Ensaios termográficos
|
|
|
- Angélica Chaplin Monsanto
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 46 Capítulo VII Ensaios termográficos Por Gabriel Rodrigues de Souza, Igor Cavalheiro Nobre e Marcus Possi* Breve histórico da termografia no Brasil A radiação infravermelha foi descoberta no ano de 1800 por Sir William Herschel, astrônomo real do Rei Jorge III da Inglaterra, já famoso por ter descoberto o planeta Urano. Ao testar várias amostras de vidro de cor que permitiam reduções do brilho emitido pelo Sol, ficou intrigado quando percebeu que algumas das amostras deixavam passar pouco calor do Sol, enquanto outras deixavam passar tanto calor que corriam o risco de sofrerem lesões se observadas por muito tempo. Assim, Sir Herschel realizou uma experiência sistemática, com o objetivo de descobrir um único material que permitisse obter a redução do brilho pretendida, bem como uma redução máxima do calor. Então iniciou o seu trabalho, repetindo a experiência de Newton sobre o prisma, tentando, no entanto, estudar o efeito térmico em vez da distribuição visual da intensidade no espectro. Utilizando-se de um termômetro de mercúrio em vidro sensível, como detector de radiações, procedeu ao teste do efeito térmico das várias cores do espectro formado sobre a superfície de uma mesa e percebeu que as leituras da temperatura registravam um aumento contínuo desde o violeta até ao vermelho. Devido à utilização de vidro no prisma da sua primeira experiência, Sir Herschel se envolveu em algumas controvérsias com os seus contemporâneos acerca da existência real dos comprimentos de onda dos infravermelhos. Em experiências posteriores, Sir Herschel realmente constatou as limitações na transparência do vidro, sendo obrigado a concluir que a óptica de infravermelhos estaria provavelmente condenada. Isto apenas foi verdade até 1830, ano em que o cientista italiano Macedónio Melloni ( ) fez a sua grande descoberta: o cloreto de sódio (sal-gema) de origem natural (disponível em cristais naturais), que é um elemento transparente aos infravermelhos. Com o resultado desta descoberta, o sal-gema tornou-se o principal material ótico de infravermelho e assim se manteve até os anos 1930, período em que foi dominada a arte de criar cristais sintéticos. Já os termômetros, utilizados como detectores de radiações, mantiveram-se insubstituíveis até 1829, ano em que Nobili inventou o par termoelétrico; tendo um avanço quando Melloni ligou vários pares termoelétricos em série para formar a primeira termopilha. O novo dispositivo era pelo menos 40 vezes mais sensível que o melhor termômetro para detecção da radiação térmica, capaz de detectar o calor libertado pelo corpo de uma pessoa a uma distância de três metros. A primeira imagem térmica tornou-se possível em 1840, resultado encontrado por Sir John Herschel, filho do descobridor dos infravermelhos. Baseando-se na evaporação diferencial de uma película fina de petróleo quando exposta a um padrão térmico incidindo nela, era possível se ver a imagem térmica por meio da luz refletida, onde os efeitos de interferência da película de petróleo tornavam a imagem visível a olho nu. Sir John conseguiu ainda obter um registro rudimentar da imagem térmica em papel, a que chamou de termógrafo. O primeiro sistema operativo, no sentido atual de termografia, só começou a ser desenvolvido
2 47 durante a Primeira Guerra Mundial, em que ambas as partes possuíam programas de investigação para a exploração militar dos infravermelhos. Durante esse período, as regras do sigilo militar proibiam terminantemente a divulgação do estado de desenvolvimento da tecnologia da formação de imagens de infravermelhos. Em meados dos anos 1950, começaram finalmente a estar à disposição das comunidades industrial e científica civil os dispositivos apropriados de formação de imagens térmicas. Esse resumo e a base teórica tiveram como referência o livro 25 anos em termografia, de Alberto Caramalho. na faixa entre um dos extremos da ultravioleta e, no outro extremo, os nossos olhos não podem ver os infravermelhos. Para o desenvolvimento de um relatório de inspeção termográfica, faz-se necessária a observação de alguns itens, desde o conhecimento acadêmico e aplicação das normas existentes até o desenvolvimento final do produto (relatório de anomalias). Para o desenvolvimento desse relatório, devemos ter como ponto de partida a aplicação das normas brasileiras e, se necessário, as normas internacionais. Dentre elas, podemos citar: Introdução A termografia é uma técnica que permite mapear uma região com a utilização de um aparelho específico, conhecido como termógrafo, para distinguir diferentes temperaturas por meio da radiação infravermelha naturalmente emitida pelos corpos, de modo que depois de feita a coleta de informação possa desenvolver uma análise técnica das imagens obtidas pelo aparelho. A teoria da termografia diz que qualquer corpo com temperatura acima do zero absoluto (0K = -273,15 C) emite uma radiação infravermelha, porém, o olho humano só pode ver uma pequena parte do espectro eletromagnético, que se localiza ABNT NBR 15572:2013 Ensaios não destrutivos Termografia por infravermelha Guia para inspeção de equipamentos elétricos e mecânico; ABNT NBR 15424:2006 Ensaios não destrutivos Termografia Terminologia; ABNT NBR 15763:2009 Ensaios não destrutivos Termografia Critérios de definição de periodicidade de inspeção em sistemas elétricos de potência; ABNT NBR 15866:2010 Ensaio não destrutivo Termografia Metodologia de avaliação de temperatura de trabalho de equipamentos em sistemas elétricos;
3 48 Figura 1 Espectro eletromagnético. ABNT NBR 15718:2009 Ensaio não destrutivo Termografia Guia para verificação de termovisores. Ainda devem ser consideradas as práticas reconhecidas internacionais como: Infraspection Institute Standard for Infrared Inspection of Electrical Systems & Rotating Equipment; Entre outras do International Training Center (ITC). A norma ABNT NBR 15572:13, na sua revisão mais atual, define e qualifica os envolvidos na inspeção termográfica, onde no item 5 responsabilidades de pessoas, descreve:
