GARRAFAS HIDRÁULICAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "GARRAFAS HIDRÁULICAS"

Transcrição

1 GARRAFAS HIDRÁULICAS

2 Garrafas hidráulicas 1 - OBJETIVO Este manual visa desmistificar e esclarecer dúvidas em relação aos acumuladores de bexiga, também denominados garrafas hidráulicas, facilitando o trabalho em campo dos Operadores destes vasos de pressão, garantindo uma operação adequada, segura e de baixo custo, possibilitando uma maior vida útil, com máxima disponibilidade do equipamento, em virtude de redução de falhas e quebras inesperadas, através de uma manutenção adequada, realizada por pessoal qualificado, baseado nas Normas Técnicas pertinentes. 2 - INTRODUÇÃO Os acumuladores de bexiga ou garrafas hidráulicas, possuem uma larga utilização: - Armazenamento de energia; - Suprimento de bancadas de teste com energia; - Compensação de óleo em virtude de perdas ou fugas; - Manutenção de pressão constante; - Amortecimento de golpes de pressão; - Amortecimento de ruídos; - Compensação de peso. Fig.1 Croqui de Garrafa Hidráulica em corte Em usinas de açúcar e álcool, as garrafas hidráulicas são utilizadas para controle de pressão nos cabeçotes das moendas, possibilitando uma flutuação do cabeçote decorrente da variação de cana durante a moagem. A vida útil da moenda está diretamente ligada à carga hidráulica aplicada nos mancais, sendo de suma importância seu controle, a fim de evitar desgaste excessivo. O princípio de funcionamento do sistema e o controle da carga hidráulica obedece critérios técnicos e de segurança e pode ser melhor entendido pela figura: Fig2 Esquema de sistema de lubrificação

3 1 - Reservatório de óleo; 2 - Bomba hidráulica; 3 - Garrafa hidráulica; 4 - Válvula de alívio; 5 - Válvula de distribuição; 6 - válvula de óleo; 7 - Válvula de nitrogênio; 8 - Saída para cabeçote. Uma bomba hidráulica dimensionada de acordo com as características do sistema hidráulico, recalca o óleo filtrado do reservatório para a cruzeta de distribuição, ligada às garrafas pela tubulação de alimentação de óleo. A tubulação de alimentação de óleo deve possuir uma válvula de alívio e um instrumento de indicação de pressão (manômetro) calibrados, para garantir a segurança de operação do sistema. Na parte inferior da garrafa há uma derivação da tubulação, por onde a garrafa é ligada ao cabeçote hidráulico da moenda. Como a bomba pressuriza toda a tubulação de alimentação, a garrafa e o cabeçote também serão pressurizados e ao atingir a pressão de trabalho a bomba é desligada e o controle de pressão do sistema é realizado pela garrafa hidráulica, quando há uma oscilação no cabeçote aumentando a pressão, a garrafa absorve esta variação. Cessando a força originária, a garrafa restabelece o equilíbrio do sistema pela válvula de óleo, que por sua vez possui o mesmo princípio de funcionamento de uma válvula de retenção com retorno por mola. Uma das saídas da cruzeta de distribuição é ligada ao reservatório para alívio da pressão do sistema no caso de sobrepressão. Para operação do sistema, são necessárias válvulas de bloqueio, para manter o sistema pressurizado, mantendo a bomba hidráulica desligada. A bomba hidráulica é ligada no início da operação para estabelecer a pressão de trabalho e desligada em seguida, somente sendo ligada no caso de queda de pressão do sistema, ou seja, a bomba passa a maior parte do tempo desligada, isto justifica economicamente o uso de garrafas hidráulicas, pois seu custo operacional é baixo e tecnicamente sua eficiência é muito boa. Na saída da bomba hidráulica aconselha-se a utilização de um manômetro para verificação de seu funcionamento e de uma válvula de retenção a fim de evitar refluxo pela bomba. Durante a operação do sistema é imprescindível a verificação dos equipamentos, acessórios, tubulações e sistemas de segurança, de acordo com procedimentos, manuais de fabricantes, normas técnicas e legislação vigente, seguindo uma lista de verificação conforme abaixo: - Verificação de vazamentos; - Verificação do funcionamento da bomba hidráulica (ruído, vibração, temperatura, etc.); - Limpeza periódica do filtro de óleo; - Verificação de estanqueidade das válvulas de bloqueio; - Teste de abertura das válvulas de alívio; - Verificação da pintura externa da garrafa; Quando o sistema estiver fora de funcionamento, outras ações devem ser tomadas: - Calibração / aferição dos manômetros; - Manutenção preventiva da bomba hidráulica; - Calibração periódica das válvulas de alívio; - Inspeção periódica na garrafa hidráulica (vaso de pressão), sendo realizado por Profissional Habilitado, descrito no item da NR13; - Manutenção preventiva na válvula de óleo da garrafa; - Verificação periódica da bexiga. Observação: Todos os itens acima citados, devem ser executados por pessoal treinado e qualificado. 3 - VASOS DE PRESSÃO Vasos de pressão são equipamentos ou recipientes estanques de qualquer tipo, dimensão, formato ou finalidade, capazes de conter um fluido pressurizado. Os vasos de pressão são utilizados em indústrias alimentícias, químicas, farmacêuticas, refinarias de petróleo, centrais termoelétricas, entre outras. Basicamente são 3 condições específicas que tornam os vasos de pressão equipamentos que necessitam de alto grau de confiabilidade durante a operação: - Trabalho em regime de operação contínuo e severo, em função da falta de paradas para manutenções, inspeções diárias ou a curto prazo;

