Cultivares de Trigo. Embrapa e Iapar
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1 Embrapa Soja Rodovia Carlos João Strass, Acesso Orlando Amaral Caixa Postal CEP: Londrina PR Telefone: (43) Fax: (43) [email protected] Embrapa Produtos e Mercado Escritório de Londrina Rodovia Carlos João Strass, Acesso Orlando Amaral Caixa Postal CEP: Londrina PR Telefone: (43) Fax: (43) [email protected] Escritório de Ponta Grossa Rodovia do Talco km 3 Caixa Postal CEP: Ponta Grossa PR Telefone/Fax: (42) [email protected] Embrapa Trigo Rodovia BR 285 km 294 Caixa Postal CEP: Passo Fundo RS Telefone: (54) Fax: (54) [email protected] Parceria Catálogo 02/ Março, 2013 CGPE Cultivares de Trigo Embrapa e Iapar Av. Higienópolis, º andar - Centro CEP: Londrina/PR Telefone: (43) Fax: (43) [email protected]
2 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Soja Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento Cultivares de Trigo Embrapa e Iapar Embrapa Soja Londrina, PR 2013
3 Exemplares desta publicação podem ser solicitados à: Embrapa Soja Rod. Carlos João Strass acesso Orlando Amaral, C.P. 231, CEP Londrina, PR Telefone: (43) Fax: (43) [email protected] Comitê de Publicações da Embrapa Soja Presidente: José Renato Bouças Farias Secretária executiva: Regina Maria Villas Bôas de Campos Leite Coordenadora de Editoração: Vanessa Dall Agnol Bibliotecário: Ademir Benedito Alves de Lima Membros: Alvadi Antonio Balbinot Junior Claudine Dinali Santos Seixas Claudio Guilherme Portela de Carvalho Décio Luiz Gazzoni Francismar Correa Marcelino-Guimarães Marcelo Alvares de Oliveira Maria Cristina Neves de Oliveira Norman Neumaier Editoração eletrônica: Marisa Yuri Horikawa Capa: Marisa Yuri Horikawa Foto da Capa: José Salvador Simoneti Foloni - Arquivo Embrapa Soja 1ª Edição 1ª Impressão (03/2013) tiragem: exemplares Todos os direitos reservados. A reprodução não autorizada desta publicação, no todo ou em parte, constitui violação dos direitos autorais (Lei nº 9.610)
4 Texto Manoel Carlos Bassoi Engenheiro Agrônomo, Ph.D. Embrapa Soja Caixa Postal 231 CEP Londrina-PR Fone: (43) Carlos Roberto Riede Engenheiro Agrônomo, Ph.D. Instituto Agronômico do Paraná - IAPAR Caixa Postal, 481 CEP Londrina-PR Fone: (43) [email protected] Luiz Alberto Cogrossi Campos Engenheiro Agrônomo, Ph.D. Instituto Agronômico do Paraná IAPAR Caixa Postal, 481 CEP Londrina-PR Fone: (43) [email protected] José Salvador Simoneti Foloni Engenheiro Agrônomo, Dr. Embrapa Soja Caixa Postal 231 CEP Londrina-PR Telefone: (43) [email protected]
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6 Sumário Qualidade Industrial...07 Regiões de Adaptação...08 Semeadura...11 Adubação Nitrogenada...14 Rendimento...14 Reação a doenças...14 Cultivares de Trigo Embrapa...17 Cultivares de Trigo Iapar...31
7 Apresentação A cultura do trigo vem alcançando maior importância para a sustentabilidade do agronegócio. O cultivo do trigo, por ser realizado durante os meses de inverno, representa uma oportunidade aos agricultores de aumentar seus rendimentos e diluir os custos fixos do seu sistema produtivo. As tecnologias geradas pela pesquisa, principalmente o desenvolvimento de cultivares mais adaptadas às diversas condições de cultivo, têm propiciado a obtenção de ganhos na produtividade de grãos e na qualidade industrial desse cereal. Os méritos desse avanço também devem ser creditados ao somatório dos esforços da pesquisa com os da assistência técnica e dos produtores rurais. Atualmente, uma das preocupações mais prementes da classe produtora é a que diz respeito à qualidade