DOCUMENTO NÃO CONTROLADO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DOCUMENTO NÃO CONTROLADO"

Transcrição

1 07/12/ de 117 SUMÁRIO 1 FINALIDADE CAMPO DE APLICAÇÃO Esta norma se aplica Esta norma não se aplica RESPONSABILIDADES DEFINIÇÕES Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT Aterramento Cabo Concêntrico Cabos Isolados Multiplexados Cargas Elétricas Especiais Carga Instalada Centro de Medição (CM) Centro de Proteção Geral (CPG) Consumidor Consumidor Especial Consumidor Livre Consumidor Potencialmente Livre Demanda Demanda Contratada Desmembramento Disjuntor Termomagnético Distribuidora Edificação de Uso Individual Edificação de Múltiplas Unidades Consumidoras - EMUC Empreendimentos habitacionais para fins urbanos Empreendimentos habitacionais para fins urbanos de interesse social Empreendimentos habitacionais integrados à edificação Energia Elétrica Ativa Energia Elétrica Reativa Entrada de Serviço Fator de Potência Fornecimento Provisório Inspeção Lote Loteamento Malha de Aterramento... 11

2 07/12/ de Medição agrupada Medidor Módulo de Medição Módulo de Distribuição Ponto de Entrega Ponto de Ligação Poste Auxiliar Ramal de Entrada Ramal de Ligação Solicitação de fornecimento Tensão de Atendimento Tensão de Fornecimento Tensão Nominal Unidade Consumidora Vistoria REFERÊNCIAS DISPOSIÇÕES GERAIS Generalidades Limites de Fornecimento Limites de Fornecimento CEMAR Limites de Fornecimento CELPA Critérios de Fornecimento à EMUC s Características de Atendimento à Edificação de Múltiplas Unidades Consumidoras Atendimento através da Rede de Baixa Tensão da CEMAR/CELPA Atendimento através da Rede de Média Tensão da CEMAR/CELPA Responsabilidades do Consumidor Responsabilidades da CEMAR/CELPA Localização da Subestação Acesso às Instalações Consumidoras Entrada de Serviço Ramal de Ligação Ramal de Ligação derivado da Rede de Baixa Tensão da CEMAR/CELPA Ramal de Ligação derivado da Rede de Média Tensão da CEMAR/CELPA Ponto de Entrega Edificações Verticais com alimentação derivada da Rede de Baixa Tensão da CEMAR/CELPA Edificações Verticais com alimentação derivada da Rede de Média Tensão da CEMAR/CELPA Edificações Horizontais Ramal de Entrada O Ramal de Entrada deve obedecer às seguintes prescrições:... 25

3 07/12/ de Prescrições do Ramal de Entrada Derivado da Rede de Baixa Tensão Padrões Construtivos e Características Gerais das Subestações Medição Generalidades Centro de Medição - CM Localização da Medição e do Medidor Medição para Bomba de Incêndio Proteção Centro de Proteção Geral - CPG Proteção de Edificação com alimentação derivada da Rede Secundária da CEMAR/CELPA Proteção de Edificação com alimentação derivada da Rede Primária da CEMAR/CELPA Aterramento Geração Própria Atendimento ao Cliente Obtenção de Estudo de Viabilidade Técnica Projeto Generalidades Apresentação do projeto Considerações Gerais Projeto Elétrico Análise do Projeto Responsabilidades Execução do Projeto Solicitação de Fornecimento Generalidades Solicitação de Vistoria e Ligação do Empreendimento Solicitação de Vistoria e Ligação de Unidade Consumidora pertencente à Edificação Casos Omissos ANEXOS ANEXO I CÁLCULO DE DEMANDA DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA EXEMPLO I EXEMPLO II EXEMPLO III...53 ANEXO II REQUERIMENTO DO ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA ANEXO III CARTA DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO ANEXO IV MODELO DE SOLICITAÇÃO DE VISTORIA E LIGAÇÃO ANEXO V TERMO DE TRANSFERÊNCIA ANEXO VI MEMORIAL DESCRITIVO TABELAS... 70

4 07/12/ de 117 TABELA 1 POTÊNCIA DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS TABELA 2.1 FATORES DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL PARA UNIDADES CONSUMIDORAS NÃO RESIDENCIAIS TABELA 2.1 FATORES DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL PARA UNIDADES CONSUMIDORAS RESIDENCIAIS TABELA 3 LIMITES DE QUEDA DE TENSÃO TABELA 4 - FATORES DE DEMANDA DE MOTOR-BOMBA HIDROMASSAGEM TABELA 5 FATORES DE DEMANDA DE APARELHOS DE AQUECIMENTO E ELETRODOMESTICOS EM GERAL TABELA 6 - FATORES DE DEMANDA DE APARELHOS DE AR CONDICIONADO TABELA 7 FATORES DE DEMANDA PARA ELEVADORES TABELA 8 DETERMINAÇÃO DA DEMANDA EM FUNÇÃO DA QUANTIDADE DE MOTORES (VALORES EM kva) MOTORES MONOFÁSICOS...75 TABELA 9 DETERMINAÇÃO DA DEMANDA EM FUNÇÃO DA QUANTIDADE DE MOTORES (VALORES EM kva) MOTORES TRIFÁSICOS TABELA 10 DEMANDA POR APARTAMENTO RESIDENCIAL EM FUNÇÃO DA ÁREA ÚTIL.. 77 TABELA 11 FATOR DE DIVERSIDADE TABELA 12 FATOR PARA DIVERSIFICAÇÃO DA DEMANDA EM FUNÇÃO DO NÚMERO DE APARTAMENTOS RESDENCIAIS DA EDIFICAÇÃO TABELA 13 FATORES DE DEMANDA INDIVIDUAIS PARA MÁQUINA DE SOLDA A TRANSFORMADOR E APARELHOS DE RAIO X E GALVANIZAÇÃO TABELA 14 DIMENSIONAMENTO PELA CAPACIDADE DE CORRENTE DO BARRAMENTO DE BAIXA TENSÃO TABELA 15 DIMENCIONAMENTO DE CONDUTORES E PROTEÇÃO PARA UNIDADES CONSUMIDORAS TABELA 16 DIMENCIONAMENTO DE TRANSFORMADOR TABELA 17 DISPOSITIVO DE PARTIDO DE MOTORES TRIFÁSICOS DESENHOS DESENHO 1 EXEMPLO DE PLANTA DE SITUAÇÃO DESENHO 2 AFASTAMENTOS MÍNIMOS ENTRE CONDUTORES E EDIFICAÇÕES DESENHO 3 CABINE DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO ENTRADA AÉREA DESENHO 4 CABINE DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO ENTRADA SUBTERRÂNEA.. 89 DESENHO 5 ESPAÇAMENTOS PARA INSTALAÇÕES INTERNAS (A) DESENHO 6 ESPAÇAMENTOS PARA INSTALAÇÕES INTERNAS (B) DESENHO 7 BACIA DE CONTENÇÃO DE ÓLEO DESENHO 8 RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO CEMAR - ENTRADA SUBTERRÂNEA COM MUFLAS MONOFÁSICAS DESENHO 9 RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR - ENTRADA AÉREA DESENHO 10 RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR - ENTRADA MISTA DESENHO 11 BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE SECUNDÁRIA(alterar desenho de PVC para PEAD) DESENHO 12 BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE PRIMÁRIA... 98

5 07/12/ de 117 DESENHO 13 RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVADA DA REDE DE BAIXA TENSÃO DA CEMAR/CELPA DESENHO 14 CAIXA DE PASSAGEM LACRÁVEL DESENHO 15 TRAVESSIA SUBTERRÂNEA DESENHO 16 PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE BAIXA TENSÃO DA CEMAR DESENHO 17 PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR/CELPA DESENHO 18 LIGAÇÃO DE BOMBA DE INCÊNDIO DESENHO 19 CENTRO DE MEDIÇÃO DESENHO 20 CENTRO DE MEDIÇÃO DETALHES DOS MÓDULOS DESENHO 21 SUPORTE PARA FIXAÇÃO DAS MUFLAS INTERNAS E DA CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR DESENHO 22 SUPORTE PARA FIXAÇÃO DA CHAVE SECIONADORA TRIPOLAR CUBÍCULOS DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO DESENHO 23 SUPORTE PARA FIXAÇÃO DA CHAVE SECIONADORA TRIPOLAR CUBÍCULOS DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO DESENHO 24 SUPORTE PARA FIXAÇÃO DOS CABOS ISOLADOS DE MÉDIA TENSÃO DESENHO 25 SUPORTE PARA FIXAÇÃO DOS ISOLADORES DE APOIO DE MÉDIA TENSÃO 112 DESENHO 26 SUPORTE PARA FIXAÇÃO DOS PÁRA-RAIOS DESENHO 27 CHAPA DE PASSAGEM DESENHO 28 TELA METÁLICA PARA CUBÍCULO DE DISJUNÇÃO DESENHO 29 TELA METÁLICA PARA CUBÍCULO DE TRANSFORMAÇÃO CONTROLE DE REVISÕES APROVAÇÃO

6 07/12/ de FINALIDADE Esta Norma Técnica tem a finalidade de estabelecer condições técnicas mínimas exigidas pela CEMAR/CELPA na elaboração de projeto e execução das entradas de serviços de energia elétrica para ligação de unidades consumidoras localizadas em edifícios de uso coletivo e a edificações individuais atendidas através de medições agrupadas, a fim de possibilitar o fornecimento de energia elétrica em média tensão (15 kv) e em baixa tensão (220/380V ou 127/220V) pela CEMAR/CELPA. As recomendações aqui contidas aplicam-se a novas instalações, a reformas ou ampliação de instalações já existentes e respeitam o que prescrevem as legislações oficiais, as normas da ABNT e os documentos técnicos da CEMAR/CELPA em vigor. 2 CAMPO DE APLICAÇÃO 2.1 Esta norma se aplica Aplica-se à Gerência de Expansão e Melhoria do Sistema Elétrico, à Gerência de Planejamento do Sistema Elétrico, à Gerência de Operação do Sistema Elétrico, à Gerência de Serviços de Rede e à Gerência de Manutenção do Sistema Elétrico, pertencentes à Diretoria de Distribuição; à Gerência de Recuperação de Energia e à Gerência de Relacionamento com o Cliente, pertencentes à Diretoria Comercial, no âmbito da CEMAR/CELPA. Também se aplica a todas as empresas responsáveis pela elaboração de projetos e construção de instalações de Edificações de Múltiplas Unidades Consumidoras novas, ampliações e reformas, bem como Edificações individualizadas, atendidas em Baixa Tensão, que pela localização necessitam de medição agrupada, localizadas na área de concessão da CEMAR/CELPA, respeitando-se a legislação emanada pelos órgãos competentes. 2.2 Esta norma não se aplica Esta Norma não se aplica à ligação de edificações caracterizadas por serviços de hotelaria, tais como: Motel, Hotel, Pousadas, etc. 3 RESPONSABILIDADES Gerência de Normas e Padrões: Estabelecer as normas e padrões técnicos para o fornecimento de energia elétrica a edificações de múltiplas unidades consumidoras. Coordenar o processo de revisão desta norma. Gerência de Expansão e Melhoria do Sistema Elétrico: Realizar as atividades relacionadas à expansão e melhoria do sistema elétrico de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo. Gerência de Planejamento do Sistema Elétrico: Realizar as atividades relacionadas ao planejamento do sistema elétrico de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo. Participar do processo de revisão desta norma.

7 07/12/ de 117 Gerência de Operação do Sistema Elétrico: Realizar as atividades relacionadas à operação do sistema elétrico de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo. Participar do processo de revisão desta norma. Gerência de Serviços de Rede: Realizar os serviços de rede de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo. Participar do processo de revisão desta norma. Gerência de Manutenção do Sistema Elétrico: Realizar as atividades relacionadas à manutenção do sistema elétrico de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo. Participar do processo de revisão desta norma. Gerência de Recuperação de Energia: Realizar as atividades relacionadas à recuperação de energia de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo. Participar do processo de revisão desta norma. Gerência de Relacionamento com o Cliente: Realizar as atividades de relacionamento com o cliente de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo, divulgando as mesmas ao cliente. Participar do processo de revisão desta norma. Projetistas e Construtoras que realizam serviços na área de concessão da CEMAR/CELPA: Realizar suas atividades de acordo com as regras e recomendações definidas neste instrumento normativo. 4 DEFINIÇÕES 4.1 Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL Autarquia criada pela Lei de 26/12/1996 com a finalidade de regular e fiscalizar a produção, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica, de acordo com a legislação e em conformidade com as diretrizes e as políticas do governo federal. 4.2 Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT Associação privada sem fins lucrativos responsável pela elaboração das normas técnicas no Brasil. 4.3 Aterramento Ligação à terra de todas as partes metálicas não energizadas de uma instalação, incluindo o neutro da rede e da referida instalação. 4.4 Cabo Concêntrico Cabo composto de um condutor fase isolado, e um condutor neutro disposto helicoidalmente sobre esta isolação e recoberto por outra camada isolante protetora.

8 07/12/ de Cabos Isolados Multiplexados Cabos constituídos por um, dois ou três condutores isolados, utilizados como condutores fase, torcidos em torno de um condutor, com funções de condutor neutro e de elemento de sustentação. 4.6 Cargas Elétricas Especiais Aparelhos elétricos, cujo regime de funcionamento possa causar perturbações ao suprimento normal de energia dos demais Consumidores tais como: motores, máquinas de solda, aparelhos de raios-x; etc. 4.7 Carga Instalada Soma das potências nominais dos equipamentos elétricos instalados na unidade consumidora, em condições de entrar em funcionamento, expressa em quilowatts (kw). 4.8 Centro de Medição (CM) É o conjunto dos módulos de distribuição e medição de energia elétrica, das Unidades de Consumo do prédio. 4.9 Centro de Proteção Geral (CPG) Módulo para instalação dos equipamentos de seccionamento e proteção do ramal de entrada Consumidor Pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado, legalmente representada, que solicitar à CEMAR/CELPA o fornecimento de energia elétrica ou o uso do sistema elétrico, assumindo as obrigações decorrentes deste atendimento à(s) sua(s) unidade(s) consumidora(s), segundo disposto nas normas e nos contratos, sendo: Consumidor Especial Agente da CEEE, da categoria de comercialização, que adquire energia elétrica proveniente de empreendimentos de geração enquadrados no 5º do art. 26 da Lei no 9.427, de 26 de dezembro de 1996, para unidade consumidora ou unidades consumidoras reunidas por comunhão de interesses de fato ou de direito cuja carga seja maior ou igual a 500 kw e que não satisfaçam, individualmente, os requisitos dispostos nos arts. 15 e 16 da Lei no 9.074, de 7 de julho de Consumidor Livre Agente da CCEE, da categoria de comercialização, que adquire energia elétrica no ambiente de contratação livre para unidades consumidoras que satisfaçam, individualmente, os requisitos dispostos nos arts. 15 e 16 da Lei no 9.074, de 1995.

9 07/12/ de Consumidor Potencialmente Livre Aquele cujas unidades consumidoras satisfazem, individualmente, os requisitos dispostos nos arts. 15 e 16 da Lei no 9.074, de 1995, porém não adquirem energia elétrica no ambiente de contratação livre Demanda Média das potências elétricas ativas ou reativas, solicitadas ao sistema elétrico pela parcela da carga instalada em operação na unidade consumidora, durante um intervalo de tempo especificado, expressas em quilowatts (kw) e quilovolt-ampère-reativo (kvar), respectivamente Demanda Contratada É a demanda de potência ativa prevista em contrato, colocada continuamente à disposição do Consumidor, no ponto de entrega e que será integralmente paga, independentemente de ser ou não utilizada durante o período de faturamento em quilowatts (kw) Desmembramento Subdivisão de gleba em lotes destinados a edificação, com aproveitamento do sistema viário existente, desde que não implique a abertura de novas vias e logradouros públicos, nem prolongamento, modificação ou ampliação dos já existentes Disjuntor Termomagnético Equipamento destinado a proteger os condutores e demais equipamentos da unidade consumidora, contra sobrecarga e curto-circuito Distribuidora Agente titular de concessão ou permissão federal para prestar o serviço público de distribuição de energia elétrica Edificação de Uso Individual Todo e qualquer imóvel, reconhecido pelos poderes públicos, constituindo uma Unidade Consumidora Edificação de Múltiplas Unidades Consumidoras - EMUC É toda edificação que possui mais de uma unidade consumidora e que dispõe de área comum de circulação com utilização de energia elétrica. Podem ser edificações isoladas, interligadas ou agrupadas no mesmo terreno.

10 07/12/ de Empreendimentos habitacionais para fins urbanos Loteamentos, desmembramentos, condomínios e outros tipos estabelecidos na forma da legislação em vigor, localizados em zonas urbanas, de expansão urbana ou de urbanização específica, assim definidas pelo plano diretor ou aprovadas por lei municipal Empreendimentos habitacionais para fins urbanos de interesse social Empreendimentos habitacionais, destinados predominantemente às famílias de baixa renda, implantados em zona habitacional declarada por lei como de interesse social; ou promovidos pela União, Estados, Distrito Federal, Municípios ou suas entidades delegadas, estas autorizadas por lei a implantar projetos de habitação, na forma da legislação em vigor; ou construídos no âmbito de programas habitacionais de interesse social implantados pelo poder público Empreendimentos habitacionais integrados à edificação Empreendimento em que a construção das edificações nos lotes ou unidades autônomas é feita pelo responsável pela implantação do empreendimento, concomitantemente à implantação das obras de infraestrutura/urbanização; 4.21 Energia Elétrica Ativa Aquela que pode ser convertida em outra forma de energia, expressa em quilowatts-hora (kwh) Energia Elétrica Reativa Aquela que circula entre os diversos campos elétricos e magnéticos de um sistema de corrente alternada, sem produzir trabalho, expressa em quilovolt-ampère-reativo-hora (kvarh) Entrada de Serviço É o conjunto de equipamentos, condutores e acessórios instalados a partir do ponto de conexão na rede da CEMAR/CELPA até a medição. É constituída pelo ramal de ligação e ramal de entrada Fator de Potência Razão entre a energia elétrica ativa e a raiz quadrada da soma dos quadrados das energias elétricas ativa e reativa, consumidas num mesmo período especificado Fornecimento Provisório É aquele cujo fornecimento se destina ao atendimento de eventos temporários, tais como: festividades, circos, parques de diversões, exposições, obras ou similares, estando o atendimento condicionado à disponibilidade de energia elétrica.

11 07/12/ de Inspeção Fiscalização da unidade consumidora, posteriormente à ligação, com vistas a verificar sua adequação aos padrões técnicos e de segurança da CEMAR/CELPA, o funcionamento do sistema de medição e a confirmação dos dados cadastrais Lote Terreno servido de infraestrutura básica cujas dimensões atendam aos índices urbanísticos definidos pelo plano diretor ou lei municipal para a zona em que se situe Loteamento Subdivisão de gleba de terreno em lotes destinados à edificação, com abertura de novas vias de circulação, de logradouros públicos ou prolongamento, modificação ou ampliação das vias existentes, cujo projeto tenha sido devidamente aprovado pela respectiva Prefeitura Municipal ou, quando for o caso, pelo Distrito Federal Malha de Aterramento É constituída de eletrodos de aterramento interligados por condutores nus, enterrados no solo Medição agrupada Sistema de medição destinada a até quatro unidades consumidoras, localizados em edificações que não possuam área em condomínio com utilização de energia elétrica. Cada unidade consumidora deverá ter carga instalada de até 12 kw para a área de concessão CEMAR e 10 kw para área de concessão CELPA Medidor Aparelho fornecido e instalado pela CEMAR/CELPA, com o objetivo de medir e registrar o consumo de energia elétrica de cada consumidor Módulo de Medição Módulo lacrável destinado a instalação do medidor. Este módulo deve conter os elementos de comando e proteção geral da instalação de cada unidade consumidora Módulo de Distribuição Módulo lacrável destinado à instalação do barramento e da proteção geral, quando necessário Ponto de Entrega Ponto de conexão do sistema elétrico da CEMAR/CELPA com as instalações elétricas da Unidade Consumidora, caracterizando-se como o limite de responsabilidade do fornecimento.

12 07/12/ de Ponto de Ligação É o ponto da rede da CEMAR/CELPA do qual deriva o ramal de ligação da unidade consumidora Poste Auxiliar Poste situado na Unidade Consumidora com a finalidade de fixar, elevar e/ou desviar o ramal de ligação e o ramal de entrada Ramal de Entrada Conjunto de condutores e acessórios instalados pelo consumidor entre o ponto de entrega e a medição ou a proteção de suas instalações Ramal de Ligação Conjunto de condutores e acessórios instalados entre o ponto de derivação da rede da CEMAR/CELPA e o ponto de entrega. Conjunto de condutores e acessórios instalados pela CEMAR/CELPA entre o ponto de derivação de sua rede e o ponto de entrega; 4.39 Solicitação de fornecimento Ato voluntário do interessado na prestação do serviço público de fornecimento de energia ou conexão e uso do sistema elétrico da CEMAR/CELPA, segundo disposto nas normas e nos respectivos contratos, efetivado pela alteração de titularidade de unidade consumidora que permanecer ligada ou ainda por sua ligação, quer seja nova ou existente Tensão de Atendimento Valor eficaz de tensão no ponto de entrega ou de conexão, obtido por meio de medição, podendo ser classificada em adequada, precária ou crítica, de acordo com a leitura efetuada, expressa em volts (V) ou quilovolts (kv) Tensão de Fornecimento Tensão fixada pela CEMAR/CELPA para fornecimento de energia elétrica dentro dos limites definidos pelo poder concedente, expresso em volts (V) ou quilovolts (kv) Tensão Nominal Valor eficaz da tensão de linha pela qual o sistema é designado, expresso em volts (V) ou quilovolts (kv) Unidade Consumidora Conjunto composto por instalações, ramal de entrada, equipamentos elétricos, condutores e acessórios, incluída a subestação, quando do fornecimento em tensão primária, caracterizado

13 07/12/ de 117 pelo recebimento de energia elétrica em apenas um ponto de entrega, com medição individualizada, correspondente a um único consumidor e localizado em uma mesma propriedade ou em propriedades contíguas Vistoria Procedimento realizado pela CEMAR/CELPA na unidade consumidora, previamente à ligação, coma finalidade de verificar sua adequação aos padrões técnicos e de segurança da CEMAR/CELPA. 5 REFERÊNCIAS [1] ANEEL (2010), Resolução Normativa Nº Estabelece as Condições Gerais de Fornecimento de Energia Elétrica de forma atualizada e consolidada; [2] ANEEL (2010), Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional (PRODIST) - Módulo 1: Introdução; [3] ANEEL (2010), Procedimentos de Distribuição de Energia Elétrica no Sistema Elétrico Nacional (PRODIST) - Módulo 8: Qualidade da Energia Elétrica; [4] NBR 5410:2008 Instalações elétricas de baixa tensão; [5] NBR 5419:2005 Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas; [6] NBR 10068:1987 Folha de desenho - Leiaute e dimensões; [7] NBR 10898:1999 Sistema de iluminação de emergência; [8] NBR 12693:2010 Sistemas de proteção por extintores de incêndio; [9] NBR 13534:2008 Instalações elétricas de baixa tensão - Requisitos específicos para instalação em estabelecimentos assistenciais de saúde; [10] NBR 13570:1996 Instalações elétricas em locais de afluência de público - Requisitos específicos; [11] NBR 14039:2005 Instalações elétricas de média tensão de 1,0kV a 36,2kV; [12] NBR 15688:2009 Redes de distribuição aérea de energia elétrica com condutores nus; [13] NBR 15751:2009 Sistemas de aterramento de subestações - Requisitos; [14] NR 10:2004 Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade, do Ministério do Trabalho e Emprego.

