Vitimização e Violência
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- Isadora Valgueiro de Almada
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Transcrição
1 Vitimização e Violência Violência contra o jovem Tempo previsto: duas aulas
2 Críticas 1. Os argumentos expostos são, no máximo, exposições do código penal, ou então uma interpretação biológica acerca da violência. 2. Não há discussão sobre como se dá a violência na esfera branco/negro, homem/mulher 3. O capítulo pode ajudar a solidificar o senso-comum. 4. O capítulo cita a violência simbólica, mas não aprofunda esse conceito. 5. Como tratar de violência sem falar de poder e dominação?
3 6. Não há uma explicação histórica e nem uma tentativa de mostrar que há uma relação com uma estrutura maior. Se um jovem que mora na favela tem mais chances de entrar no mundo do crime, o que levou a isso acontecer? É natural? 7. Título: Os conceitos vitimização e violência parecem ser contrários. A ideia exposta é que são noções distintas e talvez sem relação. 8. Imagem (p.19): chocante não levanta discussão. Seria uma tentativa mais de aterrorizar do que de levantar um questionamento? Será uma ameaça? 9. Questões da imagem anterior: as questões pedem números, apenas isso. 10. Avaliação: Pede uma dissertação que precisa de uma base não existente no capítulo. 11. Bibliografia: não existe. Somente no capítulo anterior com a Hannah Arendt.
4 1ª aula Retomando os conceitos Quais são os tipos de violência? Física Psicológica Simbólica Segundo Hannah Arendt, faltam estudos sobre a violência. A violência e sua arbitrariedade foram consideradas corriqueiras e, portanto, desconsideradas; ninguém questiona ou examina o que é óbvio para todos. (Oliveira e Guimarães)
5 Mortalidade por causa no Brasil (2004) Pop. jovem*(% ) Pop. não jovem**( %) Naturai s Acidente de transport e Homicídi o Externas Suicídio Total de Externas Total 27,9 17,1 39,7 3,6 72, ,4 2,8 3,0 0,6 9,6 100 Fonte: Mapa da Violência 2006 apud Caderno do professor de Sociologia do Estado de São Paulo do 2º ano do ensino médio, 2009, p. 21 (adaptado). *15 a 24 anos ** 0 a 14 e 25 ou mais
6 Óbitos por homicídio e acidente em população jovem (2004) Brancos Negros Taxa de homicídio 34,9 64,7 Taxa de óbitos por acidente 26,0 17,3 Fonte: Mapa da Violência 2006 apud Caderno do professor de Sociologia do Estado de São Paulo do 2º ano do ensino médio, 2009, p. 24 (adaptado). No contexto de crescimento da violência urbana, estudos sobre mortalidade por causas violentas vêm indicando que, em todo o país, o alvo preferencial dessas mortes são adolescentes e jovens adultos masculinos, em especial procedentes das chamadas classes populares urbanas. Trata-se de uma tendência que se verifica em praticamente todas as capitais brasileiras. (Adorno)
7 A mídia tem enfatizado que a violência entre jovens está piorando. No entanto, há alguns mitos: O perfil de crime juvenil é parecido com o adulto Não é porque são pobres que são delinquentes A situação não piorou com o ECA
8 Por que isso ocorre? Para Zaluar (apud Adorno), este processo tem relação com o desmantelamento de redes de sociabilização. Os jovens são então capturados por meio dos atrativos oferecidos pela sociedade de consumo e pelas possibilidades de afirmação de uma identidade masculina associada à honra e à virilidade (Adorno) Estudos mostram que a maioria dos jovens vítimas de violência na verdade não estavam envolvidos com tráfico ou crime. Estas pessoas estariam, segundo Peres (et. al., 2006), numa situação de vulnerabilidade.
9 Mas o que leva à violência? Para Arendt a violência não é um fenômeno natural A violência não é nem bestial nem irracional : Ela não promove causas, nem a história, nem a revolução, nem o progresso, nem o retrocesso; mas pode servir para dramatizar queixas e trazê-las à atenção pública. (Arendt apud Oliveira e Guimarães) Portanto, é instrumental. A violência é ação sem argumentação. Portanto, a reversão da violência passa pelo processo de devolver às pessoas o direito à palavra, a reivindicação pelos seus direitos e necessidades, pela criação de espaços de discussão.
10 Normalmente as análises sociais e midiáticas privilegiam o jovem e adolescente como produtor de violência, destacando seu envolvimento com a delinquência e a criminalidade, com os tráficos de drogas e armas, com as torcidas organizadas, com os espetáculos musicais nas periferias das grandes metrópoles. Todavia, existem algumas investigações, que apontam o jovem como vítima prioritária da violência. Outras pesquisas mostram estes jovens não apenas enquanto vítimas, mas também como algozes. (Oliveira e Guimarães) Portanto: quem é vítima e quem é culpado?
11 2ª aula Trecho do filme Blue eyes Trecho da música Negro drama
12 Música Negro drama Racionais Negro drama, Mc s Entre o sucesso e a lama, Dinheiro, problemas, Inveja, luxo, fama. Negro drama, Eu sei quem trama, E quem tá comigo, O trauma que eu carrego, Pra não ser mais um preto fodido. Você deve tá pensando, O que você tem a ver com isso, Desde o início, Por ouro e prata,
13 Olha quem morre, Então veja você quem mata, Recebe o mérito, a farda, Que pratica o mal, Me ver, Pobre, preso ou morto, Já é cultural. Eu era a carne, Agora sou a própria navalha, Família brasileira, Dois contra o mundo, Mãe solteira, De um promissor, Vagabundo, Senhor de engenho
14 Violência simbólica Segundo Pierre Bourdieu, na base de todos os fenômenos sociais, há um inato conflito de interesses onde o poder se faz presente. Sua visão interpreta a sociedade além do universo objetivo, transpondo ao universo simbólico. Bourdieu defende a ideia de que o poder simbólico é ainda mais dominador por ser irreconhecível, transfigurado e legitimado as outras formas de poder. Dentro desse universo, as formas de classificação exercem seu poder quando se tornam arbitrárias e não universais. Dentro do espaço social, portanto há diferentes campos com específicas logicas, mas todas compartilham um espaço de força na qual ganha quem tem o maior capital.
15 Na verdade, essa espécie de partilha entre vítimas ou agressores é puramente didática. Ambos aspectos constituem distintos ângulos do mesmo problema: a extrema dificuldade da sociedade brasileira em lidar com as necessidades, expectativas de vida, modos e estilos de vida próprios de crianças e de adolescentes, sobretudo daqueles procedentes dos estratos sócioeconômicos situados nos níveis inferiores das hierarquias sociais. (Adorno)
16 Proposta de avaliação Na primeira aula solicitar aos alunos que se juntem em grupos e tragam uma notícia sobre violência entre jovens com uma breve dissertação de quais as possíveis violências poderiam estar ocorrendo na situação analisada.
17 Bibliografia Oliveira, W. e Guimarães, M. O conceito de violência em Hannah Arendt e sua repercussão na educação. Adorno, S. Crianças e adolescentes e a violência urbana. Caderno do Professor de Sociologia do Estado de São Paulo do 2º ano do ensino médio, Bourdieu, Pierre. A economia das trocas simbólicas.
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