- Armamento e Tiro -
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- Paulo Isaac Galindo Gabeira
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2 - Armamento e Tiro - Edital Câmara 2014 (Polícia) item 06 - Professor: Marcos Girão - [email protected] Marcos Girão
3 CONCEITOS INICIAIS
4 ARMA DE FOGO
5 MUNIÇÃO DAS ARMAS DE FOGO
6 MUNIÇÃO - COMPONENTES
7 MUNIÇÃO - COMPONENTES Munição A munição é o conjunto de CARTUCHOS necessários ou disponíveis para uma arma ou uma ação qualquer em que serão usadas armas de fogo.
8 MUNIÇÃO - COMPONENTES Cartucho É o conjunto do projétil e os componentes necessários para lançá-lo no disparo. São partes do cartucho: o PROJÉTIL, o ESTOJO, o PROPELENTE e a ESPOLETA.
9 MUNIÇÃO - COMPONENTES Projétil É qualquer sólido que pode ser ou foi arremessado, lançado. É a parte do cartucho que será lançada através do cano.
10 MUNIÇÃO - COMPONENTES Estojo É o componente de UNIÃO MECÂNICA DO CARTUCHO, apesar de não ser essencial ao disparo; O estojo possibilita que todos os componentes necessários ao disparo fiquem unidos em uma peça, facilitando o manejo da arma e acelerando o intervalo em cada disparo.
11 MUNIÇÃO - COMPONENTES Espoleta É um recipiente que contém a MISTURA DETONANTE E UMA BIGORNA, utilizado em cartuchos de fogo central.
12 MUNIÇÃO - COMPONENTES Propelente ou Carga de Projeção É a FONTE DE ENERGIA QUÍMICA capaz de arremessar o projétil a frente, imprimindo-lhe grande velocidade.
13 CALIBRE DAS ARMAS DE FOGO
14 CALIBRE ARMAS DE FOGO O CALIBRE de uma munição é a MEDIDA PADRÃO do seu projétil.
15 CALIBRE ARMAS DE FOGO O calibre do cano raiado é dado pelo diâmetro entre os baixos relevos das estrias, isto é o maior diâmetro interno desse cano
16 CALIBRE ARMAS DE FOGO Medidas mais Comuns Na maioria dos casos atuais, o diâmetro é expresso em MILÍMETROS (mm). Ex: pistola "sete sessenta e cinco" significa que seu projétil possui um calibre 7,65 mm, e uma pistola "seis trinta e cinco" possui um projétil de 6,35 mm. Outra unidade utilizada para exprimir o calibre é a POLEGADA (em munições de arma pesada) e os CENTÉSIMOS DE POLEGADAS (em munições de arma ligeira). Ex: quando dizemos "calibre 38", estamos informando que o projétil desta munição possui 0,38 (na verdade.358, o pescoço do estojo é que tem.379) polegadas de diâmetro ou seja, aproximadamente 9,6 mm.
17 CALIBRE ARMAS DE FOGO Armas de Cano de Alma Lisa O calibre ou GÁUGIO (nome correto) das ESPINGARDAS (de cano de alma lisa) expressa-se, de forma indireta, pelo número de balas esféricas de chumbo que se obtinham de uma libra inglesa (453,8 g). Ex: para o famoso calibre 12 (gáugio 12), significaria que 12 esferas de chumbo do calibre da arma em questão (com um diâmetro de 18,5 mm) pesariam 453,8 gramas.
18 CALIBRE ARMAS DE FOGO Armas Longas de Cano Estriado Podem ser utilizados os três sistemas principais de nomenclatura: o CENTRAL EUROPEU (medido no sistema métrico decimal), o INGLÊS (medido em décimos e milésimos de polegadas), e o NORTE-AMERICANO (misto).
19 CALIBRE ARMAS DE FOGO Revólveres e Pistolas O sistema de nomenclatura dos calibres de munições para PISTOLA é semelhante ao dos das armas longas, seguido do nome do fabricante. Em relação aos REVOLVERES, é curiosa a predominância do uso do sistema de nomenclatura de calibres norte-americano, mesmo em países que, para as outras armas, utilizam o sistema central europeu.
20 CLASSIFICAÇÃO DAS ARMAS DE FOGO
21 QUANTO AO TIPO de Porte É aquela que em razão do seu pouco peso e volume pode ser acondicionada em um COLDRE.
22 QUANTO AO TIPO Portátil É aquela que em razão do seu peso e volume deve ser transportada com auxílio de uma BANDOLEIRA.
23 QUANTO AO TIPO Não-Portátil É aquela que em razão de seu peso e volume só pode ser transportada embarcada em viaturas ou dividida em partes e transportada por grupo de homens.
