Telefonia Fixa e VOIP SDH. Prof. Marco Cazarotto
|
|
|
- Isabella Bicalho Peixoto
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Telefonia Fixa e VOIP SDH Prof. Marco Cazarotto
2 Sistemas de Rádio SDH Definições; Estrutura do quadro; Sincronismo; Multiplexação; Benefícios.
3 Quando e porque surgiu? Surgiu no final da década de 80, onde foi sugerido criar um padrão mundial para os sistemas de transmissão síncrono que proporcionasse uma rede mais flexível e econômica; Desenvolveu-se, então, uma rede síncrona de transporte de sinais digitais, formado por um conjunto hierárquico de estruturas de transporte padronizadas.
4 Características principais Padronização total; Fácil acesso aos tributários de ordem inferior; Grande capacidade alocada para a gerência da rede.
5 Outras características O funcionamento do SDH está baseado nos princípios da multiplexação síncrona direta, que é a chave para uma rede de telecomunicações mais eficiente e mais flexível; Isso significa que sinais tributários individuais podem ser multiplexados diretamente em um sinal SDH de taxa superior sem a necessidade de estágios de multiplexação intermediários;
6 Outras características Portanto, os elementos de rede do SDH podem ser interconectados diretamente, resultando em uma economia no custo e nos equipamentos utilizados, principalmente quando comparado com a rede quase síncrona - Plesiócrona (PDH);
7 Outras características O controle efetivo da flexibilidade proporcionado pelo SDH, requer um gerenciamento de rede e uma capacidade de manutenção mais avançada; Aproximadamente 5% da estrutura do sinal SDH está alocado para dar suporte às práticas e procedimentos de gerenciamento de rede avançado;
8 Outras características O sinal SDH é capaz de transportar todos os sinais tributários encontrados nas redes de telecomunicações atuais; Isso significa que o SDH pode ser empregado como uma ponte para todos os tipos de sinais existentes;
9 Outras características O SDH pode ser usado em todas as áreas de aplicações tradicionais em telecomunicações; Portanto, o SDH torna possível que uma infraestrutura de rede de telecomunicações unificada evolua;
10 Outras características O fato de o SDH fornecer um único padrão comum para as redes de telecomunicações, faz com que os equipamentos oferecidos por diferentes empresas possam ser interconectados diretamente; Além disso, o SDH tem a flexibilidade para rapidamente acomodar novos tipos de serviços à clientes que as operadoras de rede desejarem fornecer no futuro;
11 Outras características Os sistemas síncronos podem ser encarados como o último estágio na hierarquia dos sistemas de transmissão, pois possibilitam a inserção e extração de enlaces sem que seja necessária uma demultiplexação;
12 Outras características Numa rede onde há perfeito sincronismo entre todos os enlaces, é possível saber exatamente a que enlace pertence determinado bit, assim como saber quando começa e quando termina um enlace;
13 Outras características Embora os fabricantes estivessem tentando produzir soluções próprias, desde o começo fizeram grande esforço conjunto para padronizar, o máximo possível, os sistemas de transmissão síncrono;
14 Outras características A oportunidade de definir padrões foi usada para resolver os problemas do PDH, pois era preciso incluir espaços dentro de cada hierarquia, para que o sistema fosse capaz de gerenciar a qualidade de transmissão e de medir o tráfego;
15 Outras características Um dos objetivos da criação de uma rede digital síncrona, foi a de criar uma interface padrão, visando compatibilizar os vários fabricantes; Surgiu inicialmente nos Estados Unidos a rede óptica síncrona denominada SONET (Synchronous Optical Network). SONET: Solução adotada pelo Instituto Nacional de Padronização Americano (ANSI) como referência para as redes de comunicação ópticas
16 História Para compatibilizar a transmissão mundial, começaram as primeiras pesquisas sobre a hierarquia digital síncrona (SDH) em 1986 com o envolvimento da União Internacional de Telecomunicações (ITU-T) antiga CCITT, foi publicado em 1988 as três primeiras recomendações num encontro em Melbourne;
17 História Com o desenvolvimento de um padrão internacional, muitos países investiram em novas redes de comunicação com a tecnologia SDH, visando melhorar os serviços de telecomunicações e inserir novas tecnologias no mercado;
18 História Em 1994, a British Telecom instalou o primeiro anel óptico com tecnologia SDH e a Companhia de Telefones do Brasil Central (CTBC) instalou o primeiro anel óptico brasileiro com equipamentos da Siemens;
19 História A Nortel Networks publicou em seu site oficial uma participação de 38% no mercado de redes SONET/SDH que teve um montante de quatro bilhões de dólares no ano 2000.
20 Taxa de transmissão
21 Estrutura do quadro 270 x N colunas (bytes) 9 x N 261 x N Section Overhead SOH Administrative Unit Pointer 5 STM-N Payload 9 Linhas Section Overhead SOH 9
22 Estrutura do quadro A estrutura do quadro STM-1 tem bytes, que duram 125ms (exatamente o tempo que dura um canal PCM de 64 kbit/s); Os bytes estão organizados em 270 colunas por 9 linhas. STM-1 = 2430 bytes X 8 bits / 125 ms STM-1= 155,52 Mbps
23 Estrutura do quadro Section Overhead (SOH): Destinada ao tráfego de informações próprias do rádio ou equipamentos auxiliares, tais como: gerência, ponteiro, canal de serviço, qualidade do relógio, etc. ; Além destas informações, ainda existem bytes de reserva para aplicações futuras.
24 Estrutura do quadro Payload (carga útil): Onde são trafegados os dados da informação a ser transportada.
25 Estrutura do quadro As primeiras 9 colunas são utilizadas para transmitir informações de controle, gerenciamento e sincronismo; As 261 colunas restantes servem para carregar a informação a ser transmitida, conhecida também por payload area ou área útil;
26 Estrutura do quadro Este padrão se repete em todas as hierarquias superiores; N pode ser 1, 4, 16 ou 64;
27 Estrutura do quadro No STM-64, por exemplo, o quadro tem bytes (2.430 x 64 bytes) de comprimento, organizado em colunas (270 x 64 bytes) por 9 linhas, sendo que o Section Overhead (SOH) ocupa 576 colunas (9 x 64 bytes) colunas; No STM-64, os bytes devem ser transmitidos em 125 ms, que representa uma taxa de 9.953,28 Mbps ( x 8 / 125 x 10-6 );
28 Estrutura do quadro Um mesmo feixe STM-N pode carregar, multiplexados, vários tipos de enlaces de entrada, tais como: Enlaces PCM - E1(2,048 Mbps); Enlaces T1 (1,544 Mbps); Hierarquia de 2ª Ordem Americana T2 (6,312 Mbps); Hierarquia de 3ª Ordem Européia E3 (34,368 Mbps); Hierarquia de 3ª Ordem Americana T3 (44,736Mbps); Hieraquia de 4ª Ordem Européia E4 (139,264 Mbps).
