LABORATÓRIO DE REFRIGERAÇÃO E AR CONDICIONADO. Profº Panesi

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "LABORATÓRIO DE REFRIGERAÇÃO E AR CONDICIONADO. Profº Panesi"

Transcrição

1 LABORATÓRIO DE REFRIGERAÇÃO E AR CONDICIONADO Profº Panesi São Paulo 2017

2 Sumário AULA PRÁTICA Objetivo... 2 Estudar o efeito da refrigeração termoelétrica... 2 AULA PRÁTICA Objetivo... 8 Calcular a carga térmica de uma câmara frigorífica e dimensionar o evaporador ideal AULA PRÁTICA Objetivo Selecionar equipamentos de ar condicionado de pequeno porte AULA PRÁTICA Objetivo Trabalhar com cartas psicrométricas para selecionar equipamentos de grande porte AULA PRÁTICA Objetivo Trabalhar com simulação termoenergética em edifícios

3 AULA PRÁTICA 1 Objetivo Estudar o efeito da refrigeração termoelétrica INTRODUÇÃO A termoeletricidade estuda fenômenos de transformação direta de energia térmica (gradientes de temperatura) em eletricidade e vice versa. As pastilhas termoelétricas operam utilizando o efeito Peltier. Uma teoria que expõe que há um efeito aquecedor ou resfriador quando uma corrente elétrica passa por dois condutores. A tensão aplicada aos polos de dois materiais distintos cria uma diferença de temperatura. Este efeito ocorre porque uma junção destes materiais diferentes é dopada para atuar como um material do tipo P, tendo facilidade em receber elétrons. A outra junção atua como um material do tipo N, que tem facilidade em doar elétrons. Ao se aplicar uma corrente elétrica contínua no terminal de material tipo N, elétrons migram do material tipo P para o material tipo N. Em função disso, essas junções irão permitir o fluxo de calor. Assim, uma das superfícies esfria a medida que a outra aquece, sendo esse calor dissipado para o ambiente através de um sistema conveniente. Uma típica pastilha Peltier conterá uma série de elementos semicondutores do tipo P e tipo N, agrupados como pares, que agirão como condutores diferentes. Essa série de elementos é soldada entre duas placas cerâmicas, conforme mostra a figura abaixo. Materiais utilizados Pastilha Peltier: tamanho 40 x 40mm,; Dissipador em bloco de alumínio; Recipientes de plástico; Fonte 12V; 2

4 Sensor de temperatura a prova d água Ds18b2 com incerteza de ±0,5 C; Placa Arduino Uno; Termômetro analógico com incerteza de ±1,0 C Cronômetro; Multímetro. Procedimentos Por meio do conjunto montado conforme a figura o aluno deverá anotar os seguintes parâmetros: Volume de água no recipiente superior: Volume de água no recipiente inferior: Temperatura inicial da água: Temperatura ambiente: Potência da placa Peltier Em posse dos valores determinar: 1- O tempo necessário para que a temperatura da água no reservatório superior alcance 15 C Introduzir o sensor de temperatura no recipiente superior. Ligar a placa Peltier na rede elétrica. Iniciar a contagem de tempo e anotar a variação de temperatura no reservatório superior através da seguinte tabela: 3

5 Tempo (min) Temperatura ( C) 2- O tempo necessário para que a temperatura da água no reservatório inferior alcance 32 C Os mesmos procedimentos do item 1 introduzindo o termômetro analógico no recipiente inferior. Tempo (min) Temperatura ( C) 3- A quantidade de calor sensível em kj nos dois reservatórios 4

6 A quantidade de calor sensível é determinada por: Q = m cp T Onde: m = massa da substância em kg; cp = calor específico da substância a pressão constante (água = 4,19 kj/kg C); T = variação da temperatura em C. (mostrar os cálculos) 4- A potência de resfriamento e aquecimento encontrada nos dois casos; A potência para um processo é determinada por: P = Energia (kj) tempo (s) = kw (mostrar os cálculos) 5- A eficiência do sistema A eficiência ( ) para o caso em questão é: = potência térmica de resfriamento ou aquecimento potência elétrica de entrada (mostrar os cálculos) x100% 5

7 6- Os gráficos Temperatura x tempo. Questões para responder: a) Porque a potência de aquecimento é diferente da potência de resfriamento? b) Porque a eficiência para cada caso foi diferente? c) Porque o tempo de resfriamento e aquecimento foi diferente? 6

8 d) Como podemos melhorar a eficiência do sistema? e) Qual a principal diferença entre o sistema de refrigeração termoelétrica e o sistema de refrigeração por compressão de vapor? 7

9 AULA PRÁTICA 2 Objetivo Calcular a carga térmica de uma câmara frigorífica e dimensionar o evaporador ideal. INTRODUÇÃO O correto dimensionamento e seleção do equipamento de refrigeração ou ar condicionado são de importância fundamental no que se refere à eficiência energética. Se um equipamento for subdimensionado ou superdimensionado consumirá energia desnecessária contribuindo dessa forma com a escassez dos recursos energéticos da natureza. A informação nesse caso chave para o início do dimensionamento é o conhecimento da carga térmica a ser extraída do compartimento refrigerado, ou seja, descobriremos quanto de calor precisa ser retirado do ambiente ou em linguagem mais técnica a capacidade frigorífica do equipamento. Como exemplo considere a câmara frigorífica indicada na figura a seguir. Conhecendo-se qual o produto e sua quantidade em quilograma que vai ser colocado dentro dessa câmara para ser preservado, poderemos estimar qual a quantidade de calor a ser extraída de seu interior. Para isso precisamos saber as principais informações pertinentes a essa câmara. Materiais utilizados Software da empresa Mipal denominado Seletor. Procedimentos: Considere uma câmara frigorífica com as seguintes informações: 8

10 Câmara Características Produto Vegetais Temperatura externa (ºC) 35 Temperatura da câmara (ºC) 0,50 Umidade relativa (%) 93 Carga diária (T) 10 Temperatura de entrada do produto (ºC) 20 Tempo de resfriamento (h) 18 Tempo ligado (%) 75 Espessura da isolação (cm) 10 Condutividade da isolação (kcal/hmºc) 0,032 Isolante Cortiça Altura (m) 6,6 Largura (m) 20 Comprimento (m) 15 Determinar: 1. A carga térmica da câmara em kw, Kcal/h e Btu/h; 2. A carga térmica da câmara em kw após alterarmos a temperatura externa para 25 C; 3. A carga térmica da câmara em kw após alterar o isolante térmico para lã de vidro, poliestireno expandido (isopor) e espuma rígida de poliuretano; (0,045W/mK, 0,036W/mK e 0,016W/mK) 4. A carga térmica da câmara em kw após alterarmos a temperatura de entrada do produto para 30 C; 5. A carga térmica da câmara em kw após alterarmos a espessura de isolação para 20cm; 6. A carga térmica da câmara em kw após diminuirmos as dimensões da câmara em 40% 9

11 Questões para responder: a) O que aconteceu no item 2: porque? b) O que aconteceu no item 3: porque? c) O que aconteceu no item 4: porque? d) O que aconteceu no item 5: porque? e) O que aconteceu no item 6: porque? f) Como é conhecido o equipamento que vai dentro da câmara e para que serve? 10

12 AULA PRÁTICA 3 Objetivo Selecionar equipamentos de ar condicionado de pequeno porte. Materiais utilizados Planilha eletrônica via Excel; Trena; Bússola. Procedimentos: Desenhar a planta da sala de estudo com os pontos cardeais: Comprimento da sala: Largura da sala: Pé direito da sala: Área da sala: Área das janelas: Número de pessoas: 11

13 Potência total de iluminação: Potência total de equipamentos: Área da porta: Em posse dos valores determinar pela planilha de carga térmica: 1- A carga térmica simplificada do ambiente em BTU/h e kw; 2- A máquina de ar condicionado recomendada e a quantidade ( janela, minisplit, etc.); 3- Calcule uma nova carga térmica aumentando apenas o número de pessoas em 50%; 4- Calcule uma nova carga térmica aumentando apenas a potência das lâmpadas em 30%; 5- Calcule uma nova carga térmica colocando proteção nas janelas internamente; 6- Calcule uma nova carga térmica colocando proteção nas janelas externamente; 7- Calcule uma nova carga térmica considerando o teto em lage exposta ao sol sem isolamento e sob telhado com isolação; 8- Calcule uma nova carga térmica alterando o fator geográfico para a região norte e nordeste; Questões para responder: a) O que mais influenciou na primeira simulação na determinação da carga térmica da sala? Porque? 12