4 50 Inspetor termografista pessoa responsável pela realização da inspeção e que tem conhecimentos dos equipamentos a serem inspecionados; que é capaz de executar e interpretar os resultados; conhece a operação do termovisor; e obedece as práticas e normas de segurança (NR 10) e da empresa. Assistente qualificado pessoa que tem conhecimento sobre a operação do equipamento a ser inspecionado e sobre os requisitos de segurança da NR 10. Usuário final pessoa que assume a responsabilidade por consequências provenientes de ações tomadas, ou não, como os resultados obtidos da inspeção e designe um assistente qualificado para acompanhar o termografista. Como citado, para execução de uma inspeção termográfica, deve-se seguir procedimentos e conhecer as teorias nas quais serão baseadas para a produção do relatório final, dentre elas estão: Conhecimentos básicos para a realização da inspeção; Tipos de termografia; Requisitos e formação A equipe deve ser formada por profissionais com treinamentos específicos e reconhecimento formal por um organismo de certificações (item 4, ABNT NBR 15572:2013). Além disso, os profissionais envolvidos deverão possuir treinamento em NR 10 Básico e SEP, conforme determina o Ministério do Trabalho e Emprego (TEM); Máxima Temperatura Admissível (MTA) O objetivo da inspeção termográfica é a detecção de pontos quentes, sobreaquecimento em equipamento que normalmente não apresenta essa diferença de temperatura quando comparados em condições de operação normal. Essas anomalias por aquecimento são geradas por diversos motivos, dentre eles conexões mal fixadas, curtos-circuitos, sobrecargas e desequilíbrios. Como já citado, o termografista deverá ter o conhecimento da temperatura máxima sob a qual o equipamento a ser inspecionado pode funcionar sem causar nenhum transtorno ao próprio equipamento, e do sistema elétrico em que esse equipamento está operando. Para essas informações é preciso, além de conhecer as normas brasileiras e internacionais, consultar os manuais dos equipamentos; Fatores que afetam a medição: distância; foco; faixa de temperatura (Range); emissividade parâmetro adimensional que estabelece a relação entre a quantidade de energia irradiada por um corpo em estudo e a que seria emitida por um corpo Equipamento: Fabricante: Problema Encontrado: Emissividade = 0,95 Emissividade = 0,21 Temp. Fase B = 43,3ºC Prioridade da intervenção Medidas corretivas na próxima manutenção periódica Análise Termográfica Disjuntor Tripolar - In=30A Elevação da temperatura na fase B do disjuntor Temp. Fase B = 82,9ºC Prioridade da intervenção 4 1 Medidas corretivas necessárias imediatamente Figura 2 Exemplo de análise termográfica, com valor incorreto de emissividade. negro, à mesma temperatura e comprimento de onda. A emissividade varia entre 0 a 1 (ABNT NBR 15424:2006); transmissividade porção de energia incidente sobre um corpo, que é transmitida por este, em um dado comprimento de onda. Para um corpo opaco, a transmissividade é igual a 0. Materiais transparentes possuem valores de transmissividade entre 0 e 1 (ABNT NBR 15424:2006); reflexibilidade porção de energia incidente sobre uma superfície, que é refletida por esta, em dado comprimento de onda. Para um espelho perfeito, a refletividade é 1,0 e para um corpo negro é 0 (ABNT NBR 15424:2006); temperatura ambiente temperatura do meio circundante ao objeto (ABNT NBR 15424:2006); umidade do ar; clima. Dentre esses fatores, o item que se destaca é a importância da utilização do valor correto da emissividade. A seguir, está um exemplo de utilização da emissividade incorreta. Observa-se que, na utilização da emissividade igual a 0,21, houve uma elevação da temperatura de aproximadamente 40 C, modificando a análise e, consequentemente, um erro na ação corretiva.
5 51 Procedimento do trabalho De acordo com a ABNT NBR 15572:2013, item 9, em que descreve diversos procedimentos para serem seguidos pelo envolvidos na inspeção, podemos citar: Preparação dos equipamentos e materiais: câmera termográfica calibrada, termo-higroanômetro calibrado, alicate amperímetro, entre outros; Práticas para inspeção: designação de assistente qualificado pelo usuário final, informações sobre a instalação (por exemplo: zonas de riscos e controlada); efetuar os ajustes nos equipamentos (emissidade), observação do ângulo de inspeção Tabela 1 Critérios para avaliação da severidade da anomalia térmica Prioridade Delta T Ação recomendada 4 1 C a 10 C Medidas corretivas devem ser tomadas no próximo período de manutenção >10 C a 20 C >20 C a 40 C >40 C Medidas corretivas com agendamento Medidas corretivas assim que possível Medidas corretivas imediatas Fonte: Standard for Infrared Inspection of Electrical Systems & Rotating Equipment. entre o termovisor e o ponto a ser inspecionado, entre outros; Práticas de segurança: observar EPI e zona livre para posicionamento do termografista, realizar uma inspeção visual verificando possíveis anomalias. Grau de intervenção A revisão mais recente da ABNT NBR 15572:2013 menciona que: a avaliação da severidade da anomalia térmica deve ser realizada seguindo os critérios próprios do usuário final, requisitos normativos, quando eventualmente adotados, ou recomendações do fabricante. Para a análise termográfica nos baseamos no critério retirado da Standard for Infrared Inspection of Electrical Systems & Rotating Equipment: Além disso, a norma ABNT NBR 15866:2010 descreve que uma anomalia pode ser referenciada em relação a: i um valor estabelecido pelo fabricante nas condições nominais (MTA); ii um elemento similar adjacente (DELTA T); iii um valor estabelecido pelo usuário final com base no histórico operacional;
6 52 Prioridade Delta T 5ºC até 10ºC >10ºC até 20ºC > 20ºC até 40ºC >40ºC MTA > 60% da temperatura máxima até 70% > 70% da temperatura máxima até 80% > 80% da temperatura máxima até 100% > temperatura máxima iv critérios definidos pelo responsável técnico da análise termográfica. Com base nas experiências de vários trabalhos desenvolvidos na área para a análise de uma anomalia e seguindo a referência dos itens a e b, descritos anteriormente, foi desenvolvida uma tabela para uso e definição do grau de prioridade. Periodicidade O intervalo da inspeção termográfica para sistemas elétricos de AT e BT, recomendada pela ABNT NBR 15763, é de seis meses, não devendo ultrapassar 18 meses, caso haja a impossibilidade de cumprir o período. Essa periodicidade pode ser reavaliada devido ao histórico, importância crítica ao processo produtivo, segurança. E em linhas de transmissão, distribuição, subestações com fator de carga inferior a 50%, e outro sistema com estudo de confiabilidade, esse período pode ser maior. Anomalias mais comuns nas instalações elétricas Existem diversas anomalias encontradas no sistema elétrico. As causas que podem originar os sobreaquecimentos mais usualmente detectados nas inspeções termográficas para os determinados equipamentos são: Cabo condutor Secção reduzida para a intensidade de corrente; Em circuitos trifásicos, intensidades de corrente distintas; Folga nas emendas e uniões; Terminais e ponteiras mal cravados; Terminais e ponteiras, de secção e/ou de material diferente; Cortes que reduzam ou debilitem a sua seção dos