OLHO PRÁTICA 01: CÓRNEA
|
|
|
- Manoela Gomes Sabrosa
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 OLHO PRÁTICA 01: CÓRNEA LÂMINA: GLOBO OCULAR (HE) PROCEDIMENTO 1) Na objetiva 04 identificar, na córnea, o epitélio corneal, o estroma corneal e o endotélio corneal. 2) Na objetiva 10 identificar, na córnea, o epitélio corneal formado pelo estratificado pavimentoso não queratinizado, o estroma corneal constituído de fibras colágenas e fibroblastos mas sem vasos sanguíneos e o endotélio corneal formado por epitélio simples pavimentoso voltado para a câmara anterior. 3) Na objetiva 40 identificar, na córnea, o epitélio corneal formado pelo estratificado pavimentoso não queratinizado, a membrana limitante anterior (membrana de Bowman), o estroma corneal constituído de fibras colágenas e fibroblastos mas sem vasos sanguíneos, a membrana limitante posterior (membrana de Descemet) e o endotélio corneal formado por epitélio simples pavimentoso voltado para a câmara anterior. LÂMINA: GLOBO OCULAR (HE) (Objetiva 04: Aumento 40 X) Fotomicrografia 01: Observe nessa fotomicrografia de pequeno aumento, o epitélio corneal (EpCn), o estroma corneal (ECn), o endotélio corneal (EnCn), todos constituintes da córnea, localizada entre o meio externo (ME) e a câmara anterior (CA). A área em destaque está ampliada na fotomicrografia 02.
2 (Objetiva 10: Aumento 100 X) 2 Fotomicrografia 02: Observe nessa fotomicrografia de médio aumento, o epitélio corneal (EpCn) formado pelo epitélio estratificado pavimentoso não queratinizado, o estroma corneal (ECn) com fibras colágenas (FC) e fibroblastos (Fi).
3 (Objetiva 40: Aumento 400 X) 3 Fotomicrografia 03: Observe nessa fotomicrografia de maior aumento, o epitélio corneal (EpCn) formado pelo epitélio estratificado pavimentoso não queratinizado, a membrana limitante anterior (MLA) também conhecida como membrana de Bowman, o estroma corneal (ECn) com fibras colágenas (FC) e fibroblastos (Fi).
4 4 LÂMINA: GLOBO OCULAR (HE) (Objetiva 40: Aumento 400 X) Fotomicrografia 03: Observe nessa fotomicrografia de maior aumento, o estroma corneal (ECn) com fibras colágenas (FC) e fibroblastos (Fi) e o endotélio corneal (EnCn) formado pelo epitélio pavimentoso simples voltado para a câmara anterior (CA). A membrana limitante posterior, conhecida como membrana de Descemet, não está visível nessa fotomicrografia.
5 5 PRÁTICA 02: TRANSIÇÃO CORNEOESCLERAL LÂMINA: GLOBO OCULAR (HE) PROCEDIMENTO 1) Na objetiva 04 identificar a transição do epitélio e do estroma da córnea para a esclera. Identificar também a região do limbo corneoescleral e a região do ângulo iridocorneal. 2) Na objetiva 10 identificar a ausência de vasos sanguíneos no estroma corneal e a presença de vasos sanguíneos no estroma escleral. LÂMINA: GLOBO OCULAR (HE) (Objetiva 04: Aumento 40 X) Fotomicrografia 01: Observe nessa fotomicrografia de pequeno aumento, a íris (Ir), o corpo ciliar (CC) como os prolonagamentos ciliares (PC), o epitélio corneal (EpCn), o epitélio conjuntival (EpCj), o limbo corneoescleral (LCE), o estroma corneal (ECn) sem vasos sanguíneos, o estroma escleral (EEs) com vasos sanguíneos (VS) e o ângulo iridocorneal (AIC). A área em destaque está ampliada na fotomicrografia 02.
6 (Objetiva 10: Aumento 100 X) 6 Fotomicrografia 02: Observe nessa fotomicrografia de médio aumento, o epitélio corneal (EpCn), o epitélio conjuntival (EpCj), o limbo corneoescleral (LCE), o estroma corneal (ECn) e o estroma escleral (EEs). Observe também a presença de vasos sanguíneos (VS) no estroma escleral ausentes no estroma corneal.
7 7 PRÁTICA 03: ÍRIS E CORPO CILIAR LÂMINA: GLOBO OCULAR (HE) PROCEDIMENTO 1) Na objetiva 04 identificar a íris, os prolongamentos ciliares, o ângulo iridocorneal, o epitélio pigmentado posterior da íris e a câmara posterior. 2) Na objetiva 10 identificar, na íris, o estroma com muitos vasos sanguíneos e o epitélio pigmentado posterior formado por células altamente pigmentadas. 3) Na objetiva 40 identificar, no estroma da íris, vasos sanguíneos, os prolongamentos das células mioepiteliais que formam o músculo dilatador da pupila e os feixes de fibras musculares lisas em corte transversal que formam o músculo constritor da pupila. Além disso, identificar o epitélio pigmentado posterior formado por células altamente pigmentadas. 4) Na objetiva 10 identificar, nos prolongamentos ciliares, o estroma com vasos sanguíneos e um epitélio pigmentado contínuo com o epitélio pigmentado posterior da íris. Identificar também o ângulo iridocorneal e o seio venoso da esclera, também conhecido como canal de Schlemm, estruturas envolvidas com a drenagem do humor aquoso. 5) Na objetiva 40 identificar, no estroma do corpo ciliar, as fibras musculares lisas do músculo ciliar. LÂMINA: GLOBO OCULAR (HE) (Objetiva 04: Aumento 40 X) Fotomicrografia 01: Observe nessa fotomicrografia de pequeno aumento, a íris (Ir) localizada entre a câmara anterior (CA) e a câmara posterior (CP), os prolongamentos (PC) ciliares, a córnea (Cn), a esclera (Es), o ângulo iridocorneal (AIC) e o epitélio pigmentado posterior (EPP) da íris contínuo com o epitélio pigmentado dos prolongamentos ciliares. As áreas em destaque estão ampliadas nas fotomicrografia 02 e 05.
