensação. ( ) Não ( ) Sim, Nº do processo e protocolo Gerenciamento de Resíduos ETE não está em carga, informações abaixo está conforme PGRS. Há coleta seletiva no empreendimento: ( ) Sim ( ) Não Forma de acondicionamento dos resíduos: Do Gradeamento: caixa de resíduo Da Caixa de areia: UGR CIVIT I Lodo: leito de secagem (lodo do reator UASB) Outros: sobrenadantes e escumas: caixa de resíduos Destinação Final dos Resíduos: Do Gradeamento: UGR CIVIT I / Aterro Sanitário Da Caixa de areia: UGR CIVIT I / Aterro Sanitário Lodo: UGR CIVIT I / Aterro Sanitário Outros: sobrenadantes e escumas: UGR CIVIT I / Aterro Sanitário
88 Croqui da Estação (área interna e unidades) Fluxograma do tratamento Afluente Gradeamento/ Caixa de areia UASB UASB Lagoa Facultativa Efluente Final
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90 ANEXO I - FORMULÁRIO INTEGRADO DE CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO - FICE Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Dados Gerais N do Processo de Licenciamento: Nome da ETE: Laranjeiras Coordenada UTM da Estação: E N Datum: WGS 84 Informação sobre a Atividade Endereço da Estação: Rodovia Norte Sul, s/nº, Jardim Limoeiro Município: Serra Ponto de Referência: Atrás do Cond. Aldeia Marabás Localização: (X) Zona Urbana ( ) Zona Rural Situação do Empreendimento: ( ) instalado porém não operante (X) em operação Tipo e N da última Licença obtida: (X) não possui licença Vazão Projetada (final de plano): 22 l/s Vazão de Enquadramento: 22 l/s Vazão média atual de operação: 25 l/s (estação em operação) Eficiência Projetada para remoção de Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO): 75 % População a ser atendida (final de plano): habitantes, para o ano de. População atual (atendida ou a ser atendida): habitantes (2006). Abrangência da Estação (bairros, distrito - citar nomes): Parque Residencial Laranjeiras, parte do bairro Santa Luzia (parte do condomínio Aldeia dos Marabás)
91 Possui Unidades Dispensadas de Licenciamento: (X) Sim ( ) Não Nº da Dispensa Unidade Dispensada Coordenadas UTM Datum WGS 84, para elevatórias. 2068/ m de rede coletora de esgoto Endereço (rua, bairro, município) Laranjeiras
92 Tipo de Tratamento: ( ) Lodos ativados convencional com ( ) Tratamento primário (tanques sépticos) ( ) Tanque séptico + filtro anaeróbio ( ) Lagoa anaeróbia - lagoa facultativa ( ) Lagoa anaeróbia + lagoa facultativa + lagoa de maturação ( ) UASB + lodos ativados ( ) UASB + biofiltro aerado submerso ( ) UASB + filtro aneróbio ( ) UASB + flotação por ar dissolvido ( ) UASB + lagoas de polimento ( ) Lodos ativados convencional ( ) Lodos ativados - aeração prolongada ( ) Lodos ativados - batelada (aeração prolongada) remoção biológica de N ( ) Lodos ativados convencional com remoção biológica de N/P ( ) Biodisco (X) Outros: Lagoa aerada + lagoa facultativa Descrição do Estado de Conservação das Unidades operacionais O tratamento do esgoto na ETE acontece de forma que não há alterações significativas tanto no fluxo como no resultado dos parâmetros do efluente tratado. As unidades de tratamento, dispositivos e tubulações operação em condições adequadas que garantem a sua estanqueidade. As unidades operacionais encontram-se em bom estado de conservação e recebem periodicamente manutenção da sua cobertura verde com poda, capina e acero da vegetação ao longo da cerca e muros e dos acessos aos pontos de coleta; caiação de rip-rap, unidades do tratamento preliminar, caixas de inspeção e demais dispositivos em alvenaria e/ou concreto e limpeza de canaletas de drenagem.
93 São previstos de acordo com identificação in loco ou conforme planejamento pinturas, manutenção civil ou até mesmo substituição de dispositivos que apresentem alguma avaria ou estado adiantado de deterioração. De forma a garantir o bom estado de conservação foram realizadas ao longo dos últimos cinco anos as seguintes intervenções: complementação da pavimentação de acesso a ETE, execução de trecho complementar de cerca, reforma do portão de acesso, substituição da grade do tratamento preliminar, reforma e pintura da casa de operação, pintura de letreiro CESAN, construção de caixa de resíduo, remoção total de lodo da primeira lagoa, instalação de aeradores de superfície. As instalações elétricas do sistema de aeração superficial são objeto de manutenção preventiva periódica e manutenção corretiva. De modo a identificar junto à comunidade do entorno à ETE, a mesma possui comunicação visual por meio de placas alertando as atividades desenvolvidas internamente, os perigos que a população está sujeita, proibição de entrada por ser propriedade particular e qualquer outra informação pertinente ao processo visando sempre à segurança tanto da população quanto dos funcionários encarregados. Visando uma destinação final adequada dos resíduos gerado pela estação, os mesmos, depois de removidos e depositados em caixas de resíduos são transportados para aterro sanitário devidamente licenciado junto aos órgãos fiscalizadores competentes.