14 b) O que você faria para diminuir a carga térmica sem alterar as características da sala? c) O que aconteceu após aumentar o número de pessoas e iluminação? Porque? d) O que aconteceu após aumentar a potência das lâmpadas em 30% porque? e) O que aconteceu após resolver o item 5 e 6? Porque? f) O que aconteceu após resolver o item 7? Porque? g) Quantos aparelhos de ar condicionado você escolheu? Porque? 13

15 AULA PRÁTICA 4 Objetivo Trabalhar com cartas psicrométricas para selecionar equipamentos de grande porte. INTRODUÇÃO CARTA PSICROMÉTRICA É um diagrama que permite representar graficamente as evoluções do ar úmido, cada ponto da carta representa uma combinação de ar seco e vapor d água. A carta psicrométrica é geralmente baseada na pressão atmosférica ao nível do mar que é de 101,325 kpa, pode ser usada sem correção até 300 m de altitude, constitui uma excelente ferramenta de trabalho para analisar os diversos processos para tratamento do ar. A figura ilustra a carta psicrométrica com as diversas propriedades que podem ser determinadas através do cruzamento de no mínimo duas informações conhecidas. Onde: W = umidade absoluta, kg de água/kg de ar seco h = entalpia do ar em kj/kg Tbu = temperatura de bulbo úmido em ºC Tbs = temperatura de bulbo seco em ºC To = temperatura ponto de orvalho em ºC Po = ponto de orvalho Ve = volume específico do ar em m 3 /kg de ar seco = umidade relativa do ar no ponto P em % 14

16 Em sistemas de ar condicionado é de fundamental importância a distribuição correta da ventilação para os critérios de conforto e saúde dos usuários. A figura representa uma distribuição típica de ventilação, onde o ar é circulado e recirculado por meio de dutos sofrendo resfriamento ou aquecimento. O ar de renovação possui uma carga térmica que é determinada por: Q Sren = m arcp ar (T externa T interna ) Q Lren = m arh ar (w externa w interna ) Onde cp ar = 1kJ/kg C h agua = 2450kJ/kg A figura anterior representa o esquema de transferência de energia associada ao volume de controle do espaço que se deseja climatizar. Onde Q S e Q L são a parcela de calor sensível e latente respectivamente necessária para retirar do espaço e m ar, h e w são a vazão de ar em massa, a entalpia e a umidade absoluta do ar de entrada e saída respectivamente. Aplicando o balanço de massa e energia para sistema permanente na figura obtemos: E e = E s 15

17 m arh 1 + Q S +Q L = m arh 2 Onde Q S + Q L = Q Total Q Total = m ar(h 2 h 1 ) Q S e Q L correspondem a quantidade de calor extraída do cálculo de carga térmica Assim, a vazão de ar insuflado pode ser determinada de forma mais completa por: m ar = Q Total / (h 2 h 1 ) (kg/s) A carga térmica de ambientes consta de dois componentes independentes que é o calor sensível Q S e o calor latente Q L como indicado na figura anterior. A incorporação ou a extração de calor sensível provocam mudanças na temperatura do bulbo seco. O calor latente se relaciona com o aumento ou a diminuição da umidade contida no ar. A capacidade total Q Total de refrigeração de um condicionador de ar é a soma do calor sensível mais o calor latente extraído. Assim o cálculo de carga térmica nesse caso estará relacionado a tudo que produza calor para a sala a ser controlada como quantidade de pessoas presentes, quantidade de lâmpadas e suas respectivas potências, aparelhos elétricos, portas e janelas como também a grande influência diária do sol em todas as faces da sala. Atualmente devido aos avanços da computação recomenda-se utilizar softwares específicos para a obtenção de resultados mais precisos. Denomina-se fator de calor sensível SHR a razão do calor sensível pelo calor total, ou seja, Q S SHR = Q Total Para iniciar um projeto de ar condicionado de grande porte é recomendado seguir os seguintes procedimentos: 1. Calcular as parcelas de calor latente e sensível do local a ser climatizado; 2. Conhecer os valores de TBS e UR externo ao ambiente a ser climatizado; 3. Estabelecer os critérios de conforto do ambiente conforme recomendações da norma NBR 6401; 4. Utilizar a carta psicrométrica recomendada para cada região determinando os principais parâmetros para cada ponto de estudo. A 1ª Lei da termodinâmica pode ser empregada nesse momento; 5. Calcular a vazão de ar de insuflamento mínima necessária para o ambiente dimensionando dessa forma o fancoil ideal; Materiais utilizados Software de carta psicrométrica e de carga térmica Procedimentos: Considere uma sala de escritório de 10m x 20m com as seguintes informações: Pé direito: 3m; 16

18 Área de janelas voltada para a face norte: 6m 2 ; Quantidade de pessoas em atividade leve: 15; Potência em iluminação fluorescente: 1200W; Potência em equipamentos elétricos: 1500W; Pressão atmosférica igual a 101,32 kpa; Condições recomendadas para essa sala: TBS de 23 a 25 C e UR de 40 a 60% Condições do ar externo: 30 C e 70% UR Renovação de ar exigida (consultar NBR 6401 tabela abaixo) Tipo de ocupação m 3 /h pessoa (máximo) m 3 /h pessoa (mínimo) Bancos Bar Bingos Estúdios Lojas 48 8 Hospitais (quartos) Hotéis (quartos) Residências Restaurantes Teatros cinemasauditórios Salas de aula Salas de reunião Escritório geral Em posse dos valores selecionar equipamento de ar condicionado central resfriado a ar determinando: 1. A parcela de calor latente e sensível do ambiente; 2. A razão calor sensível/calor total (SHR) para o processo; Mostrar os cálculos 3. A carga térmica do ar de renovação para o mínimo e o máximo exigido; Mostrar os cálculos 17

19 4. A temperatura de orvalho da serpentina ( extraída da carta psicrométrica); 5. A vazão de ar de insuflamento da máquina em L/h; Mostrar os cálculos 6. A máquina de refrigeração recomendada (consultar catálogo de fabricantes informando a vazão de ar e a capacidade de refrigeração do modelo escolhido ). Questões para responder: a) O que acontece com a carga térmica do ar de renovação se diminuirmos em 1 C a temperatura do ar interno? Refaça os cálculos b) O que interfere na carga térmica do ar de renovação utilizando o mínimo e o máximo recomendado? c) O que interfere no consumo de energia elétrica a carga térmica do ar de renovação? 18

20 d) O que acontece se selecionarmos um equipamento com vazão de ar de insuflamento menor que o calculado? E maior? e) O que acontece se selecionarmos um equipamento com capacidade refrigeração menor que o calculado? E maior? 19

21 AULA PRÁTICA 5 Objetivo Trabalhar com simulação termoenergética em edifícios. INTRODUÇÃO Atualmente diversos programas de simulação computacional são utilizados em todo o mundo para a simulação de ambientes e cálculo de cargas térmicas com a finalidade de reproduzir um caso realístico por meio de um modelo que permite avaliar o comportamento termoenergético quando submetido a diversas condições, tais como materiais empregados na envoltória do edifício, fatores internos como o movimento de pessoas, lâmpadas e equipamentos. O programa EnergyPlus é um software livre fornecido pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos para simulação de carga térmica e análise energética. Realiza simulação térmica e energética de edificações a partir dos mais diversos formatos de construção e localização geográfica. Através do EnergyPlus pode-se desenvolver estudos para melhoria da eficiência energética de edificações existentes ou em fase de projeto com grande aplicação em equipamentos de ar condicionado principalmente. Materiais utilizados Software EnergyPlus Procedimentos : 1- Iniciando a zona térmica vamos inserir primeiramente uma parede voltada para o oeste, feita de concreto maciço de 10cm de espessura: 2- Abra a janela do EP-Launch; 3- Abra o IDF Editor e veja o primeiro procedimento que é Simulation Parameters; 4- Em simulation control coloque: Yes, no,no,no, Yes; 5- Em Building proceda como na figura abaixo; 20

22 6- Em Surface convection Algorithm Inside, digite TARP; 7- O mesmo procedimento para o Outside; 8- Em Heat Balance Algorithm digite Conduction Transfer; 9- Em zone Capacitance Multiplier coloque o número 1; 10- Em timestep coloque o número 4; 11- Em seguida localize Location and climate e proceda como a figura abaixo; 21

