INACE bate quilha do NHoFlu Rio Branco

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1 INACE bate quilha do NHoFlu Rio Branco No dia 23 de abril, às 10h, em cerimônia presidida pelo Diretor-Geral do Material da Marinha, nas dependências do Estaleiro Inace Indústria Naval do Ceará, em Fortaleza (CE), ocorrerá o Batimento da Quilha do Navio Hidroceanográfico Fluvial (NHoFlu) Rio Branco.

2 A construção do NHoFlu está inserida no Projeto de Cartografia da Amazônia, realizado em parceria com o Exército Brasileiro, a Força Aérea Brasileira e o Serviço Geológico do Brasil, sob coordenação do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), órgão subordinado ao Ministério da Defesa. O Projeto tem como propósito realizar o Levantamento Estratégico Integrado para Amazônia, visando cobrir os vazios cartográficos da região. Coube à Marinha do Brasil (MB), através da Diretoria de Hidrografia e Navegação, coordenar o Subprojeto de Cartografia Náutica, de modo a apresentar, como produto final dos trabalhos, cartas náuticas da Bacia Amazônica atualizadas na escala de 1: A MB apresentou a necessidade de novos meios navais para execução dos levantamentos hidrográficos e foi contemplada com recursos para a obtenção de cinco meios, sendo quatro Avisos Hidroceanográficos Fluviais e um Navio Hidroceanográfico Fluvial.

3 Ao navio serão atribuídas tarefas de levantamentos hidroceanográficos, coleta de dados ambientais, atualização contínua de cartas e publicações náuticas, além de poder atuar de forma extraordinária em apoio a órgãos governamentais na Defesa Civil, em ações de socorro e ações cívico-sociais. A MB, representada pela Diretoria de Engenharia Naval, e o Estaleiro Inace assinaram, em 05 de dezembro de 2012, o contrato para a construção NHoFlu Rio Branco, primeiro navio integralmente projetado pelo Centro de Projetos de Navios, da Marinha. O navio está previsto para ser entregue em dezoito meses, contados a partir da data de eficácia do contrato. Após a incorporação, O NHoFlu Rio Branco ficará sediado em Manaus (AM), subordinado ao Com9ºDN. Características O NHoFlu Rio Branco terá como características básicas o comprimento total de 55 metros, a boca moldada máxima de nove metros, o calado máximo de dois metros e o deslocamento de 530

4 toneladas. Projetado para operar em um raio de ação de milhas náuticas, com uma autonomia de 25 dias, o futuro navio será dotado de modernos sensores científicos para o cumprimento de sua missão, tais como: ecobatímetros, perfiladores acústicos de correntes, sensores inerciais, medidor de velocidade do som e sistema de aquisição de dados de hidroceanografia. Sua tripulação será composta por 36 militares, sendo seis Oficiais e 30 Praças. Justificativa do nome Além do fato de Rio Branco ser o nome de um rio da Amazônia, afluente da margem esquerda do Rio Negro, também é a denominação do primeiro navio especificamente empregado para hidrografia no Brasil, incorporado à Marinha em Chamado de Navio Hidrográfico (NHi) Rio Branco, pode-se afirmar que após a sua construção, a região Amazônica passou a ser sistematicamente cartografada, ajudando a consolidar o prestígio internacional da hidrografia do país. FONTE: INACE LAAD 2013 Amorim anuncia acordos e contratos com Senegal

5 O governo do Senegal firmou, nesta quarta-feira (12), dois acordos com empresas brasileiras para aquisição de aviões Super Tucano e navios-patrulha. Os equipamentos serão empregados pelas Forças Armadas daquele país, e sua compra conta com aporte financeiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Para formalizar os acordos, o ministro da Defesa, Celso Amorim, recebeu em audiência o colega senegalês Augustin Tine. Durante o encontro, as duas autoridades enfatizaram a importância da parceria firmada entre os países. As negociações foram acertadas durante a 9 ª edição da Feira Internacional de Defesa e Segurança, Laad Defence & Security, que estã sendo realizada até sexta-feira (12), no Rio de Janeiro. Esse acontecimento é mais um testemunho da nossa capacidade de produzir esses equipamentos, disse Amorim durante comunicado conjunto ocorrido na sala de imprensa da feira. No mesmo local, o ministro Augustin Tine contou que os

