Microgeração e Microredes J. A. Peças Lopes
|
|
|
- Vitorino Osório Sintra
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Microgeração e Microredes J. A. Peças Lopes
2 Introdução Caracterização da Situação Aumento da procura de electricidade Preocupações com a segurança de abastecimento Preocupações ambientais (Variações climáticas, preservação da natureza, poluição) Aumento da sustentabilidade Dificuldades crescentes na construção de infraestruturas de transporte e distribuição Diversificação das fontes de energia Aumento da exploração das energias renováveis Aumento da eficiência no uso da electricidade Produção Distribuída
3 A Vision of the future Source: Smart Grids Vision and Strategy for Europe s Electricity Networks of the Future
4 O conceito de Produção Distribuída A Produção Distribuída é um factor chave para o aumento da componente renovável no sistema eléctrico.
5 Introdução Microgeração Microredes (BT) Operadas quer em rede interligada quer em rede isolada Microgeradores: PV FuelCells Microturbinas Microaerogeradores MicroCHP
6 Microturbine of 80 kw MIEEC Microturbinas In general the microturbine is connected to the grid through an electronic converter. 1,5 khz to 4kHz (single shaft)
7 Solar Fotovoltaico (PV) I 1/R opt I SC I max M N A P 1/R O V max S V OC V
8 Micro turbinas eólicas Vertical axis micro-wind turbines
9 Fuel-Cells Diferentes Tipos (PEM, SOFC, Alkaline, PAC )
10 Armazenamento de energia - flywheels
11 Um novo conceito MIEEC MicroRedes (Microgrids) PV MC Flywheel AC DC DC AC MC MC LC AC DC LC Storage LC MC ~ CHP DMS MV MGCC LV MC AC DC Fuel Cell MC AC DC LC ~ Micro Turbine O interface das micro-fontes com a rede é feito através de inversores. Não há inércias!!
12 O conceito de Microrede Um sistema de BT com pequenas unidade de geração, de característica modular, produzindo electricidade e calor a cargas locais Uma infraestrutura de comunicação Uma estrutura de controlo LV PV DC AC MC LC LC MC LC MC Microturbine AC DC DC AC PV Modos de operação: Rede interligada Modo de Emergencia MV MC Wind Generator MGCC MC AC DC Storage MC LC MC AC DC Fuel Cell AC DC LC Microturbine
13 Benefícios da económicos da Microgeração Numa perspectiva de «preço» ~ 2-5 c /kwh Central Generation ~3 6 c /kwh Transmission ~ 3-9 c /kwh HV Distribution MV Distribution Produção Distribuída ~10-15 c /kwh LV Distribution Microgeração
14 MicroRedes (Microgrids) Conceito e arquitectura de micro-rede PV MC AC DC Flywheel DC AC LC MC LC MC AC DC Storage LC MC ~ CHP DMS MV MGCC LV MC AC DC Fuel Cell MC AC DC LC ~ Micro Turbine Gestão e controlo; Protecções; 20% de penetração de µg -> redução de perdas de pelo menos 220 GWh. Emissões de CO2 anualmente evitadas de cerca de 80 kt. Comunicações.
15 MicroRedes (Microgrids) Arquitectura de controlo de MicroRedes Comunicação através de: PLC wireless
16 MicroRedes (Microgrids) Fluxo de informação na Microrede
17 MicroRedes (Microgrids) Funções de controlo na Microrede MGCC: Optimiza a operação da Microrede considerando: Ofertas das micro-fontes e cargas Preços de mercado Restrições de segurança da rede Previsões de consumo e produção local Utilizando as rotinas de optimização, o MGCC envia aos LCs: Set-points para a produção Set-points para cargas e deslastre de cargas LCs Controlam localmente a produção e modos de operação, nível de armazenamento, gestão das cargas e enviam ofertas ao MGCC.