23 12- Em Run period proceda como na figura a seguir: 13 -Localize a classe de objetos denominada Surface Construction Elements; 14 -Selecione o grupo de objetos denominado Material; 15- Adicione um novo objeto para este grupo, clicando no botão ; 16- Preencha os campos deste objeto com os seguintes valores: Name: Concreto Roughness: rough Thickness (m): 0.1 Conductivity (W/m-K): 1.75 Density (kg/m3): 2300 Specific Heat (J/kg-K): 1000 Thermal absorptance: 0,9 Solar absorptance: 0,6 Visible absorptance: 0, Selecione o grupo de objetos Construction e adicione um novo objeto para este grupo; 18 - Preencha os campos deste objeto com os seguintes valores: Name: Parede de concreto Outside layer: Concreto (adotar os materiais inseridos) 19- Localize a classe de objetos denominada Thermal Zone and Surfaces; 22

24 20- Selecione o grupo de objetos Zone e adicione um novo objeto para este grupo; 21- Preencha os campos deste objeto com os seguintes valores: Name: Zona1 Direction of relative North: 0 X origin: 0 Y origin: 0 Z origin: 0 Para os demais campos deixar os valores default sugeridos pelo programa. 22- Estabelecer através do objeto GlobalGeometryRules as coordenadas para a modelagem das paredes, piso, cobertura e janelas; 23- Preencha os campos deste objeto com a sua preferência. Sugestão: Starting Vertex Position: LowerLeftCorner Significa que o usuário deve iniciar a inserir as coordenadas do vértice de uma superfície pelo canto inferior esquerdo. Vertex Entry Direction: CounterClockWise Significa que a sequência dos vértices deve seguir o sentido anti-horário. Coordinate system: Relative Significa que cada zona terá seu sistema de coordenadas. Deve-se sempre visualizar cada superfície de fora para dentro antes de inserir as coordenadas. O esquema de coordenadas descrito acima corresponde a figura abaixo: As coordenadas da parede estão indicadas na figura a seguir. 23

25 24- No IDF editor vá até o final e localize o grupo de objetos Report: variable. 25- Adicione um novo objeto com os seguintes parâmetros: Key value: * Variable name: Oudoor Dry Bulb Reporting Frequency: hourly Schedule Name: deixar em branco Acrescentar mais duas colunas ao lado da primeira e digitar: Key value: * Variable name: Surface Inside Temperature Reporting Frequency: hourly Key value: * Variable name: Surface outside Temperature Reporting Frequency: hourly 26- salve o programa 27- Clicar no botão simulate Determinar: 1- O gráfico da variação da temperatura interna da parede; 24

26 2- Outra simulação para reduzir a temperatura interna da parede. Para isso podemos, por exemplo, considerar que a parede apresenta uma cor clara, ou seja, vamos diminuir a absortância solar e a absortância visível da parede de modo a aumentar a reflexão dos raios do sol. Na primeira simulação considerou-se os valores: Thermal absorptance: 0,9 Solar absorptance: 0,6 Visible absorptance: 0,6 Agora vamos simular com os seguintes valores: Thermal absorptance: 0,9 Solar absorptance: 0,2 Visible absorptance: 0,2 Onde os valores de 0,2 representam uma superfície de cor branca. Refaça novamente o gráfico do item 1; 3- Outra simulação incluindo o teto, o piso e todas as paredes. Adicione um novo objeto ao grupo BuildingSurface: Detalied; cada objeto deste grupo corresponde as superfícies de cada zona térmica, ou seja, paredes, piso e cobertura. A ordem correta dos vértices é obtida enxergando-se cada superfície de fora da zona. A mesma consideração deve ser feita para a cobertura (enxergando-a do céu para baixo) e para o piso (enxergandoo do solo para cima). O próximo passo é a construção de uma tabela constando todos os valores das três coordenadas, como indica a tabela a seguir. Sul Leste Oeste Norte Piso Cobertura 1x y z x y z x y z x y z

27 Os diversos materiais de construção utilizados na simulação estão indicados na figura a seguir. Construa o gráfico da variação da temperatura da sala. 4- Agora vamos considerar que o aposento anterior possui cargas internas como pessoas, aparelhos elétricos e iluminação com os seguintes dados. Pessoas: 4 em atividade leve Iluminação: 800 W Aparelhos elétricos: 580 W Vamos adicionar também uma taxa de infiltração de ar externo, considerando uma taxa de uma troca por hora, isto é, todo o volume do ar da zona é trocado uma vez a cada hora. 1- Abra o editor IDF e vá até Zone airflow; 2- Clique em zone infiltration: design flow rate e digite o seguinte: Name: infiltração zona 1 Zone or zone list name: zona 1 Schedule name: infiltração Design flow rate calculation method: flow/zone Design flow rate (m 3 /s): 0,02 A vazão de ar de infiltração é determinada dividindo-se o volume da zona por 3600s para obter a taxa em m 3 /s. Volume = = 144m 3 Vazão de ar = 1 troca/h = 144 m 3 / 3600s = 0,04 m 3 /s Os Schedules representam a frequência que ocorre as cargas de calor da zona. Assim para esse exemplo precisamos acrescentar um Schedule para infiltração, iluminação e ocupação das pessoas com suas respectivas atividades. A figura a seguir ilustra os schedules adotados. 26

28 De acordo com a figura a ocupação inclui o uso de energia a partir das 8:00h da manhã com 100% até as 12:00h, cai para 50% até as 14:00h e volta para 100% até as 18:00h da tarde, período típico de escritórios. 3- Acrescente os valores das cargas internas em Internal Gains para people, lights e electric equipment. 4- Salve o programa; 5- Rode o programa e veja o que aconteceu com a temperatura interna para o nosso dia de verão adotado. 5- Determinação da carga térmica para seleção de aparelho de ar condicionado. 1- Vá até HVAC templates e selecione HVAC template: thermostat Name: termostato zona1 Constant Heating Setpoint: 18 C Constant Cooling Setpoint: 24 C O que o programa faz nesse caso é incluir um aparelho de ar condicionado fictício onde o setpoint de temperatura está em 18 C para ligamento e 24 C para desligamento através do controle do termostato. 2- Em seguida clique em HVAC template: Zone: ideal load air system e preencha: Zone name: zona 1 Template termostat name: termostato zona 1 3- Por último, procure a classe de objetos denominada de output reporting e clique em output: variable: 27

29 Acrescentar mais duas colunas ao lado da primeira e digitar: Key value: * Variable name: Ideal loads air total cooling rate Reporting Frequency: hourly Key value: * Variable name: Zone/ sys sensible cooling rate Reporting Frequency: hourly Essas duas novas colunas vão indicar a carga térmica total da sala a ser retirada como também a parte de calor sensível do ambiente. 4- Salve o programa e execute a simulação Inserindo um aparelho de ar condicionado no ambiente Condições de renovação de ar para o equipamento: NBR 6401 É importante ressaltar que esses tipos de aparelhos não possuem sistemas de renovação de ar exigido pela legislação, mas é necessário efetuar o cálculo e preencher os campos recomendados para efetivar a simulação. 1- Abra a janela do EP-Launch; 2- Abra o IDF Editor e procure o último arquivo salvo; 3- Em simulation control coloque agora: yes, yes,no,no, Yes; 4- Em seguida localize HVAC templates e proceda como na figura a seguir; 28

30 5- Em Baseboard heating availability Schedule Name é necessário criarmos um schedule para aquecimento, visto que nos EUA todos os equipamentos de ar condicionado possuem aquecimento, como em nosso caso não será necessário, então a Schedule ficará como indicado na figura a seguir. 29

31 30

32 6- Procure a classe de objetos denominada de output reporting e selecione as seguintes informações: Em variable dictionary, coloque: Key Field: regular Em Output: surfaces list, coloque: Report type: lines Em Output surfaces drawing, coloque: Report type: DXF Report specifications 1: thick polyline Em Output table: Summary reports, coloque: Report 1 name: All summary Em Output control: table style, coloque: Column separator: HTML Unit conversion: J to kwh 7- Salve o programa e execute a simulação 7- -Determinando a matriz energética da instalação Após a simulação, abra a janela EP-Launch e clique na opção tables situada em View results. Nesse momento é possível construirmos a matriz energética da instalação com as informações obtidas pela opção Demand End Use Components Summary. 31

