Samuel Dal-Farra Naspolini
|
|
|
- João Lucas Sá Bicalho
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Samuel Dal-Farra Naspolini Mestre em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina; Assessor Jurídico do Ministério Público de Santa Catarina; Professor do Curso de Direito do Instituto de Ensino Superior de Florianópolis Professor do Curso de Direito da Faculdade de Santa Catarina - FASC. PLURALISMO POLÍTICO Subsídios para Análise dos Sistemas Partidário e Eleitoral Brasileiros em Face da Constituição Federal Curitiba Juruá Editora 2006
2 Naspolini, Samuel Dal-Farra. N263 Pluralismo político./ Samuel Dal-Farra Naspolini./ Curitiba: Juruá, p. 1. Pluralismo político. I. Título. CDD 320(22.ed) CDU 32
3 SUMÁRIO INTRODUÇÃO ORIGENS E FUNDAMENTOS DO PLURALISMO POLÍTICO Noções preliminares: as diversas acepções do pluralismo Pluralismo Político O Pluralismo na História do Pensamento Político Aristóteles: Classes Sociais e Formas de Governo Políbio: o Pluralismo Constitucional Da Idade Média ao Surgimento dos Estados Nacionais Montesquieu: "Corpos Intermediários" e Liberdade Política Edmund Burke: o Ataque ao Poder Centralizado Alexis de Tocqueville: o Primado das Associações O Pensamento Moderno Antipluralista Caracterização Os "Sistemas Dependentes" em Thomas Hobbes As "Sociedades Parciais" em Jean-Jacques Rousseau As tendências pluralistas modernas Pluralismo Socialista Pluralismo Cristão Pluralismo Liberal Tipologias do Pluralismo Sociedade Pluralista, Estado de Direito e Democracia Pluralismo e Democracia Pluralismo e Estado de Direito O Pluralismo na Constituição Federal de Introdução Noção e Significado de Princípio O Pluralismo Político Segundo a Doutrina Nacional Traços e Estruturas Pluralistas do Estado Brasileiro OS SUJEITOS DO PLURALISMO - OS PARTIDOS POLÍTICOS Origens Partido, Facção e Parte Política Partido e Facção no Pensamento Político Britânico Partidos Internos e Externos Definição Classificação Quanto à Estrutura 105
4 2.3.2 Quanto aos Membros Quanto à Origem Social Quanto aos Fins: Sistemas de Partidos Conceito de Sistema Partidário Os Sistemas Tradicionais de Partidos Os Sistemas Partidários Segundo Giovanni Sartori Funções dos Partidos Políticos Partidos Políticos e Direito: do Estado Liberal ao Estado de Partidos Introdução A Representação Política Liberal Da Crise da Representação Liberal à Constituição de Weimar O Estado de Partidos O Partido Político no Brasil Os Partidos Políticos no Império ( ) Os Partidos Políticos Durante a República Velha ( ) Os Partidos Políticos e a Era Vargas ( ) Os Partidos Políticos Durante a Democracia Populista ( ) Os Partidos Políticos e o Regime Militar ( ) O Partido Político na Constituição Federal de Liberdade Partidária e Natureza Jurídica dos Partidos Políticos Controles Qualitativos Controles Externos Controles Formais A DINÂMICA PLURALISTA - OS SISTEMAS ELEITORAIS E OS MECANISMOS CORRETIVOS DA REPRESENTAÇÃO PROPORCIONAL Sistemas Eleitorais Definição Os Sistemas Majoritários Os Sistemas de Representação Proporciona Sistema Eleitoral e Sistema Partidário: uma Relação Necessária? O Sistema Eleitoral Brasileiro Os Controles Eleitorais Quantitativos: as Cláusulas de Barreira Conceito e Fundamentos Objetivos 197