18 MicroRedes (Microgrids) Monitorização das condições de operação da Microrede Definição da estratégia de alimentação da Microrede MGCC
19 MicroRedes (Microgrids) Funcionamento em rede isolada (situação de emergência): Intencional ou forçada (por acções de manutenção na MT) Seguimento da carga (Load following) Reposição de serviço (Black start) Reduzir tempos de interrupção, conferir autonomia à microrede. Problemas: A microrede não tem, em geral, máquinas síncronas Dificuldade do controlo de frequência
20 MicroRedes (Microgrids) Estudos de avaliação da possibilidade de funcionamento em rede isolada exigem: Definir estratégias de operação para controlo de frequência Modelizar inversores e seus sistemas de controlo Modelizar os microgeradores Modelizar os dispositivos de armazenamento de energia
21 MicroRedes (Microgrids) Exemplo: Modelo de uma Microturbina
22 MicroRedes (Microgrids) Estratégias de controlo das microfontes (inversor): Controlo PQ O inversor e a fonte são controlados de forma a assegurar a entrega de um valor de P e Q (definido por set point enviado pelo MGCC). Não existe resposta autónoma a variações de frequência, mas pode responder a um controlo secundário. Voltage Source Inverter (VSI) control Controlo proporcional (estatismo) sobre tensão e frequência Exige um dispositivo de armazenamento no link DC. O VSI responde ao controlo primário e secundário de frequência
23 MicroRedes (Microgrids) Controlo potência / frequência Proportional component Componente de controlo integral
24 MicroRedes (Microgrids) 50 Hz + - Ki/s f0 Controlo secundário, ou integral Inverter Frequency f0 f0 50 Hz f0 Ajustar a potência de saída mudando a idle frequency f0, f0, P P
25 MicroRedes (Microgrids) Controlo de tensão proporcional, mudando a potência reactiva produzida
26 MicroRedes (Microgrids) Modos de controlo para operação em rede isolada É necessário um dispositivo com capacidade para equilibrar carga / geração nos momentos subsequentes a transitórios de forma a manter a tensão e frequência na rede. Combinando os modos de controlo dos inversores, são possíveis duas estratégias: Operação em Single Master Operação em Multi Master
27 MicroRedes (Microgrids) Operação em Single Master:
28 MicroRedes (Microgrids) Operação Multi Master:
29 MicroRedes (Microgrids) A potência de saída de um dispositivo de armazenamento de energia deve ser proporc. a Δf. Corrige desvios de frequência permanentes durante funcionamento em rede isolada
30 MicroRedes (Microgrids) Sobre-intensidades nos Inversores: Sobrecargas transitórias Ligação de grande volume de cargas. Desiquilibrio elevado entre carga e geração na sequência da passagem a rede isolada. Curto-circuitos Os dispositivos de electrónica de potência dos inversores têm uma reduzida capacidade de sobrecarga, requerendo uma selecção criteriosa.
31 Microredes Testes de Operação Urban LV Test System 20 kv 20/0.4 kv, 50 Hz, 400 kva u k=4%, r k=1%, Dyn kv 3+N Single residential consumer Other lines Storage Single residential consumer Appartment building Split shaft microturbine Perturbação: Rede na rede de MT seguida do isolamento da microrede e load following Photovoltaics Appartment building Fuel Cell Single commercial comsumer Single shaft microturbine
32 Microredes Testes de Operação Rural LV Test System Perturbação: Rede na rede de MT seguida do isolamento da microrede e load following
33 Microredes Testes de Operação Rede Urbana A MG está a importar 29.7+j2.3 kva (40% da carga) da rede de MT Curto-circuito na rede de MT em t = 10 s seguido de isolamento em 100 ms Frequência da MG e potência activa do VSI Frequency (Hz) VSI Active Power (kw) Time (s)
34 Microredes Testes de Operação Rede Urbana Potência activa em duas microfontes seleccionadas para controlo potência / frequência Active Power (kw) SSMT SOFC Time (s)
35 Microredes Testes de Operação Rede Urbana Detalhes da tensão e corrente aos terminais do VSI durante e após defeito Voltage (V) Current (A) Time (s)
36 Microredes Testes de Operação Rede Rural A microrede está a importar da rede MT 38.4+j1.7 kva (55% da carga) Curto-circuito na rede de MT em t = 10 s seguido de isolamento em 100 ms Frequência da MG e potência activa do VSI Frequency (Hz) VSI Active Power (kw) Time (s)
37 Microredes Testes de Operação Rede Rural Impacto do deslastre de cargas with load shedding without load shedding 49.8 Frequency (Hz) Time (s)
38 MicroGrid Black Start Microfontes com capacidade de arranque autónomo: Arrancar autonomamente com a geração Alimentar cargas locais e controladores A microrede tem capacidade de: Comunicação bidirecional entre MGCC e LC Desligação das cargas após o colapso local da rede Armazenamento de informação sobre o status de geração e consumo Separação da rede BT da rede MT Assegurar a criação de neutro na rede MT (transformador MT/BT desligado).
39 MicroGrids Black Start Black Start é uma sequência de eventos estudada antecipadamente e embebida no software do MGCC Os problemas / sequência são os seguintes: Construir a rede de BT Ligar os microgeradores Controlar a tensão Controlar a frequência Ligar cargas controláveis Mudanças nos modos / estratégia de controlo Sincronização com a rede MT
40 MicroGrid Black Start DT energization SSMT synchronization SOFC synchronization SOFC SSMT STORAGE
41 MicroGrid Black Start SOFC synchronization SSMT synchronization
42 MicroGrid Black Start Sincronização com a rede MT Synchronization with the MV network Changing the control mode
Oferta e Eficiência Energética em Sistemas Eléctricos
As Energias do Presente e do Futuro Oferta e Eficiência Energética em Sistemas Eléctricos J. A. Peças Lopes ([email protected]) Introdução Caracterização da Situação 1. Aumento do consumo de electricidade 2.
