Agrupamento de Escolas Martim de Freitas
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- Oswaldo Davi Lancastre Belo
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1 Projecto Curricular i
2 Índice INTRODUÇÃO 5 OBJECTIVOS 7 O AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MARTIM DE FREITAS 8 Martim de Freitas Patrono do Agrupamento 8 As Escolas do Agrupamento 8 EB 2, 3 Martim de Freitas 9 Jardim de Infância de Montes Claros 9 Jardim de Infância de Olivais 10 EB1 da Conchada 10 EB1 de Coselhas 11 EB1, 2, 3 do Hospital Pediátrico 11 EB1 de Montes Claros 11 EB1 de Santa Cruz 12 EB1 de Santo António dos Olivais 12 ORGANIZAÇÃO ESCOLAR 14 Constituição dos Órgãos Centrais e intermédios 14 Calendário Escolar Ano lectivo Regime de Funcionamento das Escolas Horário Escolar 16 Pré-escolar 16 1º Ciclo 17 2º Ciclo 17 3º Ciclo 17 Organização das Aulas / Blocos - EMF 17 Constituição de Turmas 17 Critérios de Elaboração de Horários 18 Distribuição de Serviço Docente 20 Critérios de Atribuição de Direcção de Turma 20 Regimentos 21 CONSTRUÇÃO CURRICULAR 29 Plano Curricular do Pré-Escolar 30 Plano Curricular do 1º Ciclo 30 Plano curricular do 2º Ciclo 31 Plano Curricular do 2º Ciclo do Ensino Articulado de Música 31 Plano Curricular do 3º Ciclo 32 Plano Curricular das Turmas de Percursos Curriculares Alternativos 33 7º Ano 33 8º Ano 33 9º Ano 34 PRINCÍPIOS GERAIS DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR 35 COMPETÊNCIAS E CONTEÚDOS DO ENSINO BÁSICO 39 Valores e princípios que fundamentam as competências gerais 39 Competências Gerais - Operacionalização Transversal 39 Competências Específicas 41 Áreas Curriculares Disciplinares - 1º Ciclo 41 Língua Portuguesa 41 Matemática 43 2
3 Estudo do Meio 45 História 47 Geografia 48 Ciências Físicas e Naturais 49 Educação Artística 51 Educação Tecnológica 55 Educação Física 58 Áreas Curriculares Disciplinares - 2º Ciclo 59 Línguas e Estudos Sociais LP, Inglês, HG de Portugal, EMRC 59 Língua Portuguesa 59 Língua estrangeira I - Inglês 59 História e Geografia de Portugal 60 Educação Moral e Religiosa Católica 61 Matemática 62 Ciências da Natureza 65 Educação Artística e Tecnológica - EVT, Educação Musical 66 Educação Visual e Tecnológica 66 Educação Musical 67 Educação Física 68 Áreas Curriculares Disciplinares 3º Ciclo 69 Língua Portuguesa 69 Línguas Estrangeiras : Espanhol, Francês, Inglês 72 Ciências Sociais e Humanas História, Geografia de Portugal, EMRC 78 História 78 Geografia 79 Educação Moral e Religiosa Católica 81 Matemática 82 Ciências Naturais 85 Ciências Físico-Químicas 86 Educação Artística Educação Visual, Expressão Plástica, Design, Técnicas de Pintura, Música, Educação Tecnológica, Tecnologias de Informação e Comunicação, Cerâmica 89 Educação Visual 89 Expressão Plástica 90 Design 91 Técnicas de Pintura 92 Música 93 Educação Tecnológica 94 Tecnologias de Informação e Comunicação 95 Cerâmica 96 Educação Física Educação Física, Dança 97 Educação Física 97 Dança 98 Áreas Curriculares Não Disciplinares 99 COMPONENTE DE APOIO À FAMÍLIA (CAF) 102 Pré - escolar 102 ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR 103 1º Ciclo 103 Actividades de enriquecimento 103 Projectos e Clubes 104 2º e 3º Ciclos 104 Clubes 104 Projectos 105 Visitas de estudo 107 3
4 DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM E NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS 108 Causas do Insucesso 108 Procedimentos 109 Estratégias de recuperação 109 A implementar pelas escolas 109 A implementar pelo aluno 116 A implementar pelo encarregado de educação/família 117 AVALIAÇÃO 118 Critérios de Avaliação 118 Pré-escolar 118 Áreas Curriculares Disciplinares do 1º Ciclo 120 2º E 3º CICLOS 124 Avaliação nas Áreas Curriculares não Disciplinares 127 Critérios de transição / aprovação /retenção 128 Casos especiais de avaliação / progressão 131 Educação Especial 131 Intervenção dos alunos e dos encarregados de educação na avaliação 132 Efeitos da Retenção 132 Reapreciação dos resultados de avaliação 132 O MÉRITO ESCOLAR: 133 PROJECTO CURRICULAR DE TURMA 134 Estrutura do Projecto Curricular de Turma 134 DIVULGAÇÃO E AVALIAÇÃO DO PCA 137 Divulgação do PCA 137 Avaliação do Projecto 137 4
5 INTRODUÇÃO Por projecto curricular entende-se a forma particular como, em cada contexto, se reconstrói e se apropria um currículo face a uma situação real, definindo opções e intencionalidades próprias, e construindo modos específicos de organização e gestão curricular, adequados à consecução das aprendizagens que integram o currículo para os alunos concretos daquele contexto. Roldão (1999:44) O Projecto Curricular de Escola/Agrupamento está intimamente relacionado com a ideia de gestão flexível do currículo. O Decreto-Lei 6/2001, de 18 de Janeiro, atribui às escolas a responsabilidade de, a partir do currículo nacional, onde se definem as competências e as aprendizagens comuns a todos os alunos, se organizarem de modo a adequar o currículo ao contexto em que se inserem a fim de responderem eficazmente às necessidades e expectativas da população que servem. No preâmbulo do Decreto-Lei 6/2001, de 18 de Janeiro pode ler-se o seguinte: No quadro do desenvolvimento da autonomia das escolas estabelece-se que as estratégias de desenvolvimento do currículo nacional, visando adequá-lo ao contexto de cada escola, deverão ser objecto de um projecto curricular de escola, concebido, aprovado e avaliado pelos respectivo órgãos de administração e gestão, o qual deverá ser desenvolvido, em função do contexto de cada turma, num projecto curricular de turma, concebido, aprovado e avaliado pelo professor titular de turma ou pelo conselho de turma, consoante os ciclos. O Projecto Curricular do Agrupamento desenvolver-se-á a partir dos objectivos e do plano de acção preconizados no Projecto Educativo no que respeita ao currículo, entendido este último como o documento que estabelece as linhas orientadoras da acção educativa das escolas do agrupamento, de acordo com as suas características, respeitando as linhas da política nacional. A Escola não se limita a ser um centro de transmissão e aquisição de conhecimentos, dedicando-se à formação integral dos alunos. Nestes termos, a dimensão social e ética, enquanto factor integrante da educação está, necessariamente, presente em todas as iniciativas que as escolas do agrupamento levam a efeito. Assim, o PCA define-se atendendo: Ao nível de prioridades estabelecidas para o Agrupamento; Às competências essenciais e transversais em torno das quais se organizará o projecto e os conteúdos que serão trabalhados em cada área curricular; À construção interdisciplinar e integrada dos saberes. 5
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7 Objectivos O Projecto Curricular do Agrupamento tem como principais objectivos assegurar a formação geral dos alunos e garantir condições para que estes possam desenvolver as suas capacidades e aptidões. Decorrem do enunciado no PEA as seguintes finalidades: Promover uma aprendizagem assente no rigor, na responsabilidade, no trabalho, na criatividade, na disciplina e no método. Promover uma real igualdade de oportunidades que permita a formação integral e o sucesso educativo de todos os alunos; Desenvolver o currículo numa perspectiva de projecto aberto, flexível, integrado e adequado à melhoria das aprendizagens. Melhorar em 5% o sucesso nas disciplinas com valores de insucesso acima dos 15%. Aumentar em 5% o número de alunos com sucesso pleno. Valorizar todas as competências desenvolvidas pelos alunos. Favorecer a reorganização e desenvolvimento da escola, a sua capacidade de interacção com a comunidade e a sua autonomia; Criar condições facilitadoras de um verdadeiro trabalho de colaboração entre os professores e entre estes e todos os elementos da comunidade educativa; Fomentar a cooperação, a reflexão e a articulação curricular entre todos os ciclos do ensino básico. Favorecer a coordenação e articulação das actividades curriculares e extra curriculares. Valorizar a diversidade de metodologias e estratégias de ensino e actividades de aprendizagem, em particular com recursos e tecnologias de informação e comunicação; Promover um ambiente de trabalho cooperativo e estimulante. Assegurar a formação do pessoal docente e não docente na perspectiva de melhoria dos serviços prestados. 7
8 O AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MARTIM DE FREITAS Martim de Freitas Patrono do Agrupamento Martim de Freitas foi alcaide de Coimbra, no século XIII. Fiel a D. Sancho II, negou-se a entregar a cidade a D. Afonso III que assumira o poder em 1246, após o Papa Inocêncio IV ter deposto D. Sancho II, a 27 de Julho de A corte encontrava-se então em Coimbra, donde seria raptada D. Márcia, esposa de D. Sancho II que, não tendo podido vencer o irmão se retira para Toledo em Apesar de ser o único alcaide a resistir, suportou vitoriosamente um longo cerco, rendendo-se apenas após a morte de D. Sancho II, ocorrida em Diz a tradição que antes de entregar a cidade a D. Afonso III, foi a Toledo certificar-se da morte do monarca a quem jurara fidelidade. Aberto o caixão, depositou as chaves no cadáver, tirando-lhas depois para as entregar ao seu novo soberano, como seu legítimo Senhor. As Escolas do Agrupamento A população escolar do Agrupamento de Escolas Martim de Freitas é constituída maioritariamente por alunos cuja residência se situa na área de influência das escolas. No entanto, dado que as escolas do agrupamento, e em particular a escola sede e a EB1 de Montes Claros, se situam numa zona da cidade onde se concentram numerosos serviços, sobretudo de cuidados de saúde e de comércio, muitos alunos vêm diariamente de áreas de influência de outras escolas da cidade, assim como de vários concelhos limítrofes, por motivos relacionados com a proximidade do local de trabalho dos pais. A esmagadora maioria dos alunos encontra-se dentro da faixa etária expectável para o ano de escolaridade que frequenta. As famílias de origem apresentam um número elevado de níveis de escolaridade superiores, desempenhando uma percentagem considerável profissões intelectuais e científicas. A maioria dos alunos manifesta grandes expectativas em relação ao futuro: 82% deseja prosseguir estudos de nível superior enquanto 2 a 3% não deseja ir além da escolaridade obrigatória. Um número elevado de alunos frequenta actividades extracurriculares, com predominância do desporto seguido de línguas estrangeiras (maioritariamente inglês) e de música. Salienta-se ainda que um número considerável ocupa várias horas por semana com estas actividades. A taxa de sucesso nas várias disciplinas é bastante elevada, com um grande número de classificações altas e, mesmo nas disciplinas que geralmente apresentam valores mais baixos, a percentagem situa-se bastante acima da média nacional. A taxa de retenções evoluiu de uma média de 10%, no ano lectivo de 2004/2005, para 7%, em 2005/2006 e para cerca de 5%, em 2006/2007 relativamente ao 2º e 3º ciclos. No 1º ciclo essa taxa situa-se nos 5%, nos dois primeiros anos, tendo descido para 2% no último ano lectivo. Cerca de 80% dos alunos do 2º e 3º ciclos expressam sentir dificuldades nalguma disciplina e, entre estes, 3,7% dizem ter dificuldades em 3 ou mais disciplinas. As disciplinas mais apontadas, na generalidade, correspondem às que apresentam valores de sucesso mais baixos: Língua Portuguesa, Matemática, Línguas Estrangeiras, História e Geografia de Portugal e Ciências Físico- Químicas. No 1º ciclo, 39% dizem sentir dificuldades a Língua Portuguesa e/ou Matemática e 18% no Estudo do Meio. O abandono escolar registado é residual. Os alunos que anulam a matrícula, na sua maioria inscrevem-se em escola profissionais. No entanto ainda se verificam alguns casos de exclusão por faltas, embora em número pouco expressivo. 8
9 EB 2, 3 Martim de Freitas A Escola Martim de Freitas foi criada em 1973 com a designação Escola Preparatória Martim de Freitas, tendo sido instalada em pavilhões pré-fabricados em terrenos localizados junto da Avenida Calouste Gulbenkian. Foi posteriormente deslocada para as instalações actuais, umas dezenas de metros afastada do primeiro local. Na área geográfica da Escola situam-se o Hospital da Universidade de Coimbra, o Hospital Pediátrico, o Mosteiro de Celas, a Maternidade Bissaya Barreto, a Faculdade de Economia, o Instituto Superior Miguel Torga, o Centro de Saúde de Celas, as Piscinas de Celas, a Casa Municipal da Cultura, a Biblioteca Municipal, o Instituto Português da Juventude, várias instituições sociais, diversas instituições bancárias, centros comerciais e outros estabelecimentos de serviço público. A escola é composta por 6 blocos de edifícios, um anexo e um pavilhão gimnodesportivo. Nos Blocos A, B, D e E funcionam as actividades lectivas. No Bloco A, para além de um Gabinete de Apoio a alunos com NEE, existe também um Gabinete de Apoio Informático. No Bloco C funcionam o Conselho Executivo, os Serviços Administrativos, o Centro de Formação Coimbra Norte, a Sala de Estudo, a Biblioteca, o Posto Médico e o Gabinete de Intervenção Disciplinar (GID). O Bloco D, além das salas de aula, dispõe ainda de 2 salas de Directores de Turma, 1 gabinete de trabalho, 1 sala de informática, sala de professores, reprografia e bar. No Bloco E, além das salas de aula, encontram-se os laboratórios, 1 sala de informática e 1 Laboratório de Matemática. No Bloco E foram criadas também duas salas TEACCH, destinadas a alunos com perturbações do espectro de autismo. No Bloco R situa-se a cantina, a sala de alunos, a Papelaria, a Sala de Pessoal Não Docente e 2 gabinetes de trabalho para professores. Desde Julho de 2003 o Agrupamento de Escolas Martim de Freitas é constituído pela E.B.2/3 com o mesmo nome, E.B.1 de Montes Claros, E.B.1 de Santa Cruz, E.B.1 dos Olivais, E.B.1 da Conchada, E.B.1 de Coselhas, a EB1 do Hospital Pediátrico. A partir do ano lectivo 2008/2009, o Jardim de Infância dos Olivais e o Jardim de Infância de Montes Claros passaram a fazer parte deste Agrupamento. Jardim de Infância de Montes Claros O Jardim de Infância de Montes Claros foi inaugurado em Setembro de 2008 e integra desde essa altura o Agrupamento de Escolas de Martim de Freitas. Fica situado numa zona residencial da cidade, parte Norte em Montes Claros, na Freguesia de Santo António dos Olivais. O estabelecimento pertence ao município de Coimbra e está equipado com material razoavelmente adequado ao desenvolvimento das actividades educativas, para a frequência de 75 crianças. O espaço exterior oferece uma área equipada com material de movimento adequado. Registam-se, no entanto, pontos fracos neste espaço, relativamente á definição de áreas que não estão devidamente limitadas por divisórias adequadas e que provocam insegurança, nomeadamente no acesso das crianças à vegetação inadequada que preenche os canteiros. O espaço interior é constituído por 3 salas de actividades, W.C. amplos usados por todas as crianças, escritório, W.C. para adultos, despensa, uma pequena sala de apoio, cozinha e refeitório e arrecadação. O espaço de refeitório tem dimensões razoáveis para o efeito, mas é simultaneamente utilizado para o prolongamento de horário, denominado Complemento de Apoio á Família (CAF). Neste tempo não serve o bom atendimento, nem satisfaz as necessidades lúdicas das crianças. Além de estar preenchido com as mesas das refeições não existe espaço, para a utilização de outro equipamento, conforme legislação em vigor. O nível socioeconómico das crianças que frequentam o J.I. é maioritariamente de classe média e média alta, residentes na zona. É frequentado também por crianças dos arredores, cujas famílias se deslocam por necessidades profissionais. Na área geográfica do J.I. situa-se a EB1 de Montes Claros, o Hospital da Universidade de Coimbra, o Hospital Pediátrico, a Maternidade Bissaya Barreto, algumas Faculdades, Centro de Saúde de Celas, Piscinas, Instituto Português da Juventude, Biblioteca Municipal, diversas instituições bancárias e outros serviços. 9
10 Jardim de Infância de Olivais O jardim de Infância (J.I.) de Olivais fica situado na R. Afrâneo Peixoto, na freguesia de S. António dos Olivais, próximo da junta de freguesia, da Igreja de S. António dos Olivais, da EB1 dos Olivais, do Centro Educativo de Coimbra e do I.P.O. O edifício foi mandado construir, em meados do séc. XX, pelo Prof. Dr. Bissaya Barreto, constituindo mais uma Casa da Criança, integrada na rede da obra assistencial deste médico, denominada Casa da Criança D. Filipa de Vilhena. A Assembleia Distrital de Coimbra, entidade detentora da sua tutela, doou-o, em 1987, por escritura pública, aos Serviços Sociais do Ministério da Educação (S.S.M.E.), expressamente para fins educativos, ficando consignado, ainda, que 25% da sua capacidade seria preenchida por crianças residentes na área e a restante por filhos de beneficiários dos referidos Serviços. Em 1996, após a realização de obras de remodelação, reabriu como Centro de Educação Para a Infância (C.E.P.I.), sob a tutela do Ministério da Educação. Em 2006, com a extinção dos Serviços Sociais, o CEPI ficou transitoriamente sob a gestão da Direcção Regional de Educação do Centro. Em Setembro de 2008, foi integrado no Agrupamento de Escolas Martim de Freitas, passando a fazer parte da rede pública de educação pré-escolar, como Jardim de Infância dos Olivais. Uma grande percentagem das crianças que frequentam este estabelecimento de educação pré-escolar é oriunda de famílias de classe média alta com razoável nível socioeconómico. Frequentam também crianças dos arredores, cujos pais se deslocam para esta zona da cidade por motivos profissionais. O espaço físico está distribuído por quatro pisos: cave cozinha, refeitório, lavandaria, W.C. para adultos e despensas; rés-do-chão hall de entrada, 3 salas de actividades, escritório, 2 W.C. para as crianças; 1º andar hall, 3 salas de actividades, um espaço envidraçado e coberto, um gabinete médico, uma copa, um W.C. para as crianças; no sótão - 6 espaços de arrumos e um W.C. para adultos. Por determinação superior não foi autorizada, no ano 2008/2009 e 2009/2010, a abertura de inscrições para a frequência de novas crianças, não obstante as necessidades referidas pelos pais/ encarregados de educação, da manutenção deste espaço como escola pública. Frequentam no presente ano lectivo 24 crianças. Actualmente o J.I. exige algumas intervenções de manutenção, de pinturas, de canalização e na instalação eléctrica O espaço exterior é amplo, tem boa área, é bem arborizado, mas não possui equipamento lúdico exigido na legislação, constituindo um dos pontos fracos deste estabelecimento. EB1 da Conchada A Escola fica situada a Norte da cidade de Coimbra, (Freguesia de Santa Cruz) na Conchada. No topo Norte, fica o cemitério da Conchada, a Oeste, avista-se a parte baixa da cidade, o Rio Mondego e as suas margens. A nascente localiza-se a Associação Cultural e Desportiva Real da Conchada, com um campo de jogos anexo, o Bairro Social da Conchada e o Centro Social Sagrada Família (infantário e A.T.L), com o qual a Câmara estabeleceu parceria para a realização das AEC. É uma zona bastante carenciada com problemas de vária ordem: falta de espaços verdes; famílias disfuncionais; famílias carenciadas vivendo de apoios estatais; grande aglomeração de trânsito e uma rede de transporte públicos deficitária. A escola é composta um edifício composto por 2 salas de aula, quatro casas de banho, duas pequenas arrecadações e um átrio dividido onde funciona o gabinete de direcção/administração da escola, tendo sido ainda cedido um pequeno espaço à Associação de Pais. Este ano lectivo foram montados dois monoblocos, nas traseiras da Escola, ficando esta a funcionar com quatro salas de aula e em regime normal. 10
11 As salas do edifício são espaçosas, arejadas e bastante iluminadas. Possuem uma salamandra para aquecimento mas que é insuficiente para o aquecimento do espaço. Na entrada da escola há um pequeno átrio semi-aberto que protege as crianças das condições climatéricas adversas. O edifício e o mobiliário encontram-se em razoável estado de conservação. O edifício escolar é circundado por um espaçoso pátio de recreio, vedado por um muro com rede e fechado por um portão, o que lhe confere segurança em relação ao exterior. EB1 de Coselhas A Escola Básica de Coselhas insere-se num meio semi-urbano. A população escolar é proveniente não só da área de Coselhas, do Ingote e de Antuzede mas também de outras localidades como Almalaguês e Anadia. A grande maioria dos alunos que frequentam a escola é oriunda de um extracto socioeconómico e cultural baixo. O edifício escolar é tipo Plano Centenário, constituído por quatro salas de aula; duas no rés-do-chão e duas no 1º andar. Nas salas do rés-do-chão funcionam, do lado direito a sala TEACCH (frequentada por alunos autistas) e do lado esquerdo o ATL e as actividades de prolongamento. A escola possui uma Biblioteca integrada na rede de Bibliotecas Escolares. Nas traseiras do edifício localizam-se as casas de banho dos alunos e dos professores, recentemente requalificadas mas ainda longe do desejável. Ainda nas traseiras da escola, existe um outro edifício onde são fornecidas as refeições. Este ano lectivo, a escola está encerrada para obras, estando as duas turmas (1º/4ºanos e 2º/3º anos) a funcionar em dois monoblocos, na EB1 da Rocha Nova. A sala TEACCH e o refeitório funcionam em duas salas da referida EB1. As Actividades de Enriquecimento Curricular estão a cargo da Fundação Beatriz Santos, que também fornece as refeições. Os alunos deslocam-se diariamente, em autocarro próprio, às 8h30 de Coselhas para a EB1 da Rocha Nova e às 17H30 desta para Coselhas. EB1, 2, 3 do Hospital Pediátrico A EB1,2/3 do Hospital Pediátrico de Coimbra situa-se no interior da Instalação Hospitalar. Este Agrupamento dá resposta às necessidades de alunos que se encontram internados. Tendo em conta o ano de escolaridade em que se encontrem matriculados, a patologia e o período de internamento, são definidos planos de acção junto dos alunos. A escola ocupa uma pequena sala, distanciada das enfermarias e ao fim de um comprido e estreito corredor no 3º piso do Hospital Pediátrico. Nesta sala de 24m2, para além das aulas realizam-se também actividades manuais, de leitura, lúdicas, de informática e algumas vezes até de enfermagem, procurando-se que as crianças se sintam motivadas para uma aprendizagem com sucesso. Tem cadeiras e mesas adequadas aos vários níveis etários das crianças. Todo o equipamento está actualizado e adequado às características desta escola. Sempre que é necessário põem-se mesas umas sobre as outras para que as camas e as cadeiras de rodas possam entrar. É um local de trabalho e de lazer para as crianças e para os pais que queiram permanecer junto dos seus filhos. Para além deste espaço físico as professoras do 2º e 3º ciclo desenvolvem as suas actividades lectivas nos diversos serviços de internamento onde as crianças se encontram. EB1 de Montes Claros A Escola, criada com o nome de Escola n.º 39, denomina-se actualmente Escola Básica do 1.º ciclo de Montes Claros e integra, desde Julho de 2003, o Agrupamento de Escolas de Martim de Freitas. Fica situada na parte Norte da cidade de Coimbra, na zona de Montes Claros, freguesia de Santo António dos Olivais, no extremo sul da Rua Virgílio Correia, num dos prolongamentos da Praceta Machado de Assis. É uma rua de construções relativamente recentes, destinadas a habitação e comércio, com um escoamento de trânsito por vezes bastante difícil, 11
12 particularmente nas horas de entrada e saída das aulas. Situa-se muito próximo da escola sede e relativamente perto da maioria das escolas que constituem o Agrupamento. O edifício é constituído por um núcleo central, 3 blocos e o espaço exterior envolvente logradouro e um campo de jogos de terra batida. A escola contínua a deparar-se com grandes preocupações a nível do controlo da entrada de pessoas na escola, em virtude de não possuir funcionários em número suficiente, bem como de qualquer sistema de segurança. Como esta escola se localiza na mesma área geográfica da escola sede, o contexto cultural, económico e social é o mesmo. No entanto, a maioria dos alunos não se enquadra neste contexto, por serem oriundos de outras freguesias urbanas e rurais do concelho de Coimbra, bem como de alguns dos concelhos limítrofes. EB1 de Santa Cruz A EB1 de Santa Cruz localiza-se na freguesia de Sé Nova, de Coimbra, na Avenida Sá da Bandeira próxima do Centro Comercial Avenida, Mercado Municipal D. Pedro V, da Polícia de Segurança Pública e da Polícia Municipal (Antigos Bombeiros Sapadores). O edifício onde funciona a escola foi construído no início do século XX e é composto por quatro pisos. No rés-do-chão, existe uma sala de apoio/cantina, um átrio coberto e um descoberto. No primeiro andar funcionam duas salas de aula, a secretaria, e uma sala polivalente (reuniões/informática/biblioteca). Há ainda as instalações sanitárias dos docentes e dos alunos do sexo masculino. No segundo andar, existem 5 salas de aula e as instalações sanitárias das alunas. No terceiro andar há várias salas, com dimensões diferenciadas onde funcionam os apoios educativos, os apoios pedagógicos acrescidos, as aulas de inglês e os arquivos. Este edifício encontra-se bastante degradado e a necessitar de uma intervenção de fundo urgente. Para além da inexistência ou inadequação dos espaços de recreio, existe também um problema de acessibilidade à escola por estar situada numa zona de tráfego intenso. A inexistência de espaços de recreio adequados é ainda mais evidente este ano lectivo, dado que com a passagem de funcionamento a regime normal, o recreio fica sobrelotado ao ser utilizado simultaneamente pela totalidade dos alunos matriculados na escola. Por ser uma zona de serviços e de comércio, e não residencial, a generalidade dos alunos que frequentam esta escola são oriundos de zonas exteriores à cidade. Existe também um elevado número de crianças com necessidades educativas especiais assim como de alunos provenientes de zonas e meios socioeconómicos mais desfavorecidos. Existe um número significativo de alunos pertencentes a famílias disfuncionais. Alguns deles encontram-se institucionalizados, apresentando problemas que afectam o seu rendimento escolar. Registase ainda a existência de alguns alunos estrangeiros sem domínio da língua portuguesa. Existe também um número significativo de alunos de etnia cigana a frequentarem a escola. O facto de a maioria dos alunos vir de fora da zona urbana leva a que haja algum afastamento entre a vida da escola e os encarregados de educação, situação agravada pela inexistência de uma associação de pais legalmente constituída. EB1 de Santo António dos Olivais A EB1 dos Olivais situa-se no início da Avenida Dias da Silva, freguesia de Santo António dos Olivais. Num edifício dos anos quarenta, totalmente renovado. Apesar das obras de requalificação, as salas apresentam deficiências a nível da acústica. O seu espaço físico está distribuído pelas seguintes áreas: quatro salas de aula, instalações sanitárias uma cozinha, uma ludoteca, uma secretaria e uma área polivalente. O exterior apresenta-se dividido por um espaço lateral esquerdo vedado (campo de jogos), um espaço lateral direito com alguns bancos e um espaço frontal com árvores e uma entrada principal coberta por um telheiro. A grande maioria dos alunos que frequenta a escola é oriunda de um extracto socioeconómico e cultural elevado. No entanto, um número significativo de alunos vem de famílias de nível socioeconómico mais desfavorecido. Esta diversidade de grupos socioeconómicos e culturais, com diferentes representações e expectativas relativamente à 12
13 escola e ao futuro escolar dos alunos, traduz-se na heterogeneidade da constituição de turmas. É ainda de referir um número significativo de alunos com necessidades educativas especiais. Existe uma Associação de Pais e Encarregados de Educação que participa activamente na vida da escola e que se tem assumido com um parceiro importante no desenvolvimento de alguns projectos. 13
14 Organização Escolar Constituição dos Órgãos Centrais e intermédios Órgão/Estrutura de orientação educativa Conselho Geral Direcção Conselho Pedagógico Conselho Administrativo Departamentos Curriculares Conselhos de Directores de Turma Coordenadores de ano Conselho de Titulares de Turma Conselhos de Turma Conselho de Delegados de turma Constituição É composto por vinte e um membros: 7 Representantes do corpo docente (um da Educação Pré-Escolar, dois do 1º Ciclo dois do 2º Ciclo e dois do 3º Ciclo); 2 Representantes do pessoal não docente; 6 Representantes dos encarregados de educação; 3 Representantes do Município; 3 Representantes da comunidade local (designadamente de instituições e actividades de carácter cultural, social, científico e económico). A Directora participa nas reuniões do Conselho Geral, sem direito a voto. Directora: Adélia Maria Batista Lourenço Subdirector: Alberto Luís Domingues Barreira Adjunto: Maria Manuel Cachola Dias Costa Adjunto: Hélder Dias Azenha Adjunto: Deolinda Hermínia Alves Baptista Amaral Directora Seis coordenadores dos Departamentos Curriculares (Departamento de Educação Pré-Escolar, Departamento do 1º Ciclo, Departamento de Ciências Sociais e Humanas, Departamento de Matemática e Ciências Experimentais, Departamento de Línguas e Departamento de Expressões) Dois coordenadores (um Coordenador dos professores titulares de turma do 1º Ciclo e um coordenador dos Directores de turma dos 2º e 3º Ciclos) Um representante dos serviços especializados Um coordenador da biblioteca Um representante dos assistentes operacionais Três representantes dos Encarregados de Educação (um da Educação Pré- Escolar, um do 1º ciclo e um do 2º e 3º Ciclos) Directora Subdirector Coordenador Técnico Departamento de Línguas Departamento de Matemática e Ciências Experimentais Departamento de Ciências Humanas e Sociais Departamento das Expressões Departamento de Educação Pré-Escolar Departamento do 1º Ciclo Directores de turma do 2º ciclo Directores de turma do 3º ciclo Um no 1º CEB e um por cada ano nos 2º e 3º ciclos Titulares das turmas do 1º ciclo Professores das Turmas dos 2.º e 3.º ciclos Um delegado dos Alunos. Um representante dos Pais e Encarregados de Educação. Delegados de turma do 2º ciclo Delegados de turma do 3º ciclo 14
15 Coordenadores de estabelecimento no 1ºCiclo Serviços Especializados de Apoio Educativo Outros Serviços e Projectos Carlos Geraldo EB1 de Montes Claros Alda Salgado EB1 de Santa Cruz Joana Paulino EB1 dos Olivais Conceição Oliveira EB1 da Conchada Custódio Ribeiro - EB1 de Coselhas Núcleo de Apoio Educativo Biblioteca Acção Social Escolar Actividades de Complemento Curricular Actividades extra-curriculares Projectos Laboratório de Matemática Plano Nacional de Leitura Desporto Escolar Clubes Protocolo da E. B.1 Montes Claros com o Conservatório de Música de Coimbra Calendário Escolar Ano lectivo Pré-escolar 1º Período 2º Período 3º Período Abertura Início Termo Início Termo Início Termo 11 de Setembro 21 de Dezembro 4 de Janeiro 26 de Março 6 de Abril 7 de Julho Interrupção das actividades escolares 1ª Interrupção Entre 21 de Dezembro e 1 de Janeiro, inclusive (cinco dias úteis ou interpolados) 2ª Interrupção de 15 a 17 de Fevereiro 3ª Interrupção Entre 29 de Março a 5 de Abril, inclusive (cinco dias úteis ou interpolados) 15
16 1º, 2º e 3º Ciclos 1º Período 2º Período 3º Período Abertura Início Termo Início Termo Início Termo 11 de Setembro 18 de Dezembro 4 de Janeiro 26 de Março 12 de Abril 8 de Junho: 9º ano 18 de Junho: restantes anos Momentos de avaliação 19 a 23 de Dezembro * Duração das reuniões de Conselho de Turma: 2 horas 30 e 31 de Março e 1 de Abril * Duração das reuniões de Conselho de Turma: 2 horas 12 e 15 de Junho -9º ano 22, 23 e 24 de Junho -restantes anos * Duração das reuniões de Conselho de Turma: 3 horas Interrupção das actividades escolares 1ª Interrupção 19 de Dezembro a 3 de Janeiro 2ª Interrupção 15 a 17 de Fevereiro 3ª Interrupção 27 de Março a 11 de Abril Provas de Aferição 4º e 6º Ano Maio/Junho 2010 Exames 9º Ano Junho 2010 Regime de Funcionamento das Escolas Horário Escolar Pré-escolar Escola Jardim Infância Montes Claros Jardim de Infância dos Olivais Regime de Funcionamento/Horário Normal 9h00/12h00 13h30 15h30 Normal 9h00/12h00 13h30 15h30 16
17 1º Ciclo Escola EB1 de Montes Claros EB1 de Santa Cruz EB1 de Coselhas EB1 Hosp. Pediátrico EB1 da Conchada EB1 dos Olivais EB23 Martim Freitas Regime de Funcionamento/Horário Normal 9h00/12h00 13h00/15h30 Normal 9h00/12h00 13h00/15h30 Normal 9h00/12h00 13h00/15h30 Normal 9h00/12h00 13h00/15h30 Normal 9h00/12h00 13h00/15h30 Normal 9h00/12h00 13h00/15h30 Normal 9h00/11h40 13h00/15h30 2º Ciclo Escola EB23 Martim Freitas Regime de Funcionamento/Horário 8h30/11h50 13h30/16h40 3º Ciclo Escola EB23 Martim Freitas Regime de Funcionamento/Horário 8h30/12h45 13h30/16h40 Organização das Aulas / Blocos - EMF 1ºciclo: Bloco B 2º Ciclo: Blocos A e B 3º Ciclo: Blocos D e E Constituição de Turmas As turmas são constituídas com base nos seguintes critérios: Respeito pela capacidade legalmente prevista; Continuidade dos grupos/turma dos anos anteriores; Equilíbrio, do ponto de vista do género e nível etário; Distribuição dos alunos retidos, com dificuldades de aprendizagem e/ou problemas de comportamento pelas diversas turmas; Aplicação das recomendações de mudança de turma, apresentadas pelos conselhos de turma. 17
18 Critérios de Elaboração de Horários Os horários assentam nos princípios legalmente estabelecidos, tendo também em conta os seguintes critérios: Terem todos os alunos 1h30m de almoço; Desfasamento de uma hora de almoço nos diferentes anos; Dar prioridade às razões de natureza pedagógica; Manutenção, na medida do possível, das turmas na mesma sala de aula, dando especial cumprimento a este princípio no 2º ciclo; Ter em atenção a atribuição de salas a turmas que integrem alunos com NEE que requerem uma atenção especial em termos de segurança; Proporcionar o funcionamento das áreas disciplinares ou disciplinas de carácter mais teórico preferencialmente no turno da manhã, sendo atribuído, na medida do possível, o horário da tarde a áreas curriculares não disciplinares e a disciplinas ou áreas disciplinares de carácter mais prático; Desdobrar o bloco de 90m em dois tempos de 45m nas disciplinas que funcionarem apenas com um bloco por semana nas disciplinas em que se considerou ser essa metodologia mais vantajosa; Evitar a coincidência da mesma disciplina com o último tempo; Desdobrar as turmas na disciplina de TIC, no 5º ano (disciplina de oferta de escola), sendo ½ bloco para cada metade de turma; Marcar as aulas de apoio e de reforço para os últimos tempos da tarde; Dar uma tarde livre a todas as turmas; Entrarem todas as turmas do 2º e 3º ciclos às 8,30; O 1º ciclo inicia as actividades lectivas às 9 horas. 18
19 Os Delegados de Turma - Perfil O Delegado de Turma é um aluno que deve ser capaz de: 1. Representar a turma na comunidade escolar; 2. Constituir um elo de ligação entre os colegas da turma, estimulando relações de camaradagem entre todos; 3. Ser um elemento privilegiado de comunicação entre a turma e os professores da turma; 4. Colaborar em parceria com o Director de Turma em todas as actividades inerentes ao cargo; 5. Participar de forma empenhada com os colegas, professores e funcionários em todos os projectos da turma; 6. Agir como exemplo de correcção de atitudes; 7. Participar em todos os actos da Assembleia de Delegados de Turma e do Conselho de Turma, sempre que for convocado; 8.Zelar pelo bom comportamento global da turma. Âmbito de Aplicação Os cargos de Delegado e Subdelegado de Turma resultam de eleição directa e aplicamse aos alunos em funções, no respectivo ano lectivo. Funções do Delegado e Subdelegado de Turma a) As funções do Delegado de Turma são as constantes no ponto 27 do art.º 96 e no ponto 32 do art.º 97.º do Regulamento Interno; b) Participar nas reuniões de Conselho de Turma para as quais for convocado, devidamente fundamentado na opinião dos seus colegas; c) As funções do Subdelegado são: - Substituir o Delegado de Turma sempre que este esteja ausente; - Colaborar com o Delegado de Turma sempre que necessário; - Acompanhar o Delegado em todos os actos que permitam a presença de ambos. Notas: Só deverão ser elegíveis os alunos que mostrarem interesse para tal. Esse interesse deverá ser feito através da apresentação de um Projecto para a turma que deverá conter os objectivos que se propõe realizar, caso seja eleito. No caso de não o fazerem antes também o poderão fazer depois da eleição. A eleição deverá ser homologada pelo Conselho de Turma que poderá rejeitar a eleição do Delegado e Subdelegado eleitos, por estes não corresponderem ao perfil desejado. 19
20 Distribuição de Serviço Docente O serviço docente é preferencialmente atribuído tendo em conta o seguinte: Continuidade pedagógica, dentro do mesmo ciclo; Sempre que possível, não deve ser atribuído serviço lectivo que comporte mais do que três tipos de planificação diferentes; Atribuição da Formação Cívica ao director de turma; Atribuição da Área de Projecto a E.T., E.V., E.V.T. e Geografia e no 8º ano na área de professores de TIC; Atribuição do Estudo Acompanhado deve ser atribuída preferencialmente a: 5º Ano 1 Professor da Área das Humanidades e 1 professor da Área das Ciências 6º Ano 1 Professor da Área das Humanidades e 1 professor da Área das Ciências 7º Ano 1 Professor de História e 1 professor de Matemática 8º Ano 1 Professor de Língua Portuguesa e 1 professor de Matemática 9º Ano 1 Professor de Língua Portuguesa As horas de actividades de enriquecimento curricular devem estar incluídas nos horários desde o início do ano lectivo de acordo com os projectos aprovados em Conselho Pedagógico e inscrições dos alunos nas respectivas actividades; Depois de satisfeitos todos estes critérios e ainda os legalmente impostos, os horários devem ir ao encontro, na medida do possível, das propostas de cada docente. Critérios de Atribuição de Direcção de Turma É atribuída DT preferencialmente a professores com o seguinte perfil: Capacidade de organização; Clara actuação com base em princípios éticos e deontológicos; Bom conhecimento da escola; Capacidade de resolução de problemas; Facilidade em gerir conflitos; Facilidade de relacionamento com os alunos e professores e encarregados de educação. 20
21 Regimentos Regimento do Pré-Escolar Composição do Departamento 1. O Departamento da Educação Pré Escolar é constituído pelos Docentes em exercício de funções no Jardim de Infância de Montes Claros e dos Olivais. 2. Sempre que se justifique, podem também participar nas reuniões elementos da Direcção e/ ou outros elementos ligados à comunidade educativa do Agrupamento. Funcionamento 1. Sempre que o Departamento considere útil ao seu funcionamento pode constituir, de entre os seus elementos, grupos de trabalho. 2. A distribuição dos docentes pelos grupos referidos no número anterior obedecerá aos seguintes critérios: a. Equilíbrio na sua constituição; b. Interesses pedagógicos / didácticos dos elementos do Departamento. 3. O docente indicado para participar num grupo de trabalho não pode recusar, salvo casos excepcionais que o Departamento analisará individualmente. Competências do Departamento 1. Elaborar propostas curriculares diversificadas, em função da especificidade de grupos de alunos; 2. Aferir e uniformizar critérios nos domínios da aplicação de estratégias de diferenciação pedagógica e da avaliação das aprendizagens; 3. Identificar necessidades de formação dos docentes; 4. Analisar e reflectir sobre as práticas educativas e o seu contexto, numa dinâmica de troca de saberes e de experiências; 5. Coordenar as actividades pedagógicas a desenvolver pelos professores do Departamento e no domínio da implementação de planos curriculares, bem como de outras actividades educativas, constantes no Plano Anual de Actividades em função do Projecto educativo; 6. Desenvolver e apoiar projectos de âmbito local e regional, numa perspectiva de investigação - acção, de acordo com os recursos da Escola Sede ou através da colaboração com escolas ou entidades, em articulação com o coordenador de projectos; 7. Apresentar propostas para a elaboração do Plano Anual de Actividades do Departamento, tendo em vista a concretização do Projecto Educativo do Agrupamento; 8. Elaborar relatórios periódicos da implementação/execução das respectivas actividades do Plano Anual de Actividades; 21