5 3.3 Cláusula de Barreira no Direito Comparado Alemanha Argentina Dinamarca Espanha França Grécia Holanda Hungria Israel Itália México Nova Zelândia Polônia Portugal República Tcheca Suécia Turquia Os controles quantitativos no Direito Brasileiro A LIMITAÇÃO PLURALISTA - O RESSURGIMENTO DOS CONTROLES QUANTITATIVOS NO BRASIL Os controles quantitativos na Lei dos Partidos Políticos Registro Caráter Nacional Funcionamento Parlamentar Fundo Partidário Acesso aos Meios de Comunicação Conseqüências dos controles quantitativos: uma abordagem retrospectiva O debate sobre os controles quantitativos: os controles quantitativos em face da Constituição Federal A Defesa dos Controles Quantitativos A Crítica aos Controles Quantitativos Os Controles Quantitativos na Jurisprudência do STF 282 CONCLUSÃO 291 REFERÊNCIAS 301 ÍNDICE ALFABÉTICO 311
6 Lista de Ilustrações Tabela 1 A cláusula de barreira nas eleições Tabela 2 Câmara dos Deputados após as eleições de Tabela 3 Os partidos políticos nas eleições de Tabela 4 A Câmara dos Deputados após as eleições de
REFORMA DA PREVIDÊNCIA: POR QUE FAZER? EFEITOS DA DEMOGRAFIA EXIGEM AJUSTE DE REGRAS
REFORMA DA PREVIDÊNCIA: POR QUE FAZER? EFEITOS DA DEMOGRAFIA EXIGEM AJUSTE DE REGRAS 29 de março 217 198 9+ 8 8 7 7 6 6 4 4 3 3 2 2 2.. 1.. 1.... 1.. 1.. 2.. + 6 anos Fonte: IBGE (Projeção da População,
Aula de hoje: Introdução aos sistemas eleitorais (conceitos básicos)
Aula de hoje: Introdução aos sistemas eleitorais (conceitos básicos) Referências: Nicolau, J. M. Sistemas eleitorais; uma introdução. Rio de Janeiro: FGV. Lijphart, A. (2003). Modelos de democracia. Rio
Ranking Mundial de Juros Reais Ago/13
Ranking Mundial de Juros Reais Ago/13 O Ranking Mundial de Juros Reais é um comparativo entre as taxas praticadas em 40 países do mundo e os classifica conforme as taxas de juros nominais determinadas
A necessidade de uma Lei de Responsabilidade Educacional
A necessidade de uma Lei de Responsabilidade Educacional 1 Um diagnóstico da educação pública no Brasil 2 Um diagnóstico da educação pública no Brasil Avanços inquestionáveis: 1. Ampliação da oferta de
PIB PAÍSES DESENVOLVIDOS (4 trimestres, %)
PIB PIB PAÍSES DESENVOLVIDOS (4 trimestres, %) dez/92 jun/93 dez/93 jun/94 dez/94 jun/95 dez/95 jun/96 dez/96 jun/97 dez/97 jun/98 dez/98 jun/99 dez/99 jun/00 dez/00 jun/01 dez/01 jun/02 dez/02 jun/03
SUMÁRIO. PREFÁCIO - MÁRCIO PUGLlESI... 7 NOTA DOS AUTORES À 4." EDIÇÃO... 9 NOTA DOS AUTORES À 3." EDIÇÃO NOTA DOS AUTORES À 2." EDIÇÃO...
SUMÁRIO PREFÁCIO - MÁRCIO PUGLlESI... 7 NOTA DOS AUTORES À 4." EDIÇÃO... 9 NOTA DOS AUTORES À 3." EDIÇÃO... 11 NOTA DOS AUTORES À 2." EDIÇÃO... 13 INTRODUÇÃO... 25 PARTE I TEORIA GERAL DO ESTADO 1. DIVISÃO
JUROS E RISCO BRASIL
JUROS E RISCO BRASIL META DA TAXA SELIC FONTE: BANCO CENTRAL 13.75% 12.75% 11.25% 10.25% 8.75% 9.50% 10.25% 10.75% 11.25% 12.50% 11.00% 10.50% 9.75% 9.00% 8.50% 8.00% 7.25% 8.50% 9.00% 10.00% 10.50% 11.00%
JUROS E RISCO BRASIL
JUROS E RISCO BRASIL META DA TAXA SELIC FONTE: BANCO CENTRAL 11.75% 13.00% 13.75% 12.75% 11.25% 10.25% 8.75% 9.50% 10.25% 10.75% 11.25% 12.50% 11.00% 10.50% 9.75% 9.00% 8.50% 8.00% 7.25% 8.00% 8.50% 9.00%
BRASILEIRAS DE ARTEFATOS DE
DADOS DAS IMPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE ARTEFATOS DE COURO MALAS Mercadoria: 42021100 - MALAS,MALETAS E PASTAS,DE COURO NATURAL/RECONST/ENVERN. 2005 2006 2007 País Kg US$ US$/Kg Part. Kg US$ US$/Kg Part.