8 (Objetiva 10: Aumento 100 X) 8 Fotomicrografia 02: Observe nessa fotomicrografia de médio aumento o estroma da íris (EIr) com muitos vasos sanguíneos (VS) e o epitélio pigmentado posterior (EPP). Identifique também no estroma da íris os prolongamentos das células mioepiteliais que formam o músculo dilatador da pupila (MDP) e os feixes de fibras musculares lisas em corte transversal que formam o músculo constritor da pupila (MCP). Note que a íris está localizada entre a câmara anterior (CA) e a câmara posterior (CP). As áresa em destaque estão ampliadas nas fotomicrografia 03 e 04.
9 (Objetiva 40: Aumento 400 X) 9 Fotomicrografia 03: Observe nessa fotomicrografia de maior aumento o estroma da íris com vasos sanguíneos e os prolongamentos das células mioepiteliais que formam o músculo dilatador da pupila (MDP), e o epitélio pigmentado posterior (EPP) voltado para a câmara posterior (CP).
10 (Objetiva 40: Aumento 400 X) 10 Fotomicrografia 04: Observe nessa fotomicrografia de maior aumento o estroma da íris (EIr) com vasos sanguíneos (VS) e os feixes de fibras musculares lisas em corte transversal que formam o músculo constritor da pupila (MCP), e o epitélio pigmentado posterior (EPP) voltado para a câmara posterior (CP).
11 (Objetiva 10: Aumento 100 X) 11 Fotomicrografia 05: Observe nessa fotomicrografia de médio aumento o estroma da íris (EIr) com vasos sanguíneos, o estroma do corpo ciliar (ECC), também com vasos sanguíneos, de onde emergem os prolongamentos ciliares (PC) e, na região da esclera (Es), nas proximidades do ângulo iridocorneal (AIC), o seio venoso da esclera, também conhecido como canal de Schlemm (Sch). A área em destaque está ampliada na fotomicrografia 06.
12 (Objetiva 40: Aumento 400 X) 12 Fotomicrografia 05: Observe nessa fotomicrografia de maior aumento que mostra, no estroma do corpo ciliar, as fibras musculares lisas do músculo ciliar (MCi).
13 13 PRÁTICA 04: ORA SERRATA LÂMINA: GLOBO OCULAR (HE) PROCEDIMENTO 1) Na objetiva 04 e 10 identificar a esclera, a corioide, a região da oro serrata que marca o limite entre a parte não visual da retina e a parte fotossensível da retina e a câmara vítrea. 2) Na objetiva 40 identificar a corioide, a região da oro serrata que marca o limite entre a parte não visual da retina e a parte fotossensível da retina e a câmara vítrea. LÂMINA: GLOBO OCULAR (HE) (Objetiva 04: Aumento 40 X) Fotomicrografia 01: Observe nessa fotomicrografia de pequeno aumento a região da oro serrata (OS) que marca o limite entre a região fotossensível da retina (RFR) e a região não visual da retina (RNV), regiões que revestem a câmara vítrea (CV). A região não visual da retina reveste internamente a íris e corpo ciliar. Observe também a corioide (Co) externamente à retina e a esclera (Es) externamente à corioide. Os espaços indicados por asteriscos (*) foram provocados pela técnica histológica. A área em destaque está ampliada na fotomicrografia 02.
14 (Objetiva 10: Aumento 100 X) 14 Fotomicrografia 02: Observe nessa fotomicrografia de médio aumento a região da oro serrata (OS) que marca o limite entre a região fotossensível da retina (RFR) e a região não visual da retina (RNV), regiões que revestem a câmara vítrea (CV). A região não visual da retina reveste internamente a íris e corpo ciliar. Observe também a corioide (Co) externamente à retina e a esclera (Es) externamente à corioide. Os espaços indicados por asteriscos (*) foram provocados pela técnica histológica. A área em destaque está ampliada na fotomicrografia 03.
15 (Objetiva 40: Aumento 400 X) 15 Fotomicrografia 02: Observe nessa fotomicrografia de maior aumento a região da oro serrata (OS) que marca o limite entre a região fotossensível da retina (RFR) e a região não visual da retina (RNV), regiões que revestem a câmara vítrea (CV). A região não visual da retina reveste internamente a íris e corpo ciliar. Observe também a corioide (Co) que reveste externamente a retina. Os espaços indicados por asteriscos (*) foram provocados pela técnica histológica. A área em destaque está ampliada na fotomicrografia 03.
16 16 PRÁTICA 05: CRISTALINO LÂMINA: GLOBO OCULAR (HE) PROCEDIMENTO 1) Na objetiva 04 identificar a cápsula da lente (lâmina basal), a região das fibras em formação e a região das fibras maduras. 2) Nas objetivas 10 e 40 identificar a cápsula da lente (lâmina basal), o epitélio capsular, a região das fibras em formação com células em degeneração e a região das fibras maduras. LÂMINA: GLOBO OCULAR (HE) (Objetiva 04: Aumento 40 X) Fotomicrografia 01: Observe nessa fotomicrografia de pequeno aumento a capsula da lente (Ca), a região das fibras em formação (FF) e a região das fibras maduras (FM). A área em destaque está ampliada na fotomicrografia 02.
17 (Objetiva 10: Aumento 100 X) 17 Fotomicrografia 02: Observe nessa fotomicrografia de médio aumento a capsula da lente (Ca), o epitélio capsular (EC), a região das fibras em formação (FF) com as células em degeneração (CD) e a região das fibras maduras (FM). A área em destaque está ampliada na fotomicrografia 03.
