Curso Intermediário de Escalada em Rocha
|
|
|
- Ágatha Alencar Gesser
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Curso Intermediário de Escalada em Rocha Objetivo: Disseminar conceitos gerais como ética da montanha, conduta de mínimo impacto, prevenção de acidentes. Ênfase em gerenciamento de risco. Capacitar o aluno nas técnicas de escalada, incluindo planejamento, técnica para guiar, técnica desportiva e auto-resgate. Dar subsídios para que ele desenvolva suas habilidades na prática. Ao final do curso o aluno estará apto a participar de escalada em montanha e guiar vias de pouca complexidade. Conteúdo: ü História do montanhismo ü Riscos inerentes aos esportes da na natureza ü Conduta consciente em ambientes naturais / mínimo impacto ü Ética da montanha ü Cadeia dinâmica de segurança (fator de queda, avaliação do risco) ü Planejamento / Logística ü Orientação na montanha (leitura do croqui, orientação natural) ü Perigos da montanha ü Prevenção de acidentes ü Plano de ação em emergência ü Diferentes tipos de corda ü Estrutura das cordas ü Especificações e certificações ü Estrutura do nó ü Principais nós utilizados na escalada Equipamentos: ü Equipamentos de segurança (cinto, capacete, mosquetões...) ü Certificações, especificações, inspeção e descarte ü Outros equipamentos e utilidades (anorak, cantil, lanterna...) ü Características da rocha (aderências, agarras, fissuras, diedros...) ü Diferentes técnicas desportivas ü Utilização do ATC na segurança do guia e rapel ü Segurança com nó dinâmico UIAA ü Progressão em livre ü Gerenciamento do risco na guiada ü Técnica de guia ü Progressão em artificial A0/A1 ü Progressão em via ferrata 1
2 ü Diferentes formas de assegurar participantes (ATC guide, nó dinâmico, nó de coração) ü Conexão na parada de segurança ü Parada de segurança e ancoragens ü Montagem e checagem do sistema de rapel ü Rapel com segurança de baixo e auto-segurança ü Rapel com nó dinâmico UIAA Duração: Oito aulas (aproximadamente 30hrs) Incluído: ü Todo equipamento de segurança exceto sapatilha e magnésio ü Manual de escalada (digital.pdf) ü 1 cordelete para prática de nós e auto-segurança ü Certificado de participação Observação: É necessário que o aluno tenha um mínimo condicionamento físico e não possua problemas de saúde que impossibilitem a prática desportiva ou a escalada em rocha. É necessário apresentar um atestado médico de boas condições de saúde para prática de atividades físicas. Para se inscrever no curso intermediário, o aluno deve ter o certificado de curso básico homologado pela AGUIPERJ ou FEMERJ ou fazer a Avaliação em Escalada. Cronograma: Os locais e conteúdos das aulas, citados abaixo, estão sujeitos a modificações de acordo com o desenvolvimento do aluno durante o curso e os critérios do instrutor. Os dias e horários das aulas serão agendados de acordo com a disponibilidade do aluno e do instrutor. Plano de Curso 1 a Aula: Avaliação e revisão de fundamentos básicos (Método Global) Local: Babilônia ü Conduta consciente em ambientes naturais ü Riscos inerentes aos esportes da natureza Equipamentos de segurança ü Apresentação ü Utilização correta ü Outros equipamentos e utilidades (corta-vento, cantil, lanterna) ü Especificações e certificações ü Encordoamento oito pela ponta 2
3 ü Solteira boca de lobo ü Simulação de queda ü Rapel com auto-segurança e segurança de baixo 2 a Aula: Fixação dos conhecimentos adquiridos Local: Cantagalo ü Riscos inerentes aos esportes da natureza (revisão) ü Conduta consciente em ambientes naturais / mínimo impacto (revisão) ü Ética ü Revisão de nós (oito pela ponta e boca de lobo) ü Bloqueio de sistema de freio (Nó de mula) ü Escalada com corda de cima ü Conexão na parada de segurança ü Parada de segurança e ancoragens ü Montagem e checagem do sistema de rapel ü Rapel com segurança de baixo e auto-segurança 3 a Aula: Técnicas de corda (UIAA e auto-resgate) Local: campo escola ü Diferentes tipos de corda ü Estrutura das cordas ü Especificações e certificações ü Estrutura do nó ü Principais nós utilizados na escalada (oito pela ponta, oito pelo seio, boca de lobo, pescador duplo, frade, auto blocante, aselha, dinâmico, volta do fiel, nó de fita) Equipamentos: ü Equipamentos de segurança (cinto, capacete, mosquetões, fitas...) ü Certificações e especificações ü Inspeção e descarte 3