industrial. Cada vez mais o setor industrial tem se mostrado muito exigente na aquisição do grão comercial. O mau hábito de misturar, na colheita, as várias classes de trigo, oferece um produto desuniforme e sem especificação. Por isso, há necessidade de se identificar cada classe e garantir a sua segregação. As referências para classificação de cada cultivar, no que tange à qualidade industrial, são parte dessa publicação. Aqui são apresentadas as principais características agronômicas das cultivares de trigo desenvolvidas pela Embrapa e pelo IAPAR, em parceria com a Fundação Meridional, indicadas para os estados do Paraná, de Santa Catarina, de São Paulo e do Mato Grosso do Sul, proporcionando à assistência técnica e aos produtores informações práticas para a safra. José Renato Bouças Farias Chefe Adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento Embrapa Soja
8 Cultivares de Trigo Embrapa e Iapar Qualidade Industrial A qualidade industrial é um fator decisivo na comercialização de trigo e é determinada por fatores genéticos e ambientais. Um dos testes para avaliar as características qualitativas da farinha é a alveografia. Os principais parâmetros avaliados pela alveografia são a força de glúten (W), a tenacidade (P) e a extensibilidade (L). Considera-se adequado para o fabrico de pão francês (Tipo Pão) uma farinha que apresente W em torno de 250 e P/L entre 0,6 e 1,2. Valores de W abaixo de 200 e P/L abaixo de 0,6, caracteriza um trigo do Tipo Brando, com a farinha servindo para o fabrico de bolachas e biscoitos. Valores de W acima de 300 caracteriza um trigo do Tipo Melhorador, muito utilizado para efetuar mesclas e fabrico de massas. Os valores de W e de P/L, apresentados neste documento, são médias de amostras coletadas em vários anos de ensaios conduzidos nos estados de Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo e analisados nos laboratórios de qualidade industrial da Embrapa Trigo (Passo Fundo, RS) e do Iapar (Londrina, PR). Foto: Manoel Carlos Bassoi 7
9 Regiões de Adaptação As regiões de adaptação de 1 a 4 correspondem aos Grupos de Municípios para indicação de cultivares do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA, segundo instruções normativas N 58 de 19/11/2008 e podem ser observadas nas Figuras 1 a 5. VCU 1 - Fria, Úmida, Alta VCU 2 - quente, Úmida, Baixa Não recomendada Figura 1. Regiões de adaptação para determinação de valor de cultivo e uso (VCU) do trigo em Santa Catarina. VCU 1 - Fria, Úmida, Alta VCU 2 - quente, Úmida, Baixa VCU 3 - Quente, seca, Baixa Não recomendada Figura 2. Regiões de adaptação para determinação do VCU do trigo no Paraná. 8
10 VCU 3 - Quente, seca, Baixa VCU 4 - Quente, Seca - Cerrado Figura 3. Regiões de adaptação para determinação do VCU do trigo no Mato Grosso do Sul. VCU 2 - quente, Úmida, Baixa VCU 3 - Quente, seca, Baixa VCU 4 - Quente, Seca - Cerrado Não recomendada Figura 4. Regiões de adaptação para determinação do VCU do trigo em São Paulo. 9
11 VCU 1 - Fria, Úmida, Alta VCU 2 - quente, Úmida, Baixa VCU 3 - Quente, seca, Baixa VCU 4 - Quente, Seca - Cerrado Não recomendada Figura 5. Regiões de adaptação para determinação do VCU do trigo nos estados de MS, de SP, do PR e de SC. 10