18 (Objetiva 40: Aumento 400 X) 18 Fotomicrografia 03: Observe nessa fotomicrografia de maior aumento a capsula da lente (Ca), o epitélio capsular (EC), a região das fibras em formação (FF) com as células em degeneração (CD) e a região das fibras maduras (FM).
19 19 PRÁTICA 06: RETINA LÂMINA: GLOBO OCULAR (HE) PROCEDIMENTO 1) Na objetiva 04 identificar a esclera externa e a retina interna revestindo a câmara vítrea. 2) Na objetiva 10 identificar a esclera externa, a corioide e a retina interna revestindo a câmara vítrea. 3) Na objetiva 40 identificar a corioide e as dez camadas da parte fotossensível da retina: epitélio pigmentado da retina, camada dos cones e dos bastonetes, membrana limitante externa, camada nuclear externa, camada plexiforme externa, camada nuclear interna, camada plexiforme interna, camada de células ganglionares, camada de fibras do nervo óptico e membrana limitante interna. LÂMINA: GLOBO OCULAR (HE) (Objetiva 04: Aumento 40 X) Fotomicrografia 01: Observe nessa fotomicrografia de pequeno a esclera (Es) externa e a parte fotossensível da retina (R) revestindo a câmara vítrea (CV). A área em destaque está ampliada na fotomicrografia 02.
20 (Objetiva 10: Aumento 100 X) 20 Fotomicrografia 02: Observe nessa fotomicrografia de médio aumento a esclera (Es) externa, a corioide (Co) e a parte fotossensível da retina (R) revestindo a câmara vítrea (CV). A área em destaque está ampliada na fotomicrografia 03.
21 (Objetiva 40: Aumento 400 X) 21 Fotomicrografia 03: Observe nessa fotomicrografia de maior aumento, a corioide (Co) e as dez camadas da parte fotossensível da retina: epitélio pigmentado da retina (1), camada dos cones e dos bastonetes (2), membrana limitante externa (3), camada nuclear externa (4), camada plexiforme externa (5), camada nuclear interna (6), camada plexiforme interna (7), camada de células ganglionares (8), camada de fibras do nervo óptico (9) e membrana limitante interna (10) em contato direto com a câmara vítrea (CV).
Órgão da visão (olho e acessórios)
Órgão da visão (olho e acessórios) Órgão da visão (olho e acessórios) Túnicas do Olho 1) Túnica fibrosa= córnea+esclera 2) Túnica vascular (úvea)= coróide+corpo ciliar +íris) 3) Túnica Neural = retina
pupila Íris ESCLERA CORPO CILIAR COROIDE ÍRIS HUMOR VÍTREO LENTE RETINA CÓRNEA NERVO ÓPTICO
ANÁTOMO-FISIOLOGIA Prof a. Dr a. Aline A. Bolzan - VCI/FMVZ/USP REPRESENTAÇÃO ESQUEMÁTICA DO OLHO BULBO DO OLHO TÚNICAS ou CAMADAS Pupila Íris Fibrosa (externa) córnea e esclera Vascular (média) úvea ou
VISÃO SISTEMA NERVOSO SENSORIAL. A visão é o processo pelo qual a luz refletida dos objetos no nosso meio é traduzida em uma imagem mental.
SISTEMA NERVOSO SENSORIAL Sunol Alvar A visão é o processo pelo qual a luz refletida dos objetos no nosso meio é traduzida em uma imagem mental. 1 OLHOS Os olhos são órgãos complexos dos sentidos. Cada
ACERVO DIGITAL FASE II. Histologia do Sistema Urinário
ACERVO DIGITAL FASE II Histologia do Sistema Urinário I-Rim Técnica: HE Observação com aumento total de 40x: Observe a região cortical mais acima, e a camada medular, que é a mais clara, mais abaixo. SU
Teoria tricromática de Young-Helmholtz
ESPECIALIZAÇAO EM CIÊNCIAS E TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO Teoria tricromática de Young-Helmholtz Prof. Nelson Luiz Reyes Marques É um agente físico capaz de sensibilizar os nossos órgãos visuais. Dispersão
Sentidos São os meios através dos quais os seres vivos percebem e reconhecem outros organismos e as características do meio em que vivem.
Sentidos São os meios através dos quais os seres vivos percebem e reconhecem outros organismos e as características do meio em que vivem. 8 ano/profªelisete No ser humano O tato reside nos terminais nervosos
TECIDOS. Professora Débora Lia Biologia
TECIDOS Professora Débora Lia Biologia TECIDOS HISTOLÓGICOS DEFINIÇÃO : Do grego, histo= tecido + logos= estudos. Tecidos = É um conjunto de células especializadas, iguais ou diferentes entre si, que realizam
Anatomia e Histologia do Limbo
Anatomia e Histologia do Limbo Introdução: O limbo é a zona intermediária anular com cerca de 1,5mm de largura que fica entre a córnea transparente e a esclera opaca. Sua relativa opacidade se explica
Disciplina Corpo Humano e Saúde: Uma Visão Integrada - Módulo 1
9. A visão Estrutura do olho Numa visão frontal, a porção mais central do olho é a pupila, que pode regular a entrada da luz ao se contrair ou ao dilatar-se. A pupila nos parece preta, pois ela é um orifício
SISTEMA REPRODUTOR FEMININO. Prof. Dr. José Gomes Pereira
Prof. Dr. José Gomes Pereira 1. CONSIDERAÇÕES GERAIS 2. CONSTITUINTES 2.1. Ovários 2.2. Tubas Uterinas 2.3. Útero 2.4. Cérvix 2.5. Vagina 2.6. Vulva 2.7. Clitóris 2.8 Uretra Ovários Glândula Exócrina e
1- hemácias dentro de um vaso sangüíneo 2- endotélio (epitélio simples pavimentoso)
Fernando Salles - 2014 1 2 1- hemácias dentro de um vaso sangüíneo 2- endotélio (epitélio simples pavimentoso) Epitélio simples cúbico 1-Epitélio simples cilíndrico com céls caliciformes (cabeça de seta)
Tecidos estrutura geral
Tecido Epitelial Tecidos estrutura geral Célula Meio extracelular Os tecidos em geral apresentam na sua organização básica: (1) células e (2) meio extracelular. Órgãos estrutura geral Componentes: Parênquima:
ÓRGÃOS DOS SENTIDOS. Prof. MSc. Cristiano Rosa de Moura Médico Veterinário
UNIÃO EDUCACIONAL DO PLANALTO CENTRAL FACULDADES INTEGRADAS DA UNIÃO EDUCACIONAL DO PLANALTO CENTRAL Curso de Medicina Veterinária Disciplina de Anatomia Veterinária I ÓRGÃOS DOS SENTIDOS Médico Veterinário
RESULTADOS Apresentamos as pesquisas bibliográficas realizadas para compreender as partes e funcionamento do olho humano.