4 ü Características da rocha (aderências, agarras, diferentes fissuras e fendas, diedros) ü Diferentes técnicas desportivas ü Parada de segurança e ancoragens utilizando a corda e diferentes nós ü Rapel com auto-segurança ü Rapel com nó dinâmico UIAA ü Rapel em negativo ü Transição de rapel para ascensão em corda 4 a Aula: Técnica de guiada / técnica de aderência Local: Morro Dona Marta ü Orientação na montanha (leitura do croqui, orientação natural) ü Cadeia dinâmica de segurança (fator de queda, gerenciamento do risco) ü Revisão de nós ü Utilização do nó dinâmico na segurança ü Técnica de aderência ü Técnica de guiada ü Posicionamento das proteções ü Montagem da parada de segurança (formas de equalização e redundância) utilizando a corda e diferentes nós 5 a Aula: Técnica de artificial A0 e via ferrata Local: Pão de Açúcar ü Planejamento / Logística ü Fator de queda 4
5 Equipamentos: ü Via ferrata (absorvedor de energia) ü Artificial (estribo, Fi-Fi, Dayse Chain) ü Progressão em artificial A0 ü Progressão em via ferrata (sem ABS) ü Técnica de guiada ü Posicionamento das proteções ü Montagem da parada de segurança 6 a Aula: Técnica de chaminé/ Gerenciamento de risco Local: Pão de Açúcar ü História do montanhismo ü Planejamento / Logística ü Orientação na montanha (leitura do croqui, orientação natural) ü Perigos da montanha ü Prevenção de acidentes ü Plano de ação em emergência ü Nó de coração ü Revisão de nós e guiada ü Técnica de chaminé ü Montagem da parada de segurança ü Rapel confinado 7 a Aula: Técnica de guiada/ Avaliação prática Local: a definir ü Revisão de nós (oito pela ponta, oito pelo seio, boca de lobo, pescador duplo, frade, auto blocante, aselha, dinâmico, nó de mula, volta do fiel, nó de fita) 5
6 e guiada ü Conexão e montagem da parada de segurança ü Rapel com auto-segurança 8 a Aula: Certificação Local: a definir ü Revisão de nós ü Escalada com corda de cima e guiada ü Segurança da parada ü Rapel com auto-segurança 6
Curso Básico de Escalada em Rocha
Curso Básico de Escalada em Rocha Objetivo: introduzir conceitos gerais como ética na montanha, conduta de mínimo impacto, gerenciamento de risco e prevenção de acidentes. Capacitar o aluno nas técnicas
Oficina de mínimo impacto atividades de rapel Mona Pão de Açúcar e Morro da Urca
Oficina de mínimo impacto atividades de rapel Mona Pão de Açúcar e Morro da Urca Raphael Raine Instrutor de escalada profissional Certificado AGUIPERJ Registro 028-09 I Nas horas vagas... Mestre em Ciências
PLANO DE AULA NR 35 TRABALHO EM ALTURA
NR 35 TRABALHO EM ALTURA OBJETIVO: O treinamento da NR 35 TRABALHO EM ALTURA tem o objetivo de capacitar profi ssionais a exercerem sua função através dos conceitos e das práticas de segurança envolvendo
ESCALADA E RAPEL. Esporte de aventura ou radical?
ESCALADA E RAPEL Esporte de aventura ou radical? ESCALADA Prof: Vitor Naves Formando no curso de Educação Física A escalada : radical ou aventura? No caso dos movimentos mais dinâmicos e com a perca dos
PLANO DE AULA NR 35 MULTIPLICADOR
NR 35 MULTIPLICADOR OBJETIVO E APLICAÇÃO: O treinamento da NR 35 MULTIPLICADOR tem o objetivo de capacitar profi ssionais para multiplicar a NR 35 através das práticas realizadas. Os conceitos e informações
Trabalho elaborado por: -Marina Gomes 10ºD nº10
Trabalho elaborado por: -Marina Gomes 10ºD nº10 O que é? Rapel é uma actividade vertical praticada com uso de cordas e equipamentos adequados para a descida de paredões e vãos livres bem como outras edificações;
COMPETÊNCIAS MÍNIMAS PARA PROFISSIONAIS DE MONTANHISMO E ESCALADA: GUIA DE ESCALADA ESPORTIVA
MONTANHISMO E ESCALADA: GUIA DE ESCALADA ESPORTIVA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE MONTANHISMO E ESCALADA - CBME Documento: Tipo: Autor: Segurança e Técnica em Montanhismo e Escalada CBME Data criação: 03 de
NR35 Plano de Aula - 24 Aulas (Aulas de 1 Hora).
6317 - NR35 Plano de Aula - 24 Aulas (Aulas de 1 Hora). Aula 1 Capítulo 1 e 2 - Introdução e Noções Básicas de Segurança do Trabalho 1.1. Riscos do Trabalho em Altura... 24 1.2. Segurança no Trabalho em
CBME: DT-2016/01 Sistema Brasileiro de Graduação de Vias de Escalada.