6 equipamentos reforçarão as Forças Armadas do Senegal no contexto de proteção do país africano. Pelo acordo, a Embraer venderá três aviões turboélice de ataque leve e treinamento avançado A-29 Super Tucano. Segundo a empresa, o acordo contempla o apoio logístico à operação e a instalação de um sistema de treinamento para pilotos e mecânicos no Senegal. Já a Empresa Gerencial de Projetos Navais (Emgepron) deverá vender dois navios-patrulha sendo um de 200 toneladas e outro de 500 toneladas para o Senegal. Os equipamentos terão um aporte financeiro de US$ 120 milhões, sendo US$ 67 milhões para os aviões e US$ 53 milhões para os navios. Brasil-Senegal < O encontro entre Amorim e Tine ocorreu no gabinete do Ministério da Defesa (MD) no Pavilhão 3 do Riocentro. Em seguida, os dois ministros formalizaram a Declaração de Intenções no âmbito do acordo dos navios-patrulha. O texto informa que os dois países iniciam as negociações visando futuras aquisições dos equipamentos, bem como as negociações bilaterais voltadas à elaboração de um programa de

7 qualificação profissional para oficiais e praças da Marinha do Senegal. O acordo diz também que a qualificação será para os componentes de cada embarcação, como também do pessoal para a manutenção dos referidos meios. O documento define os representantes do Brasil e do Senegal para acompanhar os desdobramentos da aquisição dos navios. Super Tucano Encerrada a cerimônia no estande do MD, os dois ministros e demais autoridades militares seguiram para outro pavilhão do Riocentro onde ocorreu o anúncio e a cerimônia de assinatura do contrato de compra de três aviões Super Tucano. Em breve pronunciamento, o ministro Amorim destacou o simbolismo que a aproximação entre os dois países representa. Celso Amorim contou, ainda, que na última semana o naviopatrulha Apa, adquirido pela Marinha do Brasil, participou de ação de treinamento no Senegal. A missão faz parte da orientação do ministro para que as embarcações adquiridas junto ao Reino Unido participem de exercícios com os países africanos quando do deslocamento destes navios para o Brasil. FONTE: Portal Planalto Assinatura do Contrato de Construção do Navio Hidroceanográfico Fluvial

8 Rio Branco No dia 5 de dezembro, em evento ocorrido na Diretoria de Engenharia Naval (DEN), o Diretor de Engenharia Naval, Contra- Almirante (EN) Francisco Roberto Portella Deiana, e a Diretora Superintendente da Indústria Naval do Ceará (INACE), Sra. Elisa Maria Gradvohl Bezerra, assinaram o contrato para a construção do Navio Hidroceanográfico Fluvial (NHoFlu), primeiro navio integralmente projetado pelo Centro de Projetos de Navios (CPN). O NHoFlu tem como características básicas comprimento total de 55 metros, boca moldada máxima de 9 metros, calado máximo de 2 metros e deslocamento de 530 toneladas, comportando 43 tripulantes, sendo 7 Oficiais. Ao navio serão atribuídas tarefas de levantamentos hidroceanográficos, coleta de dados ambientais, atualização contínua de cartas e publicações náuticas, podendo atuar de forma extraordinária em apoio a órgãos governamentais na Defesa Civil, em ações de socorro e Ações Cívico-Sociais.

9 Projetado para operar em um raio de ação de milhas náuticas, com uma autonomia de 25 dias, o futuro NHoFlu Rio Branco será dotado de modernos sensores científicos para o cumprimento de sua missão, tais como: ecobatímetros, perfiladores acústicos de correntes, sensores inerciais, medidor de velocidade do som e sistema de aquisição de dados de hidroceanografia. O prazo para construção é de 18 meses contados a partir da data de eficácia do contrato. O NHoFlu está inserido no Projeto Cartografia da Amazônia, realizado em parceria com o Exército Brasileiro, a Força Aérea Brasileira e o Serviço Geológico do Brasil, e coordenado pelo Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (CENSIPAM), subordinado ao Ministério da Defesa. Após a incorporação, o navio ficará sediado no Comando do 9º Distrito Naval. FONTE: Nomar Marinha do Brasil estuda desenvolvimento de financiamento junto ao BNDES Normalmente licitados por lote, os navios-patrulha de 500 toneladas, do Programa de Reaparelhamento da Marinha (PRM), podem ser construídos a partir de uma única concorrência.

10 Com previsão inicial de construção de 46 embarcações desse tipo (NPa 500 ton), por diretrizes de reestruturação, a Marinha do Brasil decidiu privilegiar 27 delas. Desse montante, duas já estão em operação e outras cinco em construção. Para as outras 20, a Marinha estuda uma estrutura de financiamento envolvendo o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Secretaria do Tesouro Nacional para fazer uma só licitação. É um modo inédito e estamos tentando desenvolver. A ideia seria uma licitação com um grande grupo, que vai ter que fazer uma sociedade de propósito específico. Se esse grupo assim quiser, terá acesso a financiamento do BNDES, desde que cumpra as regras do banco. É um modelo extremamente novo, que naturalmente temos dúvidas, mas estamos estudando com muito afinco para tentar tornar isso uma realidade, diz o coordenador do Programa de Reaparelhamento da Marinha (PRM), contra-almirante Petrônio Aguiar. Os navios, acrescenta ele, seriam arrendados à Marinha por 12 anos e, após esse prazo, a instituição teria a opção de compra das embarcações.

