CONDUTORES NUS PARA LINHAS AÉREAS
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- Yago de Barros Castelo
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1 CONDUTORES NUS PARA LINHAS AÉREAS Cabos de cobre Características e ensaios Elaboração: DTI/LABELEC Homologação: conforme despacho do CA de Edição: 3ª. Anula e substitui a edição de MAI 1987 Emissão: EDP Distribuição Energia, S.A. DTI Direção de Tecnologia e Inovação R. Camilo Castelo Branco, LISBOA Tel.: Fax: [email protected]
2 ÍNDICE 0 INTRODUÇÃO OBJETO CAMPO DE APLICAÇÃO NORMAS E DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA TERMOS E DEFINIÇÕES CARACTERÍSTICAS DOS FIOS DE COBRE Características elétricas e físicas Material Ausência de defeitos Dobragens alternadas Características dos fios de cobre CARACTERÍSTICAS DOS CABOS DE COBRE CABLEADOS Ausência de defeitos Sentido de cableagem Relação de cableagem Soldaduras Secções e composições dos cabos características gerais Comprimentos modulares de entrega e tolerâncias admitidas ENSAIOS Ensaios sobre os fios de cobre Inspeção visual Medição do diâmetro Ensaio de tração e alongamento Ensaio de dobragens alternadas Medição da resistência elétrica Ensaios sobre os condutores cableados Inspeção visual Sentido e relação de cableamento Ensaio de carga de rotura Medição da resistência elétrica Medição da massa por unidade de comprimento Ensaios de receção Dimensão da amostra Definição da amostra Definição de critérios de aceitação ou rejeição do lote Especificação dos ensaios de tipo, de série por amostra e de receção MARCAÇÃO DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 2/16
3 9 CONDIÇÕES RELATIVAS AO ACONDICIONAMENTO DOS CABOS GUIA DE USO APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS ANEXO A - LISTA DE PRODUTOS ESPECIFICADOS ANEXO B - INFORMAÇÃO RELATIVA AO CABO DE COBRE NU ANEXO C - QUADRO DE ENSAIOS DE TIPO DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 3/16
4 0 INTRODUÇÃO O presente documento anula e substitui a edição anterior, elaborada em maio de As alterações mais relevantes desta nova edição são as seguintes: - atualização do documento com base em normalização internacional; - eliminação das secções de 10, 70 e 150 mm 2 ; - nova constituição dos cabos de secções 25, 35 e 50 mm 2. 1 OBJETO O presente documento destina-se a indicar as características e os ensaios dos cabos de cobre nu em uso na EDP Distribuição. 2 CAMPO DE APLICAÇÃO O presente documento aplica-se a cabos de cobre a utilizar na rede de distribuição. Os referidos produtos encontram-se listados no Anexo A. As características da rede de distribuição são indicadas no quadro 1. Quadro 1 Características da rede de distribuição Tensão nominal U n 60 kv 30 kv 15 kv 10 kv Tensão mais elevada (da rede trifásica) U s 72,5 kv 36 kv 17,5 kv 12 kv Regime de neutro Corrente máxima de curtocircuito fase terra (3s) Corrente máxima de curtocircuito trifásico (3s) Neutro direto à terra ou neutro impedante através de impedância limitadora de corrente de defeito (25 ka). Neutro impedante através de impedância limitadora de corrente de defeito (300 A ou 1000 A), seja por ligação direta do ponto de neutro (resistência de neutro), seja por criação de ponto artificial de neutro (reatância de neutro) 25 ka 31,5 ka 1) A A A 25 ka 12,5 ka 16 ka 16 ka 1) Para instalações próximas de pontos injetores da Rede Nacional de Transporte (RNT). 3 NORMAS E DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA O presente documento inclui disposições de outros documentos, referenciadas nos locais apropriados do seu texto, os quais se encontram a seguir listados, com indicação das respetivas datas de edição. Quaisquer alterações das referidas edições só serão aplicáveis no âmbito do presente documento, se forem objeto de inclusão específica, por modificação e aditamento do mesmo. D00-C10-001/N 2013 Condições de serviço e características gerais da rede de distribuição em AT, MT e BT. Generalidades DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 4/16