14 07/12/ de DISPOSIÇÕES GERAIS 6.1 Generalidades a) Somente serão ligadas à rede de distribuição da CEMAR/CELPA, as instalações elétricas das unidades consumidoras que foram executadas de acordo com as regras e recomendações estabelecidas por esta Norma; b) Qualquer ligação à rede da CEMAR/CELPA só poderá ser efetuada por seus colaboradores devidamente autorizados e depois de observadas todas as exigências regulamentares estabelecidas por esta Norma; c) Somente serão ligadas ao sistema de distribuição da CEMAR/CELPA instalações de imóveis devidamente identificados e regularizados pelos poderes públicos; d) O consumidor é responsável por zelar por todos os equipamentos do padrão de entrada, sendo que o acesso aos mesmos somente será permitido aos colaboradores autorizados da CEMAR/CELPA; e) É proibido ao consumidor, sob quaisquer pretextos, apoderar-se dos direitos da CEMAR/CELPA, estendendo instalações que se interliguem com instalações de outrem, para o fornecimento de energia elétrica, ainda que graciosamente; f) O consumidor deve assegurar livre acesso aos técnicos da CEMAR/CELPA devidamente credenciados, aos locais em que estejam instalados os aparelhos de medição, a fim de efetuar a leitura de medidores, inspecionar e verificar as instalações ou equipamentos; g) Os eletrodutos e caixas de inspeção dos ramais não podem ser utilizados para outros fins que não os elétricos; h) Devem ser obedecidas rigorosamente as recomendações das Normas de Segurança e de Meio Ambiente, bem como o Código de Posturas Municipais pertinentes; i) Cada unidade consumidora deve ser suprida por intermédio de circuito independente, bem como terá medição em separado; j) Qualquer alteração, reforma ou ampliação na Edificação que exija a substituição dos equipamentos auxiliares de medição e/ou medidor (se for o caso) é de responsabilidade da CEMAR/CELPA; k) Não é permitido, em hipótese alguma, paralelismo permanente entre geradores particulares e o sistema da CEMAR/CELPA. No caso da instalação possuir gerador ele deve ser provido de chave reversora com intertravamento mecânico ou eletromecânico visível que garanta o não paralelismo entre os sistemas. A reversão é de inteira responsabilidade do projetista. Para maiores informações consultar a NT CONEXÃO DE GERADORES PARTICULARES AO SISTEMA ELÉTRICO, especifica, na sua última versão;

15 07/12/ de 117 l) O aumento de carga que venha a caracterizar uma unidade consumidora suprida em tensão secundária de distribuição, em uma unidade consumidora suprida em tensão primária de distribuição, deverá a Unidade Consumidora providenciar a adequação de suas instalações às exigências desta Norma; m) Qualquer aumento de carga deve ser precedida da aceitação da CEMAR/CELPA, sem a qual a unidade consumidora fica sujeita às sanções legais por operar irregularmente; n) Para os casos omissos relativos às condições de fornecimento, prevalecerão as condições gerais, estipuladas em legislação pertinente, que estiverem em vigor. 6.2 Limites de Fornecimento Devem ser observados os limites de fornecimento estabelecidos abaixo: Limites de Fornecimento CEMAR a) Ligação monofásica A unidade consumidora pertencente à EMUC, com o limite de até 12kW de carga instalada, será atendida por ligação monofásica, através de 01(um) fase e 01(um) neutro - 220V, desde que não possua: Motor com potência individual superior a 5cv; Aparelho com potência individual superior a 5kVA; Aparelho de Raios-X com potência superior a 2kVA. b) Ligação Trifásica A unidade consumidora pertencente à EMUC, com carga instalada superior a 12kW até o limite de 75kW, será atendida por ligação trifásica, através de 03 (três) fases e 01 (um) neutro - 380/220V, desde que não possua: Motor trifásico com potência individual superior a 30cv; Motor monofásico com potência individual superior a 5cv; Aparelho com potência individual superior a 10kW em 380V, fase-fase; Aparelho trifásico com potência individual superior a 15kW; Aparelho de Raios-X com potência superior a 4kVA, em 380V, fase-fase; Aparelho de Raios-X trifásico com potência superior a 20kVA. Nota: 1. No caso de instalação de mais de um aparelho de Raios-X ou máquina de solda numa mesma unidade consumidora, o limite de potência instalada, referida nos parágrafos

16 07/12/ de 117 acima, equivalerá à potência demandada pelos mesmos, calculada conforme o roteiro de cálculo do ANEXO I CÁLCULO DE DEMANDA DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA; 2. Em uma unidade consumidora que possua mais de 01 (um) motor em suas instalações, deve-se evitar, o máximo possível, partida simultânea entre os mesmos Limites de Fornecimento CELPA a) Ligação monofásica A unidade consumidora pertencente à EMUC, com o limite de até 10kW de carga instalada, será atendida por ligação monofásica, através de 01(um) fase e 01(um) neutro - 127V, desde que não possua: Motor com potência individual superior a 2cv; b) Ligação Bifásica A unidade consumidora pertencente à EMUC, com o limite de até 15kW de carga instalada, será atendida por ligação bifásica, através de 02(duas) fases e 01(um) neutro - 220V, desde que não possua: Motor com potência individual superior a 5cv; Aparelho com potência individual superior a 5kVA; Aparelho de Raios-X com potência superior a 2kVA. c) Ligação Trifásica A unidade consumidora pertencente à EMUC, com o limite de até 75kW de carga instalada, será atendida por ligação trifásica, através de 03 (três) fases e 01(um) neutro - 220V, desde que não possua: Motor trifásico com potência individual superior a 30cv; Motor monofásico com potência individual superior a 5cv; Aparelho com potência individual superior a 10kW em 220V, fase-fase; Aparelho trifásico com potência individual superior a 15kW; Aparelho de Raios-X com potência superior a 4kVA, em 220V, fase-fase; Aparelho de Raios-X trifásico com potência superior a 20kVA. Nota: 3. No caso de instalação de mais de um aparelho de Raios-X ou máquina de solda numa mesma unidade consumidora, o limite de potência instalada, referida nos parágrafos acima, equivalerá à potência demandada pelos mesmos, calculada conforme o roteiro de cálculo do ANEXO I CÁLCULO DE DEMANDA DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA;

17 07/12/ de Em uma unidade consumidora que possua mais de 01 (um) motor em suas instalações, deve-se evitar, o máximo possível, partida simultânea entre os mesmos Critérios de Fornecimento à EMUC s a) Acima de 4 (quatro) unidades, a EMUC deve ser atendida a quatro fios (três fases e um neutro); b) A CEMAR/CELPA pode atender a unidade consumidora em tensão secundária de distribuição, com ligação bifásica/trifásica, ainda que a mesma não apresente carga suficiente para tanto, desde que o consumidor se responsabilize pelo pagamento da diferença de preço do medidor e demais equipamentos de medição a serem instalados, bem como eventuais custos de adaptação da rede; c) Cada unidade consumidora pertencente à EMUC, com carga instalada superior a 75kW, deve ser suprida por subestação individual, cujos investimentos, projeto, construção, manutenção e operação serão de responsabilidade do interessado. Neste caso a CEMAR/CELPA determinará, durante consulta prévia, a maneira conveniente de alimentar a unidade consumidora, aplicando-se os critérios constantes da Norma NT Fornecimento de Energia Elétrica em Média Tensão (15 e 36,2kV), na sua última versão. d) Poderá ser efetuado fornecimento em tensão primária de distribuição a mais de uma unidade consumidora do Grupo A, através de subestação transformadora compartilhada, devendo ser atendidos os seguintes requisitos: I) O atendimento a mais de uma unidade consumidora, de um mesmo consumidor, no mesmo local, condicionar-se-á à observância de requisitos técnicos e de segurança previstos nas normas e/ou padrões da CEMAR/CELPA; II) III) IV) Poderá ser efetuado fornecimento a mais de uma unidade consumidora do Grupo A, por meio de subestação transformadora compartilhada, desde que pactuados e atendidos os requisitos técnicos da CEMAR/CELPA e dos consumidores; Não será permitida a adesão de outras unidades consumidoras, além daquelas inicialmente pactuadas, salvo mediante acordo entre os consumidores participantes do compartilhamento e a CEMAR/CELPA; Os investimentos necessários, projeto, construção, manutenção e operação sejam de responsabilidade dos interessados, de acordo com o que determina a legislação em vigor.

18 07/12/ de Características de Atendimento à Edificação de Múltiplas Unidades Consumidoras Atendimento através da Rede de Baixa Tensão da CEMAR/CELPA a) O atendimento será feito através da Rede Baixa Tensão Aérea da CEMAR/CELPA, quando a demanda total do Empreendimento não ultrapassar a 75 kva e desde que nenhum consumidor individual possua carga instalada superior a 75kW. b) Quando, a critério da CEMAR/CELPA, houver necessidade de instalação de unidade de transformação, a mesma deve ser localizada na via pública. c) Cada unidade consumidora com carga instalada superior a 75 kw será atendida pela Rede Primária e se caracterizará como consumidor do Grupo A. A alimentação poderá ser individual do restante do prédio à critério da CEMAR/CELPA Atendimento através da Rede de Média Tensão da CEMAR/CELPA a) O atendimento será feito através da Rede de Média Tensão da CEMAR/CELPA, quando a demanda total do Empreendimento ultrapassar a 75 kva. 6.4 Responsabilidades do Consumidor a) Projeto e construção das instalações de acordo com a legislação vigente; b) Fornecimento e instalação dos condutores e equipamentos elétricos, de acordo com as normas e padrões técnicos da CEMAR/CELPA; c) Construção do recinto para instalação dos equipamentos de proteção, transformação e manobra, paredes divisórias e demais serviços de alvenaria. As dimensões mínimas devem estar de acordo com o DESENHO 3 CABINE DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO ENTRADA AÉREA e DESENHO 4 CABINE DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO ENTRADA SUBTERRÂNEA; d) Construção de canalizações e caixas de passagens necessárias aos condutores de média e baixa tensão; e) Sistema de drenagem do óleo para transformadores que contenham 100 litros ou mais de líquido isolante (Ver DESENHO 7 BACIA DE CONTENÇÃO DE ÓLEO). Nas instalações abrigadas, quando não houver condições técnicas para construção do tanque de contenção do líquido isolante, pisos impermeáveis com soleira apropriada podem ser utilizados como depósito se não existirem mais que três transformadores ou outros equipamentos instalados, e se cada um deles contiver menos de 100 litros; f) Construção e instalação de portas, janelas de ventilação e telas metálicas internas e externas. Na impossibilidade de ventilação natural, deve ser utilizada, ventilação forçada;

19 07/12/ de 117 g) Construção da malha de terra e interligação desta com as partes metálicas não energizadas; h) Fixação dos suportes das chaves e dos isoladores de apoio; i) Instalação de iluminação artificial; j) Instalação de extintor de incêndio para uso em eletricidade localizada nas imediações da porta de acesso a pessoas. O meio extintor deve ser gás carbônico (CO2) e o aparelho deve estar de acordo com a NBR 15808; k) O espaço destinado ao caminhamento do ramal de ligação e da subestação deve ser transferido à CEMAR/CELPA. Para tanto deve ser preenchido o formulário ANEXO V TERMO DE TRANSFERÊNCIA pelo proprietário da obra e ter firma legalmente reconhecida; l) A CEMAR/CELPA terá acesso livre ao ramal de ligação e à subestação sempre que achar necessário e conveniente. 6.5 Responsabilidades da CEMAR/CELPA a) Instalação de equipamentos de medição; b) Incorporação das instalações elétricas implantadas pelo Empreendedor, de acordo com o Padrão CEMAR/CELPA, no momento de sua conexão à rede da CEMAR/CELPA, quando do recebimento e energização do empreendimento; c) Operação e manutenção das instalações, até o ponto de entrega de acordo com a legislação vigente, após incorporação e energização pela CEMAR/CELPA das instalações elétricas implantadas pelo Empreendedor. 6.6 Localização da Subestação a) Estar situada dentro da propriedade particular fora da área de projeção da edificação; b) A subestação deve permitir fácil acesso às pessoas e aos equipamentos a partir da via pública e estar livre de obstáculos; c) As paredes que limitam a área da subestação devem ser construídas em alvenaria e permitir o seu isolamento com relação à área interna da edificação; d) A porta de acesso da subestação deve estar voltada para área externa do prédio com abertura para fora, possuir uma placa de advertência com a seguinte frase: ALTA TENSÃO e ser dotada de sistema de tranca que permita o seu fechamento a chave; e) A subestação deve possuir janelas de ventilação com área de circulação de ar adequada à potência nominal do transformador ou estar provida de um sistema de ventilação mecânica;

20 07/12/ de 117 f) A área da subestação é de uso exclusivo da CEMAR/CELPA e não deve ser utilizada como depósito ou outros fins pelo condomínio ou administração; g) As subestações devem situar-se no andar térreo; h) Quando a subestação não fizer parte integrante da edificação devem ser utilizados transformadores a óleo. i) Quando a subestação fizer parte integrante da edificação, somente será permitido o emprego de transformadores a seco e disjuntores a vácuo ou SF6, mesmo que haja paredes de alvenaria e portas corta-fogo. Nota: 5. Quando o empreendedor optar pelo uso de transformador a seco e disjuntor a vácuo ou a gás SF6, os mesmos não serão objeto de incorporação pela CEMAR/CELPA, ficando a cargo do Empreendedor a operação e manutenção dos mesmos; 6. Quando a subestação pertencer à CEMAR/CELPA: Não é permitido paralelismo de transformadores; A potência máxima de cada transformador deve ser de 500 kva; 6.7 Acesso às Instalações Consumidoras a) Apenas o pessoal da CEMAR/CELPA deve ter acesso aos equipamentos de medição que, sempre, devem ser de propriedade da CEMAR, e incluem medidores, transformadores de corrente e de potencial, e dispositivos complementares; b) A Administração da EMUC deve sempre propiciar as condições para que, sem impedimentos, atrasos ou transtornos, e a qualquer época, o pessoal autorizado da CEMAR/CELPA tenha acesso às instalações de cada Edificação. c) O acesso ao Centro de Medição deve ser mantido limpo e desimpedido pela Administração da EMUC, no intuito de agilizar a leitura do medidor e a inspeção das instalações pela CEMAR/CELPA. 6.8 Entrada de Serviço Ramal de Ligação Ramal de Ligação derivado da Rede de Baixa Tensão da CEMAR/CELPA a) Deve ser aéreo e ao tempo em toda a sua extensão; b) Ser projetado, construído, operado e mantido pela CEMAR/CELPA, com a participação financeira do consumidor de acordo com a legislação em vigor;

21 07/12/ de 117 c) A CEMAR/CELPA deve utilizar condutores multiplexados, isolados em XLPE, com sustentação pelo neutro nú. O isolamento mínimo requerido é de 0,6/1kV; d) Os condutores devem ser instalados de forma que, no ponto mais baixo, sua altura em relação ao solo ou piso seja no mínimo de 5,5m quando for previsto trânsito de veículos ou de 3,5m para trânsito apenas de pedestres; e) O ramal de ligação deve entrar preferencialmente pela frente do terreno, ficando livre de qualquer obstáculo e ser perfeitamente visível; f) Não deve cruzar terrenos de terceiros; g) Não deve ser acessível a janelas, sacadas, terraços ou lugares congêneres. A distância mínima dos condutores a quaisquer destes pontos deve ser de acordo com o DESENHO 2 AFASTAMENTOS MÍNIMOS ENTRE CONDUTORES E EDIFICAÇÕES; h) Deve partir do poste da rede secundária de distribuição mais próximo do ponto de entrega e não deve exceder a 30m de comprimento, além do que será necessária a extensão da rede de distribuição de energia elétrica na qual o consumidor participará financeiramente, conforme legislação em vigor; j) Não serão admitidas emendas nos condutores do ramal de ligação. Somente por ocasião de manutenção e quando absolutamente necessário, as emendas poderão ser feitas, desde que os condutores não estejam submetidos a esforços mecânicos Ramal de Ligação derivado da Rede de Média Tensão da CEMAR/CELPA O ramal de ligação pode ser totalmente aéreo ou misto, devendo obedecer às seguintes prescrições: a) Fixação do Ramal de Ligação I) Quando a subestação fizer parte integrante da EMUC, o ramal de ligação deve ser fixado em poste auxiliar de concreto armado, instalado no terreno particular, do qual deriva o trecho subterrâneo do ramal, de acordo com o DESENHO 10 RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR/CELPA - ENTRADA MISTA; II) Quando a subestação for construída separada do corpo da EMUC, o ramal de ligação pode ser fixado na sua própria fachada ou em poste auxiliar. Neste caso a subestação deve ter altura suficiente para fixação do ramal de acordo com o DESENHO 9 RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR/CELPA - ENTRADA AÉREA. b) Ramal de Ligação Aéreo Devem ser obedecidas as seguintes prescrições:

22 07/12/ de 117 I) As definidas nas alíneas b, e, f, g, i do subitem ; II) III) IV) O condutor mais baixo do ramal de ligação deve manter uma altura mínima com referência ao piso ou solo de 5,5 (cinco e meio) metros ou 3,5 (três e meio) metros, quando respectivamente, houver trânsito de veículos ou apenas de pedestres, seja em áreas privadas ou públicas. Dependendo das particularidades de trabalho na área de entrada, pode ser necessário o uso de cabo isolado, a critério da CEMAR/CELPA, ou altura maior por razões de segurança; A CEMAR/CELPA, por ocasião da consulta prévia, indicará o ponto do seu sistema no qual há condições técnicas para derivar o ramal de ligação; A classe de isolamento requerida deve ser a mesma da linha do qual deriva o ramal de ligação; V) Não deve ter vão superior a 40 (quarenta) metros; VI) VII) Os equipamentos de manobra instalados na derivação do ramal de ligação devem ser operados exclusivamente pela CEMAR/CELPA; Não pode haver edificações, definitivas ou provisórias, plantações de médio ou grande porte sob o mesmo, ou qualquer obstáculo que lhe possa oferecer dano, seja em domínio público ou privado; VIII) No caso de travessia de cerca ou grade metálica deve haver aterramento no trecho sob o ramal. Além de aterrada, deve também ser seccionada a cerca ou grade metálica que tiver extensão superior a 30 metros; IX) Não deve ser acessível a janelas, sacadas, telhados, áreas ou quaisquer outros elementos fixos não pertencentes à rede, devendo qualquer condutor do ramal obedecer ao afastamento mínimo disposto no DESENHO 2 AFASTAMENTOS MÍNIMOS ENTRE CONDUTORES E EDIFICAÇÕES; X) A CEMAR/CELPA não se responsabiliza por quaisquer danos decorrentes de contato acidental em suas linhas com tubovias, passarelas, elevados, marquises, etc, notadamente no caso da construção ter sido edificada posteriormente à ligação da unidade consumidora. c) Ramal de Ligação Misto O trecho aéreo do ramal de ligação misto obedecerá às prescrições do subitem b. Para o trecho subterrâneo prescrevem-se as seguintes exigências: I) Deve derivar de um poste fixado no terreno da EMUC; II) Não deve cruzar terrenos de terceiros;

23 07/12/ de 117 III) IV) Os dutos (corrugados ou aço zincado por imersão a quente, envelopados em concreto) devem estar situados a uma profundidade mínima de 650mm, e quando cruzar locais destinados a trânsito de veículos devem ser protegidos por uma das formas sugeridas no DESENHO 12 BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE PRIMÁRIA; Não deve cruzar via pública; V) No trecho fora do solo o ramal de ligação deve ser protegido mecanicamente até a uma altura de 5m, através de eletroduto de aço galvanizado de diâmetro interno mínimo igual a 100mm. Nas extremidades do eletroduto deve ser prevista proteção mecânica contra danificação do isolamento dos condutores; VI) Deve ser construída uma caixa de passagem a 700mm do poste de derivação do ramal; VII) O comprimento máximo retilíneo entre duas caixas de passagens é de 30m; VIII) Em todo ponto onde haja mudança de direção do ramal, com ângulo igual ou superior 45 graus, deve ser construída uma caixa de passagem; IX) As caixas de passagem devem ter dimensões internas mínimas de 800x800x800mm, com uma camada de 100mm de brita no fundo da mesma. A tampa de entrada da caixa deve permitir a inscrição de um círculo de 600mm de diâmetro; X) Não deve conter emendas nem derivações; XI) XII) Quando for utilizada curva longa de 90 graus para permitir a descida ou subida dos condutores do ramal subterrâneo, esta deve ter um raio de curvatura superior a 20 vezes o diâmetro do cabo; Todo ramal subterrâneo deve ser composto de quatro cabos unipolares, sendo um desses cabos para reserva e da mesma natureza dos cabos energizados; XIII) As extremidades dos dutos, nas caixas de passagens, devem ser impermeabilizadas com materiais que permitam posterior remoção, sem causar danos aos dutos e ao isolamento dos cabos; XIV) Os dutos devem ser instalados de modo a permitir uma declividade de 2% no sentido das caixas de passagens, conforme mostra o DESENHO 12 BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE PRIMÁRIA.

24 07/12/ de Ponto de Entrega Edificações Verticais com alimentação derivada da Rede de Baixa Tensão da CEMAR/CELPA a) Na ligação de edificações construídas sem recuo com relação ao alinhamento da via pública, o ponto de entrega se localizará no limite da propriedade particular com o alinhamento da via pública, na própria fachada; b) Na ligação de edificações construídas recuadas do alinhamento da via pública, desde que o terreno da instalação consumidora atinja o alinhamento supracitado, o ponto de entrega se localizará no primeiro ponto de fixação do ramal de ligação, podendo ser na própria fachada ou no poste auxiliar. Em qualquer circunstância a distância máxima entre o poste da CEMAR e o ponto de entrega será de 30 metros Edificações Verticais com alimentação derivada da Rede de Média Tensão da CEMAR/CELPA Nas edificações verticais de múltiplas unidades consumidoras, em que os equipamentos de transformação da CEMAR/CELPA estejam instalados no interior da propriedade, o ponto de entrega situar-se-á na entrada do barramento geral Edificações Horizontais a) Em condomínio horizontal, onde a rede elétrica interna não seja de propriedade da CEMAR/CELPA, ou seja, se for construída em desacordo com o Padrão CEMAR/CELPA, o ponto de entrega deverá situar-se no limite da via pública com o condomínio, e a CEMAR/CELPA não será responsável pela manutenção e operação das referidas redes; b) Em condomínio horizontal, onde a rede elétrica interna seja de propriedade da CEMAR/CELPA, ou seja, se for construída de acordo com o Padrão CEMAR/CELPA, o ponto de entrega deverá situar-se no limite da via interna do condomínio com cada fração integrante do parcelamento, devendo os transformadores ser instalados, sempre que tecnicamente for possível, em domínio público, projetando-se dentro da propriedade particular somente a Rede de Baixa Tensão; c) Para ser atendido pela CEMAR/CELPA o condomínio deve estar edificado, com todos os serviços de infraestrutura (instalações elétricas internas, água, telefone, pavimentação e outros) concluídos e residências prontas para ocupação imediata; d) A rede de iluminação das vias externas (ruas, avenidas, praças, etc.) deve ser projetada, construída e mantida pelo empreendedor, que pode utilizar materiais e equipamentos que atendam os seus objetivos. Nestes casos, o condomínio é responsável pelo consumo de energia;

25 07/12/ de 117 e) Deve ser construído pelo responsável uma via de acesso e portão com dimensões que possibilitem o tráfego de veículos para operação e manutenção da rede; f) Termo de permissão assinado pelo condomínio ou proprietário, para livre acesso da CEMAR/CELPA Ramal de Entrada O Ramal de Entrada deve obedecer às seguintes prescrições: a) A isolação mínima requerida é de 1,0kV, em XLPE 90 ou EPR 90 ou HEPR 90º ou condutor com corrente máxima equivalente; b) Pode ser em eletroduto (subterrâneo, embutido ou aparente) e instalações pré-fabricadas do tipo leito metálico devidamente selado em toda a sua extensão; c) O ramal de entrada deve ser construído, mantido e reparado às custas do usuário; d) Quaisquer serviços no ramal de entrada devem ser feitos mediante autorização e supervisão da CEMAR/CELPA; e) A CEMAR/CELPA se isenta da responsabilidade de quaisquer danos pessoais ou materiais que a construção ou reparo do ramal de entrada possa acarretar, inclusive a terceiros; f) Não é permitida a travessia da via pública, nem de terreno de terceiros; g) Não são permitidas emendas nos condutores, nem ao tempo e nem dentro dos eletrodutos Prescrições do Ramal de Entrada Derivado da Rede de Baixa Tensão Em prédios com alimentação derivada da rede de Baixa Tensão da CEMAR/CELPA devem ainda ser obedecidas às seguintes prescrições: a) Quando o ramal for derivado de um poste auxiliar, este poste deve ser instalado dentro do terreno do consumidor, em local não sujeito a abalroamento e que preencha os requisitos técnicos que a CEMAR/CELPA exigir; b) O eletroduto de descida do poste deve ser de aço zincado por imersão a quente, a uma altura mínima de 5,0 m do piso, firmemente fixado através de fitas ou abraçadeiras metálicas. A extremidade superior deve ficar abaixo da armação secundária (ver DESENHO 13 RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVADA DA REDE DE BAIXA TENSÃO DA CEMAR/CELPA; c) Não é permitida a entrada subterrânea em baixa tensão derivando diretamente do poste da rede de distribuição da CEMAR/CELPA. O ramal de entrada subterrâneo deve ser instalado a partir do poste particular.