11 O primeiro lote dos navios-patrulha de 500 toneladas, que englobou duas embarcações, foi construído pelo estaleiro Inace, instalado no Ceará, e já foi incorporado à Marinha. Primeiro navio da classe, o NPa Macaé teve o batimento de quilha em novembro de 2006 e foi incorporado à Armada em dezembro de Já o batimento de quilha do NPa Macau aconteceu em julho de 2007 e foi incorporado em novembro de Outros cinco navios de um segundo lote estão sendo construídos pelo estaleiro Eisa, no Rio de Janeiro. O mais adiantado é o Maracanã, que será entregue em A entrega dos outros quatro, segundo Aguiar, será realizada até Os navios-patrulha têm 55,6 metros de comprimento, boca máxima de 9,3 metros e calado máximo de 2,5 metros. O índice de nacionalização das embarcações está na faixa de 60% a 70%. No caso do navio Macaé, dentre os modernos sistemas nacionalizados estão o Sistema de Controle e Monitoramento de Máquinas (SCM); e o Terminal Tático Inteligente (TTI). O navio conta ainda com dois radares de busca de superfície, ambos fornecidos pela Sperry Marine, um canhão 40mm 1.70 (AOS) e duas metralhadoras 20mm GAM B O sistema de propulsão conta com dois MCP MTU 16 V 4000M90 e três grupos dieselgeradores MTU. Com velocidade máxima de 21 nós, a embarcação conta com quatro oficiais e 30 praças. Dentro do PRM está também o Programa de Obtenção de Meios de Superfície (Prosuper), que prevê a construção de 11 navios. Deste total, cinco são navios escolta de seis mil toneladas, outros cinco são navios-patrulha oceânico de 1,8 mil toneladas e um é de apoio logístico, de 13 mil toneladas. A Marinha recebeu a partir de 2009 propostas de sete países, que foram intensamente analisadas, e consideradas muito semelhantes. Atualmente, diz Aguiar, o assunto circula no ministério da Defesa e pode ser apresentado ao governo brasileiro ainda esse ano. Uma das exigências da Marinha é que o projeto seja de navios já existentes. A nossa prioridade é fazer negócio com países que já tenham

12 os navios aprovados, que já existam. A partir daí será necessária transferência de tecnologia, os navios serão construídos em estaleiros nacionais privados ou públicos. Então é preciso preparar esses estaleiros, tem que ter mão de obra especializada para fazer os navios. A partir do momento que começa a produção, podemos imaginar que depois de 12 anos esses navios estariam prontos, acredita o contra-almirante. Segundo Aguiar, o acordo entre o Brasil e outra nação não necessariamente precisa envolver os 11 navios. Enquanto não se define a situação dos navios escolta, no último mês de setembro o ministério da Defesa aprovou a licitação para a construção de quatro corvetas que, segundo Aguiar, se assemelham a esses navios. Embora as corvetas sejam menores cerca de 2,5 mil toneladas, a embarcação tem armamentos, sonar e sensores parecidos com os navios escolta. Elas serão construídas a partir do projeto da corveta Classe Barroso, mais recente da instituição e que foi produzida na década de 90 no Arsenal de Marinha. A administração marítima está atualizando o projeto, que deve ser concluído em 2013 para que a construção seja iniciada no final de 2014 em

13 estaleiro nacional. A embarcação leva cerca de cinco anos para ser construída. Também em setembro chegou ao Brasil o mais novo navio-patrulha oceânico da Marinha. Com 1,8 mil toneladas, o NPaOcAmazonas é uma das três embarcações compradas pela instituição da BAE Systems. Construída nas instalações da empresa, em Portsmouth, no Reino Unido, a embarcação será baseada no Rio de Janeiro. Este e outros dois navios iguais, que seriam inicialmente vendidos à guarda costeira de Trinidad e Tobago, foram oferecidos à Marinha por um preço extremamente barato: 40 milhões de libras cada um. A tripulação do segundo navio, segundo Aguiar, está realizando cursos na Inglaterra. A previsão é que o navio chegue ao Brasil em abril de 2013, também no Rio de Janeiro. O terceiro tem previsão de ser incorporado em abril do próximo ano e a tripulação deve viajar a Inglaterra no início do ano. Aguiar explica que os navios estão sendo preparados principalmente para ações antipirataria. A vinda deles para o Brasil passa obrigatoriamente pelo continente africano, inicialmente pelo golfo da Guiné. Então esses navios irão a vários países africanos, mostrando nossa bandeira e fazendo até atividades de exercício de antipirataria com essas marinhas visitadas, conclui. O Programa de Obtenção de Submarinos (Prosub) também já é uma realidade. Um acordo assinado no final de 2008 entre os governos brasileiro e francês prevê a construção de quatro submarinos de propulsão convencional e um de propulsão nuclear, além da construção de um estaleiro e de uma base naval, que já está sendo implantada no município de Itaguaí, no Rio de Janeiro. As duas primeiras sessões do primeiro submarino convencional foram fabricadas na França e até o final do ano chegam ao Brasil. A conclusão do submarino está prevista para meados de

