2 Revisão de literatura
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- Luísa Correia Sales
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1 21 2 Revisão de literatura Realizaremos nessa primeira parte deste capítulo a apresentação disponível para alunos e professores em livros didáticos de PL2E e em Gramáticas (não apenas nas tradicionais, mas também em gramáticas de usos) a respeito do assunto tratado no presente trabalho para termos um exemplar de como o uso de modalidades típicas do subjuntivo estão sendo expressas em orações completivas com os verbos não factivos em questão nesse trabalho. 2.1 Livros didáticos de PL2E Analisamos quatro livros didáticos de PL2E Diálogo Brasil Curso intensivo de Português para Estrangeiros, 2003; Bem-Vindo - A Língua Portuguesa no Mundo da Comunicação, 2009; Novo Avenida Brasil 3 Curso Básico de Português para Estrangeiros, 2010; e Brasil Intercultural Língua e cultura brasileira para estrangeiros Nível 2, Como veremos a seguir, os resultados no que diz respeito ao uso do subjuntivo ou do infinitivo considerando-se a coreferencialidade de sujeitos foi variado, porém, nenhuma menção no que se refere ao uso de Estruturas Alternativas será feita, uma vez que nada específico é apresentado no material analisado Diálogo Brasil Curso intensivo de Português para Estrangeiros, 2003 O capítulo 12, página 188, apresenta como possibilidade para uso do presente do subjuntivo a complementação de estruturas em que há verbos e expressões de desejo + que. Os quatro primeiros exemplos são com as estruturas quero que,
2 22 desejo que, espero que e peço que (destacando, aqui, que o verbo pedir vem apresentado na categoria de verbos que expressam desejo). Figura 1 Apresentação do presente do subjuntivo Diálogo Brasil Curso intensivo de Português para Estrangeiros, página 188 O exemplo e os exercícios subsequentes apresentam sujeitos nãocorreferenciais, ou seja, nenhuma explicação ou exercício indica ao aluno o uso do infinitivo em caso de sujeitos correferenciais, e nenhum dos exercícios inclui o uso do verbo pedir.
3 23 Figura 2 Exercícios Diálogo Brasil Curso intensivo de Português para Estrangeiros, página 189 Figura 3 Exercícios Diálogo Brasil Curso intensivo de Português para Estrangeiros, página 190
4 Bem-Vindo - A Língua Portuguesa no Mundo da Comunicação, 2009 A unidade 5, páginas 43, 44 e 45, apresenta ao aprendiz o presente do subjuntivo com exemplos e exercícios com as estruturas quero que, desejo que e espero que com o uso do subjuntivo. Figura 4 Apresentação do presente do subjuntivo Bem-Vindo - A Língua Portuguesa no Mundo da Comunicação, página 43
5 25 Figura 5 Exercício Bem-Vindo - Comunicação, página 43 A Língua Portuguesa no Mundo da Figura 6 Exercício Bem-Vindo - Comunicação, página 44 A Língua Portuguesa no Mundo da Na página 45, o exercício 5 lembra ao estudante como usar tais verbos em caso de sujeitos correferenciais, havendo, ainda, na sequência, nota explicitando tais usos e breve exercício de fixação.
6 26 Figura 7 Exercício Bem-Vindo - Comunicação, página 45 A Língua Portuguesa no Mundo da Figura 8 Exercício com casos de sujeitos correferenciais, nota e breve exercício de fixação Bem-Vindo - A Língua Portuguesa no Mundo da Comunicação, página 45
7 Novo Avenida Brasil 3 Curso Básico de Português para Estrangeiros, 2010 Na página 1, ensina-se como se expressar desejo com os verbos pedir, esperar e querer se usando a conjunção que e o subjuntivo. Nenhum exercício posterior contrasta o uso de tais verbos com infinitivo ou subjuntivo. Figura 9 Apresentação do presente do subjuntivo Novo Avenida Brasil 3 Curso Básico de Português para Estrangeiros, página 1
8 28 No final do livro, uma tabela de regência verbal indica que o verbo pedir pode ser complementado por substantivo, sem preposição, ou pela preposição para e infinitivo, sem maiores explicações no que se refere à correferencialidade de sujeitos. Figura 10 Tabela de regência verbal Novo Avenida Brasil 3 Curso Básico de Português para Estrangeiros, página 130
