FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA
|
|
|
- Leandro Monteiro Barreto
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 2ª SÉRIE 1º BIMESTRE AUTORIA FERNANDA GONCALVES DE LAIA Rio de Janeiro 2013
2 TEXTO GERADOR I O romance Iracema, de José de Alencar, foi publicado em 1865 e simboliza o encontro entre europeus e indígenas, base da formação do povo brasileiro, segundo a visão da época. Com Iracema, Alencar apresenta a lenda da fundação do Ceará, simbolizada pelo relacionamento amoroso de Iracema, jovem da tribo dos Tabajaras, e Martim, um dos colonizadores portugueses que aportam na região. Martim enamora-se de Iracema. Como guardiã do segredo da Jurema, a jovem tabajara deve permanecer virgem. O amor entre a índia e o português, porém, supera os obstáculos e Iracema abandona sua tribo para viver com Martim. Dessa união, nasce Moacir (nome que significa filho da dor ), que representa a formação do povo brasileiro, fruto da miscigenação do sangue indígena com o português. Iracema Capítulo I Verdes mares bravios de minha terra natal, onde canta a jandaia nas frondes da carnaúba; Verdes mares, que brilhais como líquida esmeralda aos raios do sol nascente, perlongando as alvas praias ensombradas de coqueiros; Serenai, verdes mares, e alisai docemente a vaga impetuosa, para que o barco aventureiro manso resvale à flor das águas. Onde vai a afouta jangada, que deixa rápida a costa cearense, aberta ao fresco terral a grande vela? Onde vai como branca alcíone buscando o rochedo pátrio nas solidões do oceano? Três entes respiram sobre o frágil lenho que vai singrando veloce, mar em fora 2
3 Um jovem guerreiro cuja tez branca não cora o sangue americano; uma criança e um rafeiro que viram a luz no berço das florestas, e brincam irmãos, filhos ambos da mesma terra selvagem A lufada intermitente traz da praia um eco vibrante, que ressoa entre o marulho das vagas: Iracema! O moço guerreiro, encostado ao mastro, leva os olhos presos na sombra fugitiva da terra; a espaços o olhar empanado por tênue lágrima cai sobre o jirau, onde folgam as duas inocentes criaturas, companheiras de seu infortúnio. Nesse momento o lábio arranca d'alma um agro sorriso Que deixara ele na terra do exílio? Uma história que me contaram nas lindas várzeas onde nasci, à calada da noite, quando a lua passeava no céu argenteando os campos, e a brisa rugitava nos palmares. Refresca o vento. O rulo das vagas precipita. O barco salta sobre as ondas e desaparece no horizonte. Abre-se a imensidade dos mares, e a borrasca enverga, como o condor, as foscas asas sobre o abismo. Deus te leve a salvo, brioso e altivo barco, por entre as vagas revoltas, e te poje nalguma enseada amiga. Soprem para ti as brandas auras; e para ti jaspeie a bonança mares de leite! Enquanto vogas assim à discrição do vento, airoso barco, volva às brancas areias a saudade, que te acompanha, mas não se parte da terra onde revoa. Capítulo II Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema. 3
4 Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna e mais longos que seu talhe de palmeira. O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado. Mais rápida que a ema selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu?" onde campeava sua guerreira tribo da grande nação tabajara, o pé grácil e nu, mal roçando alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas. Um dia, ao pino do sol, ela repousava em um claro da floresta. Banhava-lhe o corpo a sombra da oiticica, mais fresca do que o orvalho da noite. Os ramos da acácia silvestre esparziam flores sobre os úmidos cabelos Escondidos na folhagem os pássaros ameigavam o canto. Iracema saiu do banho; o aljôfar d'água ainda a roreja, como à doce mangaba que corou em manhã de chuva Enquanto repousa, empluma das penas do gará as flechas de seu arco, e concerta com o sabiá da mata, pousado no galho próximo, o canto agreste A graciosa ará, sua companheira e amiga, brinca junto dela As vezes sobe aos ramos da árvore e de lá chama a virgem pelo nome; outras remexe o uru te palha matizada, onde traz a selvagem seus perfumes, os alvos fios do crautá, as agulhas da juçara com que tece a renda, e as tintas de que matiza o algodão. Rumor suspeito quebra a doce harmonia da sesta. Ergue a virgem os olhos, que o sol não deslumbra; sua vista perturba-se. Diante dela e todo a contemplá-la, está um guerreiro estranho, se é guerreiro e não algum mau espírito da floresta. Tem nas faces o branco das areias que bordam o mar; nos olhos o azul triste das águas profundas. Ignotas armas e tecidos ignotos cobrem-lhe o corpo. Foi rápido, como o olhar, o gesto de Iracema. A flecha embebida no arco partiu Gotas de sangue borbulham na face do desconhecido. De primeiro ímpeto, a mão lesta caiu sobre a cruz da espada, mas logo sorriu. 4