5 BS 7884 IEC IEC EN 1655 EN EN NP EN UNE Copper and copper-cadmium stranded conductors for overhead electric traction and power transmission systems 1990 International Electrotechnical Vocabulary. Chapter 466: Overhead lines 1974 Method of measurement of resistivity of metallic materials 1997 Copper and copper alloys Declarations of conformity 2002 Copper and copper alloys Drawn, round copper wire for the manufacture of electrical conductors 2001 Metallic materials - tensile testing - part 1 : method of test at ambient temperature classification index : a Dados e formatos de troca - Troca de informação - representação de datas e horas 2013 Condutores desnudos de cobre duro cableados para líneas eléctricas aéreas 4 TERMOS E DEFINIÇÕES No âmbito do presente documento são aplicáveis os termos e as definições constantes da publicação IEC Cabo de cobre cableado Condutor de cobre constituído por diversos fios com a mesma secção nominal. Neste tipo de condutores existe um fio central rodeado por uma ou mais camadas de fios enrolados helicoidalmente. Quando o condutor é formado por mais que uma camada, duas camadas consecutivas são enroladas em sentidos opostos. 4.2 Sentido de cableagem O sentido de cableagem é definido a partir de um troço de condutor colocado verticalmente. Ele diz-se à esquerda, se o enrolamento dos fios seguir a direção da parte central da letra S, e diz-se à direita, se seguir a direção da parte central da letra Z. 4.3 Passo de cableagem Comprimento axial de uma volta completa da hélice formada por um fio individual dum condutor cableado [VEI ]. 4.4 Relação de cableagem (de uma camada) Relação entre o passo de cableagem e o diâmetro exterior da camada correspondente dos fios do condutor cableado. 4.5 Ensaios de tipo Ensaios realizados sobre um pequeno número de produtos, representativos de uma produção industrial, com o objetivo de verificar a conformidade com a especificação técnica, de um certo número de características supostamente independentes das variações previsíveis de uma produção industrial continuada, sem alteração das condições de produção (nomeadamente matérias primas, métodos e processo tecnológicos). DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 5/16
6 4.6 Ensaios de série por amostra Ensaios realizados durante um ciclo de realização do produto, em qualquer das suas fases, na forma de ensaios sobre amostras, com o objetivo de verificar a conformidade com a especificação técnica respetiva, das características do produto supostas dependentes das variações de uma produção industrial continuada. 4.7 Ensaios de receção Ensaios efetuados pelo fabricante, com a presença do cliente ou de uma terceira entidade, em sua representação, com o objetivo de verificar a conformidade de um fornecimento com a especificação técnica aplicável. 5 CARACTERÍSTICAS DOS FIOS DE COBRE 5.1 Características elétricas e físicas Os fios de cobre, de secção circular reta, deverão ter as características apresentadas no quadro 2. Quadro 2 Características elétricas e físicas do cobre (para efeitos de cálculo) Resistividade máxima, a 20º C Tensão de rotura mínima 1,7758x10-8 Ω.m 415 Mpa Massa volúmica, a 20º C 8,89 g/cm 3 Coeficiente de variação da resistência com a temperatura, a massa constante Coeficiente de dilatação linear 0,00393 /ºC 17x10-6 /ºC Módulo de elasticidade 105 kn/mm 2 Alongamento mínimo após rotura 0,8% (d fio 2mm) 1,0% (2mm d fio 4mm) 5.2 Material Os fios de cobre devem ser fabricados com cobre duro. 5.3 Ausência de defeitos A superfície exterior dos fios de cobre deve ser lisa e não deve apresentar asperezas, escamas, rebarbas, inclusões ou quaisquer outros defeitos semelhantes, que possam diminuir a sua eficácia funcional para o fim a que se destina condutor elétrico. Deve estar limpo e isento de todos os vestígios de óxido, sulfureto ou matéria estranha. 5.4 Dobragens alternadas O número mínimo de dobragens alternadas que os fios de cobre devem suportar é apresentado no quadro Características dos fios de cobre Os fios de cobre devem ter as características indicadas no quadro 3. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 6/16