22 Regimento do Departamento do 1º CEB Composição do Departamento 1. O Departamento do 1º Ciclo é constituído pelos docentes em exercício de funções das EB1 Martim de Freitas, Montes Claros, Olivais, Santa Cruz, Conchada Coselhas e Hospital Pediátrico. 2. Sempre que se justifique, podem também participar nas reuniões elementos da Direcção e/ ou outros elementos ligados à comunidade educativa do Agrupamento. Funcionamento 1. Sempre que o Departamento considere útil ao seu funcionamento pode constituir, de entre os seus elementos, grupos de trabalho. 2. A distribuição dos docentes pelos grupos referidos no número anterior obedecerá aos seguintes critérios: a. Equilíbrio na sua constituição; b. Interesses pedagógicos / didácticos dos elementos do Departamento. 3. O docente indicado para participar num grupo de trabalho não pode recusar, salvo casos excepcionais que o Departamento analisará individualmente. Competências do Departamento 1. Aplicar os planos de estudo estabelecidos a nível nacional, planificando-os e adequando-os à realidade da escola ou do Agrupamento; 2. Assegurar, por articulação com outras estruturas de orientação educativa, a adopção de metodologias específicas que desenvolvam os planos de estudo e as componentes de âmbito local do Currículo; 3. Analisar a oportunidade de adopção de medidas de gestão flexível dos currículos e de outras medidas destinadas a melhorar as aprendizagens e a prevenir a exclusão; 4. Elaborar propostas curriculares diversificadas, em função da especificidade de grupos de alunos; 5. Aferir e uniformizar critérios nos domínios da aplicação de estratégias de diferenciação pedagógica e da avaliação das aprendizagens; 6. Identificar necessidades de formação dos docentes; 7. Analisar e reflectir sobre as práticas educativas e o seu contexto, numa dinâmica de troca de saberes e de experiências; 8. Coordenar as actividades pedagógicas a desenvolver pelos professores do Departamento e no domínio da implementação de planos curriculares, bem como de outras actividades educativas, constantes no Plano Anual de Actividades em função do Projecto educativo; 9. Colaborar na elaboração de programas específicos integrados nas actividades e medidas de apoio pedagógico, estabelecidas no contexto de avaliação dos alunos do Ensino Básico; 10. Desenvolver e apoiar projectos de âmbito local e regional, numa perspectiva de investigação - acção, de acordo com os recursos da Escola Sede ou através da colaboração com escolas ou entidades, em articulação com o coordenador de projectos; 22
23 Regimento do Conselho de Docentes Titulares do 1ºCEB Composição 1. Para efeitos de coordenação pedagógica o CDTT é constituído por todos os docentes titulares de turma, em exercício de funções nas Escolas do 1º Ciclo de Montes Claros, Olivais, Santa Cruz, Conchada e Coselhas. 2. Sempre que se justifique, podem também participar nas reuniões elementos da Direcção do Agrupamento e / ou outros elementos ligados à comunidade educativa do Agrupamento. Funcionamento 1. Sempre que o CDTT considere útil ao seu funcionamento, pode constituir de entre os seus elementos grupos de trabalho. 2. A distribuição dos grupos referidos no número anterior obedecerá aos seguintes critérios: a. Ser por ano de escolaridade; b. Interesse pedagógico / didáctico dos elementos do Conselho. 3. O docente nomeado para participar num grupo de trabalho não pode pedir escusa, salvo casos excepcionais que devem ser ponderados pelo próprio CDTT. 4. A coordenação de cada grupo de trabalho é da responsabilidade de um dos seus elementos nomeado para o efeito. Competências do Conselho de Docentes Titulares de Turma 1. Articular e harmonizar as actividades desenvolvidas pelas turmas; 2. Assegurar a articulação pedagógica de ano; 3. Cooperar com outras estruturas de orientação educativa e com os serviços da Educação Especial na gestão adequada dos recursos e na adopção de medidas pedagógicas destinadas a melhorar as aprendizagens; 4. Elaborar, no início do ano lectivo, os critérios de avaliação a submeter à aprovação do Conselho Pedagógico; 5. Colaborar com o Conselho Pedagógico e com a Direcção do Agrupamento no desenvolvimento do Projecto Educativo; 6. Analisar as propostas que lhes forem submetidas e propor medidas educativas a apresentar ao Conselho Pedagógico e/ou ao Director; 7. Planificar as actividades e projectos a desenvolver, anualmente, de acordo com as orientações do Conselho Pedagógico; 8. Dinamizar e coordenar a realização de projectos interdisciplinares das turmas; 9. Propor formas de actuação junto dos pais e Encarregados de Educação e da comunidade, sempre que entendam conveniente; 10. Fortalecer o trabalho em equipa. 23
24 Regimento dos Conselhos de Turma Capítulo I Natureza/Atribuições Artigo 1º 1. O Conselho de Turma é uma estrutura educativa responsável pela organização, acompanhamento e avaliação das diferentes actividades a desenvolver pela turma. 1. Ao Conselho de Turma compete: Artigo 2º a. Elaborar o Projecto Curricular de Turma, o qual deve integrar estratégias de diferenciação e de adequação curricular para o contexto da turma, destinadas a promover a melhoria das condições de aprendizagem e a articulação escola - família; b. Desenvolver iniciativas no âmbito Área de Projecto, nomeadamente através da apresentação, planificação, acompanhamento e avaliação do projecto, em articulação com as áreas disciplinares; c. Articular as actividades da turma com as dos Departamentos Curriculares, nomeadamente no que diz respeito ao planeamento e coordenação de actividades interdisciplinares a nível de turma; d. Dar parecer sobre todas as questões de natureza pedagógica e disciplinar relativas à turma; e. Analisar, em colaboração com o Conselho de Directores de Turma, os problemas de integração dos alunos e o relacionamento entre os professores e os alunos da turma; f. Colaborar em acções que favoreçam a inter-relação da escola com a comunidade; g. Aprovar as propostas de avaliação do rendimento escolar apresentadas por cada professor da turma nas reuniões de avaliação, a realizar no final de cada período e de acordo com os critérios estabelecidos pelo Conselho Pedagógico; h. Colaborar em actividades culturais, recreativas e desportivas, que envolvam os alunos e a comunidade, de acordo com os critérios de participação definidos pelo Conselho Pedagógico; i. Propor aos órgãos da escola com competência disciplinar as sanções a aplicar aos alunos; j. Promover acções que estimulem o envolvimento dos pais e encarregados de educação no percurso escolar dos alunos. 24
25 Capítulo II Composição/funcionamento Artigo 1º 1. O Conselho de Turma é constituído pelos professores de turma, por um delegado dos alunos e por dois representantes dos pais e encarregados de educação e ainda, no caso de ser necessário devido ao acompanhamento de alguns alunos pelo professor de apoio educativo. 2. Um dos membros docentes exerce as funções de Director de Turma por designação do Director. 3. Poderão participar nas reuniões de CT técnicos extra escola (psicólogos, assistentes sociais, ) no caso de turmas com alunos do regime educativo especial. 4. Os representantes dos Pais/Encarregados de Educação são eleitos pelos Pais/Encarregados de Educação da turma. 5. Nas reuniões de CT destinados à avaliação sumativa, os representantes dos Pais/Encarregados de Educação e dos alunos não participam. Artigo 2º 1. O Conselho de Turma funciona sob a presidência do Director de Turma. 2. As reuniões de natureza disciplinar são presididas pelo Director. 3. Em caso de falta prolongada do Director de Turma, a presidência do CT é assumida pelo professor com mais tempo de serviço. 4. O secretário das reuniões é um docente designado pelo Órgão de Gestão, no início do ano lectivo, mantendo-se até ao final. 5. Em caso de falta justificada do secretário, este é substituído por um docente que não seja DT nem secretário. 6. Se o ponto anterior não puder ser respeitado, assume o secretariado da reunião o professor com menos tempo de serviço. Capítulo III Reuniões do CT Artigo 1º 1. As reuniões de avaliação ocorrem na data prevista no calendário escolar, com a totalidade dos membros docentes do CT, convocadas pelo Director. 2. As restantes reuniões ordinárias previstas no calendário elaborado a nível de escola são convocadas pelo Director com 48 horas de antecedência e ocorrem se estiver presente a maioria relativa dos seus membros. 3. As reuniões extraordinárias são convocadas, com 72 horas de antecedência, sempre que um motivo de natureza pedagógica ou disciplinar o justifique. 4. Em caso de falta de algum dos membros docentes, às reuniões de avaliação, será aplicada a lei geral. 5. Nenhum dos membros do CT pode ausentar-se, da reunião sem que o presidente da mesma a dê por concluída. 6. A duração média das reuniões é determinada, previamente, pelo Conselho Pedagógico, sempre que possível, na sequência de proposta do CDT. 7. Os assuntos tratados nas reuniões têm carácter sigiloso. 25
26 1. Forma de votação: 1. Actas Artigo 2º a. Todas as votações são realizadas por voto secreto, excepto quando o consenso a tal não o obrigue ou o CT, por unanimidade, decida de maneira diferente. b. As deliberações são tomadas por maioria simples, excepto as que a lei geral prevê serem tomadas por unanimidade. Artigo 3º a. De tudo o essencial que decorre das reuniões, é lavrada uma acta, cuja minuta, obrigatoriamente, é lida e aprovada no final dos trabalhos. b. As actas são entregues no Órgão de Gestão no prazo máximo de 8 dias, excepto as actas de avaliação que terão de ser entregues no final da respectiva reunião. Capítulo IV Casos omissos Artigo 1º 1. Todos os casos omissos são resolvidos pontualmente pelo CT, sem prejuízo do estipulado em Lei. Capítulo V Disposições finais/normas revogatórias Artigo 1 1. Compete ao CT interpretar este Regimento Interno e suprir as suas lacunas. 2. O presente Regimento Interno poderá ser alterado mediante proposta apresentada por qualquer membro do CT e aprovada por maioria de dois terços dos seus elementos, com o objectivo de o melhorar. 3. Este Regimento Interno entra em vigor logo após a sua aprovação. Regimento de Representantes de Encarregados de Educação/Pais 1. Desenvolver um bom trabalho de parceria entre Pais /Encarregados de Educação, Educador/Professor Titular de Turma/Director de Turma e Órgãos de Gestão; 2. Partilhar o seu trabalho com os outros Representantes, em especial com os do mesmo ano de escolaridade; 3. Promover um conhecimento global do trabalho desenvolvido no Agrupamento; 4. Melhorar a comunicação entre Pais/Encarregados de Educação, Educador/Professor Titular de Turma/Director de Turma e Órgãos de Gestão; 5. Participar individual e colectivamente na elaboração do Projecto Curricular de Turma, de propostas de alteração ao Regulamento Interno, Projecto Educativo e outros projectos do Agrupamento; 6. Apresentar sugestões e propostas de âmbito diverso aos Órgãos de Gestão do Agrupamento. 26
27 Regimento do Conselho Pedagógico Artigo 1º Definição 1. É o órgão de coordenação e supervisão pedagógica e orientação educativa do Agrupamento, nomeadamente nos domínios pedagógico didáctico, da orientação e acompanhamento dos alunos e da formação inicial e contínua do pessoal docente e não docente. O Conselho Pedagógico, adiante designado por CP, é o órgão de gestão de qualidade pedagógica do Agrupamento. Artigo 2º Atribuição de Competências 1. As competências do CP são as consignadas no artigo 33º, do Decreto-Lei nº 75/2008 de 22 de Abril: a. Elaborar a proposta de projecto educativo a submeter pelo Director ao Conselho Geral; b. Apresentar propostas para a elaboração do Regulamento Interno e dos planos anual e plurianual de actividades e emitir parecer sobre os respectivos projectos; c. Emitir parecer sobre as propostas de celebração de contratos de autonomia; d. Apresentar propostas e emitir parecer sobre a elaboração do plano de formação e de actualização do pessoal docente e não docente; e. Definir critérios gerais nos domínios da informação e da orientação escolar e vocacional, do acompanhamento pedagógico e da avaliação dos alunos; f. Propor aos órgãos competentes a criação de áreas disciplinares ou disciplinas de conteúdo regional e local, bem como as respectivas estruturas programáticas; g. Definir princípios gerais nos domínios da articulação e diversificação curricular, dos apoios e complementos educativos e das modalidades especiais de educação escolar; h. Adoptar os manuais escolares, ouvidos os departamentos curriculares; i. Propor o desenvolvimento de experiência de inovação pedagógica e de formação, no âmbito do agrupamento de escolas e em articulação com instituições ou estabelecimentos do ensino superior vocacionados para a formação e a investigação; j. Promover e apoiar iniciativas de natureza formativa e cultural; k. Definir os critérios gerais a que deve obedecer a elaboração dos horários; l. Definir os requisitos para a contratação de pessoal docente e não docente, de acordo com o disposto na legislação aplicável; Nota: Não é atribuída mais do que uma direcção de turma ao mesmo professor e só excepcionalmente a Direcção de Turma é distribuída a um professor que vem de novo para a Escola. 27
28 Distribuição da Carga Horária Semanal do Pessoal Docente Horário Semanal do Docente (Horas) Componente Lectiva Redução de acordo com o artº 79º (B) Componente Não Lectiva 1º Ciclo º e 3º ciclos
29 CONSTRUÇÃO CURRICULAR De acordo com o artigo 3º do Decreto-Lei nº 6/2001 de 18 de Janeiro, a organização e a gestão do currículo subordinam-se aos seguintes princípios orientadores: Coerência e sequencialidade entre a Educação Pré-Escolar, os três ciclos do ensino básico e articulação destes com o ensino secundário; Integração do currículo e da avaliação, assegurando que esta constitua o elemento regulador do ensino e da aprendizagem; Existência de áreas curriculares disciplinares e não disciplinares, visando a realização de aprendizagens significativas e a formação integral dos alunos, através da articulação e da contextualização dos saberes; Integração, com carácter transversal, da educação para a cidadania em todas as áreas curriculares; Valorização das aprendizagens experimentais nas diferentes áreas e disciplinas, em particular, e com carácter obrigatório, no ensino das ciências, promovendo a integração das dimensões teórica e prática; Racionalização da carga horária lectiva semanal dos alunos; Reconhecimento da autonomia da escola no sentido da definição de um projecto de desenvolvimento do currículo adequado ao seu contexto e integrado no respectivo projecto educativo; Valorização da diversidade de metodologias e estratégias de ensino e actividades de aprendizagem, em particular com recurso a tecnologias de informação e comunicação, visando favorecer o desenvolvimento de competências numa perspectiva de formação ao longo da vida; Diversidade de ofertas educativas, tomando em consideração as necessidades dos alunos de forma a assegurar que todos possam desenvolver as competências essenciais e estruturantes definidas para cada um dos ciclos e concluir a escolaridade obrigatória. 29
30 Plano Curricular do Pré-Escolar Componentes do currículo Expressão e - Linguagem Oral Abordagem à escrita Carga horária semanal Educação para a Cidadania Áreas de Conteúdo Comunicação Matemática Expressão Musical Expressão Plástica Expressão Psicomotora 25 Horas Área de Formação Pessoal e Social Área de Conhecimento do Mundo O desenvolvimento do Currículo na Educação Pré-escolar assenta na operacionalização das Orientações Curriculares para a Educação Pré-escolar (OCEP): A intencionalidade educativa decorre do processo reflexivo de observação, planeamento, acção e avaliação desenvolvida pelo educador de forma a adequar a sua prática às necessidades das crianças. (Despacho 52220/97, 2ª série). Plano Curricular do 1º Ciclo Educação para a Cidadania Áreas Curriculares Disciplinares Formação Pessoal e Social Componentes do currículo Carga horária semanal Língua Portuguesa 8 1 Matemática 7 Estudo do Meio 5 2 Expressões Artísticas (musical; dramática; plástica) e Físico-motoras Áreas curriculares não disciplinares 3 Área de Projecto Estudo Acompanhado Formação Cívica Áreas curricular disciplinar de frequência facultativa Educação Moral e Religiosa Actividades de enriquecimento Uma hora de leitura diária, de acordo com o Plano Nacional de Leitura. Duas horas e meia para o ensino experimental das Ciências. Estas áreas devem ser desenvolvidas em articulação entre si e com as áreas disciplinares, incluindo uma componente de trabalho dos alunos com as tecnologias de informação e da comunicação, e constar explicitamente do projecto curricular da turma. Actividades de carácter facultativo organizadas de acordo com o Despacho n.º /2006, de 16 de Junho. 30
31 Plano curricular do 2º Ciclo Educação para a Cidadania Áreas Curriculares Disciplinares Formação Pessoal e Social Carga horária semanal Componentes do currículo (1=90m) 5º Ano 6º Ano Línguas e Estudos Sociais 5 6 Língua Portuguesa 2 2,5 Língua Estrangeira 2 2 História e Geografia de Portugal 1,5 1,5 Matemática e Ciências 3,5 3,5 Matemática 2 2 Ciências de Natureza 1,5 1,5 Educação Artística e Tecnológica 3 3 Educação Visual e Tecnológica 2 2 Educação Musical 1 1 Educação Física 1,5 1,5 Educação Moral e Religiosa 0,5 0,5 Áreas curriculares não disciplinares 3 2,5 Área de Projecto 1 1 Estudo Acompanhado 1,5 0,5 Formação Cívica 0,5 0,5 A decidir no final de cada Actividades de enriquecimento ano lectivo Plano Curricular do 2º Ciclo do Ensino Articulado de Música Educação para a Cidadania Áreas Curriculares Disciplinares Formação Vocacional Formação Pessoal e Social Carga horária semanal Componentes do currículo (1=90m) 5º Ano 6º Ano Línguas e Estudos Sociais 5 5 Língua Portuguesa 2 2,5 Língua Estrangeira 2 2 História e Geografia de Portugal 1,5 1,5 Matemática e Ciências 3,5 3,5 Matemática 2 2 Ciências de Natureza 1,5 1,5 Educação Artística e Tecnológica 1 1 Educação Visual e Tecnológica 1 1 Formação Musical 1 (1,5) 1 (1,5) Instrumento 1 1 Classe de Conjunto 1 (1,5) 1 (1,5) Educação Física 1,5 1,5 Educação Moral e Religiosa 0,5 0,5 Áreas curriculares não disciplinares 1,5 1,5 Área de Projecto 1 1 Formação Cívica 0,5 0,5 A decidir no final de cada Actividades de enriquecimento ano lectivo 31
32 Plano Curricular do 3º Ciclo Educação para a Cidadania Áreas Curriculares Disciplinares Formação Pessoal e Social Carga horária semanal Componentes do currículo (1=90m) 7º Ano 8º Ano 9º Ano Língua Portuguesa Língua Estrangeira 3 3 2,5 Inglês 2,5 1 1,5 Francês 1,5 1,5 1 Espanhol 1,5 1,5 1 Ciências Sociais e Humanas 2 2,5 2,5 História 1 1,5 1 Geografia 1 1 1,5 Matemática Ciências Físicas e Naturais 2 2 2,5 Ciências Naturais 1 1 1,5 Físico-Química 1 1,5 1 Educação Artística 2 2 1,5 Educação Visual 1 1 Outra disciplina Educação Tecnológica 1 1 (semestral) (semestral) 1 1 (semestral) (semestral) Educação Física 1,5 1,5 1,5 Introdução às TIC 1 Educação Moral e Religiosa 0,5 0,5 0,5 Áreas curriculares não disciplinares 2,5 2,5 2 Área de Projecto Estudo Acompanhado 1 1 0,5 Formação Cívica 0,5 0,5 0,5 Actividades de enriquecimento A decidir no final de cada ano 5 Meio bloco atribuído pela escola. 32
33 Plano Curricular das Turmas de Percursos Curriculares Alternativos 7º Ano Tipo de Formação Escolar Designação das disciplinas/ Áreas disciplinares Língua Portuguesa Inglês Francês Mundo Actual (História/Geografia) Matemática Ciências Experimentais Educação Física Formação Cívica Informática Oficina Artística e Tecnológica: Design Expressão Plástica Projecto Tecnológico Carga Horária (min. /semana) º Ano Tipo de Formação Escolar Designação das disciplinas/ Áreas disciplinares Língua Portuguesa Inglês Francês Mundo Actual (História/Geografia) Matemática Ciências Naturais Ciências Físico-químicas Educação Física Informática Formação Cívica Carga Horária (min. / semana) Artística/Vocacional Design Expressão Plástica Projecto Tecnológico
34 9º Ano Tipo de Formação Escolar Artística/Vocacional Designação das disciplinas/ Áreas disciplinares Língua Portuguesa Inglês Francês Mundo Actual (História/Geografia Matemática Ciências Naturais Ciências Físico-químicas Educação Física Informática Formação Cívica Técnicas Profissionais de Hotelaria* Ou Design/Técnicas de Impressão Expressão Plástica Cerâmica ET Carga Horária (min. /semana) *As aulas desta disciplina decorrerão nas instalações da Escola Profissional de Hotelaria e Turismo de Coimbra e ocuparão o dia de terça-feira 34
35 PRINCÍPIOS GERAIS DA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Princípios Gerais da Educação Pré-Escolar O Principio geral da educação pré-escolar estabelece que: A educação pré-escolar é a primeira etapa da educação básica no processo de educação ao longo da vida, sendo complementar da acção educativa da família, com a qual deve estabelecer estreita relação, favorecendo a formação e o desenvolvimento equilibrado da criança, tendo em vista a sua plena inserção na sociedade como ser autónomo livre e solidário. Este princípio fundamenta os objectivos gerais da educação pré-escolar: Promover o desenvolvimento pessoal e social da criança com base em experiências de vida democrática numa perspectiva de educação para a cidadania; Fomentar a inserção da criança em grupos sociais diversos, no respeito pele pluralidade das culturas, favorecendo uma progressiva consciência como membro da sociedade; Contribuir para a igualdade de oportunidades no acesso à escola e para o sucesso da aprendizagem; Estimular o desenvolvimento global da criança no respeito pelas suas características individuais, incutindo comportamentos que favoreçam aprendizagens significativas e diferenciadas; Desenvolver a expressão e a comunicação através de linguagens múltiplas como meios de relação, de informação, de sensibilização estética e de compreensão do mundo; Despertar a curiosidade e o pensamento crítico; Proporcionar à criança ocasiões de bem-estar e segurança nomeadamente no âmbito da saúde individual e colectiva; Proceder à despistagem de inadaptações, deficiências ou precocidades e promover a melhor orientação e encaminhamento da criança; Incentivar a participação das famílias no processo educativo e estabelecer relações de efectiva colaboração com a comunidade. 35
36 Competências Gerais Para a Educação Pré-Escolar Pretende-se que a criança seja capaz de: Se situar na relação consigo própria, com os outros e com o mundo, numa atitude de compreensão, solidariedade e respeito; Estabelecer relações com realidades e valores diferentes desenvolvendo atitudes de tolerância, aceitação e respeito pela diferença; Utilizar o jogo simbólico como forma de conhecimento, de enriquecimento do imaginário e da criatividade; Se expressar e comunicar através de linguagens múltiplas, como meios de relação, informação e sensibilização estética; Explorar as possibilidades do seu corpo, em si mesmo e nas relações com o espaço e os objectos; Adoptar comportamentos adequados ao desenvolvimento de uma consciência cívica e ecológica; Adoptar comportamentos de prevenção de risco, como forma de promover a segurança, a saúde e a qualidade de vida; Manifestar curiosidade, desejo de saber e compreender o porquê das coisas; Mobilizar saberes para compreender a realidade e resolver problemas do quotidiano; Planear o que quer realizar e perceber o faseamento das tarefas; Concretizar tarefas de uma forma autónoma, responsável e criativa; Reflectir, avaliar e ter espírito crítico. 36
37 Competências Especificas Para a Educação Pré-Escolar ÁREAS DE CONTEÚDO Área de Formação Pessoal e Social COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS A criança: Demonstra capacidade de respeito por si e pelos outros. Organiza/arruma os seus materiais. Utiliza os espaços e deixa-os arrumados. Utiliza expressões de saudação. Utiliza expressões de agradecimento. Aceita as diferenças físicas, raciais, sociais e étnicas. Reconhece, aceita, e respeita as diferenças do outro. Colabora em actividades/tarefas com o grupo. É capaz de interagir/cooperar com o outro: o Ajuda os colegas; o Sabe esperar a sua vez para falar; o Sabe ouvir o outro. Partilha os materiais com o outro. Realiza tarefas em grupo. É independente: Veste-se/despe-se/ata os sapatos; o Possui hábitos de higiene (lava cara, mãos); o Come utilizando adequadamente os talheres; o Utiliza adequadamente os diversos materiais. É autónomo: -Sabe escolher uma tarefa/actividade e os materiais que necessita; o Assume preferências por actividades, tarefas ou materiais; o Toma decisões; o Encontra critérios e razões para a tomada de decisões. Partilha o poder: Participa democraticamente na vida do grupo; o Define, aceita e cumpre regras; o É responsável pelas decisões e materiais; o Discute o seu ponto de vista; o Cumpre tarefas combinadas; o É cooperante; o É participativo; o Resolve conflitos com os colegas. Expressão e Comunicação Expressão Motora Expressão Dramática Expressão Plástica Diversifica as formas de utilizar e sentir o seu corpo: o Trepa, corre, desliza, rodopia, salta a pés juntos, salta só num pé, salta obstáculos, baloiça Controla voluntariamente os movimentos: o Inicia, pára, segue ritmos, tem capacidade de estar quieto. Toma consciência do corpo em relação ao exterior: o Tem noção do esquema corporal; o Tem noção de lateralidade e noções topológicas. Manipula correctamente objectos e materiais. Participa em situações de jogo simbólico/dramático. Interage com outras crianças em actividades de jogo simbólico. Cria situações de comunicação verbal e não verbal. Utiliza objectos livremente, atribuindo significados múltiplos. Utiliza diferentes formas de mimar e dramatizar: o Fantoches, sombras chinesas, Explora espontaneamente diversos materiais (marcadores, pincéis, tintas, tesouras, ). Representa graficamente objectos, pessoas e situações. Conhece e cumpre as regras de utilização dos materiais. Escolhe e utiliza diferentes formas de combinação (cores) e materiais de diferentes texturas (pano, papel, lã, madeira, elementos da natureza ). Explora e utiliza materiais que permitem a expressão tridimensional (plasticina, massa de cores, materiais de desperdício). 37
38 Expressão musical Explora diferentes sons e ritmos. Identifica e produz sons. Conhece as características dos sons: o Intensidade (forte/fraco); o Altura (graves/agudos); o Duração (longos/curtos); o Timbre (modo de produção). Memoriza e reproduz canções completas. É capaz de escutar, identificar e reproduzir sons (ruídos da natureza, ruídos do quotidiano). Sabe distinguir e executar o barulho e o silêncio. Explora e utiliza instrumentos musicais simples (pandeireta, castanholas ). Identifica e nomeia diferentes instrumentos musicais. Linguagem oral É capaz de participar/manter um diálogo: Debate as regras de grupo; o Negoceia a distribuição de tarefas; o Planeia o que pretende fazer e conta o que realizou; o Partilha vivências oralmente; o Adquire novo vocabulário e utiliza-o; o Constrói frases correctamente; o Utiliza adequadamente frases simples de diversos tipos (afirmativa, negativa, interrogativa, exclamativa); o Utiliza concordâncias de género, numero, tempo, pessoa e lugar. Sabe explorar a linguagem com carácter lúdico (rimas, lengalengas, destrava línguas, adivinhas, ). Utiliza a comunicação não verbal como suporte da comunicação oral. Descodifica diferentes códigos simbólicos (sinais de transito, logótipos, ). Abordagem à Escrita Distingue a escrita do desenho. Imita a escrita. Reproduz o formato do texto escrito. Reconhece o seu nome/dos colegas. Escreve o seu nome. Faz comparações entre letras, palavras. Reconhece diferentes formas que correspondem a letras (impresso, manuscrito). Identifica palavras ou pequenas frases. Compreende que o que se diz se pode escrever, um código com regras próprias: o Compreende a necessidade e as funções da escrita; o Conhece alguns sinais de pontuação; o Utiliza o registo como forma de consolidar a escrita. Utiliza o livro como meio narrativo. Utiliza/explora diferentes tipos de suportes escritos (livros, jornais, revistas, dicionários, enciclopédias). Interpreta imagens ou gravuras de um livro. Inventa pequenas histórias, lengalengas, sequências. Utiliza os meios informáticos (computador) como forma de comunicação. Compreende e executa as regras básicas do código informático. 38
39 COMPETÊNCIAS E CONTEÚDOS DO ENSINO BÁSICO Valores e princípios que fundamentam as competências gerais 1. A construção e a tomada de consciência da identidade pessoal e social; 2. A participação na vida cívica de forma livre, responsável, solidária e crítica; 3. O respeito e a valorização da diversidade dos indivíduos e dos grupos quanto às suas pertenças e opções; 4. A valorização de diferentes formas de conhecimento, comunicação e expressão; 5. O desenvolvimento do sentido de apreciação estética do mundo; 6. O desenvolvimento da curiosidade intelectual, do gosto pelo saber, pelo trabalho e pelo estudo; 7. A construção de uma consciência ecológica conducente à valorização e preservação do património natural e cultural; 8. A valorização das dimensões relacionais da aprendizagem e dos princípios éticos que regulam o relacionamento com o saber e com os outros. Competências Gerais - Operacionalização Transversal Competências Gerais Mobilizar saberes culturais, científicos e tecnológicos para compreender a realidade e para abordar situações e problemas do quotidiano. Usar adequadamente linguagens das diferentes áreas do saber cultural, científico e tecnológico para se expressar. Usar correctamente a língua portuguesa para comunicar de forma adequada e para estruturar pensamento próprio Operacionalização Transversal Prestar atenção a situações e problemas manifestando envolvimento e curiosidade. Questionar a realidade observada. Identificar e articular saberes e conhecimentos para compreender uma situação ou problema. Pôr em acção procedimentos necessários para a compreensão da realidade e para a resolução de problemas. Avaliar a adequação dos saberes e procedimentos mobilizados e proceder a ajustamentos necessários. Reconhecer, confrontar e harmonizar diversas linguagens para a comunicação de uma informação, de uma ideia, de uma intenção. Utilizar formas de comunicação diversificadas, adequando linguagens e técnicas aos contextos e às necessidades. Comunicar, discutir e defender ideias próprias mobilizando adequadamente diferentes linguagens. Traduzir ideias e informações expressas numa linguagem para outras linguagens. Valorizar as diferentes formas de linguagem. Valorizar e apreciar a língua portuguesa, quer como língua materna quer como língua de acolhimento. Usar a língua portuguesa de forma adequada às situações de comunicação criadas nas diversas áreas do saber, numa perspectiva de construção pessoal do conhecimento. Usar a língua portuguesa no respeito de regras do seu funcionamento. Promover o gosto pelo uso correcto e adequado da língua portuguesa. Auto-avaliar a correcção e a adequação dos desempenhos linguísticos, na perspectiva do seu aperfeiçoamento. 39
40 Usar línguas estrangeiras para comunicar adequadamente em situações do quotidiano e para apropriação da informação. Adoptar metodologias personalizadas de trabalho e de aprendizagem adequadas a objectivos visados. Pesquisar, seleccionar e organizar informação para a transformar em conhecimento mobilizável. Adoptar estratégias adequadas à resolução de problemas e à tomada de decisões. Realizar tarefas de forma autónoma, responsável e criativa. Cooperar com os outros em tarefas e projectos comuns. Relacionar harmoniosamente o corpo com o espaço, numa perspectiva pessoal e interpessoal promotora da saúde e da qualidade de vida. Compreender textos orais e escritos em línguas estrangeiras para diversificação das fontes dos saberes culturais, científicos e tecnológicos. Interagir oralmente e por escrito, em línguas estrangeiras para alargar e consolidar relacionamentos com interlocutores/parceiros estrangeiros. Usar a informação sobre culturas estrangeiras disponibilizada pelo meio envolvente, particularmente pelos média, com vista à realização de trocas interculturais. Auto-avaliar os desempenhos linguísticos em línguas estrangeiras quanto à adequação e à eficácia. Exprimir dúvidas e dificuldades Planear e organizar as suas actividades de aprendizagem. Identificar, seleccionar e aplicar métodos de trabalho. Confrontar diferentes métodos de trabalho para a realização da mesma tarefa. Auto-avaliar e ajustar os métodos de trabalho à sua forma de aprender e aos objectivos visados. Pesquisar, seleccionar, organizar e interpretar informação de forma crítica em função de questões, necessidades ou problemas a resolver e respectivos contextos. Rentabilizar as tecnologias da informação e comunicação nas tarefas de construção de conhecimento. Comunicar, utilizando formas diversificadas, o conhecimento resultante da interpretação da informação. Auto-avaliar as aprendizagens, confrontando o conhecimento produzido com os objectivos visados e com a perspectiva de outros. Identificar situações problemáticas em termos de levantamento de questões. Seleccionar informação e organizar estratégias criativas face às questões colocadas por um problema. Debater a pertinência das estratégias adoptadas em função de um problema. Confrontar diferentes perspectivas face a um problema, de modo a tomar decisões adequadas. Propor situações de intervenção, individual e, ou colectiva, que constituam tomadas de decisão face a um problema, em contexto. Realizar tarefas por iniciativa própria. Identificar, seleccionar e aplicar métodos de trabalho, numa perspectiva crítica e criativa. Responsabilizar-se por realizar integralmente uma tarefa. Valorizar a realização de actividades intelectuais, artísticas e motoras que envolvam esforço, persistência, iniciativa e criatividade. Avaliar e controlar o desenvolvimento das tarefas que se propõe realizar. Participar em actividades interpessoais e de grupo, respeitando normas, regras e critérios de actuação, de convivência e de trabalho em vários contextos. Manifestar sentido de responsabilidade, de flexibilidade e de respeito pelo seu trabalho e pelo dos outros. Comunicar, discutir e defender descobertas e ideias próprias, dando espaços de intervenção aos seus parceiros. Avaliar e ajustar os métodos de trabalho á sua forma de aprender, às necessidades do grupo e aos objectivos visados. Mobilizar e coordenar os aspectos psicomotores necessários ao desempenho de tarefas. Estabelecer e respeitar regras para o uso colectivo de espaços. Realizar diferentes tipos de actividades físicas, promotoras de saúde, do bem-estar e da qualidade de vida. Manifestar respeito por normas de segurança pessoal e colectiva 40
41 Competências Específicas Áreas Curriculares Disciplinares - 1º Ciclo Língua Portuguesa COMPREENSÃO ORAL Competências específicas Níveis de Desempenho 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Saber escutar (i.e., prestar atenção a discursos de pequena extensão (exposições informativas curtas, diálogos sobre assuntos bem delimitados, instruções para a acção). x x x x Alargamento da compreensão a discursos em diferentes variedades do Português, incluindo o Português padrão. Capacidade de extrair e reter a informação essencial de discursos em diferentes variedades de Português, incluindo o Português padrão. Familiaridade com o vocabulário e as estruturas gramaticais de variedades de Português e conhecimento de chaves linguísticas e não linguísticas para a identificação de objectivos comunicativos. Saber escutar produções do património literário oral (lengalengas, adivinhas, travalínguas; quadras; contos). x x x x Distinguir e reter o essencial do que foi ouvido. x x x x Reconhecer os objectivos comunicativos do interlocutor através das formas linguísticas utilizadas por este e de indícios não linguísticos (postura, expressão facial, gestos,...). x x x x Descobrir pelo contexto o significado de palavras ainda desconhecidas, alargando, assim o vocabulário passivo. x x Reconhecer estruturas sintácticas com o grau de complexidade compatível com o nível de desenvolvimento linguístico atingido na fase etária em questão. x x x x EXPRESSÃO ORAL Competências específicas Níveis de Desempenho 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Falar de forma clara e audível. x x x x No contexto da sala de aula, interagir verbalmente de uma forma confiante. x x x x Alargamento da expressão oral em Português padrão. Capacidade de se exprimir de forma confiante, clara e audível, com adequação ao contexto e ao objectivo comunicativo. Conhecimento do vocabulário diversificado e de estruturas sintácticas de complexidade crescente. No contexto da sala de aula, participar construtivamente na discussão em grupo. x x x x Usar as formas de tratamento adequadas ao contexto escolar. x x x x Formular pedidos, dar ordens e informações, tendo em conta a situação e o interlocutor. x x x x Narrar situações vividas e imaginadas. x x x x Descrever cenas e objectos observados. x x x x Usar vocabulário diversificado. x x x x Utilizar estruturas sintácticas de subordinação com maior frequência e diversidade do que à entrada na escola. x x x 41
42 LEITURA Competências específicas Níveis de Desempenho 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Aprendizagens de mecanismos básicos de extracção de significado do material escrito. Capacidade para decifrar de forma automática cadeias grafemáticas, para localizar informação em material escrito e para aprender o significado global de um texto curto. Conhecimento de estratégias básicas para a decifração automática de cadeias grafemáticas e para a extracção de informação de material escrito. Reconhecer globalmente palavras. Antecipar palavras pelo contexto e pela forma gráfica. Discriminar com rapidez características gráficas fonologicamente relevantes. Fazer leitura sussurrada. Apreender o significado global do texto. Identificar as ideias principais do texto. Estabelecer a sequência dos acontecimentos principais. Identificar a sequência cronológica das acções a realizar para executar uma determinada actividade. Antecipar informação a partir de capas, gravuras, títulos e primeiras linhas. Tomar a iniciativa de ler. Ler silenciosamente. Ler, na versão integral, pequenas narrativas e poemas. EXPRESSÃO ESCRITA Competências específicas Níveis de Desempenho 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Escrever legivelmente, gerindo correctamente o espaço da página. Dominar as técnicas básicas para utilizar o teclado de um computador. Escrever com correcção ortográfica as palavras do vocabulário do Português fundamental. Saber usar os principais sinais de pontuação. Dominar o uso das letras maiúsculas. Domínio das técnicas instrumentais da escrita. Capacidade para produzir textos escritos com diferentes objectivos comunicativos. Conhecimento de técnicas básicas de organização textual. Assinalar a mudança de parágrafo. Utilizar a escrita como substituto do oral para redigir recados e cartas a familiares e a amigos. Utilizar a escrita para se apresentar a outros. Escrever histórias, fabulações e relatos de experiências pessoais. Legendar gravuras, associando-as a textos. Redigir registos de observação. Elaborar enunciados completos como resposta curtas a perguntas. Organizar o texto em parágrafos. Usar frases complexas para exprimir sequências e relações. Respeitar as regras elementares de concordância. 42
43 CONHECIMENTO EXPLÍCITO Competências específicas Níveis de Desempenho 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Desenvolvimento da consciência linguística com objectivos instrumentais. Capacidade de usar o conhecimento da língua como instrumento na aprendizagem da leitura e da escrita. Conhecimento de paradigmas flexionais e de regras gramaticais básicas. Explicitar algumas regras elementares de ortografia e as regras básicas de pontuação. Distinguir sílabas tónicas e átonas e identificar os elementos que as constituem. Inferir o significado de palavras desconhecidas a partir da sua estrutura interna. Usar instrumentalmente dicionários e enciclopédias infantis. Estabelecer relações semânticas de semelhança e de oposição entre palavras. Identificar as classes principais de palavras. Reconhecer funções sintácticas centrais. Identificar tipos de frases. Conhecer paradigmas de flexão nominal, adjectival e verbal. Matemática NÚMEROS E CÁLCULO Ao longo do ensino básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA A compreensão global dos números e das operações e a sua utilização de maneira flexível para fazer julgamentos matemáticos e desenvolver estratégias úteis de manipulação dos números e das operações; X X X O reconhecimento e a utilização de diferentes formas de representação dos elementos dos conjuntos numéricos, assim como das propriedades das operações nesses conjuntos; A aptidão para efectuar cálculo mentalmente com os algoritmos de papel e lápis, ou usando a calculadora, bem como para decidir qual dos métodos é apropriado à situação; A sensibilidade para a ordem de grandeza de números, assim como a aptidão para estimar valores aproximados de resultados de operações e decidir da razoabilidade de resultados obtidos por qualquer processo de cálculo ou por estimação; X X A predisposição para procurar e explorar padrões numéricos em situações matemáticas e não matemáticas e o gosto por investigar relações numéricas, nomeadamente, em problemas envolvendo diversos e múltiplos de números ou implicando processos organizados de contagem; A aptidão para dar sentido a problemas numéricos e para reconhecer as operações que são necessárias à sua resolução, assim como para explicar os métodos e o raciocínio que foram usados; X X A compreensão do sistema de numeração de posição e do modo como este se relaciona com os algoritmos da adição e da subtracção; X X X X A compreensão do sistema de numeração de posição e do modo como este se relaciona com os algoritmos da multiplicação e da divisão; X X O reconhecimento de números inteiros e de formas diferentes de os representar e relacionar; X X X X O reconhecimento de números decimais e de formas diferentes de os representar e relacionar; X X X X X X A aptidão para usar as propriedades das operações em situações concretas, em especial quando aquelas facilitam a realização de cálculos. X X X X 43
