GD&T: Por quê? Gilberto Strafacci Neto
|
|
|
- Mario Terra Cerveira
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 GD&T: Por quê? A ferramenta para desenvolvimento e interpretação de dimensionamento geométrico e tolerâncias está prestes a completar 70 anos de existência. Afinal de contas, GD&T, por quê? Gilberto Strafacci Neto Se você se impressionou com a idade que essa ferramenta possui, não se assuste! A primeira grande preocupação que surge é: estou completamente desatualizado de uma ferramenta para desenvolvimento, interpretação e controle de desenhos que existe há tantos anos, ou essa ferramenta permanece escondida e caiu em desuso? Nem tanto ao céu, nem tanto à terra. Realmente o uso e aplicação do GD&T de maneira mais sistêmica aqui no Brasil ainda permanecem restritos fundamentalmente à cadeia automotiva, aeroespacial e ao setor industrial mecânico. De qualquer maneira isso não pode ser desculpa para que os profissionais da área de engenharia não conheçam o potencial dessa ferramenta de trabalho e não percebam o crescimento do uso dessa prática de trabalho nos últimos anos. GD&T, sigla em inglês para Dimensionamento Geométrico e Tolerânciamento, é uma linguagem de desenho que utiliza símbolos geométricos para expressar os requisitos funcionais do produto em termos de projeto de peças, ou seja, o chamado desenho geométrico é um claro desdobramento dos requisitos de aplicação do produto a partir do projeto. Ao ler um desenho baseado em GD&T é mandatório que consigamos entender boa parte das necessidades de aplicação funcionais do produto. E é exatamente por isso que surgiu essa forma de escrita diferenciada. O sistema típico cartesiano não reflete completamente as necessidades de aplicação do produto a partir do projeto. Stanley Parker, engenheiro naval da marinha britânica durante a Segunda Guerra Mundial, reconhecido como criador do sistema de GD&T, percebeu que conseguia montar peças reprovadas pela inspeção. No caso em que ele estava envolvido, ele percebeu que a inspeção estava sendo realizada exatamente conforme o desenho. O que estava errado era o conceito de peça boa e o conceito de peça ruim pelo sistema tradicional cartesiano (CD&T Classical Dimensioning & Tolerancing). De acordo com Parker, o sistema cartesiano deveria ter aplicação em somente um único item: a tolerância em dimensões nominais. Além disso, ele percebeu que as
2 dimensões nominais são incapazes de distinguir entre as características de referência e recursos controlados, e pior ainda, são totalmente incapazes de definir sistemas de coordenadas. CD&T também gera um quadrado como forma da zona de tolerância gerando um erro conceitual com impacto em reprovação de peças boas. Finalmente, ele percebeu que CD&T não fornece nenhuma maneira de alterarmos as tolerâncias aplicadas às características em função da variação do dimensional da peça. A reprovação de peças boas é uma conseqüência natural da aplicação do sistema cartesiano quando temos por objetivo controlar um aspecto geométrico da peça. Na figura abaixo, podemos ver o exemplo do uso do sistema cartesiano para controlar a posição real do centro do furo. Pela representação descrita, o centro do furo pode estar contido dentro de um quadrado imaginário de 0,2 x 0,2. Quando aprovamos um ponto exatamente na diagonal do quadrado nós estamos aprovando um ponto numa condição mais crítica em distância do que um ponto imediatamente após qualquer um dos lados do quadrado o qual reprovamos. Ou seja, reprovamos um ponto mais próximo do centro real do que outro mais distante que aprovamos. Exatamente: dois pesos e duas medidas. A solução trazida pelo GD&T é a aplicação da zona de tolerância cilíndrica na qual aumentamos o campo de tolerância em 57%. As peças boas que eram reprovadas são os pontos na região hachurada do círculo circunscrito que antes eram descartados.
3 Retomando o título deste artigo: GD&T, por quê? Resposta: Utilizar o sistema cartesiano tradicional para controle geométrico gera reprovação de peças boas inevitavelmente. Além disso, o GD&T é uma representação de desenho normalizado. Hoje a maioria das empresas que utilizam GD&T se comprometeram a seguir a ASME Y14.5 ou o conjunto de normas ISO sobre GD&T. A norma ASME Y14.5 emergiu como o padrão preferido nos Estados Unidos e em vários outros países, principalmente devido à sua estabilidade, a ênfase na intenção do projeto, a definição matemática e a tradução para vários idiomas. Atualmente a versão corrente é a ASME Y A percepção que se tem é o grande aumento do uso dessa ferramenta principalmente na cadeia de fornecimento do setor automobilístico e aeroespacial. Ainda há grandes deficiências com relação ao conhecimento profundo para desenvolvimento de projetos e principalmente em interpretação e desdobramento de controles no processo. Sendo uma ferramenta que é aprendida muitas vezes pelo sistema do telefone sem fio (ao ler o manual de referência todo mundo acha que entende, mas na prática poucas pessoas conseguem aplicar na profundidade devida vide o FMEA 4ª edição), não será surpreendente que em breve ela apareça como o requisito específico de alguma montadora para minimizar a falta de padronização e os desvios com relação ao que é realmente correto. Afinal de contas, qual a diferença entre se medir um batimento axial simples ou a retilinidade aplicada ao eixo de um diâmetro? O fato final é bastante simples: GD&T é necessário porque é a forma mais correta e padronizada de se representar e controlar as características funcionais e geométricas do produto e com certeza é uma solução que gera um volume significativo de economia na interface projeto e processo.
