[O Príncipe Lagarto (2)]
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- Antônia Pereira Peres
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1 Šƒ ƒ Ž ƒž ƒ À ƒ ƒ [O Príncipe Lagarto (2)] Classificação: Classificado segundo o sistema internacional de Aarne-Thompson: ATU 433 B O Rei Lindorm + ATU 425 A O Monstro (Animal) como Noivo (Cupido e Psique). Classificação: Paulo Correia (CEAO/ Universidade do Algarve) em Julho de Assunto: A coragem, persistência e amor de uma jovem devolvem a forma humana a um príncipe encantado que vivia sob a aparência de um lagarto. Palavras-chave: Alentejo, animais, Brotas, carne, casamento, chá, cera, choffeur, cobre, corvo, dormideira, dormir, encantado, Évora, ferro, filha, filho, funeral, janela, lagarto, mãe, moleiro, mora, morte, motorista, noite, noiva, ouro, palácio, prata, príncipe, rainha, sapatos, serviço, toalha, vela, verde Região: Distrito: Évora Concelho: Mora Localidade: Brotas Contador: Nome: José Manuel Data de nascimento: 1920 Residência: Brotas. Vídeo: Entrevista: José Barbieri Data de Recolha: Junho de 2007 Filmagem: José Barbieri Duração: 0:02:31 minutos Transcrição: Transcritor: Maria de Lurdes Sousa Data de Transcrição: Setembro de 2007 Palavras: 2167 Versão literária: Execução: Maria de Lurdes Sousa Data de execução: Abril de 2010 Palavras: 1981 lž ƒƒ ƒž œƒ ƒ
2 [Príncipe Lagarto (2)] «Havia uma ocasião Havia uma ocasião Um encanto(1). Um encanto dum, dum lagarto Que era encantado(2). E atão(3) um belo dia e diz pra mãe: Ó mãe! Eu quero casar! [Mãe:] Ora filho! E atão quem é quer casar contigo?! Atão, tu és um bicho! És um lagarto! [Príncipe Lagarto:] Mas eu quero casar! [Mãe:] Bom, atão mas queres casar com quem? [Príncipe Lagarto:] Oh! Lá com uma filha do moleiro(4). Havia lá um moleiro que tinha três filhas. E diz ele assim: Lá com uma filha do moleiro. Vai lá pedir ao moleiro a ver se deixa casar uma das filhas comigo. Bom, (diz-lhe) a mãe lá foi ao moleiro pedir-lhe se deixava casar a filha mais velha co, co filho, co príncipe. O moleiro disse: Tá bem! Sim, senhora. Bom, lá no dia do casamento tudo muito bem, tudo coiso e tal E atão quando tavam ao copo-d água(5), tavam naquilo, apareceu o encanto que era o lagarto. Pulou prò colo da, da noiva. A noiva assustou-se! (De ver aquele bicho, pulou-lhe prò colo!) Assustou-se, morreu! Bom, morreu, trataram do funeral, fizeram aquilo. Ao fim de uma temporada, começa o filho dela outra vez, o encanto, a dizer-lhe assim: Ó mãe! Eu quero casar! [Mãe:] Ora filho! Atão, tu já mataste uma senhora e agora queres casar outra vez! [Príncipe Lagarto:] Quero casar! Vai lá pedir ao moleiro, a ver se deixa casar a outra filha comigo! Bom, lá foi a mãe, outra vez, pedir ao moleiro. Lá veio, lá trataram do casamento. Quando foi à noite, ao copo-d água, salta outra vez o lagarto pra cima do colo, do colo da noiva. Ela:
