Sincronização e Comunicação
|
|
|
- Heloísa Molinari Aleixo
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Sincronização e Comunicação Eduardo Ferreira dos Santos Ciência da Computação Centro Universitário de Brasília UniCEUB Maio, / 28
2 Sumário 1 Concorrência 2 Sistemas Multiprogramáveis Troca de mensagens 2 / 28
3 Concorrência 1 Concorrência 2 Sistemas Multiprogramáveis Troca de mensagens 3 / 28
4 Concorrência Concorrência Paradigma: controlar/restringir o acesso ao recurso em determinado espaço de tempo; O controle de acesso aos recursos é realizado através de eventos; Eventos inesperados pode causar um desvio inesperado no uxo de execução. Denição [Chagas, 2016]: 1 O programa perde o uso do processador; 2 O programa retorna para continuar o processamento; 3 O estado do programa deve ser idêntico ao do momento em que foi interrompido. O programa continua a execução exatemente na instrução seguinte. 4 / 28
5 Concorrência Troca de Contexto Figura 1.1: Troca de Contexto [Favacho, 2009] 5 / 28
6 Concorrência Sincronia O modelo é dito síncrono porque as saídas do sistema podem ser vistas como sincronizadas com as suas entradas. [FARINES and MELO, 2000] Uma das características mais importantes encontrada nos modelos síncronos é a rejeição do não determinismo. [FARINES and MELO, 2000, p.105] Determinismo Para cada estado do programa, existe somente uma possibilidade para a função de transição (próximo estado); Não determinismo Podem existir várias escolhas para o próximo estado em qualquer ponto. 6 / 28
7 Concorrência Estados dos processos Figura 1.2: Estados dos processos [Chagas, 2016] 7 / 28
8 Concorrência Interrupção e Exceção Concorrência: controlar/restringir o acesso ao recurso; O controle de acesso aos recursos é realizado através de eventos; Eventos inesperados pode causar um desvio inesperado no uxo de execução. Interrupção Realizada por algum evento externo ao programa, independente da instrução. Podem ser geradas por eventos assíncronos; Até várias vezes ao mesmo tempo. Exceção Erro na instrução de algum programa. Ex.: falha de segmentação (segfault). Sempre gerada por um evento síncrono; Depende de instrução do próprio programa; Somente um evento de cada vez. 8 / 28
9 Concorrência Interrupção Geradas por eventos assíncronos; Diversos dispositivos podem informar ao processador que estão prontos. Figura 1.3: Tratamento de Interrupção [Chagas, 2016] 9 / 28
10 Concorrência Exceção Gerada por um evento síncrono; Considerando a mesma entrada, a exceção ocorrerá sempre na mesma instrução. Figura 1.4: Tratamento de Exceção [Chagas, 2016] 10 / 28
11 1 Concorrência 2 Sistemas Multiprogramáveis Troca de mensagens 11 / 28
12 Programação concorrente Na programação concorrente existe mais de uma tarefa sendo executada ao mesmo tempo. Ex.: Fatorial No caso de múltiplas tarefas é necessário haver comunicação entre elas. As tarefas compartilham área de memória; Troca de mensagens Sinais trocados entre processos. 12 / 28
13 Comunicação entre processos Gerência de recursos de memória compartilhada: condição de corrida Exclusão mútua; Semáforo; Monitor. Comunicação por troca de mensagens: deadlocks Leitura assíncrona; Método rendezvous. 13 / 28
14 1 Concorrência 2 Sistemas Multiprogramáveis Troca de mensagens 14 / 28
15 Condição de corrida Situações onde dois ou mais processos estão acessando dados compartilhados, e o resultado nal do processamento depende de quem roda quando. Figura 2.1: Exemplo da condição de corrida 15 / 28
16 Solução para condição de corrida Uma boa solução para a condição de corrida requer quatro condições [Favacho, 2009]: 1 Dois ou mais processos não podem estar simultaneamente dentro de suas regiões críticas correspondentes; 2 Nenhuma consideração pode ser feita a respeito da velocidade relativa dos processos, ou a respeito do número de processadores disponíveis no sistema; 3 Nenhum processo que esteja executando fora de sua região crítica pode bloquear a execução de outro processo; 4 Nenhum processo pode ser obrigado a esperar indenidamente para entrar em sua região crítica. 16 / 28
