Altistart 46 Telemecanique
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- Fábio Mirandela Amaral
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1 Manual de operação Altistart 46 Telemecanique módulo de visualização e regulagem VW3-G46101 Ninguém faz tanto com a eletricidade.
2 Para uma utilização ótima e adequada do conversor, leia atentamente este documento. As descrições e esquemas se destinam, a princípio, a pessoas habilitadas. As regulagens e a configuração do conversor afetam suas funções e seu desempenho. Assegure-se de que as modificações feitas não causem nenhum risco para o pessoal e o material. Os produtos e as opções apresentados neste documento, são a qualquer momento suscetíveis de evolução quanto as suas características de apresentação e de funcionamento. Sua descrição não pode, em nenhum caso, revestir-se de um aspecto contratual. 2
3 Sumário Características técnicas : 4 montagem do módulo no produto 4 montagem remota do módulo 4 Colocação em funcionamento: 5 a 13 apresentação do VW3-G organograma dos parâmetros 6 a 10 descrição dos modos 11 visualização dos parâmetros de supervisão 12 visualização dos parâmetros de configuração e regulagem 12 regulagem e configuração 13 Apresentação das funções de configuração 14 a 27 Apresentação das funções de regulagem 28 a 32 Apresentação das funções de supervisão 33 Assistência à manutenção 34 e 35 3
4 DATA PROG Características técnicas Montagem do módulo no produto O módulo VW3-G46101 pode ser conectado com o conversor energizado. VW3-G46101 Montagem remota do módulo Kit de montagem remota: VW3-G46103 Neste caso, o módulo passará a ter um grau de proteção IP65. VW3-G46... VW3-G
5 Colocação em funcionamento Apresentação do VW3-G46101 a) Frontal 888 PROG DATA PROG Display de 7 segmentos 2 Sinalizador de programação 3 Tecla DATA 4 Tecla PROGramação 5 Tecla Avança 6 Tecla Recua b) Lado traseiro 7 Comutadores para regulagens e configurações dos níveis 1, 2, 3; ver na página 11. ON 2 1 ON Regulagem de fábrica Descrição dos níveis Os níveis 1 e 2 permitem regular e configurar o produto básico em função da aplicação. O nível 3 permite reconfigurar o produto básico; este nível é independente dos níveis 1 e 2. Nível 1 : Nível 2 : Nível 3 : Permite acessar os parâmetros fundamentais para dar partida a um motor e pará-lo nas aplicações simples. Permite acessar os parâmetros complementares do nível 1. O acesso a estes parâmetros pode ser feito de forma independente. Permite reconfigurar o produto básico. Exemplo : reconfiguração da saída analógica AO1 de 0-20 ma para 4-20 ma. 5
6 Colocação em funcionamento Organograma dos parâmetros Nível 1 Na primeira energização, a seleção está em rdy para os níveis 1 e 2, ou, se a potência não estiver alimentada, o display indicará nlp. Pressionar seleciona o apontador no parâmetro Pressionar seleciona o apontador no parâmetro Lcr In CoS Lth LPr Ltr Lcr rdy O In Parâmetro de supervisão Parâmetro de regulagem Parâmetro de configuração Escolha do tipo de parada ILt Acc StY -d- -b- -F- dec Edc brc 6
7 Colocação em funcionamento Nível 2 Na primeira energização, a seleção está em rdy para os níveis 1 e 2, ou, se a potência não estiver alimentada, o display indicará nlp. Pressionar seleciona o parâmetro Lcr Pressionar seleciona o parâmetro In Parâmetro de supervisão Parâmetro de regulagem Parâmetro de configuração Escolha do tipo de parada CoS Lth Lpr Ltr Lcr rdy In ILt Acc StY -d- -b- -F- dec Edc brc bst tq0 tli thp tls ULL 7
8 Colocação em funcionamento Nível 3 Na primeira energização, a seleção está em Ar5 ArS tbs tfr CSc CLp SSt LSC ASC 0-4 O Ao Parâmetro de configuração O LI EbA Lo1 Int OIL rth Phr O r1 8