5 O moço guerreiro aprendeu na religião de sua mãe, onde a mulher é símbolo de ternura e amor. Sofreu mais d'alma que da ferida. [...] ALENCAR, José de. Iracema. 36ª ed. São Paulo: Editora Ática, 2002, p VOCABULÁRIO Agro: que demonstra dor ou mágoa. Alcíone: ave mitológica considerada pelos gregos como sinal de boa sorte, porque procurava o mar calmo para fazer seu ninho. Aljôfar: gota. Ará: periquito. Auras: ventos amenos. Crautá: bromélia da qual se tiram fios. Esparziam: espalhavam. Ignotas: estranhas, desconhecidas. Jandaia: designação comum a várias aves semelhantes, como papagaios e periquitos. Jaspeie: dê a algo o aspecto de jaspe, pedra ornamental de múltiplas cores. Jati: pequena abelha que produz mel bem doce. Jirau: estrado suspenso do chão por forquilhas. Juçara: palmeira de grandes espinhos. Matizada: tingida de diversas cores. 5
6 Oiticica: árvore frondosa. Perlongando: estendendo-se ao longo de. Poje: desembarque. Rafeiro: cão pastor. Roreja: banha gota a gota. Rugitava: sussurrava. Rulo: arrulhar. Terral: vento fraco, que sopra da terra para o mar durante a noite. Uiraçaba: estojo de flechas; aljava. Uru: cestinho. Vaga: onda. Veloce: (pouco usado) veloz. TEXTO GERADOR II Iracema Capítulo XV [...] Virgem formosa do sertão, esta é a ultima noite que teu hóspede dorme na cabana de Araquém, onde nunca viera, para teu bem e seu. Faze que seu sono seja alegre e feliz. Manda; Iracema te obedece. Que pode ela para tua alegria? O cristão falou submisso, para que não o ouvisse o velho Pajé: 6
7 A virgem de Tupã guarda os sonhos da jurema que são doces e saborosos! Um triste sorriso pungiu os lábios de Iracema: O estrangeiro vai viver para sempre à cintura da virgem branca; nunca mais seus olhos verão a filha de Araquém, e ele já quer que o sono feche suas pálpebras, e que o sonho o leve à terra de seus irmãos! O sono é o descanso do guerreiro, disse Martim; e o sonho a alegria d'alma. O estrangeiro não quer levar consigo a tristeza da terra hospedeira, nem deixá-la no coração de Iracema! A virgem ficou imóvel. Vai, e torna com o vinho de Tupã. Quando Iracema foi de volta, já o Pajé não estava na cabana; tirou a virgem do seio o vaso que ali trazia oculto sob a carioba de algodão entretecida de penas. Martim lhe arrebatou das mãos, e libou as gotas do verde e amargo licor. Agora podia viver com Iracema, e colher em seus lábios o beijo, que ali viçava entre sorrisos, como o fruto na corola da flor. Podia amá-la, e sugar desse amor o mel e o perfume, sem deixar veneno no seio da virgem. O gozo era vida, pois o sentia mais forte e intenso; o mal era sonho e ilusão, que da virgem não possuía senão a imagem. Iracema afastara-se opressa e suspirosa. Abriram-se os braços do guerreiro adormecido e seus lábios; o nome da virgem ressoou docemente. A juruti, que divaga pela floresta, ouve o terno arrulho do companheiro; bate as asas, e voa a conchegar-se ao tépido ninho. Assim a virgem do sertão, aninhou-se nos braços do guerreiro. 7
8 Quando veio a manhã, ainda achou Iracema ali debruçada, qual borboleta que dormiu no seio do formoso cacto. Em seu lindo semblante acendia o pejo vivos rubores; e como entre os arrebóis da manhã cintila o primeiro raio do sol, em suas faces incendidas rutilava o primeiro sorriso da esposa, aurora de fruído amor. A jandaia fugira ao romper d'alva e para não tornar mais à cabana. Vendo Martim a virgem unida ao seu coração, cuidou que o sonho continuava; cerrou os olhos para torná-los a abrir. A pocema dos guerreiros, troando pelo vale, o arrancou ao doce engano; sentiu que já não sonhava, mas vivia. Sua mão cruel abafou nos lábios da virgem o beijo que ali se espanejava. Os beijos de Iracema são doces no sonho; o guerreiro branco encheu deles sua alma. Na vida, os lábios da virgem de Tupã amargam e doem como o espinho da jurema. A filha de Araquém escondeu no coração a sua ventura. Ficou tímida e inquieta, como a ave que pressente a borrasca no horizonte. Afastou-se rápida, e partiu. As águas do rio banharam o corpo casto da recente esposa. Tupã já não tinha sua virgem na terra dos tabajaras [...] ALENCAR, José de. Iracema. 36ª ed. São Paulo: Editora Ática, 2002, p ATIVIDADE DE USO DA LÍNGUA QUESTÃO 1 As diversas comparações e metáforas presentes ao longo do romance Iracema são responsáveis pela criação do tom poético da obra. É possível, no trecho lido, verificar uma integração entre as ações e descrições das personagens e os elementos da paisagem. Releia: 8
9 Quando veio a manhã, ainda achou Iracema ali debruçada, qual borboleta que dormiu no seio do formoso cacto. Em seu lindo semblante acendia o pejo vivos rubores; e como entre os arrebóis da manhã cintila o primeiro raio do sol, em suas faces incendidas rutilava o primeiro sorriso da esposa, aurora de fruído amor. a) A manhã que surge ainda encontra a índia junto de Martim. Em seu rosto brilha um sorriso, o primeiro sorriso de esposa. A que elemento da paisagem é comparado o sorriso de Iracema? b) O que essa comparação revela sobre esse momento da vida de Iracema? Habilidade trabalhada Identificar as figuras de linguagem presentes na estética romântica. Resposta comentada a) Para responder esta questão, é importante que o aluno saiba que a comparação consiste na aproximação entre dois objetos por meio de uma característica semelhante entre eles, dando a um as características do outro e ligados por conectivos explícitos. O sorriso de Iracema é comparado ao primeiro raio do sol que cintila entre os arrebóis da manhã. Quando veio a manhã, ainda achou Iracema ali debruçada, qual borboleta que dormiu no seio do formoso cacto. Em seu lindo semblante acendia o pejo vivos rubores; e como entre os arrebóis da manhã cintila o primeiro raio do sol, em suas faces incendidas rutilava o primeiro sorriso da esposa, aurora de fruído amor. 9
