SINALIZAÇÃO SEMAFÓRICA
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- Fátima Faria Guterres
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1 1. volume veicular mínimo nas aproximações da interseção 2. interrupção de tráfego contínuo 3. volumes conflitantes em interseções de cinco ou mais aproximações 4. volumes mínimos de pedestres que cruzam a via principal 5. índice de acidentes e os diagramas de colisão 6. melhoria de sistema progressivo 7. controle de áreas congestionadas 8. combinação de critérios 9. situações locais específicas
2 1. volume veicular mínimo nas aproximações da interseção * veículos equivalentes
3 1. volume veicular mínimo nas aproximações da interseção
4 2. interrupção de tráfego contínuo
5 3. volumes conflitantes em interseções de cinco ou mais aproximações: total mínimo 800 veículos por hora Volume total chegando na interseção: veíc/h
6 4. volumes mínimos de pedestres que cruzam a via principal
7 5. índice de acidentes e os diagramas de colisão Ocorrência de acidentes: a) Acidentes registrados são do tipo corrigível pelo semáforo b) Tentativas de diminuir acidentes através de soluções menos custosas não atingiram o objetivo c) Ocorre um mínimo de 5 acidentes com vítima por ano
8 6. melhoria de sistema progressivo: coordenação semafórica 7. controle de áreas congestionadas: congestionamento constante e inevitável 8. combinação de critérios: quando dois Critérios de 1 a 5 forem observados em 80% ou quando três Critérios de 1 a 5 forem observados em 70% 9. situações locais específicas: obstrução de visibilidade
9 Critérios para implantação de semáforo DENATRAN 2014 RESOLUÇÃO 483/2014 CONTRAN PEDESTRES Número de atropelamentos: 4 em 3 anos ou 2 em 1 ano Número de pedestres: pedestres x segundo, por hora ou tempo médio espera de 25 segundos para 190 pedestres/h VEÍCULOS Número de colisões com vítimas: 7 em 3 anos ou 3 em 1 ano Tempo de espera na transversal: > ucp x segundo, por hora ou atraso médio de 35 segundos sofridos por fluxo de 400 ucp/hora (sem considerar as motos)
10 Eletromecânicos Eletrônicos
11 Grupos semafóricos G1 G2 Movimentos veiculares M1, M2 M3 M4, M5, M6
12 Fluxo (F) que deseja passar na via é uma parcela do Fluxo de Saturação (FS). Esta parcela é chamada de Taxa de Ocupação (Y) Yi = Fi / FSi onde Yi 1 Modelo de Webster TC ótimo = [(1,5. Tp) + 5] / [1 ΣY]
13 B Logística Empresarial e Engenharia de Tráfego A Y1 = 0,33; Y2 = 0,4; Y3 = 0,4; Y4 = 0,5 Adota-se a maior taxa de ocupação de cada estágio: Estágio 1: Y2 Estágio 2: Y4 TC ótimo= [ (1,5. 8) + 5] / [1 (0,4 + 0,5)] = 170 s F1 = 600 veíc/h FS1 = veíc/h F2 = 720 veíc/h FS2 = veíc/h F3 = veíc/h FS3 = veíc/h F4 = 500 veíc/h FS4 = veíc/h tempo de amarelo = 3s para cada estágio tempo de vermelho geral = 1s por estágio
14 B Logística Empresarial e Engenharia de Tráfego Tvd i = (Tc Tp). (Yi / Σ Y) TvdA = (170 8). (0,4 / 0,9) = 72 s TvdB = (170 8). (0,5 / 0,9) = 90 s A F1 = 600 veíc/h FS1 = veíc/h F2 = 720 veíc/h FS2 = veíc/h F3 = veíc/h FS3 = veíc/h F4 = 500 veíc/h FS4 = veíc/h tempo de amarelo = 3s para cada estágio tempo de vermelho geral = 1s por estágio
15 B Logística Empresarial e Engenharia de Tráfego A F1 = 600 veíc/h F2 = 720 veíc/h F3 = veíc/h F4 = 500 veíc/h tempo de amarelo = 3s para cada estágio tempo de vermelho geral = 1s por estágio TvdA = 72 s A TvdB = 90 s B
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