94 Informações Operacionais Possui Operador: (X) Sim ( ) Não Gradeamento: (X) Sim ( ) Não Caixa de Areia: (X) Sim ( ) Não Medidor de Vazão: Estado de Conservação: (X) bom ( ) ruim Estado de Conservação: (X) bom ( ) ruim Entrada: (X) Sim ( ) Não Tipo: ( ) Calha Parshal (X) Vertedor Triangular ( ) Vertedor Retangular ( ) Eletrônico Saída: (X) Sim ( ) Não Tipo: ( ) Calha Parshal (X) Vertedor Triangular ( ) Vertedor Retangular ( ) Eletrônico Queimador de Gás: ( ) Sim (X) Não Está em operação: ( ) Sim ( ) Não Monitoramento do Efluente: (X) Sim ( ) Não Unid. Desinfecção: ( ) Sim (X) Não Qual : Leito de Secagem: ( ) Sim (X) Não Quantidade: Cercamento da área: (X) Sim ( ) Não Qual: Muro Cerca Viva na área: ( ) Sim (X) Não Cortina vegetal: (X) Sim ( ) Não Situação: (X) bom ( ) ruim Sist. de drenagem: (X) Sim ( ) Não Estado de conservação: (X) bom ( ) ruim Existe elevatória(s): ( ) Sim (X) Não Quantitativo de Elevatórias: Emissário de Efluente Tratado: Extensão: Aproximadamente 100 metros. Forma de lançamento da ETE: ( ) Dissipador de energia (X) Tubulação emersa ( )
95 Tubulação imersa ( ) Outro Nome do Corpo Receptor: Afluente Córrego Laranjeiras Coordenadas UTM do Ponto de Lançamento de Efluente Tratado da Estação de Tratamento de Esgoto: Coordenadas: 24K S W Datum: WGS 84 Informações Gerais A área da ETE está inserida em Unidade(s) de Conservação (UC) ou em sua zona de amortecimento. ( ) Sim (X) Não Possui Anuência(s) do(s) Gestor(es) da(s) Unidade(s): ( ) Sim ( ) Não A Estação encontra-se inserida em Área(s) de Preservação Permanente APP (ao longo dos rios ou de outro qualquer curso d'água nas nascentes, ao redor das lagoas, lagos ou reservatórios d'água, naturais ou artificiais, no topo de morros, montes, montanhas e serras, nas restingas, dentre outros). (X) Sim ( ) Não Realizou compensação. ( ) Não ( ) Sim, Nº do processo e protocolo Gerenciamento de Resíduos Há coleta seletiva no empreendimento: ( ) Sim (X) Não Forma de acondicionamento dos resíduos: Do Gradeamento: Caixa de resíduos Da Caixa de areia: Caixa de resíduos Lodo: Aterro sanitário Outros: Sobrenadante: Caixa de resíduos Destinação Final dos Resíduos: Do Gradeamento: UGR CIVIT I / Aterro sanitário Da Caixa de areia: UGR CIVIT I / Aterro sanitário Lodo: Aterro sanitário Outros: Sobrenadante: UGR CIVIT I / Aterro sanitário
96 Croqui da Estação (área interna e unidades) Fluxograma do tratamento
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98 ANEXO I - FORMULÁRIO INTEGRADO DE CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO - FICE Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Dados Gerais N do Processo de Licenciamento: Nome da ETE: Nova Carapina Coordenada UTM da Estação: E N Datum: WGS 84 Informação sobre a Atividade Endereço da Estação: Rodovia Norte Sul, s/nº, Nova Carapina Município: Serra Ponto de Referência: Chegada do bairro Nova Carapina I sentido Rodovia Norte Sul Localização: (X) Zona Urbana ( ) Zona Rural Situação do Empreendimento: ( ) instalado porém não operante (X) em operação Tipo e N da última Licença obtida: (X) não possui licença Vazão Projetada (final de plano): 12,7 l/s Vazão de Enquadramento: 12,7 l/s Vazão média atual de operação: 2,9 l/s (estação em operação) Eficiência Projetada para remoção de Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO): 75 % População a ser atendida (final de plano): habitantes, para o ano de. População atual (atendida ou a ser atendida): habitantes (2006). Abrangência da Estação (bairros, distrito - citar nomes): Nova Carapina I e Nova Carapina II.
99 Possui Unidades Dispensadas de Licenciamento: (X) Sim ( ) Não Nº da Dispensa Unidade Dispensada Endereço (rua, bairro, município) Coordenadas UTM Datum WGS 84, para elevatórias. 604/2009 EEEB Nova Carapina I Rua três corações, Nova Carapina I, Serra 605/2009 EEEB Nova Carapina II Rua Cumbuquira, Nova Carapina 2076/ m de rede coletora de esgoto II, Serra Nova Carapina
100 Tipo de Tratamento: ( ) Tratamento primário (tanques sépticos) ( ) Tanque séptico + filtro anaeróbio (X) Lagoa anaeróbia - lagoa facultativa ( ) Lagoa anaeróbia + lagoa facultativa + lagoa de maturação ( ) UASB + lodos ativados ( ) UASB + biofiltro aerado submerso ( ) UASB + filtro aneróbio ( ) UASB + flotação por ar dissolvido ( ) UASB + lagoas de polimento ( ) Lodos ativados convencional ( ) Lodos ativados - aeração prolongada ( ) Lodos ativados - batelada (aeração prolongada) ( ) Lodos ativados convencional com remoção biológica de N ( ) Lodos ativados convencional com remoção biológica de N/P ( ) Biodisco ( ) Outros Descrição do Estado de Conservação das Unidades operacionais O tratamento do esgoto na ETE acontece de forma que não há alterações significativas tanto no fluxo como no resultado dos parâmetros do efluente tratado. As unidades de tratamento, dispositivos e tubulações operação em condições adequadas que garantem a sua estanqueidade. As unidades operacionais encontram-se em bom estado de conservação e recebem periodicamente manutenção da sua cobertura verde com poda, capina e acero da vegetação ao longo da cerca e muros e dos acessos aos pontos de coleta; caiação de rip-rap, unidades do tratamento preliminar, caixas de inspeção e demais dispositivos em alvenaria e/ou concreto e limpeza de canaletas de drenagem.