9 Colocação em funcionamento Parâmetros dos níveis 1 e 2 Parâmetro Tipo Gama de regulagem Pré-regulagem Página CoS Cos ϕ do motor Supervisão 0 a 1 33 Lth Estado térmico do motor Supervisão 0 a 250 (%) 33 LPr Potência ativa do motor Supervisão 0 a 255 (%) 33 Ltr Estado de carga do motor Supervisão 0 a 250 (% de Cn*) 33 Lcr Corrente do motor Supervisão 0 a 6000 (A) 33 rdy Estado do Conversor Supervisão 33 In Corrente nominal do Configuração (0,5 a 1,3) IcL (A) 14 motor (IcL corrente nominal do conversor) ILt Limitação de corrente Regulagem 150 a 700 (% de In) do motor (Máx. 500% de IcL) Acc Rampa de conjugado Regulagem 1 a 60 (s) de aceleração StY Tipo de parada Configuração -F- -d- -b- -F- 15 dec Rampa de conjugado Regulagem 1 a 60 (s) de desaceleração Edc Nível de passagem Regulagem 0 a 100 (% de Cn*) para parada por inércia no fim da desaceleração brc Nível do conjugado Regulagem 0 a de frenagem bst Reforço de tensão (Boost) Configuração 50 a 100 (% de Un) off 15 tq0 Conjugado de partida Regulagem 0 a 100 (% de Cn*) tli Limitação do conjugado Regulagem 10 a 200 (% de Cn*) off 31 máximo de aceleração ULL Nível de subcarga do motor Configuração 20 a 100 (% de Cn*) off 16 tls Tempo de partida prolongado Configuração 10 a 999 (s) off 20 thp Proteção térmica do motor Configuração off a Cn*: conjugado nominal medido. 9
10 Colocação em funcionamento Parâmetros do nível 3 Parâmetro Tipo Gama de regulagem Pré-regulagem Página ArS Rearme automático Configuração on - off off 20 CLP Controle de conjugado Configuração off - on on 20 LSc Compensação das perdas Configuração 0 a 90 (em %) do estator 0-4 Configuração de AO1 Configuração LI Configuração de LI Configuração off - LIA LIA 22 LIE - LIH -LIL - LIr LII - LIt - LIC LoI Configuração de LO1 Configuração off - tai tai 23 rni OIL Nível de desligamento Regulagem 50 a 300 (% de In) off 32 por sobrecorrente Phr Detecção de rotação Configuração off off 23 de fase 321 ri Configuração do relé R1 Configuração rif - rii rif 24 rth Retorno a zero do estado Configuração NO - YES NO 24 térmico do motor Int Retorno às reg. de fábrica Configuração NO - YES NO 25 EbA Ajuste do tempo Configuração 20 a 100 (em %) de parada do motor Ao Configuração da saída Configuração off - Acr Acr 26 analógica AO1 Atr - Ath - Aco ASc Colocação na escala da Configuração saída analógica AO1 SSt Teste com motor de Configuração on - off off 27 baixa potência CSc Partida em cascata Configuração on - off off 27 tfr Tempo de funcionamento Configuração 27 após colocação a zero (em h) tbs Tempo antes de nova partida Regulagem 0 a 999 (s) 2 29
11 Colocação em funcionamento Modo de colocação em funcionamento Conversor travado (energizado - sem comando de partida) Motor em funcionamento ON ON Acesso ao Nível 1 São possíveis regulagem e configuração dos parâmetros do nível 1. Acesso ao Nível 2 São possíveis regulagem e configuração dos parâmetros do nível 2. Somente os parâmetros de regulagem são modificáveis. Não é possível modificar os parâmetros de configuração, porém estes podem ser visualizados. O último parâmetro regulado ou configurado continua visualizado. ON 2 1 Acesso ao Nível 3 São possíveis regulagem e configuração dos parâmetros deste nível. Modo de operação Conversor travado ou motor em funcionamento ON 2 1 Posição de segurança Somente a visualização está ativa : - mostra as grandezas elétricas de operação ou um código de defeito. - leitura dos valores de regulagem. 11