17 Exclusão mútua [Chagas, 2016] Solução: impedir que mais de um processo acesse o dado ao mesmo tempo. Deve ser executada somente quando um dos processos estiver acessando o recurso compartilhado; A parte do código onde o acesso ao recurso é feito é chamada de região crítica. Figura 2.2: Região crítica 17 / 28
18 Soluções para exclusão mutua I Inibição das interrupções Inibir as interrupções de cada processo logo após o ingresso na região crítica, habilitando-as novamente após deixá-las. Desabilitar interrupções deve ser uma atribuição do kernel; Interferir no kernel pode não ser uma boa ideia. Variáveis de travamento (locks) Utilização de variável única compartilhada (lock) que pode assumir 0 ou 1. Se dois processos chegam ao mesmo tempo? Condição de corrida. 18 / 28
19 Soluções para exclusão mutua II Chaveamento obrigatório Utiliza a variável inteira turn [Tanenbaum and Machado Filho, 1995]. A variável turn indica a vez de quem é de entrar na região crítica; Se um dos processos for mais lento que o outro requer a solução estritamente alternada; Espera ocupada: teste contínuo do valor esperando por uma mudança. Listing 1: a w h i l e (TRUE) { w h i l e ( t u r n!=0) / ç l a o / c r i t i c a l _ r e g i o n ( ) ; t u r n = 1 ; n o n _ c r i t i c a l _ r e g i o n ( ) ; } Listing 2: b w h i l e (TRUE) { w h i l e ( t u r n!=1) / ç l a o / c r i t i c a l _ r e g i o n ( ) ; t u r n = 0 ; 5 n o n _ c r i t i c a l _ r e g i o n ( ) ; } 19 / 28
20 Problema do produtor-consumidor Dois processos compartilham um buer de tamanho xo; Um põe a informação dentro do buer: produtor; Outro retira a informação do buer: consumidor; Problema: produtor quer colocar um item no buer, mas já está cheio; Solução: colocar o produtor para dormir (sleep) e só acordar quando o consumidor remover um ou mais itens; Grande possibilidade de gerar condição de corrida: perda do envio de sinal para acordar (wakeup) quando o processo ainda não está dormindo. 20 / 28
21 Semáforos [Favacho, 2009] Baseado em um tipo de variável que possui dois estados: UP e DOWN. 1 O semáforo ca associado a um recurso compartilhado; 2 Se o valor da variável semáforo for diferente de zero, nenhum processo está utilizando o recurso; caso contrário,o processo ca impedido do acesso; 3 Sempre que deseja entrar em sua região crítica, o processo executa uma instrução DOWN; 4 Se o semáforo for maior que 0, este é decrementado de 1, e o processo que solicitou a operação pode executar sua região crítica; 5 Entretanto, se uma instrução DOWN é executada em um semáforo cujo valor seja igual a 0, o processo que solicitou a operação cará no estado de espera; 21 / 28
22 Semáforos (cont.) [Favacho, 2009] 6 Além disso, o processo que está acessando o recurso, ao sair de sua região crítica, executa uma instrução UP, incrementando o semáforo de 1 e liberando o acesso ao recurso; 7 A vericação do valor do semáforo, a modicação do seu valor e, eventualmente a colocação do processo para dormir são operações atômicas; 8 Operações atômicas são únicas e indivisíveis; 9 Os semáforos aplicados ao problema da exclusão mútua são chamados de mutex (mutual exclusion) ou binários, por apenas assumirem os valores 0 e / 28
23 Implementação [Favacho, 2009] #d e f i n e N 100 t y p e d e f i n t semaphore semaphore mutex = 1 ; / c o n t r o l a ã r e g i o í c r t i c a / semaphore empty = N ; / c o n t r o l a çõ p o s i e s v a z i a s / semaphore f u l l = 0 ; / c o n t r o l a çõ p o s i e s o c u p a d a s / v o i d p r o d u c e r ( v o i d ) { v o i d consumer ( v o i d ) { w h i l e (TRUE) { w h i l e (TRUE) { i t e m = produce_item ( ) ; down (& f u l l ) ; down (&empty ) ; down (& mutex ) ; down (& mutex ) ; 5 i t e m = remove_item ( ) ; / R_cr í i n s e r t _ i t e m ( i t e m ) ; / R _ c r i t i c a t i c a / / up(&mutex ) ; up(&mutex ) ; up(&empty ) ; up(& f u l l ) ; consume_item ( i t e m ) ; } } } 10 } 23 / 28