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE MONTANHISMO E ESCALADA - CBME Documento: Tipo: Autor: Definições e Terminologia para Regulamentação, Segurança e Técnica em Montanhismo e Escalada CBME Data criação: 03 de dezembro
COMPETÊNCIAS MÍNIMAS PARA PROFISSIONAIS DE MONTANHISMO E ESCALADA: GUIA DE MONTANHA
MONTANHISMO E ESCALADA: GUIA DE MONTANHA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE MONTANHISMO E ESCALADA - CBME Documento: Tipo: Autor: Segurança e Técnica em Montanhismo e Escalada CBME Data criação: 03 de dezembro
PATRULHA DA MONTANHA RADICAL TEAM EQUIPAMENTOS.
PATRULHA DA MONTANHA RADICAL TEAM EQUIPAMENTOS www.patrulhadamontanha.webnode.com [email protected] Rio de Janeiro Julho/2009 Ferragens e acessórios para atividades verticais FREIO 8 - tradicional
COMPETÊNCIAS MÍNIMAS PARA PROFISSIONAIS DE MONTANHISMO E ESCALADA: GUIA DE ESCALADA
MONTANHISMO E ESCALADA: GUIA DE ESCALADA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE MONTANHISMO E ESCALADA - CBME Documento: Tipo: Autor: Segurança e Técnica em Montanhismo e Escalada CBME Data criação: 03 de dezembro
DOCUMENTOS PARA ALPINISMO INDUSTRIAL E SUAS FUNÇÕES CONFORME NORMAS E REGULAMENTAÇÕES BRASILEIRAS.
DOCUMENTOS PARA ALPINISMO INDUSTRIAL E SUAS FUNÇÕES CONFORME NORMAS E REGULAMENTAÇÕES BRASILEIRAS. 1 OBJETIVO Estabelecer condições gerais e procedimentos para execução de trabalhos em altura, utilizando
OFICINA DE MÍNIMO IMPACTO DE RAPEL MONA PÃO DE AÇÚCAR
OFICINA DE MÍNIMO IMPACTO DE RAPEL MONA PÃO DE AÇÚCAR PRÁTICAS ESPORTIVAS E COMERCIAIS E ORGANIZAÇÕES REPRESENTATIVAS Kika Bradford O QUE É MONTANHISMO? Prática esportiva e de lazer que se caracteriza
Trabalho elaborado por: Marina Gomes 11ºD nº9
Trabalho elaborado por: Marina Gomes 11ºD nº9 Índice O que é?...3 Origem..4 Evolução 5 Locais de práticaa de escalada...6 Tipos de escalada...7-16 Material necessário 17 Equipamento básico.18-24 Equipamento
PLANO DE AULA NR 20 MULTIPLICADOR
NR 20 MULTIPLICADOR OBJETIVO E APLICAÇÃO: O treinamento da NR 20 MULTIPLICADOR tem o objetivo de capacitar profi ssionais para multiplicar a NR 20 através das práticas realizadas. Os conceitos e informações
Max 4 kn. ATENÇÃO! Este equipamento não pode ser utilizado como dispositivo trava quedas.
Os punhos bloqueadores, são fabricados em liga de alumínio, com peças de aço carbono, possui empunhadura emborrachada que melhora a ergonomia. Esta disponível em cores diferentes, laranja para mão esquerda
CINTURÕES. Ref. DG 6002 C.A Ref. DG 4002 C.A Cinto paraquedista simples. Cinto paraquedista simples
QUEM SOMOS Há mais de 20 anos no mercado de equipamentos de proteção individual para trabalho em altura, a Degomaster vem expandindo seu leque de produtos tornando-se referência em tecnologia e inovação.