7 Quadro 3 Características dos fios de cobre Nominal (mm) Diâmetro Mínimo (mm) Máximo (mm) Secção Nominal (mm 2 ) Massa por unidade de comprimento Nom. (kg/km) Máx. (kg/km) Resistência a 20ºC Nom. (Ω/km) Máx. (Ω/km) Carga de rotura Min. (kn) Nom. (kn) Dobragens alternadas 1,70 1,68 1,72 2,27 20,18 20,58 7,824 7,982 0,92 0, ,14 2,12 2,16 3,60 31,98 32,62 4,937 5,037 1,46 1,49 5 2,52 2,50 2,55 4,99 44,34 45,23 3,560 3,633 2,03 2,07 7 3,00 2,97 3,03 7,07 62,84 64,10 2,512 2,563 2,88 2, CARACTERÍSTICAS DOS CABOS DE COBRE CABLEADOS 6.1 Ausência de defeitos O condutor de cobre deve ser liso e não deve apresentar asperezas, escamas, rebarbas, inclusões ou quaisquer outros defeitos semelhantes, que possam diminuir a sua eficácia funcional para o fim a que se destina - condutor elétrico. Deve estar limpo e isento de todos os vestígios de óxido, sulfuretos ou matéria estranha. 6.2 Sentido de cableagem Os fios de cobre devem ser dispostos em forma de hélice sobre um fio central em camadas concêntricas, desenvolvendo-se alternada e sucessivamente em sentidos contrários. Os fios da última camada devem ser enrolados sempre à direita (sentido de cableagem Z), devendo os fios de cobre das diversas camadas ser igual e firmemente cableados sobre as camadas subjacentes. 6.3 Relação de cableagem As relações de cableagem dos fios nas diferentes camadas devem estar dentro dos limites abaixo fixados no quadro 4. A relação de cableagem de qualquer camada não deve ser superior à relação de cableagem da camada imediatamente subjacente. Quadro 4 Relação de cableagem em função da camada e do número de fios do condutor Número de fios Camada com 6 fios Camada com 12 fios Camada com 18 fios Min. Máx. Min. Máx. Min. Máx Soldaduras Salvo indicação em contrário, o fio de cobre de uma bobina utilizado na construção do condutor deve ser contínuo após a última trefilagem, isto é, sem soldaduras. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 7/16
8 Nos condutores de cobre, qualquer que seja a sua composição, podem ser aceites soldaduras sobre os fios individualizados. No entanto, duas soldaduras consecutivas devem distanciar-se no condutor cableado de, no mínimo, 15 m. O número máximo de soldaduras no condutor por bobine é dois. 6.5 Secções e composições dos cabos características gerais Os cabos devem ter as seções e composições indicadas seguidamente no quadro 5. Quadro 5 Características gerais dos cabos nus de cobre Secção (mm 2 ) Composição Número de fios Diâmetro (mm) Diâmetro exterior do cabo Nom. (mm) Max. (mm) Nom. (kg/km) Massa Max. (kg/km) Resistência a 20ºC Carga de rotura Nom. (Ω/km) Máx. (Ω/km) Min. (kn) Nom. (kn) ,70 5,10 5, ,140 1,163 6,14 6, ,14 6,42 6, ,719 0,734 9,73 9, ,52 7,56 7, ,519 0,529 13,49 13, ,00 9,00 9, ,366 0,374 19,12 19, ,52 12,60 12, ,192 0,196 35,46 36, ,52 17,64 17, ,099 0,101 67,55 68, Comprimentos modulares de entrega e tolerâncias admitidas Os cabos devem ser entregues em bobinas com os comprimentos modulares abaixo indicados no quadro 6. Quadro 6 Comprimentos modulares de entrega e tolerâncias admitidas Secção (mm 2 ) Composição (n x mm) Comprimento modular (m) 16 7 x x x X x x Tolerância (%) ±5% 7 ENSAIOS As bobinas para amostra deverão ser selecionadas aleatoriamente e as amostras retiradas ao nível da extremidade exterior das bobinas. O comprimento da amostra de condutor deve ser suficiente para permitir realizar todos os ensaios num único comprimento de fio. Para os ensaios sobre os fios de cobre, as amostras de fio são retiradas de um cabo cableado. Para cada ensaio deve ser utilizada uma amostra distinta. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 8/16
9 As amostras devem estar limpas e isentas de quaisquer defeitos. 7.1 Ensaios sobre os fios de cobre Inspeção visual Todas as amostras a submeter a ensaios devem ser alvo de uma inspeção visual antes de se realizarem os referidos ensaios. Deverá ser verificada a ausência de defeitos conforme especificado em Medição do diâmetro O diâmetro do fio deve ser medido com a ajuda de um micrómetro, efetuando duas medidas ortogonais sobre a mesma secção reta. O valor considerado para diâmetro é a média aritmética das duas medidas. O valor do diâmetro deve estar compreendido entre os valores máximo e mínimo indicados no quadro 3. Devem ser realizadas medições em pelo menos 5 fios de cobre distintos Ensaio de tração e alongamento Este ensaio deverá ser realizado com o equipamento apropriado, permitindo regular a sua velocidade para que esta seja uniforme. A velocidade de tração não deve ser superior a 300 mm/min. Independentemente do diâmetro do fio, o comprimento inicial entre