INSTRUÇÃO DE EXAMES CANDIDATO INS-002
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- Carlos Eduardo Pais Lemos
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1 Página 1 de OBJETIVO Fornecer ao candidato as instruções necessárias para execução do exame prático de Acesso por Corda de acordo com o Sistema de Certificação ANEAC. 2. DOCUMENTOS APLICÁVEIS - NAC-005 Qualificação e Certificação de Pessoal em Acesso por Corda - DOC-002 Reconhecimento de Centros de Exames de Qualificação em Acesso por Corda - ABNT NBR Acesso por Corda - Procedimento para aplicação do método - FRM-0105 Exame de Qualificação 3. CONDIÇÕES GERAIS 3.1 Com exceção dos examinadores ou de pessoas autorizadas pelo examinador responsável pelo exame, é proibido o uso de qualquer dispositivo de gravação de imagens, áudio, vídeo, e/ou registros escritos durante a execução do exame por qualquer outra pessoa. 3.2 Somente os examinadores, ou pessoas autorizadas pelo examinador responsável pelo exame, podem permanecer no local do exame. 3.3 Todos que estiverem presentes no local do exame não devem tecer qualquer comentário que tenha cunho de orientação ou ajuda aos candidatos. 3.4 O tempo máximo para execução do exame (teórico e prático) são de 8 horas, já contando o intervalo de 1,5 h para almoço. Os candidatos devem administrar os períodos de descanso entre as manobras para não ultrapassar este tempo. 3.5 O candidato que possui necessidade especial justificada, e que não viole a integridade do exame, tendo em conta a legislação nacional, deve registrar no FRM-007 e informar ao examinador. 4. EXAME TEÓRICO 4.1 As provas são encaminhadas pela ANEAC ao examinador com antecedência adequada, ficando sob responsabilidade do examinador a realização do exame em condições apropriadas e a devolução das provas para a ANEAC. 5. EXAME PRÁTICO 5.1 GERAL Nível Número de questões Tempo de prova min min min O exame poderá ser interrompido pelo examinador a qualquer momento, caso o candidato cometa alguma ação que comprometa a sua segurança e a de terceiros Não é permitido aos examinadores tecer qualquer comentário que tenha cunho de orientação ou ajuda Os candidatos devem manter dois pontos de ancoragem diferentes quando empregando técnicas de acesso por corda, a menos que o candidato esteja:
2 Página 2 de 18 a) Em local seguro (ex: plataforma provida de guarda corpo); b) Utilizando um trabalho ou sistema restritivo de movimento; c) Utilizando outro tipo de proteção contra queda (individual ou coletivo). Exemplos de pontos de conexão Os candidatos podem ser orientados pelo examinador a realizarem exercícios que incluam a combinação de mais de uma manobra de avaliação Os candidatos devem demonstrar domínio no uso e na verificação do seu equipamento pessoal de acesso Os candidatos podem ser solicitados a montar um sistema de cordas e executar manobras por meio do sistema que montou Os candidatos a nível 2 ou 3 podem utilizar duas polias simples, mosquetões, fitas e equipamentos extras além do kit básico, a critério do examinador Os candidatos devem se identificar colocando seus nomes no capacete de forma legível (letra de forma) e de fácil visualização. Será disponibilizada fita crepe com uma caneta apropriada para colocação do nome. 5.2 PONTUAÇÃO Cada manobra será classificada como aprovado (A), observação (O) ou reprovado (R).