44 GEOMETRIA Ao longo do ensino básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA A aptidão para realizar construções geométricas para reconhecer e analisar propriedades de figuras geométricas, nomeadamente, recorrendo a materiais manipuláveis e a software geométrico; X X X A aptidão para utilizar a visualização espacial na análise de situações e na resolução de problemas em geometria e outras áreas da matemática; X X A compreensão de conceitos como os de comprimento, área, volume, amplitude e a aptidão para utilizar conhecimentos sobre estes conceitos na resolução de problemas; X X A aptidão para efectuar medições em situações diversas e fazer estimativas, bem como a compreensão do sistema métrico; X X A predisposição para procurar e explorar padrões geométricos e o gosto por investigar propriedades e relações geométricas; X X A aptidão para formular argumentos válidos recorrendo à visualização e ao raciocínio espacial, explicitando-os; X X O reconhecimento de formas geométricas simples, bem como a aptidão para descrever figuras geométricas e para completar e inventar padrões; X X X X A aptidão para realizar construções geométricas simples, assim como para identificar propriedades de figuras geométricas; X X X X A compreensão do processo de medição e a aptidão para fazer medições e estimativas em situações diversas do quotidiano utilizando instrumentos apropriados. X X ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE Ao longo do ensino básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA A predisposição para recolher e organizar dados relativos a uma situação ou a um fenómeno e para os representar de modos adequados, nomeadamente através de tabelas e gráficos e utilizando as novas tecnologias; A aptidão para ler e interpretar tabelas e gráficos à luz das situações a que dizem respeito para comunicar os resultados das interpretações feitas; A aptidão para realizar investigações que recorram a dados de natureza quantitativa, envolvendo a recolha e análise de dados e a elaboração de conclusões; X X X X X X X O sentido crítico face ao modo como a informação é apresentada. X ÁLGEBRA E FUNÇÕES Ao longo do ensino básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA A predisposição para procurar padrões e regularidades e para formular generalizações em situações diversas, nomeadamente em contextos numéricos e geométricos; A aptidão para analisar as relações numéricas de uma situação, explicitá-las em linguagem corrente e representá-las através de diferentes processos, incluindo o uso de símbolos; A aptidão para interpretar e construir tabelas de valores, gráficos, regras verbais e outros processos que traduzam relações entre variáveis, assim como para passar de umas formas de representação para outras, recorrendo ou não a instrumentos tecnológicos; A aptidão para concretizar, em casos particulares, relações entre variáveis e fórmulas e para procurar soluções de equações simples; X X X X X X A sensibilidade para entender e usar as noções de correspondência e de transformação em situações concretas diversas. X X X X 44
45 Estudo do Meio A LOCALIZAÇÃO NO ESPAÇO E NO TEMPO Ao longo do ensino básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Reconhecimento e identificação de elementos espácio-temporais que se referem a acontecimentos, factos, marcas da história pessoal e familiar, da história local e nacional; Reconhecimento e utilização dos elementos que permitem situar-se no lugar onde se vive, nomeadamente através da leitura de mapas, utilizando a legenda, para comparar a localização, configuração, dimensão e limites de diferentes espaços na superfície terrestre (Portugal, Europa, Mundo); Reconhecimento e utilização no quotidiano de unidades de referência temporal; Utilização de plantas e elaboração de maquetes(escola, casa, bairro, localidade), com identificação dos espaços e das respectivas funções; Localização relativa dos elementos naturais e humanos da paisagem, utilizando a posição do observador como elemento de referência, bem como os rumos da rosados-ventos (N.S.E.); Utilização de alguns processos de orientação como forma de se localizar e deslocar na terra. O CONHECIMENTO DO AMBIENTE NATURAL E SOCIAL Ao longo do ensino básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Utilização de vestígios de outras épocas como fontes de informação para reconstituir o passado, compreendê-lo e organizar o presente; X X Reconhecimento de aglomerados populacionais (aldeias, vilas e cidades) e identificação das cidades do seu distrito em diferentes documentos cartográficos (fotografias, plantas, mapas e fotografias aéreas); Reconhecimento de representações diversas da Terra, utilizando imagens de satélite, fotografias aéreas, globos e mapas; X X X Compreensão das razões da existência de dia e noite e da sua relação com o movimento de rotação da Terra; X Caracterização das estações do ano, utilizando diversos indicadores resultantes da observação directa e indirecta; X X X X Reconhecimento da existência de diferentes astros e de que a Terra faz parte do Sistema Solar; X Análise de evidências na explicação científica da forma da Terra e das fases da Lua; X Observação directa dos aspectos naturais e humanos do meio e realização de actividades práticas e trabalho de campo no meio envolvente à escola; X X X X Reconhecimento de semelhanças e diferenças entre lugares tendo em conta as diversas formas de ocupação e uso da superfície terrestre; X X Reconhecimento da existência de semelhanças e diferenças entre seres vivos, entre rochas e entre solos e da necessidade da sua classificação; X X Explicação de alguns fenómenos com base nas propriedades dos materiais; X X X X Reconhecimento da importância da ciência e da tecnologia na observação de fenómenos. X X 45
46 O DINAMISMO DAS INTER-RELAÇÕES ENTRE O NATURAL E O SOCIAL Ao longo do ensino básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Resolução de situações que envolvam deslocações, localizações e distâncias em espaços familiares e, por associação e comparação, situar-se relativamente a espaços mais longínquos; Reconhecimento da utilização dos recursos nas diversas actividades humanas e como os desequilíbrios podem levar ao seu esgotamento, à extinção das espécies e à destruição do ambiente; Participação na discussão sobre a importância de procurar soluções individuais e colectivas visando a qualidade de vida; Compreensão dos modos de actuação humana face às características físicas do território; Reconhecimento das actividades humanas - primárias, secundárias e terciárias - como fontes de recursos para a satisfação das necessidades básicas do ser humano e para a melhoria da sua qualidade de vida, recorrendo à observação directa e indirecta de vários tipos de actividades económicas; Conhecimento da existência de objectos tecnológicos, relacionando-os com a sua utilização em casa e em actividades económicas; Reconhecimento da importância da evolução tecnológica e implicações da sua utilização na evolução da sociedade; Realização de actividades experimentais simples para identificação de algumas propriedades dos materiais, relacionando-os com as suas aplicações; Realização de registos e de medições simples utilizando instrumentos e unidades adequados; Compreensão da intervenção humana actual em comparação com épocas históricas diferentes; Observação da multiplicidade de formas, características e transformações que ocorrem nos seres vivos e nos materiais; Identificação de relações entre as características físicas e químicas do meio e as características e comportamentos dos seres vivos; Identificação dos processos vitais comuns a seres vivos dependentes do funcionamento de sistemas orgânicos; Conhecimento das modificações que se vão operando com o crescimento e envelhecimento, relacionando-as com os principais estádios do ciclo de vida humana; Reconhecimento de que a sobrevivência e o bem-estar humano dependem de hábitos individuais de alimentação equilibrada, de higiene, de actividade física e de regras de segurança e de prevenção; Reconhecer e valorizar as características do seu grupo de pertença (normas de convivência, relações entre membros, costumes, valores, língua, credo, religião...) e respeita e valoriza outros povos e outras culturas, repudiando qualquer tipo de discriminação; Participar em actividades de grupo, adoptando um comportamento construtivo, responsável e solidário, valorizando os contributos de cada um, respeitando os princípios básicos do funcionamento democrático; Exprimir, fundamentar e discutir ideias sobre fenómenos e problemas do meio físico e social com vista a uma aprendizagem cooperativa e solidária; Utilizar formas variadas de comunicação escrita, oral e gráfica aplicando técnicas elementares de pesquisa organização e tratamento de dados; 46
47 Participar em actividades lúdicas de investigação e descoberta utilizando processos científicos na realização de actividades experimentais; Identificar os principais elementos do meio físico e natural, analisando e compreendendo as suas características mais relevantes e o modo como interagem; Reconhecer as mudanças e transformações no homem e na sociedade e através desse conhecimento interpretar e compreender diferentes momentos históricos; Analisar criticamente algumas manifestações de intervenção humana no Meio e adoptar um comportamento de defesa e conservação do património cultural próximo e de recuperação do equilíbrio ecológico; Preservar a saúde e segurança do seu corpo de acordo com as suas potencialidades e limitações e respeitar e aceitar as diferenças individuais (idade, sexo, raça, cor, personalidade...); Conceber e construir instrumentos simples, utilizando o conhecimento das propriedades elementares de alguns materiais, substâncias e objectos; Identificar alguns objectos e recursos tecnológicos, reconhecendo a sua importância na satisfação de determinadas necessidades humanas e ser favorável ao seu desenvolvimento. História COMPETÊNCIAS GERAIS Ao longo do ensino básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Identifica, compara e relaciona as principais características do meio físico e do meio social. Integra as noções de espaço e de tempo em torno de situações concretas do passado próximo. Identifica alguns elementos relativos à História e Geografia de Portugal. Aplica, na abordagem da realidade física e social, técnicas elementares de pesquisa, utilizando técnicas simples de comunicação. Reconhece e valoriza expressões do património histórico e cultural próximo. Manifesta respeito por outros povos e culturas. TRATAMENTO DE INFORMAÇÃO /UTILIZAÇÃO DE FONTES Ao longo do ensino básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Utiliza alguns processos simples de conhecimento da realidade envolvente: observar, inquirir, descrever, formular questões e problemas, avançar respostas, confirmar. X X X Distingue fontes de informação com diferentes linguagens: orais, escritas, iconográficas, gráficas, monumentais. X X X Interpretar fontes diversas em torno dos conceitos essenciais para a compreensão social e histórica. X X X Utiliza meios informáticos no tratamento de informação. COMPREENSÃO HISTÓRICA Ao longo do ensino básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Localiza acontecimentos da história pessoal e familiar. Localiza acontecimentos da História local e nacional. Temporalidade Utiliza vestígios de outras épocas como fontes de informação para reconstruir o passado. Reconhece e utiliza no quotidiano unidades de referência temporal. 47
48 Espacialidade Resolve situações que envolvam deslocações, localizações, distâncias em espaços familiares. Situa-se relativamente a espaços mais longínquos, relacionando-os através dos estabelecimento de ligações de vária ordem. Contextualidade Caracteriza modos de organização do meio físico e social. Identifica as marcas e alterações na natureza provocadas pela actividade humana. Compara os modos de vida da população com os de épocas históricas diferentes. Comunicação em História Ordena e descreve acontecimentos da história local ou nacional, fazendo o uso correcto da expressão escrita. Descreve e narra oralmente e participa em pequenos debates, sobre acontecimentos da história local ou nacional. Analisa e produz materiais iconográficos (gravuras fotográficas) e, ainda, plantas, frisos cronológicos simples e pequenas genealogias. Relaciona situações históricas sob a forma plástica, dramática ou outra. Geografia COMPETÊNCIAS GERAIS Ao longo do Ensino Básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA O desenvolvimento da aptidão para pensar geograficamente, isto é, integrar num contexto espacial os vários elementos de lugar, região, Mundo; A curiosidade por descobrir e conhecer territórios e paisagens diversas valorizando a sua diversidade como uma riqueza natural e cultural que é preciso preservar; A compreensão de conceitos geográficos para descrever a localização, a distribuição e a inter-relação entre espaços; O desenvolvimento de processos de pesquisa, organização, análise, tratamento, apresentação e comunicação da informação relativa a problemas geográficos; A utilização correcta do vocabulário geográfico para explicar os padrões de distribuição dos fenómenos geográficos, as suas alterações e inter-relações; A utilização correcta das técnicas gráficas e cartográficas de representação espacial para compreender e explicar a distribuição dos fenómenos geográficos; A análise de problemas concretos do Mundo para reflectir sobre possíveis soluções; O reconhecimento da diferenciação entre os espaços geográficos como resultado de uma interacção entre o Homem e o Ambiente; O reconhecimento da desigual repartição dos recursos pela população mundial e a solidariedade com os que sofrem de escassez desses recursos; A consciencialização dos problemas provocados pela intervenção do Homem no Ambiente e a predisposição favorável para a sua conservação e defesa e a participação em acções que conduzam a um desenvolvimento sustentável; A predisposição para estar informado geograficamente e ter uma atitude crítica face à informação veiculada pelos mass media; A reflexão sobre a sua experiência individual e a sua percepção da realidade para compreender a relatividade do conhecimento geográfico do mundo real; A relativização da importância do lugar onde vive o indivíduo em relação ao Mundo para desenvolver a consciência de cidadão do mundo. 48
49 Localização Comparar representações diversas da terra, utilizando imagens de satélite, fotografias aéreas, globos e mapas; Ler mapas, utilizando a legenda para comparar a localização, configuração, dimensão e limites de diferentes espaços na superfície terrestre (Portugal, Península Ibérica, Continentes e Oceanos); Localizar o lugar onde vive, outros lugares, Portugal, Continentes e Oceanos, completando mapas; Descrever a localização relativa dos elementos naturais e humanos da paisagem, utilizando a posição do observador como elemento de referência; Localizar os elementos físicos e humanos da paisagem, utilizando os rumos da rosados-ventos. O conhecimento dos lugares e regiões Utilizar o vocabulário geográfico em descrições escritas e orais de lugares e regiões; Formular questões geográficas simples, para conhecer e compreender o lugar onde vive; Recolher informação sobre o território português, europeu e mundial, com recursos à televisão, filmes, CD-ROM, Internet, enciclopédias, livros e fotografias; Utilizar formas variadas de comunicação escrita, oral e gráfica para apresentar a informação geográfica recolhida; Reconhecer os aspectos naturais e humanos do meio, com recurso à observação directa e actividades práticas no meio envolvente à escola; Entender semelhanças e diferenças entre lugares, observando diversas formas de ocupação e uso da superfície terrestre. O dinamismo das inter-relações entre espaços Entender como as pessoas podem actuar face às características do território, utilizando histórias reais ou imaginárias, relatos orais, fotografias, filmes, entrevistas com familiares ou elementos da comunidade; Entender o modo como os movimentos das pessoas, bens, serviços e ideias entre diferentes territórios têm implicações importantes; Expressar opiniões sobre características positivas e negativas do meio, sugerindo acções concretas e viáveis que contribuam para melhorar e tornar mais atractivo o mundo onde vivemos; Desenvolver o sentido de pertença e responsabilidade em relação à área de residência, participando em visitas de estudo ao meio local ou contactando entidades públicas e associativas a nível local. Ciências Físicas e Naturais TERRA NO ESPAÇO Ao longo do Ensino Básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Compreensão global da constituição e da caracterização do Universo e do Sistema Solar e da posição que a Terra ocupa nesses sistemas. Reconhecimento de que fenómenos que ocorrem na Terra resultam da interacção no sistema Sol, Terra e Lua. Conhecimento da posição da Terra no espaço, relativamente a outros corpos celestes. Compreensão das razões da existência de dia e noite e das estações do ano. Utilização de alguns processos de orientação como forma de se localizar e deslocar na Terra. Análise de evidências na explicação científica da forma da Terra e das fases da Lua. 49
50 TERRA EM TRANSFORMAÇÃO Ao longo do Ensino Básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Reconhecimento de que a diversidade de materiais, seres vivos e fenómenos existentes na Terra é essencial para a vida no planeta. Reconhecimento de unidades estruturais comuns, apesar da diversidade de características e propriedades existentes no mundo natural. Compreensão das transformações que contribuem para a dinâmica da Terra e das suas consequências a nível ambiental e social. Reconhecimento do contributo da Ciência para a compreensão da diversidade e das transformações que ocorrem na Terra. Observação da multiplicidade de formas, características e transformações que ocorrem nos seres vivos e nos materiais. Identificação de relações entre as características físicas e químicas do meio e as características e comportamentos dos seres vivos. Realização de registos e de medições simples, utilizando instrumentos e unidades adequados. Reconhecimento da existência de semelhanças e diferenças entre seres vivos, entre rochas e entre solos e da necessidade da sua classificação. Explicação de alguns fenómenos com base nas propriedades dos materiais. SUSTENTABILIDADE NA TERRA Ao longo do Ensino Básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Reconhecimento da necessidade humana de apropriação dos recursos existentes na Terra para os transformar e, posteriormente, os utilizar. Reconhecimento do papel da Ciência e da Tecnologia na transformação e utilização dos recursos existentes na Terra. Reconhecimento que a intervenção humana na Terra afecta os indivíduos, a sociedade e o ambiente e que coloca questões de natureza social e ética. Compreensão das consequências que a utilização dos recursos existentes na Terra têm para os indivíduos, a sociedade e o ambiente. Reconhecimento da utilização dos recursos nas diversas actividades humanas. Reconhecimento do papel desempenhado pela indústria na obtenção e transformação dos recursos. Conhecimento da existência de objectos tecnológicos, relacionando-os com a sua utilização, em casa e em actividades económicas. Realização de actividades experimentais simples, para identificação de algumas propriedades dos materiais, relacionando-os com as suas aplicações. Reconhecimento que os desequilíbrios podem levar ao esgotamento dos recursos, à extinção das espécies e à destruição do ambiente. VIVER MELHOR NA TERRA Ao longo do Ensino Básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Reconhecimento da necessidade de desenvolver hábitos de vida saudáveis e de segurança, numa perspectiva biológica, psicológica e social. Reconhecimento da necessidade de uma análise crítica face às questões éticas de algumas das aplicações científicas e tecnológicas. Conhecimento das normas de segurança e de higiene na utilização de materiais e equipamentos de laboratório e de uso comum, bem como respeito pelo seu cumprimento. Reconhecimento de que a tomada de decisão relativa a comportamentos associados à saúde e segurança global é influenciada por aspectos sociais, culturais e económicos. Compreensão de como a ciência e da tecnologia têm contribuído para a melhoria da qualidade de vida. Compreensão dos conceitos essenciais relacionados com a saúde, utilização de recursos, e protecção ambiental que devem fundamentar a acção humana no plano individual e comunitário. Valorização de atitudes de segurança e de prevenção como condição essencial em diversos aspectos relacionados com a qualidade de vida. Conhecimento das modificações que se vão operando com o crescimento e envelhecimento relacionando-as com os principais estádios do ciclo de vida humana; Identificação dos processos vitais comuns a seres vivos dependentes do funcionamento de sistema orgânicos. 50
51 Reconhecimento de que a sobrevivência e o bem-estar humano dependem de hábitos individuais de alimentação equilibrada, de higiene e de actividade física, e de regras de segurança e de prevenção. Realização de actividades experimentais simples sobre electricidade e magnetismo. Discussão sobre a importância de procurar soluções individuais e colectivas visando a qualidade de vida. Educação Artística Adquirir conceitos. APROPRIAÇÃO DAS LINGUAGENS ELEMENTARES DAS ARTES Identificar conceitos em obras artísticas. Aplicar os conhecimentos em novas situações. Ao longo do Ensino Básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Descodificar diferentes linguagens e códigos das artes. Identificar técnicas e instrumentos e ser capaz de os aplicar com correcção e oportunidade. Compreender o fenómeno artístico numa perspectiva científica. Mobilizar todos os sentidos na percepção do mundo envolvente. Aplicar adequadamente vocabulário específico. DESENVOLVIMENTO DA CAPACIDADE DE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO Ao longo do Ensino Básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Aplicar as linguagens e código de comunicação de ontem e de hoje. Interagir com os outros sem perder a individualidade e a autenticidade. Ser capaz de se pronunciar criticamente em relação à sua produção e à dos outros. Relacionar-se emotivamente com a obra de arte, manifestando preferências para além dos aspectos técnicos e conceptuais. Desenvolver a motricidade na utilização de diferentes técnicas artísticas. Utilizar as tecnologias de informação e de comunicação na prática artística. Intervir em iniciativas para a defesa do ambiente, do património cultural e do consumidor no sentido da melhoria da qualidade de vida. Participar activamente no processo de produção artística. Ter em conta a opinião dos outros, quando justificada, numa atitude de construção de consensos como forma de aprendizagem em comum. Cumprir normas democraticamente estabelecidas para o trabalho de grupo, gerir materiais e equipamentos colectivos, partilhar espaços de trabalho e ser capaz de avaliar esses procedimentos. Valorizar a expressão espontânea. Seleccionar informação em função do problema. DESENVOLVIMENTO DA CRIATIVIDADE Ao longo do Ensino Básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Escolher técnicas e instrumentos com intenção expressiva. Inventar símbolos/códigos para representar o material artístico. Participar em momentos de improvisação no processo de criação artística. 51 X X
52 COMPREENSÃO DAS ARTES NO CONTEXTO Ao longo do ensino básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Comparar diferentes formas de expressão artística. Valorizar o património artístico. Vivenciar acontecimentos artísticos em contacto directo (espectáculos, exposições...). Conhecer ambientes de trabalho relacionados com actividades artísticas (oficinas de artistas, artesãos, estúdios de gravação, oficinas de construção de instrumentos, salas de ensaio...) e suas problemáticas/especificidades (valores, atitudes, vocabulário específico. EDUCAÇÃO VISUAL Fruição Contemplação Ao longo do ensino básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Reconhecer a importância das artes visuais como valor cultural indispensável ao desenvolvimento do ser humano. Reconhecer a importância do espaço natural e construído, público e privado. Conhecer o património artístico, cultural e natural da sua região, como um valor da afirmação da identidade nacional e encarar a sua preservação como um dever cívico. Produção - Criação Utilizar diferentes meios expressivos de representação. X X X X Reflexão interpretação Reconhecer a permanente necessidade de desenvolver a criatividade de modo a integrar novos saberes. Desenvolver o sentido de apreciação estética e artística do mundo recorrendo a referências e a experiências no âmbito das artes visuais. Compreender mensagens visuais expressas em diversos códigos. Analisar criticamente os valores de consumo veiculados nas mensagens visuais. Conhecer os conceitos e terminologias das artes visuais. Interpretar narrativas visuais. Traduzir diferentes narrativas em imagens. COMUNICAÇÃO VISUAL Ao longo do Ensino Básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Conceber objectos plásticos em função de mensagens. Identificar e descodificar mensagens visuais, interpretando códigos específicos. Utilizar processos convencionais de comunicação na construção de objectos gráficos. Aplicar, de forma funcional, diferentes códigos visuais. Utilizar códigos de representação normalizada e convencional em diferentes projectos. Experimentar a leitura de formas visuais em diversos contextos - pintura, escultura, fotografia, cartaz, banda-desenhada, televisão, vídeo, cinema e internet. Ilustrar visualmente temas e situações. Explorar a relação imagem/texto na construção de narrativas visuais. Identificar e utilizar códigos visuais e sistemas de sinais. Reconhecer processos de representação gráfica convencional. X X X 52
53 ELEMENTOS DA FORMA Ao longo do Ensino Básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Identificar e experimentar diferentes modos de representar a figura humana; Compreender as relações do seu corpo com os diferentes objectos integrados no espaço visual; Reconhecer diferentes formas de representação do espaço; Organizar formalmente espaços bidimensionais e tridimensionais; Utilizar conhecimentos sobre a compreensão e representação do espaço nas suas produções; Identificar os elementos integrantes da expressão visual - linha, textura e cor; Compreender e utilizar intencionalmente a estrutura das formas, através da interpretação dos seus elementos; Relacionar as formas com os factores condicionantes - físicos, funcionais e expressivos da matéria; Compreender a natureza da cor e a sua relação com a luz, aplicando os conhecimentos nas suas experimentações plásticas; Reconhecer o seu corpo e explorar a apresentação da figura humana; Identificar vários tipos de espaço: vivencial, pictórico, escultórico, arquitectónico, virtual e cenográfico; Reconhecer e experimentar representações bidimensionais e tridimensionais; Exprimir graficamente a relatividade de posições dos objectos representados nos registos bidimensionais; Compreender que forma aparente dos objectos varia com o ponto de vista; Relacionar as formas naturais e construídas com as suas funções e os materiais que as constituem; Perceber que a mistura das cores gera novas cores; Reconhecer a existência de pigmentos de origem natural e sintética; Conhecer e aplicar os elementos visuais - linha, cor, textura, forma, plano, luz, volume - e a sua relação com as imagens disponíveis no património artístico, cultural e natural; Criar formas a partir da sua imaginação utilizando intencionalmente os elementos visuais. MÚSICA INTERPRETAÇÃO E COMUNICAÇÃO Ao longo do Ensino Básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Canta sozinho e em grupo, com precisão técnico-artística, peças de diferentes géneros estilos e tipologias musicais; Toca sozinho e em grupo pelo menos um instrumento musical utilizando técnicas instrumentais e interpretativas diferenciadas de acordo com a tipologia musical; Prepara, apresenta e dirige pequenas peças e/ou espectáculos musicais de âmbitos diferenciados; Participa, como intérprete, autor e produtor em recitais e concertos com diferentes pressupostos comunicacionais e estéticos e para públicos diferenciados; Partilha, com os pares, as músicas do seu quotidiano; Investiga e avalia diferentes tipos de interpretações, utilizando vocabulário apropriado; Canta as suas músicas e as dos outros, utilizando diversas técnicas vocais simples; Toca as suas músicas e as dos outros, utilizando instrumentos acústicos, electrónicos, convencionais e não convencionais; Apresenta publicamente peças musicais utilizando instrumentos e técnicas interpretativas simples; 53
54 Grava as suas canções e improvisações musicais; CRIAÇÃO E EXPERIMENTAÇÃO Ao longo do Ensino Básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Selecciona e organiza diferentes tipos de materiais sonoros para expressar determinadas ideias sentimentos e atmosferas utilizando estruturas e recursos técnico-artísticos elementares, partindo da sua experiência e imaginação; Explora ideias sonoras e musicais partindo de determinados estímulos e temáticas; Regista em suportes áudio as criações realizadas, para avaliação e aperfeiçoamento; Inventa, cria e regista pequenas composições e acompanhamentos simples com aumento progressivo de segurança, imaginação e controlo; Manipula conceitos, códigos, convenções e símbolos utilizando instrumentos acústicos e electrónicos a voz e as tecnologias de informação e comunicação (TIC) para a criação de pequenas peças musicais, partindo de determinadas formas e estruturas de organização sonora e musical. PERCEPÇÃO SONORA E MUSICAL Ao longo do Ensino Básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Investiga diferentes modos de percepção e representação sonora; Explora e responde aos elementos básicos da música; Identifica e explora a qualidade dos sons; Explora e descreve técnicas simples de organização e estruturação sonora e musical; Identifica auditivamente mudanças rítmicas, melódicas e harmónicas; Utiliza vocabulário e simbologias simples e apropriadas para descrever e comparar diferentes tipos de sons e peças musicais de diferentes estilos e géneros. CULTURAS MUSICAIS NOS CONTEXTOS Ao longo do Ensino Básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Reconhece os diferentes tipos de funções que a música desempenha nas comunidades; Compreende e valoriza o fenómeno musical como património, factor identificatário e de desenvolvimento social, económico e cultural; Reconhece a música como parte do quotidiano e as diferentes funções que ela desempenha; Identifica diferentes culturas musicais e os contextos onde se inserem; Produz material escrito, audiovisual e multimédia ou outro, utilizando vocabulário simples e apropriado. Relacionar-se e comunicar com os outros; Explorar diferentes formas e atitudes corporais; EXPRESSÃO DRAMÁTICA / TEATRO Ao longo do Ensino Básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Explorar maneiras pessoais de desenvolver o movimento; Explorar diferentes tipos de emissão sonora; Aliar gestos e movimentos ao som; Reconhecer e reproduzir sonoridades; Explorar, individual e colectivamente diferentes níveis e direcções no espaço; Utilizar, recriar e adaptar o espaço circundante; Orientar-se no espaço através de referências visuais, auditivas e tácteis; Utilizar e transformar o objecto através da imaginação; Explorar o uso de máscaras, fantoches e marionetas; 54
55 Mimar atitudes, gestos e acções; Realizar improvisações e dramatizações a partir de histórias ou situações simples; Participar na criação oral de histórias; Observar, escutar e apreciar o desempenho dos outros. Compreensão da dança enquanto forma de arte; DANÇA Ao longo do Ensino Básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Desenvolvimento de experiências e capacidades na área da interpretação (agir e dançar); Desenvolvimento de experiências e capacidades na área da composição (imaginar e coreografar); A aptidão para analisar e apreciar a dança através da observação e discussão de materiais coreográficos, dentro e fora da escola; Conhecer e vivenciar os elementos de dança: o corpo e o seu mapa; o espaço e as suas grandes direcções; o energia e as qualidades do movimento; o relação com os outros, objectos e ambientes. Educação Tecnológica TECNOLOGIA E SOCIEDADE Ao longo do Ensino Básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Apreciar e considerar as dimensões sociais, culturais, produtivas e ambientais resultantes do desenvolvimento tecnológico; Compreender que a natureza e evolução da tecnologia resultam do processo histórico; Entender o papel da sociedade no desenvolvimento e uso da tecnologia; Analisar os efeitos culturais, sociais, económicos, ecológicos e políticos da tecnologia e as mudanças que ela vai operando no mundo; Desenvolver a sensibilidade para observar e entender alguns efeitos produzidos pela tecnologia, sociedade e no ambiente; Procurar descobrir algumas razões que levam a sociedade a aperfeiçoar e a criar novas tecnologias; Compreender actividades tecnológicas simples e saberes técnicos, de acordo com a sua idade e maturidade; Identificar algumas profissões do mundo contemporâneo; Relacionar objectos, ferramentas e actividades com as profissões identificadas. TECNOLOGIA E CONSUMO Ao longo do Ensino Básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Desenvolver uma atitude reflexiva face às práticas tecnológicas, avaliando os seus efeitos na qualidade de vida da sociedade e do ambiente e a sua influência nos valores éticos e sociais; Compreender a tecnologia como resultado dos desejos e necessidades humanos; Consciencializar-se das transformações ambientais criadas pelo uso indiscriminado da tecnologia e da necessidade de se tornar um potencial controlador; Avaliar o impacto dos produtos e sistemas; Escutar, comunicar, negociar e participar como consumidor prudente e crítico; Tornar-se num consumidor atento e exigentes, escolhendo racionalmente os produtos e serviços que utiliza e adquire; Intervir na defesa do ambiente, do património cultural e do consumidor, tendo em conta a melhoria da qualidade de vida; Analisar e comparar objectos de uso diário, antigos e contemporâneos; Descrever alguns objectos e sistemas simples que fazem parte do mundo tecnológico e compreender a sua relação com as necessidades do homem. 55
56 Reconhecer a importância de não desperdiçar bens essenciais; Distinguir alguns materiais utilizados na protecção dos objectos de consumo diário; Utilizar materiais reciclados e reciclar outros (papeis, cartões). PLANEAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS E SISTEMAS TÉCNICOS Ao longo do Ensino Básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Identificar e apresentar as necessidades e oportunidades tecnológicas decorrentes da observação e investigação de contextos sociais e comunitários; Realizar artefactos ou sistemas técnicos com base num plano apropriado que identifique as acções e recursos necessários; Reunir, validar e organizar informação, potencialmente útil para abordar problemas técnicos simples; obtida a partir de fontes diversas (análise de objectos, sistemas e de ambientes existentes, documentação escrita e visual, pareceres de especialistas; Recorrer ao uso da tecnologia informática para planificação e apresentação dos projectos; Utilizar as tecnologias de informação e da comunicação disponíveis, nomeadamente a Internet; Observar o meio social envolvente, identificando situações ou problemas que afectam a vida diária das pessoas; Identificar no meio próximo actividades produtivas de bens e serviços; Desenvolver ideias e propor soluções para a resolução de problemas; Identificar as principais acções a realizar e os recursos necessários para a construção de um objecto simples; Ler e interpretar esquemas gráficos elementares de montagem de objectos (brinquedos, modelos reduzidos, etc.). ESTRUTURAS RESISTENTES Ao longo do Ensino Básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Identificar a presença de uma grande variedade de estruturas resistentes no meio envolvente; Conhecer a evolução de estruturas resistentes em diferentes momentos da história; Dominar o conceito de estrutura resistente, identificando algumas situações concretas da sua aplicação; Identificar as características que as estruturas resistentes devem ter para cumprirem a sua função técnica; Construir estruturas simples; respondendo a especificações e necessidades concretas; Identificar estruturas nas "coisas naturais" (o tronco da árvores, o esqueleto dos homens e animais, etc.) e nos artefactos construídos pelo homem (pontes, andaimes, edifícios, gruas, pernas de uma mesa ou de uma cadeira, etc.); Reconhecer e identificar a presença de estruturas resistentes no meio próximo; Construir pequenas estruturas através de meios e processos técnicos muito simples (tubos de papel, perfis de cartolina ou cartão, utilização de embalagens, etc.); Ensaiar e experimentar a resistência de pequenas estruturas concebidas com essa finalidade. MOVIMENTO E MECANISMO Ao longo do Ensino Básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Verificar que não existe movimento sem estrutura; Identificar as partes fixas e as partes móveis de um objecto ou sistema técnico; Reconhecer alguns mecanismos elementares que transformam ou transmitem o movimento; Identificar o movimento em objectos simples comuns no quotidiano; Realizar um inventário de mecanismos presentes na vida diária; Descrever o tipo e a função do movimento em objectos comuns; Identificar as partes fixas e as partes móveis em objectos do mundo próximo; Dominar as noções de transmissão e de transformação de movimento; 56
57 Montar e desmontar as partes fixas e móveis de objectos simples. ACUMULAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO DE ENERGIA Ao longo do Ensino Básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Compreender que é necessária a existência de energia para produzir trabalho; Conhecer diferentes fontes de energia; Identificar diferentes formas de energia; Analisar e valorizar os efeitos (positivos e negativos) da disponibilidade de energia sobre a qualidade de vida das populações; Conhecer as normas de segurança de utilização técnica da electricidade; Participar activamente na prevenção de acidentes eléctricos; Reflectir e tomar posição face ao impacto social do esgotamento de fontes energéticas naturais; Valorizar o uso das energias alternativas, nomeadamente pela utilização de fontes energéticas renováveis; Compreender o conceito de material combustível e energético; Enumerar objectos eléctricos no quotidiano das pessoas; Reconhecer e identificar, no espaço público, objectos que funcionam com electricidade; Conhecer o esquema e o princípio de funcionamento de um circuito eléctrico; Conhecer os elementos constituintes de um circuito eléctrico simples; Desmontar e montar objectos eléctricos simples (lanternas, brinquedos, etc.); Conhecer as características e princípios de utilização de materiais condutores e materiais isolantes. REGULAÇÃO E CONTROLO Ao longo do Ensino Básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Utilizar com correcção os instrumentos de controlo e medida; Reconhecer que a informática facilita e flexibiliza extraordinariamente o comando e regulação dos sistemas técnicos; Identificar actos de comando em sistemas técnicos comuns; Identificar os elementos técnicos do comando, regulação e controle de sistemas técnicos quotidiano (em ambiente doméstico, na escola ou em espaços sociais); Ser capaz de ler um instrumento de medida coerente. MATERIAIS Ao longo do Ensino Básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Conhecer as principais características das grandes famílias dos materiais; Aptidão para comparar as características e aplicações técnicas em diferentes materiais; Aptidão para escolher matérias de acordo com o seu preço, aspecto, propriedades físicas e características técnicas; Sensibilidade perante a possibilidade de esgotamento de algumas matérias-primas devido a uma utilização desequilibrada dos meios disponíveis na natureza; Manter comportamentos seguros perante a eventual nocividade de certos materiais; Distinguir matérias naturais de materiais artificiais; Conhecer a origem de alguns materiais básicos comuns; Identificar diversos materiais aplicados na construção de artefactos do quotidiano (um edifício, uma ponte, um automóvel, uma bicicleta, um lápis, etc.); Reconhecer algumas características de materiais comuns: duro/mole, rígido/flexível, opaco/transparente, rugoso/macio, pesado/leve, absorvente/repelente, etc.; Predispor-se para compreender que a maioria dos materiais é comercializada após sucessivas fases de preparação, e não como se encontra na natureza. 57