26 07/12/ de 117 d) Os eletrodutos da parte subterrânea podem ser de polietileno de alta densidade - PEAD (dutos corrugados), ou de aço zincado por imersão a quente. e) Os eletrodutos devem ser enterrados a uma profundidade mínima de 0,30m sendo que quando cruzar locais destinados a trânsito de veículos, nas vias internas do empreendimento, devem ser protegidos por uma das formas sugeridas pelo DESENHO 11 BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE SECUNDÁRIA; f) Será permitida a instalação de uma caixa de passagem localizada a 0,70m da base do poste, com dispositivo para lacre, construída de acordo com o DESENHO 14 CAIXA DE PASSAGEM LACRÁVEL ; g) As curvas e emendas no eletroduto devem obedecer as seguintes prescrições: No trecho embutido, a tubulação pode ter, no máximo, três curvas de 90 graus. Em nenhum caso deve existir curva com deflexão maior do que 90 graus; As curvas devem ser feitas de forma que o diâmetro interno não seja reduzido; As emendas devem ser feitas através de luvas atarraxadas externamente aos eletrodutos ou por intermédio de conexões soldadas, sem que haja redução do diâmetro interno. 6.9 Padrões Construtivos e Características Gerais das Subestações As subestações deverão ser construídas com base nos padrões apresentados nos itens Subestações ao Tempo: no Solo ou em Poste e Subestações Abrigadas (Cabines) da Norma NT Fornecimento de Energia Eletrica em Média Tensão (15 e 36,2kV), em sua última versão Medição Generalidades a) A energia fornecida a cada unidade consumidora deve ser medida num só ponto, não sendo permitida medição única a mais de uma unidade consumidora; b) A edificação utilizada por um único consumidor que a qualquer tempo, venha a ser subdividida ou transformada em edificação de múltiplas unidades consumidoras, deve ter suas instalações elétricas internas adaptadas pelos interessados para permitir a medição e a proteção individualizada de cada unidade consumidora; c) O consumidor será responsável, na qualidade de depositário a título gratuito pela custódia dos equipamentos de medição e responderá por danos ocasionais neles verificados, resultantes de defeitos inerentes à sua instalação particular, tais como: Dimensionamento errado das instalações internas,

27 07/12/ de 117 Precariedade da instalação do ramal de entrada, devido ao envelhecimento dos condutores, ataque por insetos e consequente incêndio; Corrosão por agentes químicos, infiltração de água e umidade; Abalroamento nas estruturas de suporte de entrada ou outras avarias de ordem mecânica. d) A CEMAR/CELPA não é responsável, ainda que tenha procedido a vistorias, por danos a pessoas ou bens decorrentes de deficiência técnica das instalações da unidade consumidora, ou de sua má utilização; e) O consumidor é responsabilizado por danos causados a equipamentos de medição ou a rede de distribuição, decorrentes de aumento de carga ou alterações de suas características à revelia da CEMAR/CELPA; f) Os equipamentos para medição serão instalados e fornecidos pela CEMAR/CELPA. Havendo necessidade de uso de TC s, os mesmos devem ser usados exclusivamente para medição; g) A CEMAR/CELPA substitui sem ônus para o usuário, o equipamento de medição que apresentar defeitos ou falhas que não sejam decorrentes do mau uso do mesmo Centro de Medição - CM a) Cada centro de medição é construído por módulos que alojarão os medidores, os barramentos, a proteção geral e as proteções individuais, todos com dispositivo para lacre, podendo ser ele em chapa de aço ou em policarbonato; b) Deve ser previsto um módulo de distribuição (módulo tipo III) para cada 33 (trinta e três) unidades consumidoras; c) Os módulos de medição padronizados para as EMUC s são de acordo com o DESENHO 19 CENTRO DE MEDIÇÃO; d) O módulo Tipo I deve ser usado para unidades consumidoras monofásicas e o módulo Tipo II para unidades consumidoras trifásicas. (ver DESENHO 19 CENTRO DE MEDIÇÃO); e) O disjuntor geral do centro de medição deve ser instalado em um módulo exclusivo para proteção (módulo tipo IV). Ver DESENHO 19 CENTRO DE MEDIÇÃO; f) Os módulos de medição devem ser marcados externamente e internamente com o número do apartamento ou sala comercial, de forma a identificá-los com os respectivos consumidores. A marcação externa do número de identificação nos módulos de medição e centro de proteção geral deve ser efetuada através de plaquetas com rebites ou pintura com tinta indelével;

28 07/12/ de 117 g) Será exigido no ramal de entrada, no ponto de acesso ao quadro de medição, a colocação de anilhas (fitas plásticas com as cores padronizadas pela ABNT) nos condutores, a fim de identificar as fases, correlacionadas com o faseamento da rede de distribuição da CEMAR/CELPA, em que são ligadas as unidades consumidoras. É exigida também identificação dos condutores fase até a instalação de cada medidor do módulo de medição; h) A cota da base do centro de medição em relação ao piso é de 0,35m. Quando existir o módulo V esta cota deve ser 0,20m. A cota superior não deve ser maior que 1,70m; i) A seção dos condutores instalados entre o barramento e o disjuntor da medição deve ser compatível com a capacidade de corrente da proteção geral da Unidade Consumidora, sendo no mínimo de 4 mm² para a área de concessão da CEMAR e de 6 mm 2 para a da CELPA; j) A seção dos condutores instalados entre o módulo de medição e o centro de distribuição da Unidade Consumidora deve respeitar os critérios de capacidade de corrente e queda de tensão, sendo no mínimo de 4 mm² para área de concessão da CEMAR e de 6 mm 2 para a da CELPA; k) O medidor e demais equipamentos de medição serão fornecidos e instalados pela CEMAR/CELPA; l) Todos os módulos do centro de medição devem ser homologados pela CEMAR/CELPA; m) Deve ser estampado de forma legível e indelével o nome ou marca do fabricante em local bem visível; Nota: 7. A localização destas estampas não deve comprometer a visualização da medição por parte dos leituristas, logo, recomenda-se que não sejam efetuadas estampas no centro das tampas das caixas de medição Localização da Medição e do Medidor A CEMAR/CELPA reserva-se ao direito de, em qualquer caso, indicar o local mais adequado para instalação da medição, observadas as seguintes disposições: a) Em prédios residenciais os centros de medição devem situar-se no andar térreo ou subsolo que não esteja sujeito a inundações, obedecendo os seguintes procedimentos: Prédio com até 51 medidores: deve possuir um único centro de medição, localizado no térreo ou subsolo;

29 07/12/ de 117 Prédios com mais de 51 medidores: é permitida a instalação de mais de um centro de medição no mesmo local (térreo ou subsolo), desde que se verifique a quantidade mínima de 23 medidores por centro de medição. b) Em prédios comerciais os centros de medição devem situar-se no andar térreo ou subsolo que não esteja sujeito a inundações, obedecendo as seguintes recomendações: Prédios com até 16 medidores: devem possuir um único centro de medição, localizado no térreo ou subsolo; Prédios com mais de 16 medidores: é permitida a instalação de mais de um centro de medição no mesmo local (térreo ou subsolo), desde que se verifique a quantidade mínima de 5 medidores por centro de medição. c) Todos os centros de medição devem ser instalados em áreas de uso comum, de livre e fácil acesso as pessoa credenciadas pela CEMAR/CELPA, devendo sempre que possível, ter acesso direto para a via pública. Por exemplo: locais como pilotis, paredes externas do prédio ou muro, o mais próximo possível da entrada do prédio; d) Em frente ao centro de proteção geral e ao centro de medição deve existir o espaço livre de no mínimo 1metro para permitir as atividades de leitura e instalação dos medidores; e) Não são aceitos locais de difícil acesso, que tenham dimensões insuficientes, mal iluminados e sem condições de segurança tais como: locais sujeitos a gases corrosivos, inundações, poeiras, trepidações excessivas ou sujeitas a abalroamento de veículos; f) Os lacres dos medidores, caixas e cubículos, somente poderão ser instalados ou rompidos pela CEMAR/CELPA; g) Nos prédios alimentados através de subestações próprias o centro de medição deve localizar-se fora do recinto da subestação e no mesmo pavimento desta; h) Fica a critério da CEMAR/CELPA, escolher os medidores e demais equipamentos de medição que julgar necessário, bem como sua substituição quando considerada conveniente. Os casos em que o consumidor opte pela utilização de medidores não padronizados pela CEMAR/CELPA serão objetos de estudos específicos; Medição para Bomba de Incêndio a) Quando for prevista a instalação de conjunto moto-bomba de incêndio, deve ser instalada medição e a sua alimentação deve ser derivada antes da proteção geral de baixa tensão, conforme DESENHO 18 LIGAÇÃO DE BOMBA DE INCÊNDIO. b) O circuito alimentador da bomba de incêndio deve ter dispositivo de proteção independente, conforme DESENHO 18 LIGAÇÃO DE BOMBA DE INCÊNDIO.

30 07/12/ de 117 c) Para identificar a proteção do conjunto moto-bomba, deve ser instalada plaqueta metálica gravada ou esmaltada a fogo com os dizeres: BOMBA DE INCÊNDIO Proteção Centro de Proteção Geral - CPG a) O CPG deve ser uma caixa metálica com dispositivo de lacre com dimensões apropriadas e ter aprovação prévia da CEMAR/CELPA; b) A instalação do CPG deve ser abrigada, em local de fácil acesso, livre de inundações e não sujeito às intempéries ocasionais; c) O CPG de edificação com alimentação derivada da rede primária da CEMAR/CELPA deve ser localizado na subestação; d) Os circuitos secundários de cada transformador devem ser individualmente separados, não podendo ser instalados em dutos, caixas ou CPG s comuns Proteção de Edificação com alimentação derivada da Rede Secundária da CEMAR/CELPA e) A proteção do ramal de entrada deve ser feita através de disjuntores tripolares termomagnéticos, dimensionados de acordo com a corrente nominal da carga demandada, instalados no Centro de Proteção Geral (CPG), sendo um localizado antes do barramento e um em cada saída do ramal para os centros de medição (Figura 1 do DESENHO 16 PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE BAIXA TENSÃO DA CEMAR). O Centro de Proteção Geral (CPG) deve estar, no máximo, a 30 metros do ponto de entrega, medidos ao longo do circuito do ramal de entrada; f) A proteção de cada Centro de Medição (CM) deve ser feita através de disjuntor tripolar termomagnético instalado no módulo de distribuição do respectivo centro. O referido disjuntor é dispensado quando os centros de medição forem instalados a uma distância de até 15m e no mesmo compartimento do Centro de Proteção Geral (CPG); g) Quando houver somente um Centro de Medição (CM) e este obedecer a distância referida na alínea (a), a proteção do ramal é a mesma proteção geral do centro de medição e se localizará no módulo de distribuição (Figura 2 do DESENHO 16 PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE BAIXA TENSÃO DA CEMAR); h) Quando a demanda for inferior ou igual a 112,5kVA o disjuntor deve ter capacidade de Interrupção Simétrica mínima de 5kA; i) Quando a demanda for superior a 112,5kVA até 300kVA, o disjuntor deve ter capacidade de Interrupção Simétrica mínima de 10kA.

31 07/12/ de Proteção de Edificação com alimentação derivada da Rede Primária da CEMAR/CELPA a) Subestação com 1 (um) transformador e 1 (um) centro de medição (Figura 3 do DESENHO 17 PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR). A proteção deve ser feita por um disjuntor instalado no CPG e por outro localizado no módulo de distribuição do centro de medição; A capacidade de interrupção simétrica mínima dos disjuntores, referidos na alínea anterior, é em função da potência do transformador e da distância do CPG ao centro de medição. b) Subestação com 1 (um) transformador e 2 (dois) ou mais centros de medição (Figura 4 do DESENHO 17 PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR). A proteção geral deve ser feita por disjuntores instalados no CPG antes do barramento e em cada saída do ramal que vai para os centros de medição; As proteções dos centros de medição devem ser feitas por disjuntores instalados no módulo de distribuição dos respectivos centros; 6.12 Aterramento Nas Edificações de Múltiplas Unidades Consumidoras com alimentação da rede primária ou secundária, deve existir malha de terra, com dimensões convenientes, destinada ao aterramento de todas as partes metálicas não destinadas a conduzir corrente elétricas: a) O condutor de ligação à terra deve ser de cobre nu, tão curto e retilíneo quanto possível, sem emendas, chaves ou dispositivos que possam causar sua interrupção; b) O ponto de conexão do condutor de terra com a haste de terra deve ser feito através de conectores apropriados ou solda exotérmica e acessível à inspeção; c) A bitola mínima do condutor de terra deve estar de acordo com as prescrições da NBR- 5410; d) Para prédios com alimentação pela rede secundária da CEMAR/CELPA exige-se que a malha de terra contenha um número mínimo de 3 hastes devendo, em qualquer caso, a resistência máxima em qualquer época do ano, ser de 25 ohms; e) Para prédios com alimentação derivada da rede primária da CEMAR/CELPA, exige-se que a malha de terra das subestações abrangidas por esta Norma contenha um número mínimo de 6 hastes devendo, em qualquer caso, a resistência máxima, em qualquer época do ano, ser de 10 ohms;

32 07/12/ de 117 f) As interligações entre as hastes devem ser feitas com condutores de cobre nu de seção mínima igual a 35mm². Todas as ferragens, tais como tanque de transformadores e disjuntores, portas metálicas, telas, etc, devem ser ligadas ao sistema de terra com condutor de cobre nu de bitola mínima de 25mm². Os equipamentos da subestação devem estar sobre a área da malha de terra; g) As hastes de terra devem ser de aço cobreado e ter dimensões mínimas de 2,40m de comprimento x 16mm diâmetro e com distância entre eles igual ao comprimento da haste; h) Nas transições de linha aérea para subterrânea, as blindagens dos condutores subterrâneos também deverão ser aterradas, sendo ligadas ao condutor de aterramento dos pára-raios; i) A extremidade superior dos eletrodos deverá ficar aproximadamente a 0,10 metros abaixo da superfície do solo e protegida com caixa de alvenaria ou concreto com dimensões mínimas de 0,30 x 0,30 x 0,30 metros e com drenagem e tampa adequada, permitindo o acesso para fins de inspeção e de medição do valor da resistência de aterramento; j) O aterramento de pára-raios tipo Franklin deve ficar independente do aterramento do prédio quando a distância entre malhas for superior a 15m. Quando a distância for inferior a 15m, as malhas devem ser interligadas e a resistência deve se, no máximo, de 10 ohms Geração Própria A instalação de geração alternativa ou de emergência deve seguir as normas da CEMAR/CELPA, obedecendo às seguintes prescrições: a) Produtores independentes ou autoprodutores, cuja viabilidade técnica determine a conexão ao sistema de média tensão da CEMAR/CELPA, devem seguir a norma NT CRITÉRIOS DE ACESSO DE AUTOPRODUTORES E PRODUTORES INDEPENDENTES DE ENERGIA AO SISTEMA ELÉTRICO DA CEMAR/CELPA, na sua última versão; b) Consumidores de média tensão que possuam gerador de emergência devem seguir o que determina a norma NT Conexão de Geradores Particulares ao Sistema Elétrico da CEMAR/CELPA, específica para estes casos, em sua última versão. Nota: 8. O gerador deve ficar localizado em área separada, fisicamente, do recinto onde estão instalados os equipamentos destinados à subestação. 7 ATENDIMENTO AO CLIENTE a) O Empreendedor, ou Representante Legal munido de procuração assinada e reconhecida em cartório, deve dirigir-se a uma Agência com Atendimento Corporativo CEMAR (São Luís, Bacabal, Timon, Imperatriz e Balsas) ou estabelecer contato com a Central de Atendimento Corporativo através do telefone , ou Atendimento Corporativo CELPA (Belém,

33 07/12/ de 117 Castanhal, Marabá e Santarém), para obter todos os esclarecimentos de ordem comercial, técnica, legal e econômico-financeira, necessários e relativos ao fornecimento de energia elétrica, onde, entre outras informações, deve fornecer dados para caracterização das Unidades Consumidoras, particularmente no que se refere à produção, posição do projeto, discriminação da potência instalada e previsões de carga em caráter preliminar; b) Para efetuar as solicitações relacionadas ao fornecimento de energia elétrica em média tensão, o Consumidor, ou Representante Legal munido de procuração assinada e reconhecida em cartório, deve dirigir-se a uma Agência com Atendimento Corporativo CEMAR (São Luís, Bacabal, Timon, Imperatriz e Balsas) ou Atendimento Corporativo CELPA (Belém, Castanhal, Marabá e Santarém), portando os documentos necessários para cada tipo de solicitação; c) Na fase de análise subsequente, sob a coordenação do órgão responsável pelo Atendimento Corporativo, caso julgue necessário, o interessado deve discutir, junto com os demais órgãos envolvidos com o projeto, os aspectos técnicos e comerciais do mesmo; d) Cabe à CEMAR/CELPA disponibilizar ao interessado as normas técnicas, orientar quanto ao cumprimento de exigências obrigatórias, fornecer as especificações técnicas de materiais e equipamentos, informar os requisitos de segurança e proteção, e que será procedida a fiscalização da obra antes do recebimento. 7.1 Obtenção de Estudo de Viabilidade Técnica O Estudo de Viabilidade Técnica será exigido para todas as edificações de múltiplas unidades consumidoras que pretendem ser atendida pelo sistema elétrico da CEMAR/CELPA. Este estudo antecede à apresentação do projeto elétrico das instalações, sendo exigível para edificação que tiver acima de 04 (quatro) unidades consumidoras, em sistema isolado ou interligado, para atendimento em rede de baixa tensão(bt) ou média tensão (MT), conforme o caso. Deve ser solicitado pelo proprietário ou representante legal, visando obter informações e a disponibilidade de atendimento técnico à ligação solicitada, quando tratar-se de ligações novas ou aumento de carga. No estudo de viabilidade técnica serão detectadas as reais necessidades de atendimento da unidade consumidora e informado à mesma. O Estudo de Viabilidade Técnica será praticado para todas as cargas. Para obtenção do estudo de viabilidade técnica o consumidor deverá apresentar à CEMAR/CELPA Anteprojeto, em 01(uma) via, contendo os seguintes elementos: a) Requerimento preenchido conforme ANEXO II SOLICITAÇÃO PARA ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA; b) Planta da situação conforme DESENHO 1 PLANTA DE SITUAÇÃO, contendo a localização e delimitação da propriedade e/ou edificação em relação à via pública, rodovias,

34 07/12/ de 117 vias de acesso, áreas de passeios, acidentes geográficos, etc; representação e indicação de vias paralelas e transversais; cotas de distâncias; pontos de referências; indicação do norte geográfico; indicação da rede elétrica próxima e localização do posto de transformação e a distância deste ao ponto de derivação da rede trifásica da CEMAR/CELPA, mais próxima, com indicação das respectivas coordenadas georeferenciadas (preferencialmente em UTM fuso 22 para a CELPA e UTM fuso 23 para a CEMAR); postes existentes e postes a serem implantados com respectivos esforços, altura e estruturas. Deverá ser desenhada na escala 1:2000, identificando a localização da obra e o ponto de entrega pretendido, incluindo: Nome das ruas adjacentes; Ponto de referência significativo; Identificação do Poste CEMAR mais próximo à entrada de serviço desejada (informar número do mesmo). c) Relação das cargas/equipamentos: descriminando quantidade e respectivas potências nominais, que correspondam ao total de carga declarada a ser instalada; d) Razão social ou Nome completo do cliente, RG, CPF, se pessoa jurídica CNPJ e contrato social, última alteração cadastral, se houver sócios, RG e CPF dos sócios. Nota: 9. É indispensável informar o número da unidade consumidora (UC) quando se tratar de alteração de potência instalada ou se já existir ligação em baixa tensão (BT), no mesmo endereço do posto de transformação; 10. Se as potências instaladas em transformadores e as demandas, previstas, forem escalonadas, deverão ser apresentados, à parte, os respectivos cronogramas contemplando, no mínimo, os primeiros 12 (doze) meses; 11. Deverá ser considerado fator de potência de referência mínimo de 0,92; 12. A CEMAR/CELPA tem prazo máximo de 30 (trinta) dias para comunicar do atendimento a esta solicitação de viabilidade técnica. 7.2 Projeto Generalidades a) A execução das instalações deve ser precedida de projeto elétrico que atenda as regulamentações técnicas oficiais estabelecidas, que deve ser assinado por responsável técnico legalmente habilitado, ou seja, devidamente registrado no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia - CREA;

35 07/12/ de 117 b) Devem ter seus projetos elétricos analisados e aceitos pela CEMAR/CELPA todas as edificações de múltiplas unidades consumidoras na área de concessão da CEMAR/CELPA; c) O projeto deve atender também ao que dispõe a Norma Regulamentadora N 10 - Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade (NR-10), no que segue: Medidas de controle; Segurança em projetos; Segurança na construção, montagem, operação e manutenção; Segurança em instalações elétricas desenergizadas; Segurança em instalações elétricas energizadas; Trabalhos envolvendo alta tensão (AT); Habilitação, qualificação, capacitação e autorização dos trabalhadores; Proteção contra incêndio e explosão; Sinalização de segurança; Procedimentos de trabalho; Situação de Emergência. d) Os projetos de edificações que, ao todo, ou em parte, possuam locais de afluência de público, devem atender aos requisitos da NBR 5410 e da NBR 13570, em suas últimas revisões; e) Recomenda-se que o projeto das instalações elétricas internas das unidades consumidoras atenda às prescrições da NBR 5410, em sua última revisão. Nota: 13. Antes da elaboração do projeto, o projetista precisará consultar a CEMAR/CELPA para obtenção dos valores das potências de curto-circuito monofásico e trifásico e os ajustes da proteção de retaguarda do alimentador que suprirá as instalações de múltiplas unidades consumidoras para dimensionamento e cálculos dos ajustes de proteção Apresentação do projeto Considerações Gerais a) É obrigatória, a apresentação de fotografias, no mínimo 2( duas) em ângulos/perspectivas diferentes, mostrando o local onde a rede e/ou a subestação será construída; b) As fotos em referencia deverão ser apresentadas impressas coloridas, como parte integrante do Projeto Elétrico Projeto Elétrico O Projeto Elétrico deverá ser apresentado à CEMAR/CELPA, com os seguintes elementos:

36 07/12/ de 117 a) 01 (uma) via da Carta de Viabilidade Técnica, encaminhada pela concessionária; b) 02 (duas) vias da Carta de Apresentação do Projeto (ANEXO III CARTA DE APRESENTAÇÃO DO PROJETO), devidamente assinadas pelo Responsável Técnico ou Proprietário, ou algum representante legal, através de procuração. c) Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) emitida pelo CREA, referente ao Projeto; d) 02 (duas) vias do Memorial Técnico Descritivo com o cálculo de demanda e detalhes da carga instalada (Anexo VI) e 01 (uma) cópia em CD; e) 01 (uma) via da Planta da situação conforme DESENHO 1 PLANTA DE SITUAÇÃO, contendo a localização e delimitação da propriedade e/ou edificação em relação à via pública, rodovias, vias de acesso, áreas de passeios, acidentes geográficos, etc; representação e indicação de vias paralelas e transversais; cotas de distâncias; pontos de referências; indicação do norte geográfico; indicação da rede elétrica próxima e localização do posto de transformação e a distância deste ao ponto de derivação da rede trifásica da CEMAR/CELPA, mais próxima, com indicação das respectivas coordenadas geo-referenciadas (em UTM-Fuso 22); postes existentes e postes a serem implantados com respectivos esforços, altura e estruturas, apresentando a área reservada para a futura SE, se for o caso, indicação do local de instalação do CPG e do caminhamento do ramal até, o(s) centro(s) de medição. Deverá ser desenhada na escala 1:2000, identificando a localização da obra e o ponto de entrega pretendido, incluindo: Nome das ruas adjacentes; Ponto de referência significativo; Identificação do Poste CEMAR mais próximo à entrada de serviço desejada (informar número do mesmo). f) Projeto da Subestação, em 01 (uma) via em CD (em CAD versão 2004) e 02 (duas) vias impressas, contendo: I) Detalhes com vistas frontal, lateral, superior e legenda (simbologia), II) Planta baixa do subsolo, e pilotis, na escala 1:50; III) Planta baixa indicando a localização do centro de medição, do centro de proteção geral e caminhamento dos circuitos, na escala 1:50; IV) Esquema vertical elétrico ou coluna montante (com indicação dos condutores e eletrodutos).

37 07/12/ de 117 V) Diagrama unifilar, do ponto de entrega ao barramento de baixa tensão, explicitando bitola e isolação dos condutores, especificações dos equipamentos de comando e proteção e diagrama detalhado do mecanismo ou dispositivo de intertravamento eletromecânico do gerador, se for o caso. VI) Detalhes de montagem (com cortes) e especificação (dimensões, material, espessura da chapa, altura da instalação, etc) dos CPG, das caixas de medição e equipamentos de proteção geral. VII) Detalhes de aterramento de acordo com prescrições desta Norma e da NBR VIII) Quadro de carga referente a todos os centros de distribuição. g) Em edificações alimentadas a partir da rede primária, plantas contendo detalhes construtivos de: I) Cabine de proteção e transformação; II) Dimensionamento e localização de dutos e caixas nas instalações de média tensão e baixa tensão até o quadro de medição; III) Iluminação artificial, ventilação e espaço para manobra; IV) Aterramento (malha); V) Subestação particular (se for o caso); VI) Localização e tipo dos extintores de incêndio; VII) Especificação dos equipamentos, dutos e da seção e isolamento dos condutores. Nota: 14. É obrigatória, a apresentação de fotografias, no mínimo 2(duas) em ângulos/perspectivas diferentes, mostrando o local onde será efetivado o projeto; 15. As fotos em referencia deverão ser apresentadas impressas coloridas, como parte integrante do Projeto Elétrico. 16. O projeto da instalação interna, desenvolvido conforme norma ABNT/NBR-5410 deverá possuir, no mínimo, os seguintes elementos: Planta do pavimento tipo e dos demais pavimentos do prédio, com as indicações dos pontos de consumo e as respectivas cargas; Localização do(s) centro(s) de distribuição; Localização do quadro de medidores; Desenho indicativo da prumada, desde a proteção geral até os quadros de distribuição das unidades de consumo; Localização do sistema de geração própria, quando este existir. 17. O quadro de distribuição de cargas deverá apresentar as seguintes características:

38 07/12/ de 117 Carregamento de cada circuito; Somatório das cargas de cada fase; Demanda parcial por unidade de consumo; Demanda de cada centro de distribuição; Demanda total diversificada, nos casos de instalação com mais de um centro de distribuição. 18. Todos os documentos impressos, com dados técnicos, deverão estar assinados pelo responsável pelo projeto Análise do Projeto a) Só serão analisados os projetos em que as cópias estejam assinadas pelo proprietário, e pelo projetista responsável com o respectivo registro do CREA; b) Para sua aprovação pela CEMAR/CELPA o projeto deve obrigatoriamente estar de acordo com as normas e padrões da mesma, com as normas da ABNT e com as normas expedidas pelos órgãos oficiais competentes; c) A análise do projeto efetuada pela CEMAR/CELPA limita-se ao trecho situado entre o ponto de ligação e a proteção geral de cada unidade consumidora localizada no centro de medição; Nota: 19. As partes do projeto não sujeitas à análise da CEMAR/CELPA são de inteira responsabilidade dos projetistas, devendo atender às recomendações das Normas Técnicas Brasileiras. d) A análise de projeto é dispensável pela CEMAR/CELPA quando a edificação tiver até 04 (quatro) unidades consumidoras, desde que cada unidade tenha carga instalada de até 12 kw para a área de concessão CEMAR e de até 10 kw para área de concessão CELPA. e) Uma vez aprovado o projeto, a CEMAR/CELPA a informará ao cliente que encontra-se disponível para recolhimento, na agência do Atendimento Corporativo da concessionária na localidade onde será realizada a ligação a carta de aprovação e uma via do projeto elétrico aprovado; Nota: 20. Na área de concessão da CEMAR as agências do Atendimento Corporativo são: São Luís, Bacabal, Timon e Imperatriz (endereços disponíveis no site da CEMAR). Na CELPA: Belém, Castanhal, Marabá e Santarém (endereços disponíveis no site da CELPA). f) Toda e qualquer alteração no projeto já aprovado, somente pode ser feita através do responsável pelo mesmo, mediante consulta à CEMAR/CELPA. Se durante a execução