24 QUANTO AO EMPREGO Individual A arma INDIVIDUAL é aquela que se destina à proteção de quem a conduz. Coletiva A arma INDIVIDUAL é aquela que se destina à proteção de quem a conduz.
25 QUANTO À ALMA DO CANO de Alma RAIADA A alma é RAIADA quando no interior do cano existem sulcos helicoidais dispostos no eixo longitudinal, destinados a forçar o projétil a um movimento de rotação.
26 QUANTO À ALMA DO CANO de Alma LISA É aquela ISENTA DE RAIAMENTOS, com superfície absolutamente polida, como, por exemplo, nas espingardas. Alma LISA Alma RAIADA
27 QUANTO AO TAMANHO Armas CURTAS Revólveres Pistola
28 QUANTO AO TAMANHO Armas LONGAS RAIADAS - Rifles
29 QUANTO AO TAMANHO Armas LONGAS LISAS - Espingardas
30 QUANTO AO SISTEMA DE FUNCIONAMENTO
31 QUANTO AO SISTEMA DE FUNCIONAMENTO
32 QUANTO AO SISTEMA DE FUNCIONAMENTO Ação DUPLA Quando o atirador aciona o gatilho, uma arma de AÇÃO DUPLA necessita fazer o movimento de levantar o cão e com a continuidade do acionamento o mesmo faz movimento contrário que baterá na espoleta provocando o disparo do projétil. Na ação dupla o cão faz dois movimentos, um de recuo e outro de aproximação da espoleta.
33 QUANTO AO SISTEMA DE FUNCIONAMENTO Ação SIMPLES A AÇÃO SIMPLES consiste na metade do movimento. O cão já está na parte mais distante e somente fará o movimento de aproximação até bater na espoleta e efetuar a combustão. Se refere a revólveres que precisam ser engatilhados a cada disparo, ou a pistolas semiautomáticas que necessitam armar o cão ou puxar o ferrolho antes do primeiro tiro.
34 QUANTO AO SISTEMA DE FUNCIONAMENTO Ação de REPETIÇÃO A ação de repetição permite que a arma seja capaz de ser disparada mais de uma vez antes que seja necessário recarregála. Apresenta um carregador cuja função é alimentar munição para a câmara de tiro, embora os REVÓLVERES (que não têm carregadores, mas sim várias câmaras independentes) sejam classificados como armas de REPETIÇÃO.
35 QUANTO AO SISTEMA DE FUNCIONAMENTO Funcionamento SEMIAUTOMÁTICO O funcionamento semiautomático é um sistema pelo qual a ação faz a arma atirar, ejeta o cartucho, inserindo outro e rearmando o mecanismo de disparo, apenas com um acionamento da tecla do gatilho, necessitando da liberação e do posterior acionamento do gatilho para um novo disparo.
36 QUANTO AO SISTEMA DE FUNCIONAMENTO Funcionamento AUTOMÁTICO O funcionamento automático é o sistema pelo qual a arma, mediante o acionamento da tecla do gatilho e enquanto esta estiver premida, atira continuamente, ejetando e realimentando a arma até que esgote a munição de seu carregador ou cesse a pressão sobre o gatilho.
37 QUANTO AO MODO DE CARREGAR Modo ANTECARGA Arma que deve ser carregada pela BOCA DO CANO. Ex: algumas espingardas de caça.
38 QUANTO AO MODO DE CARREGAR Modo RETROCARGA A arma de fogo é carregada pela PARTE DE TRÁS ou pela EXTREMIDADE da culatra. Ex: os revólveres e as pistolas.
39 QUANTO AO MODO DE CARREGAR Modo MISTO É aquele em que, para cada tiro, deve ser realizado um carregamento PELA BOCA e outro PELA CULATRA. Ex.: Lançamento de uma granada bocal, no Fuzil Fal (Fz 7.62 m 964).
40 REVÓLVER
41 REVOLVER
42 REVOLVER Montagem do tambor: é o espaço retangular onde se aloja o tambor, quando a arma está pronta para o tiro. Cabo ou punho: é a parte pela qual se empunha o revólver e onde está alojada a mola real. Nele se notam o caixilho (onde as placas encaixam) e as placas.
43 REVOLVER Cano: É um tubo inteiriço de aço, reforçado na parte posterior, destinado a resistir às pressões axiais e radiais desenvolvidas pela deflagração da carga e guiar o projétil no seu duplo movimento de rotação e translação. Guarda-mato: é a peça que tem por finalidade proteger o gatilho contra os choques acidentais.
44 REVOLVER Tambor: divide-se em três partes: T ambor propriamente dito: é um cilindro de aço destinado a conter os cartuchos; Câmaras que são em número de seis, dispostas simetricamente, em torno do canal central; Canal central parte do tambor que recebe o eixo do tambor e a mola do extrator.