12 Semeadura Época A época de semeadura de trigo é indicada de acordo com zonas homogêneas, a fim de obter melhores rendimentos. Nas áreas de transição entre zonas, é importante que um Engenheiro Agrônomo seja consultado para definir qual a melhor época. É aconselhável realizar a semeadura de modo escalonado, dentro do período indicado, visando reduzir a probabilidade de perdas, principalmente as provocadas por geada. Profundidade A profundidade de semeadura deve ser de 2 a 5 cm. Espaçamento O espaçamento indicado para o trigo é de 17 a 20 cm entre as linhas. Densidade As densidades variam de 200 a 400 sementes viáveis por metro quadrado, em função da resistência ao acamamento, rendimento de grãos, tipos de solo e épocas de semeadura. A quantidade necessária de sementes é determinada através das seguintes fórmulas: Na Tabela 1, são indicadas as necessidades aproximadas de sementes, em quilos por hectare, em função do peso médio de mil sementes (PMS) e do poder germinativo (PG), calculadas para a densidade de 300 sementes por metro quadrado. 11
13 Tabela 1. Necessidade aproximada de sementes de trigo, em kg ha -1 para a densidade de 300 sementes por metro quadrado. PG 1 Peso médio aproximado de mil sementes (g) (%) Adaptado de Luiz A.C.Campos - IAPAR Poder Germinativo Abaixo de 100 kg ha -1 Entre 100 e 150 kg ha -1 Acima de 150 kg ha -1 12
14 Na Tabela 2, são indicadas as densidades de semeadura por cultivar. Tabela 2. Densidade de semeadura das cultivares de trigo da Embrapa e do Iapar, para espaçamento entre as linhas de 17 cm. Cultivar Peso médio de mil sementes Quantidade de sementes/ metro linear Sementes viáveis/m 2 BRS a 300 BRS a 300 BRS Pardela a 300 BRS Tangará a 300 BRS Gaivota a 300 BRS Gralha-Azul a 300 IPR a 350 IPR a 350 IPR a 350 IPR a 350 IPR Catuara TM a 350 Plantas emergidas por metro quadrado A quantidade de sementes viáveis, dependendo das condições ambientais, nem sempre proporcionam a mesma quantidade de plantas emergidas, mas o ideal é que este número fosse alcançado. 13
15 Adubação Nitrogenada Para as cultivares de trigo da Embrapa, a adubação nitrogenada de cobertura deve ser feita logo após a emergência da cultura, quando as plantas apresentarem de duas a quatro folhas e em condições favoráveis de disponibilidade de água. Para definir as doses de nitrogênio (N) a serem utilizadas, consultar a Tabela 3. Tabela 3. Indicação de doses de nitrogênio (N) para a adubação na cultura do trigo no Estado do Paraná. Cultura anterior Semeadura (kg ha -1 de N) Cobertura (kg ha -1 de N) Soja Milho Fonte: Informações Técnicas para Trigo e Triticale - Safra 2013 VI Reunião da Comissão Brasileira de Pesquisa de Trigo e Triticale IAPAR (2013) Rendimento As informações de rendimento de grãos das cultivares apresentadas foram obtidas em experimentos conduzidos em estações experimentais ou em áreas uniformes previamente selecionadas nos estados do Paraná, de Santa Catarina, de São Paulo e do Mato Grosso do Sul. Reação a Doenças Para todas as doenças mencionadas, o comportamento das cultivares pode ser alterado ao decorrer do tempo, inclusive com a perda de resistência devido à possível variabilidade dos respectivos patógenos (raças fisiológicas). Na Tabela 4, é indicada a reação de cada cultivar às doenças. 14
16 Tabela 4. Cultivares de trigo e reação a doenças. 1 Vírus do nanismo amarelo da cevada Suscetível suscetível resistente Resistente Sem informação Observações Informações mais detalhadas podem ser obtidas na publicação Informações Técnicas para Trigo e Triticale - Safra 2013 VI Reunião da Comissão Brasileira de Pesquisa de Trigo e Triticale IAPAR (2013). Algumas características agronômicas podem apresentar variação com o ano, a região, o nível de fertilidade do solo e a época de semeadura. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. 15
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18 Cultivares de Trigo Embrapa BRS As informações sobre as cultivares são de responsabilidade da instituição obtentora. Foto: Marisa Yuri Horikawa 17
