Aula 01 Linguagens de Programação e Lógica
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- Ângela Manuela Bentes Ferreira
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1 Aula 01 Linguagens de Programação e Lógica Disciplina: Algoritmos Prof. Allbert Velleniche de Aquino Almeida [email protected] Site: /allbert.almeida
2 Resumo da aula Objetivo Definição Nível de Linguagem Tipos de Linguagem Interpretadores X Compiladores Lógica Formal e Lógica Booleana Lógica de Programação
3 Objetivo O objetivo dessa aula é fazer uma introdução a Linguagem de Programação com o foco nos conceitos e como aplicamos a lógica na investigação da verdade.
4 Definição de Linguagem de Programação: Aurélio: linguagem em que se expressa um conjunto de ações de forma aceitável pelo computador; Uma linguagem de programação (LP) é uma ferramenta utilizada pelo profissional de informática para escrever programas; É um conjunto de instruções a serem executadas pelo computador para realizar um determinado processo.
5 Nível de Linguagem Linguagem de Máquina Linguagem de Baixo de Nível Linguagem de Alto Nível
6 Nível de Linguagem Homem Alto Baixo Máquina
7 Linguagem de Máquina É a única linguagem diretamente compreendida pelo computador, e está intrinsecamente relacionada ao projeto de hardware do mesmo. Geralmente, essas linguagens consistem em um conjunto de caracteres (0s e 1s), que definem cada operação elementar que deve ser realizada pelo computador para a execução de uma dada aplicação.
8 Linguagem de Baixo de Nível Dada a dificuldade de se programar em linguagem de máquina, surgiu a linguagem de baixo nível Assembly. O Assembler é o programa que traduz a linguagem Assembly em linguagem de máquina.
9 Linguagem de Alto Nível Essas linguagens possuem instruções simples, normalmente próximas do inglês e das notações matemáticas, para executar tarefas básicas que equivalem, em linguagem de máquina ou mesmo assembly, a um conjunto de instruções elementares. Exemplos: Fortran, COBOL, Pascal, C, C++, Java, etc.
10 Linguagem de Alto Nível Linguagens não Estruturadas Linguagens Estruturadas Linguagens Orientadas a Objetos
11 Linguagens não Estruturadas São aquelas linguagens que não aceitam blocos de estruturas. Um programa, então, é uma sequência de instruções que se utiliza, quando necessário, de desvios (vá para). Como exemplo dessas linguagens tem-se: Fortran, Cobol, etc.
12 Linguagens Estruturadas São aquelas linguagens que incorporam blocos de estruturas de repetições (while, do while, etc.). Essas linguagens visam tornar os programas menores, mais claros, mais fáceis de serem compreendidos e depurados, através, principalmente, da eliminação dos desvios. Exemplo: C, Cobol Estruturado, Pascal, Fortran-77, etc.
13 Linguagem Não-estruturada X Estruturada *** Potenciação Desvios **** Inicio: real: num, exp, total, contador; escreva( Entre com um número : ); leia (num); escreva( Entre com um expoente : ); leia (exp); total 1; contador 1; Expoente: se (contador > exp) vá para Imprime; total total * num; contador contador + 1; vá para Expoente; Imprime: escreva ( Resultado :, total); Fim. *** Potenciação Estruturada **** Inicio: real: num, exp, total, contador; escreva( Entre com um número : ); leia (num); escreva( Entre com um expoente: ); leia (exp); total 1; para contador de 1 até exp faça total total * num; fim_para; escreva ( Resultado :, total); Fim.
14 Linguagens Orientadas a Objetos Essas linguagens expressam um novo modelo dentro da programação. Normalmente, incorporam as estruturas das linguagens estruturadas e acrescentam às mesmas a capacidade de lidar com o paradigma de Objetos. Exemplos: C++, Java.
15 Linguagem de Alto Nível Os programas escritos em linguagens de alto nível devem ser traduzidos para linguagem de máquina através de: Interpretadores Compiladores
16 Interpretadores Um interpretador lê uma instrução de um programa escrito em linguagem de alto nível, faz uma consistência de sua sintaxe e, caso esteja correta, a converte em uma ou mais instruções em linguagem de máquina e as executa. Segue, então, para a próxima instrução e assim sucessivamente até o término da execução do programa.