4 - A falha ou parada, obriga geralmente a paralisação de toda a instalação gerando prejuízos por perda de produção e manutenção não planejada; - Elevada condição de risco, por trabalhar com fluidos inflamáveis, tóxicos, explosivos ou com alta temperatura e pressão. De forma geral os vasos de pressão são classificados: - Vasos não sujeitos a chama: vasos de armazenamento ou acumulação, reatores, esferas de armazenamento, garrafas hidráulicas, autoclaves, condensadores, refervedores, etc. - Vasos sujeitos a chama: caldeiras e fornos. O objetivo deste manual é tratar de vasos de pressão não sujeitos a chama. No Brasil a norma que trata de vasos de pressão é a NR13, nos itens 13.6 e subsequentes. Esta norma visa classificar as caldeiras e vasos de pressão em função de dados de projeto e estabelecer entre outros itens a freqüência de inspeção e periodicidade dos testes. A NR13 não especifica como executar a inspeção e os testes, são necessárias normas específicas como o ASME, ANSI, ABNT e API, para obter procedimentos de execução. 4 - PROJETO O código mais utilizado para projeto e fabricação de vasos de pressão é o ASME, seção VIII, divisão 1. A definição do campo de aplicação desta norma, considera as condições às quais ela não se aplica: - Recipientes regulamentados por outras seções do código ASME; - Vasos que operam em pressões internas ou externas inferiores a 15 psi (1,01 kgf/cm²); - Vasos cujo diâmetro não excede 6 polegadas (152.4 mm), independente de seu comprimento; - Qualquer sistema pressurizado cuja principal função é transporte de fluidos, ou seja, tubulação e seus acessórios; - Instrumentos e dispositivos de controle; - Vasos que trabalham com água a temperaturas inferiores a 99ºC e pressão inferior a 21.1 kgf/cm²; - Aquecedores (fornos e caldeiras) sujeitos a chama; - Componentes de equipamentos mecânicos rotativos ou alternativos. A norma API (Inspeção de Vasos de Pressão) adota a mesma definição do ASME e acrescenta algumas restrições: - Vasos usados para transporte em caminhões, navios ou embarcações; - Pulmões de ar que fazem parte de sistemas de freio. A norma brasileira de inspeção em vasos de pressão (norma regulamentadora NR13, do Ministério do Trabalho) caracteriza os vasos como recipientes submetidos a pressão interna ou externa, independente do seu valor absoluto e cujo produto P.V. seja superior a 8,0, onde: - P = Pressão máxima de operação em Mpa; - V = Volume geométrico interno em m³. Equipamentos pressurizados que trabalham com líquidos inflamáveis, combustíveis em temperatura superior a 200ºC, produtos tóxicos, hidrogênio e acetileno independente do produto P.V.. Permutadores de calor também são considerados vasos de pressão. A NR13 estabelece exceções semelhantes àquelas do ASME VIII, destacando-se as seguintes: - Cilindros transportáveis destinados ao transporte de fluidos sob pressão ou a extinção de incêndios; - Vasos utilizados para ocupação humana, tais como os utilizados por mergulhadores; - Partes integrantes de máquinas, tais como bombas, turbinas, compressores, etc. OBS.: Caso o recipiente esteja interligado com a carcaça da máquina por um trecho de tubo ele não deve ser considerado como sua parte integrante, independente de estarem contidos no mesmo invólucro ou da máquina estar instalada sobre o vaso, como no caso de compressores de ar de borracharias. - Tanques de armazenamento não enquadrados em códigos de projeto de vasos; - Dutos e tubulações (sistemas cuja principal função é o transporte de fluidos); - Serpentinas para troca térmica; - Vasos com diâmetros inferiores a 1500 mm que operem com fluidos classes B, C ou D, definidos no anexo IV da NR13. Independente da categoria do vaso, todos devem possuir:

5 - Placa de Identificação, fixada no vaso, em local visível contendo informações referentes as condições de projeto e instalação selecionadas por norma; Prontuário, contendo os dados do projeto do vaso, como materiais, processos de fabricação, inspeções e testes realizados e qualificação da mão de obra utilizada; - Registro de Segurança, contendo todas as informações pertinentes à ocorrências e manutenções que possam influir na segurança do vaso; - Projeto de Instalação, Alteração ou Reparo, caracterizando as instalações onde o vaso está localizado, reparos ou alterações realizadas, sempre com a responsabilidade de um Profissional Habilitado; - Relatórios de Inspeção, registro e inspeções realizadas, situação do vaso, testes realizados, tipo de inspeção e data limite para a execução da próxima inspeção. De acordo com a NR13 a periodicidade para a execução das inspeções periódicas deve obedecer os limites máximos conforme tabela: CATEGORIA EXAME EXTERNO EXAME INTERNO TESTE HIDROSTÁTICO I 1 ano 3 anos 6 anos II 2 anos 4 anos 8 anos III 3 anos 6 anos 12 anos IV 4 anos 8 anos 16 anos V 5 anos 10 anos 20 anos OBS.: A NR13 estabelece os prazos máximos, porém fica a critério do Profissional Habilitado a determinação da próxima inspeção, de acordo com o resultado das inspeções anteriores e atual e histórico do equipamento. Na impossibilidade de execução do exame interno, este poderá ser substituído por teste hidrostático. Todo vaso deve conter obrigatoriamente válvula ou outro dispositivo de segurança com abertura ajustada em um valor igual ou inferior a PMTA (Pressão Máxima de Trabalho Admissível) e instrumento que indique a pressão de operação (manômetro). Os instrumentos e controle de vasos de pressão devem ser calibrados e aferidos periodicamente por empresa especializada, devendo ainda constar relatório devidamente assinado por Profissional Capacitado. Para vasos categoria I e II é obrigatório um manual de operação que contenha procedimentos específicos adotados em manobras operacionais, como: partida, emergências, parada, segurança e preservação do meio ambiente. Além disso os Operadores devem ser treinados, conforme requisitos especificados a NR13, ou seja, o profissional deve possuir um treinamento em Segurança na Operação em Unidades de Processo. Para qualquer categoria de vaso, o empregador deve propiciar aos operadores reciclagens, informando as condições físicas e operacionais dos equipamentos, atualização técnica, informações de segurança, etc. 5 - MANUTENÇÃO, INSPEÇÃO E TESTE Desde a fabricação os vasos devem ser inspecionados quanto a materiais, procedimento de execução, controle de qualidade e qualificação da mão de obra, obedecendo seu código de projeto. Quando desconhecido o código do projeto, deverá ser respeitada a concepção original do vaso, empregando-se procedimentos de controle definidos por um Profissional Habilitado. Após a fabricação, ou seja, durante a operação os vasos devem ser inspecionados periodicamente, por exame externo, exame interno e realização de teste hidrostático, de acordo com a NR-13. No caso específico de acumuladores de bexiga (garrafas hidráulicas), a garrafa deverá obedecer todas as exigências e possuir documentação específica para vaso de pressão. Quando um acumulador de bexiga for submetido a inspeção periódica ou reforma, deverá ser seguida uma sequência de ações para garantir a qualidade da execução RECEBIMENTO - Verificação externa; - Jateamento; Nesta fase a garrafa recebe um número, que será utilizado em toda a manutenção para garantir a rastreabilidade da mesma.

6 5.2. DESMONTAGEM - Desmontagem da válvula de nitrogênio; - Desmontagem da válvula de óleo; - Remoção da bexiga INSPEÇÃO - Exame interno da garrafa; - Exame da bexiga; - Verificação da válvula de nitrogênio; - Verificação da válvula de óleo e seus componentes TESTES - Medição de espessura; - Teste hidráulico; - Teste hidrostático. OBS.: Por norma apenas o teste hidrostático é obrigatório, porém a critério do Profissional Habilitado, outros não destrutivos poderão ser solicitados. ensaios A função do teste hidrostático é comprovar a resistência mecânica da garrafa e proporcionar uma redução das tensões residuais de soldagem, que ocorrem durante a fabricação ou reparos, melhorando muito o comportamento mecânico do vaso de pressão. Para a realização do teste hidrostático, deve-se utilizar mais de um manômetro, os quais deverão estar calibrados, para garantir a confiabilidade da medição. A norma Petrobrás N-269 recomenda que o teste hidrostático seja realizado conforme figura: Procedimento para Teste Hidrostático 1,5 Pressão de teste 1 1,0 Pt 0,65 Pt 0,5 0,5 Pt Tempo [minutos] A medição de espessura auxilia na verificação da PMTA, em função da mínima espessura encontrada, nos pontos determinados. Sempre que o valor de espessura encontrado for menor que a mínima estabelecida, a PMTA deverá ser recalculada, ficando a critério do proprietário do vaso optar por substituir o vaso ou utilizá-lo com PMTA reduzida. A bexiga não deverá estar ressecada e suas imendas deverão estar em perfeito estado de conservação, caso seja reprovada pelo Controle de Qualidade a bexiga deverá ser destruída a fim de evitar seu uso por engano ou descuido. A válvula de óleo deverá ser desmontada e limpa e seus componentes inspecionados, principalmente a mola, que é o acessório que garante o perfeito funcionamento da garrafa.