19 BRS 208 Cruzamento CPAC 89118/3/BR 23//CEP 19/PF Ciclo Médio espigamento 67 dias maturação 123 dias Área de adaptação SC 1 e 2 MS 3 PR 1, 2 e 3 SP 2 Figura 6. Áreas de adaptação de cultivares BRS 208. Rendimento médio em ensaios Santa Catarina Região kg ha -1 Região kg ha -1 Paraná Região kg ha -1 Região kg ha -1 Região kg ha -1 Mato Grosso do Sul Região kg ha -1 São Paulo Região kg ha -1 - Irrigado em
20 BRS 208 Reação a doenças Informações gerais Ampla adaptação Elevado PH Grão muito duro (índice de dureza: 81) suscetível ao acamamento Tolerante ao alumínio suscetível à germinação pré-colheita resistente à debulha Altura média de planta 89 cm Classe comercial Trigo Pão Qualidade industrial Região Média de força de glúten (W) Média de balanceamento do glúten (P/L) , , ,0 Peso médio de mil sementes PMS = 38 g Adubação de Nitrogênio em cobertura Efetuar logo após a emergência das plantas conforme descrito na página
21 BRS 220 Cruzamento Embrapa 16/TB 108 Ciclo Médio espigamento 69 dias maturação 122 dias Área de adaptação Figura 7. Áreas de adaptação de cultivares BRS 220. Rendimento médio em ensaios Santa Catarina Região kg ha -1 Região kg ha -1 Paraná Região kg ha -1 Região kg ha -1 Região kg ha -1 Mato Grosso do Sul Região kg ha -1 SC 1 e 2 MS 3 PR 1, 2 e 3 SP 2 São Paulo Região kg ha -1 - Irrigado em
22 BRS 220 Reação a doenças Informações gerais Elevado potencial produtivo Ampla adaptação Excelente sanidade Grão muito duro (índice de dureza: 85) Boa resistência ao acamamento tolerante ao alumínio Suscetível à germinação pré-colheita resistente à debulha Altura média de planta 84 cm Classe comercial Trigo Pão Qualidade industrial Região Média de força de glúten (W) Média de balanceamento do glúten (P/L) , , ,0 Peso médio de mil sementes PMS = 37 g Adubação de Nitrogênio em cobertura Efetuar logo após a emergência das plantas conforme descrito na página
23 BRS Pardela Cruzamento BR 18/PF 9099 Ciclo Precoce espigamento 67 dias maturação 122 dias Área de adaptação SC 1 e 2 MS 3 PR 1, 2 e 3 SP 2 Figura 8. Áreas de adaptação de cultivares BRS Pardela. Rendimento médio em ensaios Santa Catarina Região kg ha -1 Região kg ha -1 Paraná Região kg ha -1 Região kg ha -1 Região kg ha -1 Mato Grosso do Sul Região kg ha -1 São Paulo Região kg ha -1 Irrigado em
24 BRS Pardela Reação a doenças Informações gerais Bom potencial produtivo Ampla adaptação Excelente qualidade de panificação Boa sanidade geral Grão extra duro (índice de dureza: 91) suscetível ao acamamento tolerante ao alumínio Suscetível à germinação pré-colheita resistente à debulha Altura média de planta 79 cm Classe comercial Trigo Melhorador Qualidade industrial Região Média de força de glúten (W) Média de balanceamento do glúten (P/L) , , ,1 Peso médio de mil sementes PMS = 36 g Adubação de Nitrogênio em cobertura Efetuar logo após a emergência das plantas conforme descrito na página
25 BRS Tangará Cruzamento BR 23*2/PF Ciclo Médio espigamento 69 dias maturação 123 dias Área de adaptação SC 1 e 2 MS 3 PR 1, 2 e 3 SP 2 Figura 9. Áreas de adaptação de cultivares BRS Tangará. Rendimento médio em ensaios Santa Catarina Região kg ha -1 Região kg ha -1 Paraná Região kg ha -1 Região kg ha -1 Região kg ha -1 Mato Grosso do Sul Região kg ha -1 São Paulo Região kg ha -1 - Irrigado em
