ROMANTISMO: PROSA. Profa Elisângela Lopes

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1 ROMANTISMO: PROSA Profa Elisângela Lopes

2 1ªfase: nacionalismo ou indianismo Desejo de formar a identidade nacional; Visão romântica sobre o índio e sobre o processo de colonização; PRINCIPAIS AUTOR: Joséde Alencar PRINCIPAIS OBRAS: Iracema, lenda do Ceará(1857) O Guarani ()

3 1ªfase: nacionalismo ou indianismo NATUREZA: Textos altamente descritivos: necessidade de compor um imaginário nacional; espaço idealizado, no qual o índio se sente completamente integrado; Háuma relação de cumplicidade entre o herói e o espaço que habita.

4 Iracema: lenda do Ceará, de Joséde Alencar Verdes mares bravios de minha terra natal, onde canta a jandaia nas frondes da carnaúba; Verdes mares, que brilhais como líquida esmeralda aos raios do sol nascente, perlongando as alvas praias ensombradas de coqueiros; Serenai, verdes mares, e alisai docemente a vaga impetuosa, para que o barco aventureiro manso resvale àflor das águas.

5 O guarani, de Joséde Alencar Éo Paquequer: saltando de cascata em cascata, enroscando-se como uma serpente, vai depois se espreguiçar na várzea e embeber no Paraíba, que rola majestosamente seu vasto leito. [...] A vegetação nessas paragens ostentava outrora todo o seu luxo e vigor; florestas virgens se estendiam ao longo das margens do rio que corria no meio das arcarias de verdura e dos capitéis formandos pelos leques de palmeiras.

6 O guarani, de Joséde Alencar Tudo era grande e pomposo no cenário que a natureza, sublime artista, tinha decorado para os dramas majestosos dos elementos em que o homem éapenas um simples comparsa.

7 1ªfase: nacionalismo ou indianismo HEROI ROMÂNTICO: O INDÍGENA dotado de caráter exemplar, de bravura e destemor (visão romântica); Sujeito forte e imbatível; comparação indígena/natureza;

8 Iracema: lenda do Ceará, de Joséde Alencar Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema. Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna e mais longos que seu talhe de palmeira. O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado. Mais rápida que a ema selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu?" onde campeava sua guerreira tribo da grande nação tabajara, o pégrácil e nu, mal roçando alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas.

9 O guarani, de Joséde Alencar Assim, estes dois selvagens da mata do Brasil [o tigre e o índio], cada um com as suas armas, cada um com a consciência de sua força e de sua coragem, consideravamse mutuamente como vítimas que iam ser imoladas. [...] A velocidade deste salto monstruoso foi tal que, no mesmo instante em que se vira brilhar entre as folhas os reflexos negros de sua pele azevichada, jáa fera tocava o chão com as patas. Quando o índio satisfez o prazer de contemplar o seu cativo quebrou na mata dois galhos secos de biribá, e roçando rapidamente um contra o outro, tirou fogo pelo atrito e tratou de preparar sua caça para o jantar.

10 1ªfase: nacionalismo ou indianismo Idealização do encontro entre o índio e o colonizador; Amor = submissão aos ideias europeus; Ingenuidade do heroi, ou seja, do indígena;

11 Iracema: lenda do Ceará, de Joséde Alencar Primeiro encontro Martin e Iracema: A mão que rápida ferira, estancou mais rápida e compassiva o sangue que gotejava. Depois Iracema quebrou a flecha homicida: deu a haste ao desconhecido, guardando consigo a ponta farpada. O guerreiro falou: Quebras comigo a flecha da paz? Quem te ensinou, guerreiro branco, a linguagem de meus irmãos? Donde vieste a estas matas, que nunca viram outro guerreiro como tu? Venho de bem longe, filha das florestas. Venho das terras que teus irmãos jápossuíram, e hoje têm os meus. Bem-vindo seja o estrangeiro aos campos dos tabajaras, senhores das aldeias, e àcabana de Araquém, pai de Iracema.

12 O guarani, de Joséde Alencar Lealdade de Peri Quanto a D?. Lauriana, via em Peri um cão fiel que tinha um momento prestado serviço à família e a quem se pagava com um naco de pão. Devemos dizer que não era por mau coração que ela pensava assim, mas por prejuízos de educação.