3 Página 3 de Os desvios cometidos pelo candidato em cada manobra, durante a realização do exame, são classificados como observação (O) ou reprovação (R) O candidato que obtiver 4 ou mais observações, ou 1 reprovação, será considerado reprovado no exame prático Os critérios para caracterização de observação e reprovação estão descritos na tabela 1 e 1A, e são os mesmos descritos na LV-003 (Nível 1) e LV-004 (Níveis 2 e 3) O tempo máximo para a realização das manobras, durante o exame está definido nas Tabelas 2 e EXECUÇÃO DO EXAME PRÁTICO EQUIPAMENTO E ANCORAGEM (Nível 1, 2 e 3) 6.1 Checagem do Equipamento Nível 1, 2 e Nível 1 Os candidatos devem demonstrar: funcionamento, inspeção visual e táctil e checagem prévia do equipamento pessoal Níveis 2 e 3 Os candidatos devem demonstrar: funcionamento, inspeção visual e táctil e checagem prévia do equipamento operacional, incluindo equipamento pessoal, as cordas e o material de montagem das mesmas. Aos candidatos a N3 poderá ser solicitado a realização de inspeção de um equipamento fornecido pelo examinador. 6.2 Encordoamento - Nível 1, 2 e Realizar o encordoamento no anel em D ventral (abdominal) Os encordoamentos deverão ser individuais, com comprimento da extensão do braço, em corda dinâmica, com diâmetro entre 10,5 e 13,0mm. Para obter a esta extensão poderá ser utilizado um nó borboleta ao longo do mesmo.
4 Página 4 de Os nós aceitos para terminação são: Oito com alça, nove com alça. O pescador duplo poderá ser utilizado na terminação para o lado da ancoragem Trava-quedas e Talabartes - Nível 1, 2 e Os candidatos devem durante toda a avaliação demonstrar o uso do travaquedas, conforme as instruções dos fabricantes e suas aplicações conforme NBR Os candidatos devem demonstrar conhecimento sobre diversos modelos de travaquedas Os talabartes para retenção contra quedas deverão ser utilizados no anel em D antiqueda Nas manobras que se utilizam os talabartes em Y (duplo) ou em I (simples), como retenção contra quedas, é obrigatório o uso do encordoamento como apoio para garantir um ponto quando realizar a parada Para os candidatos a Nível 1, os travaquedas que possuem função de acionamento para bloqueio/travamento devem estar sempre com esta função acionada Para os candidatos a Nível 1, durante as manobras de descensão o travaquedas não poderá ser deslocado simultaneamente para baixo em conjunto com o descensor. 6.4 Nós, Emendas e Acondicionamento das Cordas - Nível 1, 2 e Os candidatos devem demonstrar formas de enrolar e de ensacar as cordas.
5 Página 5 de Os candidatos devem demonstrar nós apropriados para encordoamento, para união de cordas e ancoragens, realizando ajustes e montagens dos nós conforme ABNT NBR O nó de arremate, quando utilizado, deve ser justo ao nó de ancoragem impossibilitando a criação de um ponto de risco de ancoragem Os nós para fins de ancoragem e segurança deverão ter um chicote de no mínimo 10 cm. 6.5 Descensor - Nível 1, 2 e Tipos de Conexão aceitas: a) Conectado no Anel ventral (abdominal) em D central; b) Conectado a uma malha rápida adicional em conjunto com um ascensor ventral, desde que o ascensor ventral não esteja montado para uso (conexão superior). 6.6 Ascensor Ventral - Nível 1, 2 e Tipos de conexão: a) Na malha rápida do cinto; b) Em malha rápida quadrada; c) Em malha rápida extra, cinto com mosquetão; d) A conexão superior poderá ser realizada de várias formas, desde que não desconfigure o cinto.
6 Página 6 de 18 Como boa prática deve-se posicionar a rosca da malha rápida para o lado esquerdo, com o objetivo de evitar que seja desenroscada com o movimento da corda sobre a mesma. Conexões permitidas Conexão NÂO permitida 6.7 Ascensor de Mão - Nível 1, 2 e O ascensor deve, quando em uso para o acesso através das cordas, estar sempre conectado a um encordoamento. 6.8 Sistema Básico de Ancoragem - Nível 1, 2 e Os candidatos devem demonstrar a montagem de um sistema de ancoragem básica A ancoragem deve ser realizada com os nós oito com dupla alça (coelho), oito duplo com alça, nove duplo ou borboleta.
