Hedge Accounting Eduardo Flores. out-17

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1 Hedge Accounting Eduardo Flores out-17

2 Contabilidade de Operações de Hedge Finalidade do Hedge Accounting: Todo derivativo deve ser marcado a mercado com os efeitos levados ao resultado. Todavia, isso pode não ser simétrico com o reconhecimento de ganhos e perdas no objeto de hedge. O Hedge Accounting tem a finalidade portanto de equalizar o reconhecimento de ganhos e perdas no resultado tanto do derivativo como do objeto de hedge. Classificação: Hedge de Valor Justo Hedge de Fluxo de Caixa Hedge de um Investimento no Exterior

3 Contabilidade de Operações de Hedge Um objeto de Hedge pode ser: Um derivativo (exceto opções lançadas) Um não-derivativo (somente para Hedge de moeda) Transação futura estimada (forecast future transaction) Outros Ser designado por parte de sua vida O item objeto de Hedge pode ser: Um item individual Um grupo com características semelhantes Somente o risco de taxa de juros de uma carteira Ativos classificados como Mantidos até o Vencimento não podem ser objeto de hedge. (exceto para risco de variação cambial)

4 Contabilidade de Operações de Hedge Exemplo de Ativos ou Passivos reconhecidos Empréstimos de taxa de juros variáveis Empréstimo em moeda estrangeira Contas a receber em moeda estrangeira Estoques de matérias-primas Exemplo de Compromissos Firmes Contrato de importação de uma máquina Contrato de exportação de ativos ou de commodities Contrato de longo prazo Exemplo de Transações Futuras Estimadas Venda futura estimada altamente provável Compra futura de commodities altamente provável

5 (Exportações) Contabilidade de Operações de Hedge Exemplo Hedge de Vendas Futuras Objeto Porção Estável Forecast Porção Estável 40% vendas (Tempo)

6 Contabilidade de Operações de Hedge Documentação de Hedge: Descrição do objeto Descrição do instrumento A natureza do ser de risco Como efetividade será avaliada

7 Contabilidade de Operações de Hedge Efetividade: Intervalo de 80% a 125% (variação dos ajustes a mercado) Comprovar desde a concepção e no decorrer da operação Retrospectiva e Prospectiva Fatores que geram Inefetividade: Non-Zero Fair Value Taxas Prazos Notional s

8 Contabilidade de Operações de Hedge Efetividade Retrospectiva Método Cumulativo: Date Fair Value of Derivative Fair Value of Hedged Item Effectiveness 1 January 20X3 CHF 0 CHF March 20X3 CHF 100 CHF /90= 111% 30 June 20X3 CHF 125 CHF /111= 113% 30 Sept 20X3 CHF 150 CHF /130= 115%

9 Contabilidade de Operações de Hedge Efetividade Retrospectiva Método Não Cumulativo: Date Fair Value of Derivative Fair Value of Hedged Item Effectiveness 1 January 20X3 CHF 0 CHF March 20X3 CHF 100 CHF /90= 111% 30 June 20X3 CHF 125 CHF /21= 119% 30 Sept 20X3 CHF 150 CHF /19= 132%

10 Contabilidade de Operações de Hedge Efetividade Prospectiva: change in price of tyres = $ (change in price of rubber) + 0 Δ Hedged Item (tires).... β = 0.9. ά Δ Hedge (rubber)

11 Exemplo: Cobertura do risco cambial relacionado a um contrato de importação de ativo A entidade ALFA tem o EURO como moeda funcional. Em janeiro de 2008, a entidade ALFA fechou um contrato com um fornecedor americano para a compra de uma máquina no valor de kusd A máquina deverá ser entregue no mês de julho de 2008 e o preço de compra será pago no momento da entrega. A entidade ALFA quer se proteger contra o risco cambial desta importação entre janeiro e julho de Para isso, a empresa entra em uma operação de cobertura ( Hedge ), comprando kusd 1000 a termo (Contrato a termo de compra de dólares) com vencimento em julho de 2008 e cotação a termo pré-negociada com o banco na data da contratação do derivativo (1 USD = 0,9 EUR). Portanto, em janeiro de 2008, ALFA fixou o seu preço de compra futuro da máquina no valor de keur900 (kusd 1000 x 0,9). Todos os critérios de documentação da estratégia de cobertura requeridos pelo IAS foram documentados pela entidade ALFA na data da contratação do derivativo. Conforme mencionado no parágrafo IAS 39.87, este tipo de cobertura cambial de compromisso firme pode ser contabilizado tanto como Cash Flow Hedge ou como Fair Value Hedge.

12 Exemplo: Cobertura do risco cambial relacionado a um contrato de importação de ativo 1. Contabilizar a operação como uma Cobertura de Valor Justo caso o valor justo do derivativo seja de EUR 30 em março de 2008 e a taxa de câmbio seja de USD 1 = EUR 0,95 no vencimento (em julho de 2008). 2. Contabilizar alternativamente a operação como uma Cobertura de Fluxo de Caixa.

