CAPITULO II ANÁLISE DO RISCO, DA VULNERABILIDADE AOS INCÊNDIOS E DA ZONAGEM DO TERRITÓRIO

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1 Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios de Fafe CAPITULO II ANÁLISE DO RISCO, DA VULNERABILIDADE AOS INCÊNDIOS E DA ZONAGEM DO TERRITÓRIO De acordo com a Portaria n.º 1060/2004 de 21 Agosto, que aprova a zonagem do continente segundo a probabilidade de ocorrência de incêndio florestal em Portugal, o concelho de Fafe encontra-se inserido numa zona de classe IV Alta a classe V Muito Alta. Em termos de classificação, quanto a zonagem do município de Fafe, segundo a probabilidade de ocorrência de incêndio florestal, verifica-se que cerca de 32% da área total do concelho se classifica como muito alta (6954 ha), sendo que os restantes 68% se classificam como alta (14956 ha). A Portaria n.º 1056/2004 de 19 Agosto, define o conjunto de manchas designadas por zonas críticas, ou seja, as manchas onde se reconhece ser prioritária a aplicação de medidas mais rigorosas de DFCI face ao risco de incêndio que apresentam e em função do seu valor económico, social e ecológico. No concelho de Fafe estas manchas localizam-se nas freguesias de Monte, Gontim e Aboim, pertencendo à zona crítica do Barroso. Os Mapas de risco de incêndio florestal constituem um importante utensílio no apoio ao planeamento de medidas de prevenção dos fogos florestais, assim como na optimização dos recursos e infra-estruturas disponíveis, a nível municipal, para a defesa e combate aos incêndios florestais MAPA DOS COMBUSTÍVEIS FLORESTAIS Na construção da cartografia de combustíveis florestais, utilizou-se a metodologia indicada no guia técnico para a elaboração do PMDFCI, da DGRF (Northern Forest Fire Laboratory (NFFL)). Na atribuição dos modelos de combustíveis existentes a uma determinada mancha teve-se em consideração as características homogéneas das manchas de ocupação vegetal do solo georeferenciadas. Esta cartografia será uma ferramenta fundamental no apoio à gestão da carga de combustível, do grau de inflamabilidade e da combustibilidade das manchas florestais. Os grupos de modelos de combustíveis, existentes no município de Fafe, encontram-se descritos na tabela n.º 2.1 e representados na figura n.º 2.1. Caderno I / II PLANO DE ACÇÃO 1 - II

2 Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios de Fafe Da figura n.º 2.2 é possível verificar que a zona onde os combustíveis florestais aparecem em maior quantidade é na zona Norte e Este do concelho, estendendo-se para Sul. Pelo contrário, a área de combustíveis florestais, mais baixa, surge na zona centro e Leste, uma vez que estas áreas correspondem as áreas sociais e agrícolas. Grupo Modelo Descrição Aplicação - 0 As superfícies com água são consideradas com risco de combustível nulo, assim como as áreas ocupadas por tecido urbano contínuo, outros espaços fora do tecido urbano, infra-estruturas e equipamentos, pois não influenciam a carga de combustível disponível para os incêndios florestais. Herbáceo 1 Arbustivo Manta morta Pasto fino, seco e baixo, com altura abaixo do joelho, que cobre completamente o solo. Os matos ou as árvores cobrem menos de 1/3 da superfície. Os incêndios propagam-se com grande velocidade pelo pasto fino. As pastagens com espécies anuais são exemplos típicos. Mato denso mas baixo, com uma altura inferior a 0,6 m. Apresenta cargas ligeiras de folhada do mesmo mato, que contribui para a propagação do fogo em situação de ventos fracos. Fogos de intensidade moderada. Mato mais velho do que no modelo 5, com alturas compreendidas entre os 0,6 e os 2 metros de altura. Os combustíveis vivos são mais escassos e dispersos. No conjunto é mais inflamável do que o modelo 5. O fogo propaga-se através do mato com ventos moderados a fortes. Folhada em bosque denso de coníferas ou folhosas, que se diferencia do modelo 8, por formar uma camada pouco compacta e arejada. É formada por agulhas largas como no caso do Pinus pinaster, ou por folhas grandes e frisadas como as do Quercus pyrenaica, Castanea sativa, etc. Os fogos são mais rápidos e com chamas mais compridas do que as do modelo 8. Tabela n.º 2.1 Modelos de combustíveis existentes no concelho de Fafe. Áreas sociais. Superfícies aquáticas e agrícolas. Montado. Pastagens anuais ou perenes. Restolhos. Qualquer formação arbustiva jovem ou com pouco combustível morto. Sub-bosque florestal dominado por silvas, fetos ou outra vegetação sub-lenhosa verde. Eucaliptal (> 4 anos de idade) com subbosque arbustivo baixo e disperso, cobrindo entre 1/3 e ½ da superfície Situações de dominância arbustiva não enquadráveis nos modelos 4 e 5. Regeneração de Quercus pyrenaica (antes da queda da folha). Formações florestais sem subbosque: pinhais (Pinus pinaster, P. pinea, P. nigra, P. radiata, P. halepensis), carvalhais (Quercus pyrenaica, Q. robur, Q. rubra) e castanheiro no Inverno, eucaliptal (> 4 anos de idade). Fazendo uma análise à figura n.º 2.1, onde se efectua uma caracterização dos combustíveis florestais no concelho de Fafe, verifica-se que 34,52% dos combustíveis florestais se enquadra no Modelo 0, o qual corresponde a áreas sociais, agrícolas e superfícies aquáticas. Nos espaços florestais existe uma percentagem considerável de área de combustíveis florestais de modelo 9 - manta morta (32,64%) e modelo 6 arbustivo (29,01%), que representam cerca de 61,65% da área concelhia. ha Área dos modelos de combustíveis florestais no Concelho de Fafe 7562,2 7151,3 6356,8 Área dos combustiveis florestais no Concelho de Fafe (%) Modelo 9 32,64% Modelo 0 34,52% ,4 Modelo 0 Modelo 1 Modelo 5 Modelo 6 Modelo 9 Modelo 6 29,01% Modelo 5 2,69% Modelo 1 1,14% Figura n.º Histograma com a classe de modelos de combustíveis florestais no concelho de Fafe. Figura n.º 2.2 Distribuição da área de perigosidade de incêndio florestal no concelho de Fafe. 2 - II Caderno I / II PLANO DE ACÇÃO

