Aulas Particulares on-line
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- Iago Nunes Sá
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1 HISTÓRIA PRÉ-VESTIBULAR LIVRO DO PROFESSOR
2 IESDE Brasil S.A. É proibida a reprodução, mesmo parcial, por qualquer processo, sem autorização por escrito dos autores e do detentor dos direitos autorais. I229 IESDE Brasil S.A. / Pré-vestibular / IESDE Brasil S.A. Curitiba : IESDE Brasil S.A., [Livro do Professor] 696 p. ISBN: Pré-vestibular. 2. Educação. 3. Estudo e Ensino. I. Título. CDD Disciplinas Língua Portuguesa Literatura Matemática Física Química Biologia História Geografia Produção Autores Francis Madeira da S. Sales Márcio F. Santiago Calixto Rita de Fátima Bezerra Fábio D Ávila Danton Pedro dos Santos Feres Fares Haroldo Costa Silva Filho Jayme Andrade Neto Renato Caldas Madeira Rodrigo Piracicaba Costa Cleber Ribeiro Marco Antonio Noronha Vitor M. Saquette Edson Costa P. da Cruz Fernanda Barbosa Fernando Pimentel Hélio Apostolo Rogério Fernandes Jefferson dos Santos da Silva Marcelo Piccinini Rafael F. de Menezes Rogério de Sousa Gonçalves Vanessa Silva Duarte A. R. Vieira Enilson F. Venâncio Felipe Silveira de Souza Fernando Mousquer Projeto e Desenvolvimento Pedagógico
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5 Período Regencial Muitos consideram o Período Regencial como a verdadeira consolidação do processo de emancipação do Brasil, pois se retirou do poder um imperador português, abrindo espaço político para a ala de aristocratas recrutados entre os latifundiários brasileiros. Estes se valeram do vazio político para efetivar seus interesses, num período de grande instabilidade devido às disputas políticas entre projetos variados. Soma-se ainda um conjunto de revoltas regenciais que fizeram deste período um dos mais curtos, porém tumultuados da História do Brasil. Podemos dividir o Período Regencial em duas fases. A primeira delas chamaremos de Avanço Liberal ( ), caracterizado pela preocupação dos regentes em corrigir o excesso de centralização política, característica do Primeiro Reinado, por meio de relativa ampliação da autonomia política das províncias. Porém, com a eclosão de importantes revoltas regenciais, a partir de 1835, como a Cabanagem e a Farroupilha, os latifundiários optaram pelo retorno do centralismo em nome da manutenção da ordem político-social. Esse segundo período é conhecido como Regresso Conservador ( ). São essas as duas fases analisadas neste módulo que destaca como a parcela politizada da população lidou inicialmente com a experiência de governo num momento onde seu futuro imperador era menor de idade. Grupamentos políticos no Período Regencial Durante o Período Regencial, ocorreu a formação de novos grupos políticos, reflexo das tensões políticas em destaque desde os últimos anos do Primeiro Reinado. Destacaram-se três correntes políticas: Partido Liberal Moderado ou Chimango: Era formado por grandes comerciantes e por latifundiários escravistas interessados na manutenção da unidade territorial e na ordem social. Eram defensores da concentração das decisões no Rio de Janeiro em detrimento do poder das províncias, embora fossem partidários da ampliação do poder do Legislativo, em detrimento do Executivo. Organizaram-se em torno da Sociedade Defensora da Liberdade e Independência Nacional, que liderada pelo político paraibano Antônio Borges da Fonseca, possuía muitos membros oriundos do Partido Liberal Radical. Possuíam jornais que expressavam seu ideário como a Aurora Fluminense, O Sete de Abril e O Farol Paulistano. Partido Liberal Exaltado, Farroupilha ou Jurujuba: Reunia elementos da classe média urbana, e também latifundiários do Rio Grande do Sul e do Nordeste que se agruparam em torno da Sociedade Federal. Eram partidários de maior autonomia para as províncias sendo que os mais radicais chegavam a defender o federalismo (divisão do Brasil em Estados), além da abolição da escravidão e a instalação de um governo republicano. Os farroupilhas encontravam nos jornais A Malagueta, O Grito dos Oprimidos e O Capadócio seus instrumentos de difusão. Partido Restaurador ou Caramuru: Era formado pelos antigos membros do Partido Português, principalmente oficiais militares que se reuniram em torno da Sociedade Militar e de jornais como O Caramuru e O Brasil Aflito. Lideravam esse grupo os irmãos Andrada, reconciliados com D. Pedro I e com grande influência política, uma vez que José Bonifácio era o tutor de Pedro de Alcântara. Os Caramurus eram partidários do retorno de D. Pedro I ao trono brasileiro. Esses três agrupamentos políticos são responsáveis pelas transformações políticas do período histórico em questão e seus interesses serão desdobrados em ações políticas que, muitas vezes, excluíam as necessidades da grande massa. 1
6 2 O Avanço Liberal ( ) A Regência Trina Provisória (abril a junho de 1831): A Constituição brasileira, outorgada em 1824, era clara: O imperador é considerado menor de idade até completar 18 anos (Artigo 121); Se o Imperador não tiver parente algum (...), será o Império governado por uma regência permanente, nomeada pela assembleia-geral, composta de três membros, dos quais o mais velho será o presidente (Artigo 123). Como Pedro de Alcântara tinha apenas 5 anos quando da abdicação de D. Pedro I, procedeu-se à instalação de um governo regencial para governar o Brasil. Entretanto, quando o Imperador abdicou, a assembleia-geral estava de recesso e os poucos parlamentares que se encontravam no Rio de Janeiro organizaram uma Regência Trina Provisória, até o fim do recesso. Esta regência foi formada pelos senadores José Joaquim Carneiro de Campos, Nicolau Pereria de Campos Vergueiro e pelo brigadeiro Francisco de Lima e Silva (pai do futuro duque de Caxias). Apesar da brevidade, a Regência Trina Provisória organizou medidas que se enquadraram na lógica do avanço liberal, como a expulsão dos estrangeiros do Exército brasileiro, concessão de anistia a todos os acusados de crimes políticos e reintegração do Ministério dos Brasileiros, deposto por D. Pedro I pouco antes de sua abdicação. Além disso, suspenderam temporariamente as atribuições do Poder Moderador. A Regência Trina Permanente ( ): Em junho foram escolhidos os regentes que comporiam a Regência Trina Permanente: novamente Francisco de Lima e Silva, acompanhado de João Bráulio Muniz, enquanto representante das províncias do Norte e José da Costa Carvalho, enquanto representante das províncias do Sul. Em 1831, estoura uma onda de revoltas no Brasil, especialmente no Rio de Janeiro, onde ocorreu uma sublevação do 26. º Batalhão de Infantaria. Contando com a adesão de setores populares, exigiam reformas mais radicais na Constituição, além da deportação de alguns funcionários públicos, senadores e militares nascidos em Portugal, a suspensão da emigração portuguesa e a demissão do líder moderado, padre Diogo Antônio Feijó, então Ministro da Justiça. Outras províncias, como Bahia e Ceará, também conheceram movimentos de contestação entre 1831 e Pernambuco experimentou uma série de revoltas como Setembrada (1831), Novembrada (1831) e a Abrilada (1832), onde as camadas populares e as classes médias urbanas reivindicavam a ampliação de sua participação política, além das críticas à desvalorização da moeda durante o Primeiro Reinado (encarecendo as importações) e ao controle do comércio pelos portugueses. A Regência Trina Provisória foi composta por senadores enquanto a Regência Trina Permanente por deputados. Como muitos oficiais do Exército também militavam pela causa dos caramurus, Feijó sabia que não poderia contar sempre com as tropas para reprimir as revoltas. A partir daí, Feijó, então ministro da justiça, resolveu criar a Guarda Nacional, em 1831, força paramilitar recrutada em nível provincial, de maneira que as elites locais, especialmente latifundiários, receberam a patente de coronel da Guarda Nacional. Esta é a origem da expressão coronelismo que marcou a vida política durante a República Oligárquica ( ), mostrando que o interesse de Feijó era estabelecer a ordem em favor da aristocracia brasileira, esvaziando os quadros do Exército uma vez que o alistamento na Guarda Nacional dispensava o indivíduo do alistamento nas Forças Armadas. Fardas da Guarda Nacional. A criação da Guarda Nacional, ao reforçar o poder das autoridades provinciais, também pode ser incluída como medida do Avanço Liberal, assim como a criação do Código de Processo Criminal em novembro de O código dava plena autoridade judicial e policial, em instância municipal, aos juízes de paz, normalmente nomeados por grandes proprietários de cada região. Com influência das instituições liberais francesas e norte-americanas, criou-se o júri e o habeas corpus que foram utilizados apenas para garantir os interesses da aristocracia rural brasileira. Domínio público.
