FORUM FLORESTAL BAHIA Certificação Florestal
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- Carlos Eduardo Beretta Bonilha
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1 FORUM FLORESTAL BAHIA Certificação Florestal Guilherme de Andrade Lopes 13/06/2011
2 Imaflora incentiva e promove mudanças nos setores florestal e agrícola, visando a conservação e o uso sustentável dos recursos naturais e a promoção de benefícios sociais. MISSÃO
3 IMAFLORA hoje: 423 empreendimentos certificados (290 de cadeia de custódia, 55 de manjo florestal e 78 de agrícola) 17 Estados no Brasil 16 anos de atividades Equipe de 52 pessoas Equipe de Certificação: 23 Consultores associados: 35 Extensão: África, América do Sul e Europa
4 Organograma Conselho Diretor Conselho Fiscal Conselho Consultivo Dê preferência para cores escuras para a tipologia Secretaria Executiva Comitê de Gestão Comunicação Administração Certificação Projetos Florestal Políticas Públicas Agrícola Consumo Responsável Serviços Ambientais Treinamento e Capacitação
5 Lógica para atuar com a certificação Certificação é a principal ferramenta para atingirmos nossa missão. Porque: é um instrumento de mercado que pode se transformar em um mecanismo de governança; pode ser um catalisador de mudanças socioambientais; pode ser aplicável e acessível para pequenos empreendimentos; é resultado de uma agenda positiva de propostas e soluções, a partir de pactos multi-setoriais.
6 Certificação É um mecanismo que tem por objetivo garantir a conformidade de um processo de produção ou de um produto a uma determinada especificação.
7 Exemplos de Certificados
8 Certificação Florestal FSC Mecanismo não governamental, voluntário e independente de controle da sociedade sobre a origem de produtos florestais, baseado numa avaliação independente dos aspectos sociais, econômicos e ambientais de operações florestais naturais, plantadas e de produtos não-madeireiros.
9 CERTIFICAÇÃO DO MANEJO FLORESTAL Tipos de Certificação FSC CERTIFICAÇÃO DA CADEIA DE CUSTÓDIA
10 Tipos de Certificação FSC ECONÔMICO COC (Cadeia de Custódia) SOCIAL RASTREABILIDADE AMBIENTAL
11 O FSC Forest Stewardship Council ou Conselho de Manejo Florestal: Organização Internacional, presente em 81 países e em todos os continentes. É o único sistema de certificação florestal com padrões aceitos mundialmente; É o único sistema criado e mantido por um fórum de representantes dos setores ambiental, econômico e social.
12 Funcionamento do FSC Internacional Composição: Membros do FSC: empresas, ONGs, movimentos indígenas, associações de classe e indivíduos de vários países. Atualmente são mais de 850 membros. Participação: os membros são divididos em 6 câmaras. ambiental, social e econômica (norte e sul). Assembléia Geral: instância máxima de decisão no FSC que reúne todos os membros e é realizada a cada três anos. Conselho Diretor: composto por 9 membros, 3 de cada câmara, eleitos a cada 3 anos. Diretor Executivo: conta com o apoio de uma equipe multidisciplinar do FSC para as ações do dia-a-dia.
13 Composição: Certificação Florestal FSC - Brasil Assembléia Geral Conselho Diretor N N N Câmara Social Câmara Ambiental Mário Abreu Suécia Câmara Econômica S S S Câmara Social Câmara Ambiental Roberto Waack Brasil Câmara Econômica
14 Certificação Florestal FSC - Brasil 3 em 3 anos; São apresentadas e votadas moções de mudanças estatutárias ou de políticas e padrões; Votação balanceada entre as 6 câmaras; Busca por uma democracia do consenso; Mas, infelizmente, pouca participação de membros do sul = Manaus / 2008 = África do Sul
15 O Imaflora e o FSC FSC: entidade responsável pelo sistema de certificação. SmartWood: programa de certificação norte-americano, filiado à ONG Rainforest Alliance, autorizado pelo FSC para certificar florestas; Imaflora: representante do SmartWood no Brasil; Atuação em plantações e áreas naturais em diferentes escalas; Única certificadora no Brasil a atuar com comunidades e produtos florestais não madeireiros na Amazônia.
16 Certificação Florestal FSC - Mundo Deforestation ; 35% 47% 2% Poverty reduction 350 million of the poorest people in the 11% 3% world are forest 2% dependent
17 EVOLUÇÃO DA CERTIFICAÇÃO FLORESTAL NO MUNDO
18 Certificação Florestal FSC - Brasil Tipo de Manejo Área (ha) Nativas Plantações Total
19 Plantações Brasil Total 6,8 milhões ha Total 3,5 milhões ha Imaflora FSC 3,5 milhões ha Não FSC 3,3 milhões ha 1,5 milhões ha 43% Outras 51% 49% 2,0 milhões ha 57%
20 Funcionamento do sistema CREDENCIADOR Elabora Credencia Monitora Avalia CERTIFICADORA PADRÕES Avalia Atesta PRODUTOR CONSUMIDOR Vende produtos com características atestadas
21 Padrões As normas compreendem princípios, critérios e indicadores que definem parâmetros mínimos e limites, ou seja, definem como o manejo florestal deve ser implantado. A diferenciação entre princípios, critérios e indicadores é apresentada a seguir: Princípio: uma regra ou elemento essencial do manejo florestal. Critério: um meio de julgar, se um princípio (de manejo florestal) foi ou não satisfeito. Indicador: um indicativo de como um critério pode ser aceito ou refutado.