13 Contabilização como Cobertura de Valor Justo ( Fair Value Hedge ) 1/3 Janeiro de 2008: Na data da contratação, o valor justo de derivativo é nulo. Portanto, nenhum lançamento é requerido. O derivativo pode ser reconhecido para fins de controle. Março de 2008: No final do mês de março, a taxa de câmbio é de USD 1 = EUR 0,93, portanto, o valor justo do derivativo é de: kusd1000 x (0,93 0,90) = keur Contabilização do derivativo ao valor justo: D Derivativo Ativo 30 C Lucro com derivativos Resultado 30 O valor do compromisso firme é contabilizado com contrapartida no resultado da seguinte maneira: 2. Contabilização do compromisso firme ao valor justo: D Despesa com variação cambial Resultado 30 C Compromisso firme Passivo 30

14 Contabilização como Cobertura de Valor Justo ( Fair Value Hedge ) 2/3 Julho de 2008: Na data da liquidação do derivativo em julho de 2008, a taxa de câmbio é de USD 1 = EUR 0,95. Portanto, o valor justo do derivativo é nessa data de: kusd 1000 x (0,95 0,9) = keur 50. A variação do valor justo do derivativo no mês de julho de 2008 é de keur20 (keur 50 keur 30 = keur 20). 3. Contabilização do derivativo ao valor justo: D Derivativo Ativo 20 C Lucro com derivativos Resultado Contabilização do compromisso firme ao valor justo: D Despesa com variação cambial Resultado 20 C Compromisso firme Passivo 20 A cobertura é perfeita: Variação do Derivativo/Variação do Compromisso firme = 100% (20/20 = 100%) 5. Contabilização da liquidação do derivativo: D Disponibilidades 50 C Derivativo Ativo 50

15 Contabilização como Cobertura de Valor Justo ( Fair Value Hedge ) 3/3 Julho de 2008: 6. Contabilização da compra da máquina com a taxa de câmbio spot de julho de 2008: A máquina é registrada pelo valor de compra (kusd 1000 x 0,95 = keur 950) utilizando a taxa de câmbio ( spot ) do mês de julho de 2008, ou seja, 1 USD = 0,95 EUR. D Máquina Imobilizado 950 C Disponibilidades Contabilização do ajuste do preço de compra da máquina: D Compromisso firme Passivo 50 C Máquina Imobilizado 50 Em resumo, o resultado dos lançamentos acima apresentados é o seguinte: D Máquina Imobilizado 900 C Disponibilidades 900

16 Contabilização como Cobertura de Fluxo de Caixa ( Cash Flow Hedge ) 1/4 Quais seriam os lançamentos caso a entidade ALFA opte por contabilizar a operação como uma contabilização de Cobertura de Fluxo de Caixa ( Cash Flow Hedge ) conforme autorizado pela norma IAS 39.87? Janeiro de 2008: Na data da contratação, o valor justo de derivativo é nulo. Portanto, nenhum lançamento é requerido. O derivativo pode ser reconhecido para fins de controle. Março de 2008: Em março de 2008, o derivativo é reconhecido no balanço patrimonial ao seu valor justo com contrapartida no patrimônio líquido. Portanto, o resultado do derivativo foi diferido no patrimônio líquido em obediência ao regime de competência, não afetando o resultado. 1. Contabilização do derivativo ao valor justo no patrimônio líquido: D Derivativo Ativo 30 C Reserva separada Patrimônio líquido 30

17 Contabilização como Cobertura de Fluxo de Caixa ( Cash Flow Hedge ) 2/4 Julho de 2008: 2. Contabilização do derivativo ao valor justo no patrimônio líquido: D Derivativo Ativo 20 C Reserva separada Patrimônio líquido Contabilização da liquidação do derivativo: D Disponibilidades 50 C Derivativo Ativo Contabilização da compra da máquina com a taxa de câmbio spot de julho de 2008: A máquina é registrada pelo valor de compra (kusd 1000 x 0,95 = keur 950) utilizando a taxa de câmbio ( spot ) do mês de julho de 2008, ou seja, 1 USD = 0,95 EUR. D Máquina Imobilizado 950 C Disponibilidades 950

18 Contabilização como Cobertura de Fluxo de Caixa ( Cash Flow Hedge ) 3/4 Julho de 2008: Opção 1: Ajuste do preço de compra da máquina Contabilização do ajuste do preço de compra da máquina do ativo imobilizado: O resultado do derivativo registrado na reserva de avaliações patrimoniais é reciclado em conta do ativo imobilizado na data da compra da máquina. D Reserva separada Patrimônio líquido 50 C Máquina Imobilizado 50 Em resumo, o resultado dos lançamentos acima apresentados é o seguinte: D Máquina Imobilizado 900 C Disponibilidades 900