12 Colocação em funcionamento Visualização dos parâmetros de supervisão 10 Indica o valor da corrente do motor, se o conversor estiver desbloqueado (com comando de partida). Lcr DATA 0 Conversor não desbloqueado (sem comando de partida). PhF Indica o defeito presente, por exemplo, PhF. rdy DATA O método é idêntico para o parâmetro Ltr. Para os parâmetros Lth e CoS Lth 100 DATA Indica o valor do estado térmico do motor DATA rdy É possível selecionar o parâmetro a visualizar a cada reenergização. A seleção se faz pela tecla DATA, e refere-se somente aos parâmetros Lcr, Ltr e rdy. Acionar DATA para este último, ocasiona somente uma memorização do apontador. Visualização dos parâmetros de configuração e de regulagem rdy In In Na primeira energização DATA DATA 17.4 Modo de operação ON 2 1 Comutador na parte de trás do módulo ILt 12
13 Colocação em funcionamento Regulagem e configuração: VW3-G46101 Procura do parâmetro a modificar ILt Modo de colocação em funcionamento ON 2 1 Nív. 1 Acc DATA 10 ON 2 1 Nív. 2 Modificação da regulagem ou da configuração Acc DATA PROG 30 DATA PROG PROG ON 2 1 Nív. 3 Sinalizador aceso Modo de colocação em funcionamento Sinalizador piscando Espera a validação (tecla PROG) ou a anulação (tecla DATA) da modificação do valor do parâmetro. StY 13
14 Apresentação das funções de configuração In : Corrente nominal do motor Este parâmetro deve ser adaptado em função da corrente do motor indicada na placa de identificação do mesmo. Verificar que esta corrente encontra-se entre 0,5 e 1,3 IcL. (IcL : Corrente nominal do conversor) Regulagem de fábrica em função do conversor e da posição do comutador situado em baixo da tampa do bloco de controle serviço padrão serviço pesado Calibre IcL (A) In (A) In (A) D ,2 11 D ,2 D D D D D D C C C C C C C C C C C M M
15 Apresentação das funções de configuração StY : Tipo de parada Regulagem de fábrica: -F- -d- -b- -F- Parada por desaceleração em controle de conjugado. Parada por frenagem dinâmica. Parada por inércia. bst : Reforço de tensão (Boost) Regulagem de fábrica: off Permite aplicar durante 100 ms uma tensão regulável de 50 a 100% da tensão nominal do motor. Isto permite, no caso de um conjugado de partida insuficiente (atritos secos ou mecânica elevada), iniciar a partida. C 100 % Un Cd 50 % Un Segundo a rampa de aceleração 100 ms t 15
16 Apresentação das funções de configuração ULL : Nível de subcarga do motor Regulagem de fábrica: off Parâmetro regulável de 20 a 100% do estado de carga do motor Ltr. Esta função só é válida em regime permanente. A subcarga deve durar no mínimo 10 s (temporização), se a subcarga for de curta duração e voltar acima do valor regulado em +10% de Cn (histerese), a temporização será inibida. Regulagem em 60% 60 (subcarga permanente) Ltr C (Cn) 100% 60 Histerese s (ver nota) 20% Defeito ULF t Regulagem em 60% 60 (subcarga de curta duração) Ltr C (Cn) 100% 60 Histerese s (ver nota) 20% Inibição da temporização Defeito ULF t Nota: Para produtos com software V1.3IE07, a temporização foi reduzida de 10s para 4s. 16
17 Apresentação das funções de configuração thp : Proteção térmica do motor Regulagem de fábrica: 10 Serviço standard ou normal 20 Serviço severo Permite a adaptação da classe de proteção térmica à aplicação. Estas classes definem uma capacidade de partida a frio e a quente. thp off Proteção inibida 2 Subclasse 2 10A Classe 10 A IO Classe Subclasse Classe Subclasse Classe 30 17
18 Apresentação das funções de configuração Curvas a frio t(s) Classe : 30 Classe : 25 Classe : 20 Classe : 15 Classe : 10 Classe : 10A 1 Classe : 2 0,5 1,12 1,5 2,00 2,50 3,00 3,50 4,00 4,50 5,00 5,50 6,00 6,50 7,00 7,50 Id/In 8,00 18
19 Apresentação das funções de configuração Curvas a quente t(s) Classe : 30 Classe : 25 Classe : 20 Classe : 15 Classe : 10 Classe : 10A 1 0,5 1,12 1,5 2,00 2,50 3,00 3,50 4,00 4,50 5,00 5,50 6,00 6,50 7,00 7,50 Classe : 2 Id/In 8,00 19