22 Princípios e Critérios do FSC 1. Atendimento ás Leis e aos Princípios do FSC. 2. Posse, direito de uso e responsabilidades. 3. Direitos dos povos indígenas. 4. Direitos dos trabalhadores, responsabilidade social e desenvolvimento local.
23 Princípios e Critérios do FSC 5. Benefícios da floresta. 6. Impactos ambientais. 7. Plano de manejo e consulta.
24 Princípios e Critérios do FSC 8. Monitoramento e avaliação. 9. Manutenção de florestas de alto valor de conservação. 10. Plantações.
25 Alcance da certificação Atendimento aos P&C do FSC dentro dos limites da área da empresa e da responsabilidade sobre o manejo florestal.
26 Dicas sobre a viabilidade da certificação A certificação é vantajosa para a sua atividade? É exigida pelo seus clientes? Melhora sua imagem com a sociedade, governo e instituições financeiras com as quais tem relacionamento? A sua atividade florestal atende aos requisitos para que o manejo da sua floresta seja certificado? As operações de manejo florestal atendem aos padrões da certificação definida?
27 Dicas sobre a viabilidade da certificação Você tem conhecimento suficiente e estrutura financeira para realizar e manter um bom manejo na floresta a ser certificada? É mais prejudicial perder o certificado do que não obtê-lo (a perda do selo verde atesta mazela social/ambiental). Consultar compradores e fornecedores sobre a vantagem de ter o certificado (preço melhor, instrumento de marketing). Verificar pontos fortes e fracos em sua empresa que se relacionam com os padrões de certificação florestal. Analisar o custo para colocar sua operação florestal em condições de atender os padrões de certificação.
28 Benefícios da Certificação Florestal Benefícios Econômicos: Permite ao proprietário ter conhecimento da produção e do estoque da sua floresta. Aumenta o rendimento da floresta gerando vantagem competitiva. Facilita o acesso a novos mercados. Desenvolve e melhora a imagem pública da empresa e o espírito de equipe dos seus colaboradores.
29 Benefícios da Certificação Florestal Benefícios Ambientais: Contribui para a conservação da biodiversidade e seus valores associados. Favorece o melhor conhecimento dos ecossistemas manejados. Mantém as funções ecológicas e a integridade das florestas, protegendo espécies ameaçadas ou em perigo de extinção e seus habitats. Promove o uso racional de químicos e dos recursos naturais. Incentiva a destinação adequada de resíduos.
30 Benefícios Sociais: Benefícios da Certificação Florestal Legaliza a atividade. Promove o respeito aos direitos dos trabalhadores, povos indígenas, tradicionais e comunidades locais. Contribui para a redução de acidentes de trabalho. Melhora as condições de trabalho. Cria um novo espaço de participação para os trabalhadores e populações tradicionais na definição dos padrões e no monitoramento das operações certificadas. Elimina o trabalho forçado e a mão-de-obra infantil e qualifica a mão-de-obra.
31 O Papel da certificação Ferramenta decisiva para difusão e implementação do bom manejo florestal (aspectos ambientais, sociais e econômicos): Iniciativas sociais junto às comunidades de entorno; Aprimoramento das condições dos trabalhadores florestais; Otimização da atuação ambiental; Cumprimento da legislação.
32 Não é papel da certificação A resolução mágica de todos os problemas; Garantia de preços diferenciados; Um certificado de qualidade de produto final. Qualificador de um processo industrial.
33 Certificando Produtores Florestais Tipos de certificações FSC aplicáveis: Certificação Individual; Certificação de Grupo; Certificação Individual ou de Grupo SLIMF.
34 Certificação Individual Cada proprietário busca sozinho a certificação florestal; Mesmas demandas de um empreendimento empresarial; Tomada de decisão sem consultar outros proprietários. Fragilidades: Viabilidade econômica; Elevados custos; Dificuldades de cumprimento dos critérios de certificação; Atividades realizadas sempre de maneira esparsas dificultando a auditoria.
35 Certificação de Grupo Um grupo de produtores reunidos busca a certificação; O grupo pode ser representado por um administrador florestal, associação, comunidade ou empresa; Os custos são diluídos entre todos os integrantes viabilizando a certificação no longo prazo; As auditorias anuais são amostrais no grupo. Fragilidades: Integração e continuidade do grupo; Administração do grupo; O erro de um integrante se reflete sobre todo o grupo.