101 São previstos de acordo com identificação in loco ou conforme planejamento pinturas, manutenção civil ou até mesmo substituição de dispositivos que apresentem alguma avaria ou estado adiantado de deterioração. De forma a garantir o bom estado de conservação foram realizadas ao longo dos últimos cinco anos as seguintes interveções: substituição de comportas e chicanas em fibra de vidro, reparo na cerca, substituição de rampa de acesso a caixa de resíduos, substituição de grade do tratamento preliminar. De modo a identificar junto à comunidade do entorno à ETE, a mesma possui comunicação visual por meio de placas alertando as atividades desenvolvidas internamente, os perigos que a população está sujeita, proibição de entrada por ser propriedade particular e qualquer outra informação pertinente ao processo visando sempre à segurança tanto da população quanto dos funcionários encarregados. Visando uma destinação final adequada dos resíduos gerado pela estação, os mesmos, depois de removidos e depositados em caixas de resíduos são transportados para aterro sanitário devidamente licenciado junto aos órgãos fiscalizadores competentes. Informações Operacionais Possui Operador: (X) Sim ( ) Não Gradeamento: (X) Sim ( ) Não Caixa de Areia: (X) Sim ( ) Não Medidor de Vazão: Estado de Conservação: ( ) bom (X) ruim Estado de Conservação: ( ) bom (X) ruim Entrada: (X) Sim ( ) Não Tipo: ( ) Calha Parshal (X) Vertedor Triangular ( ) Vertedor Retangular ( ) Eletrônico Saída: (X) Sim ( ) Não Tipo: ( ) Calha Parshal (X) Vertedor Triangular
102 ( ) Vertedor Retangular ( ) Eletrônico Queimador de Gás: ( ) Sim (X) Não Está em operação: ( ) Sim ( ) Não Monitoramento do Efluente: (X) Sim ( ) Não Unid. Desinfecção: ( ) Sim (X) Não Qual : Leito de Secagem: ( ) Sim (X) Não Quantidade: Cercamento da área: (X) Sim ( ) Não Qual: Arame Farpado Cerca Viva na área: (X) Sim ( ) Não Cortina vegetal: (X) Sim ( ) Não Situação: ( ) bom (X) ruim Sist. de drenagem: (X) Sim ( ) Não Estado de conservação: (X) bom ( ) ruim Existe elevatória(s): (X) Sim ( ) Não Quantitativo de Elevatórias: 2 Emissário de Efluente Tratado: Extensão: Aproximadamente 36 metros. Forma de lançamento da ETE: ( ) Dissipador de energia (X) Tubulação emersa ( ) Tubulação imersa ( ) Outro Nome do Corpo Receptor: Córrego Barro Branco Coordenadas UTM do Ponto de Lançamento de Efluente Tratado da Estação de Tratamento de Esgoto: Coordenadas: 24K S W Datum: WGS 84 Informações Gerais A área da ETE está inserida em Unidade(s) de Conservação (UC) ou em sua zona de amortecimento. ( ) Sim (X) Não Possui Anuência(s) do(s) Gestor(es) da(s) Unidade(s): ( ) Sim ( ) Não A Estação encontra-se inserida em Área(s) de Preservação Permanente APP (ao longo dos rios ou de outro qualquer curso d'água nas nascentes, ao redor das lagoas, lagos ou reservatórios d'água, naturais ou artificiais, no topo de morros, montes, montanhas e serras, nas restingas, dentre outros). (X) Sim ( ) Não Realizou compensação. ( ) Não ( ) Sim, Nº do processo e protocolo
103 Gerenciamento de Resíduos Há coleta seletiva no empreendimento: ( ) Sim (X) Não Forma de acondicionamento dos resíduos: Do Gradeamento: Caixa de resíduos Da Caixa de areia: Caixa de resíduos Lodo: Outros: Sobrenadante: Caixa de resíduos Destinação Final dos Resíduos: Do Gradeamento: UGR CIVIT I / Aterro sanitário Da Caixa de areia: UGR CIVIT I / Aterro sanitário Lodo: Outros: UGR CIVIT I / Aterro sanitário
104 Croqui da Estação (área interna e unidades) Fluxograma do tratamento
105
106 ANEXO I - FORMULÁRIO INTEGRADO DE CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO - FICE Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Dados Gerais N do Processo de Licenciamento: Nome da ETE: Mata da Serra Coordenada UTM da Estação: E N Datum: WGS 84 Informação sobre a Atividade Endereço da Estação: Rua Mestre Álvaro, s/nº, Mata da Serra Município: Serra Ponto de Referência: Próximo ao Centro Comunitário do bairro Localização: (X) Zona Urbana ( ) Zona Rural Situação do Empreendimento: ( ) instalado porém não operante (X) em operação Tipo e N da última Licença obtida: Licença de Instalação nº 735/1999 ( ) não possui licença Vazão Projetada (final de plano): 6,0 l/s Vazão de Enquadramento: 6,0 l/s Vazão média atual de operação: 3,0 l/s (estação em operação) Eficiência Projetada para remoção de Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO): 75 % População a ser atendida (final de plano): habitantes, para o ano de. População atual (atendida ou a ser atendida): habitantes (2006). Abrangência da Estação (bairros, distrito - citar nomes): Mata da Serra