3 Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios de Fafe Figura n.º 2.3 Mapa n.º 1 Mapa dos combustíveis florestais do concelho de Fafe. Caderno I / II PLANO DE ACÇÃO 3 - II

4 Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios de Fafe 2.2. MAPA DE RISCO DE INCÊNDIO FLORESTAL O risco de incêndio resulta de vários factores que influenciam a ignição e a propagação do incêndio: a quantidade ou carga de combustível, a humidade e o declive. Para a elaboração da cartografia de risco de incêndio, nomeadamente o mapa de perigosidade de incêndio florestal e o mapa de risco de incêndio florestal, utilizou-se a metodologia indicada, no guia técnico, para a elaboração do PMDFCI, pela DGRF. A figura n.º 2.4 apresenta, de uma forma resumida, os elementos considerados para a produção da cartografia de risco de incêndio, que compreendem dois mapas: o mapa de perigosidade de incêndio florestal e o mapa de risco de incêndio florestal. PROBABILIDADE SUSCEPTIBILIDADE VULNERABILIDADE VALOR ECONÓMICO A Probabilidade traduz a verosimilhança de ocorrência anual de um incêndio em determinado espaço florestal. A susceptibilidade de um território expressa as condições que esse território apresenta para a ocorrência de um fenómeno danoso. A vulnerabilidade expressa o grau de perda a que um determinado elemento em risco está sujeito. O valor de mercado em euros dos elementos em risco. -Áreas ardidas. - Declives; - Uso e ocupação do solo; - Populações; - Bens; - Actividades económicas. -. X X PERIGOSIDADE A perigosidade é a probabilidade de ocorrência, num determinado intervalo de tempo e dentro de uma determinada área, de um fenómeno potencialmente danoso. X DANO POTENCIAL O dano potencial de um elemento é o produto do seu valor económico pela vulnerabilidade que lhe é intrínseca. RISCO O risco é a probabilidade de que um incêndio florestal ocorra num local específico, sob determinadas circunstâncias, e as suas consequências esperadas, caracterizadas pelos impactes nos objectos afectados. Figura n.º 2.4 Resumo dos elementos para a produção de cartografia de risco de incêndio. Os valores de perigosidade de incêndio florestal obtidos para o concelho de Fafe (figura n.º 2.9 e tabela n.º 2.2), em termos de área e percentagem, encontram-se, respectivamente, apresentados nas figuras n.º 2.5 e n.º 2.6, verificando-se que se apresentam muito semelhantes. A percentagem de perigosidade inferior ao nível baixo e superior ao nível alto é de 41,18% e de 39,44%, respectivamente. 4 - II Caderno I / II PLANO DE ACÇÃO