4 Os desenhos representam parte das expectativas e necessidades dos clientes, se a organização desconhece os símbolos de GD&T especificadas, como uma organização pode: fazer uma proposta, aceitar um pedido, projetar o processo de fabricação, manufaturar, inspecionar e entregar? Seria como se você tivesse que assinar um contrato em que metade deste estivesse no idioma português e a outra metade em mandarim. Você aceitaria assinar este contrato nestas condições? Resta alguma dúvida se o GD&T é eficaz? Faça o teste abaixo para verificar seus conhecimentos em GD&T: 1)O GD&T é uma ferramenta para controle geométrico : a) Que substitui todo o controle dimensional da peça; b) Que aprova automaticamente o controle dimensional da peça; c) No qual os controles dimensionais nominais devem estar previamente aprovados; 2) Para o desenho abaixo, é correto dizer: a)é um controle de planicidade onde a zona de tolerância são dois planos paralelos que distam entre si 0,2 mm. b)o princípio do máximo material descreve os limites do envelope; c) O princípio do máximo material não deveria ser aplicado esse controle geométrico está inadequado. 3) Se estabelecermos um controle de batimento simples na superfície de um cilindro, possivelmente estamos controlando: a) Empenamento do eixo do cilindro; b) Conicidade da superfície do cilindro;
5 c) As seções da superfície com relação ao eixo do cilindro; Gilberto Strafacci Neto é consultor de GD&T e Lean Seis Sigma do Setec Consulting Group ([email protected]).
UFPR TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS PROF. ALESSANDRO MARQUES. Especificações Geométricas de Produto. Geometrical Product Specifications (GPS)
UFPR METROLOGIA MECÂNICA DIMENSIONAL Especificações Geométricas de Produto Geometrical Product Specifications (GPS) TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS PROF. ALESSANDRO MARQUES Tolerâncias geométricas As peças ao
I CIMMEC 1º CONGRESSO INTERNACIOANAL DE METROLOGIA MECÂNICA DE 8 A 10 DE OUTUBRO DE 2008 Rio de janeiro, Brasil
I CIMMEC 1º CONGRESSO INTERNACIOANAL DE METROLOGIA MECÂNICA DE 8 A 10 DE OUTUBRO DE 2008 Rio de janeiro, Brasil ANÁLISE FUNCIONAL E METROLÓGICA DOS PRINCÍPIOS DE TAYLOR E DA INDEPENDÊNCIA NA ESPECIFICAÇÃO
ANÁLISE COMPARATIVA DE MONTABILIDADE COM SISTEMAS DE COTAGEM CD&T E GD&T: UM ESTUDO EM LÂMINAS DE CORTE
ANÁLISE COMPARATIVA DE MONTABILIDADE COM SISTEMAS DE COTAGEM CD&T E GD&T: UM ESTUDO EM LÂMINAS DE CORTE MARCIO DE OLIVEIRA - [email protected] INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA - IFSC MARLON VITO
ENQUALAB 2013 QUALIDADE & CONFIABILIDADE NA METROLOGIA AUTOMOTIVA
ENQUALAB 2013 QUALIDADE & CONFIABILIDADE NA METROLOGIA AUTOMOTIVA Avaliação da Conformidade de Produtos com especificação GD&T Tolerância Geométrica e Dimensionamento Joel Alves da Silva JAS-METRO Soluções
AULA 3 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA. Disciplina. SEM Fabricação Mecânica por Usinagem. Professores
AULA 3 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA Disciplina SEM 0560 - Fabricação Mecânica por Usinagem Professores Alessandro Roger Rodrigues Renato Goulart Jasinevicius DEFINIÇÕES Tolerância Dimensional: não garante a obtenção
Tolerância geométrica de orientação
Tolerância geométrica de orientação A UU L AL A vimos a maneira de verificar a forma de apenas um elemento, como planeza, circularidade, retilineidade. O problema desta aula é verificar a posição de dois
QUALIDADE DIMENSIONAL: ESTUDO E APLICAÇÕES DO SISTEMA GD&T NO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE UM PRODUTO
João Pessoa/PB, Brasil, de 03 a 06 de outubro de 2016 QUALIDADE DIMENSIONAL: ESTUDO E APLICAÇÕES DO SISTEMA GD&T NO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE UM PRODUTO Wanderson Henrique Stoco (EEP ) wandersonstoco@yahoocombr
Desenho Técnico Moderno
TOLERANCIAMENTO Desenho Técnico GEOMÉTRICO Moderno Toleranciamento Geométrico OBJECTIVOS Identificar os símbolos geométricos e aplicá-los convenientemente no toleranciamento das peças. Compreender as vantagens
TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA
TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA FORMA Um erro de forma corresponde à diferença entre a superfície real da peça e a forma geométrica teórica. POSIÇÃO A tolerância de posição estuda a relação entre dois ou mais elementos.