10 b) A comparação enfatiza a nova condição de Iracema, que nasce para uma nova vida. Ela não é mais a virgem de Tupã, ela traz agora o primeiro sorriso de esposa. QUESTÃO 2 Coesão textual é um mecanismo que permite unidade entre as diversas partes que compõem o texto. Há, portanto, coesão, quando seus vários elementos estão articulados entre si, estabelecendo unidade em cada uma das partes, ou seja, entre os períodos e entre os parágrafos. Tal unidade se dá pelo emprego de conectivos ou elementos coesivos, cuja função é evidenciar as várias relações de sentido entre os enunciados. Releia o trecho a seguir: O gozo era vida, pois o sentia mais forte e intenso; o mal era sonho e ilusão, que da virgem não possuía senão a imagem. No trecho acima, identifique qual palavra o termo em destaque substitui e que tipo de coesão foi empregada. Resposta comentada sequencial. Antes de corrigir esta questão, é interessante diferenciar coesão referencial de coesão A coesão referencial é aquela responsável por evitar as repetições entre as palavras, utilizando-se de recursos que façam referência a termos que vêm antes (função anafórica) ou depois (função catafórica) do mecanismo de coesão. Os recursos utilizáveis são inúmeros; entre os principais, temos os pronomes, os epítetos, os termos- síntese, os sinônimos, os advérbios e os numerais. 10
11 A coesão sequencial, como o próprio nome sugere, é responsável pelo sequenciamento ou andamento do texto. É ela que estabelece as principais ligações entre as partes, permitindo a manifestação mais concreta da coerência textual. Entre os principais recursos, destacam-se as frases de apoio, os conectivos (ou conectores) e os ganchos semânticos. O termo destacado, o, completa o verbo sentir e faz referência ao gozo, evitando a sua repetição. Trata-se, portanto, do emprego da coesão referencial. BIBLIOGRAFIA ALENCAR, José de. Iracema. 36ª ed. São Paulo: Editora Ática, SARMENTO, Leila Lauar & TUFANO, Douglas. Português: Literatura, gramática, produção de texto. 1ª ed. São Paulo: Moderna, RESULTADO DA IMPLEMENTAÇÃO DO ROTEIRO DE ATIVIDADES Neste segundo ciclo, tive muitos problemas para implementar os roteiros de atividades. Nunca pensei que sentiria falta de um mimeógrafo. Parece retrógrado, mas este aparelho ainda nos tira do sufoco. Infelizmente, nas escolas, ele foi extinto. Então, para reproduzir os textos, tive que custear as cópias. Para compor o R.A. original, escolhi o romance Iracema, pois a escola tem um grande número dessa obra e isso ajudou bastante. Iniciei o trabalho deste segundo ciclo com o roteiro apresentado na plataforma, precisei adaptar algumas questões, mas consegui trabalhar o essencial. Fiz mais uma revisão sobre as classes de palavras e reforcei os tipos de coesão. 11
12 Já no R.A. original, foquei a resenha, pois os alunos fizeram a leitura do romance Iracema. Fiquei muito satisfeita, pois fiz com eles um roteiro de leitura que deu certo. Alguns alunos tiveram dificuldades para fazer a atividade de produção textual, mas a maior parte da turma desenvolveu bem o trabalho proposto. Mesmo com as dificuldades apresentadas, consegui dar conta do conteúdo e tive um bom feedback dos alunos. 12
Sugestões de atividades. Unidade 8 Florestas PORTUGUÊS
Sugestões de atividades Unidade 8 Florestas 6 PORTUGUÊS 1 Português 1. Releia o seguinte trecho do texto das páginas 274 e 275, Vitória-régia. Uma noite em que o luar estava mais bonito do que nunca, ela
IRACEMA José de Alencar
IRACEMA José de Alencar Introdução À Terra Natal Um Filho Ausente. Prólogo (da 1ª edição) Meu amigo. Este livro o vai naturalmente encontrar em seu pitoresco sítio da várzea, no doce lar, a que povoa a
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 2ª SÉRIE 1º BIMESTRE AUTORIA EDILENE MARTINS DE SOUZA Rio de Janeiro 2013 TEXTO GERADOR I Você irá ler, agora, o segundo capítulo da obra
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 2ª SÉRIE 1º BIMESTRE AUTORIA EDNA DA SILVA LOPES Rio de Janeiro 2013 TEXTO GERADOR I Se eu morresse amanhã Se eu morresse amanhã, viria ao
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 9 ANO 3 BIMESTRE AUTORIA CLAUDIA MOREIRA SANTANA Rio de Janeiro 2012 TEXTO GERADOR L Primeiro encontro de Iracema com Martim Além, muito além
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 9º ANO 4º BIMESTRE AUTORIA ADEMIR CALIXTO MARCIANO Rio de Janeiro 2012 TEXTO GERADOR I O Texto Gerador I é um fragmento do romance Iracema,
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 2ª SÉRIE 1º BIMESTRE AUTORIA DENISE GONCALVES RODRIGUES Rio de Janeiro 2013 TEXTO GERADOR I Iracema (1865), segundo romance de José de Alencar,
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 9 ANO 4 BIMESTRE AUTORIA ANTONIO RAMIRO DE MATTOS Rio de Janeiro 2012 TEXTO GERADOR I A seguir apresentamos um trecho do romance Iracema,
Enquanto vogas assim à discrição do vento, airoso barco, volva às brancas areias a saudade, que te acompanha, mas não se parte da terra onde revoa.