5 Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios de Fafe ha Área de perigosidade de incêndio florestal no Concelho de Fafe Área de perigosidade de incêndio florestal no Concelho de Fafe (%) ,6 5114,2 4245,8 4964,2 3675,8 Muito alta 16,78% Muito baixa 17,84% Muito baixa baixa Média Alta Muito alta Figura n.º Histograma com a classe de perigosidade de incêndio florestal no concelho de Fafe. Alta 22,66% Média 19,38% Baixa 23,34% Figura n.º 2.6 Distribuição da área de perigosidade de incêndio florestal no concelho de Fafe. Os valores de risco de incêndio florestal obtidos para o concelho de Fafe (figura n.º 2.10 e tabela n.º 2.2), em termos de área encontram-se apresentados nas figuras n.º 2.7 e n.º 2.8, verificando-se que se apresentam muito semelhantes. A percentagem de risco inferior ao nível baixo e superior ao nível alto é de 42,91% e de 35,97%, respectivamente. ha Área de risco de incêndio florestal no Concelho de Fafe Área de risco de incêndio florestal no Concelho de Fafe (%) ,3 4767,4 4625,5 4231,7 3649,8 Muito alta 16,66% Muito baixa 21,15% Muito baixa baixa Média Alta Muito alta Figura n.º Histograma com a classe de risco de incêndio florestal no concelho de Fafe. Alta 19,31% Média 21,11% Baixa 21,76% Figura n.º 2.8 Distribuição da área de risco de incêndio florestal no concelho de Fafe. Como a ocupação do solo no critério utilizado tem um elevado peso, na classificação atribuída na cartografia de risco de incêndio florestal (mapa de perigosidade), factor que pode a qualquer momento ser alterado, e tendo em atenção que, o PDM de Fafe se encontra em fase de revisão, podendo surgir novas zonas de expansão e rectificações aos limites dos aglomerados urbanos e que o D.L n.º 124/2006, de 28 de Junho, no seu artigo 16, nomeadamente nos n.º 2 e 3 interdita e/ou condiciona a construção em espaços florestais. Considerando ainda que, com o mapa de perigosidade agora proposta 39,44% do território do Município não é passível de novas edificações, se aliarmos a esta realidade as áreas já edificadas não restariam áreas para novas edificações. Propõem-se que o Mapa de perigosidade e de risco de incêndio florestal (figura n.º 2.9 e n.º 2.10) sejam revistos em simultâneo com o processo de revisão do PDM em curso. Caderno I / II PLANO DE ACÇÃO 5 - II