7 5.5. MONTAGEM A montagem do acumulador de bexiga deve ser feita de forma sistemática, utilizando peças adequadas, sejas essas novas ou usadas, desde que aprovadas pelo Controle de Qualidade. Primeiramente monta-se a bexiga, lubrificando-a para facilitar a introdução, prendendo a válvula de óleo com a mola contraída a fim de evitar danos à bexiga. Na outra extremidade da garrafa, prende-se a bexiga através da válvula de nitrogênio. Estando a bexiga introduzida e presa na garrafa, inicia-se uma pré-pressurização para a acomodação da bexiga, realizando em seguida a pressurização final de acordo com a calibração solicitada pelo cliente CALIBRAÇÃO Para a execução da calibração da bexiga deve-se utilizar uma bancada adequada, com instrumentos calibrados e dimensionados dentro de padrões técnicos e de segurança. A pressurização da bexiga deve ocorrer de forma lenta para evitar danos à bexiga. Realizada a calibração da bexiga, inicia-se a calibração da garrafa, verificando seu funcionamento. Injetando lentamente óleo hidráulico na garrafa através da válvula de óleo, até atingir a pressão de trabalho e mantendo a garrafa pressurizada por 30 minutos, verificando sua estanqueidade. Para a execução do teste de estanqueidade deve-se utilizar uma bancada de teste adequada, com instrumentos calibrados e dimensionados conforme padrões técnicos e de segurança. O óleo contido na garrafa durante o teste é drenado ao final do mesmo, mantendo a garrafa apenas com a carga de nitrogênio da bexiga, reduzindo o risco durante as fases seguintes PINTURA Toda garrafa hidráulica após aprovada deve ser pintada com uma demão de fundo e uma de acabamento. Apesar de haver uma norma para padronização de cores de acordo com o fluido de trabalho, na prática é comum para este tipo de equipamento a utilização de cores de acordo com a instalação, ou seja, a cor é utilizada somente para identificação do equipamento e não do fluido de serviço IDENTIFICAÇÃO A identificação final de inspeção é obrigatória e deve ser afixada no corpo da garrafa de forma a garantir sua rastreabilidade, não há uma maneira normalizada para a identificação de inspeção/manutenção, o importante no entanto é que esta identificação exista e esteja em local de fácil acesso e indelével. Os dados constantes na placa devem ser no mínimo: - Empresa responsável pela manutenção; - Categoria do vaso, de acordo com a NR-13; - PMTA; - Pressão de teste hidrostático; - Identificação; - Número de série. Para cada garrafa hidráulica inspecionada deve ser emitido um Relatório de Inspeção, de acordo com a NR-13, o qual fará parte de sua documentação, constituindo o histórico do equipamento EXPEDIÇÃO A expedição da garrafa hidráulica para o cliente, deverá ser feita em engradados de madeira ou suportes de chapas individuais ou em conjuntos, desde que haja entre elas uma divisória evitando o choque entre elas, garantindo sua integridade física. 6 - REFERÊNCIAS - ASME American Society Mechanical Engeneers, section I e VIII. - API American Petroleum Institute - ANSI American National Standard Institute - ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas - NR 13 Caldeiras e Vasos de Pressão - ASTM American Society for Testing and Material - TELLES, Pedro C. Silva. Vasos de Pressão. Editora LTC, Rio de Janeiro, SILVA, Adelino Carlos Leandro da. Vasos de Pressão Teoria. Petrobras Petróleo Brasileiro S.A. Sedes/ CEN-SUD. Rio de Janeiro.

CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho

CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho Caldeiras a Vapor São equipamentos destinados a produzir e acumular vapor sob pressão superior á atmosférica,

Leia mais

NR 13 NORMA REGULAMENTADORA 13

NR 13 NORMA REGULAMENTADORA 13 NR 13 NORMA REGULAMENTADORA 13 CUSTOS VISÍVEIS MÃO DE OBRA MATERIAIS SERVIÇOS DE TERCEIROS C U S T O S I N V I S I V E I S CUSTO DE MANUTENÇÃO / CUSTOS TOTAIS CUSTO DE MANUTENÇÃO / FATURAMENTO CUSTOS

Leia mais

NR - 13 Caldeiras e Vasos de Pressão

NR - 13 Caldeiras e Vasos de Pressão 1. Introdução 2. Tipos a. Aquotubular b. Flamotubular c. Mistas 3. Partes internas a. Economizadores b. Paredes dágua c. Superaquecedores d. Feixes tubulares e. Válvulas 4. Partes Externas a. Desaeradores

Leia mais

Vasos de Pressão. Ruy Alexandre Generoso

Vasos de Pressão. Ruy Alexandre Generoso Vasos de Pressão Ruy Alexandre Generoso VASOS DE PRESSÃO DEFINIÇÃO: São equipamentos que contêm fluidos sob pressão, cujo produto P x V seja superior a 8. Em que: Pressão (Kpa) Volume (m 3 ) VASOS DE PRESSÃO

Leia mais

todos os equipamentos enquadrados como caldeiras conforme item 13.4.1.1;

todos os equipamentos enquadrados como caldeiras conforme item 13.4.1.1; Item nº TEXTO ATUAL TEXTO PROPOSTO 13.2.1 a) todos os equipamentos enquadrados como caldeiras conforme item 13.4.1.1; todos os equipamentos enquadrados como caldeiras conforme item 13.4.1.1 e 13.4.1.2;

Leia mais

NR-13 - CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO

NR-13 - CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO NR-13 - CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO DADOS DA INSPEÇÃO Órgão Responsável pelo Estabelecimento Endereço CNAE Inspetor (es) Estabelecimento Contato Numero de Servidores Referências técnicas (Além desta NR)

Leia mais

CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO

CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO Construindo Juntos! Seu trabalho fortalece a indústria NR-13 CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO 1/7 NR-13 Caldeiras e Vasos de Pressão 13.1 Caldeiras a Vapor Disposições Gerais 13.2 Instalação de Caldeiras a

Leia mais

FRIGORÍFICAS FICAS NORMA NBR - 16069 SEGURANÇA A EM SISTEMAS DE REFRIGERAÇÃO

FRIGORÍFICAS FICAS NORMA NBR - 16069 SEGURANÇA A EM SISTEMAS DE REFRIGERAÇÃO SEGURANÇA A EM INSTALAÇÕES FRIGORÍFICAS FICAS NORMA NBR - 16069 SEGURANÇA A EM SISTEMAS DE REFRIGERAÇÃO ÃO 28/5/2009 Palestrante: eng Mauricio 1 Os textos da Norma foram baseados na Ashrae Standard 15

Leia mais

Normas para caldeiras

Normas para caldeiras Normas para caldeiras Normas de projeto e fabricação: No Brasil a norma mais adotada é o código ASME seção I da American Society of Mechanical Engineers ABNT: NB 227 Código para projeto e construção de

Leia mais

COMPRESSORES DE AR ELÉTRICO COM VASO DE PRESSÃO

COMPRESSORES DE AR ELÉTRICO COM VASO DE PRESSÃO COMPRESSORES DE AR ELÉTRICO COM VASO DE PRESSÃO I. CUIDADOS NA INSTALAÇÃO DO EQUIPAMENTO Antes de operar o compressor de ar elétrico com vaso de pressão, assegure-se de que sua instalação tenha sido executada

Leia mais

Lista de cargos e funções disponíveis no Consórcio Ipojuca

Lista de cargos e funções disponíveis no Consórcio Ipojuca Lista de cargos e funções disponíveis no Consórcio Ipojuca 1. INSPETOR CONTROLE DE QUALIDADE- Atuar com inspeção de processos / final, ensaios de rotina, controle de qualidade e verificação de falhas na

