logística de recolha selectiva de resíduos
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- Gabriella Porto Sintra
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1 logística de recolha selectiva de resíduos 2006
2 50,00% Resíduos Sólidos Residenciais 25,00% 12,50% 12,50% Resíduos Sólidos Comerciais Resíduos Sólidos Institucionais Resíduos Sólidos Industriais Resíduos Sólidos de um Município
3 178,412 10,148 13,47% Recolha Indiferenciada 167,994 94,30% 99,94% 145,370 86,53% 0,79% Fracção orgânica recolhida Resíduos 0,081 Verdes Fracção inorgânica recolhida 10,068 85,35 Reciclagem/T Estação de Compostagem 145,451 Compostagem em cilindros 0,06% 0,424 Tratamento de RCD 0,094 Tratamento de monstros 0,097 Rejeitados da estação de triagem. 8,592 Reciclag 8,346 Indústria reci 14,65% Indústria reci 1,475 Indústria reci Rejeitados. Indústria reci 0,000 Materiais recuperados Reutilização/ 15, ,556 76,70% Composto Refugo 98,69% 1,31% Rejeitados totais Tratam 0, Recic
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5 distância efectiva; tância da garagem para iniciar o circuito; Ttotal = Tefr + s +tt + t1 + t
6 é em média iva é em média 1A 1B 2A 2B 3A 3B 85349, , , , , , , , , , , ,3 10C 10D Tarde A Tarde B Tarde C D total 92075, , , , ,57 4A 97438, , ,75 a percorrida é 4B 5A 94286, , , , , ,36 ito 4A 5B 6A 57573, , , , A 54979, ,16 ço, Balazar, Sta. Leocádia) 6B 7A 7B 47386, , , , , ,17 15B 16 17A 60605, , ,23 a percorrida é 8A 66524, ,23 17B 73167,45 8B 62317, ,73 18A 76346,23 ito 2A 9A 9B 62394, , , ,04 18B 19A 86234, ,75 e Urgezes) 10A 10B 90296, , , ,94 19B , ,94
7 Circuito T total T efr Circuito T total é em média ivo é em média mo: ircuito 4A urenço, Balazar, iros Sta. Leocádia) o: 1A 1B 2A 2B 3A 3B 4A 4B 5A 5B 6A 6B 7A 7B 5:50:00 5:55:00 4:30:00 4:20:00 5:34:00 5:15:00 5:56:00 4:22:00 5:10:00 5:05:00 4:54:00 4:40:00 5:22:00 4:36:00 3:37:00 3:37:00 2:32:00 2:31:00 3:41:00 3:22:00 4:22:00 2:11:00 3:02:00 3:17:00 3:06:00 3:18:00 3:36:00 2:56:00 10C 10D Tarde A Tarde B Tarde C A 15B 16 17A 5:06:00 5:30:00 3:52:00 2:04:00 4:16:00 4:12:00 4:22:00 4:10:00 4:50:00 5:30:00 4:46:00 5:28:00 5:50:00 ircuito 9A rela e Guardizela) 8A 8B 9A 4:34:00 5:40:00 3:20:00 2:58:00 3:37:00 1:47:00 17B 18A 18B 4:55:00 5:20:00 5:35:00
8 Diurnos t o n T a r d c i r c u i t o s Nocturnos t o n
9 Combustivéis não especific Resíduos Domésticos Espe 0,29% 0,02% 5,19% 1,93% 4,67% Resíduos Putrescíveis 3,52% Papéis Cartões Compósitos Têxteis 11,41% 42,06% Têxteis Sanitários Plásticos Vidro Metais 5,26% Incombustíveis não especi Elementos finos (<20mm) 6,29% 3,08% 5,75%
10 ano 11,39% 2,00% 2,03% 2,09% 7,35% 8,68% 58,32% Papéis Cartões Compósitos Têxteis Têxteis Sanitários Plásticos Combustivéis não especificados Vidro Metais Incombustíveis não especificados Resíduos Domésticos Especiais Elementos finos (<20mm) 0,00% Composição física dos resíduos ral 0,33% 7,25% 2,14% 8,50% 0,76% 17,77% 9,41% 30,85% Resíduos Putrescíveis Papéis Cartões Compósitos Têxteis Têxteis Sanitários Plásticos Combustivéis não especificados Vidro Metais
11 Ano 2001 Ano 2005 Percentagem au bterrâneos tipo (molok) ,33% de RSU recolhidas nos contentores subterrâneos (ton)
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16 , 143,1 os 0 10 ia da Recolha Selectiva em 2004 Vidro Papel/cartão Embalagens Tot 43,9 104,3 339,45 24, 14,0 8,9 14,4 3,9 a de resíduos de embalagens per capita Potencial Recolha Kg/hab.ano Recolha Selectiva Total (kg/hab.ano) Recolha Selectiva Total (%) Meta directiva embalagens 2005 (kg/hab.ano) Meta embala 25,908 13,109 50,6 3,886