DEFEITOS DE VISÃO 1 VEIGA, João Gabriel 2 ; SEIDLER, Mardhjorie 3 ; ROSA, Juliana Aozane da 4 ; GELATI, Sandra 5. 1 Instituição: EFA Centro de Educação Básica Francisco de Assis, Categoria: Educação nas
Esquema simplificado do olho humano
O Olho Humano Esquema simplificado do olho humano A estrutura do olho humano comporta-se como uma lente convergente, comumente distante de 5 mm da Córnea e a 15 mm da retina. Funcionamento do Olho A luz
AULA PRÁTICA 05. Tecidos Conectivos - Matriz e Classificação LÂMINA Nº 90 - DIFERENTES CORTES DE PELE - ORCEÍNA
AULA PRÁTICA 05 Tecidos Conectivos - Matriz e Classificação LÂMINA Nº 90 - DIFERENTES CORTES DE PELE - ORCEÍNA Pela técnica da HE, as fibras elásticas coram-se mal e irregularmente. Para a observação destas
. a d iza r to u a ia p ó C II
II Sugestões de avaliação Ciências 8 o ano Unidade 4 5 Unidade 4 Nome: Data: 1. Apesar de ser um órgão duro e resistente, o osso é relativamente flexível e capaz de ser remodelado em resposta a forças,
www.fisicanaveia.com.br Prof. Dulcidio Braz Jr Óptica da V i s ã o Esclerótica Cristalino (lente transparente) Córnea (lente transparente) Anatomia Coróide Humor Vítreo (líquido) Pálpebra Íris Pupila Humor
Sistema Circulatório
Sistema Circulatório Luís Eugênio Vieira Oliveira Neste breve capítulo, discorreremos sobre as principais características histológicas do Sistema Circulatório, descrevendo, pois, algumas estruturas gerais
HISTOLOGIA Parte da biologia que estuda os tecidos Prof. Junior (www.apcbio.com.br)
HISTOLOGIA Parte da biologia que estuda os tecidos Prof. Junior (www.apcbio.com.br) Tipos de tecidos Tecido Epitelial TECIDO EPITELIAL Características: avascular, formado por células justapostas, com pouca
OS ÓRGÃOS DOS SENTIDOS
OS SENTIDOS OS ÓRGÃOS DOS SENTIDOS As terminações sensitivas do sistema nervoso periférico são encontradas nos órgãos dos sentidos: pele, ouvido, olhos, língua e fossas nasais. IMPORTÂNCIA DOS SENTIDOS
REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE MEDICINA VETERINÁRIA ISSN: Ano IX Número 17 Julho de 2011 Periódicos Semestral
ESTUDO COMPARATIVO DE RETINAS DE ANIMAIS DOMÉSTICOS E SERES HUMANOS REVISÃO DE LITERATURA. COMPARATIVE STUDY OF RETINA OF DOMESTIC ANIMALS AND HUMAN - LITERATURE REVIEW. FREITAS, Elaine Bernardino Acadêmica
MAGNETISMO e ESPIRITISMO
Sociedade Espírita Os Mensageiros da Paz Departamento Doutrinário MAGNETISMO e ESPIRITISMO GRUPO de ESTUDO ANO 3 2016 AULA 30 NOVO SITE SEMP INTEGRA INFORMAÇÕES DO MAGNETISMO *Todas palestras - Incluído
Wilma Kempinas_IBB UNESP Embriologia Humana 2013
Embriologia Humana Curso de C. Biomédicas 2013 Dep.. de Morfologia IBB/UNESP Profa.. Dra. Wilma De Grava Kempinas Material para fins didáticos e de uso exclusivo dos alunos do 2º. ano do curso de C. Biomédicas
BIOFÍSICA DA VISÃO Existe a cabeça de um homem na figura. Onde? Olhe abaixo e diga as CORES, não as palavras... Conflito no cérebro: o lado direito do seu cérebro tenta dizer a cor, enquanto o lado
AULA PRÁTICA 13. SISTEMA CIRCULATÓRIO e MÚSCULO CARDÍACO
AULA PRÁTICA 13 SISTEMA CIRCULATÓRIO e MÚSCULO CARDÍACO O sistema circulatório é constituído por dois componentes funcionais: o sistema vascular sanguíneo e o sistema vascular linfático. O sistema vascular
Sistema Circulatório. Prof. a Dr. a Tatiana Montanari Departamento de Ciências Morfológicas ICBS UFRGS
Sistema Circulatório Prof. a Dr. a Tatiana Montanari Departamento de Ciências Morfológicas ICBS UFRGS SISTEMA VASCULAR SANGUÍNEO SISTEMA VASCULAR LINFÁTICO SISTEMA VASCULAR SANGUÍNEO Esse sistema transporta
6/18/2015 ANATOMIA DO OLHO ANATOMIA DO OLHO CÓRNEA CRISTALINO RETINA EPITÉLIO PIGMENTAR NERVO ÓPTICO
ANATOMIA DO OLHO CÓRNEA CRISTALINO RETINA EPITÉLIO PIGMENTAR NERVO ÓPTICO CÂMARA ANTERIOR IRIS CORPO CILIAR ANATOMIA DO OLHO CÓRNEA CRISTALINO RETINA EPITÉLIO PIGMENTAR NERVO ÓPTICO CÂMARA ANTERIOR IRIS
HISTOLOGIA DO TECIDO EPITELIAL
Introdução HISTOLOGIA DO TECIDO EPITELIAL Vera Regina Andrade, 2015 Apesar de toda a complexidade, o organismo humano é constituído de 4 tipos básicos de tecidos Tecido epitelial Tecido conjuntivo Tecido