7 Página 7 de As ancoragens básicas da corda de trabalho e da corda de segurança devem estar ancoradas separadamente. Entretanto, como boa prática, as duas ancoragens podem ser ligadas uma a outra para segurança adicional Nível 1 Os candidatos devem realizar as ancoragens ao nível do chão Níveis 2 e 3 Os candidatos deverão realizar em local determinado pelo examinador (preferencialmente a partir de 2m de altura). 6.9 Ancoragens pequenas em Y- Nível 1, 2 e Os candidatos devem demonstrar a montagem de uma ancoragem pequena em Y equalizada, devendo esta ser ancorada próxima e em pontos de ancoragem independentes utilizando nós apropriados Nível 1 Os candidatos devem realizar as ancoragens ao nível do chão sendo observado o ângulo seguro de ancoragem Níveis 2 e 3 Os candidatos deverão realizar em local determinado pelo examinador (preferencialmente a partir de 2m de altura). Todos os candidatos devem realizar as ancoragens sendo observado o ângulo seguro de ancoragem 6.10 Ancoragens longas em Y - Níveis 2 e Os candidatos devem demonstrar a montagem de uma ancoragem longa em Y equalizada, devendo esta ser ancorada entre dois pontos de ancoragem distantes e independentes, utilizando nós apropriado Os candidatos devem realizar as ancoragens, observando o ângulo seguro de ancoragem. 7. EXECUÇÃO DO EXAME PRÁTICO MONTAGENS (Nível 2 e 3) Os candidatos podem ser solicitados a montar um sistema de cordas e executar manobras por meio do sistema que montou. 7.1 Fracionamento Os candidatos devem demonstrar a correta montagem de um fracionamento em altura que pode estar separada a qualquer distância. 7.2 Desvios Os candidatos devem demonstrar a correta montagem de um desvio a qualquer ângulo, observando o ângulo seguro de ancoragem. 7.3 Proteção de cordas e ancoragem têxtil Os candidatos devem demonstrar como colocar proteção para o equipamento têxtil no(s) ponto(s) onde exista a possibilidade contato com qualquer extremidade afiada ou abrasiva. 7.4 Recuperação de corda (Salva Corda)
8 Página 8 de Os candidatos devem demonstrar como montar uma recuperação de corda para acesso e regresso. Podem levar um sistema pré-montado que tenha sido montado por eles mesmos. 7.5 Trabalho e instalação de cordas para movimentação horizontal e/ou vertical Os candidatos devem demonstrar instalação de cordas para movimentação horizontal e/ou vertical Os candidatos devem demonstrar habilidade na movimentação sobre as cordas e conhecimento dos equipamentos de proteção contra queda, incluindo onde e quando é apropriado o uso desta técnica em acesso por corda. 7.6 Trabalho com restrição de queda Os candidatos devem demonstrar habilidade na movimentação no trabalho com restrição de queda Os candidatos devem assegurar que a técnica de restrição lhes impede realmente de entrar em uma zona de perigo de queda e demonstrar conhecimento de equipamento de restrição, incluindo onde e quando é apropriado o uso desta técnica em acesso por corda. 7.7 Tirolesas Os candidatos devem demonstrar a montagem de tirolesas em qualquer ângulo de posicionamento Ao candidato N3, poderá ser solicitado a realização de resgate pela tirolesa. 8. EXECUÇÃO DO EXAME PRÁTICO MANOBRAS (Nível 1, 2 e 3) Todas as manobras devem ser completadas em um percurso previamente montado. 8.1 Ascensão - Nível 1, 2 e Os candidatos devem demonstrar conhecimento ao se conectar a uma via de progressão instalando os ascensores e o travaquedas testando e conferindo a montagem correta destes, subindo e mantendo as cordas separadas. 8.2 Troca de movimentos (ascensão e descensão) - Nível 1, 2 e Os candidatos devem realizar a troca de movimentos de ascensão a descensão e vice-versa. 8.3 Descensão - Nível 1, 2 e Os candidatos devem demonstrar conhecimento ao se conectar a uma via de progressão instalando o descensor e o travaquedas testando e conferindo a montagem correta destes, demonstrando o controle durante a descida, parando e realizando a chave de bloqueio. 8.4 Descida usando ascensores (autoresgate) - Nível 1, 2 e 3