24 Troca de mensagens 1 Concorrência 2 Sistemas Multiprogramáveis Troca de mensagens 24 / 28
25 Troca de mensagens Comunicação Somente entre dois processos; Os processos precisam ter a execução sincronizada. Figura 2.3: Troca de mensagens [Chagas, 2016] 25 / 28
26 Troca de mensagens Classicação [Chagas, 2016] Direta Comunicação entre dois processos, cujos nomes devem ser explicitados; Indireta Utiliza uma área (ou buer) onde as mensagens devem ser colocadas. Figura 2.4: Troca de mensagens [Chagas, 2016] 26 / 28
27 Troca de mensagens Chagas, F. (2016). Notas de aula do Prof. Fernando Chagas. FARINES, J. M. and MELO, R. (2000). Sistemas de Tempo Real, volume 1. IME-USP. Favacho, A. (2009). Notas de aula da Profa. Aletéia Favacho. Tanenbaum, A. S. and Machado Filho, N. (1995). Sistemas operacionais modernos, volume 3. Prentice-Hall. 27 / 28
28 Troca de mensagens OBRIGADO!!! PERGUNTAS??? 28 / 28
Escalonamento. Eduardo Ferreira dos Santos. Abril, Ciência da Computação Centro Universitário de Brasília UniCEUB 1 / 28
Escalonamento Eduardo Ferreira dos Santos Ciência da Computação Centro Universitário de Brasília UniCEUB Abril, 2016 1 / 28 Sumário 1 Multiprogramação 2 Escalonamento 3 Concorrência 2 / 28 Multiprogramação
Comunicação entre processos
Universidade Federal do Acre Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Bacharelado em Sistemas de Informação Comunicação entre processos Macilon Araújo Costa Neto [email protected] Capítulo 2 do livro do
Comunicação entre Processos
Programação Paralela e Distribuída Ordenação e Sincronização Prof. Msc. Marcelo Iury de Sousa Oliveira [email protected] http://sites.google.com/site/marceloiury/ Comunicação entre Processos Processos
Sistemas Operacionais. Comunicação entre processos
Sistemas Operacionais Comunicação entre processos Comunicação entre Processos Os SO s hoje são multi-tarefa Alguns processos precisam cooperar para cumprir seus objetivos Sugestões de implementação? Exemplos
Sistemas Operacionais. Condição de corrida e Região crítica
Sistemas Operacionais Condição de corrida e Região crítica Região Crítica Parte do código que acessa a área compartilhada Condição em que dois processos lêem e escrevem um dado compartilhado e o resultado
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Processos Exclusão Mútua Mecanismos para se Obter Exclusão MútuaM Mecanismos de Hardware: Inibição de Interrupções Instrução TSL (Test and Set Lock) Mecanismos de Software: Com Espera
Aula 6: Comunicação entre processos. Instituto Federal da Bahia INF009 - Sistemas Operacionais Profª Flávia Maristela
Aula 6: Comunicação entre processos Instituto Federal da Bahia INF009 - Sistemas Operacionais Profª Flávia Maristela (-- motivação --) Processos em execução no sistema operacional podem ser: Independentes:
Inversão de prioridades
Eduardo Ferreira dos Santos Ciência da Computação Centro Universitário de Brasília UniCEUB Maio, 2017 1 / 46 Sumário 1 Dependência 2 Dependência Deadlocks 3 Classicação dos recursos 2 / 46 1 Dependência
Problema do Produtor -Consumidor. Solução por semáforos
Problema do Produtor -Consumidor Solução por semáforos Autoria Autores alunos da disciplina SO II Local Instituto de Informática UFRGS Versão v7 agosto de 2008 por C. Geyer Visão geral do assunto...2 Conceito...3
Sincronização de Processos (2)
Sincronização de Processos (2) Tipos de Soluções (cont.) Soluções de Hardware Inibição de interrupções Instrução TSL (apresenta busy wait) Soluções de software com busy wait Variável de bloqueio Alternância