7 Após tentativa de golpe para retirar José Bonifácio da tutoria de Pedro de Alcântara, Feijó acabou sendo demitido do cargo de Ministro da Justiça em Feijó era favorável a realização de reformas constitucionais, contando com o apoio dos liberais radicais e de muitos moderados que pretendiam corrigir o excesso de centralização dos primeiros anos de Império. Muitos moderados viam na ampliação da autonomia das províncias uma forma de pacificar os movimentos de oposição, além de acalmar os ânimos dos liberais radicais, ainda bastante influentes em várias partes do Império. Essas reformas estavam concentradas no Ato Adicional de 1834 e entre seus principais aspectos destacaram-se: abolição do Conselho de Estado, escolhido para assessorar o Imperador; criação das Assembleias Legislativas Provinciais, que teriam autonomia para elaborar suas próprias leis, criar impostos e escolher funcionários públicos, em substituição aos antigos conselhos provinciais; suspensão definitiva do uso do Poder Moderador durante o período regencial; criação de um município neutro no Rio de Janeiro, separado da Província Fluminense com capital em Niterói. O município neutro seria a sede da administração e suas autoridades seriam escolhidas pelas autoridades imperiais; manutenção da vitaliciedade do Senado, procurando atender, de maneira conciliatória, os interesses dos restauradores, muito influentes no Senado; substituição da Regência Trina pela Regência Una (formada por apenas um membro), eleita pelas assembleias provinciais de todo o país para um mandato de quatro anos. Estas medidas liberais manifestavam o desejo de ampliar o poder provincial, reduzindo os impactos do centralismo, mas na prática, acabaram beneficiando apenas a aristocracia rural brasileira, que ganhou novos instrumentos para reforçar o seu poder e influência em nível local. O ano de 1834 marcou o início de um novo processo de reagrupamento dos agentes políticos no Brasil. Com a morte de D. Pedro I, no dia 24 de setembro deste mesmo ano, chegou ao fim o movimento dos restauradores, que já haviam recebido um golpe fulminante no dia 14 de dezembro de 1833, quando José Bonifácio foi destituído da tutoria de Pedro de Alcântara. A destituição ocorreu após uma revolta popular diante da iniciativa dos restauradores de obter a adesão de D. Pedro I à Sociedade Militar. A aprovação do Ato Adicional, em 1834, também promoveu alterações políticas ao dividir os liberais moderados em dois grupos. Os Progressistas, liderados por Diogo Feijó e pelo jornalista Evaristo da Veiga, que acreditavam na necessidade de defender as reformas do Ato Adicional. No entanto, muitos liberais moderados, que até defenderam o Avanço Liberal, passaram a propor o retorno do Centralismo, passando a ser chamados de Regressistas. Estes eram liderados por Carneiro Leão e por Araújo Lima que, diante da tensão provocada pelo avanço das insatisfações sociais materializadas na Cabanagem e na Revolução Farroupilha, passaram a defender a ideia de que apenas o retorno do centralismo poderia manter a ordem no Brasil, ou seja: seus próprios interesses ligados ao latifúndio, à escravidão e à exclusão sociopolítica da grande massa. A Regência una de Feijó ( ): A eleição do regente uno em 7 de abril de 1835, foi disputada por Diogo Feijó, Progressista apoiado por Evaristo da Veiga, e do pernambucano Antônio Francisco de Paula e Cavalcanti, senhor de engenho que obteve o apoio de Carneiro Leão e de seus regressistas. Contando com grande prestígio em dois importantes centros eleitorais, Minas Gerais e Província Fluminense, Feijó venceu as eleições, tornando-se o primeiro regente uno brasileiro. A posse de Feijó ocorreu no dia 12 de outubro de 1835, em meio a um clima bastante tenso devido a eclosão da Cabanagem, no Pará, da Farroupilha, no Rio Grande do Sul, e da Revolta Escrava dos Malês, na Bahia. Padre Feijó. Essa tensão fazia com que os regressistas se fortalecessem ainda mais, promovendo o isolamento político de Feijó, que insistia em defender o Avanço Liberal. O padre Diogo Antônio Feijó ainda entrou em conflito com a Igreja Católica ao opor-se ao celibato clerical e outras questões internas. Isolado, com problemas de saúde e incapaz de manter a ordem a partir da contenção das revoltas, Feijó preferiu renunciar em 19 de setembro de Domínio público. 3
8 O Regresso Conservador ( ) A Regência una de Araújo Lima ( ): Com a renúncia de Feijó, a regência foi entregue provisoriamente ao ministro de Feijó, o regressista Araújo Lima, que contava com o apoio dos barões de café do Vale do Paraíba. Tal fato alterou a composição social do quadro político brasileiro de maneira que se prolongaria por muitas décadas à frente. Feijó organizou um novo gabinete, chamado de Ministério das Capacidades, sob a liderança de Bernardo Pereira de Vasconcelos, até então um grande defensor do Avanço Liberal. Araújo Lima. Os conservadores passaram a defender a reforma do Ato Adicional, adequando aos tempos de centralização e em 12 de maio de 1840 foi aprovada a Lei Interpretativa do Ato Adicional. Na prática, esta lei restringiu a muitos dos princípios do Avanço Liberal. Com a Lei Interpretativa, o poder central voltou a ter o direito de nomear funcionários públicos e o controle das organizações policiais e judiciárias, antes a cargo das assembleias legislativas provinciais. Domínio público. O golpe da maioridade Quando foi indagado a respeito da alteração de postura política, Bernardo Pereira de Vasconcelos assim se defendeu: Fui liberal; então a liberdade era nova no país, estava nas aspirações de todos, mas não nas leis (...). Hoje, porém é diverso o aspecto da sociedade: os princípios democráticos tudo ganharam, e muito comprometeram a sociedade, que então corria risco pela desorganização e pela anarquia. Como então quis, quero hoje servi-la; por isso sou regressista.(...) Percebe-se no discurso de Bernardo de Vasconcelos a tentativa de anular o estabelecimento da democracia, identificado ao anarquismo e a desordem política, tentando parar o carro revolucionário segundo suas próprias palavras. Despojados do poder, os liberais procuraram articular meios de acabar com o governo regencial, o que levou à criação do Clube da Maioridade em 15 de abril de O Clube recebeu a adesão de alguns regressistas e passou a defender a ideia de que somente a presença do Imperador poderia dar fim às revoltas em curso. No entanto, Pedro de Alcântara só tinha 14 anos, mas assim mesmo o Clube da Maioridade levou à frente sua campanha, que culminou no dia 26 de julho de 1840, quando o jovem Pedro II assumiu o título de D. Pedro II. Domínio público. 4 As eleições de 1836 formaram uma Câmara dos deputados de maioria regressista, enquanto que o próprio Araújo Lima foi eleito como novo regente em 1838, tudo isso provocado pelo clima de tensão provocado pela revoltas regenciais. Com a Regência de Araújo Lima, inicia-se a violenta repressão sobre as revoltas regenciais. O Ministério das Capacidades ainda foi responsável por importantes medidas como a criação, na capital do Império, do Colégio D. Pedro II, do Arquivo Público Nacional e do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. D. Pedro II. Encerrou-se um período que muitos autores afirmam ter sido uma das primeiras experiências republicanas no Brasil, onde a ausência de um imperador fez com que os políticos brasileiros escolhessem seus próprios destinos políticos, de acordo com interesses econômico-sociais específicos. À margem, ficaram os setores populares que, diante da exclusão, manifestaram bravamente seus próprios interesses, em sangrentas batalhas.