AULA PRÁTICA 16 - SISTEMA DIGESTÓRIO
AULA PRÁTICA 16 - SISTEMA DIGESTÓRIO O sistema digestório consiste de um longo tubo muscular, que se estende da boca até o ânus, e de glândulas associadas ou acessórias (glândulas salivares, pâncreas e
- CAPÍTULO 9 - SISTEMA SENSORIAL
- CAPÍTULO 9 - SISTEMA SENSORIAL GABARITO 1. LETRA ESTRUTURA LETRA ESTRUTURA A córnea G humor aquoso B retina H nervo óptico C fóvea I coróide D íris J esclerótica E cristalino K corpo vítreo F ponto cego
FACULDADE DE EXCELÊNCIA EDUCACIONAL DO RIO GRANDE DO NORTE CURSO: FISIOTERAPIA INTRODUÇÃO A HISTOLOGIA
FACULDADE DE EXCELÊNCIA EDUCACIONAL DO RIO GRANDE DO NORTE CURSO: FISIOTERAPIA INTRODUÇÃO A HISTOLOGIA Histologia Estuda os tecidos do corpo e como estes tecidos se organizam para constituir órgãos. Introdução
ˆ distinguir lentes convergentes de lentes divergentes; ˆ conhecer o comportamento da luz quando incide em lentes convergentes e divergentes;
Aula nº6 1 Sumário Lentes convergentes e divergentes. Miopia e hipermetropia. Estudo do olho humano. 2 Objectivos especícos ˆ Denir lente; ˆ distinguir lentes convergentes de lentes divergentes; ˆ conhecer
ACERVO DIGITAL FASE II. Histologia do Sistema Circulatório
ACERVO DIGITAL FASE II Histologia do Sistema Circulatório I Material: Aorta Técnica: Weigert Observação com aumento total de 40x: Nesse aumento e nesse campo microscópico é possível observar-se a luz da
Segunda-feira, 20 de março de 2017
Segunda-feira, 20 de março de 2017 07h30-08h00 08h00-09h00 Registro e recepção OLHO: UMA VISÃO EVOLUTIVA Anatomia: Osteologia do crânio e face - dr. Pedro Ronaldo Anatomia: Osteologia do crânio e face
SISTEMA TEGUMENTAR. Pele e anexos. Pele e anexos Funções. Pele e anexos 5/5/2012
SISTEMA TEGUMENTAR SISTEMA TEGUMENTAR Origem: Ectodérmica Epiderme Mesodérmica Derme Hipoderme Pele: epiderme, derme e hipoderme Anexos: pêlos; unhas, cascos e garras; glândulas sudoríparas e sebáceas.
Dr. Marcelo Palis Ventura. Coleção Glaucoma Coordenador: Dr. Carlos Akira Omi. Volume 1. Conceito e Diagnóstico. Volume 2. Exames complementares
Introdução Glaucoma pode ser definido como um grupo complexo de doenças caracterizadas pela degeneração progressiva das células ganglionares da retina e perda progressiva da visão, sendo a pressão ocular
Audição. Profa. Dra. Eliane Comoli Departamento de Fisiologia da FMRP
Audição Profa. Dra. Eliane Comoli Departamento de Fisiologia da FMRP ROTEIRO DE AULA TEÓRICA: AUDIÇÃO 1. O que é o som? Características da onda sonora: a. Comprimento da onda; b. Velocidade da onda e c.
SISTEMA CARDIOVASCULAR
SISTEMA CARDIOVASCULAR Sistema Cardiovascular Objetivos da aula os estudantes deverão ser capazes de... Descrever as funções gerais do sistema cardiovascular Relacionar os componentes vascular sanguíneo
UNIPAMPA Disciplina de Histologia, citologia e embriologia Curso de Nutrição TECIDO EPITELIAL. Prof.: Cristiano Ricardo Jesse
UNIPAMPA Disciplina de Histologia, citologia e embriologia Curso de Nutrição TECIDO EPITELIAL Prof.: Cristiano Ricardo Jesse CONSIDERAÇÕES INICIAIS Organismos Sistemas Órgãos Tecidos Células CONSIDERAÇÕES
ANÁTOMO-HISTOLOGIA FUNCIONAL DO OLHO
PRINCÍPIOS DA OFTALMOLOGIA ANÁTOMO-HISTOLOGIA FUNCIONAL DO OLHO Jailton Vieira Silva 1 Bruno Fortaleza de Aquino Ferreira 2 Hugo Siquera Robert Pinto 2 OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Conhecer as estrutura s
LISTA DE LAMINÁRIO HISTOLÓGICO
2017 LISTA DE LAMINÁRIO HISTOLÓGICO Produzido por: Karen Chaves Maysa Resende Técnicas do laboratório 10/07/2017 Adrenal Cápsula, Zona glomerular, Zona fasciculada, Zona reticulada e Medular. Artéria de
Sistema Urinário. Carla Beatriz Silva. Introdução
Sistema Urinário Carla Beatriz Silva Introdução O aparelho urinário é formado pelos dois rins, dois ureteres, a bexiga e a uretra. A urina é produzida nos rins, passa pelos ureteres até a bexiga e é lançada
Elementos de Óptica ÓPTICA GEOMÉTRICA. Um feixe luminoso como um conjunto de raios perpendiculares à frente de onda.