6 Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios de Fafe Perigosidade Risco Freguesia Muito baixa Baixa Média Alta Muito alta Muito baixa Baixa Média Alta Muito alta % ha % ha % ha % ha % ha % ha % ha % ha % ha % ha Aboim 0,27 59,97 0,99 216,36 1,14 249,40 2,18 478,32 0,66 143,64 2,23 487,71 1,82 398,31 0,47 103,87 0,43 93,55 0,29 64,26 Agrela 0,10 21,34 0,24 52,52 0,13 27,73 0,36 79,28 0,07 15,49 0,19 41,83 0,29 62,86 0,12 27,37 0,18 40,01 0,11 24,31 Antime 0,49 106,42 0,47 103,27 0,26 57,50 0,19 42,23 0,01 2,79 0,30 66,46 0,08 18,47 0,24 53,63 0,40 88,24 0,39 85,41 Ardegão 0,19 40,93 0,30 65,56 0,29 64,62 0,20 43,96 0,02 4,61 0,25 55,11 0,12 27,22 0,16 35,06 0,22 49,22 0,24 53,07 Armil 0,32 69,20 0,55 120,62 0,32 69,45 0,73 160,36 0,21 45,20 0,27 60,10 0,18 38,62 0,72 157,50 0,57 124,18 0,39 84,43 Arnozela 0,23 49,85 0,51 112,72 0,61 134,12 0,33 71,48 0,00 0,00 0,49 106,75 0,42 91,50 0,42 91,30 0,21 47,09 0,14 31,55 Cepães 0,47 102,56 0,52 112,96 0,31 68,32 0,29 63,88 0,32 69,06 0,18 40,43 0,23 49,74 0,43 95,23 0,62 136,75 0,43 94,63 Estorãos 0,69 151,22 0,82 180,38 0,55 119,64 0,31 68,26 0,32 70,96 0,55 120,58 0,48 104,25 0,51 111,34 0,69 151,87 0,47 102,41 Fafe 2,27 497,92 0,69 151,14 0,40 87,56 0,26 57,86 0,01 2,54 0,41 89,28 0,16 33,97 0,62 136,18 0,51 112,38 1,94 425,20 Fareja 0,27 58,52 0,45 98,08 0,22 49,22 0,45 98,40 0,08 17,98 0,17 36,89 0,16 36,11 0,44 96,74 0,46 100,46 0,24 51,99 Felgueiras 0,10 22,52 0,29 64,21 0,41 89,28 0,68 149,12 1,15 251,69 0,32 70,48 1,05 230,62 0,61 132,78 0,21 46,00 0,44 96,95 Fornelos 0,52 114,88 0,36 78,99 0,16 34,02 0,07 14,86 0,01 1,91 0,15 32,03 0,03 7,11 0,33 71,82 0,32 70,86 0,29 62,84 Freitas 0,28 61,53 0,82 180,47 0,54 118,16 0,78 170,87 0,59 130,21 0,35 76,80 0,48 104,44 0,88 193,78 0,86 187,50 0,45 98,72 Golães 0,68 148,74 0,71 156,00 0,52 114,97 0,22 47,79 0,01 2,43 0,13 29,45 0,24 52,37 0,74 162,63 0,63 138,15 0,40 87,34 Gontim 0,08 16,88 0,30 65,75 0,56 123,77 0,44 95,75 0,11 23,61 0,91 198,54 0,30 65,47 0,08 16,63 0,16 36,01 0,04 9,12 Medelo 0,54 118,05 0,21 47,00 0,23 51,13 0,11 23,93 0,05 11,62 0,26 56,53 0,11 23,35 0,26 56,03 0,16 36,09 0,36 79,73 Monte 0,31 68,01 0,73 159,06 1,12 245,22 1,17 257,11 1,04 227,47 1,68 368,50 1,69 369,82 0,45 97,96 0,34 73,86 0,21 46,74 Moreira de Rei 0,78 171,18 1,29 282,97 0,95 208,57 1,48 324,25 3,37 738,39 1,41 309,96 2,73 598,58 1,78 390,55 1,36 298,39 0,58 127,88 Passos 0,37 81,57 0,71 156,37 0,43 95,24 0,31 67,98 0,04 8,49 0,30 64,89 0,22 48,72 0,44 96,15 0,56 123,76 0,35 76,14 Pedraído 0,20 43,29 0,63 137,05 0,67 145,74 0,50 109,46 0,37 82,07 0,60 130,70 0,60 130,84 0,25 54,93 0,43 93,78 0,49 107,37 Queimadela 0,37 80,39 0,86 189,44 0,68 148,83 1,24 272,49 1,53 335,65 1,14 249,18 1,57 344,35 0,94 205,60 0,68 149,09 0,36 78,59 Quinchães 0,98 215,13 1,05 231,00 0,87 190,01 0,78 169,80 1,16 254,92 0,99 217,88 1,13 246,88 1,08 235,85 0,84 184,70 0,80 175,56 Regadas 0,63 137,40 0,87 191,27 0,80 174,46 0,34 75,09 0,03 6,23 0,42 92,04 0,67 146,89 0,66 144,49 0,56 121,65 0,36 79,39 Revelhe 0,43 94,27 0,68 149,25 0,50 110,03 0,47 102,95 0,16 34,58 0,43 93,85 0,50 108,58 0,35 76,32 0,56 122,42 0,41 89,91 Ribeiros 0,32 70,38 0,65 142,76 0,62 136,48 0,41 90,84 0,25 55,35 0,48 105,79 0,41 90,16 0,37 80,79 0,53 116,53 0,47 102,54 Santa Cristina Arões 0,58 127,67 0,45 98,73 0,33 71,92 0,35 75,89 0,10 20,85 0,20 43,40 0,16 35,80 0,55 120,93 0,45 98,56 0,44 96,37 São Clemente Silvares 0,23 49,95 0,37 80,77 0,24 52,67 0,22 49,25 0,06 12,63 0,10 21,75 0,09 19,90 0,36 79,72 0,36 78,18 0,21 45,71 São Gens 1,38 301,28 1,62 354,08 1,44 314,67 1,41 309,54 0,91 200,19 1,91 418,67 1,21 264,41 1,56 341,32 1,09 238,56 0,99 216,80 São Martinho Silvares 0,40 86,84 0,65 141,70 0,53 116,05 0,94 206,55 0,36 78,16 0,40 86,85 0,43 94,74 0,89 194,98 0,59 128,32 0,57 124,41 São Romão Arões 0,85 187,25 0,81 177,69 0,41 89,82 0,38 82,58 0,16 34,81 0,24 53,19 0,22 48,34 0,54 117,43 0,81 178,53 0,80 174,66 Seidões 0,62 135,24 0,52 112,92 0,37 81,61 0,26 57,13 0,04 9,36 0,58 127,79 0,24 52,51 0,39 86,16 0,36 79,93 0,23 49,87 Serafão 0,49 108,45 0,71 155,97 0,53 116,67 1,15 252,23 0,65 143,28 0,53 116,21 0,54 119,26 0,88 192,10 0,74 161,18 0,86 187,84 Travassós 0,62 135,46 1,01 220,23 0,82 180,00 0,95 208,12 0,32 70,44 0,68 149,75 0,61 134,19 0,85 187,21 0,75 164,05 0,82 179,03 Várzea Cova 0,39 85,73 0,72 157,64 0,82 179,26 1,70 371,42 1,81 397,50 1,44 315,67 1,89 412,99 0,85 185,88 0,84 184,98 0,42 92,04 Vila cova 0,13 28,49 0,38 83,68 0,25 53,96 0,71 154,72 0,76 165,72 0,20 43,54 0,52 113,57 0,61 134,70 0,51 111,73 0,38 83,03 Vinhós 0,27 60,08 0,39 85,55 0,35 75,74 0,28 60,46 0,03 5,96 0,25 55,77 0,19 42,41 0,28 60,54 0,30 65,09 0,29 63,98 Total 17, ,61 23, ,16 19, ,85 22, ,20 16, ,83 21, ,34 21, ,35 21, ,48 19, ,66 16, ,82 Tabela n.º 2.2 Perigosidade e risco de incêndio florestal por freguesias no concelho de Fafe. 6 - II Caderno I / II PLANO DE ACÇÃO