Jornadas Electrotécnicas ISEP. Equipamentos de Média M Tensão para Parques EólicosE
Jornadas Electrotécnicas 2006 - ISEP Equipamentos de Média M e Alta Tensão para Parques EólicosE Jornadas Electrotécnicas 2006 - ISEP MW 50.000 45.000 40.000 35.000 30.000 25.000 20.000 15.000 10.000 5.000
WORKSHOP: Inversores Híbridos com Sistemas de Armazenamento de Energia Aplicações dos Inversores Híbridos com Sistema de Armazenamento de Energia
WORKSHOP: Inversores Híbridos com Sistemas de Armazenamento de Energia 1 Aplicações dos Inversores Híbridos com Sistema de Armazenamento de Energia Ildo Bet Ricardo Souza Figueredo Agenda 2 INTRODUÇÃO;
Conversores CC-CA e CA-CA
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina Departamento Acadêmico de Eletrônica Pós-Graduação em Desen. de Produtos Eletrônicos Conversores Estáticos e Fontes Chaveadas Conversores
Mestrado em Engenharia Electrotécnica e Computadores Perfil Energias Renováveis Energia Solar. Energia Solar
Energia Solar Aspectos Técnicos e Económicos Relativos à Integração de Sistemas Fotovoltaicos em Redes Eléctricas J. A. Peças Lopes Introdução Aumento da Produção de origem Fotovoltaica: Integração na
FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO. Análise de Requisitos
FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO Análise de Requisitos 24 de Fevereiro de 2011 Índice 1 Introdução... 3 Apresentação do Documento... 3 2 Especificação de Requisitos... 4 2.1 Requisitos
A Democratização da Energia A Solução Fotovoltaica. 3ª Jornadas Electrotécnicas, ISEP - Manuel Azevedo
A Democratização da Energia A Solução Fotovoltaica 1 Índice - Apresentação da Goosun - Situação da energia eléctrica em Portugal - Micro geração em Portugal e objectivos - Soluções fotovoltaicos (ligação
AX-M Series. - MPPT* Controlador Solar - 800, 1600, 2400, 3200, 4000W de potência nominal - 24 / 48VDC. AX-P Series
Inversores Solares AX-Series - 5kVA Inversor Multifuncional Novo - Inversor PV - PV / Carregador de bateria com 3 fases de carga - Fonte de alimentação: bateria - Inversor de onda senoidal com função de
II Congresso Brasileiro de Energia Solar 17 a 19 de maio de 2017 São Paulo. Inversores Fotovoltaicos Híbridos e Armazenamento de Energia.
II Congresso Brasileiro de Energia Solar 17 a 19 de maio de 2017 São Paulo 1 Inversores Fotovoltaicos Híbridos e Armazenamento de Energia Ildo Bet A Empresa 2 Fundada em São Paulo a empresa PHB Eletrônica
Eletricista de Instalações
Eletricista de Instalações UFCD 1183- Variadores de velocidade - instalação e ensaio 2014/ 2015 Aperfeiçoamento nos métodos de produção e sua racionalização, mediante a automação e o controle os processos.
Instalações Elétricas de Sistemas Fotovoltaicos
Centro de Pesquisas de Energia Elétrica Instalações Elétricas de Sistemas Fotovoltaicos 22/set/15 Workshop USP/Abinee - A qualificação profissional e formação de mão de obra para atendimento da demanda
EEE934 Impactode GD àsredes Elétricas (http://www.cpdee.ufmg.br/~selenios)
Universidade Federal de Minas Gerais Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica Área de Concentração: Engenharia de Potência EEE934 Impactode GD àsredes Elétricas (http://www.cpdee.ufmg.br/~selenios)
Sistemas de Autoconsumo Autónomo. Sistemas fotovoltaicos Híbridos e Isolados da Rede
Sistemas de Autoconsumo Autónomo Sistemas fotovoltaicos Híbridos e Isolados da Rede Sistemas Fotovoltaicos Híbridos e Isolados da Rede Sistemas Híbridos: São sistemas que usam primariamente a energia fotovoltaica
Workshop Infraestrutura - Energia. Desafios para a expansão solar fotovoltaica no Brasil
Workshop Infraestrutura - Energia Desafios para a expansão solar fotovoltaica no Brasil Amilcar Guerreiro Director de Estudios de Energía Eléctrica Empresa de Pesquisa Energética - EPE São Paulo, SP 24
ENERGIA SOLAR EDP AGORA MAIS DO QUE NUNCA, O SOL QUANDO NASCE É PARA TODOS MANUAL DO UTILIZADOR
AGORA MAIS DO QUE NUNCA, O SOL QUANDO NASCE É PARA TODOS MANUAL DO UTILIZADOR A ENERGIA DO SOL CHEGOU A SUA CASA Com a solução de energia solar EDP que adquiriu já pode utilizar a energia solar para abastecer
Eletrônica de Potência I
Universidade Federal do ABC Eng. De Instrumentação, Automação e Robótica Eletrônica de Potência I Prof. José Azcue, Dr. Eng. Introdução Semicondutores de Potência 1 Introdução O que é eletrônica de potência?