20 Apresentação das funções de configuração tls : Tempo de partida prolongado Regulagem de fábrica: off Permite efetuar uma comparação entre o tempo de aceleração, antes da passagem em regime permanente e um tempo previamente regulado por tls. Regulagem possível de 10 a 999 segundos. Esta função permite verificar todas as modificações da cinemática (mecânica elevada, atrito seco). No caso de ultrapassagem do tempo, o conversor entra em estado de defeito StF. ArS : Rearme automático Regulagem de fábrica: off off on Rearme manual Rearme automático O conversor informa 3 tipos de defeitos. O rearme automático refere-se somente aos defeitos do tipo 1 e 2. Defeito do tipo 1 O rearme do conversor é feito no desaparecimento do defeito. Defeito do tipo 2 O rearme do conversor se faz por tentativas sucessivas a cada 60 s; após 6 tentativas, se o defeito não desapareceu, este torna-se não rearmável. Defeito do tipo 3 Unicamente rearmável com um comando de partida. A seleção da função ArS é somente utilizável numa seqüência com comando 2 fios. CLP : Controle de conjugado Regulagem de fábrica: on Na posição on a partida é feita com rampa de conjugado. Para as aplicações onde há motores em paralelo com um mesmo conversor, ou um motor com potência muito baixa em relação ao calibre do conversor (utilização de um motor subdimensionado para ensaio do conversor), o controle de conjugado não é indicado. Para isto, a abertura da malha de conjugado é imperativa CLP = off. A partida e a parada são feitas por variação de tensão. 20
21 Apresentação das funções de configuração LSc : Compensação das perdas do estator Regulagem de fábrica: 50 Permite otimizar a precisão do conjugado de partida nas aplicações de conjugado constante. Regulagem de 0 a 90%. 0-4 : Configuração da saída AO1 Regulagem de fábrica: 020 Como padrão, a saída analógica AO1 é configurada como corrente do motor. Esta saída pode ser configurada em 0-20 ma 020 ou 4-20 ma
22 Apresentação das funções de configuração LI : Configuração da entrada lógica LI Regulagem de fábrica: LIA Parada por inércia LI off Não configurada LIA LIE LIH LIL LII LIt LIC LIr Parada por inércia Defeito externo Pré-aquecimento do motor Passagem ao modo local Inibição de todas as proteções Rearme do defeito térmico do motor Partida e desaceleração em cascata Rearme após falha LIA LIE LIH LIL LII LIt LIC LIr Nota: Parada por inércia Permite através de um comando de parada, a passagem para a parada por inércia. Defeito externo Permite, em caso de defeito externo ao conversor, efetuar a parada deste. O conversor entra em estado de defeito EtF. Pré-aquecimento do motor Se o conversor estiver energizado, a ativação de LIH (passagem em 1) permitirá alimentar o motor com uma corrente limitada em 0,1 IcL para pré-aquecimento. Um comando de partida inibirá LIH (fim do pré-aquecimento). Passagem ao modo local A entrada LIL deve ser configurada para a utilização do módulo de comunicação VW3-G Inibição de todas as proteções. A ativação de LII ocasiona a perda da garantia do produto, pois todas as proteções do produto serão inibidas, e na ocorrência de um defeito no sistema, o produto não poderá proteger. Rearme do defeito térmico do motor. Partida e desaceleração em cascata de no máximo 255 motores (com relação de potência de 1 a 2). Neste caso, a proteção térmica do motor é inibida e o relé R1 é configurado em relé de defeito. Rearme após falha é necessário pressionar a tecla PROG durante 10 segundos para validar a configuração de LIH ou de LII (para evitar qualquer erro) 22