9 Evolução partidária no Brasil (Século XIX) Primeiro Reinado ( ) Período Regencial ( ) Segundo Reinado ( ) Partido Português Partido Restaurador Partido Regressista Partido Conservador com a morte de Dom Pedro I Partido Brasileiro Partido Liberal-Moderado Partido Progressista Partido Liberal Partido Liberal-radical Partido Liberal-Exaltado Os Progressistas e os Regressistas inauguram o Segundo Reinado ( ) como os principais grupamentos políticos, sob os nomes de Partido Liberal e Conservador, respectivamente. Politicamente, poderiam divergir em relação aseus postulados medidas liberais-autonomistas ou conservadoras-centralistas. Mas na verdade, eram compostos por membros da aristocracia dominante, que disputaram intensamente o poder político até a Proclamação da República em Os latifundiários dos dois grupos procuravam defender seus próprios interesses, em detrimento das necessidades da grande massa. Daí vem a expressão de que tanto liberais quanto conservadores eram farinha do mesmo saco e de que nada mais conservador que um liberal no poder e nada mais conservador que um liberal na oposição. Ou seja, em defesa de seus interesses conservadores poderiam tomar medidas liberais e estes poderiam defender propostas centralistas, como a criação do Clube da Maioridade e a antecipação da posse de D. Pedro II, apenas para dar fim à regência conservadora. Revoltas do Período Regencial Como vimos anteriormente, o Período Regencial se caracterizou por momentos de grande instabilidade política, explicada em grande parte pelas disputas entre grupamentos, à margem dos interesses que não fossem os dos latifundiários escravistas. A população percebeu a exclusão e em várias partes do país protestou diante do agravamento da situação econômica. Ao analisarmos o Primeiro Reinado ( ) percebemos a deficiência econômica que o Brasil passava e esta situação não se alterou no Período Regencial, sendo uma das causas do conjunto de revoltas existente no período. Para superar a crise econômica, o Estado regencial ainda elevou sensivelmente a carga tributária, ampliando o descontentamento da população. Soma-se ainda a centralização política no Rio de Janeiro, agrupando membros da aristocracia fluminense em torno do centro das decisões políticas. Esse fator causava a indignação até mesmo de latifundiários de outras províncias do Brasil. Analisaremos agora as mais importantes revoltas do período em destaque, revelando um passado questionador da população brasileira, em grande parte distante 5
10 do cotidiano atual. Questionamentos esses que provocaram alterações nos destinos políticos do Brasil, inclusive quando a aristocracia optou por retroagir em relação às propostas liberais. Se os latifundiários escravistas optaram pelo Regresso Conservador e por medidas como a Lei Interpretativa do Ato Adicional de 1840, isso se deu por causa dos protestos que emanavam de todo o Brasil. No tópico anterior, analisamos a onda de revoltas de 1831, que motivaram o então Ministro da Justiça Diogo Antônio Feijó a criar a Guarda Nacional, que atuou na repressão de alguns dos movimentos de contestação. Os combates foram responsáveis pela morte de cerca de setenta revoltosos. Dos capturados, cinco foram condenados à morte. Entre os principais líderes destacaram-se Pacífico Licutan, Elesbão do Carmo, Manoel Calafate, Nicobé e Alhuna. Temática Cartográfica. As principais revoltas regenciais foram: Revolta dos Malês (Bahia/1835) Cabanagem (Pará/ ) Sabinada (Bahia/ ) Balaiada (Maranhão/ ) Guerra dos Farrapos ( ) Revolta dos Malês (Bahia/1835) 6 Na Bahia, em 1835, o temor de muitos latifundiários escravistas se confirmou. Com a irrupção da Revolução Haitiana, que no século XVIII reuniu escravos e mulatos a favor da independência e contra a escravidão, latifundiários escravistas do mundo todo temiam que o mesmo acontecesse em seus países. Salvador era destino de muitos escravos, sendo que muitos da etnia haussá e nagô eram adeptos do Islamismo. Estes eram chamados de Malês, que significa escravo adepto do islamismo. Em 1835, cerca de dois mil escravos e libertos insurgiram-se na cidade de Salvador, tomando quartéis e ocupando a cidade. Protestavam contra a escravidão, contra a propriedade privada da terra e da exclusividade do catolicismo, em detrimento das outras religiões. O levante, planejado desde 1834, foi marcado para o dia 25 de janeiro, dia de Nossa Senhora da Guia, domingo e feriado religioso, quando as tropas estariam mais relaxadas. O levante foi denunciado pelo liberto Domingos Fortunato, que sabia do conflito e informou ao seu senhor. Tropas foram enviadas para o núcleo da revolta, o sobrado da Ladeira da Praça, e ao serem surpreendidos pelas tropas regenciais, os escravos furaram o bloqueio, saindo pelas ruas da cidade. Cabanagem (Pará/ ) Assim como Pernambuco, o Pará também foi palco de agitações desde a Independência do Brasil. O cônego Batista Campos liderou a população paraense contra os portugueses contrários à emancipação. Além disso, o cônego mobilizou-se contra a instalação de um governo no Pará fiel a D. Pedro I, que excluía a sua participação política e a de líderes como Félix Malcher. O resultado foi uma violenta repressão por parte das tropas comandadas pelo mercenário inglês John Grenfell (ver módulo Primeiro Reinado). Felix Malcher. Domínio público.
11 Com o início do Período Regencial, as agitações voltam à cena, com destaque para novas tentativas de levante sob o comando de Batista Campos, que tentou sublevar a comarca do Rio Negro no Amazonas em Para tentar dar fim às agitações, o governo regencial enviou Bernardo Lobo de Souza como presidente da província e o tenente-coronel José Joaquim da Silva Santiago como comandante das armas. Além dos fatores já conhecidos, que em parte foram responsáveis pela eclosão da maioria das revoltas regenciais, destaca-se no Pará, como causa da Cabanagem, a política repressiva das novas autoridades enviadas à província, mobilizando a população. A expressão cabanos é utilizada para denominar a população miserável formada por negros, índios, mestiços e brancos, que habitavam as choupanas à beira dos rios. A Cabanagem eclodiu no dia 6 de janeiro de 1834, quando tomou a capital, executando o governador Lobo de Souza e as demais autoridades enviadas. Entre os líderes destacaram-se o cônego Batista Campos, o seringueiro Eduardo Nogueira Angelim, os irmãos lavradores Antônio e Francisco Pedro Vinagre, o jornalista Vicente Ferreira Lavor, além do fazendeiro Felix Antônio Clemente Malcher. Os rebeldes tomaram armazéns e propriedades, mas não aboliram a escravidão, formando o primeiro governo dos cabanos, sob comando de Félix Malcher. Entretanto, Malcher declarou-se fiel ao imperador, jurando permanecer no governo até a maioridade de Pedro de Alcântara. Malcher procurou ainda perseguir líderes mais radicais do movimento, sendo responsável pela prisão e deportação de Angelim e Lavor. Acusado de traição, Malcher foi preso e executado pelos cabanos, que formaram um novo governo, desta vez sob a liderança de Francisco Vinagre. Porém, o comportamento de Vinagre não foi tão diferente de Malcher, declarando que entregaria o poder a quem as autoridades regenciais indicassem. Vinagre ainda negociou com Manuel Jorge Rodrigues, enviado para