3 Ai! tudo. Pregou um grito, assustou-se! Morreu! Ah! Morreu, trataram do funeral. Fizeram aquilo Um belo dia começa o noivo, começa outra vez o filho (da princesa) a dizer: Atão, mãe! Eu quero casar! [Mãe:] Ó filho! Atão, tu já mataste duas filhas ao moleiro e agora queres casar?! [Príncipe Lagarto:] Quero casar! Bom, lá foi a mãe outra vez pedir ao moleiro. O moleiro, coitadito, como ele era príncipe e deixou outra vez casar a filha mais nova [casar] com ele. Lá no dia do casamento, quando tavam ao copo-d água, o lagarto pulou-lhe para o colo outra vez. Ela tinha já ali uma coisa, uma mantazinha, tapou-o logo muito bem tapado e [disse:] [Filha do Moleiro:] Ai! Coitadinho! Ai, tadinho do bichinho! E coiso E, atão, não morreu! Já não morreu. Aquela já não morreu. Bom, tratou-se de casar, trataram daquilo tudo. Casou. Um belo dia, diz-lhe a mãe do, do príncipe: [Mãe:] Ah! Não sei como você quis casar com o meu princí[pe], co meu filho! Atão ele é um bicho! E ela diz-lhe assim: Ai, senhora! Se vossemecê visse o seu filho! Quando ele está (em) feito em pessoa! A senhora até, até ficava Não há uma criatura mais linda que aquilo! Bom e ela combinou com a, com a nora de lá ir ver o filho quando ele estava [na forma humana]. Mas ela combinou com ela que ela tinha de ir às escuras, que era pa não [acordar] (ver) o filho senão perdia, quebrava-lhe o encanto. E atão o que é que ela fez? Levou uma vela na mão e chegou lá ao pé com a vela acesa, teve a olhar para o filho e coiso Aquilo era uma pessoa linda que! Mas a cera A
4 vela começou a aquecer e largou uma pinga de cera e pingou na cara do, do príncipe. Deu-lhe cabo do encanto! Deu cabo do encanto ao filho! Bom, deu cabo do encanto, o gajo(6) sumiu-se. Nunca mais apareceu! Nunca mais pareceu e disse-lhe: Agora quando tu Toma lá estes sapatinhos de ferro. Quando tu estragares estes sapatos de ferro é que vais dar comigo no Palácio das Janelas Verdes! Bom, a mulherzinha ficou e ele desapareceu! Desapareceu, a mulherzinha começou a (a mulher dele, a noiva), começou a andar de banda pra banda, para um lado, para o outro, prà aqui, prà além a procurar pelo Palácio das Janelas Verdes. A ver se alguém sabia, pra ver se ia dar com ele. Bom, ninguém lhe sabia dizer volta prà aqui, volta prà além Ninguém lhe sabia dizer onde é que era o Palácio das Janelas Verdes. Até que um belo dia, chegou lá, havia aquelas casas da bicharada meanos(7), corvos, albatrozes, toda a qualidade de bicho recolhia ali à casa, à noite. Bom, a mulherzinha foi lá dar com essa casa. Chegava à noite vinha um à noite recolhia aquela bicheza toda e (a mãe) eles, assim que lá entravam, diziam logo assim pa mãe: Ó mãe, ó mãe! Cheira-me aqui a carne humana! Que era mulherzinha que lá estava. A noiva lá estava a procurar [Mãe dos bichos:] Ora! É(ra) uma senhora que está aqui a procurar se vocês sabiam onde era o Palácio das Janelas Verdes! [Bicho:] Eu cá na sei! Eu na sei onde é. Bom, já só faltava o corvo. Até que daqui a nada lá vem o corvo croah, croah, croah,croah, croah, croah, croah a (a)voar. E atão chegou, pousou e diz pa, lá pa, pà mãe daquela bicharada e diz-lhe assim: Ó mãe! Ó mãe! Cheira-me aqui a carne humana! [Mãe dos bichos:] Ora, filho! É uma mulherzinha que está aqui a procurar se tu sabes onde é o Palácio das Janelas Verdes. [Corvo:] Oh! Mesmo eu agora de lá abalei! Tive lá pousado, lá numa janela! [Mãe dos bichos:] Bom, então olha, esta, esta senhora que está aqui queria saber onde é que era o Palácio das Janelas Verdes.