pontos de referência deve ser de 200 mm. O alongamento do fio é determinado com base no aumento do comprimento do fio após a rotura do mesmo. Os dois troços do fio resultantes da sua rotura são unidos de forma a que os seus eixos se mantenham alinhados e que seja possível medir a distância entre pontos de referência. O ensaio onde a rotura ocorra fora dos pontos de referência, ou dentro dos pontos de referência, mas a uma distância destes inferior a 20 mm, é considerado nulo, devendo ser repetido numa outra amostra da mesma bobina. Tanto a carga de rotura, expressa em kn, como o alongamento, expresso em percentagem do comprimento inicial, devem ter pelo menos os valores indicados no quadro 3 e 2 respetivamente. Aceita-se uma tolerância para a carga de rotura mínima de 0,01 kn Ensaio de dobragens alternadas Este ensaio deve efetuar-se dobrando o fio que se toma como amostra sobre maxilas cujo raio de curvatura é 6 mm. Os fios descableados devem suportar n-1 dobragens do que as especificadas no quadro 3. A primeira dobragem consiste numa flexão de 90º que se obtém depois de colocar o fio na vertical, dobrando-o sobre uma das faces da maxila. As restantes dobragens que devem ser realizadas sucessivamente e sem interrupção correspondem a um ângulo de 180º, contado em relação à sua posição anterior. Em cada flexão o fio deve tocar em todo o seu comprimento na face da mordaça. A cadência das dobragens deve ser de no máximo, uma dobragem por segundo. Um fio suporta n dobragens quando ocorre a rotura na dobragem n Medição da resistência elétrica O ensaio deve ser realizado de acordo com a norma IEC A resistência elétrica dos fios de cobre a 20 ºC não deve exceder os valores máximos apresentados no quadro 3. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 9/16
10 7.2 Ensaios sobre os condutores cableados Inspeção visual Todas as amostras a submeter a ensaios devem ser alvo de uma inspeção visual antes de se realizarem os referidos ensaios. Deverá ser verificada a ausência de defeitos conforme referido em 6.1. Deve ainda ser verificada a composição dos cabos (número de fios) Sentido e relação de cableagem Devem ser verificados os requisitos referidos nas secções 6.2 e 6.3 do presente documento Ensaio de carga de rotura Este ensaio consiste em provocar a rotura do cabo por extensão do mesmo. Deve ser utilizado equipamentos e materiais apropriados para medir a carga de rotura. O comprimento do cabo sujeito a ensaio deve ser 400 vezes o seu diâmetro, não devendo ser inferior a 5 m. A velocidade de aplicação da carga deve ser constante, sendo que o tempo necessário para aplicar 30% da carga de rotura não deverá ser inferior a 1 minuto nem superior a 2 minutos. Manter-se-á a mesma velocidade de aplicação da carga ao longo do ensaio. Devem ser cumpridos os requisitos de carga de rotura mínima que figuram no quadro 5 do presente documento Medição da resistência elétrica O ensaio deve ser realizado de acordo com a norma IEC A resistência elétrica dos cabos de cobre a 20 ºC não deve exceder os valores máximos apresentados no quadro Medição da massa por unidade de comprimento A massa por unidade de comprimento de um metro de amostra do condutor é determinada utilizando um equipamento de medida com uma exatidão de ±0,1%. O valor obtido deve cumprir o valor nominal especificado no quadro 5 com uma tolerância admissível de ± 2%. 7.3 Ensaios de receção No ato da receção deverão ser realizados todos os ensaios definidos em 7.1 e 7.2 e os indicados nas secções seguintes, complementados com uma inspeção visual às bobinas para verificação das características destas e uma validação do guia de uso fornecido pelo fabricante Dimensão da amostra A amostra deve ser constituída, para cada secção de cabo, por no mínimo, 10% do número total de bobinas de cabo completo dessa secção de cada contrato, arredondado ao número inteiro mais próximo e com um número mínimo de duas bobinas Definição da amostra Os ensaios sobre o cabo cableado devem ser realizados a um troço de condutor com a dimensão apropriada para cada ensaio e retirado das bobinas constituintes da amostra. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 10/16