29 Estrutura do quadro Dentro do quadro STM-N são intercalados enlaces síncronos, assíncronos e plesiócronos.
30 Sincronismo A transição entre as tecnologias PDH e SDH não é transparente em diversos aspectos; O aumento da capacidade de transmissão e de funcionalidades proporcionado pela tecnologia SDH também implica em equipamentos mais complexos e um detalhado planejamento das redes de transmissão;
31 Sincronismo Outro aspecto que deve ser considerado nessa transição é o sincronismo de rede; Um feixe de 2 Mbit/s que é transportado dentro dos quadros SDH não passa pelo mesmo processo de enchimento de bits como no caso de um feixe de 2 Mbit/s em um quadro PDH;
32 Sincronismo A tecnologia SDH utiliza mecanismos de ajuste de ponteiro para indicar a posição de um feixe de 2 Mbit/s dentro de um quadro SDH, portanto a sua posição é variável dentro dele; O sincronismo dos equipamentos de transmissão SDH pode ser obtido através do quadro STM-N, pois este possui um comprimento fixo (9 x 270 x N bytes);
33 Sincronismo O quadro SDH possui diversos bytes dedicados a funções de controle e gerência nos equipamentos de transmissão; Um destes bytes é denominado S1 e é utilizado para sinalizar a qualidade do sinal de sincronismo que está sendo recebida e passada adiante juntamente com o quadro SDH;
34 Sincronismo A utilização deste byte permite que uma mudança de qualidade no sinal de relógio (devido à ausência de referência primária que pode ser causada por uma falha ou interrupção na rede) seja comunicada a todos os elementos da rede e eventuais reconfigurações sejam realizadas automaticamente (com base em prioridades préprogramadas) pelos equipamentos da rede;
35 Estrutura de Multiplexação do Quadro SDH Para compor um quadro (frame) são necessários os seguintes passos: Mapeamento, onde os tributários são sincronizados com o equipamento multiplex (justificação de bit) e encapsulados em VC s (Virtual Container); Alinhamento, onde aos tributários recebem ponteiros no seu cabeçalho (overhead) para serem localizados no quadro;
36 Estrutura de Multiplexação do Quadro SDH Para compor um quadro (frame) são necessários os seguintes passos: Multiplexação byte a byte, onde os tributários são agrupados para compor o quadro final; Preenchimento, onde, na falta de tributários configurados ou para completar o espaço restante de tributários de menor porte, são adicionados bits sem informação para completar o quadro.
37 Estrutura de Multiplexação do Quadro SDH x1 xn STM-N AUG AU-4 VC-4 x3 x1 TUG-3 TU-3 VC-3 x3 x7 AU-3 VC-3 C-4 C Kbps Kbps Kbps x7 x1 TUG-2 TU-2 VC-2 C Kbps x3 Processamento do poteiro x4 TU-12 VC-12 C Kbps Multiplex TU-11 VC-11 C Kbps Alinhamento C-n = Conteiner-n Mapeamento
38 Estrutura de Multiplexação do Quadro SDH Tributário Unidade Tributária (TU) Grupo de Unidade Tributária (TUG) Unidade Administrativa (UA) Grupo de Unidade Administrativa(AUG) STM-N
39 Estrutura de Multiplexação do Quadro SDH Os bytes vindos do sinal tributário são empacotados dentro de um contêiner (C-n), ou seja, são arranjados segundo critérios padronizados, e assumem um número predefinido de bytes; Cada tipo de tributário tem seu contêiner específico, padronizado pelo ITU-T;
40 Estrutura de Multiplexação do Quadro SDH A cada contêiner são associados alguns bytes que propiciam o gerenciamento de todo o caminho percorrido pelo contêiner, assim como o controle de conteúdo; Esses bytes seriam como um rótulo, colado na "embalagem" que leva a informação. Seu nome é Path Overhead e a sigla, POH;
41 Estrutura de Multiplexação do Quadro SDH O conjunto composto pelo contêiner e seu rótulo POH é chamado de Contêiner Virtual (VC-n); Assim que o contêiner virtual está montado, pode ser colocado na área útil do quadro STM-N (payload area); Cada contêiner virtual é associado a um ponteiro de Unidade Tributária (TU);
42 Estrutura de Multiplexação do Quadro SDH Este ponteiro, na verdade é uma variável de memória, serve para indicar onde começa o contêiner virtual, num conjunto de contêineres empacotados (multiplexados) juntos; Esse conjunto é chamado de Grupo de Unidades Tributárias (TUG);
43 Estrutura de Multiplexação do Quadro SDH Se, por necessidade, um contêiner virtual muda de posição, o ponteiro é atualizado com a nova posição do contêiner dentro do grupo; Uma analogia ajuda a compreender a utilidade desse ponteiro. Considere-se uma fila de carros numa rodovia;
44 Estrutura de Multiplexação do Quadro SDH Cada carro equivale a um contêiner virtual. Um guarda tem uma lista onde estão anotados em que ordem os carros estão andando, qual o modelo e cor de cada um e quem estão transportando; Suponha que, numa rotatória, alguns carros saiam e outros entrem. A lista, então, deve ser atualizada, para representar a nova fila de carros. Cada item da lista equivale a um ponteiro;
45 Estrutura de Multiplexação do Quadro SDH O processo se repete: vários Grupos de Unidades Tributárias são novamente multiplexados, ou seja, empacotados em outros grupos. Esses grupos são reunidos num novo contêiner virtual mais veloz (VC). Esse outro contêiner também tem um rótulo de controle (POH);
46 Estrutura de Multiplexação do Quadro SDH Vários desses grandes contêineres virtuais são reunidos (multiplexados) dentro de um grande grupo chamado de Grupo de Unidades Administrativas (AUG). Para indicar a posição dos contêineres dentro desse grupo, cada um deles é associado a um ponteiro de Unidade Administrativa;
47 Estrutura de Multiplexação do Quadro SDH Finalmente, vários Grupos de Unidades Administrativas são intercalados dentro da área útil do quadro STM-N; Um rótulo de quadro é associado à área útil, já totalmente cheia de vários tipos de contêineres virtuais;
48 Estrutura de Multiplexação do Quadro SDH Esse rótulo é chamado de Section Overhead (SOH) e é dividido em duas partes: Multiplexer Section Overhead (MSOH); Regenerator Section Overhead (RSOH).