23 Apresentação das funções de configuração LoI : Configuração da saída lógica LO1 Regulagem de fábrica: tai Alarme térmico do motor LoI off Não configurada tai rnl Alarme térmico do motor Motor alimentado tai Alarme térmico do motor Passagem ao estado 1, com sobrecarga térmica do motor. rnl Motor alimentado Passagem ao estado 1, na presença de corrente no motor. Phr : Detecção de rotação de fase Regulagem de fábrica: off Phr off Não configurada 123 Sentido de rotação direto 321 Sentido de rotação reverso Permite detectar o sentido de rotação de fase da rede, se este não corresponder à seleção, o conversor passará em estado de defeito PIF. Esta função é somente ativada no momento de um comando de partida, ( run piscante). 23
24 Apresentação das funções de configuração rl : Configuração do relé R1 Regulagem de fábrica: rif rif relé de defeito Com um defeito "não rearmável" ou de tipo 1 ou 3, o relé de defeito desliga. Com um defeito de tipo 2, o relé permanece ligado. ril relé de isolação (comando de um contator de linha) Com um defeito "não rearmável" ou de tipo 1, 2 ou 3, o relé desliga. rth : Retorno ao zero do estado térmico do motor Regulagem de fábrica: NO NO YES Sem retorno ao zero do estado térmico do motor Retorno ao zero do estado térmico do motor Após cada comando de retorno ao zero do estado térmico do motor, o parâmetro rth retorna ao NO. A utilização deste parâmetro deve ser limitada a operações de manutenção (troca de motor, ). 24
25 Apresentação das funções de configuração int : Retorno às regulagens de fábrica Regulagem de fábrica: NO NO YES Sem retorno às regulagens de fábrica Retorno aos valores regulados em fábrica O parâmetro int retorna automaticamente à regulagem de fábrica. EbA : Ajuste do tempo de injeção de corrente no final da frenagem Regulagem de fábrica: 20 Permite ajustar o tempo de injeção de corrente. Regulagem de 20 a 100 (%). Exemplo : Frenagem dinâmica = 10 segundos O tempo de parada pode variar de 2 a 10 segundos EbA = 20 corresponde a um tempo de parada de 2 s EbA = 100 corresponde a um tempo de parada de 10 s 25
26 Apresentação das funções de configuração Ao : Configuração da saída analógica AO1 Regulagem de fábrica: Acr Ao off Não configurada Acr Atr Ath Aco Aop Corrente do motor Conjugado do motor Estado térmico Fator de potência Potência ativa Esta saída pode ser configurada para 0-20 ma ou 4-20 ma pelo parâmetro 0-4 e a colocação na escala se efetua por ASc ASc : Colocação na escala da saída Ao Regulagem de fábrica: 200 Regulagem de 50 a 500% do valor selecionado. 20 ma corresponde ao fim de escala. Exemplo : Configuração da saída analógica AO1 à leitura da corrente do motor em 4-20 ma com uma escala de saída correspondendo a 50% de In. Ao = Acr corrente do motor 0-4 = 420 saída em 4-20 ma ASc = ma corresponde a 50% de In 26
27 Apresentação das funções de configuração SSt : Ensaio com motor de potência baixa Regulagem de fábrica: off Para verificar o conversor em ambiente de teste ou de manutenção sem utilizar um motor equivalente ao calibre do conversor (em particular para os conversores de potência elevada), colocar SSt em on. Neste caso, o defeito de fase PhF será inibido e o motor não será protegido. O parâmetro CLP (controle de conjugado) será automaticamente desativado. SSt retorna ao estado off no desligamento da tensão de controle. Para uma nova partida com controle de conjugado, é necessário reativar CLP em posição on. CSc : Partida em cascata Regulagem de fábrica: off Permite a partida e a parada de diversos motores em cascata (máximo 255). tfr : Indica o tempo de funcionamento, expresso em horas, após a última colocação a zero. Esta efetua-se somente pela ligação serial. 27