Tabela 2 Uso e definição do grau de prioridade Ação recomendada Medidas corretivas devem ser tomadas na próxima manutenção periódica. As temperaturas obtidas e as condições de serviço do equipamento não colocam em risco a instalação. Medidas corretivas necessárias. As temperaturas obtidas e as condições de serviço do equipamento já recomendam alguma atenção. Medidas corretivas necessárias o mais rápido possível. As temperaturas obtidas e as condições de serviço do equipamento colocam sérios riscos de incidente a um curto prazo. Medidas corretivas necessárias imediatamente. As temperaturas obtidas e o estado do equipamento indicam risco a qualquer momento. condutores; Cabos enrolados; Cabos próximos a fontes de calor intensas; Esteiras com cabos muito próximos uns dos outros; Barramento Ligações incorretas; Junções com materiais diferentes; Uniões ou emendas com apertos insuficientes; Barras subdimensionadas para as intensidades de corrente; Isoladores de apoio com defeito; Régua de bornes Apertos incorretos; Borne com defeito ou mal instalado; Borne com seção diferente da do cabo instalado; Isolamento do cabo errado, aumentando a resistência de contato; Zona de contato de material diferente do cabo condutor; Disjuntor de baixa tensão Contatos internos com defeito; Folga nos contatos; Terminais ou ponteiras mal cravados; Subdimensionados, em relação à intensidade de corrente; Isolamento de cabos condutores na zona de contato dos respectivos bornes; Contatoras Contatos internos com defeito; Ligações incorretas;
7 54 Terminais ou ponteiras mal cravados; Bobinas de comando com excesso de temperatura; Fusível Maxilas com pressão insuficiente ou mal encaixadas; Ligações incorretas e terminais mal cravados; Fusíveis com intensidades de corrente superiores; Base fusível com defeito; Defeitos internos; Transformador baixa tensão Núcleos e enrolamentos com defeito; Isolamento deficiente nos enrolamentos; Bornes de ligação com folga ou com defeito; Baterias de corrente contínua Ligações incorretas; Defeitos internos; Cabos/shunts com defeito; Circuito de terra Ligações defeituosas; Soldas incorretas; Cabos elétricos com problemas de isolamento e consequentes passagens à massa; Eletrodos de terras com valores de resistências elevados; Motores Aquecimento excessivo na carcaça exterior com origem no rotor ou estator; Ligações com folgas; Escovas com desgaste acentuado, provocando um sobreaquecimento; Rolamentos com sobreaquecimento; Polias e correias com excesso de temperatura; Termograma e relatório simplificado de anomalias Ao final da inspeção termográfica, deverá ser emitido ao responsável da instalação ou contratante, que tem a responsabilidade legal sobre a instalação, um relatório técnico das anomalias encontradas. Durante a inspeção poderão ser encontrados equipamentos com recomendação de intervenção imediata, de forma a evitar algum problema na instalação, e deverá ser emitido um Relatório Simplificado de Termografia ao final da inspeção do dia, para que imediatamente o responsável possa acionar a manutenção corretiva nesses equipamentos. Esse relatório deverá conter os pontos críticos a serem feitas as manutenções imediatamente, com a descrição das anomalias encontradas, seu grau de criticidade, testes e ensaios necessários para melhor entendimento das causas dessas anomalias. Segue exemplo na Figura 3. Já o Relatório Termográfico, além de ser uma apresentação com o formato da empresa contratada para execução, deverá ser de fácil consulta e conter as informações dos equipamentos examinados que apresentaram sobreaquecimento. Este relatório deverá ser entregue à pessoa responsável no prazo acertado, porém, devido à necessidade de intervenção em alguns equipamentos, estima-se um prazo de aproximadamente 15 dias a contar da inspeção. Além disso, todo o formato e análise deverão ser seguidos de acordo com a norma ABNT NBR 15572:2013 Ensaios não destrutivos Termografia por infravermelha Guia para inspeção de equipamentos elétricos e mecânicos. Custo do ensaio x custo da inspeção No local deverão estar presentes o inspetor de termografia (termografista, conforme ABNT NBR 15572:2013) e o assistente qualificado, autorizado pelo usuário final, que possui conhecimento sobre a operação e histórico do equipamento, bem como a sua localização, além do auxílio para a abertura e fechamentos dos equipamentos a serem termografados. Relatório simplificado de termografia Equipamento: Condutor - Disjuntor Tripolar Grau de criticidade 1 - medidas corretivas necessárias imediatamente Problema Encontrado: Elevação da temperatura na fase C Possíveis Causas Folga nas emendas e uniões; condutor subdimensionado, em relação á intensidade de corrente Figura 3 Exemplo de Relatório Simplificado de Termografia.
8 55 O tempo de trabalho de uma termografia é muito variável devido ao tipo e às condições da instalação. Antes da execução deverá ser realizada uma visita ao local, para que se possa estimar o tempo, os limites e quais equipamentos deverão ser inspecionados. Assim, no dia agendado, a equipe que fará a inspeção já estará preparada para a perfeita execução, tendo preparado todo o material que precisará para a execução. O tempo de execução da inspeção pode variar de 5 minutos a 15 minutos, dependendo das condições do equipamento e do local. Para a produção do relatório, etapa que demandará mais tempo do que a etapa de inspeção deverá ser realizada com apoio dos meios, como normas aplicáveis, software de inspeção, modelos preparados para análises dos termogramas, dentre outros específicos de cada empresa, estimamos um tempo de cerca de 30 minutos para cada equipamento. Ao final desse artigo podemos dizer que a técnica apresentada e utilizada amplamente no mercado e sua utilização se deve ao seu valor comprovado e atestado pelos profissionais que já utilizam destes meios para gerar um aumento de qualidade nas suas avaliações e na manutenção das instalações elétricas. As ferramentas e práticas ainda se encontram em desenvolvimento, o que pode gerar grandes expectativas para este tipo de ensaio e na qualidade da avaliação para todos os profissionais. *Marcus Possi é engenheiro eletricista, consultor e diretor da Ecthos Consultoria. Continua na próxima edição Confira todos os artigos deste fascículo em Dúvidas, sugestões e comentários podem ser encaminhados para o [email protected]
ANÉXO PADRÃO TERMO_130607 TERMOG RAFIA -
ANÉXO PADRÃO TERMO_130607 TERMOG RAFIA - Técnica que estende a visão humana ao espectro infravermelho, sendo a aquisição e análise das informações térmicas feitas a partir de dispositivos de obtenção de
UTILIZAÇÃO DA TERMOGRAFIA NA MANUTENÇÃO DE LOCOMOTIVAS E INSPEÇÃO DE VAGÕES.