Leia mais

Qualificação de Procedimentos

Qualificação de Procedimentos Qualificação de Procedimentos Os equipamentos em geral são fabricados por meio de uniões de partes metálicas entre si empregando-se soldas. Há, portanto a necessidade de se garantir, nestas uniões soldadas,

Leia mais

NR -13 NR-13 16/03/2015

NR -13 NR-13 16/03/2015 NR -13 NR-13 Um marco histórico da mencionada regulamentação foi a criação do primeiro código estadual norte-americano de projeto e fabricação de caldeiras em 1908. Esta iniciativa pioneira foi tomada

Leia mais

14 ASPECTOS BÁSICOS PARA SELEÇÃO E ESPECIFICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE PROCESSO

14 ASPECTOS BÁSICOS PARA SELEÇÃO E ESPECIFICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE PROCESSO 14 ASPECTOS BÁSICOS PARA SELEÇÃO E ESPECIFICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE PROCESSO Há certos parâmetros que são desejados em todos os tipos de equipamentos de processo, como: FUNCIONALIDADE EFICÁCIA CONFIABILIDADE

Leia mais

Manual de Instruções TORVEL. Unidade de Potência Hidráulica S10014L3-45. Manual Técnico. Unidade de Potência Hidráulica S10014L3-45

Manual de Instruções TORVEL. Unidade de Potência Hidráulica S10014L3-45. Manual Técnico. Unidade de Potência Hidráulica S10014L3-45 Manual Técnico 1 Índice 1. Precauções de segurança...3 2. Diagrama hidropneumático...4 3. Principais componentes e suas funções...5 4. Características técnicas...6 e 7 5. Instalação...8 e 9 6. Componentes

Leia mais

Teste Hidrostático. Projeto de Dutos

Teste Hidrostático. Projeto de Dutos Teste hidrostático Definição (NBR 12712) Teste (ensaio) de pressão com água, que demonstra que um tubo ou um sistema de tubulação possui resistência mecânica compatível com suas especificações ou suas

Leia mais

DOCUMENTOS E AVISOS DE AFIXAÇÃO OBRIGATÓRIA PELOS EMPREGADORES

DOCUMENTOS E AVISOS DE AFIXAÇÃO OBRIGATÓRIA PELOS EMPREGADORES DOCUMENTOS E AVISOS DE AFIXAÇÃO OBRIGATÓRIA PELOS EMPREGADORES [email protected] Existem documentos e avisos que, por determinação legal, devem obrigatoriamente, permanecerem afixados em local

Leia mais

Portaria n.º 255, de 29 de maio de 2014.

Portaria n.º 255, de 29 de maio de 2014. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 255, de 29 de maio de 2014. O PRESIDENTE

Leia mais

VÁLVULAS DE SEGURANÇA

VÁLVULAS DE SEGURANÇA VÁLVULAS DE SEGURANÇA 1 - OBJETIVO Este manual visa desmistificar e esclarecer dúvidas em relação às Válvulas de Segurança, facilitando o trabalho em campo dos Operadores de Caldeiras e Vasos de Pressão,

Leia mais

SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO CENTRALIZADA. Bomba Hidráulica Manual Bomba Hidráulica Automática Distribuidores

SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO CENTRALIZADA. Bomba Hidráulica Manual Bomba Hidráulica Automática Distribuidores SISTEMA DE UBRIFICAÇÃO CENTRAIZADA Bomba Hidráulica Manual Bomba Hidráulica Automática Distribuidores SISTEMA DE UBRIFICAÇÃO CENTRAIZADA 1 - OBJETIVO Este manual objetiva fornecer instruções técnicas para

Leia mais

TR Tanque Flash. 1. Termo de garantia. 2. Informações gerais de segurança. 3. Informações de segurança específicas do produto

TR Tanque Flash. 1. Termo de garantia. 2. Informações gerais de segurança. 3. Informações de segurança específicas do produto 1.753.000.080 IM-D176-01 BR Rev.00 TR Tanque Flash Manual de Instalação e Manutenção 1. Termo de garantia 2. Informações gerais de segurança 3. Informações de segurança específicas do produto 4. Informações

Leia mais

Normas da ABNT precisam ser seguidas

Normas da ABNT precisam ser seguidas Normas da ABNT precisam ser seguidas Além das leis ambientais e toda a burocracia que o negócio da revenda exige, o revendedor precisa realizar os procedimentos de acordo com as normas da Associação Brasileira

Leia mais

1 e 2... devem contemplar no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, além dos requisitos previstos na Norma Regulamentadora n.

1 e 2... devem contemplar no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, além dos requisitos previstos na Norma Regulamentadora n. ANEXO I da NR-20 1 e 2.... devem contemplar no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, além dos requisitos previstos na Norma Regulamentadora n.º 9: a) o inventário e características dos inflamáveis

Leia mais

CURSO TÉCNICO DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS BIOMÉDICOS. Mecânica da Autoclave

CURSO TÉCNICO DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS BIOMÉDICOS. Mecânica da Autoclave CURSO TÉCNICO DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS BIOMÉDICOS Mecânica da Autoclave INTRODUÇÃO Grande demanda de pacientes Avanço da medicina, equipamentos sofisticados e complexos Necessidade da manutenção Capacitação

Leia mais

NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 032/DAT/CBMSC) CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO

NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 032/DAT/CBMSC) CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS - DAT NORMAS DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 032/DAT/CBMSC)

Leia mais

MODELO P UL. Válvula de Governo e Alarme. Descrição do Produto. Operação. Especificações

MODELO P UL. Válvula de Governo e Alarme. Descrição do Produto. Operação. Especificações Válvula de Governo e Alarme MODELO P UL Descrição do Produto As válvulas de governo e alarme são dispositivos de retenção instalados entre o sistema de abastecimento e a linha de combate à incêndio. Em

Leia mais

1 INSPEÇÃO DA INSTALAÇÃO ELÉTRICA CONFORME A NBR 5410

1 INSPEÇÃO DA INSTALAÇÃO ELÉTRICA CONFORME A NBR 5410 1 INSPEÇÃO DA INSTALAÇÃO ELÉTRICA CONFORME A NBR 5410 A segurança sempre está em pauta em nossas vidas e com a eletricidade não deve ser diferente. Durante a utilização normal das instalações elétricas

Leia mais

PETRÓLEO E GÁS. Os serviços da Cugnier abrangem:

PETRÓLEO E GÁS. Os serviços da Cugnier abrangem: PETRÓLEO E GÁS Os serviços da Cugnier abrangem: PETRÓLEO E GÁS A Cugnier está credenciada junto à estatal Petrobras através do CRCC (Certificado de Registro e Classificação Cadastral), possuindo aprovação

Leia mais

IT - 16 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO

IT - 16 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO IT - 16 SISTEMA DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências Normativas 4 Definições 5 Generalidades gerais 6- Procedimentos 7 Certificação e validade/garantia INSTRUÇÃO

Leia mais

ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL

ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO GERAL 1 OBJETIVO: Padronizar os diversos tipos de sistemas de bomba de incêndio das edificações, seus requisitos técnicos, componentes, esquemas elétricos-hidráulicos e memória de cálculo, de acordo com os parâmetros

Leia mais

Acumuladores hidráulicos

Acumuladores hidráulicos Tipos de acumuladores Compressão isotérmica e adiabática Aplicações de acumuladores no circuito Volume útil Pré-carga em acumuladores Instalação Segurança Manutenção Acumuladores Hidráulicos de sistemas

Leia mais

Portaria n.º 248, de 28 de maio de 2014.