107 Possui Unidades Dispensadas de Licenciamento: (X) Sim ( ) Não Nº da Dispensa Unidade Dispensada Coordenadas UTM Datum WGS 84, para elevatórias m de rede coletora de 2075/2013 esgoto Endereço (rua, bairro, município) Mata da Serra
108 Tipo de Tratamento: ( ) Tratamento primário (tanques sépticos) ( ) Tanque séptico + filtro anaeróbio ( ) Lagoa anaeróbia - lagoa facultativa ( ) Lagoa anaeróbia + lagoa facultativa + lagoa de maturação ( ) UASB + lodos ativados ( ) UASB + biofiltro aerado submerso ( ) UASB + filtro aneróbio ( ) UASB + flotação por ar dissolvido ( ) UASB + lagoas de polimento ( ) Lodos ativados convencional ( ) Lodos ativados - aeração prolongada ( ) Lodos ativados - batelada (aeração prolongada) ( ) Lodos ativados convencional com remoção biológica de N ( ) Lodos ativados convencional com remoção biológica de N/P ( ) Biodisco (X) Outros: Lagoa Facultativa Descrição do Estado de Conservação das Unidades operacionais O tratamento do esgoto na ETE acontece de forma que não há alterações significativas tanto no fluxo como no resultado dos parâmetros do efluente tratado. As unidades de tratamento, dispositivos e tubulações operação em condições adequadas que garantem a sua estanqueidade. As unidades operacionais encontram-se em bom estado de conservação e recebem periodicamente manutenção da sua cobertura verde com poda, capina e acero da vegetação ao longo da cerca e muros e dos acessos aos pontos de coleta; caiação de rip-rap, unidades do tratamento preliminar, caixas de inspeção e demais dispositivos em alvenaria e/ou concreto e limpeza de canaletas de drenagem.
109 São previstos de acordo com identificação in loco ou conforme planejamento pinturas, manutenção civil ou até mesmo substituição de dispositivos que apresentem alguma avaria ou estado adiantado de deterioração. De forma a garantir o bom estado de conservação foram realizadas ao longo dos últimos cinco anos as seguintes intervenções: remoção de lodo da lagoa por sucção, execução de novas caixas de chegada (esgoto afluente) e saída (efluente) e de passagem, recuperação e execução completa do rip rap, do meio fio e das calçadas no entorno da lagoa, execução de nova caixa de areia com medidor de vazão, pintura da casa de operação, pintura do letreiro CESAN, recuperação de caixa de resíduos, De modo a identificar junto à comunidade do entorno à ETE, a mesma possui comunicação visual por meio de placas alertando as atividades desenvolvidas internamente, os perigos que a população está sujeita, proibição de entrada por ser propriedade particular e qualquer outra informação pertinente ao processo visando sempre à segurança tanto da população quanto dos funcionários encarregados. Visando uma destinação final adequada dos resíduos gerado pela estação, os mesmos, depois de removidos e depositados em caixas de resíduos são transportados para aterro sanitário devidamente licenciado junto aos órgãos fiscalizadores competentes.
110 Informações Operacionais Possui Operador: (X) Sim ( ) Não Gradeamento: (X) Sim ( ) Não Caixa de Areia: (X) Sim ( ) Não Medidor de Vazão: Estado de Conservação: (X) bom ( ) ruim Estado de Conservação: (X) bom ( ) ruim Entrada: (X) Sim ( ) Não Tipo: ( ) Calha Parshal (X) Vertedor Triangular ( ) Vertedor Retangular ( ) Eletrônico Saída: (X) Sim ( ) Não Tipo: ( ) Calha Parshal (X) Vertedor Triangular ( ) Vertedor Retangular ( ) Eletrônico Queimador de Gás: ( ) Sim (X) Não Está em operação: ( ) Sim ( ) Não Monitoramento do Efluente: (X) Sim ( ) Não Unid. Desinfecção: ( ) Sim (X) Não Qual : Leito de Secagem: (X) Sim ( ) Não Quantidade: 1 célula Cercamento da área: (X) Sim ( ) Não Qual: Arame Farpado Cerca Viva na área: ( ) Sim (X) Não Cortina vegetal: (X) Sim ( ) Não Situação: (X) bom ( ) ruim Sist. de drenagem: ( ) Sim (X) Não Estado de conservação: ( ) bom ( ) ruim Existe elevatória(s): ( ) Sim (X) Não Quantitativo de Elevatórias: Emissário de Efluente Tratado: Extensão: Aproximadamente 30 metros. Forma de lançamento da ETE: ( ) Dissipador de energia (X ) Tubulação emersa ( )