39 07/12/ de 117 for alterado o projeto da subestação, o cliente deverá a CEMAR/CELPA e apresentar projeto complementar com as mudanças realizadas; Nota: 21. Após aprovação do projeto e execução das obras, o responsável pelo empreendimento deverá formalizar o pedido de ligação junto à CEMAR/CELPA. A partir desta data serão contados os prazos segundo a legislação vigente. g) A CEMAR dará um prazo de, no máximo, 48 meses a partir da data de aprovação do projeto, para que o responsável pelo empreendimento formalize o pedido de ligação de sua unidade consumidora, conforme item 7.3 Solicitação de Fornecimento. Expirado este prazo, a aprovação do projeto tornar-se-á sem efeito Responsabilidades Os projetos das instalações devem ser de responsabilidade de pessoa ou firma devidamente habilitada pelo Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia - CREA e deve ser acompanhado da respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica - ART. Deste modo, todos os desenhos devem levar a assinatura do responsável técnico e a indicação de seu registro no CREA Execução do Projeto a) Recomenda-se que a aquisição de materiais e a execução da instalação elétrica somente sejam iniciadas após a aprovação do projeto elétrico pela CEMAR/CELPA; b) Caso a aquisição de materiais e a execução da instalação se antecipem à aceitação do projeto elétrico, serão de inteira responsabilidade do interessado os problemas decorrentes de eventual necessidade de modificações na obra ou substituição de equipamentos; c) Caso o Empreendedor haja em desacordo com esta Norma, caberá à CEMAR/CELPA o direito de rejeitar e até mesmo embargar a obra até adequação por parte do Empreendedor, ficando os prazos suspensos até correção; d) Caso durante a execução da obra haja necessidade de modificações no projeto elétrico aceito, deverão ser previamente encaminhadas à CEMAR/CELPA as pranchas modificadas, em três vias para nova análise e aprovação. 7.3 Solicitação de Fornecimento Generalidades a) É obrigatória no ato da solicitação de fornecimento a apresentação de fotografias mostrando a subestação ou rede construída, em diferentes fotos, destacando o que segue:

40 07/12/ de 117 A foto do ponto de entrega, ou seja, conexão do sistema elétrico da CEMAR/CELPA com as instalações elétricas do cliente; 02 (duas) fotos, uma frontal e uma lateral, do posto de transformação, cabine de proteção e/ou cabine de transformação, com ênfase para a unidade de transformação e os dispositivos de proteção; 02 (duas) fotos, do padrão de medição, sendo uma afastada contemplando a estrutura da qual faz parte e a outra próxima; Nota: 22. Na CEMAR caso a solicitação de fornecimento seja feita por meio eletrônico ([email protected]) as fotos deverão fazer parte dos arquivos anexados; 23. Caso a solicitação de fornecimento seja feita por meio de ofício/carta, as fotos deverão ser impressas, coloridas como anexo da solicitação. b) A ligação de Unidade Consumidora pertencente à EMUC ao sistema da CEMAR/CELPA processar-se-á somente após terem sido tomadas pelo Empreendedor, sucessivamente, todas as providências relatadas nos itens anteriores; c) À CEMAR/CELPA se reserva ao direito de recusar-se a proceder à ligação de unidade consumidora pertencente à EMUC, caso haja discordância entre a execução das instalações e o projeto outrora aprovado; d) Cabe à CEMAR/CELPA alertar que a não-conformidade com o definido deverá ser explicitada, implicando o não recebimento das instalações e a recusa de ligação das Unidades Consumidoras até que sejam atendidos os requisitos estabelecidos no projeto aprovado Solicitação de Vistoria e Ligação do Empreendimento O Empreendedor deverá apresentar à CEMAR/CELPA os seguintes itens: a) Solicitação de Vistoria e Ligação conforme ANEXO IV MODELO DE SOLICITAÇÃO DE VISTORIA E LIGAÇÃO; b) Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) emitida pelo CREA, referente à Execução da Obra; c) Informações Adicionais: I) Razão Social da Unidade Consumidora ou nome completo do cliente; II) III) IV) Nº CNPJ ou CPF; Endereço completo do Empreendimento; Contrato Social, se pessoa jurídica;

41 07/12/ de 117 V) Última alteração cadastral; VI) VII) Se houver sócios, documento de identidade e CPF do(s) sócio(s); Cópia da Carta de liberação do Projeto; VIII) Carta informando demanda a contratar, período de demandas escalonadas (se houver). Nota: 24. O fornecimento somente será efetuado após aprovação do pedido de ligação Solicitação de Vistoria e Ligação de Unidade Consumidora pertencente à Edificação a) O atendimento à solicitação de ligação de Unidade consumidora pertencente à Edificação processar-se-á somente após cumpridas todas as exigências contidas no item Solicitação de Vistoria e Ligação do Empreendimento, resultando na efetivação da ligação da Edificação; b) O cliente deve dirigir-se a uma Agência de Atendimento da CEMAR/CELPA, onde conforme orientação ali recebida, procederá ao pedido de ligação. c) O atendimento ao pedido de ligação não responsabiliza a CEMAR/CELPA quanto ao projeto e execução técnica das instalações elétricas internas do consumidor. 7.4 Casos Omissos Os casos omissos nesta Norma Técnica, ou aqueles que pelas características excepcionais exijam estudos especiais serão objeto de análise prévia e decisão por parte da CEMAR/CELPA, que tem o direito de rejeitar toda e qualquer solução que não atenda às condições técnicas exigidas pela mesma.

42 07/12/ de ANEXOS ANEXO I CÁLCULO DE DEMANDA DA INSTALAÇÃO CONSUMIDORA 1. CALCULO DA DEMANDA 1.1. Critérios de Cálculos de Demandas O dimensionamento dos componentes da entrada de serviço (ramais de ligação e de entrada, alimentadores), das edificações de uso coletivo e dos agrupamentos, deve ser feito pela demanda total da edificação. Na determinação da demanda, o engenheiro responsável pelo projeto elétrico, pode adotar o critério que julgar conveniente, desde que o mesmo não apresente valores de demanda superiores aos calculados pelos critérios estabelecidos por esta Norma, neste caso o cálculo da demanda deverá ser submetido a área de norma para aprovação. Apresentamos dois critérios mais usuais para o cálculo das demandas Critério da carga Instalada Este método leva em consideração a quantidade e tipo de carga da instalação, e a demanda é calculada pela expressão abaixo: (É aplicável tanto para a demanda total de edificações, quanto para demanda de cada unidade). - Para Demanda Total da Edificação D = (a+b+c+d+e+f+g) x 1 h - Para Demanda de Cada Unidade D = (a+b+c+d+e+f+g) Onde: a = demanda referente a iluminação e tomadas (tabela 02), em kw. b = demanda referente aos aparelhos eletrodomésticos e de aquecimento. Os fatores de demanda dados pela tabela 05 devem ser aplicados separadamente, para a carga instalada dos seguintes grupos de aparelhos. b1 = chuveiros, torneiras e cafeteiras elétricas. b2 = aquecedores de água por acumulação ou por passagem.

43 07/12/ de 117 b3 = fornos, fogões e aparelhos tipo "Grill". b4 = máquina de lavar e secar roupas, máquinas de lavar louça e ferro. b5 = demais aparelhos (TV, conjunto de som, ventilador, geladeira, freezer, torradeira, liqüidificador, batedeira, exaustor, ebulidor etc). c = demanda dos aparelhos condicionadores de ar, dada pela tabela 01 e 06. Para central de condicionamento de ar, considerar o fator de demanda igual a 100%. d = demanda relativa a motores elétricos (tabelas 08 e 09). e = demanda de máquinas de solda a transformador, determinado por: 100% da potência do maior aparelho. 70% da potência do segundo maior aparelho. 40% da potência do terceiro maior aparelho e 30% da potência dos demais aparelhos. f = demanda dos aparelhos de raio X, determinado por: 100 % da potência do maior aparelho. 10 % da potência do segundo maior aparelho. g = Moto-bomba de hidromassagem (tabela 04). h = Fator de diversidade da instalação (tabela 11) Critério em função da Área Útil Este método baseia-se na área útil dos apartamentos e é aplicável apenas a edificações residenciais e para o cálculo das demandas totais e parciais da edificação. Não se aplica as unidades individuais. Para o cálculo da demanda de cada apartamento deve ser usado o critério da carga instalada conforme item Neste critério, para obter-se o valor total da demanda deve-se tratar independentemente a demanda correspondente aos apartamentos e a demanda do condomínio. A demanda total será determinada pela formula abaixo: D =(D1 + D2) x fs onde: D1 = demanda dos apartamentos D2 = demanda do condomínio fs = fator de segurança a ser aplicado a critério do projetista Os valores mínimos permitidos para o fator de segurança são estabelecidos de acordo com a

44 07/12/ de 117 demanda dos apartamentos (D1). Ver tabela abaixo: TABELA A D1 (dem. dos aptos) D1 25kVA 25 kva < D1 50kVA 50kVA < D1 100 kva D1 > 100 kva Fs mínimo 1,5 1,3 1,2 1,0 Demanda dos Apartamentos (D1) A demanda dos apartamentos (D1) será calculada conforme a seguir: D1= S x f onde: S = demanda em kva dos apartamentos, conforme tabela 10 f = fator para diversificação da demanda, conforme tabela 12 A tabela 10 é aplicável na determinação da demanda de apartamentos com área útil até 400 m 2. Para apartamentos com área superior, deverá ser feito o cálculo através da fórmula: Y = 0, X 0, onde y representa a demanda do apartamento em kva e X corresponde à área útil em m 2 do apartamento. Para os edifícios cujos apartamentos não tenham a mesma área, o critério poderá ser adotado determinando-se a área útil a ser aplicada na tabela 10 pela média ponderada das áreas envolvidas. Por exemplo, edifício com 20 apartamentos com área útil de 100m 2 e 20 com área útil de 50m², deve ser tratado como um edifício com 40 apartamentos de 75m 2. Demanda do Condomínio (D2) A demanda do condomínio é calculada pelos seguintes critérios: para carga de iluminação: 100% para os primeiros 10kW 25% para os demais para as cargas de tomadas: 20% da carga total;

45 07/12/ de 117 para os motores: - aplicação das tabelas 08 e 09 para cada tipo de motor existente da instalação. No cálculo das cargas do condomínio, deverão ser considerados os fatores de potência de cada uma dessas cargas. Outras cargas eventualmente encontradas em condomínios, como motores para piscinas, saunas, centrais de refrigeração ou de aquecimento, deverão ser tratados do mesmo modo, individualmente aplicando-se fator de demanda 1,0 às mesmas Cuidados na utilização do critério Devido a diferença entre este critério, que se destina a agrupamentos de unidades, e o critério utilizado para a determinação da demanda individual das unidades consumidoras, o qual é baseado na carga instalada, recomenda-se que o dimensionamento da demanda dos apartamentos (D1) seja tal que a corrente correspondente não seja inferior a corrente equivalente a uma carga igual a 26 kva. Tal medida visa dotar a proteção das instalações internas do edifício de seletividade necessária, garantindo que o equipamento de proteção de cada unidade tenha capacidade inferior a do equipamento de proteção geral da instalação. São apresentados alguns exemplos de cálculos da demanda em edifício de uso coletivoresidencial Demanda de Edificações de Uso Coletivo - Residenciais A demanda total dos edifícios residenciais poderá ser calculada pelo método de cálculo de demanda em função da área útil descrito no item Este método e mais aconselhável que o critério baseado na carga instalada, pois evita o superdimensionamento dos ramais de serviço e do transformador. Deve-se sempre considerar as ressalvas dos itens A demanda individual das unidades consumidoras (cada apartamento) deverá ser calculada conforme o critério da carga instalada descrito no item Demanda de Edificações de Uso Coletivo - Não Residenciais Para edificações de uso coletivo não residenciais deverá ser utilizado o critério da carga instalada descrito no item tanto para o cálculo da demanda total da edificação, como para o cálculo das demandas de cada unidade consumidora (salas ou lojas).

46 07/12/ de Demanda de Edificações de Uso Coletivo - Misto Residencial e Comercial Para calcular a demanda total de edificações mistas (comercial e residencial), a parte comercial será tratada separadamente da residencial. Para a parte comercial deverá ser utilizado o critério da carga instalada (item 1.1.1) e para a parte residencial poderá ser utilizado o critério em função da área útil. A demanda total será uma somatória destas duas demandas. Ressalvamos que a demanda de cada unidade consumidora deverá ser calculada conforme item Será mostrado um exemplo deste cálculo Demanda de Apart-hotéis Para o cálculo de demanda de apart-hotéis deverá ser utilizado o critério da carga instalada considerando-os como residenciais. Não utilizar o critério da área útil, pois subdimensionaria a demanda Demanda de Pequenos Edifícios ou Agrupamentos (Sem Projeto) Para edifícios ou agrupamentos horizontais em que a CEMAR/CELPA não exige a apresentação de projeto (ver item desta norma) a demanda deve ser calculada pelo método da carga instalada, conforme descrito no item Ressalvamos que, caso seja um agrupamento ou edifício misto residencial e comercial. deverá ser aplicado o critério para a parte comercial (Dc) e para a parte residencial (Dr) separadamente. A demanda do agrupamento (Da) será a somatória dessas duas parcelas, ou seja: Da = Dc + Dr

47 07/12/ de 117 EXEMPLOS DE CÁLCULOS DE DEMANDA I. Exemplo nº 1: Edifício Exclusivamente Residencial I.1. Características da Edificação Nº de pavimentos : 6 Nº de apto. por pavimento : 4 área útil do apto. típico : 90m 2 I.2. Cálculo da Carga Instalada I.2.1. Apartamento Tipo QT DESCRIÇÃO CARGA UNIT.(W) TOTAL(kW) 9 Lâmpada Incandescente 100 0,9 20 Tomada Simples (TUG) 100 2,0 2 Tomada Força (TUE) 600 1,2 2 Chuveiro Elétrico ,4 1 Ar Condicionado ,5 TOTAL 14,0 I.2.2. Condomínio QT DESCRIÇÃO CARGA UNIT.(W) TOTAL(kW) 38 Lâmpada Incandescente 100 3,8 15 Tomada Simples 100 1,5 1 Chuveiro Elétrico ,2 1 Motores 3Ø-1CV/220V (Bomba d'água) ,13 2 Motores 3Ø-5CV/220V (Elevador) ,56 TOTAL 20,19 I.3. Cálculo das Demandas I.3.1. Apartamento Tipo Neste exemplo, todos os apartamentos são iguais ao típico. Como a carga instalada, calculada no item , é menor que 15 kw (CI = 14,0 kw), não será necessário calcular a demanda dos apartamentos. I.3.2. Edificação Neste caso, o edifício é exclusivamente residencial, portanto, utilizaremos o critério da área útil

48 07/12/ de 117 descrito no item 1.1.2, ou seja: D = (D1+D2) fs D = demanda total da edificação D1 = demanda dos apartamentos D2 = demanda do condomínio fs = fator de segurança D1= Sxf = 1,96x19,86 = 38,92 kva (Ver tab 10 área útil = 90 m² e tab 12 Nº de aptos = 24) fs = 1,3 (Ver tab A item 1.1.2, para D1 = 38,92 kva) D2 = 3,8 + 0,3 + 4,2 + 1,56 + 9,03 = 18,89 kva Onde: Demanda de Iluminação = 100% x 3,8 = 3,8 kva Demanda de Tomadas = 20% x 1,5 = 0,3 kva Demanda de Chuveiro = 100% x 4,2 = 4,2 kva Demanda do Motor de 1 CV = 1,56 = 1,56 kva (tab 08 1 motor) Demanda dos Motores de 5 CV = 9,03 = 9,03 kva (tab 09 2 motores) D = (38, ,89) x 1,3 = 75,15 kva OBS: O projetista poderia usar um fs > 1,3, caso julgasse necessário. I.4. Tipo de Fornecimento às Unidades Consumidoras Tensões da rede: Primária = 15 kv I.4.1. Apartamento Tipo Secundária = 220 /127 V O tipo de fornecimento será definido pela Carga Instalada calculada em I.2.1 (CI = 14,0 kw). Fornecimento : Bifásico - 2 fases + neutro (Tabela 15) Proteção : Disjuntor bipolar - 70 A

49 07/12/ de 117 Condutores : 2#16(16) mm 2 cobre PVC/750V (prumada) I.4.2. Condomínio O tipo de fornecimento será definido pela demanda calculada no item I.3.2 (D2 = 18,89 kva). Fornecimento : Trifásico - 3 fases + neutro (Tabela 15) Proteção Condutores : Disjuntor tripolar - 60A : 3#16(16) mm 2 cobre - PVC/750V O atendimento será através da rede secundária da CELPA, conforme indicado nos itens 6.2 e 6.3 desta Norma, e de acordo com a demanda calculada no item I.3.2 (D = 75,10 kva). Fornecimento : Trifásico - 3 fases + neutro Proteção Geral : Disjuntor tripolar (250A) Condutores : 3#120(70) mm 2 - cobre 0,6 / 1 kv (Ramal de Entrada)

50 07/12/ de 117 II. II.1. Exemplo nº 2: Edifício com Unidades Residenciais e Comerciais Características da Edificação Nº total de pavimentos : 10 (sendo, 1 pav. Comercial e demais residencial) Nº total de apartamentos : 18 (sendo, 2 aptos/pavimento) área útil do apto. : 150 m² Nº total de lojas : 20 (sendo, todas com mesma área e características) II.2. Cálculo da Carga Instalada QT II.3.1. Apartamento Tipo DESCRIÇÃO CARGA UNIT.(W) TOTAL(kW) 8 Lâmpada Incandescente 100 0,8 18 Tomada Simples (TUG) 100 1,8 2 Tomada Força (TUE) 600 1,2 2 Chuveiro Elétrico ,4 2 Ar Condicionado, tipo janela ( BTU/h) ,8 QT II.3.2. Condomínio DESCRIÇÃO TOTAL 15,0 CARGA UNIT.(W) TOTAL(kW) 3 Lâmpada Incandescente 100 0,3 40 Lâmpada Fluorescente (f.p = 0,85) 40 1,6 15 Tomada Simples 100 3,0 1 Chuveiro Elétrico ,2 1 Motores 3Ø-5CV/220V (Bomba d'água) ,78 2 Motores 3Ø-7,5CV/220V (Elevador) ,80 QT II.3.3. Loja (Unidade) DESCRIÇÃO TOTAL 27,68 CARGA UNIT.(W) TOTAL(kW) 6 Lâmpada Incândescente 100 0,6 5 Tomada Simples (TUG) 100 0,5 2 Ar Condicionado, tipo janela (8.500 BTU/h-1550 VA) ,3 1 Motores 3Ø-5CV/220V (Bomba d'água) ,78 TOTAL 7,18

51 07/12/ de 117 II.3. Cálculo das Demandas II.3.1. Apartamento e Loja (Unidade) Neste exemplo, todos os apartamentos e todas as lojas são iguais. Como a carga instalada, em ambos os casos é menor que 15kW (item II.2.1 e II.2.3), não será necessário cálculo de demanda. II.3.2. Edificação Neste caso, o edifício é parte residencial e parte comercial, portanto a demanda total (D), será uma somatória da parte residencial (D1 + D2) x fs) calculada pelo critério da área útil descrito no item com a parte comercial (D3) - calculada pelo critério da carga instalada descrito no item , ou seja: D = (D1+D2)fs + D3 D1 = demanda dos apartamentos D2 = demanda do condomínio Fs = fator de segurança D3= demanda das lojas D1 = Sxf = 3,1x15,88 =49,23 kva (Ver tab 10 área útil = 150 m² e tab 12 Nº de aptos = 18) fs = 1,3 (Ver tab A item 1.1.2, para D1 = 49,23 kva) D2 = 2,88 + 0,6 + 4,2 + 12,98 = 26,68 kva Onde: demanda de iluminação = 100%x(1,0+1,60/0,85) = 2,88 kva demanda das tomadas = 20% x 3,0 = 0,6 kva demanda de chuveiro = 100% x 4,2 = 4,2 kva demanda do motor de 5 CV. = 6,02 = 6,02 kva (tab.08 1 motor) demanda dos motores de 7,5 CV = 12,98 = 12,98 kva (tab.09 2 motores) D3 = a + c = ,5 = 25,5 kva (para 10 lojas) Onde: a = demanda de iluminação e tomadas = 100% 10x(0,60 + 0,50) = 11,0 kva (tab. 02) c = demanda dos ar condicionados = 100% 10 x (1,55) = 15,5 kva (tab. 01 e tab. 06)

52 07/12/ de 117 D = (49, ,68) x 1,3 + 26,5 = 125,18 kva II.4. Tipo de Fornecimento a Unidades Consumidoras Tensões da rede: Primária = 15 kv Secundária = 220/127 V II.4.1. Apartamento Tipo O tipo de fornecimento será definido pela Carga Instalada calculada em II.2.1 (CI = 15,00 kw). Fornecimento : Bifásico 2 fases + neutro (tabela 15) Proteção : Disjuntor bipolar 70A Condutores : 2#16(16) m 2 - cobre PVC/750V (prumada) II.4.2. Condomínio O tipo de fornecimento será definido pela demanda calculada no item II.3.2 (D2 = 26,68 kva) Fornecimento : Trifásico-3 fases + neutro (tabela 15) Proteção : Disjuntor tripolar 70A Condutores : 3#16(16) mm 2 - cobre PVC/750 V II.4.3. Loja O tipo de fornecimento será definido pela Carga Instalada calculada em II.2.3. (CI = 2,4 kw) Fornecimento : Monofásico 1 fase + neutro (tabela 15) Proteção : Disjuntor unipolar 40A Condutores : 1#6(6) mm 2 - cobre PVC/750 V II.4.4. Edificação O atendimento será através da rede primária, conforme indicado nos itens desta Norma e de acordo com a demanda total calculada no item II.3.2. (D= 125,18 kva) Transformador Proteção Geral : 112,5 kva : Disjuntor tripolar - 350A Condutores : 3#2 x 70(70) mm 2 - cobre 0,6 / 1kV

53 07/12/ de 117 III. Exemplo nº 3 Edifício exclusivamente residencial Neste exemplo, mostraremos o cálculo das demandas para dimensionamento da caixa de medição no poste e desenhos ilustrativos. III.1. Características da Edificação número de pavimentos: 04 número de apartamentos: 16 número de apartamentos p/pavimento (tipo): 04 área útil do apartamento: 80 m 2 III.2. Cálculo da Carga Instalada QT III.2.1. Apartamento Tipo DESCRIÇÃO CARGA UNIT.(W) TOTAL(kW) 10 Lâmpada Incandescente 100 1,0 2 Lâmpada Fluorescente 40 0,08 10 Tomada de uso geral (TUG) 100 1,0 2 Tomada de uso geral (TUG) 600 1,2 2 Tomada de uso específico (TUE) (condicionador de ar BTU) ,2 2 Tomada de uso específico (TUE) (aquecedor e máquina de lavar) ,5 TOTAL 6,98 III.2.2. Condomínio QT DESCRIÇÃO CARGA UNIT.(W) TOTAL(kW) 50 Lâmpada Incandescente 100 5,0 4 Lâmpada Fluorescente (f.p = 0,85) 40 0,16 20 Tomada de uso geral (TUG) 100 2,0 6 Tomada de uso geral (TUG) 600 3,6 2 Motores (bomba recalque) sendo um reserva 3CV-3Ø ,80 TOTAL 15,54

54 07/12/ de 117 III.3. Cálculo das Demandas III.3.1. Apartamento Tipo Neste exemplo, todos os apartamentos são iguais ao tipo. Como a carga instalada, calculada no item III.2.1. é menor que 15kW (6,98 kw), não será necessário calcular a demanda dos apartamentos. III.3.2. Edificação Neste caso, o edifício é exclusivamente residencial, portanto, utilizaremos o critério da área útil descrito no item , ou seja: D = (D1 + D2)fs D = Demanda total da edificação D1 = Demanda dos apartamentos D2 = Demanda do condomínio fs = Fator de segurança D1 = Sxf = 1,76x14,32 = 25,2kVA (Ver tab 10 área útil = 80 m² e tab 12 Nº de aptos = 16) fs = 1,3 (Ver tab A item 1.1.2, para D1 = 64,72 kva) D2 = 5,16 + 1,12 + 4,04 = 10,32 kva Onde: demanda de iluminação = 100%x5,16 = 5,16 kva demanda das tomadas = 20%x (2,0+3,6) = 1,12 kva demanda do motor de 3 CV. = 4,04 = 4,04 kva (tab.10 1 motor*) *Não é necessário computar bomba de reserva D = ( ,32) x 46,17 kva A demanda para as caixas de medição será calculada pelo critério da área útil (item ), que é indicado também para o cálculo de demandas parciais exclusivamente residenciais. CAIXA I 08 Medidores DC1 = (D1) x fs D1 = S x f = 1,76 x 7,72 = 13,58 (ver tab área útil = 80 m 2 e tab número de apto = 08)

55 07/12/ de 117 fs = 1,5 ( ver tab. a - item para D1 = 13,58 kva) DC1 = 13,58 x 1,5 = 20,37 kva CAIXA II 08 Medidores DC1 = (D1l) fs D1 = S x f = 1,76 x 7,72 = 13,58 (ver tab. 10- área útil = 80 m 2 e tab número de apto = 08) fs = 1,5 (ver tab. A - item para D1 = 13,58 kva) DC1 = 13,58 x 1,5 = 20,37 kva CAIXA III 01 Medidor (condomínio) Dcond = D2 = 10,32 kva III.4. Tipo de Fornecimento às Unidades Consumidoras Tensões da rede: Primária = 15 kv Secundária = 220/127 V III.4.1. Apartamento Tipo O tipo de fornecimento será definido pela Carga Instalada calculada em III.2.1 (CI = 6,98 kw) Fornecimento : Monofásico - 1 fase + neutro (Anexo I - Tabela 01/categoria M2) Proteção : Disjuntor unipolar 60A Condutores : 1#16(16) mm 2 - cobre - PVC/1000V (prumada) III.4.2. Condomínio O tipo de fornecimento será definido pela demanda calculada no item III.3.2 (D2 = 10,32 kva) Fornecimento : Trifásico - 3 fases + neutro - quadro com TC (tabela 15) Proteção : Disjuntor tripolar - 40A Condutores : 3#10(10) mm 2 - cobre 0,6/1kV III.4.3. Edificação O atendimento será através do ramal de ligação, direto da rede secundária, conforme indicado nos itens 6.2 e 6.3 desta Norma e de acordo com a demanda total da edificação (D = 46,02 kva). Condutores: # (3 x 1 x ) mm 2, alumínio multiplex; 0,6/1kV