LABORATÓRIO DE REFRIGERAÇÃO E AR CONDICIONADO. Profº Panesi

LABORATÓRIO DE REFRIGERAÇÃO E AR CONDICIONADO. Profº Panesi LABORATÓRIO DE REFRIGERAÇÃO E AR CONDICIONADO Profº Panesi São Paulo 2017 Sumário AULA PRÁTICA 1... 2 Objetivo... 2 Estudar o efeito da refrigeração termoelétrica... 2 AULA PRÁTICA 2... 8 Objetivo... 8

Leia mais

Tabela 1- Levantamento das informações do ambiente a ser climatizado

Tabela 1- Levantamento das informações do ambiente a ser climatizado 2- DESCRIÇÃO DA INSTALAÇÃO O ambiente a ser climatizado é ilustrado na Figura 1. Trata-se de uma loja localizada na cidade de Campo Grande onde normalmente encontram-se em pé 16 pessoas. As janelas estão

Leia mais

APOSTILA DO CURSO BÁSICO DO PROGRAMA ENERGYPLUS

APOSTILA DO CURSO BÁSICO DO PROGRAMA ENERGYPLUS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Campus Universitário Trindade Florianópolis SC CEP 88040-900 Caixa Postal 476 Laboratório de Eficiência Energética

Leia mais

Lista de problemas número 1. Exercícios de Refrigeração e Psicrometria A) REFRIGERAÇÃO

Lista de problemas número 1. Exercícios de Refrigeração e Psicrometria A) REFRIGERAÇÃO Lista de problemas número 1 Exercícios de Refrigeração e Psicrometria A) REFRIGERAÇÃO 1) Determinar as propriedades do R-134 nas seguintes condições: a) t = - 40 o C x = 1 b) p = 1 MPa t = 80 0 C c) p

Leia mais

LABORATÓRIO DE REFRIGERAÇÃO E AR CONDICIONADO. Profº Panesi

LABORATÓRIO DE REFRIGERAÇÃO E AR CONDICIONADO. Profº Panesi LABORATÓRIO DE REFRIGERAÇÃO E AR CONDICIONADO Profº Panesi São Paulo 2017 ATIVIDADE 1 Objetivo Calcular a carga térmica de câmara frigorífica pelo método tradicional e computacional INTRODUÇÃO A colheita

Leia mais

PROJETO FINAL DE CLIMATIZAÇÃO. Alunos: Bruno Henrique Cássio Sell Edson Nazareno Rodrigues Pamplona

PROJETO FINAL DE CLIMATIZAÇÃO. Alunos: Bruno Henrique Cássio Sell Edson Nazareno Rodrigues Pamplona PROJETO FINAL DE CLIMATIZAÇÃO Alunos: Bruno Henrique Cássio Sell Edson Nazareno Rodrigues Pamplona 1- APRESENTAÇÃO: O presente memorial descritivo tem por objetivo descrever o projeto de climatização de

Leia mais

Conforto Humano. Acústico; antropométrico; olfativo; tátil; térmico; visual.

Conforto Humano. Acústico; antropométrico; olfativo; tátil; térmico; visual. 1 Conforto Humano 2 Acústico; antropométrico; olfativo; tátil; térmico; visual. Conforto Térmico Interação Térmica entre o Corpo Humano e o Ambiente Radiação Convecção Ar ambiente Perda de Calor Sensível

Leia mais

Universidade Federal de Santa Catarina EMC Refrigeração e Condicionamento de Ar Prof.: Cláudio Melo

Universidade Federal de Santa Catarina EMC Refrigeração e Condicionamento de Ar Prof.: Cláudio Melo Universidade Federal de Santa Catarina EMC 5472 - Refrigeração e Condicionamento de Ar Prof.: Cláudio Melo EXERCÍCIOS SUPLEMENTARES DE CONDICIONAMENTO DE AR 01) Uma câmara frigorífica para resfriamento

Leia mais

Volume III. Curso Técnico Módulo 2 INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA ÁREA TÉCNICA DE REFRIGERAÇÃO E CONDICIONAMENTO DE AR

Volume III. Curso Técnico Módulo 2 INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA ÁREA TÉCNICA DE REFRIGERAÇÃO E CONDICIONAMENTO DE AR INSTITUTO FEDERAL DE SANTA CATARINA CAMPUS SÃO JOSÉ ÁREA TÉCNICA DE REFRIGERAÇÃO E CONDICIONAMENTO DE AR METODOLOGIA PARA O CÁLCULO DA ESPESSURA DE ISOLANTE NECESSÁRIA A UMA APLICAÇÃO Volume III Curso

Leia mais

Disciplina: Sistemas Térmicos

Disciplina: Sistemas Térmicos Disciplina: Sistemas Térmicos Estimativa de Carga Térmica Para dimensionar adequadamente um sistema de climatização para um ambiente, algumas variáveis são primordiais: Temperaturas e teor de umidade para

Leia mais

TM-182 REFRIGERAÇÃ ÇÃO O E CLIMATIZAÇÃ ÇÃO. Prof. Dr. Rudmar Serafim Matos

TM-182 REFRIGERAÇÃ ÇÃO O E CLIMATIZAÇÃ ÇÃO. Prof. Dr. Rudmar Serafim Matos Universidade Federal do Paraná Setor de Tecnologia Departamento de Engenharia Mecânica TM-182 REFRIGERAÇÃ ÇÃO O E CLIMATIZAÇÃ ÇÃO Prof. Dr. Rudmar Serafim Matos A carga térmica é a quantidade de calor

Leia mais

SIMULAÇÃO ENERGÉTICA DE EDIFÍCIOS: ESTUDO DE CASO DE UM HOSPITAL USANDO ENERGY PLUS 8.0

SIMULAÇÃO ENERGÉTICA DE EDIFÍCIOS: ESTUDO DE CASO DE UM HOSPITAL USANDO ENERGY PLUS 8.0 SIMULAÇÃO ENERGÉTICA DE EDIFÍCIOS: ESTUDO DE CASO DE UM HOSPITAL USANDO ENERGY PLUS 8.0 Eng o. Denilson Boschiero do Espirito Santo [email protected] Sisterm Ar Condicionado - Campinas - SP www.sisterm.com.br

Leia mais

Carga Térmica Renovação e Infiltração de ar

Carga Térmica Renovação e Infiltração de ar Carga Térmica Renovação e Infiltração de ar PME 2515 - Ar Condicionado e Ventilação Alberto Hernandez Neto -Direitos autorais reservados - É proibida a reprodução deste material sem a autorização expressa

Leia mais

Refrigeração e Ar Condicionado

Refrigeração e Ar Condicionado Refrigeração e Ar Condicionado Câmaras Frigoríficas Filipe Fernandes de Paula [email protected] Departamento de Engenharia de Produção e Mecânica Faculdade de Engenharia Universidade Federal

Leia mais

O programa computacional de simulação termo-energética deve possuir, no mínimo, as seguintes características:

O programa computacional de simulação termo-energética deve possuir, no mínimo, as seguintes características: 6. SIMULAÇÃO 6.1. Pré-requisitos específicos 6.1.1. Programa de simulação O programa computacional de simulação termo-energética deve possuir, no mínimo, as seguintes características: ser um programa para

Leia mais

7. Câmaras Frigoríficas

7. Câmaras Frigoríficas 7. Câmaras Frigoríficas 7.1. Definição u É um recinto utilizado para condições controladas de armazenamento com auxílio da refrigeração; u Empregadas em dois níveis básicos de armazenamento: n Instalações

Leia mais

Câmaras Frigoríficas

Câmaras Frigoríficas Câmaras Frigoríficas 1. Definição É um recinto utilizado para condições controladas de armazenamento com auxílio da refrigeração; Empregadas em dois níveis básicos de armazenamento: Instalações com temperatura

Leia mais

RELATÓRIO FINAL DE ATIVIDADES

RELATÓRIO FINAL DE ATIVIDADES RELATÓRIO FINAL DE ATIVIDADES CLIENTE: Ecotelhado AVALIAÇÃO DE TRANSMITÂNCIA TÉRMICA DE COBERTURAS 1. INTRODUÇÃO Este documento apresenta o relatório parcial da Vertes Arquitetura Bioclimática e Eficiência

Leia mais

Introdução ao EnergyPlus

Introdução ao EnergyPlus UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Campus Universitário Trindade Florianópolis SC CEP 88040-900 Caixa Postal 476 Laboratório de Eficiência Energética

Leia mais

MANUAL DE SIMULAÇÃO COMPUTACIONAL DE EDIFÍCIOS COM O USO DO OBJETO GROUND DOMAIN NO PROGRAMA ENERGYPLUS

MANUAL DE SIMULAÇÃO COMPUTACIONAL DE EDIFÍCIOS COM O USO DO OBJETO GROUND DOMAIN NO PROGRAMA ENERGYPLUS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Campus Universitário Trindade Florianópolis SC CEP 88040-900 Caixa Postal 476 Laboratório de Eficiência Energética

Leia mais

Oswaldo Bueno Engenharia e Representações Ltda. Oswaldo de Siqueira Bueno. Capacidade sensível e latente de serpentinas vale a pena superdimensionar?