9 Página 9 de Os candidatos demonstrarão descensão através dos ascensores sem desconectar o aparelho de ascensão da corda. 8.5 Ascensão usando descensores (autoresgate) - Nível 1, 2 e Os candidatos devem demonstrar a ascensão usando um descensor. 8.6 Passagem de nós - Nível 1, 2 e Os candidatos devem demonstrar a passagem através de um nó em cada corda, que geram obstrução na passagem (por exemplo, cordas danificadas ou união de cordas) em ascensão e descensão Os nós instalados nesta manobra caracterizam que foi isolado um ponto de abrasão ou ruptura, não podem ser utilizados como ponto de ancoragem Toda condição de queda entre fator maior que 1 até 2, inclusive, deve ser utilizado ponto de conexão dorsal ou peitoral. Nas condições de fator de queda menor ou igual a 1 pode ser utilizada no ponto de conexão ventral levando em consideração a especificação do fabricante do cinto. 8.7 Desvios - Nível 1, 2 e Os candidatos devem demonstrar ser capazes de passar um desvio tanto na ascensão quanto na descensão Recomenda-se, por boa prática, conectar o mosquetão do encordoamento ou talabarte, ao ponto de ancoragem do desvio para evitar o pêndulo Toda condição de queda entre fator maior que 1 até 2, inclusive, deve ser utilizado ponto de conexão dorsal ou peitoral. Nas condições de fator de queda menor ou igual a 1 pode ser utilizada no ponto de conexão ventral levando em consideração a especificação do fabricante do cinto. 8.8 Fracionamentos - Nível 1, 2 e Os candidatos deverão demonstrar, em ascensão e descensão, serem capazes de passar por fracionamentos curtos (e/ou longos para Níveis 2 e 3) Toda condição de queda entre fator maior que 1 até 2, inclusive, deve ser utilizado ponto de conexão dorsal ou peitoral. Nas condições de fator de queda menor ou igual a 1 pode ser utilizada no ponto de conexão ventral levando em consideração a especificação do fabricante do cinto Considera-se fracionamento curto, quando a distância horizontal entre os pontos de ancoragens superiores e fracionado não seja maior que 2,5m.
10 Página 10 de Ascensão Colocar descensor ou talabarte com encordoamento, para remover os ascensores Fracionamento curto pode utilizar as mãos para evitar o pêndulo Fracionamento longo deve ser utilizado o descensor mais um travaquedas ou a técnica de nós para evitar um pendulo brusco Descensão Utilizar as mãos para chegar ao ponto, ou o ascensor ventral ou ascensor de mão para fracionamento curto. Se fracionamento longo, utilizar ascensores ventral e de mão, mais um trava quedas ou a técnica de nós para evitar um pêndulo brusco. 8.9 Transferências de corda - Nível 1, 2 e Os candidatos devem demonstrar capacidade de se transferir de um par de cordas para outro par de cordas que podem estar a qualquer distância. Durante a transferência os candidatos deverão estar sempre conectados em quatro pontos distintos Obstruções de borda - Nível 1, 2 e Os candidatos devem demonstrar serem capazes de transpor uma obstrução de borda, e a necessidade de proteger o equipamento têxtil utilizado, na ascensão e descensão Passagem por proteção de corda - Nível 1, 2 e Os candidatos devem demonstrar a instalação, passagem e substituição de proteção no meio da corda Assento conforto - Nível 1, 2 e Os candidatos devem demonstrar o uso correto do assento conforto Progressão com Talabartes - Nível 1, 2 e Os talabartes devem ser conectados na estrutura, evitando sempre um fator de queda maior que 1.
