PROGRAMA DE SAÚDE COMUNITÁRIA NA GUINÉ-BISSAU
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- Branca Flor Sampaio Quintão
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1 MINISTÉRIO DA SAÚDE PÚBLICA Direcção Geral de Prevenção e Promoção de Saúde PROGRAMA DE SAÚDE COMUNITÁRIA NA GUINÉ-BISSAU DR. AGOSTINHO M. N DUMBÁ CONFERÊNCIA A SAÚDE COMUNITÁRIA NA REDUÇÃO DA MORTALIDADE MATERNO INFANTIL LISBOA, 11 DE DEZEMBRO DE 2017
2 PLANO DA APRESENTAÇÃO Introdução Dados demográficos da Guiné-Bissau Documentos de orientação da Politica Nacional de Saúde da Guiné-Bissau Pirâmide Sanitária da Guiné-Bissau Organigrama do serviço de Saúde Comunitária Pacotes de serviços prestados pelo Agente de Saúde Comunitária Dificuldades Perspectivas
3 DADOS DEMOGRÁFICOS População da Guiné-Bissau: habitantes Prevalência de infecção VIH: Na população :3,3 % (INASA 2010) REPÚBLICA DA GUINÉ-BISSAU DIVISÃO ADMINISTRATIVA E SECTORIAL Nas grávidas : 5,8% (INASA 2009) Epidemia generalizada ODM (ODS) ODM 4.2 Taxa de mortalidade infantil 55,4/1000 nascidos vivos (MICS 5/2014) ODM 4.1 Taxa de mortalidade infanto-juvenil 88,8 /1.000 nados-vivos FAR IM CONTUB OE L PIR AD A PITC HE SONA CO BIGENE MA NS AB A BIS S ORA GA M AM UND O SAO DOMINGOS BA FA TA CAC HE U GA B U BUL A CAN GHUN GO MA NS OA NHA CRA BA MB A DINGA CAL OM A RO CAIO SA FIM QU INH AM E L BIS S AU BOE PRA B IS FULA CU NDA TITE XITOLE BUB A BOL AM A QU EB O EM PA DA CARAVELA (UNO) BE DA NDA CAT IO BUB A QUE CAC INE Sectores BAFATA BAMBADINCA BEDANDA BIGENE BISSAU BISSORA BOE BOLAMA BUBA BUBAQUE BULA CACHEU CACINE CAIO CANGHUNGO CARAVELA (UNO) CATIO CONTUBOEL EMPADA FARIM FULACUNDA GABU GALOMARO GAM AMUNDO MANSABA MANSOA NHACRA PIRADA PITCHE PRABIS QUEBO QUINHAMEL SAFIM SAO DOMINGOS SONACO TITE XITOLE ODM 5.1 Taxa de mortalidade materna 900/ nascidos vivos N ODM 5.3 Taxa de prevalência contraceptiva 16,0 % Miles W S E ODM 5.6 Necessidade não satisfeita. 22,3 %
4 DOCUMENTOS DE ORIENTAÇÃO DA POLITICA NACIONAL DE SAÚDE PNDS II POPEN Politica de saúde comunitária Diretiva de saúde comunitária, Plano estratégico de Saúde Comunitária Manual de formação dos ASCs e instrumentos de gestão de base comunitária.