Portaria n.º 248, de 28 de maio de 2014. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO Portaria n.º 248, de 28 de maio de 2014. O PRESIDENTE

Leia mais

Manual de Instruções. Poços de Proteção. Exemplos

Manual de Instruções. Poços de Proteção. Exemplos Manual de Instruções oços de roteção Exemplos Manual de Instruções de oços de roteção ágina 3-11 2 Índice Índice 1. Instruções de segurança 4 2. Descrição 4 3. Condições de instalação e instalação 5 4.

Leia mais

2. DEFINIÇÃO E CONCEITO

2. DEFINIÇÃO E CONCEITO 1/5 1. OBJETIVO Estabelecer procedimentos para controlar todos os equipamentos e instrumentos do Laboratório do Grupo Santa Helena garantindo suas inspeções, manutenções e calibrações de forma a mantê-los

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN nº 032/DAT/CBMSC) INSTALAÇÕES ESPECIAIS: CALDEIRA ESTACIONÁRIA A VAPOR

INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN nº 032/DAT/CBMSC) INSTALAÇÕES ESPECIAIS: CALDEIRA ESTACIONÁRIA A VAPOR ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA DO CIDADÃO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS - DAT INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN nº 032/DAT/CBMSC) INSTALAÇÕES ESPECIAIS:

Leia mais

27 Sistemas de vedação II

27 Sistemas de vedação II A U A UL LA Sistemas de vedação II Ao examinar uma válvula de retenção, um mecânico de manutenção percebeu que ela apresentava vazamento. Qual a causa desse vazamento? Ao verificar um selo mecânico de

Leia mais

Sistema de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional Identificação: PROSHISET 06

Sistema de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional Identificação: PROSHISET 06 Extintores de Incêndio Portáteis. Revisão: 00 Folha: 1 de 7 1. Objetivo Assegurar que todos os canteiros de obras atendam as exigências para utilização dos extintores de incêndio portáteis de acordo com

Leia mais

FILTRO COALESCENTE PARA GLP FASE VAPOR MODELO : F G L 5000 E. Manual de Informações Técnicas, Instalação e Manutenção

FILTRO COALESCENTE PARA GLP FASE VAPOR MODELO : F G L 5000 E. Manual de Informações Técnicas, Instalação e Manutenção Página1 UTILIZAÇÃO FILTRO COALESCENTE PARA GLP FASE VAPOR MODELO : F G L 5000 E Manual de Informações Técnicas, Instalação e Manutenção Para remoção de Oleína (*) em sistemas que utilizam GLP. Segundo

Leia mais

NR-13 CALDEIRAS, VASOS DE PRESSÃO E TUBULAÇÕES

NR-13 CALDEIRAS, VASOS DE PRESSÃO E TUBULAÇÕES NR-13 CALDEIRAS, VASOS DE PRESSÃO E TUBULAÇÕES Publicação D.O.U. Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 06/07/78 Alterações/Atualizações D.O.U. Portaria SSMT n.º 12, de 06 de junho de 1983 14/06/83

Leia mais

Manual de Instalação, Operação e Manutenção Válvulas Gaveta, Globo e Retenção Informações Gerais Precauções e Recomendações Manuseio e Armazenamento

Manual de Instalação, Operação e Manutenção Válvulas Gaveta, Globo e Retenção Informações Gerais Precauções e Recomendações Manuseio e Armazenamento Informações Gerais Para garantir a qualidade e a vida útil de uma válvula é necessário verificar a instalação, aplicação, bem como o seu material de acordo com o fluido que será utilizado e uma manutenção

Leia mais

DISPOSITIVO PARA REALIZAR A RETIRADA E INSTALAÇÃO DO CONJUNTO CHOQUE E TRAÇÃO DOS VAGÕES.

DISPOSITIVO PARA REALIZAR A RETIRADA E INSTALAÇÃO DO CONJUNTO CHOQUE E TRAÇÃO DOS VAGÕES. . DISPOSITIVO PARA REALIZAR A RETIRADA E INSTALAÇÃO DO CONJUNTO CHOQUE E TRAÇÃO DOS VAGÕES. RESUMO Com a evolução dos tempos a técnica ferroviária foi sendo aperfeiçoada de tal maneira que se formar homens

Leia mais

GUIA DE MANUTENÇÃO BARRAMENTOS ELÉTRICOS CANALIS CANALIS

GUIA DE MANUTENÇÃO BARRAMENTOS ELÉTRICOS CANALIS CANALIS GUIA DE MANUTENÇÃO BARRAMENTOS ELÉTRICOS CANALIS CANALIS OBJETIVO Estabelecer uma seqüência de manutenção preventiva e corretiva dos Barramentos Blindados, KB Iluminação, KU Média Potência, KGF/KLF Forte

Leia mais

Manual de Reservatório de PRFV Vetro

Manual de Reservatório de PRFV Vetro Índice: 1. Introdução...2 2. Características dos reservatórios Vetro...2 a) Liner...2 b) Estrutura...2 c) Flanges...2 d) Etiqueta...2 3. Modelos de reservatórios...3 4. Testes de Qualidade...4 5. Recomendações

Leia mais

Sistema de Proporcionamento Bomba dosadora de LGE Fire Dos

Sistema de Proporcionamento Bomba dosadora de LGE Fire Dos Sistema de Proporcionamento Bomba dosadora de LGE Fire Dos Descrição A bomba dosadora de LGE FIRE DOS é o mais versátil sistema de proporcionamento existente no mercado. Este revolucionário sistema de

Leia mais

LUPATECH S.A Unidade Metalúrgica Ipê

LUPATECH S.A Unidade Metalúrgica Ipê CAVITAÇÃO 1. Descrição: Para melhor entendimeto iremos descrever o fenomeno Cavitação Cavitação é o nome que se dá ao fenômeno de vaporização de um líquido pela redução da pressão, durante seu movimento.

Leia mais

Este catálogo tem o objetivo de facilitar a identificação dos componentes, agilizando a reposição dos mesmos.

Este catálogo tem o objetivo de facilitar a identificação dos componentes, agilizando a reposição dos mesmos. PARA O USUÁRIO Este catálogo tem o objetivo de facilitar a identificação dos componentes, agilizando a reposição dos mesmos. PARA SOLICITAR AS PEÇAS Entre em contato com nosso representante mais próximo,

Leia mais

Este catálogo tem o objetivo de facilitar a identificação dos componentes, agilizando a reposição dos mesmos.

Este catálogo tem o objetivo de facilitar a identificação dos componentes, agilizando a reposição dos mesmos. PARA O USUÁRIO Este catálogo tem o objetivo de facilitar a identificação dos componentes, agilizando a reposição dos mesmos. PARA SOLICITAR AS PEÇAS Entre em contato com nosso representante mais próximo,

Leia mais

MEIOS DE LIGAÇÃO DE TUBOS

MEIOS DE LIGAÇÃO DE TUBOS MEIOS DE LIGAÇÃO DE TUBOS Ligações rosqueadas; Ligações soldadas; Ligações flangeadas; Ligações de ponta e bolsa; Outras Ligações: - Ligações de compressão; - Ligações patenteadas. 1 Fatores que influenciam

Leia mais

NORMA TÉCNICA N o 16 SISTEMAS DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO

NORMA TÉCNICA N o 16 SISTEMAS DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO ANEXO XVI AO DECRETO N o 3.950, de 25 de janeiro de 2010. NORMA TÉCNICA N o 16 SISTEMAS DE PROTEÇÃO POR EXTINTORES DE INCÊNDIO 1. OBJETIVO Esta Norma Técnica estabelece critérios para proteção contra incêndio

Leia mais

Descrever o princípio de funcionamento dos motores Ciclo Otto Identificar os componentes básicos do motor.