11 Página 11 de Progressão artificial horizontal - Nível 1, 2 e O candidato deve demonstrar a progressão artificial, utilizando o encordoamento, sempre se mantendo conectado em dois pontos independentes Ponto a ponto: O candidato atravessa uma séria de pontos de ancoragem Por deslizamento: O candidato desliza as eslingas de ancoragem para avançar É possível que os candidatos tenham que demonstrar a progressão artificial, deslizando e/ou passando de ponto a ponto na horizontal ou sobre uma encosta Os candidatos a nível 2 e 3, também poderão ter de demonstrar a técnica de progressão artificial na vertical e/ou diagonal Toda condição de queda entre fator maior que 1 até 2, deve ser utilizado ponto de conexão dorsal ou peitoral. Nas condições de fator de queda menor ou igual a 1 pode ser utilizada no ponto de conexão ventral levando em consideração a especificação do fabricante do cinto. 9. EXECUÇÃO DO EXAME PRÁTICO RESGATE / IÇAMENTO (Nível 1, 2 e 3) 9.1 Geral Os candidatos devem sempre utilizar o mosquetão de conforto para a vítima quando a ligação for realizada no anel ventral Os candidatos devem sempre fazer o uso do descensor com o mosquetão de redução durante o resgate da vítima A ligação curta não deverá ser instalada na conexão peitoral do resgatista ou vítima quando este estiver posicionado acima Durante as manobras de resgate, o resgatista e a vítima devem estar conectados em dois pontos distintos.
12 Página 12 de Os candidatos a nível 2 e 3 devem demonstrar capacidade de trabalho em equipe, coordenação e habilidade de comunicação num resgate. 9.2 Resgate Descendo Nível 1, 2 e Os candidatos devem demonstrar o resgate de modo descendente de uma vítima inconsciente e imóvel, usando os seguintes métodos: a) Com cordas independentes; b) Com as cordas da vítima Os candidatos só precisam demonstrar um resgate no exame e este deve ficar a critério do Examinador Os candidatos devem realizar o resgate evitando causar desconforto à vítima, devendo tomar cuidado para que o travaquedas seja mantido em posição de menor fator de queda possível Os candidatos devem evitar que as cordas se enrosquem, minimizando a possibilidade de abrasão das cordas através do atrito entre as cordas. 9.3 Resgate da Vítima no Descensor Nível 2 e Os candidatos demonstrarão o resgate de modo descendente de uma vítima inconsciente e imóvel, usando cordas independentes ou as cordas da vítima Os candidatos só precisam demonstrar um resgate no exame e este fica a critério do Examinador. 9.4 Resgate da vítima nos Ascensores Nível 2 e Os candidatos devem demonstrar um resgate de uma vítima inconsciente imóvel no meio da corda, suspensa pelos ascensores. O candidato deve acessar a vítima por cima ou por baixo colocando-a no chão, utilizando a técnica de contra peso ou redução mecânica, para remover os ascensores. Usando cordas independentes ou as cordas da vítima A técnica de remoção da vítima, a ser demonstrada pelos candidatos, fica a critério do Examinador. 9.5 Resgate em Progressão Artificial Nível 2 e Os candidatos devem demonstrar o resgate de uma vítima que se encontra suspensa durante a manobra de progressão artificial, progredindo até a mesma e utilizar um jogo de cordas extra para o resgate O examinador indicará qual a manobra os candidatos deverão demonstrar com as cordas extras Para os candidatos à nível 3 pode ser exigido a progressão com a vitima 9.6 Resgate por fracionamento pequeno Nível 2 e Os candidatos devem demonstrar descensão com uma vítima por fracionamento pequeno.