17 Interpretadores Interpretação pura LP Fonte LM Interpretação Execução
18 Compiladores Um compilador lê uma instrução de um programa escrito (código fonte), faz uma consistência de sua sintaxe e, caso esteja correta, a converte em uma ou mais instruções em linguagem de máquina. Em seguida, são agregadas a este código rotinas em linguagem de máquina que possibilitarão sua execução, sendo criado neste ponto o arquivo executável (.exe).
19 Compiladores LP Fonte Compilação LM.EXE Execução
20 Lógica - Conceito A Lógica tem, por objeto de estudo, as leis gerais do pensamento, e as formas de aplicar essas leis corretamente na investigação da verdade.
21 Lógica de Programação A lógica, basicamente, trata da correção do pensamento, ou seja, nos ensina a usar os critérios do pensamento. Em termos de programação, é a técnica de encadear o raciocínio para atingir um determinado objetivo ou resolver um dado problema. Essa forma de encadeamento é chamada, em Lógica, de argumento.
22 Argumento Um argumento é uma sequência de proposições na qual uma delas é a conclusão e as demais são premissas. As premissas justificam a conclusão. Proposições: sentenças afirmativas que podem ser verdadeiras ou falsas Premissas: afirmações disponíveis Exemplo: Todo aluno de Computação precisa estudar Lógica. (premissa) José é aluno de Computação. (premissa) Logo, José precisa estudar Lógica. (conclusão)
23 Argumento O objetivo de um argumento é justificar uma afirmação que se faz, ou dar as razões para uma certa conclusão obtida. Exemplo: Você me traiu. Pois, disse que ia estudar e meu irmão lhe viu na boate. Um argumento demonstra/prova como a partir dos dados de um problema chegou-se a uma conclusão.
24 Argumento: Raciocínio e Inferência Exercício: Um rei resolveu dar a liberdade a um de seus três prisioneiros. Mandou trazer três chapéus brancos e dois vermelhos. Vendou os olhos dos prisioneiros, colocou um chapéu em cada um e depois foi retirando a venda dos olhos deles. Ganharia a liberdade aquele que soubesse dizer, de forma convincente, a cor do seu próprio chapéu olhando para os outros prisioneiros. Os dois primeiros não souberam dizer. O terceiro, antes que o rei lhe tirasse a venda dos olhos, afirmou com toda certeza a cor do seu chapéu. Qual a cor do chapéu do terceiro prisioneiro? Justifique.
25 Resposta Prisioneiros Possibilidades A B C 1 B B B 2 B B V 3 B V B 4 V B B 5 B V V 6 V B V 7 V V B
26 Argumento: Raciocínio e Inferência Para convencer que você sabe a resposta (que não é um chute) você tem de expor as razões que o levaram a conclusão (justificar). Pontos de Partida Caminhos Seguidos Raciocínio ou Processo de Inferência Conclusão Um argumento poderia ser considerado uma reconstrução explícita do raciocínio efetuado
27 Argumento: Raciocínio e Inferência Inferência é a relação que permite passar das premissas para a conclusão, um encadeamento lógico ; A palavra inferência vem do latim, Inferre, e significa conduzir para O objeto de estudo da lógica é determinar se a conclusão de um argumento é ou não decorrente das premissas (uma inferência).
28 Validade de um Argumento Em um argumento válido, as premissas são consideradas provas evidentes da verdade da conclusão, caso contrário não é válido. Quando é válido, podemos dizer que a conclusão é uma consequência lógica das premissas, ou ainda que a conclusão é uma inferência decorrente das premissas.
29 Validade de um Argumento Exemplo 1: O argumento que segue é válido? Se eu ganhar na Loteria, serei rico. Eu ganhei na Loteria. Logo, sou rico. Válido (a conclusão é uma decorrência lógica das duas premissas.)
30 Validade de um Argumento Exemplo 2: O argumento que segue é válido? Se eu ganhar na Loteria, serei rico Eu não ganhei na Loteria Logo, sou pobre Não é Válido (a conclusão não é uma decorrência lógica das duas premissas.)
