4 Captação de águas superficiais
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- Ricardo Bernardo Frade de Lacerda
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1 4 Captação de águas superficiais É um conjunto de estruturas e dispositivos, construídos ou montados junto ao manancial, para retirada de água para suprir o sistema de abastecimento Manancial Superficial: Córregos, rios, lagos e represas. TH028 - Saneamento Ambiental I 1
2 4.1 Manancial Seleção do manancial: Quantidade e qualidade adequadas em qualquer época do ano Proximidade ao local de consumo Locais favoráveis à construção da captação Transporte de sedimentos pelo curso de água Condições futuras Estudo técnico, econômico e ambiental para a escolha do local de captação TH028 - Saneamento Ambiental I 2
3 Quantidade Vazão correspondente ao dia de demanda máxima para o alcance do plano Estudo hidrológico: Regime de Q Variação da cota do nível de água (mín e máx) Q mínima para o tempo de retorno (Tr) adequado Q enchente Construção de barragens ou de elevação do nível Problema de inundação da área Obras de proteção da seção do rio TH028 - Saneamento Ambiental I 3
4 Qualidade Maiores detalhes na parte de Tratamento Inspeção sanitária do local Uso do solo (agentes poluidores) Condições futuras Crescimento de agentes poluidores? Importante monitoramento da qualidade da água Variações bruscas na qualidade podem impactar o tratamento Importância da proteção dos mananciais Primeira Barreira para um abastecimento seguro Custo TH028 - Saneamento Ambiental I 4
5 ETA Iguaçu Captação Iguaçu TH028 - Saneamento Ambiental I 5
6 Captação Iguaçu TH028 - Saneamento Ambiental I 6
7 Esquema do canal paralelo Rio Iraí Curitiba Pr 415 Piraquara Rio Palmital ETA Iraí (SANEPAR) Rio Iraí AI71 Obra de Controle de Captação Iguaçu Jardim Guarituba Curitiba AI17 Av. Iraí Canais de Drenagem de Águas Pluviais c/ Sifões Piraquara Rio Iguaçu Rio Itaqui Rio Atuba Leito abandonado Captação Iguaçu (SANEPAR) Canal Paralelo (Extravasor) Barragem de Nível Rio Pequeno Canal de Água Limpa Lagoa Curitiba AI04 Obra de Controle de Captação Iguaçu BR 277 Paranaguá Rio Iguaçu Canal Fonte: Monteiro, Zarpelon, Cristo & Aisse, 24 Congresso da ABES TH028 - Saneamento Ambiental I 7
8 Captação no rio Iguaçu - Sanepar Monteiro et al. (2007) TH028 - Saneamento Ambiental I 8
9 Mananciais - PR Lei Estadual 8935 (07/03/89) - Dispõe sobre requisitos mínimos para as águas provenientes de bacias mananciais destinadas ao abastecimento público. Lei Estadual (31/07/98) Cria o sistema integrado de gestão e proteção dos mananciais da RMC. Decreto Estadual 6390 (05/04/2006) - Delimita as áreas de interesse de Mananciais de Abastecimento Público da Região Metropolitana de Curitiba. Coordenadas dos pontos de captação para abastecimento de água Rio Coordenadas UTM do ponto de captação X Y Rio Passaúna E N Rio Curral das Éguas E N Altíssimo Iguaçu E N Rio Cotia E N Rio Verde E N Rio Itaqui E N Rio Despique E N Rio Faxinal E N Rio Maurício E N Rio Miringuava E N Rio Barigüi E N Rio Cerro Azul E N Fonte: Decreto Estadual 6390/06 TH028 Saneamento Ambiental I 9
10 Áreas de interesse de mananciais de abastecimento público da região metropolitana de Curitiba Decreto Estadual 6390/06 TH028 Saneamento Ambiental I 10
11 4.2 Captação em cursos de água Variação do nível de água Pequena variação Grande variação Torre de tomada Captação flutuante Caixa de tomada de água Sistema de captação de água flutuante no rio Parauapebas (PA) TH028 - Saneamento Ambiental I 11
12 Concentração de Sólidos em Suspensão Transporte intenso: C SS > 1,0 g/l inserção de barragem oblíqua em relação ao eixo do rio Localização da tomada de água em canal lateral TH028 - Saneamento Ambiental I 12
13 Escolha do local de captação Importante inspeção local VERIFICAR: Características hidráulicas Geologia Áreas inundáveis Focos de poluição (existentes e potenciais) Processos de erosão e sedimentação Acesso ao local para manutenção e operação Necessidade de estabilização da seção do rio Energia elétrica Margens estáveis Locais sem formação de bancos de areia Trecho reto Barragem de nível Captação Trecho curvo Captação TH028 - Saneamento Ambiental I 13