reprimir o movimento. Com a ajuda de Vinagre, Manuel Jorge Rodrigues tomou o poder em Belém. Sob a liderança de Eduardo Angelim, os revoltosos se reorganizaram no interior e marcharam em direção a Belém, obrigando Jorge Rodrigues a se refugiar na ilha de Tatuoca, proclamando assim uma república no Pará em Em 1836, o governo regencial enviou uma poderosa esquadra, comandada pelo brigadeiro Francisco José de Souza Soares de Almeida, responsável pela desarticulação do movimento, pacificando a província a partir da morte de cerca de 30 mil pessoas, aproximadamente um quinto da população da província. Os últimos rebeldes só se entregaram no ano de 1840, quando o movimento foi definitivamente reprimido. Proclamação de Eduardo Angelim (...) Meus amados patrícios! Eu vos afiancei que o infame e opressor jugo estrangeiro havia de cair por terra e que seríamos os vencedores. Realizaram-se os meus bons desejos e grata esperanças.vós sois dignos do nome paraense! Vós todos, soldado da liberdade, estais coberto de glória pelo vosso patriotismo, valor e constância! Os nossos inimigos são os primeiros a confessar o vosso valor e heroísmo! (...)Dignos chefes de todas as colunas,vós todos sois merecedores dos maiores louvores e elogios pelo vosso valor, firmeza de caráter e lealdade.vivam os descendentes dos Ajuricabas e Anagaíbas! Vivam os paraenses livres! Viva o Pará! Sabinada (Bahia/ ) O nome desta revolta é oriundo de um de seus líderes mais atuantes, o médico e jornalista Francisco Sabino Vieira. Sabino comandou profissionais liberais, pequenos proprietários de terra, artesãos e funcionários públicos e oficiais militares, ou seja, as camadas médias de Salvador contra o governo regencial. O jornal Novo Diário da Bahia pertencente a Sabino, pregava os ideais da revolta que eclodiu a 6 de novembro de 1837, determinando a fuga das autoridades provinciais Francisco de Souza Paraíso (presidente da província) e Luís Francisco (comandante das armas). Sabino mostrou-se contrário à concentração das decisões políticas no Rio de Janeiro, sendo defensor do federalismo, de acordo com o postulado dos liberais exaltados. A classe média de Salvador, insatisfeita, aproveitou-se do descontentamento da população com o recrutamento compulsório para o Exército Imperial que daria combate à Revolução Farroupilha. Os setores populares compuseram a base das tropas dos revoltosos, mas a adesão da população mais humilde foi restrita, uma vez que a Sabinada não defendia reformas sociais, nem mesmo a abolição da escravidão. 7
12 Balaiada (Maranhão/ ) A relação entre a Sabinada e a Farroupilha vai além da insatisfação com o recrutamento. Ela está presente no ideário federalista de ambos os movimentos contrários ao governo regencial. Sem contar que, em 1837, Bento Gonçalves, líder farroupilha, esteve preso na Bahia, e fugiu a nado da prisão, sendo recolhido por companheiros maçons militantes da Sabinada. Os revoltosos declararam a 7 de novembro de 1837 a formação da República Bahiense, cuja presidência foi entregue a João Carneiro da Silva Rego e Sabino foi empossado secretário de governo. Porém a repressão não tardou. Comerciantes ricos de origem portuguesa fugiam de Salvador, enquanto latifundiários organizados pelo tenente-coronel e senhor de engenho Alexandre Gomes de Argolo Ferrão, tramavam no Recôncavo Baiano um plano para conter a revolta. As autoridades regenciais, Paraíso e Luís Francisco, se refugiaram na vila de São Francisco, onde restabeleceram os órgãos administrativos. Após a renúncia de Paraíso, a repressão à revolta foi assumida em 19 de novembro por Antônio Pereira Barreto Pedroso, juntamente com a Guarda Nacional, que possuía destacamentos em vários municípios, para evitar a propagação da revolta. Antônio Pedroso decretou o bloqueio naval de Salvador, com o objetivo de isolar os rebeldes e provocar escassez de alimentos e de gêneros necessários ao conflito. Logo os efeitos do bloqueio passaram a ser sentidos, o que levou os revoltosos a confiscar os bens daqueles que haviam fugido de Salvador. No dia 19 de fevereiro de 1838, os comandados de Sabino decretaram a alforria a todos os escravos nascidos no Brasil, que se alistassem nas tropas, seguida de pagamento de indenização aos senhores. Apesar dos esforços, era tarde demais. No dia 22 de março de 1838, além de centenas de mortos, Sabino foi preso, junto com quase três mil homens. Apesar da condenação à morte dos principais líderes, estes foram anistiados com a antecipação da maioridade. Sabino continuou politicamente atuante, mas agora em Goiás já que estava proibido de permanecer em Salvador. Durante a regência de Diogo Antônio Feijó ( ), o Maranhão foi governado pelos liberais, então chamados de Bem-Te-Vis. Este grupo rivalizava com o grupo dos conservadores apelidados de cabanos. Este apelido foi dado pelos bem-te-vis em alusão aos cabanos de Pernambuco que protestaram contra a queda de D. Pedro I na Cabanada de Muitos cabanos maranhenses eram oriundos do antigo Partido Restaurador (Caramuru), extinto após a morte de D. Pedro I. Lembre-se que muitos restauradores migraram para o Partido Regressista (Conservadores), após o Ato Adicional de 1834 (ver módulo sobre o Período Regencial). Apesar das diferenças políticas, tanto cabanos quanto Bem-Te-Vis pertenciam à mesma classe: a aristocracia maranhense composta por grandes comerciantes e latifundiários escravistas. Com a ascensão da regência conservadora de Araújo Lima, o conservador Vicente Pires Camargo passou a governar a província do Maranhão, sendo atacado pelos jornais Bem-Te-Vis, Crônica Maranhense e Bem- -Te-Vi (que deu nome ao grupo liberal). Os cabanos respondiam aos ataques liberais através do jornal Investigador Maranhense. Diante das disputas políticas, os fazendeiros cabanos passaram a recrutar, para compor a Guarda Nacional, funcionários (vaqueiros e lavradores) das fazendas dos Bem-Te-Vis, mobilizando os setores populares liderados pelo vaqueiro Raimundo Gomes (vulgo Cara Preta) e pelo artesão Manuel dos Anjos Ferreira, vulgo Manuel Balaio, que deu nome ao movimento. Os rebeldes receberam o apoio de cerca de três mil escravos fugidos, comandados pelo negro Cosme Bento das Chagas. A agitação popular desarticulava a administração dos cabanos, favorecendo os Bem-Te-Vis, que chegaram a fornecer armamentos e suprimentos aos rebeldes. No ano de 1839, o governo regencial empossou Manuel Felizardo de Souza como presidente da província do Maranhão, decidido a dar fim ao movimento. Mas a revolta tomou ainda maiores dimensões com o apoio de centenas de rebeldes oriundos do Piauí sob comando do jornalista Lívio Lopes Castelo Branco e Silva. Os populares (índios, mestiços e negros) ampliavam gradativamente seus quadros, sendo que muitos falavam em dar fim à escravidão e à opressiva con- 8