14 2017. Já os outros três, destaca Aguiar, serão completamente construídos no Brasil na base naval, em Itaguaí. Neste mês de novembro, inclusive, será inaugurado o primeiro complexo da base de submarinos, onde serão trabalhados os primeiros módulos do submarino. Aguiar estima que a base e o estaleiro devem estar prontos até o final de O acordo Brasil-França prevê a construção do submarino nuclear, com exceção da planta nuclear, que está sendo totalmente desenvolvida no Brasil. O contra-almirante destaca a importância no projeto do programa programa nuclear da Marinha (PNM), que é desenvolvido no Centro Experimental de Aramar, localizado na cidade de Iperó, no estado de São Paulo. A Marinha desenvolveu há alguns anos uma centrífuga e hoje já conseguimos pensar em enriquecer urânio. Com esta tecnologia desenvolvida, a Marinha já há alguns anos desenvolve a planta da propulsão desse submarino, diz. O projeto do submarino de propulsão nuclear teve início em 2010 com a transferência de tecnologia e o desenvolvimento do projeto, que deve ficar pronto até Em paralelo a isso, entre 2016 e 2022, o submarino será construído. A transferência de tecnologia visa incentivar a base industrial de defesa nacional. Temos uma relação excelente com as indústriasbrasileiras. O submarino é complexo, terá muitos equipamentos e temos realmente preocupação de empregar a indústria brasileira para isso, diz Aguiar. Por isso, o ministério da Defesa, através da Secretaria de Produto de Defesa, criou o Sistema de Empresa de Indústria de Defesa Nacional e desde 2011 começou a cadastrar as empresas que estão aptas a fornecer a Marinha. Até o meio do ano, 50 empresas foram cadastradas. São empresas de toda qualidade de material, navipeças em geral voltadas naturalmente para a defesa nacional, detalha ele. Exclusivamente para o Prosub, por ter materiais específicos para equipar os submarinos, é necessário que as empresas sejam

15 certificadas pela própria Marinha. Essas empresas têm que cumprir alguns pré-requisitos, tanto de tecnologia como de mão de obra especializada. É um trabalho minucioso, mas estamos vendo muito interesse da própria indústria em participar dessa atividade, avalia. Ainda não é possível ter condições de estabelecer o índice de conteúdo local dos submarinos, mas o objetivo, segundo o coordenador do PRM, é nacionalizar o máximo possível. FONTE: RPN O Navio-Patrulha Macaé inicia atividades operativas na Marinha do Brasil

16 O Navio-Patrulha (NPa) Macaé será transferido do Setor do Material para o Setor Operativo da Marinha em cerimônia presidida pelo Comandante de Operações Navais, Almirante-de- Esquadra Gilberto Max Roffé Hirschfeld, a ser realizada no Cais Sul Interno do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ), às 14h do dia 05 de setembro de O NPa Macaé, primeiro navio da classe, teve o Batimento de sua Quilha em 24 de novembro de 2006, após assinatura do contrato de construção entre a Diretoria de Engenharia Naval (DEN) e a Indústria Naval do Ceará S.A. (INACE), sendo incorporado à Armada em 9 de dezembro de Após o período de avaliações e testes de mar realizados em 2010 e 2011, o navio está sendo entregue ao Comando de Operações Navais.

17 O navio recebeu este nome em homenagem à cidade do litoral fluminense, importante pólo de apoio à exploração de petróleo no Brasil. O NPa Macaé desloca (pesa) 500 toneladas, possui 55,6 m de comprimento, está armado com um canhão e duas metralhadoras, atinge a velocidade de 21 nós e tem capacidade de operar com helicóptero. Realizará inspeções navais, atividades de patrulha e de salvaguarda da vida humana no mar, com o propósito de defender os interesses estratégicos do País e contribuir para aumentar a segurança do tráfego aquaviário nas Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB). A ideia da construção do NPa Macaé surgiu em A construção do navio deveria ocorrer em estaleiro nacional, com transferência de tecnologia, a partir de um projeto já existente e consagrado. Sendo assim, o projeto do Navio- Patrulha francês Classe Vigilante 400 CL54 foi escolhido e, em julho de 2006, a INACE venceu a concorrência e celebrou o Contrato de Transferência de Tecnologia e Assessoria Técnica com o estaleiro francês Construction Méchaniques de Normandie (CMN).

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