UTILIZAÇÃO DA TERMOGRAFIA NA MANUTENÇÃO DE LOCOMOTIVAS E INSPEÇÃO DE VAGÕES. Atualmente no Brasil estão em operação diversos modelos de locomotivas diesel-elétricas, desde locomotivas mais antigas e de
INSPEÇÃO TERMOGRÁFICA
ESCOPO DA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO IMANTEL ENGENHARIA ELÉTRICA LTDA www.imantel.com.br RESPONSÁVEL: Eng. Edmilson Heitor Ferreira DESENVOLVIMENTO: Fernando A. de Assis SÃO JOÃO DEL-REI MG Prezados Srs, A Imantel
Manual Técnico. Transformadores de potência. Revisão 5 ÍNDICE
Página 1 de 10 Manual Técnico Transformadores de potência Revisão 5 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO...2 2 RECEBIMENTO...2 3 INSTALAÇÃO...3 3.1 Local de instalação...3 3.2 Ligações...3 3.3 Proteções...7 4 MANUTENÇÃO...9
Segurança Operacional em Máquinas e Equipamentos
Segurança Operacional em Máquinas e Equipamentos Manfred Peter Johann Gerente de Vendas da WEG Automação A crescente conscientização da necessidade de avaliação dos riscos na operação de uma máquina ou
Análise Termográfica Relatório Técnico 0814
ANÁLISE TERMOGRÁFICA VALINHOS Valinhos DAEV 1. OBJETIVO Apresentar ao DAEV a Inspeção Termográfica realizada nos equipamentos de suas unidades em Valinhos 2. INSTRUMENTAÇÃO UTILIZADA Termovisor Flir Systems
12ª Conferência sobre Tecnologia de Equipamentos
12ª Conferência sobre Tecnologia de Equipamentos COTEQ2013-340 DETECÇÃO E CONTROLE DE POLUIÇÃO EM ISOLADORES DE ALTA TENSÃO ATRAVÉS DE TERMOGRAFIA Laerte dos Santos 1, Marcelo O. Morais Filho 2, Rodolfo
1 INSPEÇÃO DA INSTALAÇÃO ELÉTRICA CONFORME A NBR 5410
1 INSPEÇÃO DA INSTALAÇÃO ELÉTRICA CONFORME A NBR 5410 A segurança sempre está em pauta em nossas vidas e com a eletricidade não deve ser diferente. Durante a utilização normal das instalações elétricas
Análise Termográfica RELATÓRIO TÉCNICO 0714
ANÁLISE TERMOGRÁFICA CODEN - Nova Odessa CODEN 1. OBJETIVO Apresentar ao CODEN a Inspeção Termográfica realizada nos equipamentos de suas unidades em Nova Odessa 2. INSTRUMENTAÇÃO UTILIZADA Termovisor
AULA 02 REVISÃO DE EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS TRANSFORMADORES DE MEDIDAS DISJUNTORES DE POTÊNCIA
AULA 02 REVISÃO DE EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS TRANSFORMADORES DE MEDIDAS DISJUNTORES DE POTÊNCIA ENE095 Proteção de Sistemas Elétricos de Potência Prof. Luís Henrique Lopes Lima 1 TRANSFORMADORES DE MEDIDAS
13 - INSTALAÇÕES DE FORÇA MOTRIZ
Instalações Elétricas Professor Luiz Henrique Alves Pazzini 104 13.1 - Introdução 13 - INSTALAÇÕES DE FORÇA MOTRIZ Existem três configurações básicas para alimentação de motores que operam em condições
Manual Técnico. Transformadores de Potência. Versão: 5
Manual Técnico Transformadores de Potência Versão: 5 Índice 2 8 Página 1 1 INTRODUÇÃO Este manual fornece instruções referentes ao recebimento, instalação e manutenção dos transformadores de potência a
Qualificação de Procedimentos
Qualificação de Procedimentos Os equipamentos em geral são fabricados por meio de uniões de partes metálicas entre si empregando-se soldas. Há, portanto a necessidade de se garantir, nestas uniões soldadas,
Sistema Básico de Inspeção Termográfica
Sistema Básico de Inspeção Termográfica Um novo patamar na relação custo / benefício em Termografia *Eng. Attílio Bruno Veratti Conceito geral A Inspeção Termográfica é a técnica de inspeção não destrutiva
GUIA DE MANUTENÇÃO BARRAMENTOS ELÉTRICOS CANALIS CANALIS
GUIA DE MANUTENÇÃO BARRAMENTOS ELÉTRICOS CANALIS CANALIS OBJETIVO Estabelecer uma seqüência de manutenção preventiva e corretiva dos Barramentos Blindados, KB Iluminação, KU Média Potência, KGF/KLF Forte
1.3 Conectando a rede de alimentação das válvulas solenóides
1.3 Conectando a rede de alimentação das válvulas solenóides CONTROLE DE FLUSHING AUTOMÁTICO LCF 12 Modo Periódico e Horário www.lubing.com.br (19) 3583-6929 DESCALVADO SP 1. Instalação O equipamento deve
Normalização do sistema de bloqueio conforme a NR 10
Normalização do sistema de bloqueio conforme a NR 10 Robson Guilherme Ferreira (II) Jackson Duarte Coelho (III) Julio César Agrícola Costa da Silveira (I) Resumo O trabalho a ser apresentado tem como objetivo
LAUDO TÉCNICO ESPECÍFICO
LAUDO TÉCNICO ESPECÍFICO Conforme NR-10 ACME S.A Ind. Com. 1 de 9 IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO Identificação do Responsável pela Execução do Serviço. Nome: Empresa: Registro: Local de Execução do Serviço.
Introdução ENERGIA ELÉTRICA: GERAÇÃO, TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO.
ENERGIA ELÉTRICA: GERAÇÃO, TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO. Introdução A energia elétrica que alimenta as indústrias, comércio e nossos lares é gerada principalmente em usinas hidrelétricas, onde a passagem
Aqui você encontra artigos que irão auxiliar seu trabalho a partir de informações relevantes sobre segurança e dicas de instalações elétricas.