UFPR TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS PROF. ALESSANDRO MARQUES. Especificações Geométricas de Produto. Geometrical Product Specifications (GPS)
UFPR METROLOGIA MECÂNICA DIMENSIONAL Especificações Geométricas de Produto Geometrical Product Specifications (GPS) TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS PROF. ALESSANDRO MARQUES Tolerâncias geométricas As peças ao
DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I (SEM 0502)
DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I (SEM 0502) Aula 10 Tolerância de forma e posição, roscas, parafusos e porcas 10. 02 Aula 10 Tolerância de forma e posição, roscas, parafusos e porcas TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA: FORMA
Da Engenharia à Metrologia: Benefícios Técnicos e Econômicos da Gestão Dimensional de Produtos
Da Engenharia à Metrologia: Benefícios Técnicos e Econômicos da Gestão Dimensional de Produtos Prof. André Roberto de Sousa, Dr. Eng. IFSC São Paulo, Setembro de 2017 CONTEÚDO DA APRESENTAÇÃO 1. REQUISITOS
Leitura e Interpretação de Desenho Técnico Mecânico
Leitura e Interpretação de Desenho Técnico Mecânico Módulo IV Aula 02 Tolerância de forma e posição Símbolos, inscrições e interpretações sobre o desenho (norma ISO R 1101-1969) As tolerâncias de forma
AUTOMOTIVE SUMMIT MASTER CLASS. METROLOGIA e GD&T. Orador: Bruno Borges CEO (Sales & Engineering) Empresa: S4METRO Solutions 4 Metrology
AUTOMOTIVE SUMMIT MASTER CLASS METROLOGIA e GD&T Orador: Bruno Borges CEO (Sales & Engineering) Empresa: S4METRO Solutions 4 Metrology Serviços de Metrologia Engenharia Manutenção & Assistência Formação
Tolerância geométrica Tolerâncias de forma
Tolerância geométrica A execução da peça dentro da tolerância dimensional não garante, por si só, um funcionamento adequado. Veja um exemplo. A figura da esquerda mostra o desenho técnico de um pino, com
V CONGRESSO BRASILEIRO DE METROLOGIA Metrologia para a competitividade em áreas estratégicas 9 a 13 de novembro de Salvador, Bahia Brasil.
V CONGRESSO BRASILEIRO DE METROLOGIA Metrologia para a competitividade em áreas estratégicas 9 a 13 de novembro de 2009. Salvador Bahia Brasil. DEFICIÊNCIAS DA METROLOGIA INDUSTRIAL NO BRASIL NO CORRETO
TÉCNICO EM ELETROMECÂNICA METROLOGIA. Prof. Fábio Evangelista Santana, MSc. Eng.