13 Página 13 de Para os candidatos a nível 3 pode ser exigido ascender e descender com a vítima pelo fracionamento. 9.7 Desvio Nível 2 e Os candidatos devem demonstrar descensão com uma vítima por desvios Aos candidatos poderá ser exigido passar pelo desvio sem realizar a abertura do conector, ficando a critério do Examinador Para os candidatos à nível 3 pode ser exigido ascender e descender com a vítima pelo desvio. 9.8 Transferência entre Cordas Nível 2 e Os candidatos devem demonstrar o resgate de uma vítima pela transferência de cordas, tendo o domínio de deslocar-se com a vítima para ambos os lados O acesso à vítima pode ser realizado por qualquer uma das cordas O examinador poderá indicar para que lado o candidato deverá levar a vítima. 9.9 Içamento Básico Nível 2 e Os candidatos devem demonstrar o içamento básico e a descida da vítima, de uma plataforma ou de um ponto de apoio Içamento com Corda Extra (em suspensão) Nível 2 e Os candidatos devem demonstrar um resgate de içamento utilizando corda extra. A vítima deve estar posicionada abaixo do candidato Içar e Transferir a Vítima Nível 2 e Os candidatos devem demonstrar o içamento e a transferência de uma vítima entre dois pontos Movimentação de Maca Nível 2 e Pode ser solicitado aos candidatos a realização da montagem da maca com a vítima (pessoa ou manequim) Os candidatos deverão demonstrar a movimentação da maca na vertical e horizontal Para o candidato á nível 3 poderá ser solicitado a movimentação de maca na tirolesa
14 Página 14 de EXECUÇÃO DO EXAME PRÁTICO RESGATE AVANÇADO (aplicável somente para Nível 3) 10.1 Resgate em Equipe Os candidatos devem demonstrar uma boa compreensão dos procedimentos e conceitos de resgate, incluindo o trauma da suspensão. Os candidatos terão que gerenciar cenários de resgate em equipe. Elaborando o plano de trabalho, a análise de risco e executando a tarefa Resgate com Corda Tensionada (Tirolesa) Os candidatos devem demonstrar o uso de cordas tensionadas com a finalidade de resgate. Os candidatos também podem ser solicitados a realizarem o resgate de uma vítima que está na corda tensionada Resgate em ligação curta Os candidatos devem demonstrar o resgate de uma vítima 'inconsciente (ex. simulando imobilidade), a partir de uma progressão artificial, onde a vítima está diretamente conectada por uma conexão curta e onde não existe uma ancoragem mais alta Resgate na Passagem de nós Os candidatos devem demonstrar a descida com uma vítima passando com um grupo de nós.
15 Página 15 de Resgate através da corda tensionada da Vítima Os Candidatos devem demonstrar o resgate de uma vítima, inconsciente que está suspensa pela corda de trabalho e pela de segurança. Deverá realizar o resgate através da corda tensionada sem a utilização de uma corda extra Resgate através do Fracionamento Longo (Loop) Os candidatos devem demonstrar o resgate de uma vítima inconsciente que está suspensa a partir da base de um loop, sem equipamento extra. Tabela 1 Caracterização das Observações Observações a) não instalar corretamente proteção de corda; b) não realizar a chave de bloqueio quando não estiver controlando o descensor; c) acionar a alavanca do descensor sem o controle da corda; d) posicionar conectores inadequadamente; e) deixar cair o equipamento; f) não travar o mosquetão; g) não utilizar a jugular do capacete; h) deixar folga excessiva de corda entre o ponto de ancoragem e o travaquedas. i) deixar cordas entrelaçadas; j) deixar corda frouxa entre o ascensor de peito e o ponto de ancoragem; k) pequeno pêndulo sem controle; l) exceder o tempo da tarefa em até 50%; m) inversão de conexão curta (do resgatista ou vítima); n) falta de conector de atrito (reenvio) durante resgate/içamento; o) não utilizar conector para conforto da vítima, quando necessário; p) utilização incorreta de equipamento (que não ofereça risco); q) prolongar inadequadamente o travaquedas; r) posicionar a vítima de forma inadequada ocasionando desconforto ou danos físicos; s) não ajustar o cinto corretamente; t) outro (especificar): Tabela 1A Caracterização das Reprovações Reprovações N1 1. conectado em menos de dois pontos; 2. incapaz de terminar a tarefa; 3. mosquetão e ou malha rápida do cinto não travados; 4. sem capacete; 5. uso inadequado do equipamento; 6. descida descontrolada durante o resgate; 7. realização de movimento brusco (exemplo: pêndulo ou acionar a alavanca do descensor sem o controle da corda. ) que possa causar Reprovações N2 e N3 1. conectado em apenas um ponto; 2. não instalar proteção de corda em cantos vivos 3. incapaz de terminar a tarefa; 4. mosquetões e malhas rápidas do cinto não travados (união do cinto e ou conexão do ascensor ventral); 5. talabarte ou encordoamento conectado inadequadamente; 6. sem capacete;