56 07/12/ de 117 Caixas de Medição no Poste: 03 caixas, sendo duas com 08 medidores para os 16 apartamentos tipo e uma com 01 medidor para o condomínio. CAIXA I e II 08 Medidores cada Dimensionamentos dos condutores a) Da caixa de medição no poste ao centro de proteção Condutores : 8 x 2#10(10) mm 2 cobre 0,6 / 1 kv Eletroduto : 2 x 2 ½ Disjuntores : 8 x 2P 40A Obs.: Os condutores deverão ser verificados para condição de queda de tensão de acordo com a NBR CAIXA III 01 Medidor (condomínio) Condutores : 3# 10(10) mm 2 cobre 0,6 / 1 kv Eletroduto : 1 ¼ Disjuntor : 3P 40A

57 07/12/ de 117 ANEXO II SOLICITAÇÃO PARA ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA SOLICITAÇÃO PARA ESTUDO DE VIABILIDADE TÉCNICA Solicitação Nº: ( ) Ligação nova provisória ( ) Ligação nova permanente ( ) Alteração de potência instalada Nome ou razão social do interessado ou titular da UC: CPF/CNPJ: RG: Nome ou razão social do solicitante: Telefone / Fax: Endereço para resposta: CEP: Município: Estado: DADOS TÉCNICOS E DE LOCALIZAÇÃO DO POSTO DE TRANSFORMAÇÃO Endereço completo: Unidade Consumidora (UC): CEP: Município: Localidade / Bairro: Tipo de Rede Primária: ( ) Monofásica ( ) Trifásica Localização da Subestação em área: ( ) Urbana ( ) Rural Atividade a ser desenvolvida ou existente: ( ) Residencial ( ) comercial ( ) Industrial ( ) Poder Público ( ) Serviço Público Coordenadas do poste (em UTM): de Derivação da RD: do posto de transformação: Tensão do Transformador: Primaria: Secundaria: Carga total instalada (kw): Potência total em transformador (es) (kva): - em ligação nova: - a ser aumentada: - a ser reduzida: Demanda prevista (kw): - em ligação nova: - a ser aumentada: - a ser reduzida: Previsão de conclusão da obra (mês/ano): Previsão de ligação da carga (mês/ano): Informações adicionais: OBS: Anexar a esta solicitação: 1 Croqui de localização: contendo a localização e delimitação da propriedade e/ou edificação em relação à via pública, rodovias, vias de acesso, acidentes geográficos, etc; representação e indicação de vias paralelas e transversais; cotas de distâncias; pontos de referências; indicação do norte geográfico; indicação da rede elétrica próxima e localização do posto de transformação e a distância deste ao ponto de derivação da rede trifásica da CEMAR/CELPA, mais próxima, com indicação das respectivas coordenadas geo-referenciadas (em UTM- Fuso 22 para CELPA). Utilizar papel A4 e escala adequada. 2 Relação das cargas/equipamentos: descriminando quantidade e respectivas potências nominais, que correspondam ao total de carga declarada a ser instalada. 3 Caso o solicitante não seja o interessado, representante legal, ou titular do posto de transformação, deverá apresentar procuração para representá-lo perante a CEMAR/CELPA contendo, de forma clara e específica, os poderes e o prazo de vigência, necessitando, obrigatoriamente, que a mesma esteja em via original e reconhecida em cartório. NOTAS: 4 É indispensável informar o número da unidade consumidora (UC) quando se tratar de alteração de potência instalada ou se já existir ligação em baixa tensão (BT), no mesmo endereço do posto de transformação; 5 Se as potências instaladas em transformadores e as demandas, previstas, forem escalonadas, deverão ser apresentados, à parte, os respectivos cronogramas contemplando, no mínimo, os primeiros 12(doze) meses; 6 A análise de projeto elétrico somente será considerada após o resultado do estudo de viabilidade técnica; 7 Os Anexos 1 e 2 são dispensados se constantes no projeto elétrico, apresentado juntamente com esta solicitação; 8 Deverá ser considerado fator de potência de referência mínimo de 0,92; 9 A CEMAR/CELPA tem prazo máximo de 30(trinta) dias para comunicar do atendimento a esta solicitação de viabilidade técnica; Nome legível do interessado ou solicitante RG/CPF:

58 07/12/ de 117 ANEXO III CARTA DE APRESENTAÇÃO DE PROJETO À CEMAR/CELPA Solicitação Nº vem pelo presente solicitar de V.Sa. a aprovação do projeto para execução de obras das Instalações Elétricas em sua propriedade, situada à, número, bairro no Município de conforme consulta feita a CEMAR/CELPA, registrada sob o nº da solicitação informado. ( ) Rede de distribuição urbana. ( ) Rede de distribuição rural. ( ) Subestação de kva. ( ) Cabine de medição primária. ( ) Prédio de múltiplas unidades consumidoras., de de. Assinatura do Proprietário ou Representante Legal Atesto que as Instalações Elétricas acima mencionadas foram por mim projetadas de acordo com as Normas Técnicas vigentes no País e instruções gerais da CEMAR/CELPA. IDENTIFICAÇÃO DO ENGENHEIRO Nome: Endereço: CREA: Fone: ( ) Assinatura do Engenheiro

59 07/12/ de 117 ANEXO IV MODELO DE SOLICITAÇÃO DE VISTORIA E LIGAÇÃO À CEMAR/CELPA Solicitação GERC Nº vem pelo presente solicitar de V.Sa., a vistoria e posterior ligação das Instalações Elétricas, de sua propriedade, denominada situado(a) à, número, bairro no Município de conforme projeto aceito por esta companhia, conforme nº da solicitação informado., de de. Assinatura do Proprietário ou Representante Legal Atesto que as Instalações Elétricas acima mencionadas foram por mim vistoriadas de acordo com as Normas Técnicas vigentes no País e instruções gerais da CEMAR/CELPA. IDENTIFICAÇÃO DO COLABORADOR DA CEMAR/CELPA Nome: Matrícula: Fone: ( ) Assinatura do Colaborador da CEMAR/CELPA

60 07/12/ de 117 ANEXO V TERMO DE TRANSFERÊNCIA, brasileiro, estado civil, profissão, portador da cédula de identidade civil nº, CPF:, residente e domiciliado na declara para todos os efeitos legais, que transfere à CEMAR/CELPA a área utilizada pelo ramal de ligação e pelos equipamentos de propriedade da mesma. O Responsável pela Transferência, através do presente instrumento, se compromete a permitir a qualquer hora o livre acesso à CEMAR/CELPA nas instalações de sua propriedade. A presente Transferência é feita, sem qualquer restrição e reconheço nenhum direito houver por reclamar sobre a propriedade ou domínio dos bens ora transferidos, ficando a critério da donativa, a utilização dos mesmos, para atender outros consumidores no fornecimento de energia elétrica. E por estar dispondo de livre e espontânea vontade, assino este Termo na presença de duas testemunhas, que também o assinam., de de. Assinatura do Proprietário ou Representante Legal Nome: CPF: Assinatura da Testemunha 1 Nome: CPF: Assinatura da Testemunha 2 Nome: CPF: Assinatura do Colaborador da CEMAR/CELPA Nome: Matrícula: Nota: 25. O presente documento deve ser registrado em cartório.

61 07/12/ de 117 ANEXO VI MODELO DO MEMORIAL TÉCNICO DESCRITIVO DE USO COLETIVO 1. DADOS DA INSTALAÇÃO: O presente memorial técnico descritivo trata das instalações elétricas da subestação transformadora para um edifício... com... (...) pavimentos, sendo... (...) níveis de garagem,... (...) pavimento típicos e... (...) apartamentos duplex, situado (a) no (a)... Bairro do (a)... cidade (estado). Foram seguidas as normas brasileiras (ABNT NBR S 5356 e 5410) e a normas técnicas de fornecimento de energia elétrica a edificações de uso coletivo da CEMAR/CELPA. 2. CARACTERÍSTICAS DA ENTRADA DE SERVIÇO: O ramal de ligação será aéreo em cabo de alumínio de... x #... AWG-CA até os isoladores da cruzeta de concreto...x...x...mm. Aos condutores do ramal de entrada, serão conectados pára-raios (um para cada fase) e chaves fusíveis (uma para cada fase) através de fio de cobre nu de...mm2 e destas até o transformador também em fio de cobre de nu de...mm2, instalados no mesmo poste... dan, da subestação, conforme padrão estabelecido pela CEMAR/CELPA. Será instalado um transformador de... kva no poste acima especificado. A medição será direta para os apartamentos e condomínio, a saber: 3. CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS: - Transformador de... kva; - Atendimento em tensão primária:... kv; - Tensão no secundário do transformador: 220 / 127V; - Medição direta em baixa tensão; - Freqüência: 60 Hz; - Neutro acessível; - Ligação em delta - estrela aterrado. 4. PROTEÇÕES: Pára-raios: As características dos pára-raios serão as seguintes: - Capacidade de interrupção:...ka; - Classe de tensão:...kv;

62 07/12/ de Tensão nominal:...v Chaves Fusíveis: As características serão as seguintes: - Corrente nominal:...a; - Classe de tensão:...kv; - Freqüência: 60Hz; - Capacidade de interrupção:...ka; - Nível básico de isolamento:...kv; - Elo fusível:...k Proteção Geral de Baixa Tensão: Para proteção geral de BT, utilizaremos uma chave tipo faca, com acionamento sob carga, de corrente nominal...a (... amperès), com... (...) fusíveis tipo NH de...a (...amperès). 5. CONDUTORES: Utilizaremos os seguintes condutores:... x #...AWG-CA, para o ramal de AT;... x #...mm 2 de cobre nu, do ramal de AT até os pára-raios e chaves fusíveis, e destes até o transformador;...x...#...(...)mm 2 de cobre, com isolamento para...kv da saída do transformador até a chave geral de BT. 6. TUBULAÇÃO: Será de ferro galvanizado... da saída do transformador até a caixa de passagem no pé do poste, e desta até a última caixa de passagem será com eletroduto de PVC..., envelopado em concreto magro. 7. ATERRAMENTO: Conforme orientações contidas na NT da CEMAR/CELPA. 8. CARGA INSTALADA DEMONSTRATIVO DE DEMANDA PROVÁVEL (exemplo): Edifício Exclusivamente Residencial: Características da Edificação:

63 07/12/ de 117 Nº de pavimentos: 28 Nº de apartamentos típicos: 44 Nº de apartamentos duplex: 02 Nº de níveis de garagem: 04 Área útil do apartamento típico: 115,95m 2 Área útil do apartamento duplex: 219,31mm Cálculo de Carga Instalada: Apartamento-tipo: QUANT DESCRIÇÃO CARGA UNITÁRIA (W) CARGA TOTAL (kw) 22 Tomada simples (TUG) 100 2,20 09 Tomada força (TUE) 300 2,70 05 Tomada força (TUE) ,00 03 Chuveiro elétrico ,00 01 Aquecedor de banheira ,20 04 Ar condicionado ,20 01 Ar condicionado ,40 08 Lâmpada incandescente 40 0,32 25 Lâmpada incandescente 60 1,50 08 Lâmpada incandescente 100 0,80 TOTAL 30, Condomínio: QUANT DESCRIÇÃO CARGA UNITÁRIA (W) CARGA TOTAL (kw) 17 Tomada simples (TUG) 100 1,70 01 Tomada força (TUE) 300 0,30 68 Lâmpada incandescente 40 2,72

64 07/12/ de Lâmpada incandescente 60 13,20 34 Lâmpada incandescente 100 3,40 19 Lâmpada mista 160 3,04 03 Lâmpada HQI 150 0,45 01 Motor 1/2cv 220V(Filt) 570 0,57 01 Motor 3cv 220V(B.incend) ,21 02 Motor 7.5cv 220V(elevad) ,80 01 Motor 10cv 220V(Recalque) TOTAL 48, Apartamento Duplex: QUANT DESCRIÇÃO CARGA UNITÁRIA (W) CARGA TOTAL (kw) 32 Tomada simples (TUG) 100 3,20 05 Tomada força (TUE) 300 1,50 02 Tomada força (TUE) 600 1,20 05 Tomada força (TUE) ,00 05 Chuveiro elétrico ,00 01 Sauna ,00 01 Aquecedor de banheira ,20 05 Ar condicionado ,75 02 Ar condicionado ,80 10 Lâmpada incandescente 40 0,40 60 Lâmpada incandescente 60 3,60 12 Lâmpada incandescente 100 1,20

65 07/12/ de Motor 1/3 cv 127V(fil.hid) 410 0,82 TOTAL 46, Cálculo das Demandas: Edificação: Neste caso, o edifício é exclusivamente residencial. Portanto, utilizaremos o critério da área útil para os apartamentos típicos e apartamentos duplex, descrito no item do anexo I desta e utilizaremos o critério da carga instalada para o condomínio onde: D = (D1 + D2 + D3) X FS D = Demanda total de edificação D1 = Demanda dos apartamentos típicos D2 = Demanda do condomínio D3 = Demanda dos apartamentos duplex fs = Fator de segurança Apartamento - tipo: (D1) D1 = s x f = 2,54 x 31,94 = 81,13 (Tab. 10 e 12) fs = 1,2 (Item tab. A) Condomínio: (D2) *Demanda de iluminação: 22,81 x 100% x = 10,00 25% x = 3,20 13,20 kva *Demanda das tomadas: 2,00 x 0,20 = 0,40 kva *Demanda do motor de1/2 cv = 0,87 kva *Demanda do motor de 3cv = 4,04 kva *Demanda dos motores 7.5cv = 12,98 kva

66 07/12/ de 117 *Demanda do motor de 10cv = kva D2 = 13,20 + 0,40 + 0,87 + 4, , ,54 = 43,03 kva Padrão = 3P A Apartamentos duplex: (D3) D3 = s x f + (a+b) = 4,36 x 1,96 = 8,54 (tab. 10 e 11) a = Demanda da sauna: 4 x 2 x 0,65 = 5,2 kva b = Demanda do aquecedor de banheira: 3,2 x 2 = 6,40 x 0,75 = 4,8 kva D3 = 8,54 + 5,2 + 4,8 = 18,54 kva D = (81, , ,54) x 1,2 = 171,24 kva Corrente de projeto = 450 A - Apartamento duplex (Demanda individual): DD = (a + b + c + d), onde: a = iluminação e tomadas 8,40 x 0,54 = 4,54 b = Aparelhos eletrodomésticos e de aquecimento : b1 = Chuveiro 10,00 x 0,62 = 6,20 b2 = Aquecedor de banheira 3,20 x 0,80 = 2,56 b3 = Fogão a aparelho tipo grill 2,70 x 0,56 = 1,51 b4 = Máquina de lavar louça, roupa, secar roupa e ferro elétrico 5,00 x 0,62 = 3,10 b5 = Sauna 4,00 x 0,80 = 3,20 c = Ar condicionado 12,55 x 0,90 = 11,30

67 07/12/ de 117 d = Filtro de piscina 1/3cv - hidromassagem 1/3cv 0,82 x 0,56 = 0,46 DD = 4,54 + 6,20 + 2,56 + 1,51 + 3,10 + 3, ,30 + 0,46 = 32,87 kva Padrão = 3P A - Apartamento tipo (Demanda individual): DT = (a + b + c + d), onde: a = iluminação e tomadas 4,82 x 0,68 = 3,28 b = Aparelhos eletrodomésticos e de aquecimento : b1 = Chuveiro 6,00 x 0,70 = 4,2 b2 = Aquecedor de banheira 3,20 x 0,80 = 2,56 b3 = Fogão a aparelho tipo grill 2,70 x 0,51 = 1,37 b4 = Máquina de lavar louça, roupa, secar roupa e ferro elétrico 5,00 x 0,62 = 3,10 c = Ar condicionado 8.6 : 0.92 x 1 = 9,35 DT = 3,28 + (4,2 + 2,56 + 1,37 + 3,1) + 9,35 = 23,86 kva Padrão = 3P - 70 A Tipo de fornecimento às unidades consumidoras: Apartamento tipo: O tipo de fornecimento será definido pela carga instalada calculada no item 8.5 (DT = 23,86 kva) Fornecimento = Trifásico 3 fases + neutro Proteção = Disjuntor tripolar de 70A Condutor = Ver esquema vertical. Foi considerado um queda de tensão de 2%.

68 07/12/ de Condomínio: O tipo de fornecimento será definido pela demanda calculada no item (D2 = 43,03 kva) Fornecimento = Trifásico 3 fases + neutro Proteção = Disjuntor tripolar de 120A Condutor = 3 x # 50 (# 50) mm2 cobre /PVC 750V Apartamento duplex: O tipo de fornecimento será definido pela demanda calculada no item 8..4 (DD = 32,87 kva) Fornecimento = Trifásico 3 fases + neutro Proteção = Disjuntor tripolar de 100A Condutor = 3 x # 70 (# 50) mm2 cobre /PVC 750V Demanda dos painéis de medidores: A demanda dos painéis de medidores será calculada pelo critério de área útil Painel I e II (16 caixas padrão polifásicas cada): DP I e II = (DI) x fs DI = s x f = 2,54 x 14,32 = 36,37 (tab. 10 e 11) Fs = 1,5 DP I e II = 36,37 x 1,5 = 54,56 kva Corrente nominal = 143,3 A Painel III (14 caixas padrão polifásicas): a = 12 medidores típicos b = 02 medidores duplex (calculada no item 8.3.4) DP III = (Da + Db) x fs Da = s x f = 2, ,20 = 28,45 Db = 18,54 DP III = (28, ,54) x 1,3 = kva Corrente Nominal = 160 A

69 07/12/ de Tipo de fornecimento da edificação: O atendimento será através da rede primária, com SE construída pela concessionária, conforme indicado no item 5.3 da norma NTD De acordo com a tabela 3 do anexo I adotaremos: Transformador = 150 kva Proteção = Chave tipo faca 600A, com fusível tipo NH de 500A Condutores = 2 x 3 # 120 (120) mm2 isolamento para 1kV Eletroduto = 4 - ferro galvanizado e PVC 9. RAMO DE ATIVIDADE: A presente edificação trata de um edifício de múltiplas unidades consumidoras exclusivamente residenciais. 10. DATA PREVISTA PARA LIGAÇÃO DEFINITIVA:... de... cidade (estado),... de...de Assinatura do profissional CREA

70 07/12/ de TABELAS TABELA 1 POTÊNCIA DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS APARELHOS Aquecedor de água por acumulação (Boiler) POTÊNCIA DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS POTÊNCIA (W) APARELHOS POTÊNCIA (W) 50 a 100 litros 1000 Congelador(Freezer) 350 a a 200 litros 1250 Computador/Estabilizador/Impressora litros 1500 DVD a 350 litros 2000 Enceradeira litros 2500 Estabilizador 200 Aquec.de água passagem: 4000 a 8000 Exaustor 300 a 500 Aquecedor ambiente (Portátil) 700 a 1300 Ferro elétrico 800 a 1650 Aspirador de pó 250 a 800 Fogão elétrico 4000 a Barbeador elétrico 10 Grill 1200 Batedeira 70 a 1300 Lavadora de louças 1200 a 2800 Bomba d` água 1/4 CV 335 Liquidificador 270 Bomba d` água 1/2 CV 613 Máquina de costura 60 a 150 Bomba d` água 3/4CV 849 Máquina de lavar roupa 400 a 1500 Bomba d` água 1CV 1051 Microondas 1200 a 2000 Cafeteira 600 Ponto de Luz e tomada 100 Maquina de Café Projetor Slide 250 Chuveiro elétrico 2500 a 5400 Rádio 50 Circulador de ar 150 Som 120 Condicionador de Ar Nota: BTU/h 625 Relógio BTU/h 760 Secador de cabelo 500 a BTU/h 900 Secador de roupa 2500 a BTU/h 1300 Televisor 70 a BTU/h 1400 Torneira elétrica 2500 a BTU/h 1600 Torradeira 500 a BTU/h 1900 TV BTU/h 2000 Triturador de lixo BTU/h 2600 Ventilador 60 a BTU/h BTU/h Os valores acima estabelecidos são estimados, devido às diferenças entre fabricantes, modelos, estado de conservação, etc. Havendo disponibilidade dos dados de placa do equipamento, recomenda-se a utilização dos mesmos no cálculo da carga instalada e/ou demanda.

71 07/12/ de 117 TABELA 2.1 FATORES DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL PARA UNIDADES CONSUMIDORAS NÃO RESIDENCIAIS DESCRIÇÃO FATOR DE DEMANDA (%) Auditórios, salões p/exposições e semelhantes 100 Bancos, lojas e semelhantes 100 Barbearias, salões de beleza e semelhantes 100 Clubes e semelhantes 100 Escolas e semelhantes Escritórios 100 para os primeiros 12 kva 50 para o que exceder de 12 kva 100 para os primeiros 20 kva 70 para o que exceder de 20 kva Garagens comerciais e semelhantes 100 Hospitais e semelhantes Hotéis e semelhantes 40 para os primeiros 50 kva 20 para o que exceder de 50 kva 50 para os primeiros 20 kva 40 para os seguintes 80 kva 30 para o que exceder de 100 kva Igrejas e semelhantes 100 Oficinas e Indústrias 100 para os primeiros 20 kva 80 para o que exceder de 20 kva Restaurantes e semelhantes 100 NOTA: 27. É recomendável que a previsão de cargas de iluminação e tomada feita pelo consumidor atenda as prescrições da NBR Para lâmpadas incandescentes e halógenas, considerar kva = kw (fator de potência unitária). 29. Para lâmpadas de descarga (fluorescente, vapor de mercúrio/sódio metálico) considerar kva = kw/0, Tomadas específicas (aparelhos especiais) devem ser consideradas a parte, utilizando outros fatores de demanda.