Controlador de tensão e frequência em geradores sincronos
Controlador de tensão e frequência em geradores sincronos Trabalho realizado por: João Rodrigues nº49367 Nuno Costa nº49441 Pedro Lopes nº49465 Objectivos do Trabalho: O porquê da necessidade do controlo
MEEC / MEM Energias Renováveis Energia Eólica. Energia Eólica. Gestão de Sistemas Eléctricos com Elevada Integração de Geração Eólica
Gestão de Sistemas Eléctricos com Elevada Integração de Geração Eólica J. A. Peças Lopes Introdução A integração de elevados níveis de geração eólica nos sistemas eléctricos têm impactos na gestão do sistema:
Saída 24 V DC, 12 W < 1 % < 1 % < 200 < 200 < 10 < 20 < 90 < 100
Características 78.12 78.36 Fontes de alimentação DC Alta eficiência (acima de 91%) Baixo consumo em stand-by (
ETE 30 Transdutor Multigrandezas
ETE 30 Transdutor Multigrandezas Modo de uso Dados Técnicos Conexões elétricas Dimensões Protocolo de comunicação ABB Instrumentação 1 Dados Técnicos Entrada Tensão Corrente Limite do sinal Consumo Freqüência
Lista de Exercícios 3 Conversão de Energia
Lista de Exercícios 3 Conversão de Energia Aluno: Turma: 6 Período Professor(a): Geraldo Leão Lana ENSAIOS DE TRANSFORMADORES 1) Por que o ensaio a vazio a realizado no lado de baixa tensão? Quais as medidas
Sistemas de Accionamento Electromecânico
Sistemas de Accionamento Electromecânico Exercícios Teórico-práticos (Transformadores de potência) 3.º Ano, 1.º Semestre 2007-2008 1. Desenhe o diagrama vectorial de um transformador monofásico em carga,
COMUNICADO TÉCNICO Nº
Página 1 / 14 COMUNICADO TÉCNICO Nº 08-2013 CRITÉRIOS DE ACESSO EM MÉDIA TENSÃO DA CEMIG DISTRIBUIÇÃO SA PARA MICROGERAÇÃO E MINIGERAÇÃO DISTRIBUÍDAS ADERENTES AO REGIME DE COMPENSAÇÃO 1. OBJETIVO Esse
SILECTRIS Sistemas de Energia Eléctrica, Lda
SILECTRIS Sistemas de Energia Eléctrica, Lda Rua João Eloy do Amaral, 116 2900-414 Setúbal Tel.: 265 229 180 Fax: 265 237 371 www.silectris.pt SISTEMAS E EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO, CONTROLO, MEDIDA E AUTOMAÇÃO
Aplicações de conversores
Unidade V Aplicações de conversores 1. Fontes de alimentação CC 2. Correção de FP 3. Condicionadores de energia e UPS 4. Acionamento de motores Eletrônica de Potência 2 Introdução No início do curso, algumas
APLICAÇÕES DE ENERGIA FOTOVOLTAICA PARTE II
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA APLICAÇÕES DE ENERGIA FOTOVOLTAICA PARTE II PROF. Dr. RENÉ PASTOR TORRICO BASCOPÉ (PET-DEE-UFC) INTRODUÇÃO Refrigeração Eletrificação rural
CFM - Descrição técnica de motor sem escova
CFM - Descrição técnica de motor sem escova Motor elétrico sem escova (BLDC motors, BL motors) também conhecido como motor eletronicamente comutada (EC motors) são motores síncronos que são alimentadas
Sistemas Fotovoltaicos com Armazenamento de Energia para Operação Isolada e Conectada à Rede. Ricardo Souza Figueredo Ildo Bet
10 a 12 de maio de 2016 São Paulo Expo SP Brasil 1 Sistemas Fotovoltaicos com Armazenamento de Energia para Operação Isolada e Conectada à Rede Ricardo Souza Figueredo Ildo Bet Agenda 2 INTRODUÇÃO; SISTEMAS
A Experiencia Cabo-verdiana na Gestão de Mega Parques Fotovoltaicos
A Experiencia Cabo-verdiana na Gestão de Mega Parques Fotovoltaicos Engº. Osvaldo Nogueira Chefe Gabinete de Produção de Energias Renováveis Especialista em Energias Renováveis ELECTRA SUL www.electra.cv
INVESTIGAÇÃO EM ECO SUSTENTABILIDADE DA HABITAÇÃO CONCEITO DE SUSTENTABILIDADE ECOLÓGICA PRINCÍPIOS DE EDIFICAÇÃO SUSTENTÁVEL
INVESTIGAÇÃO EM ECO SUSTENTABILIDADE DA HABITAÇÃO CONCEITO DE SUSTENTABILIDADE ECOLÓGICA PRINCÍPIOS DE EDIFICAÇÃO SUSTENTÁVEL ESTRATÉGIAS DE ACTUAÇÃO Arq. Joana Mourão 28.11.2011 Solo Recursos Naturais
GESTÃO DE ENERGIA GESTÃO DO DIAGRAMA DE CARGAS
GESTÃO DE ENERGIA GESTÃO DO DIAGRAMA DE CARGAS F. Maciel Barbosa 2004/2005 F.Maciel Barbosa 1 O DIAGRAMA DE CARGAS A ENERGIA ELÉCTRICA NÃO É UM PRODUTO SIMPLES, MENSURÁVEL ATRAVÉS DUM ÚNICO PARÂMETRO AS