5 SAÚDE COMUNITÁRIA 1978 Conferencia de ALMA ATA sobre Cuidados Primários de Saúde Meta Saúde para todos até o ano Criação do serviço da Saúde Comunitária na Guiné-Bissau ASB Matronas USB ASC Agregados Familiares (AF)
6 SAÚDE COMUNITÁRIA RAZÕES DA SUA CRIAÇÃO Aumentar a Prevenção e Promoção de saúde Cobertura nacional com implementação 16 PFE, iccm, e VBEC Melhorar a informação sobre a saúde a nível comunitário Aumentar a acessibilidade aos cuidados Preventivos e Curativos Criar um serviço transversal como elo de integração de diferentes serviços e programas; Porta de entrada ao sistema de saúde
7 PIRÂMIDE SANITÁRIA Estruturas de Gestão Ministério da Saúde Nível Central Estruturas de Prestação de Cuidados Hospital Nacional e Centros de Referência Direcções Regionais Nível Regional Hospitais Regionais e Centros de Saúde Tipo A Equipas de Áreas Sanitárias/CG-IB Nível Local Centros de Saúde Tipos: A, B, C Estruturas: Comunitárias/Familiares/ Privadas/Filantrópicas/ASC
8 ORGANIGRAMA DO SERVIÇO DE SAÚDE COMUNITÁRIA DGPPS/DGASS Serviço de Saúde Comunitária e Promoção da Medicina Tradicional Monitoria e Avaliação Administração Repartição de Saúde Comunitária Repartição da Medicina Tradicional Secção de reforço da capacidade de recursos humanos Secção de estudo dos medicamentos tradicionais Secção da comunicação e promoção da medicina tradicional
9 ESTRATÉGIA DE SAÚDE COMUNITÁRIA Rede de Agentes de Saúde Comunitária com um perfil de voluntário; Casa ASC tem à sua responsabilidade cerca de 50 Agregados Familiares/350 individuos; O ASC promove: 16 Práticas Familiares essenciais (PFE) Promocionais, Preventivas e Curativas Atenção Integrada às doenças da infância (AIDI-C); Planeamento Familiar (PF); Vigilância Baseada nos Eventos da Comunidade (VBEC)
10 PERFIL DO ASC Ter a nacionalidade Guineense Ter pelo menos o 4º ano de escolaridade; Saber ler e escrever em português; Ter um domínio perfeito de pelo menos uma língua do meio; Estar disponível, ativo e estável na zona de intervenção; Aceitar trabalhar e residir no seu local de trabalho; É desejável possuir uma experiência em mobilização social
11 PROCESSO DE IDENTIFICAÇÃO E FORMAÇÃO DO ASC Formação de Formadores pelo grupo de formadores do MINSAP (7 dias) Formação de 21dias Responsável de Área Sanitária Supervisor operacional de Terreno Identificação do ASC Pela Comunidade
12 16 PRÁTICAS FAMILIARES ESSENCIAIS GESTÃO DE CASOS NA COMUNIDADE AUMENTAR PROCURA E A OFERTA DOS SERVIÇOS
13 16 PRÁTICAS FAMILIARES ESSENCIAIS (PFE) PFE Amamentação Exclusiva do bebé até aos 6 meses Introdução de alimentos complementares apartir dos 6 meses Seguimento do crescimento normal da criança entre os 6 e 59meses com FITA MUAC Crianças menores de 5 anos e grávidas dormem debaixo ede MILDA 5 Lavagem das mãos 6 Utilização de latrinas melhoradas 7 8 Tratamento da água de consumo com lixivia a 4,5% Sensibilização para a prevenção da infeção por VIH e TB PFE 9 Tratamento da diarreia simples com SRO e Zinco 10 Tratamento do paludismo simples com ACT 11 Tratamento da pneumonia simples com Amoxicilina 12 Cuidados essenciais ao recém nascido Vacinação completa da criança antes de completar 1 ano Suplementação com Vit. A e desparasitação com mebendazol 15 A grávida realiza pelo menos 4 CPN 16 Identificação de sinais de perigo na grávida e no recém nascido
14 Reduzir casos graves e mortes nas crianças 5anos e Grávidas Aumentar a gestão correta de casos de Pneumonia, Diarreia, Paludismo, GIDA, CRN na communidade Aumentar acesso aos serviços e tratamentos Melhorar a qualidade dos serviços Aumentar a divulgação de informações sobre os serviços disponíveis