49 Estrutura de Multiplexação do Quadro SDH O MSOH acompanha a área útil pela meio (por ex.: fibra óptica), em sua viagem de um multiplexador de SDH a outro; O RSOH acompanha a área útil somente entre dois regeneradores, ou entre um regenerador e um multiplexador, sendo atualizado sempre que o quadro de SDH é regenerado.
50 Estrutura de Multiplexação do Quadro SDH Assim os contêineres virtuais são retirados, inseridos e identificados no payload sem uma demultiplexação; Também servem de base para: software de gerenciamento; recursos de manutenção e de administração; alinhamento de quadro; análise de erro e desempenho; entre outras funções;
51 Estrutura de Multiplexação do Quadro SDH O processo pelo qual um tributário é encaixado na estrutura de quadro STM-N tem nove passos: Passo 1: o Os bytes vindos do sinal tributário são empacotados dentro de um contêiner (C-n), ou seja, são arranjados segundo critérios padronizados, e assumem um número predefinido de bytes; o Cada tipo de tributário tem seu contêiner específico padronizado pelo ITU-T.
52 Estrutura de Multiplexação do Quadro SDH Passo 2: o À cada contêiner são associados alguns bytes, denominado Path OverHead (POH), que propiciam o gerenciamento de todo o caminho percorrido pelo contêiner, assim como o controle de conteúdo; o O POH funciona como um rótulo colado na embalagem que leva a informação. O conjunto composto do contêiner e seu rótulo POH é chamado de contêiner virtual;
53 Estrutura de Multiplexação do Quadro SDH Passo 2: o Assim que o contêiner virtual é montado, pode ser colocado na área útil (payload area) do quadro STM-N.
54 Estrutura de Multiplexação do Quadro SDH Passo 3: o Cada contêiner virtual (VC) é associado a um ponteiro de Unidade Tributária (TU); o O ponteiro é como o endereço de uma memória e serve para indicar onde começa o contêiner virtual em um conjunto de contêiner virtuais empacotados (multiplexados) juntos.
55 Estrutura de Multiplexação do Quadro SDH Passo 4: o Vários TUs são empacotados juntos formando o Grupo de Unidades Tributárias (TUG). o Se por necessidade, um VC muda de posição dentro de uma TUG, o ponteiro é atualizado com a nova posição do contêiner dentro do grupo (TUG).
56 Estrutura de Multiplexação do Quadro SDH Passo 5: o Vários TUGs são empacotados em outros grupos ou TUGs; Passo 6: o Vários TUGs são empacotados em um novo contêiner virtual, mais veloz.
57 Estrutura de Multiplexação do Quadro SDH Passo 7: o A cada um dos novos contêiner vituais também é associado um rótulo de controle (POH), formando as Unidades Administrativas (AU).
58 Estrutura de Multiplexação do Quadro SDH Passo 8: o As AUs são empacotadas dentro de um grande grupo denominado Grupo de Unidades Administrativas (AUG); o Para indicar a posição dos contêiner dentro desse grupo, cada um deles é associado a um ponteiro de Unidade Administrativa.
59 Estrutura de Multiplexação do Quadro SDH Passo 9: o Vários AUGs são intercalados dentro da área útil do quadro STM-N; o Um rótulo de quadro é associado à área útil (payload area), já totalmente cheia de vários tipos de contêiner virtuais;
60 Estrutura de Multiplexação do Quadro SDH Passo 9: o Esse rótulo é chamado de Section Overhead (SOH) sendo dividido em duas partes: Multiplexer Section Overhead (MSOH) e Regenerator Section Overhead (RSOH). O MSOH acompanha a área útil de um multiplexador SDH a outro; O RSOH acompanha a área útil somente entre dois regeneradores, ou entre um regenerador e um multiplexador, sendo atualizado sempre que o quadro SDH é regenerado.
61 Estrutura de Multiplexação do Quadro SDH Os bytes contidos na área de ponteiros SOH permitem que os contêiner virtuais sejam retirados, inseridos e identificados no payload area sem uma demultiplexação; Também servem de base para software de gerenciamento, recursos de manutenção e de administração, alinhamento de quadro e análise de erro e desempenho, entre outras funções.
62 Estrutura de Multiplexação do Quadro SDH 1,5M VC 11 TU 11 X 4 2M 6M 34M ou 45M 140M 622M 2,5G VC 12 VC 2 VC 3 TU 12 TU 2 TU 3 X 3 X 7 TUG 2 TUG 3 X 7 X 3 VC 4 VC 4-4c VC 4-16c VC 3 AU 4 AU 4-4c AU 4-16c AU 3 X 3 AUG 1 X 4 AUG 4 X 4 AUG 16 X 4 STM-0 STM-1 STM-4 STM-16 52M 155M 622M 2,5G 10G VC 4-64c AU 4-64c AUG 64 STM-64 10G
63 Capacidade de transporte Capacidade de transporte para cada uma das hierarquias do padrão SDH recomendado pelo ITU-T (G.707)
64 Benefícios Simplificação: Um único multiplexador síncrono substitui uma cadeia de multiplexadores plesíocronos; Um equipamento SDH é mais simples, sua manutenção é mais barata, ocupa menos espaço e menos energia.
65 Benefícios Sobrevivência: Todos os elementos de uma rede SDH estão constantemente supervisionando o funcionamento da transmissão; As informações que coletam são usadas por softwares que monitoram a integridade dos dados;
66 Benefícios Sobrevivência: Qualquer degradação pode fazer com que o sistema de gerência opte por uma rota alternativa de transmissão.