7 Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios de Fafe Figura n.º 2.9 Mapa n.º 2 Mapa de perigosidade de incêndio florestal do concelho de Fafe. Caderno I / II PLANO DE ACÇÃO 1-V

8 Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios de Fafe Figura n.º 2.10 Mapa n.º 3 - Mapa de risco de incêndio florestal no concelho de Fafe. 2 - V Caderno I / II PLANO DE ACÇÃO

9 Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios de Fafe 2.3. MAPA DE PRIORIDADES DE DEFESA Torna-se de capital importância elaborar um mapa de prioridades de defesa pelo interesse que este apresenta na identificação objectiva e clara dos elementos a proteger, em caso de incêndio florestal. Assim sendo, neste mapa, serão localizados e bem definidos, os principais elementos considerados prioritários, quando em risco de incêndio florestal. Este mapa constitui ainda uma peça fundamental na coordenação das acções de vigilância e apoio ao combate aos incêndios florestais, na medida em que define quais são as prioridades a ter em consideração aquando dessas acções. Na elaboração do mapa de prioridades de defesa (figura n.º 2.11) foram considerados os seguintes elementos: a) Pontos críticos: - Sucatas; - Pedreiras; - Empresas pirotécnicas; - Bombas de combustível; - Fabrica artesanal de carvão; - Sub-estação de Muito Alta Tensão / Rede Eléctrica Nacional; - Armazéns de garrafas de GPL; - Reservatórios de GPL/Propano; b) Recreio florestal: - Parque florestal; - Parque de merendas; - Parque de campismo; - Quinta interpretativa do Confurco; - Complexo turístico e desportivo de Rilhadas; - Concessão de pesca desportiva da albufeira de Queimadela do rio Vizela; c) Regime florestal; d) Áreas com risco de incêndio florestal alto e muito alto. Caderno I / II PLANO DE ACÇÃO 3 - V

10 Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios de Fafe Figura n.º 2.11 Mapa n.º 4 - Mapa de prioridades de defesa do concelho de Fafe 4 - V Caderno I / II PLANO DE ACÇÃO

CARACTERIZAÇÃO DO USO DO SOLO E ZONAS ESPECIAIS

CARACTERIZAÇÃO DO USO DO SOLO E ZONAS ESPECIAIS Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios de Fafe CAPITULO IV CARACTERIZAÇÃO DO USO DO SOLO E ZONAS ESPECIAIS 4.1. USO E OCUPAÇÃO DO SOLO O estudo do uso do solo tem relação directa com a

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