Sistemas Operacionais
|
|
|
- João Cipriano Azevedo
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Sistemas Operacionais Processos Exclusão Mútua Mecanismos para se Obter Exclusão MútuaM Mecanismos de Hardware: Inibição de Interrupções Instrução TSL (Test and Set Lock) Mecanismos de Software: Com Espera Ocupada: Variáveis de Travamento (Lock Variables) Alternância Estrita Solução de Peterson Sem Espera Ocupada: Dormir e Acordar (Sleep and Wakeup) Semáforos Contadores de Eventos Monitores Troca de Mensagens 2 Comunicação e Sincronização 1
2 Inibição das Interrupções Solução mais simples Desabilitam-se todas as interrupções após se entrar na região crítica ao sair, reabilitam-nas Se as interrupções não ocorrem, o processo não pode sofrer preempção Problema 1:... e se o processo não reabilitar as interrupções? Problema 2: se o sistema tem 2 CPUs e somente uma tem as interrupções inibidas, a outra pode acessar a memória compartilhada Por outro lado, é muito conveniente que o kernel possa desabilitar as interrupções para atualizar variáveis ou listas Conclusão: solução adequada para o kernel, mas não para processos de usuário 3 Comunicação e Sincronização Instrução TSL (Test( and Set Lock) Instrução especial que permite ler uma variável, armazenar seu conteúdo em uma outra área e atribuir um novo valor a esta variável (hardware) É uma instrução indivisível: executada sem interrupção Variável compartilhada flag: quando flag = 0, qualquer processo pode fazê-la igual a 1 (instrução TSL) 4 Comunicação e Sincronização 2
3 enter_region: (cont.) Instrução TSL tsl register, flag copia flag p/ cmp register, #0 jnz enter_region ret registrador e faz flag = 1 o flag é zero? se não,lock e setado;loop retorna, entrou na R.C. leave_region: mov flag, #0 ret guarda um 0 em flag retorna a quem chamou 5 Comunicação e Sincronização Variáveis de Travamento (Lock( Variables) Define-se uma única variável compartilhada, inicialmente com valor zero Se um processo deseja entrar na região crítica, ele testa a variável. Se ela for 1 (recurso liberado), ela é feita 0 (recurso trancado) e o processo entra. Caso contrário, o processo aguarda até que o valor da variável seja 1 (um) 6 Comunicação e Sincronização 3
4 (cont.) Variáveis de Travamento x = 0, recurso trancado x = 1, recurso liberado while (x == 0) do /* nada */; Entrada x = 0; Entrada... Região Crítica x = 1; Saída Problema: Este mecanismo apresenta a falha de que a alteração de valor para trancado, após o teste, permite que dois processos executem a Região Crítica (RC) ao mesmo tempo O teste e a alteração necessitam ser feitos de forma indivisível (atômica) 7 Comunicação e Sincronização Alternância Estrita Processo A while (TRUE) { while (turn!= 0); Reg_Crítica(); turn = 1; Reg_Não_Crítica(); Processo B while (TRUE) { while (turn!= 1); Reg_Crítica(); turn = 0; Reg_Não_Crítica(); Inicialmente a variável turn é feita igual a 0 (zero) Assim, o Processo A consegue entrar na região crítica Enquanto isto, o Processo B ficará continuamente testando a variável (Espera Ocupada) 8 Comunicação e Sincronização 4
5 (cont.) Alternância Estrita Problema 1: o fato do Processo B ficar fazendo Espera Ocupada deve ser evitado, pois consome tempo de CPU Problema 2: não é uma boa solução quando um processo é muito mais lento que o outro Problema 3: viola a condição de que um processo que não esteja em sua região crítica não bloqueie outro 9 Comunicação e Sincronização Solução de Peterson Antes de entrar na Região Crítica (RC), cada processo chama enter_region com seu n o (0 ou 1) como parâmetro. Ao sair, leave_region #include prototypes.h #define FALSE 0 #define TRUE 1 #define N 2 /* n o de processos */ int turn; /* de quem é a vez */ int interested[n]; /* todos valores inici- */ /* almente 0 (FALSE) */ 10 Comunicação e Sincronização 5