5 [Corvo:] Atão eu vou lá levá-la. Ela amonta-se em cima de mim, em cima de mim, que eu vou lá levá-la ao Palácio das Janelas Verdes. Mas ela tem que arranjar dois quilos de carne! Que é para quando eu for já muito cansado e que eu faça croah!, ela me meter um bocado de carne pelo bico abaixo. Bom, a mulher: Sim, senhor! Lá arranjou dois quilos de carne e atão o corvo lá abalou com ela (a)voando, (a)voando, (a)voando e manda um croah! Dá um bocado de carne! Até que chegou lá ao Palácio das Janelas Verdes Chegou lá ao Palácio das Janelas Verdes, pousou lá numa janela e diz: Minha senhora, o Palácio das Janelas Verdes é aqui! Aqui é que é. Bom, a mulher ali ficou. Tava lá ele, já tava casado com uma preta, já tinha arranjado uma preta [por]que pensou que ela nunca mais lá lhe aparecia. Mas apareceu! E atão um belo dia, ela plantou-se, pediu à preta se a preta a deixava ficar ali, debaixo de uma árvore e coiso [Nova esposa:] Deixo sim, senhora! Bom, a mulherzinha ficou ali debaixo de uma árvore e atão às tantas puxou de uma mesa, puxou de uma toalha Prantou(8) ali em cima da mesa uma toalha estendida Prantou ali um serviço de cobre Tudo da coisa mais bonita! Colheres! Pratos, garfos Tudo em cobre. A coisa mais bonita que havia! A criada de lá da preta chegou à janela e diz-lhe assim: Ó minha senhora! Atão a mulherzinha tem ali uma coisa na rua Ai, que coisa tão linda! Que a senhora não tem cá uma coisa tão linda como aquela! [Nova esposa:] Vai lá ver se a mulher ma quer vender! Ela chegou lá ao pé dela: Ai, minha senhora Se a senhora quer vender isso à minha senhora? [Filha do moleiro:] Diga lá a ela que eu que na l[h]a vendo que l[h]a dou! Cuma condição: (dela me deixar) dela me deixar dormir uma noite com o príncipe!
6 [Nova esposa:] Ai! Ela disse: Não! Não! Na quero! Na quero! Não, não, não, não! Na quero! [Criada:] Ó minha senhora! Só uma noite na faz mal! Dizia-lhe (a preta) a outra criada. Só uma noite não faz mal! A gente(9) dá-lhe um chá de dormideiras(10) à noite, à deitada, ele deixa- -se dormir e a senhora Nem toda a noite No outro dia, a horas de se levantar A gente Ele passa-lhe aquilo das dormideiras e a senhora ganha aquela coisa toda bonita. [Nova mulher:] Atão vai lá dizer se ela quer. Bom [foi] [Filha do moleiro:] Quero, sim senhora! A outra senhora (que era a tal princesa, que era, foi a primeira mulher do príncipe) e diz-lhe assim: Sim, senhora! Tamos combinadas! Lá deu aquilo à outra. A outra foi, à noite, quando o príncipe chegou, e foram-lhe dar o tal chá das dormideiras ao príncipe. O príncipe deitou-se na cama, ferrou a dormir nunca mais acordou. Ela, de noite, deitada lá na cama mais o príncipe, de noite, e começa-lhe a dizer assim: [Filha do moleiro:] Atão? Nunca mais te lembras?! Não te lembras quando me deste os sapatinhos de ferro? Que, que havia de ir ter contigo ao Palácio das Janelas Verdes Mas ele tava a dormir, não ouvia nada! Mas tinha um chofer(11) (que andava com ele a dar as voltas) que dormia por baixo do quarto onde ele estava. E o chofer começou a ouvir aquilo, toda a noite aquela coisa A dizer a mesma coisa: Se na te lembras de me dar uns sapatos de ferro? Porque havia de ir ter contigo ao Palácio das Janelas Verdes Mas ele tava a dormir e, pronto, não sabia nada! No outro dia ela puxa dum Outra vez da toalha, estende-a no chão uma coisa em prata! Tudo do mais bonito que havia! Colheres, garfos, pratos tudo! Copos Tudo do mais bonito! A preta chega à janela e diz assim: [Criada:] Ai, senhora! Hoje ainda tem lá outra coisa muita mais bonita que aquela primeira!