67 Benefícios Controle por software: Os canais disponíveis dentro da estrutura de quadro SDH permitem que toda a rede seja controlada por software; Sistemas de Gerência de Redes podem não só detectar falhas, mas avaliar o desempenho, modificar as configurações, dispor de recursos, controlar a segurança.
68 Benefícios Velocidades maiores sob encomenda: Todos os assinantes conectados à uma rede síncrona podem, facilmente, comprar qualquer serviço que esteja disponível na rede. o Por exemplo: videoconferência discada, em que o assinante disca para um número apropriado para obter largura de banda suficiente para o estabelecimento de conexões velozes.
69 Benefícios Padronização: Como os equipamentos que compõem a rede SDH estão padronizados, é possível interconectar redes SDH de fabricantes distintos.
70 Breve Comparativo entre Hierarquias PDH e SDH PDH SDH A transmissão de sinais é plesiócrona A transmissão de sinais é síncrona e em fase O PDH o entrelaçamento é feito em bits O comprimento do quadro é definido de acordo com a faixa a ser transmitida É usada palavra de alinhamento para indicar o inicio do quadro e para justificações Limitações quanto à gerência Não pode acomodar outro tipo de sinal a não ser o sinal de origem (plesiócrona) Possui varias padronizações Organiza-se em bytes O comprimento do quadro é uniforme (125μs) São usados ponteiros para indicar o inicio de cada quadro e para processar eventuais justificações Total flexibilidade de gerenciamento (supervisão, operação, manutenção) Acomoda feixes plesiócronos com total compatibilidade Possui um único padrão mundial Em PDH, só é possível transmitir ponto a ponto Limitado à transmissão de sinais somente compatíveis com seu modo de transmissão (Assíncrono) A transmissão pode se dar por Cross-Conections e Add/Drop Possui compatibilidade com tecnologias atuais e futuras além de possuir a flexibilidade de transmitir quaisquer sinais de tributários de qualquer rede
71 Conclusão As redes SDH superam facilmente as limitações experimentadas numa rede de plesiócronos (PDH) permitindo à rede desenvolver-se para atender novas exigências e oferecer uma gama de benefícios, tanto para as operadoras de rede quanto aos usuários; A instalação de fibra ótica por toda a rede e a adoção dos elementos SDH tornou possível o controle e a manutenção da integridade de rede nó a nó;
72 Conclusão A capacidade de gerência da rede síncrona possibilita a identificação imediata de falha no tronco ou nó, ou usando arquiteturas em anel possibilitando que o tráfego na rede seja instantaneamente roteado até que o equipamento defeituoso seja reparado em caso de falhas, ficando transparente ao usuário da rede e não comprometendo os serviços, permitindo aos operadores garantir altos níveis de desempenho;
73 Conclusão Controlada via software, os sistemas de gerenciamento de rede não só executarão funções tradicionais de gerenciamento, tratando os alarmes na rede, mas também proporcionará funções de controle de desempenho, gerenciamento de recursos, segurança e planejamento de rede, projeto e possibilitando prover manutenção remota e centralizada resultando numa grande economia de tempo do pessoal de manutenção;
74 Conclusão Vários outros novos serviços tornam-se possíveis numa rede síncrona e que representarão novas fontes de renda para operadores de rede, como: os serviços de comutação de pacotes em alta velocidade, interconexão de LAN s e TV de Alta Definição (HDTV);
75 Conclusão Os padrões de SDH sugerem que equipamentos de fabricantes diferentes podem interagir no mesmo enlace em padrões que determinam a taxa de transmissão ótica, o comprimento de onda, os níveis de potência, formas de pulso e codificação;
76 Conclusão Com esta padronização de equipamentos e interfaces as operadoras de rede SDH têm a liberdade de escolher equipamentos de diferentes fornecedores que podem ser interligados; As operadoras de rede adotam equipamentos síncronos devido à melhora em qualidade e redução em custos de operação comparada com a transmissão plesiócrona;
77 Hierarquias Digitais PDH e SDH Aplicação do Rádio nas Redes PDH e SDH Sistemas rádio ponto a ponto são largamente utilizados nas redes PDH e SDH em conjunto com outros componentes da rede, como os equipamentos Multiplex e FOTS; Os rádios são largamente utilizados em backbones, exceto em backbones de tráfego muito alto, cuja capacidade só pode ser alcançada utilizando equipamentos FOTS SDH de hierarquia superior (STM4, STM16 ou superiores).
78 Hierarquias Digitais PDH e SDH Aplicação do Rádio nas Redes PDH e SDH
Figura 1 - Codificação da voz no sistema PCM.
1 Redes de Transporte 1. Introdução As redes de transporte de informações (voz, dados e vídeo) são compostas de sistemas de transmissão que interconectam os equipamentos de comutação das redes de pacotes
n canais vocais primário ª ordem ª ordem ª ordem
CAPÍTULO 10 - HDP-HIERARQUIA DIGITAL PLESIÓCRONA - HDS-HIERARQUIA DIGITAL SÍNCRONA 10.1. HDP - Hierarquia Digital Plesiócrona Da mesma forma como sistemas FDM são arranjados em grupos primário e secundário
Sistemas de Comunicação Óptica Redes Ópticas da Primeira Geração
Sistemas de Comunicação Óptica Redes Ópticas da Primeira Geração João Pires Sistemas de Comunicação Óptica 106 Estrutura estratificada das redes de telecomunicações Camada de serviços PDH, SDH, WDM Camada
Telefonia Fixa e VOIP PDH
Telefonia Fixa e VOIP PDH Prof. Marco Cazarotto PDH Conceitos PLESIOCHRONOUS = Plesíos (quase, próximo) + Kronous (tempo). Portanto, plesiochronous significa quase síncrono Dois ou mais sinais são ditos
Atualmente dedica-se à Teleco e à prestação de serviços de consultoria em telecomunicações.
Padrões de canalização em sistemas de transmissão digitais (TDM) Este tutorial apresenta os principais padrões de canalização utilizados em Sistemas de Transmissão digitais multiplexados no tempo (TDM
2. Transmissão Digital SDH: Mapeamento de tributários. Secção de Redes de Comunicações de Dados
2. Transmissão Digital SDH: Mapeamento de tributários Secção de Redes de Comunicações de Dados Transporte de sinais PDH e ATM pelo SDH O processo de associação dos sinais à rede é designado por mapeamento.