16 Página 16 de 18 danos físicos ou materiais; 8. falha na instalação ou retirada inapropriada do travaquedas; 9. exceder o tempo da tarefa em mais do que 50%; 10. vítima em menos de dois pontos de contato; 11. potencial impacto dinâmico nos ascensores; 12. fricção/atrito de cordas em canto vivo não protegido; 13. movimentar a vítima ocasionando danos físicos; 14. conectado em menos de quatro pontos durante manobra de transferência, fracionamento longo (Loop) e suas variações; 15. outro (especificar): 7. uso inadequado do equipamento; 8. descida descontrolada durante o resgate; 9. realização de movimento brusco (exemplo: pêndulo ou acionar a alavanca do descensor sem o controle da corda. ) que possa causar danos físicos ou materiais; 10. falha na instalação ou retirada inapropriada do travaquedas; 11. exceder o tempo da tarefa em mais do que 50%; 12. vítima em menos de dois pontos de contato; 13. potencial impacto dinâmico nos ascensores; 14. movimentar a vítima ocasionando danos físicos; 15. conectado em menos de quatro pontos durante manobra de transferência e suas variações; 16. exercer tensão diretamente na vítima na movimentação de maca. 17. outro (especificar): Tabela 2 Tempo para realização do exame Nível 1 ITEM Tempo Máximo (min) Equipamento e ancoragens N1 Montagem do EPI 15 Verificação do equipamento 5 Nós e enrolar e guardar a corda 30 Sistema de ancoragem básico 10 Ancoragem Pequena em Y 10 Manobras mín. 4m de altura N1 Descensão com chave de bloqueio 10 Ascensão 10 Mudanças de sentido 4 Descensão usando ascensores (2,0m) 10 Ascensão usando descensores (2,0m) 10 Passagem de nós (subir e descer) 30 Desvio (subir e descer) 25 Fracionamento (subir e descer) 25 Transferência de cordas (subir e descer) 25 Passagem de bordas (subir e descer) 25 Passagem de protetor de cordas no meio (subir e descer) 25 Progressões mín.5 m N1 Progressão artificial 40 Progressão com Talabartes (demonstrar posição de trabalho) 15 Resgate N1 Descendo 15
17 Página 17 de 18 Tabela 3 Tempo máximo para realização das manobras durante o exame Níveis 2 e 3 Tempo ITEM Máximo (minutos) Equipamento, ancoragens e montagens N2 e N3 Montagem do EPI 10 Verificação do equipamento 5 Nós e enrolar e guardar a corda 30 Sistema de ancoragem básico 10 Ancoragem Pequena em Y 10 Ancoragem Longa em Y 15 Fracionamento 20 Desvio 15 Recuperação de corda 20 Trabalho com restrição de queda 20 Montagem de linhas para movimentação horizontal e vertical 20 Tirolesa 20 TOTAL 195 Manobras mín. 4m de altura N2 e N3 Descensão com chave de bloqueio 10 Ascensão 10 Mudanças de sentido 5 Descensão usando ascensores (2,0m) 10 Ascensão usando descensores (2,0m) 10 Passagem de nós (fazendo um nó largo isolado para cima e para baixo) 20 Desvio (subir e descer) 20 Fracionamento (subir e descer) 20 Transferência de cordas (subir e descer) 20 Passagem de bordas (subir e descer) 20 Passagem de protetor de cordas no meio (subir e descer) 15 TOTAL 160 Progressões mín.5 m N2 e N3 Progressão artificial 30 Progressão com Talabartes (demonstrar posição de trabalho) 20 TOTAL 50 Resgate N2 e N3 Descendo 10 Subindo 20 Progressão artificial 30 Fracionamento pequeno 20 Desvio 20 Transferência entre cordas 25 Montagem da Maca 15 Içamento básico 25 Içamento suspenso com corda extra 25 Içar e transferir a vítima 30 TOTAL 220
18 Página 18 de 18 Resgate Avançado (somente para nível 3) N3 Resgate em Equipe 60 Resgate através de Corda Tensionada (Tirolesa) 25 Resgate em Ligação Curta 25 Resgate por Passagem de Nós 25 Resgate através da Corda Tensionada da Vítima 30 Resgate pelo Fracionamento Longo (Loop) 25 TOTAL 190 OBS: movimentação da maca durantes as manobras de içamento/resgate Equipe
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