Consumo, geração e a modernização do sistema elétrico
Consumo, geração e a modernização do sistema elétrico Eletrônica de Potência para Redes Ativas de Distribuição Marcelo Lobo Heldwein, Dr. Sc. Cenário da economia (Brasil) EPE, Plano
PACO SOLAR 400W 12V. 12V± 5% (10-15V) 33,3A 220V/230V ± 8% 1,82A 400W 800W 50Hz. 170mm 125mm 52mm 0,87kg
PACO SOLAR 400W 12V 12V± 5% (10-15V) 33,3A 1,82A 400W 800W 170mm 125mm 52mm 0,87kg Alarme baixa das baterias 25mm 2 (1100mm) 4,2W 10,5V DC ± 0,5V 10,0V DC ± 0,5V 0º-40ºC Protecção de fusível integrada:
Tecnologia em Automação Industrial 2016 ELETRÔNICA II
Tecnologia em Automação Industrial 2016 ELETRÔNICA II Aula 22 Fonte chaveada Prof. Dra. Giovana Tripoloni Tangerino https://giovanatangerino.wordpress.com [email protected] [email protected]
Série 78 - Fonte chaveada. Características SÉRIE
Série 78 - onte chaveada SÉRIE 78 Características 78.12...2400 78.12...1200 78.36 ontes de alimentação DC Baixo consumo em stand-by (
Mecanismo variador (R, L), mecanismo variador universal 1/2 canais Referência: / /
Mecanismo variador (R, L), mecanismo variador universal 1/2 canais Referência: 8542 11 00 / 8542 12 00 / 8542 21 00 Instruções de utilização 1. Instruções de segurança A instalação e a montagem de aparelhos
UPS. Sys 33 PLUS UPS TRIFÁSICA INFINITE POWER. de 50 kva a 500 kva. Aplicações para Missões Críticas
INFINITE POWER Aplicações para Missões Críticas UPS UNIDADE DE ALIMENTAÇÃO ININTERRUPTA Sys 33 PLUS UPS TRIFÁSICA de Desenho Retificador IGBT Dupla Conversão Tensão e Frequência Independentes (VFI) Energia
Projeto de Ampliação do Aproveitamento Hidroelétrico da Calheta
Projeto de Ampliação do Aproveitamento Hidroelétrico da Calheta Projeto de Ampliação do Aproveitamento Hidroelétrico da Calheta Infraestrutura energética de armazenamento de energia Envolve o aumento da
GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA ATRAVÉS DE SISTEMA HÍBRIDO DIESEL-EÓLICO PARA UM HOSPITAL
GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA ATRAVÉS DE SISTEMA HÍBRIDO DIESEL-EÓLICO PARA UM HOSPITAL SILVIO CARLOS ANIBAL DE ALMEIDA 1 [email protected] RAPHAEL LOPES FREIRE 1 [email protected] UFRJ- Universidade
Disciplina de Eletrônica de Potência ET66B
UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETROTÉCNICA CURSO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA Disciplina de Eletrônica de Potência ET66B [email protected] paginapessoal.utfpr.edu.br/amauriassef
Impacto da evolução tecnológica no futuro das redes de distribuição Technology evolution impact on the upcoming distribution grids
Impacto da evolução tecnológica no futuro das redes de distribuição Technology evolution impact on the upcoming distribution grids Alberto Jorge Bernardo Efacec Seminário Energia XXI - Reflexão sobre o
Série 78 - Fonte chaveada. Características Relés temporizadores e de controle SÉRIE
Série - Fonte chaveada SÉRIE Características.12...2400.12...1200.36 Fontes de alimentação DC Alta eficiência (acima de 91%) Baixo consumo em stand-by (
ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA 2379EE2
ENERGIA SOLAR FOTOVOLTAICA 2379EE2 2º semestre de 2016 Prof. Alceu Ferreira Alves www.feb.unesp.br/dee/docentes/alceu Na última aula: Revisão Condições Padrão de Teste (STC, NOTC) Massa de Ar Ângulos do
FUNDAMENTOS DA GERAÇÃO DISTRIBUIDA. Prof. Electo Eduardo Silva Lora
FUNDAMENTOS DA GERAÇÃO DISTRIBUIDA Prof. Electo Eduardo Silva Lora [email protected] Avg. Generation Cost, $/MW 1930 1990 1950 1970 1980 50 200 600 1,000 Plant Size, MW O retorno às ideias de Edison
a) Circuito RL série b) Circuito RC série c) Circuito RLC série
Teoria dos Circuitos 1. Determine a evolução temporal das tensões e corrente em cada um dos elementos dos circuitos especificados, quando aplica uma fonte de tensão constante. Considere 5, 10 mh e C 10