58 FABRICAÇÃO - CONSTRUÇÃO Ao longo do Ensino Básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Identificar e usar racionalmente os instrumentos e ferramentas; Conhecer e utilizar os dispositivos de segurança de ferramentas e máquinas; Estabelecer um plano racional de trabalho que relacione as operações a realizar e os meios técnicos disponíveis; Valorizar o sentido de rigor e precisão; Conhecer as principais actividades tecnológicas, as profissões e algumas das características dos seus trabalhos; Identificar algumas das principais actividades produtivas da região; Predispor-se a valorizar as precauções de segurança nos processos de fabricação; Realizar a construção de objectos simples utilizando processos e técnicas elementares; Realizar medições simples. Analisar o objecto técnico como um sistema; SISTEMAS TECNOLÓGICOS Ao longo do Ensino Básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Analisar o ciclo de vida do objecto relacionando as interacções existentes nos diferentes sistemas sociais: consumo, uso, produção e impacto social e ambiental; A predisposição para reconhecer que todos os sistemas técnicos podem falhar ou não funcionar como o previsto devido a uma falha de uma ou mais partes que constituem o sistema; Observar e compreender o objecto como um conjunto de componentes ou partes que interagem entre si; Observar nos sistemas sociais do meio envolventes a interacção das partes que o constituem; Verificar e explicar o que pode acontecer se uma dada parte de um sistema deixa de funcionar; Classificar e emparelhar objectos a partir das funções que desempenham num dado sistema. Educação Física Ao longo do Ensino Básico 1ºA 2ºA 3ºA 4ºA Elevar o nível funcional das capacidades condicionais e coordenativas da resistência geral, da velocidade de reacção simples e complexa, de execução das acções motoras básicas e de deslocamento, da flexibilidade, do controlo da postura, do equilíbrio dinâmico em situação de voo, de aceleração e de apoio instável e/ou limitado, do controlo de orientação espacial, do ritmo e da agilidade; Participar com empenho no aperfeiçoamento da sua habilidade nos diferentes tipos de actividades, procurando realizar as acções adequadas com correcção e oportunidade; Cooperar com o companheiros nos jogos e exercícios, compreendendo e aplicando as regras combinadas na turma, bem como os princípios de cordialidade e respeito na relação com os colegas e professor; Realizar acções motoras básicas com aparelhos portáteis, segundo uma estrutura rítmica, encadeamento ou combinação de movimentos, conjugando as qualidade de acção própria ao efeito pretendido pela movimentação do aparelho; Realizar acções motoras básicas deslocamento, no solo e em aparelhos segundo uma estrutura rítmica, encadeamento ou combinação de movimentos, coordenando a sua acção para aproveitar as qualidades motoras possibilitadas pela situação; Participar em jogos ajustando a sua iniciativa própria e as qualidades motoras na prestação às oportunidades oferecidas pela situação de jogo e ao seu objectivo, realizando habilidades básicas e acções técnico-tácticas fundamentais, com oportunidade e correcção de movimento; Realizar habilidades gímnicas básicas em esquemas ou sequências no solo e em aparelhos, encadeando e/ou combinando as acções com fluidez e harmonia de movimentos; 58
59 Patinar com equilíbrio e segurança, ajustando as suas acções para orientar o seu deslocamento com intencionalidade e oportunidade na realização de percursos variados; Combinar deslocamentos, movimentos não locomotores e equilíbrios adequados à expressão de motivos ou temas combinados com os colegas e professor, de acordo com a estrutura rítmica e melodia de composições musicais; Escolher e realizar habilidades apropriadas, em percursos na natureza, de acordo com as características do terreno e os sinais de orientação, colaborando com os colegas e respeitando as regras de segurança e de preservação do ambiente Áreas Curriculares Disciplinares - 2º Ciclo Línguas e Estudos Sociais LP, Inglês, HG de Portugal, EMRC Língua Portuguesa OUVIR/ FALAR Cumpre as regras de comunicação na sala de aula. Compreende o que ouve. Exprime-se oralmente com correcção. Adequa a expressão oral ao(s) interlocutor(es). LER Lê em voz alta com correcção, clareza, fluência e expressividade. Apreende o sentido global do texto, identificando as ideias mais importantes e as relações entre elas. Selecciona, no texto, a informação pretendida. ESCREVER Escrever com correcção, respeitando as regras gramaticais. Constrói um texto coeso e coerente. Aplica os conhecimentos de análise de texto. Aplica os conhecimentos de funcionamento da língua. AQUISIÇÃO DE CONHECIMENTOS Língua estrangeira I - Inglês COMPREENDER OUVIR / VER LER OUVIR / FALAR LER / ESCREVER FALAR ESCREVER Compreende o essencial de um texto simples, breve e claro, relacionado com aspectos da vida quotidiana: textos orais e audiovisuais de natureza diversificada adequados aos desenvolvimentos intelectual, sócio-afectivo e linguístico do aprendente. Compreende textos curtos e simples sobre assuntos do quotidiano. É capaz de encontrar uma informação previsível e concreta em textos simples de uso comum: textos escritos de natureza diversificada adequados aos desenvolvimentos intelectual, sócio-afectivo e linguístico do aprendente. INTERAGIR / PRODUZIR Comunica em situações do quotidiano que exijam apenas troca de informação simples e directa sobre assuntos e actividades correntes. Participa em conversas curtas em situações de comunicação diversificadas. Compreende mensagens curtas, cartas pessoais e formulários simples e elabora respostas adequadas em situações de comunicação diversificadas. Utiliza frases simples e curtas para falar da família, dos outros e do seu percurso pessoal em situações de comunicação diversificadas. Escreve textos curtos e simples relacionados com a vida quotidiana (produz textos escritos correspondendo a necessidades específicas de comunicação). 59
60 História e Geografia de Portugal 1- Utilização de fontes / Tratamento da informação; 2- Compreensão histórica: Temporalidade 2- Compreensão histórica: Espacialidade 2- Compreensão histórica: Contextualização 3- Comunicação em História COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS Utilizar técnicas simples de investigação: observar e descrever aspectos da realidade social e física, recolher, registar e tratar diferentes tipos de informação, identificar problemas, formular hipóteses, elaborar conclusões simples; Interpretar informação histórica diversa: organizar e interpretar mapas, gravuras, esquemas, frisos cronológicos; analisar documentos e textos simples; Localizar no tempo acontecimentos e factos importantes; Utilizar unidades de referência temporal (ano e século); Ordenar cronologicamente factos e acontecimentos importantes; Utilizar o globo e mapas de diferentes naturezas e escalas; Interpretar e concluir mapas; Localizar factos, acontecimentos e territórios em mapas diversos; Utilizar sistemas de orientação (pontos cardeais e colaterais) pela bússola e pelo sol; Organizar o atlas de aula; Utilizar vocabulário específico; Observar, caracterizar e interpretar gravuras, fotos, vídeos, objectos, etc. sobre diferentes domínios da realidade estudada, nas várias épocas; Realizar pesquisas simples; Relacionar textos, gravuras, etc. com os temas estudados; Produzir respostas, pequenos textos, resumos, biografias, etc. sobre temas em estudo; Saber interpretar os meios de comunicação social e o meio envolvente; Experimentar diversos materiais e recursos; Utilizar adequadamente e com correcção a língua portuguesa, em diversas situações e projectos; Produzir intervenções em diversas situações de interacção e de expressão oral e escrita; Rentabilizar potencialidades das tecnologias da informação e da comunicação; Experimentar actividades cooperativas de aprendizagem. PERFIL DO ALUNO COMPETENTE EM HGP: Situa-se no país e no mundo em que vive, aplicando noções operatórias de espaço e de tempo; Utiliza conhecimentos básicos sobre a realidade portuguesa, do presente e do passado, aplicando as noções de evolução e de multicausalidade; Aplica técnicas elementares de pesquisa e de comunicação; Caracteriza os principais contrastes na distribuição espacial das actividades económicas e formas de organização do espaço português, em diferentes períodos, relacionando-as com factores físicos e humanos; Distingue características concretas de sociedades que se constituíram no espaço português, em diferentes períodos, e estabelece relações entre os seus diversos domínios; Utiliza correctamente o vocabulário específico da disciplina, bem como técnicas adequadas de expressão gráfica; Interpreta pequenos textos, documentos, gráficos e mapas. 60
61 Educação Moral e Religiosa Católica Saber estar consigo e gostar de si como ser em desenvolvimento; Assumir a sexualidade na construção do seu projecto de realização humana; Reconhecer-se como ser único e singular, capaz de fazer opções assertivas e de assumir a responsabilidade dos seus actos; Fundamentar a priorização dos valores e dar razões das escolhas pessoais; Conhecer o mundo e pensar criticamente a realidade; Valorizar a cooperação e agir na sociedade de forma criativa e solidária; Respeitar e valorizar os outros na sua diversidade de seres, culturas e formas de estar; Reconhecer e promover o valor do património histórico, ecológico, cultural e humano; Compreender a importância do fenómeno religioso como parte integrante do indivíduo e da sociedade; Reconhecer a originalidade do Cristianismo e valorizar o contributo da Igreja Católica na construção da História; Entender de forma consciente a proposta da Mensagem Cristã. I. FORMAÇÃO PESSOAL Pessoa Conhece-se a si próprio. Desenvolve a auto-estima. Vive a sexualidade como algo que faz parte do ser pessoa. Reconhece os seus direitos. Reconhece a interioridade como dimensão integrante do ser humano que o torna único no Universo. II. FORMAÇÃO SOCIAL Comunidade Eu e a família Identifica e caracteriza os diferentes tipos de família. Reconhece os valores presentes na família. Reconhece a importância da família no seu crescimento. Reconhece os seus direitos. Reconhece-se como ser amado, numa relação de afectividade e carinho. Colabora na vida familiar. Eu e o grupo Identifica a constituição e a finalidade de diferentes grupos. Define a noção e elaborar regras. Reconhece a importância do grupo no seu crescimento. Confronta-se com o modelo das primeiras comunidades cristãs. Assume uma atitude crítica em relação a si próprio e crescer numa dinâmica de perdão. Eu e a sociedade Olha e valoriza a realidade envolvente assumindo gestos de fraternidade e solidariedade. Respeita aqueles que pertencem a culturas, religiões ou grupos diferentes. Conhece a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Conhece a finalidade de instituições e organismos nacionais e internacionais que contribuem para a promoção e valorização das pessoas. Reconhece o testemunho de pessoas que viveram em prol dos outros. Valoriza as tradições reconhecendo os significados das festas e feriados religiosos e civis que retratam a nossa cultura e as nossas gentes. Eu e o Mundo Admira e valoriza as maravilhas existentes na natureza. Define alguns termos ecológicos. Conhece os direitos do consumidor. Identifica Instituições e organismos que contribuem para a preservação do ambiente. Reconhece e valoriza o património histórico e religioso local. Conhece a perspectiva cristã da natureza. Adequa os seus comportamentos à preservação do ambiente. III. FORMAÇÃO RELIGIOSA Investiga nos Evangelhos a mensagem de Jesus acerca das relações entre as pessoas. Conhece a mensagem bíblica. Conhece a perspectiva cristã da origem do Mundo e da Pessoa. Reconhece a dimensão espiritual da Pessoa. Reconhece a igual dignidade do homem e da mulher. Conhece a noção de família na Bíblia, no ensinamento da Igreja e nas principais religiões. Compreende o Mandamento do Amor e a vida dos primeiros cristãos. Compreende o sentido cristão do Natal e da Páscoa. 61
62 Matemática Experiências de aprendizagem A competência matemática, tal como foi definida, desenvolve-se através de uma experiência matemática rica e diversificada e da reflexão sobre essa experiência, de acordo com a maturidade dos alunos. Ao longo da educação básica, todos os alunos devem ter oportunidades de viver diversos tipos de experiências de aprendizagem, sendo importante considerar aspectos transversais destas, assim como a utilização de recursos adequados e, ainda, o contacto com aspectos da história, do desenvolvimento e da utilização da matemática. Assim, todos os alunos devem ter oportunidades de se envolver em diversos tipos de experiências de aprendizagem: Resolução de problemas A resolução de problemas constitui, em matemática, um contexto universal de aprendizagem e deve, por isso, estar sempre presente, associada ao raciocínio e à comunicação e integrada naturalmente nas diversas actividades. Os problemas são situações não rotineiras que constituem desafios para os alunos e em que, frequentemente, podem ser utilizadas várias estratégias e métodos de resolução e não exercícios, geralmente de resolução mecânica e repetitiva, em que apenas se aplica um algoritmo que conduz directamente à solução. A formulação de problemas deve igualmente integrar a experiência matemática dos alunos. Actividades de investigação Numa actividade de investigação, os alunos exploram uma situação aberta, procuram regularidades, fazem e testam conjecturas, argumentam e comunicam oralmente ou por escrito as suas conclusões. Qualquer tema da matemática pode proporcionar ocasiões para a realização de actividades de natureza investigativa. Este tipo de actividades também é favorável à ligação da matemática com outras áreas do currículo. Realização de projectos Um projecto é uma actividade prolongada que normalmente inclui trabalho dentro e fora da sala de aula e é realizada em grupo. Pressupõe a existência de um objectivo claro, aceite e compreendido pelos alunos, e apresentação de resultados. Qualquer tema da matemática pode proporcionar ocasiões para a realização de projectos. Pela sua própria natureza, os projectos constituem contextos naturais para o desenvolvimento de trabalho interdisciplinar. Jogos O jogo é um tipo de actividade que alia raciocínio, estratégia e reflexão com desafio e competição de uma forma lúdica muito rica. Os jogos de equipa podem ainda favorecer o trabalho cooperativo. A prática de jogos, em particular os jogos de estratégia, de observação e de memorização, contribui de forma articulada para o desenvolvimento de capacidades matemáticas e para o desenvolvimento pessoal e social. Há jogos em todas as culturas e a matemática desenvolveu muito conhecimento a partir deles. Além disso, um jogo pode ser um ponto de partida para uma actividade de investigação ou de um projecto. Para além destes tipos de experiências de aprendizagem, os alunos devem ainda ter oportunidades de contactar com aspectos da história, do desenvolvimento e da utilização da matemática, através de: Reconhecimento da matemática na tecnologia e nas técnicas A matemática tem contribuído desde sempre para o desenvolvimento de técnicas e de tecnologias, mesmo quando não são necessários conhecimentos matemáticos para as utilizar. É importante que os alunos realizem actividades que ajudem a revelar a matemática subjacente às tecnologias criadas pelo Homem por exemplo, instrumentos de navegação ou de redução e ampliação - assim como a matemática presente em diversas profissões. Realização de trabalhos sobre a Matemática A matemática e a sua história, os matemáticos e as suas histórias, integrados ou não na história da ciência e no desenvolvimento científico, são uma fonte de conhecimentos favoráveis à aprendizagem. Um trabalho sobre a matemática inclui a pesquisa e a organização de informação, a escrita e a apresentação. Na pesquisa para um trabalho desta natureza é relevante o recurso a fontes documentais e museológicas de tipos diversos. Na apresentação há vários tipos de suportes que podem ser utilizados, nomeadamente escritos, dramatizações, vídeos e informáticos. 62
63 Nos diversos tipos de experiências vividas pelos alunos, devem ser considerados aspectos transversais da aprendizagem da matemática, nomeadamente: Comunicação matemática A comunicação inclui a leitura, a interpretação e a escrita de pequenos textos de matemática, sobre a matemática ou em que haja informação matemática. Na comunicação oral, são importantes as experiências de argumentação e discussão em grande e pequeno grupo, assim como a compreensão de pequenas exposições do professor. O rigor da linguagem, assim como o formalismo, devem corresponder a uma necessidade sentida e não a uma imposição arbitrária. Prática compreensiva de procedimentos A prática de procedimentos não deve constituir uma actividade preparatória, repetitiva, isolada e sem significado; porém, uma prática compreensiva pode promover a aquisição de destrezas utilizáveis com segurança e autonomia. O cálculo mental, o domínio de um algoritmo, a utilização de uma fórmula, a resolução de uma equação, uma construção geométrica, a manipulação de um instrumento, entre muitos outros procedimentos, são destrezas úteis que se adquirem com a prática desde que não seja descurada a sua compreensão e a sua integração em experiências matemáticas significativas. Exploração de conexões Uma componente essencial da formação matemática é a compreensão de relações entre ideias matemáticas, tanto entre diferentes temas de matemática como no interior de cada tema, e ainda de relações entre ideias matemáticas e outras áreas de aprendizagem (a música, as artes visuais, a natureza, a tecnologia, etc.). Actividades que permitam evidenciar e explorar estas conexões devem ser proporcionadas a todos os alunos. Um aspecto importante será o tratamento e exploração matemáticos de dados empíricos recolhidos no âmbito de outras disciplinas, nomeadamente as da área das Ciências Físicas e Naturais, a Geografia e a Educação Física. Os alunos devem, frequentemente, ter a oportunidade de utilizar recursos de natureza diversa: Utilização das tecnologias da aprendizagem da Matemática Todos os alunos devem aprender a utilizar não só a calculadora elementar mas também, à medida que progridem na educação básica, os modelos científicos e gráficos. Quanto ao computador, os alunos devem ter a oportunidade de trabalhar com a folha de cálculo e com diversos programas educativos, nomeadamente de gráficos de funções e de geometria dinâmica, assim como de utilizar as capacidades educativas da rede Internet. Entre os contextos possíveis incluem-se a resolução de problemas, as actividades de investigação e os projectos. Utilização de materiais manipuláveis Materiais manipuláveis de diversos tipos são, ao longo de toda a escolaridade, um recurso privilegiado como ponto de partida ou suporte de muitas tarefas escolares, em particular das que visam promover actividades de investigação e a comunicação matemática entre os alunos. Naturalmente, o essencial é a natureza da actividade. Competências Específicas Números e cálculo a compreensão global dos números e operações e a sua utilização de maneira flexível para fazer julgamentos matemáticos e desenvolver estratégias úteis de manipulação dos números e das operações; o reconhecimento e a utilização de diferentes formas de representação dos elementos dos conjuntos numéricos, assim como das propriedades das operações nesses conjuntos; a aptidão para efectuar cálculos com os algoritmos de papel e lápis, mentalmente ou usando calculadora, bem como para decidir qual dos métodos é apropriado à situação; a sensibilidade para a ordem de grandezas de números, assim como a aptidão para estimar valores aproximados de resultados de operações e decidir da razoabilidade de resultados obtidos para qualquer processo de cálculo ou por estimação; a predisposição para procurar e explorar padrões numéricos em situações matemáticas e o gosto por investigar relações numéricas, nomeadamente, em problemas envolvendo divisores e múltiplos de números ou implicando processos organizados de contagem; a aptidão para dar sentido a problemas numéricos e para reconhecer as operações que são necessárias à sua resolução, assim como para explicar os métodos e o raciocínio que foram usados; o reconhecimento dos conjuntos dos números inteiros e racionais positivos, das diferentes formas de representação dos elementos desses conjuntos e das relações entre eles, bem como a compreensão das propriedades das operações em cada um deles e a aptidão para usá-las em situações concretas; a aptidão para trabalhar com valores aproximados de números racionais de maneira adequada ao contexto do problema ou da situação em estudo; 63
64 o reconhecimento de situações de proporcionalidade directa e a aptidão para usar o raciocínio proporcional em problemas diversos. Geometria a aptidão para realizar construções geométricas e para reconhecer e analisar propriedades de figuras geométricas, nomeadamente recorrendo a materiais manipuláveis e a software geométrico; a aptidão para utilizar a visualização e o raciocínio espacial na análise de situações e na resolução de problemas em geometria e noutras área da matemática; a compreensão de conceitos como os de comprimento, área, volume, amplitude e a aptidão para utilizar conhecimentos sobre estes conceitos na resolução de problemas; a aptidão para efectuar medições em situações diversa e fazer estimativas, bem como a compreensão do sistema métrico; a predisposição para procurar e explorar padrões geométricos e o gosto por investigar propriedades e relações geométricas; a aptidão para formular argumentos válidos recorrendo à visualização e ao raciocínio espacial, explicitando-os em linguagem corrente; o reconhecimento e a utilização de ideias geométricas em diversas situações, nomeadamente na comunicação e na sensibilidade para apreciar a geometria no mundo real; a predisposição para identificar propriedades de figuras geométricas, nomeadamente em triângulos, em quadriláteros e em sólidos geométricos, bem como para justificar e comunicar os seus raciocínios; a aptidão para realizar construções geométricas, nomeadamente ângulos e triângulos, bem como para descrever figuras geométricas; a aptidão para resolver e formular problemas que envolvam os conceitos de perímetro e de área e as relações entre eles, em diversos contextos; a aptidão para calcular áreas de rectângulos, triângulos e círculos, assim como volumes de paralelepípedos, recorrendo ou não a fórmulas em contexto de resolução de problemas Estatística e probabilidades a predisposição para organizar dados relativos a uma situação ou a um fenómeno e para os representar de modos adequados, nomeadamente recorrendo a tabelas e gráficos; a aptidão para ler e interpretar tabelas e gráficos à luz das situações a que dizem respeito e para comunicar os resultados das interpretações feitas; a tendência para dar respostas a problemas com base na análise de dados recolhidos e de experiências planeadas para o efeito; a aptidão para usar processos organizados de contagem na abordagem de problemas combinatórios simples; a sensibilidade para distinguir fenómenos aleatórios e fenómenos deterministas e para interpretar situações concretas de acordo com esta distinção; o desenvolvimento do sentido crítico face ao modo como a informação é apresentada; a compreensão das noções de frequência absoluta e relativa, assim como a aptidão para calcular estas frequências em situações simples; a compreensão das noções de moda e de média aritmética, bem como a aptidão para determiná-las e para interpretar o que significam em situações concretas. 64
65 Ciências da Natureza Competências Específicas Ao longo da escolaridade básica, ao estudarem Ciências, é importante que os alunos procurem explicações fiáveis sobre o mundo e eles próprios. Para isso é necessário: Avaliar, interpretar e analisar tanto evidências recolhidas em primeira mão como evidências obtidas a partir de fontes secundárias; Conhecer relatos de como ideias importantes se espalharam e foram aceites e desenvolvidas, ou foram rejeitadas e substituídas; Reconhecer que o conhecimento científico está em desenvolvimento permanente, sendo um conhecimento inacabado; Apreender a construir argumentos persuasivos a partir de evidências; Discutir sobre um conjunto de questões pertinentes envolvendo aplicações da Ciência e das ideias científicas a problemas importantes para o indivíduo e para a sociedade em geral; Desenvolver trabalhos ou projectos que exijam a participação de ares científicas diversas, tradicionalmente mantidas isoladas. Através de actividade experimental, os alunos podem: Compreender que observações e medidas não dão o valor exacto, comportando sempre alguma incerteza; Compreender que a repetição de medições e cálculo de médias é um bom método de reduzir erros; Reconhecer processos como uma interacção entre variáveis; Planear uma investigação simples, mantendo os factores constantes; Transmitir em palavras o modelo da relação evidenciada por um gráfico; Dar explicações científicas que vão para além dos dados e não emergem simplesmente a partir deles, mas envolvem pensamento criativo; Identificar os modelos subjacentes a muitas explicações, correspondendo àquilo que pensamos que pode estar a acontecer, num nível não observado directamente; Apreciar que novas ideias geralmente encontram oposição de outros indivíduos e grupos, muitas vezes por razões sociais, políticas ou religiosas; Atender a que qualquer descoberta científica ou explicação proposta passa pelo escrutínio crítico de outros cientistas trabalhando na mesma área, antes de serem aceites como conhecimento científico; Reconhecer que as inovações têm benefícios e riscos, incluindo riscos não previstos; Compreender que as decisões acerca de soluções apropriadas aos problemas são influenciadas por um conjunto de considerações (nomeadamente, aspectos técnicos, financeiros, impactos ambientais e sociais, implicações éticas; 65
66 Educação Artística e Tecnológica - EVT, Educação Musical Educação Visual e Tecnológica Competências Gerais Participar na vida cívica de forma crítica e responsável. Respeitar a diversidade cultural, religiosa, sexual ou outra. Interpretar acontecimentos, situações e culturas de acordo com os respectivos quadros de referência históricos, sociais e geográficos. Utilizar os saberes científicos, artísticos e tecnológicos para compreender a realidade natural e sociocultural, e abordar situações e problemas do quotidiano. Contribuir para a protecção do meio ambiente, para o equilíbrio ecológico e para a preservação do património. Desenvolver o sentido de apreciação estética do mundo recorrendo a referências e conhecimentos básicos no domínio das expressões artísticas. Estabelecer uma metodologia personalizada de trabalho e de aprendizagem. Cooperar com outros e trabalhar em grupo. Procurar uma actualização permanente face às constantes mudanças tecnológicas e culturais, na perspectiva da construção de um projecto de vida social e profissional. Utilizar de forma adequada a língua portuguesa em diferentes situações de comunicação. Utilizar os códigos próprios das diferentes áreas de saber, para expressar verbalmente o pensamento próprio. Seleccionar, recolher e organizar informações para esclarecimento de situações e resolução de problemas, segundo a sua natureza e tipo de suporte, nomeadamente o informático. Utilizar de forma adequada a língua portuguesa em diferentes situações de comunicação. Competências Específicas Compreender o enunciado de um trabalho simples. Planificar uma realização plástica ou técnica, bi ou tridimensional. Identificar fontes de informação relevantes para a resolução de problemas concretos. Seleccionar, pesquisar e explorar recursos disponíveis. Seleccionar e controlar o uso de materiais e processos técnicos aplicáveis a situações concretas. Exprimir ideias através da linguagem visual. Usar com intencionalidade os componentes formais da expressão plástica e da comunicação visual. Resolver problemas de forma criativa. Aplicar nos trabalhos que realiza um julgamento estético e social. Compreender as diferenças culturais expressas nos produtos visuais da realidade social envolvente. Analisar criticamente os produtos de comunicação visual da realidade social envolvente. Reconhecer o valor social do trabalho. Relacionar o desenvolvimento actual das tecnologias com alteração das formas de vida das pessoas. Indagar explicações científicas e/ou técnicas, retiradas da experiência pessoal para explicar situações e problemas técnicos concretos. 66
67 Educação Musical As competências essenciais resultam da construção de uma estrutura de aprendizagens, ou de desenvolvimento de aprendizagens que assentam em três grandes domínios da prática musical: - audição - composição - interpretação Compreender a música em relação à sociedade, à história e à cultura. Interpretar, sozinho e em grupo (canto e instrumental), diferentes géneros e tipologias musicais. Improvisar, compor e fazer arranjos a partir de elementos predefinidos ou outros. Adquirir diferentes códigos e convenções de leitura, escrita e notação musicais. Analisar, descrever, compreender e avaliar auditivamente produtos e processos musicais. Compreender as relações entre a música, as outras artes e áreas de conhecimento atendendo à perspectiva sócio-histórica, sócio-técnica e cultural. CONTEÚDOS 5º Ano 6º Ano Fontes Sonoras convencionais e não convencionais Altura definida e indefinida Registos: grave, agudo e médio Pulsação e tempo / compasso binário Família dos timbres Compasso ternário e quaternário Escrita musical Prática instrumental Flauta Ostinato Cânone Imitação A Orquestra família dos instrumentos Anacrusa Padrões rítmicos Conceitos do 5º ano Revisão Introdução, Interlúdio, coda Sincopa Monorritmia e Polirritmia Técnicas vocais e instrumentais. Ritmos diferenciados Forma Binária Escalas maiores Forma Ternária e Rondo Tonalidade (Bemol/Sustenido) 67
68 Educação Física Competências Gerais Participar activamente nas tarefas da aula e em todas as situações, e procurar o êxito pessoal e do grupo: Relacionando-se com cordialidade e respeito pelos seus companheiros, quer no papel de parceiro quer no papel de adversários; Relacionando-se com cordialidade e respeito pelo professor e aceitar as críticas justificadas; Aceitando o apoio dos companheiros nos esforços de aperfeiçoamento próprio, bem como as opções do(s) outro(s) e as dificuldades reveladas por eles; Interessando-se e apoiando os esforços dos companheiros com oportunidade, promovendo a entreajuda para favorecer o aperfeiçoamento e satisfação própria e do(s) outro(s); Cooperando nas situações de aprendizagem e de organização, escolhendo as acções favoráveis ao êxito, segurança e bom ambiente relacional, na actividade da turma; Analisar e interpretar a realização das actividades físicas seleccionadas, utilizando os conhecimentos sobre técnica, organização e participação, ética desportiva, etc. Conhecer os processos fundamentais das adaptações morfológicas, funcionais e psicológicas, que lhe permitem compreender os diversos factores da Aptidão Física. Elevar o nível funcional das capacidades condicionais e coordenativas gerais básicas, particularmente de Resistência Geral de Longa e Média Durações; da Força Resistente (esforços localizados); da Força Rápida; da Velocidade de Reacção Simples e Complexa, de Execução, de Frequência de movimentos e de Deslocamento; da Flexibilidade; das Destrezas Geral e Direccionada. Desenvolver a sua capacidade de iniciativa e autonomia promovendo o sentido de responsabilidade; Conhecer os cuidados higiénicos, bem como as regras de segurança pessoal e dos companheiros, e de preservação dos recursos materiais. Cumprir as normas de higiene estabelecidas. Apresentar ao longo de todo o ano lectivo um elevado nível de pontualidade e assiduidade. Competências por Área Cooperar com os companheiros para o alcance do objectivo dos Jogos Desportivos Colectivos, realizando com oportunidade e correcção as acções solicitadas pelas situações de jogo, aplicando a ética do jogo e as suas regras. Compor e realizar, da Ginástica, as destrezas elementares de solo e aparelhos, em esquemas individuais e/ou de grupo, aplicando os critérios de correcção técnica e expressão, e apreciando os esquemas de acordo com estes critérios. Realizar, no Atletismo, saltos, lançamentos e corridas, segundo padrões simplificados e cumprindo correctamente as exigências elementares, técnicas e do regulamento. Patinar com equilíbrio e segurança, ajustando as suas acções para orientar o seu deslocamento com intencionalidade e oportunidade na realização de sequências rítmicas, percursos ou jogos. Nadar, deslocando-se na água num estilo qualquer, segundo padrões simplificados e cumprindo correctamente as exigências elementares técnicas e regulamentares. 68
69 Áreas Curriculares Disciplinares 3º Ciclo Língua Portuguesa 7º ANO Competências do Modo Oral Compreensão do Oral compreender enunciados adequados ao nível etário, contextualizando-os; compreender o significado e a intencionalidade das mensagens; seleccionar informação a reter para interagir em situação; conhecer estratégias linguísticas e não linguísticas utilizadas em diferentes situações comunicativas. Expressão Oral expressar-se oralmente, tendo em conta: contexto situacional; normas reguladoras da comunicação oral; tempo disponível; domínio das estruturas gramaticais requeridas; propriedade vocabular; domínio das estratégias que conduzam a um discurso que permita ao aluno argumentar e objectar com pertinência / exprimir hipóteses / opiniões / impressões / convicções de acordo com a situação / comparar / resumir / avaliar. Competências do Modo Escrito Leitura interpretar textos de tipologia diversa; conhecer e aplicar técnicas de análise textual que permitam a descodificação de um enunciado; formular hipóteses de sentidos; identificar a ideia central; ler na pista de um pormenor e / ou de informação implícita e explícita; ler com expressividade e eficácia. Expressão escrita escrever textos, revelando domínio das técnicas de expressão escrita, tendo em consideração a faixa etária; tema e tipologia textual; coerência e pertinência da informação; estrutura, coesão e articulação; vocabulário e qualidade do discurso; convenções ortográficas, de pontuação e de construção frásica. responder a questionários com clareza e correcção formal; realizar exercícios de aperfeiçoamento do texto. Conhecimento Explícito da Língua descobrir aspectos fundamentais da estrutura e do funcionamento da língua; explicitar regras gramaticais, demonstrando o seu conhecimento; aperfeiçoar a expressão pessoal, aplicando regras gramaticais. 69
70 8º ANO Competências do Modo Oral Compreensão do Oral compreender enunciados adequados ao nível etário, contextualizando-os; compreender o significado e a intencionalidade das mensagens; seleccionar a informação a reter de discursos de diferentes géneros formais e públicos do oral para interagir em diferentes situações; conhecer as estratégias linguísticas e não linguísticas em diferentes situações. Expressão Oral expressar-se oralmente, tendo em conta: o contexto situacional; normas reguladoras da comunicação oral; tempo disponível; domínio das estruturas gramaticais requeridas; propriedade vocabular; domínio das estratégias que conduzam a um discurso que permita ao aluno argumentar / objectar / exprimir hipóteses / opiniões / impressões / convicções / analisar / comparar / interpretar / sintetizar / julgar / avaliar. Competências do Modo Escrito Leitura ler e interpretar textos de tipologia diversa; conhecer e aplicar técnicas de análise textual que permitam a descodificação de um enunciado; formular hipóteses de sentidos; identificar a ideia central; ler na pista de um pormenor e / ou de informação implícita e explícita; ler com fluência, eficácia e expressividade. Expressão escrita escrever textos, revelando domínio das técnicas da expressão escrita, tendo em consideração: tema e tipologia textual; coerência e pertinência da informação; estrutura, coesão e articulação; vocabulário e qualidade do discurso; convenções ortográficas, de pontuação e de construção frásica; responder a questionários com clareza e correcção formal; realizar exercícios de aperfeiçoamento do texto; usar multifuncionalmente a escrita com a consciência das escolhas decorrentes da função, forma e destinatário. Conhecimento Explícito da Língua descobrir aspectos fundamentais da estrutura e do funcionamento da língua; explicitar regras gramaticais, demonstrando o seu conhecimento; aperfeiçoar a expressão pessoal, aplicando regras gramaticais. 70
71 9º ANO Competências do Modo Oral Compreensão do Oral compreender qualquer enunciado produzido, contextualizando-o; compreender o significado e a intencionalidade das mensagens; extrair informação de discursos de diferentes géneros formais e públicos do oral, cuja complexidade e duração exijam focalização da atenção por períodos prolongados; conhecer estratégias linguísticas e não linguísticas utilizadas em diferentes situações comunicativas. Expressão Oral expressar-se oralmente, tendo em conta: o contexto situacional; normas reguladoras da comunicação oral; tempo disponível; domínio das estruturas gramaticais requeridas; propriedade vocabular; domínio das estratégias que conduzam a um discurso que permita ao aluno argumentar / objectar / exprimir hipóteses / opiniões / impressões / convicções / analisar / comparar / interpretar / sintetizar / julgar / avaliar. Competências do Modo Escrito Leitura ler e interpretar textos de tipologia diversa; conhecer e aplicar técnicas de análise textual que permitam a descodificação de um enunciado; seleccionar informação implícita e explícita; formular hipóteses de sentidos; identificar a ideia central; ler na pista de um pormenor; ler com fluência, eficácia e expressividade. Expressão escrita Escrever textos, revelando domínio das técnicas da expressão escrita, tendo em consideração: tema e tipologia textual; coerência e pertinência da informação; estrutura, coesão e articulação; vocabulário e qualidade do discurso; convenções ortográficas, de pontuação e de construção frásica. Responder a questionários com clareza e correcção formal; Realizar exercícios de aperfeiçoamento do texto; Usar multifuncionalmente a escrita com a consciência das escolhas decorrentes da função, forma e destinatário; Conhecer géneros textuais e técnicas de correcção e aperfeiçoamento dos textos. Conhecimento Explícito da Língua descobrir aspectos fundamentais da estrutura e do funcionamento da língua; explicitar regras gramaticais, demonstrando o seu conhecimento; aperfeiçoar a expressão pessoal, aplicando conhecimentos gramaticais; sistematizar aspectos fundamentais da estrutura e do uso do português padrão pela apropriação de metodologias de análise da língua. 71