14 4.3 - Partes constituintes da captação DISPOSITIVOS DE CONTROLE CANAIS TUBULAÇÕES BARRAGEM VERTEDOR ENROCAMENTO Obras para elevar nível de água a uma cota prédeterminada TOMADA DE ÁGUA Caso contrário GRADEAMENTO DESARENADOR h profundo e grande lâmina de água Q demanda < Q mín manancial Captação a fio d água Q média manancial < Q demanda Procurar outro manancial para atender a demanda ou completar a vazão TH028 - Saneamento Ambiental I 14
15 Barragem/Represa Reservatório de regularização Barragem/represa Grande Porte Material: Concreto Barragem de nível Enrocamento Vertedor Pequeno Porte Q média manancial > Q demanda E períodos do ano com: Q demanda > Q mín manancial Só eleva o nível de água do manancial (não regulariza vazões) TH028 - Saneamento Ambiental I 15
16 Piraquara I Reservatório de regularização Foto em Abril/2009 TH028 - Saneamento Ambiental I 16
17 Piraquara II Reservatório de regularização Foto em Abril/2009 TH028 - Saneamento Ambiental I 17
18 Barragem de Nível Pequeno porte Pequena altura Funciona como extravasor Material: Concreto Fonte: Tsutiya, 2006 TH028 - Saneamento Ambiental I 18
19 Vertedor Pequeno porte Material: Alvenaria, pedra ou concreto simples Fonte: Tsutiya, 2006 TH028 - Saneamento Ambiental I 19
20 Enrocamento Equivalente a Barragem de nível Material: Blocos de rocha Fonte: Tsutiya, 2006 TH028 - Saneamento Ambiental I 20
21 Tomada de água Conjunto de dispositivo para conduzir água do manancial para demais partes Condições a serem obedecidas: Velocidade nos condutos livres ou forçados > 0,60 m/s Nos casos em que possa ocorrer vórtice, prever dispositivo para evitar sua formação Tipos: Tubulação simples Caixa de tomada Canal de derivação (médio e grande porte) Poço de derivação Tomada de água com estrutura em balanço Flutuantes (pequeno e médio porte) Torre de tomada (Grande porte) TH028 - Saneamento Ambiental I 21
22 Barragem de nível gradeamento caixa de areia EE Tomada típica de água em cursos de água com PEQUENA VARIAÇÃO DE NÍVEL DE ÁGUA: Planta: Corte: Fonte: Tsutiya, 2006 TH028 - Saneamento Ambiental I 22
23 Através de tubulação Tomadas em rios ou represas com GRANDE VARIAÇÃO DE NÍVEL DE ÁGUA: TORRE DE TOMADA CAPTAÇÃO FLUTUANTE Fonte: Tsutiya, 2006 TH028 - Saneamento Ambiental I 23
24 Barragem de Castelo do Bode (Lisboa) Torre de tomada TH028 - Saneamento Ambiental I 24
25 Sistema de captação de água flutuante no rio Parauapebas (PA) Billings (SP) TH028 - Saneamento Ambiental I 25
26 Através de canal O canal desvia parte da água do rio para a captação Planta: Corte: Fonte: Tsutiya, 2006 TH028 - Saneamento Ambiental I 26
27 Diretamente por bombas Tomada de água com tubulação horizontal Tomada de água com tubulação vertical Fonte: Tsutiya (2006); EPUSP Fonte: Tsutiya, 2006 TH028 - Saneamento Ambiental I 27
28 TH028 - Saneamento Ambiental I 28
29 TH028 - Saneamento Ambiental I 29
30 /1/ /1996 /1/ / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / /1997 Vazão média diária (m³/s) Exercício 1 1) Analise as vazões dos rios e indique o tipo de captação para cada caso: Caso A: Q mín > Q d Caso B: Q mín < Q d < Q média Caso C: Q média < Q d 2) Qual é a vazão mínima? TH028 - Saneamento Ambiental I 30
31 Exercício 2 Fonte: Heller & Pádua (2010) Dimensionar uma tubulação de tomada de uma captação de água de superfície destinada a uma comunidade com população de projeto de 2000 hab, com consumo per capita médio de água macromedido de 150 L/hab/d. Considere coeficiente de reforço do dia de maior consumo (k 1 ) igual a 1,2; consumo da ETA de 3% do consumo da população. As unidades de produção de água deverão ser projetadas para funcionarem no máximo 16h/d. O comprimento da tubulação de tomada é de 5m, de ferro fundido revestido internamente com argamassa de cimento (C de Hazen-Williams de 130) e ela descarrega num poço de tomada (veja figura) TH028 - Saneamento Ambiental I 31
32 Gradeamento Impedir passagem de material flutuante para dentro do sistema Dimensão dos materiais a serem retidos: Espaçamento entre barras: Espessura das barras Grades grosseiras Cursos de água sujeitos a regime torrencial Grades finas > 7,5 cm < 7,5 cm Telas 7,5 15 cm 2 4 cm 8 16 fios/dm 3/8 (0,95cm) 7/16 (1,11cm) 1/2 (1,27cm) 1/4 (0,64cm) 5/16 (0,79cm) 3/8 (0,95cm) Limpeza manual: Inclinação para jusante em relação à horizontal de 70 a 80 Limpeza mecânica: Q > 500 L/s Quando necessidade de limpezas frequentes TH028 - Saneamento Ambiental I 32
33 Dimensionamento NBR 12213/92 Área de abertura das grades Seção de passagem referente ao nível mínimo de água 1,7 cm² para cada L/min de vazão captada, de modo que a velocidade resultante 10 cm/s Perda de carga (h) nas grades e telas: h: perda de carga (m) h k 2 v 2g v: velocidade média de aproximação (m/s), considerando como obstruída 50% da respectiva seção de passagem (velocidade de aproximação é a velocidade da água na seção imediatamente a montante da grade ou tela) K: coeficiente de perda de carga, em função dos parâmetros geométricos das grades ou telas (grandeza adimensional) TH028 - Saneamento Ambiental I 33
34 Coeficiente de perda de carga (k) nas grades e telas: : coeficiente, função da forma da barra: Grades: k 1,33 s sen b h k 2 v 2g s: espessura das barras b: distância livre entre barras : ângulo da grade em relação à horizontal Telas: 2 1 k 0,55 2 Porosidade ( ): razão entre área livre e a área total da tela Tela de malha quadrada: = (1 nd)² Tela de malha retangular: = (1 n 1 d 1 ) (1 n 2 d 2 ) n: número de fios por unidade de comprimento d: diâmetro dos fios TH028 - Saneamento Ambiental I 34
35 Exercício 3 Fonte: Heller & Pádua (2010) Dimensionar uma tomada de água para vazão de captação de 20 L/s num ribeirão que apresenta regime de escoamento torrencial em períodos de chuva, com transporte de sólidos flutuantes de grandes dimensões. As alturas das lâminas de água mínima e máxima são, respectivamente, de 0,70m e 1,60m. Discutir tipo de tomada de água. TH028 - Saneamento Ambiental I 35
36 Solução: Utilizando caixa de tomada. Laje de fundo da caixa de tomada colocada 0,40m acima do leito do curso de água. As alturas das lâminas de água mínima e máxima do ribeirão sobre a laje resultam, respectivamente, 0,30m e 1,20m. Dimensionar a grade da caixa de tomada. TH028 - Saneamento Ambiental I 36
37 Desarenador ou Caixa de Areia Dispositivo por onde a água passa com velocidade reduzida processo de sedimentação Finalidade: Não permitir entrada de areia no sistema Recomendado: 2 desarenadores, sendo 1 de reserva. Dimensionamento de cada desarenador para Q final de plano Fonte: Tsutiya, 2006 TH028 - Saneamento Ambiental I 38
38 Desarenador ou Caixa de Areia v L t Q bh h Qt bl Qt A v s h t v s Q A Fonte: Tsutiya, 2006 TH028 - Saneamento Ambiental I 39
39 Cenário de dimensionamento: V crítica de sedimentação da partícula: v s 0,021 m/s V escoamento longitudinal: v h 0,30 m/s Comprimento do desarenador, obtido atendendo condições anteriores, multiplicar por coeficiente de segurança 1,5 para compensar turbulência na entrada e saída da caixa de areia Relação L/b 3-4 para evitar curtos-circuitos b 0,5 m para possibilitar facilidade de construção e operação Pode-se adotar largura em função da altura (Tabela ao lado), observando que essa altura não compreende somente a lâmina de água, mas do desnível total entre a laje de fundo do desarenador e a superfície do terreno. Altura total (m) (p/ remoção de partículas c/ d 0,2mm) Largura mínima (m) < 1,00 0,60 1,00 2,00 0,90 2,00-4,00 1,20 > 4,00 2,00 Desarenador de nível variável: considerar condições de operações para níveis máximos e mínimos TH028 - Saneamento Ambiental I Fonte: Tsutiya,