Sistemas Operacionais: Sincronização entre processos
Sistemas Operacionais: Sincronização entre processos Sincronização Programa concorrente Executado por diversos processos Acesso concorrente a dados Paralelismo real x Paralelismo aparente Multiprocessadores:
Comunicação entre processos (2)
Comunicação entre processos (2) Pedro Cruz EEL770 Sistemas Operacionais Lembretes Proposta de trabalho Enviar para [email protected] Prazo: dia 02 de abril 2 Aula passada Comunicação entre processos é útil
Programação concorrente (processos e threads)
Programação concorrente (processos e threads) Programação concorrente Por que precisamos dela? Para utilizar o processador completamente Paralelismo entre CPU e dispositivos de I/O Para modelar o paralelismo
Concorrência. Condições de Corrida. 5a. Tentativa. Dificuldades: Sincronização de Processos (2) Aula 11 Profa. Patrícia Dockhorn Costa
Concorrência Dificuldades: Sincronização de Processos (2) Aula 11 Profa. Patrícia Dockhorn Costa Compartilhamento de recursos globais. Gerência de alocação de recursos. Localização de erros de programação
Sincronização e Comunicação entre Processos. Adão de Melo Neto
Sincronização e Comunicação entre Processos Adão de Melo Neto 1 INTRODUÇÃO Em um sistema multitarefa os processos alternam sua execução segundo critérios de escalonamento estabelecidos pelo sistema operacional.
Tipos de Soluções (cont.)
Sincronização de Processos (2) Tipos de Soluções (cont.) Soluções de Hardware Inibição de interrupções Instrução TSL (apresenta busy wait) Soluções de software com busy wait Variável de bloqueio Alternância
7 SINCRONIZAÇÃO DE PROCESSOS
7 SINCRONIZAÇÃO DE PROCESSOS Quando se trabalha com processos cooperativos, eles podem afetar uns aos outros. Eles compartilham recursos, principalmente posições de memória e arquivos. O acesso a dados
Sistemas Operacionais. Concorrência
Sistemas Operacionais Concorrência Sumário 1. Introdução 2. Sistemas Multiprogramáveis 3. Interrupções e Exceções 4. Operações de E/S 1. Entrada e Saída Controlada por Programa 2. Evolução da Entrada e
Programação Concorrente Locks
Programação Concorrente Prof. Eduardo Alchieri Variáveis do tipo trava (lock) Lock: É um mecanismo de sincronização de processos/threads, em que processos/threads devem ser programados de modo que seus
Sistemas de Entrada e Saída
Sistemas de Entrada e Saída Eduardo Ferreira dos Santos Ciência da Computação Centro Universitário de Brasília UniCEUB Maio, 2016 1 / 33 Sumário 1 Dispositivos de E/S 2 Interrupções 3 Software de E/S 2
Sincronização e Comunicação entre Processos. Adão de Melo Neto
Sincronização e Comunicação entre Processos Adão de Melo Neto 1 MOTIVAÇÃO 2 INTRODUÇÃO Em um sistema multiprogramado (concorrente) os processos alternam sua execução (ou seja, são executados alternadamente
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Processos - Parte 2 Prof. Dr. Fábio Rodrigues de la Rocha (Processos - Parte 2) 1 / 33 (Processos - Parte 2) 2 / 33 (Processos - Parte 2) 3 / 33 (Processos - Parte 2) 4 / 33 (Processos
Sistemas de Entrada e Saída
Sistemas de Entrada e Saída Eduardo Ferreira dos Santos Ciência da Computação Centro Universitário de Brasília UniCEUB Maio, 2016 1 / 31 Sumário 1 Interrupções 2 Camadas de Software de E/S 2 / 31 Interrupções
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais I Índice 2 Processos... 1 2.2.5 Semáforos... 1 2.2.6 Monitores... 2 2.2.7 Passagem de Mensagens... 5 2 Processos 2.2.5 Semáforos Para resolver este problema, Dijkstra propôs em 1965
Fundamentos de Sistemas Operacionais
Fundamentos de Sistemas Operacionais Aula 6: Monitores, Troca de Mensagens e Deadlock Diego Passos Última Aulas Mecanismos de Exclusão Mútua Operações atômicas. Protocolos de controle de acesso. Spin-locks.