Descrever o princípio de funcionamento dos motores Ciclo Otto Identificar os componentes básicos do motor. Objetivos Descrever o princípio de funcionamento dos motores Ciclo Otto Identificar os componentes básicos do motor. Descrição Neste módulo são abordados os princípios de funcionamento do motor Ciclo Otto,

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO. Calibrador Eletrônico de Pneus Arfox Júnior. Rev.0

MANUAL DO USUÁRIO. Calibrador Eletrônico de Pneus Arfox Júnior. Rev.0 MANUAL DO USUÁRIO RUA DO POMAR, 95/97 - VILA DAS MERCÊS 04162-080 SÃO PAULO - SP FONE/FAX: (011) 2165-1221 Site: www.control-liq.com.br - e-mail: [email protected] Calibrador Eletrônico de

Leia mais

Suportes de Tubulações

Suportes de Tubulações Suportes de Tubulações Classificação dos Suportes Destinados a sustentar os pesos Fixos Semimóveis Móveis (Suportes de mola e suportes de contrapeso) Destinados a limitar os movimentos dos tubos Dispositivo

Leia mais

Sua empresa ainda desmonta equipamentos industriais para avaliação de suas condições internas?

Sua empresa ainda desmonta equipamentos industriais para avaliação de suas condições internas? Sua empresa ainda desmonta equipamentos industriais para avaliação de suas condições internas? Reduza custos: Para garantir a durabilidade dos equipamentos, ações de manutenção preditiva e preventiva se

Leia mais

Núcleo de Pós-Graduação Pitágoras Escola Satélite. Curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho

Núcleo de Pós-Graduação Pitágoras Escola Satélite. Curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho Núcleo de Pós-Graduação Pitágoras Escola Satélite Curso de Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho DISCIPLINA Prevenção e Controle de Riscos em máquinas e Equipamentos I AULA 10 NR 13 Caldeiras

Leia mais

Pulverizadores costais manuais. Prof.: Brandão

Pulverizadores costais manuais. Prof.: Brandão Pulverizadores costais manuais Prof.: Brandão PULVERIZADORES COSTAIS Operação Manutenção Regulagem da pulverização PJH O QUE É UM PULVERIZADOR COSTAL MANUAL? - Os pulverizadores Costais Manuais são equipamentos

Leia mais

SÚMULA DAS NORMAS REGULAMENTADORAS NR S. Objetivo: Instruir quanto ao campo de aplicação das NR s e direitos e obrigações das partes.

SÚMULA DAS NORMAS REGULAMENTADORAS NR S. Objetivo: Instruir quanto ao campo de aplicação das NR s e direitos e obrigações das partes. SÚMULA DAS NORMAS REGULAMENTADORAS NR S NR-1 DISPOSIÇÕES GERAIS O campo de aplicação de todas as Normas Regulamentadoras de segurança e medicina do trabalho urbano, bem como os direitos e obrigações do

Leia mais

MANUAL DE FUNCIONAMENTO FILTROS INDUSTRIAIS. G:Manuais/Manuais atualizados/ta

MANUAL DE FUNCIONAMENTO FILTROS INDUSTRIAIS. G:Manuais/Manuais atualizados/ta MANUAL DE FUNCIONAMENTO FILTROS INDUSTRIAIS TA G:Manuais/Manuais atualizados/ta Rev.01 ESQUEMA HIDRÁULICO 1 - INTRODUÇÃO 1.1. - FINALIDADE DESTE MANUAL Este manual proporciona informações teóricas e de

Leia mais

Ar de Alta Qualidade, da Geração à Utilização

Ar de Alta Qualidade, da Geração à Utilização Ar de Alta Qualidade, da Geração à Utilização A qualidade do ar em um sistema de ar comprimido tem variações e todas elas estão contempladas no leque de opções de produtos que a hb ar comprimido oferece.

Leia mais

QUALITY FIX DO BRASIL INDÚSTRIA, COMÉRCIO, IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA. MANUAL DO USUÁRIO CONECTORES QUALITY FIX

QUALITY FIX DO BRASIL INDÚSTRIA, COMÉRCIO, IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO LTDA. MANUAL DO USUÁRIO CONECTORES QUALITY FIX MANUAL DO USUÁRIO CONECTORES QUALITY FIX 1 Sumário Treinamento específico e essencial.... 3 Manutenção, serviço e armazenamento.... 3 Inspeção... 3 Uso... 4 Tempo de vida do Produto.... 4 Garantia... 4

Leia mais

CARACTERÍSTICAS DA STEAM BOILER

CARACTERÍSTICAS DA STEAM BOILER STEAM BOILER CARACTERÍSTICAS DA STEAM BOILER Identificação Marca: HOT AIR Modelo: STEAM BOILER Fabricante: COVILHÃ S BRASIL IND. E COMÉRCIO Ltda. Endereço: AV. IRMÃOS PICARELLI, n 235 CENTRO SOCORRO SP

Leia mais

NR 13 Caldeiras, Vasos de Pressão e Tubulações

NR 13 Caldeiras, Vasos de Pressão e Tubulações NR 13 Caldeiras, Vasos de Pressão e Tubulações Sumário 13.1. Introdução 13.2. Abrangência 13.3. Disposições Gerais 13.4. Caldeiras 13.5. Vasos de Pressão 13.6. Tubulações 13.7. Glossário Anexo I Capacitação

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO PARA EQUIPAMENTOS DE ANESTESIA E SISTEMAS RESPIRATÓRIOS

ROTEIRO DE INSPEÇÃO PARA EQUIPAMENTOS DE ANESTESIA E SISTEMAS RESPIRATÓRIOS ROTEIRO DE INSPEÇÃO PARA EQUIPAMENTOS DE ANESTESIA E SISTEMAS RESPIRATÓRIOS ROTEIRO DE INSPEÇÃO Data da Inspeção / / Equipe Técnica: Finalidade de Inspeção: 1- IDENTIFICÃO DA UNIDADE 1- Nome Fantasia do

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA STR SISTEMA DE TRANSPORTES Nº. 002/2015. Unidade Responsável: Secretaria Municipal do Interior e Transportes CAPÍTULO I

INSTRUÇÃO NORMATIVA STR SISTEMA DE TRANSPORTES Nº. 002/2015. Unidade Responsável: Secretaria Municipal do Interior e Transportes CAPÍTULO I INSTRUÇÃO NORMATIVA STR SISTEMA DE TRANSPORTES Nº. 002/2015 DISPÕE SOBRE AS ROTINAS E PROCEDIMENTOS PARA A REALIZAÇÃO DE MANUTENÇÕES PREVENTIVAS E CORRETIVAS DA FROTA DE VEÍCULOS E NOS EQUIPAMENTOS PESADOS,