36 Certificação SLIMF (Small and Low Intensity Managed Forest) O que é? Padrões diferenciados de avaliação do empreendimento definidos pelo FSC internacional, focados na certificação de comunidades, coleta de produtos não-madeireiros e pequenos produtores rurais. Qual o objetivo? Buscar a simplificação de alguns processos ou exigências decorrentes do padrão de certificação. Ex: não necessidade de possuir um resumo público. Quem se qualifica? Pequenos proprietários. Os critérios para ser pequeno no Brasil são: Amazônia: ha de área total; Restante do País: 100 ha de área total.
37 Exemplos de Certificações no Brasil Áreas indígenas e de comunidades tradicionais no norte do país; Áreas de florestas naturais com planos de manejo no norte do país; Empreendimentos que utilizem papel fabricado com madeira certificada; Empreendimentos que produzem madeiras para serrarias, processos diversos, celulose e papel.
38 Padrões FSC para o Brasil Padrão FSC Terra Firme. Versão Mar Padrão SW Interino Plantações. Versão Jan Padrão para Avaliação de Manejo Florestal Comunitário e de Pequenos Produtores no Brasil (produtos florestais madeireiros e nãomadeireiros) Dezembro de 2010
39 O Novo Padrão FSC para o manejo florestal comunitário e de pequenos produtores O QUE NÃO MUDA: Texto do Princípio e do Critério é o mesmo. Necessidade de planos, procedimentos e controles escrito para várias etapas do manejo florestal madeireiro e nãomadeireiro O QUE MUDA: Indicadores específicos para o Manejo Comunitário - considera escala e intensidade; No Princípio 4 : maior entendimento que as relações trabalhistas dentro do Grupo são diferentes; Mas...com terceiros permanece necessidade de controle sobre questões trabalhistas inclusive; Indicadores mais específicos para Produtos Florestais Não-Madeireiros.
40 Principais Pontos dos Requisitos para a Certificação de Grupos: A Norma FSC- STD V1-0 Ser uma entidade legal; estar em dias com suas obrigações legais e assumir o compromisso de longo prazo com os P&C do FSC. Ter uma estrutura da administração e definir responsabilidades para cada atividade. Ter procedimentos escritos para gerenciar o grupo. P.ex. Procedimento para avaliar e aceitar membros. Procedimento para incluir novos membros ou excluir membros; Procedimento para monitorar o grupo; etc. Obter o consentimento do Grupo para falar em seu nome, fazer com que o Grupo esteja consciente das regras e dos requisitos dos padrões de certificação e que assine termos de compromisso. Cuidar do conjunto de documentos do Grupo: Procedimento para Controlar Documentos, incluindo todos os registros. Definir o tamanho máximo do Grupo em função das condições materiais e dos recursos humanos disponíveis. Ter um sistema de monitoramento interno escrito e funcionando na prática.
41 Passo a passo da certificação Avaliação de Pré-Qualificação Preparação Interna para Avaliação Completa Consulta Pública Avaliação de Campo Relatório da Avaliação Completa Revisão de Especialistas Decisão de Certificação
42 O processo de certificação Avaliação completa; Auditorias anuais; Vencimento em 5 anos e necessidade de renovação; Não conformidades identificadas são tratadas a partir de ações corretivas com prazo imediato ou de no máximo um ano.
43 Transparência e participação Participação dos interessados, direta ou indiretamente durante as auditorias; Recebimento de comentários a qualquer momento enquanto a empresa estiver certificada; Resumo público do relatório de auditoria com as conclusões da equipe de auditores.
44 Custos da certificação Variam de acordo com a complexidade do manejo, logística de acesso e certificadora escolhida. São eles: CUSTOS DIRETOS: inerentes a auditoria externa (certificadora/credenciador). Avaliações Preliminar e Completa: envolve os custos de execução da avaliação, incluindo tempo técnico dos auditores e administrativo e despesas da equipe de auditoria no campo. Avaliações de Monitoramento: anualmente, pelo menos uma avaliação de monitoramento deve ser efetuada, podendo ser programadas ou não. Taxa anual de certificação (encargos administrativos do certificado). Utilização do Logotipo da Certificação.
45 Custos da certificação CUSTOS INDIRETOS: São os custos para adequar as atividades florestais aos padrões da certificação. Consultorias; Compra de equipamentos e materiais; Regularização legal; Capacitação e treinamentos.
46 Estudo de Caso Certificação da Piaçava Certificação de Artesanatos de Madeira de Eucalipto
47 Certificação da Piaçava A certificação deve ser feita nas áreas de produção da matéria-prima. Comunidade Pataxó da Reserva da Jaqueira (terra indígena). Armazéns particulares de Ponto Central (CoC).
48 Certificação de Artesanatos de Madeira de Eucalipto A certificação deve ser feita nas áreas de produção da matéria-prima. Empreendimentos Florestais. Produtores Florestais. Se estabelece uma CoC para garantir origem e rastreabilidade da matéria-prima ao longo do processo de produção e comercialização.
49 (19) CONTATOS (19) twitter.com/imaflora
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