13 1ªfase: nacionalismo ou indianismo Submissão do índio ao ideias do colonizador Iracema (anagrama de América) abandona sua tribo para viver com Martin; morre no nascimento do filho; Martin sai do Brasil levando o filho do casal Moacir, o primeiro Cearense (filho da dor)-para Portugal Peri torna-se cristão a pedido de D. Antônio, o pai de Ceci, para que assim pudesse confiar ao indígena a proteção de sua filha. Peri morre ao tentar salvá-la do dilúvio.

14 2ªfase: regionalismo Tentativa de mostrar, via literatura, as outras faces do país Retrato romântico da vida fora dos centros urbanos; abordagem do modus viventi do homem do interior Principais obras Inocência, de Visconde de Taunay

15 Inocência, Visconde de Taunay -Vejo, disse ele, com algum acanhamento, que o douto não é nenhum pé-rapado, mas nunca ébom facilitar... E jáque não há outro remédio, vou dizer-lhe todos os meus segredos... Não metem vergonha a ninguém, com o favor de Deus; mas em negócios de minha casa não gosto de bater língua... Minha filha Nocência fez 18 anos pelo Natal, e érapariga que pela feição parece moça de cidade, muito ariscazinha de modos, mas bonita e boa deveras... Coitada, foi criada sem mãe, e aqui nestes fundões. [...] -Ora muito que vem continuou Pereira, caindo aos poucos na habitual garrulice. Quando vi a menina tomar corpo, tratei logo de casa-la. Ah! É casada? Perguntou Cirino. Isto é, e não é. A coisa estáapalavrada

16 3ªfase: romance urbano Abordagem do modo de viver da corte: A importância do status sociais Relações sociais interesseiras; Adultério; Prostituição; Jogo Principais obras Lucíola, Joséde Alencar Senhora, Joséde Alencar Diva, Joséde Alencar

17 Senhora, Joséde Alencar Convencida de que todos os seus inúmeros apaixonados, sem exceção de um, a pretendiam unicamente pela riqueza, Aurélia reagia contra essa afronta, aplicando a esses indivíduos o mesmo estalão. Assim costumava ela indicar o merecimento relativo de cada um dos pretendentes, dando-lhes certo valor monetário. Em linguagem financeira, Aurélia contava os seus adoradores pelo preço que razoavelmente poderiam obter no mercado matrimonial.

18 Senhora, Joséde Alencar Quem observasse Aurélia naquele momento, não deixaria de notar a nova fisionomia que tomara o seu belo semblante e que influía em toda a sua pessoa. Era uma expressão fria, pausada, inflexível, que jaspeava sua beleza, dando-lhe quase a gelidez da estátua. Mas no lampejo de seus grandes olhos pardos brilhavam irradiações da inteligência. Operava-se nela uma revolução. O princípio vital da mulher abandonava seu foco natural, o coração, para concentrar-se no cérebro, onde residem as faculdades especulativas do homem.

19 Lucíola, Joséde Alencar A voz desfaleceu completamente, de extenuada que ela ficara por esse enérgico esforço. Eu chorava de bruços sobre o travesseiro, e as suas palavras suspiravam docemente em minha alma, como as dulias dos anjos devem ressoar aos espíritos celestes. Nunca te disse que te amava, Paulo! Mas eu sabia, e era feliz! Tu me purificaste ungindo-me com os teus lábios. Tu me santificaste com o teu primeiro olhar! Nesse momento Deus sorriu e o consórcio de nossas almas se fez no seio do Criador. Fui tua esposa no céu! E contudo essa palavra divina do amor, minha boca não a devia profanar, enquanto viva. Ela será meu último suspiro.

20 Senhora, Joséde Alencar A moça desprendeu-se dos braços do marido, correu ao toucador, e trouxe um papel lacrado que entregou a Seixas. -O que éisto, Aurélia? - Meu testamento. Ela despedaçou o lavre e deu a ler a Seixas o papel. Era efetivamente um testamento em que ela confessava o imenso amor que tinha ao marido e o instituía seu universal herdeiro.

21 Senhora, Joséde Alencar -Eu o escrevi logo depois do nosso casamento; pensei que morresse naquela noite, disse Aurélia com gesto sublime. Seixas contemplava-a com os olhos rasos de lágrimas. -Esta riqueza causa-te horror? Pois faz-me viver, meu Fernando. Éo meio de a repelires. Se não for bastante, eu a dissiparei. *** As cortinas cerraram-se, e as auras da noite, acariciando o seio das flores, cantavam o hino misterioso do santo amor conjugal

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