26 BRS Tangará Reação a doenças Informações gerais Bom potencial produtivo Ampla adaptação Boa qualidade de panificação Boa sanidade: destaque para ferrugem da folha Grão muito duro (índice de dureza: 84) resistente ao acamamento tolerante ao alumínio Boa resistência à germinação pré-colheita Resistente à debulha Altura média de planta 85 cm Classe comercial Trigo Pão Qualidade industrial Peso médio de mil sementes PMS = 40 g Adubação de Nitrogênio em cobertura Efetuar logo após a emergência das plantas conforme descrito na página
27 BRS Gaivota Cruzamento BR 35/Klein H 2860 U 12100//Sonora 64/BR 23 Ciclo Médio espigamento 72 dias maturação 128 dias Área de adaptação SC 1 e 2 PR 1, 2 e 3 Figura 10. Áreas de adaptação de cultivares BRS Gaivota. Rendimento médio em ensaios Santa Catarina Região kg ha -1 Região kg ha -1 Paraná Região kg ha -1 Região kg ha -1 Região kg ha -1 26
28 BRS Gaivota Reação a doenças Ferrugem da folha Ferrugem do colmo Giberela Oídio Manchas foliares Vírus do mosaico Brusone Vírus do nanismo amarelo da cevada Suscetível Sem Informação Suscetível Resistente Resistente Resistente Resistente Resistente Informações gerais Ampla adaptação Boa sanidade: destaque para oídio e vírus do mosaico Grão muito duro (índice de dureza: 85) Resistente ao acamamento tolerante ao alumínio suscetível à germinação pré-colheita Resistente à debulha natural Altura média de planta 90 cm Classe comercial Trigo Pão Qualidade industrial Peso médio de mil sementes PMS = 34 g Adubação de Nitrogênio em cobertura Efetuar logo após a emergência das plantas conforme descrito na página
29 BRS Gralha-Azul Cruzamento Jupateco F73/Embrapa 16//BRS Camboatá/LR37 Ciclo Médio espigamento 65 dias maturação 124 dias Área de adaptação SC 1 e 2 PR 1, 2 e 3 MS 3 Figura 10. Áreas de adaptação de cultivares BRS Gralha-Azul. Rendimento médio em ensaios Santa Catarina Região kg ha -1 Região kg ha -1 Paraná Região kg ha -1 Região kg ha -1 Região kg ha -1 Mato Grosso do Sul Região kg ha -1 28
30 BRS Gralha-Azul Reação a doenças Informações gerais Alto potencial produtivo Boa sanidade geral Grão extra duro (índice de dureza: 92) suscetível ao acamamento tolerante ao alumínio Boa resistência à germinação pré-colheita Altura média de planta 83 cm Classe comercial Trigo Pão / Melhorador Qualidade industrial Peso médio de mil sementes PMS = 34 g Adubação de Nitrogênio em cobertura Efetuar logo após a emergência das plantas conforme descrito na página
31 Na Tabela 5, são indicadas as cultivares de trigo desenvolvidas pela Embrapa com suas respectivas regiões de adaptação e outras características. Tabela 5. Regiões de adaptação e outras características das cultivares de trigo desenvolvidas pela Embrapa Cultivar 1 Ano Região Ciclo Classe Industrial Altura (cm) Acamamento Alumínio BRS e 2 (SC); 1, 2 e 3 (PR); 3 (MS); 2 (SP) Médio Pão 89 suscetível Tolerante BRS e 2 (SC); 1, 2 e 3 (PR); 3 (MS); 2 (SP) Médio Pão 84 Resistente tolerante BRS Pardela e 2 (SC); 1, 2 e 3 (PR); 3 (MS); 2 (SP) Precoce Melhorador 79 suscetível tolerante BRS Tangará e 2 (SC); 1, 2 e 3 (PR); 3 (MS); 2 (SP) Médio Pão 85 resistente tolerante BRS Gaivota , 2 e 3 (PR); 1 e 2 (SC) Médio Pão 90 Resistente tolerante BRS Gralha-Azul e 2 (SC); 1, 2 e 3 (PR); 3 (MS) Médio Pão/Melhorador 83 suscetível tolerante 1 Cultivares de trigo da Embrapa, registradas e protegidas segundo a lei de proteção de cultivares Germinação Pré-colheita suscetível Suscetível Suscetível resistente / Resistente suscetível resistente / Resistente 30
32 Cultivares de Trigo IAPAR IPR As informações sobre as cultivares são de responsabilidade da instituição obtentora. Foto: Paulo Kurtz - Banco Multimídia Embrapa 31