CAPÍTULO I Verdes mares bravios de minha terra natal, onde canta a jandaia 1 nas frondes da carnaúba; Verdes mares, que brilhais como líquida esmeralda aos raios do sol nascente, perlongando as alvas praias
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 2ª SÉRIE 1º BIMESTRE AUTORIA BARBARA ANDREA F BITTENCOURT Rio de Janeiro 2013 Iracema, de José de Alencar, é um dos romances indianistas de
GENEROS MIDIÁTICOS EM SALA DE AULA: ANÁLISE DA RETEXTUALIZAÇÃO MIDIÁTICA EM IRACEMA
GENEROS MIDIÁTICOS EM SALA DE AULA: ANÁLISE DA RETEXTUALIZAÇÃO MIDIÁTICA EM IRACEMA Autora: Marcilane de Oliveira Andrade; Co-autora: Flávia Roberta Mendes Venâncio; (Universidade Estadual da Paraíba -
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 2ª SÉRIE 1º BIMESTRE AUTORIA JANETE PEREIRA BASTOS CARDOSO Rio de Janeiro 2013 TEXTO GERADOR I O romance Iracema, de José de Alencar, foi
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 2ª SÉRIE 1º BIMESTRE AUTORIA MARIA CRISTINA DA SILVA RIBEIRO MANHAES Rio de Janeiro 2013 TEXTO GERADOR I O romance Iracema de José de Alencar
Prof. Roger. Iracema. Lenda do Ceará. (José de Alencar)
Prof. Iracema Lenda do Ceará (José de Alencar) Prof. Espaço: Ceará (litoral e interior Serra da Ibiapaba) Época: 1603-1604 1608 Retorno de Martim Fundação Capítulo I Prof. Verdes mares bravios de minha
DANILO GENTILI. Manual completo, ilustrado, revisado e não recomendado para estudantes ACORDO ORTOGRÁFICO. 5 a impressão
DANILO GENTILI Manual completo, ilustrado, revisado e não recomendado para estudantes 5 a impressão ACORDO ORTOGRÁFICO Este livro segue as normas do novo Danilo Gentili Diretor editorial Marcelo Duarte
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 9º ANO 3º BIMESTRE AUTORIA CHRISTIANE MARIA RISCADO MANHAES Rio de Janeiro 2013 TEXTO GERADOR I O texto a seguir corresponde à parte inicial
José de Alencar ( )
José de Alencar (1829-1877) VIDA: José Martiniano de Alencar nasceu em Mecejana, no Ceará. Filho de uma tradicional família, ainda criança, muda-se com os pais para o Corte, onde fez seus estudos, formando-se
Prof. André de Freitas Barbosa. Análise literária. José de Alencar ( ) IRACEMA (1865)
Prof. André de Freitas Barbosa Análise literária IRACEMA (1865) José de Alencar (1829-1877) IRACEMA: Lenda do Ceará Em Iracema, Alencar projetou uma alegoria do processo de colonização da América pelos
IRACEMA, José de Alencar Iracema, José De Alencar
IRACEMA, José de Alencar Iracema, José De Alencar Obra narrada em terceira pessoa; É a história de Martim (branco, português) e Iracema (índia tabajara). Os protagonistas se conhecem quando ela o atinge
Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema. Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros
Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema. Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna e mais longos que seu talhe de palmeira.
CÂMARA MUNICIPAL DE ITAGUARA, MG - RETIFICADO - EDITAL Nº 01/ CONCURSO PÚBLICO. CARGO: ASSISTENTE LEGISLATIVO. PROVA OBJETIVA NÚMERO 01.
