Identificação Animal e Rastreabiliade
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- Ísis Santiago Camelo
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1 INCT: Informação Genético-Sanitária da Pecuária Brasileira SÉRIE TÉCNICA: GENÉTICA Publicado on line em em 20/10/2010 Identificação Animal e Rastreabiliade Concepta McManus 1,2, Luiza Seixas 1, Cristiano Barros de Melo 1,3 1 CNPq / INCT / Informação Genético Sanitária da Pecuária Brasileira, Universidade de Brasília (UnB) / Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Belo Horizonte, MG. 2 Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS. 3 Universidade Brasília (UnB), Brasília, DF. Fonte: Deste A.C. no Código de Hammurabi POR QUÊ? Previnir furto Gerência de produção, Controle de doenças, Identificação de propriedade, 1
2 Exigências de exportação Exigências de consumidor Realização de reprodução Idade Prova de doença e registros de tratamento Condição de saúde Local da fazenda Programas de melhoramento Fonte: MÉTODOS Brincos orelha Tatuagem Marcar a ferro quente Métodos eletrônicos usando tecnologias de identificação de freqüência de rádio (bolus de rumen, brincos de orelha, e receptortransmissores injetáveis) Métodos biométricos (como exploração retina, impressões de nariz, e DNA) 2
3 Tatuagem Método permanente se feito maneiro certo. Não é facilmente examinado Pode necessitar outro método complementar da identificação 3
4 Punção de Orelha Visíveis a uma distância Pode acomodar os números até 9999 Vários sistemas: 10 (superior), 1 (baixo), 100 (final); e (centro buraco). 30 (superior), 3 (baixo), 300 (final); e (centro buraco). Assim, uma cabra com o número 135 poderá investigar como segue: 1 encaixe da orelha esquerda em final (100); 1 encaixe no topo da orelha direita (30), 2 notches da orelha esquerda em último (2); 1 entalhe em fundo de orelha direita (3) com um valor total igualante
5 Brincos de orelha Podem ser lidos sem necessidade pegar o animal. Podem quebrar ou ser rasgados (pode usar nas 2 orelhas). Assegure que as etiquetas de orelha são inseridas entre as costelas de cartilagem nas orelhas. 5
6 Microchip Inserção na base do rabo ou orelha do animal Depois da inserção, o microchip deve ser esquadrinhado para assegurar que ele está lendo corretamente. 6
7 7
8 Injetivel ou bolus 1-Inserção do bolus no aplicador 8
9 2 - Aplicação do bolus pela boca 3- Leitura do microchip com antena manual 9
10 4 - Antena de brete para leitura dinâmica 5 - Leitora dinâmica acoplada ao computador Fonte: 10
11 Fonte: Ferro quente Mal visto devido ao bem-estar animal 11
12 Radio Frequency Identification (RFID) 12
13 13
14 14
15 Fonte: Escanear Retina Fonte: 15
16 Comparação de população de bovinos, identificação e sistemas de rastreabilidade. País População de bovinos (1,000 cab) Identificação 2 Na fazenda Animal Grupo Eletrônica Movimento animal Número único Australia 28,560 M M V M M M Botswana 3,100 V M Não M M V Brasil 3 207,157 M M V V M M Canada 14,830 V M Não M V M UE 90,355 M M V V M M Japão 4,391 M M V V M M Mexico 28,648 V V V V V V Namibia 2,384 M M V V M M Nova 9,652 V V V V V V Zelandia 3 Korea do 2,484 M M V V M M Sul 3 Uruguai 11,956 M M V M M M EUA 3 96,702 V V V V V V World 1,383,157 1 FAOSTAT, M = Mandatório, V = Voluntário. 3 Programa Voluntário 16
17 Brasil Serviço de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos (SISBOV) ( MAPA Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Cada animal seja identificado individualmente Inserido em um banco de dados nacional Todos os processos ocorridos com os animais cadastrados registrados nesse banco. Para evitar que o gado perca a identificação deve ser realizada a identificação dupla: Um brinco auricular padrão SISBOV em uma das orelhas e um botton; 17
18 Um brinco auricular ou um botton padrão SISBOV em uma das orelhas e um dispositivo eletrônico colocado na orelha, no estomago ou na prega umbilical; Um brinco auricular padrão SISBOV em uma das orelhas e uma tatuagem na outra orelha, com o número de manejo SISBOV; Um brinco auricular padrão SISBOV em uma das orelhas e o número de manejo SISBOV marcado a ferro quente, em uma das pernas traseiras, na região situada abaixo de uma linha imaginária ligando as articulações das patas dianteira e traseira, enquanto que os seis números de manejo SISBOV deverão ser marcados três a três, sendo os três primeiros números na linha imaginária e os outros três imediatamente abaixo; Um dispositivo eletrônico contendo identificação visível equivalente ao brinco auricular padrão SISBOV ou um brinco auricular padrão SISBOV em uma das orelhas: nesta opção, a perda do identificador resultará que estes animais sejam submetidos a uma nova identificação cumprindo todos os procedimentos referentes a um novo rastreamento; Aos bovinos ou bubalinos, registrados em associações de raça, será facultada a utilização do número de registro genealógico marcado a ferro quente ou tatuado, de acordo com o regulamento do Serviço de Registro Genealógico, regulamentado pelo Decreto nº , de 3 de agosto de 1966, com a correspondência do mesmo com um número do SISBOV; os documentos de registros, provisórios ou definitivos, previstos no regulamento do Serviço de Registro Genealógico, deverão conter o respectivo número de cadastro do animal no SISBOV. 18
19 A identificação dos animais é de responsabilidade do produtor. É facultativo à certificadora assistir ao processo de identificação Os brincos auriculares são padronizados pelo SISBOV, em seu tamanho, cor e caracteres: Cor utilizada: Amarelo Pantone entre 100 e 102 C Cor utilizada para reimpressão: Laranja Pantone 163 C Código de Barras: Padrão 2 por 5 entrelaçado 19
20 SISTEMA DE IDENTIFICAÇÃO Único em todo o território nacional Utiliza código de 15 (quinze) dígitos numéricos, emitido e controlado pela SDC na BND: Três dígitos iniciais caracterizando o país de nascimento de bovinos e bubalinos Dois dígitos subseqüentes representando a Unidade Federativa de origem dos bovinos e bubalinos Nove dígitos subseqüentes identificando bovinos e bubalinos Um novo dígito final verificador Obs.: Os bovinos e bubalinos serão identificados, somente uma vez em toda a vida. Referência: Bowling, M. B., D. L. Pendell, D. L. Morris, Y. Yoon, K. Katoh, K. E. Belk, and G. C. Smith 2008 Review: Identification and Traceability of Cattle in Selected Countries Outside of North America Professional Animal Scientist 24,
II - Anexo II - Termo de comunicação de morte ou doença de bovino importado;
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