6 (cont.) Solução de Peterson void enter_region (int process) { /* process = quem está entrando (0 ou 1) */ int other; /* n o do outro processo */ other = 1 - process; /* o outro processo */ interested[process] = TRUE; /* mostra interesse */ turn = process; /* define flag */ while (turn==process && interested[other]==true); void leave_region (int process) { /* process = quem está saindo */ interested[process] = FALSE; /* indica saída RC */ 11 Comunicação e Sincronização Dormir e Acordar (Sleep( and Wakeup) Problema da Solução de Peterson e da Instrução TSL: o processo que não consegue acesso à R.C. permanece em espera ocupada (busy waiting): gasta tempo de processador inutilmente pode provocar o Problema da Inversão de Prioridade: Dois processos A (alta prioridade) e B (baixa prioridade)» B entra na Região Crítica;» A vai para estado de pronto;» A passa para estado de execução;» A fica testando indefinidamente. Chamadas de sistema: SLEEP e WAKEUP 12 Comunicação e Sincronização 6
7 Problema do Produtor-Consumidor Dois processos compartilham um buffer de tamanho fixo. Um dos processos, o produtor, coloca informação no buffer, e o outro, o consumidor, retira informação do buffer. Se o buffer estiver cheio, o produtor dorme e é acordado quando o consumidor remover um item Se o buffer estiver vazio, o consumidor dorme até que seja produzido e armazenado algum item 13 Comunicação e Sincronização (?) Solução com SLEEP e WAKEUP #define N 100 /* n o máximo de ítens */ int count = 0; /* n o de ítens no buffer */ Produtor void producer (void) { int item; while (TRUE) { produce_item(&item); if (count==n) sleep(); enter_item(item); count += 1; if (count==1) wakeup(consumer); void consumer(void) { int item; while (TRUE) { if (count==0) sleep(); remove_item(&item); count -= 1; if (count==n-1) wakeup(producer); Consumidor consume_item(item); 14 Comunicação e Sincronização 7
8 (cont.) Solução com SLEEP e WAKEUP Problema: Se o buffer estiver vazio e o consumidor sofrer preempção antes de dormir o produtor produz e envia um wakeup para o consumidor que ainda não está dormindo o sinal se perde e o consumidor dormirá para sempre Comunicação e Sincronização 8
Concorrência. Condições de Corrida. 5a. Tentativa. Dificuldades: Sincronização de Processos (2) Aula 11 Profa. Patrícia Dockhorn Costa
Concorrência Dificuldades: Sincronização de Processos (2) Aula 11 Profa. Patrícia Dockhorn Costa Compartilhamento de recursos globais. Gerência de alocação de recursos. Localização de erros de programação
Sistemas Operacionais. Condição de corrida e Região crítica
Sistemas Operacionais Condição de corrida e Região crítica Região Crítica Parte do código que acessa a área compartilhada Condição em que dois processos lêem e escrevem um dado compartilhado e o resultado
Comunicação entre processos
Universidade Federal do Acre Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Bacharelado em Sistemas de Informação Comunicação entre processos Macilon Araújo Costa Neto [email protected] Capítulo 2 do livro do
Sistemas Operacionais. Comunicação entre processos
Sistemas Operacionais Comunicação entre processos Comunicação entre Processos Os SO s hoje são multi-tarefa Alguns processos precisam cooperar para cumprir seus objetivos Sugestões de implementação? Exemplos
Tipos de Soluções (cont.)