111 Tubulação imersa ( ) Outro: Nome do Corpo Receptor: Afluente Córrego Barro Branco Coordenadas UTM do Ponto de Lançamento de Efluente Tratado da Estação de Tratamento de Esgoto: Coordenadas: 24K S W Datum: WGS 84 Informações Gerais A área da ETE está inserida em Unidade(s) de Conservação (UC) ou em sua zona de amortecimento. ( ) Sim (X) Não Possui Anuência(s) do(s) Gestor(es) da(s) Unidade(s): ( ) Sim ( ) Não A Estação encontra-se inserida em Área(s) de Preservação Permanente APP (ao longo dos rios ou de outro qualquer curso d'água nas nascentes, ao redor das lagoas, lagos ou reservatórios d'água, naturais ou artificiais, no topo de morros, montes, montanhas e serras, nas restingas, dentre outros). (X) Sim ( ) Não Realizou compensação. ( ) Não ( ) Sim, Nº do processo e protocolo Gerenciamento de Resíduos Há coleta seletiva no empreendimento: ( ) Sim (X) Não Forma de acondicionamento dos resíduos: Do Gradeamento: Caixa de resíduos Da Caixa de areia: Caixa de resíduos Lodo: Aterro Sanitário Outros: Sobrenadante: Caixa de resíduos Destinação Final dos Resíduos: Do Gradeamento: UGR CIVIT I / Aterro sanitário Da Caixa de areia: UGR CIVIT I / Aterro sanitário Lodo: Aterro Sanitário
112 Outros: UGR CIVIT I / Aterro sanitário
113 Croqui da Estação (área interna e unidades) Fluxograma do tratamento
114
115 ANEXO I - FORMULÁRIO INTEGRADO DE CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO - FICE Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Dados Gerais N do Processo de Licenciamento: Nome da ETE: Serra Dourada Coordenada UTM da Estação: E N Datum: WGS 84 Informação sobre a Atividade Endereço da Estação: Av. Vitória, s/nº, Serra Dourada I Município: Serra Ponto de Referência: Em frente a praça de Serra Dourada I Localização: (X) Zona Urbana ( ) Zona Rural Situação do Empreendimento: ( ) instalado porém não operante (X) em operação Tipo e N da última Licença obtida: (X) não possui licença Vazão Projetada (final de plano): 27 l/s Vazão de Enquadramento: 27 l/s Vazão média atual de operação: 10,6 l/s (estação em operação) Eficiência Projetada para remoção de Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO): 75 % População a ser atendida (final de plano): habitantes, para o ano de. População atual (atendida ou a ser atendida): habitantes (2006). Abrangência da Estação (bairros, distrito - citar nomes): Serra Dourada I, II e III
116 Possui Unidades Dispensadas de Licenciamento: (X) Sim ( ) Não Nº da Dispensa Unidade Dispensada Coordenadas UTM Datum WGS 84, para elevatórias m de rede coletora de 2077/2013 esgoto Endereço (rua, bairro, município) Serra Dourada 596/2009 EE Pororoca Rua Pororoca, Serra dourada I, Serra. 597/2009 EEE Coral Direito Rua coral, Serra dourada I, Serra. 598/2009 EEE Coral Esquerdo Rua Ametista, Serra dourada I, Serra. 599/2009 EEE Rio de Janeiro Rua Flamboyant, Serra Dourada I, Serra. 600/2009 EEE Cuminã Rua Cuminã, Serra dourada II, Serra. 601/2009 EEE Goiânia Rua /Goiânia, Serra dourada II, Serra. 602/2009 Irerê Rua Acauã, Serra dourada III, Serra.
117 Tipo de Tratamento: ( ) Tratamento primário (tanques sépticos) ( ) Tanque séptico + filtro anaeróbio (X) Lagoa anaeróbia - lagoa facultativa ( ) Lagoa anaeróbia + lagoa facultativa + lagoa de maturação ( ) UASB + lodos ativados ( ) UASB + biofiltro aerado submerso ( ) UASB + filtro aneróbio ( ) UASB + flotação por ar dissolvido ( ) UASB + lagoas de polimento ( ) Lodos ativados convencional ( ) Lodos ativados - aeração prolongada ( ) Lodos ativados - batelada (aeração prolongada) ( ) Lodos ativados convencional com remoção biológica de N ( ) Lodos ativados convencional com remoção biológica de N/P ( ) Biodisco ( ) Outros Descrição do Estado de Conservação das Unidades operacionais O tratamento do esgoto na ETE acontece de forma que não há alterações significativas tanto no fluxo como no resultado dos parâmetros do efluente tratado. As unidades de tratamento, dispositivos e tubulações operação em condições adequadas que garantem a sua estanqueidade. As unidades operacionais encontram-se em bom estado de conservação e recebem periodicamente manutenção da sua cobertura verde com poda, capina e acero da vegetação ao longo da cerca e muros e dos acessos aos pontos de coleta; caiação de rip-rap, unidades do tratamento preliminar, caixas de inspeção e demais dispositivos em alvenaria e/ou concreto e limpeza de canaletas de drenagem.