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Processos Semáforos Semáforos Mecanismo de sincronização que não requer espera ocupada Dijkstra propôs usar uma variável inteira para contar o n o de WAKEUPs para uso futuro Menos
Unidade 3. Controle de Concorrência. Primitivas de Programação Concorrente Clássica
Unidade 3 Controle de Concorrência Primitivas de Programação Concorrente Clássica Programação Concorrente A abstração de programação concorrente é o estudo de sequênciasde execução intercaladas, de instruções
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO SISTEMAS OPERACIONAIS I SEM/12 PROVA I. Tempo de Prova: 100 minutos / Escore Máximo: 300 pontos
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO SISTEMAS OPERACIONAIS I - 1 0 SEM/12 PROVA I Tempo de Prova: 100 minutos / Escore Máximo: 300 pontos Aluno: G A B A R I T O Escore: Responda às perguntas de forma
Sistemas Operacionais. Universidade Federal de Minas Gerais. Aula 6. Primitivas de Sincronização
Aula 6 Primitivas de Sincronização Primitivas de Sincronização Lock / Unlock Sleep / Wakeup Semáforo Monitores Mensagens Sincronização no Linux Lock / Unlock Funcionam como as primitivas vistas até agora
Exclusão Mútua (mutex)
2004-2017 Volnys Bernal 1 Exclusão Mútua (mutex) Volnys Borges Bernal [email protected] Departamento de Sistemas Eletrônicos Escola Politécnica da USP 2004-2017 Volnys Bernal 2 Tópicos Exclusão Mútua (Mutex)
Sistemas Operacionais
Introdução Inst tituto de Info ormátic ca - UF FRGS Sistemas Operacionais i Introdução à Programação Concorrente Aula 05 Em sistemas multiprogramados há interação entre processos para comunicação, que
Sistemas Operacionais. Prof. André Y. Kusumoto
Sistemas Operacionais Prof. André Y. Kusumoto [email protected] Fundamentos Paradigma do produtor-consumidor Sincronização de Processos Produtor while (count == BUFFER_SIZE) ; //no-op //adiciona
PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS. Aula 12 - Threads e Concorrência em Java
Aula 12 - Threads e Concorrência em Java Conteúdo Programático desta aula Aplicar os conceitos e threads, processos concorrentes e sincronização em pequenos programas. Aplicar e verificar os conceitos
Solução para o Problema do Produtor-Consumidor
Solução para o Problema do Produtor-Consumidor Ricardo Mendes do Nascimento Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI) Santo Ângelo RS Brasil [email protected] Resumo. Este
Programação Concorrente
INE 5410 Programação Concorrente Professor: Lau Cheuk Lung (turma A) INE UFSC [email protected] Conteúdo Programático 1. 2. Programação Concorrente 3. Sincronização 1. Condição de corrida, região critica
Sistemas de Tempo Real e Tolerante a Falhas
Sistemas de Tempo Real e Tolerante a Falhas Eduardo Ferreira dos Santos Engenharia de Computação Centro Universitário de Brasília UniCEUB Fevereiro, 2016 1 / 31 Sumário 1 Introdução 2 Denição 3 Conceitos
Sincronização e comunicação entre processos
Sistemas Operacionais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Sincronização e comunicação entre processos Em um sistema multiprogramável com
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Prof. Jó Ueyama Apresentação baseada nos slides da Profa. Dra. Kalinka Castelo Branco, do Prof. Dr. Antônio Carlos Sementille e da Profa. Dra. Luciana A. F. Martimiano e nas transparências
Sincronização e comunicação entre entidades de processamento. Mutex Volnys Bernal 1. Tópicos. Exclusão Mútua (mutex) Exclusão Mútua (Mutex)