28 Apresentação das funções de regulagem ILt : Limitação de corrente do motor Regulagem de fábrica: 300 Standard ou normal 350 Severo Permite regular a corrente de partida entre 150 a 700. Este parâmetro se expressa em % de In. A corrente de limitação será definida também em função do valor de In (corrente nominal do motor) e de IcL (corrente nominal do conversor) pela fórmula ILt 500 x IcL In Valor restrito em 700 para In 0,7 IcL Exemplo : ATS-46D17N para In = 17 A ILt = 500 para In = 22 A ILt = 500 x 17 = para In = 8,5 A (o menor valor regulável de In) ILt = 700 (valor limite) Acc : Rampa do conjugado de aceleração Regulagem de fábrica: 10 Permite regular a rampa de conjugado de aceleração. A gama de regulagem é compreendida entre 1 e 60 segundos para passar do conjugado nulo ao conjugado nominal. Isto adapta a progressividade da partida pela modificação da rampa da referência de conjugado. Cn 100 % 80 % 1 60 % 40 % 20 % 60 0 % Acc = 10 t(s) É possível otimizar a partida sem modificar a progressividade, definindo um conjugado inicial tq0. Uma limitação da referência de conjugado é possível por tli. 28
29 Apresentação das funções de regulagem dec : Rampa do conjugado de desaceleração Regulagem de fábrica: 10 Permite regular um tempo compreendido entre 1 e 60 segundos para passar do conjugado medido até o conjugado nulo. Isto adapta a progressividade da desaceleração e evita os choques hidráulicos nas instalações de bombas, modificando a rampa da referência do conjugado. Ltr = Conjugado medido 100 % % 1 Edc 0 % t(s) dec Nas aplicações do tipo bomba, o controle da desaceleração não é necessário abaixo do nível de carga regulado por Edc (nível de passagem para parada por inércia). Nota : Se o conjugado Ltr for inferior a 20, isto é, 20% do conjugado medido, a desaceleração controlada não será ativada e haverá parada por inércia. tbs : Tempo antes de nova partida (em segundos) Regulagem de fábrica: 2 Tempo mínimo de espera entre um comando de parada e um novo comando de partida, quando a parada é por inércia. Tempo mínimo de espera entre o fim da rampa e um novo comando de partida, quando a parada é por frenagem ou por desaceleração controlada. 29
30 Apresentação das funções de regulagem Edc : Nível de passagem em parada por inércia no fim da desaceleração Regulagem de fábrica: 20 Permite regular o nível do conjugado final entre 0 e 100% do conjugado nominal do motor. brc : Nível do conjugado de frenagem Regulagem de fábrica: 50 Permite regular o nível da corrente de frenagem dinâmica na gama de 0 a 100. O tempo de frenagem não é regulável e depende do nível da corrente; o ajuste deve ser feito em função da aplicação. A frenagem dinâmica é somente ativa até 20% da velocidade, a parada total do motor é ajustável por EbA. 100 % Velocidade do motor brc = 100 brc = 0 20 % Tempo de frenagem dinâmica ajuste da parada do motor por EbA t 30
31 Apresentação das funções de regulagem tq0 : Conjugado de partida Regulagem de fábrica: 10 Regulagem do conjugado inicial das partidas, na gama de 0 a 100% do conjugado nominal. Cn 100 % 10 tq0 Acc t(s) tli : Limitação do conjugado máximo de aceleração Regulagem de fábrica: off Regulagem de 10 a 200% de Cn. Permite restringir a referência do conjugado de aceleração para evitar a passagem em funcionamento hipersíncrono nas aplicações com inércia elevada. Cn 100 % Exemplo com tli = % 0 % 10 t(s) Acc Se tli = tq0 : conjugado constante de aceleração 31
32 Apresentação das funções de regulagem OIL : Nível de desligamento por sobrecorrente Regulagem de fábrica: off Parâmetro regulável de 50 a 300% da corrente nominal do motor In. Esta função é ativa somente em regime permanente. A sobrecorrente, em relação ao nível ajustado, deve durar por um mínimo de 10 s (temporização); se esta sobrecorrente for de curta duração e voltar abaixo do valor regulado em 10% de In (histerese), a temporização será inibida. OIL I Regulagem em 80% 300 % 80 Histerese % 10 s Alarme em LO2 t OILI Regulagem em 80% 300% 80 Histerese 70 50% 10 s 10 s Inibição da temporização Alarme em LO2 t Desativação de LO2 32