1 HIERARQUIAS DE MULTIPLEXAÇÃO DIGITAL SDH / PDH
Página 1 1 HIERARQUIAS DE MULTIPLEXAÇÃO DIGITAL SDH / PDH O PCM primário (2Mbps) é adequado em pequenas distâncias Para maiores distâncias é necessário maior multiplexação a fim de agregar maior número
LIMITAÇÕES PDH. Padronização parcial. Dificuldade de Derivação/Inserção de Tributários. Pouca Capacidade para Gerência de Rede(0,5%)
Redes PDH e SDH LIMITAÇÕES PDH Padronização parcial Dificuldade de Derivação/Inserção de Tributários Pouca Capacidade para Gerência de Rede(0,5%) CARACTERÍSTICAS DA PDH O primeiro nível (E1 ou T1) é tratado
REDES SDH (SYNCHRONOUS DIGITAL HIERARCHY, HIERARQUIA DIGITAL SÍNCRONA) Prof. Carlos Messani
REDES SDH (SYNCHRONOUS DIGITAL HIERARCHY, HIERARQUIA DIGITAL SÍNCRONA) Prof. Carlos Messani SDH: O QUE É? Rede SDH: é o conjunto de equipamentos e meios físicos de transmissão que compõem um sistema digital
SDH-SONET. Paulo Aguiar DCC/UFRJ
SDH-SONET Paulo Aguiar DCC/UFRJ 1 Uma conversa telefônica 4 khz é uma banda suficiente para reconhecer uma voz humana e sistema telefônico assume isso Sinais analógicos das conversas telefônicas são digitalizados
Organização do Espectro para Radioenlaces Ponto-a-Ponto
1. Organização do Espectro para Radioenlaces Ponto-a-Ponto 1.1. Introdução O s dados das mais diversas fontes dever ser organizados com um certo padrão de forma que eles possam ser transmitidos e recebidos
SDH Hierarquia Digital Síncrona
SDH Hierarquia Digital Síncrona Sumário Redes SDH... 3 Histórico... 3 Rede SDH... 4 Vantagens e Restrições... 5 Características do SDH... 7 Sincronismo... 7 Estrutura em Camadas... 8 Estrutura do Frame...
REDES DE TELECOMUNICAÇÕES
REDES DE TELECOMUNICAÇÕES SDH (Synchronous Digital Hierarchy) Engª de Sistemas e Informática UALG/FCT/ADEEC 2004/2005 1 Redes de Telecomunicações Hierarquia Digital Plesiócrona (PHD) Hierarquia Digital
Telefonia Digital. Multiplexação por divisão de tempo e Transmissão digital PDH e SDH. Curso Técnico em Telecomunicações
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CEFET/SC - Unidade de São José Curso Técnico em Telecomunicações Telefonia Digital Multiplexação por divisão de tempo e Transmissão digital PDH e SDH Marcos Moecke e Saul Caetano
Redes de Telecomunicações
Redes de Telecomunicações Problemas e questões sobre Redes de Transporte SDH (cap.) ) Quais são as diferenças mais importantes entre o PDH e SDH relativamente a: - tipo de multiplexagem usada? - alinhamento
Sistema MUX PCM Plesiócrono de Primeira Hierarquia
Redes de Transporte Digitalização do Sistema Telefônico Com a viabilização comercial dos sistemas PCM ( Pulse Code Modulation ) a partir do final da década de 1960, deu-se um passo decisivo rumo à digitalização
Rede Digital com Integração de Serviços de Banda Larga ATM Asynchronous Transfer Mode
Universidade do Minho Escola de Engenharia Departamento de Electrónica Industrial Rede Digital com Integração de Serviços de Banda Larga ATM Asynchronous Transfer Mode A camada de Nível Físico Mestrado
Uma breve visão geral da tecnologia SONET
Uma breve visão geral da tecnologia SONET Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Convenções Fundamentos do SONET Hierarquia de transporte SONET Exemplo de configuração SONET
Telefonia Exercícios
Telefonia Exercícios Problema 1 Sinalização Telefônica O tipo de sinalização normalmente utilizado entre o assinante de uma rede telefônica e a sua central telefônica é (A) sinalização acústica. (B) sinalização
ARQUITETURA FDDI P E D R O M O N T E I R O N º 14 G P S I
ARQUITETURA FDDI P E D R O M O N T E I R O N º 14 G P S I O QUE É A ARQUITETURA FDDI? FDDI é um padrão designado pela ANSI (National Standards Institute) comité X3T9.5 com a participação de várias empresas
Time Division Multiplexing (TDM)
Time Division Multiplexing (TDM) Partilhar Recursos... Uma vez que os recursos de transmissão são tradicionalmente escassos, é necessário partilhar estes recursos. A multiplexagem é o processo que permite
O que é ATM? Introdução ao ATM. Essência da Tecnologia. Essência da Tecnologia. Histórico. Quais as Necessidades Atuais?