13 centração fundiária, que restringia a ascensão social dos desfavorecidos. Em 1839, os balaios tomaram a vila de Caxias, uma das principais vilas da província, ameaçando invadir São Luís. Foi diante deste quadro que Bem-Te-Vis, latifundiários, comerciantes e membros da Guarda Nacional retiraram gradativamente o seu apoio aos rebeldes. No dia 4 de fevereiro de 1840, tomava posse como presidente da província e como líder das tropas repressoras, o coronel Luis Alves de Lima e Silva (futuro duque de Caxias), filho do ex-regente brigadeiro Francisco de Lima e Silva. Com cerca de 8 mil homens, Caxias retomou cada uma das regiões dominadas pelos balaios, enfraquecidos pelas deserções e pela carestia econômica. Os principais líderes foram presos e executados, pondo fim ao movimento. A Cabanada (Pernambuco/1832): Pernambuco, tradicional centro revolucionário, foi palco de movimentos populares em 1831, como a Setembrizada, Novembrizada e Abrilada. Porém, em 1832, Pernambuco viu os moradores do interior da província se rebelarem novamente. Eram os cabanos (não confundir com os habitantes do Pará, responsáveis pela Cabanagem), pequenos camponeses, trabalhadores rurais, escravos, índios e mestiços que junto com alguns latifundiários, protestaram contra os liberais exaltados, que em Pernambuco defendiam ideias republicanas e federalistas. Os cabanos foram estimulados por membros do Partido Restaurador e exigiam o regresso de D. Pedro I. Era a primeira vez que os pernambucanos se manifestaram em defesa da monarquia no Estado brasileiro. Logicamente, o movimento foi reprimido pelas tropas a mando das autoridades regenciais. depreciar o movimento, ressaltando as roupas típicas dos rebeldes. A ocupação da região Sul pelos luso-brasileiros iniciou-se com a instalação da Colônia de Sacramento em Mas foi a partir do século XVIII que Santa Catarina e Rio Grande do Sul tiveram sua ocupação intensificada com a produção de couro nas estâncias (fazendas de gado) e nas charqueadas que produziam charque (carne salgada e ressecada) vendida principalmente como alimento de escravos em Minas Gerais, Rio de Janeiro e Nordeste. A criação de gado dependia de uma quantidade limitada de pessoas, abrindo a possibilidade dos fazendeiros adotarem a mão-de-obra assalariada, apesar de razoável contingente de escravos dedicados às atividades pastoris. Os fazendeiros tinham, além da importância econômica, uma importância militar, pois recebiam a incumbência por parte do governo brasileiro de chefiar as guardas das fronteiras, defendendo o Brasil de possíveis ataques das repúblicas platinas. No Uruguai e na Argentina, a produção de charque era bastante desenvolvida, sendo que os saladeros (como eram chamados os produtores de charque dos países platinos), contando com apoio do governo de seus países que isentava os impostos destinados à importação de sal e para a exportação do charque. Os charqueadores do sul do Brasil enfrentavam dificuldades, já que o governo brasileiro, em crise econômica, elevava os preços dos impostos, restringindo a possibilidade de concorrência com os produtos platinos, que entravam no Brasil com baixos preços. Os charqueadores sulistas não poderiam elevar seus preços devido ao destino de seus produtos: a agroexportação. Esta, a principal atividade econômica do Brasil, não poderia ser onerada, restringindo os lucros dos charqueadores que acusavam o governo regencial de desproteger a produção nacional. Guerra dos Farrapos ( ) Proclamação de Bento Gonçalves, empossado como presidente da República Rio Grandense A Guerra dos Farrapos ou Revolução Farroupilha foi uma das maiores revoluções da História do Brasil e recebeu este nome por aqueles que pretendiam A carne, o couro, o sebo, a graxa, além de pagarem nas alfândegas do país o duplo dízimo de que se propuseram aliviar-nos, exigiam mais 9
14 quinze por cento em qualquer dos portos do Império. Imprudentes legisladores nos puseram desde este momento na linha dos povos estrangeiros, desnacionalizaram a nossa província e de fato a separaram da Comunidade Brasileira (...). Domínio público. 10 O que os latifundiários não questionavam era um fator muito importante que encarecia sua produção: a escravidão. A baixa produtividade da mão-de-obra escrava encarecia a produção dos charqueadores. Ao contrário, nas repúblicas platinas, os saladeros utilizavam mão-de-obra livre assalariada. O uso de escravos, os altos impostos e a prioridade dada pelo governo à agroexportação eram fatores que somados, dificultavam a situação das províncias meridionais brasileiras durante o Período Regencial. Insatisfeitos com as decisões das autoridades regenciais, afinadas aos interesses dos grandes agricultores, os farrapos estavam mais propícios à influência dos ideais dos liberais exaltados, especialmente ao federalismo. A penetração do republicanismo entre os fazendeiros do sul foi favorecida pela proximidade com as repúblicas platinas. Os ânimos se acirraram quando em 1834 ocorreu a eleição para compor a Assembleia Legislativa Provincial. A maior parte dos deputados eleitos era de fazendeiros federalistas, que decidiram se opor às decisões do governo regencial, representado pelo então presidente da província Antônio Fernandes Rodrigues Braga. No dia 20 de setembro, os rebeldes liderados pelos fazendeiros Bento Gonçalves e Antônio de Souza Neto tomaram Porto Alegre, decretando a formação da República Rio Grandense (ou República Piratini) em Bento Gonçalves foi preso em 1836 e enviado para a Salvador, onde fugiu com a ajuda dos rebeldes da Sabinada. Ao voltar para o Rio Grande do Sul, Bento Gonçalves recebeu a ajuda do revolucionário italiano Giuseppe Garibaldi, que posteriormente se tornou um dos principais líderes da Unificação Italiana em Bento Gonçalves. Domínio público. Giuseppe Garibaldi. Outro líder de destaque foi Davi Canabarro que, junto com Garibaldi e Bento Gonçalves, conquistaram Laguna em Santa Catarina (1839) e decretaram a formação da República Catarinense (ou República Juliana, pois foi instalada do mês de julho). Na célebre batalha de Laguna, Garibaldi transportou por terra dois navios de Porto Alegre a Tramandaí, surpreendendo as tropas regenciais. O ápice do movimento, a partir da instalação das duas repúblicas, também marcou o agravamento da situação econômica dos fazendeiros insurgidos. A base social do movimento era bastante restrita, uma vez que os líderes defendiam propostas que não alcançavam reformas sociais, mas apenas seus interesses ligados à produção de charque. Os populares envolvidos no conflito questionavam a concentração das decisões no Rio de Janeiro. Além disso, a revolta e a separação do Brasil significou a perda do mercado consumidor brasileiro, o principal destino do charque sulista. Apesar das dificuldades, os farroupilhas resistiram durante muitos anos e a revolta perdurou, mesmo após a anistia oferecida com a antecipação da maioridade de Pedro de Alcântara em Em 1842, o ainda barão de Caxias (Luis Alves de Lima e Silva), consagrado pela desarticulação da Balaiada no Maranhão, foi enviado para dar fim à Revolução Farroupilha. Caxias cortou as vias de comunicação com o Uruguai e procurou negociar com os revoltosos. Caxias e Davi Canabarro entraram em um acordo, celebrado pela Paz de Ponche Verde de 1845, onde o governo fazia uma série de concessões, como a anistia geral aos revoltosos, incorporação de soldados e oficiais farroupilhas ao exército brasileiro (com exceção dos generais) em igual posto. As terras dos revoltosos que foram confiscadas pelo governo foram devolvidas e as dívidas contraídas pelas repúblicas proclamadas foram assumidas pelo Estado. Os escravos que atuaram no conflito foram libertos e o charque platino foi taxado em 25%.
