PROVA DE APTIDÃO ARTISTICA
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- Maria de Begonha Paranhos Leveck
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1 PROVA DE APTIDÃO ARTISTICA ESPECIALIZAÇÃO DE FOTOGRAFIA Cláudia Dias Pinto nº6 12ºD1 Trabalho elaborado para a disciplina de Fotografia, lecionada por Miguel Paiva RESUMO: Este relatório descreve-nos todo o processo percorrido para a concretização do Projeto de Aptidão Artística. Da qual fazem parte quatro projetos, a Reportagem, o de Opção, ao qual escolhi Paisagem, o Retrato/Corpo e o Autorretrato. ESCOLA ARTÍSTICA SOARES DOS REIS PORTO ANO LECTIVO 2014/2015
2 ÍNDICE Introdução 3 1. Projeto de Reportagem Conceito; 1.2 Procura; 1.3 Pré-produção; 1.4 Produção; 1.5 Pós-produção; 2. Projeto de Paisagem Conceito; 2.2 Procura; 2.3 Referencias; 2.4 Pré-produção; 2.5 Produção; 2.6 Pós-produção; 2 3. Projeto Retrato/Corpo Conceito; 3.2 Procura; 3.3 Pré-produção; 3.4 Produção; 3.5 Pós-produção; 4. Projeto Autorretrato Conceito; 4.2 Pré-produção; 4.3 Produção; 4.4 Pós-produção; Conclusão 36 Bibliografia 37 Anexos 38-65
3 INTRODUÇÃO Este relatório diz respeito a Prova de Aptidão Artística. É realizada pelos alunos do 12ºano durante o 2º e 3º período, para conseguirem concluir o curso. Esta prova serve para avaliar os conhecimentos adquiridos ao longo dos três anos na Escola Artística Soares dos Reis e também para conseguirem ver a nossa capacidade de produzir e defender projetos artísticos. A proposta da PAA consiste na realização de quatro projetos, o de reportagem, o de opção (moda, paisagem e arquitetura), no qual eu escolhi paisagem, o retrato/corpo e por último o autorretrato. Cada um com doze fotografias, menos o autorretrato que é só uma. Pelo menos um dos projetos tens de ser fotografado a digital a cores, o outro pode ser digital a preto e branco ou a cores e um deles tem de ser fotografado a analógico a preto e branco, assim como o autorretrato. Depois de concluída e entregue é apresentada a um júri, que nos vai avaliar pelo trabalho realizado, pela apresentação e pelo relatório. 3
4 1. PROJETO DE REPORTAGEM 1.1 Conceito No projeto de reportagem eu decidi fotografar os mercados onde, o meu principal objetivo era mostrar a vida dentro dos mercados e não o edifício em si. Com isto pretendo demonstrar um pouco dessa vida, o convívio existente nesse ambiente, o comportamento das pessoas que o frequentam, assim como, caracterizar o povo Portuense. Através da fotografia pretendo mostrar a maneira como o comerciante encara aquele ambiente, a sua relação com os clientes e a maneira como recebem os de fora. A relação com os clientes habituais, a cumplicidade existente entre ambos e a boa disposição é algo que caracteriza os mercados assim como o povo Portuense. Eu fotografei três mercados do Porto, o Mercado de S.Sebastião, o Mercado da Foz e o Mercado do Bolhão, onde em cada fotografia procurei captar o ambiente de cada lugar, assim como, as características acima referidas. 