TÉCNICO EM ELETROMECÂNICA METROLOGIA Prof. Fábio Evangelista Santana, MSc. Eng. [email protected] PROGRAMAÇÃO Aula 1 2 Data 05/11 07/11 Conteúdo Correção da avaliação, blocos-padrão, calibradores,
Conjuntos mecânicos V
A U A UL LA Acesse: http://fuvestibular.com.br/ Conjuntos mecânicos V Introdução Os funcionários acharam importante a aula anterior porque puderam conhecer bem o calço-regulável e as diversas formas pelas
Tolerâncias. Normas técnicas para tolerâncias
1 Tolerâncias As medidas das peças têm variabilidade e, dentro de certos limites, a qualidade da peça não é prejudicada. Tolerância é uma variação permitida da dimensão ou na geometria da peça. Normas
TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E SISTEMAS TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS ELANA TAWANE PUCHOLOBEK HEBERT FELIPE ZULIAN MASTELARI HELOISA
Tolerância geométrica de forma
Tolerância geométrica de forma A UU L AL A Apesar do alto nível de desenvolvimento tecnológico, ainda é impossível obter superfícies perfeitamente exatas. Por isso, sempre se mantém um limite de tolerância
3.1 Indicação de rugosidade superficial no desenho Técnico Mecânico NBR
3 INDICAÇÕES Indicações são sinais e informações acrescentadas aos desenho mecânicos, que especificam uma condição que deverá ser obtida pela peça durante sua fabricação. 3.1 Indicação de rugosidade superficial
Universidade Estadual de Ponta Grossa Departamento de Engenharia de Materiais Disciplina: Desenho Técnico Computacional Indicações
Universidade Estadual de Ponta Grossa Departamento de Engenharia de Materiais Disciplina: Desenho Técnico Computacional Indicações Estado de superfícies Tolerância Dimensional Tolerância Geométrica 2º
Gerenciamento Dimensional de Produtos
Formação Avançada em Metrologia 3D Gerenciamento Dimensional de Produtos O Gerenciamento corresponde ao conjunto de operações sistêmicas destinadas a prever, evitar e reduzir a ocorrência de variações
Teste Avaliação. UFCD - Desenho Técnico de Aeronáutica. Formador: Avaliação: Grupo I (5 val.)
Teste Avaliação UFCD - Desenho Técnico de Aeronáutica Nome formando: Data: / / Formador: Avaliação: Grupo I (5 val.) Classifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmações: 1 - Os desenhos
CONTROLE DIMENSIONAL MECÂNICA MEDIÇÃO DE TO LERÂNCIAS GEO MÉTRICAS PR-088
Página: 1 de 7 1. OBJETIVO Este procedimento tem como objetivo descrever um processo de medição de tolerâncias geométricas com a utilização de instrumentos básicos de medição. Com este procedimento podem
E-QP-ECD-087 REV. B 12/Mar/2008 PROCEDIMENTO DE CONTROLE DIMENSIONAL - MEDIÇÃO DE TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS - - NÍVEL BÁSICO -
ENGENHARIA PROCEDIMENTO DE CONTROLE DIMENSIONAL - MEDIÇÃO DE TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS - - NÍVEL BÁSICO - Os comentários e sugestões referentes a este documento devem ser encaminhados ao SEQUI, indicando
AULA 3 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA. Disciplina. SEM Fabricação Mecânica por Usinagem. Professores
AULA 3 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA Disciplina SEM 0560 - Fabricação Mecânica por Usinagem Professores Alessandro Roger Rodrigues Renato Goulart Jasinevicius DEFINIÇÕES Tolerância Dimensional: não garante a obtenção
OBJECTIVOS!" #$ %&'!'$!*(+! $, -!. $! '$! (+!()
OBJECTIVOS!" #$ %&'!()!'$!*(+! $, -!. $! '$! (+!() / 012 - O toleranciamento dimensional apenas permite limitar os erros dimensionais. - O toleranciamento geométrico permite limitar erros de forma, de
Toleranciamento Geométrico João Manuel R. S. Tavares
DAC Desenho Assistido por Computador Toleranciamento Geométrico João Manuel R. S. Tavares Bibliografia Simões Morais, José Almacinha, Texto de Apoio à Disciplina de Desenho de Construção Mecânica (MiEM),
DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I (SEM 0564) Aula 01 Introdução. Prof. Associado Mário Luiz Tronco. Prof. Associado Mário Luiz Tronco
DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I (SEM 0564) Aula 01 Introdução Prof. Associado Mário Luiz Tronco Prof. Associado Mário Luiz Tronco Desenho Técnico Linguagem técnica e gráfica empregada para expressar e documentar
DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I (SEM0564) AULA 07 ESTADO DE SUPERFÍCIE TOLERÂNCIAS DIMENSIONAIS TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS
DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I (SEM0564) AULA 07 ESTADO DE SUPERFÍCIE TOLERÂNCIAS DIMENSIONAIS TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS ESTADO DE SUPERFÍCIE SUPERFÍCIES Ideal Real SIMBOLOGIA QUALITATIVA SIMBOLOGIA QUANTITATIVA
TECNOLOGIA EM MEDIÇÃO POR COORDENADAS
TECNOLOGIA EM MEDIÇÃO POR COORDENADAS Prof. Alessandro Marques www.metrologia.ufpr.br EMENTA DA DISCIPLINA TMC FICHA No 1 (permanente) Disciplina: Tecnologia em Medição por Coordenadas Código: TM Natureza:
Desenho Técnico Moderno TOLERANCIAMENTO DIMENSIONAL E ESTADOS DE SUPERFÍCIE. Capítulo 8 Toleranciamento Dimensional e Estados de Superfície
TOLERANCIAMENTO Desenho Técnico DIMENSIONAL Moderno E ESTADOS DE Capítulo 8 Toleranciamento Dimensional e Estados de Superfície OBJECTIVOS Compreender a importância do toleranciamento dimensional para
ANÁLISE COMPARATIVA DOS PROCESSOS DE MEDIÇÃO DE ERROS DE FORMA EM PEÇAS (GD&T)
João Pessoa/PB, Brasil, de 03 a 06 de outubro de 2016 ANÁLISE COMPARATIVA DOS PROCESSOS DE MEDIÇÃO DE ERROS DE FORMA EM PEÇAS (GD&T) Wanderson Henrique Stoco (EEP ) wandersonstoco@yahoocombr Claudio Klen
CFAC Concepção e Fabrico Assistidos por Computador
CFAC Concepção e Fabrico Assistidos por Computador Toleranciamento Geométrico João Manuel R. S. Tavares Bibliografia Simões Morais, José Almacinha, Texto de Apoio à Disciplina de Desenho de Construção
Tolerância geométrica
A UU L AL A Tolerância geométrica A execução da peça dentro da tolerância dimensional não garante, por si só, um funcionamento adequado. Veja um exemplo. A figura da esquerda mostra o desenho técnico de
52 Conjuntos mecânicos VII
A U A UL LA Conjuntos mecânicos VII Introdução Agora que se estudou a serra tico-tico, representada em desenho como conjunto mecânico, é preciso saber interpretar e ler as partes que compõem a serra, ou
ESTUDO DE ESTRATÉGIAS DE MEDIÇÃO PARA CONTROLE DO DIMENSIONAMENTO GEOMÉTRICO E TOLERANCIAMENTO (GD&T) EM PEÇAS ESTAMPADAS
UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ CAMPUS CURITIBA DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE MECÂNICA ENGENHARIA INDUSTRIAL MECÂNICA PROJETO FINAL DE CURSO MIRYAM CARDOSO ALCOBIA FANHA ESTUDO DE ESTRATÉGIAS DE
Após o diagrama QFD, o passo seguinte é cotar os componentes.
GD&T - Geometric Dimensioning & Tolerancing O GD&T é a ferramente utilizada na cotação funcional dos componentes. Após o diagrama QFD, o passo seguinte é cotar os componentes. Observa-se na figura acima
é um elemento de alocação de outros elementos; serve de passagem para fios e canalizações; pode ser usado como elemento de refrigeração;
1 Furos A furação de peças é uma atividade bastante importante no projeto de produto. Os furos são detalhes geométricos com funções específicas dentro de um produto. Uma destas funções é criar o interelacionamento
Escola de Engenharia de São Carlos Universidade de São Paulo. Tolerância Dimensional
Escola de Engenharia de São Carlos Universidade de São Paulo Tolerância Dimensional Tolerância Dimensional O que é tolerância dimensional? São desvios dentro dos quais a peça possa funcionar corretamente.
AULA 2 TOLERÂNCIA DIMENSIONAL. Disciplina. SEM Fabricação Mecânica por Usinagem. Professores
AULA 2 TOLERÂNCIA DIMENSIONAL Disciplina SEM 0560 - Fabricação Mecânica por Usinagem Professores Alessandro Roger Rodrigues Renato Goulart Jasinevicius Conjunto Mecânico Intercambiabilidade: É a possibilidade
Conjuntos mecânicos III
Conjuntos mecânicos III A UU L AL A Desenho de componente é o desenho de uma peça isolada que compõe um conjunto mecânico. Introdução Desenho de detalhe é o desenho de um elemento, de uma parte de um elemento,
DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I. Aula 06 Cotas, Símbolos. Desenho Técnico Mecânico I
DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I Aula 06 Cotas, Símbolos 1. COTAGEM COTAGEM é a indicação das medidas das peças em seu desenho. Ao cotar você deve tentar imaginar se com as medidas representadas será possível
B M Purquerio Eng. Mec., Ft., MSc., PhD. B. de M. Purquerio, Eng. Mec., Ft., MSc., PhD. LTC SEM EESC USP - São Carlos - SP
B M Purquerio. de. Eng. Mec., Ft., MSc., PhD. EIXO E MANCAL - CONCEITOS Mancal de Deslizamento EIXO E MANCAL - CONCEITOS Mancal de Rolamento EIXO E MANCAL (Furo) - CONCEITOS TOLERÂNCIAS DIMENSIONAIS TOLERÂNCIAS
CURSO: Expressão Gráfica IV Semestre. PROFESSOR: Márcio Fontana Catapan ALUNO:
APOSTILA DE DESENHO MECÂNICO 1 III PARTE CURSO: Expressão Gráfica IV Semestre PROFESSOR: Márcio Fontana Catapan ALUNO: CURITIBA / 2013 2 1. ESTADO DE SUPERFÍCIE O desenho técnico, além de mostrar as formas
Profa. Janaina Fracaro Engenharia Mecânica MAIO/2014
Profa. Janaina Fracaro Engenharia Mecânica MAIO/2014 Leitura no Sistema Inglês : Fração Ordinária Goniômetro simples O goniômetro simples, também conhecido como transferidor de grau, é utilizado em medidas
GD&T ASPECTOS RELACIONADOS AO DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS
GD&T ASPECTOS RELACIONADOS AO DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS GD&T RELATED ASPECTS TO THE PRODUCT DEVELOPMENT Tiago Muner Zilio¹, Carlos Frederico Viero², Marcio Walber 3 ¹ Mestrando do Programa de Pós Graduação
SEM DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I
SEM 0564 - DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I Notas de Aulas v.2017 Aula 05 Cotas, símbolos, escalas e encurtamento Prof. Assoc. Carlos Alberto Fortulan Departamento de Engenharia Mecânica Escola de Engenharia
SEM DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I
SEM 0564 - DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I Notas de Aulas v.2017 Aula 05 Cotas, símbolos, escalas e encurtamento Prof. Assoc. Carlos Alberto Fortulan Departamento de Engenharia Mecânica Escola de Engenharia
Tolerâncias dos Rolamentos
Tolerâncias dos Rolamentos. Tolerâncias dos Rolamentos. Precisão dimensional e precisão de giro As "tolerâncias" dos rolamentos ou precisão dimensional e a precisão de giro, são regulamentadas pelos padrões
Cotagem. Regras gerais de cotagem. Cotagem de Dimensões Básicas. Unidade de medida em desenho técnico
Cotagem Cotagem de Dimensões Básicas A indicação de medidas no desenho técnico recebe o nome de cotagem. Ao indicar as medidas ou cotas, no desenho técnico, o desenhista segue determinadas normas técnicas.
Gerencia Industrial. Thiago Alencar
Gerencia Industrial Gerencia Industrial Thiago Alencar [email protected] http://joinville.ifsc.edu.br/~thiago.alencar/ Horário de aulas: 2ª feira das 20:40 até às 10:30 hs sala 212 GERÊNCIA INDUSTRIAL
CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA. Cotagem em Desenho Técnico
UNIVERSIDADE INSTITUTO FEDERAL FEDERAL DO DE RIO SANTA GRANDE CATARINA DO NORTE CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA Cotagem em Desenho Técnico Introdução Além da representação da forma,
RECURSOS TECNOLÓGICOS PARA CONTROLE DIMENSIONAL DO GD&T
RECURSOS TECNOLÓGICOS PARA CONTROLE DIMENSIONAL DO GD&T André Roberto de Sousa, Dr. Eng São Paulo, Novembro de 2007 Necessidades do Cliente Cotação funcional 15 15 GD&T e novos desafios para a metrologia
CONJUNTOS MECÂNICOS. Figura 1. Representação de conjunto mecânico usando vistas ortográficas.
CONJUNTOS MECÂNICOS Tão importante quanto conhecer os elementos de máquinas e projetá-los, é saber representar graficamente e interpretar esses elementos em desenhos técnicos. Máquinas (torno mecânico,
Análise do Modo e Efeito de Falhas (FMEA)
Gerencia Industrial Análise do Modo e Efeito de Falhas (FMEA) FMEA O método de análise de Modo e Efeito de Falha Potencial ( FMEA - Failure Mode and Effect Analysis ) é descrita através de um conjunto
Tais desvios devem ser limitados e enquadrados em tolerâncias, de tal forma a não prejudicar o funcionamento do conjunto.