9 Brasil Intercultural Língua e cultura brasileira para estrangeiros Nível 2, 2012 De acordo com este livro, o presente do subjuntivo é usado (i) para indicar desejos com as estruturas desejo que, quero que e espero que e (ii) para indicar pedidos/sugestões com as estruturas peço que, quero que e recomendo que. Literalmente em seguida, o livro destaca a necessidade de troca de consoante em certos verbos ao se fazer o presente do subjuntivo a partir do presente do indicativo, com os seguintes exemplos: espero que eu dance, espero que eu fique e espero que eu pague. Dessa maneira, ensina-se ao aluno a usar o subjuntivo em caso de sujeitos correferenciais com os verbos não factivos apresentados. Figura 11 Apresentação do presente do subjuntivo Brasil Intercultural Língua e cultura brasileira para estrangeiros Nível 2, página 43
10 A Gramática Tradicional Buscamos informações a respeito do uso do subjuntivo e do infinitivo em três gramáticas tradicionais; na Gramática Normativa da Língua Portuguesa de Rocha Lima (2007), na Moderna Gramática Portuguesa de Evanildo Bechara (2009) e na Nova Gramática do Português Contemporâneo de Cunha & Cintra (2001). Na primeira, nenhuma informação relevante para a pesquisa foi encontrada. Na segunda, encontramos apenas as seguintes explicações: - em orações subordinadas substantivas, o subjuntivo ocorre depois de verbos que denotam ordem, vontade, consentimento, aprovação, proibição, receio, adimiração, surpresa, contentamento. - na linguagem coloquial, as ideias de pedir que algo aconteça e trabalhar para que algo aconteça, construções indicadas pelo autor como previstas pela gramática normativa, foram aproximadas e a preposição para passou a ser usada com frequência nas linguagem de pessoas cultas pra introduzir orações completivas objetivas diretas subordinadas a orações principais com o verbo principal pedir. Dessa maneira, ficou-nos claro que o modo como a Gramática Tradicional descreve o uso obrigatório do subjuntivo e do infinitivo em completivas não varia muito. Escolhemos, aqui, trabalhar principalmente com o apresentado por Cunha & Cintra (2001), uma vez que estes se aprofundam um pouco mais na apresentação do uso do subjuntivo, de uma maneira que nos ajuda a entender as perguntas propostas na presente dissertação Cunha & Cintra (2001) No que diz respeito ao uso obrigatório do subjuntivo, tais autores apontam que esse é exigido, no caso específico de orações subordinadas completivas, em orações em que se expressem a ideia de apreciação e de vontade com referência ao fato sobre
11 31 o qual se fala, de dúvida que se tem no que se refere à realidade do fato sobre o qual se fala, de ordem, de proibição, de desejo, de súplica, de condição, de negação, de lamentação, entre outras. Tais autores caracterizam o subjuntivo como o modo típico de orações subordinadas. Assim, e tendo em vista também a descrição destacada no parágrafo acima, podemos peceber que estes atribuem a seleção do modo verbal da oração subordinada à carga semântica do verbo da oração matriz. Outro fato importante para nossa pesquisa é o de que Cunha & Cintra (2001), além de uma descrição formal de tal uso, consideram em seus comentários que há situações em que o uso do subjuntivo pode ser, às vezes, pesado e mal soante, sendo conviniente sua substituição por expressões equivalentes no infinitivo ou gerúndio, ou com substantivos abstratos ou construções elípticas. E, em sua explicação entitulada Substitutos do subjuntivo temos o seguinte exemplo 2 como substituto possível do subjuntivo: Exemplo no subjuntivo O professor mandou que o aluno lesse o romance. Exemplo na forma expressional equivalente no infinitivo O professor mandou o aluno ler o romance. Assim, podemos ver claramente a consideração dos autores do uso do infinitivo em orações com sujeito não-correferenciais como uma Estrutura Alternativa possível. Tais autores ainda indicam a posibilidade do uso de pronome oblíquo átono como sujeito de um infinitivo, de maneira que se use o infinitivo em casos de sujeitos 2 Embora o exemplo no subjuntivo esteja no Pretérito Imperfeito, este foi considerado em tal trabalho por poder ser facilmente transposto para o presente do subjuntivo, podendo este último ser substituído da mesma maneira indicada por uma estrutura alternativa no infinitivo. Adiante, nessa seção, novos exemplos em tempos diferentes do presente serão apresentados, sendo esses considerados também por poderem ser transpostos para tempos no presente.