Oswaldo Bueno Engenharia e Representações Ltda. Oswaldo de Siqueira Bueno. Capacidade sensível e latente de serpentinas vale a pena superdimensionar? Capacidade de remoção de calor sensível e latente em cargas parciais nas condições de máximo TBS e TBU coincidente e de máximo TBU e TBS coincidente. Vale a pena Oswaldo Bueno Engenharia e Representações

Leia mais

Classificação de Tipos de Sistemas de Climatização

Classificação de Tipos de Sistemas de Climatização Classificação de Tipos de Sistemas de Climatização PME 2515 Alberto Hernandez Neto -Direitos autorais reservados - É proibida a reprodução deste material sem a autorização expressa do autor 1/45 Critérios

Leia mais

Carga Térmica. Definições. Métodos de Cálculo. Ferramentas de simulação. Normas. Condições externas e internas

Carga Térmica. Definições. Métodos de Cálculo. Ferramentas de simulação. Normas. Condições externas e internas Carga Térmica Definições Métodos de Cálculo Ferramentas de simulação Normas Condições externas e internas PME 2515 - Ar Condicionado e Ventilação Alberto Hernandez Neto -Direitos autorais reservados -

Leia mais

3. Cálculo de carga térmica

3. Cálculo de carga térmica 3. Cálculo de carga térmica Profa. Dra. Alessandra Lopes de Oliveira Departamento de Engenharia de Alimentos (ZEA) Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - USP

Leia mais

CÂMARA FRIGORÍFICA. Cálculo de carga térmica

CÂMARA FRIGORÍFICA. Cálculo de carga térmica CÂMARA FRIGORÍFICA Cálculo de carga térmica Quando o produto é resfriado ou congelado resultar-se-á uma carga térmica formada, basicamente, pela retirada de calor, de forma a reduzir sua temperatura até

Leia mais

Refrigeração e Ar Condicionado

Refrigeração e Ar Condicionado Refrigeração e Ar Condicionado Carga Térmica de Refrigeração Filipe Fernandes de Paula [email protected] Departamento de Engenharia de Produção e Mecânica Faculdade de Engenharia Universidade

Leia mais

SEL-0437 Eficiência Energética. Sistemas de Refrigeração Parte II

SEL-0437 Eficiência Energética. Sistemas de Refrigeração Parte II SEL-0437 Eficiência Energética Sistemas de Refrigeração Parte II 1 Tópicos da Aula de Hoje Sistemas de ar condicionado Redução do consumo de energia elétrica Termoacumulação Exercícios 2 Sistemas de Ar

Leia mais

Tabela 3.37: Constantes da Equação

Tabela 3.37: Constantes da Equação C R = [(a) + (b X AU amb ) + (c X CT baixa ) + (d X α par ) + (e X PD/AU amb ) + (f X somb) + (g X CT cob ) + (h X Ab S ) + (i X SomA parext X CT par ) + (j X cob) + (k X U cob X α cob X cob X AU amb )

Leia mais

ANÁLISE DE ALTERNATIVAS PARA A REDUÇÃO DO CONSUMO ENERGÉTICO EM EDIFICAÇÕES CLIMATIZADAS

ANÁLISE DE ALTERNATIVAS PARA A REDUÇÃO DO CONSUMO ENERGÉTICO EM EDIFICAÇÕES CLIMATIZADAS ANÁLISE DE ALTERNATIVAS PARA A REDUÇÃO DO CONSUMO ENERGÉTICO EM EDIFICAÇÕES CLIMATIZADAS Markus Kirst Hahm [email protected] Resumo. Este trabalho tem como objetivo a análise de diferentes soluções

Leia mais

EXERCÍCIOS PROPOSTOS CARGA TÉRMICA

EXERCÍCIOS PROPOSTOS CARGA TÉRMICA EXERCÍCIOS PROPOSTOS CARGA TÉRMICA 1. Um escritório com área de 240 m 2 e pé direito de 2,70 m abaixo do forro, tem uma taxa de ocupação de 6 m 2 /pessoa. Calcular qual a vazão de ar exterior mínima para

Leia mais

ENGENHARIA DE MATERIAIS. Fenômenos de Transporte em Engenharia de Materiais (Transferência de Calor e Massa)

ENGENHARIA DE MATERIAIS. Fenômenos de Transporte em Engenharia de Materiais (Transferência de Calor e Massa) ENGENHARIA DE MATERIAIS Fenômenos de Transporte em Engenharia de Materiais (Transferência de Calor e Massa) Prof. Dr. Sérgio R. Montoro [email protected] [email protected] AULA 3 REVISÃO E

Leia mais

PSICROMETRIA PSICROMETRIA PSICRÔMETRO 15/10/2018 PROPRIEDADES DAS MISTURAS AR SECO-VAPOR 1. COMPOSIÇÃO AR ÚMIDO VAPOR D ÁGUA AR SECO.

PSICROMETRIA PSICROMETRIA PSICRÔMETRO 15/10/2018 PROPRIEDADES DAS MISTURAS AR SECO-VAPOR 1. COMPOSIÇÃO AR ÚMIDO VAPOR D ÁGUA AR SECO. 15/10/2018 PSICROMETRIA Definição Ciência da Física que estuda as propriedades e o comportamento das misturas de vapor e ar seco Baseada na Lei dos Gases Perfeitos, na Lei de Dalton e na 1ª. Lei da Termodinâmica

Leia mais

Sistemas de Climatização e Componentes - I

Sistemas de Climatização e Componentes - I Sistemas de Climatização e Componentes - I PME 2515 - Ar Condicionado e Ventilação Alberto Hernandez Neto -Direitos autorais reservados - É proibida a reprodução deste material sem a autorização expressa

Leia mais

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMAS E INSTALAÇÕES

EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMAS E INSTALAÇÕES EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMAS E INSTALAÇÕES PROF. RAMÓN SILVA Engenharia de Energia Dourados MS - 2013 2 O primeiro passo para a redução do consumo de energia associado ao uso final do frio e do sistema

Leia mais

PROJETERM Projetos e Consultoria Ltda

PROJETERM Projetos e Consultoria Ltda PROJETO DO SISTEMA DE AR CONDICIONADO DO HCVL ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARCIAIS - Rev. 4 Estas Especificações Técnicas versam sobre o Projeto de Ar Condicionado e Ventilação do Centro Cirúrgico, Centro

Leia mais

ISOLAMENTO TÉRMICO EM SISTEMAS PREDIAIS SUSTENTÁVEIS Carlos G. Caruy

ISOLAMENTO TÉRMICO EM SISTEMAS PREDIAIS SUSTENTÁVEIS Carlos G. Caruy ISOLAMENTO TÉRMICO EM SISTEMAS PREDIAIS SUSTENTÁVEIS Carlos G. Caruy ABRALISO ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FABRICANTES DE LÃS ISOLANTES MINERAIS ABRALISO É uma organização que representa os fabricantes nacionais

Leia mais

Transferência de Calor e Massa 1

Transferência de Calor e Massa 1 Transferência de Calor e Massa 1 18. Condução condicionador de ar Um equipamento condicionador de ar deve manter uma sala, de 15 m de comprimento, 6 m de largura e 3 m de altura a 22 oc. As paredes da

Leia mais

Workshop. Climatização e Cogeração Abril de Ronaldo Andreos

Workshop. Climatização e Cogeração Abril de Ronaldo Andreos Workshop Climatização e Cogeração Abril de 2008 Ronaldo Andreos Cia de Gás de São Paulo Fone: (11) 4504-5238/5072 Cel.: (11) 9638-8907 e-mail: [email protected] Climatização (Ar Condicionado) Agenda

Leia mais

Prof. Dr. Rudmar Serafim Matos

Prof. Dr. Rudmar Serafim Matos Universidade Federal do Paraná etor de Tecnologia Departamento de ngenharia ecânica T-182 RFRGRAÇÃO CLATZAÇÃO Prof. Dr. Rudmar erafim atos 3. PCROTRA Procedimentos para solução dos problemas de climatização

Leia mais

GET GESTÃO DE ENERGIA TÉRMICA Lda.