Leia mais

MÓDULO 4 4.8.2 - PROCEDIMENTOS DE TESTES DE ESTANQUEIDADE PARA LINHAS DE POLIETILENO PARAGASES E AR COMPRIMIDO

MÓDULO 4 4.8.2 - PROCEDIMENTOS DE TESTES DE ESTANQUEIDADE PARA LINHAS DE POLIETILENO PARAGASES E AR COMPRIMIDO MÓDULO 4 4.8.2 - PROCEDIMENTOS DE TESTES DE ESTANQUEIDADE PARA LINHAS DE POLIETILENO PARAGASES E AR COMPRIMIDO Normas Aplicáveis - NBR 14.462 Sistemas para Distribuição de Gás Combustível para Redes Enterradas

Leia mais

CHECK - LIST - ISO 9001:2000

CHECK - LIST - ISO 9001:2000 REQUISITOS ISO 9001: 2000 SIM NÃO 1.2 APLICAÇÃO A organização identificou as exclusões de itens da norma no seu manual da qualidade? As exclusões são relacionadas somente aos requisitos da sessão 7 da

Leia mais

A importância da Manutenção de Máquina e Equipamentos

A importância da Manutenção de Máquina e Equipamentos INTRODUÇÃO A importância da manutenção em máquinas e equipamentos A manutenção de máquinas e equipamentos é importante para garantir a confiabilidade e segurança dos equipamentos, melhorar a qualidade

Leia mais

TIPO MCS. Câmara de Espuma Argus. Descrição do Produto. Normas aplicáveis. Aplicação. Operação

TIPO MCS. Câmara de Espuma Argus. Descrição do Produto. Normas aplicáveis. Aplicação. Operação Câmara de Espuma Argus TIPO MCS Descrição do Produto As Câmaras Modelo MCS foram desenvolvidas para proporcionar correta expansão e aplicação de espuma no interior de tanques de teto fixo de armazenagem

Leia mais

13.1 Caldeiras a vapor - disposições gerais. 13.1.4 Constitui risco grave e iminente a falta de qualquer um dos seguintes itens: a) fabricante;

13.1 Caldeiras a vapor - disposições gerais. 13.1.4 Constitui risco grave e iminente a falta de qualquer um dos seguintes itens: a) fabricante; NR 13 - Caldeiras e Vasos de Pressão (113.000-5) 13.1 Caldeiras a vapor - disposições gerais. 13.1.1 Caldeiras a vapor são equipamentos destinados a produzir e acumular vapor sob pressão superior à atmosférica,

Leia mais

NR 11. E-Book. NR 11 Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais. E-Book

NR 11. E-Book. NR 11 Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais. E-Book Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais Nós da DPS Consultoria e Assessoria em Segurança do Trabalho, queremos inicialmente manifestar nossa satisfação pelo seu interesse em nosso

Leia mais

NR-13 CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO

NR-13 CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO NR-13 CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO Publicação D.O.U. Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 06/07/78 Alterações/Atualizações D.O.U. Portaria SSMT n.º 12, de 06 de junho de 1983 14/06/83 Portaria

Leia mais

Trabalha nos diversos setores da indústria no Brasil, dentre os quais se destaca:

Trabalha nos diversos setores da indústria no Brasil, dentre os quais se destaca: HSO Hidráulica e Pneumática Ltda, e uma empresa constituída de engenheiros, técnicos e projetistas especializados nos setores de hidráulica e pneumática. Atuam fortemente na engenharia e desenvolvimento,

Leia mais

Esta orientação de inspeção se refere à inspeção em Silos de Cimento, destinados ao transporte de cimento a granel.

Esta orientação de inspeção se refere à inspeção em Silos de Cimento, destinados ao transporte de cimento a granel. Folha 1 de 20 1. Objetiv o Esta orientação de inspeção se refere à inspeção em Silos de Cimento, destinados ao transporte de cimento a 2. Campo de aplicação Esta orientação deverá ser utilizada por todos

Leia mais

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMAS E INSTALAÇÕES

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMAS E INSTALAÇÕES EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMAS E INSTALAÇÕES PROF. RAMÓN SILVA Engenharia de Energia Dourados MS - 2013 2 Áreas de oportunidade para melhorar a eficiência na distribuição de frio Isolamento das tubulações

Leia mais

Fundamentos de Automação. Hidráulica 01/06/2015. Hidráulica. Hidráulica. Hidráulica. Considerações Iniciais CURSO DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL

Fundamentos de Automação. Hidráulica 01/06/2015. Hidráulica. Hidráulica. Hidráulica. Considerações Iniciais CURSO DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL Ministério da educação - MEC Secretaria de Educação Profissional e Técnica SETEC Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Rio Grande Fundamentos de Automação CURSO

Leia mais

1º Workshop. Área de Produtos Perigosos. - Inmetro -

1º Workshop. Área de Produtos Perigosos. - Inmetro - 1º Workshop da Área de Produtos Perigosos - Inmetro - Estanislau Olszanski Filho SBI Sistema Brasileiro de Inspeção Ltda ABTLP / NTC - SP 14 e 15 de dezembro de 2004 RTQ 7 RTQ 32 RTQ 3 RTQ 7c Inspeção

Leia mais

RHS CONTROLS Recursos Hídricos e Saneamento Ltda

RHS CONTROLS Recursos Hídricos e Saneamento Ltda A laje sanitária do poço está em boas condições atendendo a padronização do DAEE. O funcionamento do poço P5 ocorre com timer, no período entre 5:00 e 22:00 horas. Assim, deve-se instalar um sistema de

Leia mais

LPCO₂. Unidades Refrigeradas de Armazenamento. Distribuidor Autorizado. DS 0008/J - Setembro 2011 - Página 1 de 10.

LPCO₂. Unidades Refrigeradas de Armazenamento. Distribuidor Autorizado. DS 0008/J - Setembro 2011 - Página 1 de 10. LPO₂ Unidades Refrigeradas de rmazenamento s Unidades Refrigeradas de rmazenamento de Dióxido de arbono de aixa Pressão da Janus Fire Systems são especificamente projetadas para armazenar o suprimento

Leia mais

INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS

INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 8º Período Turma C01 Disc. Construção Civil II ÁGUA QUENTE 1 UTILIZAÇÃO Banho Especiais Cozinha Lavanderia INSTALAÇÕES

Leia mais

PROGRAMA DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL POR SOLDAGEM

PROGRAMA DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL POR SOLDAGEM PROGRAMA DE MANUTENÇÃO INDUSTRIAL POR SOLDAGEM Know-How no Segmento Industrial de Forjaria A Eutectic Castolin acumulou vasto conhecimento nos principais setores industriais do Brasil e possui um programa

Leia mais

M a n u a l d o M e c â n i c o

M a n u a l d o M e c â n i c o M a n u a l d o M e c â n i c o folder2.indd 1 20/11/2009 14 12 35 Manual do Mecânico GNV GÁS NATURAL VEICULAR Entenda o GNV e saiba quais os cuidados necessários para a manutenção de veículos que utilizam

Leia mais

Lubrificação III. Após a visita de um vendedor de lubrificante. Outros dispositivos de lubrificação

Lubrificação III. Após a visita de um vendedor de lubrificante. Outros dispositivos de lubrificação A U A UL LA Lubrificação III Introdução Após a visita de um vendedor de lubrificante ao setor de manutenção de uma indústria, o pessoal da empresa constatou que ainda não conhecia todos os dispositivos

Leia mais

TANQUES DE ARMAZENAMENTO E AQUECIMENTO DE ASFALTO E COMBUSTÍVEL

TANQUES DE ARMAZENAMENTO E AQUECIMENTO DE ASFALTO E COMBUSTÍVEL TANQUES DE ARMAZENAMENTO E AQUECIMENTO DE ASFALTO E COMBUSTÍVEL TANQUES DE ARMAZENAMENTO E AQUECIMENTO DE ASFALTO E COMBUSTÍVEL A ampla linha de tanques de armazenamento e aquecimento de asfalto da Terex

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR CENTRO DE ATIVIDADES TÉCNICAS

GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR CENTRO DE ATIVIDADES TÉCNICAS GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR CENTRO DE ATIVIDADES TÉCNICAS NORMA TÉCNICA 20/2010 SISTEMAS DE PROTEÇÃO POR CHUVEIROS AUTOMÁTICOS SUMÁRIO 1 OBJETIVO 2 APLICAÇÃO 3 REFERÊNCIAS

Leia mais

Sua confiança em inspeção.