15 As revoltas regenciais manifestavam os interesses de variadas classes sociais, em diferentes partes do Brasil. Mas na maioria delas destacou-se a grande mobilização popular e a violência com que foram desarticuladas. Além disso, em boa parte das revoltas a libertação dos escravos não foi mencionada, limitando seu alcance social. Politicamente, foram importantes por gerar uma mudança de postura do governo regencial, que optou pela centralização como forma de manutenção da ordem socioeconômica. Outro fator que gerou profundo temor entre as autoridades regenciais foi o do separatismo decretado por revoltas como a Farroupilha. A violenta repressão era justificada pela necessidade de manutenção da unidade territorial. O Período Regencial também foi importante por trazer à tona a figura de um importante agente político na consolidação do Império do Brasil: Luis Alves de Lima e Silva, o duque de Caxias, que no Segundo Reinado atuará em momentos decisivos. 1. (Unicamp) Dois partidos lutam hoje em nossa pátria: O Restaurador e o Moderador. O primeiro foi leal ao monarca que abdicou, e defende os inquestionáveis direitos do Sr. Pedro II. O segundo é partidário do sistema republicano e quer reduzir o Brasil a inúmeras Repúblicas fracas e pequenas, e assim seus membros poderiam tornar-se seus futuros ditadores. (Adaptado do jornal O Caramuru de 12 de abril de 1832, citado por Arnaldo Contier, Imprensa e Ideologia em São Paulo, 1979.) A partir do texto, responda: a) Em que período da história política do Brasil o texto foi escrito? b) Qual o regime político defendido pelos partidos ci- tados no texto? c) Quais são as críticas que o jornal O Caramuru faz ao Partido Moderado? `` 3. Império, ganhou o status de município neutro da Corte. Na visão republicana, equivaleria ao que foi chamado de Distrito Federal. Em 1960, a cidade do Rio de Janeiro deixou de ser a capital diante da colossal obra de JK no Planalto Central: Brasília. Identifique os motivos que levaram a construção de Brasília. Solução: Os principais motivos foram: segurança, afastando a capital do litoral; afastamento das tensões sociais concentradas no Rio de Janeiro; integração nacional, situando a Capital numa posição central do Brasil. (UFPB) Sobre as insurreições ocorridas durante o Período Regencial e o Segundo Reinado, relacione o movimento social com sua característica. (1) Praieira (2) Balaiada (3) Sabinada (4) Farroupilha (5) Cabanagem (( ) Rebelião iniciada em 1835 na província do Grão- -Pará, que levou as camadas populares ao poder. (( ) Revolta ocorrida na Bahia em 1837, com predominância das camadas médias urbanas de Salvador. (( ) Revolta de sertanejos (vaqueiros e camponeses) e negros escravos, que abalou o Maranhão de 1838 e (( ) A mais longa revolta da história do Império brasileiro, ocorrida no Rio Grande do Sul, de 1835 a O preenchimento dos parênteses está sequenciadamente correto em: a) 1, 3, 4, 2 b) 2, 1, 4, 5 c) 5, 3, 2, 4 d) 3, 4, 1, 2 e) 1, 2, 3, 4 `` Solução: `` Solução: C a) Período Regencial. b) Monarquia e República. 2. c) O caráter federativo, fragmentaria o país e poderia criar pequenos estados governados por ditadores, como os países da América espanhola. (Elite) No Período Regencial, através do Ato Adicional de 1834, a cidade do Rio de Janeiro, capital do Brasil 4. (Elite) Desde o século XIX, o Pará é foco de conflito entre as camadas populares e o interesse das elites 11
16 `` dominantes. Um exemplo desse processo pode ser retratado na revolta conhecida como Cabanagem, ocorrida entre 1834 e Mais recentemente, em janeiro de 2005, ocorreu o assassinato da missionária americana Dorothy Stang, que vivia há muitos anos no Brasil, procurando atender os mais necessitados da região. Identifique a proposta defendida pela missionária que levou ao seu assassinato, provavelmente ligado a poderosos grupos de fazendeiros e grileiros da região do Pará. Solução: A missionária defendia os Projetos de Desenvolvimento Sustentável (PDS) que consistia em reservar áreas para a exploração com o devido cuidado de proteger a natureza. (Fuvest) Sobre a Guarda Nacional, é correto afirmar que ela foi criada: a) pelo imperador, D. Pedro II, e era por ele diretamen- te comandada, razão pela qual tornou-se a principal força durante a Guerra do Paraguai. b) para atuar unicamente no Sul, a fim de assegurar a dominação do Império na Província Cisplatina. c) segundo o modelo da Guarda Nacional Francesa, o que fez dela o braço armado de diversas rebeliões no período regencial e início do Segundo Reinado. d) para substituir o exército extinto durante a menori- dade, o qual era composto, em sua maioria, por portugueses e ameaçava restaurar os laços coloniais. e) no período regencial como instrumento dos setores conservadores destinado a manter e restabelecer a ordem e a tranquilidade públicas. (Fuvest) Bernardo Pereira Vasconcelos, político brasileiro do período regencial, afirmou na segunda metade dessa fase da História do Brasil ser necessário parar o carro da revolução. a) Qual o contexto político e social a que ele se referiu com essa avaliação? b) Como foi encaminhada a superação dessa situação? (Unesp) O quadro político é evidentemente alterado com a nova ordem: quem fazia oposição ao governo se divide em dois grandes grupos o dos moderados, que estão no poder; os exaltados, que sustentam teses radicais, entre elas a do federalismo, com concessões maiores às Províncias. Outros, deputados, senadores, Conselheiros de Estado, jornalistas..., permanecem numa atitude de reserva, de expectativa crítica. Deles, aos poucos surgem os restauradores ou caramurus... (LGLÉSIAS, Francisco. Brasil Sociedade Democrática.) O texto refere-se à nova ordem decorrente: a) da elaboração da Constituição de b) c) d) do golpe da maioridade. da renúncia de Feijó. da abdicação de D. Pedro I. e) das revoluções liberais de (Fuvest) Explique o Golpe de Maioridade em (Unesp) Diante do Trono vazio defrontavam-se as províncias, com a propriedade territorial lhes ditando a contextura política, sequiosas de comandar o governo-geral, espreitadas por um gigante tolhido, mas ameaçador: o elemento monárquico, agarrado, em parte, ao manto roto de D. Pedro I e às fraldas do Imperador menino. Identifique o período de nossa história a que se refere o texto acima e ofereça subsídios adequados à compreensão dos motivos para as agitações políticas e sociais. (Elite) No Período Regencial Brasileiro, entre 1831 e 1834 houve a presença de um grupo político conhecido como Restaurador. O objetivo desse grupo era: a) a proclamação da República. b) a criação de uma junta governativa composta por representantes de todas as regiões do Brasil. c) o retorno de D. Pedro I. d) a antecipação da maioridade de D. Pedro II. e) a divisão do Brasil de acordo com o interesses re- gionais da revoltas regenciais. (UERJ) Fui liberal; então a liberdade era nova no país (...) o poder era tudo; fui liberal. Hoje (...) os princípios democráticos tudo ganharam (...) a sociedade, que então corria o risco pelo poder, corre o risco pela desorganização e pela anarquia. (VASCONCELOS, Bernardo Pereira de. Apud: TORRES, João Camil de Oliveira. Os Construtores do Império. p. 55.) O discurso acima, proferido pelo deputado regressista em 1838, demonstra o temor dos representantes da elite quanto aos rumos do período regencial ( ). Pode ser considerada como causa desta preocupação:
17 8. 9. a) b) a supressão da Guarda Nacional. a política regencial de protecionismo alfandegário. c) as rebeliões ocorridas durante todo o período re- gencial. d) a possibilidade de nova união entre as coroas por- tuguesa e brasileira. e) a intenção do Partido Progressista em antecipar a maioridade de Pedro II. (UFF) Por ser o herdeiro de menor idade, a abdicação de D. Pedro I, em 1831, resultou na formação de governos regenciais que, até 1840, enfrentaram inúmeras dificuldades para manter a integridade territorial do Império. Entre as várias rebeliões irrompidas nas províncias, a ocorrida no Maranhão notabilizou-se pela diversidade social dos insurgentes, entre os quais não faltaram escravos a quilombolas. A revolta mencionada denomina-se: a) Cabanagem. b) Balaiada. c) Farroupilha. d) Revolta dos Malês. e) Praieira. (Fuvest) Sabinada na Bahia, Balaiada no Maranhão e Farroupilha no Rio Grande do Sul foram algumas das lutas que ocorreram no Brasil em um período caracterizado: a) por um regime centralizado na figura do imperador, impedindo a constituição de partidos políticos e transformações sociais na estrutura agrária. b) pelo estabelecimento de um sistema monárquico descentralizado, o qual delegou às Províncias o encaminhamento da questão servil. c) por mudanças na organização partidária, o que fa- cilitava o federalismo, e por transformações na estrutura fundiária de base escravista. d) por uma fase de transição política, decorrente da abdicação de Dom Pedro I, fortemente marcada por um surto de industrialização, estimulado pelo Estado. e) pela redefinição do poder monárquico e pela forma- ção dos partidos políticos, sem que se alterassem as estruturas sociais e econômicas estabelecidas. 