72 07/12/ de 117 TABELA 2.2 FATORES DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E TOMADAS DE USO GERAL PARA UNIDADES CONSUMIDORAS RESIDENCIAIS DESCRIÇÃO FATOR DE DEMANDA (%) C.I. F.D C.I. F.D Unidades Consumidores Residenciais 0<P(kW) 1 (86) 1<P(kW) 2 (81) 2<P(kW) 3 (76) 3<P(kW) 4 (72) 4<P(kW) 5 (68) 5<P(kW) 6 (64) 6<P(kW) 7 (60) 7<P(kW) 8 (57) 8<P(kW) 9 (54) 9<P(kW) 10 (52) CI>10 (45) Prédios Residenciais 100 para os primeiros 10 kw 20 para os seguintes 110 kw 10 para o que exceder de 120 kw NOTA: 31. É recomendável que a previsão de cargas de iluminação e tomada feita pelo consumidor atenda as prescrições da NBR Para lâmpadas incandescentes e halógenas, considerar kva=kw (fator de potência unitária). 33. Para lâmpadas de descarga (fluorescente, vapor de mercúrio/sódio metálico) considerar kva=kw/0, Tomadas específicas (aparelhos especiais) devem ser consideradas a parte, utilizando outros fatores de demanda. TABELA 3 LIMITES DE QUEDA DE TENSÃO A alimentadas diretamente por um ramal de baixa tensão, a partir de uma rede de distribuição pública de baixa tensão. B alimentadas diretamente por subestação de transformação ou transformador, a partir de uma instalação de alta tensão. 4% 4% 7% 7% C que possuam fonte própria. 7% 7%

73 07/12/ de 117 TABELA 4 FATORES DE DEMANDA DE MOTOR-BOMBA HIDROMASSAGEM NÚMEROS DE APARELHOS FATOR DE DEMANDA % A A A ACIMA DE TABELA 5 FATORES DE DEMANDA DE APARELHOS DE AQUECIMENTO E ELETRODOMÉSTICOS EM GERAL NÚMERO DE APARELHOS POTÊNCIA INDIVIDUAL ATÉ 3,5kW FATOR DE DEMANDA % POTÊNCIA INDIVIDUAL MAIOR QUE 3,5kW 1 0,80 0,80 2 0,75 0,65 3 0,70 0,55 4 0,66 0,50 5 0,62 0,45 6 0,59 0,43 7 0,56 0,40 8 0,53 0,36 9 0,51 0, ,49 0, ,47 0, ,45 0, ,43 0, ,41 0, ,40 0, ,39 0, ,38 0,28

74 07/12/ de 117 NÚMERO DE APARELHOS POTÊNCIA INDIVIDUAL ATÉ 3,5kW FATOR DE DEMANDA % POTÊNCIA INDIVIDUAL MAIOR QUE 3,5kW 18 0,37 0, ,36 0, ,35 0, ,34 0, ,33 0, ,31 0, ,30 0, ,30 0, ,30 0, ,30 0, ,30 0, ,30 0, ,30 0,16 TABELA 6 - FATORES DE DEMANDA DE APARELHOS DE AR CONDICIONADO NÚMEROS DE APARELHOS EDIFÍCIOS RESIDENCIAIS FATOR DE DEMANDA % EDIFÍCIOS COMERCIAIS 1 a 05 1,00 1,00 06 a 10 0,90 1,00 11 a 15 0,85 1,00 16 a 20 0,80 1,00 21 a 25 0,70 1,00 26 a 30 0,65 1,00 31 a 40 0,60 0,80 41 a 50 0,52 0,80 51 a 75 0,45 0,80 76 a 100 0,38 0,80 Acima de 100 0,33 0,70

75 07/12/ de 117 TABELA 7 FATORES DE DEMANDA PARA ELEVADORES NÚMERO DE ELEVADORES FD % Acima de 5 45 TABELA 8 DETERMINAÇÃO DA DEMANDA EM FUNÇÃO DA QUANTIDADE DE MOTORES - (VALORES EM KVA) MOTORES MONOFÁSICOS QUANTIDADE DE MOTORES POTÊNCIA DO MOTOR (CV) FATOR DE DIVERSIDADE 1 1,5 1,9 2,3 2,7 3 3,3 3,6 3,9 4,2 1/4 0,66 0,99 1,254 1,518 1,782 1,98 2,178 2,376 2,574 2,772 1/3 0,77 1,155 1,463 1,771 2,079 2,31 2,541 2,772 3,003 3,234 1/2 1,18 1,77 2,242 2,714 3,186 3,54 3,894 4,248 4,602 4,956 3/4 1,34 2,01 2,546 3,082 3,618 4,02 4,422 4,824 5,226 5, ,56 2,34 2,964 3,588 4,212 4,68 5,148 5,616 6,084 6, /2 2,35 3,525 4,465 5,405 6,345 7,05 7,755 8,46 9,165 9,87 2 2,97 4,455 5,643 6,841 8,019 8,91 9,801 10,692 11,584 12, ,07 6,105 7,733 9,361 10,989 12,21 13,431 14,652 15,873 17, ,16 9,24 11,704 14,168 16,632 18,48 20,328 22,176 24,024 25, /2 8,84 13,26 16,796 20,332 23,868 26,52 29,172 31,824 34,476 37, ,64 17,46 22,116 26,772 31,428 34,92 38,412 41,904 45,396 48, /2 14,94 22,41 28,386 34,362 40,338 44,82 49,302 53,784 58,266 62, ,94 25,41 32,186 38,962 45,738 50,82 55,902 60,984 66,066 71,148

76 07/12/ de 117 TABELA 9 DETERMINAÇÃO DA DEMANDA EM FUNÇÃO DA QUANTIDADE DE MOTORES - (VALORES EM KVA) MOTORES TRIFÁSICOS QUANTIDADE DE MOTORES POTÊNCIA DO MOTOR (CV) FATOR DE DIVERSIDADE 1 1,5 1,9 2,3 2,7 3 3,3 3,6 3,9 4,2 1/3 0,65 0,98 1,24 1,50 1,76 1,95 2,15 2,34 2,53 2,73 1/2 0,87 1,31 0,98 2,00 2,35 2,61 2,87 3,13 3,39 3,65 3/4 1,26 1,89 2,39 2,90 3,40 3,78 4,16 4,54 4,91 5,29 1 1,52 2,28 2,89 3,50 4,10 4,56 5,02 5,17 5,93 6,38 1 1/2 2,17 3,26 4,12 4,99 5,86 6,51 7,16 7,81 8,46 9,11 2 2,70 4,05 5,13 6,21 7,29 8,10 8,91 9,72 10,53 11,34 3 4,04 6,06 7,68 9,29 10,91 12,12 13,33 14,54 15,76 16,97 4 5,03 7,55 9,56 11,57 13,58 15,09 16,60 18,11 19,62 21,13 5 6,02 9,03 11,44 13,85 16,25 18,06 19,87 21,67 23,48 25,28 7 1/2 8,65 12,98 16,44 19,90 23,36 25,95 28,55 31,14 33,74 36, ,54 17,31 21,93 26,54 31,16 34,62 38,08 41,54 45,01 48, /2 14,09 21,14 26,77 32,41 38,04 42,27 46,50 50,72 54,95 59, ,65 24,98 31,63 38,29 44,96 49,95 54,95 59,94 64,93 69, ,10 33,15 41,99 50,84 59,67 66,30 72,93 79,56 86,19 92, ,84 38,75 49,08 59,41 69,74 77,49 85,24 92,99 100,74 108, ,52 45,78 57,99 70,20 82,40 91,56 100,72 109,87 119,03 128, ,74 59,61 75,51 91,40 107,30 119,22 131,14 143,06 154,99 166, ,73 73,10 92,59 112,08 131,57 146,19 160,81 175,43 190,05 204, ,15 87,23 110,49 133,74 157,01 174,45 191,90 209,34 226,79 244, ,28 108,42 137,33 166,24 195,16 216,84 238,52 260,21 281,89 303, ,56 143,34 181,56 219,79 258,01 286,68 315,35 344,02 372,68 401, ,05 175,58 222,40 269,22 316,04 351,15 386,27 421,38 456,50 491, ,29 211,94 268,45 324,97 381,48 423,87 466,26 508,64 551,03 593, ,18 285,27 361,34 437,41 513,49 570,54 627,59 684,65 741,70 798,76

77 07/12/ de 117 TABELA 10 DEMANDA POR APARTAMENTO RESIDENCIAL EM FUNÇÃO DA ÁREA ÚTIL ÁREA ÚTIL m² DEMANDA (S) kva ÁREA ÚTIL m² DEMANDA (S) kva até 40 1, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,47

78 07/12/ de 117 TABELA 11 FATOR DE DIVERSIDADE m + n (h) Para Edifícios Comerciais (h) Para Edifícios Residenciais Até ,05 51 a ,10 88 a , a , a , a , a , a , a , a ,50 Nota: 35. É recomendável que a previsão de cargas de iluminação e tomada feita pelo consumidor atenda as prescrições da NBR-5410; 36. Para valores fora da tabela utilizar a equação: Onde: h = fator de diversidade da instalação, em função de m+n, obtido da tabela. m = número de aparelhos de ar condicionado n = número de aparelhos de aquecimento

79 07/12/ de 117 TABELA 12 FATOR PARA DIVERSIFICAÇÃO DA DEMANDA EM FUNÇÃO DO NÚMERO DE APARTAMENTOS RESIDENCIAIS DA EDIFICAÇÃO N.º APTº F. DIV. (F) N.º APTº F. DIV. (F) N.º APTº F. DIV. (F) 1 1, , ,59 2 1, , ,84 3 2, , ,09 4 3, , ,34 5 4, , ,59 6 5, , ,84 7 6, , ,09 8 7, , ,34 9 8, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,19

80 07/12/ de , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,59

81 07/12/ de 117 TABELA 13 FATORES DE DEMANDA INDIVIDUAIS PARA MÁQUINAS DE SOLDA A TRANSFORMADOR E APARELHOS DE RAIOS X E GALVANIZAÇÃO EQUIPAMENTO POTÊNCIA DO APARELHO FATOR DE DEMANDA (%) Solda a arco e aparelhos de galvanização Solda a resistência Aparelho de raios X 1º maior 2º maior 3º maior Soma dos demais Maior Soma dos demais Maior Soma dos demais NOTA: 37. Máquinas de solda tipo motor gerador deverão ser consideradas como motores. TABELA 14 - DIMENSIONAMENTO PELA CAPACIDADE DE CORRENTE DO BARRAMENTO DE BAIXA TENSÃO Corrente (A) Seção transversal (mm) Barramento Seção transversal (polegadas) ,00 X 3,18 3/4" X 1/ ,40 X 3,18 1. X 1/ ,10 X 3,18 1.1/2 X 1/ ,40 X 4,77 1. X 3/ ,10 X 4,77 1.1/2 X 3/ ,80 X4,77 2 X 3/ ,40 X 6,35 1 X 1/ ,10 X 6,35 1.1/2 X 1/ ,80 X 6,35 2 X 1/ ,50 X 6,35 2.1/2 X 1/ ,20 X 6,35 2.3/4 X 1/ ,90 X 6,35 3.1/2 X 1/ ,60 X 6,35 4 X 1/ ,40 X 12,70 1 X 1/ ,80 X 12,70 2 X 1/ ,20 X 12,70 3 X 1/ ,60 X 10,70 4 X 1/2

82 07/12/ de 117 TABELA 15 DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES E PROTEÇÃO PARA UNIDADES CONSUMIDORAS CELPA TIPOS DE FORNECIMENTO CARGA INSTALADA DISJUNTOR TERMOMAGNÉTICO MÁX (A) RAMAL DE LIGAÇÃO (CABO DE ALUMÍNIO MULTIPLEXADO) (mm²) DUPLEX TRIPLEX QUADRUPLEX DIÂMENTRO NOMINAL Ø ELETRODUTO DE AÇO GALVANIZADO CONDUTOR DE ATERRAMENTO (Aço Cobreado) (mm²-mínimo) DIÂMENTRO NOMINAL Ø ELETRODUTO ATERRAMENTO (pol) CONDUTORES DE COBRE PARA INSTALAÇÃO INTERNA (BITOLA MÍNIMA) mm² * MONOFÁSICO Até 4 30 ou /4 6 4,1 até ou /4 6 10(10) 6(6) BIFÁSICO /4 6 3/4 10(10) 10,1 até /4 6 10(10) / (10) 15,1 até / (16) 27,1 até (25) TRIFÁSICO 38,1 até (25) 1 47,1 até (25) 57,1 até (35) 66,1 até (35) Nota: 38. Bitola mínima do condutor de cobre, deve ser considerado o cálculo de queda de tensão para o dimensionamento real do condutor, obedecido os critérios de projeto. Valores admitidos nos cabos: a. Ligação Monofásica FP= 1; FD= 80% e V= 2% na medição; b. Ligação Bifásica e Trifásica FP= 0,85; FD= 80% e V= 2% na medição. Onde: FP- Fator de Potência; FD- Fator de Demanda; V- Queda de Tensão.

83 07/12/ de 117 CEMAR Tipo de Fornecimento Carga Instalada (kw) Condutor Mínimo para alimentação da UC (mm²) Eletroduto Diâmetro Nominal (pol) Condutor de Aterramento (mm²) Corrente Máxima do Disjuntor (A) Monofásico Até 4 4 3/4 6 25(MONO) 4 a 8 6 3/4" 6 50(MONO) 8 a /4" 6 63(MONO) 12 a /4 6 40(TRI) Trifásico 20,1 a 30, / (TRI) 30,1 a 40, / (TRI) 40,1 a 50, / (TRI) 50,1 a 75, (TRI) TABELA 16 DIMENSIONAMENTO DE TRANSFORMADORES Demanda calculada (kva) Transformador recomendado (kva) Até à à à ,5 125 à à à à

84 07/12/ de 117 TABELA 17 DISPOSITIVO DE PARTIDA DE MOTORES TRIFÁSICOS TIPO DE PARTIDA TIPO DE CHAVE POTÊNCIA DO MOTOR (cv) TIPO DO MOTOR TIPO DO ROTOR TENSÃO DA REDE (V) TENSÃO DE PLACA (V) Nº DE TERMINAIS TAPS TAPS DE PARTIDA DIRETA /127 ou 380/220 6 λ 7,5 380/ λ ou ESTRELA- TRIÂNGULO 5< P 25 7,5< P 25 INDUÇÃO GAIOLA 220/127 ou 380/ /220 6 λ ou INDIRETA MANUAL SÉRIE-PARALELO CHAVE COMPENSADORA 5< P 25 7,5< P 25 5< P 25 7,5< P 25 INDUÇÃO INDUÇÃO GAIOLA GAIOLA 220/127 ou 380/ /127 ou 380/ /380/4 40/ /380/4 40/760 9λs - 9 \\ ou 12λs - 12 \\ 6λs - 6 \\ ou 12λs - 12 \\ ,65 e RESISTÊNCIA OU REATÂNCIA DE PARTIDA A TENSÃO DEVE SER REDUZIDA A, NO MÍNIMMO, 65% DO VALOR NOMINAL INDIRETA AUTOMÁTICA ESTRELA- TRIÂNGULO SÉRIE-PARALELO CHAVE COMPENSADORA 5< P 30 7,5< P 30 5< P 30 7,5< P 30 5< P 40 7,5< P 40 AS OUTRAS CARACTERÍSTICAS SÃO IGUAIS AS DAS CHAVES MANUAIS NOTA: 39. Para motores do tipo rotor bobinado, deverá existir dispositivo de bloqueio para impedir a partida do motor com as escovas levantadas; 40. A chave estrela-triângulo só poderá ser utilizada quando a tensão da rede coincidir com a tensão de placa em triângulo.

85 07/12/ de DESENHOS DESENHO 1 PLANTA DE SITUAÇÃO EXEMPLO 1 - PLANTA DE SITUAÇÃO APLICADO A CEMAR

86 07/12/ de 117 EXEMPLO 2 - PLANTA DE SITUAÇÃO APLICADO A CELPA X Y Edifício Carpediem

87 07/12/ de 117 DESENHO 2 AFASTAMENTOS MÍNIMOS ENTRE CONDUTORES E EDIFICAÇÕES

88 07/12/ de 117 DESENHO 3 CABINE DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO ENTRADA AÉREA CEMAR/CELPA MEDIÇÃO CEMAR/CELPA

89 07/12/ de 117 DESENHO 4 CABINE DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO ENTRADA SUBTERRÂNEA MEDIÇÃO CEMAR/CELPA

90 07/12/ de 117 Nota: (DESENHOS 3 E 4) 41. Caso haja mais de um transformador, devem ser construídos cubículos de transformação com as mesmas dimensões do primeiro, um para cada transformador; 42. Para subestações ao tempo no solo ou abrigadas é obrigatória a construção de dispositivo de drenagem para óleo, de acordo com o DESENHO 7 BACIA DE CONTENÇÃO DE ÓLEO; 43. Todas as aberturas de iluminação e ventilação devem ser providas de telas metálicas zincadas com malha de, no mínimo, 5 mm e, no máximo 13 mm; 44. Deve ser instalada iluminação no corredor, com no mínimo de 150 lux; 45. Na porta da Subestação, deve ter uma placa de advertência com os dizeres: CUIDADO! ALTA TENSÃO! ; 46. Dimensões mínimas para transformadores de até 500 kva; 47. Medidas em milímetros, exceto onde indicado.

91 07/12/ de 117 DESENHO 5 ESPAÇAMENTOS PARA INSTALAÇÕES INTERNAS (A) FIGURA 1 - ESPAÇAMENTO PARA INSTALAÇÕES INTERNAS, CONFORME TABELA "A" FIGURA 1 - ESPAÇAMENTO PARA INSTALAÇÕES INTERNAS, NO NÍVEL DO PISO, CONFORME TABELA "A" CONVENÇÕES: PARTES VIVAS ANTEPAROS: TELA OU GRADE METÁLICA DISPOSITIVOS DE MANOBRA NOTA: SENDO EMPREGADO PISO ISOLANTE (TAPETES, ESTRADOS,ETC.), AS DIMENSÕES VERTICAIS DEVEM REFERIR-SE A ESSE PISO. L A - R H K F J 600 TABELA A VALORES DE ESPAÇAMENTO PARA INSTALAÇÕES INTERNAS DIMENSÕES MÍNIMAS EM MILÍMETROS VER "K" E "H" VALORES DA TABELA B (FASE E TERRA) LOCAIS DE MANOBRA ALTURA MÍNIMA DE UMA PARTE VIVA ALTURA MÍNIMA DE UM ANTEPARO HORIZONTAL ALTURA MÍNIMA DE UM ANTEPARO VERTICAL ALTURA MÍNIMA DE UMA PARTE VIVA SEM CIRCULAÇÃO DIMENSÕES MÁXIMAS EM MILÍMETROS E 300 ALTURA MÍNIMA DE UMA PARTE VIVA SEM CIRCULAÇÃO

92 07/12/ de 117 DESENHO 6 ESPAÇAMENTOS PARA INSTALAÇÕES INTERNAS (B) CONVENÇÕES: PARTES VIVAS ANTEPAROS: TELA OU GRADE METÁLICA DISPOSITIVOS DE MANOBRA ÁREA DE CIRCULAÇÃO PERMITIDA A PESSOAS ADVERTIDAS ÁREA DE CIRCULAÇÃO PROÍBIDA NOTA: SENDO EMPREGADO PISO ISOLANTE (TAPETES, ESTRADOS,ETC.), AS DIMENSÕES VERTICAIS DEVEM REFERIR-SE A ESSE PISO. TABELA B VALORES DE ESPAÇAMENTO PARA INSTALAÇÕES EXTERNAS AO NÍVEL DO PISO DIMENSÕES MÍNIMAS EM MILÍMETROS A DISTÂNCIA ENTRE A PARTE VIVA E A PROTEÇÃO EXTERNA B SEM TELA (PARA AS DIMENSÕES INFERIORES, USAR A ALTURA MÍNIMA ENTRE A PARTE VIVA E O SOLO) C D F H H' J L R E ÁREA DE CIRCULAÇÃO PROTEÇÃO COM TELA ALTURA SUPERIOR DO ANTEPARO EM LOCAL COM TRÂNSITO DE VEÍCULO EM LOCAL COM TRÂNSITO DE PEDESTRES SOMENTE ALTURA DA PARTE VIVA ALTURA DA PROTEÇÃO EXTERNA CIRCULAÇÃO DIMENSÕES MÁXIMAS EM MILÍMETROS ALTURA MÍNIMA DE UMA PARTE VIVA SEM CIRCULAÇÃO

93 07/12/ de 117 DESENHO 7 BACIA DE CONTENÇÃO DE ÓLEO VISTA SUPERIOR CORTE TRANSVERSAL Nota: 48. O eletroduto de escoamento deverá ser de aço galvanizado com diâmetro mínimo de 3 (75mm); 49. A capacidade útil de armazenamento do tanque de coleta deverá ser, no mínimo, igual a 0,80 m³.

94 07/12/ de 117 DESENHO 8 RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO CEMAR/CELPA - ENTRADA SUBTERRÂNEA COM MUFLAS MONOFÁSICAS A A LEGENDA: CORTE A-A Nota: 50. Os eletrodutos em aço galvanizado devem ser todos instalados de forma aparente. 51. A montagem na CELPA dever ser feita com cruzeta retangular 90x90x2000mm com mão francesa.

95 07/12/ de 117 DESENHO 9 RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR/CELPA - ENTRADA AÉREA POSTE CEMAR/CELPA Nota: 52. Os eletrodutos em aço galvanizado devem ser todos instalados de forma aparente; 53. Utilizar dois isoladores para sistema 15 kv e três isoladores para 36,2 kv. 54. A montagem na CELPA dever ser feita com cruzeta retangular 90x90x2000mm com mão francesa.

96 07/12/ de 117 DESENHO 10 RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVANDO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR/CELPA - ENTRADA MISTA REDE CEMAR/CELPA Nota: 55. Os eletrodutos em aço galvanizado devem ser todos instalados de forma aparente; 56. Utilizar dois isoladores para sistema 15 kv e três isoladores para 36,2 kv. 57. A montagem na CELPA dever ser feita com cruzeta retangular 90x90x2000mm com mão francesa.

97 07/12/ de 117 DESENHO 11 BANCO DE DUTOS PARA SECUNDÁRIA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE 1 D U T O E M P E A D 2 D U T O S E M P E A D 1 D U T O E M P E A D 2 D U T O S E M P E A D M O D E L O S D E D R E N A G E M Nota: 58. (*) Dutos, com diâmetros variáveis devem ser compatíveis com os condutores a serem instalados; 59. Cada eletroduto de aço zincado deve conter um circuito completo (condutores fase e neutro); 60. Dimensões em milímetros.

98 07/12/ de 117 DESENHO 12 BANCO DE DUTOS PARA ENTRADA SUBTERRÂNEA DA REDE PRIMÁRIA 2 DUTOS EM PEAD 4 DUTOS EM PEAD 4 DUTOS EM PEAD ESPAÇADORES SUPORTES MODELOS DE DRENAGEM Nota: 61. (*) Dutos, com diâmetros variáveis devem ser compatíveis com os condutores a serem instalados; 62. Dimensões em milímetros.

99 07/12/ de 117 DESENHO 13 RAMAL DE LIGAÇÃO DERIVADA DA REDE DE BAIXA TENSÃO DA CEMAR/CELPA REDE CEMAR/CELPA Nota: 63. Utilizar tubo de aço zincado até uma altura mínima de mm; 64. Toda ferragem utilizada (curvas, armação secundária, parafusos, porcas e abraçadeiras), deve ser zincada por imersão a quente; 65. Os condutores não podem conter emendas entre os suportes de fixação do ramal de ligação; 66. A conexão com a rede da CEMAR/CELPA deve ser feita por meio de conector; 67. A altura do ramal de ligação deve estar de acordo com esta Norma; 68. O ramal de ligação não pode exceder a 30 metros de comprimento.

100 07/12/ de 117 DESENHO 14 CAIXA DE PASSAGEM LACRÁVEL TAMPA DE CONCRETO/FERRAGEM TAMPA DE CONCRETO CHAPA DE AÇO GALVANIZADA Nº12 Nota: 69. A caixa de 300 x 500 x 500 só deve ser usada em circuitos monofásicos cujos condutores tenham seção inferior ou igual a 16 mm²; 70. A tampa de concreto armado deve apresentar uma resistência mínima à compressão de 150 kgf/cm; 71. Usar chapa de aço nº 12 USSG, zincada por imersão a quente; 72. Dimensões em milímetros.

101 07/12/ de 117 DESENHO 15 TRAVESSIA SUBTERRÂNEA

102 07/12/ de 117 DESENHO 16 PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE BAIXA TENSÃO DA CEMAR/CELPA FIGURA 1 UM CPG E DOISOU MAIS CM CPG D1 D2 D2 CM CM D3 D3 FIGURA 2 UM CPG INSTALADO NO CM D3 Nota: 73. D1, D2, D3 disjuntores tripolares termomagnéticos com capacidade de interrupção simétrica mínima de acordo com esta Norma.

103 07/12/ de 117 DESENHO 17 PROTEÇÃO DO RAMAL DE ENTRADA DERIVADO DA REDE DE MÉDIA TENSÃO DA CEMAR/CELPA FIGURA 3 FIGURA 4 UM TRANSFORMADOR COM UM CENTRO DE MEDIÇÃO UM TRANSFORMADOR COM DOIS OU MAIS CENTRO DE MEDIÇÃO CPG CPG D1 D1 D2 D2 D2 CM CM CM D2 D3 D3 D3 FIGURA 5 DOIS TRANSFORMADORES EM PARALELO COM UM CENTRO DE MEDIÇÃO FIGURA 6 DOIS TRANSFORMADORES EM PARALELO COM DOIS OU MAIS CENTRO DE MEDIÇÃO CPG CPG D1 D1 D1 D1 D2 D2 D2 D3 D3 D3 Nota: 74. Disjuntores termomagnéticos com capacidade de interrupção simétrica mínima de acordo com esta Norma.

104 07/12/ de 117 DESENHO 18 LIGAÇÃO DE BOMBA DE INCÊNDIO CEMAR MED INSTALAÇÃO NORMAL MED E PROT INSTALAÇÃO DE COMBATE A INCÊNDIO CEMAR INSTALAÇÃO NORMAL MED MED E PROT INSTALAÇÃO DE COMBATE A INCÊNDIO CEMAR MED INSTALAÇÃO NORMAL INSTALAÇÃO DE COMBATE A INCÊNDIO MED E PROT CEMAR INSTALAÇÃO NORMAL MED INSTALAÇÃO DE COMBATE MED A INCÊNDIO E PROT

105 C ON SU MI DO R MON O FÁS IC O V AZI O D IS JUN TO R BA RR AM EN TO C ON SU M ID OR T RI FÁS IC O NORMA TÉCNICA 07/12/ de 117 DESENHO 19 CENTRO DE MEDIÇÃO CONS UMIDO R VAZIO DISJU NTOR GER AL BARRAM ENTO MÓ DULO DE FIAÇÃO MÓ DULO D E FIAÇÃ O PISO PISO PISO P IS O Nota: 75. Módulo I módulo para medição direta monofásica ou trifásica. É usado quando a seção do condutor da unidade consumidora for de até 25 mm²; 76. Módulo II módulo para medição trifásica. É usado quando a seção do condutor da unidade consumidora for superior a 35 mm²; 77. Módulo III módulo de distribuição (módulo para instalação do barramento) é usado na posição horizontal; 78. Módulo IV módulo de proteção. É usado para instalação do disjuntor geral do centro de medição. A sua montagem será obrigatoriamente na posição vertical;

106 07/12/ de Utilizar, no mínimo, um módulo de distribuição para cada 23 módulos de medição, monofásica ou trifásica; 80. Os módulos de distribuição e de proteção, tipos III e IV, devem ser instalados na parte mais central possível do centro de medição; 81. Caixa em chapa de aço laminado a frio nº 18 USSG ou em policarbonato; 82. As caixas em chapa de aço, após tratamento com jato de areia ou fosfatização, deverão receber interna e externamente, duas demãos de pintura anticorrosiva, tipo zarcoprimer e mais duas demãos de tinta esmalte sintético cor cinza clara. Preferencialmente será utilizado pintura a pó epóxi poliéster com espessura mínima de 80 micrômetros; 83. Não serão admitidos cantos vivos na superfície de contato com os condutores; 84. Os módulos devem ser firmemente atarraxados com parafusos zincados de 1/4" e 3/4"; 85. Os módulos devem permitir a montagem de medidores e disjuntores, tanto monofásicos como trifásicos; 86. Todos os módulos devem possuir luvas para alojamento do parafuso de segurança de 1/4", com 20 fios por polegada; 87. A distância entre barras correspondentes a diferentes fases e entre estas e a estrutura de montagem devem obedecer às prescrições da NBR 5410; 88. Somente serão ligadas as unidades consumidoras cujas caixas tenham sido aprovadas pela CEMAR/CELPA; 89. Identificação: cada módulo deve ser identificado com o número do apartamento, loja, condomínio, etc; 90. Quaisquer outros tipos de módulos, quanto a dimensões e material de fabricação, devem ser submetidos à prévia aprovação da CEMAR/CELPA; 91. A cota da base do módulo III deve ser de 400 mm em relação ao piso pronto; 92. Módulos vazios: espaços destinados a passagem dos cabos de alimentação do centro de medição; 93. Dimensões em milímetros.