GET GESTÃO DE ENERGIA TÉRMICA Lda. 1 Dados climáticos de referência para a região do Porto: Inverno: Região climática I1, número de graus dias = 1610 (º dias), duração da estação de aquecimento = 6,7 meses. Verão: Região climática V1, Temperatura

Leia mais

ANALISE DO DESEMPENHO ENERGÉTICO DO SISTEMA DE ILUMINAÇÃO E CLIMATIZAÇÃO DAS SALAS DE AULA - BLOCO A

ANALISE DO DESEMPENHO ENERGÉTICO DO SISTEMA DE ILUMINAÇÃO E CLIMATIZAÇÃO DAS SALAS DE AULA - BLOCO A ANALISE DO DESEMPENHO ENERGÉTICO DO SISTEMA DE ILUMINAÇÃO E CLIMATIZAÇÃO DAS SALAS DE AULA - BLOCO A Nome dos autores: Halison Helder Falcão Lopes 1 ; Sergio Manuel Rivera Sanhueza 2 ; 1 Aluno do Curso

Leia mais

POSSIBILIDADES DE APROVEITAMENTO

POSSIBILIDADES DE APROVEITAMENTO POSSIBILIDADES DE APROVEITAMENTO Energia Solar Energia térmica A baixa temperatura (até 100 o C) A média temperatura (até 1000 o C) Aquecimento de ambientes aquecimento de água Condicionamento de ar refrigeração

Leia mais

PROJETO E SIMULAÇÃO DE UM ESCRITÓRIO E DE UMA CASA COM ENERGIA LÍQUIDA ZERO ( NZEB) Paulo Otto Beyer - UFRGS

PROJETO E SIMULAÇÃO DE UM ESCRITÓRIO E DE UMA CASA COM ENERGIA LÍQUIDA ZERO ( NZEB) Paulo Otto Beyer - UFRGS PROJETO E SIMULAÇÃO DE UM ESCRITÓRIO E DE UMA CASA COM ENERGIA LÍQUIDA ZERO ( NZEB) Paulo Otto Beyer - UFRGS 1 www.energyplus.gov 2 3 4 Faixa de conforto = de 19,5 à 28 C, máximo 300 h/ano fora da faixa

Leia mais

Fatores que influenciam na perda de peso em uma câmara de resfriamento de carcaça.

Fatores que influenciam na perda de peso em uma câmara de resfriamento de carcaça. Fatores que influenciam na perda de peso em uma câmara de resfriamento de carcaça. A perda de peso ou perda de umidade em uma carcaça dentro de uma câmara de resfriamento ocorre por duas situações: 1.

Leia mais

Exercício Etapa 3 PEA Coletor solar: Aquecimento de Água

Exercício Etapa 3 PEA Coletor solar: Aquecimento de Água Exercício Etapa 3 PEA 3100 Coletor solar: Aquecimento de Água 1 Objetivo Realizar o cálculo do dimensionamento de um coletor solar para atendimento da energia térmica necessária para aquecimento de água

Leia mais

O EFEITO DA AMPLITUDE DIÁRIA DA TEMPERATURA DO AR EXTERIOR E DO RESFRIAMENTO NOTURNO NA INÉRCIA TÉRMICA DE HABITAÇÃO

O EFEITO DA AMPLITUDE DIÁRIA DA TEMPERATURA DO AR EXTERIOR E DO RESFRIAMENTO NOTURNO NA INÉRCIA TÉRMICA DE HABITAÇÃO O EFEITO DA AMPLITUDE DIÁRIA DA TEMPERATURA DO AR EXTERIOR E DO RESFRIAMENTO NOTURNO NA INÉRCIA TÉRMICA DE HABITAÇÃO CASTRO, Guilherme Molnar (1); BRITO, Adriana Camargo de (2); AKUTSU, Maria (3); VITTORINO,

Leia mais

Manual Técnico. Climatizador de Ar Série KC 07 (LQC-LFC) G1

Manual Técnico. Climatizador de Ar Série KC 07 (LQC-LFC) G1 Manual Técnico Climatizador de Ar Série KC 07 (LQC-LFC) G1 QUADRO DE CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS MODELO Tensão/fase Freqüência Potência frio/quente Corrente frio/quente Vazão de ar Nível de Ruído Volume do

Leia mais

ESZO Fenômenos de Transporte

ESZO Fenômenos de Transporte Universidade Federal do ABC ESZO 001-15 Fenômenos de Transporte Profa. Dra. Ana Maria Pereira Neto [email protected] Bloco A, torre 1, sala 637 Mecanismos de Transferência de Calor Calor Calor pode

Leia mais

TRANSFERÊNCIA DE CALOR

TRANSFERÊNCIA DE CALOR UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Faculdade de Ciências Farmacêuticas FBT0530 - Física Industrial TRANSFERÊNCIA DE CALOR A maioria dos processos que acontecem nas indústrias farmacêutica e de alimentos envolve

Leia mais

ANEXO VI. Gráficos Gerais das Temperaturas e das Umidades Relativas

ANEXO VI. Gráficos Gerais das Temperaturas e das Umidades Relativas ANEXO VI Gráficos Gerais das Temperaturas e das Umidades Relativas 4 35 T1 Vazão 161 m 3 /h T2 T2m DelT2 4 35 4 35 T1 Vazão 268 m 3 /h T2 T2m DelT2 4 35 Temperatura (ºC) 3 25 2 15 1 3 25 2 15 1 Erro (%)

Leia mais

23/06/2010 ETIQUETAGEM DO PROCEL EDIFICA - ASPECTO DO CONDICIONAMENTO DE AR. Nathan Mendes - PUCPR Fernando Westphal ETIQUETAGEM PROCEL/INMETRO

23/06/2010 ETIQUETAGEM DO PROCEL EDIFICA - ASPECTO DO CONDICIONAMENTO DE AR. Nathan Mendes - PUCPR Fernando Westphal ETIQUETAGEM PROCEL/INMETRO ETIQUETAGEM DO PROCEL EDIFICA - ASPECTO DO CONDICIONAMENTO DE AR Nathan Mendes - PUCPR Fernando Westphal ETIQUETAGEM PROCEL/INMETRO 1 ENCE Etiqueta Nacional de Conservação de Energia Etiqueta Edifício

Leia mais

Palavras-chave: Microcontrolador, Conversor de Frequência, Sistema de Resfriamento Evaporativo, Temperatura, Controle.

Palavras-chave: Microcontrolador, Conversor de Frequência, Sistema de Resfriamento Evaporativo, Temperatura, Controle. AVALIAÇÃO DE APLICABILIDADE E CONSTRUÇÃO DE CONTROLADORES AUTOMÁTICOS DE VELOCIDADE PARA CLIMATIZADORES EVAPORATIVOS Luiz Felipe Albuquerque Ota Aluno do IFMT, Campus Cuiabá, bolsista PIBIT/Cnpq André

Leia mais

DESEMPENHO TÉRMICO E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA: ESTUDO DE CASO

DESEMPENHO TÉRMICO E EFICIÊNCIA ENERGÉTICA: ESTUDO DE CASO CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS Revista Destaques Acadêmicos, Lajeado, v. 9, n. 4, 2017. ISSN 2176-3070 DOI: http://dx.doi.org/10.22410/issn.2176-3070.v9i4a2017.1676 www.univates.br/revistas DESEMPENHO

Leia mais

4.1. Resultados da análise de sensibilidade dos parâmetros do chiller. Considerando que a eficiência do compressor η cp

4.1. Resultados da análise de sensibilidade dos parâmetros do chiller. Considerando que a eficiência do compressor η cp 4 Resultados O objetivo do presente trabalho é modelar um sistema de refrigeração de grande porte, e obter suas condições de funcionamento ótimo (menores custos de investimento e de consumo). Utilizou-se

Leia mais

A) condensação do vapor de água dissolvido no ar ao encontrar uma superfície à temperatura mais baixa.

