Cabotagem no Brasil Desafios e Perspectivas
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- Filipe Igrejas Mascarenhas
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1 Cabotagem no Brasil Desafios e Perspectivas III Seminário Portos e Vias Navegáveis Brasília, 15 de dezembro de 2015 Agência Nacional de Transportes Aquaviários ANTAQ Adalberto Tokarski Diretor
2 Agenda Cabotagem no Mundo Atuação da ANTAQ Cabotagem no Brasil Diagnóstico
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4 4 Segmento estratégico fortemente regulado por intermédio de políticas de subsídio e reservas de mercado em todo o mundo. A reserva de mercado na navegação de cabotagem é praticada por diversos países com tradição marítima, com o objetivo de preservar uma frota própria, o controle e regulação sobre o mercado doméstico de navegação. Levantamento do MARAD (US Department of Transportation Maritime Administration) identificou que 56 países protegem a cabotagem nacional. Requisitos para que um país fosse considerado: frota oceânica com no mínimo 50 embarcações com mais de 1000 TPB; litoral aberto para águas internacionais; governo estável sem existência de conflitos armados; interesse comercial ou político dos EUA
5 5 Síntese do Levantamento: PAÍSES ARGUMENTAÇÃO 40 países Cabotagem restrita a navios nacionais. Desenvolver a Marinha Mercante 17 países aplicam subsídios diretos em favor da frota nacional Dar preferência ao trabalhador e indústria nacional 13 países aplicam subsídios indiretos Gerar emprego para os trabalhadores nacionais 43 países aplicam restrições sobre a composição das tripulações Apoiar a segurança nacional 37 países aplicam restrições sobre a propriedade das embarcações Proteger a economia domestica
6 6 Alguns Exemplos: EUA Cabotagem deve ser realizada por embarcações construídas e registradas nos EUA, de propriedade de cidadão americano, cuja tripulação seja formada por 75% de norte-americanos Jones Act. Japão A Cabotagem é reservada aos navios de bandeira Japonesa. É previsto o acesso limitado à cabotagem japonesa de navios de países que estabeleçam relações de comércio, amizade e navegação com o Japão, com base na reciprocidade. União Europeia Os armadores são livres para operar na cabotagem de qualquer Estado Membro, na condição dos navios estarem registrados e navegarem sob a bandeira de um dos Estados Membros, nos termos do Regulamento específico CCE nº 3577/92 do Conselho.
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8 8 Sistema de Afretamento na navegação Marítima e de Apoio SAMA Processo informatizado e desburocratizado. Procedimento transparente e impessoal. Confrontação entre as condições ofertadas e os preços praticados no mercado de referência nacional. Eventual arbitragem da Agência para evitar práticas abusivas e exercício de poder de mercado quanto aos preços de afretamento
9 9 RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 01/2015-ANTAQ PROCEDIMENTOS E CRITÉRIOS PARA O AFRETAMENTO DE EMBARCAÇÃO POR EMPRESA BRASILEIRA DE NAVEGAÇÃO (EBN) NAS NAVEGAÇÕES DE APOIO PORTUÁRIO, APOIO MARÍTIMO, CABOTAGEM E LONGO CURSO Incentivo ao afretamento de embarcações de bandeira brasileira; Fortalecimento da indústria nacional; Redução da remessa de divisas;
10 10 RESOLUÇÃO Nº ANTAQ Aprova proposta de norma que dispõe sobre os direitos e deveres dos usuários e das empresas que operam nas navegações de apoio marítimo, apoio portuário, cabotagem e longo curso, e estabelece infrações administrativas.
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12 12 Documento da ANTAQ: Entraves diagnosticados 1. Renovação e ampliação da frota 4. Burocracia 2. Tripulação dos navios 5. Efetivação do OTM 3. Bunker versus Diesel 6. AFRRM
13 13 Aspectos Importantes: 1. Renovação e ampliação da frota Estaleiros sobrecarregados com encomendas para o présal - apesar da crise, as áreas operacionais permanecem ocupadas com projetos paralisados; Alternativas: Importação de navios, inclusive utilizando o FMM; Alteração da Lei nº 9.432/97 para permitir o afretamento: de embarcações estrangeiras por tempo, exclusivamente para a cabotagem, dependendo de autorização da ANTAQ; a casco nu, com suspensão de bandeira, inscrição no REB, independentemente de autorização da ANTAQ.
14 14 Aspectos Importantes: 2. Tripulação dos navios de cabotagem Desoneração da folha de pagamento; Formação do marítimo suficiente? Afretamento por tempo: haverá duas situações de tripulação: a) navios com tripulação nos moldes da do Art. 4º da Lei nº 9.432/97 - chefe de máquinas e 2/3 da tripulação às embarcações com bandeira brasileira; b) embarcação armada e tripulada pelo fretador.
15 15 Aspectos Importantes: 3. Bunker vs Diesel para caminhões Tratamento isonômico entre a política de preços para o diesel para os caminhões com a do bunker; Ou seja, manutenção de patamares estáveis de preços em reais para a compra do bunker, livrando o setor das flutuações dos seus valores no mercado internacional; Maior previsibilidade de preços do bunker no mercado nacional:
16 16 Aspectos Importantes: 4. Burocracia Eliminação de burocracias no trato de embarcações de cabotagem para garantir o respeito às janelas (em portacontêineres), com maior previsibilidade das frequências destes navios nos portos programados para as escalas; Rodoviário (4 documentos) vs Cabotagem (40 documentos); Desvinculação dos trâmites da cabotagem dos das cargas de longo curso.
17 17 Aspectos Importantes: 5. Efetivação do OTM - Operador de Transporte Multimodal Implementação efetiva do porta a porta; Conhecimento de transporte multimodal que entrega/recebe cargas no local em que o dono da carga deseja; Novo tratamento tributário.
18 18 Aspectos Importantes: 6. AFRRM O incentivo à utilização do AFRMM para a cabotagem passaria pela total isenção deste tributo nas operações com embarcações de bandeira brasileira (com dispensa da Taxa de Utilização do Mercante TUM), inclusive nas operações de baldeação de cargas estrangeiras (em regime de trânsito aduaneiro); Os recursos do AFRMM deverão ser utilizados na renovação da frota de cabotagem, inclusive para a importação de embarcações novas.
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20 Obrigado Adalberto Tokarski Superintendente de Navegação Interior
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