19 Contabilização como Cobertura de Fluxo de Caixa ( Cash Flow Hedge ) 4/4 Julho de 2008: Opção 2: Reciclagem do patrimônio líquido para o resultado Contabilização do derivativo ao valor justo no patrimônio líquido: D Derivativo Ativo 50 C Reserva separada Patrimônio líquido 50 Contabilização da liquidação do derivativo: D Disponibilidades 50 C Derivativo Ativo 50 Contabilização da compra da máquina com a taxa de câmbio spot de julho de 2008: D Máquina Imobilizado 950 C Disponibilidades 950 Em resumo, o resultado dos lançamentos apresentados é o seguinte: D Máquina Imobilizado 950 C Disponibilidades 900 C Reserva separada Patrimônio líquido 50 Nesse caso, o valor justo do derivativo é reciclado do patrimônio líquido para o resultado conforme a máquina vai sendo depreciada no resultado. Na redação inicial da norma IAS 39, o ajuste do valor contábil era requerido no caso de uma cobertura de fluxo de caixa.

20 Exemplo: Cobertura do fluxo de caixa de uma projetada venda ABC está protegendo o risco de mudanças nos fluxos de caixa relacionados à venda projetada de bushels da Commodity A que serão vendidos no final do periodo 1; o valor de custo do estoque é $1 milhão, e o valor de mercado e valor de venda nas condições atuais é de $1.1 milhão No primeiro dia do período 1, ABC entra em um derivativo Z para vender bushels por $1.1 milhão no final do período No momento da realização do hedge o derivativo está a valor de mercado (fair value é igual a zero) Todas as características da commodity e do derivativo são idênticas

21 Contabilização como Cobertura de Fluxo de Caixa Venda Projetada ( Cash Flow Hedge ) 1/2 Contabilização no final do Periodo 1 D - Derivativo Z C - OCI[1] Representando a contabilização do ajuste a mercado do derivativo (fair value) D - Caixa C - Derivativo Z Representando a liquidação do derivativo Z D - Caixa C Receita de Vendas D - OCI Contabilização da venda do estoque

22 Contabilização como Cobertura de Fluxo de Caixa Venda Projetada ( Cash Flow Hedge ) 2/2 D - CPV C Estoques Contabilização da baixa do estoque

23 Contabilidade de Operações de Hedge Descontinuidade: Critérios não satisfeitos Efetividade fora do intervalo (80% a 125%) Objetos de operações orçadas deixa de ser provável Vencimento do instrumento de hedge Alteração da estratégia da gerência Reversão de todo ajuste do CFH (em OCI) para resultado

24 Evidenciação de Instrumentos Financeiros Evidenciação: É obrigatória a divulgação, em notas explicativas às demonstrações financeiras, de informações qualitativas e quantitativas relativas aos instrumentos financeiros derivativos, destacados, no mínimo, os seguintes aspectos: política de utilização; objetivos e estratégias de gerenciamento de riscos particularmente, a política de proteção patrimonial (hedge); riscos associados a cada estratégia de atuação no mercado, adequação dos controles internos e parâmetros utilizados para o gerenciamento desses riscos e os resultados obtidos em relação aos objetivos propostos; o valor justo de todos os derivativos contratados, os critérios de avaliação e mensuração, métodos e premissas significativas aplicadas na apuração do valor justo;

25 Evidenciação de Instrumentos Financeiros Evidenciação - continuação valores registrados em contas de ativo e passivo segregados, por categoria, risco e estratégia de atuação no mercado, aqueles com o objetivo de proteção patrimonial (hedge) e aqueles com o propósito de negociação; valores agrupados por ativo, indexador de referência, contraparte, local de negociação (bolsa ou balcão) ou de registro e faixas de vencimento, destacados os valores de referência, de custo, justo e em risco da carteira; ganhos e perdas no período, agrupados pelas principais categorias de riscos assumidos, segregados aqueles registrados no resultado e no patrimônio líquido; valores e efeito no resultado do período de operações que deixaram de ser qualificadas para a contabilidade de operações de proteção patrimonial (hedge), bem como aqueles montantes transferidos do patrimônio líquido em decorrência do reconhecimento contábil das perdas e dos ganhos no item objeto de hedge;

26 Evidenciação de Instrumentos Financeiros Evidenciação - continuação principais transações e compromissos futuros objeto de proteção patrimonial (hedge)de fluxo de caixa, destacados os prazos para o impacto financeiro previsto; valor e tipo de margens dadas em garantia; razões pormenorizadas de eventuais mudanças na classificação dos instrumentos financeiros.

27 Referências EPSTEIN, Barry Jay; MIRZA, Abbas Ali. Wiley IFRS 2012: interpretation and application of International accounting and financial reporting standards. New Jersey: John Wiley & Sons, ERNST & YOUNG; FUNDAÇÃO INSTITUTO DE PESQUISAS CONTABÉIS, ATUARIAIS E FINANCEIRAS. Manual de normas internacionais de contabilidade: IFRS versus normas brasileiras. 2. ed. atual. conforme pronunciamentos emitidos. São Paulo: Atlas, IUDÍCIBUS, Sérgio de et al. Manual de contabilidade societária: aplicável a todas as sociedades. São Paulo: Atlas, CPC CPC CPC

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