118 São previstos de acordo com identificação in loco ou conforme planejamento pinturas, manutenção civil ou até mesmo substituição de dispositivos que apresentem alguma avaria ou estado adiantado de deterioração. De forma a garantir o bom estado de conservação foram realizadas ao longo dos últimos cinco anos as seguintes intervenções: pintura da casa de operação, pintura do letreiro CESAN, substituição de chicanas e comportas em fibra de vidro, substituição e tampas de aço para caixa de passagem, complementação da pavimentação, execução de meio fio na via e em torno das lagoas, construção de nova caixa de areia, substituição de grades do tratamento preliminar, recomposição de caixas de ponto de coleta, reparo no rip rap, execução de calçadas no entorno das lagoas, acero e remoção de resíduos urbanos do corpo receptor na área de divisa com a ETE. As instalações elétricas das unidades de bombeamento internas à ETE são objeto de manutenção preventiva periódica e manutenção corretiva. De modo a identificar junto à comunidade do entorno à ETE, a mesma possui comunicação visual por meio de placas alertando as atividades desenvolvidas internamente, os perigos que a população está sujeita, proibição de entrada por ser propriedade particular e qualquer outra informação pertinente ao processo visando sempre à segurança tanto da população quanto dos funcionários encarregados. Visando uma destinação final adequada dos resíduos gerado pela estação, os mesmos, depois de removidos e depositados em caixas de resíduos são transportados para aterro sanitário devidamente licenciado junto aos órgãos fiscalizadores competentes.
119 Informações Operacionais Possui Operador: (X) Sim ( ) Não Gradeamento: (X) Sim ( ) Não Caixa de Areia: (X) Sim ( ) Não Medidor de Vazão: Estado de Conservação: (X) bom ( ) ruim Estado de Conservação: (X) bom ( ) ruim Entrada: (X) Sim ( ) Não Tipo: ( ) Calha Parshal (X) Vertedor Triangular ( ) Vertedor Retangular ( ) Eletrônico Saída: (X) Sim ( ) Não Tipo: ( ) Calha Parshal (X) Vertedor Triangular ( ) Vertedor Retangular ( ) Eletrônico Queimador de Gás: ( ) Sim (X) Não Está em operação: ( ) Sim ( ) Não Monitoramento do Efluente: (X) Sim ( ) Não Unid. Desinfecção: ( ) Sim (X) Não Qual : Leito de Secagem: (X) Sim ( ) Não Quantidade: 1 célula Cercamento da área: (X) Sim ( ) Não Qual: Tela /Arame Farpado Cerca Viva na área: ( ) Sim (X) Não Cortina vegetal: (X) Sim ( ) Não Situação: (X) bom ( ) ruim Sist. de drenagem: (X) Sim ( ) Não Estado de conservação: (X) bom ( ) ruim Existe elevatória(s): (X) Sim ( ) Não Quantitativo de Elevatórias: 8 Emissário de Efluente Tratado: Extensão: Aproximadamente 25 metros. Forma de lançamento da ETE: ( ) Dissipador de energia (X) Tubulação emersa ( )
120 Tubulação imersa ( ) Outro Nome do Corpo Receptor: Afluente Córrego Dr Robson Coordenadas UTM do Ponto de Lançamento de Efluente Tratado da Estação de Tratamento de Esgoto: Coordenadas: 24K S W Datum: WGS 84 Informações Gerais A área da ETE está inserida em Unidade(s) de Conservação (UC) ou em sua zona de amortecimento. ( ) Sim (X) Não Possui Anuência(s) do(s) Gestor(es) da(s) Unidade(s): ( ) Sim ( ) Não A Estação encontra-se inserida em Área(s) de Preservação Permanente APP (ao longo dos rios ou de outro qualquer curso d'água nas nascentes, ao redor das lagoas, lagos ou reservatórios d'água, naturais ou artificiais, no topo de morros, montes, montanhas e serras, nas restingas, dentre outros). (X) Sim ( ) Não Realizou compensação. ( ) Não ( ) Sim, Nº do processo e protocolo Gerenciamento de Resíduos Há coleta seletiva no empreendimento: ( ) Sim (X) Não Forma de acondicionamento dos resíduos: Do Gradeamento: Caixa de resíduos Da Caixa de areia: Caixa de resíduos Lodo: Aterro Sanitário Outros: Sobrenadante: Caixa de resíduos Destinação Final dos Resíduos: Do Gradeamento: UGR CIVIT I / Aterro sanitário Da Caixa de areia: UGR CIVIT I / Aterro sanitário Lodo: Aterro Sanitário
121 Outros: UGR CIVIT I / Aterro sanitário
122 Croqui da Estação (área interna e unidades) Fluxograma do tratamento
Secretaria Municipal de meio Ambiente
SISTEMA DE INFORMAÇÃO E DIAGNÓSTICO Deverá ser apresentado relatório de conformidade comprovando o atendimento dos limites de exposição a campos elétricos, magnéticos e eletromagnéticos, na faixa de radiofreqüências