72 Línguas Estrangeiras : Espanhol, Francês, Inglês 7º ANO DOMÍNIOS DE REFERÊNCIA, TAREFAS E SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM COMPREENDER - Ouvir / Ver (Processos) Utilizar conhecimentos prévios sobre o assunto do texto na formulação de hipóteses de sentido. Associar marcas textuais (título, formato, ilustração, palavras-chave) ao assunto e ao tipo de texto. Associar unidades linguísticas do texto ou fornecidas pelo professor (léxico, estruturas gramaticais, categorias semânticas) às ideias principais e secundárias. Deduzir o sentido de palavras e de estruturas gramaticais desconhecidas a partir do contexto, da análise morfológica de palavras e da analogia/contraste com a língua materna. Relacionar elementos do texto que permitam confirmar hipóteses de sentido (elementos lexicais utilizados na referência a uma personagem, a um objecto, a uma acção). Prescindir de compreender o significado de palavras que não são essenciais à compreensão do sentido do texto. Verificar a correcção das hipóteses de sentido formuladas. Rever as hipóteses formuladas, se necessário. COMPREENDER TEXTOS ORAIS E ESCRITOS - Ouvir / Ler - (Desempenhos) Identificação de uma acção/tarefa a realizar a partir das respectivas instruções de execução (actividade escolar, utilização de um objecto, realização de um percurso, receita culinária). Identificação de informações em função de um objectivo preciso a partir de textos informativos (aviso, anúncio publicitário, notícia, programa, informação meteorológica em gravação áudio ou vídeo). Identificação de informações em função de um objectivo preciso, a partir de diálogos usuais na vida quotidiana. Identificação de uma personagem, objecto, lugar, a partir da sua descrição (apresentação de uma personagem, região/cidade/paisagem, objecto em gravação áudio ou vídeo). Identificação, numa narrativa transmitida oralmente, de sequências de acontecimentos, de personagens e lugares e suas características, de momentos (LEI). Reconhecimento, numa narrativa transmitida oralmente, de acontecimentos principais e personagens (LE II). Reconhecimento de traços característicos da sociedade e da cultura das comunidades que usam a língua (LE II). Reconhecimento de afinidades/diferenças entre a cultura de origem e a cultura estrangeira (LE II). Identificação de mensagens em textos de relação pessoal e interpessoal (carta, fax, correio electrónico). DOMÍNIOS DE REFERÊNCIA, TAREFAS E SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM INTERAGIR Ouvir / Falar (Processos) Caracterizar o contexto do acto comunicativo com previsão de possíveis trocas verbais. Seleccionar, no conjunto de saberes disponíveis, enunciados, estruturas linguísticas e vocábulos necessários aos desempenhos comunicativos. Cooperar mutuamente no esclarecimento de significados, de intenções comunicativas., substituições lexicais, entoações. INTERAGIR (Desempenhos) Participação em conversas sobre assuntos do quotidiano. Participação em conversas no contexto das actividades da aula. Auto-apresentação e apresentação de pessoas a partir de tópicos (elementos de identificação, situação familiar, características pessoais, gostos, hábitos) e ou de elementos linguísticos. Entrevista simulada a partir de tópicos e ou elementos linguísticos (LE II). Adequação de comportamentos comunicativos tendo em conta: os traços característicos da sociedade e da cultura das comunidades que usam a língua. afinidades/diferenças entre a cultura de origem e a cultura estrangeira. Recepção/produção de mensagens em situação de relação interpessoal e social: carta, postal, bilhete (recado, instrução, aviso, saudação...) convite, utilizando canais diversificados (correio postal, fax, correio electrónico). Preenchimento de formulários (ficha de identificação, de inscrição, de leitura...). DOMÍNIOS DE REFERÊNCIA, TAREFAS E SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM - PRODUZIR ORALMENTE Falar (Processos) Caracterizar o contexto do acto comunicativo com previsão de eventuais reacções do público. Seleccionar, no conjunto de saberes disponíveis, enunciados, estruturas linguísticas e vocábulos necessários aos desempenhos comunicativos. Compensar insuficiências mediante recurso a mímica, gestos, entoação, substituições lexicais. 72
73 PRODUZIR ORALMENTE (Desempenhos) Relato de episódios/acontecimentos da vida quotidiana a partir de tópicos e ou elementos linguísticos (LE II). Descrição, com o objectivo de dar a conhecer, de objectos, lugares, personagens com apoio visual ou linguístico (LE II). Reprodução de textos poéticos, lengalengas, adivinhas, provérbios, anedotas, canções. Adequação de comportamentos comunicativos tendo em conta: os traços característicos da sociedade e da cultura das comunidades que usam a língua afinidades/diferenças entre a cultura de origem e a cultura estrangeira DOMÍNIOS DE REFERÊNCIA, TAREFAS E SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM-PRODUÇÃO ESCRITA - Escrever (Processos) Seleccionar, no conjunto dos saberes disponíveis, enunciados, estruturas linguísticas e vocábulos necessários aos desempenhos comunicativos. Compensar insuficiências mediante recurso a substitutos lexicais e construções sintácticas mais simples. Rever o texto com utilização de código de correcção, consulta de dicionários e gramáticas. Recolher elementos de apoio: textos, léxico, estruturas gramaticais. Reescrever o texto, no sentido do seu aperfeiçoamento PRODUZIR POR ESCRITO (Desempenhos) Narração de episódios/acontecimentos da vida quotidiana (página de diário, textos biográficos, notícias de jornal...) a partir de suportes vários: imagens, situações tópicos e ou elementos linguísticos) (LE II). Descrição, com o objectivo de dar a conhecer, de personagens, objectos, lugares, a partir de suportes vários: imagens, situações, tópicos e/ou elementos linguísticos (LE II). Registo estruturado de informações recolhidas em fontes diversas. Adequação de comportamentos comunicativos tendo em conta: os traços característicos da sociedade e da cultura das comunidades que usam a língua e as afinidades / diferenças entre a cultura de origem e a cultura estrangeira. SABER APRENDER Participar de forma consciente na construção de uma competência plurilingue e pluricultural. adoptar uma atitude de abertura e tolerância face às línguas e culturas estrangeiras. estabelecer relações de afinidade/contraste entre a língua materna e as línguas estrangeiras. Utilizar estratégias de apropriação da Língua Estrangeira enquanto instrumento de comunicação. reconhecer índices contextuais que permitam a dedução de sentidos. seleccionar, no reportório disponível, recursos que permitam produzir textos adequados às situações comunicativas. utilizar meios de compensação de insuficiências no uso da língua: gestos, definições e paráfrases. Utilizar estratégias de apropriação do sistema da língua estrangeira. estabelecer relações de afinidade / contraste entre os sistemas da língua materna e das línguas estrangeiras. Adoptar estratégias e procedimentos adequados às necessidades de aprendizagem próprias. identificar as finalidades das tarefas a executar. identificar dúvidas e dificuldades. gerir adequadamente o tempo na realização das tarefas. relacionar-se bem com os outros. participar adequadamente nas actividades propostas. revelar alguma organização. gerir a tomada da palavra em situações de interacção verbal tendo em vista a eficácia da comunicação. ser assíduo e pontual. avaliar a sua participação no processo ensino aprendizagem. 73
74 8 ANO DOMÍNIOS DE REFFERÊNCIA, TAREFAS E SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM COMPREENDER - Ouvir / Ver (Processos) Utilizar conhecimentos prévios sobre o assunto do texto na formulação de hipóteses de sentido. Associar marcas textuais (título, formato, ilustração, palavras-chave) ao assunto e ao tipo de texto. Associar unidades linguísticas do texto ou fornecidas pelo professor (léxico, estruturas gramaticais, categorias semânticas) às ideias principais e secundárias. Deduzir o sentido de palavras e de estruturas gramaticais desconhecidas a partir do contexto, da análise morfológica de palavras e da analogia/contraste com a língua materna. Relacionar elementos do texto que permitam confirmar hipóteses de sentido (elementos lexicais utilizados na referência a uma personagem, a um objecto, a uma acção). Prescindir de compreender o significado de palavras que não são essenciais à compreensão do sentido do texto. Verificar a correcção das hipóteses de sentido formuladas. Rever as hipóteses formuladas, se necessário. Identificar informação em mensagens telefónicas. Identificar traços característicos da sociedade e da cultura das comunidades que usam a língua. COMPREENDER TEXTOS ORAIS E ESCRITOS - Ouvir / Ler - (Desempenhos) Identificação de uma acção/tarefa a realizar a partir das respectivas instruções de execução (actividade escolar, utilização de um objecto, realização de um percurso, receita culinária). Identificação de informações em função de um objectivo preciso a partir de textos informativos (aviso, anúncio publicitário, notícia, programa, informação meteorológica em gravação áudio ou vídeo). Identificação de informações em função de um objectivo preciso, a partir de diálogos usuais na vida quotidiana. Identificação de uma personagem, objecto, lugar, a partir da sua descrição (apresentação de uma personagem, região/cidade/paisagem, objecto em gravação áudio ou vídeo). Identificação, numa narrativa transmitida oralmente, de sequências de acontecimentos, de personagens e lugares e suas características, de momentos (LE I). Reconhecimento, numa narrativa transmitida oralmente, de acontecimentos principais e personagens (LE II). Reconhecimento de traços característicos da sociedade e da cultura das comunidades que usam a língua (LE II). Reconhecimento de afinidades/diferenças entre a cultura de origem e a cultura estrangeira (LE II). Identificação de mensagens em textos de relação pessoal e interpessoal (carta, fax, correio electrónico). DOMÍNIOS DE REFFERÊNCIA, TAREFAS E SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM INTERAGIR Ouvir / Falar (Processos) Caracterizar o contexto do acto comunicativo com previsão de possíveis trocas verbais. Seleccionar, no conjunto de saberes disponíveis, enunciados, estruturas linguísticas e vocábulos necessários aos desempenhos comunicativos. Cooperar mutuamente no esclarecimento de significados, de intenções comunicativas, substituições lexicais, entoações. Compensar insuficiências mediante recursos a mímica, gestos, substituições lexicais, entoação. INTERAGIR (Desempenhos) Participação em conversas sobre assuntos do quotidiano. Participação em conversas no contexto das actividades da aula. Auto-apresentação e apresentação de pessoas a partir de tópicos (elementos de identificação, situação familiar, características pessoais, gostos, hábitos) e / ou de elementos linguísticos. Entrevista simulada a partir de tópicos e ou elementos linguísticos (LE II). Adequação de comportamentos comunicativos tendo em conta: os traços característicos da sociedade e da cultura das comunidades que usam a língua. afinidades /diferenças entre a cultura de origem e a cultura estrangeira. Recepção /produção de mensagens em situação de relação interpessoal e social: carta, postal, bilhete (recado, instrução, aviso, saudação...) convite, utilizando canais diversificados (correio postal, fax, correio electrónico). Preenchimento de formulários (ficha de identificação, de inscrição, de leitura...). DOMÍNIOS DE REFERÊNCIA, TAREFAS E SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM - PRODUZIR ORALMENTE Falar (Processos) Caracterizar o contexto do acto comunicativo com previsão de eventuais reacções do público. Seleccionar, no conjunto de saberes disponíveis, enunciados, estruturas linguísticas e vocábulos necessários aos desempenhos comunicativos. Compensar insuficiências mediante recurso a mímica, gestos, entoação, substituições lexicais. 74
75 PRODUZIR ORALMENTE (Desempenhos) Relato de episódios/acontecimentos da vida quotidiana a partir de tópicos e ou elementos linguísticos. Descrição, com o objectivo de dar a conhecer, de objectos, lugares, personagens com apoio visual ou linguístico (LE II). Reprodução de textos poéticos, lengalengas, adivinhas, provérbios, anedotas, canções. Adequação de comportamentos comunicativos tendo em conta: os traços característicos da sociedade e da cultura das comunidades que usam a língua afinidades /diferenças entre a cultura de origem e a cultura estrangeira DOMÍNIOS DE REFERÊNCIA, TAREFAS E SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM-PRODUÇÃO ESCRITA - Escrever (Processos) Seleccionar, no conjunto dos saberes disponíveis, enunciados, estruturas linguísticas e vocábulos necessários aos desempenhos comunicativos. Compensar insuficiências mediante recurso a substitutos lexicais e construções sintácticas mais simples. Rever o texto com utilização de código de correcção, consulta de dicionários e gramáticas. Recolher elementos de apoio: textos, léxico, estruturas gramaticais. Reescrever o texto, no sentido do seu aperfeiçoamento. PRODUZIR POR ESCRITO (Desempenhos) Narração de episódios/acontecimentos da vida quotidiana (página de diário, textos biográficos, notícias de jornal...) a partir de suportes vários: imagens, situações tópicos e ou elementos linguísticos) (LE II). Descrição, com o objectivo de dar a conhecer, de personagens, objectos, lugares, a partir de suportes vários: imagens, situações, tópicos e ou elementos linguísticos) (LE II). Registo estruturado de informações recolhidas em fontes diversas. Adequação de comportamentos comunicativos tendo em conta: os traços característicos da sociedade e da cultura das comunidades que usam a língua. afinidades/diferenças entre a cultura de origem e a cultura estrangeira. SABER APRENDER Participar de forma consciente na construção de uma competência plurilingue e pluricultural. adoptar uma atitude de abertura e tolerância face às línguas e culturas estrangeiras. estabelecer relações de afinidade/contraste entre a língua materna e as línguas estrangeiras. Utilizar estratégias de apropriação da Língua Estrangeira enquanto instrumento de comunicação. reconhecer índices contextuais que permitam a dedução de sentidos. seleccionar, no reportório disponível, recursos que permitam produzir textos adequados às situações comunicativas. utilizar meios de compensação de insuficiências no uso da língua: gestos, definições e paráfrases. Utilizar estratégias de apropriação do sistema da língua estrangeira: estabelecer relações de afinidade / contraste entre os sistemas da língua materna e das línguas estrangeiras analisar e inferir princípios que regem a organização e a utilização da língua, de modo a favorecer a integração dos conhecimentos novos num quadro estruturado que progressivamente se vá enriquecendo Adoptar estratégias e procedimentos adequados às necessidades de aprendizagem próprias: identificar as finalidades das tarefas a executar. identificar dúvidas e dificuldades. gerir adequadamente o tempo na realização das tarefas. relacionar-se bem com os outros. participar adequadamente nas actividades propostas. cooperar de forma produtiva na realização das tarefas em grupo. revelar alguma organização. gerir a tomada da palavra em situações de interacção verbal tendo em vista a eficácia da comunicação. ser assíduo e pontual. avaliar a sua participação no processo ensino aprendizagem. 75
76 9ºANO DOMÍNIOS DE REFFERÊNCIA, TAREFAS E SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM COMPREENDER - Ouvir / Ver ( Processos ) Utilizar conhecimentos prévios sobre o assunto do texto na formulação de hipóteses de sentido. Associar marcas textuais (título, formato, ilustração, palavras-chave) ao assunto e ao tipo de texto. Associar unidades linguísticas do texto ou fornecidas pelo professor (léxico, estruturas gramaticais, categorias semânticas) às ideias principais e secundárias. Deduzir o sentido de palavras e de estruturas gramaticais desconhecidas a partir do contexto, da análise morfológica de palavras e da analogia/contraste com a língua materna. Relacionar elementos do texto que permitam confirmar hipóteses de sentido (elementos lexicais utilizados na referência a uma personagem, a um objecto, a uma acção). Prescindir de compreender o significado de palavras que não são essenciais à compreensão do sentido do texto. Verificar a correcção das hipóteses de sentido formuladas. Rever as hipóteses formuladas, se necessário. Identificar informação em mensagens telefónicas. Identificar traços característicos da sociedade e da cultura das comunidades que usam a língua. Estabelecer relações afinidades / diferenças - entre a cultura de origem e a cultura estrangeira. COMPREENDER TEXTOS ORAIS E ESCRITOS - Ouvir / Ler - (Desempenhos) Identificação de uma acção/tarefa a realizar a partir das respectivas instruções de execução (actividade escolar, utilização de um objecto, realização de um percurso, receita culinária). Identificação de informações em função de um objectivo preciso a partir de textos informativos (aviso, anúncio publicitário, notícia, programa, informação meteorológica em gravação áudio ou vídeo). Identificação de informações em função de um objectivo preciso, a partir de diálogos usuais na vida quotidiana. Identificação de uma personagem, objecto, lugar, a partir da sua descrição (apresentação de uma personagem, região/cidade/paisagem, objecto em gravação áudio ou vídeo). Identificação, numa narrativa transmitida oralmente, de sequências de acontecimentos, de personagens e lugares e suas características, de momentos (LEI). Reconhecimento, numa narrativa transmitida oralmente, de acontecimentos principais e personagens (LE II). Reconhecimento de traços característicos da sociedade e da cultura das comunidades que usam a língua (LE II). Reconhecimento de afinidades/diferenças entre a cultura de origem e a cultura estrangeira (LE II). Identificação de mensagens em textos de relação pessoal e interpessoal (carta, fax, correio electrónico). DOMÍNIOS DE REFFERÊNCIA, TAREFAS E SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM INTERAGIR Ouvir / Falar (Processos) Caracterizar o contexto do acto comunicativo com previsão de possíveis trocas verbais. Seleccionar, no conjunto de saberes disponíveis, enunciados, estruturas linguísticas e vocábulos necessários aos desempenhos comunicativos. Cooperar mutuamente no esclarecimento de significados, de intenções comunicativas., substituições lexicais, entoações. Compensar insuficiências mediante recursos a mímica, gestos, substituições lexicais, entoação. INTERAGIR (Desempenhos) Participação em conversas sobre assuntos do quotidiano. Participação em conversas no contexto das actividades da aula. Auto-apresentação e apresentação de pessoas a partir de tópicos (elementos de identificação, situação familiar, características pessoais, gostos, hábitos) e ou de elementos linguísticos. Entrevista simulada a partir de tópicos e ou elementos linguísticos (LE II). Adequação de comportamentos comunicativos tendo em conta: os traços característicos da sociedade e da cultura das comunidades que usam a língua. afinidades/diferenças entre a cultura de origem e a cultura estrangeira. Recepção/produção de mensagens em situação de relação interpessoal e social: carta, postal, bilhete (recado, instrução, aviso, saudação...) convite, utilizando canais diversificados (correio postal, fax, correio electrónico). Preenchimento de formulários (ficha de identificação, de inscrição, de leitura...). DOMÍNIOS DE REFERÊNCIA, TAREFAS E SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM - PRODUZIR ORALMENTE Falar (Processos) Caracterizar o contexto do acto comunicativo com previsão de eventuais reacções do público. Seleccionar, no conjunto de saberes disponíveis, enunciados, estruturas linguísticas e vocábulos necessários aos desempenhos comunicativos. Compensar insuficiências mediante recurso a mímica, gestos, entoação, substituições lexicais. Avaliar o grau de adequação do desempenho às intenções comunicativas, ao público e ao assunto. 76
77 PRODUZIR ORALMENTE (Desempenhos) Relato de episódios/acontecimentos da vida quotidiana a partir de tópicos e / ou elementos linguísticos (LE II). Descrição, com o objectivo de dar a conhecer, de objectos, lugares, personagens com apoio visual ou linguístico (LE II). Reprodução de textos poéticos, lengalengas, adivinhas, provérbios, anedotas, canções. Adequação de comportamentos comunicativos tendo em conta: os traços característicos da sociedade e da cultura das comunidades que usam a língua. afinidades/diferenças entre a cultura de origem e a cultura estrangeira. DOMÍNIOS DE REFERÊNCIA, TAREFAS E SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM-PRODUÇÃO ESCRITA - Escrever (Processos) Caracterizar o contexto do acto comunicativo, tendo em vista a adequação do texto a produzir. Seleccionar, no conjunto dos disponíveis, enunciados, estruturas linguísticas e vocábulos necessários aos desempenhos comunicativos. Compensar insuficiências mediante recurso a substitutos lexicais e construções sintácticas mais simples. Rever o texto com utilização de código de correcção, consulta de dicionários e gramáticas. Recolher elementos de apoio: textos, léxico, estruturas gramaticais. Reescrever o texto, no sentido do seu aperfeiçoamento. PRODUZIR POR ESCRITO (Desempenhos) Narração de episódios/acontecimentos da vida quotidiana (página de diário, textos biográficos, notícias de jornal...) a partir de suportes vários: imagens, situações tópicos e ou elementos linguísticos) (LE II). Descrição, com o objectivo de dar a conhecer, de personagens, objectos, lugares, a partir de suportes vários: imagens, situações, tópicos e/ou elementos linguístico (LE II). Registo estruturado de informações recolhidas em fontes diversas. Adequação de comportamentos comunicativos tendo em conta: traços característicos da sociedade e da cultura das comunidades que usam a língua. afinidades/diferenças entre a cultura de origem e a cultura estrangeira. Criação de textos com características poéticas a partir de suportes vários: um tópico, um som, uma imagem, uma palavra-chave. SABER APRENDER Participar de forma consciente na construção de uma competência plurilingue e pluricultural: adoptar uma atitude de abertura e tolerância face às línguas e culturas estrangeiras estabelecer relações de afinidade/contraste entre a língua materna e as línguas estrangeiras Utilizar estratégias de apropriação da Língua Estrangeira enquanto instrumento de comunicação. reconhecer índices contextuais que permitam a dedução de sentidos. seleccionar, no reportório disponível, recursos que permitam produzir textos adequados às situações comunicativas. utilizar meios de compensação de insuficiências no uso da língua: gestos, definições e paráfrases. Utilizar estratégias de apropriação do sistema da língua estrangeira. estabelecer relações de afinidade / contraste entre os sistemas da língua materna e das línguas estrangeiras. analisar e inferir princípios que regem a organização e a utilização da língua, de modo a favorecer a integração dos conhecimentos novos num quadro estruturado que progressivamente se vá enriquecendo. Adoptar estratégias e procedimentos adequados às necessidades de aprendizagem próprias: identificar as finalidades das tarefas a executar. planificar actividades. seleccionar, de entre os auxiliares de aprendizagem, os mais adequados. identificar dúvidas e dificuldades. gerir adequadamente o tempo na realização das tarefas. relacionar-se bem com os outros. participar adequadamente nas actividades propostas. cooperar de forma produtiva na realização das tarefas em grupo. organizar e utilizar materiais num processo de trabalho autónomo. gerir a tomada da palavra em situações de interacção verbal tendo em vista a eficácia da comunicação. mobilizar, de entre os recursos disponíveis, aqueles que, num determinado contexto, permitem a resolução de problemas de comunicação imprevistos, a adaptação a situações novas. ser assíduo e pontual. avaliar a sua participação no processo ensino aprendizagem. 77
78 PERFIS DE SAÍDA Competências de comunicação Compreender Interagir Produzir 3º CICLO Perfis de saída Compreende as ideias gerais e de pormenor de um texto em língua corrente sobre aspectos relativos à escola, aos tempos livres, a temas actuais e assuntos de seu interesse pessoal, quando o discurso é claro e pausado. (LEI) Compreende um texto em língua corrente sobre assuntos do quotidiano e da actualidade. Entende acontecimentos relatados, assim como sentimentos e desejos expressos. (LEI) Compreende as ideias gerais de um texto em língua corrente sobre aspectos relativos à escola, aos tempos livres, a temas actuais e assuntos de seu interesse pessoal, quando o discurso é claro e pausado. (LEII) Compreende um texto em língua corrente sobre assuntos do quotidiano. Entende acontecimentos relatados, assim como sentimentos e desejos expressos. (LEII) Participa numa conversa simples sobre assuntos de interesse pessoal ou geral da actualidade. (LEI) Compreende mensagens, cartas pessoais e formulários e elabora respostas adequadas nestas situações de interacção. (LEI) Participa, com exercitação prévia, numa conversa simples sobre assuntos de interesse pessoal ou geral da actualidade. (LEII) Compreende mensagens, cartas pessoais e formulários simples e elabora respostas adequadas nestas situações de interacção. (LEII) Produz enunciados para narrar, descrever, expor informações e pontos de vista. (LEI) Escreve textos estruturados sobre assuntos conhecidos e do seu interesse. (LEI) Produz, de forma simples e breve mas articulada, enunciados para narrar, descrever, expor informações e pontos de vista. (LEII) Escreve textos simples e estruturados sobre assuntos conhecidos e do seu interesse. (LEII) Ciências Sociais e Humanas História, Geografia de Portugal, EMRC História O conhecimento em História resulta dos diferentes vectores que o constituem Temporalidade, Espacialidade e Contextualização. Esse conhecimento visa permitir que o aluno compreenda criticamente a sua realidade para que possa transformá-la através de uma participação consciente e activa na vida da comunidade em que vive. 7º/8º/9º ANOS Temporalidade - Todos os acontecimentos históricos Identifica e caracteriza as fases principais da evolução histórica e dos grandes momentos de ruptura. Localiza no tempo acontecimentos e processos. Distingue ritmos de evolução em sociedades diferentes e no interior de uma mesma sociedade, estabelecendo relações entre passado e presente, aplicando noções emergentes de multiplicidade temporal. Espacialidade Todos os continentes e oceanos Localiza no espaço, com recurso a formas de representação espacial, diferentes aspectos das sociedades humanas em evolução e interacção, nomeadamente alargamento de áreas habitadas / fluxos demográficos, organização do espaço urbano e arquitectónico, áreas de intervenção económica, espaço de dominação política e militar, espaço de expansão cultural e linguística, fluxos / circuitos comerciais organização do espaço rural, estabelecendo relações entre a organização do espaço e os condicionalismos físico-naturais. Contextualização Aplicada a cada realidade abordada Distingue, numa dada realidade, os aspectos de ordem demográfica, económica, social, política e cultural estabelecendo conexões e inter-relações entre eles. Interpreta o papel dos indivíduos e dos grupos na dinâmica social. Reconhece a simultaneidade de diferentes valores e culturas e o carácter relativo dos valores culturais em diferentes espaços e tempos históricos. Relaciona a história europeia e mundial, abordando a especificidade do caso português. Aplica os princípios básicos da metodologia específica da história. 78
79 Geografia 7º ANO Compreender a geografia com ciência. Reconhecer a diversidade de paisagens existentes na superfície da Terra. Compreender as fases do estudo de uma paisagem. Comparar representações diversas da superfície da Terra. Compreender a importância dos elementos fundamentais de um mapa para a sua correcta leitura interpretação. Ler e interpretar globos, mapas, e plantas de várias escalas. Reconhecer a localização dos diferentes lugares da superfície da Terra como sendo a tarefa fundamental da Geografia. Localizar lugares utilizando a legenda, a localização relativa e a localização absoluta. Compreender a diversidade política da Europa. Conhecer os elementos da esfera terrestre. Analisar a importância das coordenadas geográficas para localizar com exactidão qualquer lugar à superfície da Terra. Conhecer as diferentes formas de relevo da Terra. Analisar os contrastes do relevo existente no nosso Planeta. Reconhecer a importância dos rios no modelado da superfície da Terra. Explicar a importância da água para a vida na Terra. Analisar os factores condicionantes da evolução do litoral. Aportar soluções para a degradação do litoral. Compreender as causas e as consequências das catástrofes naturais. Compreender os efeitos das catástrofes naturais na vida humana e no ambiente. Distinguir estado de Tempo de Clima. Compreender a variação diurna e anual da temperatura. Compreender a variação diurna e anual da precipitação. Interpretar gráficos termopluviométricos. Compreender a importância dos elementos e dos factores de clima nas variações climáticas. Identificar os vários tipos de clima. 8º ANO Compreender a diversidade das actividades económicas. Analisar a variedade de recursos existentes na Terra. Reconhecer os problemas do meio Ambiente. Analisar os impactes ambientais das actividades humanas. Reconhecer a agricultura biológica como forma de preservar o equilíbrio ambiental. Problematizar a racionalização das capturas de peixe de forma a impedir a escassez deste recurso. Interpretar, analisar e problematizar os impactes ambientais causados pelas indústrias. Problematizar o uso das energias renováveis e não renováveis. Reconhecer a utilidade dos modos de transporte para o desenvolvimento das regiões. Compreender as noções de distância absoluta, distância-tempo e distância-custo. Reconhecer os problemas sociais e ambientais causados pelos diferentes modos de transporte. Reconhecer a importância das telecomunicações no mundo actual. Problematizar a utilização dos diferentes tipos de telecomunicações. Compreender o conceito de Aldeia Global. 79
80 9º ANO Reconhecer a desigual distribuição da população mundial. Identificar os factores que influenciam a distribuição da população. Explicar a existência das grandes concentrações demográficas e dos desertos humanos. Compreender os vários indicadores demográficos. Caracterizar a evolução da população mundial. Justificar o comportamento demográfico em cada uma das fases do crescimento populacional. Relacionar a evolução da população com o comportamento dos diferentes indicadores demográficos. Problematizar algumas consequências de cada um dos cenários demográficos futuros. Interpretar a estrutura etária de uma população. Relacionar a estrutura etária de uma população com o grau de desenvolvimento de um país. Identificar problemas demográficos e socio-económicos resultantes de estruturas etárias desequilibradas. Justificar a adopção de diferentes políticas demográficas de acordo com a estrutura etária de uma população e do grau de desenvolvimento de um país. Caracterizar a população migrante. Compreender as principais causas e consequências das migrações. Explicar o papel das migrações na redistribuição espacial da população. Identificar os principais elementos de identidade cultural. Reflectir sobre a diversidade cultural existente no mundo. Analisar o comportamento de grupos sociais diferentes num determinado território. Reflectir sobre a diversidade cultural num mundo cada vez mais global. Compreender a diferenciação dos aglomerados populacionais. Analisar os critérios que levam à definição de cidade. Compreender as relações entre a cidade e o campo numa perspectiva de complementaridade. Analisar o crescimento urbano nos diferentes continentes. Compreender as causas que levam ao desigual crescimento urbano no mundo actual. Reconhecer e caracterizar os diferentes tipos de plantas urbanas. Analisar as funções urbanas numa perspectiva profissional de uma cidade. Compreender a diferenciação da organização do espaço urbano. Analisar os diferentes sentidos da expansão urbana. Compreender os problemas das cidades como causas para o êxodo urbano. Distinguir crescimento económico de desenvolvimento. Justificar o aparecimento do conceito de desenvolvimento sustentável. Identificar os diferentes indicadores de medição do desenvolvimento. Caracterizar o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) Explicar a forte dependência dos países em desenvolvimento em relação aos países desenvolvidos. Enumerar alguns obstáculos ao desenvolvimento. Manifestar posições críticas sobre o auxílio prestado aos países em desenvolvimento. Analisar as alterações do ambiente numa perspectiva global. Compreender a Terra como um Sistema Natural em equilíbrio. Analisar os impactes ambientais das actividades humanas. Distinguir crescimento económico de desenvolvimento sustentável. Compreender e analisar os diferentes tipos de poluição. Analisar as funções da atmosfera numa perspectiva bioclimática. Problematizar o conceito de efeito de estufa. Compreender as implicações das alterações climáticas para a vida na Terra. Compreender a necessidade de preservar as grandes massas florestais como forma de proteger a Terra das grandes alterações climáticas. Analisar o conceito de desenvolvimento ambiental como forma de preservação da vida na Terra. Reconhecer a importância das políticas ambientais como forma de preservar o património ambiental. 80
81 Educação Moral e Religiosa Católica As competências gerais da educação básica nesta disciplina são operacionalizadas para que o aluno seja capaz de: Saber estar consigo e gostar de si como ser em desenvolvimento. Assumir a sexualidade na construção do seu projecto de realização humana. Reconhecer-se como ser único e singular, capaz de fazer opções assertivas e de assumir a responsabilidade dos seus actos. Fundamentar a priorização dos valores e dar razões das escolhas pessoais. Conhecer o mundo e pensar criticamente a realidade. Valorizar a cooperação e agir na sociedade de forma criativa e solidária. Respeitar e valorizar os outros na sua diversidade de seres, culturas e formas de estar. Reconhecer e promover o valor do património histórico, ecológico, cultural e humano. Compreender a importância do fenómeno religioso como parte integrante do indivíduo e da sociedade. reconhecer a originalidade do Cristianismo e valorizar o contributo da Igreja Católica na construção da História. Entender de forma consciente a proposta da Mensagem Cristã. Esta operacionalização segue a estrutura a seguir apresentada: I. FORMAÇÃO PESSOAL Pessoa Reconhece a importância dos sentimentos e da afectividade vivendo a dimensão sexual. Aprofunda o conhecimento das características da adolescência aceitando as mudanças fisiológicas próprias da idade. Reconhece a autonomia, a opção livre e a informação adequada como aspectos essenciais para assumir atitudes e comportamentos responsáveis no relacionamento sexual. Vive a liberdade aprendendo a escolher o melhor. Reconhece-se como construtor da sua história pessoal. Consolida convicções e desenvolve atitudes de cidadão ecológico. Aprofunda o fenómeno religioso e toma decisões pessoais, livres e responsáveis face à diversidade de propostas religiosas. Toma consciência da sua situação existencial desenvolvendo um projecto de vida com sentido. II. FORMAÇÃO SOCIAL Comunidade Eu e a família Identifica a família como lugar de comunicação e de desenvolvimento afectivo. Valoriza a família como espaço de encontro e de realização. Reconhece a sexualidade como fonte de vida, de prazer, de comunicação e de complementaridade em ordem à realização inter-pessoal. Eu e o grupo Valoriza as relações inter-pessoais como espaço de construção da felicidade. Reflecte sobre a identidade dos grupos no contexto social do respeito pelas diferenças e pelos direitos de cada um. Eu e a sociedade Reconhece e promove a vivência dos Direitos Humanos. Reflecte criticamente os papéis sexuais estereotipados, recusando expressões da sexualidade que envolvam violência, submissão, dominação e coacção. Vive a fraternidade universal e promove a solidariedade. Constrói a paz promovendo o perdão. Descobre-se como construtor da história humana. Respeita a liberdade dos outros e promove a alteridade. Compreende e promove o valor do Ecumenismo. Identifica dimensões do religioso na cultura. Eu e o Mundo Entende o património ecológico como essencial à vida. Promove e valoriza a preservação do património histórico e cultural. III. Formação RELIGIOSA Identifica géneros literários para conhecer e interpretar a mensagem bíblica. Identifica a procura humana do transcendente Conhece as principais religiões. Compreende a especificidade do Cristianismo e da Igreja católica descobrindo o seu contributo para uma proposta de realização pessoal e social. Reconhece a perspectiva cristã da liberdade, da felicidade e da sexualidade. Reconhece a originalidade, a universalidade e os desafios do Mandamento Novo de Jesus Cristo. 81
82 Matemática EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM A competência matemática, tal como foi definida, desenvolve-se através de uma experiência matemática rica e diversificada e da reflexão sobre essa experiência, de acordo com a maturidade dos alunos. Ao longo da educação básica, todos os alunos devem ter oportunidades de viver diversos tipos de experiências de aprendizagem, sendo importante considerar aspectos transversais destas, assim como a utilização de recursos adequados e, ainda, o contacto com aspectos da história, do desenvolvimento e da utilização da matemática. Assim, todos os alunos devem ter oportunidades de se envolver em diversos tipos de experiências de aprendizagem: Resolução de problemas A resolução de problemas constitui, em matemática, um contexto universal de aprendizagem e deve, por isso, estar sempre presente, associada ao raciocínio e à comunicação e integrada naturalmente nas diversas actividades. Os problemas são situações não rotineiras que constituem desafios para os alunos e em que, frequentemente, podem ser utilizadas várias estratégias e métodos de resolução e não exercícios, geralmente de resolução mecânica e repetitiva, em que apenas se aplica um algoritmo que conduz directamente à solução. A formulação de problemas deve igualmente integrar a experiência matemática dos alunos. Actividades de investigação Numa actividade de investigação, os alunos exploram uma situação aberta, procuram regularidades, fazem e testam conjecturas, argumentam e comunicam oralmente ou por escrito as suas conclusões. Qualquer tema da matemática pode proporcionar ocasiões para a realização de actividades de natureza investigativa. Este tipo de actividades também é favorável à ligação da matemática com outras áreas do currículo. Realização de projectos Um projecto é uma actividade prolongada que normalmente inclui trabalho dentro e fora da sala de aula e é realizada em grupo. Pressupõe a existência de um objectivo claro, aceite e compreendido pelos alunos, e apresentação de resultados. Qualquer tema da matemática pode proporcionar ocasiões para a realização de projectos. Pela sua própria natureza, os projectos constituem contextos naturais para o desenvolvimento de trabalho interdisciplinar. Jogos O jogo é um tipo de actividade que alia raciocínio, estratégia e reflexão com desafio e competição de uma forma lúdica muito rica. Os jogos de equipa podem ainda favorecer o trabalho cooperativo. A prática de jogos, em particular os jogos de estratégia, de observação e de memorização, contribui de forma articulada para o desenvolvimento de capacidades matemáticas e para o desenvolvimento pessoal e social. Há jogos em todas as culturas e a matemática desenvolveu muito conhecimento a partir deles. Além disso, um jogo pode ser um ponto de partida para uma actividade de investigação ou de um projecto. Para além destes tipos de experiências de aprendizagem, os alunos devem ainda ter oportunidades de contactar com aspectos da história, do desenvolvimento e da utilização da matemática, através de: Reconhecimento da matemática na tecnologia e nas técnicas A matemática tem contribuído desde sempre para o desenvolvimento de técnicas e de tecnologias, mesmo quando não são necessários conhecimentos matemáticos para as utilizar. É importante que os alunos realizem actividades que ajudem a revelar a matemática subjacente às tecnologias criadas pelo Homem por exemplo, instrumentos de navegação ou de redução e ampliação - assim como a matemática presente em diversas profissões. Realização de trabalhos sobre a Matemática A matemática e a sua história, os matemáticos e as suas histórias, integrados ou não na história da ciência e no desenvolvimento científico, são uma fonte de conhecimentos favoráveis à aprendizagem. Um trabalho sobre a matemática inclui a pesquisa e a organização de informação, a escrita e a apresentação. Na pesquisa para um trabalho desta natureza é relevante o recurso a fontes documentais e museológicas de tipos diversos. Na apresentação há vários tipos de suportes que podem ser utilizados, nomeadamente escritos, dramatizações, vídeos e informáticos. 82