1 2 O que é? Introdução ao Msc. Frank Meylan MSc. Adilson E. Guelfi [email protected] [email protected] www.lsi.usp.br/~meylan Laboratório de Sistemas Integráveis Escola Politécnica da USP Modo de Transferência
Rede de Transporte. Rede de Transporte
Multiplexagem digital Multiplexagem digital síncrona Multiplexagem digital assíncrona Hierarquia de multiplexagem plesiócrona (PDH) Hierarquia de multiplexagem síncrona (SDH) Multiplexagem por divisão
O Multi Protocol Label Switching é um mecanismo de transporte de dados pertencente à família das redes de comutação de pacotes. O MPLS é padronizado
O Multi Protocol Label Switching é um mecanismo de transporte de dados pertencente à família das redes de comutação de pacotes. O MPLS é padronizado pelo IETF (Internet Engineering Task Force) através
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CAMPUS SÃO JOSÉ CURSO TÉCNICO INTEGRADO DE TELECOMUNICAÇÕES 1 MULTIPLEXAÇÃO
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CAMPUS SÃO JOSÉ CURSO TÉCNICO INTEGRADO DE TELECOMUNICAÇÕES 1 MULTIPLEXAÇÃO A multiplexação é uma operação que consiste em agrupar
DmSTM-1. Multiplexador SDH de nova geração
DmSTM-1 Multiplexador SDH de nova geração Julho 2010 Produto O DmSTM-1 é um multiplexador modular para redes SDH de nova geração (NG-SDH). A unidade básica composta por gabinete, unidade central de processamento
REDES DE TELECOMUNICAÇÕES Capítulo 3. Hierarquia Digital Plesiócrona Engª de Sistemas e Informática UALG/FCT/ADEEC 2006/2007
REDES DE TELECOMUNICAÇÕES Capítulo 3 Hierarquia Digital Plesiócrona Engª de Sistemas e Informática UALG/FCT/ADEEC 2006/2007 Index Princípios básicos TDM Hierarquia digital Multiplexagem no Tempo (TDM-Time
Circuitos Digitais PDH (2 Mbps, 34 Mbps e 140 Mbps) Circuitos Digitais SDH STM-N
PUBLICAÇÃO DE INTERFACES DE CLIENTE PDH (2 Mbps, 34 Mbps e 140 Mbps) SDH STM-N (com N=1, 4 ou 16) Características Técnicas dos Interfaces Versão: v1.0 Data: outubro/2001 Este documento não é parte de nenhum
3 Redes de Comunicação 3.1. SDH Hierarquia Digital Síncrona
3 Redes de Comunicação 3.1. SDH Hierarquia Digital Síncrona A padronização da Hierarquia Digital Síncrona SDH sinaliza o começo da revolução nas redes de comunicações em todo o mundo. A SDH, quando empregada
Rede de Transporte das Operadoras Regionais e de Longa Distância Inclui backbones, entroncamentos secundários e acesso tanto para troncos de longa
1 Rede de Transporte das Operadoras Regionais e de Longa Distância Inclui backbones, entroncamentos secundários e acesso tanto para troncos de longa distância como para redes metropolitanas. Rede de Transporte
Open Systems Interconnection
Introdução 0 A tecnologia LAN FDDI (Fiber Distributed Data Interface) é uma tecnologia de acesso à rede em linhas de tipo fibra óptica. 0 Trata-se, com efeito, de um par de anéis (um é primário, o outro,
Comutação Volnys Borges Bernal
Volnys B. Bernal (c) 1 Comutação Volnys Borges Bernal [email protected] http://www.lsi.usp.br/~volnys Volnys B. Bernal (c) 2 Agenda? Comutação? Comutação de circuitos? Comutação de mensagens? Comutação
Multiplexação por Divisão de Tempo UNIP. Renê Furtado Felix.
Multiplexação por Divisão de Tempo UNIP [email protected] Comunicação Serial Como funciona a comunicação serial? Você sabe que a maioria dos PCs têm portas seriais e paralelas. Você também sabe que
Redes de Computadores
Redes de Computadores Prof. Marcelo Gonçalves Rubinstein Programa de Pós-Graduação em Engenharia Eletrônica Faculdade de Engenharia Universidade do Estado do Rio de Janeiro Ementa Introdução a Redes de
Prof. Carlos Messani
Prof. Carlos Messani A Camada de Enlace Serviços: Encapsulamento HDLC HDLC - o tipo de encapsulamento padrão em conexões point-to-point, links dedicados e conexões com comutação por circuito quando o link
Comutação de Circuitos, Pacotes e Células
Comutação de Circuitos, Pacotes e Células A função da comutação em uma rede de comunicação se refere à alocação dos recursos da rede para possibilitar a transmissão de dados pelos diversos dispositivos
DM4E1S. Desligamento automático do Laser quando agregado em LOS, aumentando a segurança na instalação e manutenção dos links óticos.
Multiplexador ótico PDH 1. Principais Características O DM4E1S é um modem ótico com soluções para comunicações ponto-a-ponto, podendo conectar simultaneamente até 4 agregados independentes. Pode conectar
Jitter: Variações de fase de um sinal digital com relação a sua posição ideal, em curtos períodos de tempo, freqüência maior ou igual a 10 Hz.
CAPÍTULO SEGUNDO SDH - REDE DE SINCRONISMO Medidas básicas e terminologia em sincronização (G.810 do ITU T) Definições gerais Jitter: Variações de fase de um sinal digital com relação a sua posição ideal,
FDDI (Fiber Distributed Data Interface)
FDDI (Fiber Distributed Data Interface) O padrão FDDI (Fiber Distributed Data Interface) foi desenvolvido pelo ASC X3T9.5 da ANSI nos EUA e adotado pela ISO como padrão internacional (ISO 9314/1/2/3) em
Apostilas de Eletrônica e Informática SDH Hierarquia DigitaL Síncrona
SDH A SDH, Hierarquia Digital Síncrona, é um novo sistema de transmissão digital de alta velocidade, cujo objetivo básico é construir um padrão internacional unificado, diferentemente do contexto PDH,
SSC0641 Redes de Computadores
SSC0641 Redes de Computadores Capítulo 4 Camada de Rede 4.1 a 4.3 Prof. J ó Ueyama Abril/2011 SSC0641-2011 1 Objetivos do Capítulo 4 Camada de Rede Entender os princípios dos serviços da camada de rede:
REDES II. e Heterogêneas. Prof. Marcos Argachoy
Convergentes e Heterogêneas Prof. Marcos Argachoy REDES CONVERGENTES Cont./ Convergência Refere-se a redução para uma única conexão de rede, fornecendo todos os serviços, com conseqüente economia de escala.