107 07/12/ de 117 DESENHO 20 CENTRO DE MEDIÇÃO DETALHES DOS MÓDULOS CONSUMIDOR TRIFÁSICO DISJUNTOR BARRAMENTO BARRAMENTO VISTA FRONTAL DETALHE DE POSICIONAMENTO DOS MÓDULOS NA PARTE CENTRAL DO CENTRO DE MEDIÇÃO AGRUPADA Nota: 94. Admite-se uma tolerância de ± 2% nas cotas apresentadas;

108 07/12/ de Dimensões em milímetros. Exceto onde indicado. DESENHO 21 SUPORTE PARA FIXAÇÃO DAS MUFLAS INTERNAS E DA CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR PERSPECTIVA Nota: 96. Material: cantoneira de perfil L, 50 x 50 mm, em aço ABNT 1010 a 1020, laminado, zincado por imersão a quente; 97. Dimensões em milímetros. Onde marcado (*) as cotas são variáveis de acordo com as dimensões da chave utilizada.

109 07/12/ de 117 DESENHO 22 SUPORTE PARA FIXAÇÃO DA CHAVE SECIONADORA TRIPOLAR CUBÍCULOS DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO FIGURA 1 - SUPORTE PARA FIXAÇÃO DA CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR (CUBÍCULO DE DISJUNÇÃO) FIGURA 2 - SUPORTE PARA FIXAÇÃO DA CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR (CUBÍCULO DE TRANSFORMAÇÃO) Nota: 98. Material: cantoneira de perfil L, 50 x 50 mm, em aço ABNT 1010 a 1020, laminado, zincado por imersão a quente; 99. Dimensões em milímetros.

110 07/12/ de 117 DESENHO 23 SUPORTE PARA FIXAÇÃO DA CHAVE SECIONADORA TRIPOLAR CUBÍCULOS DE PROTEÇÃO E TRANSFORMAÇÃO ABRAÇADEIRA FIGURA 1 - SUPORTE PARA FIXAÇÃO DO EIXO DE ACIONAMENTO DA CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR (CUBÍCULO DE TRANSFORMAÇÃO) FIGURA 2 - SUPORTE PARA FIXAÇÃO DO EIXO DE ACIONAMENTO DA CHAVE SECCIONADORA TRIPOLAR (CUBÍCULO DE DISJUNÇÃO) DETALHE DE MONTAGEM Nota: 100. Suporte cantoneira de perfil L 50 x 50 mm, em aço ABNT 1010 a 1020, laminado, zincado por imersão a quente; 101. Abraçadeira barra chata de 40 x 4 mm em aço zincado, ABNT 1010 a 1020, laminado, zincado por imersão a quente; 102. Dimensões em milímetros. Onde marcado (*) as cotas são variáveis de acordo com as dimensões da chave utilizada.

111 07/12/ de 117 DESENHO 24 SUPORTE PARA FIXAÇÃO DOS CABOS ISOLADOS DE MÉDIA TENSÃO VISTA FRONTAL VISTA SUPERIOR VISTA LATERAL Nota: 103. Material: cantoneira de perfil L, 50 x 50 mm, em aço ABNT 1010 a 1020, laminado, zincado por imersão a quente; 104. Dimensões em milímetros.

112 07/12/ de 117 DESENHO 25 SUPORTE PARA FIXAÇÃO DOS ISOLADORES DE APOIO DE MÉDIA TENSÃO VISTA SUPERIOR VISTA LATERAL VISTA FRONTAL Nota: 105. Material: cantoneira de perfil L, 50 x 50 mm, em aço ABNT 1010 a 1020, laminado, zincado por imersão a quente; 106. Dimensões em milímetros.

113 07/12/ de 117 DESENHO 26 SUPORTE PARA FIXAÇÃO DOS PÁRA-RAIOS VISTA FRONTAL VISTA SUPERIOR VISTA LATERAL Nota: 107. Material: suporte cantoneira L, em aço ABNT 1010 a 1020, laminado, zincado por imersão a quente; 108. Dimensões em milímetros.

114 07/12/ de 117 DESENHO 27 CHAPA DE PASSAGEM Nota: 109. Material: chapa em aço ABNT 1010 a 1020, laminado, com 5 mm de espessura, zincado por imersão a quente; 110. Dimensões em milímetros.

115 07/12/ de 117 DESENHO 28 TELA METÁLICA PARA CUBÍCULO DE DISJUNÇÃO JANELA PARA ENGATE DO PAINEL DO DISJUNTOR DIMENSÕES VARIÁVEIS DE ACORDO COM O DISJUNTOR UTILIZADO DETALHE A DETALHE A Nota: 111. Material: Tela metálica, com malha de 13 x 13 mm; Cantoneira de perfil L, 30 x 40 mm; Cantoneira de perfil L, 40 x 5 mm, chumbada à parede. Todas as partes metálicas devem ser zincadas por imersão a quente; 112. Dimensões em milímetros.

116 07/12/ de 117 DESENHO 29 TELA METÁLICA PARA CUBÍCULO DE TRANSFORMAÇÃO DETALHE A DETALHE A Nota: 113. Material: Tela metálica, com malha de 13 x 13 mm; Cantoneira de perfil L, 30 x 40 mm; Cantoneira de perfil L, 40 x 5 mm, chumbada à parede. Todas as partes metálicas devem ser zincadas por imersão a quente; 114. Dimensões em milímetros.

117 07/12/ de CONTROLE DE REVISÕES REV DATA ITEM DESCRIÇÃO DA MODIFICAÇÃO RESPONSÁVEL 00 07/12/ Emissão Inicial 01 30/08/2013 Todos Revisão Geral Francisco Carlos Martins Ferreira/ Larissa Cathariny Ramos de Souza/ Orlando Maramaldo Cruz Francisco Carlos Martins Ferreira/ Orlando Maramaldo Cruz 12 APROVAÇÃO ELABORADOR (ES) / REVISOR (ES) Adriane Barbosa de Brito - Gerência de Normas e Padrões Eduardo Nunes Raposo - Gerência de Expansão e Melhoria do Sistema Elétrico Emanoel Fernando Ramos dos Santos - Gerência de Operação do Sistema Elétrico Enoque Gomes dos Reis - Gerência de Planejamento do Sistema Elétrico Francisco Carlos Martins Ferreira - Gerência de Normas e Padrões Marcelo Fernandes Augusto Junior - Gerência de Relacionamento com o Cliente Orlando Maramaldo Cruz - Gerência de Normas e Padrões APROVADOR (ES) Jorge Alberto Tavares de Oliveira - Gerência de Normas e Padrões

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 14/11/2013 1 de 120 SUMÁRIO 1 FINALIDADE... 7 2 CAMPO DE APLICAÇÃO... 7 2.1 Esta norma se aplica... 7 2.2 Esta norma não se aplica... 7 3 RESPONSABILIDADES... 7 4 DEFINIÇÕES... 8 4.1 Agência Nacional de

Leia mais

Requisitos Técnicos NBR 5356: Transformador de potência NBR 5410: Instalações elétricas de baixa tensão. NBR 5624: Eletroduto rígido de aço carbono, com costura, com revestimento protetor de rosca. NBR

Leia mais

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO

DOCUMENTO NÃO CONTROLADO 13/09/2014 1 de 137 SUMÁRIO 1 FINALIDADE... 2 2 CAMPO DE APLICAÇÃO... 2 3 RESPONSABILIDADES... 3 4 DEFINIÇÕES... 5 5 REFERÊNCIAS... 15 6 CRITÉRIOS GERAIS DE FORNECIMENTO... 17 6.1 Generalidades... 17 6.2

Leia mais

GERÊNCIA DE NORMAS E PADRÕES ORIENTAÇÃO TÉCNICA OT-003/2015 (NT , NT , NT

GERÊNCIA DE NORMAS E PADRÕES ORIENTAÇÃO TÉCNICA OT-003/2015 (NT , NT , NT 1 OBJETIVO A presente Orientação Técnica altera e complementa as normas de fornecimento contemplando as mudanças ocorridas em conformidade com as alterações da REN 414/2010 da ANEEL, implementadas através

Leia mais

CONHEÇA AQUI O PADRÃO PARA NOVA LIGAÇÃO

CONHEÇA AQUI O PADRÃO PARA NOVA LIGAÇÃO CONHEÇA AQUI O PADRÃO PARA NOVA LIGAÇÃO Para que a Celpa ligue a sua luz pela primeira vez, você precisa estar com o padrão de entrada de energia instalado corretamente. Chamamos de Padrão de Entrada Celpa

Leia mais

CÓDIGO TÍTULO VERSÃO REDES DE DISTRIBUIÇÃO CONDIÇÕES ESPECÍFICAS PARA CONDOMÍNIOS E LOTEAMENTOS FECHADOS

CÓDIGO TÍTULO VERSÃO REDES DE DISTRIBUIÇÃO CONDIÇÕES ESPECÍFICAS PARA CONDOMÍNIOS E LOTEAMENTOS FECHADOS SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO PADRÃO TÉCNICO CÓDIGO TÍTULO VERSÃO PT.DT.PDN.03.05.021 PARA CONDOMÍNIOS E LOTEAMENTOS FECHADOS 01 APROVADO POR PAULO JORGE TAVARES DE LIMA ENGENHARIA - SP SUMÁRIO 1. OBJETIVO...

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE BENEDITO NOVO INSTALAÇÃO DE TRANSFORMADOR 150kVA RUA CRUZ E SOUZA, BENEDITO NOVO - SC MEMORIAL DESCRITIVO

PREFEITURA MUNICIPAL DE BENEDITO NOVO INSTALAÇÃO DE TRANSFORMADOR 150kVA RUA CRUZ E SOUZA, BENEDITO NOVO - SC MEMORIAL DESCRITIVO Página : 1 Cliente: Obra: Local: Tipo: Disciplina: Documento: PREFEITURA MUNICIPAL DE BENEDITO NOVO INSTALAÇÃO DE TRANSFORMADOR 150kVA RUA CRUZ E SOUZA, BENEDITO NOVO - SC MEMORIAL DESCRITIVO ELÉTRICA

Leia mais

Memorial Técnico Descritivo Projeto Elétrico da Câmara de Vereadores de Canguçu Endereço: Rua General Osório, 979 Canguçu RS

Memorial Técnico Descritivo Projeto Elétrico da Câmara de Vereadores de Canguçu Endereço: Rua General Osório, 979 Canguçu RS Obra: Edifício Comercial Proprietário: Câmara de Vereadores de Canguçu Endereço: R.General Osório, 979 - Canguçu - RS Data: Março de 2009 Responsável Técnico: Arquiteto Charles de Almeida Ferreira 1- Generalidades:

Leia mais

NORMA TÉCNICA SUMÁRIO

NORMA TÉCNICA SUMÁRIO 01/11/2013 1 de 136 SUMÁRIO 1 FINALIDADE... 7 2 CAMPO DE APLICAÇÃO... 7 3 RESPONSABILIDADES... 7 4 DEFINIÇÕES... 8 4.1 Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL... 8 4.2 Associação Brasileira de Normas

Leia mais

REGULAMENTO DE INSTALAÇÕES CONSUMIDORAS FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA (ADENDO)

REGULAMENTO DE INSTALAÇÕES CONSUMIDORAS FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA (ADENDO) REGULAMENTO DE INSTALAÇÕES CONSUMIDORAS FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA (ADENDO) 5ª Edição Versão 1.0 MAIO/2018 1 REGULAMENTO DE INSTALAÇÕES CONSUMIDORAS 1. OBJETIVO Este ADENDO tem por objetivo especificar

Leia mais

RECON MT. Até Classe 36,2kV

RECON MT. Até Classe 36,2kV Até Classe 36,2kV INTRODUÇÃO Padronização da configuração de entrada de Clientes Consumidores em Média Tensão. Definições de equipamentos e características eletromecânicas das subestações, tanto para ligações

Leia mais

1. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO SUL DA BAHIA PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO Diretoria de Infraestrutura

1. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO SUL DA BAHIA PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO Diretoria de Infraestrutura 1. FINALIDADE MEMORIAL DESCRITIVO Fornecimento de energia elétrica a três edifícios da Universidade Federal do Sul da Bahia, com a sede sendo a Reitoria localizada na Rua Itabuna, s/n, Rod. Ilhéus Vitória

Leia mais

LIGAÇÕES ESPECIAIS PARA ATENDIMENTO EM BAIXA TENSÃO Atendimento aos Armários Concentradores de Operadoras de Telefonia

LIGAÇÕES ESPECIAIS PARA ATENDIMENTO EM BAIXA TENSÃO Atendimento aos Armários Concentradores de Operadoras de Telefonia 1. Introdução Armário Concentrador de Linhas - Conjunto de equipamentos, dispositivos, acessórios e respectivas instalações, localizado numa rede de acesso com função básica de concentrar linhas de assinantes.

Leia mais

CNPJ: / INSC. EST.:

CNPJ: / INSC. EST.: - SP - CEP 14.960-000- Cx. Postal 60 CONDIÇÕES GERAIS O cliente cujo padrão de entrada não esteja em conformidade com esta Norma, não será ligado. Recomenda-se que as instalações elétricas internas após

Leia mais

LIGAÇÕES ESPECIAIS PARA ATENDIMENTO EM BAIXA TENSÃO

LIGAÇÕES ESPECIAIS PARA ATENDIMENTO EM BAIXA TENSÃO 1. Introdução Esta norma técnica prevê as condições de atendimento aos Quadros de Sensores e Boosters da Companhia de Saneamento do Paraná - Sanepar. 2. Características Gerais Tensão de atendimento: 127

Leia mais

CÓDIGO TÍTULO VERSÃO PADRÃO DE ENTRADA COM CAIXA DE MEDIÇÃO COM LEITURA ATRAVÉS DE LENTE SÃO PAULO

CÓDIGO TÍTULO VERSÃO PADRÃO DE ENTRADA COM CAIXA DE MEDIÇÃO COM LEITURA ATRAVÉS DE LENTE SÃO PAULO SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO CÓDIGO TÍTULO VERSÃO PT.DT.PDN.03.14.002 LEITURA ATRAVÉS DE LENTE SÃO PAULO 02 APROVADO POR JOSELINO SANTANA FILHO ENGENHARIA E DESENVOLVIMENTO TECNÓLOGICO SUMÁRIO 1. OBJETIVO...

Leia mais

AGRUPAMENTOS DE UNIDADES CONSUMIDORAS Critérios e Orientações

AGRUPAMENTOS DE UNIDADES CONSUMIDORAS Critérios e Orientações 1. Introdução Esta norma define os padrões a serem aplicados no atendimento às entradas de serviço de agrupamentos de unidades consumidoras com fornecimento em baixa tensão. A aplicação pode ser efetuada

Leia mais

Padrão de Entrada de Energia Aéreo

Padrão de Entrada de Energia Aéreo Padrão de Entrada de Energia Aéreo Apresentar a autorização de prefeitura do município que se quer efetuar a ligação (Autorização, habitese ou alvará). Apresentar a escritura ou contrato autenticados em

Leia mais

Manual de Aprovação de Projeto para Clientes de Média Tensão

Manual de Aprovação de Projeto para Clientes de Média Tensão Manual de Aprovação de Projeto para Clientes de Média Tensão 1 2 Clientes de Média Tensão São aqueles conectados ao sistema de distribuição de energia de 13.800 volts (Rede de MT) da Coelce. Definidos

Leia mais

PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO. Título

PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO. Título PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO Título ATENDIMENTO DE LIGAÇÃO DE CONSUMIDORES JUNTO À FAIXA DE PRAIA DA ORLA MARÍTIMA Código NTD-00.074 Data da emissão 05.12.2005 Data da última revisão 18.01.2008 Folha

Leia mais

COELCE FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A PRÉDIOS DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO - DD GERÊNCIA DE ENGENHARIA - GERENG

COELCE FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A PRÉDIOS DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO - DD GERÊNCIA DE ENGENHARIA - GERENG DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO - DD GERÊNCIA DE ENGENHARIA - GERENG FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A PRÉDIOS DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS DEPARTAMENTO DE NORMAS E PROCEDIMENTOS - DNORM DOCUMENTO NORMATIVO

Leia mais

Edição Data Alterações em relação à edição anterior. Nome dos grupos

Edição Data Alterações em relação à edição anterior. Nome dos grupos Instalação de Geradores Particulares em Baixa Tensão não enquadrados na Processo Realizar Novas Ligações Atividade Executar Ligações BT Código Edição Data SM04.14-01.007 3ª Folha 1 DE 7 05/10/2012 HISTÓRICO

Leia mais

PADRÃO DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO SUBTERRÂNEA PARA LOTEAMENTO ABERTO

PADRÃO DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO SUBTERRÂNEA PARA LOTEAMENTO ABERTO PADRÃO DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO SUBTERRÂNEA PARA LOTEAMENTO ABERTO Celso Rogério Tomachuk dos Santos CPFL Piratininga Rogério Macedo Moreira CPFL Piratininga 1 CPFL Energia Visão Geral da Empresa Líder

Leia mais

Memorial Descritivo e Especificações Técnicas. Instalações Elétricas. Quadra Poliesportiva

Memorial Descritivo e Especificações Técnicas. Instalações Elétricas. Quadra Poliesportiva Memorial Descritivo e Especificações Técnicas Instalações Elétricas Quadra Poliesportiva Identificação do Projeto: Dados da Obra: Nome: Quadra Poliesportiva do Campus Restinga. Endereço: Rua Alberto Hoffmann,

Leia mais

NOVOS PROCEDIMENTOS PARA ATENDIMENTO DE SOLICITAÇÕES TÉCNICAS PARA ATENDER A RESOLUÇÃO NORMATIVA ANEEL N 670 DE 14 DE JULHO DE 2015

NOVOS PROCEDIMENTOS PARA ATENDIMENTO DE SOLICITAÇÕES TÉCNICAS PARA ATENDER A RESOLUÇÃO NORMATIVA ANEEL N 670 DE 14 DE JULHO DE 2015 CT-63 NOVOS PROCEDIMENTOS PARA ATENDIMENTO DE SOLICITAÇÕES TÉCNICAS PARA ATENDER A RESOLUÇÃO NORMATIVA ANEEL N 670 DE 14 DE JULHO DE 2015 Norma Técnica da AES Eletropaulo Diretoria de Planejamento, Engenharia

Leia mais

NORMA TÉCNICA SUMÁRIO

NORMA TÉCNICA SUMÁRIO 15/05/2014 1 de 195 SUMÁRIO 1 FINALIDADE... 3 2 CAMPO DE APLICAÇÃO... 3 3 RESPONSABILIDADES... 3 4 DEFINIÇÕES... 5 5 REFERÊNCIAS... 15 6 CRITÉRIOS GERAIS DE FORNECIMENTO... 17 6.1 Generalidades... 17 6.2

Leia mais

NORMA TÉCNICA SUMÁRIO

NORMA TÉCNICA SUMÁRIO 25/08/2005 1 de 130 SUMÁRIO 1 FINALIDADE... 7 2 CAMPO DE APLICAÇÃO... 7 3 RESPONSABILIDADES... 7 4 DEFINIÇÕES... 8 4.1 Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL... 8 4.2 Associação Brasileira de Normas

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO REFORMA E ADEQUAÇÃO DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DA ESTAÇÃO ELEVATÓRIA DE ESGOTO DA LAGOA EEE LAGOA

MEMORIAL DESCRITIVO REFORMA E ADEQUAÇÃO DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DA ESTAÇÃO ELEVATÓRIA DE ESGOTO DA LAGOA EEE LAGOA MEMORIAL DESCRITIVO REFORMA E ADEQUAÇÃO DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DA ESTAÇÃO ELEVATÓRIA DE ESGOTO DA LAGOA EEE LAGOA : Reforma Elétrica da Estação Elevatória de Esgoto da Lagoa Cliente: Serviço Autônomo

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 82, DE 13 DE SETEMBRO DE 2004

AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 82, DE 13 DE SETEMBRO DE 2004 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 82, DE 13 DE SETEMBRO DE 2004 Estabelece as condições para atendimento com redes de energia elétrica nos lotes situados em loteamentos

Leia mais

FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA - IRRIGANTES NTD

FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA - IRRIGANTES NTD Página: 1 de 5 1. Objetivo Este documento define os critérios e padrões dos sistemas de medições a serem observados no fornecimento de energia elétrica para unidades consumidoras classificadas como rural

Leia mais

SUMÁRIO 1 FINALIDADE CAMPO DE APLICAÇÃO RESPONSABILIDADES DEFINIÇÕES REFERÊNCIAS... 9

SUMÁRIO 1 FINALIDADE CAMPO DE APLICAÇÃO RESPONSABILIDADES DEFINIÇÕES REFERÊNCIAS... 9 13/11/2017 1 de 92 SUMÁRIO 1 FINALIDADE... 2 2 CAMPO DE APLICAÇÃO... 2 3 RESPONSABILIDADES... 2 4 DEFINIÇÕES... 3 5 REFERÊNCIAS... 9 6 CRITÉRIOS GERAIS DE FORNECIMENTO... 9 6.1 Generalidades... 9 6.2 Limite

Leia mais

COMUNICADO TÉCNICO Nº 44

COMUNICADO TÉCNICO Nº 44 COMUNICADO TÉCNICO Nº 44 PADRÃO DE ENTRADA ECONÔMICO PARA UTILIZAÇÃO EM NÚCLEOS DECLARADOS POR LEI COMO DE INTERESSE SOCIAL Diretoria de Planejamento e Engenharia Gerência de Engenharia ÍNDICE OBJETIVO...4

Leia mais

MÓDULO I FUNDAMENTOS DE ELETRICIDADE

MÓDULO I FUNDAMENTOS DE ELETRICIDADE MÓDULO I FUNDAMENTOS DE ELETRICIDADE Versão 2.0 Direitos Reservados PROCOBRE 2009 CONTEÚDO Capítulo 1: Fundamentos das instalações elétricas internas Capítulo 2: Parâmetros e relações básicas Capítulo

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO REFORMA E ADEQUAÇÃO DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PT02

MEMORIAL DESCRITIVO REFORMA E ADEQUAÇÃO DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PT02 MEMORIAL DESCRITIVO REFORMA E ADEQUAÇÃO DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PT02 : Reforma Elétrica PT02 Cliente: Serviço Autônomo de Água e Esgoto SAAE LRV CNPJ: 01.377.043/0001-53 Endereço da obra: Anel Viário,

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO OBRA: GUARITA E BALANÇA ELETRÔNICA PARA PESAGEM DE CAMINHÕES LOCAL: IMPLANTAÇÃO DE TRANSBORDO

MEMORIAL DESCRITIVO OBRA: GUARITA E BALANÇA ELETRÔNICA PARA PESAGEM DE CAMINHÕES LOCAL: IMPLANTAÇÃO DE TRANSBORDO MEMORIAL DESCRITIVO OBRA: GUARITA E BALANÇA ELETRÔNICA PARA PESAGEM DE CAMINHÕES LOCAL: IMPLANTAÇÃO DE TRANSBORDO LOGRADOURO: ERS 344/Km 89 Distrito Restinga Seca/Linha Maria Luiza CIDADE: SANTO ÂNGELO

Leia mais

Especificação de Serviço no. 75. Versão no.01 data: 02/03/2018. Assunto: Sistema de Medição Eletrônica Centralizada Predial

Especificação de Serviço no. 75. Versão no.01 data: 02/03/2018. Assunto: Sistema de Medição Eletrônica Centralizada Predial CONTENTS 1. OBJETIVOS DO DOCUMENTO E ÁREA DE APLICAÇÃO... 2 2. GESTÃO DA VERSÃO DO DOCUMENTO... 2 3. UNIDADES DA VERSÃO DO DOCUMENTO... 2 4. REFERÊNCIAS... 2 5. SIGLAS E PALAVRAS-CHAVE... 2 6. DESCRIÇÃO...

Leia mais

COMUNICADO TÉCNICO Nº 46

COMUNICADO TÉCNICO Nº 46 Página 1 de 11 COMUNICADO TÉCNICO Nº 46 LIGAÇÕES ESPECIAIS NA VIA PÚBLICA COM MEDIÇÃO Diretoria de Planejamento e Planejamento Gerência de Engenharia Página 2 de 11 ÍNDICE OBJETIVO...3 1. APLICAÇÃO...4

Leia mais

Instalações Elétricas. Robledo Carazzai AULA 12

Instalações Elétricas. Robledo Carazzai AULA 12 Robledo Carazzai [email protected] AULA 12 INTRODUÇÃO A DIMENSIONAMENTO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO Tipos de Disjuntores Termomagnéticos; Diferencial Residual. Diferencial

Leia mais

O que é Padrão de Entrada?

O que é Padrão de Entrada? 1 O que é Padrão de Entrada? O padrão de entrada é o conjunto de condutores, eletrodutos, poste, caixa de medição e demais acessórios utilizados na sua montagem, padronizados pela Cosern e de acordo com

Leia mais

S i s t e m a N o r m a t i vo Corporativo

S i s t e m a N o r m a t i vo Corporativo S i s t e m a N o r m a t i vo Corporativo PADRÃO TÉCNICO VERSÃO Nº DELIBERAÇÃO Nº APROVAÇÃO DATA DATA DE PUBLICAÇÃO 01-06/08/2014 06/08/2014 APROVADO POR RODNEY PEREIRA MENDERICO JÚNIOR DTES-BD SUMÁRIO

Leia mais

CAMPUS BARRACÃO. MEMORIAL DESCRITIVO ENTRADA DE SERVIÇO COM POSTO DE TRANSFORMAÇÃO 300kVA MAIO / 2018

CAMPUS BARRACÃO. MEMORIAL DESCRITIVO ENTRADA DE SERVIÇO COM POSTO DE TRANSFORMAÇÃO 300kVA MAIO / 2018 CAMPUS BARRACÃO MEMORIAL DESCRITIVO ENTRADA DE SERVIÇO COM POSTO DE TRANSFORMAÇÃO 300kVA MAIO / 2018 1. OBJETO O presente memorial tem como objetivo estabelecer o dimensionamento, as descrições e detalhamentos

Leia mais

COMUNICADO TÉCNICO Nº 03

COMUNICADO TÉCNICO Nº 03 Página 1 de 1 COMUNICADO TÉCNICO Nº 03 ALTERAÇÕES NAS TABELAS PARA DIMENSIONAMENTO DOS PADRÕES DE ENTRADA DE BAIXA TENSÃO DE USO COLETIVO 1.OBJETIVO Visando a redução de custos de expansão do sistema elétrico

Leia mais

ANEXO XIII - MEMORIAL DESCRITIVO

ANEXO XIII - MEMORIAL DESCRITIVO ANEXO XIII - MEMORIAL DESCRITIVO 1 - APRESENTAÇÃO O presente memorial visa descrever as diretrizes básicas a serem observadas na reforma e ampliação da Subestação Transformadora nº 1 EXPEDICIONÁRIO - do.