ÓPTICA GEOMÉTRICA Dimensões dos componentes ópticos muito superiores ao comprimento de onda da luz. Um feixe luminoso como um conjunto de raios perpendiculares à frente de onda. lente onda ÍNDICES DE REFRACÇÃO,
LÂMINA/MEMBRANA BASAL
LÂMINA/MEMBRANA BASAL Entre o tecido conjuntivo e as células epiteliais existe uma lâmina, chamada lâmina basal, secretada cooperativamente pelas células dos tecidos epiteliais e conjuntivos. Um dos elementos
AULA PRÁTICA 17 - SISTEMA DIGESTÓRIO II -
AULA PRÁTICA 17 - SISTEMA DIGESTÓRIO II - LÂMINA Nº 42 - PASSAGEM PILORO-DUODENAL - HE Neste corte longitudinal observe em uma das extremidades o piloro gástrico e na outra, o início do duodeno. Examinando
FISIOLOGIA DA VISÃO E SEUS DISTÚRBIOS
FISIOLOGIA DA VISÃO E SEUS DISTÚRBIOS SENTIDO DA VISÃO Tudo que vemos é de fato o que parece ser? Luz Radiação Eletromagnética Essas ondas são constituídas por campos elétricos e magnéticos que se alternam,
Nome: Nº: Classificação: 1. Das seguintes estruturas, qual está intimamente associada ao periósteo:
Histologia e Embriologia Medicina Veterinária Frequência Teórica 3 de Maio de 2005 HistoVet-UE Nome: Nº: Classificação: 1. Das seguintes estruturas, qual está intimamente associada ao periósteo: a. Pia
TECIDO NERVOSO. Substância cinzenta
TECIDO NERVOSO 1. Observação de neurônios e de células da glia Material: cérebro Técnica: Impregnação argêntica Substância cinzenta Observação com aumento total de 100x: Com este aumento é possível observar
Sentidos São os meios através dos quais os seres vivos percebem e reconhecem outros organismos e as características do meio em que vivem.
Sentidos São os meios através dos quais os seres vivos percebem e reconhecem outros organismos e as características do meio em que vivem. 8 ano/profªelisete No ser humano O tato reside nos terminais nervosos
1. Elementos dos tecidos conjuntivo propriamente dito. Observação de mastócitos e de fibras elásticas
1. Elementos dos tecidos conjuntivo propriamente dito Observação de mastócitos e de fibras elásticas Material: Mesentério Técnica: azul de toluidina Obs: O mesentério é a membrana fina que prende as alças
BIOLOGIA. Histologia. Professora: Brenda Braga
BIOLOGIA Histologia Professora: Brenda Braga Histologia (Estudo dos Tecidos) Tecidos conjunto de células especializadas em realizar uma ou mais funções. Células-tronco São praticamente indiferenciadas
TECIDO EPITELIAL 13/10/2014. Mamíferos: Tipos de tecidos. Epitelial Conjuntivo Muscular Nervoso. Tecido epitelial: Origem ECTODERMA MESODERMA
TECIDO EPITELIAL Mamíferos: Tipos de tecidos Epitelial Conjuntivo Muscular Nervoso Origem ECTODERMA MESODERMA ENDODERMA 1 Tecido epitelial Ectoderma: epitélios sensoriais dos olhos; aparelho auditivo e
Anatomia e embriologia do olho
Anatomia e embriologia do olho 1 Paul Riordan-Eva, FRCS, FRCOphth O entendimento abrangente da anatomia do olho, da órbita, das vias visuais, dos nervos cranianos superiores e das vias centrais para o
Histologia. Leonardo Rodrigues EEEFM GRAÇA ARANHA
Histologia. Leonardo Rodrigues EEEFM GRAÇA ARANHA Histologia Ramo da Biologia que estuda os tecidos; Tecido - é um conjunto de células, separadas ou não por substâncias intercelulares e que realizam determinada
Tecido Epitelial de Revestimento
Tecido Epitelial de Revestimento Prof. a Dr a. Sara Tatiana Moreira UTFPR Campus Santa Helena 1 Tecido Epitelial Revestimento Secreção/ Glandular 2 1 Revestimento das superfícies corporais externas 3 Revestimento
Contração e Excitação do Músculo Liso
Contração e Excitação do Músculo Liso Qual a função do musculo liso? O músculo liso encontra-se nas paredes de vários órgãos e tubos do organismo, incluindo vasos sanguíneos, tracto gastrointestinal, bexiga,
Visão. Iluminação. Fernando Gonçalves Amaral. Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção - UFRGS
Visão Iluminação Fernando Gonçalves Amaral Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção - UFRGS 1 1 esfera φ 20 mm Movimento do globo por músculos extrínsecos Cristalino lente do olho Retina possui
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA
SISTEMA MUSCULAR Dra. Flávia Cristina Goulart CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Campus de Marília [email protected] Histologia do M.Esquelético É formado por células
Sistema Reprodutor Masculino. Acadêmica de Veterinária Gabriela de Carvalho Jardim
Sistema Reprodutor Masculino Acadêmica de Veterinária Gabriela de Carvalho Jardim Introdução Neste breve capítulo, será abordado o sistema reprodutor masculino do ponto de vista histológico, utilizando
FISIOLOGIA DA VISÃO PERCEPÇÃO VISUAL. Le2cia Veras Costa- Lotufo
FISIOLOGIA DA VISÃO Le2cia Veras Costa- Lotufo PERCEPÇÃO VISUAL Localização Espacial Medida de Intensidade Discriminação das Formas Detecção do Movimento Visão a Cores 1 9/22/10 FUNÇÃO RECEPTORA E NEURAL
Sistema Circulatório. Sistema Vascular Sanguíneo Coração Sistema Vascular Linfático
Sistema Circulatório Sistema Vascular Sanguíneo Coração Sistema Vascular Linfático Componentes Macrocirculação Sistema Vascular Sanguíneo (fechado) Sistema Vascular Linfático (aberto) Coração Artérias
NOSSA PERCEPÇÃO DO AMBIENTE
NOSSA PERCEPÇÃO DO AMBIENTE NOSSA PERCEPÇÃO DO AMBIENTE Os órgãos dos sentidos possibilitam a recepção de estímulos, os quais são interpretados pelo sistema nervoso, que elabora uma resposta; Todas as
10/6/2011. Histologia da Pele. Diagrama da Estrutura da Pele. Considerações Gerais. epiderme. derme
epiderme derme 10/6/2011 Histologia da Pele Considerações Gerais Maior órgão do corpo: 16% do peso total e 1,2 a 2,3 m 2 de superfície Composto por duas regiões: epiderme e derme Funções proteção: atrito,
AULA PRÁTICA 7 PELE E ANEXOS CUTÂNEOS LÂMINA Nº 91 - PELE GROSSA (PELE DE DEDO) - HE
AULA PRÁTICA 7 PELE E ANEXOS CUTÂNEOS A pele ou tegumento cutâneo reveste externamente o corpo variando em cor e espessura nas diferentes regiões, assim como também na presença de pêlos, glândulas e unhas.