7 [Nova mulher:] E atão vai lá ver se ela a quer vender! Ela lá foi, disse à outra se a senhora queria vender aquilo. Disse: Não! Na l[h]a vendo dou-lha! Mas é com a condição de me deixar dormir mais uma noite com príncipe! Bom, a outra [criada]: Damos-lhe o chá das dormideiras e ele deixa-se dormir. E a senhora ganha aquilo! [Nova mulher:] Tá bem. Lá arrebanharam aquilo. Ela lá se foi deitar, à noite, quando o príncipe veio. Foi-se deitar outra vez mais o príncipe e atão começa outra vez de roda dele: [Filha do moleiro:] Atão na te lembras? Daquela coisa que tu me deste? Dos sapatos de ferro? Que havia de vir ter contigo ao Palácio das Janelas Verdes Coisa E o outro cá por baixo a ouvir outra vez a mesma coisa! [Chofer:] Ora esta! O que é que se passa lá prò, lá prò quarto do príncipe? Bom, no outro dia, quando se fez de dia ela saiu. Àquela hora tinha que sair. O príncipe passou-lhe o coiso das dormideiras, pronto. Ela vai ali à tardinha, torna a estender a toalha Estende ali uma toalha com um serviço tudo em ouro, que não havia nada mais bonito que aquilo! Tudo em ouro! Tudo em ouro! Pratos, colheres, garfos, tudo ali A preta chega lá à janela outra vez [Criada:] Ai, minha senhora! Hoje é que ela lá tem uma coisa tão bonita! Tão bonita! [Nova mulher:] Bom, vai lá ver se ela quer vender! Lá foi outra vez a preta: A senhora A minha senhora Se a senhora quer vender isso [Filha do moleiro:] Eu na lha vendo, dou-lha! Mas há-de ela me deixar ir dormir uma noite com o príncipe!
8 [Criada:] Atão minha senhora a gente dá-lhe o chá, o das dormideiras, ele deixa-se dormir e (a gente) a senhora ganha aquilo. [Nova mulher:] Tá bem! A outra já tava convencida daquilo tudo! Bom, o príncipe abala pà volta mais o chofer. E o chofer lá pelas tantas diz-lhe assim: [Chofer:] Ó patrão! O que é que se passa lá para o quarto do patrão? Que eu já há duas noites que na durmo e ouço uma pessoa sempre, toda a noite, toda a noite a dizer: se na te lembras dos sapatos de ferro que me deste? Que havia de ir ter contigo ao Palácio das Janelas Verdes. O Príncipe: Alto lá! Aqui há qualquer coisa! Bom, à noite quando o príncipe chegou e foram-lhe dar as dormideiras outra vez. E o príncipe no lugar de beber aquilo, entornou aquilo para fora e já não bebeu! Bom, lá chegou-se a ( ) foram-se deitar. Foram-se deitar e atão ela começa outra vez de roda do príncipe: [Filha do moleira:] Atão? Não te lembras daquilo que me disseste? Dos sapatinhos de ferro? Que havia de vir ter contigo ao Palácio das Janelas Verdes Diz ele assim: Oh! Cá está a minha mulher! Quer dizer que tratou atão de casar e ò pois o príncipe disse-lhe: [Príncipe:] O que é que queres que faça agora àquela senhora? E ela, e ela não era malfazeja(12) e diz-lhe assim: Olha ela fica por criada e a outra fica por ajudanta(13) e eu sou a rainha! Quer dizer que ficou aquilo tudo assim e está o conto acabado!» José Manuel, 87 anos, Brotas, (conc. Mora), Junho Glossário: (1) Encanto: feitiço; encantamento. (2) Encantado: que foi sujeito a um feitiço ou magia. (3) Atão: regionalismo de Portugal, de uso informal e coloquial que significa então. (4) Moleiro: dono de moinho ou azenha que trabalha na conversão de cereais em farinha. (5) Copo-d água: festa ou refeição oferecida com que se comemora um casamento. (6) Gajo: expressão coloquial para designar um indivíduo.
9 (7) Meanos: designação dada aos touros de acordo com as manchas características que têm no corpo; designação dada aos touros que têm pêlo branco na zona genital. (8) Prantou: meteu, pôs. (9) A gente: subentende-se o sujeito nós. (10) Dormideiras: espécie de papoila cujas cápsulas tem propriedades sedativas e narcóticas. (11) Chofer: = chauffeur motorista; condutor de automóvel. (12) Malfazeja: gosta de fazer mal. Ajudanta: subentende-se ajudante assistente; auxiliar. Para a execução deste glossário consultaram-se os seguintes websites:
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