CÂMARA MUNICIPAL DE ITAGUARA, MG - RETIFICADO - EDITAL Nº 01/2018 - CONCURSO PÚBLICO. CARGO: ASSISTENTE LEGISLATIVO. PROVA OBJETIVA NÚMERO 01. Leia atentamente as INSTRUÇÕES: 1. Não será permitido ao candidato
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 2ª SÉRIE 1º BIMESTRE AUTORIA ANA GABRIELA ALVES DA SILVA Rio de Janeiro 2013 TEXTO GERADOR I COMO EU TE AMO. Gonçalves Dias. Como se ama o
Literatura Fransergio Av. Mensal 26/02/14 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA LEIA COM MUITA ATENÇÃO
2º EM Literatura Fransergio Av. Mensal 26/02/14 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA LEIA COM MUITA ATENÇÃO 1. Verifique, no cabeçalho desta prova, se seu nome, número e turma estão corretos. 2. Esta
ROMANTISMO: PROSA. Profa Elisângela Lopes
ROMANTISMO: PROSA Profa Elisângela Lopes 1ªfase: nacionalismo ou indianismo Desejo de formar a identidade nacional; Visão romântica sobre o índio e sobre o processo de colonização; PRINCIPAIS AUTOR: Joséde
IRACEMA JOSÉ DE ALENCAR
IRACEMA JOSÉ DE ALENCAR JOSÉ DE ALENCAR Fundador da literatura nacional brasileira O AUTOR JOSÉ DE ALENCAR MESSEJANA CE 1 de maio de 1829 Rio de Janeiro, 12 de dezembro de 1877 principal romancista do
Leia o texto para responder as questões 01, 02, 03, 04 e 05.
Leia o texto para responder as questões 01, 02, 03, 04 e 05. Capítulo 2 Iracema José de Alencar Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema. Iracema, a virgem dos lábios
Caboclo a sua mata é verde É verde, é da cor do mar Caboclo a sua mata é verde É verde, é da cor do mar
Caboclo a sua mata é verde É verde, é da cor do mar Caboclo a sua mata é verde É verde, é da cor do mar Saravá gaçunté da Jurema Saravá gaçunté da Jurema Saravá gaçunté da Jurema Jurema Foi numa tarde
INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA LEIA COM MUITA ATENÇÃO
3º EM Literatura Klaus Av. Dissertativa 18/05/16 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA LEIA COM MUITA ATENÇÃO 1. Verifique, no cabeçalho desta prova, se seu nome, número e turma estão corretos. 2. Esta
Eis que chega meu grande amigo, Augusto dos Anjos, ele com seu jeitão calado e sempre triste, me fala que não irá existir palavra alguma para
Oceano em Chamas Querida, Tentei em vão, fazer um poema a você, não consegui. Me faltavam palavras para descrever-te, então pedi aos poetas do universo para me ajudarem. O primeiro com quem conversei,
A PERSONIFICAÇÃO DA AMÉRICA E O MITO FUNDADOR PRESENTES NA OBRA IRACEMA, DE JOSÉ DE ALENCAR. Palavras-chave: Iracema. América. Ceará. Mito. Fundação.
A PERSONIFICAÇÃO DA AMÉRICA E O MITO FUNDADOR PRESENTES NA OBRA IRACEMA, DE JOSÉ DE ALENCAR. RESUMO: Flávio Loiola Frota Maria Sheila Silva de Sousa O presente artigo trata da personificação da personagem
I CANÇÃO DO EXÍLIO. Eu nasci além dos mares: Os meus lares, Meus amores ficam lá! Onde canta os retiros Seus suspiros, Suspiros o sabiá!
I CANÇÃO DO EXÍLIO Eu nasci além dos mares: Os meus lares, Meus amores ficam lá! Onde canta os retiros Seus suspiros, Suspiros o sabiá! Oh! que céu, que terra aquela, Rica e bela Como o céu de claro anil!
Comigo mais poesia. Nelson Martins. Reflexões e Sentimentos
Comigo mais poesia Comigo mais poesia Nelson Martins Reflexões e Sentimentos Apresentação A poesia de Nelson Martins conduz o leitor à territorialidade da existência humana, como memória grifada de cada
Português 2º ano João J. Folhetim
Português 2º ano João J. Folhetim Romantismo: Cultura e Estética Burguesa Individualismo Liberalismo Culto ao Novo Cristianismo Materialismo Subjetivismo Liberdade de Expressão Imaginação Criadora Espírito
Romantismo Poesia 1ª e 2ª Geração
Romantismo Poesia 1ª e 2ª Geração Minha terra Minha terra tem palmeiras Onde canta o sabiá Todos cantam sua terra, Também vou cantar a minha, Nas débeis cordas da lira Hei de fazê-la rainha; Hei de dar-lhe
Leia o texto abaixo; depois, responda às perguntas.