2004-2013 Volnys Bernal 1 2004-2013 Volnys Bernal 2 Tópicos Exclusão Mútua (mutex) Volnys Borges Bernal [email protected] http://www.lsi.usp.br/~volnys Exclusão Mútua () Objetivo, utilidade, requisitos
Processos O conceito de processos é fundamental para a implementação de um sistema multiprogramável. De uma maneira geral, um processo pode ser entend
Concorrência Nos sistemas Monoprogramáveis somente um programa pode estar em execução por vez, permanecendo o processador dedicado a esta única tarefa. Os recursos como memória, processador e dispositivos
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Eduardo Ferreira dos Santos Engenharia de Computação Centro Universitário de Brasília UniCEUB Abril, 2016 1 / 20 Sumário 1 Estrutura dos Sistemas Operacionais 2 System Calls 2 / 20
Introdução a Sistemas Operacionais. Adão de Melo Neto
Introdução a Sistemas Operacionais Adão de Melo Neto 41 Definição de SO Sistema Operacional É um conjunto de rotinas (programa) executado pelo processador que controla o funcionamento do computador como
Programação Concorrente. Prof. Hugo Vieira Neto
Programação Concorrente Prof. Hugo Vieira Neto Concorrência Um programa concorrente descreve diversas atividades que ocorrem simultaneamente, de modo diferente de programas comuns, que descrevem apenas
Tipos de Soluções (cont.)
Tipos de Soluções (cont.) Sincronização de Processos: Semáforos Aula 12 Profa. Patrícia Dockhorn Costa Soluções de Hardware Inibição de interrupções Instrução TSL (apresenta busy wait) Soluções de software
Capítulo 2 Processos e Threads
Capítulo 2 Processos e Threads 2.1 Processos 2.2 Threads 2.3 Comunicação interprocesso 2.4 Problemas clássicos de IPC 2.5 Escalonamento 1 Processos O Modelo de Processo Multiprogramação de quatro programas
Chamadas de Sistema (SYSCALL)
Chamadas de Sistema (SYSCALL) Eduardo Ferreira dos Santos Engenharia de Computação Centro Universitário de Brasília UniCEUB Abril, 2016 1 / 26 Sumário 1 Estrutura dos Sistemas Operacionais 2 System Calls
Redes de Computadores. INF201 - Fundamentos de Sistemas Operacionais - 2º Período
Redes de Computadores INF201 - Fundamentos de Sistemas Operacionais - 2º Período PARTE II: PROCESSOS E THREADS SUMÁRIO 7. SINCRONIZAÇÃO E COMUNICAÇÃO ENTRE PROCESSOS: 7.1 Introdução; 7.2 Aplicações Concorrentes;
Sistemas de Entrada e Saída
Sistemas de Entrada e Saída Eduardo Ferreira dos Santos Ciência da Computação Centro Universitário de Brasília UniCEUB Junho, 2017 1 / 44 Sumário 1 Dispositivos de E/S 2 Interrupções 3 Camadas de Software
Arquitetura de Sistemas Operacionais Francis Berenger Machado / Luiz Paulo Maia (Material Adaptado)
Arquitetura de Sistemas Operacionais Francis Berenger Machado / Luiz Paulo Maia (Material Adaptado) Capítulo 3 Concorrência Agenda Introdução Interrupções e exceções Operações de Entrada/Saída Buffering
Programação Orientada a Objetos. Concorrência
Programação Orientada a Objetos Concorrência Cristiano Lehrer, M.Sc. Níveis de concorrência: Introdução Nível de instrução de máquina: Executando duas ou mais instruções de máquina simultaneamente. Nível
Capítulo 3. Programação Concorrente. Conteúdo. Objetivos. Recordando. Recordando. Objetivos de sistema operacional. DCA-108 Sistemas Operacionais
DCA-108 Sistemas Operacionais Capítulo 3 Luiz Affonso Guedes www.dca.ufrn.br/~affonso [email protected] Programação Luiz Affonso Guedes 1 Luiz Affonso Guedes 2 Conteúdo Caracterização e escopo da programação
Sistemas Operacionais. Prof. André Y. Kusumoto