83 Nos diversos tipos de experiências vividas pelos alunos, devem ser considerados aspectos transversais da aprendizagem da matemática, nomeadamente: Comunicação matemática A comunicação inclui a leitura, a interpretação e a escrita de pequenos textos de matemática, sobre a matemática ou em que haja informação matemática. Na comunicação oral, são importantes as experiências de argumentação e discussão em grande e pequeno grupo, assim como a compreensão de pequenas exposições do professor. O rigor da linguagem, assim como o formalismo, devem corresponder a uma necessidade sentida e não a uma imposição arbitrária. Prática compreensiva de procedimentos A prática de procedimentos não deve constituir uma actividade preparatória, repetitiva, isolada e sem significado; porém, uma prática compreensiva pode promover a aquisição de destrezas utilizáveis com segurança e autonomia. O cálculo mental, o domínio de um algoritmo, a utilização de uma fórmula, a resolução de uma equação, uma construção geométrica, a manipulação de um instrumento, entre muitos outros procedimentos, são destrezas úteis que se adquirem com a prática desde que não seja descurada a sua compreensão e a sua integração em experiências matemáticas significativas. Exploração de conexões Uma componente essencial da formação matemática é a compreensão de relações entre ideias matemáticas, tanto entre diferentes temas de matemática como no interior de cada tema, e ainda de relações entre ideias matemáticas e outras áreas de aprendizagem (a música, as artes visuais, a natureza, a tecnologia, etc.). Actividades que permitam evidenciar e explorar estas conexões devem ser proporcionadas a todos os alunos. Um aspecto importante será o tratamento e exploração matemáticos de dados empíricos recolhidos no âmbito de outras disciplinas, nomeadamente as da área das Ciências Físicas e Naturais, a Geografia e a Educação Física. Os alunos devem, frequentemente, ter a oportunidade de utilizar recursos de natureza diversa: Utilização das tecnologias da aprendizagem da Matemática Todos os alunos devem aprender a utilizar não só a calculadora elementar mas também, à medida que progridem na educação básica, os modelos científicos e gráficos. Quanto ao computador, os alunos devem ter a oportunidade de trabalhar com a folha de cálculo e com diversos programas educativos, nomeadamente de gráficos de funções e de geometria dinâmica, assim como de utilizar as capacidades educativas da rede Internet. Entre os contextos possíveis incluem-se a resolução de problemas, as actividades de investigação e os projectos. Utilização de materiais manipuláveis Materiais manipuláveis de diversos tipos são, ao longo de toda a escolaridade, um recurso privilegiado como ponto de partida ou suporte de muitas tarefas escolares, em particular das que visam promover actividades de investigação e a comunicação matemática entre os alunos. Naturalmente, o essencial é a natureza. 83
84 COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS NÚMEROS E CÁLCULO No domínio dos números e do cálculo, a competência matemática que todos devem desenvolver inclui os seguintes aspectos: O reconhecimento dos conjuntos dos números inteiros e racionais, das diferentes formas de representação dos elementos desses conjuntos e das relações entre eles, bem como a compreensão das propriedades das operações em cada um deles e a aptidão para usá-las em situações concretas. A aptidão para trabalhar com valores aproximados de números racionais de maneira adequada ao contexto do problema ou da situação em estudo. O reconhecimento de situações de proporcionalidade directa e a aptidão para resolver problemas no contexto de tais situações. A aptidão para operar com potências e para compreender a escrita de números em notação científica. GEOMETRIA No domínio da geometria, das grandezas e da medida, a competência matemática que todos devem desenvolver inclui os seguintes aspectos: A aptidão para visualizar e descrever propriedades e relações geométricas, através da análise e comparação de figuras, para fazer conjectura e justificar os seus raciocínios. A aptidão para realizar construções geométricas, nomeadamente quadriláteros, outros polígonos e lugares geométricos. A compreensão do conceito de forma de uma figura geométrica e o reconhecimento das relações entre elementos de figuras semelhantes. A aptidão para resolver problemas geométricos através da construção envolvendo lugares geométricos, igualdade e semelhança de triângulos, assim como justificar os processos utilizados. O reconhecimento do significado de fórmulas e a sua utilização no cálculo de áreas e volumes de sólidos e de objectos do mundo real, em situações diversificadas. A predisposição para identificar transformações geométricas. A tendência para procurar invariantes em figuras geométricas e para utilizar modelos geométricos na resolução de problemas reais. ESTATÍSTICA No domínio da estatística, a competência matemática que todos devem desenvolver inclui os seguintes aspectos: A compreensão das noções de moda, média aritmética e mediana, bem como a aptidão para determiná-las e para interpretar o que significam em situações concretas. A aptidão para comparar distribuições com base nas medidas de tendência central e numa análise da dispersão de dados. O sentido crítico face à apresentação tendenciosa de informação sob a forma de gráficos enganadores e a afirmações baseadas em amostras não representativas. A aptidão para entender e usar de modo adequado a linguagem das probabilidades em casos simples. A compreensão da noção de probabilidade e a aptidão para calcular a probabilidade de um conhecimento em casos simples. ÁLGEBRA E FUNÇÕES No domínio da álgebra e das funções, a competência matemática que todos devem desenvolver inclui os seguintes aspectos: O reconhecimento do significado de fórmulas no contexto de situações concretas e a aptidão para usá-las na resolução de problemas. A aptidão para usar equações e inequações como meio de representar situações problemáticas e resolver equações, inequações e sistemas, assim como para realizar procedimentos algébricos simples. A compreensão do conceito de função e das facetas que pode apresentar, como correspondência entre conjuntos e como relação entre variáveis. A aptidão para representar relações funcionais de vários modos e passar de uns tipos de representação para outros, usando regras verbais, tabelas, gráficos e expressões algébricas. A sensibilidade para entender o uso de funções como modelos matemáticos de situações do mundo real, em particular nos casos em que traduzem relações de proporcionalidade directa e inversa. 84
85 Ciências Naturais Competências Específicas Ao longo da escolaridade básica, ao estudarem Ciências, é importante que os alunos procurem explicações fiáveis sobre o mundo e eles próprios. No 3º ciclo os alunos têm ocasião de alargar a sua compreensão das ideias anteriores pela aplicação possível em áreas diversas: Atender que a correlação entre duas variáveis não significa necessariamente, que uma seja causa de outra. Planificar investigações bem controladas de situações que envolvem variáveis diferentes. Reconhecer que a variação entre medições repartidas de uma quantidade dá a indicação da fidelidade da medida. Atender a que a evidência é, com frequência, incerta e não aponta conclusivamente para uma única explicação. Explicar como o processo científico pode depender de trabalho persistente e cuidadoso, assim como de conjuntura criativa. Reconhecer que as concepções pessoais podem ser influenciadas por afiliações profissionais e sociais. Compreender que muito do que gostaríamos de perceber ainda não pode ser explicado completamente em termos de um modo teórico, devido á complexidade do sistema envolvido, e o melhor que podemos fazer é identificar correlações entre possíveis factores e a probabilidade de conseguir um determinado produto (ex. a ligação entre o fumo do tabaco e as doenças pulmonares, ou entre a ingestão de gorduras e as doenças coronárias). Compreender as ideias de probabilidade e risco. Estar atenta ao conjunto de factores que podem influenciar a vontade das pessoas em aceitar riscos específicos (ex. incineradoras). Distinguir entre questões técnicas (o que é possível) e questões éticas (o que deveria ser feito) quando se consideram problemas envolvendo Ciência e tecnologia e o impacto na sociedade (ex. uso de CFC, construção de centrais nucleares). 85
86 Ciências Físico-Químicas Conteúdos 1. O Universo 2. Sistema Solar 3. O Planeta Terra Conteúdos 1.Energia 1.1 Formas de energia 1.2Transformações e transferências de energia 2. Os materiais 7º ANO Tema organizador: Terra no Espaço Competências Compreensão global da constituição e da caracterização do Universo. Consciencialização de que o conhecimento sobre o Universo se deve a sucessivas teorias cientificas, muitas vezes contraditórias e controvérsias. Reconhecimento da importância de se interrogar sobre as características do Universo. Capacidade de compreender ordens de grandeza de distâncias no Universo. Reconhecimento da necessidade de trabalhar com unidades específicas, tendo em conta as distâncias no Universo. Compreensão global da formação, constituição e caracterização do Sistema Solar. Utilização de escalas adequadas para a representação do Sistema Solar. Reconhecimento de que os fenómenos que ocorrem na Terra resultam da interacção no sistema Sol, Terra e Lua. Conhecimento das fases da Lua e dos eclipses do Sol e da Lua. Compreensão do tipo de trajectória que os planetas descrevem à volta do Sol e da diferença de velocidade dos seus movimentos. Identificação de forças e seus efeitos. Pressão e Unidade SI. Identificação da diferença entre peso e massa. Tema Organizador: Terra em Transformação Competências Capacidade de debater o tema sobre a questão central O que é a energia. Compreensão e distinção dos conceitos transformação e transferência de energia. Reconhecimento da necessidade de construção de casas ecológicas. Conhecimento e utilização eficaz da energia no dia-a-dia. Conhecimento dos mecanismos de transferência de energia como calor. Compreensão da importância das medições, classificações e representações como forma de olhar para o mundo perante a sua diversidade e complexidade. Compreensão das transformações que contribuem para a dinâmica da Terra e das suas consequências a nível ambiental e social. Reconhecimento do contributo da Ciência para a compreensão da diversidade e das transformações que ocorrem na Terra. Classificação dos materiais existentes na Terra, utilizando critérios diversificados. Reconhecimento de que na Terra ocorrem transformações de materiais por acção física e química, indispensáveis à vida na Terra. Conhecimento de procedimentos básicos a ter num laboratório de Química. 86
87 Conteúdos 1. Reacções Químicas 1.1.Explicitação e representação das reacções químicas 1.2 Tipos de reacções químicas 1.3 Velocidade das reacções químicas 2. Som e Luz 2.1 Produção e transmissão de som 2.2 Características, comportamento e aplicações da luz 3.Energia (Do Tema: Terra em transformação, 7º ano) 3.1 Formas de energia 3.2Transformações e transferências de energia 8º ANO Tema organizador: Sustentabilidade na Terra Competências Compreensão da constituição da matéria e suas propriedades. Reconhecimento dos estados físicos da matéria. Distinção entre átomo e molécula. Compreensão do significado de ião. Reconhecimento da existência de iões negativos e positivos, monoatómicos e poliatómicos. Identificação de substâncias tendo em conta a constituição das unidades estruturais. Reconhecimento da necessidade da Química ter uma escrita própria. Discussão à volta da questão De que modo a Ciência e a tecnologia rentabilizam os recursos naturais? Compreensão de que a Química se refere ao modo como os materiais se transformam. Reconhecimento da contribuição da Química para a qualidade de vida, quer na explicação das propriedades dos materiais que nos rodeiam quer na produção de novos materiais. Reconhecimento e identificação de vários tipos de reacções químicas, através de alguns trabalhos práticos. Identificação de reagentes e produtos; reacções de combustão, ácidobase e precipitação e relacionamento com situações comuns. Tradução de equações químicas por equações de palavras. Identificação da escala ph e variações deste valor. Interpretação e aplicação da Lei de Lavoisier. Relacionamento da velocidade das reacções com o tempo que os reagentes demoram a transformar-se em produtos. Realização de experiências de modo a identificar factores que influenciam a velocidade de reacção. Compreensão do que se faz no dia-a-dia para diminuir a velocidade de reacção. Reconhecimento de processos comuns de alteração da velocidade de reacção. Identificação de fontes e tipos de sons. Compreensão da produção e detecção de som. Distinção das várias propriedades do som. Compreensão da importância na escolha de material de isolamento sonoro de casas. Identificação de aplicações do som no dia-a-dia. Compreensão das propriedades, comportamento e aplicações da luz. Distinção entre reflexão regular da luz e difusão da luz. Realização de experiências que evidenciem os fenómenos principais da luz. Interpretação das leis referentes aos fenómenos luminosos. Conhecimento do olho humano de modo a identificar defeitos e visão e suas correcções. Capacidade de debater o tema sobre a questão central O que é a energia. Compreensão e distinção dos conceitos transformação e transferência de energia. Reconhecimento da necessidade de construção de casas ecológicas. Conhecimento e utilização eficaz da energia no dia-a-dia. Conhecimento dos mecanismos de transferência de energia como calor. 87
88 Conteúdos 1.Em trânsito 1.1Segurança e prevenção 1.2Corpos em movimento 1.3Forças e movimento 2.Circuitos eléctricos 2.1 Utilização da electricidade 2.2 Corrente eléctrica 2.3 Energia eléctrica, potência eléctrica e rendimento 3.Classificação de materiais 3.1 Estrutura atómica 3.2 Propriedades das substâncias 3.3 Tabela Periódica 3.4 Ligação química 9º ANO Tema organizador: Viver melhor na Terra Competências Conhecimento de regras de segurança bem como respeito pelo seu cumprimento. Avaliação de aspectos de segurança associados a trânsito. Compreensão de atitudes de prevenção como condição essencial em diversos aspectos. Compreensão da necessidade de manter distância entre corpos em movimento. Distinção entre rapidez média e velocidade. Caracterização de movimentos uniformes e variados. Conhecimento e interpretação das Leis de Newton associadas ao movimento. Conhecimento do conceito de força. Caracterização e determinação da resultante de forças. Indicação de unidades e grandezas relacionadas com o movimento. Interpretação e construção de tabelas e gráficos. Determinação gráfica de distâncias. Conhecimento da importância da utilização de aparelhos eléctricos de forma regrada, com vista à segurança e poupança e energia. Interpretação da constituição e representação esquemática de circuitos eléctricos. Conclui sobre as diferentes instalações de lâmpadas. Infere a função de alguns componentes eléctricos. Reconhecimento da instalação de amperímetros e voltímetros. Identificação de grandezas como: Intensidade da corrente; Resistência eléctrica; Diferença de potencial. Aplicação dos conhecimentos de potência e energia associados à electricidade e seu uso diário Compreensão de como a Ciência e a Tecnologia têm contribuído para a melhoria da qualidade de vida. Identificação, pelas suas características, as partículas constituintes da matéria. Reconhecimento da organização dos elementos na Tabela Periódica. Reconhecimento da contribuição da Química para a qualidade de vida, quer na explicação das propriedades dos materiais que nos rodeiam quer na produção de novos materiais. 88
89 Educação Artística Educação Visual, Expressão Plástica, Design, Técnicas de Pintura, Música, Educação Tecnológica, Tecnologias de Informação e Comunicação, Cerâmica Educação Visual Fruição-contemplação Reconhecer a importância das artes visuais como valor cultural indispensável ao desenvolvimento do ser humano. Reconhecer a importância do espaço natural e construído, público e privado. Conhecer o património artístico cultural e natural da sua região como um valor da afirmação da identidade nacional e encarar a sua preservação como um dever cívico. Identificar e relacionar as diferentes manifestações das artes visuais no seu contexto histórico e sociocultural de âmbito nacional e internacional. Reconhecer e dar valor a formas artísticas de diferentes culturas identificando o universal e particular. Produção-criação Utilizar diferentes meios expressivos de representação. Compreender e utilizar diferentes modos de dar forma baseados na observação das criações da natureza e do homem. Realizar produções plásticas usando os elementos da comunicação e da forma visual. Usar diferentes tecnologias da imagem na realização plástica. Interpretar os significados expressivos e comunicativos das artes visuais e os processos subjacentes à sua criação. Reflexão-interpretação Reconhecer a permanente necessidade de desenvolver a criatividade de modo a integrar novos saberes. Desenvolver o sentido de apreciação estética e artística do mundo recorrendo a referências e a experiências no âmbito das artes visuais. Compreender mensagens visuais expressas em diversos códigos. Analisar criticamente os valores de consumo veiculados nas mensagens visuais. Conhecer os conceitos e terminologias das artes visuais. Para a operacionalização e articulação destes três eixos e por uma questão metodológica enumeramse dois domínios das competências específicas: a comunicação visual e os elementos da forma. Comunicação visual Ler e interpretar narrativas nas diferentes linguagens visuais. Descrever acontecimentos aplicando metodologias do desenho de ilustração, da banda desenhada ou do guionismo visual. Reconhecer através da experimentação plástica a arte como expressão do sentimento e do conhecimento. Compreender que as formas têm diferentes significados de acordo com os sistemas simbólicos a que pertencem. Conceber organizações espaciais dominando regras elementares da composição. Entender o desenho como um meio para a representação expressiva e rigorosa de formas. Conceber formas obedecendo a alguns princípios de representação normalizada. Elementos da forma Compreender as relações do Homem com o espaço: proporção, escala, movimento, ergonomia e antropometria. Representar expressivamente a figura humana compreendendo relações básicas de estrutura e proporção. Compreender a geometria plana e a geometria no espaço como possíveis interpretações da natureza e princípios organizadores das formas. Compreender as relações do homem com o espaço: proporção, escala, movimento, ergonomia e antropometria. Entender visualmente a perspectiva central ou cónica recorrendo à representação através do desenho de observação. Conceber projectos e organizar com funcionalidade e equilíbrio os espaços bidimensionais e tridimensionais. Compreender através da representação de formas os processos subjacentes à percepção do volume. Compreender a estrutura das formas naturais e dos objectos artísticos, relacionando-os com os seus contextos. Perceber os mecanismos perceptivos da luz/cor, síntese aditiva e subtractiva, contraste e harmonia e suas implicações funcionais. Aplicar os valores cromáticos nas experimentações plásticas. Criar composições a partir de observações directas e de realidades imaginadas utilizando os elementos e os meios de expressão visual. 89
90 Expressão Plástica Apropriação das linguagens elementares das artes Adquirir conceitos. Identificar conceitos em obras artísticas. Aplicar os conhecimentos em novas situações. Descodificar diferentes linguagens das artes. Identificar técnicas e instrumentos e ser capaz de os aplicar com correcção e oportunidade. Compreender o fenómeno artístico numa perspectiva científica. Mobilizar todos os sentidos na percepção do mundo envolvente. Aplicar adequadamente vocabulário específico. Aplicar os valores cromáticos nas experimentações plásticas. Realizar composições bi/tridimensionais usando os materiais e técnicas da expressão plástica. Desenvolvimento da capacidade de expressão e comunicação Aplicar as linguagens e códigos de comunicação de ontem e de hoje. Interagir com os outros sem perder a individualidade e a autenticidade. Ser capaz de se pronunciar criticamente em relação à sua produção e à dos outros. Relacionar-se emotivamente coma obra de arte, manifestando preferências para além dos aspecto técnicos e conceptuais. Desenvolver a motricidade na utilização de diferentes técnicas artísticas. Participar activamente no processo de produção artística. Compreender os estereótipos como elementos facilitadores, mas também empobrecedores da comunicação. Ter em conta a opinião dos outros, quando justificada, numa atitude de construção de consensos como forma de aprendizagem em comum. Cumprir normas democraticamente estabelecidas para o trabalho de grupo, gerir o tempo, materiais e equipamentos colectivos, partilhar espaços de trabalho e ser capaz de avaliar esses procedimentos. Desenvolvimento da criatividade Valorizar a expressão espontânea. Procurar soluções originais diversificadas, alternativas para os problemas. Reconhecer a permanente necessidade de desenvolver a criatividade de modo a integrar novos saberes. Seleccionar a informação em função do problema. Escolher técnicas e instrumentos com intenção expressiva. Participar em momentos de improvisação no processo de criação artística. Compreensão das artes no contexto Identificar características da arte portuguesa. Identificar características da arte de diferentes povos, culturas e épocas. Reconhecer através da experimentação plástica a arte como expressão do sentimento e do conhecimento. Valorizar o património artístico. Entender o desenho como um meio para a representação expressiva. Desenvolver projectos de pesquisa em artes. Perceber a evolução das artes em consequência do avanço tecnológico. Perceber o valor das artes nas várias culturas e sociedades e no dia-a-dia das pessoas. Vivenciar acontecimentos artísticos em contacto directo (exposições). Conhecer ambientes de trabalho relacionados com actividades artísticas. 90
91 Design Apropriação das linguagens elementares do DESIGN Adquirir conceitos. Identificar conceitos. Aplicar os conhecimentos em novas situações. Descodificar diferentes linguagens do Design. Identificar técnicas e instrumentos e ser capaz de os aplicar com correcção e oportunidade. Compreender o Design numa perspectiva científica. Mobilizar todos os sentidos na percepção do mundo envolvente. Aplicar adequadamente vocabulário específico, usando o método de Design. Aplicar os valores cromáticos nas experimentações plásticas. Realizar trabalhos bi/tridimensionais. Desenvolvimento da capacidade de expressão e comunicação Aplicar as linguagens e códigos de comunicação de ontem e de hoje. Interagir com os outros sem perder a individualidade e a autenticidade. Ser capaz de se pronunciar criticamente em relação à sua produção e à dos outros. Desenvolver a motricidade na utilização de diferentes técnicas. Utilizar as tecnologias de informação e comunicação na prática do Design. Intervir em iniciativas para a defesa do ambiente, do património cultural e do consumidor no sentido da melhoria da qualidade de vida. Participar activamente no processo de Design. Compreender os estereótipos como elementos facilitadores, mas também empobrecedores da comunicação. Ter em conta a opinião dos outros, quando justificada, numa atitude de construção de consensos como forma de aprendizagem em comum. Cumprir normas democraticamente estabelecidas para o trabalho de grupo, gerir o tempo, materiais e equipamentos colectivos, partilhar espaços de trabalho e ser capaz de avaliar esses procedimentos. Desenvolvimento da criatividade Valorizar a expressão espontânea. Procurar soluções originais diversificadas, alternativas para os problemas. Reconhecer a permanente necessidade de desenvolver a criatividade de modo a integrar novos saberes. Seleccionar a informação em função do problema. Escolher técnicas e instrumentos com intenção expressiva. Inventar símbolos/códigos de representação. Compreensão do DESIGN no contexto Identificar características do Design de diferentes povos, culturas e épocas. Comparar diferentes formas de expressão do Design. Valorizar o património artístico. Entender o desenho como um meio para a representação expressiva. Desenvolver projectos de pesquisa em Design. Perceber a evolução do Design em consequência do avanço tecnológico. Perceber o valor do Design nas várias culturas e sociedades e no dia-a-dia das pessoas. Vivenciar acontecimentos do Design em contacto directo (exposições). Conhecer ambientes de trabalho relacionados com o Design (gabinetes de design, oficinas, fábricas...). 91
92 Técnicas de Pintura Competências Contactar com diferentes tipos de culturas artísticas; Conhecer o património artístico; Explorar diferentes formas e técnicas de criação e de procedimentos comunicacionais; Assimilar as linguagens básicas; Desenvolver a capacidade de expressão e comunicação; Desenvolver a criatividade; Desenvolver as capacidades de observação; Desenvolver o espírito de análise e crítico; Identificar e aplicar as técnicas e instrumentos; Compreender o fenómeno artístico numa perspectiva científica; Aplicar adequadamente o vocabulário específico; Desenvolver a motricidade na utilização de diferentes técnicas artísticas; Aplicar os conhecimentos em novas situações; Utilizar as tecnologias de informação e comunicação na prática artística; Participar no processo de produção artística; Valorizar a expressão espontânea; Conhecer os materiais e técnicas de pintura. 8º ANO Técnicas, materiais e suportes utilizados na pintura -A percepção visual e a forma plástica; -Materiais, instrumentos e suportes; -Os elementos estruturais e compositivos da linguagem plástica; -Técnicas de expressão e práticas de representação na vertente bidimensional. -Importância do desenho; -Desenho de observação; -Representação linear e volumétrica; -Claro-Escuro; -Sombra própria e sombra projectada; -Desenho expressivo. Desenho Cor -Estudo da cor (cor-pigmento, mistura de cores, luz-cor, ). -Aguarela (transparência ); -Acrílico (transparência opacidade, ). Técnicas Pintura com aguarela sobre papel de aguarela Pintura em acrílico sobre tela 92
93 Música Competências Gerais Interpretação e comunicação Criação e experimentação Percepção sonora e musical Culturas musicais nos contextos Temas dos módulos Formas e estruturas (modos de organização e estruturação musicais) Improvisações (exploração da improvisação musical) Melodias e arranjos (em torno da canção) Memórias e tradições (em torno da música portuguesa) Música e movimento (em torno de danças e coreografias) Música e multimédia (as diferentes utilizações dos materiais sonoros e musicais) Música e tecnologias (manipulando sons acústicos e electrónicos) Músicas do mundo (explorando outros códigos e convenções) Pop e Rock (em torno dos estilos musicais) Sons e sentidos (processos de criação musical) Temas e variações (em torno do desenvolvimento de ideias musicais) Competências/Objectivos Desenvolver e aperfeiçoar a prática vocal e instrumental; Produzir e participar em diferentes tipos de espectáculos musicais, vocais e instrumentais; Aprofundar a compreensão e a utilização do vocabulário musical e dos princípios composicionais; Compreender a música como construção humana, social e cultural e as inter-relações com os diferentes quotidianos e áreas do saber; Aprofundar o conhecimento do trabalho de músicos e compositores de culturas musicais diferenciadas; Desenvolver o pensamento crítico que sustente as opiniões, as criações e interpretações: Aprofundar os conhecimentos de utilização de diferentes tecnologias e software; Aprofundar os conhecimentos adquiridos anteriormente Síntese das temáticas musicais Desenvolvimento das competências de utilização e compreensão dos modos diferenciados de organização e estruturação musicais. Exploração e compreensão dos processos de improvisação musical através dos procedimentos jazzísticos e de outros estilos. Compreensão das diferentes formas de criação, composição e arranjos de melodias e canções. Compreensão dos papéis da música na construção da identidade portuguesa através da exploração de diferentes tipos de espectáculos musicais e do teatro musical. Exploração, interpretação e criação de diferentes tipos de músicas em torno do movimento, danças e coreografias. Exploração, compreensão e manipulação de diferentes materiais sonoros e musicais para a produção de determinados efeitos comunicacionais, estéticos e outros. Manipulação dos sons acústicos e electrónicos através, experimentação, criação, interpretação e da exploração das tecnologias MIDI. Exploração, manipulação e compreensão de códigos e convenções de culturas musicais de tradição oral de acordo com os contextos de referência. Identificação, criação e manipulação das características de determinado estilo musical através da utilização de diferentes tecnologias musicais e outras. Exploração, manipulação e compreensão dos diferentes processos de criação musical através da experimentação, composição, interpretação e representações gráficas dos sons. Exploração, e manipulação das diferentes possibilidades de trabalhar uma ideia musical ou outra. 93
94 Educação Tecnológica TECNOLOGIA E SOCIEDADE Tecnologia e desenvolvimento social Impacto social da tecnologia Tecnologia e consumo Compreender que a natureza e a evolução da tecnologia são resultantes do processo histórico. Reconhecer a importância da tecnologia como resposta às necessidades humanas. Ajustar-se às mudanças produzidas no meio pela tecnologia. Fazer escolhas acertadas, enquanto consumidores, seleccionando e eliminando aquilo que é prejudicial ao ambiente. Reconhecer normas de saúde, higiene e segurança pessoal e colectiva, contribuindo para a existência de um ambiente agradável à sua volta. PROCESSO TECNOLÓGICO Objecto técnico Planeamento e desenvolvimento de produtos e sistemas técnicos Predispor-se para proceder à reconstrução sócio-histórica do objecto. Avaliar o desempenho do objecto técnico relativamente às suas funções de uso. Dispor-se a estudar o objecto técnico considerando a análise morfológica, estrutural, funcional e técnica. Ler e interpretar documentos técnicos simples (textos, símbolos, esquemas, etc.). Realizar e apresentar diferentes informações orais e escritas, utilizando vários suportes e diversas técnicas de comunicação. Exprimir o pensamento e as propostas técnicas através de esboços e esquemas gráficos. CONCEITOS, PRINCÍPIOS E OPERADORES TECNOLÓGICOS Materiais Sistemas tecnológicos Estruturas resistentes Movimentos e mecanismos Acumulação e transformação de energia Regulação e controlo Fabricação/construção Conhecer os principais materiais básicos, segundo as suas aplicações técnicas. Predispor-se para avaliar as características que devem reunir os materiais para a construção de um objecto. Comparar os materiais aplicados em diferentes momentos da História. Utilizar os materiais tendo em conta as normas de segurança específicas. Observar e descrever os elementos constitutivos de um dado sistema. Compreender as relações internas e externas entre os componentes de um sistema. Analisar as condições e o modo de funcionamento para que uma estrutura desempenhe a sua função. Identificar e distinguir os diferentes tipos de formas que actuam sobre as estruturas. Ser capaz de distinguir forças de tracção, compressão, flexão, corte e torção. Conhecer e identificar os principais operadores dos sistemas mecânicos básicos. Identificar os diferentes tipos de transmissão e transformação de movimento: circular / circular; circular / rectilíneo; rectilíneo / circular. Ser capaz de montar e desmontar objectos técnicos compostos por mecanismos e sistemas de movimento. Conhecer os principais operadores eléctricos e a sua aplicação prática. Conhecer alguns operadores eléctricos específicos de comando, regulação e controlo. Interpretar instruções de funcionamento de aparelhos e equipamentos comuns. Ler e interpretar esquemas gráficos de informação técnica. Sequenciar as operações técnicas necessárias para a fabricação/construção de um objecto. (*) A desenvolver ao longo do 3. Ciclo 94
95 Tecnologias de Informação e Comunicação 9º ANO Competências Gerais Fomentar a disponibilidade para uma aprendizagem ao longo da vida, como condição necessária a uma adaptação a novas situações e à capacidade para resolver problemas no contexto da sociedade do conhecimento; Promover a autonomia, a criatividade, a responsabilidade, bem como a capacidade para trabalhar em equipa na perspectiva de abertura à mudança, à diversidade cultural, e ao exercício de uma cidadania activa; Fomentar o interesse pela pesquisa, pela descoberta e pela inovação, à luz da necessidade de fazer face aos desafios resultantes; Promover o desenvolvimento de competências na utilização das tecnologias da informação e comunicação que permitam uma literacia digital, generalizada, tendo em conta a igualdade de oportunidades e a coesão social; Fomentar a análise crítica da função e do poder das novas tecnologias de informação e comunicação; Desenvolver capacidades de pesquisar, tratar, produzir e comunicar informação, quer pelos meios tradicionais, quer através das novas tecnologias de informação e comunicação; Desenvolver capacidades para utilizar adequadamente e manipular com rigor técnico aplicações informáticas, nomeadamente em articulação com as aprendizagens e tecnologias específicas das outras áreas de formação; Promover as práticas inerentes às normas de segurança dos dados e da informação; Promover as práticas que estejam relacionadas com os condicionalismos das profissões da área de informática, nomeadamente ergonomia e saúde ocular. Competências Essenciais - Final do 9º Ano Rentabilizar as Tecnologias de Informação e Comunicação nas tarefas de construção do conhecimento em diversos contextos do mundo actual; Mobilizar conhecimentos relativos à estrutura e funcionamento básico dos computadores, de modo a poder tomar decisões fundamentais na aquisição e / ou remodelação de material informático; Utilizar as funções básicas do sistema operativo Windows, fazendo uso das aplicações informáticas usuais; Configurar e personalizar o ambiente de trabalho; Utilizar as potencialidades de pesquisa, comunicação e investigação, cooperativa da Internet, do correio electrónico, e das ferramentas de comunicação em tempo real; Utilizar os procedimentos de pesquisa racional e metódica de informação na Internet, com vista a uma selecção criteriosa da informação; Utilizar um processador de texto, (Word), um aplicativo de criação de apresentações, (Powerpoint), e um programa de cálculo (Excel), evidenciando proficiência. Cooperar em grupo na realização de tarefas; Aplicar as suas competências em TIC em contextos diversificados. 95
96 Cerâmica COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS Estimular o espírito criativo, através do contacto directo com os materiais, sua manipulação e prazer de criai as próprias peças; Compreender através da representação de formas nos processos subjacentes à percepção do volume; Proporcionar o conhecimento de meios tecnológicos utilizados em cerâmica; Desenvolver hábitos de investigação e experimentação; Desenvolver a sensibilidade estética; Conhecer e utilizar correctamente os materiais e instrumentos de trabalho; Desenvolver aptidões técnicas e manuais; Promover a interdisciplinaridade através da aplicação em trabalhos práticos de conhecimentos adquiridos noutras disciplinas; Intervir em iniciativas para a valorização estética dos espaços interiores e exteriores da escola. CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS LIMPAR E AMASSAR TÉCNICA DA COLAGEM MODELAÇÃO ALTO E BAIXO-RELEVO TÉCNICAS DE ACABAMENTO E EXPRESSÃO ESCULTURA TÉCNICAS DE VIDRAGEM O AZULEJO REPRODUÇÃO DE PEÇAS 8º Ano Uniformizar o grau de humidade do barro, melhorar a plasticidade e retirar eventuais bolhas de ar (que podem destruir a peça durante a secagem ou cozedura). Utilização da barbotina ou lambugem para a colagem das diferentes partes que constituem o trabalho (antes de secar). Desenvolver e concretizar projectos bi e tridimensionais. Placas com aplicação do projecto em alto e baixo-relevo. Antes da secagem (estampagem, texturas, gravação, modelação, incrustações, engobes ). Após a secagem (alisamento e polimento ). Após a cozedura (vidragem transparente/opaco, brilhante/mate, e pintura com corantes e óxidos e tintas cerâmicas ). Realização de peças individuais ou em grupo, de acordo com os projectos apresentados pelos alunos, valorizando a criatividade, e a aplicação das técnicas tendo em conta o produto final. Aplicação por mergulho, vertimento, a pincel ou pulverizando com pistola de ar comprimido. Fabrico artesanal do azulejo com a técnica da placa (alto/baixo relevo), pintura em azulejo, vidragem. Interdisciplinaridade com E.V. ou Expressão Plástica para projectar um painel de azulejos a aplicar num espaço exterior da escola. Módulo/Padrão (repetição). Técnica do painel cerâmico (projecto, estudo de cor, decalque, picotagem, transferência do desenho, modelação em relevo, secagem, cozedura, pintura e vidragem). Realização de moldes em gesso de peças criadas pelos próprios alunos. Reprodução por TASSELOS com gesso e barbotina. Desmoldagem, desmontagem, secagem, decoração e acabamento das peças. 96
97 Educação Física Educação Física, Dança Educação Física 7º, 8º e 9º ANOS Competências Gerais Participar activamente nas tarefas da aula e em todas as situações, e procurar o êxito pessoal e do grupo: Relacionando-se com cordialidade e respeito pelos seus companheiros, quer no papel de parceiro quer no papel de adversários; Relacionando-se com cordialidade e respeito pelo professor e aceitar as críticas justificadas; Aceitando o apoio dos companheiros nos esforços de aperfeiçoamento próprio, bem como as opções do(s) outro(s) e as dificuldades reveladas por eles; Interessando-se e apoiando os esforços dos companheiros com oportunidade, promovendo a entreajuda para favorecer o aperfeiçoamento e satisfação própria e do(s) outro(s); Cooperando nas situações de aprendizagem e de organização, escolhendo as acções favoráveis ao êxito, segurança e bom ambiente relacional, na actividade da turma; Apresentando iniciativas e propostas pessoais de desenvolvimento da actividade individual e do grupo, considerando também as que são apresentadas pelos companheiros, com interesse e objectividade; Assumindo compromissos e responsabilidades de organização e preparação das actividades individuais e/ou de grupo, cumprindo com empenho e brio as tarefas inerentes; Analisar e interpretar a realização das actividades físicas seleccionadas, aplicando os conhecimentos sobre técnica, organização e participação, ética desportiva, etc.; Interpretar crítica e correctamente os acontecimentos na esfera da Cultura Física, compreendendo as actividades físicas e as condições da sua prática e aperfeiçoamento como elementos de elevação cultural dos praticantes e da comunidade em geral; Identificar e interpretar os fenómenos da industrialização, urbanismo e poluição como factores limitativos da Aptidão Física das populações e das possibilidades de prática das modalidades da Cultura Física; Elevar o nível funcional das capacidades condicionais e coordenativas gerais, particularmente de Resistência Geral de Longa e Média Durações; da Força Resistente; da Força Rápida; da Velocidade de Reacção Simples e Complexa, de Execução, de Deslocamento e de Resistência; das Destrezas Geral e Específica; Desenvolver a sua capacidade de iniciativa e autonomia promovendo o sentido de responsabilidade; Cumprir as normas de higiene estabelecidas; Apresentar ao longo de todo o ano lectivo um elevado nível de pontualidade e assiduidade; Competências por Área Cooperar com os companheiros para o alcance do objectivo dos Jogos Desportivos Colectivos, realizando com oportunidade e correcção as acções técnico-tácticas elementares em todas as funções, conforme a oposição em cada fase do jogo, aplicando as regras, não só como jogador, mas também como árbitro. Compor, realizar e analisar, da Ginástica, as destrezas elementares de acrobacia, dos saltos, do solo e dos outros aparelhos, em esquemas individuais e/ou de grupo, aplicando os critérios de correcção técnica, expressão e combinação, e apreciando os esquemas de acordo com estes critérios. Realizar e analisar, do Atletismo, saltos, lançamentos, corridas e marcha, cumprindo correctamente as exigências elementares, técnicas e do regulamento, não só como praticante, mas também como juiz. Realizar com oportunidade e correcção as acções técnico-tácticas elementares dos jogos de Raquetas, garantindo a iniciativa e ofensividade em participações «individuais» e «a pares», aplicando as regras, não só como jogador, mas também como árbitro. Realizar com oportunidade e correcção as acções do domínio de oposição em actividades de Combate, utilizando as técnicas elementares de projecção e controlo, com segurança (própria e do opositor) e aplicando as regras, quer como executante quer como árbitro. Utilizar adequadamente os Patins, em combinações de deslocamentos e paragens, com equilíbrio e segurança, realizando as acções técnico-tácticas elementares em jogo e as acções de composições rítmicas «individuais» e «a pares». Apreciar, compor e realizar sequências de elementos técnicos elementares da Dança em coreografias individuais e/ou em grupo, aplicando os critérios de expressividade, de acordo com os motivos das composições. Praticar e conhecer Jogos Tradicionais Populares de acordo com os padrões culturais característicos. Realizar percursos de nível elementar, utilizando técnicas de Orientação, e respeitando as regras de organização, participação, e de preservação da qualidade do ambiente. 97