3. Desvios e Tolerâncias Geométricas - 45-3. DESVIOS E TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS 3.1 Introdução Em muitas aplicações as tolerâncias dimensionais são insuficientes para se determinar exatamente como deve
AS MÁQUINAS DE MEDIR POR COORDENADAS (MMC)
AS MÁQUINAS DE MEDIR POR COORDENADAS (MMC) Tópicos que serão explorados na aula Introdução Tipos de MMCs Sistema de medição (as réguas e apalpadores) Programas computacionais Erros Compensação (Calibração
CEP: Controle Estatístico de Processo
CEP: Controle Estatístico de Processo CEP: Controle Estatístico de Processos CEP (SPC Statistical Process Control) é uma técnica estatística para verificar a qualidade de um produto, durante o processo
SEM DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I
SEM 0564 - DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I Notas de Aulas v.2018 Aula 06 Tolerâncias: dimensional, forma e posição Prof. Assoc. Carlos Alberto Fortulan Departamento de Engenharia Mecânica Escola de Engenharia
DESENHO AUXILIADO POR COMPUTADOR ( AULA 01)
1 - INTRODUÇÃO DESENHO AUXILIADO POR COMPUTADOR ( AULA 01) Desenho Auxiliado por Computador - Aula -1 Colégio e Cursos P&C Página 1 A U A UL LA CAD: conceitos básicos Um problema Uma empresa de acessórios
FORMAÇÃO AVANÇADA DE METROLOGISTAS 3D MÓDULO 2 METROLOGISTA 3D NÍVEL B. André Roberto de Sousa
FORMAÇÃO AVANÇADA DE METROLOGISTAS 3D MÓDULO 2 METROLOGISTA 3D NÍVEL B André Roberto de Sousa Agradecimentos especiais a todos que contribuíram na elaboração deste material didático com a indicação de
Eng. Mec., Ft., M. Sc., Ph. D. DTM. B. de M. Purquerio, Eng. Mec., Ft., MSc., PhD. São Carlos SP.
B. de M. Purquerio Eng. Mec., Ft., M. Sc., Ph. D. DTM IMPORTÂNCIA E FUNÇÃO 2000 Fonte: BMP LTC SEM EESC USP Familiarização com Desenhos e Projetos de Máquinas Exemplo 01 (1995) Fonte: BMP LTC SEM EESC
Metrologia. Capítulo 8 Tolerâncias Geométricas. José Stockler C. Filho Flávio de Marco Filho
Metrologia Capítulo 8 Tolerâncias Geométricas José Stockler C. Filho Flávio de Marco Filho 1 Atenção => Esta apresentação é para apoio para aula do curso de Metrologia da UFRJ. => A bibliografia indicada
DESENHO BÁSICO AULA 01
DESENHO BÁSICO AULA 01 Introdução à Unidade Curricular Introdução ao Desenho Técnico 31/07/2008 Desenho Desenho Artístico Desenho Técnico Desenho Não-Projetivo: gráficos e diagramas fluxogramas organogramas
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS 1ª Série Desenho Técnico Engenharia Elétrica A atividade prática supervisionada (ATPS) é um método de ensino-aprendizagem desenvolvido por meio de um conjunto de atividades
Desenho e Projeto Assistido por Computador
Desenho e Projeto Assistido por Computador LOM 3204 Departamento de Engenharia de Materiais Escola de Engenharia de Lorena - USP 2 AULA Tipos de linhas. 3 Os tipos de arestas que se representa no Desenho
CPM - Programa de Certificação de Pessoal de Manutenção. Mecânica Leitura e Interpretação de Desenho Técnico Mecânico
_ CPM - Programa de Certificação de Pessoal de Manutenção Mecânica Leitura e Interpretação de Desenho Técnico Mecânico _ 3 _ Sumário Leitura e Interpretação de Desenho Técnico Mecânico... 03 Introdução...
Vtech Consulting Ltda.
Câmara Brasil Alemanha Energia Eólica Vtech Consulting Ltda. Tecnologias de Metrologia Óptica Aplicadas a Fabricação e Instalação Eng. Lucas Rosa Sumário Portfolio GOM Tecnologia de Medição Tridimensional
DESENHO TÉCNICO 1. Professor: Gleison Renan Inácio
DESENHO TÉCNICO 1 Professor: Gleison Renan Inácio [email protected] Curso: Mecânica - Aula 01 O que vamos estudar? E as avaliações? Introdução ao Desenho Técnico O que vamos estudar? Objetivos
Análise de Sistema de Medição 3D segundo guia MSA
Formação Avançada em Metrologia 3D Análise de Sistema de Medição 3D segundo guia MSA MSA na Medição 3D O MSA ou Análise de Sistemas de Medição tornou-se uma ferramenta muito utilizada para a garantia da
GERENCIAMENTO DA QUALIDADE DO PROJETO
GERENCIAMENTO DA QUALIDADE DO PROJETO Planejar a Qualidade O gerenciamento da qualidade do projeto inclui os processos e as atividades da organização executora que determinam as políticas de qualidade,
Aula 9 Escala e Dimensionamento Vistas Auxiliares Pearson Education do Brasil. Todos os direitos reservados.