33 IPR 85 Cruzamento IAPAR 30/ BR 18-Terena Ciclo Precoce espigamento 60 dias maturação 113 dias Área de adaptação Figura 11. Áreas de adaptação de cultivares IPR 85. Rendimento médio em ensaios Paraná Região kg ha -1 Região kg ha -1 Mato Grosso do Sul Região kg ha -1 São Paulo Região kg ha -1 32
34 IPR 85 Reação a doenças Informações gerais Ótima qualidade tecnológica Boa tolerância ao calor suscetível ao acamamento tolerante ao alumínio resistente à germinação pré-colheita Altura média de planta 85 cm Classe comercial Trigo Melhorador Qualidade industrial Região Média de força de glúten (W) Média de balanceamento do glúten (P/L) , ,98 Peso médio de mil sementes PMS = 47 g Densidade de semeadura sementes viáveis por metro linear 300 a 350 sementes viáveis por metro quadrado (Espaçamento entre linhas de 17 cm) 33
35 IPR 128 Cruzamento VEE/LIRA//BOW/3/BCN/4/KAUZ Ciclo Médio espigamento 68 dias maturação 122 dias Área de adaptação Figura 12. Áreas de adaptação de cultivares IPR 128. Rendimento médio em ensaios Paraná Região kg ha -1 Mato Grosso do Sul Região kg ha -1 São Paulo Região kg ha -1 - Irrigado Região kg ha -1 34
36 IPR 128 Reação a doenças Informações gerais Bom potencial produtivo Boa sanidade Boa qualidade tecnológica indicada para produtos integrais Grãos semiduros vermelho claro resistente ao acamamento sensível ao alumínio suscetível à germinação pré-colheita Altura média de planta 86 cm Classe comercial Trigo Pão Qualidade industrial Peso médio de mil sementes PMS = 36 g Densidade de semeadura sementes viáveis por metro linear 300 a 350 sementes viáveis por metro quadrado (Espaçamento entre linhas de 17 cm) 35
37 IPR 130 Cruzamento RAYON//VEE#6/TRAP#1 Ciclo Médio espigamento 67 dias maturação 119 dias Área de adaptação Figura 13. Áreas de adaptação de cultivares IPR 130. Rendimento médio em ensaios Paraná Região kg ha -1 Região kg ha -1 Região kg ha -1 Mato Grosso do Sul Região kg ha -1 São Paulo Região kg ha -1 - Irrigado Região kg ha -1 36
38 IPR 130 Reação a doenças Informações gerais Bom potencial produtivo resistente ao acamamento sensível ao alumínio suscetível à germinação pré-colheita resistente à debulha Altura média de planta 80 cm Classe comercial Trigo Pão Qualidade industrial Peso médio de mil sementes PMS = 35 g Densidade de semeadura sementes viáveis por metro linear 300 a 350 sementes viáveis por metro quadrado (Espaçamento entre linhas de 17 cm) 37
39 IPR 144 Cruzamento SERI*3/BUC/5/BOW/3/CAR 853/COC//VEE/4/OC 22 Ciclo Precoce espigamento 65 dias maturação 113 dias Área de adaptação Figura 15. Áreas de adaptação de cultivares IPR 144. Rendimento médio em ensaios Paraná Região kg ha -1 Região kg ha -1 Região kg ha -1 Mato Grosso do Sul Região kg ha -1 São Paulo Região kg ha -1 - Irrigado Região kg ha -1 38
40 IPR 144 Reação a doenças Informações gerais Alta produtividade Excelente qualidade panificadora resistente ao acamamento sensível ao alumínio suscetível à germinação pré-colheita resistente à debulha Altura média de planta 83 cm Classe comercial Trigo Pão Qualidade industrial Região Média de força de glúten (W) Média de balanceamento do glúten (P/L) , , ,56 Peso médio de mil sementes 37 g Densidade de semeadura sementes viáveis por metro linear 300 a 350 sementes viáveis por metro quadrado (Espaçamento entre linhas de 17 cm) 39
41 IPR Catuara TM Cruzamento LD 875/IPR 85 Ciclo Precoce espigamento 59 dias maturação 112 dias Área de adaptação SC 1 e 2 MS 3 PR 1, 2 e 3 SP 2 e 3 Figura 16. Áreas de adaptação de cultivares IPR Catuara TM. Rendimento médio em ensaios Santa Catarina Região kg ha -1 Região kg ha -1 Paraná Região kg ha -1 Região kg ha -1 Região kg ha -1 Mato Grosso do Sul Região kg ha -1 São Paulo Região kg ha -1 - Irrigado Região kg ha -1 40