Sistema Reprodutor Feminino
Lâmina 72A: Ovário infantil e trompas uterinas OVÁRIO: (opção lâmina 35 caixa B) Região do Hilo: vasos sanguíneos, inervação e tecido conjuntivo denso Superfície do ovário -epitélio germinativo: tecido
De forma geral, a visão é o sentido mais valorizado pelas pessoas. Em uma sociedade
A importância da consulta oftalmológica De forma geral, a visão é o sentido mais valorizado pelas pessoas. Em uma sociedade cheia de apelos visuais, em que o contato com o mundo se faz inicialmente por
Resolução de Questões Específicas de Biologia (Aula 6)
Resolução de Questões Específicas de Biologia (Aula 6) Resolução de Questões Específicas de Biologia (Aula 6) Biologia 1. (UERJ) Existem diferentes tipos de hemoglobina, inclusive entre indivíduos da mesma
Sentidos especiais Visão, olfacto, paladar, audição e equilíbrio
Funções sensoriais 5 sentidos?? Há especialistas que propõe a existência de pelo menos 20, talvez 40 sentidos diferentes!! Sentidos gerais Tacto Possuem receptores gerais distribuídos amplamente por todo
SISTEMA REPRODUTOR MASCULINO. Prof. Dr. José Gomes Pereira
Prof. Dr. José Gomes Pereira 1. CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES 2. CONSTITUINTES 2.1. Testículos 2.2. Ductos Genitais 2.3. Glândulas Genitais Acessórias 2.4. Uretra 2.5. Pênis Testículos Envoltórios testiculares
PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 26
8 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 26 QUESTÃO 17 O Soalho da Órbita consiste de: a) um osso. b) dois ossos. c) três ossos. d) quatro ossos. QUESTÃO 18 A linha cinzenta divide a pálpebra em duas
Órgãos dos Sentidos. Profª Fernanda Jacobus de Moraes
Órgãos dos Sentidos Profª Fernanda Jacobus de Moraes Introdução Sentidos: Meio pelo qual o corpo recebe a informação do ambiente: Externo: exterocepção -> detectam estímulos próximos a superfície externa
Tecido Epitelial de Revestimento
Tecido Epitelial de Revestimento Epitelial Revestimento Glandular Prof. a Dr. a Sara Tatiana Moreira Histologia e Anatomia Humana CB52D COBIO - UTFPR Campus Santa Helena 1 2 Tecido epitelial de revestimento
TECIDO ÓSSEO TECIDO ÓSSEO. TECIDO ÓSSEO: Funções 02/11/2015
TECIDO ÓSSEO TECIDO ÓSSEO Tipo especializado de tecido conjuntivo formado por células e material extracelular calcificado, a matriz óssea. Funções Proteção dos órgãos Sustentação e conformação do corpo
HISTOLOGIA. Tecido Conjuntivo
HISTOLOGIA Tecido Conjuntivo Tecido Conjuntivo Constituição: Células Matriz Extracelular: Fibras colágenas, elásticas e reticulares Substância Fundamental Amorfa glicosaminoglicanas e proteínas Líquido
Sistema Circulatório. Diogo Magalhães Cavaco Instituto de Histologia e Embriologia Faculdade de Medicina de Lisboa 2006
Sistema Circulatório Diogo Magalhães Cavaco Instituto de Histologia e Embriologia Faculdade de Medicina de Lisboa 2006 Aparelho cardiovascular Pulmão Artéria pulmonar Veias pulmonares Órgãos e tecidos
BORDO ANTERIOR DA RETINA
RETINA EMBRIOLOGIA Pelo 7º mês de gestação, todas as camadas da retina, excepto os da região macular, têm um arranjo do adulto. A mácula não está completamente desenvolvida até às 16 semanas pós-parto.