1.2 Procura Para este projeto, comecei por fazer uma pesquisa para decidir o subtema que ia desenvolver. Escolhi os mercados e fui pesquisar os que haviam no Porto, encontrei o Mercado do Bolhão, o Mercado da Ribeira, o Mercado do Cerco do Porto, o Mercado do Covelo, o Mercado da Foz, o Mercado de S.Sebastião, o Mercado das Campinas, o Mercado do Viso, o Mercado de Francos e o Mercado do Bom Sucesso Pré-produção Após a minha pesquisa fui aos mercados ver como eram e se interessavam para o meu projeto. Alguns mercados já não existiam, como é o caso do Mercado das Campinas, o Mercado do Viso e o Mercado de Francos, outros eram ao ar livre e tinham muito poucas bancas e pessoas, o que não ajudava no meu projeto, pois não ia obter o resultado que pretendia, como é o caso do Mercado do Covelo, o Mercado do Cerco do Porto, o Mercado da Praça da Alegria e o Mercado da Ribeira. O Mercado do Bom Sucesso já não se enquadrava no mercado tradicional por isso também não o escolhi. Acabei por escolher o Mercado do Bolhão, o Mercado de S.Sebastião e o Mercado da Foz. Comecei a preparar tudo o que precisava para ir fotografar. Utilizei a máquina fotográfica digital, com uma lente 18-55mm. 1.4 Produção Fiz este projeto a digital a cores. As minhas primeiras sessões foram para reconhecer o espaço e perceber o que pretendia captar em cada mercado e como o ia fazer. Depois de conhecer os espaços minimamente e ver como cada um funcionava
5 comecei a fotografar. Fui mais que eu vez a cada mercado, como podemos ver nas provas de contacto 1. Em primeiro fui ao Mercado S.Sebastião onde realizei duas sessões, na primeira ainda não estava muito a vontade com o espaço nem com os modelos, o que fez com que as fotografias não resultassem, pois tive dificuldade em integrar-me com o ambiente e a comunicar com as pessoas. Da segunda vez que lá fui já sabia os meus erros e o que tinha de melhorar ou procurar de maneira a obter boas fotografias. As fotografias resultaram muito melhor e consegui que transmitissem o que eu pretendia, pois tentei mudar os tipos de enquadramentos e de planos, de maneira a que as imagens ficassem melhor a nível da composição e estético e também consegui um melhor contacto e uma boa comunicação entre ambos, onde as próprias pessoas já se sentiam mais a vontade perante o ato fotográfico. De seguida fotografei o Mercado da Foz, é um mercado mais pequeno e apertado o que no inicio dificultou a minha movimentação e os enquadramentos. Na primeira sessão fui muito cedo então ainda não havia movimento nenhum e muitas bancas ainda estavam a abrir, por isso não consegui fotografias que transmitissem o meu conceito, nem que mostrassem o que pretendia. A segunda sessão foi muito mais produtiva, os comerciantes também colaboraram e passado algum tempo a insistir, em cada banca, no ato fotográfico consegui obter bons resultados, apesar de não achar que estão tao bem quanto eu queria que ficassem. Por último, o Mercado do Bolhão foi mais fácil de trabalhar pois os comerciantes já estão habituados ao ato fotográfico o que me ajudou pois ao fotografar eles não ficavam presos, isto é, não deixavam de trabalhar ou interagir com os clientes normalmente. O que nos outros mercados só passado algum tempo de persistência é que eles se abstraiam que alguém os estava a fotografar. Obtive resultados interessantes mas de uma maneira geral acho que ainda precisava de repetir algumas fotografias, de forma a ficarem mesmo como eu queria Pós-produção Depois de fotografar comecei a fazer a edição de cada sessão. Fiz uma seleção das melhores fotografias para cada sessão e editei-as, alterando a exposição, a temperatura de cor, o contraste, entre outros pontos de maneira a conseguir que as fotografias obtivessem conjunto. 1 Ver no anexo 1.