45 REVOLVER Extrator: é uma peça em forma de estrela, na extremidade de uma haste. Serve para extrair das câmaras os estojos vazios. Gatilho: responsável pelo disparo do revólver.
46 REVOLVER Entalhe de Mira (Fixa) ou Alça de Mira (Regulável): serve para fazer a visada, alinhando-se com a massa de mira, de forma que o topo da massa de mira fique nivelado e no meio da alça ou entalhe de mira. Cão: é a peça que impelida pela mola real, serve para percutir o cartucho. Seu movimento é circular.
47 Carregando um Revolver REVOLVER
48 REVOLVER Engatilhando um Revolver
49 REVOLVER DEScarregando um Revolver
50 REVOLVER Passagem e Recebimento da Arma
51 Medidas de Segurança Individual REVOLVER
52 Medidas de Segurança Individual REVOLVER
53 Medidas - ARMAS EM GERAL MEDIDAS DE SEGURANÇA
54 Medidas - ARMAS EM GERAL MEDIDAS DE SEGURANÇA
55 Medidas - ARMAS EM GERAL MEDIDAS DE SEGURANÇA
56 Medidas - ARMAS EM GERAL MEDIDAS DE SEGURANÇA
57 Medidas - ARMAS EM GERAL MEDIDAS DE SEGURANÇA
58 Medidas - ARMAS EM GERAL MEDIDAS DE SEGURANÇA
59 FUNDAMENTOS DO TIRO
60 FUNDAMENTOS DO TIRO
61 FUNDAMENTOS DO TIRO Dos cinco princípios fundamentais, este é considerado o MAIS BÁSICO deles, pois, se o atirador fizer a dupla empunhadura torta, os demais fundamentos não permitirão o acerto correto dos tiros.
62 FUNDAMENTOS DO TIRO Os dedos da mão que auxilia deverão envolver, em forma de concha, logo abaixo do guarda-mato, os dedos da mão que atira, e a palma deverá fixar-se na placa da armação, na parte não alcançada pelos dedos da mão que atira. O dedo polegar deverá fixar-se na armação ficando paralelo e abaixo do ferrolho nas PISTOLAS, ou junto do dedo polegar da mão que atira quando se tratar de REVÓLVER.
63 FUNDAMENTOS DO TIRO Dos cinco princípios fundamentais, este é considerado o MAIS BÁSICO deles, pois, se o atirador fizer a dupla empunhadura torta, os demais fundamentos não permitirão o acerto correto dos tiros.
64 FUNDAMENTOS DO TIRO
65 FUNDAMENTOS DO TIRO
66 FUNDAMENTOS DO TIRO
67 FUNDAMENTOS DO TIRO
68 FUNDAMENTOS DO TIRO O saque é um principio básico em que o ATIRADOR RETIRARÁ A SUA ARMA DO COLDRE E A DIRECIONARÁ PARA O ALVO no menor tempo possível e da forma mais precisa.
69 FUNDAMENTOS DO TIRO A visada, bastante cobrada em questões, é o enquadramento do aparelho de pontaria, dividido em dois momentos distintos e subsequentes: LINHA DE MIRA e LINHA DE VISADA.
70 ALÇA e MASSA de mira FUNDAMENTOS DO TIRO VISADA
71 Linha de MIRA FUNDAMENTOS DO TIRO VISADA
72 Linha de VISADA FUNDAMENTOS DO TIRO VISADA
73 Agrupamento Central FUNDAMENTOS DO TIRO LINHA DE VISADA
74 Agrupamento Central - ERROS FUNDAMENTOS DO TIRO LINHA DE VISADA
75 NITIDEZ DO FOCO FUNDAMENTOS DO TIRO LINHA DE VISADA
76 FUNDAMENTOS DO TIRO Problemas: PANO DE DEDO; GATILHADA
77 FUNDAMENTOS DO TIRO Controle da RESPIRAÇÃO Para boa parte dos doutrinadores, a respiração do atirador é o 6º fundamento do tiro. Para outros, apenas um aspecto a se considerar na aplicação dos fundamentos. Os elaboradores Cespe seguem a primeira linha da doutrina, considerando, assim, a respiração como MAIS UM DOS FUNDAMENTOS DO TIRO.
78 Linha de VISADA FUNDAMENTOS DO TIRO LINHA DE VISADA
79 MANUTENÇÃO DO ARMAMENTO
80 MANUTENÇÃO DO ARMAMENTO
81 MANUTENÇÃO DO ARMAMENTO
82 Obrigado Grande abraço e bons estudos! - Professor: Marcos Girão - [email protected] Marcos Girão
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