Alberto Mendes Ministério do Turismo, Indústria e Energia Cabo Verde
Alberto Mendes Ministério do Turismo, Indústria e Energia Cabo Verde Rendimento per capita de 2008 foi de US$3.130, sendo que em 1975 era de US$190 Taxa de alfabetização: 83,8% para adultos e 97% para
14º Encontro Internacional de Energia. Aplicação de Smart Grid na Geração Distribuída
14º Encontro Internacional de Energia Aplicação de Smart Grid na Geração Distribuída Paulo Ricardo Bombassaro Diretor de Engenharia das Distribuidoras CPFL Agosto/2013 CPFL Energia CPFL Energia 2012. Todos
Experiência: CIRCUITOS INTEGRADORES E DERIVADORES COM AMPOP
( ) Prova ( ) Prova Semestral ( ) Exercícios ( ) Prova Modular ( ) Segunda Chamada ( ) Exame Final ( ) Prática de Laboratório ( ) Aproveitamento Extraordinário de Estudos Nota: Disciplina: Turma: Aluno
ESW Eletrocentro Solar
Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas ESW Eletrocentro Solar FOTO Otimização de espaço para geração de energia com alta performance e praticidade. Solução modular ideal para aplicação
Sistemas de Energia Solar e Eólica Professor: Jorge Andrés Cormane Angarita
Sistemas de Energia Solar e Eólica Professor: Jorge Andrés Cormane Angarita Especificações dos Módulos Fotovoltaicos Comerciais Sistemas de Energia Solar e Eólica Identificação e informações gerais Módulo
Guia Prático de Instalações de Micropodução
Guia Prático de Instalações de Micropodução 1-Introdução Com a publicação de legislação específica, foi criada a possibilidade de todas as entidades que disponham de um contrato de compra de electricidade
Correção do Fator de Potência
Correção do Fator de Potência Prof. Marcello Mezaroba [email protected] Material elaborado e cedido pelo 1 Capítulo 1 Com o avanço dos dispositivos semicondutores, o número de cargas não-lineares
Inversor transformador Fronius IG plus
/ Carregadores de Bateria / Tecnologia de Soldagem / Energia Solar Inversor transformador Fronius IG plus / O inversor versátil com máxima segurança de rendimento. / Fronius Conceito MIX / Comutação do
AUDITORIAS ENERGÉTICAS BENEFÍCIOS PARA A COMPETIVIDADE. CLÁUDIO CASIMIRO
AUDITORIAS ENERGÉTICAS BENEFÍCIOS PARA A COMPETIVIDADE CLÁUDIO CASIMIRO [email protected] A única coisa que sabemos sobre o futuro é que será diferente Peter Drucker Paradigma Actual - UE Nos
1 Indicações de segurança. 2 Estrutura do aparelho. 3 Funcionamento. Actuador climatização 6 saídas. N.º art REG HZ. Manual de instruções
Actuador climatização 6 saídas N.º art. 2136 REG HZ Manual de instruções 1 Indicações de segurança A instalação e a montagem de aparelhos eléctricos apenas devem ser realizadas por electricistas especializados.
UPS. SYS pro 201 rt INFINITE POWER. Aplicações para Missões Críticas. Monofásica-Monofásica de 6 kva a 10 kva Trifásica-Monofásica de 10k VA a 20 kva
INFINITE POWER Aplicações para Missões Críticas UPS UNIDADE DE ALIMENTAÇÃO ININTERRUPTA SYS pro 201 rt Monofásica-Monofásica de 6 kva a 10 kva Trifásica-Monofásica de 10k VA a 20 kva Tecnologia Online
SÉRIE 7E Medidor de energia
SÉRI 7 SÉRI 7 kwh Monofásico com display LCD retroiluminado multifunção Tipo 7.23 5(32)A - largura de 1 módulo Conforme as normas N 62053-21 e N 50470 O Display indica o consumo de energia total e o consumo
CONVERSOR CC-CA NÃO ISOLADO COM ALTO GANHO DE TENSÃO PARA APLICAÇÃO EM SISTEMAS AUTÔNOMOS DE ENERGIA ELÉTRICA
CONVERSOR CC-CA NÃO ISOLADO COM ALTO GANHO DE TENSÃO PARA APLICAÇÃO EM SISTEMAS AUTÔNOMOS DE ENERGIA ELÉTRICA GEORGE CAJAZEIRAS SILVEIRA¹ RENÉ P. TORRICO-BASCOPɲ MANUEL RANGEL BORGES NETO 3 ¹ Professor
Circuitos Elétricos. Prof. Me. Luciane Agnoletti dos Santos Pedotti
Circuitos Elétricos Prof. Me. Luciane Agnoletti dos Santos Pedotti Circuitos Magnéticos Os circuitos magnéticos são empregados com o intuito de concentrar o efeito magnético em uma dada região do espaço.