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES FEVEREIRO / 215 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 3 2 - EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES
ABRIL / 2016 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE 3 2 - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 - DESTINOS 5 4 - COURO BOVINO POR TIPO 6 5 - DISTRIBUIÇÃO POR ESTADO 7 1 ANÁLISE DAS ABRIL 2016 As Exportações de Couros e Peles apresentadas
Reforma da Previdência
Reforma da Previdência Henrique Meirelles Ministro da Abril, 2017. Evolução do Gasto Primário do Governo Central 2 Gasto Primário do Governo Central (% PIB) 20% 19,3% 19,7% 18% 16% 14,8% 15,9% 16,8% 17,0%
THOMAS FLEINER-GERSTER Professor da Universidade de Freiburg, Suíça, é especialista em direito internacional, constitucional e administrativo.
THOMAS FLEINER-GERSTER Professor da Universidade de Freiburg, Suíça, é especialista em direito internacional, constitucional e administrativo. TEORIA GERAL DO ESTADO Martins Fontes Editora São Paulo, 2006
META DA TAXA SELIC 14,5% 14,25% 13,75% 13,75% 13,5% 13,00% 13,25% 12,75% 12,25% 11,75% 12,75% 12,25% 12,75% 12,50% 12,5% 12,00%
abr-08 ago-08 dez-08 abr-09 ago-09 dez-09 abr-10 ago-10 dez-10 abr-11 ago-11 dez-11 abr-12 ago-12 dez-12 abr-13 ago-13 dez-13 abr-14 ago-14 dez-14 abr-15 ago-15 dez-15 abr-16 ago-16 dez-16 META DA TAXA
CURSO FORMAÇÃO CIDADÃ DEMOCRACIA REPRESENTATIVA. Victor Barau
CURSO FORMAÇÃO CIDADÃ DEMOCRACIA REPRESENTATIVA Victor Barau 1- O Conceito da palavra Democracia Democracia demos = povo, e kratos = autoridade Origem Conceito Moderno: Revoluções Francesa e Americana.
META DA TAXA SELIC 14,5% 13,75% 14,25% 13,75% 13,5% 13,25% 12,75% 13,00% 12,75% 12,50% 12,00% 12,25% 11,75% 12,5% 11,25% 11,00% 10,50% 11,25% 11,25%
mar-08 jul-08 nov-08 mar-09 jul-09 nov-09 mar-10 jul-10 nov-10 mar-11 jul-11 nov-11 mar-12 jul-12 nov-12 mar-13 jul-13 nov-13 mar-14 jul-14 nov-14 mar-15 jul-15 nov-15 META DA TAXA SELIC Cenário básico
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES OUTUBRO / 2015 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 3 2 - EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4
A UNIÃO EUROPEIA E O DIÁLOGO INTERCULTURAL MNE DGAE
A UNIÃO EUROPEIA E O DIÁLOGO INTERCULTURAL O CAMINHO PARA A UNIÃO EUROPEIA O QUE SE COMEMORA NO ANO EUROPEU 2008 QUIZ O CAMINHO PARA A UNIÃO EUROPEIA No século XX, depois das Guerras Mundiais (a 2ª foi
Taxas de Juros Elevadas e Semi-Estagnação
Taxas de Juros Elevadas e Semi-Estagnação Yoshiaki Nakano Escola de Economia de São Paulo Fundação Getulio Vargas Taxa de Juros Elevada e a Tragédia Brasileira (% média móvel 10 anos) 15 13 11 9 7 5 3
MOEDAS, JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS E COMMODITIES
MOEDAS, JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS E COMMODITIES 23/09/11 21/10/11 18/11/11 16/12/11 13/01/12 10/02/12 09/03/12 06/04/12 04/05/12 01/06/12 29/06/12 27/07/12 24/08/12 21/09/12 19/10/12 16/11/12 14/12/12
Calendarização, por países, da obrigatoriedade da formação contínua para obtenção do CAM/CQM (prazos limite para frequência do primeiro curso)
Calendarização, por países, da obrigatoriedade da formação contínua para obtenção do CAM/CQM (prazos limite para frequência do primeiro curso) Áustria Bélgica Carta de condução da categoria D: 2015 Carta
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES SETEMBRO / 2015 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 3 2 - EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4