10. (UFRJ) Brasileiros! É nos Conselhos Geraes; é nas associações patrióticas; é no Direito de Petição em boa ordem; é na prudência, e previsão, e olho atento sobre as sílabas dos ambiciosos aristocratas, retrógrados, e anarquistas; é na sacratísssima liberdade da Imprensa; é em fim nas próximas eleições [...] que deveis achar o remédio a vossos males, antes que vos lanceis no fatal labirinto de rivalidades, e divisões entre Províncias. (Jornal Nova Luz Brasileira, 27 de abril de 1831.) Durante o período regencial ( ), eclodiram revoltas, rebeliões e conflitos envolvendo vários setores sociais, em diversas regiões do Império brasileiro. Esses movimentos sociais relacionavam-se, em parte, às tentativas de estabelecer um sistema nacional de dominação com base na monarquia. a) Identifique duas revoltas/conflitos sociopolíticos ocorridos em províncias do Império durante o período regencial. b) Identifique e explique duas características dessas revoltas/conflitos ocorridos nas regiões Norte- -Nordeste do Império durante o período regencial. 11. (UFMG) O Império Brasileiro presenciou nos anos 30 a emergência de movimentos revolucionários. Todas as alternativas apresentam movimentos deste período, exceto: a) a Balaiada, no Maranhão, que se caracterizou por sucessivas e ininterruptas rebeliões da população sertaneja escrava. b) a Cabanagem, na Província do Pará, que foi uma das lutas mais violentas do período regencial. c) a Farroupilha, do Rio Grande do Sul, marcada pelas aspirações do patriciado urbano e rural da região. d) a Praieira, em Pernambuco, que teve como objetivo o fortalecimento da monarquia. e) a Sabinada, na Bahia, caracterizada pelo antilusita- nismo da camada social média. 12. (Unesp) Mais importante, o país é abalado por choques de extrema gravidade; não mais os motins... mas verdadeiros movimentos revolucionários, com intensa participação popular, põem em jogo a ordem interna e ameaçam a unidade nacional. Em nenhum outro momento há tantos episódios, em vários pontos do país, contando com a presença da massa no que ela tem de mais humilde, desfavorecido. Daí as notáveis conflagrações verificadas no Pará, no Maranhão, em Pernambuco, na Bahia, no Rio Grande do Sul. (IGLÉSIAS, Francisco. Brasil, Sociedade Democrática.) Esse texto refere-se ao período: a) da Guerra da Independência. da Revolução de b) 13
18 14 c) d) agitado da Regência. das Revoltas Tenentistas. e) da Proclamação da República. 13. (Fuvest) Em agosto de 1831, Feijó cria a Guarda Nacional. Qual o papel dessa instituição militar no Período Regencial e no Segundo Reinado? (Cesgranrio) A instabilidade política foi a marca mais significativa do período regencial na história do Império brasileiro, quando estava em disputa a definição do modelo político do país, como sugere o(a): a) projeto liberal da regência eletiva e da maior autono- mia das Províncias assegurada pelo Ato Adicional. b) rebelião nas províncias do norte, como a Cabana- gem e a Balaiada, reflexo do apoio das oligarquias locais à política conservadora das Regências. c) força do movimento restaurador, já que a monar- quia era vista pelos liberais como a garantia da continuidade das estruturas econômicas como a escravidão. d) estratégia da elite em mobilizar as camadas popula- res para pressionar por reformas sociais prometidas desde a Independência. e) preponderância da burocracia do Conselho de Es- tado no comando do governo. (Cesgranrio) O período regencial brasileiro (1831/1840) foi marcado por revoltas em quase todas as províncias do Império, em meio às lutas políticas entre os membros da classe dominante. Uma das tentativas de superação desses conflitos foi a aprovação, pelo Parlamento, do Ato Adicional de 1834, que se caracterizava por: a) b) c) d) substituir a Regência Una pela Regência Trina. fortalecer o Legislativo e o Judiciário. conceder menor autonomia às Províncias. extinguir os Conselhos Provinciais. e) estimular o desenvolvimento econômico regional. (Cesgranrio) O período regencial que se iniciou em 1831 teve no Ato Adicional de 1834 um alento de abertura e um ensaio de um regime menos centralizado. Para os monarquistas conservadores, a Regência foi uma verdadeira república, que mostrou sua ineficiência. Tal período é caracterizado como sendo de crise. Segundo o texto, pode-se dizer que a crise ocorreu porque: a) a descentralização era um desejo antigo dos conservadores. b) a centralização encarnava bem o espírito repu- blicano. c) a partilha do poder não se coadunava com o espírito republicano. d) a descentralização provocou a reação dos meios conservadores. e) a descentralização se opunha aos princípios liberais. (Unirio) O período regencial ( ) foi marcado, na história do Império brasileiro, por grave instabilidade política, como se observa no(a): a) reforço da política centralizadora que permitiu o fim das rebeliões provinciais. b) envolvimento do Império em confronto com os países platinos. c) caráter restaurador de diversas revoluções como a Farroupilha. d) vitória do movimento regressista, que levou à revi- são do Ato Adicional. e) oposição dos setores liberais às reformas implanta- das pelo Ato Adicional. (UERJ) Das alternativas abaixo, aquela que apresenta uma afirmativa correta sobre o período regencial ( ) é: a) os grupos políticos das províncias alcançaram um grau significativo de autonomia política, através do Ato Adicional e da criação da Guarda Nacional. b) o ímpeto centralizador fortaleceu-se na Corte, atra- vés da preservação das atribuições do Poder Moderador. c) o Rio de Janeiro limitou a autonomia local através da anulação de leis e de garantias constitucionais. d) o movimento abolicionista fortaleceu-se através da cumplicidade emancipacionista dos regentes. e) a abertura de espaços para a participação política através da adoção do voto secreto. (UFPR) Na(s) questão(ões) a seguir, escreva no espaço apropriado a soma dos itens corretos. A abdicação de D. Pedro I traduziu-se na vitória das tendências liberais sobre as forças absolutistas representadas pelo Imperador, completando também o processo de emancipação política do Brasil em relação a metrópole portuguesa. O período regencial, que segue à abdicação do Imperador, preparou o caminho para a consolidação do Império. Sobre esse processo é correto afirmar que:
19 7. 8. (01) A iniciativa mais importante do início do período regencial foi desencadear vigoroso processo de industrialização. (02) Foi consolidada a unidade política e territorial do Brasil, apesar dos movimentos provinciais de autonomia. (04) O latifúndio e a escravidão permaneceram como bases da sociedade brasileira naquele período. (08) A abdicação de D. Pedro I foi possível porque havia sido instalado formalmente o regime de parlamentarismo. (16) Pelo Ato Adicional de 1834, foram criadas as Assembleias Legislativas nas diversas províncias. Soma ( ) (UFRS) Associe os acontecimentos e medidas políticas do Brasil Império listados na coluna 1 com as respectivas conjunturas políticas constantes na coluna 2. Coluna Avanço Liberal 2 - Regresso Conservador Coluna 2 (( ) aprovação do Código de Processo Criminal. (( ) criação da Guarda Nacional. (( ) definição dos partidos políticos imperiais. (( ) aprovação do Ato Adicional. (( ) Lei de Interpretação do Ato Adicional. A sequência numérica correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é a) b) c) d) e) (Fuvest) Criada pelo Ato Adicional de 1834, a Regência Una ( ) é considerada como uma experiência republicana do Império que usou elementos da Constituição dos EUA. Quais determinações do Ato Adicional tornaram possível tal experiência? 9. (PUC Rio) Para muitos brasileiros que vivenciaram o Período Regencial ( ), aquele foi um tempo de impasses, mudanças e rebeliões. Sobre esse período, é correto afirmar que: I. A renúncia inesperada do Imperador D. Pedro I levou à nomeação de uma Regência Trina e à implantação, em caráter provisório, de um governo republicano. II. A antecipação da maioridade de D. Pedro II, em 1840, garantiu o restabelecimento da ordem monárquica e a pacificação de todas as revoltas que ameaçavam a integridade territorial do Império. III. Houve uma série de revoltas envolvendo desde elementos das tropas regulares até escravos, destacando-se, entre elas, a Farroupilha, a Cabanagem e a Revolta dos Malês. IV. A ausência provisória da autoridade monárquica estimulou a proliferação de projetos políticos destinados à reorganização do Estado imperial. Assinale a alternativa: a) se somente as afirmativas I e II estiverem corretas. b) se somente a afirmativa I estiver correta. c) se somente as afirmativas II, III e IV estiverem corretas. d) se somente as afirmativas III e IV estiverem corretas. e) se todas as afirmativas estiverem corretas. 10. (UERJ) O Sete de Abril de 1831, mais do que o Sete de Setembro de 1822, representou a verdadeira independência nacional, o início do governo do país por si mesmo, a Coroa agora representada apenas pela figura quase simbólica de uma criança de cinco anos. O governo do país por si mesmo, levado a efeito pelas regências, revelou-se difícil e conturbado. Rebeliões e revoltas pipocaram por todo o país, algumas lideradas por grupos de elite, outras pela população tanto urbana como rural, outras ainda por escravos. (...) A partir de 1837, no entanto, o regresso conservador ganhou força, até que o Golpe da Maioridade de 1840 colocou D. Pedro II no trono, inaugurando o Segundo Reinado. Estava estruturado o Império do Brasil com base na unidade nacional, na centralização política e na preservação do trabalho escravo. (CARVALHO, J. Murilo et al. Documentação política, In: Brasiliana da Biblioteca Nacional. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional/Nova Fronteira, 2001.) Indique um exemplo de revolta popular, ocorrida no período regencial e explique por que a antecipação da maioridade de D. Pedro II foi uma solução para a crise. 15