Níveis de Dificuldade do Rafting
Seguem abaixo Riscos que são aceitos e excluídos na prática de Rafting, Corrida de Aventura, Rappel e Escalada, em caso de dúvida favor entrar em contato com [email protected]. Níveis de Dificuldade
AS ÃO ANTIQUED TEÇ PRO
PROTEÇÃO ANTIQUEDAS INFORMAÇÃO TÉCNICA NORMA DESCRIÇÃO ANTIQUEDAS MÓVEIS SOBRE SUPORTE DE SEGURANÇA RÍGIDO: EN 353-1 Sistema composto de um antiqueda móvel com bloqueio automático solidário do suporte
s o l u ç õ e s e m a l t u r a
Quem somos Fundada em 2005, Athenas possui parque industrial de aproximadamente 2000 metros quadrados localizado na Lapa, região oeste da capital Paulista. Vem aprimorando e elevando sua qualificação técnica,
ACESSO POR CORDA INSTRUÇÃO GERAL CANDIDATO IT-166
Página: 1 de 12 1. OBJETIVO Fornecer ao candidato as instruções necessárias para execução do exame prático de Acesso por Corda de acordo com o Sistema Nacional de Qualificação e Certificação de Pessoal
QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAS EM ACESSO POR CORDA NA-006
Página: 1 de 12 1. OBJETIVO Esta Norma estabelece a sistemática adotada pela Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção Abendi, através do Sistema Nacional de Qualificação e Certificação
Pág. 1 de 8 DIRETRIZES DE MÍNIMO IMPACTO PARA DEDO DE DEUS. Federação de Esportes de Montanha do Estado do Rio de Janeiro - FEMERJ
DIRETRIZES DE MÍNIMO IMPACTO PARA DEDO DE DEUS Federação de Esportes de Montanha do Estado do Rio de Janeiro - FEMERJ Documento: Tipo: Autor: Local: FEMERJ: Nº DMI-2016/01 Diretrizes de Mínimo Impacto
SERVICOS EM ALTURA TREINAMENTOS PARA TRABALHOS EM ALTURA, RESGATE E ESPAÇO CONFINADO.
TREINAMENTOS PARA TRABALHOS EM ALTURA, RESGATE E ESPAÇO CONFINADO [email protected] INOVAÇÃO - QUALIDADE - SERIEDADE SERVICOS EM ALTURA INDICE INTRODUÇÃO Pág. 03 TRABALHADORES AUTORIZADOS
Norma Regulamentadora N 35 Segurança em Trabalhos em Altura NR 35 Módulo Básico Trabalho em altura... 14 Objetivo e campo de aplicação... 14 Campo de aplicação... 15 Análise de risco e condições impeditivas...
FEMERJ. SEGURANÇA E TÉCNICA EM ESCALADA Assegurando Desde a Parada. Pág. 1 de 7 FEMERJ Nº STE-2013/01
SEGURANÇA E TÉCNICA EM ESCALADA Assegurando Desde a Parada Federação de Montanhismo do Estado do Rio de Janeiro FEMERJ Documento: Tipo: Autor: Local: FEMERJ: Nº STE- 2013/01 Documento Técnico GT Técnicas
É proibido o uso e reprodução, mesmo que parcial, desta apostila, salvo para Instrutores e Guias certificados pela Aguiperj.
É proibido o uso e reprodução, mesmo que parcial, desta apostila, salvo para Instrutores e Guias certificados pela Aguiperj. ASSOCIAÇÃO DE GUIAS, INSTRUTORES E PROFISSIONAIS DE ESCALADA DO ESTADO DO RIO
A MA CONSULTORIA E TREINAMEN- TOS é uma empresa que foi criada em 2006, e está localizada em Belo Horizonte. Tem como objetivo principal buscar
A MA CONSULTORIA E TREINAMEN- TOS é uma empresa que foi criada em 2006, e está localizada em Belo Horizonte. Tem como objetivo principal buscar melhor atendimento e esclarecimentos aos clientes sobre as
QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE ACESSO POR CORDA NAC-005
Página 1 de 12 1. OBJETIVO Esta Norma estabelece a regra adotada pela ANEAC, para a qualificação e certificação de profissionais de acesso por corda, tendo como base a norma ABNTNBR 15475. 2. SIGLAS E
Nós Utilizados em Escalada em Rocha
Nós Utilizados em Escalada em Rocha Prof. Ms. Eurico P. César Estão descritos a seguir alguns dos nós mais utilizados em escalada em rocha e técnicas verticais em geral, além de suas figuras, utilidades,
CBME CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE MONTANHISMO E ESCALADA GUIA DE MONTANHA VOLUNTÁRIO PADRÃO CBME
PADRÕES DE COMPETÊNCIAS DO GUIA DE MONTANHA VOLUNTÁRIO CBME INTRODUÇÃO Diante do crescimento das atividades de montanhismo e escalada ocorrida nos últimos anos (que também vem incentivando a fundação de
FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS
PP. 1/5 FICHAS DE PROCEDIMENTO PREVENÇÃO DE RISCOS 1 TAREFA TRABALHOS EM ALTURA EM APOIOS METÁLICOS 2 DESCRIÇÃO Os trabalhos em linhas apoiadas em torres metálicas contêm um grande número de operações
INSTRUÇÃO DE EXAMES CANDIDATO INS-002
Página 1 de 18 1. OBJETIVO Fornecer ao candidato as instruções necessárias para execução do exame prático de Acesso por Corda de acordo com o Sistema de Certificação ANEAC. 2. DOCUMENTOS APLICÁVEIS - NAC-005
CHECK-LIST TRABALHO EM ALTURA - NR 35
CHECK-LIST TRABALHO EM ALTURA - NR 35 LOCAL: INSPETOR: RESPONSÁVEL PELO LOCAL: TELEFONES DE EMERGÊNCIA: DESCRIÇÃO DO SERVIÇO: DADOS DA INSPEÇÃO DATA: TELEFONE: TELEFONE: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 Condições
IRATA. Níveis 1, 2 ou 3 5 dias formação + 1 dia de Exame (Inclui Taxas Exame + Registo IRATA)
DIRIGIDO A Colaboradores de empresas e particulares que queiram obter/manter uma acreditação internacional para acesso e posicionamento por corda. Níveis 1, 2 ou 3 5 dias formação + 1 dia de Exame (Inclui
ACESSO POR CORDA INSTRUÇÃO GERAL N2 e N3 CANDIDATO IT-181
Página: 1 de 17 1. OBJETIVO Fornecer ao candidato as instruções necessárias para execução do exame prático de Acesso por Corda de acordo com o Sistema Nacional de Qualificação e Certificação de Pessoal
Associação Caxiense de Montanhismo
DESAFIO DE ESCALADA INDOOR ROCKS 2017 DIFICULDADE E BOULDER Associação Caxiense de Montanhismo http://www.acm-rs.org.br/ 1. DESAFIO DE ESCALADA INDOOR ROCKS 2017 MODALIDADE DIFICULDADE E BOULDER 1.1 BOULDER
DIAGNÓSTICO DOS CADOS DE AÇO DO DEDO DE DEUS
DIAGNÓSTICO DOS CADOS DE AÇO DO DEDO DE DEUS INTRODUÇÃO: No dia nove de janeiro de 2016, foi constatada a retirada dos dois primeiros trechos de cabos de aço do Dedo de Deus por um ato anônimo de vandalismo.
Orientações Consultoria de Segmentos Obrigatoriedade de capacitação e autorização para trabalhos em altura e com eletricidade
Orientações Consultoria de Segmentos trabalhos em altura e com eletricidade 08/05/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 3
1.2 Equipamentos / materiais de Segurança (Fabricante PELTZ ou similar)
Página 1 de 5 De: Para: Cc: Enviada em: quarta-feira, 4 de julho de 2012 00:41 Assunto: AQ/PH Edital de Licitação para compra! VISTORIA e REMOÇÃO. Prezados Senhores, Solicitamos proposta técnica, por e-mail
DESCRIÇÃO DA FUNÇÃO DE CADA CARGO NA EQUIPE DE ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS
DESCRIÇÃO DA FUNÇÃO DE CADA CARGO NA EQUIPE DE ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS Confederação Brasileira de Montanhismo e Escalada Documento: CBME: COMP 2013-03 Responsável: Diretoria de Competições Autor: Pedro
2º Work Shop Internacional de Trabalhos em Altura engº Gianfranco Pampalon Auditor fiscal do trabalho
14/03/2011 2º Work Shop Internacional de Trabalhos em Altura engº Gianfranco Pampalon Auditor fiscal do trabalho NR.36 TRABALHOS EM ALTURA Esta norma é aplicável a qualquer trabalho realizado acima de
GlideLoc Sistemas de trilho para acesso seguro em escadas
GlideLoc Sistemas de trilho para acesso seguro em escadas FAQ Perguntas Mais Frequentes P1: O que são os kits GlideLoc para acesso seguro em escadas? R1: GlideLoc trata-se de de um sistema de linha de
PICO DO PERIGOSO SETOR CABEÇA DA TARTARUGA
PICO DO PERIGOSO SETOR CABEÇA DA TARTARUGA 1 Via Rod Teixeira (4º VI E1 D1 70m) Conquista: Pedro Bugim e Liane Leobons em 11/10/2009 Uma das poucas vias com mais de uma enfiada, no Pico do Perigoso. Para
CATÁLOGO DE PRODUTOS
CATÁLOGO DE PRODUTOS SEGURANÇA Cada etapa de fabricação dos produtos é acompanhada por uma equipe especializada, que também presta assessoria e desenvolve soluções adequadas às necessidades dos clientes.