Sua confiança em inspeção. , Sua confiança em inspeção. Inspeção que trás segurança. A TND Inspeções Técnicas trás a experiência de seus gestores, que atuam há mais de 10 anos no seguimento de inspeção. A capacidade técnica de sua

Leia mais

NR-13 CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO

NR-13 CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO NR-13 CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO 13.1 Caldeiras a Vapor - Disposições Gerais 13.1.1 Caldeiras a vapor são equipamentos destinados a produzir e acumular vapor sob pressão superior à atmosférica, utilizando

Leia mais

Perda de Carga e Comprimento Equivalente

Perda de Carga e Comprimento Equivalente Perda de Carga e Comprimento Equivalente Objetivo Este resumo tem a finalidade de informar os conceitos básicos para mecânicos e técnicos refrigeristas sobre Perda de Carga e Comprimento Equivalente, para

Leia mais

MISTURADOR SUBMERSO RÁPIDO MSR

MISTURADOR SUBMERSO RÁPIDO MSR Indústria e Comércio de Bombas D Água Beto Ltda Manual de Instruções MISTURADOR SUBMERSO RÁPIDO MSR Parabéns! Nossos produtos são desenvolvidos com a mais alta tecnologia Bombas Beto. Este manual traz

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO CONSULTA PÚBLICA do ANEXO 8 da NR-15 PROPOSTA DE TEXTO NORMATIVO NR 15 - ATIVIDADES E OPERAÇÕES

Leia mais

Informativo 18/2015. MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO PROMOVE ALTERAÇÕES NA NR 12 Portaria MTE nº 857, de 25 de junho de 2015 - DOU de 26.06.

Informativo 18/2015. MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO PROMOVE ALTERAÇÕES NA NR 12 Portaria MTE nº 857, de 25 de junho de 2015 - DOU de 26.06. Data do boletim informativo Volume 1, Edição 1 Digite o título aqui Informativo 18/2015 MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO PROMOVE ALTERAÇÕES NA NR 12 Portaria MTE nº 857, de 25 de junho de 2015 - DOU de

Leia mais

Considerando que é dever do Estado instaurar condições para a existência de concorrência justa no País, resolve baixar as seguintes disposições:

Considerando que é dever do Estado instaurar condições para a existência de concorrência justa no País, resolve baixar as seguintes disposições: MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria nº 109, de 13 de junho de 2005. O PRESIDENTE DO

Leia mais

EMTV MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DESDE 1956

EMTV MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DESDE 1956 EMTV Elevador de manutenção telescópico vertical MANUAL DE OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO ZELOSO DESDE 1956 PREFÁCIO APLICAÇÃO: Este manual contém informações para a operação e manutenção, bem como uma lista ilustrada

Leia mais

LAUDO TÉCNICO ESPECÍFICO

LAUDO TÉCNICO ESPECÍFICO LAUDO TÉCNICO ESPECÍFICO Conforme NR-10 ACME S.A Ind. Com. 1 de 9 IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO Identificação do Responsável pela Execução do Serviço. Nome: Empresa: Registro: Local de Execução do Serviço.

Leia mais

NR 13 - Caldeiras e Vasos de Pressão (113.000-5)

NR 13 - Caldeiras e Vasos de Pressão (113.000-5) Página 1 de 21 NR 13 - Caldeiras e Vasos de Pressão (113.000-5) 13.1 Caldeiras a vapor - disposições gerais 13.1.1 Caldeiras a vapor são equipamentos destinados a produzir e acumular vapor sob pressão

Leia mais

ULTRA-SOM MEDIÇÃO DE ESPESSURA PROCEDIMENTO DE END PR 036

ULTRA-SOM MEDIÇÃO DE ESPESSURA PROCEDIMENTO DE END PR 036 Página: 1 de 5 1. OBJETIVO Este procedimento fixa as condições mínimas do ensaio não destrutivo por meio de ultra-som para medição de espessura em materiais metálicos, em exames de qualificação do Sistema

Leia mais

Introdução ENERGIA ELÉTRICA: GERAÇÃO, TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO.

Introdução ENERGIA ELÉTRICA: GERAÇÃO, TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO. ENERGIA ELÉTRICA: GERAÇÃO, TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO. Introdução A energia elétrica que alimenta as indústrias, comércio e nossos lares é gerada principalmente em usinas hidrelétricas, onde a passagem

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA INSTALAÇÃO DE REDE DE GÁS NATURAL À NOVA USINA DE ASFALTO

TERMO DE REFERÊNCIA INSTALAÇÃO DE REDE DE GÁS NATURAL À NOVA USINA DE ASFALTO TERMO DE REFERÊNCIA INSTALAÇÃO DE REDE DE GÁS NATURAL À NOVA USINA DE ASFALTO 1. INTRODUÇÃO Este Termo de Referência tem por objetivo estabelecer as exigências técnicas e a metodologia para a contratação

Leia mais

Purgador Termostático Bimetálico Manual de Instalação e Manutenção

Purgador Termostático Bimetálico Manual de Instalação e Manutenção Purgador Termostático Bimetálico Manual de Instalação e Manutenção ÍNDICE Termo de Garantia 1.Descrição 2.Instalação 3.Manutenção 4.Peças de reposição 5.Informações Técnicas 1 TERMO DE GARANTIA A Spirax

Leia mais

Atmosferas Explosivas. Segurança e confiabilidade

Atmosferas Explosivas. Segurança e confiabilidade Atmosferas Explosivas Segurança e confiabilidade Atmosferas Explosivas Quando o assunto é área de risco o uso de produtos apropriados e a manutenção adequada são exigências obrigatórias para atender normas

Leia mais

Sistema de Chuveiros Automáticos

Sistema de Chuveiros Automáticos SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGÓCIOS DA SEGURANÇA PÚBLICA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO Corpo de Bombeiros SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Referências normativas e bibliográficas INSTRUÇÃO TÉCNICA

Leia mais

O SISTEMA DE MANUTENÇÃO COMO FERRAMENTA PARA MELHORIA DE RESULTADOS

O SISTEMA DE MANUTENÇÃO COMO FERRAMENTA PARA MELHORIA DE RESULTADOS O SISTEMA DE MANUTENÇÃO COMO FERRAMENTA PARA MELHORIA DE RESULTADOS Celeste Maria de Almeida (1) Resumo Objetivo do trabalho é demonstrar como os recursos disponíveis no Sistema Informatizado de Manutenção

Leia mais