20 11. (Unirio) A consolidação do Império foi marcada por várias rebeliões que, representando grupos, regiões e interesses diversificados, ameaçaram o Estado Imperial. Assinale a opção que associa uma dessas rebeliões ocorridas durante o Império com o que foi afirmado acima. a) A Cabanagem, no Grão-Pará, expressou a reação dos comerciantes locais contra o monopólio do comércio. b) A Praieira, em Pernambuco, foi a mais importante manifestação do Partido Restaurador. c) A Sabinada, na Bahia, teve origem na mais impor- tante rebelião popular e de escravos do período. d) A Balaiada, no Maranhão, apesar da sua fidelidade monárquica, representou o ideal federal da oligarquia. e) A Farroupilha, no Rio Grande, foi a mais longa re- belião republicana e federalista, expressando ideais dos proprietários gaúchos. 12. (Unicamp) O historiador José Murilo de Carvalho, analisando o período monárquico no Brasil, afirma: A melhor indicação das dificuldades em estabelecer um sistema nacional de dominação com base na solução monárquica encontra-se nas rebeliões regenciais. a) (CARVALHO. José Murilo de. Teatro de Sombras. Ed. UFRJ/ Relume-Dumará, p. 230.) Identifique três rebeliões regenciais brasileiras. b) De que maneira tais revoltas dificultavam a ordem monárquica? 13. (UFRS) Associe as afirmações apresentadas na coluna superior com os movimentos sociais ocorridos na primeira metade do século XIX referidos na coluna inferior. 1. Cabanada 2. Sabinada 3. Cabanagem 4. Balaiada (( ) Foi uma revolta de caráter antirregencial e federalista, contando com o apoio das camadas médias e baixas da sociedade, que queriam manter a Bahia independente até a Maioridade de Dom Pedro II. (( ) Iniciou como um movimento da elite paraense contra a centralização política. Transformou-se numa rebelião popular de índios e camponeses que chegou a tomar o poder durante quase um ano. (( ) Foi um movimento popular de caráter restaurador ocorrido em Pernambuco e Alagoas. Os revoltosos defendiam o retorno de Dom Pedro I e eram favoráveis à recolonização do Brasil. A sequência correta de preenchimento dos parênteses de cima para baixo é: a) b) c) d) e) (FGV) Leia atentamente as afirmações abaixo sobre a Guerra dos Farrapos e assinale a alternativa correta. I. Foi a mais longa Guerra Civil do Brasil. II. Constituíram-se, em meio à luta, das efêmeras Repúblicas: a Juliana, em Santa Catarina, e a Piratini, no Rio Grande do Sul. III. Entre os participantes desse movimento estava a heroína de dois mundos, a republicana revolucionária Ana Maria de Jesus Ribeiro Anita Garibaldi. IV. Trata-se de uma revolução de caráter popular em que as elites foram postas à margem durante todo o processo. V. O desfecho da revolução foi sangrento. Não houve concessões nem anistia aos Farrapos. Todos foram executados. a) Apenas I, II e III estão corretas. b) Apenas II, III e IV estão corretas. c) Apenas II, IV e V estão corretas. d) Apenas III, IV e V estão corretas. e) Todas as afirmações estão corretas. 15. (UFRJ) A proclamação que se segue ocorria durante a chamada Revolta dos Farrapos, no Sul do Brasil, surgida no período de crise político-institucional ocorrida a partir do afastamento do poder de D. Pedro I, em Camaradas! Nós, que compomos a 1.ª Brigada do Exército Liberal, devemos ser os primeiros a proclamar (...) a independência desta Província, a qual fica desligada das demais do Império e forma um Estado livre e independente, com o título de República Rio-grandense (...) (Proclamação do Cel. Antonio de Sousa Neto às suas tropas em 11 set Apud: FLORES, M. Revolução dos Farrapos. São Paulo: Ática, 1995, p. 20.) 16
21 Compare a Farroupilha com as demais revoltas do período quanto ao aspecto da participação popular: 16. (PUC-Rio) Desde a Independência do Brasil, em 1822, assistiu-se à eclosão de diversos movimentos sociais por meio dos quais os segmentos populares expressaram sua insatisfação em face de uma ordem social excludente e hierarquizadora. Assinale a opção que apresenta movimentos que exemplificam o enunciado acima. a) Revolta da Armada/Ligas camponesas. b) Cabanagem/Movimento dos Sem Terra. c) d) e) Farroupilha/A guerrilha no Araguaia. Sabinada/Revolução Constitucionalista (1932). Revolta dos Malês/Revolução de (UFPR) Na questão a seguir, escreva no espaço apropriado a soma dos itens corretos. No período compreendido entre a Independência e 1849, o Brasil foi marcado por agitações sociais e políticas. Sobre essas agitações, é correto afirmar que: (01) A Cabanagem no Pará ( ) foi um movimento que teve forte participação das camadas populares. (02) Também no Maranhão houve violência social na rebelião conhecida por Balaiada ( ), com forte participação popular. (04) Apenas na Bahia não houve agitação social ou movimentos visando à emancipação regional. (08) A revolta dos liberais, em 1842, em São Paulo e em Minas Gerais, contribuiu para que mais tarde fosse praticada a alternância no poder dos partidos Liberal e Conservador. (16) A mais longa das revoltas brasileiras desse período foi a Revolução Farroupilha ( ), na qual se chegou a proclamar uma república independente. (32) A Revolução Praieira (1848) foi o último grande movimento nordestino revoltoso, de caráter popular, democrático e de influência ideológica. Soma ( ) 17
22 9. E E a) A Cabanagem (Grão-Pará), Balaiada (Maranhão e Piauí); Sabinada (Bahia), Farroupilha (Rio Grande), Revolta dos Malés (Bahia) a) As rebeliões regenciais. b) A aristocracia rural reprimiu esses movimentos com a Guarda Nacional. D Proposto por liberais e apoiado por conservadores, pretendia dar estabilidade política ao país. Período regencial. Centralização do poder na aristocracia rural ao lado do Estado, além da pobreza e a miséria vivida pela população. C C B b) A oposição à política centralizadora do governo re- gencial. D C as lutas entre facções políticas e/ou entre setores das elites locais em busca da manutenção e/ou ampliação de seus poderes políticos. participação popular nas revoltas, favorecida pelo espaço político aberto pelos conflitos no interior dos grupos dominantes em nível local ou entre estes e o poder central. Repressão a qualquer movimento e a garantia dos direitos aristocráticos. 18
23 B = A D B B A = 20 C 8. A Criação das Assembleias Legislativas nas províncias e a criação da Regência Una com eleição pelo voto censitário com mandato de 4 anos, assemelham-se ao federalismo e presidencialismo que constituíam a organização política dos Estados Unidos. Daí, se falar em experiência republicana no Brasil, durante o Período Regencial. 9. D 10. Uma dentre as revoltas populares: Sabinada (Bahia). Balaiada (Maranhão). Cabanagem (Grão-Pará). A maioridade de D. Pedro II foi a solução para a crise, pois teve como consequência a restauração do Poder Moderador, além de ser o mecanismo encontrado pelas elites imperiais de retorno à ordem com o fim das revoltas descentralizadoras que ameaçavam a unidade do Império e dos confrontos gerados pelas regências. 11. E 12. a) Guerra dos Farrapos, no Rio Grande do Sul; Caba- nagem no Pará e Balaiada no Maranhão. b) Por defenderem a autonomia das províncias ou por assumirem um caráter popular, contrário aos desmandos da aristocracia rural e do poder central E A 15. Apesar de contar com alguma participação popular, a Farroupilha foi uma revolta da elite estancieira gaúcha em toda a sua extensão, ao contrário da forte participação popular (e até liderança, em parte) de levantes como a Cabanagem, a Balaiada e a Revolta dos Malês, por exemplo. 19
24 20
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