CURSO PROFISSIONAL DE GUARDA VIDAS REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO EXIGÊNCIAS PARA CONFIRMAÇÃO NO CURSO
EXIGÊNCIAS PARA CONFIRMAÇÃO NO CURSO 1. Cumprir os pré-requisitos abaixo até dia 20/01/2007, antes do teste físico: - Ter ciência e assinar o regulamento do curso. - Ter efetuado o pagamento integral do
PICO DO PERIGOSO SETOR CABEÇA DA TARTARUGA. 1 Via Rod Teixeira (4º VI E1 D1 70m) Conquista: Pedro Bugim e Liane Leobons em 11/10/2009
1 Via Rod Teixeira (4º VI E1 D1 70m) Conquista: Pedro Bugim e Liane Leobons em 11/10/2009 Uma das poucas vias com mais de uma enfiada, no Pico do Perigoso. Para acessar sua base, pegue o caminho de pescadores
PLANO DE CURSO SIMPLIFICADO
PLANO DE CURSO SIMPLIFICADO CURSO: CAPACITAÇÃO PARA TRABALHO EM ALTURA NR 35-8 horas ÁREA: SEGURANÇA DO TRABALHO MODALIDADE: INICIAÇÃO PROFISSIONAL Plano de Curso Simplificado FP.EP.04.08 Revisão 1 20/08/2014
Guia de escalada de Florianópolis SC
Guia de escalada de Florianópolis SC Disponível em: www.rumos.net.br Escale com segurança, respeite o local e traga seu lixo de volta para casa. Nem todas as escaladas de Florianópolis encontram-se catalogadas
Deuteronômios /10/2012
MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO Deuteronômios 22.8 Quando edificares uma casa nova, farás um parapeito, no eirado (terraço), para que não ponhas culpa de sangue na tua casa, se alguém de algum modo cair
Portaria Nº 1.113, de 21 de Setembro de 2016 Ministério do Trabalho
Portaria Nº 1.113, de 21 de PORTARIA Nº 1.113, DE 21 DE SETEMBRO DE 2016 Altera o item 35.5 - Equipamentos de Proteção Individual, Acessórios e Sistemas de Ancoragem e inclui o Anexo o Anexo II - Sistema
Norma Diretoria Técnica NDT Curso de Iniciação ao Montanhismo Currículo Mínimo
NDT MAR2012 Norma N 001.01/12 Norma Diretoria Técnica NDT Curso de Iniciação ao Montanhismo Currículo Mínimo Origem: FEMESP- DIRETORIA TÉCNICA GT HOMOLOGAÇÃO GUIAS Grupo de Trabalho para estudo de Homologação
PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE MONTANHISMO E ESCALADA CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE MONTANHISMO E ESCALADA - CBME
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE - CBME Documento: Tipo: Autor: Segurança e Técnica em Montanhismo e Escalada CBME Data criação: 03 de dezembro de 2016 Revisão: Novo Documento Nº da
CPP CERTIFIED PURCHASING PROFESSIONAL PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO DO PROFISSIONAL DE COMPRAS
CPP CERTIFIED PURCHASING PROFESSIONAL PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO DO PROFISSIONAL DE COMPRAS Programa em parceria com: Certificação reconhecida pelo: Introdução O CBEC, sempre com o objetivo de cumprir com
MANUAL DE INSTRUÇÕES TÉCNICAS
COPEL DDI DIRETORIA DE DISTRIBUIÇÃO SED SUPERINTENDÊNCIA DE ENGENHARIA DA DISTRIBUIÇÃO DOMS - DEPARTAMENTO DE OPERAÇÃO, MANUTENÇÃO E SERVIÇOS MANUAL DE INSTRUÇÕES TÉCNICAS PASTA : TÍTULO : MÓDULO : INSTRUMENTOS,
PROJETO DE NORMALIZAÇÃO E CERTIFICAÇÃO EM TURISMO DE AVENTURA SÍNTESE DAS NORMAS TÉCNICAS SUBCOMITÊ TURISMO DE AVENTURA SC TA ABNT/CB54
PROJETO DE NORMALIZAÇÃO E CERTIFICAÇÃO EM TURISMO DE AVENTURA SÍNTESE DAS NORMAS TÉCNICAS SUBCOMITÊ TURISMO DE AVENTURA SC TA ABNT/CB54 1. Comissão de Estudo 54:003.01 Turismo de aventura Competências
soluções para trabalho em altura e espaço confinado
soluções para trabalho em altura e espaço confinado ÍNDICE 3 EMPRESA 4 SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE 5 TREINAMENTOS NR33 - TRABALHADORES AUTORIZADOS E VIGIAS 6 TREINAMENTOS NR33 - SUPERVISOR DE ENTRADA
CAPACETE ARES - TL-0019/ TL-0063/ TL-0064/ TL-0065/ TL-0066 CAPACETE DE SEGURANÇA. MAIOR RESISTÊNCIA A IMPACTOS E RISCOS.
CAPACETE ARES - TL-0019/ TL-0063/ TL-0064/ TL-0065/ TL-0066 CAPACETE DE SEGURANÇA. MAIOR RESISTÊNCIA A IMPACTOS E RISCOS. Capacete de proteção com design apropriado para trabalhos em altura. Utilizado
LINHA DE VIDA CONSULTORIA E PROJETOS PARA
2019 CONSULTORIA E PROJETOS PARA LINHA DE VIDA A Danny possui uma equipe de engenharia altamente especializada com profissionais capacitados para desenvolver os mais diversos projetos de linha de vida.