PRODUÇÃO DE ENERGIA A PARTIR DE FONTES
PRODUÇÃO DE ENERGIA A PARTIR DE FONTES RENOVÁVEIS A produção de energia, a partir de fontes renováveis, tem múltiplas vantagens, existindo fortes incentivos para a construção dessas Centrais de Micro Geração
Inversores. Onda Modificada. IVOFM02 Inversor W / 12Vcc / 220Vac / 60Hz
Onda Modificada Inversores Sistemas de energia inteligente www.seienergias.com IVOFM02 Inversor - 1000W / 12Vcc / 220Vac / 60Hz Não apropriados para equipamentos com motor tais como, Bombas D'gua, Ar Condicionados,
Carmenere N I/6 SD
OCS 0041 ISO 9001 NOBREAK SENOIDAL Família Carmenere 3000 VA NoBreak Mono-Mono de Dupla Conversão microprocessado de alta velocidade. Possui estabilizador interno com estágios de regulação, que tem a função
LIGAR O GERADOR E O ATS NO MODO FORÇADO
LIGAR O GERADOR E O ATS NO MODO FORÇADO LIGAR O GERADOR NO MODO FORÇADO NO GERADOR FORÇAR O PASSAGEM DA ENERGIA DO GERADOR NO ATS 4º Girar o Inversor para a posição GEN ou GERADORES 1º STOP 2º MÃO 3º START
INTEGRANTES: Pedro Alcantara Rafael Cunha Tadeu Cerqueira. Professor e Avaliador: Eduardo Simas Data: 26/03/2013
INTEGRANTES: Pedro Alcantara Rafael Cunha Tadeu Cerqueira Professor e Avaliador: Eduardo Simas Data: 26/03/2013 1 Sumário Introdução Principais Topologias Derivação ou Paralelo (Shunt) Série Hibrido Princípios
Unidade III. Conversores CC-CC (Choppers) Eletrônica de Potência 1
Unidade III Conversores CC-CC (Choppers) Eletrônica de Potência 1 Introdução Conversores CC-CC são circuitos eletrônicos de potência que convertem a tensão contínua a um nível de tensão CC diferente, idealmente
Introdução a redes ativas de distribuição
Introdução a redes ativas de distribuição Eletrônica de Potência para Redes Ativas de Distribuição Marcelo Lobo Heldwein, Dr. Sc. Refs.: Z. Styczynski et al., NetMod: Reduced Models
MATERIAIS PARA REDES APARELHAGEM AT E MT
MATERIAIS PARA REDES APARELHAGEM AT E MT Disjuntores MT 17,5 kv Características Elaboração: DNT Homologação: conforme despacho do CA de 2007-02-13 Edição: 2ª. Substitui a edição de DEZ 1987 Emissão: EDP
UPS. Sys 33 UPS TRIFÁSICA INFINITE POWER. de 10 kva a 300 kva. Aplicações para Missões Críticas
INFINITE POWER Aplicações para Missões Críticas UPS UNIDADE DE ALIMENTAÇÃO ININTERRUPTA Sys 33 UPS TRIFÁSICA de Desenho Retificador IGBT Dupla Conversão Tensão e Frequência Independentes (VFI) Energia
Inversor modular de comando motorizado de 63 a 160 A HIC 400A
Inversor modular de comando motorizado de 6 a 60 A HIC 00A Inversor modular de comando motorizado com alto poder de fecho em curto-circuito (Icm) versão: P Ith (0 C) de 6 a 60 A n 0/00 V IP 0 Função: Asseguram
Série 15 - Relé de impulso eletrônico e dimmer. Características Produtos aplicação residencial e predial
Série - Relé de impulso eletrônico e dimmer SÉRIE Características.91.51.81 Relé de impulso eletrônico e relé de impulso com ajuste de intensidade luminosa (Dimmer) Adequado para lâmpadas incandescentes
Eletrônica de Potência II Capítulo 4: Inversor meia-ponte
Eletrônica de Potência II Capítulo 4: Inversor meia-ponte Prof. Alessandro Batschauer Prof. Cassiano Rech 1 Introdução E 1 (v 1, f 1 ) Retificador Conversor CC-CC Conversor indireto de tensão Conversor
Transformadores elétricos (trafos)
Transformadores elétricos (trafos) Dispositivo que converte, por meio da ação de um campo magnético, a energia elétrica CA em uma certa frequência e nível de tensão em energia elétrica CA de mesma frequência,
1. SISTEMAS SOLARES TÉRMICOS
35088-(36) Diário da República, 2.ª série N.º 234 3 de dezembro de 2013 Despacho (extrato) n.º 15793-H/2013 Nos termos e para os efeitos do Decreto -Lei n.º 118/2013, de 20 de agosto e respetiva regulamentação,
Tópicos Especiais em Controle de Conversores Estáticos. Prof. Cassiano Rech
Tópicos Especiais em Controle de Conversores Estáticos [email protected] 1 Aula de hoje O que é um conversor estático de potência? Por que devemos controlar um conversor estático? Por que necessitamos
Medidor Trifásico SDM630D
Medidor Trifásico SDM630D MANUAL DO USUÁRIO Conteúdo 1 INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA... 3 1.1 PESSOAL QUALIFICADO... 3 1.2 FINALIDADE... 4 1.3 MANUSEIO... 4 2 INTRODUÇÃO... 5 2.1 ESPEFICICAÇÕES... 5 3 DIMENSÕES...