98 Dança 7º, 8º e 9º ANOS As competências da disciplina de Dança organizam-se em torno de quatro temas referencias, os elementos da dança (CORPO, ESPAÇO, ENERGIA e RELAÇÃO). Quando o CORPO (1) se move, este usa o ESPAÇO (2), usa ENERGIA (3) e promove uma RELAÇÃO (4) consigo, com os outros, com objectos e ambientes. Estes elementos serão desenvolvidos ao longo no 3º ciclo, 7º, 8º e 9º anos, através de um aprofundamento progressivo, devendo conduzir a um conhecimento elementar do movimento humano, tendo em vista uma ideia de dança globalizante, de aprendizagem rigorosa, mas também acessível a todos. O aluno competente em Dança, no final do ensino básico, deverá saber reconhecer e analisar estes quatro temas fundamentais, para poder produzir soluções coreográficas criativas e conducentes a um discurso coreográfico próprio: o O CORPO - o quê? Que movimentos pode o corpo fazer? o O ESPAÇO - onde? Onde pode o corpo dançar? o A ENERGIA como? Que modo, qualidades ou dinâmicas pode o corpo descobrir e assumir? o A RELAÇÃO com quem, com quê em que ambiência? Como é que o corpo se relaciona consigo próprio quando dança sozinho, como se relaciona com o corpo ou corpos de outros quando dança em grupo? Como pode também relacionar-se com coisas e objectos? Como se deixa influenciar por ambientes diversos? Será que estes introduzem outros modos de relação com o seu corpo e consigo próprio? Quanto às áreas de aprendizagem e experimentação, elas deverão centrar-se em três grandes eixos fundamentais: o O fazer INTERPRETAR (a experiência de dançar, o trabalho técnico e expressivo) o O criar COMPOR (a experiência de coreografar, o trabalho da imaginação e da invenção) o O analisar APRECIAR (a experiência de sentir, pensar e intervir elaborando um discurso oral) 98
99 Áreas Curriculares Não Disciplinares O Decreto-Lei 6/2001, de 18 de Janeiro explicita da seguinte forma os princípios orientadores das ACND: A Área de projecto [visa] a concepção, realização e avaliação de projectos, através da articulação de saberes de diversas áreas curriculares, em torno de problemas ou temas de pesquisa ou de intervenção, de acordo com as necessidades e interesses dos alunos; O Estudo acompanhado [visa] a aquisição de competências que permitam a apropriação pelos alunos de métodos de estudo e de trabalho e proporcionem o desenvolvimento de atitudes e de capacidades que favoreçam uma cada vez maior autonomia na realização das aprendizagens; A Formação Cívica, espaço privilegiado para o desenvolvimento da educação para a cidadania, [visa] o desenvolvimento da consciência cívica dos alunos como elemento fundamental do processo de formação de cidadãos responsáveis, críticos, activos e intervenientes, com recurso, nomeadamente, ao intercâmbio de experiências vividas pelos alunos e à sua participação, individual e colectiva, da vida da turma, da escola e da comunidade. Área de Projecto 1º Ciclo Finalidades / Metas Aprender a resolver problemas, partindo das situações e dos recursos humanos e materiais existentes; Desenvolver as actividades de pesquisa e intervenção, promovendo a articulação dos diferentes conhecimentos disciplinares e não disciplinares; Desenvolver as áreas de expressão escrita, oral, tecnológica, artística e outras; Desenvolver a curiosidade intelectual e o gosto pela investigação, pelo trabalho e pelo estudo; Desenvolver competências sociais, como: Comunicação, respeito pelos outros, solidariedade, cooperação, autonomia, negociação, tomada de decisão, gestão de conflitos, respeito pelas normas e critérios de actuação, avaliação de processos e de produtos; Desenvolver a iniciativa, a persistência, a responsabilidade e a criatividade; Elevar o nível da auto-estima e da autoconfiança; Desenvolver capacidades de auto e hetero-avaliação. Estudo Acompanhado - 1º Ciclo Finalidades / Metas Ajudar os alunos na identificação e análise de estratégias de estudo, de acordo com as suas características individuais; Desenvolver nos alunos a capacidade de reconhecer as suas motivações e interesses e ajudá-los a concretizá-los em actividades diversas; Desenvolver-lhes o gosto pelo trabalho e pelo estudo; Desenvolver a sua capacidade de iniciativa, de persistência, de responsabilidade e de criatividade; Ajudá-los a elevar o seu nível de auto-estima e autoconfiança; Desenvolver competências sociais como o respeito pelos outros, a cooperação e a comunicação; Capacitar para uma aprendizagem cada vez mais autónoma; Permitir que o aluno receba feedback sobre a eficácia das estratégias por ele seguidas quando estuda, bem como sobre os métodos de trabalho que utiliza; Proporcionar aos professores informações importantes sobre os estádios de desenvolvimento das competências de trabalho e aprendizagem dos alunos. 99
100 Formação Cívica - 1º Ciclo Finalidades / Metas Proporcionar momentos de reflexão sobre a vida da turma, da escola e da comunidade; Fomentar situações de diálogo e reflexão sobre experiências vivenciadas e preocupações sentidas pelos alunos; de compreensão internacionais; Desenvolver valores e atitudes positivas em relação à sexualidade; Conhecer regras e adquirir hábitos de higiene pessoal e colectiva; Desenvolver competências necessárias ao exercício da cidadania; Promover o desenvolvimento da auto-estima, de regras de convivência social e do respeito mútuo, que contribuam para a formação de cidadãos autónomos, participativos, tolerantes e civicamente responsáveis; Desenvolver os valores da solidariedade e do respeito pela diferença; Proporcionar situações de expressão de opiniões, de tomada de decisão com respeito pelos valores da liberdade e da democracia; Estimular a prática de uma nova aprendizagem das inter-relações do indivíduo com o ambiente, geradora de uma responsabilização individual e colectiva na solução dos problemas ambientais existentes e na prevenção de outros; Criar as condições que permitam a assunção esclarecida e responsável dos papéis de consumidor e/ou de produtor; Garantir a informação adequada à compreensão do significado e das implicações do nosso relacionamento com outros espaços socioculturais e económicos, suscitando uma atitude responsável, solidária e participativa; Fomentar a existência de uma consciência nacional aberta à realidade concreta numa perspectiva de humanismo universalista, de solidariedade e de compreensão internacionais. Área de Projecto Programa das Competências TIC a desenvolver na Disciplina de Área de Projecto 5ºano de Escolaridade Ano lectivo 2008/2009 Objectivos Desenvolver a autonomia e a responsabilidade; Recurso às TIC, como estratégia para o desenvolvimento de trabalho em equipa, através da implementação de modalidades de aprendizagem cooperativa, para que os alunos debatam entre si os problemas e as diferentes formas de os resolver; Promover a utilização das ferramentas informáticas na realização do Projecto, ao mesmo tempo que os alunos vão adquirindo competências no uso das TIC, em contexto de resolução de problemas concretos e práticos, resultantes do trabalho na Turma; Articulação do projecto com as restantes disciplinas, promovendo a interdisciplinaridade. Utilização da plataforma moodle. Área de Projecto 2º e 3º Ciclos A Área de Projecto deve ser desenvolvida em articulação com as áreas curriculares disciplinares e não disciplinares, incluindo uma componente de trabalho dos alunos com as tecnologias da informação e da comunicação devendo constar, explicitamente, do Projecto Curricular de Turma. A Área de Projecto é um espaço privilegiado para abordar temas e problemas transversais às várias disciplinas, numa perspectiva de educação para a cidadania. É uma metodologia que requer a participação de cada membro do grupo, segundo as suas capacidades, com o objectivo de realizar um trabalho conjunto, decidido, planificado e organizado de comum acordo. Envolve trabalho de pesquisa no terreno, tempos de planificação e de intervenção com a finalidade de responder a problemas encontrados, considerados de interesse pelo grupo e com enfoque social. Finalidades / Metas Desenvolver competências sociais, tais como a comunicação, o trabalho em equipa, a gestão de conflitos e a avaliação de processos. Aprender a resolver problemas, partindo das situações e dos recursos existentes. Promover a integração de saberes através da sua aplicação contextualizada. Desenvolver as vertentes de pesquisa e intervenção, promovendo a articulação das diferentes áreas curriculares disciplinares e não disciplinares. Aprofundar o significado social das aprendizagens disciplinares. 100
101 Princípios Orientadores Área discutida, planificada e gerida em conselho de turma; Temáticas centradas em preocupações/ interesses dos alunos; Trabalho concebido numa lógica de integração curricular; Ligação natural entre a Área de Projecto e as disciplinas; Temática não limitada às áreas curriculares leccionadas pelos professores da Área de Projecto; Trabalho de projecto privilegiando o desenvolvimento da autonomia, da criatividade e da iniciativa dos alunos; Colaboração entre os actores envolvidos nos diferentes tipos de iniciativas; Utilização de metodologias de pesquisa diversificadas; Definição da concepção, da execução e da avaliação para cada projecto (quando houver mais do que um). Actividades Prévias: Apresentação, propiciando um clima de confiança; Informação sobre Área de Projecto e Trabalho de Projecto; Considerações sobre o trabalho de grupo na Área de Projecto; Definição de regras para a comunicação oral. Estudo Acompanhado - 2º e 3º Ciclos Finalidades / Metas Desenvolver o gosto pelo trabalho e pelo estudo; Desenvolver a capacidade de iniciativa, de persistência, de responsabilidade e de criatividade; Identificar, seleccionar e aplicar estratégias de estudo, de acordo com as suas necessidades e características individuais; Escolher e aplicar estratégias de resolução de problemas; Exprimir dúvidas e/ou dificuldades; Desenvolver a progressiva autonomia na realização das suas aprendizagens; Pesquisar, organizar, tratar e produzir informação; Avaliar a eficácia das estratégias e métodos de estudo. Participar em actividades individuais e colectivas, de acordo com as normas, regras de convivência e de trabalho. Formação Cívica - 2º e 3º Ciclos Finalidades / Metas Desenvolver a auto-estima; Aprender regras de convivência social e de respeito mútuo, que contribuam para a formação de cidadãos autónomos, participativos, tolerantes e civicamente responsáveis; Adquirir/manter hábitos de vida saudáveis; Desenvolver os valores da solidariedade e do respeito pela diferença; Conhecer, perceber e respeitar a diversidade do mundo; Proporcionar momentos de reflexão sobre a vida da turma, da escola e da comunidade; Fomentar situações de diálogo e reflexão sobre experiências vivenciadas e preocupações sentidas pelos alunos; Proporcionar situações de expressão de opiniões, de tomada de decisão com respeito pelos valores da liberdade e da democracia; Adquirir conhecimentos importantes para a compreensão do funcionamento da sociedade e das suas instituições; Aprender a participar na vida em comunidade; Desenvolver competências necessárias ao exercício da cidadania. 101
102 COMPONENTE DE APOIO À FAMÍLIA (CAF) Pré - escolar Actividades de Animação e Apoio à Família Organização e Gestão De acordo com o estipulado na Lei Quadro da Educação Pré Escolar, em articulação com o Decreto Lei nº 147/97, de 11 de Junho a planificação das actividades de animação e de apoio à família, tendo em conta as necessidades das famílias, é da responsabilidade dos órgãos competentes do Agrupamento, em articulação com os Municípios, envolvendo obrigatoriamente os educadores responsáveis pelo grupo. O tempo das actividades de animação e apoio á família será marcado por um processo educativo informal, tratando-se de um tempo em que a criança escolhe o que deseja fazer, não havendo a mesma preocupação com a necessidade de proporcionar aprendizagens estruturadas como acontece em tempo de actividade educativa / lectiva. A supervisão pedagógica e acompanhamento da execução das actividades de complemento e apoio à família (CAF) são da competência dos educadores responsáveis pelo grupo., realizada após as cinco horas lectivas diárias, no âmbito a componente não lectiva de estabelecimento, e compreende, nos termos do Despacho nº 12591/ 2006, de 16 de Junho: A programação das actividades. A sua realização através de reuniões com os respectivos dinamizadores. A avaliação da sua realização. Reuniões com os encarregados de educação. A planificação das actividades da CAF deve ser comunicada aos encarregados de educação no início do ano lectivo. 102
103 ACTIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR 1º Ciclo Actividades de enriquecimento De acordo com o definido no Despacho nº , de 28 de Junho, todas as Escolas do 1º Ciclo deste Agrupamento de Escolas oferecerão aos seus alunos duas horas diárias de Actividades de Enriquecimento Curricular. Existem constrangimentos em cada uma das escolas que dificultam a implementação destas actividades. O problema principal prende-se com a falta de espaços e com a sua inadequação, assim como a falta de pessoal não docente e o curto espaço de tempo que as escolas dispuseram para se reorganizar. Graças ao espírito de colaboração entre todos os parceiros da Comunidade Educativa envolvidos, associações de pais, autarquia e outras instituições, foi possível ultrapassar as principais dificuldades e criar as condições mínimas para implementar este programa. A Câmara Municipal de Coimbra assumiu-se como entidade promotora destas actividades e foi celebrado com esta instituição um protocolo de colaboração. Para além do município, a quem cabe a gestão financeira do projecto e o recrutamento dos docentes, foi necessário estabelecer alguns acordos com Instituições de Solidariedade Social visando a disponibilização de espaços e/ou de recursos humanos. A supervisão pedagógica das actividades e o Apoio ao Estudo é da responsabilidade dos professores titulares de turma. Actividades de Enriquecimento Curricular Carga Horária Semanal Observações Inglês 45 min. X 3 45 min. X 2 Ensino da Música 45 min. X 2 Actividade Desportiva 45 min. X 3 3º/4º Ano 1º/2º Ano Expressão Artística 45 min. X 3 1º/2º Ano Apoio ao Estudo 45 min. X 2 Apoio à Família Escola Parceiros Tipo de Colaboração EB1 de Montes Claros EB1 dos Olivais EB1 Martim de Freitas EB1 de Sta. Cruz EB1 da Conchada EB1 de Coselhas Cáritas Caspae Caspae Escola Secundária Jaime Cortesão Fundação Beatriz Santos Centro Social Sagrada Família Fundação Beatriz Santos Disponibilização de pessoal não docente Componente de Apoio à Família. Serviço de Refeições Dinamização das actividades de Enriquecimento Curricular Componente de Apoio à Família. Serviço de Refeições Dinamização das actividades de Enriquecimento Curricular Componente de Apoio à Família. Dinamização das actividades de Enriquecimento Curricular Disponibilização de instalações Serviço de Refeições Componente de Apoio à Família. Dinamização das actividades de Enriquecimento Curricular Componente de Apoio à Família. Serviço de Refeições Dinamização das actividades de Enriquecimento Curricular Fornecimento de refeições Dinamização das actividades de Enriquecimento Curricular Local de Realização Escola Escola EB2,3 Martim de Freitas Refeitório da Escola Jaime Cortesão Escola Instalações do Centro Social Sagrada Família Escola EB1 da Rocha Nova A Câmara Municipal de Coimbra estabeleceu acordos com diversas IPSS para a execução das actividades de enriquecimento Curricular. Assim, o processo de recrutamento e selecção dos docentes será feito pelas entidades executoras. 103
104 Projectos e Clubes 2º e 3º Ciclos Clubes Na escola sede as ofertas de actividades de enriquecimento curricular passam pelos diferentes clubes 6. No ano lectivo 2008/2009 os clubes a funcionar serão os seguintes: Clubes temáticos Objectivos/Finalidades Aprender a comunicar e estar atento ao meio. Treinar várias Jornalismo competências comunicativas. 7 Estimular o espírito criativo através do contacto directo com os Cerâmica materiais, sua manipulação e prazer de criar as próprias peças. 8 Aprender a dançar; adquirir resistência geral e flexibilidade; obter Dança êxito pessoal e de grupo. Incentivar o gosto pela prática da música de conjunto organizada e Música orientada para a apresentação pública em espectáculos de escola. Desenvolver atitudes de preservação e valorização do património. Conhecer o património da zona em que a escola está inserida. Património Incentivar o gosto pela descoberta Compreender a história Nacional a partir da História Local. Desenvolver a apetência pelas novas tecnologias, capacidade de Informática e Multimédia autonomia, responsabilidade e trabalho em grupo; tratar, produzir, pesquisar e comunicar informações através das novas tecnologias. Fomentar o gosto pelas Ciências; organizar actividades experimentais, Magia da Física e da Química favorecendo a criatividade e a autonomia dos alunos. 9 Promover a prática das actividades desportivas constantes no Projecto Desporto escolar de Desporto Escolar Atelier de Francês Motivar para aprender uma outra língua e uma outra cultura; Conhecer a língua e na cultura francesa ( destinado a alunos do 1º Desenvolver o gosto pela aprendizagem de uma forma lúdica da LEciclo) francês. Criação de apetência pelas novas tecnologias ligadas à ciência, e às energias; Criação de competências a nível do desenvolvimento de trabalho em equipa; Compreensão de novos conceitos ligados às ciências e utilização dos conhecimentos em novas situações; Aquisição de competências para a montagem de componentes; Robótica Aquisição de capacidades críticas para a análise e resolução de problemas; Desenvolvimento de conhecimentos e competências a nível multidisciplinar e transdisciplinar. Desenvolvimento de capacidades de socialização e participação em provas envolvendo novos colegas; Desenvolvimento de competências a nível de tratamento de dados e comunicação de resultados Ainda haverá a oferta de ATL, com inscrição prévia. Nota A prioridade será dada aos alunos que já frequentaram o Clube no ano anterior. Nota A prioridade será dada aos alunos que já frequentaram o clube no ano anterior; alunos que tenham opção de dança não se poderão inscrever; as vagas serão preenchidas por alunos do 5º ano. Futsal (Infantil B Masc. e Iniciado Masc.); Basquetebol (Infantil B. Fem.); Voleibol (Infantil B. Masc. e Fem.) 104
105 Projectos Projecto Ponto Electrão (1º, 2º e 3º ciclos) Projecto Nacional de Educação pelos Pares Plano Nacional de Leitura Laboratório da Matemática Educação para a Saúde Crescer Saudável (1º, 2º e 3º ciclos) Comemoração do Centenário da República Sala de Estudo Orientado Objectivos Desenvolver o conceito de sexualidade humana com base no relacionamento interpessoal. Promover o fortalecimento das competências pessoais e sociais dos adolescentes. Estimular a prevenção de comportamentos de risco no âmbito da sexualidade. Explorar conteúdos relacionados com a sexualidade humana e a prevenção da infecção VIH/SIDA. Desenvolver e alicerçar o gosto pela leitura e estimular o prazer da escrita. Premiar os melhores leitores. Dar a conhecer a vida e obra de um escritor com uma profunda ligação à cidade de Coimbra. Apreciar a leitura de textos de vários géneros literários. Promover a leitura autónoma. Facilitar o contacto com os livros. Divulgar novidades editoriais. Conhecer a obra de autores infanto-juvenis. Realizar aulas de acordo com as novas tendências de trabalho colaborativo. Possibilitar quer actividades individuais quer em grupo. Promover a realização de actividades de investigação. Promover a utilização de material informático disponível. Promover a realização de actividades lúdicas, que despertem a curiosidade e o gosto pela disciplina. Promover trabalhos sobre a História da Matemática. Implementar reuniões de trabalho colaborativo entre os professores. Estimular a partilha de ideias. Rentabilizar os equipamentos e materiais didácticos. Inculcar nos cidadãos, tanto em termos individuais como colectivos, uma maior responsabilidade nas opções que dizem respeito à Saúde e bem-estar. Modificar comportamentos e hábitos geradores de doença. Promover a adopção de estilos de vida saudáveis. Identificar a diversidade de factores que influenciam a saúde. Compreender que o Homem tem uma acção importante na preservação da saúde. Desenvolver o sentido de responsabilidade de cada um na promoção da sua saúde e da Comunidade. Desenvolver e promover o estudo e a investigação da história contemporânea em geral e da História de Portugal no quadro nacional e internacional, mantendo uma actividade constante e programada, adequando e Concertando os princípios e prioridades do programa científico com a formação de investigadores e a divulgação dos resultados do seu trabalho; Contribuir para a promoção de uma cultura de base histórica, indispensável ao desenvolvimento sustentado e generalizado da sociedade do conhecimento, através de acções e projectos de natureza científica e da divulgação activa dos seus resultados recorrendo as várias plataformas de comunicação, desde a publicação convencional às novas tecnologias da informação; Intensificar o grau e os meios de internacionalização dos estudos e das investigações sobre história contemporânea, estimulando intercâmbios, desenvolvendo parcerias e trabalho em rede, promovendo a análise comparada e a interdisciplinaridade; ao nível da instituição de acolhimento. Assegurar o ensino e a formação no domínio da história contemporânea no Departamento de História da FCSH (1º, 2º e 3º ciclos) e colaborar com outras áreas disciplinares em iniciativas diversas; Esclarecer de dúvidas e auxílio na resolução de tarefas sobre os conteúdos curriculares nas diferentes áreas disciplinares; Apoiar na realização de trabalhos de casa; Organização dos cadernos diários; Apoio nas técnicas de estudo; Resolução de fichas de trabalho; Realização de trabalhos de grupo; Utilização de manuais, dicionários, prontuários, jornais, revistas; Orientação na realização de pesquisas; Pesquisa via Internet; Acesso a salas de estudo virtuais disponíveis na Internet; Utilização dos computadores para trabalhos escolares; Utilização de jogos didácticos de diversas disciplinas. 105
106 Diálogo Intercultural (1º,2º e 3º ciclos) Escola Para Pais Eco Escola ( 1º, 2º e 3º ciclos) Gabinete de Aptidão Física Faz Portugal Melhor (1º, 2º e 3º ciclos) Tutorias Plano de Melhoria Dia da Escola Aberta Laboratório de Línguas Poupança/Gestão do Dinheiro (1º Ciclo) Desenvolvimento de competências parentais em Pais e Encarregados de Educação de alunos da Escola Martim de Freitas. Encorajar acções e reconhecer o trabalho desenvolvido pela Escola em benefício do ambiente. Envolvimento de toda a Escola Martim de Freitas e da Comunidade Local. Valorizar e gerir os recursos naturais - ar, água e solo, de modo a evitar um desastre ecológico que pode conduzir a humanidade a um ponto de não retorno. Desenvolver uma ética universal alertando a comunidade para a necessidade de mudar os nossos hábitos. Realizar um trabalho específico de desenvolvimento da aptidão física e aconselhamento sobre boas práticas alimentares, actuando na prevenção e diminuição dos índices de obesidade e sobrepeso da população escolar; Prevenir desequilíbrios e/ou défices alimentares e nutricionais; Ensinar os alunos a enquadrar a actividade física como parte fundamental do seu quotidiano, aprendendo a avaliar os seus níveis de aptidão física, interpretar os resultados da avaliação e planear programas pessoais; Avaliar um conjunto de capacidades físicas e valores antropométricos que permitam caracterizar a população escolar no que diz respeito à sua aptidão física e composição corporal; Facultar aos alunos um meio para eles próprios aprenderem a avaliar e planear a sua actividade física. Sensibilizar para diversidade linguística e cultural; Desenvolver uma competência global de comunicação integradora do uso de várias linguagens; Promover uma relação positiva com uma língua estrangeira; Permitir uma dinâmica interactiva ao nível do agir e do comunicar; Promover atitudes de autoconfiança e de empenhamento no saber-fazer; Estimular a capacidade de concentração e memorização; Utilizar a língua estrangeira em contextos lúdicos; Discriminar e reproduzir sons, entoações e ritmos em realizações linguísticas consideradas pertinentes; Desenvolver a memorização, apoiada em vários tipos de suportes visuais, auditivos e gestuais; Reproduzir enunciados curtos de situações de comunicação; Produzir enunciados orais; Transcrever enunciados orais; Facilitar a aprendizagem de uma língua estrangeira através do uso de material informático; Cooperar com os outros nas regras negociadas e estabelecidas; Promover e estimular na comunidade escolar uma atitude positiva perante as Tecnologias de Informação e Comunicação; Possibilitar a partilha de experiências inovadoras e saberes, que se vão construindo por uma prática pedagógica quotidiana; 106
107 Visitas de estudo As visitas de estudo constituem estratégias pedagógico-didácticas que visam contribuir para a valorização dos saberes e, consequentemente, para a formação integral do aluno, cabendo a análise das propostas apresentadas e a sua aprovação ao Conselho Pedagógico. As visitas de estudo devem ser: orientadas fundamentalmente para proporcionar aos alunos experiências educativas que complementam matérias leccionadas; planeadas, de preferência, no início do ano lectivo, no âmbito dos órgãos de gestão intermédia e ter carácter interdisciplinar. A mesma turma não deve multiplicar visitas, mas antes integrar os objectivos perseguidos pelas várias disciplinas numa visita comum; planificadas através de roteiro pormenorizado, destinado a alunos e professores ; comunicadas em tempo útil a todos os professores da turma; comunicadas aos encarregados de educação através de uma ficha de planificação de actividades em que haja indicações do local de destino, itinerário, data, horário, participantes, objectivos e processo de avaliação. Outras condições para a realização das visitas de estudo: Os alunos só poderão tomar parte na visita de estudo desde que expressamente autorizados pelo encarregado de educação; Cada turma será acompanhada por professores, tendo em conta o número de alunos e as suas características. Nas escolas do 1º ciclo, as turmas deverão ser sempre acompanhadas por um mínimo de 2 elementos, um docente e um não docente, sendo um deles o professor titular ou, excepcionalmente, o coordenador do estabelecimento; Os organizadores da visita devem entregar antecipadamente : a lista dos alunos participantes ao DT ou ao coordenador do estabelecimento; comunicação da actividade aos respectivos professores, no caso dos 2º e 3º ciclos; lista de professores acompanhantes e de alunos participantes ao CE; lista de alunos participantes ao SASE. 107
108 Dificuldades de Aprendizagem e Necessidades Educativas Especiais No âmbito da elaboração e readaptação do projecto curricular de turma, devem os conselhos de turma e os departamentos curriculares propor estratégias conducentes à integração e ao sucesso educativo dos alunos que apresentem insucesso escolar ou necessidades educativas especiais. Medidas previstas pelo Decreto-Lei nº 3/2008 de 7 de Janeiro Artigo 16º Adequação do processo ensino e de aprendizagem 1-.A adequação do processo de ensino e de aprendizagem integra medidas educativas que visam promover a aprendizagem e a participação dos alunos com necessidades educativas especiais de carácter permanente. 2-Constituem medidas educativas referidas no número anterior: a)apoio pedagógico personalizado; b)adequações curriculares individuais; c)adequações no processo de matrícula; d)adequações no processo de avaliação; e)currículo específico individual; f)tecnologias de apoio. Artigo 25º Unidades de ensino estruturado para a educação de alunos com perturbações do espectro do autismo 1-As unidades de ensino estruturado para a educação de alunos com perturbações do espectro do autismo constituem uma resposta educativa especializada desenvolvida em escolas ou agrupamentos de escolas que concentrem alunos que manifestem perturbações enquadráveis nesta problemática. 2-A organização da resposta educativa para alunos com perturbações do espectro do autismo deve ser determinada pelo grau de severidade, nível de desenvolvimento cognitivo, linguístico e social, nível de ensino e pela idade dos alunos. Causas do Insucesso A identificação das causas do insucesso é essencial para a escolha de estratégias adequadas para a sua resolução. As causas têm, normalmente, origem nos seguintes problemas: Problemas relacionados com a família onde o aluno está inserido; Problemas de ordem diversa relacionados directamente com o aluno; Problemas relacionados com a escola. A escola deverá procurar dar resposta adequada e possível às causas relacionadas com a família, devendo a sua intervenção incidir essencialmente nas causas directamente relacionadas com o aluno e com a escola, envolvendo sempre a família na resolução deste tipo de problemas. 108
109 Procedimentos Os alunos com necessidades educativas especiais (NEE) são sinalizados pelos encarregados de educação mediante apresentação de um relatório médico, pelo professor titular da turma (1º ciclo) ou por qualquer professor do conselho de turma ( 2º e 3º ciclos), os quais dão conhecimento ao coordenador do conselho de docentes (1º ciclo) ou ao director de turma ( 2º e 3º ciclos). Uma vez sinalizados, o coordenador de conselho de docentes ou o director de turma deverão convocar uma reunião em que participam o conselho de docentes e o professor de educação especial ou o conselho de turma e o professor de educação especial para análise da situação do aluno. Nos casos em que não existe relatório médico, será elaborada uma ficha onde constam os dados que deram origem à sinalização do aluno, Esta ficha é enviada aos Serviços de Psicologia e Orientação que procedem à avaliação do aluno, após a autorização expressa pelo encarregado de educação, que deve ser convocado para o efeito. No processo do aluno devem ficar claramente definidas as dificuldades bem como as medidas a aplicar com vista à integração e ao sucesso educativo. Em relação aos alunos que revelem dificuldades de aprendizagem ou insucesso em qualquer disciplina, os conselhos de turma ou o professor titular de turma devem elaborar num plano de recuperação, no 1º ou no 2º momentos de avaliação, sempre que se encontrem nas seguintes condições: O aluno não desenvolveu as competências essenciais para poder progredir (1º ciclo). O aluno obteve três ou mais níveis inferiores a 3 (2º e 3º ciclos). Estratégias de recuperação Os Planos de Recuperação e de Acompanhamento podem integrar as seguintes modalidades, entre outras: A implementar pelas escolas Estratégias diferenciadas na sala de aula, que pode passar pela realização de exercícios adequados às dificuldades dos alunos. Consolidação de conteúdos essenciais, dedicando mais tempo e maior número de exercícios à sua aprendizagem. Programas de tutoria para apoio a estratégias de estudo, orientação e aconselhamento do aluno. Aulas de compensação em qualquer momento do ano lectivo. Aulas de apoio ou de reforço das aprendizagens, quando se prevê que esta medida é adequada. Articulação vertical das disciplinas: cada nível de ensino terá de consolidar as aprendizagens. Que se tornam condição essencial para a progressão no ano lectivo seguinte. Outras formas de avaliação para além da aplicação de fichas de avaliação; alteração do tipo de questões em fichas de avaliação; etc. 109
110 Mobilização do Estudo Acompanhado para actividades que visem a aquisição de competências essenciais às disciplinas/áreas em que os alunos apresentam mais dificuldades. Informação regular do DT/professor Titular sobre a situação do aluno. Organização de programas de ensino específico da língua portuguesa para alunos oriundos de países estrangeiros. Aulas de Apoio - EB 2,3 Martim de Freitas As aulas de apoio são destinadas às disciplinas em que os alunos apresentam mais dificuldades: Língua Portuguesa, Inglês, Francês, Matemática, Físico-Químicas, História, Geografia, Ciências da Natureza e Ciências Naturais. As aulas de apoio funcionarão em grupos de nível. Plano da Matemática II Agrupamento Martim de Freitas As turmas de 5º e 7º anos têm aulas de apoio para alunos com dificuldades. Há professores no Laboratório de Matemática para treinar os alunos para as competições de Matemática e desenvolver outras actividades. 45 minutos de Estudo Acompanhado são destinados a Matemática. (5º e 7º anos) Um professor do 2º ciclo desenvolverá actividades com alunos do 3º ano que frequentam o 1º CEB. (45 minutos/turma) Sala de Estudo EB 2,3 Martim de Freitas OBJECTIVOS GERAIS Esclarecimento de dúvidas e auxílio na resolução de tarefas sobre os conteúdos curriculares nas diferentes áreas disciplinares; Apoio na realização de trabalhos de casa; Organização dos cadernos diários; Apoio nas técnicas de estudo; Resolução de fichas de trabalho; Realização de trabalhos de grupo; Utilização de manuais, dicionários, prontuários, jornais, revistas; Orientação na realização de pesquisas; Pesquisa via Internet; Acesso a salas de estudo virtuais disponíveis na Internet; Utilização dos computadores para trabalhos escolares; Utilização de jogos didácticos de diversas disciplinas. 110
111 OBJECTIVOS METACOGNITIVOS Criação de um espaço de diálogo e entreajuda que fomente a autonomia, a auto-confiança, a criatividade, a partilha de saberes e experiências entre alunos; Tomada de consciência da importância da partilha solidária de saberes; Desenvolvimento de atitudes e hábitos de trabalho autónomo ou em grupo; Descoberta da importância da auto-aprendizagem; Desenvolvimento de competências para a construção de saberes; Consolidação de conhecimentos, aprendizagens, técnicas de estudo e métodos de trabalho. Aquisição de instrumentos por parte dos alunos para melhorar o seu desempenho; Percepção das necessidades por parte dos alunos para melhorar a sua própria aprendizagem. OBJECTIVOS ESPECÍFICOS LIGADOS À REALIDADE DA NOSSA COMUNIDADE ESCOLAR Apoio a alunos com dificuldades de aprendizagem e/ou necessidade de uma orientação no seu estudo; Recepção de alunos após o horário lectivo dos mesmos; Participação dos alunos na vida escolar, designadamente através de uma ocupação construtiva dos tempos livres. MODALIDADE DE FUNCIONAMENTO A S.E. funciona segundo duas modalidades: frequência obrigatória e facultativa. A frequência é obrigatória para os alunos indicados pelo Conselho de Turma (depois de autorizados pelos Encarregados de Educação. A frequência voluntária destina-se à comunidade escolar em geral e àqueles que necessitem de ficar na escola, para além do seu horário lectivo. Para os alunos indicados pelos Conselhos de Turma, em regime de frequência obrigatória, deve existir um dossier contendo o horário e o nome do aluno, assim como uma ficha individual para registo de presenças e de actividades realizadas. As faltas serão comunicadas mensalmente aos respectivos Directores de Turma. Os alunos de frequência facultativa deverão ter uma ficha individual para registo de presença e de actividades realizadas. Estes dados serão comunicados ao respectivo Director de Turma no final de cada período. 111
112 Por fim, os professores registarão em dossier próprio a sua presença, actividades desenvolvidas e outras informações pertinentes (número de alunos, disciplina requisitada, ano/turma etc.). 112
113 PERFIL DO ALUNO A S.E. é aberta a toda a comunidade escolar. Terão prioridade, contudo, os alunos indicados pelos Conselhos de Turma para frequência obrigatória, cujo perfil deverá genericamente ser o seguinte: Revelem vontade de aprender (condição essencial) Não saibam estudar Não tenham adquirido hábitos de trabalho Sejam pouco organizados Não tenham um meio familiar propício ao estudo Revelem dificuldades na compreensão de textos Precisem de um apoio mais individualizado Apoio a Língua Portuguesa para Alunos Estrangeiros Programa de Iniciação (A1, A2) curso anual de 55 horas AVALIAÇÃO DE DIAGNÓSTICO COMPETÊNCIAS/CONTEÚDOS 113 Temáticas do domínio educativo, pessoal e social cumprimentar apresentar e apresentar-se convidar despedir-se pedir desculpa informar-se sobre moradas e telefones identificar alguém fazer descrições físicas descrever e qualificar locais e ambientes fazer pedidos simples pedir a conta manifestar necessidade localizar objectos no espaço pedir informação sobre as horas informar-se sobre transportes, horários, trajectos, etc. exprimir desconhecimento informar e informar-se sobre o dia do mês, da semana e sobre o tempo atmosférico Justificar-se pedir confirmação exprimir opinião falar ao telefone fazer sugestões; combinar encontros manifestar agrado e desagrado exprimir factos habituais manifestar imprecisão, decepção e irritabilidade reforçar uma ideia fazer comparações confirmar factos exprimir-se vagamente descrever acções simultâneas relatar ocorrências exprimir ordem, consequência, probabilidade aconselhar pedir confirmação/ confirmar concordar/ discordar manifestar desconhecimento e surpresa exprimir consequência incutir confiança e esperança
114 ACTIVIDADES MATERIAL AVALIAÇÃO DE DIAGNÓSTICO COMPETÊNCIAS/CONTEÚDOS expressar-se de forma indefinida manifestar desejo fazer comparações implícitas escrever uma carta informal referenciar o tempo no espaço alterar planos apresentar críticas interrogar-se sobre factos e qualificá-los descrever sensações transmitir e exprimir ordens incutir ânimo aconselhar e propor soluções exprimir alívio formular hipóteses exprimir incerteza e eventualidade no futuro manifestar recusa e admiração transmitir progressão dentro da acção relacionar os elementos dentro do discurso transmitir o início e continuidade da acção exprimir eventualidade em relação a factos passados, presentes e futuros manifestar incerteza e condição formular pedidos formais expor ideias, opiniões e objectivos fazer previsões redigir postais informais redigir cartas formais leitura de textos compreensão de enunciados orais simulação produção de diálogos manual banda desenhada gravações áudio Programa Intermédio (B1) e Avançado (B2, C1) Temáticas do domínio educativo, pessoal e social CONTEÚDOS GRAMATICAIS exprimir o tempo presente; quantificar exprimir o tempo passado exprimir o tempo futuro; evitar nomear o sujeito discurso directo e indirecto; contracção e colocação de formas pronominais exprimir negação; expressões de significação imprecisa exprimir a comparação e a condição exprimir hipótese, condição e consequência exprimir a concessão e restrição exprimir finalidade e consequência exprimir a causa valorizar elementos do enunciado por processos enfáticos; valores do gerúndio o pretérito mais-que-perfeito simples; processos de reformulação do enunciado exprimir temporalidade valores aspectuais do verbo exprimir modalidade estratégias para uma análise de texto 114