Aula 9 Escala e Dimensionamento Vistas Auxiliares slide 1 Dimensionamen to O desenho técnico deve conter informações sobre todas as dimensões do objeto representado. A forma mais utilizada para definir
Análise da : -Estabilidade e - Capacidade/Capabilidade de Processos
Análise da : -Estabilidade e - Capacidade/Capabilidade de Processos Prof. Diego Por que medir a estabilidade e capacidade/capabilidade? Principais erros dos gestores SOB CONTROLE 1 Tratar uma causa comum
DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I. Aula 06 Cotas, Símbolos. Desenho Técnico Mecânico I
DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I Aula 06 Cotas, Símbolos 1. COTAGEM COTAGEM é a indicação das medidas das peças em seu desenho. Ao cotar você deve tentar imaginar se com as medidas representadas será possível
SEM DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I
SEM 0564 - DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I Notas de Aulas v.2017 Aula 06 Tolerâncias: dimensional, forma e posição Prof. Assoc. Carlos Alberto Fortulan Departamento de Engenharia Mecânica Escola de Engenharia
1. Qual éolugar geométrico dos pontosequidistantes de A = (1,0,0),B = ( 1,1,0),C = (0,2,0) e D = (0,0,0).
Universidade Federal Fluminense PURO Instituto de Ciência e Tecnologia Departamento de Física e Matemática Geometria Analítica e Cálculo Vetorial 7 a Lista de Exercícios 1/2011 Distâncias Observação: Todos
CURSO: Expressão Gráfica IV Semestre. PROFESSOR: Márcio Fontana Catapan, Dr. Eng. ALUNO:
APOSTILA DE DESENHO MECÂNICO 1 I PARTE CURSO: Expressão Gráfica IV Semestre PROFESSOR: Márcio Fontana Catapan, Dr. Eng. ALUNO: CURITIBA / 2016 2 1. CORTE Significa divisão, separação. Em desenho técnico,
Instrução de Trabalho
Régua Paralela IT 098 01 1 de 6 SUMÁRIO 1 OBJETIVO 2 REFERÊNCIA 3 DEFINIÇÕES 4 DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE 5 REGISTROS 6 DOCUMENTOS 7 RESPONSABILIDADES 8 ANEXOS 1 OBJETIVO Esta instrução tem por finalidade
Prof.º Diógenes de Bitencourt
TOLERÂNCIAS Prof.º Diógenes de Bitencourt INTRODUÇÃO Na fabricação em série, é necessário que as peças acopladas sejam passíveis de serem trocadas por outras, que tenham as mesmas especificações das peças
DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I (SEM 0564)
DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I (SEM 0564) Notas de Aulas v.2016 Aula 01 Introdução DEFINIÇÃO Desenho Técnico é a linguagem técnica e gráfica empregada para expressar e documentar formas, dimensões, acabamento,
FORMAÇÃO DE METROLOGISTAS
Formação Avançada em Metrologia 3D Material didático informativo sobre Medição 3D FORMAÇÃO DE METROLOGISTAS Palestra realizada na Volkswagen Taubaté em Maio de 2008 por ocasião do dia mundial da metrologia,
Formação Avançada em Metrologia 3D Material didático informativo sobre Medição 3D ISO10360
Formação Avançada em Metrologia 3D Material didático informativo sobre Medição 3D ISO10360 ISO10360 Este material informativo aborda a importância da norma ISO10360 pra a uniformização de conceitos e métodos
ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas DIN Instituto Alemão para Normalização ISO Organização Internacional para Normalização SAE Sociedade de
Normatização ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas DIN Instituto Alemão para Normalização ISO Organização Internacional para Normalização SAE Sociedade de Engenharia Automotiva ASME Sociedade Americana
. Séc XIX Revolução Industrial: necessidade de normatização internacional do desenho técnico para projetar as máquinas
1 Curso: Engenharia Disciplina: Desenho Técnico Prof.ª Me. Aline Ribeiro INTRODUÇÃO AO DESENHO TÉCNICO 1. Tipos de desenho Desenho como forma de expressão artística É uma forma de manifestação onde se
8. TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS
8. TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS 8.1. INTRODUÇÃO As Tolerâncias Geométricas são as tolerâncias necessárias para que um conjunto de peças possam ser montados e funcionem da forma esperada. Ao definir as Tolerâncias
CFAC Concepção e Fabrico Assistidos por Computador Toleranciamento Geral
CFAC Concepção e Fabrico Assistidos por Computador Toleranciamento Geral João Manuel R. S. Tavares Bibliografia Simões Morais, José Almacinha, Texto de Apoio à Disciplina de Desenho de Construção Mecânica
AS MÁQUINAS DE MEDIR POR COORDENADAS (MMC)
AS MÁQUINAS DE MEDIR POR COORDENADAS (MMC) ERROS ERROS ERRO DE ABBÈ ERROS ERROS GEOMÉTRICOS Erros de Translação Retilineidade horizontal YAW Retilineidade vertical Erro de posição Erros de Rotação Erro