SUMARÉ RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO TÉCNICA DOS SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO DO MUNICÍPIO DE. Relatório R3 Continuação do Diagnóstico e Não Conformidades
RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO TÉCNICA DOS SISTEMAS DE ÁGUA E ESGOTO DO MUNICÍPIO DE SUMARÉ PRESTADOR: DAE DEPARTAMENTO DE ÁGUA E ESGOTO Relatório R3 Continuação do Diagnóstico e Não Conformidades Americana,
1. Sistemas de Esgotamento Sanitário
1. Sistemas de Esgotamento Sanitário CLASSE PATR. IMOBILIZADO Dt.incorp. Descrição Local 821 30034 200000030-0 31/12/1997 Terreno da EEE(3º Etapa, área doada conj.) 821 30035 200000031-0 31/12/1997 Terreno
O processo de tratamento da ETE-CARIOBA é composto das seguintes unidades principais:
1.0 ETE CARIOBA A Estação de Tratamento de Esgotos Sanitários denominada ETE- CARIOBA é responsável pelo tratamento de esgotos coletados pelo sistema publico de esgotos sanitários na principal bacia da
Secretaria Municipal de meio Ambiente
SISTEMA DE INFORMAÇÃO E DIAGNÓSTICO É expressamente proibido qualquer tipo de intervenção em Área de Preservação Permanente. Deverá ser observada rigorosamente a formatação deste formulário, não sendo
RELATÓRIO ANUAL DO SISTEMA DE TRATAMENTO DE ESGOTOS - 2011
RELATÓRIO ANUAL DO SISTEMA DE TRATAMENTO DE ESGOTOS - 2011 INTRODUÇÃO: O objetivo deste relatório é apresentar os resultados, do ano de 2011, de qualidade dos efluentes da estação de tratamento de esgotos
Secretaria Municipal de meio Ambiente
SISTEMA DE INFORMAÇÃO E DIAGNÓSTICO É expressamente proibido qualquer tipo de intervenção em Área de Preservação Permanente. Deverá ser observada rigorosamente a formatação deste formulário, não sendo
Secretaria Municipal de meio Ambiente
SISTEMA DE INFORMAÇÃO E DIAGNÓSTICO É expressamente proibido qualquer tipo de intervenção em Área de Preservação Permanente. Deverá ser observada rigorosamente a formatação deste formulário, não sendo
Planilha de Supervisão do PAC no Canteiro de Obras da UHE Santo Antônio
s 1.0 Portaria 1.1 Limpeza da área 1.2 Destinação dos resíduos 1.3 Efluentes 2.0 Brigada de incêndio 2.1 Limpeza da área s 2.2 Destinação dos resíduos 3.0 Estação de tratamento de esgoto - ETE Tratamento
Eficiência de remoção de DBO dos principais processos de tratamento de esgotos adotados no Brasil
Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo - SABESP Associação das Empresas de Saneamento Básico Estaduais - AESBE Eficiência de remoção de DBO dos principais processos de tratamento de esgotos
Protegida pelas últimas ramificações da Serra da Mantiqueira, em pleno vale do Rio Camanducaia.
MONTEALEGRE ALEGRE DO MONTE DOSUL SUL Protegida pelas últimas ramificações da Serra da Mantiqueira, em pleno vale do Rio Camanducaia. MONTE ALEGRE DO SUL Área 110,306 km² População (estimativa para 2014)
7.815,15 3.0 SERVIÇOS TÉCNICOS 3.1 Locação de valas com nivelamento m 8.186,62 0,75 1,19 1,94 15.882,04
PREFEITURA MUNICIPAL DE ALMIRANTE TAMANDARÉ DO SUL / RS SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO Planilia Orçamentária da Obra Sede do Município de Almirante Tamandaré do Sul / RS TC/PAC 0567 - FUNASA REDE COLETORA
Planilha de Supervisão do PAC no Canteiro de Obras da UHE Santo Antônio
1.0 Portaria 1.1 Limpeza da área 1.2 Destinação dos resíduos 1.3 Efluente 2.0 Paiol 2.1 Limpeza da área 2.2 Destinação dos resíduos 3.0 Aterro sanitário 3.1 Organização da área 3.2 Pátio de estoque Acúmulo
Elevatórias de Esgoto Sanitário. Profª Gersina N.R.C. Junior
Elevatórias de Esgoto Sanitário Profª Gersina N.R.C. Junior Estações Elevatórias de Esgoto Todas as vezes que por algum motivo não seja possível, sob o ponto de vista técnico e econômico, o escoamento
Secretaria Municipal de meio Ambiente
SISTEMA DE INFORMAÇÃO E DIAGNÓSTICO É expressamente proibido qualquer tipo de intervenção em Área de Preservação Permanente. Deverá ser observada rigorosamente a formatação deste formulário, não sendo
CÂMARA TEMÁTICA DE TRATAMENTO DE ESGOTOS NBR-12.209 ABNT
CÂMARA TEMÁTICA DE TRATAMENTO DE ESGOTOS NORMA BRASILEIRA PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS HIDRAULICO SANITÁRIOS DE ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTOS SANITÁRIOS NBR-12.209 ABNT Eduardo Pacheco Jordão, Dr.Eng.