Artigos técnicos 02 Aqui você encontra artigos que irão auxiliar seu trabalho a partir de informações relevantes sobre segurança e dicas de instalações elétricas. Instalação elétrica defasada é foco de
Os procedimentos para determinar a resistência do condutor são:
1 Data realização da Laboratório: / / Data da entrega do Relatório: / / Objetivos RELATÓRIO: N o 5 ENSAIO DE FIOS CONDUTORES Verificar o estado da isolação do condutor. 1. Introdução: Esta aula tem como
Top Guia In.Fra: Perguntas para fazer ao seu fornecedor de CFTV
Top Guia In.Fra: Perguntas para fazer ao seu fornecedor de CFTV 1ª Edição (v1.4) 1 Um projeto de segurança bem feito Até pouco tempo atrás o mercado de CFTV era dividido entre fabricantes de alto custo
9. MANUTENÇÃO DE TRANSFORMADORES:
9. MANUTENÇÃO DE TRANSFORMADORES: 9.1 OTIMIZAÇÃO E MONITORAMENTO DA OPERAÇÃO DOS TRANSFORMADORES Os transformadores são máquinas estáticas que transferem energia elétrica de um circuito para outro, mantendo
MEMORIAL DESCRITIVO INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
SITE: www.amm.org.br- E-mail: [email protected] AV. RUBENS DE MENDONÇA, N 3.920 CEP 78000-070 CUIABÁ MT FONE: (65) 2123-1200 FAX: (65) 2123-1251 MEMORIAL DESCRITIVO ELÉTRICO MEMORIAL DESCRITIVO INSTALAÇÕES
Termografia na Rede de Distribuição Subterrânea de Baixa Tensão da AES Eletropaulo na Manutenção Corretiva
Termografia na Rede de Distribuição Subterrânea de Baixa Tensão da AES Eletropaulo na Manutenção Corretiva Gerência de Redes Subterrâneas Diretoria Regional II Rafael Moreno Engenheiro Eletricista Campo
Métodos normalizados para medição de resistência de aterramento
30 Capítulo VIII Métodos normalizados para medição de resistência de aterramento Parte 3: Método da queda de potencial com injeção de alta corrente e ensaios em instalações energizadas Jobson Modena e
MOINHO ALTA ROTAÇÃO E BAIXA ROTAÇÃO
MANUAL DE OPERAÇÕES MOINHO ALTA ROTAÇÃO E BAIXA ROTAÇÃO MI-200 / MI-300 1 - Introdução Leia atentamente o Manual de Instruções, pois nele estão contidas as informações necessárias para o bom funcionamento
PREENCHIMENTO DA PLANILHA DO PROJETO EXPRESSO V 2.0
1. OBJETIVO Este informativo técnico tem como objetivo orientar o envio dos documentos e o preenchimento correto da planilha do Projeto Expresso v 2.0 - Caixas Metálicas e planilha do Projeto Expresso
NR-10 MEDIDAS DE CONTROLE DO RISCO ELÉTRICO
NR-10 MEDIDAS DE CONTROLE DO RISCO ELÉTRICO Prof. Pedro Armando da Silva Jr. Engenheiro Eletricista, Dr. [email protected] DESENERGIZAÇÃO A desenergização é um conjunto de ações coordenadas, sequenciadas
MANUAL DE OPERAÇÃO E SEGURANÇA. Todos os direitos reservados. Proibida reprodução total ou parcial sem autorização Locatec-2012. GUINCHO VELOX e HUCK
MANUAL DE OPERAÇÃO E SEGURANÇA GUINCHO VELOX e HUCK ÍNDICE INTRODUÇÃO... 2 1. INFORMAÇÕES TÉCNICAS... 2 2. PROCEDIMENTOS GERAIS DE SEGURANÇA... 2 2.1. USO DOS GUINCHOS... 3 2.2. LUBRIFICAÇÃO... 3 2.3.
MANUAL DE INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO MOTORES ELÉTRICOS DE INDUÇÃO TRIFÁSICOS DE ALTA E BAIXA TENSÃO
MANUAL DE INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO MOTORES ELÉTRICOS DE INDUÇÃO TRIFÁSICOS DE ALTA E BAIXA TENSÃO PREFÁCIO O motor elétrico! WEG INDUSTRIAS S.A. - MÁQUINAS ---- IMPORTANTE ---- LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES
Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica
Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica Existem diversas maneiras de se gerar energia elétrica. No mundo todo, as três formas mais comuns são por queda d água (hidroelétrica), pela queima
ENQUALAB 2013 QUALIDADE & CONFIABILIDADE NA METROLOGIA AUTOMOTIVA. Elaboração em planos de Calibração Interna na Indústria Automotiva
ENQUALAB 2013 QUALIDADE & CONFIABILIDADE NA METROLOGIA AUTOMOTIVA Elaboração em planos de Calibração Interna na Indústria Automotiva Joel Alves da Silva, Diretor Técnico JAS-METRO Soluções e Treinamentos
CERTIFICAÇÃO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO
CERTIFICAÇÃO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO REQUISITOS DE AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE PROF. MARCOS FERGÜTZ ABRIL/14 INTRODUÇÃO - Legislação Portaria no. 51, de 28 de janeiro de 2014, do INMETRO,
Manual Técnico. Autotransformadores para Chave Compensadora. Revisão 3.0. Índice
Página 1 de 6 Manual Técnico Autotransformadores para Chave Compensadora Revisão 3.0 Índice 1 Introdução...2 2 Recebimento...2 3 Instalação...3 3.1 Local de instalação...3 3.2 Ligações...3 4 Manutenção...5
SPDA (Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas) É PROIBIDA a reprodução, total ou parcial, do texto e de todo o conteúdo sem autorização.