42 IPR Catuara TM Reação a doenças Informações gerais Alta produtividade Excelente qualidade panificadora suscetível ao acamamento tolerante ao alumínio resistente à germinação pré-colheita Altura média de planta 87 cm Classe comercial Trigo Melhorador Qualidade industrial Região Média de força de glúten (W) Média de balanceamento do glúten (P/L) 1 Sem informação Sem informação , ,22 Peso médio de mil sementes 43 g Densidade de semeadura sementes viáveis por metro linear 300 a 350 sementes viáveis por metro quadrado (Espaçamento entre linhas de 17 cm) 41
43 Na Tabela 6, são indicadas as cultivares de trigo desenvolvidas pelo IAPAR com suas respectivas regiões de adaptação e outras características. Tabela 6. Regiões de adaptação e outras características de cultivares de trigo desenvolvidas pelo IAPAR. Cultivar 1 Ano Região Ciclo Classe Industrial Altura (cm) Acamamento Alumínio IPR e 3 (PR); 3 (MS); 3 (SP) Precoce Melhorador 85 suscetível tolerante IPR 128 (2) (PR); 3 (MS); 2 e 3 (SP) Médio Pão 86 resistente sensível IPR 130 (2) , 2 e 3 (PR); 3 (MS); 2 e 3 (SP) Médio Pão 80 resistente sensível IPR 144 (2) , 2 e 3 (PR); 3 (MS); 2 e 3 (SP) Precoce Pão 83 resistente sensível IPR Catuara TM e 2 (SC); 1, 2 e 3 (PR); 3 (MS); 2 e 3 (SP) Precoce Melhorador 87 suscetível tolerante 1 Cultivares de trigo do IAPAR registradas e protegidas segundo a lei de proteção de cultivares. 2 Indicadas para solos de boa fertilidade. Germinação Pré-colheita resistente suscetível suscetível suscetível resistente 42
44 Colaboradores da Fundação Meridional Instituidores e efetivos: Agrária - Cooperativa Agrária Agroindustrial Fone: (42) Fax: (42) Guarapuava - PR Agrícola Horizonte Ltda. Fone: (45) Fax: (45) Marechal Cândido Rondon PR Agropecuária Ipê Ltda. Fone: (44) Fax: (44) Campo Mourão - PR Batavo Cooperativa Agroindustrial Fone: (42) Fax: (42) Carambeí - PR C.Vale Cooperativa Agroindustrial Fone: (44) Fax: (44) Palotina - PR Camisc - Cooperativa Agrícola Mista São Cristovão Ltda. Fone: (46) Fax: (46) Mariópolis - PR Coagru Cooperativa Agroindustrial União Fone/Fax: (44) Ubiratã - PR Coamo Agroindustrial Cooperativa Fone: (44) Fax: (44) Campo Mourão - PR 43
45 Cocamar Cooperativa Agroindustrial Fone: (44) Fax: (44) Maringá - PR Cocari Cooperativa Agropecuária Industrial Fone: (44) Fax: (44) Mandaguari - PR Condor Agronegócios - Sementes Condor Ltda. Fone: (45) Fax: (44) Cascavel - PR Cooatol - Comércio de Insumos Agropecuários Ltda. Fone/fax: (45) Toledo - PR Coocam - Cooperativa Agropecuária Camponovense Ltda. Fone: (49) Fax: (49) Campos Novos - SC Coopagrícola - Cooperativa Agrícola Mista de Ponta Grossa Fone: (42) Fax: (42) Ponta Grossa - PR Coopasol - Cooperativa Agropecuária Sulmatogrossense Fone: (67) Fax: (67) Dourados - MS Coopavel Cooperativa Agroindustrial Fone: (45) Fax: (45) Cascavel - PR Cooperativa Castrolanda - Cooperativa Agropecuária Castrolanda Fone: (42) Fax: (42) Castro - PR Copacol - Cooperativa Agroindustrial Consolata Fone: (45) Fax: (45) Cafelândia - PR 44
46 Copercampos - Cooperativa Regional Agropecuária de Campos Novos Fone: (49) Fax: (49) Campos Novos - SC Coprossel - Cooperativa de Produtores de Sementes Coprossel Fone: (42) Fax: (42) Laranjeiras do Sul - PR Fazenda Estrela Sementes - Annemarie Pfann e Outros Fone/fax: (42) Guarapuava - PR www. agricolaestrela.com.br Herbioeste Herbicidas Ltda. Fone: (45) Fax: (45) Toledo - PR I. Riedi & Cia Ltda. Fone: (45) Fax: (45) Cascavel - PR Iberá Sementes - Douglas Fanchin Taques Fonseca Fone/Fax: (42) Ponta Grossa - PR Insuagro Agroindustrial S/A Fone/Fax: (47) Mafra / SC Integrada Cooperativa Agroindustrial Fone: (43) Fax: (43) Londrina - PR Irmãos Bocchi & Cia Ltda Fone: (46) Fax: (46) Santa Isabel do Oeste - PR Lavoura Indústria e Comércio Oeste S/A Fone: (46) Fax: (46) Pato Branco - PR 45