6 6 Mercado Bolhão Mercado S.Sebastião
7 7 Mercado S.Sebastião Mercado do Bolhão
8 8 Mercado do Bolhão Mercado do Bolhão
9 9 Mercado da Foz Mercado do Bolhão
10 10 Mercado da Foz Mercado S.Sebastião
11 11 Mercado do Bolhão Mercado do Bolhão
12 2. PROJETO OPÇÃO (PAISAGEM) 2.1 Conceito No projeto de opção, eu escolhi fazer paisagem, pois queria mostrar a cidade do Porto de uma maneira diferente de como a vemos todos os dias. O meu projeto é o Porto visto de cima, onde o meu objetivo é mostrar o Porto de outro ponto de vista, do qual podemos ver uma cidade confusa, com aglomerados de casas, ruas estreitas e desorganizadas, estruturas semelhantes, com altos e baixos e com escadarias, todas estas características dão-nos a ideia de entulhamento e concentração. Fotografei de alguns dos pontos mais altos do centro da cidade, da Torre dos Clérigos, da Ponte D.Luís, do Hotel Dom Henrique e da Sé. Mostrar a cidade de outro ponto de vista a que não estamos habituados pode ser estranho, mas no entanto é uma realidade que poucos conhecem e foi isso que eu quis evidenciar ao fazer este projeto. 2.2 Procura Comecei por fazer um levantamento dos pontos mais altos da cidade do Porto para conseguir fotografar. Fiz também uma pesquisa sobre a cidade e a sua construção e alguns esboços do que queria mostrar. Depois de ter uma ideia do que ia fazer fui aos vários locais que tinha pesquisado a ver se resultavam no que eu queria. 2.3 Referencias 12 Usei como algumas referências fotografias aéreas para conseguir perceber um pouco da construção da cidade e do seu aspeto visual. Vistas aéreas da Cidade do Porto Vistas aéreas da Cidade do Porto Vistas aéreas da Cidade do Porto
13 2.4 Pré-produção Tive dois problemas no início da preparação do projeto, um deles foi alguns dos lugares não serem demasiado altos para o que eu pretendia, logo, não resultaram, o outro problema foi a objetiva que estava a fotografar era uma 18-55mm e não conseguia obter os resultados pretendidos, pois não dava para aproximar e fazer enquadramentos mais apertados ficavam todos generalistas. Consegui resolver tudo arranjando uma teleobjetiva e fotografar só nos locais que eram suficientemente altos para o que eu queria, como é o caso da Torre dos Clérigos, da Ponte D.Luís, do Hotel Dom Henrique e da Sé. 2.5 Produção Neste projeto, fotografei a digital a cores e, realizei seis sessões até conseguir um bom resultado 2. A primeira sessão foi uma experimentação, onde ainda não tinha a teleobjetiva e acabou por não resultar, porque não ficavam como eu queria, mas deu para perceber os meus erros e o que tinha de fazer para melhorar, deu para usar alguns pontos como referencia. Neste dia o tempo também estava nublado o que não ajudou, pois dificultava o visionamento da paisagem. Na segunda sessão o tempo também estava nublado o que por vezes dificultava a leitura, mas por outro lado já fotografei com uma teleobjetiva e já consegui obter melhores resultados, ainda longe dos finais mas que deu para ter uma noção do que tinha de fazer e melhorar. As sessões a seguir já começaram a correr melhor e já consegui fotografias que me agradaram mas tinha um problema como fotografei em dias diferentes a luz estava muito diferente em todas e mesmo corrigindo na pós-produção não conseguia fazer com que ficassem parecidas de maneira a obter um conjunto. Por isso fiz uma ultima sessão, a sexta, onde fui fotografar num fim de semana que estava sol as fotografias que eu tinha selecionado todas de novo para ficarem com uma luz muito mais semelhante, o que ia ajudar a ganhar conjunto e também para poder corrigir pequenos erros ou melhorar alguns pormenores em termos de enquadramento Pós-produção Comecei por selecionar as imagens que estavam melhores e que mostravam o que eu queria, depois desta seleção comecei a fazer o tratamento de imagem. Os principais pontos de tratamento que ajustei foram a exposição, o contraste, as altas luzes, as sombras, os pretos e a temperatura de cor, depois de alterar estes pontos alterei o tamanho e resolução das imagens a 20x30cm e reenquadrei as que precisavam cortando-as, para conseguir obter conjunto no projeto 3. Depois de tratadas as fotografias escolhi as doze finais. 2 Ver anexo 2. 3 Ver anexo 3.