Leia o texto abaixo; depois, responda às perguntas. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 Era no tempo que ainda os portugueses não haviam sido por uma tempestade empurrados para a terra
Iracema. (José de Alencar) 1. BIOGRAFIA E BIBLIOGRAFIA 2. INTRODUÇÃO 3. ANÁLISE E RESUMO DA OBRA OBRA
Iracema (José de Alencar) 1. BIOGRAFIA E BIBLIOGRAFIA 2. INTRODUÇÃO José Martiniano de Alencar nasceu em Mecejana (CE). Formou-se em Direito em Recife, mas antes passou pela Faculdade de Direito de São
ROMANTISMO PROFª FLÁVIA ANDRADE
ROMANTISMO PROFª FLÁVIA ANDRADE CONTEXTO HISTÓRICO Chegada da Família Real (1808) Proclamação da Independência (1822) Capital: Rio de Janeiro Imprensa Nacional 1830 a 1870 CONTEXTO LITERÁRIO Identidade
A/ OBRAS COMPLETAS DE FERNANDO PESSOA FERNANDO PESSOA. 18. a EDIÇÃO EDITORIAL NOVA ATIÇA LISBOA
A/462414 OBRAS COMPLETAS DE FERNANDO PESSOA I de FERNANDO PESSOA 18. a EDIÇÃO EDITORIAL NOVA ATIÇA LISBOA ÍNDICE NOTA EXPLICATIVA 11 Data das poesias I PARTE 4-7-1913 Hora absurda (Exílio, n. 1, Abril
Vagueei pela beira da água, sob as árvores húmidas, O meu espírito embalado pelo crepúsculo, os juncos envolven do me os joelhos, O meu espírito
O Indiano acerca de Deus Vagueei pela beira da água, sob as árvores húmidas, O meu espírito embalado pelo crepúsculo, os juncos envolven do me os joelhos, O meu espírito embalado por suspiros e pelo sono;
COLÉGIO GERAÇÃO Florianópolis SC Professora: Sônia Rivello
COLÉGIO GERAÇÃO Florianópolis SC www.geracaoweb.com.br Professora: Sônia Rivello JOSÉ DE ALENCAR Terceirão 2010 BIOGRAFIA E BIBLIOGRAFIA José Martiniano de Alencar nasceu em Mecejana (CE). Formou-se em
O labor das marés 1. João de Mancelos. Alguns poemas do livro
O labor das marés 1 João de Mancelos Alguns poemas do livro Do sangue e das fontes A música longínqua dos planetas: é Primavera, e a devoção caminha com as aves para sul. Não há senão frutos no desatar
MODERNISMO 2ª GERAÇÃO. Por Carlos Daniel S. Vieira
MODERNISMO 2ª GERAÇÃO Por Carlos Daniel S. Vieira CONTEXTO HISTÓRICO-SOCIAL CONTEXTO HISTÓRICO-SOCIAL Duas guerras mundiais Crack da bolsa (1929) Instabilidade social e política O homem busca esperanças......
CASTRO ALVES O ABOLICIONISTA
CASTRO ALVES O ABOLICIONISTA BIOGRAFIA * 14 / 03 /1847 (Curralinho, hoje Castro Alves, BA) + 06 /07 /1871 (Salvador, BA) Aos dezesseis anos foi para o Recife e começou os preparatórios para se habilitar
IRACEMA: A BELEZA SELVAGEM BRASILEIRA ENTRE O POÉTICO E O PROSAICO, ENTRE O MÍTICO E O HISTÓRICO
188 IRACEMA: A BELEZA SELVAGEM BRASILEIRA ENTRE O POÉTICO E O PROSAICO, ENTRE O MÍTICO E O HISTÓRICO Sandra Mara Alves da Silva 50 Resumo O presente estudo tem por base as observações de José de Alencar
Leia o texto para responder as questões 01, 02, 03, 04 e 05.
Leia o texto para responder as questões 01, 02, 03, 04 e 05. Capítulo 2 Iracema José de Alencar Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema. Iracema, a virgem dos lábios
Aula de recuperação. Ensino Médio
Ensino Médio Comp. Curricular: LP Data: 05/03/12 1º Período Aluno(a): Nº Turma: Aula de recuperação 1. Leia, a seguir, a letra de uma canção de Chico Buarque inspirada no romance de José de Alencar, "Iracema
SUMÁRIO. APRESENTAÇÃO Sobre Fernando Pessoa...11 Fernando Pessoa: ele mesmo, um outro heterônimo?...23
SUMÁRIO APRESENTAÇÃO Sobre Fernando Pessoa...11 Fernando Pessoa: ele mesmo, um outro heterônimo?...23 CANCIONEIRO Quando ela passa...31 Em busca da beleza...33 Mar. Manhã...37 Visão...38 Análise...38 Ó
IRACEMA E O ROMANTISMO
IRACEMA E O ROMANTISMO Fidelis Carbonera Não há dúvida que o livro Iracema de José de Alencar seja sua obra prima. Até o crítico Machado de Assis foi da mesma opinião. De fato, dizem os entendidos que
A INFLUÊNCIA DOS DOCUMENTOS ESCRITOS E DOS RELATOS NA CONSTRUÇÃO DO ROMANCE IRACEMA
A INFLUÊNCIA DOS DOCUMENTOS ESCRITOS E DOS RELATOS NA CONSTRUÇÃO DO ROMANCE IRACEMA GILCEANE SOARES BATISTA JACKELINE REBOUÇAS OLIVEIRA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS LETRAS E ARTES UFRN 1 APRESENTAÇÃO Este
INVASORA DOS MEUS SONHOS
Gonzaga Filho Página 1 Gonzaga Filho Página 2 Gonzaga Filho INVASORA DOS MEUS SONHOS Primeira Edição Guamaré - RN 2015 Gonzaga Filho Página 3 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara
e) se volta para a natureza em defesa de uma vida simples e contemplativa.