12 32 não-correferenciais na oração subordinada (exemplo: Mandei-o sair ), e não orações completivas objetivas diretas com a conjunção que e o verbo no subjuntivo (exemplo: Mandei que ele saísse... ). 2.3 Gramáticas de Usos Não poderíamos deixar de considerar em um trabalho com a orientação teórica deste a abordagem ao assunto apresentada por gramáticas de uso da Língua Portuguesa. Moura Neves (2000), em sua Gramática de usos do português, a segunda gramática a ser analisadas nessa seção, mostra a importância de tais obras para tal estudo nos seguintes trechos: A Gramática de usos do português... parte da observação dos usos realmente ocorrentes no Brasil, para refletindo sobre eles oferecer uma organização que sistematize esses usos. O que as lições fazem, portanto, é organizar numa gramática da língua portuguesa as possibilidades de construção que estão sendo aproveitadas pelos usuários para obtenção dos efeitos de sentido pretendidos.. Embora uma gramática de usos não seja, em princípio, normativa... normas de uso são invocadas comparativamente, para informar sobre restrições que tradicionalmente se fazem a determinados usos atestados e vivos. (verso da capa) Modern Portuguese A Reference Grammar (Perini, 2002) Perini apresenta o exemplo Tia Carolina quer que você faça aquele famoso bolo e Tia Carolina quer fazer aquele famoso bolo para ilustrar sua explicação de que com os verbos querer, desejar, detestar e esperar é obrigatório o uso do subjuntivo em caso de sujeitos na oração subordinada diferente do sujeito da principal e, do infinitivo, em caso de sujeitos iguais.
13 33 Nessa mesma seção, When (and how) to use the infinitive [Quando (e como) usar o infinitivo 3, em português], o autor ainda explica como usar o infinitivo com os verbos recomendar e pedir. O autor inclui o verbo recomendar na mesma lista que o verbo permitir por ambos apresentarem o mesmo comportamento estrutural. Se adaptamos, então, o exemplo dado por Perini para nossa seleção de verbos, temos o seguinte: O cozinheiro recomendou a Manuel entrar na cozinha 4. Para o verbo pedir, Perini dá o exemplo O cozinheiro pediu a Manuel para entrar na cozinha e destaca não apenas a necessidade da preposição a ao se especificar a quem se faz o pedido e da para antes do infinitivo, como também deixa claro que tal frase é ambígua por não se saber claramente se o ato se trata de uma pedido de permissão ou uma ordem Gramática de usos do português (Moura Neves, 2000) Moura Neves, por sua vez, apresenta o uso do infinitivo com o verbo pedir indicando, também, o uso da preposição para precedendo o infinitivo 5. A autora mostra apenas que tal uso é comumente feito quando o sujeito da oração principal e o da completiva são correferenciais, sendo o útimo não expresso, como no exemplo Pedi para voltar à cidade. No que se refere aos verbos volitivos, a autora aponta as contruções de tais verbos com completivas no subjuntivo e no infinitivo da seguinte maneira: a) Construções mais empregadas 3 Tradução da autora 4 Consideramos aqui que o uso do infinitivo poderá ou não ser equivalente ao uso do subjuntivo dependendo do contexto em que se insere. Logo, esse exemplo pode expressar o mesmo que a frase no subjuntivo O cozinheiro recomendou que Manuel entrasse na cozinha. 5 A autora deixa claro, porém, que tal construção é condenada pela gramática normativa.
14 34 - Conjunção que 6 + verbo no subjuntivo quando o sujeito da oração principal e o da oração completiva são não-correferenciais, sendo o sujeito da oração subordinada expresso, como nos exemplos Desejo QUE o povo confie também., E o que é que você quer QUE eu faça? e Espero QUE tudo já esteja normalizado.. - Oração completiva com verbo no infinitivo quando o sujeito da oração principal e da oração completiva são correferenciais, sendo o sujeito da oração subordinada não expresso, como nos exemplos Todos desejam ver o Brasil sair das dificuldades em que se encontra. e Espero dedicar minha vida a eles.. b) Construções também empregadas, mas menos comuns - Conjunção que + verbo no subjuntivo quando o sujeito da oração completiva é correferencial ao da oração principal e não vem expresso, como no exemplo Espero QUE, com isso que estou começando hoje, influencie a nova geração.. - Oração completiva com verbo no infinitivo quando o sujeito da oração completiva é não-correferencial ao da oração principal e vem expresso, como no exemplo Vou ter que esperar o dia raiar e apanhar cachaça, galinha morta e farofa dos macumbeiros.. 6 Como lembrete, a autora fornece, ainda, exemplos para ilustrar a possibilidade da conjunção que estar elíptica, como em Esta primeira reunião ministerial é o marco inicial de uma ação de equipe que espero venha a se estender, coordenada e perseveratemente, por todo o nosso período governamental..