TECIDO EPITELIAL. Tecido Epitelial FUNÇÕES :
TECIDO EPITELIAL 2 Características principais dos quatro tipos básicos de tecidos Tecido Nervoso Epitelial Muscular Células Longos prolongamentos Células poliédricas justapostas Células alongadas contráteis
Sistema Linfático. Prof. a Dr. a Tatiana Montanari Departamento de Ciências Morfológicas ICBS UFRGS
Sistema Linfático Prof. a Dr. a Tatiana Montanari Departamento de Ciências Morfológicas ICBS UFRGS FUNÇÕES TECIDO LINFOIDE ÓRGÃOS LINFOIDES FUNÇÕES As células do sistema linfático protegem o organismo
SERVIÇO DE OFTALMOLOGIA
S. Pina, A. R. Azevedo, F. Silva, A. Gonçalves, S. Alves, D. Cavalheiro, F. Vaz, P. Kaku, F. Esperancinha SERVIÇO DE OFTALMOLOGIA HOSPITAL PROF. DR. FERNANDO FONSECA Director Serviço: Dr. António Melo
OCULAR: FORMAÇÃO E DIFERENCIAÇÃO DA VESÍCULA
EMBRIOGÊNESE DO APARELHO OCULAR: FORMAÇÃO E DIFERENCIAÇÃO DA VESÍCULA ÓPTICA Profa. Dra. MARIA ANGÉLICA SPADELLA Disciplina Embriologia Humana FAMEMA Cronologia do Desenvolvimento: Início do desenvolvimento:
TECIDO EPITELIAL. Professora Melissa Kayser
TECIDO EPITELIAL Professora Melissa Kayser Tecido Epitelial Introdução Tecido que reveste a superfície externa do corpo e as cavidades internas. Desempenha várias funções: Proteção do corpo (pele) Percepção
TECIDO EPITELIAL SEGUNDA PARTE
TECIDO EPITELIAL SEGUNDA PARTE Prof : Cristiano Ricardo Jesse TIPOS DE EPITÉLIO - REVESTIMENTO CLASSIFICAÇÃO: Quanto a forma das células o epitélio estratificado (camada mais superficial) pode ser: - Pavimentoso
HISTOLOGIA II. Por Daniele Fernandes, Isadora Paz, Julia Chrysostomo e Luã Iepsen
HISTOLOGIA II Por Daniele Fernandes, Isadora Paz, Julia Chrysostomo e Luã Iepsen Sistema Circulatório Este arquivo contém imagens das Lâminas Histológicas do acervo da Universidade Federal de Pelotas (UFPel).
25/08/2015. https://odontousp.wordpress.com/ APARELHO RESPIRATÓRIO Usado vezes por dia
https://odontousp.wordpress.com/ APARELHO RESPIRATÓRIO Usado 23.000 vezes por dia 1 APARELHO RESPIRATÓRIO Usado 23.000 vezes por dia APARELHO RESPIRATÓRIO Usado 23.000 vezes por dia Funções: RESPIRAÇÃO
Bombear e forçar o sangue através dos vasos sanguíneos do corpo, fornecendo a cada célula do corpo nutrientes e oxigénio.
Função : Bombear e forçar o sangue através dos vasos sanguíneos do corpo, fornecendo a cada célula do corpo nutrientes e oxigénio. Dimensão, forma e localização: Tamanho de um punho fechado; Forma de um
Aulas Pratico-Laboratoriais de Histologia Resumo das Lâminas
Aulas Pratico-Laboratoriais de Histologia Resumo das Lâminas Vesícula Biliar Mucosa: -epitélio cilíndrico simples com microvilosidades -lâmina própria (tecido conjuntivo) Bexiga Mucosa: -epitélio estratificado
Os tecidos. Tecidos biológicos. Aula 1 e 2. Tecido epitelial Tecido conjuntivo. 1º bimestre. Professora calina
1º bimestre Professora calina Aula 1 e 2 Tecidos biológicos Tecido epitelial Tecido conjuntivo Tecidos do corpo humano Tecido é um conjunto de células desempenham uma mesma função. semelhantes que Tecido
LUZ. A luz é uma forma de energia, que tem origem nos corpos luminosos e que se propaga em todas as direções.
LUZ A luz é uma forma de energia, que tem origem nos corpos luminosos e que se propaga em todas as direções. CORPOS LUMINOSOS São corpos que emitem luz. CORPOS ILUMINADOS São corpos que recebem luz e a
glaucoma Informações essenciais para preservar sua visão Dr. Remo Susanna Jr.
glaucoma Informações essenciais para preservar sua visão Dr. Remo Susanna Jr. GLAUCOMA Informações essenciais para preservar sua visão Copyright 2013 by Remo Susanna Jr. Direitos desta edição reservados
Tecidos Epiteliais e Conjuntivos
Tecidos Epiteliais e Conjuntivos Aula ao Vivo O termo histologia (do grego hystos = tecido + logos = estudo) refere-se ao estudo dos tecidos biológicos de animais e plantas, sua formação, estrutura e função.
Projeto CAPAZ Básico Estruturas do Olho Humano
1 Introdução Ao assistir à aula você teve acesso à continuidade do estudo das partes do olho e suas funções. Além da córnea, da pupila, do cristalino, da retina e do nervo óptico, o olho humano é formado
ENSINO FUNDAMENTAL - CIÊNCIAS 9º ano- UNIDADE 4 - CAPÍTULO 2. questão347. Um objeto verde absorve ou reflete a luz verde?
ENSINO FUNDAMENTAL - CIÊNCIAS 9º ano- UNIDADE 4 - CAPÍTULO 2 questão346. Defina o que é a luz. questão347. Um objeto verde absorve ou reflete a luz verde? questão348. O que é isotropia? questão349. Em
Tecido Epitelial e Conjuntivo
Tecido Epitelial e Conjuntivo Objetivos os estudantes deverão ser capazes de... - descrever as características (constituintes e sua organização) e funções gerais do epitélio de revestimento e do epitélio
Introdução à Histologia e Técnicas Histológicas. Prof. Cristiane Oliveira
Introdução à Histologia e Técnicas Histológicas Prof. Cristiane Oliveira Visão Geral Corpo humano organizado em 4 tecidos básicos: Epitelial Conjuntivo Muscular Nervoso Visão Geral - Tecidos consistem