Leia mais

DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES

DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES Os seis critérios de dimensionamento de circuitos de BT: 1. Seção mínima; 2. Capacidade de condução de corrente; 3. Queda de tensão; 4. Proteção contra sobrecargas; 5. Proteção

Leia mais

Título do Documento: Tipo: FECO-NT-01/14. Alterações FECO-D-04 e Compartilhamento de Infra-Estrutura. Nota Técnica

Título do Documento: Tipo: FECO-NT-01/14. Alterações FECO-D-04 e Compartilhamento de Infra-Estrutura. Nota Técnica Título do Documento: Alterações FECO-D-04 e Tipo: FECO-NT-01/14 Nota Técnica Alterações FECO-D-04 e Compartilhamento de Infra-Estrutura NOTA TÉCNICA FECO-NT-01/2014 1 - Alteração da Norma Técnica FECO-D-04,

Leia mais

Sistema Normativo Corporativo

Sistema Normativo Corporativo Sistema Normativo Corporativo COM LEITURA ATRAVÉS DE LENTE INSTALADA EM VERSÃO Nº PADRÃO TÉCNICO ATA Nº DATAA DATA DA VIGÊNCIA 00-10/08/2011 10/08/2011 APROVADO POR Edson Hideki Takauti SUMÁRIO 1. RESUMO...

Leia mais

GERAÇÃO PRÓPRIA Conforme Portaria MME nº 44 de 11 de março de 2015

GERAÇÃO PRÓPRIA Conforme Portaria MME nº 44 de 11 de março de 2015 1. Introdução Estabelecer os requisitos para a conexão de geradores de energia elétrica em unidades consumidoras do Grupo A conectadas ao Sistema Elétrico de Distribuição da Copel, no âmbito da Resolução

Leia mais

CNPJ: / INSC. EST.: CRITÉTRIOS CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA

CNPJ: / INSC. EST.: CRITÉTRIOS CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA Notas: CRITÉTRIOS CONSTRUTIVOS DO PADRÃO DE ENTRADA A fiação do ramal de saída deve ser a mesma fiação do ramal de entrada; O padrão de entrada na zona rural deverá ficar no mínimo de 10 metros e no máximo

Leia mais

Instalações Elétricas Prediais A ENG04482

Instalações Elétricas Prediais A ENG04482 Instalações Elétricas Prediais A ENG04482 Prof. Luiz Fernando Gonçalves AULA 13 Dimensionamento de Condutores (Critério do Limite de Queda de Tensão) Porto Alegre - 2012 Tópicos Critério do limite de queda

Leia mais

NORMA TÉCNICA CELG D. Ligações Especiais para Atendimento em Baixa Tensão NTC-74

NORMA TÉCNICA CELG D. Ligações Especiais para Atendimento em Baixa Tensão NTC-74 NORMA TÉCNICA CELG D Ligações Especiais para Atendimento em Baixa Tensão NTC-74 ÍNDICE SEÇÃO TÍTULO PÁGINA 1. INTRODUÇÃO 1 2. OBJETIVO 2 3. NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 3 4. CONDIÇÕES GERAIS DE

Leia mais

Substituição do Transformador do Campus Provisório Rio Largo

Substituição do Transformador do Campus Provisório Rio Largo Memorial Descritivo Especificações Técnicas Instalações Elétricas de Alta e Baixa Tensão Substituição do Transformador do Campus Provisório Rio Largo Shyrdnez de Azevedo Farias Engenheiro Eletricista CREA/AL

Leia mais

NTC SCD / DMED PROCEDIMENTO PARA HOMOLOGAÇÃO DE CUBÍCULOS BLINDADOS DE MÉDIA TENSÃO. Emissão: abril / 2017

NTC SCD / DMED PROCEDIMENTO PARA HOMOLOGAÇÃO DE CUBÍCULOS BLINDADOS DE MÉDIA TENSÃO. Emissão: abril / 2017 Emissão: abril / 2017 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 2 1.1 Objetivos... 2 1.2 Generalidades... 2 2. CONDIÇÕES GERAIS... 3 3. CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS... 4 3.1 Dimensões Mínimas do Compartimento de Medição...

Leia mais

Padrões de Entradas de Serviço para Atendimento à Resolução ANEEL 384/2009 e Programa Luz Legal

Padrões de Entradas de Serviço para Atendimento à Resolução ANEEL 384/2009 e Programa Luz Legal Padrões de Entradas de Serviço para Atendimento à Resolução ANEEL 384/2009 e Programa Luz Legal DDI/SCD/SED Maio/2010 Notas sobre esta revisão (maio/2010) Este manual, originalmente desenvolvido para Entrada

Leia mais

CÓPIA NÃO CONTROLADA

CÓPIA NÃO CONTROLADA Título: FORNECIMENTO DE E. E. EM BAIXA TENSÃO NT - 05.001.00 1 de 80 ÍNDICE 1 FINALIDADE... 4 2 CAMPO DE APLICAÇÃO... 4 3 REFERÊNCIAS... 4 4 DEFINIÇÕES... 4 4.1 Aterramento... 4 4.2 Agência Nacional de

Leia mais

CÓDIGO TÍTULO VERSÃO REDE DE DISTRIBUIÇÃO SUBTERRÂNEA - PROJETO EM VIAS PÚBLICAS (MEDIA TENSÃO)

CÓDIGO TÍTULO VERSÃO REDE DE DISTRIBUIÇÃO SUBTERRÂNEA - PROJETO EM VIAS PÚBLICAS (MEDIA TENSÃO) SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO ESPECIFICAÇÃO CÓDIGO TÍTULO VERSÃO ES.DT.PDN.03.01.001 VIAS PÚBLICAS (MEDIA TENSÃO) 01 APROVADO POR PAULO JORGE TAVARES DE LIMA ENGENHARIA - SP SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 3 2.

Leia mais

Manual para Execução da Entrada de Serviço

Manual para Execução da Entrada de Serviço Manual para Execução da Entrada de Serviço DDI/SCD Junho/2009 MANUAL PARA EXECUÇÃO DA ENTRADA DE SERVIÇO Versão: junho/2009 ÍNDICE Introdução 1. Padrões Construtivos 1.1. Entradas de Serviço Comercializadas

Leia mais

ANEXO XIII ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS ELÉTRICO

ANEXO XIII ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS ELÉTRICO ANEXO XIII ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS ELÉTRICO 1.1 GENERALIDADES O presente memorial refere-se ao projeto das instalações elétricas da Escola Municipal Moradas da Hípica, da Secretaria Municipal de Obras

Leia mais

CT Comunicado Técnico. Solicitação de fornecimento de energia a sistemas de recarga de veículo elétrico. Diretoria de Engenharia

CT Comunicado Técnico. Solicitação de fornecimento de energia a sistemas de recarga de veículo elétrico. Diretoria de Engenharia CT - 74 Solicitação de fornecimento de energia a sistemas de recarga de veículo elétrico Comunicado Técnico Diretoria de Engenharia Gerência de Padrões, P&D e Eficiência Energética Página 2 de 11 FOLHA

Leia mais

MEMORIAL TÉCNICO: CONSTRUÇÃO DE SUBESTAÇÃO ABRIGADA COM MEDIÇÃO INDIRETA EM BT DE ENERGIA ELÉTRICA E ADEQUAÇÃO AS NORMAS VIGENTES

MEMORIAL TÉCNICO: CONSTRUÇÃO DE SUBESTAÇÃO ABRIGADA COM MEDIÇÃO INDIRETA EM BT DE ENERGIA ELÉTRICA E ADEQUAÇÃO AS NORMAS VIGENTES MEMORIAL TÉCNICO: CONSTRUÇÃO DE SUBESTAÇÃO ABRIGADA COM MEDIÇÃO INDIRETA EM BT DE ENERGIA ELÉTRICA E ADEQUAÇÃO AS NORMAS VIGENTES Estação de Tratamento de Água Moreira RESUMO O presente memorial técnico

Leia mais

NORMA TÉCNICA NT-C 002/2017 R-04

NORMA TÉCNICA NT-C 002/2017 R-04 ENEL DISTRIBUIÇÃO CEARÁ INFRAESTRUTURA E REDES BRASIL OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO BRASIL NORMA TÉCNICA NT-C 002/2017 R-04 FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA EM TENSÃO PRIMÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO ENEL DISTRIBUIÇÃO

Leia mais

MÉTODO DE INSTALAÇÃO (Tabela 33 da NBR5410/2004)

MÉTODO DE INSTALAÇÃO (Tabela 33 da NBR5410/2004) MÉTODO DE INSTALAÇÃO (Tabela da NBR5410/004) Método de Método de instalação Esquema ilustrativo Descrição instalação a utilizar número: para a capacidade de condução de corrente 1 1 Condutores isolados

Leia mais

LIGAÇÃO NOVA OU ALTERAÇÃO DE CARGA PARA UNIDADES CONSUMIDORAS COMPREENDIDAS EM VIA PÚBLICA

LIGAÇÃO NOVA OU ALTERAÇÃO DE CARGA PARA UNIDADES CONSUMIDORAS COMPREENDIDAS EM VIA PÚBLICA LIGAÇÃO NOVA OU ALTERAÇÃO DE CARGA PARA UNIDADES CONSUMIDORAS COMPREENDIDAS EM VIA PÚBLICA Condições de atendimento Coordenação de Engenharia Gerência de Planejamento da Expansão e Engenharia da Distribuição

Leia mais

η= = VALORES NOMINAIS DOS MOTORES POTÊNCIA CORRENTE (A) NO EIXO ABSORVIDA FP η (220 V) (CV) DA REDE (KW)

η= = VALORES NOMINAIS DOS MOTORES POTÊNCIA CORRENTE (A) NO EIXO ABSORVIDA FP η (220 V) (CV) DA REDE (KW) (c) Rendimento É a relação entre a potência fornecida ao eixo e a potência elétrica de entrada, ou seja, (Veja Tabela 3), P P util η= = total P P mecanica eletrica (d) Fator de potência Relação entre a

Leia mais

COMUNICADO TÉCNICO Nº 05 ALTERAÇÕES NAS TABELAS PARA DIMENSIONAMENTO DOS PADRÕES DE ENTRADA DE BAIXA TENSÃO DE USO INDIVIDUAL

COMUNICADO TÉCNICO Nº 05 ALTERAÇÕES NAS TABELAS PARA DIMENSIONAMENTO DOS PADRÕES DE ENTRADA DE BAIXA TENSÃO DE USO INDIVIDUAL Página 1 de 2 COMUNICADO TÉCNICO Nº 05 ALTERAÇÕES NAS TABELAS PARA DIMENSIONAMENTO DOS PADRÕES DE ENTRADA DE BAIXA TENSÃO DE USO INDIVIDUAL 1. OBJETIVO Visando a redução de custos de expansão do sistema

Leia mais

ECOM EMPRESA DE CONSTRUÇÕES, CONSULTORIA E MEIO AMBIENTE LTDA.

ECOM EMPRESA DE CONSTRUÇÕES, CONSULTORIA E MEIO AMBIENTE LTDA. PROJETO DE INSTALAÇÕES ELETRICAS DE BAIXA TENSÃO MERCADO DO SÃO JOAQUIM BAIRRO SÃO JOAQUIM, TERESINA - PI TERESINA PI AGOSTO/2014 MEMORIAL DESCRITIVO INST. ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO 1.0 IDENTIFICAÇÃO Obra:

Leia mais

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição. Norma Técnica N

Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição. Norma Técnica N Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Primária de Distribuição Norma Técnica N-321.0002 Edição: Maio de 2016 Apresentação Esta Norma Técnica apresenta os requisitos mínimos e as diretrizes necessárias

Leia mais

2 Condutores Elétricos

2 Condutores Elétricos 2 Condutores Elétricos 2.1 Introdução O dimensionamento de um condutor deve ser precedido de uma análise detalhada de sua instalação e da carga a ser suprida. Um condutor mal dimensionado, além de implicar

Leia mais

MPOEA MANUAL DE PROJETOS E OBRAS ELÉTRICAS E DE AUTOMAÇÃO VOLUME II PADRÕES DE ENTRADAS DE ENERGIA EM BT E AT

MPOEA MANUAL DE PROJETOS E OBRAS ELÉTRICAS E DE AUTOMAÇÃO VOLUME II PADRÕES DE ENTRADAS DE ENERGIA EM BT E AT MPOEA MANUAL DE PROJETOS E OBRAS ELÉTRICAS E DE AUTOMAÇÃO VOLUME II PADRÕES DE ENTRADAS DE ENERGIA EM BT E AT NOVEMBRO / 2008 MPOEA APRESENTAÇÃO VOLUME I ORIENTAÇÕES E PROCEDIMENTOS PARA ELABORAÇÃO DE

Leia mais

ENERGIA EM SUA CASA CONHEÇA AS NORMAS E FAÇA UMA INSTALAÇÃO CORRETA E 100% SEGURA Recon BT_Energia em Casa_10x21.indd 1 12/22/15 3:31 PM

ENERGIA EM SUA CASA CONHEÇA AS NORMAS E FAÇA UMA INSTALAÇÃO CORRETA E 100% SEGURA Recon BT_Energia em Casa_10x21.indd 1 12/22/15 3:31 PM ENERGIA EM SUA CASA Recon BT/2013 Regulamentação para o Fornecimento de Energia Elétrica a Consumidores em Baixa Tensão CONHEÇA AS NORMAS E FAÇA UMA INSTALAÇÃO CORRETA E 100% SEGURA. 499-008 Recon BT_Energia

Leia mais

2. TOMADA DE ENERGIA:

2. TOMADA DE ENERGIA: MEMORIAL DESCRITIVO DO POSTO DE TRANSFORMAÇÃO DE ENERGIA DA EMEII LUZIA MARIA DAIBEM FERRAZ DE ARRUDA RUA LUIZ MARCÍLIO BERNARDO, 03-160, NÚCLEO HABITACIONAL NOBUJI NAGASAWA O presente memorial descritivo

Leia mais

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS CÁLCULO DA DEMANDA E OUTRAS PROVIDÊNCIAS

INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS CÁLCULO DA DEMANDA E OUTRAS PROVIDÊNCIAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS PREDIAIS CÁLCULO DA DEMANDA E OUTRAS PROVIDÊNCIAS Prof. Marcos Fergütz Outubro/2016 INTRODUÇÃO Para a elaboração de um projeto para edifício de uso coletivo, em Santa Catarina, deve-se

Leia mais

MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE IX MONTAGEM ELÉTRICA

MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE IX MONTAGEM ELÉTRICA MONTAGEM INDUSTRIAL UNIDADE IX MONTAGEM ELÉTRICA Montagem Elétrica Os serviços de montagens elétricas estão presentes em todas as instalações que produzem ou utilizam energia, compreendendo: Geração nas

Leia mais

ATERRAMENTO DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO NTD

ATERRAMENTO DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO NTD Página: 1 de 9 Data Elaboração: Dezembro/07 Data Revisão : Setembro/08 1. Objetivo Esta norma tem a finalidade de uniformizar os procedimentos para especificação, execução, medição e inspeção dos serviços

Leia mais

CT-68. Comunicado Técnico. Diretoria de Planejamento, Engenharia e Obras da Distribuição. Gerência de Tecnologia da Distribuição

CT-68. Comunicado Técnico. Diretoria de Planejamento, Engenharia e Obras da Distribuição. Gerência de Tecnologia da Distribuição CT-68 ATUALIZAÇÃO SOBRE PADRÕES DE ENTRADA COM AGRUPAMENTOS COLETIVOS CAIXAS TIPO P E TIPO PP Comunicado Técnico Diretoria de Planejamento, Engenharia e Obras da Distribuição Gerência de Tecnologia da

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO ELÉTRICO Quadra Poliesportiva Padrão 1A - 19m x 32,90m

MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO ELÉTRICO Quadra Poliesportiva Padrão 1A - 19m x 32,90m MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO ELÉTRICO Quadra Poliesportiva Padrão 1A - 19m x 32,90m Proprietário: Secretaria de Estado de Goiás Autora: LUCIANA DUTRA MARTINS - Engenheira Eletricista - CREA_8646/D Sumário:

Leia mais

Sistema Normativo Corporativo

Sistema Normativo Corporativo Sistema Normativo Corporativo PADRÃO TÉCNICO T Í T U L O REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA RURAL POSTE DUPLO T CÓDIGO PT.PN.03.13.0012 VERSÃO Nº ATA Nº APROVAÇÃO DATAA DATA DA VIGÊNCIA 00-27/05/2011 27/05/2011

Leia mais

CC-MD10 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

CC-MD10 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS CC-MD10 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS INTRODUÇÃO O presente Memorial descreve e especifica os requisitos mínimos para o fornecimento de materiais e serviços para Desativação com remoção de dois transformadores

Leia mais

Especificação Técnica no Versão no.01 data: 02/03/2018

Especificação Técnica no Versão no.01 data: 02/03/2018 CONTEÚDO 1. OBJETIVOS DO DOCUMENTO E ÁREA DE APLICAÇÃO... 5 2. GESTÃO DA VERSÃO DO DOCUMENTO... 5 3. UNIDADES DA VERSÃO DO DOCUMENTO... 5 4. REFERÊNCIAS... 5 4.1. LEGISLAÇÃO (ANEEL)... 6 4.2. NORMAS REGULAMENTADORAS

Leia mais

NORMA TÉCNICA SUMÁRIO 1 FINALIDADE CAMPO DE APLICAÇÃO RESPONSABILIDADES DEFINIÇÕES... 7

NORMA TÉCNICA SUMÁRIO 1 FINALIDADE CAMPO DE APLICAÇÃO RESPONSABILIDADES DEFINIÇÕES... 7 16/06/2014 1 de 95 SUMÁRIO 1 FINALIDADE... 6 2 CAMPO DE APLICAÇÃO... 6 3 RESPONSABILIDADES... 6 4 DEFINIÇÕES... 7 4.1 Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL... 7 4.2 Associação Brasileira de Normas

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO UNIÃO

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO UNIÃO Nome da Obra: PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO UNIÃO Endereço: RUA PADRE ANCHIETA, 126 Proteção Geral (A):400A Carga Instalada Total (kw):152,18kw Demanda declarada 125,02kW - 1.1 Introdução MEMORIAL DESCRITIVO

Leia mais

AGRUPAMENTO DE UNIDADES CONSUMIDORAS NTC Critérios e Orientações

AGRUPAMENTO DE UNIDADES CONSUMIDORAS NTC Critérios e Orientações 1. Introdução Esta norma define os padrões a serem aplicados no atendimento às entradas de serviço de agrupamentos de unidades consumidoras com fornecimento em baixa tensão. A aplicação pode ser efetuada

Leia mais

MANUAL DE INFRA-ESTRUTURA MEDLIQ MMD1 CONDIÇÕES DE INFRA-ESTRUTURA INDISPENSÁVEIS PARA UMA CORRETA INSTALAÇÃO DO APARELHO MEDIDOR MEDILIQ MODELO MMD1.

MANUAL DE INFRA-ESTRUTURA MEDLIQ MMD1 CONDIÇÕES DE INFRA-ESTRUTURA INDISPENSÁVEIS PARA UMA CORRETA INSTALAÇÃO DO APARELHO MEDIDOR MEDILIQ MODELO MMD1. 1/5 CONDIÇÕES DE INFRA-ESTRUTURA INDISPENSÁVEIS PARA UMA CORRETA INSTALAÇÃO DO APARELHO MEDIDOR MEDILIQ MODELO MMD1. REQUISITOS INDISPENSÁVEIS: 1. Todas as linhas de tubulações, e caixas de passagem, deverão

Leia mais

DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO CONTRA SURTOS - DPS Orientações para Instalação em Entradas de Serviço

DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO CONTRA SURTOS - DPS Orientações para Instalação em Entradas de Serviço 1 Objetivo Orientar os projetistas e construtores quanto a aplicação de Dispositivo de Proteção contra Surtos na elaboração de projetos e execução de instalações elétricas. 2 Disposições Gerais As orientações

Leia mais

Aula 1 Filosofia de Projeto

Aula 1 Filosofia de Projeto Aula 1 Filosofia de Projeto PESQUISA Quantidade de disjuntores Ponto de aterramento Instalação monofásica, bifásica ou trifásica (potência) Metodologia de divisão dos circuitos 1 Um projeto é a apresentação

Leia mais

MIT Manual de Infraestrutura

MIT Manual de Infraestrutura Copel Telecom MIT Manual de Infraestrutura BEL Fibra 04 de junho de 2014 Sumário Requisitos mínimos de infraestrutura para o cliente... 3 Instruções Gerais... 3 Passos para instalação... 3 Edificações

Leia mais

INSTALAÇÕES PARA COMBATE A INCÊNDIO

INSTALAÇÕES PARA COMBATE A INCÊNDIO 1. Introdução SCD / DMEP Estabelecer as características principais para os atendimentos a instalações elétricas de sistemas de combate a incêndio. Dentre as configurações propostas, dá-se preferência àquelas

Leia mais

Diretoria Técnica Planejamento e Engenharia Engenharia e Obra

Diretoria Técnica Planejamento e Engenharia Engenharia e Obra PADRÃO DE MEDIÇÃO INDIVIDUAL DE CLIENTES EM BAIXA TENSÃO COMUNICADO A Ampla Energia e Serviços S/A comunica que visando favorecer ao consumidor na construção de instalação para medição de energia em baixa

Leia mais

NORMA TÉCNICA NT-C 003/2016 R-04

NORMA TÉCNICA NT-C 003/2016 R-04 ENEL DISTRIBUIÇÃO CEARÁ INFRAESTRUTURA E REDES BRASIL OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO BRASIL NORMA TÉCNICA NT-C 003/2016 R-04 FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA A PRÉDIOS DE MÚLTIPLAS UNIDADES CONSUMIDORAS ENEL DISTRIBUIÇÃO

Leia mais

SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO PADRÃO TÉCNICO CÓDIGO TÍTULO VERSÃO PT.DT.PDN GERAÇÃO INCENTIVADA 01 MARCELO POLTRONIERI ENGENHARIA-ES (DEEE)

SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO PADRÃO TÉCNICO CÓDIGO TÍTULO VERSÃO PT.DT.PDN GERAÇÃO INCENTIVADA 01 MARCELO POLTRONIERI ENGENHARIA-ES (DEEE) SISTEMA NORMATIVO CORPORATIVO CÓDIGO TÍTULO VERSÃO PT.DT.PDN.03.05.025 01 APROVADO POR MARCELO POLTRONIERI ENGENHARIA-ES (DEEE) SUMÁRIO 1. OBJETIVO... 3 2. HISTÓRICO DAS REVISÕES... 3 3. APLICAÇÃO... 3

Leia mais

NBR Instalações elétricas em locais de afluência de público - Requisitos específicos

NBR Instalações elétricas em locais de afluência de público - Requisitos específicos NBR 13570 Instalações elétricas em locais de afluência de público - Requisitos específicos NBR 13570 As prescrições desta Norma complementam, modificam ou substituem as prescrições de caráter geral contidas

Leia mais

Emis.: Nov/2005 Rev.: Jan/2011 Vers.: Abr/2012 AGRUPAMENTO DE UNIDADES CONSUMIDORAS CAIXAS EM MATERIAL POLIMÉRICO

Emis.: Nov/2005 Rev.: Jan/2011 Vers.: Abr/2012 AGRUPAMENTO DE UNIDADES CONSUMIDORAS CAIXAS EM MATERIAL POLIMÉRICO Agrupamento com caixas de medição monofásicas Agrupamento com caixas ANP, para medições monofásicas Notas 1. Agrupamentos de medições monofásicas: 6 medições de 50 A: 6 caixas ANP + 1 caixa CBP 100 - disjuntor

Leia mais

Projetos Elétricos. Estimativas de Cargas ou Potência Instalada e Demanda.

Projetos Elétricos. Estimativas de Cargas ou Potência Instalada e Demanda. Projetos Elétricos Estimativas de Cargas ou Potência Instalada e Demanda. Julho 2016 01/07/2016 1 / 30 Introdução Estimativas de iluminação; Estimativa de tomadas; Demanda de energia; Dimensionamento da

Leia mais

Fundamentos. Prof. Dr. Gustavo Della Colletta 1 / 27

Fundamentos. Prof. Dr. Gustavo Della Colletta 1 / 27 Fundamentos Prof. Dr. Gustavo Della Colletta Universidade federal de Itajubá-UNIFEI 1 / 27 Agenda 1 Introdução Definições 2 Legislação NBR 5410 Normas específicas 3 Componentes das instalações Componente

Leia mais

REMANEJAMENTO DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA

REMANEJAMENTO DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA REMANEJAMENTO DE REDE DE DISTRIBUIÇÃO AÉREA Redes de Distribuição de Baixa e Média Tensão CANOAS- RS MEMORIAL TÉCNICO DESCRITIVO PROJETO EXECUTIVO 1. OBJETIVO: Fornecer informações necessárias sobre os

Leia mais