SPDA (Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas) Desenvolvimento de projetos Instalação de sistema de proteção (SPDA) Manutenção do sistema de SPDA Laudo Técnico Medição da resistividade do solo
Instalações elétricas provisórias na construção civil
Instalações elétricas provisórias na construção civil São Paulo, 12 de agosto de 2014 NBR-5410 NR-18 10.1. Objetivo e campo de aplicação 10.2. Medidas de controle 10.3. Segurança no projeto 10.4. Segurança
Manual do Usuário. Complemento da componente curricular Instalações Elétricas do curso Técnico em Eletrônica
Manual do Usuário Complemento da componente curricular Instalações Elétricas do curso Técnico em Eletrônica MANUAL DO USUÁRIO Introdução A norma para Instalações elétricas de baixa tensão, NBR 5410:2004,
Emprego da Termografia na inspeção preditiva
Emprego da Termografia na inspeção preditiva Rafaela de Carvalho Menezes Medeiros* Resumo A prática de manutenção preditiva corresponde hoje a um meio eficaz de antever uma parada do equipamento por motivo
MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO
MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO CONSULTA PÚBLICA do ANEXO 8 da NR-15 PROPOSTA DE TEXTO NORMATIVO NR 15 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES
*Imagens meramente ilustrativas COLORÍMETRO. Manual de Instruções www.v8brasil.com.br
*Imagens meramente ilustrativas COLORÍMETRO Manual de Instruções www.v8brasil.com.br 1. INTRODUÇÃO O Colorímetro V8 Brasil é um equipamento desenvolvido com objetivo de proporcionar às oficinas de funilaria
TEMA DA AULA PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA
TEMA DA AULA TRANSFORMADORES DE INSTRUMENTOS PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA MEDIÇÃO DE GRANDEZAS ELÉTRICAS Por que medir grandezas elétricas? Quais grandezas elétricas precisamos medir? Como medir
Referências internas são os artefatos usados para ajudar na elaboração do PT tais como:
Plano de Teste (resumo do documento) I Introdução Identificador do Plano de Teste Esse campo deve especificar um identificador único para reconhecimento do Plano de Teste. Pode ser inclusive um código
CENTRO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES GERAÇÃO FUTURA
MEMORIAL DESCRITIVO E JUSTIFICATIVO DE CÁLCULO PROJETO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS EM MÉDIA TENSÃO 13.8KV CENTRO DE EDUCAÇÃO E ESPORTES GERAÇÃO FUTURA RUA OSVALDO PRIMO CAXILÉ, S/N ITAPIPOCA - CE 1. INTRODUÇÃO
Análise Termográfica RELATÓRIO TÉCNICO 0714
ANÁLISE TERMOGRÁFICA SAAE - Atibaia SAAE 1. OBJETIVO Apresentar ao SAAE a Inspeção Termográfica realizada nos equipamentos de suas unidades em Atibaia 2. INSTRUMENTAÇÃO UTILIZADA Termovisor Flir Systems
PROTEÇÃO CONTRA SOBRE CORRENTES
9 PROTEÇÃO CONTRA SOBRE CORRENTES 9.1 INTRODUÇÃO O aumento da temperatura nos condutores de uma instalação elétrica, devido a circulação de corrente (efeito Joule), projetada para o funcionamento normal,
Capítulo VI. Lista de verificação para prontuário, projetos e ensaios elétricos Por Marcus Possi* Inspeção de instalações elétricas
44 Capítulo VI Lista de verificação para prontuário, projetos e ensaios elétricos Por Marcus Possi* Da mesma forma que se deve fazer com os elementos que formam uma instalação elétrica no seu sentido físico,
O uso dos diodos nos alternadores implicam numa série de cuidados, tais como:
Resumo - Alternador O uso dos diodos nos alternadores implicam numa série de cuidados, tais como: Não ligar a bateria com polaridade invertida; Não ligar o alternador sem carga ou retirar a carga com alternador
Métodos normalizados para medição de resistência de aterramento Jobson Modena e Hélio Sueta *
40 Capítulo VI Métodos normalizados para medição de resistência de aterramento Jobson Modena e Hélio Sueta * A ABNT NBR 15749, denominada Medição de resistência de aterramento e de potenciais na superfície
Análise Termográfica Relatório Técnico 0914
ANÁLISE TERMOGRÁFICA DAAE - Rio Claro DAAE 1. OBJETIVO Apresentar ao DAAE a Inspeção Termográfica realizada nos equipamentos de suas unidades em Rio Claro 2. INSTRUMENTAÇÃO UTILIZADA Termovisor Flir Systems
Sumário ORIENTAÇÃO TÉCNICA - DISTRIBUIÇÃO OTD 035.04.03 REDE MULTIPLEXADA BT - CONSTRUÇÃO
Sumário 1. Objetivo 2. Âmbito de Aplicação 3. Documentos de Referência 4. Condições Gerais 5. Requisitos Ambientais 6. Lançamento de Condutores 7. Fixação Definitiva do Condutor 8. Identificação de Fases
TIPOS DE termômetros. e termômetros ESPECIAIS. Pirômetros ópticos
Pirômetros ópticos TIPOS DE termômetros e termômetros ESPECIAIS A ideia de construir um pirômetro óptico surgiu em meados do século XIX como consequência dos estudos da radiação dos sólidos aquecidos.
A entrada de energia elétrica será executada através de:
Florianópolis, 25 de março de 2013. 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS O presente memorial tem como principal objetivo complementar as instalações apresentadas nos desenhos/plantas, descrevendo-os nas suas partes
Inspeção Visual e Dimensional de Eletrodos e Estufas Duração: 60 minutos
Inspeção Visual e Dimensional de Eletrodos e Estufas Duração: 60 minutos Este texto é dividido em duas partes: a primeira descreve os procedimentos para a realização da Inspeção visual e dimensional de
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA
SUMÁRIO CONTEÚDO PG. 1. OBJIVO 02 2. ÂMBITO 02 3. CONCEITOS 02 4. NORMAS E LEGISLAÇÃO APLICÁVEIS 02 5. INSTRUÇÕES GERAIS 02 5.1. Local da Realização dos Serviços 02 5.2. Responsabilidade a cargo da DMED
MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO
MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO Trata-se de proposta de texto para revisão do Anexo 8 da Norma Regulamentadora n.º 15 (Atividades
VERIFICAÇÃO FINAL DOCUMENTAÇÃO
VERIFICAÇÃO FINAL DOCUMENTAÇÃO Inspeção visual e documentação............................................................284 Ensaios de campo em instalações...........................................................285
Eletrotécnica. Comandos Elétricos