11 Os ensaios sobre os fios de cobre devem ser realizados a um troço de fio de cobre por cada camada do cabo, com a dimensão apropriada para cada ensaio e retirado de um troço de condutor, fazendo este parte das bobinas constituintes da amostra Definição de critérios de aceitação ou rejeição do lote Se durante os ensaios de receção for detetada uma amostra que não cumpre algum dos requisitos indicados neste documento, devem ser retiradas mais duas amostras da bobina onde se retirou a amostra com a não conformidade. Nessas novas amostras apenas se deverão realizar o(s) ensaio(s) cujo resultado foi não conforme na primeira amostra. A bobina deve ser aceite se nessas duas amostras os resultados dos ensaios forem conformes. Caso contrário, a bobina deve ser rejeitada e deverão ser escolhidas duas novas bobinas do lote de onde se retirará uma nova amostra para se realizarem o(s) ensaio(s) cujo resultado foi não conforme. Se o resultado for não conforme o lote deverá ser rejeitado. 7.4 Especificação dos ensaios de tipo, de série por amostra e de receção Os ensaios de tipo, série por amostra e de receção a realizar nos fios de cobre e nos cabos de cobre nu, encontramse listados no quadro 7: Fios de cobre Condutor Bobinas Quadro 7 Ensaios de tipo, de série por amostra e de receção Ensaio de tipo Ensaio de série por amostra Ensaio de receção Secção DMA-C Inspeção visual X X X Medição do diâmetro X X X Tração e alongamento X X X Ensaio de dobragens alternadas X X X Medição da resistência elétrica X X X Inspeção visual X X X Sentido e relação de cableagem X X Carga de rotura X X X Medição da resistência elétrica X X X Medição da massa por unidade de comprimento X X X Inspeção visual X 8 e 9 Marcações X 8 8 MARCAÇÃO As bobinas de cabo de cobre nu devem ter uma etiqueta onde constem, de forma legível e indelével, no mínimo, as seguintes indicações: nome do fabricante ou marca de fabrico; materiais e secção nominal do cabo (exemplo: "cabo cobre 35 mm 2 "); peso líquido e tara; marca com a sigla EDP Distribuição; semana e ano de fabrico 1) ; 1) Segundo a norma NP EN (1996) em representação truncada, na forma YYWww (por exemplo, 96W12 para a 12ª semana de 1996). Em alternativa, admite-se a forma de representação Ano Mês Dia. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 11/16
12 número de bobina ou referência que permita a rastreabilidade do cabo; identificação da encomenda da EDP Distribuição; armazém da EDP Distribuição, de destino; código SAP, de acordo com o anexo A. Em ambas as abas da bobina deve ser indicado o sentido de desenrolamento. Nota: o sentido de desenrolamento é o sentido em que se deve desenrolar o cabo da bobina. 9 CONDIÇÕES RELATIVAS AO ACONDICIONAMENTO DOS CABOS Os cabos devem ser entregues em bobinas de madeira, em bom estado, de construção suficientemente sólida para resistirem às operações normais de carga, transporte e descarga, com as abas reforçadas por meio de placas de ferro na zona do eixo. As abas das bobinas devem ter um diâmetro suficiente para impedir quaisquer riscos de contacto do condutor com o solo durante as operações normais de transporte e desenrolamento. O cabo deve ser enrolado nas bobinas em espiras o mais apertadas possível, sem que haja encavalitamento de espiras de uma mesma camada. Além disso, a ponta do cabo da camada exterior deve ser fixada sobre a parte interna de uma das abas da bobina, de forma a evitar o deslocamento das últimas espiras durante as operações de carga, transporte e descarga e o seu ponto de fixação deve ser assinalado no exterior da bobina por meio de marca indelével. As placas de ferro atrás referidas, destinadas ao reforço das abas, devem ter um furo central redondo com cerca de 90 mm de diâmetro. O diâmetro do furo central da aba será, no mínimo, de 80 mm. As bobinas devem ter, sobre, pelo menos, uma das abas, uma etiqueta não facilmente alterável e suficientemente resistente, contendo as marcações indicadas na anterior secção 8. Deve existir uma proteção do cabo contra a intempérie e as agressões mecânicas provocadas por eventuais rugosidades da madeira constituinte da bobina, por meio de folhas de papel impregnado, de dimensões adequadas. Este material deve ser aplicado no núcleo das bobinas com pontas suficientemente compridas para envolver o cabo após o seu enrolamento na bobina, completado com uma