15 Estudos Linguísticos Estudos Linguísticos referentes ao uso de Estruturas Alternativas para expressão de modalidades típicas do subjuntivo e do infinitivo e à tipologia de verbos de orações matrizes de orações subordinadas completivas também contribuíram para a construção das hipóteses e objetivos dessa pesquisa e não poderíamos deixar de inclui-los nesse capítulo, uma vez que estes não só nos mostram como o assunto vem sendo tratado na área do estudo do uso da linguagem, como também baseiam a pesquisa Estruturas Alternativas (EAs) Ao iniciar nosso estudo, buscamos pesquisar na literatuta existente o que se estava dizendo a respeito da flutuação no uso do subjuntivo e nos deparamos com a tese de doutorado de Rosana Alves (2009), entitulada A Expressão em Modalidades Típicas do Subjuntivo em Duas Sincronias do Português: Século XVI e Contemporaneidade, na qual a autora mostra que, ao iniciar uma pesquisa sobre a flutuação no uso obrigatório do subjuntivo (tempo presente), constatou-se que essa não se dá apenas com o uso do presente do indicativo, e sim, também, com o uso de outras estruturas alternativas, assim como, por exemplo, estruturas com forma verbal no infinitivo, no gerúndio, nominalizada, elíptica, no futuro condicional e expressão com ter modal (ter que ou ter de + infinitivo). Alves trabalha em sua tese, então, com a hipótese central de que o pouco uso do presente do subjuntivo se dá em conseqüência não somente desse co-ocorrer com o presente do indicativo, mas também da recorrência a Estruturas Alternativas (EAs). Uma das variáveis que Alves levou em consideração foi a variável modalidade verbal e, embora uma das modalidades verificadas pela autora ser a volição, os dados estudados são de enunciados proferidos por falantes apenas de Feira de Santana, Bahia, e em Muriaé, Minas Gerais. Nosso trabalho tem o objetivo de
16 36 prover uma descrição da língua que espelhe não dialetos específicos em que se percebe claramente o pouco uso do subjuntivo, e sim a variante aceita pelos meios de comunicação e efetivamente utilizada, na atualidade, pela classe escolarizada brasileira em geral. Assim, pudemos perceber, com a leitura de tal tese, a necessidade de se incluir em uma pesquisa em que se estudam as regras de uso de orações completivas regidas por verbos não-factivos quais estruras alternativas se apresentam e como essas são estruturadas Tipologia verbal da oração matriz A pesquisadora Maria do Carmo de Oliveira, a qual também trabalha em sua dissertação de Mestrado com o uso do modo verbal em estruturas de complementação no português falado no Brasil, apresenta estudos realizados por outros linguístas sobre a tipologia de verbos de orações matrizes de orações subordinadas completivas. De acordo com Oliveira (2007), Botelho Pereira (1974) propõe que os modos indicativo e subjuntivo se opõem por meio de três funções que são as seguintes: (i) função semântica a oração matriz não condiciona o modo da oração subordinada; a diferença no modo utilizado na oração subordinada acarreta em diferença de significado da oração e o significado da oração depende de interpretação. A autora usa como exemplo as frases Pedro caiu de modo que quebrou a perna e Pedro caiu de modo que quebrasse a perna. Sendo que, na primeira, apresenta-se um fato real e, na segunda, uma relação de causa e consequência. (ii) função gramatical relativa apenas ao modo subjuntivo, uma vez que é esse o modo da subordinação. Estando, assim, marcado gramaticalmente, tendo-se um verbo na oração matriz que condicione o seu uso na oração subordinada. A autora usa como exemplos as orações Desejo que Pedro se recupere e Esperei que ele viesse e destaca que, devido às características de tal função, o valor de verdade da oração subordinada não determina o modo verbal (pag. 41).
17 37 (iii) função semântico-gramatical o modo do verbo da oração matriz condiciona o da oração subordinada; é exclusivo do modo indicativo uma vez que apenas esse permite que ambos os aspectos estejam presentes, ou seja, apenas com o uso de um verbo no modo indicativo na oração matriz que indique certeza do que se diz na oração subordinada, podemos ter ambas as funções anteriores presentes. (Exemplo utilizado pela autora: Sei que chove) Optamos em tal trabalho por assumir a classificação da tipologia verbal desenvolvida por Botelho Pereira (1974) e adaptada por Rocha (1997) que foi adotada por Oliveira (2007) por essa assumir que a escolha por um modo verbal depende de propriedades semânticas e de aspectos de natureza essencialmente gramatical. Destacamos, abaixo, descrição para predicados não factivos. predicado não-factivo: mostra uma atitude neutra do locutor em relação ao valor de verdade da proposição expressa pela oração completiva: esperar, preferir, desejar, querer, recomendar, solicitar, insistir, pedir, mandar, exigir e outros. (OLIVEIRA, p. 43)
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