Índice. Energia Solar Energia Solar Fotovoltaica PV Microgeração PV Minigeração PV Auto Consumo Energia Solar Térmica Solar Térmico
Energia Solar Índice Energia Solar Energia Solar Fotovoltaica PV Microgeração PV Minigeração PV Auto Consumo Energia Solar Térmica Solar Térmico 1 2 3 4 5 6-8 www.blastingfm.com Energia Solar Fotovoltaica
Evoluções Tecnológicas dos Motores Eléctricos. Eficiência Energética de um Sistema. Soluções.
Faro, 09/10/2013 Jornadas Técnicas Projecto eléctrico + Carlos Costa [email protected] Tel: (351) 966 825 735 Evoluções Tecnológicas dos Motores Eléctricos. Eficiência Energética de um Sistema. Soluções.
Carmenere N I/16 SD TI
NOBREAK SENOIDAL Família Carmenere 10000 VA NoBreak MonoMono de Dupla Conversão microprocessado de alta velocidade. Possui estabilizador interno com estágios de regulação, que tem a função de manter a
ABL1REM24062 FONTE DE ALIMENTACAO CHAVEADA 24V6.2A
ficha técnica do produto Características ABL1REM24062 FONTE DE ALIMENTACAO CHAVEADA 24V6.2A 150W Complementar Limites da tensão de entrada Frequência da rede Corrente de irrupção Cos phi 0.65 principal
CALDEIRAS Winter 201 5
CALDEIRAS 201 Winter 5 30 CALDEIRAS COMPACTAS 31 CALDEIRAS COMPACTAS SZM A nova gama de caldeiras compactas Solzaima foi desenvolvida utilizando as mais modernas tecnologias e integra componentes de elevada
MODELAGEM DE UM CONVERSOR ESTÁTICO PARA APLICAÇÃO EM REDES DE DISTRIBUIÇÃO MONOFÁSICA 1
MODELAGEM DE UM CONVERSOR ESTÁTICO PARA APLICAÇÃO EM REDES DE DISTRIBUIÇÃO MONOFÁSICA 1 Carlos Moises Tiede 2, Taciana Paula Enderle 3. 1 Projeto de Pesquisa realizado no curso de Engenharia Elétrica Câmpus
Configurações e modos de operação dos inversores híbridos e seus requisitos técnicos para operação on-grid e off-grid
Configurações e modos de operação dos inversores híbridos e seus requisitos técnicos para operação on-grid e off-grid Prof. Me. Lucas Vizzotto Bellinaso [email protected] Prof. Dr. Leandro Michels [email protected]
ENERGIA EÓLICA NO BRASIL
ENERGIA EÓLICA NO BRASIL MICROGERAÇÃO DISTRIBUIDA Eng. Mec. Egberto Rodrigues Neves SÃO PAULO MAIO 2016 Energia Eólica A Geração eólica : destaque na mídia. Grande porte ou grandes empreendimentos: Parques
Postos de transformação
Postos de transformação PFU e PF Edifícios tipo Cabina para Postos de Transformação Até 36 kv PFU EDIFÍCIO MONOBLOCO TIPO CABINA PARA POSTOS DE TRANSFORMAÇÃO APRESENTAÇÃO O edifício PFU de fabrico Ormazabal
MATERIAIS PARA REDES APARELHAGEM AT E MT
MATERIAIS PARA REDES APARELHAGEM AT E MT Disjuntores AT/MT Características complementares Elaboração: DNT Homologação: conforme despacho do CA de 2007-02-13 Edição: 2ª. Substitui a edição de DEZ 1987 Emissão:
