P AV I M E N T A Ç Ã O
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- Carolina Barreto Estrela
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1 Universidade do Estado de Mato Grosso Campus Universitário de Sinop Faculdade de Ciências Exatas e Tecnológicas Curso de Engenharia Civil Disciplina: Estradas 2 P AV I M E N T A Ç Ã O R e g u l a r i z a ç ã o, P r e p a r o d o S u b l e i t o, R e f o r ç o d o S u b l e i t o, I m p r i m a ç ã o e P i n t u r a d e L i g a ç ã o. Acadêmicos: Andréia da Silva CAMPOS; José Angelo Caprio de FARIA; Luanna Thainna dos Santos MEDEIROS; Neide Lopes da Silva FILIPUS; Vanderson Cunha DEL SENT. O U T U B R O
2 CONSTRUÇÃO DE PAVIMENTOS
3 TERRAPLENAGEM
4 C O N C E I TO Segundo DNER-700-GTTR, 1997, pavimento é uma estrutura construída após a terraplenagem, destinada a resistir e distribuir ao subleito os esforços verticais oriundos dos veículos, a melhorar as condições de rolamento quanto ao conforto e segurança e a resistir aos esforços horizontais, tornando mais durável a superfície de rolamento.
5 TERRAPLENAGEM NORMA DNIT 108/2009 ES Terraplanagem Aterros Especificação de serviços Os Serviços Preliminares: Desmatamento e destocamento; Limpeza do perímetro; Demais serviços: Cortes e aterros; Compactação dos aterros; Conformação da plataforma e dos taludes; Aberturas de valas para serviços de drenagem; Aberturas de cavas para fundações de obras civis;
6 R E G U L A R I Z A Ç Ã O D E S U B L E I T O NORMA DNIT 137/2010- ES Pavimentação Regularização do subleito - Especificação de serviço.
7 R E G U L A R I Z A Ç Ã O D E S U B L E I T O O que são leito e subleito? Concluídos os Serviços de Terraplenagem obtém-se uma superfície chamada leito, que limita superiormente o terreno de fundação do Pavimento, usualmente chamado Subleito.
8 R E G U L A R I Z A Ç Ã O D E S U B L E I T O Esquema de seção transversal do pavimento
9 R E G U L A R I Z A Ç Ã O D E S U B L E I T O Operação destinada a conformar o leito estradal, transversal e longitudinalmente, obedecendo às larguras e cotas constantes das notas de serviço de terraplenagem do projeto, compreendendo cortes ou aterros até 20 cm de espessura.
10 R E G U L A R I Z A Ç Ã O D E S U B L E I T O A regularização será executada prévia e isoladamente da construção de outra camada do pavimento. Cortes e aterros com espessuras superiores a 20 cm serão executados previamente à execução da regularização do subleito, de acordo com as especificações de terraplenagem. Não será permitida a execução dos serviços em dias de chuva.
11 R E G U L A R I Z A Ç Ã O D E S U B L E I T O Os equipamentos utilizados são: MOTONIVELADORA (PATROL).
12 R E G U L A R I Z A Ç Ã O D E S U B L E I T O Os equipamentos utilizados são: ROLO PÉ DE CARNEIRO COMPACTADOR.
13 R E G U L A R I Z A Ç Ã O D E S U B L E I T O Os equipamentos utilizados são: ROLO PÉ DE CARNEIRO COMPACTADOR VIBRATÓRIO.
14 R E G U L A R I Z A Ç Ã O D E S U B L E I T O GRADE DE DISCO CARRO TANQUE IRRIGADOR (CAMINHÃO PIPA)
15 R E G U L A R I Z A Ç Ã O D E S U B L E I T O Os equipamentos utilizados são: PULVIMIXER OU PULVIMISTURADOR.
16 P R E PA R O D O S U B L E I T O MATERIAL Os materiais empregados na regularização do subleito serão os do próprio. Em caso de substituição ou adição de material, estes deverão apresentar as seguintes características: Quando submetidos aos ensaios de caracterização DNER-ME 080/94, DNER-ME 082/94 e DNER-ME 122/94: a) Não possuir partículas com diâmetro máximo acima de 76 mm (3 polegadas); b) O Índice de Grupo (IG) deverá ser no máximo igual ao do subleito indicado no projeto.
17 P R E PA R O D O S U B L E I T O Índice Suporte Califórnia -ISC -igual ou maior aos indicados no projeto, e Expansão 2%, determinados através dos ensaios: Ensaio de Compactação - DNER-ME 129/94, na energia de compactação indicada no projeto; Ensaio de Índice Suporte Califórnia - ISC - DNER-ME 049/94, com a energia do ensaio de compactação.
18 P R E PA R O D O S U B L E I T O EXECUÇÃO Toda a vegetação e material orgânico existentes no leito da rodovia serão removidos. Após a execução de cortes, aterros e adição do material necessário para atingir o greide de projeto, procede-se a escarificação geral na profundidade de 20 cm, seguida de pulverização, umedecimento ou secagem, compactação e acabamento. Cortes em rocha a regularização deverá ser de acordo com o projeto específico de cada caso.
19 R E G U L A R I Z A Ç Ã O D E S U B L E I T O VISTA DE ABERTURA DE CAMADA DE SUBLEITO PARA COMPACTAÇAO (Saurimo, Angola)
20 R E G U L A R I Z A Ç Ã O D E S U B L E I T O VISTA DA CAMADA DE SUBLEITO JÁ COMPACTADA ESTRADA COLADA NO PERFIL DO TERRENO REGIÃO PLANA (Saurimo, Angola)
21 P R E PA R O D O S U B L E I T O CONDICIONANTES AMBIENTAIS Objetivando a preservação ambiental, deverão ser devidamente observadas e adotadas as soluções e os respectivos procedimentos ao tema: Norma DNIT 070/2006-PRO, vinculada ao Projeto de Engenharia PE; Plano Básico Ambiental PBA; Programas Ambientais.
22 P R E PA R O D O S U B L E I T O Ensaios para execução do controle dos insumos: 1. Ensaios de caracterização do material espalhado na pista. 2. Ensaios de compactação pelo método DNER-ME 129/94, com energia indicada no projeto. 3. Ensaios de Índice Suporte Califórnia (ISC) e Expansão, pelo método DNER-ME 049/94, com energia de compactação indicada no projeto. 1 amostra de 300m em 300m ou 1 amostra a cada 1.000m para materiais homogêneos. 5 amostras para ensaios com área de até 4000m2.
23 P R E PA R O D O S U B L E I T O CONTROLE DA PRODUÇÃO O controle da produção (Execução) da regularização do subleito deve ser exercido através de coleta de amostras, ensaios e determinações feitas de maneira aleatória, de acordo com o Plano de Amostragem Variável.
24 P R E PA R O D O S U B L E I T O Devem ser efetuados as seguintes determinações e ensaios: Ensaio de umidade higroscópica do material, antes da compactação. Para cada 100m as tolerâncias serão de ± 2% em relação à umidade ótima.
25 P R E PA R O D O S U B L E I T O Ensaio de massa específica aparente seca in situ, para pistas de extensão limitada, volume máximo de m³ de material e 5 determinações para o cálculo de grau de compactação (GC). Os cálculos de GC: não serão aceitos valores de GC inferiores a 100% (massa esp. aparente seca obtida no laboratório e da massa esp. aparente in situ obtida na pista).
26 P R E PA R O D O S U B L E I TO Controle Geométrico Após a execução da regularização do subleito proceder a relocação e o nivelamento do eixo e das bordas com as seguintes tolerâncias: a) ± 10 cm, quanto à largura da plataforma; b) até 20%, em excesso, para a flecha de abaulamento, não se tolerando falta; c) ± 3 cm em relação às cotas do greide.
27 P R E PA R O D O S U B L E I T O TÓPICOS? TEXTO
28 R E F O R Ç O D O S U B L E I T O DEFINIÇÃO Segundo o DNIT, é a camada estabilizada granulometricamente, executada sobre o subleito devidamente compactado e regularizado. Outra definição bastante usual a define sendo a camada granular de pavimentação, com espessura variável, definida de acordo com o dimensionamento, cuja finalidade é melhorar a capacidade de suporte de cargo do subleito. Será executada sobre o subleito, devidamente compactado e regularizado.
29 R E F O R Ç O D O S U B L E I T O DEFINIÇÃO A PRIMEIRA QUESTÃO A SER LEVANTADA: Quando se faz necessário o Reforço do Subleito? No momento em que as características mecânicas (geotécnicas) do subleito não atendem aos esforços que serão aplicados; Para reduzir espessuras elevadas da camada de sub-base, originadas pela baixa capacidade de suporte do subleito. Características geotécnicas demonstrados pelos ensaios de I.S.C. e de caracterização (Granulometria, LL, LP).
30 R E F O R Ç O D O S U B L E I T O UTILIZAÇÃO - MATERIAIS Solo com características de resistência, expansão e contração melhores que o subleito; Os solos deverão ser isentos de matéria orgânica Mistura de solos ( argiloso + areia, por exemplo) que recebe o nome de estabilizado granulometricamente; Melhoramento de Solos: Solo melhorado com cimento ( > 3% em peso); Solo melhorado com cal ( > 3% em peso).
31 R E F O R Ç O D O S U B L E I T O ESPESSURAS DAS CAMADAS E CONSUMO As quantidades mínimas de materiais: Reforço do subleito m³/Km; Se a camada tiver espessura final superior a 20 cm, estas serão subdivididas em camadas parciais. A espessura mínima de qualquer camada de reforço será de 10 cm, após a compactação.
32 R E F O R Ç O D O S U B L E I T O ENSAIOS E CONTROLE TECNOLÓGICO Ensaios de caracterização: de 250 em 250m ou 2 ensaios por dia; ISC ou CBR: de 500 em 500m ou 1 ensaio para cada 2 dias; GC: de 100 em 100 m (massa esp. aparente in situ).
33 R E F O R Ç O D O S U B L E I T O EQUIPAMENTOS Os equipamentos de compactação e mistura serão escolhidos de acordo com o tipo de material empregado. TIPOS: a) Motoniveladora pesada, com escarificador; b) Carro tanque distribuidor de água; c) Rolos compactadores tipo pé-de-carneiro, liso-vibratório e pneumático; d) Grade de disco e) Pulvi-misturador; f) Caminhão basculante.
34 R E F O R Ç O D O S U B L E I T O PROCESSO DE EXECUÇÃO Não será permitida a execução dos serviços objeto em dias de chuva. Operações de mistura (Misturação em Usina, Misturação In Situ e Misturação com Pá-carregadeira) e pulverização; Umedecimento ou secagem dos materiais na pista; Seguida de espalhamento, compactação e acabamento.
35 R E F O R Ç O D O S U B L E I T O PROCESSO DE EXECUÇÃO (MISTURA) Não será permitida a execução dos serviços objeto em dias de chuva. Misturação em Usina: Uma mistura de materiais umedecida sob controle (hot ± 2%), e homogeneizada. A distribuição será realizada com distribuidor de agregado ou moto-niveladora, que assegure a uniformidade, umidade e espessura da camada solta. Mistura In Situ : No caso de misturação efetuadas com grade de disco e/ou pulvimisturadora, inicialmente deverá ser distribuído o solo na pista, após o que serão iniciados as operações de destorroamento e umedecimento. Em seguida será distribuído o agregado, em quantidade preconizada pelo projeto, e efetuada a misturação com os equipamentos já referidos até a completa misturação e homogeneização dos materiais. Nessa fase deverá ser também ajustado o teor de umidade de compactação da mistura que deverá estar compreendido entre a umidade ótima de projeto mais ou menos 2% (hot ± 2%).
36 R E F O R Ç O D O S U B L E I T O PROCESSO DE EXECUÇÃO (MISTURA) Não será permitida a execução dos serviços objeto em dias de chuva. Misturação com Pá-carregadeira: No caso de misturação com esse equipamento deve-se obter uma mistura homogênea e tão próxima, quanto possível, do teor ótimo de umidade de compactação. Após a esta misturação o material deverá ser distribuído na pista e efetuada, com grade de disco e/ou pulvimisturadora, uma nova misturação visando obter uma camada solta homogênea e no teor de umidade entre a umidade ótima de projeto mais ou menos 2% (hot ± 2%).
37 R E F O R Ç O D O S U B L E I T O PROCESSO DE EXECUÇÃO (COMPACTAÇÃO) Não será permitida a execução dos serviços objeto em dias de chuva. A compactação deverá ser iniciada pelas bordas, próximas as sarjetas; Nos trechos em tangente, a compactação prosseguirá das duas bordas das sarjetas para o centro, em percursos equidistantes da linha de base (eixo); Os percursos ou passadas do equipamento utilizado será distanciado entre si de tal forma que, em cada percurso, seja coberta metade da faixa no percurso anterior; Nos trechos em curva, havendo sobrelevação, a compactação progredirá da sarjeta mais baixa para a mais alta, com percursos análogos aos descritos para os trechos em tangente.
38 I M P R I M A Ç Ã O DEFINIÇÃO Consiste na aplicação do material asfáltico sobre a superfície da base concluída, antes da execução do revestimento asfáltico, objetivando conferir coesão superficial, impermeabilização e permitir condições de aderência entre está e o revestimento a ser executado.
39 I M P R I M A Ç Ã O MATERIAL Cimento Asfáltico de Petróleo; Asfalto Diluído; Emulsão Asfáltica.
40 I M P R I M A Ç Ã O EXCECUÇÃO Varredura da superfície; Pista levemente umedecida; Aplica-se o ligante betuminoso; Verifica a tolerância admitida para a taxa de aplicação; Deve-se imprimar a pista em um mesmo turno; Inserção de faixas de papel transversalmente na pista.
41 I M P R I M A Ç Ã O ARMAZENAMENTO Em tambores de 200 Litros; Metálicos estacionários; Estar isentos de resíduos/impurezas.
42 I M P R I M A Ç Ã O FORNECIMENTO FIGURA 4: JMALUCELLI RENTAL
43 I M P R I M A Ç Ã O ENSAIO Ensaio de viscosidade cinemática a 60 C (ABNT NBR 14756/2001); Ensaio de viscosidade Saybolt-Furol (DNER-ME 004/94) Ensaio do ponto de fulgor e combustão (vaso aberto Cleveland) (DNER-ME 148/94). Ensaios de destilação para os asfaltos diluídos (DNER-ME 012/94);
44 I M P R I M A Ç Ã O PRINCIPAIS FALHAS Exsudação no revestimento.
45 I M P R I M A Ç Ã O PRINCIPAIS FALHAS Cravamento do agregado na base.
46 I M P R I M A Ç Ã O ATUALIDADE ECO NTA IMPRIMAÇÃO
47 P I N T U R A D E L I G A Ç Ã O Instituto de Pesquisas Rodoviárias IPR/DIREX Norma DNIT 001/2009 PRO DEFINIÇÃO Aplicação de ligante betuminoso ; Base ou revestimento betuminoso; Aderência; Transferência de tensões, de tração e cisalhantes ao conjunto do pavimento.
48 P I N T U R A D E L I G A Ç Ã O MATERIAL Emulsões asfálticas: RR - RM e RL; Diluída na proporção de 1:1; A água deve ser isenta de teores nocivos de sais ácidos, álcalis, ou matéria orgânica, e outras substâncias nocivas.
49 P I N T U R A D E L I G A Ç Ã O ENSAIOS E CONTROLE TECNOLOGICO Ensaio de Viscosidade (DNER-ME 004/94); Ensaio de resíduo por evaporação (ABNT NBR 14376/2007); Ensaio de peneiramento (DNER-ME 005/95); Ensaio da carga da partícula (DNER-ME 002/98).
50 P I N T U R A D E L I G A Ç Ã O CONDIÇÕES Não favoráveis: Temperatura ambiente < 10 C; Dias de chuva. Certificado de resultados de análise dos ensaios de caracterização.
51 P I N T U R A D E L I G A Ç Ã O TRANSPORTE E ARMAZENAMENTO Mantido ao ar livre (entamborado) ou depósitos (granel); Prazo 30 dias; Sedimentação de glóbulos de asfalto.
52 P I N T U R A D E L I G A Ç Ã O EQUIPAMENTOS Vassouras mecânicas rotativas; Jato de ar comprimido; Carros equipados com bomba reguladora de pressão e sistema completo de aquecimento.
53 P I N T U R A D E L I G A Ç Ã O PROCESSO DE EXCECUÇÃO A superfície a ser pintada deverá ser varrida; A superfície da base deve ser umedecida; Aplicação do ligante betuminoso; Escoamento da água (evaporação) em decorrência da ruptura.
54 P I N T U R A D E L I G A Ç Ã O
55 P I N T U R A D E L I G A Ç Ã O
56 P I N T U R A D E L I G A Ç Ã O
57 Referências Bibliográficas NORMA DNIT 108/2009 ES - Terraplanagem Aterros Especificação de serviços. Disponível em: < Acesso em: 25 out NORMA DNIT 137/2010- ES - Pavimentação Regularização do subleito - Especificação de serviço. Disponível em: < Acesso em: 25 out Terraplanagem: Abertura de Estradas. Disponível em: < Acesso em: 25 out NORMA DNIT 145/2012-ES Pavimentação Pintura de ligação com ligante asfáltico Especifícação de serviço. Instituto de Pesquisas Rodoviários IPR. SET/2012. NORMA DNIT 165/2013 EM Emulsões asfálticas para pavimentação Especificação do material. Instituto de Pesquisas Rodoviários IPR. SET/2013. INFRA-ESTRUTURA, PAVIMENTAÇÃO RODOVIARIA, PINTURA DE LIGAÇÃO COMPANHIA ESTADUAL DE HABITAÇÃO E OBRAS PUBLICAS CEHOP. EMULSÕES ASFÁLTICAS Biblioteca do Asfálto. ASPHALT INSTITUTE. Asphalt Emulsion 3ª Edição.
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