40 Remoção de areia da caixa: Hidráulica: tubulação no fundo de tronco de pirâmide Equipamentos: bombas tipo draga Manual: depósito capaz de acumular mínimo equivalente a 10% do volume do desarenador Largura mínima que permita acesso e limpeza Fonte: Tsutiya, 2006 TH028 - Saneamento Ambiental I 41
41 Exercício 4 Fonte: Heller & Pádua (2010) Dimensionar um desarenador para a vazão de projeto de 20 L/s, a ser construído anexo à captação de água de um ribeirão. No ponto escolhido para a captação, o NA mínimo do ribeirão apresenta altura de 0,95m em relação ao seu leito. Já no local previsto para a construção do desarenador, a superfície do terreno fica a 1,25m acima do NA mínimo do ribeirão. As partículas a serem removidas possuem diâmetro médio 0,2 mm. TH028 - Saneamento Ambiental I 42
42 4.4 Alguns sistemas Desenho esquemático do Sistema Cantareira Fonte: SABESP, 2002 (apud Tsutiya, 2006) Ver outros desenhos em Tsutiya (2006) e Heller & Pádua (2010) TH028 - Saneamento Ambiental I 44
43 TH028 - Saneamento Ambiental I 45
44 Breve histórico do sistema público de abastecimento de água da RMC Ano Mananciais (L/s) 1908 Mananciais da Serra (cabeceiras do rio Piraquara). 150 L/s até o reservatório do Alto São Francisco 1945 (ETA Tarumã desativada em 2004) Captação do Iraí e a ETA Tarumã (500 L/s), posteriormente ampliada para 800 L/s. (Desde então os Mananciais da Serra passaram a abastecer apenas a cidade de Piraquara) 1968 Captação Iguaçu, junto à BR-277 e a ETA respectiva Construída a barragem do reservatório Piraquara I Barragem do rio Passaúna foi concluída em 1982, com sua captação e ETA de capacidade nominal 500 L/s, ampliada em 1989 para 2000 L/s. O sistema Passaúna não é interligado com os outros dois Entrou em operação o reservatório do Iraí 2002 Inaugurada a nova ETA Iraí, ao lado da captação (ETA Tarumã foi desativada em agosto de 2004) 2008 ETA Miringuava (2.000 L/s) 2008 Inauguração da barragem Piraquara II Aqüífero Karst para contribuição ao sistema integrado, com previsão de se extrair até 600 L/s no município de Colombo, no entanto, somente são utilizados 120 L/s para o sistema integrado (Colombo-sede e Fervida). Fonte: adaptado de Sanepar, TH028 Saneamento Ambiental I 46
45 Piraquara II Piraquara I Iraí Piraquara TH028 Saneamento Ambiental I 47
46 Manaciais da Serra Piraquara/PR TH028 Saneamento Ambiental I 48
47 TH028 Saneamento Ambiental I 49
48 Pólos de produção existentes e os respectivos mananciais na RMC Sistema Pólos de produção Mananciais Sistema do Altíssimo Iguaçu Pólo de Produção P1 Pólo de Produção P2 Pólo de Produção P3 Produção do Aqüífero Karst Fonte: adaptado de Sanepar, 2005 Captação Iraí, sendo alimentado pelo reservatório Iraí (formado pelos rios Cangüiri, Timbu, Curralinho e Cerrado) e pelos rios Iraizinho e Piraquara (margem esquerda). O Pólo de Produção P2 é ligado à captação Iguaçu, que é alimentada pelas sobras da captação Iraí, mais os rios Itaqui e Pequeno (margem esquerda). Reservatório do Passaúna, formado pelo rio Passaúna e seus afluentes, num ponto que delimita uma bacia de 145 km², a montante do Distrito de Tomaz Coelho. 4 poços tubulares situados na sede municipal de Colombo e 4 poços tubulares na localidade de Fervida, no Município de Colombo, abastecendo sua sede e a região de São Gabriel. TH028 Saneamento Ambiental I 50
49 Tarefa de casa Ler norma pertinente: NBR Projeto de Captação de Água de Superfície para Abastecimento Público, promulgada em 1992 Ler capítulo referente à captação em Heller & Pádua Fazer um resumo dos tipos de captação em forma de tabela com três colunas: Tipo de tomada: aplicado em; não aplicado em TH028 - Saneamento Ambiental I 51
50 Literatura Tsutiya, Milton Tomoyuki Abastecimento de Água. São Paulo: Departamento de Engenharia Hidráulica e Sanitária da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. 643p. 4ª. Edição Heller & Pádua Abastecimento de água para consumo humano. 2ª. Edição revista e atualizada. Belo Horizonte: Editora UFMG TH028 - Saneamento Ambiental I 52
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