CATÁLOGO ATIVIDADES DE AVENTURA
CATÁLOGO ATIVIDADES DE AVENTURA 2 COIMBRA... 11 ERICEIRA... 7 INFORMAÇÃO GERAL E CONTACTOS... 12 LISBOA... 8 RIBEIRA DE PENA... 9 SESIMBRA / ARRÁBIDA... 3 SINTRA... 6 3 SESIMBRA / ARRÁBIDA BTT Passeios
Águas Abertas Avançado
Águas Abertas Avançado No curso avançado, o passo seguinte. O mergulhador continua o seu desenvolvimento aprendendo técnicas e habilidades para aumentar a sua auto-estima e segurança, tornando os seus
MINISTÉRIO DO TRABALHO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 1.113, DE 21 DE SETEMBRO DE 2016
MINISTÉRIO DO TRABALHO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 1.113, DE 21 DE SETEMBRO DE 2016 Altera o item 35.5 - Equipamentos de Proteção Individual, Acessórios e Sistemas de Ancoragem e inclui o Anexo o
Portaria MTPS Nº 1113 DE 21/09/2016
Portaria MTPS Nº 1113 DE 21/09/2016 Publicado no DO em 22 set 2016 Altera o item 35.5 - Equipamentos de Proteção Individual, Acessórios e Sistemas de Ancoragem e inclui o Anexo o Anexo II - Sistema de
companhia de saneamento básico do estado de são paulo - sabesp
sabesp Área Resp.: Prioridade.: Natureza...: Data da RC.: Inspeção...: Valor da RC...: Data (IO)...: Unid. Req...: Duração...: Objeto: AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO E SEGURANÇA DO TRABALHO. Aprovado
Trabalhos em altura Nº 12
1. Campo de Aplicação Este Anexo compõe o Procedimento Empresarial de Segurança e Saúde do Trabalho em Obras e Serviços Contratados - PE-RH0003 e aplica-se à CONTRATADA para a realização de atividades
Téc. Caminhada, Graduação / Classificações, Acampamento, Logística e Ética
Téc. Caminhada, Graduação / Classificações, Acampamento, Logística e Ética CLASSIFICAÇÃO - MODELO AMERICANO Classe 1 * Caminhada. Uso de trilhas simples e demarcadas, pode haver inclinação mas não há a
TRABALHO EM ALTURA PROFESSOR AZEVEDO REVELA EXATAMENTE TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O ASSUNTO
TRABALHO EM ALTURA PROFESSOR AZEVEDO REVELA EXATAMENTE TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE O ASSUNTO NR 35 - TRABALHO EM ALTURA SEGURANÇA NAS ATIVIDADES COM TRABALHOS EM ALTURA TRABALHO EM ALTURA 35.1.1
Com muito orgulho estamos dando o primeiro passo para a realização de um sonho. Com uma parceira com a Equipe Onça Negra, sobrevivencia e montanhismo.
Com muito orgulho estamos dando o primeiro passo para a realização de um sonho. Com uma parceira com a Equipe Onça Negra, sobrevivencia e montanhismo. Inscrições abertas, somente 10 vagas.nos preparando
FEMERJ FEDERAÇÃO DE MONTANHISMO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO RECOMENDAÇÕES SOBRE A REGIÃO DA URCA (RIO DE JANEIRO)
RECOMENDAÇÕES SOBRE A REGIÃO DA URCA (RIO DE JANEIRO) Introdução - O presente documento é um dos resultados dos trabalhos desenvolvidos pelo GT Mínimo Impacto em Paredes, realizado por montanhistas via
Programa de Gestão Econômica, Social e Ambiental da Soja Brasileira. Segurança e Saúde em Trabalhos em Altura
Programa de Gestão Econômica, Social e Ambiental da Soja Brasileira Segurança e Saúde em Trabalhos em Altura Porque este assunto preocupa? Impacto dos Acidentes envolvendo Quedas - 40% das fatalidades
Alpino Equipamentos e Serviços Verticais Cursos Equipamentos Serviços Técnicos em Altura Catalogo Esportivo 2009
Alpino Equipamentos e Serviços Verticais Cursos Equipamentos Serviços Técnicos em Altura www.alpinosv.com.br Catalogo Esportivo 2009 Apresentação A Alpino Equipamentos e Serviços Verticais tem como objetivo
1. INTRODUÇÃO 1.1. GENERALIDADES
Capítulo 14 Tirolesa 1. INTRODUÇÃO Originada na cidade de Tirol - Áustria, a Tirolesa consiste em, um ou mais cabos aéreos ancorados e tencionados horizontalmente entre dois pontos, pelo qual o homem ou
