AUDIÊNCIA DIRIGIDA MINUTA DO RBAC 90
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- Alexandra Figueiredo Cabreira
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1 90.0AM Aplicabilidade SUBPARTE AM RBAC 90 ARMAS E MUNIÇÕES EMBARCADAS (a) Esta seção estabelece os requisitos aplicáveis aos órgãos e entes da Administração Pública que, em razão de suas atribuições legais pretendam realizar o transporte aéreo de armas e munições a bordo de aeronaves civis públicas registradas no Brasil e a qualquer pessoa que executa quaisquer atividades relacionadas ao transporte aéreo de armas ou munições. (b) Para efeitos desta norma, são armas: (1) revólveres; (2) pistolas; (3) espingardas; (4) carabinas; (5) fuzis; (6) armas de dardos; (7) armas de choque (TASER); (8) sprays incapacitantes; (9) bombas de efeito moral; (10) outras definidas em regramentos próprios. (c) Estão incluídos como munição: (1) cartucho e projéteis de armas; (2) bombas de gás, fumaça, atordoantes e similares; (3) cartuchos de espingarda; (4) munição de rifles e armas de mão; (5) dardos; (6) balas de borracha; (7) outras definidas em regramentos próprios. 90.1AM Condições gerais para o transporte de armas e munições (a) No transporte de armas e munições o órgão deverá realizar o gerenciamento do risco de tal modo que os riscos à aeronave, aos tripulantes, aos passageiros, às pessoas e propriedades em solo encontrem-se dentro do nível aceitável de desempenho da segurança operacional NADSO, estabelecido na matriz de risco para a segurança operacional.
2 (b) A quantidade máxima de armas e munições a serem transportadas na aeronave devem se submeter à legislação federal e regulamentação de operação do órgão ou ente responsável. (c) É responsabilidade do comandante da aeronave a inspeção do quantitativo de armas e munições embarcadas e a compatibilidade desse numerário com os limites permitidos no regramento vigente. (d) É de responsabilidade do comandante da aeronave e do operador aerotático a verificação da segurança quanto ao acondicionamento das armas transportadas, conforme a respectiva tabela: Armas Pistolas semiautomáticas; Rifles semiautomáticas; Carabinas; Espingardas automáticas; Espingardas de ação deslizante; Rifle de ferrolho; Rifles automáticos e similares. Revólver Armas de choque elétrico (ex: TASER). Sprays incapacitantes Condição segura Pistolas semiautomáticas devem estar acondicionadas em um coldre seguro; Rifles semiautomáticos, carabinas, espingardas automáticas, espingardas de ação deslizante, rifle de ferrolho, rifle automático, se transportadas no compartimento de carga da aeronave, deverão estar acondicionadas em recipientes próprios, e caso sejam transportadas pelo agente público, este deverá utilizar a bandoleira. Para todas as armas citadas as partes funcionais do armamento devem estar para frente e com o gatilho solto, a trava de segurança ativada, quando possível; o carregador municiado e alojado na arma, não sendo permitida munição na câmara. Cilindro carregado com munição, arma em um coldre seguro que previna disparos acidentais e trava de segurança ativada, quando possível. Arma em um coldre seguro, que previna contra ativação acidental e não deve ser retirado do coldre em nenhum momento durante o voo. Transportados em um recipiente próprio e resistente.
3 (e) É vedado o transporte aéreo das seguintes armas municiadas: (1) espingarda de cano duplo; (2) espingardas de cano único que não sejam automáticas ou de ação deslizante; (3) lançador de granada de efeito moral; (4) armas de dardos. 90.2AM Operações normais com armas e munições embarcadas (a) Operações normais com armas e munições embarcadas realizados por órgãos ou entes da Administração Pública que não estão enquadrados no art. 144 da Constituição da República Federativa do Brasil devem observar os seguintes procedimentos: (1) Antes da decolagem, o comandante deve inspecionar as condições de armazenamento das armas e munições a fim de garantir a segurança; (2) O comandante da aeronave poderá vetar o transporte de armas ou munições, de forma motivada, para preservação da segurança de voo; (3) As armas devem ser transportadas desmuniciadas e em conformidade com os procedimentos previstos no manual de operações da unidade aérea pública. É vedado o transporte de armas a bordo destas aeronaves na ausência destes procedimentos no MOP; (4) As armas e munições devem ser transportadas em compartimentos ou outra área designada; (5) É vedado realizar de dentro da aeronave: (i) disparos, tais como tiro embarcado; (ii) lançamento de qualquer tipo de munição; (iii) municiar ou desmuniciar armas; (iv) manuseio de armas e munições até o pouso da aeronave; (6) Bombas de efeito moral e congêneres, tais como bombas de fumaça e sprays incapacitantes devem ser transportadas dentro de caixas fortes e resistentes ao fogo e devem conter: (i) indicação de explosivo quando contendo bombas; (ii) indicação de tóxico quando contendo sprays incapacitantes.
4 90.3AM Operações aéreas especiais com armas e munições embarcadas (a) Operações aéreas especiais com armas e munições embarcadas realizados pelos órgãos de segurança pública dispostos no art. 144 da Constituição da República Federativa do Brasil, devem ser observados os seguintes procedimentos: (1) Antes da decolagem, o comandante deve inspecionar as condições de armazenamento das armas e munições a fim de garantir a segurança, inclusive dos dispositivos de proteção contra ativação acidental das bombas de efeito moral e congêneres; (2) O comandante da aeronave poderá vetar o transporte de armas ou munições, de forma motivada, para preservação da segurança de voo; (3) A realização de disparos, tais como tiro embarcado, ou lançamento de qualquer tipo de munição de dentro do helicóptero só poderão ser efetuados quando: (i) previamente autorizado pelo comandante; (ii) essencial ao cumprimento da missão; (iii) em conformidade com os procedimentos operacionais e de segurança, definidos e aprovados no SOP e no MOP da unidade aérea pública; (iv) a tripulação, incluindo o operador aerotático, estiver devidamente treinada nestas operações especiais; (4) Nas operações aéreas especiais é proibido o transporte de passageiros que não estejam diretamente ligados à referida operação. (5) As armas longas utilizadas para disparos de dentro da aeronave devem dispor de coletores para as cápsulas de munição. (i) Na ausência desses coletores a unidade aérea pública deverá dispor de procedimentos operacionais a fim de garantir que as cápsulas e a munição não atinjam a tripulação, aeronave ou passageiros em voo; (6) Os passageiros que pretendam transportar armamentos e munições, tais como agentes públicos e que não sejam qualificados como operadores aerotáticos, comandantes ou co-pilotos, estes devem cumprir integralmente os procedimentos previstos na Seçao 90.2AM (a). (7) As operações aéreas especiais não se submetem as disposições constantes na Seção 90.2AM (a) deste Regulamento desde que em consonância com o SOP e MOP do órgão;
5 (8) Nas operações aéreas especiais com armas e munições é obrigatório que a tripulação e passageiros realizem o gerenciamento do risco para a preservação da segurança de voo. (9) Bombas de efeito moral e congêneres podem ser transportadas somente se garantido que estes dispositivos estejam protegidos contra ativação acidental.
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