Barramento. Prof. Leonardo Barreto Campos 1
Barramento Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Sumário Introdução; Componentes do Computador; Funções dos Computadores; Estrutura de Interconexão; Interconexão de Barramentos Elementos de projeto de barramento;
Faculdade Integrada do Ceará FIC Graduação em Redes de Computadores
Faculdade Integrada do Ceará FIC Graduação em Redes de Computadores Disciplina Redes de Banda Larga Prof. Andrey Halysson Lima Barbosa Aula 1 Conceitos básicos de comunicação Sumário Técnicas de transmissão
Prof. Samuel Henrique Bucke Brito
Princípios de Comunicação (Sinal) www.labcisco.com.br ::: [email protected] Prof. Samuel Henrique Bucke Brito Modelo Geral de Comunicação A informação é gerada na fonte é transformada (modulada
Transmissão da Informação: Multiplexação TDM
Volnys B. Bernal (c) 1 Transmissão da Informação: Multiplexação TDM Volnys Borges Bernal [email protected] http://www.lsi.usp.br/~volnys Volnys B. Bernal (c) 2 Agenda Multiplexação no Tempo TDM Síncrono
Transmissão de Informação
Transmissão de Informação 1.Multiplexação e Modulação Sempre que a banda passante de um meio físico for maior ou igual à banda passante necessária para um sinal, podemos utilizar este meio para a transmissão
Redes de Telecomunicações
Redes de Telecomunicações Mestrado em Engenharia Electrotécnica e e de Computadores 1º semestre 2009/2010 Capítulo 4 Redes de Transporte SDH Estrutura Estratificada das Redes de Telecomunicações Camada
Graduação Tecnológica em Redes de Computadores. Fundamentos de Redes II
Graduação Tecnológica em Redes de Computadores Fundamentos de Redes II Euber Chaia Cotta e Silva [email protected] Graduação Tecnológica em Redes de Computadores X.25 Euber Chaia Cotta e Silva [email protected]
Alexandre Dal Forno Diretor de Produtos
Serviços Corporativos Convergentes Alexandre Dal Forno Diretor de Produtos 2 Sumário A Intelig Telecom Portfólio Completo 3 A Intelig Telecom A Rede Intelig Telecom Investimento de R$ 2,8 bilhões em infra-estrutura
Redes de Comunicação de Dados Industriais Prof. Assoc. Mário Luiz Tronco
Redes de Comunicação de Dados Industriais Prof. Assoc. Mário Luiz Tronco SEM - EESC - USP Sumário Introdução à Comunicação de Dados; Modelo OSI / ISO - Comunicação em Rede; Protocolos de Comunicação em
Capítulo 4: Camada de rede
Capítulo 4: Camada de Objetivos do capítulo: entender os princípios por trás dos serviços da camada de : modelos de serviço da camada de repasse versus roteamento como funciona um roteador roteamento (seleção
CST em Redes de Computadores
CST em Redes de Computadores Comunicação de Dados II Aula 10 Camada de Enlace de Dados Prof: Jéferson Mendonça de Limas Introdução Função das Camadas Anteriores: Aplicação: fornece a interface com o usuário;
AULA 4 - REDES. Prof. Pedro Braconnot Velloso
AULA 4 - REDES Prof. Pedro Braconnot Velloso Resumo da última aula Camada aplicação Serviços Requisitos das aplicações Camada transporte Serviços TCP UDP Arquitetura TCP/IP APLICAÇÃO TRANSPORTE TH AH mensagem
Protocolo ATM. Prof. Marcos Argachoy
REDES II Protocolo Prof. Marcos Argachoy Perfil desse tema Características Componentes Tipos de Serviço CoS / QoS Modelo de camadas Formato da Célula Redes - Asynchronous Transfer Mode O é uma tecnologia
DESCRITIVO DO SERVIÇO VPN IP (MPLS) (ANEXO ÀS CONDIÇÕES GERAIS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS)
DESCRITIVO DO SERVIÇO VPN IP (MPLS) (ANEXO ÀS CONDIÇÕES GERAIS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS) 1. DESCRIÇÃO 1.1. O Serviço VPN IP (MPLS)(Rede Virtual Privada) é utilizado para interconexão de redes locais entre
Redes de Computadores II. Módulo 1 Introdução e a camada de enlace
Redes de Computadores II Módulo 1 Introdução e a camada de enlace 1 Comunicação de Dados e Redes de Computadores O problema fundamental da comunicação é reproduzir em um ponto exatamente ou aproximadamente
Transmissão de Informação
Transmissão de Informação Prof. Alexandre Beletti Ferreira Sinal Ondas que se propagam através de algum meio físico, seja ele o ar, um par de fios telefônicos, etc. Os sinais podem possuir, por exemplo,
Redes de Computadores
Redes de Computadores Prof. Macêdo Firmino Camada Física Macêdo Firmino (IFRN) Redes de Computadores Setembro de 2011 1 / 32 Pilha TCP/IP A B M 1 Aplicação Aplicação M 1 Cab M T 1 Transporte Transporte
Principais fundamentos de um sistema telefônico
Principais fundamentos de um sistema telefônico O sistema telefônico é composto por assinantes, sistemas de distribuição, centrais telefônicas e sistemas de transmissão. A figura 2 mostra um esboço de
Capítulo 6 - Conceitos Básicos de Ethernet. Associação dos Instrutores NetAcademy - Fevereiro Página
Capítulo 6 - Conceitos Básicos de Ethernet 1 Introdução à Ethernet A maior parte do tráfego na Internet origina-se e termina com conexões Ethernet. A idéia original para Ethernet surgiu de problemas de
Faculdade de Engenharia da Computação
Faculdade de Engenharia da Computação Disciplina Redes de Computadores - II Protocolo de Comunicação de Dados (Parte-I) Prof. Wagner dos Santos C. de Jesus www1.univap.br/wagner/ec.html 1 Conceito de transmissão
Configurando definições de relógio em interfaces de roteador POS
Configurando definições de relógio em interfaces de roteador POS Índice Introdução Pré-requisitos Requisitos Componentes Utilizados Convenções Configurações de relógio recomendadas para interfaces pos
Prof. Antonio P. Nascimento Filho. Tecnologias de rede. Ethernet e IEEE Token ring ATM FDDI Frame relay. Uni Sant Anna Teleprocessamento e Redes
Tecnologias de rede Ethernet e IEEE 802.3 Token ring ATM FDDI Frame relay Ethernet A Ethernet é uma tecnologia de broadcast de meios compartilhados. Entretanto, nem todos os dispositivos da rede processam
Capítulo 6 e 8. Comutação Circuitos/Pacotes/Mensagens Multiplexação FDM/TDM/WDM
Capítulo 6 e 8 Comutação Circuitos/Pacotes/Mensagens Multiplexação FDM/TDM/WDM Prof. Esp. Rodrigo Ronner [email protected] rodrigoronner.blogspot.com Copyright The McGraw-Hill Companies, Inc. Permission
Informática. Transferência de Arquivos e Dados. Professor Márcio Hunecke.