A) condensação do vapor de água dissolvido no ar ao encontrar uma superfície à temperatura mais baixa. lista_1-conceitos_iniciais_em_termologia Questão 1 Os cálculos dos pesquisadores sugerem que a temperatura média dessa estrela é de T i = 2.700 C. Considere uma estrela como um corpo homogêneo de massa

Leia mais

Memória de Cálculo. Cálculo de Carga Térmica

Memória de Cálculo. Cálculo de Carga Térmica Memória de Cálculo Cálculo de Carga Térmica Projeto : Carga Térmica Cliente : TRT14 Latitude : 10 Sul Direção Norte: 262.4 (Direção relativa ao desenho) Data : 29/10/2013 1) Ambiente: CT-01 Área : 16.86

Leia mais

ARQUITETURA BIOCLIMÁTICA

ARQUITETURA BIOCLIMÁTICA ARQUITETURA BIOCLIMÁTICA CLIMA E ARQUIETURA >>> Como a arquitetura pode contribuir na redução do consumo energético de uma edificação mantendo suas condições de conforto? Estratégias de projeto arquitetônico

Leia mais

Sistemas e Componentes II

Sistemas e Componentes II Sistemas e Componentes II Alberto Hernandez Neto -Direitos autorais reservados - É proibida a reprodução deste material sem a autorização expressa do autor 1 Serpentina de resfriamento e desumidificação

Leia mais

Exercícios e exemplos de sala de aula Parte 1

Exercícios e exemplos de sala de aula Parte 1 PME2398 Termodinâmica e suas Aplicações 1 o semestre / 2013 Prof. Bruno Carmo Exercícios e exemplos de sala de aula Parte 1 Propriedade das substâncias puras: 1- Um tanque rígido com volume de 1m 3 contém

Leia mais

METODOLOGIA UTILIZADA NA ELABORAÇÃO DA BIBLIOTECA DE MATERIAIS E COMPONENTES CONSTRUTIVOS BRASILEIROS PARA SIMULAÇÕES NO VISUALDOE-3.

METODOLOGIA UTILIZADA NA ELABORAÇÃO DA BIBLIOTECA DE MATERIAIS E COMPONENTES CONSTRUTIVOS BRASILEIROS PARA SIMULAÇÕES NO VISUALDOE-3. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Núcleo de Pesquisa em Construção (NPC) / www.npc.ufsc.br Laboratório de Eficiência Energética em Edificações (LabEEE)

Leia mais

Unimonte, Engenharia Física Aplicada, Prof. Marco Simões Transferência de calor, exercícios selecionados do Sears & Zemansky, cap.

Unimonte, Engenharia Física Aplicada, Prof. Marco Simões Transferência de calor, exercícios selecionados do Sears & Zemansky, cap. Unimonte, Engenharia Física Aplicada, Prof. Marco Simões Transferência de calor, exercícios selecionados do Sears & Zemansky, cap. 17 17.65) Suponha que a barra da figura seja feita de cobre, tenha 45,0

Leia mais

Exercício Etapa 3 PEA 2200 / PEA Coletor solar : Aquecimento de água

Exercício Etapa 3 PEA 2200 / PEA Coletor solar : Aquecimento de água 1- Objetivos Exercício Etapa 3 PEA 2200 / PEA 3100 Coletor solar : Aquecimento de água Esta terceira etapa do exercício tem os seguintes objetivos: Substituir a tecnologia utilizada no aquecimento de água

Leia mais

Recomendação Normativa ABRAVA RN SISTEMAS DE CONDICIONAMENTO DE AR PARA CONFORTO PARÂMETROS DE CONFORTO TÉRMICO

Recomendação Normativa ABRAVA RN SISTEMAS DE CONDICIONAMENTO DE AR PARA CONFORTO PARÂMETROS DE CONFORTO TÉRMICO Recomendação Normativa ABRAVA RN 03-2003 SISTEMAS DE CONDICIONAMENTO DE AR PARA CONFORTO PARÂMETROS DE CONFORTO TÉRMICO Sumário 1. Objetivo 2. Definições 3. Condições gerais 4. Parâmetros de conforto 5.

Leia mais

Projeto e seleção de um equipamento de ar condicionado para um vagão de passageiros de trem

Projeto e seleção de um equipamento de ar condicionado para um vagão de passageiros de trem 1 Projeto e seleção de um equipamento de ar condicionado para um vagão de passageiros de trem Daniel Cadario de Azevedo Centini [email protected] Prof. Dr. José Roberto Simões Moreira [email protected]

Leia mais

Alinhamento entre PROCEL EDIFICA e ABNT NBR 15575

Alinhamento entre PROCEL EDIFICA e ABNT NBR 15575 Alinhamento entre PROCEL EDIFICA e ABNT NBR 15575 ABNT NBR 15575 hoje (desempenho térmico) Procedimento I: simplificado (normativo); Atendimento aos requisitos e critérios para os sistemas de vedação coberturas,

Leia mais

DESEMPENHO TÉRMICO EDIFICAÇÕES: FACHADAS ENVIDRAÇADAS, PROJETO E SIMULAÇÃO COMPUTACIONAL

DESEMPENHO TÉRMICO EDIFICAÇÕES: FACHADAS ENVIDRAÇADAS, PROJETO E SIMULAÇÃO COMPUTACIONAL DESEMPENHO TÉRMICO EDIFICAÇÕES: FACHADAS ENVIDRAÇADAS, PROJETO E SIMULAÇÃO COMPUTACIONAL ARQ5658 Eficiência Energética e Sustentabilidade em Edificações Prof. Fernando Simon Westphal Departamento de Arquitetura

Leia mais

Introdução. A iluminação é responsável por: 23% do consumo de energia elétrica no setor residencial. 44% no setor comercial. 1% no setor industrial

Introdução. A iluminação é responsável por: 23% do consumo de energia elétrica no setor residencial. 44% no setor comercial. 1% no setor industrial Iluminação 1 Introdução A iluminação é responsável por: 23% do consumo de energia elétrica no setor residencial 44% no setor comercial 1% no setor industrial Iluminação pública é responsável por cerca

Leia mais

Lista de exercícios Caps. 7 e 8 TMEC-030 Transferência de Calor e Massa Período especial 2017/2

Lista de exercícios Caps. 7 e 8 TMEC-030 Transferência de Calor e Massa Período especial 2017/2 Lista de exercícios Caps. 7 e 8 TMEC-030 Transferência de Calor e Massa Período especial 2017/2 1. (Incropera et al., 6 ed., 7.2) Óleo de motor a 100ºC e a uma velocidade de 0,1 m/s escoa sobre as duas

Leia mais

INTRODUÇÃO RESFRIAMENTO EVAPORATIVO INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO RESFRIAMENTO EVAPORATIVO INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO LZT 5859 Conforto Térmico e Bioclimatologia Animal RESFRIAMENTO EVAPORATIVO Profº. Dr. Iran José Oliveira da Silva NUPEA - ESALQ/USP. 2013 INTRODUÇÃO Quando a água evapora de uma superfície, essa superfície

Leia mais

AUT-274 LUZ, ARQUITETURA E URBANISMO

AUT-274 LUZ, ARQUITETURA E URBANISMO AUT-274 LUZ, ARQUITETURA E URBANISMO DIALUX EVO Arq. Cristiane M. Sato Furuyama Monitora PAE DiaLux EVO Programa de cálculo luminotécnico desenvolvido pela empresa alemã DIAL GmbH Primeira versão: 1994

Leia mais

Titulo: DESENVOLVIMENTO DE FERRAMENTA COMPUTACIONAL PARA SIMULAÇÃO DE CONSUMO ENERGÉTICO EM EDIFICAÇÕES

Titulo: DESENVOLVIMENTO DE FERRAMENTA COMPUTACIONAL PARA SIMULAÇÃO DE CONSUMO ENERGÉTICO EM EDIFICAÇÕES Titulo: DESENVOLVIMENTO DE FERRAMENTA COMPUTACIONAL PARA SIMULAÇÃO DE CONSUMO ENERGÉTICO EM EDIFICAÇÕES Autores: LOPES, M.N.; IWAMOTO, G.; MECABÔ, L.; LAMBERTS, R. Resumo: A participação das edificações

Leia mais

Nota: Campus JK. TMFA Termodinâmica Aplicada

Nota: Campus JK. TMFA Termodinâmica Aplicada TMFA Termodinâmica Aplicada 1) Considere a central de potência simples mostrada na figura a seguir. O fluido de trabalho utilizado no ciclo é água e conhece-se os seguintes dados operacionais: Localização

Leia mais

MERCOFRIO CONGRESSO INTERNACIONAL DE AR CONDICIONADO, REFRIGERAÇÃO, AQUECIMENTO E VENTILAÇÃO SIMULAÇÃO ENERGÉTICA PARA CERTIFICAÇÃO LEED