Reflexões sobre Reforma Política
Reflexões sobre Reforma Política Texto Faculdade Assis Gurgacz Cascavel Paraná 27.Set.2013 Roteiro da Apresentação 1a. Parte: Circunstâncias Históricas 2a. Parte: Identificado os caminhos (doutrina de
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES JUNHO / 215 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 3 2 - EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 -
COMPORTAMENTO DO RISCO BRASILEIRO
COMPORTAMENTO DO RISCO BRASILEIRO 11/09/12 11/10/12 11/11/12 11/12/12 11/01/13 11/02/13 11/03/13 11/04/13 11/05/13 11/06/13 11/07/13 11/08/13 11/09/13 11/10/13 11/11/13 11/12/13 11/01/14 11/02/14 11/03/14
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 2015 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 3 2 - EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 - DESTINO
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES JULHO 2017 SUMÁRIO Pág. 1 - ANÁLISE 3 2 - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 - DESTINOS 5 4 - COURO BOVINO POR TIPO 6 5 - DISTRIBUIÇÃO POR ESTADO 7 1 ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 2016 SUMÁRIO Pág. 1 - ANÁLISE 3 2 - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 - DESTINOS 5 4 - COURO BOVINO POR TIPO 6 5 - DISTRIBUIÇÃO POR ESTADO 7 1 ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS
EXPORTAÇÃO BRASILEIRA DO CAPÍTULO 71 DA NCM. Por Principais Países de Destino. Janeiro - Dezembro. Bijuterias
Bijuterias Principais Países 2010 2011 2012 2013 2014 US$ mil 2014/ 2013 Estados Unidos 5.667 3.828 2.668 3.491 5.006 43 Colômbia 407 800 748 1.112 993-11 França 1.085 931 910 998 969-3 Argentina 2.112
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES
EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES MARÇO / 215 SUMÁRIO PÁG. 1 - ANÁLISE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES 3 2 - EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE COUROS E PELES - CAPÍTULO 41 COMPLETO 4 3 -
META DA TAXA SELIC 14,5% 14,25% 13,75% 13,75% 13,5% 13,00% 13,25% 12,75% 12,25% 11,75% 12,75% 12,25% 12,75% 12,50% 12,5% 12,00%
abr-08 ago-08 dez-08 abr-09 ago-09 dez-09 abr-10 ago-10 dez-10 abr-11 ago-11 dez-11 abr-12 ago-12 dez-12 abr-13 ago-13 dez-13 abr-14 ago-14 dez-14 abr-15 ago-15 dez-15 abr-16 ago-16 dez-16 META DA TAXA
META DA TAXA SELIC 14,5% 13,75% 14,25% 13,75% 13,5% 13,25% 12,75% 13,00% 12,75% 12,50% 12,00% 12,25% 11,75% 12,5% 11,25% 11,00% 10,50% 11,25% 11,5%
abr-08 ago-08 dez-08 abr-09 ago-09 dez-09 abr-10 ago-10 dez-10 abr-11 ago-11 dez-11 abr-12 ago-12 dez-12 abr-13 ago-13 dez-13 abr-14 ago-14 dez-14 abr-15 ago-15 dez-15 META DA TAXA SELIC Cenário básico
Estatística e Probabilidades
Estatística e Probabilidades Nesse resumo vamos mostrar como a análise crítica de séries estatísticas podem contribuir para uma compreensão mais precisa da realidade. Todos os dias ouvimos falar sobre
UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA DEPARTAMENTO DE QUÍMICA TEMA 4: FONTES DE ENERGIA E MEIO AMBIENTE
UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA DEPARTAMENTO DE QUÍMICA TEMA 4: FONTES DE ENERGIA E MEIO AMBIENTE Alunas: Erika Martins dos Reis 1 Alessandra B. R. de Azevedo Disciplina: Química do Meio Ambiente
TABELA DE FRETES MÉDIO PRATICADOS PARA ANGOLA REFERENTE AO MÊS DE JANEIRO Moeda: USD
REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES BOLSA NACIONAL DE FRETE Sede: Palácio de Vidro, 5º andar; CX Postal 2223; Telefone +(244) 222-311339/40/41; Fax 222-310555- Luanda, Angola. TABELA DE FRETES
MOEDAS, JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS E COMMODITIES
MOEDAS, JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS E COMMODITIES 1 16/06/09 16/07/09 16/08/09 16/09/09 16/10/09 16/11/09 16/12/09 16/01/10 16/02/10 16/03/10 16/04/10 16/05/10 16/06/10 16/07/10 16/08/10 16/09/10 16/10/10
Reforma da Previdência
Reforma da Previdência Henrique Meirelles Ministro da Março, 2017. Evolução do Gasto Primário do Governo Central 2 Gasto Primário do Governo Central (% PIB) 20% 19,3% 19,7% 18% 16% 14,8% 15,9% 16,8% 17,0%
MOEDAS, JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS E COMMODITIES
MOEDAS, JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS E COMMODITIES 14/06/11 12/07/11 09/08/11 06/09/11 04/10/11 01/11/11 29/11/11 27/12/11 24/01/12 21/02/12 20/03/12 17/04/12 15/05/12 12/06/12 10/07/12 07/08/12 04/09/12
mensário estatístico - exportação Janeiro 2011 CAFÉ EM GRÃOS
mensário estatístico - CAFÉ EM GRÃOS CONDIÇÕES Este relatório foi preparado pela Linus Galena Consultoria Econômica exclusivamente para uso de seus clientes e não poderá ser circulado, reproduzido, distribuído
JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS, MOEDAS E COMMODITIES
JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS, MOEDAS E COMMODITIES JUROS TAXA DE JUROS DO TÍTULO DE 10 ANOS DO TESOURO AMERICANO 2006-2013. Fonte: Bloomberg ESTADOS UNIDOS: TAXAS DE JUROS DE 10 ANOS (% a.a.) 03/04/14
Como funciona a UE. Como funciona a UE
Como funciona a UE Como funciona a UE Três instituições principais O Parlamento Europeu, a voz dos cidadãos Jerzy Buzek, Presidente do Parlamento Europeu O Conselho de Ministros, a voz dos Estados-Membros
JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS, MOEDAS E COMMODITIES
JUROS, BOLSAS INTERNACIONAIS, MOEDAS E COMMODITIES JUROS 21/02/14 14/03/14 04/04/14 25/04/14 16/05/14 06/06/14 27/06/14 18/07/14 08/08/14 29/08/14 19/09/14 10/10/14 31/10/14 21/11/14 12/12/14 02/01/15
TRATADOS PARA EVITAR A DUPLA TRIBUTAÇÃO DA RENDA.
ANDRÉ GOMES DE OLIVEIRA Castro, Barros, Sobral, Gomes Advogados TRATADOS PARA EVITAR A DUPLA TRIBUTAÇÃO DA RENDA. Aplicação da cláusula do artigo 7 dos tratados no caso de serviços prestados no Brasil
TABELA - Destinos das exportações brasileiras de Laranja em NCM 8 dígitos: Sucos de laranjas, congelados, não fermentados
País Via de Volume Valor Preço Médio Transporte Bélgica Marítima 141.569.475 235.767.952 1.665,39 Estados Unidos Marítima 93.624.168 162.298.316 1.733,51 Países Baixos (Holanda) Marítima 78.144.511 139.108.254
Carta IEDI nº 809 Indústria Mundial: O Brasil na contramão dos emergentes
Carta IEDI nº 809 Indústria Mundial: O Brasil na contramão dos emergentes ANEXO ESTATÍSTICO Crescimento anual do VTI e VTI per capita, 2005-2015, (em %, em U$ constante 2010). VTI total VTI per capita
O que é a União Europeia (UE)?
O que é a União Europeia (UE)? 28 Estados-Membros Mais de 500 milhões de habitantes Atuais candidatos à adesão à UE: Albânia, antiga República Iugoslava da Macedônia, Montenegro, Sérvia e Turquia Tratados
EJA 5ª FASE PROF. JEFFERSON OLIVEIRA PROF.ª LUDMILA DUTRA
EJA 5ª FASE PROF. JEFFERSON OLIVEIRA PROF.ª LUDMILA DUTRA Unidade III O Continente Europeu e CEI 2 Aula 13.2 Conteúdo União Europeia 3 Habilidade Analisar a importância que a União Europeia possui para