Manual de Nó em cordas
Manual de Nó em cordas Técnico de Segurança do trabalho / Alpinismo Industrial E por que os nós interferem na resistência das cordas? Entre os fatores, o mais significativo é a dobra da corda sob ângulos
CURSO SUPERVISOR DE TRABALHO EM ALTURA
FUNCIONAMENTO DO CURSO O curso terá duração de 40 horas/aula, composto pelos seguintes módulos: MÓDULO h/a Noções de Segurança no Trabalho em Altura 4 Laboratório de Materiais e Equipamentos 4 Gestão de
Seralts Comércio, Serviços e Treinamentos Ltda - ME
Portfólio 2016 APRESENTAÇÃO Este Portfólio tem como objetivo, apresentar o perfil da Seralts a nossos Clientes, Parceiros e Colaboradores, a fim de facilitar nosso processo de Integração. Fundada em 2012,
Prevenção de Risco de Queda em Altura em Apoios e Fachadas da Rede de Distribuição
Prevenção de Risco de Queda em Altura em Apoios e Fachadas da Rede de Distribuição Procedimentos operacionais 2015 Copyright EDP Energias de Portugal, S.A. 2015 Este documento e o seu conteúdo pertencem
Formação para aperfeiçoamento técnico Designação FE-20-III Formador de Salvamentos em Grande Ângulo
PROGRAMA DE FORMAÇÃO Formação para aperfeiçoamento técnico Designação FE-20-III Formador de Salvamentos em Grande Ângulo Objectivo Geral Formar formadores credenciados dos corpos de bombeiros nas técnicas
ANEXO I - TABELA DE TÍTULOS E RESPETIVAS PONTUAÇÕES COLUNA 1 COLUNA 2 COLUNA 3 COLUNA 4 COLUNA 5
ANEXO I - TABELA DE TÍTULOS E RESPETIVAS PONTUAÇÕES COLUNA 1 COLUNA 2 COLUNA 3 COLUNA 4 COLUNA 5 Pontuação conforme Pontuação Máxima Grau de Critérios Documentação documentos para cada critério importância
Acesso por corda NR 35. Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho
Acesso por corda NR 35 Juarez Sabino da Silva Junior Técnico de Segurança do Trabalho Histórico do Acesso por Corda No final dos anos 70, as técnicas de escalada e alpinismo foram utilizadas na França
NR-35 TRABALHO EM ALTURA.. Exceto Capítulo 3 (Capacitação e Treinamento) e item 6.4 que entram em vigor em 27/03/2013
Prazos:. Entra em vigor em 27/09/2012 NR-35 TRABALHO EM ALTURA Publicação D.O.U. Portaria SIT n.º 313, de 23 de março de 2012 27/03/12. Exceto Capítulo 3 (Capacitação e Treinamento) e item 6.4 que entram
DESAFIO DE HONRA. Busca e Salvamento em Áreas Remotas
DESAFIO DE HONRA Busca e Salvamento em Áreas Remotas 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO 1.1. ESTADO: Rio Grande do Sul. 1.2. EMPRESA EXECUTORA DO DESAFIO DE HONRA Busca e Salvamento em Áreas Remotas : Salvamento
TÉCNICA DE ACESSO POR CORDA
TÉCNICA DE ACESSO POR CORDA Raimundo Sampaio Sumário 1. RESUMO... 3 2. HISTÓRICO... 3 2.1. DO ACESSO POR CORDA... 3 2.2. DA CRIAÇÃO DAS NORMAS NO BRASIL... 4 3. CONSIDERAÇÕES GERAIS... 5 4. SEGURANÇA E
Ponto de Ancoragem. Segurança de alta performace
No setor de construção civil existem diversas normas de segurança e medicina do trabalho que são necessárias e imprescindíveis, entre elas uma em questão se destaca: Esta Norma Regulamentadora - NR 18
Papo de Montanha (CEL) Formação de guia voluntário
Papo de Montanha (CEL) Formação de guia voluntário Guilherme Silva 16/08/2016 O QUE É UM GUIA VOLUNTÁRIO Entende-se por Guia de Montanha Voluntário todo e qualquer indivíduo que por sua formação e experiência
DISPOSITIVO DE ANCORAGEM TIPO A EM AÇO INOX
ZONE ANCHOR DISPOSITIVO DE ANCORAGEM TIPO A EM AÇO INOX Alta resistência 34 KN Produto a pronta entrega Material inoxidavel Pode ser utilizado como dispositivo de ancoragem ou como componente de outros
APRESENTAÇÃO DOS CURSOS E TREINAMENTOS
1. APRESENTAÇÃO: APRESENTAÇÃO DOS CURSOS E TREINAMENTOS A SETC Consultoria é uma empresa fundada no município de Parauapebas PA, no ano de 2011, voltada para atender com soluções ágeis e necessárias às