folha do mesmo papel, enrolada sobre a última camada de cabo, devidamente cintada com fitas que não danifiquem o cabo. Em alternativa, o núcleo das bobinas pode ser revestido, em toda a sua extensão, por meio de uma folha de papel impregnado; em seguida, cobrem-se as partes interiores das abas com uma proteção de matéria plástica (tipo Cartonplast), completando-se este procedimento com uma folha do mesmo papel, devidamente cintada. Para consolidação da embalagem, o cabo deve ser protegido por meio de ripas de madeira pregadas, de forma contínua (justapostas) na periferia das abas das bobinas. Em alternativa às ripas de madeira, podem usar-se esteiras de produto celulósico prensado, resultante da reciclagem de produtos secundários da indústria das madeiras. Os cabos nas bobinas devem apresentar-se isentos de quaisquer sujidades, partículas e demais depósitos estranhos, devendo ainda estar livres de quaisquer excessos de óleo ou de outros produtos. As extremidades do cabo na bobina devem ser convenientemente apertadas, de modo a garantir-se a não descableagem de qualquer fio. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 12/16
13 10 GUIA DE USO Os fabricantes devem apresentar um Guia de Uso onde constem recomendações sobre acondicionamento, transporte, armazenamento, manuseamento e instalação dos cabos. 11 APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS Os proponentes devem incluir, nas propostas apresentadas: as instruções de montagem, em língua portuguesa; as fichas técnicas dos cabos de cobre; informação suficiente para que todos os cabos possam ser desfeitos ou reciclados de acordo com a legislação internacional e nacional em vigor. Os proponentes devem preencher para cada cabo proposto a ficha de características que consta no anexo B e fornecida em ficheiro anexo ao presente documento. Para além disso, os proponentes devem apresentar toda a informação que evidencie a conformidade dos produtos propostos com a presente especificação. Devem preencher, para cada cabo proposto, o quadro de ensaios de tipo que constam no anexo C, fornecido em ficheiro anexo ao presente documento. DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 13/16
14 ANEXO A LISTA DE PRODUTOS ESPECIFICADOS Código SAP Texto breve EDP do material CABO NU COBRE 167X1, CABO NU COBRE 257X2, CABO NU COBRE 357X2, CABO NU COBRE 507X CABO NU COBRE 9519X2, CABO NU COBRE 18537X2,52 DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 14/16
15 DMA-C34-110/H ANEXO B INFORMAÇÃO RELATIVA AO CABO DE COBRE NU Designação EDP: Cabos de cobre nu Fornecedor: Fabricante do cabo de cobre nu: Referência do fabricante: Fios de cobre Condutor Bobinas Característica Ausência de Defeitos Secção 5.3 Diâmetro Quadro 3 Dobragens alternadas Secção 5.4 Resistência elétrica Quadro 3 Carga de rotura Quadro 3 Massa por unidade de comprimento Quadro 3 Alongamento mínimo após rotura Quadro 2 Ausência de defeitos Secção 6.1 Diâmetro Quadro 5 Sentido de cableagem Secção 6.2 Relação de cableagem Quadro 4 Soldaduras Secção 6.4 Resistência elétrica Quadro 5 Massa por unidade de comprimento Quadro 5 Carga de rotura Quadro 5 Comprimento modular de entrega Quadro 6 Marcação Secção 8 Acondicionamento Secção 9 Guia de uso Secção 10 Característica estipulada Característica do DMA-C produto Conformidade Documento comprovativo Observações DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 15/16
16 DMA-C34-110/H ANEXO C QUADRO DE ENSAIOS DE TIPO Designação EDP: Cabos de cobre nu Fornecedor: Fabricante do cabo de cobre nu: Referência do fabricante: Designação do cabo de ensaio (1) : (1) O candidato deve apresentar, em folha anexa, a ficha técnica do cabo de ensaio. Ensaio Normalização de referência Resultado Laboratório Referência do relatório de ensaios Página do relatório de ensaios Observações Inspeção visual Secção Fios de cobre Medição do diâmetro Secção Tração e alongamento Secção Ensaio de dobragens alternadas Secção Medição da resistência elétrica IEC Inspeção visual Secção Sentido e relação de cableagem Secção Condutor Carga de rotura Secção Medição da resistência elétrica IEC Medição da massa por unidade de comprimento Secção DTI Direção de Tecnologia e Inovação Pág. 16/16
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