01 LITERATURA BRASILEIRA Em relação ao Arcadismo, é correto afirmar que a) se caracteriza pela predominância da subjetividade e pelas formas pouco regulares. b) busca representar as semelhanças da vida
Romantismo no Brasil 2ª e 3ª Geração
Texto para as questões 1 e 2. Minha terra Todos cantam sua terra, Também vou cantar a minha, Nas débeis cordas da lira Hei de fazê-la rainha; Minha terra tem palmeiras Onde canta o sabiá (Gonçalves Dias)
Arte e Poesia. Uma flor. Uma flor perde cheiro e beleza Foi amor com certeza!
Uma flor Uma flor perde cheiro e beleza Foi amor com certeza! Nisto uma paisagem Aparece e desaparece Torna-se miragem Ou realidade para quem merece. Rogam-se as pragas da fadista Em forma de nota de viola
Haicai - Uma viagem pela poesia japonesa tradicional
Haicai Haicai - Uma viagem pela poesia japonesa tradicional Dedicatória : Dedicamos este livro a todos os alunos, professores e funcionários da E.M.E.F.M Rubens Paiva. Agradecimento: Agradecemos à professora
Page 1 of 5. Amor & Sociologia Cultural - Caetano Veloso & Cazuza
Page 1 of 5 Universidade Federal do Amapá Pró-Reitoria de Ensino de Graduação Curso de Licenciatura Plena em Pedagogia Disciplina: Sociologia Cultural Educador: João Nascimento Borges Filho Amor & Sociologia
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 2ª SÉRIE 3 BIMESTRE AUTORIA DÉBORA PATRÍCIA CORRÊA SCAFURA Rio de Janeiro 2012 TEXTO GERADOR 1: POESIA SIMBOLISTA ACROBATA DA DOR Cruz e Sousa
1º Edição
Sensações 1º Edição WWW.Perse.com.br Página 1 Codinome: Tabrao Email: [email protected] Nasceu no dia 09 de Agosto de 1984 Natural da cidade de Lapa - PR Reside a Rua Francisco Veloso, 282 Ponta
Poemas de um Fantasma. Fantasma Souza
1 2 3 Poemas de um Fantasma Fantasma Souza 2012 4 5 Fantasma Souza Todos os Direitos Reservados TITULO ORIGINAL POEMAS DE UM FANTASMA Projeto Gráfico Midiartes Capa Erisvaldo Correia Edição e Comercialização
PÉTALAS E SANGUE. De: Batista Mendes
PÉTALAS E SANGUE De: Batista Mendes 1 Editoração e capa: Batista Mendes Revisão: Batista Mendes Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste livro pode ser reproduzida ou armazenada, sob qualquer
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 9º ANO 3º BIMESTRE AUTORIA MARCIA VALERIA CAVALLIERE RODRIGUES Rio de Janeiro 2012 TEXTO GERADOR I XXXII Iracema, sentada com o filho no colo,
Liberte Minha Liberdade! Francisco Alves Bezerra
Liberte Minha Liberdade! Francisco Alves Bezerra Liberte Minha Liberdade! Desde quando o homem é dono do meu pensamento? Até quando o meu silêncio o fará parar de me perseguir? Seu dinheiro sujo não me
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 1ª SÉRIE 3 BIMESTRE AUTORIA ANDRE LUIS SOEIRO PINTO Rio de Janeiro 2012 TEXTO GERADOR 1 Rima Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Rima
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 2º ANO 3º BIMESTRE AUTORIA JOSENILDA MARTINS KLEIN Rio de Janeiro 2012 TEXTO GERADOR I SONETO ANTÔNIO NOBRE Ó Virgens que passai ao Sol-poente,
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 9 ANO 3 BIMESTRE AUTORIA MARISA RODRIGUES DOS REIS Rio de Janeiro 2012 TEXTO GERADOR O texto gerador é um fragmento da obra Garibaldi e Manoela:
POEMAS AVULSOS. Gonzaga Filho Página 1
Gonzaga Filho Página 1 Gonzaga Filho Página 2 Gonzaga Filho POEMAS AVULSOS Primeira Edição Guamaré RN 2016 Gonzaga Filho Página 3 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira
Deixo meus olhos Falar
Tânia Abrão Deixo meus olhos Falar 1º Edição Maio de 2013 WWW.perse.com.br 1 Tânia Abrão Biografia Tânia Abrão Mendes da Silva Email: [email protected] Filha de Benedito Abrão e Ivanir Abrão
IRACEMA (Lenda do Ceará)
IRACEMA (Lenda do Ceará) ROMANTISMO Homem burguês sensível x Mundo burguês Livro-síntese: FRANKENSTEIN criador x criatura Escapismo / Exótico IDEALIZAÇÃO Maniqueísmo Nacionalismo ROMANTISMO Europa: nacionalismo/medievalismo
Sou eu quem vivo esta é minha vida Prazer este
Vivo num sonho que não é realidade Faz parte do meu viver Crescer sonhando esquecendo os planos Sou eu quem vivo esta é minha vida Prazer este EU Hoje deixei pra lá me esqueci de tudo Vivo minha vida sobre
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 2ª SÉRIE 3 BIMESTRE AUTORIA EDINALDA CARLA FERREIRA PINTO LIMA Rio de Janeiro 2012 TEXTO GERADOR 1 O soneto Ao Cair da Tarde, é de Emiliano
QUÃO GRANDE É O MEU DEUS (Chris T./Jesse R.)