Sincronização de Processos (2) Tipos de Soluções (cont.) Soluções de Hardware Inibição de interrupções Instrução TSL (apresenta busy wait) Soluções de software com busy wait Variável de bloqueio Alternância
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Prof. Jó Ueyama Apresentação baseada nos slides da Profa. Dra. Kalinka Castelo Branco, do Prof. Dr. Antônio Carlos Sementille e da Profa. Dra. Luciana A. F. Martimiano e nas transparências
Sincronização e comunicação entre entidades de processamento. Mutex Volnys Bernal 1. Tópicos. Exclusão Mútua (mutex) Exclusão Mútua (Mutex)
2004-2013 Volnys Bernal 1 2004-2013 Volnys Bernal 2 Tópicos Exclusão Mútua (mutex) Volnys Borges Bernal [email protected] http://www.lsi.usp.br/~volnys Exclusão Mútua () Objetivo, utilidade, requisitos
Sincronização de Processos (2)
Sincronização de Processos (2) Tipos de Soluções (cont.) Soluções de Hardware Inibição de interrupções Instrução TSL (apresenta busy wait) Soluções de software com busy wait Variável de bloqueio Alternância
Exclusão Mútua (mutex)
2004-2017 Volnys Bernal 1 Exclusão Mútua (mutex) Volnys Borges Bernal [email protected] Departamento de Sistemas Eletrônicos Escola Politécnica da USP 2004-2017 Volnys Bernal 2 Tópicos Exclusão Mútua (Mutex)
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Processos Semáforos Semáforos Mecanismo de sincronização que não requer espera ocupada Dijkstra propôs usar uma variável inteira para contar o n o de WAKEUPs para uso futuro Menos
7 SINCRONIZAÇÃO DE PROCESSOS
7 SINCRONIZAÇÃO DE PROCESSOS Quando se trabalha com processos cooperativos, eles podem afetar uns aos outros. Eles compartilham recursos, principalmente posições de memória e arquivos. O acesso a dados
Sistemas Operacionais: Sincronização entre processos
Sistemas Operacionais: Sincronização entre processos Sincronização Programa concorrente Executado por diversos processos Acesso concorrente a dados Paralelismo real x Paralelismo aparente Multiprocessadores:
Tipos de Soluções (cont.)
Tipos de Soluções (cont.) Sincronização de Processos: Semáforos Aula 12 Profa. Patrícia Dockhorn Costa Soluções de Hardware Inibição de interrupções Instrução TSL (apresenta busy wait) Soluções de software
Sincronização e Comunicação
Sincronização e Comunicação Eduardo Ferreira dos Santos Ciência da Computação Centro Universitário de Brasília UniCEUB Maio, 2017 1 / 28 Sumário 1 Concorrência 2 Sistemas Multiprogramáveis Troca de mensagens
Comunicação entre processos (2)
Comunicação entre processos (2) Pedro Cruz EEL770 Sistemas Operacionais Lembretes Proposta de trabalho Enviar para [email protected] Prazo: dia 02 de abril 2 Aula passada Comunicação entre processos é útil
Sincronização e Comunicação entre Processos. Sincronização e Comunicação Volnys Bernal 1. Agenda
entre Processos 004-006 Volnys Bernal 004-006 Volnys Bernal Agenda entre Processos Volnys Borges Bernal [email protected] http://www.lsi.usp.br/~volnys Região Crítica Classificação dos mecanismos de sincronização
Escalonamento. Eduardo Ferreira dos Santos. Abril, Ciência da Computação Centro Universitário de Brasília UniCEUB 1 / 28
Escalonamento Eduardo Ferreira dos Santos Ciência da Computação Centro Universitário de Brasília UniCEUB Abril, 2016 1 / 28 Sumário 1 Multiprogramação 2 Escalonamento 3 Concorrência 2 / 28 Multiprogramação
Sistemas Operacionais II
O problema da seção crítica... Instituto de Informátic ca - UFRGS Sistemas Operacionais II Exclusão mútua (implementação) Aula 04 Seção crítica Porção de código que não pode ser executado por dois ou mais
Sistemas Operacionais
Introdução Inst tituto de Info ormátic ca - UF FRGS Sistemas Operacionais i Introdução à Programação Concorrente Aula 05 Em sistemas multiprogramados há interação entre processos para comunicação, que
Comunicação entre Processos
Programação Paralela e Distribuída Ordenação e Sincronização Prof. Msc. Marcelo Iury de Sousa Oliveira [email protected] http://sites.google.com/site/marceloiury/ Comunicação entre Processos Processos
Programação Concorrente Locks
Programação Concorrente Prof. Eduardo Alchieri Variáveis do tipo trava (lock) Lock: É um mecanismo de sincronização de processos/threads, em que processos/threads devem ser programados de modo que seus
Sistemas Distribuídos
Sistemas Distribuídos Processos e Threads Gustavo Reis [email protected] - O que são Processos? Uma abstração de um programa em execução. Mantêm a capacidade de operações (pseudo)concorrentes,
Aula 6: Comunicação entre processos. Instituto Federal da Bahia INF009 - Sistemas Operacionais Profª Flávia Maristela
Aula 6: Comunicação entre processos Instituto Federal da Bahia INF009 - Sistemas Operacionais Profª Flávia Maristela (-- motivação --) Processos em execução no sistema operacional podem ser: Independentes:
Sincronização e Comunicação entre Processos. Adão de Melo Neto
Sincronização e Comunicação entre Processos Adão de Melo Neto 1 INTRODUÇÃO Em um sistema multitarefa os processos alternam sua execução segundo critérios de escalonamento estabelecidos pelo sistema operacional.