31 Validade de um Argumento A lógica se preocupa com o relacionamento entre as premissas e a conclusão, ou seja, com a estrutura e a forma do raciocínio. A verdade do conteúdo de cada premissa e da conclusão é estudo das demais ciências.
32 Dedução e Indução A Lógica dispõe de duas ferramentas que podem ser utilizadas pelo pensamento na busca de novos conhecimentos: a dedução e a indução, que dão origem a dois tipos de argumentos: Dedutivos e Indutivos.
33 Argumentos Dedutivos Exemplos de argumentos dedutivos: Todos os mamíferos são mortais. Todas as cobras são mortais. Todas as cobras são mamíferos. Argumento Inválido Todos os diamantes são duros. Alguns diamantes são jóias. Algumas jóias são duras. Argumento Válido
34 Argumentos Indutivos Os Argumentos Indutivos não pretendem que suas premissas forneçam provas cabais da veracidade da conclusão, mas apenas que forneçam indicações dessa veracidade. (possibilidade, probabilidade) Seguem do Raciocínio Indutivo, isto é, obtém conclusões baseada em observações/experiências. Enquanto que um Raciocínio Dedutivo exigi uma prova formal sobre a validade do argumento.
35 Argumentos Indutivos Exemplo1: Joguei uma pedra no lago, e ela afundou; Joguei outra pedra no lago e ela também afundou; Joguei mais uma pedra no lago, e ela também afundou; Logo, se eu jogar uma outra pedra no lago, ela vai afundar.
36 Argumentos Indutivos Exemplo2: A vacina funcionou bem nos ratos. A vacina funcionou bem nos macacos. Logo, vai funcionar bem nos humanos. Exemplo3: 80% dos entrevistados vão votar no candidato X. Logo, o candidato X vai vencer as eleições.
37 Validade e Verdade Verdade e Falsidade: são propriedades das proposições, nunca dos argumentos Validade ou Invalidade: são propriedades dos argumentos dedutivos que dizem respeito a inferência ser ou não válida (raciocínio ser ou não correto)
38 Validade e Verdade Exemplo 1 Toda baleia é um mamífero Todo mamífero tem pulmões Logo, toda baleia tem pulmões (V) (V) (V) Argumento válido e a conclusão verdadeira.
39 Validade e Verdade Exemplo 2 Toda aranha tem seis pernas Todo ser de seis pernas tem asas Logo, toda aranha tem asas (F) (F) (F) Argumento válido e a conclusão falsa
40 Lógica Clássica e Lógica Simbólica Lógica Clássica formula os argumentos em linguagem natural, mas enfrenta problemas de ambiguidade e de construções confusas. A Lógica Simbólica ou Lógica Matemática utiliza símbolos de origem matemática para formular os argumentos. Trabalho iniciado pelo matemático inglês George Boole ( ) Álgebra Booleana. e consolidado pelo filósofo e matemático alemão Goottlob Frege ( )
41 Expressões lógicas ou booleanas Uma expressão lógica ou booleana é uma expressão cujos operadores são lógicos e cujos operandos são expressões relacionais, constantes e/ou variáveis do tipo lógico. O resultado da avaliação de uma expressão lógica é sempre um valor falso ou verdadeiro;
42 Expressões lógicas ou booleanas Operador Matemática Usado Exemplos Conjunção e E a E b Disjunção ou OU a OU b Negação não NÃO NÃO a
43 Tabela verdade do operador E Você conhece JAVA Você conhece C++ Resultado FALSO FALSO FALSO FALSO VERDADEIRO FALSO VERDADEIRO FALSO FALSO VERDADEIRO VERDADEIRO VERDADEIRO
44 Tabela verdade do operador OU Você conhece JAVA Você conhece C++ Resultado FALSO FALSO FALSO FALSO VERDADEIRO VERDADEIRO VERDADEIRO FALSO VERDADEIRO VERDADEIRO VERDADEIRO VERDADEIRO
Resumo aula. Conceituação; Origem; Lógica de programação; Argumentos; Lógica simbólica; Dedutivos; Indutivos;
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