17 Total recolhido selectivamente: Total de resíduos produzidos: Recolha selectiva líquida: 5,16% m de Embalagens em 2004 Reciclagem líquida de embalagens: 15,81 Quantidade total produzida: 94,364 kg/ha Reciclagem líquida de embalagens: 16,76
18 Vidro 63,27% Embalagens Percentagem au 409,72%
19 Potencia Proporção tipos de r
20 (total) (vidrão) (papelão).dia m de materiais recolhidos selectivamente 1,20% 0,40% 7,20% 38,60% 52,70% Vidro Papel/cartão Embal. metais ferroso Embal. metais não fe Embal. Plásticas
21 Quantidade reciclada: Kg Total de resíduos potencialmente valori Indicador de Reciclagem líquida sobre : 24,39% Biodegradáveis desviados de Aterro, em 2004 Quantidade de RUB desviados: 121,5 Quantidade RUB produzida: 212,730
22 Portugueses do Eixo Referência Actual Desejado,102 Kg/hab.dia 1,29 kg/hab.dia 1,21Kg/hab.dia Os valores de capitação deverão tender a estabilizar,.sendo necessárias mudanças no implementação de campanhas de sensibilizaç não só para a população em geral, como para o comércio e a restauração. 97,80% 93,01% Este indicador deverá ser tão alto quanto poss 5,70% 5,20% Para que se consigam atingir as m forte aumento da recolha selectiva é o primeir em conta que os melhores rácios se encont vidro e a recolha de embalagens ainda é necessária a sua potencialização 5,16% 4,81% 24,33% 1 É desejável que este indicador seja o mais p de forma a reduzir ao mínimo a taxa de rejeita 9,43% 10,53% Este indicador deve progressivamente reduz mínima. 26,635 Km/ton - Os circuitos de recolha devem ser programad que as distâncias percorridas sejam as men lado que se recolha o máximo material p contentorização disponível. Os circuitos de recolha devem ser programad que as distâncias percorridas sejam as men
23 Eixo eis 57,13% 17,70% 25% 3 Este valor deve atingir, pelo menos, os valores Aterros, o que implica necessariamente, implementação de soluções para os RUB, tan selectiva destes materiais, como de destino fina 76,74% Este indicador deve progressivamente red expressão mínima, pelo que se impõe a imple de circuitos de recolha selectiva de resíduos or em 23,85% 6,75% 24,33% 1 Este indicador deverá ser tão alto quanto possí em cial 24,39% 7,13% Este indicador dá-nos uma ideia da eficácia de reciclagem dos resíduos valorizáveis, o necessidade de desviar a maior quantidade de es 0,001% - 0,25% 1 Sendo este um dos aspectos importantes da em termos de redução de perigosidade, é ne recolha de resíduos urbanos considerados p pilhas, etc.) ão 76,15% 86,68% A fim de evitar o risco do aterro se esgotar rapidame implementar-se politicas que possibilitem novos destino a a 147 Mj/ton - A redução deste indicador é essencial de form da gestão de resíduos sejam inferiores, no derivam do consumo de combustíveis e aum Aquecimento Global do concelho.
24 Estratégico de Resíduos Sólidos Urbanos aprovado em 1997 prevenção, finamento, tiva n.º 75/442/CEE do Conselho 152/2002 de 23 de Maio Norma dos Aterros - define metas de deposição de o em 2006, 2009 e tiva n.º 2004/CE metas para a reciclagem e valorização. Resíduos de 9 de Janeiro de 2006: U II Revisão do Plano Estratégico de Resíduos a concluir em Março de UBDA Estratégica Nacional de Redução de RUB depositados em aterro a em Março de 2006.
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