Eletrotécnica Comandos Elétricos Teoria e Aplicações Escola Técnica de Brasília - ETB Prof. Roberto Leal Ligação de Motores 1 Motor Elétrico Transformar energia elétrica em energia mecânica Motores de
Capítulo V A IEEE 1584 e os métodos para cálculo de energia incidente e distância segura de aproximação
34 Capítulo V A IEEE 1584 e os métodos para cálculo de energia incidente e distância segura de aproximação Por Alan Rômulo e Eduardo Senger* No artigo anterior foram abordados os métodos previstos na NFPA
ORIENTAÇÃO PARA USO DE EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS
ORIENTAÇÃO PARA USO DE EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS Anexo 3 do PRO-3209-74-24-03 Pág.: 1 de 5 RECOMENDAÇÕES GERAIS: - Não serão permitidos eletricistas da contratada intervirem nas instalações da contratante,
Instalações Elétricas Industriais
Instalações Elétricas Industriais ENG 1480 Professor: Rodrigo Mendonça de Carvalho Instalações Elétricas Industriais CAPÍTULO 01 INTRODUÇÃO Flexibilidade: admitir mudanças nas localizações dos equipamentos,
PAINEL DE SECAGEM RÁPIDA TITÃ VI
*Imagens meramente ilustrativas PAINEL DE SECAGEM RÁPIDA TITÃ VI Manual de Instruções 1. FUNÇÃO DO PAINEL DE SECAGEM Acelerar a secagem de componentes da pintura em veículos. Massa, fundo, tinta, poliéster,
LAUDO TÉCNICO DE AVALIAÇÃO DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO UNESP CAMPUS DE FRANCA/SP
LAUDO TÉCNICO DE AVALIAÇÃO DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO UNESP CAMPUS DE FRANCA/SP 1 INDÍCE 1 - OBJETIVO 2 - NORMAS APLICÁVEIS 3 - GENERALIDADES
Boletim Te cnico. Tema: BT015 Ajuste de TAPs de transformadores UV. Sistema de Gestão Integrado ISO 9001 ISO 14001 OHSAS 18001
Boletim Te cnico Tema: BT015 Ajuste de TAPs de transformadores UV O presente boletim tem por finalidade instruir profissionais devidamente treinados e habilitados quanto aos procedimentos de ajuste de
T-530. Características. Características técnicas TELE ALARME MICROPROCESSADO. Aplicação
12 T-530 TELE ALARME MICROPROCESSADO Aplicação Equipamento desenvolvido a fim de realizar automaticamente discagens telefônicas para aviso de alarme. Podendo ser implementado praticamente à todos os sistema
2-Instalação da cuba. 1-Apresentação. Cuba de Ionização Abraçadeira s. Cano. Mangote
Manual de Instalação Índice 1- Apresentação 2- Instalação da cuba. 3- Instalação do painel de controle 4- Ligação elétrica 5- Dispositivo de segurança 6- Características do Purilaqua 7- Tempo de filtragem
Os fusíveis NH e Diazed são dotados de características de limitação de corrente. Assim, para
5 Proteção e Coordenação Dimensionamento da Proteção 36 Fusível NH Zonasde Atuação 224 A Fusível NH Zonasde Atuação 355 A 5 Proteção e Coordenação Dimensionamento da Proteção 37 5 Proteção e Coordenação
Medição da resistividade do solo
30 Apoio Aterramentos elétricos Capítulo XI Medição da resistividade do solo Jobson Modena e Hélio Sueta* O projeto da norma ABNT NBR 7117, atualmente em revisão, estabelece os requisitos para a medição
Circuitos Elétricos 1º parte. Introdução Geradores elétricos Chaves e fusíveis Aprofundando Equação do gerador Potência e rendimento
Circuitos Elétricos 1º parte Introdução Geradores elétricos Chaves e fusíveis Aprofundando Equação do gerador Potência e rendimento Introdução Um circuito elétrico é constituido de interconexão de vários
Considerações sobre redimensionamento de motores elétricos de indução
Considerações sobre redimensionamento de motores elétricos de indução Artigo publicado na revista Lumiere Electric edição nº 166 Aplicações de investimentos dentro das empresas sempre são questionadas
AÇÕES PARA MELHORIA DO DESEMPENHO DE EQUIPAMENTOS DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA. Palestrante: Luís Donizeti de Assis Elektro
AÇÕES PARA MELHORIA DO DESEMPENHO DE EQUIPAMENTOS DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA Palestrante: Luís Donizeti de Assis Elektro 2o SEMINÁRIO PROCEL RELUZ AÇÕES PARA MELHORIA DO DESEMPENHO DE EQUIPAMENTOS DE ILUMINAÇÃO
materiais ou produtos,sem prejudicar a posterior utilização destes, contribuindo para o incremento da
Definição De acordo com a Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos, ABENDE, os Ensaios Não Destrutivos (END) são definidos como: Técnicas utilizadas no controle da qualidade, d de materiais ou
20 m. 20 m. 12. Seja L a indutância de uma linha de transmissão e C a capacitância entre esta linha e a terra, conforme modelo abaixo:
ENGENHEIRO ELETRICISTA 4 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS QUESTÕES DE 11 A 25 11. Um sistema de proteção contra descargas atmosféricas do tipo Franklin foi concebido para prover a segurança de uma edificação
Monitor de Rede Elétrica Som Maior Pro. Manual do Usuário Versão 3.9f
Monitor de Rede Elétrica Som Maior Pro Manual do Usuário Versão 3.9f 2 ÍNDICE PÁG. 1 APRESENTAÇÃO...03 2 DESCRIÇÃO DO EQUIPAMENTO...04 2.1 ROTINA INICIAL DE AVALIAÇÃO DA REDE ELÉTRICA...04 2.2 TROCA DE
Prezado colega, você sabia:
Prezado colega, você sabia: 1) Que, de maneira geral, as Normas Regulamentadoras (NRs), do MTE - Ministério do Trabalho e Emprego, estabelecem requisitos mínimos legais e condições com objetivo de implementar
GESTÃO SE SEGURANÇA ELÉTRICA ATRAVÉS DO PRONTUÁRIO CONFORME NR 10.
GESTÃO SE SEGURANÇA ELÉTRICA ATRAVÉS DO PRONTUÁRIO CONFORME NR 10. MEU SONHO É LEVAR O HOMEM A LUA E TRAZE-LO DE VOLTA COM SEGURANÇA John Kennedy (1917-1963) AS EMPRESAS DEVEM CRIAR POLÍTICAS QUE VALORIZEM
Lista de cargos e funções disponíveis no Consórcio Ipojuca
Lista de cargos e funções disponíveis no Consórcio Ipojuca 1. INSPETOR CONTROLE DE QUALIDADE- Atuar com inspeção de processos / final, ensaios de rotina, controle de qualidade e verificação de falhas na
ACIONAMENTOS ELETRÔNICOS (INVERSOR DE FREQUÊNCIA)
ACIONAMENTOS ELETRÔNICOS (INVERSOR DE FREQUÊNCIA) 1. Introdução 1.1 Inversor de Frequência A necessidade de aumento de produção e diminuição de custos faz surgir uma grande infinidade de equipamentos desenvolvidos
Equipamentos Elétricos e Eletrônicos de Potência Ltda.