QUÃO GRANDE É O MEU DEUS (Chris T./Jesse R.) Com esplendor de um rei Em majestade e luz Faz a terra se alegrar, faz a terra se alegrar Ele é a própria luz E as trevas vão fugir Tremer com sua voz, tremer
Canção do Exílio (Gonçalves Dias) Minha terra tem palmeiras, Onde canta o Sabiá; As aves, que aqui gorjeiam, Não gorjeiam como lá.
Lições de Língua Portuguesa e História 5º ano Troca do Livro Semana de 24 a 28 de abril 5º A 5º B e C terça-feira quinta-feira Leia o poema a seguir para fazer as lições de Língua Portuguesa. Canção do
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 1ª SÉRIE 3º BIMESTRE AUTORIA SELMA DE SOUZA SANGLARD Rio de Janeiro 2012 TEXTO GERADOR I 1º Momento: Explicação do gênero abordado; Busca
Conheço esse Sentimento. Conheço esse sentimento que é como a cerejeira quando está carregada de frutos: excessivo peso para os ramos da alma.
Conheço esse Sentimento que é como a cerejeira quando está carregada de frutos: excessivo peso para os ramos da alma. que é o da orla da praia lambida pela espuma da maré: quando o mar se retira as conchas
LISTA DE EXERCÍCIOS PARA RECUPERAÇÃO FINAL DE LITERATURA 1ª SÉRIE
LISTA DE EXERCÍCIOS PARA RECUPERAÇÃO FINAL DE LITERATURA 1ª SÉRIE Professor Antonio Bruno Texto para as questões 1 a 5: Canção do Exílio Minha terra tem palmeiras, Onde canta o Sabiá; As aves, que aqui
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 2ª SÉRIE 1º BIMESTRE AUTORIA CIRLEI MARIA PATROCINIO DA ROCHA Rio de Janeiro 2013 TEXTO GERADOR I O Guarani ATIVIDADE DE LEITURA QUESTÃO 1
António Gedeão. Relógio D'Água. Notas Introdutórias de Natália Nunes. A 383134 Obra Completa
António Gedeão A 383134 Obra Completa Notas Introdutórias de Natália Nunes Relógio D'Água ÍNDICE Notas Introdutórias de Natália Nunes 19 Poesia POESIAS COMPLETAS (1956-1967) A Poesia de António Gedeão
Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus
Paróquia de Barco Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus Missa com crianças Entrada: Linda noite, Linda noite Linda noite de Natal (bis) Introdução A imagem de Maria está aqui ao lado, porque hoje celebramos
O Pequeno Trevo e os Amigos da Rua
O Pequeno Trevo e os Amigos da Rua De Pedro Santos de Oliveira Versão COMPLETA Por Pedro Santos de Oliveira Ilustrações de Luis de Lacerda Estrela PLIP009 www.plip.ipleiria.pt 2013 O Pequeno Trevo e os
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 2ª SÉRIE 3º BIMESTRE AUTORIA MARGARETE TEREZA MOURA ESSER Rio de Janeiro 2012 TEXTO GERADOR I ALPHONSUS DE GUIMARAENS Hão de chorar por ela
Estilo de Época e Estilo Individual
Estilo de Época e Estilo Individual Estilo de Época e Estilo Individual Texto 1 Morte (hora de delírio) Pensamento gentil de paz eterna Amiga morte, vem. Tu és o termo De dous fantasmas que a existência
PORTUGUÊS. Literatura Romantismo Poesia. Prof.ª Isabel Vega
PORTUGUÊS Literatura Romantismo Poesia Prof.ª Isabel Vega ROMANTISMO: século XIX (1836 publicação do livro Suspiros poéticos e saudades, de Gonçalves de Magalhães) I) Contexto histórico: Independência
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 2ª SÉRIE 3 BIMESTRE AUTORIA ALINE AYRES DE ALMEIDA Rio de Janeiro 2012 TEXTO GERADOR 1 Leia o poema A Catedral de Alphonsus de Guimaraens;
1 A folha levada ao vento sussurra um canto de amor, voando em doce acalento numa oração ao Senhor. 2 A humanidade oprimida procura por um caminho,
1 A folha levada ao vento sussurra um canto de amor, voando em doce acalento numa oração ao Senhor. 2 A humanidade oprimida procura por um caminho, não sentiu no amor guarida nem em Cristo fez seu ninho.
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA
FORMAÇÃO CONTINUADA EM LÍNGUA PORTUGUESA ROTEIRO DE ATIVIDADES 2º ANO 3º BIMESTRE AUTORIA SANDRA MARIA DA SILVA MEGE Rio de Janeiro 2012 TEXTO GERADOR I Este texto gerador é de autoria de Cruz e Souza.
3 - (PUC-PR) Empregue o pronome relativo acompanhado ou não de preposição, nas lacunas das frases a seguir.
3 - (PUC-PR) Empregue o pronome relativo acompanhado ou não de preposição, nas lacunas das frases a seguir. 1. Fez o anúncio... todos ansiavam. 2. Avise-me... consistirá o concurso. 3. Existe um decreto...
José Francisco da Rocha
Saudação a Poesia Biografia José Francisco da Rocha, nasceu no dia 04 de janeiro de 1932 em Cedro de São João SE. Filho de José Francisco da Rocha e Antônia Maria de Santana. Casado com Carmelita Souza