115 ACTIVIDADES MATERIAL DIÁLOGOS «meter conversa» com um desconhecido verificar e confirmar a atenção do interlocutor demonstrar interesse e desinteresse por um assunto demonstrar surpresa e pedido de confirmação esclarecer afirmações e atitudes interromper alguém e tomar a palavra colocar objecções, lamentar-se e congratular-se dar continuidade a uma conversa convites formais/informais e graus de recusa desmarcar um encontro mudar de assunto; retomar o assunto evitar responder directamente ser evasivo comunicação gestual portuguesa processos para sair da conversa leitura de textos compreensão de enunciados orais dramatização e simulação ordenação de parágrafos de um texto exposição oral de ideias sobre assuntos de actualidade produção de textos utilitários actividades lúdicas manual do aluno artigos de jornal peças radiofónicas documentos icónicos banda desenhada audiovisuais Tutorias Os programas de tutoria devem prever no horário do professor-tutor e do aluno um conjunto de horas semanais para o seu encontro. Dado que a tutoria só deve ser aplicada a alunos que necessitam de uma orientação específica nas actividades escolares e/ou no seu comportamento, não deve haver tutorias com número de encontros semanais inferior a 2 horas. O número de horas, contudo, depende da necessidade do aluno e deve ser ponderado criteriosamente pelo conselho de turma. Serviços de Psicologia e Orientação Os Serviços de Psicologia e Orientação (S.P.O.) são, de acordo com a Lei 46/86 de 14/10 e Decreto-lei nº190/91 de 19/09, unidades especializadas de apoio educativo com autonomia técnica e dever de confidencialidade. Compõem os S.P.O. um professor conselheiro de orientação e uma psicóloga. Os elementos dos S.P.O., de acordo com a especificidade da sua formação, têm as seguintes atribuições: Contribuir para o desenvolvimento integral dos alunos e para a construção da sua identidade pessoal; Apoiar os alunos no seu processo de aprendizagem e de integração no sistema de relações interpessoais da comunidade escolar; Prestar apoio de natureza psicológica a alunos, pais e encarregados de educação, no contexto das actividades, tendo em vista o sucesso escolar, a efectiva igualdade de oportunidades e a adequação das respostas educativas. 115
116 Assegurar, em colaboração com os outros serviços competentes, designadamente o Núcleo de Apoio Educativo, a detecção de alunos com necessidades educativas especiais, a avaliação da sua situação e o estudo das intervenções adequadas. Contribuir, em conjunto com as actividades desenvolvidas no âmbito das áreas curriculares, dos complementos educativos e das outras componentes educativas não escolares, para o desenvolvimento global do aluno tendo em conta os seus interesses e aptidões. Promover actividades específicas de informação escolar e profissional, susceptíveis de ajudar os alunos a situarem-se perante as oportunidades, tanto no domínio dos estudos e formações como no das actividades profissionais, favorecendo a indispensável articulação entre a escola e o mundo do trabalho. Desenvolver acções de aconselhamento psicossocial e vocacional dos alunos, apoiando o processo de escolha e planeamento de carreiras. GID Gabinete de Intervenção Disciplinar Este gabinete tem como finalidade ser um Centro de Recursos que permita uma intervenção pedagógico-disciplinar que facilite a melhoria do comportamento dos alunos, dentro e fora da sala de aula, coordenado por professores com perfil adequado e pelo Conselho Executivo. Objectivos do Gabinete de Intervenção disciplinar: Quando ao aluno é aplicada a medida educativa disciplinar cautelar de ordem de saída do local de actividades; Quando, fora da sala de aula, o aluno infringir as normas de convivência social A implementar pelo aluno Ser assíduo e/ou pontual Cumprir as regras Ser organizado Cumprir as tarefas / trabalhos de casa Participar regularmente na aula, usando da palavra para esclarecer dúvidas ou realizar intervenções pertinentes Frequentar as aulas de apoio/reforço das aprendizagens, quando lhe forem indicadas Organizar um calendário individual de estudo e cumpri-lo 116
117 A implementar pelo encarregado de educação/família Ajudar o aluno a cumprir o horário de estudo Contactar frequentemente com o Director de Turma Controlar a assiduidade Controlar os cadernos diários, material escolar e caderneta. Controlar a realização das tarefas propostas como TPC. 117
118 AVALIAÇÃO Tendo em conta que o documento não dispensa a leitura e análise cuidada da legislação em vigor sobre a avaliação dos alunos do ensino básico, é necessário proceder à apresentação sucinta da referida legislação: Decreto-Lei 6/2001, de 18 de Janeiro: estabelece os princípios orientadores da organização e da gestão curricular do ensino básico, bem como da avaliação das aprendizagens e do processo de desenvolvimento do currículo nacional. Decreto-Lei 209/2002, de 17 de Outubro: altera o art. 13º e os anexos ao Decreto-Lei 6/2001. Despacho Normativo nº 1!2005, de 5 de Janeiro: estabelece os princípios e os processos a observar na avaliação das aprendizagens assim como os efeitos dessa avaliação. Lei 30/2002, de 20 de Dezembro: estatuto do aluno do ensino básico e secundário. Decreto-Lei nº 3/2008 de Janeiro: regula o regime educativo especial direccionado para alunos com necessidades educativas especiais do ensino básico e secundário. Despacho Normativo 50/2005, de 9 de Novembro: define os princípios da actuação e normas orientadoras, no âmbito da avaliação sumativa interna, para a implementação, acompanhamento e avaliação dos planos de recuperação, de acompanhamento e de desenvolvimento como estratégia de intervenção com vista ao sucesso educativo dos alunos. Despacho -Normativo 18/2006, de 14 de Março, com as correcções introduzidas pela Declaração de Rectificação nº 25/2006, de 21 de Abril. Critérios de Avaliação Pré-escolar Finalidade A avaliação da acção educativa é um elemento integrante e regulador da prática que implica procedimentos adequados à especificidade da acção educativa no Jardim de Infância, tendo em conta a eficácia das respostas educativas. Permitindo uma recolha sistemática de informações, a avaliação implica uma tomada de consciência da acção, que se baseia num processo contínuo de análise, suportando a adequação do processo educativo às necessidades individuais e do grupo, tendo em conta a sua evolução. A avaliação é qualitativa e contínua com o objectivo de reconhecer a pertinência e sentido das actividades proporcionadas e visa: Apoiar o processo educativo; Reflectir sobre os efeitos da acção educativa; 118
119 Envolver a criança num processo de análise e de construção conjunta; Permitir que a criança tome consciência dos seus progressos e dificuldades e como deve ultrapassá-los; Contribuir para a adequação das práticas na recolha sistemática de informação que permita a regulação da actividade educativa, (decidir, planear, agir); Conhecer a criança e o seu contexto, numa perspectiva holística, o que implica desenvolver processos de reflexão, partilha de informação e aferição entre os vários intervenientes - pais, equipa e outros profissionais - tendo em vista a adequação do processo educativo. Princípios Coerência entre os processos de avaliação e os princípios subjacentes á organização e gestão do currículo, definidos nas OCEPE (Orientações Curriculares da Educação Pré - Escolar); Utilização de técnicas e instrumentos de observação e registos diversificados; Carácter marcadamente formativo da avaliação; Valorização dos progressos da criança. Compete ao educador diagnosticar, no início do ano lectivo, o nível de desenvolvimento, conhecimentos e competências de cada uma das crianças e do grupo em geral. Esta avaliação permitirá adequar o projecto educativo do estabelecimento e o projecto curricular de grupo à especificidade de cada nível etário. No final do ano lectivo será utilizada uma ficha de registo de avaliação, que abordará a evolução das aprendizagens mais significativas, observada individualmente, realçando o seu percurso e progressos. Este registo será baseado nas áreas de conteúdo assentes nas OCEPE, cuja cópia será entregue aos pais/encarregados de educação e o original arquivado no processo individual. Na transição para o 1º ciclo, as informações individuais, registadas nos anos em que a criança permaneceu no Jardim de Infância, acompanharão o aluno no seu percurso escolar. A avaliação incide sobre: A pontualidade. A assiduidade. As competências definidas nas áreas curriculares: Formação Pessoal e social. Expressão/ comunicação. Domínio das expressões (plástica, musical, físico motora e dramática). Domínio da linguagem oral e abordagem á escrita. Domínio da matemática. Área de conhecimento do Mundo. 119
120 Áreas Curriculares Disciplinares do 1º Ciclo Nos termos do Despacho Normativo nº1/2005 de 5 de Janeiro, regulado pelo Despacho Normativo nº 50/2005 de 9 de Novembro e reforçado pelo Despacho Normativo nº 18/2006 de 14 de Março, ( ) a avaliação é um elemento integrante e regulador da prática educativa e visa apoiar o processo educativo, de modo a sustentar o sucesso de todos os alunos, permitindo uma recolha sistemática de informações que, uma vez analisadas, apoiam a tomada de decisões adequadas à promoção da qualidade das aprendizagens. Ainda segundo o mesmo diploma, a avaliação visa: a) Apoiar o processo educativo, de modo a sustentar o sucesso de todos os alunos, permitindo o reajustamento dos projectos curriculares de escola e de turma, nomeadamente quanto à selecção de metodologias e recursos, em função das necessidades educativas dos alunos ; b) Certificar as diversas aprendizagens e competências adquiridas pelo aluno, no final de cada ciclo e à saída do ensino básico, através da avaliação sumativa interna e externa ; c) Contribuir para melhorar a qualidade do sistema educativo, possibilitando a tomada de decisão para o seu aperfeiçoamento e promovendo uma maior confiança social no seu funcionamento. Conclui-se assim, que a avaliação não só deve fazer parte do quotidiano da prática educativa, enquanto elemento integrante e regulador das aprendizagens, ao nível das diversas áreas e domínios dos saberes, como também deve ter por função estimular o sucesso de todos os alunos, fomentar a auto-confiança e contemplar os vários ritmos de aprendizagem, devendo incidir sobre as competências e níveis de desempenho, definidos em reunião de Conselho de Docentes e concretizados, por ano de escolaridade, nos diversos Projectos Curriculares de Turma. Para a avaliação do desenvolvimento das aprendizagens dos alunos e das competências definidas para cada área curricular disciplinar e não disciplinar, deverão ter-se em conta os critérios de avaliação expressos neste documento. Aspectos a atender na avaliação sumativa dos alunos dos 1º, 2º, 3º e 4ºanos de escolaridade. DOMINIOS PARÂMETROS INDICADORES 1º 2º 3º 4º OS SABERES CONHECIMENTO S Factos Conceitos O ALUNO DEVERÁ SABER 20% 20% 30% 30% Recordar X X X X Reconhecer X X X X Repetir X X X X SABER FAZER CAPACIDADES O ALUNO DEVERÁ SABER 30% 30% 40% 45% Descrição Aplicação Análise Exprimir-se oralmente e por escrito com correcção e clareza Interpretar enunciados simples escritos ou de outra natureza (mapas, imagens, quadros, barras cronológicas, gráficos simples) X X X X Formular hipóteses de interpretação X X Aplicar conhecimentos adquiridos/construídos Utilizar critérios e métodos de pesquisa simples (em livros, revistas, conversas, visitas de estudo e Internet) X X X X X X 120
121 SABER SER/ESTAR Síntese Interpretar e registar dados (em textos, mapas, quadros, imagens, gráficos) para: Seleccionar informação Relacionar dados Organizar raciocínios. ATITUDES O ALUNO DEVERÁ REVELAR-SE 50% 50% 30% 25% Interesse Empenhamento Sociabilidade Autonomia Responsabilidade Interessado pelas actividades desenvolvidas na escola e fora dela; Cooperante com os seus pares e professores sempre que seja solicitado a participar nas actividades. Empenhado na execução das tarefas que lhe vão sendo propostas ou que ele próprio decida desenvolver Organizado e metódico Portador de hábitos de trabalho Aberto à mudança Respeitador da opinião dos outros Portador de sentido de oportunidade de intervenção (saber escutar e ouvir na sua vez) Respeitador dos colegas, professores, auxiliares de acção educativa e outros Autónomo na realização das tarefas Com capacidade de reflexão e de sentido crítico Portador de um bom nível de autoestima, autoconfiança e autoconceito escolar Assíduo e pontual Responsável pelos seus actos Cumpridor do estabelecido no Regulamento Interno, no que respeita o comportamento e zelo das instalações e materiais Cuidadoso com os seus materiais escolares e tarefas para casa X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X 121
122 Critérios de Avaliação O aluno será avaliado no seu desempenho contínuo, decorrente do processo de aprendizagem e com base nos seguintes critérios: Anos de Escolaridade 1º 2º 3º 4º DOMÍNIOS INSTRUMENTOS/PROCEDIMENTOS 50% 50% 60% 65% SABER / SABER FAZER Observação directa dos desempenhos /comportamentos dentro e fora da sala de aula; 10% 10% 20% 20% Testes de avaliação formativa; 20% 20% 15% 20% Trabalhos individuais e de grupo; 10% 10% 15% 15% Dossier/Caderno Diário; 10% 10% 5% 5% Registos de auto-avaliação dos comportamentos /aprendizagens. 5% 5% 50% 50% 40% 35% SABER SER / SABER ESTAR Fichas de observação da participação do(a) aluno(a), em todas as actividades desenvolvidas dentro e fora da sala de aula que possibilitem avaliar o (a): Interesse 10% 10% 8% 7% Empenhamento 10% 10% 8% 7% Sociabilidade 10% 10% 8% 7% Autonomia 10% 10% 8% 7% Responsabilidade 10% 10% 8% 7% Informação avaliativa Os resultados da avaliação formativa, nas Áreas Curriculares Disciplinares, serão expressos de forma descritiva e/ou através da menção de: Não Satisfaz (Fraco) (que corresponde a uma pontuação de 0% a 19%) Não Satisfaz (que corresponde a uma pontuação de 20% a 49%); Satisfaz Pouco (que corresponde uma pontuação de 50% a 55%); Satisfaz (que corresponde uma pontuação de 56% a 69%); Satisfaz Bem (que corresponde uma pontuação de 70% a 89%); Satisfaz Muito Bem (que corresponde uma pontuação de 90% a 100%.) 122
123 Os resultados da avaliação sumativa serão sempre expressos de forma descritiva em todas as Áreas Curriculares, tendo por base os resultados da operacionalização dos Critérios de Avaliação nos termos do seguinte quadro: PERCENTAGENS 0% a 19% 20% a 49% 50% a 55% 56% a 69% 70% a 89% 90% a 100% DESCRIÇÃO POR ÁREA CURRICULAR O(A) aluno(a) revela graves dificuldades na compreensão, aquisição, mobilização e aplicação de conhecimentos (a especificar ) e não desenvolveu /adquiriu as competências essenciais definidas. Revela (a maior parte das vezes) grande falta de interesse, de empenho, de responsabilidade, de autonomia e sociabilidade. O(A) aluno(a) revela muitas dificuldades na compreensão, aquisição, mobilização e aplicação de conhecimentos (a especificar ) e não desenvolveu/adquiriu as competências essenciais definidas Revela (a maior parte das vezes) falta de interesse, de empenho, de responsabilidade, de autonomia e sociabilidade. O (A) aluno(a) revela algumas dificuldades na compreensão, aquisição, mobilização e aplicação de conhecimentos (a especificar ) e desenvolveu/adquiriu poucas das competências essenciais definidas Revela alguma falta de interesse, de empenho, de responsabilidade, de autonomia e é pouco sociável. O(A) aluno(a) consegue compreender, adquirir, mobilizar e aplicar alguns conhecimentos (a especificar ) e desenvolveu algumas das competências essenciais definidas Revela algum interesse, é empenhado, responsável, tem alguma autonomia e é sociável. O(A) aluno(a) revela facilidade na compreensão, aquisição, mobilização e aplicação dos conhecimentos (especificar ) e desenvolveu/adquiriu muitas das competências essenciais definidas Revela interesse, empenho, responsabilidade, autonomia e sociabilidade. O(A) aluno(a) revela muita facilidade na compreensão, aquisição, mobilização e aplicação dos conhecimentos (a especificar ) e desenvolveu/adquiriu todas as competências essenciais definidas Revela muito interesse, empenho, é muito responsável, autónomo e sociável. Avaliação dos alunos abrangidos pelo regime de educação especial No que diz respeito à avaliação dos alunos abrangidos por medidas do regime de educação especial, ter-se-ão em conta os seguintes normativos: Decreto-Lei nº3/2008 de 7 de Janeiro Divulgação Cada professor deverá dar conhecimento dos Critérios de Avaliação supra referidos, aos alunos e Encarregados de Educação. 123
124 2º e 3º Ciclos Tal como o referido no Despacho Normativo nº1/2005 de 5 de Janeiro, regulado pelo Despacho Normativo nº 50/2005 de 9 de Novembro e reforçado pelo Despacho Normativo nº 18/2006 de 14 de Março, ( ) a avaliação é um elemento integrante e regulador da prática educativa e visa apoiar o processo educativo, de modo a sustentar o sucesso de todos os alunos, permitindo uma recolha sistemática de informações que, uma vez analisadas, apoiam a tomada de decisões adequadas à promoção da qualidade das aprendizagens. Ainda segundo o mesmo diploma, a avaliação visa: a) Apoiar o processo educativo, de modo a sustentar o sucesso de todos os alunos, permitindo o reajustamento dos projectos curriculares de escola e de turma, nomeadamente quanto à selecção de metodologias e recursos, em função das necessidades educativas dos alunos ; b) Certificar as diversas aprendizagens e competências adquiridas pelo aluno, no final de cada ciclo e à saída do ensino básico, através da avaliação sumativa interna e externa ; c) Contribuir para melhorar a qualidade do sistema educativo, possibilitando a tomada de decisão para o seu aperfeiçoamento e promovendo uma maior confiança social no seu funcionamento. Para a avaliação do desenvolvimento das aprendizagens dos alunos e das competências definidas para cada disciplina, dever-se-ão ter em conta os Critérios de Avaliação expressos neste documento. Aspectos a atender na avaliação sumativa dos alunos do 2º e 3º Ciclos Estando conscientes de que a avaliação dos alunos não pode ser reduzida a um mero pesar de conhecimentos, considerámos importante incorporar, neste documento, os três domínios a avaliar, em cada um dos momentos de avaliação sumativa, 1º, 2º e 3º Períodos, tendo em conta que: A avaliação nas diferentes disciplinas deve englobar as competências de trabalho, competências sociais e as competências definidas a nível de Disciplina, com a seguinte ponderação: Competências da Disciplina Competências Sociais Competências de trabalho 2º Ciclo 70 % 15 % 15 % 3º Ciclo 80 % 10 % 10 % 3º Ciclo/ PCA 70 % 15 % 15 % Os trabalhos de avaliação serão classificados com as seguintes menções: Não Satisfaz Satisfaz Satisfaz Não Satisfaz Satisfaz (fraco) Pouco Bem Satisfaz Muito Bem 0% a 19% 20% a 49% 50% a 55% 56% a 69% 70% a 89% 90% a 100% 124
125 DESCRITORES Parâmetro Parâmetro Agrupamento de Escolas Martim de Freitas As competências sociais e de trabalho a privilegiar na avaliação dos alunos são as que se seguem: Competências Sociais Competências de Trabalho Cumprimento de regras dentro da aula. Assiduidade Pontualidade. Respeito pelo trabalho dos outros. Relacionamento com os outros. Não respeita as normas da sala de aula, regras e critérios de actuação, de convivência e de trabalho. Recusa-se a participar nas actividades propostas, revelando falta de responsabilidade, de flexibilidade e de respeito pelo seu trabalho e pelo dos outros. Apresenta grande falta de assiduidade e/ou pontualidade. Nem sempre respeita as normas da sala de aula, regras e critérios de actuação, de convivência e de trabalho. Manifesta falta de responsabilidade, de flexibilidade e de respeito pelo seu trabalho e pelo dos outros. É pouco assíduo e/ou pontual. Respeita as normas da sala de aula, regras e critérios de actuação, de convivência e de trabalho. Manifesta algum sentido de responsabilidade, de flexibilidade e de respeito pelo seu trabalho e pelo dos outros. É normalmente assíduo e pontual. Respeita as normas da sala de aula, regras e critérios de actuação, de convivência e de trabalho. Manifesta algum sentido de responsabilidade, de flexibilidade e de respeito pelo seu trabalho e pelo dos outros. É normalmente assíduo e pontual. Respeita as normas da sala de aula, regras e critérios de actuação, de convivência e de trabalho. Manifesta algum sentido de responsabilidade, de flexibilidade e de respeito pelo seu trabalho e pelo dos outros. É assíduo e pontual. Cumprimento de tarefas dentro da aula. Participação na aula / colaboração. Empenhamento. Responsabilidade Organização dos materiais necessários para a sala de aula Autonomia. Trabalhos de casa. Não se empenha no cumprimento das actividades propostas dentro e fora da aula. Não exprime dúvidas nem dificuldades. Não adapta os métodos de trabalho às suas necessidades. Não utiliza qualquer estratégia para a superação de dificuldades e para a resolução de problemas. Não se responsabiliza pela realização integral de uma tarefa Revela grande falta de organização e de autonomia. Desiste perante as dificuldades. Revela pouco empenhamento no cumprimento das actividades propostas dentro e fora da aula. Raramente exprime dúvidas ou dificuldades Revela dificuldade em adaptar os métodos de trabalho às suas necessidades. Revela falta de organização e pouca autonomia Não utiliza estratégias adequadas para a superação de dificuldades e para a resolução de problemas. Revela algum empenhamento no cumprimento das actividades propostas dentro e fora da aula. Exprime dúvidas ou dificuldades. Procura adaptar os métodos de trabalho às suas necessidades. Revela alguma organização e autonomia Utiliza algumas estratégias para a superação de dificuldades e para a resolução de problemas. Empenha-se, revela curiosidade e é diligente no cumprimento das actividades propostas dentro e fora da aula Exprime dúvidas ou dificuldades. Adapta os métodos de trabalho às suas necessidades Revela organização e autonomia. Utiliza estratégias para a superação de dificuldades e para a resolução de problemas. Revela grande empenhamento, curiosidade e é muito diligente no cumprimento das actividades propostas dentro e fora da aula. Exprime dúvidas ou dificuldades Planeia e organiza as actividades de aprendizagem. Auto-avalia e ajusta os métodos de trabalho de forma adequada às aprendizagens e aos objectivos definidos Revela grande capacidade de organização, iniciativa e autonomia. Utiliza estratégias para a superação de dificuldades e para a resolução de problemas. Percentagens 0% a 19% 20% a 49% 50% a 69% 70% a 89% 90% a 100% Nota: todas as classificações terão de ser expressas em percentagens, e só no final de cada período serão convertidas em níveis. 125
126 A nível de Escola foi definido ainda que, para contemplar a progressão do aluno, ter-seá em conta o seguinte: Na avaliação sumativa final do 2º período entra a avaliação sumativa do 1º período com um peso de 50% mais a avaliação sumativa do 2º período com igual com peso. (Aval. Sumat. Final do 2º P = 50% Av. Sumat.1º p + 50% Aval. Sumat. 2º p) Na avaliação sumativa final do 3º período entra a avaliação sumativa do 2º período com um peso de 60% mais a avaliação sumativa do 3º período com o peso de 40%. (Aval. Sumat. Final do 3º P = 60% Av. Sumat.2 º p + 40% Aval. Sumat. 3º p) Nomenclatura dos Testes, Percentagens e Níveis Não satisfaz (fraco) 0% a 19% Nível 1 Não satisfaz 20% a 49% Nível 2 Satisfaz Pouco 50% a 55% Nível 3 Satisfaz 56% a 69% Nível 3 Satisfaz bem 70% a 89% Nível 4 Satisfaz muito bem 90% a 100% Nível 5 126
127 Avaliação nas Áreas Curriculares não Disciplinares Área de Projecto Os alunos serão avaliados tendo em conta os seguintes parâmetros: Pesquisa/Recolha de informação. Tratamento da informação. Iniciativa. Espírito crítico. Criatividade Domínio dos materiais e técnicas (Informática ou outros). Trabalho em equipa. Capacidade de comunicação. Avaliação do percurso e dos resultados obtidos Competências Sociais Cumprimento de regras dentro da aula. Assiduidade. Pontualidade. Respeito pelo trabalho dos outros. Relação com os outros. Parâmetros Respeito pelas normas básicas da convivência escolar, de acordo com o Regulamento Interno da Escola Comportamento Atitudes perante os outros Participação Não respeita ou respeita com dificuldade as regras estabelecidas na Escola. Comporta-se de forma inadequada na sala de aula. fala fora do contexto distrai-se a si e aos outros Contribui para situações de conflito dentro e fora da sala de aula. agride empurra insulta fala alto grita Não ajuda, não partilha, não colabora. Não acata as orientações dos adultos (professores e funcionários). Não respeita o Ambiente. Após análise/pesquisa de um tema não apresenta trabalho final. Não percebe a importância de uma participação activa e construtiva. Estudo Acompanhado 3º Ciclo Formação Cívica Competências de Trabalho Cumprimento de tarefas dentro da aula. Participação na aula/colaboração. Empenhamento. Responsabilidade em trazer os materiais. Organização dos materiais para a sala de aula. Autonomia no trabalho. Critérios/Indicadores Compreende e respeita as normas básicas da convivência escolar. Comporta-se com correcção Evita situações de conflito Ajuda os colegas com mais dificuldades. Partilha os seus conhecimentos Colabora com os outros Tem atitudes correctas com professores, funcionários e colegas. É receptivo às sugestões que lhe são dadas. Após análise/pesquisa de um tema apresenta um trabalho final razoável. Contribui para um bom ambiente de trabalho. Compreende e respeita Com facilidade as regras escolares. Comporta-se com bastante correcção Evita situações de conflito, colaborando na redução dos mesmos. É muito solidário com os colegas Colabora com agrado com professores, funcionários e colegas. É bastante receptivo às sugestões que lhe são dadas. Após análise/pesquisa de um tema apresenta um bom trabalho final. Contribui para um bom ambiente de trabalho. Menção Não Satisfaz Satisfaz Satisfaz Bem 127
128 Transitam Repensar Reprovam Agrupamento de Escolas Martim de Freitas Critérios de transição / aprovação /retenção Alunos do 5º ano (ano não terminal) Resultados obtidos no final do ano LP Mat. Outra Outra Outra Outra 2 níveis de 1 a LP e Mat níveis negativos, incluindo LP e Mat níveis negativos, desde que seja nível 1 LP ou Mat. 3 níveis negativos, desde que seja nível 1 a duas disciplinas níveis 2, sendo um deles LP ou Mat níveis negativos a LP e Mat., sendo um deles nível 1 3 níveis negativos, sendo um deles LP ou Mat. 3 níveis negativos, não incluindo LP e Mat., sendo um deles nível / níveis 2, não incluindo LP e Mat Até 2 níveis, mesmo incluindo LP e Mat Até 3 níveis 2, não incluindo LP e Mat
129 Reprovam 10 Transitam Repensar Reprovam Transitam Agrupamento de Escolas Martim de Freitas Alunos do 6º ano (Ano terminal de ciclo Aplicação do ponto 58 a) e b) do Desp. Normativo nº 1/2005 e do ponto 4 do Desp. Normativo nº 50/2005) Resultados obtidos no final do ano LP Mat. Outra Outra Outra Outra 3 níveis negativos, incluindo LP e Mat. 2/1 2/1 2/ níveis negativos Repensar 11 2 níveis negativos a LP e Mat. (Artº 58º, a) 3 níveis negativos, podendo um deles ser LP ou Mat. 1/2 1/ /1 2/1 2/ /1 2/1 2/1 - Até 2 níveis negativos, podendo incluir LP ou MAT 2/1-2/ Alunos do 7º e 8º anos Resultados obtidos no final do ano LP MAT Outra Outra Outra Outra 2 níveis de 1 a LP e Mat níveis negativos, incluindo LP e Mat, sendo um destes nível níveis 2, incluindo LP e Mat níveis 2, incluindo LP ou Mat níveis negativos a LP e Mat., sendo um deles nível 1 3 níveis negativos, sendo um deles LP ou Mat., não podendo nenhum destes ser nível 1. 3 níveis negativos, podendo ser LP ou Mat. de nível 2, e a outra de nível / níveis 2, não incluindo LP e Mat Até 3 níveis 2, podendo incluir LP ou Mat níveis 2 a LP e Mat Nota: Nos termos do ponto 4, do Desp. Normativo nº 50/2005, se um aluno, do 6º ano, já tiver uma retenção em qualquer ano de escolaridade, terá, obrigatoriamente, de ser submetido a uma avaliação extraordinária nos termos atrás referidos. 11 Unanimidade e fundamentação, no caso de progressão Artº 59º 129
130 Alunos do 9º ano Ano terminal do 3º ciclo ( Despacho Normativo nº 1/2005) Quem é admitido aos exames? Todos os alunos que não se encontram nas situações anteriores. Exemplos: Mat. 2 C. N. 2 Hist. 2 Mat. ou L. Port. - 2 C. N. 2 Mat. ou L. Port. 2 A. P. Não Satisfaz 7 C. N. 2 L. Port. 2 Mat. 2 Mat. 2 L. Port. 2 A. P. Não Satisfaz 7 Mat. 2 L. Port. 2 Hist. 2 A. P. Não Satisfaz 7 Mat. 2 L. Port. 2 Hist. 2 C. N. 2 Classificação final nas disciplinas de L. Portuguesa e Matemática: CF = Classificação final; Cf = Classificação de frequência no final do 3º Período Ce = Classificação da prova de exame Quem não é admitido aos exames? Os alunos que, após a avaliação sumativa interna, no final do 3º período, tenham obtido: Nível 1 a Língua portuguesa e a Matemática (simultaneamente); Nível inferior a 3 em duas disciplinas e nível 1 em Língua Portuguesa ou Matemática; Nível inferior a 3 em três disciplinas desde que nenhuma delas seja Língua Portuguesa e Matemática; Nível inferior a 3 em duas disciplinas e Não Satisfaz a Área de Projecto desde que nenhuma delas seja Língua Portuguesa e Matemática; Nível inferior a 3 numa disciplina, menção de Não Satisfaz em Área de Projecto e nível 1 em Língua Portuguesa ou Matemática; 130
131 Exemplos: Mat. - 1 Língua Port. 1 C.N. - 2 Hist. 2 Mat./ L.P. - 1 C.N. - 2 Hist. 2 F.Q.- 2 C.N. - 2 Hist. 2 A.P.- Não Satisfaz 12 C.N. - 2 A.P. Não Satisfaz 7 Mat. /LP. -1 Após os exames, quem não é aprovado no final do 3º Ciclo? 13 Todos os alunos que na classificação final tenham obtido: Nível inferior a 3 em L. Portuguesa e Matemática; Nível inferior a 3 em três disciplinas; Nível inferior a 3 em duas disciplinas e menção de Não Satisfaz na Área de Projecto. Casos especiais de avaliação / progressão Educação Especial Os alunos com necessidades educativas especiais são avaliados do mesmo modo que os outros alunos, excepto no caso em que, no seu Plano Educativo Individual e Programa Educativo, tenham condições especiais de avaliação explicitadas e fundamentadas. No que diz respeito à avaliação dos alunos abrangidos por medidas do regime de educação especial, ter-se-á em conta o seguinte normativo: Decreto-Lei nº 3/2008 de 7 de Janeiro 12 A Área de Projecto assume a mesma ponderação de qualquer outra disciplina. Assim, a menção de Não Satisfaz na Área de Projecto corresponde a um nível inferior a 3 como em qualquer disciplina. 13 Observações: Os alunos que estão fora da escolaridade obrigatória e que, após, avaliação sumativa final, não reúnam as condições de acesso aos exames de L. Portuguesa e Matemática, podem inscrever-se nos exames nacionais do 3º Ciclo do Ensino Básico na qualidade de autopropostos. O prazo para esta inscrição é o dia útil imediatamente a seguir à afixação das pautas. Estes exames de equivalência à frequência realizam-se a nível de escola, em duas fases, com uma única chamada (exceptuando L. Portuguesa e Matemática) e incidem sobre as aprendizagens e competências para o final de ciclo. Os exames nacionais de L. Portuguesa e Matemática só têm lugar na 1ª fase. Os alunos autopropostos realizam os exames de equivalência nas disciplinas em que não obtiveram aprovação. Os alunos que não reúnam as condições de acesso aos exames de L. Portuguesa e Matemática, podem reclamar nos prazos estabelecidos por lei e realizar os exames destas disciplinas condicionalmente. 131
132 Intervenção dos alunos e dos encarregados de educação na avaliação Os alunos intervêm no seu processo de avaliação no momento em que realizam a autoavaliação, no 3º e no 4º ano de escolaridade. A auto-avaliação ocorre no final de cada período, através do preenchimento de uma ficha modelo, aprovada pelo Conselho Pedagógico. A auto-avaliação é uma modalidade de avaliação que o professor poderá usar ao longo de todo o processo ensino-aprendizagem. Os encarregados de educação serão informados, ao longo do ano lectivo, da evolução do seu educando, no atendimento semanal e nas reuniões de entrega de avaliação. O professor titular de turma ou o director de turma convocará ainda o encarregado de educação para tratar de assuntos relativos ao seu educando, sempre que seja necessário. Em caso de retenção repetida, o encarregado de educação deverá ser convocado, pelo professor titular de turma ou pelo director de turma, para uma reunião onde deverá expressar o seu parecer, que será registado e apresentado ao conselho de docentes/de turma e ao conselho pedagógico. Efeitos da Retenção A retenção de um aluno traduz-se na repetição de todas as áreas e disciplinas do ano em que o aluno ficou retido, com as necessárias adaptações constantes do plano de acompanhamento. Os alunos que atingiram a idade limite da escolaridade obrigatória até ao momento da reunião de avaliação sumativa sem completarem o 6º ou o 9º ano de escolaridade podem candidatar-se à realização de exames nacionais na qualidade de auto-propostos. Reapreciação dos resultados de avaliação No final do 3º período, o encarregado de educação de qualquer um dos alunos pode pedir, no prazo de três dias úteis após a reunião para entrega das fichas de registo de avaliação, a reapreciação das decisões decorrentes da avaliação, fundamentando o seu pedido ao órgão de direcção da escola. O professor titular de turma/ director de turma, em articulação com o conselho de docentes/de turma, no prazo de cinco dias úteis após a recepção do pedido, procede à análise do mesmo, tendo em conta toda a informação disponível, e toma uma decisão que pode confirmar ou modificar a avaliação inicial. A referida decisão deverá ser submetida a ratificação do conselho pedagógico, no prazo de cinco dias úteis. O conselho executivo notificará o encarregado de educação da decisão tomada, através de carta registada com aviso de recepção, no prazo de cinco dias úteis. O encarregado de educação poderá interpor recurso hierárquico para o director regional de educação, no prazo de cinco dias úteis após a data da recepção da resposta, quando o mesmo for baseado em vício de forma existente no processo. Diplomas Normativos a considerar: Decreto-lei nº 6/2001 Despacho Normativo nº 1/2005 Despacho Normativo nº 50/2005 Decreto-lei nº 3/2008 Despacho Normativo nº 1/
133 O MÉRITO ESCOLAR: Os Quadros de Valor e de Excelência inserem-se numa concepção de ensinoaprendizagem que visa a procura da excelência, tanto no domínio cognitivo como no das atitudes e valores. Pretende-se, assim, não apenas reconhecer os bons resultados escolares, mas também estimular o gosto por aprender, a vontade de se auto-superar e o desenvolvimento de uma cidadania activa e responsável. O quadro de valor pode reconhecer tanto os alunos enquanto pessoas, como as turmas, equipas, clubes, anos ou outros grupos. Os quadros de Valor e de Excelência criados pelo Despacho Normativo 102/90, regemse também pela Lei 3/2008 (Estatuto do Aluno do Ensino Básico e Secundário) que no seu Artigo 13º, alíneas c) e d) estipula como direitos do aluno: c) Ver reconhecidos e valorizados o mérito, a dedicação e o esforço no trabalho e desempenho escolar e ser estimulado nesse sentido; d) Ver reconhecido o empenhamento em acções meritórias, em favor da comunidade em que está inserido ou da sociedade em geral, praticadas na escola ou fora dela, em actividades por esta promovidas e ser estimulado nesse sentido. 133
134 PROJECTO CURRICULAR DE TURMA O Projecto Curricular de turma constitui a adequação do currículo nacional às características e correspondentes necessidades de cada turma. Assim, compete ao Conselho de Turma: Analisar a situação da turma e identificar características específicas dos alunos a ter em conta no processo de ensino-aprendizagem; Planificar o desenvolvimento das actividades a realizar com os alunos no contexto de sala de aula; Identificar diferentes ritmos de aprendizagem e necessidades educativas especiais dos alunos, promovendo a articulação com os respectivos serviços especializados de apoio educativo, com vista à sua superação; Assegurar a adequação do currículo às características específicas dos alunos, estabelecendo prioridades, níveis de aprofundamento e sequências adequadas; Adoptar estratégias de diferenciação pedagógica que favoreçam as aprendizagens dos alunos; Conceber e delinear actividades em complemento do currículo proposto; Preparar informação adequada, a disponibilizar aos pais e encarregados de educação, relativa ao processo ensino-aprendizagem. Estrutura do Projecto Curricular de Turma O Projecto Curricular de turma deve contemplar os seguintes aspectos: 1. Lista dos alunos da Turma 2. Horário da Turma 3. Constituição do Conselho de turma 4. Caracterização da turma: a. Perfil da turma (aspectos relevantes a considerar no CT, a partir da Ficha de caracterização da Turma, questionários preenchidos no início do ano lectivo, diagnóstico realizado pelos professores nos domínios implícitos no currículo nacional: conhecimentos, capacidades e atitudes); b. Enquadramento socioeconómico e cultural; c. Passado escolar/problemas específicos: d. Aprendizagem a nível global da turma conteúdos programáticos não leccionados no ano anterior; 134
135 e. Aprendizagem a nível individual plano de apoio/recuperação, fichasíntese das modalidades de apoio de que o aluno beneficiou no ano lectivo anterior. Retenções; f. Económicos alunos que beneficiam do SASE; g. Saúde relatórios médicos / psicológicos / outras informações; h. Comportamento individual dificuldades de integração; i. Funcionamento do grupo-turma questões decorrentes da integração na turma e na vida da escola j. Actividade de Enriquecimento Curricular (clubes, oficinas, centro de recursos, concursos, projectos: indicação dos alunos envolvidos e a actividade) k. Necessidades Educativas Especiais Indicação dos alunos, disciplina (s) e tipo de apoio l. Outras informações relevantes. 5. Competências gerais a desenvolver pelos alunos; 6. Competências a privilegiar em cada período (consoante as características da turma, sendo reformuladas de acordo com as necessidades); 7. Acção dos professores das disciplinas (Nas disciplinas devem figurar os conteúdos programáticos tendo sempre presente a articulação vertical e horizontal dos programas, trabalhados nos respectivos departamentos curriculares, a qual será adequada a cada grupo-turma) 8. Estratégias cognitivas a privilegiar nas diferentes disciplinas (reflectir e explicitar a acção que cada professor desenvolve dentro da sua área por forma a encontrar, sempre que possível, formas comuns e/ou complementares de actuação para minimizar as situações-problema. Anexar as programações com a operacionalização das competências gerais); 9. Critérios de avaliação (tendo a avaliação uma dimensão pedagógica e formativa que está intrinsecamente ligada à aprendizagem, é fundamental reflectir, em conjunto sobre os instrumentos qu4e cada professor utiliza no seu quotidiano, de forma a que se estabeleçam, sempre que possível, critérios comuns de actuação consistentes com as aprendizagens previstas nos projectos curriculares e com o desenvolvimento de competências). 10. Áreas curriculares não disciplinares: a. Estudo Acompanhado (O CT privilegia os aspectos inerentes ao desenvolvimento de competências gerais de acordo com os objectivos que definir, tendo igualmente em consideração as situações-problema. Devem ser referidos os objectivos, as actividades e a articulação com as disciplinas e outras áreas); 135
136 b. Formação Cívica (O CT privilegia os aspectos inerentes ao desenvolvimento de competências gerais de acordo com a planificação prevista para cada ano de escolaridade, com os objectivos que definir, tendo igualmente em consideração as situações-problema. Devem ser definidos os objectivos e as actividades); c. Área de Projecto (Durante o espaço temporal a que se destina o PCT, os alunos poderão desenvolver um ou mais projectos de acordo com o tema geral definido em Conselho Pedagógico e com os interesses dos alunos). 11. Outras actividades: a. Visitas de Estudo (Em regime de interdisciplinaridade, sempre que possível); 12. Outros projectos e actividades. 13. Avaliação do PCT; 14. Anexos. 136
137 DIVULGAÇÃO E AVALIAÇÃO DO PCA Divulgação do PCA O Projecto será objecto de divulgação junto da Comunidade Educativa das seguintes formas: Divulgação na Página Web da EB 2,3 Martim de Freitas Envio para o de todos os docentes do Agrupamento Realização de reuniões de informação junto de Associações de Pais, Pessoal não Docente e alunos Disponibilização de exemplares do Documento em formato papel para consulta em todas as escolas (salas de professores, sala de funcionários, sala de alunos, locais acessíveis aos Encarregados de Educação, Biblioteca, Serviços Administrativos) Avaliação do Projecto A avaliação do PCA será acompanhada por equipas constituídas por elementos do Conselho Pedagógico. Compete a estas equipas a elaboração e divulgação dos instrumentos de avaliação. Dispositivos GRÁFICOS RELATIVOS À AVALIAÇÃO INTERNA E EXTERNA DOS ALUNOS: o o o o Taxas de sucesso Taxas de abandono escolar Grau de eficácia dos apoios educativos Níveis de indisciplina RELATÓRIOS DE AVALIAÇÃO: o o o Directores de Turma/Professores Titulares de Turma Departamentos/Conselhos de Docentes Salas de estudo Momentos de Avaliação TRIMESTRALMENTE o o o o o o Taxas de sucesso Taxas de ocorrências Taxas de abandono escolar Grau de eficácia dos apoios educativos Níveis de indisciplina Relatórios dos departamentos e professores titulares ANUALMENTE - Taxas de sucesso (Avaliação interna e externa); - Inquéritos e restantes relatórios. 137
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