Equipamentos Elétricos e Eletrônicos de Potência Ltda. Confiança e economia na qualidade da energia. Recomendações para a aplicação de capacitores em sistemas de potência Antes de iniciar a instalação,
CÓPIA NÃO CONTROLADA. DOCUMENTO CONTROLADO APENAS EM FORMATO ELETRÔNICO. PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE
PSQ PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE PSQ 290.0339 - PROCEDIMENTO DO SISTEMA DA QUALIDADE APROVAÇÃO CARLOS ROBERTO KNIPPSCHILD Gerente da Qualidade e Assuntos Regulatórios Data: / / ELABORAÇÃO REVISÃO
GERADORES MECÂNICOS DE ENERGIA ELÉTRICA
GERADORES MECÂNICOS DE ENERGIA ELÉTRICA Todo dispositivo cuja finalidade é produzir energia elétrica à custa de energia mecânica constitui uma máquina geradora de energia elétrica. O funcionamento do
ME-25 MÉTODOS DE ENSAIO ENSAIO DE PENETRAÇÃO DE MATERIAIS BETUMINOSOS
ME-25 MÉTODOS DE ENSAIO ENSAIO DE PENETRAÇÃO DE MATERIAIS BETUMINOSOS DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1 ÍNDICE PÁG. 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. E NORMAS COMPLEMENTARES... 3 4. DEFINIÇÃO... 3
Medidor de Resistência de Isolamento Analógico Modelo ITMG 800. Manual do Usuário
Medidor de Resistência de Isolamento Analógico Modelo ITMG 800 Manual do Usuário 1. Sumário O novo estilo de Verificador de Resistência de Isolamento Analógico é IT801A. Seu design é moderno e conta com
Diretrizes para determinação de intervalos de comprovação para equipamentos de medição.
Diretrizes para determinação de intervalos de comprovação para equipamentos de medição. De acordo com a Norma NBR 1001, um grande número de fatores influência a freqüência de calibração. Os mais importantes,
GUIA PARA O RECONHECIMENTO DOS PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE
MERCOSUL/GMC/RES. Nº 14/05 GUIA PARA O RECONHECIMENTO DOS PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto e as Resoluções Nº 38/95, 77/98, 56/02,
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL Física Experimental III - Medidas Elétricas Objetivo O objetivo desta prática é aprender a fazer medições de resistência, tensão
CERTIFICAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE E/OU AMBIENTAL (ISO 9001 / 14001) Palavra chave: certificação, qualidade, meio ambiente, ISO, gestão
1 de 8 1. OBJETIVO Estabelecer o processo para concessão, manutenção, extensão, suspensão e cancelamento de certificações de Sistema de Gestão da Qualidade, conforme a Norma NBR ISO 9001 e Sistema de Gestão
6. EXECUÇÃO DO PROJETO ELÉTRICO EM MÉDIA TENSÃO 6.1 DIMENSIONAMENTO DO TRANSFORMADOR
6. EXECUÇÃO DO PROJETO ELÉTRICO EM MÉDIA TENSÃO 6.1 DIMENSIONAMENTO DO TRANSFORMADOR Basicamente o transformador da subestação é dimensionado pela demanda da empresa no qual será instalado, porém este
ULTRA-SOM MEDIÇÃO DE ESPESSURA PROCEDIMENTO DE END PR 036
Página: 1 de 5 1. OBJETIVO Este procedimento fixa as condições mínimas do ensaio não destrutivo por meio de ultra-som para medição de espessura em materiais metálicos, em exames de qualificação do Sistema
Cabeamento Estruturado
Cabeamento Estruturado Definição Cabeamento para uso integrado em comunicações de voz, dados e imagem preparado de maneira a atender diversos layouts de instalações, por um longo período de tempo, sem
Chaves 3 KU Seccionadoras e Comutadoras
haves 3 KU Seccionadoras e omutadoras haves Seccionadoras e omutadoras Seccionadoras s chaves Seccionadoras E tipo 3KU1, para cargas de 12 a 1000 em 00 Vca 0- Hz, são apropriadas para uso como chaves gerais
Rua das Cerejeiras, 80 Ressacada CEP 88307-330 Itajaí SC MANUAL DE INSTRUÇÕES OD-8325
Rua das Cerejeiras, 80 Ressacada CEP 88307-330 Itajaí SC Fone / Fax (47) 3349 6850 Email: [email protected] MANUAL DE INSTRUÇÕES OD-8325 ANALISADOR DE OXIGÊNIO DISSOLVIDO EM ÁGUA MICROPROCESSADO Loop
Figura 1 - Utilização conjugada de Câmera IR, com sniffer - Fonte: FLIR Systems
Câmera GasFindIR da FLIR Systems Por Aline Voigt Nadolni - Petrobras Sobre o GasFindIR Informações gerais - segundo o fabricante FLIR Systems, Inc. O GasFindIR é, segundo a FLIR Systems, uma câmera portátil,
CONTROLE DIMENSIONAL - CALDEIRARIA CALIBRAÇÃO DE TRENA E ESCALA COM ESCALA PADRÃO E TRENA PADRÃO
Página: 1 de 5 1. OBJETIVO Este procedimento tem como objetivo descrever o processo de calibração de trenas de fita de aço e escalas metálicas, utilizando como padrões trenas padrão ou escalas padrão.
IECETEC. Acionamentos elétricos AULA 1 PROJETO ELÉTRICO
AULA 1 PROJETO ELÉTRICO 1- Introdução 2- Normas técnicas Todo projeto deve ser concebido a luz de uma norma técnica. No Brasil, a normatização é de responsabilidade da Associação Brasileira de Normas Técnica
2. DEFINIÇÃO E CONCEITO
1/5 1. OBJETIVO Estabelecer procedimentos para controlar todos os equipamentos e instrumentos do Laboratório do Grupo Santa Helena garantindo suas inspeções, manutenções e calibrações de forma a mantê-los
DIMENSIONANDO PROJETOS DE WEB-ENABLING. Uma aplicação da Análise de Pontos de Função. Dimensionando projetos de Web- Enabling
DIMENSIONANDO PROJETOS DE WEB-ENABLING Uma aplicação da Análise de Pontos de Função Dimensionando projetos de Web- Enabling Índice INTRODUÇÃO...3 FRONTEIRA DA APLICAÇÃO E TIPO DE CONTAGEM...3 ESCOPO DA
Processo de Implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade
3 Processo de Implementação de um Sistema de Gestão da Qualidade Não existe um jeito único de se implementar um sistema da qualidade ISO 9001: 2000. No entanto, independentemente da maneira escolhida,
Introdução. Criar um sistema capaz de interagir com o ambiente. Um transdutor é um componente que transforma um tipo de energia em outro.
SENSORES Introdução Criar um sistema capaz de interagir com o ambiente. Num circuito eletrônico o sensor é o componente que sente diretamente alguma característica física do meio em que esta inserido,
SENSOR DE FUMAÇA SEM FIO STK 916 SENSOR DE FUMAÇA SEM FIO STK
SENSOR DE FUMAÇA SEM FIO STK 916 www.samtek.com.br Agradecemos a sua preferência por nossos produtos. Nossos produtos possuem vários certificados nacionais e internacionais sendo projetados de modo a oferecer