14 14
15 15
16 16
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18 18
19 19
20 3. PROJETO RETRATO CORPO 3.1 Conceito No projeto retrato corpo, optei por fazer dípticos que consistiam em juntar um retrato com uma paisagem. Vai haver doze retratos e doze paisagens diferentes e, cada retrato vai estar ligado a uma paisagem. Ao juntar o retrato à paisagem estou a criar uma ligação entre ambos. O retrato é a parte mais importante deste projeto pois é onde conseguimos ver as características dos Portuenses, as personalidades de cada pessoa retratada. Ao fotografar eu não dei indicações de poses as pessoas retratadas, a única coisa que pedi foi que fossem eles próprios para poder mostrar um pouco de cada um, as várias personalidades. A paisagem que vai estar debaixo de cada retrato tem um propósito, tem um significado para a pessoa retratada, pois é um lugar que lhe diz alguma coisa, pode ser um lugar onde passe muito tempo, e é importante na sua vida. E é isso que eu pretendo mostrar que o Porto tem lugares que dizem algo e que podem ter significados diferentes e dizer coisas diferentes a pessoas diferentes. O Porto é uma cidade repleta de lugares e de muita diversidade, mas ambos tem um característica comum entre eles é que são todos acolhedores ao olhar de cada pessoa, o que na realidade é uma característica que todos procuram num lugar onde possam estar. Os lugares são escolhidos de acordo com os gostos e personalidades de cada um e é por isso que eu associo a paisagem ao retrato para conseguir mostrar mais um pouco da pessoa para além do que vemos no retrato. A razão pela qual fotografei jovens é para mostrar que hoje em dia ele estão muito ligados à cidade do Porto e conseguem identificar-se um bocadinho com ela, cada um a sua maneira Procura Comecei o projeto por decidir que pessoas ia fotografar e os locais de cada pessoa, depois fui ao local com cada pessoa para o conhecer e fotografar ambos. Pensei em vários fundos para poder fazer o retrato, optando pelo fundo branco. Também estudei a maneira que ia enquadrar a paisagem com o retrato e decidi colocar em baixo e em forma panorâmica. 3.3 Pré-produção Fiz uma experiencia que consistiu em fotografar a pessoa no local, desfocando o fundo e fotografar em fundo branco. Acabei por optar pelo fundo branco pois acho que esteticamente resulta melhor, pois não fica tao confuso e damos mais valor a pessoa e ao que cada um esta a fazer. Fotografei com uma máquina fotográfica analógica com uma lente 48-70mm e com um filme FP4 de ISO 125. Como fotografei ao ar livre, com este filme não ganhava tanto grão. Também precisei do fundo branco, de um refletor e de um assistente. 3.4 Produção Para concretizar este projeto analógico. Nos retratos utilizei um fundo branco e fotografei ao ar livre, em dias de sol, utilizando um refletor para controlar melhor as zonas de luz incidente, de mameira a ficar uma luz mais difusa por todo o retrato. Na paisagem, ao fotografar tive de ter em atenção que depois ia ser impressa em
21 panorâmica, por isso tive de ter muita atenção ao enquadramento. Fotografei em dias de sol também e no mesmo dia que o retrato que fosse fazer conjunto. Ao fotografar os retratos a única indicação que dei foi para se colocarem no meio do fundo branco e serem eles próprios, não precisavam de fazer nenhuma posição específica, nem forçada, queria que fosse o mais natural possível para podermos ver como cada um é. Realizei 4 sessões 4 até conseguir as doze fotografias e com qualidade. A minha maior dificuldade no início foi conseguir focar mesmo direitinho. Depois de revelar os filmes fui digitaliza-los para ver os resultados. 3.5 Pós-produção Ao imprimir tive de ter em atenção o contraste que melhor resultava assim como o tempo de exposição, para isso tive realizar vários testes antes de imprimir a fotografia final 5. Depois da primeira feita tive de me guiar por ela ao imprimir as outras, para o contraste e a exposição ficarem o mais igual possível e os retratos ganharem conjunto. Fiz o mesmo com as paisagens, mas estas imprimi como panorâmica Ver anexo 4. 5 Ver anexo 5.
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33 33
34 4. PROJETO AUTORRETRATO 4.1 Conceito No projeto autorretrato eu quis mostrar um pouco da minha personalidade através das marcas que tenho presentes no meu corpo. Estas marcas são algo que me pertencem, fazem parte de mim, e a partir dai mostra um pouco do que sou. Uma das marcas que me caracteriza é nos pés, que em comparação com as pernas estão mais brancos. Esta marca representa o meu lado desportivo, assim como o esforço e dedicação que eu coloco em tudo o que faço. Outra marca é a que esta presente no meu pulso esquerdo, a marca do meu relógio, que pretende mostrar a presença das horas na minha vida. Onde todo o tempo é contado e organizado e mostra o meu lado pontual e organizado. No pulso contrário tenho a marca de uma pulseira que significa o meu lado persistente. A marca do peito revela o meu lado mais íntimo e protetor. Esta foi a forma que eu achei que melhor me representava pois as marcas fazem parte do meu corpo e de mim, e mostram todas as minhas características. 4.2 Pré-produção Para o meu autorretrato usei o estúdio e fotografei com a máquina analógica. Comecei por montar a iluminação e fotografar com a máquina digital para conseguir ver a melhor maneira de colocar a iluminação. Coloquei uma cabeça de luz com uma soft box como luz principal, para dar uma luz difusa por todo o corpo. Usei uma cabeça de luz com um abajur no qual colei um cone para conseguir fazer sobressair a minha marca no pulso. A última cabeça de luz que usei foi para fazer de back light. Coloquei um fundo preto e uma cadeira de madeira escura, onde me sentei. Depois de conseguir acertar a iluminação para os respetivos locais, tive de usar painéis de obstrução para conseguir que o fundo ficasse totalmente preto Produção Acabando as experiencias, passei para a máquina analógica. Usei o fotómetro para medir a luz de cada cabeça de luz para saber que abertura colocar e mudei a velocidade de obturação para 125 que é a velocidade de sincronização. Fotografei-me em cima da cadeira, mudando de posições a medida que estava a fotografar para depois escolher a melhor. Depois de revelar o filme e digitalizar tive de escolher uma fotografia final para imprimir. 4.4 Pós-produção O processo é igual ao do projeto anterior. Fiz testes para descobrir o tempo de exposição e o contraste mais adequado e quando os encontrei fiz a fotografia final.