MERCOFRIO CONGRESSO INTERNACIONAL DE AR CONDICIONADO, REFRIGERAÇÃO, AQUECIMENTO E VENTILAÇÃO SIMULAÇÃO ENERGÉTICA PARA CERTIFICAÇÃO LEED MERCOFRIO 2012 - CONGRESSO INTERNACIONAL DE AR CONDICIONADO, REFRIGERAÇÃO, AQUECIMENTO E VENTILAÇÃO SIMULAÇÃO ENERGÉTICA PARA CERTIFICAÇÃO LEED André R. Q. Panesi [email protected] Universidade

Leia mais

Refrigeração e Ar Condicionado

Refrigeração e Ar Condicionado Refrigeração e Ar Condicionado Psicrometria Filipe Fernandes de Paula [email protected] Departamento de Engenharia de Produção e Mecânica Faculdade de Engenharia Universidade Federal de Juiz

Leia mais

Essa relação se aplica a todo tipo de sistema em qualquer processo

Essa relação se aplica a todo tipo de sistema em qualquer processo Módulo III Primeira Lei da Termodinâmica e em Ciclos de Potência e Refrigeração. Propriedades de Substâncias Puras: Relações P-V-T e Diagramas P-V, P-T e T-V, Título, Propriedades Termodinâmicas, Tabelas

Leia mais

Catálogo Técnico. Fan Coil 42LS. Fan Coil 42LS - Água Gelada Modelos Horizontais e Verticais

Catálogo Técnico. Fan Coil 42LS. Fan Coil 42LS - Água Gelada Modelos Horizontais e Verticais Catálogo Técnico Fan Coil 42LS Fan Coil 42LS - Água Gelada Modelos Horizontais e Verticais ÍNDICE 1. DESCRIÇÃO DOS S DISPONÍVEIS...4 2. NOMENCLATURA...4. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS... 4. CONTROLE.... PERFORMANCE

Leia mais

INTRODUÇÃO A MANIPULAÇÃO DO PROGRAMA FEMM PROBLEMA PLANAR TUTORIAL HELDER HENRI SILVA E CALDAS LUCIANO CARVALHO GUEDES

INTRODUÇÃO A MANIPULAÇÃO DO PROGRAMA FEMM PROBLEMA PLANAR TUTORIAL HELDER HENRI SILVA E CALDAS LUCIANO CARVALHO GUEDES INSTITUTO FEDERAL DA BAHIA DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA EM ELETRO-ELETRÔNICA COORDENAÇÃO DE ENGENHARIA INDUTRIAL ELÉTRICA ENG413 DISPOSITIVOS ELETROMAGNÉTICOS INTRODUÇÃO A MANIPULAÇÃO DO PROGRAMA FEMM PROBLEMA

Leia mais

Catálogo Técnico. Fan Coil 42LS. Fan Coil 42LS - Água Gelada Modelos Horizontais e Verticais

Catálogo Técnico. Fan Coil 42LS. Fan Coil 42LS - Água Gelada Modelos Horizontais e Verticais Catálogo Técnico Fan Coil 42LS Fan Coil 42LS - Água Gelada s Horizontais e Verticais ÍNDICE 1 - Descrição dos s Disponíveis... 2 - Nomenclatura... - Características Técnicas... 4 - Controle...4 - Performance

Leia mais

Versão MANUAL DO ESTALO THERMAL DESIGN

Versão MANUAL DO ESTALO THERMAL DESIGN Versão 7.1.0.0 MANUAL DO ESTALO THERMAL DESIGN Índice 1 - APRESENTAÇÃO 4 1.1 - O que é o Estalo Thermal Design? 4 1.2 - Onde ele se aplica? 4 1.3 - Como se realiza a entrada de dados? 4 2 - AJUDA PARA

Leia mais

Transferência de Calor Condução: paredes planas. Prof. Marco A. Simões

Transferência de Calor Condução: paredes planas. Prof. Marco A. Simões Transferência de Calor Condução: paredes planas Prof. Marco A. Simões Objetivosda aula Entender o processo da condução térmica Aplicar a Lei de Fourier à condução térmica Entender o significado do coeficiente

Leia mais

PAULO OTTO BEYER Eng. Mecânico, Prof., Dr. Ventilação, Aquecimento, Refrigeração e Ar Condicionado

PAULO OTTO BEYER Eng. Mecânico, Prof., Dr. Ventilação, Aquecimento, Refrigeração e Ar Condicionado Porto Alegre, 12 de junho de 2008 Ao Ecotelhado A/C Eng. João Manuel [email protected] Ref.: Condutividade Térmica Equivalente do Ecotelhado Prezados Senhores Apresentamos resultados da determinação

Leia mais

Sistemas de Ar Condicionado Residenciais

Sistemas de Ar Condicionado Residenciais Eng. Dr. Fulvio Vittorino - IPT 1 Sistemas de Ar Condicionado Residenciais Eng. Dr. Fúlvio Vittorino IPT - Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo Objetivo Processos e equipamentos mecânicos

Leia mais

NORMAS BRASILEIRAS PARA AR CONDICIONADO E REFRIGERAÇÃO

NORMAS BRASILEIRAS PARA AR CONDICIONADO E REFRIGERAÇÃO NORMAS BRASILEIRAS PARA AR CONDICIONADO E REFRIGERAÇÃO ESTAS NORMAS SÃO PRODUZIDAS E REVISADAS POR (ABNT) ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, ATRAVÉS DO COMITÊ BRASILEIRO Nº55 (CB 55) COM SEDE NA

Leia mais

MERCOFRIO º CONGRESSO INTERNACIONAL DE AR CONDICIONADO, REFRIGERAÇÃO, AQUECIMENTO E VENTILAÇÃO

MERCOFRIO º CONGRESSO INTERNACIONAL DE AR CONDICIONADO, REFRIGERAÇÃO, AQUECIMENTO E VENTILAÇÃO MERCOFRIO - 9º CONGRESSO INTERNACIONAL DE AR CONDICIONADO, REFRIGERAÇÃO, AQUECIMENTO E VENTILAÇÃO OBTENÇÃO DOS GRÁFICOS DAS EQUAÇÕES DE DESEMPENHO DE UMA UNIDADE EXTERNA DE UM CONDICIONADOR DE AR COM VAZÃO

Leia mais

Proposta de métodos para avaliação da eficiência energética. Edificações residenciais

Proposta de métodos para avaliação da eficiência energética. Edificações residenciais Proposta de métodos para avaliação da eficiência energética Edificações residenciais MÉTODO PRESCRITIVO Checklist MÉTODO PRESCRITIVO VANTAGENS - Simplificação, agilidade e redução de custos do processo

Leia mais

Projeto de Iluminação

Projeto de Iluminação LUMINOTÉCNICA Requisitos Básicos: Projeto de Iluminação Nível de Iluminamento: definir a iluminância em função da tarefa visual; Requisitos Básicos: Projeto de Iluminação Nível de Iluminamento: NBR 5413

Leia mais

TM-182 REFRIGERAÇÃ ÇÃO O E CLIMATIZAÇÃ ÇÃO. Prof. Dr. Rudmar Serafim Matos

TM-182 REFRIGERAÇÃ ÇÃO O E CLIMATIZAÇÃ ÇÃO. Prof. Dr. Rudmar Serafim Matos Universidade Federal do Paraná Setor de Tecnologia Departamento de Engenharia Mecânica TM-82 REFRIGERAÇÃ ÇÃO O E CLIMATIZAÇÃ ÇÃO Prof. Dr. Rudmar Serafim Matos 2.5 EXEMPLOS ILUSTRATIVOS Procedimentos para

Leia mais

PME 3344 Exercícios - Ciclos

PME 3344 Exercícios - Ciclos PME 3344 Exercícios - Ciclos 13) Exercícios sobre ciclos 1 v. 2.0 Exercício 01 Água é utilizada como fluido de trabalho em um ciclo Rankine no qual vapor superaquecido entra na turbina a 8 MPa e 480 C.

Leia mais

Exame de Admissão 2016/1 Prova da área de termo fluidos Conhecimentos específicos

Exame de Admissão 2016/1 Prova da área de termo fluidos Conhecimentos específicos Exame de Admissão 2016/1 Prova da área de termo fluidos Conhecimentos específicos 1ª. Questão (1 ponto) Considere uma bomba centrífuga de 20 kw de potência nominal, instalalada em uma determinada planta

Leia mais