15 DESCRIÇÃO DAS TAREFAS DO ASC Mapeamento dos agregados familiares; Recenseamento dos membros dos agregados familiares; Actualização mensal dos dados demográficos dos membros dos agregados familiares; Visitas aos agregados familiares para a promoção de Práticas Familiares Essenciais (PFE), com ênfase nos agregados com crianças < 5 anos e grávidas; Sensibilização da comunidade em geral e de grupos prioritários;
16 DESCRIÇÃO DAS TAREFAS DO ASC Cuidados no domicílio: Pneumonia simples em crianças <5 anos Paludismo simples em crianças <5 anos Diarreia simples em crianças <5 anos Cuidados simples ao recém-nascido Referenciação de grávidas e crianças <5 anos com sinais de perigo
17 DESCRIÇÃO DAS TAREFAS DO ASC Apoio à estratégia avançada (mobilização da população alvo para o posto de EA); Encaminhamento de grávidas para a realização de parto no centro de saúde; Participação nas intervenções perióritarias (suplementação vitamina A, desparasitação, Vacinação, Distribuição de MILDA);
18 DESCRIÇÃO DAS TAREFAS DO ASC Colaboração durante o dia de supervisão formativa: ASC recebe supervisão formativa pelo técnico responsável da área sanitária (RAS)/Supervisor Operacional de Terreno; Participação nas reuniões mensais no CS e entrega do relatório de atividades realizada no mês: A reunião tem lugar no CS da AS e tem como objectivos a troca de experiências, discussões sobre as dificuldades encontradas, gestão dos materiais, medicamentos e monitoramento dos resultados;
19 KIT DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS DO ASC Bicicleta Mochila Material de escrita (Caderno, lapis, afia, borracha) Fita MUAC Cronómetro Termómetro ME (Amoxicilina, SRO, Zinco, ACT, paracetamol e TDR)
20 SITUAÇÃO ATUAL DA SAÚDE COMUNITÁRIA NA GUINÉ-BISSAU Programas Financiadores PIMI II UE Saúde H4+ União Europeia, UNICEF, Cooperação Portuguesa, Fundação Calouste Gulbenkian. Parceiros Implementadores ONGD VIDA Cacheu, Biombo e Bissau PLAN Internacional Bafatá e Tombali AIFO Gabu AMI Quinara Médicos da Comunidade Bolama e Bijagós
21 SITUAÇÃO ATUAL DA SAÚDE COMUNITÁRIA NA GUINÉ-BISSAU Formadores ASC Regiões Formados Previstos Formados Nivel Central Bafata Bijagos Biombo Bolama Cacheu Farim Gabu Oio Quinara SAB Tombali TOTAL
22 RESULTADOS ALCANÇADOS PELOS ASC 7400/8205 (90.2%), casos de diarreia em crianças menores de 5 anos tratados com SRO e Zinco pelos ASC s; 882/1079 (81.74%), casos de paludismo em menores de 5 anos tratados na comunidade pelos ASC s; 3409/3741 (91.1%), casos de pneumonia em menores de 5 anos tratados na comunidade pelos ASC s; 65962/ (45.1%), crianças menores de 5 anos despistados de desnutrição pelos ASC s.
23 DIFICULDADES Falta de recursos financeiros do MINSAP; Insuficiência de infraestruturas, equipamentos e recursos humanos do serviço de saúde comunitária; Dificuldade em manter a motivação dos ASC; Dificuldade na manutenção dos equipamentos dos ASC, por exemplo, bicicletas; Falta de instrumentos de sensibilização; Dificuldade de gestão e seguimento dos dados produzidos ao nivel comunitário; Fraca coordenação entre os parceiros de implementação e as DRS/DGPPS;
24 PERSPECTIVAS Organização de um Fórum Nacional sobre a Saúde Comunitária Finalização do estudo de satisfação dos beneficiários e prestadores (Evidência do impacto das intervenções de base comunitária) Implementação do projecto piloto com implementação directa com as DRS Atelier de revisão de instrumentos de recolha de informação ao nível comunitário Inclusão no boletim do SIS dos indicadores de Saúde Comunitária Visita de estudo a outros países para troca de experiências Advocacia para a mobilização de recursos para a continuidade das intervenções depois de 2020
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