33 Apresentação das funções de supervisão rdy : Estado do conversor (sem ordem de marcha) Um comando de partida ou de parada faz passar a visualização para run piscando, durante as fases de aceleração, de desaceleração ou de frenagem. A visualização é fixa após a fase de aceleração. A visualização retorna para rdy no fim da desaceleração ou da frenagem. Nota : Se a potência não estiver alimentada, o display indicará nlp. Lcr : Corrente do motor Visualização em ampères para as correntes < 1000 A. Exemplo : 1,5 A 5 20,4 A 2ø4 892 A 892 Visualização em quiloampères para as correntes > 1000 A. Exemplo : A 23 Ltr : Estado de carga do motor Em % de Cn, varia de 0 a 250%. Lth : Estado térmico do motor De 0 a 250%. CoS : Cos ϕ do motor Varia de 0 a indica um cos ϕ = 1. ø50 indica um cos ϕ = 0,5. LPr : Potência ativa do motor Varia de 0 a 255%. 100 indica a potência correspondente à corrente In regulada. 33
34 Assistência à manutenção Códigos de defeito Código Causas prováveis Ações corretivas 0cF InF Sobrecorrente - Desenergizar o conver- - Curto-circuito na saída sor, verificar os cabos do conversor de ligação e a isolação - Curto-circuito interno do motor - Contator de bypass - Verificar os tiristores colado - Verificar o contator de bypass (contato colado) Reconhecimento do calibre - Verificar as conexões - Defeito nas conexões internas após o corte internas da alimentação. Defeito não rearmável PiF Inversão de fase A rotação das fases da rede não é concordante com a seleção feita por Phr. Inverter duas fases da rede PhF FrF Defeito de fase Verificar : - Falta de fase da rede - A tensão (t 500 ms) - Os fusíveis de linha - Conversor não alimentado ou o disjuntor L1 - L2 - L3 - A seqüência de - Possível queima de fusível alimentação - Microcorte da rede - As ligações dos (t 200 ms) bornes L1 - L2 - L3 - Rede muito perturbada Defeito de freqüência Verificar que a freqüência - Freqüência da rede fora da rede esteja entre das tolerâncias 50 Hz ± 2,5 Hz (47,5 Hz - 52,5 Hz) 60 Hz ± 3,6 Hz (56,4 Hz - 63,6 Hz) Tipo 1 Com comando a 2 fios, defeito rearmável automaticamente por 6 tentativas sucessivas e desaparecimento do defeito. Após o sexto defeito, o conversor passa em estado de defeito não rearmável. USF Defeito da alimentação Verificar : de potência num - A tensão de comando de partida alimentação - Unicamente com R1 - Os fusíveis de linha selecionado como relé ou o disjuntor de defeito - A seqüência da alimentação Tipo 2 Defeito rearmável automaticamente no desaparecimento do defeito, quando for selecionado o rearme automático (comando a 2 fios). 34
35 Assistência à manutenção Código Causas prováveis Ações corretivas LrF ULF StF Defeito de rotor bloqueado Verificar O defeito existe se o - Detecção de uma corrente - A mecânica Altistart for by-passado superior a 5 In em regime por um contator permanente (t 200 ms ) Subcarga do motor Verificar o circuito - Nível de carga inferior hidráulico ou bomba cavitando; regulagem de ULL - Bomba sem vazão Partida muito longa Verificar a mecânica, Tipo 3 Para passar em regime desgaste, mecânica Defeito rearmável permanente; tempo pre- dura com comando de viamente regulado por tls partida SLF EtF OLF OhF Defeito da ligação serial interna Defeito externo Defeito térmico do motor Desligamento térmico por sobrecarga prolongada do motor Defeito térmico do conversor Desligamento térmico por sobrecarga do conversor Verificar a conexão de A1 Verificar o módulo VW3-G Não utilizar os módulos VW3-A16101 ou 102. Verificar o defeito considerado Verificar - O regime da classe de proteção térmica - A regulagem da corrente de limitação Esperar a anulação do defeito térmico 35
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