Gerenciamento e Tratamento de Águas Residuárias - GTAR
Gerenciamento e Tratamento de Águas Residuárias - GTAR Segunda 15 às 17h IC III sala 16 Turma: 2015/1 Profª. Larissa Bertoldi [email protected] Aula de hoje.. Tratamento Preliminar Gradeamento Desarenador
PREFEITURA MUNICIPAL DE VOLTA REDONDA SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO DEPARTAMENTO DE ORÇAMENTO E CONTROLE PROGRAMA Nº- 148
PROGRAMA Nº- 148 GESTÃO E CONTROLE DE PERDAS FUNÇÃO: 17 SANEAMENTO SUB-FUNÇÃO: 512 SANEAMENTO BÁSICO URBANO - Reduzir perdas de água reais e aparentes; reduzir os custos de exploração, produção e distribuição
Sistemas Compactos de Tratamento de Esgotos Sanitários para Pequenos Municípios
Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Rio Jacuí - COAJU III Seminário Estadual sobre os Usos Múltiplos da Água Erechim, 30 de julho de 2010 Sistemas Compactos de Tratamento de Esgotos Sanitários
Instruções Técnicas Licenciamento Prévio para Destinação Final de RESIDUOS DE FOSSA SÉPTICA
Instruções Técnicas Licenciamento Prévio para Destinação Final de RESIDUOS DE FOSSA SÉPTICA DISA INSTRUÇÕES PARA PREENCHIMENTO: As instruções necessárias para o preenchimento da folha de rosto deste formulário,
Sumário. manua_pratic_05a_(1-8)_2014_cs4_01.indd 9 26/05/2014 15:40:32
Sumário Apresentação... 15 Capítulo 1 Qualidade da água e saneamento... 17 Referências bibliográficas...24 Capítulo 2... 25 Resumo geral da teoria... 25 2.1 Poluição e contaminação dos recursos hídricos...25
Numa fossa séptica não ocorre a decomposição aeróbia e somente ocorre a decomposição anaeróbia devido a ausência quase total de oxigênio.
As fossas sépticas são unidades de tratamento primário de esgoto doméstico nas quais são feitas a separação e a transformação físico-química da matéria sólida contida no esgoto. É uma maneira simples e
Localização: margem esquerda do ribeirão Arrudas (região outrora conhecida como Marzagânia) Tratamento preliminar: perímetro urbano de Belo Horizonte
ETE ARRUDAS DADOS GERAIS Localização: margem esquerda do ribeirão Arrudas (região outrora conhecida como Marzagânia) Tratamento preliminar: perímetro urbano de Belo Horizonte Demais unidades: município
1ª Oficina de Trabalho sobre Operação de Sistemas de Tratamento de Esgotos Sanitários. Tratamento de Esgoto da ABES Nacional Apoio: Seção São Paulo
1ª Oficina de Trabalho sobre Operação de Sistemas de Tratamento de Esgotos Sanitários Realização: Câmara Temática de Tratamento de Esgoto da ABES Nacional Apoio: Seção São Paulo ETE SAMAMBAIA Lodos Ativados
Secretaria Municipal de meio Ambiente
SISTEMA DE INFORMAÇÃO E DIAGNÓSTICO É expressamente proibido qualquer tipo de intervenção em Área de Preservação Permanente. Deverá ser observada rigorosamente a formatação deste formulário, não sendo
TRATAMENTO DE ESGOTO SANITÁRIO
TRATAMENTO DE ESGOTO SANITÁRIO Professor: André Luiz Montanheiro Rocha Disciplina: Gestão de Recursos Naturais 2ª COLÉGIO ESTADUAL PAULO LEMINSKI Com as mesmas seriedade e responsabilidade com que trata
RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO RF / DSB / 02/2012
AGERSA - Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos Delegados de Cachoeiro de Itapemirim RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO RF / DSB / 02/2012 Sistema de Esgotamento Sanitário SES de Córrego dos Monos
feam 304 A titularidade dos serviços de esgotamento sanitário do município foi concedida à COPASA, desde o ano de 2004.
304 Ibirité i - Diagnóstico O município de Ibirité, segundo dados do IBGE (2010), apresenta população total de 159.026 habitantes, sendo que 158.662 habitantes correspondem à população urbana e 364 à população
3.5 SANTOS DUMONT. Quanto ao sistema de esgotamento sanitário, sua operação e manutenção cabe a Prefeitura local, através da Secretaria de Obras.
Esta unidade compõe-se de três conjuntos moto-bombas idênticos, dos quais dois operam em paralelo, ficando o terceiro como unidade de reserva e/ou rodízio. Estão associados, cada um, a um motor elétrico
RELATÓRIO ANUAL DO SISTEMA DE TRATAMENTO DE ESGOTOS - 2012
RELATÓRIO ANUAL DO SISTEMA DE TRATAMENTO DE ESGOTOS - 2012 INTRODUÇÃO: O objetivo deste relatório é apresentar os resultados, do ano de 2012, de qualidade dos efluentes da estação de tratamento de esgotos
Química das Águas - parte 3
QUÍMICA AMBIENTAL Química das Águas - parte 3 Aula S07 - Purificação de águas poluídas (Tratamento de esgoto) Prof. Rafael Arromba de Sousa Departamento de Química UFJF 2º período de 2013 Recapitulando...
Planilha de Supervisão do PAC no Canteiro de Obras da UHE Santo Antônio
s ultrapassam o Justificativas para não 1.0 Portaria 1.1 Limpeza da área 1.2 Destinação dos resíduos 1.3 Efluentes 2.0 Brigada de incêndio 2.1 Limpeza da área 2.2 Destinação dos resíduos s ultrapassam
TRATAMENTO DE ESGOTO SANITÁRIO PALESTRANTE: ENG. JOSÉ ANTONIO MONTEIRO FERREIRA. www.mcleodferreira.com.br
TRATAMENTO DE ESGOTO SANITÁRIO PALESTRANTE: ENG. JOSÉ ANTONIO MONTEIRO FERREIRA McLEOD FERREIRA CONSULTORIA TÉCNICA E COMERCIAL S/C LTDA. www.mcleodferreira.com.br Limpando o Ar Pittsburgh Fonte: AWMA
CORSAN SISTEMA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO DE SANTA MARIA -RS
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