Informática Transferência de Arquivos e Dados Professor Márcio Hunecke www.acasadoconcurseiro.com.br Informática TRANSFERÊNCIA DE ARQUIVOS E DADOS Upload e Download Em tecnologia, os termos download e
3.1) Diga o que é uma transmissão síncrona e uma transmissão assíncrona. 3.2) Qual a principal diferença entre codificação banda básica e modulação?
3 a. Lista Redes de Comunicações I pg. 1/5 UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO REDES DE COMUNICAÇÕES 1 Prof. Flávio Alencar 3 a. LISTA (Assuntos: Dados, Sinais e Transmissão, Características do Meio,
2 Local Multipoint Distribution System LMDS
2 Local Multipoint Distribution System LMDS Dentre os sistemas de rádio em banda larga que permitem oferecer ao usuário taxas de transmissão superiores a 10 Mbps, os sistemas LMDS (Local Multipoint Distribution
REDES DE TELECOMUNICAÇÕES
Hierarquia Digital Plesiócrona (PHD) REDES DE TELECOMUNICAÇÕES SDH (Synchronous Digital Hierarchy) Engª de Sistemas e Informática UALG/FCT/ADEEC 2003/2004 1 Redes de Telecomunicações Hierarquia Digital
Cabeamento Estruturado CAB Curso Técnico Integrado de Telecomunicações 7ª Fase Professor: Cleber Jorge Amaral
Cabeamento Estruturado CAB6080721 Curso Técnico Integrado de Telecomunicações 7ª Fase Professor: Cleber Jorge Amaral 2016-1 Revisão da aula anterior... Conceito de cabeamento estruturado. Padrão x Norma
Escolha 12 questões para entregar sendo que deverá ser pelo menos três de cada prova. Entrega no dia da primeira avaliação da disciplina.
Escolha 12 questões para entregar sendo que deverá ser pelo menos três de cada prova. Entrega no dia da primeira avaliação da disciplina. PROVA 2011-2 QUESTÃO 01 Um arquivo que ocupa 100 KB em disco rígido
Tecnologias de Transmissão em Telecomunicações DWDM
CENTRO UNIVERSITÁRIO DO TRIÂNGULO INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Tecnologias de Transmissão em Telecomunicações DWDM Marcelo Pereira de Lima Uberlândia, Dezembro/2003.
Capítulo 1: Introdução às redes comutadas
Capítulo 1: Introdução às redes comutadas Roteamento e Comutação Material adaptado pelo Prof. Kleber Rezende Presentation_ID 1 Capítulo 1 1.0 Introdução 1.1 Projeto de LAN 1.2 O ambiente comutado 1.3 Resumo
Redes de Computadores MPLS. Multiprotocol Label Switching. Gustavo Henrique Martin G. Miassi
I n t e r c o n e x ã o e Tr a n s p o r t e d e Redes de Computadores MPLS Multiprotocol Label Switching Gustavo Henrique Martin G. Miassi História do MPLS Entre meados e o final de 1996, os artigos de
Redes de Computadores I Conceitos Básicos
Redes de Computadores I Conceitos Básicos Prof. Luís Rodrigo [email protected] http://lrodrigo.lncc.br 2009/1 v2-2009.03.11 Histórico Anos 50-60 Computadores Grandes Porte Sistemas Batch Anos 60-70 Time-sharing
1 Exercícios da Parte 1 Introdução. Lista de Exercícios 01 - Introdução e Camada Física
BCC361 Redes de Computadores (2012-02) Departamento de Computação - Universidade Federal de Ouro Preto - MG Professor Reinaldo Silva Fortes (www.decom.ufop.br/reinaldo) Lista de Exercícios 01 - Introdução
EMBRATEL ENTREVISTA: Antônio Carlos Martelleto - Embratel CARRIER ETHERNET
EMBRATEL ENTREVISTA: Antônio Carlos Martelleto - Embratel CARRIER ETHERNET CARRIER ETHERNET Em entrevista, Antonio Carlos Martelleto, Diretor Executivo de Solução e Entrega da Embratel relata as principais
História da Telebras. Decreto nº 8.135/13 Mudança de cenário na prestação de serviços. Holding Monopólio das Telecomunicações
História Telebras História da Telebras Decreto Nº 7.175, 12 de Maio de 2010 1967 1972 1998 2010 2013 Ministério das Comunicações Holding Monopólio das Telecomunicações Desativação em 1998 após o processo
Integrated Services Digital Network (ISDN) Carlos Messani
Integrated Services Digital Network (ISDN) Carlos Messani ISDN - Conceitos ISDN é uma rede que fornece conectividade digital fim-a-fim, oferecendo suporte a uma ampla gama de serviços, como voz e dados.
Aula 5. Fundamentos de Rede e Telecomunicações Sistemas de Telecomunicação Serviços de Rede Protocolo de Rede. Tipos de Redes de computadores
Aula 5 Fundamentos de Rede e Telecomunicações Sistemas de Telecomunicação Serviços de Rede Protocolo de Rede Estratégias de Processamento em Rede Tipos de Redes de computadores Sistemas de Telecomunicação
Redes de Telecomunicações Redes de Transporte SDH
Redes de Telecomunicações Redes de Transporte SDH João Pires Redes de Telecomunicações 15 Estrutura estratificada das redes de telecomunicações Camada de serviços PDH, SDH, WDM Camada de transporte Camada
Organização e Arquitetura de Computadores I
Organização e Arquitetura de Computadores I BARRAMENTO Slide 1 Sumário Introdução Componentes de Computador Funções dos Computadores Estruturas de Interconexão Interconexão de Barramentos Slide 2 Introdução
2 Transmissão de Pacotes na Segunda Geração 2.1. Introdução
2 Transmissão de Pacotes na Segunda Geração 2.1. Introdução Embora alguma forma de comunicação móvel já fosse possível desde a Segunda Guerra Mundial (através de aparatos eletrônicos montados sobre veículos
Parte 2 - Comunicação de Dados
0 Roteiro: Sinais Parte 2 - Comunicação de Dados Sinais Analógicos Sinais Digitais Modos de Operação Tipos de transmissão Formas de transmissão serialb Largura de Banda Capacidade de um Canal Modulação
Técnicas de comutação
Técnicas de comutação Abordagens para a montagem de um núcleo de rede [Kurose] Comutação Alocação de recursos da rede (meio de transmissão, nós intermediários etc.) para transmissão [Soares] Técnicas de