Sistemas Operacionais Prof. André Y. Kusumoto [email protected] Semáforos Sincronização de Processos Um semáforo é uma estrutura de dados que consiste em um número inteiro e em uma fila Seu
Gerência de Memória. Eduardo Ferreira dos Santos. Abril, Ciência da Computação Centro Universitário de Brasília UniCEUB 1 / 45
Gerência de Memória Eduardo Ferreira dos Santos Ciência da Computação Centro Universitário de Brasília UniCEUB Abril, 2016 1 / 45 Sumário 1 Introdução 2 Espaços de endereçamento 3 Realocação estática e
DinnerRace: Um simulador para técnicas de exclusão mútua através do problema do Jantar dos Filósofos
DinnerRace: Um simulador para técnicas de exclusão mútua através do problema do Jantar dos Filósofos Amanda Barbosa 1, Witássio Oliveira 1, Kádna Camboim 1 1 Unidade Acadêmica de Garanhuns, Universidade
LINGUAGENS LÓGICAS E PROGRAMAÇÃO CONCORRENTE
LINGUAGENS LÓGICAS E PROGRAMAÇÃO CONCORRENTE Adriana Nery Programação lógica Paradigma Predicados Dedutiva) baseado no Cálculo de (Lógica Matemática Exemplo: Zé Carioca é um papagaio. Todo papagaio é uma
Sistemas Operativos. Objetivo. Entrega do Questionário. Exercício 1. Exercício 2. Exercício 3. Exercício 4. Grupo 1 Introdução
Sistemas Operativos Objetivo O objetivo deste questionário é levá-lo a rever os conceitos básicos dos sistemas operativos, bem como os algoritmos de scheduling e mecanismos de sincronização estudados.
UNIVERSIDADE LUSÓFONA DE HUMANIDADES E TECNOLOGIAS C SISTEMAS OPERATIVOS
UNIVERSIDADE LUSÓFONA DE HUMANIDADES E TECNOLOGIAS C1203 - SISTEMAS OPERATIVOS 2º Semestre 2005/2006 27/7/2007 Resolução 1. Identifique três situações em que ocorra uma transição do modo de execução utilizador
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Programação Concorrente Problemas clássicos Edson Moreno [email protected] http://www.inf.pucrs.br/~emoreno Sumário Produtor / consumidor O jantar dos filósofos O barbeiro sonolento
Threads e Sincronização no Linux
Threads e Sincronização no Linux MCTA026-13 - Sistemas Operacionais Emilio Francesquini e Fernando Teubl Ferreira [email protected] / [email protected] 2019.Q1 Centro de Matemática,
Introdução Aplicações Concorrentes Especificação de Concorrência em Programas Problemas de Compartilhamento de Recursos Exclusão Mútua Sincronização
Sincronização e Comunicação entre Processos Introdução Aplicações Concorrentes Especificação de Concorrência em Programas Problemas de Compartilhamento de Recursos Exclusão Mútua Sincronização Condicional
Sincronização e Comunicação entre Processos. Sincronização e Comunicação Volnys Bernal 1. Agenda
entre Processos 004-006 Volnys Bernal 004-006 Volnys Bernal Agenda entre Processos Volnys Borges Bernal [email protected] http://www.lsi.usp.br/~volnys Região Crítica Classificação dos mecanismos de sincronização
Thread. Thread. Sistemas Operacionais. Leonard B. Moreira. UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ fevereiro, / 41
Thread Sistemas Operacionais Leonard B. Moreira UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ e-mail: [email protected] fevereiro, 2013 1 / 41 Sumário 1 Introdução 2 Ambientes Monothread 3 Ambientes Multithread
Sistemas Distribuídos Aula 5
Sistemas Distribuídos Aula 5 Aula passada Sincronização Race condition Região crítica Locks Algoritmo de Peterson Aula de hoje Atomicidade test-and-set Locks revisitado Semáforos Dois problemas Atomicidade
Sistemas Distribuídos
Sistemas Distribuídos Exclusão Mútua Referência Sistemas operacionais modernos Andrew S. TANENBAUM Prentice-Hall, 1995 Seção 11.2 pág. 325-329 Conteúdo Algoritmo centralizado Algoritmo distribuído (Algoritmo
