LINGUAGEM C: PONTEIROS
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- Rafaela Estrela Raminhos
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1 LINGUAGEM C: PONTEIROS Prof. André Backes DEFINIÇÃO Variável É um espaço reservado de memória usado para guardar um valor que pode ser modificado pelo programa; Ponteiro É um espaço reservado de memória usado para guardar o endereço de memória de uma outra variável. Um ponteiro é uma variável como qualquer outra do programa sua diferença é que ela não armazena um valor inteiro, real, caractere ou booleano. Ela serve para armazenar endereços de memória (são valores inteiros sem sinal). 1
2 DECLARAÇÃO Como qualquer variável, um ponteiro também possui um tipo É o asterisco (*) que informa ao compilador que aquela variável não vai guardar um valor mas sim um endereço para o tipo especificado. DECLARAÇÃO Exemplos de declaração de variáveis e ponteiros 2
3 DECLARAÇÃO Na linguagem C, quando declaramos um ponteiro nós informamos ao compilador para que tipo de variável vamos apontá-lo. Um ponteiro int* aponta para um inteiro, isto é, int Esse ponteiro guarda o endereço de memória onde se encontra armazenada uma variável do tipo int INICIALIZAÇÃO Ponteiros apontam para uma posição de memória. Cuidado: Ponteiros não inicializados apontam para um lugar indefinido. Exemplo int *p; Memória posição variável conteúdo int *p????
4 INICIALIZAÇÃO Um ponteiro pode ter o valor especial NULL que é o endereço de nenhum lugar. Exemplo int *p = NULL; Nenhum lugar na memória Memória posição variável conteúdo int *p NULL INICIALIZAÇÃO Os ponteiros devem ser inicializados antes de serem usados. Assim, devemos apontar um ponteiro para um lugar conhecido Podemos apontá-lo para uma variável que já exista no programa. Memória posição variável conteúdo int *p int c
5 INICIALIZAÇÃO O ponteiro armazena o endereço da variável para onde ele aponta. Para saber o endereço de memória de uma variável do nosso programa, usamos o operador &. Ao armazenar o endereço, o ponteiro estará apontando para aquela variável Memória posição variável conteúdo int *p int c UTILIZAÇÃO Tendo um ponteiro armazenado um endereço de memória, como saber o valor guardado dentro dessa posição? 5
6 UTILIZAÇÃO Para acessar o valor guardado dentro de uma posição na memória apontada por um ponteiro, basta usar o operador asterisco * na frente do nome do ponteiro UTILIZAÇÃO *p :conteúdo da posição de memória apontado por p; &c: o endereço na memória onde está armazenada a variável c. 6
7 UTILIZAÇÃO De modo geral, um ponteiro só pode receber o endereço de memória de uma variável do mesmo tipo do ponteiro Isso ocorre porque diferentes tipos de variáveis ocupam espaços de memória de tamanhos diferentes Na verdade, nós podemos atribuir a um ponteiro de inteiro (int *) o endereço de uma variável do tipo float. No entanto, o compilador assume que qualquer endereço que esse ponteiro armazene obrigatoriamente apontará para uma variável do tipo int Isso gera problemas na interpretação dos valores UTILIZAÇÃO 7
8 OPERAÇÕES COM PONTEIROS Atribuição p1 aponta para o mesmo lugar que p2; a variável apontada por p1 recebe o mesmo conteúdo da variável apontada por p2; OPERAÇÕES COM PONTEIROS Apenas duas operações aritméticas podem ser utilizadas com no endereço armazenado pelo ponteiro: adição e subtração podemos apenas somar e subtrair valores INTEIROS p++; soma +1 no endereço armazenado no ponteiro. p--; subtrai 1 no endereço armazenado no ponteiro. p = p+15; soma +15 no endereço armazenado no ponteiro. 8
9 OPERAÇÕES COM PONTEIROS As operações de adição e subtração no endereço dependem do tipo de dado que o ponteiro aponta. Considere um ponteiro para inteiro, int *. O tipo int ocupa um espaço de 4 bytes na memória. Assim, nas operações de adição e subtração são adicionados/subtraídos 4 bytes por incremento/decremento, pois esse é o tamanho de um inteiro na memória e, portanto, é também o valor mínimo necessário para sair dessa posição reservada de memória Memória posição variável conteúdo int a int b char c k 129 char d s 130 OPERAÇÕES COM PONTEIROS Operações Ilegais com ponteiros Dividir ou multiplicar ponteiros; Somar o endereço de dois ponteiros; Não se pode adicionar ou subtrair valores dos tipos float ou double de ponteiros. 9