47 Menarim Sementes Ricardo Menarim Fone/fax: (42) Castro - PR Peron Ferrari S/A Fone: (46) Fax: (46) Santo Antonio do Sudoeste - PR Plantanense Agroindustrial Ltda Fone/Fax: (49) Campo Erê - SC San Rafael Sementes e Cereais Ltda. Fone: (46) Fax: (46) Coronel Vivida - PR Semegrão Semegrão Comercial Agrícola Ltda. Fone/fax: (43) Londrina - PR Sementes Campo Verde João Carlos Fiorese Fone: (44) Fax: (44) Roncador - PR Sementes Fróes Ltda. Fone/fax: (43) Londrina - PR Sementes Guerra Ltda. Fone/Fax: (46) Pato Branco - PR Sementes Joná Ismênia Guimarães da Cunha Nascimento e Outros Fone: (42) Fax: (42) Ponta Grossa - PR Sementes Jotabasso Agropastoril Jotabasso Ltda. Fone: (67) Fax: (67) Ponta Porã - MS 46
48 Sementes Lagoa Bonita - Ariovaldo Fellet Fone: (15) Fax: (15) Itaberá - SP Sementes Loman - Sinus Harmannus Loman & Cia Ltda. Fone/fax: (43) Arapoti - PR Sementes Mauá Ltda. Fone: (43) Fax: (43) Londrina - PR Sementes Modelo Granjas Modelo Ltda. Fone/Fax: (45) Catanduvas - PR Sementes Paraná Ltda. Fone: (43) Fax: (43) Londrina - PR Sementes Plantar Plantar Comércio de Insumos Ltda. Fone/fax: (45) Cascavel - PR Sementes Sojamil Ltda. Fone: (46) Fax: (46) Chopinzinho - PR Sementes Sorria Indústria e Comércio de Produtos Agrícola Menossi Ltda. Fone: (43) Fax: (43) Cambará - PR Sementes Stocker Ltda. Fone/fax: (45) Corbélia - PR Sementes Taquá Comércio de Sementes Taquá Ltda. Fone: (67) Laguna Carapã - MS Sementes Trimax José Vieira Fone: (44) Maringá - PR 47
49 Sementes Veit Sérgio Roberto Veit Fone/fax: (42) Guarapuava - PR Sementes Vilela Vilela, Vilela & Cia. Ltda. Fone/fax: (43) São Sebastião da Amoreira - PR ZL Sementes Zago & Lorenzetti Ltda. Fone/fax: (46) Vitorino - PR Mantenedores BASF S/A The Chemical Company Fone: Fax: (11) Biagro do Brasil Laboratórios Biagro S.A. Fone/fax: (43) Laborsan Comércio e Importação de Corantes e Polímeros Ltda. Fone/Fax: (11) Silos Roma Indústria e Comércio de Equipamentos Agrícolas Ltda. Fone: (43) Fax: (43)
Cultivares de Trigo. Embrapa e Iapar Safra Embrapa Soja. Embrapa Transferência de Tecnologia Escritório de Negócios de Londrina
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Cultivares de Trigo e Triticale
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Soja Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento Cultivares de Trigo e Triticale Embrapa e Iapar Embrapa Soja Londrina, PR 04 Foto: Arquivo Fundação
CULTIVARES DE TRIGO E TRITICALE
Embrapa Soja Rodovia Carlos João Strass, Acesso Orlando Amaral Caixa Postal 31, CEP 86001-970, Londrina/PR Telefone: (43) 3371 6000 Fax: (43) 3371 6100 www.embrapa.br/soja www.embrapa.br/fale-conosco Embrapa
IPR Panaty. Trigo Pão. Procurando Sementes? Acesse: QUALIDADE TECNOLÓGICA GRÃOS BRANCOS E ALTA PRODUTIVIDADE INFORMAÇÕES
Força de glúten (W) Balanceamento de glúten (P/L) 9,0 4,68 4,9 Trigo Pão Procurando Sementes? QUALIDADE TECNOLÓGICA IPR Panaty Acesse: www.fundacaomeridional.com.br GRÃOS BRANCOS E ALTA PRODUTIVIDADE INFORMAÇÕES
DE SOJA CULTIVARES. MACRORREGIÕES 1, 2 e 3. Centro-Sul do Brasil
Embrapa Soja Rodovia Carlos João Strass, Acesso Orlando Amaral Caixa Postal 231 CEP 86001-970 Londrina, PR Telefone: (43) 3371 6000 Fax: (43) 3371 6100 www.cnpso.embrapa.br [email protected] Embrapa
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