35 35
36 CONCLUSÃO Ao longo do meu percurso escolar na Escola Soares dos Reis notei uma grande evolução, principalmente no meu último ano,12ºano. Ao realizar a Prova de Aptidão Artística aprendi muitas coisas e consegui corrigir alguns dos meus principais erros. Foram quatro projetos que exigiram muito de mim, muito trabalho e cansaço, mas no fim fiquei satisfeita com o meu trabalho. As minhas maiores dificuldades foram no projeto de reportagem pois tive dificuldade em interagir com as pessoas e fazer com que se sentissem à vontade com o ato fotográfico. Deste modo não consegui os resultados esperados, precisava de fazer mais sessões ate deixar as pessoas mais confiantes e a vontade. Também tive dificuldade a níveis estéticos e de enquadramento, não estavam a ficar como eu queria, notava-se a distancia entre o fotografo e o ato fotografado, o que na ultima sessão já consegui combater e melhorar. Também tive dificuldades no inicio do projeto retrato/corpo, porque como estava a utilizar um fundo branco o fotómetro dava-me uma medição de luz que não era a correta para o que eu queria, pois o fundo refletia muito a luz e eu ao fechar o diafragma conforme o fotómetro pedia o modelo ficava muito escuro. Outra das dificuldades neste projeto foi a focagem nas primeiras vezes pois não conseguia ter a perceção de quando estava totalmente focado ou não. Foram erros que fui combatendo e aprendi bastante com eles. Foi um ano puxado e cansativo mas que serviu para eu ganhar mais responsabilidade e ter mais a perceção do tempo. Acabei o ano mais confiante e a conseguir desenvolver melhor os conceitos e ideias para os projetos, assim como, os atos fotográficos. 36 De uma maneira geral gostei dos meus projetos e esforcei-me para conseguir obter um bom resultado.
37 BIBLIOGRAFIA ,7034m/data=!3m1!1e3!4m2!3m1!1s0xd2465abc4e153c1:0xa648d 95640b114bc!6m1!1e1 37
38 ANEXOS 38
39 Anexo 1 Reportagem Mercado de S.Sebastião 1º sessão 39 Mercado de S.Sebastião 2º sessão
40 Mercado do Bolhão 1º sessão 40 Mercado do Bolhão 2º sessão
41 Mercado da Foz 2ºsessão 41
42 Anexo 2 Paisagem Porto visto de cima 1ºsessão 42 Porto visto de cima 2ºsessão
43 Porto visto de cima 3ºsessão 43 Porto visto de cima 4ºsessão
44 Porto visto de cima 5ºsessão 44 Porto visto de cima 6ºsessão
45 Anexo 3 Seleção das imagens 45 Tratamento de imagens
46 Corte da fotografia 46
47 Anexo 4 Retrato/Corpo 47 Varias sessões Retrato/Corpo digitalização
48 Anexo 5 Testes de impressão analógica 48
49 Anexo 6 Cedência de direitos de imagem 49
50 50
51 51
52 52
53 53
54 54
55 55
56 56
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58 Anexo 7 Momentos de avaliação e autoavaliação 58
59 59
60 60
61 61
62 62
63 63
64 64
65 65
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