10 OPERAÇÕES COM PONTEIROS Já sobre seu conteúdo apontado, valem todas as operações (*p)++; incrementar o conteúdo da variável apontada pelo ponteiro p; *p = (*p) * 10; multiplica o conteúdo da variável apontada pelo ponteiro p por 10; OPERAÇÕES COM PONTEIROS Operações relacionais == e!= para saber se dois ponteiros são iguais ou diferentes. >, <, >= e <= para saber qual ponteiro aponta para uma posição mais alta na memória. 10
11 PONTEIROS GENÉRICOS Normalmente, um ponteiro aponta para um tipo específico de dado. Um ponteiro genérico é um ponteiro que pode apontar para qualquer tipo de dado. Declaração PONTEIROS GENÉRICOS Exemplos 11
12 PONTEIROS GENÉRICOS Para acessar o conteúdo de um ponteiro genérico é preciso antes convertê-lo para o tipo de ponteiro com o qual se deseja trabalhar Isso é feito vai type cast PONTEIROS E ARRAYS Ponteiros e arrays possuem uma ligação muito forte. Arrays são agrupamentos de dados do mesmo tipo na memória. Quando declaramos um array, informamos ao computador para reservar uma certa quantidade de memória a fim de armazenar os elementos do array de forma sequencial. Como resultado dessa operação, o computador nos devolve um ponteiro que aponta para o começo dessa sequência de bytes na memória. 12
13 PONTEIROS E ARRAYS O nome do array (sem índice) é apenas um ponteiro que aponta para o primeiro elemento do array. Memória posição variável conteúdo int *p int vet[5] PONTEIROS E ARRAYS Os colchetes [ ] substituem o uso conjunto de operações aritméticas e de acesso ao conteúdo (operador * ) no acesso ao conteúdo de uma posição de um array ou ponteiro. O valor entre colchetes é o deslocamento a partir da posição inicial do array. Nesse caso, p[2] equivale a *(p+2). 13
14 PONTEIROS E ARRAYS Nesse exemplo Temos que: *p é equivalente a vet[0]; vet[índice] é equivalente a *(p+índice); vet é equivalente a &vet[0]; &vet[índice] é equivalente a (vet + índice); PONTEIROS E ARRAYS Usando array Usando ponteiro 14
15 PONTEIROS E ARRAYS Arrays Multidimensionais Apesar de terem mais de uma dimensão, na memória os dados são armazenados linearmente. Ex.: int mat[5][5]; 0,0 0,0 1,0 2,0 3,0 4,0 4,4 4,4 PONTEIROS E ARRAYS Pode-se então percorrer as várias dimensões do array como se existisse apenas uma dimensão. As dimensões mais a direita mudam mais rápido Usando array Usando ponteiro 15
16 PONTEIRO PARA STRUCT Existem duas abordagens para acessar o conteúdo de um ponteiro para uma struct Abordagem 1 Devemos acessar o conteúdo do ponteiro para struct para somente depois acessar os seus campos e modificá-los. Abordagem 2 Podemos usar o operador seta -> ponteiro->nome_campo PONTEIRO PARA PONTEIRO A linguagem C permite criar ponteiros com diferentes níveis de apontamento. É possível criar um ponteiro que aponte para outro ponteiro, criando assim vários níveis de apontamento Assim, um ponteiro poderá apontar para outro ponteiro, que, por sua vez, aponta para outro ponteiro, que aponta para um terceiro ponteiro e assim por diante. 16
17 PONTEIRO PARA PONTEIRO Um ponteiro para um ponteiro é como se você anotasse o endereço de um papel que tem o endereço da casa do seu amigo. Podemos declarar um ponteiro para um ponteiro com a seguinte notação tipo_ponteiro **nome_ponteiro; Acesso ao conteúdo **nome_ponteiro é o conteúdo final da variável apontada; *nome_ponteiro é o conteúdo do ponteiro intermediário. PONTEIRO PARA PONTEIRO Memória posição variável conteúdo int **p int *p int x
18 PONTEIRO PARA PONTEIRO É a quantidade de asteriscos (*) na declaração do ponteiro que indica o número de níveis de apontamento que ele possui. PONTEIRO PARA PONTEIRO Conceito de ponteiro para ponteiro : Memória posição variável conteúdo char ***p char **p char *p char letra a
19 MATERIAL COMPLEMENTAR Vídeo Aulas Aula 55: Ponteiros pt.1 Conceito Aula 56: Ponteiros pt.2 Operações Aula 57: Ponteiros pt.3 Ponteiro Genério Aula 58: Ponteiros pt.4 Ponteiros e Arrays Aula 59: Ponteiros pt.5 Ponteiro para Ponteiro 19
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