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO SISTEMAS OPERACIONAIS I SEM/12 PROVA I. Tempo de Prova: 100 minutos / Escore Máximo: 300 pontos
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO SISTEMAS OPERACIONAIS I - 1 0 SEM/12 PROVA I Tempo de Prova: 100 minutos / Escore Máximo: 300 pontos Aluno: G A B A R I T O Escore: Responda às perguntas de forma
Sistemas Operacionais. Universidade Federal de Minas Gerais. Aula 6. Primitivas de Sincronização
Aula 6 Primitivas de Sincronização Primitivas de Sincronização Lock / Unlock Sleep / Wakeup Semáforo Monitores Mensagens Sincronização no Linux Lock / Unlock Funcionam como as primitivas vistas até agora
Concorrência entre Processos
Concorrência entre Processos Prof. Dr. André Carvalho [email protected] Agenda n Concorrência entre Processos Condições de disputa, seções críticas n Soluções para Seções Críticas n Problemas clássicos
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Programação Concorrente Sincronização entre processos Edson Moreno edsonmoreno@pucrsbr http://wwwinfpucrsbr/~emoreno Sumário Conceituação Princípios de concorrência Região crítica
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Processos - Parte 2 Prof. Dr. Fábio Rodrigues de la Rocha (Processos - Parte 2) 1 / 33 (Processos - Parte 2) 2 / 33 (Processos - Parte 2) 3 / 33 (Processos - Parte 2) 4 / 33 (Processos
Trincos Lógicos: Implementações. Trincos lógicos: Propriedades
Trincos Lógicos: Implementações Algorítmicas Hardware Sistema Operativo Trincos lógicos: Propriedades Exclusão mútua Progresso (liveness) Ausência de interblocagem (deadlock) Ausência de míngua (starvation)
Problema do Produtor -Consumidor. Solução por semáforos
Problema do Produtor -Consumidor Solução por semáforos Autoria Autores alunos da disciplina SO II Local Instituto de Informática UFRGS Versão v7 agosto de 2008 por C. Geyer Visão geral do assunto...2 Conceito...3
( ) ( ) Auto Avaliação F ( ) M ( ) D ( ) Seqüência: Sistemas Operacionais - UCSAL Professor : Marco Antônio C. Câmara Exercícios - Dia 20/04/2011
Aluno(a) : A avaliação terá a duração de uma hora, portanto, seja objetivo nas respostas e procure não perder tempo. A prova deverá ser realizada sem rasuras e com caneta azul ou preta. Eventuais questões
Sistemas Distribuídos Aula 7
Sistemas Distribuídos Aula 7 Aula passada Atomicidade Test-and-set Locks revisitado Semáforos Dois problemas Aula de hoje Limitação dos semáforos Monitores Variáveis de condição Semântica do signal Sincronização
Sistemas Distribuídos Aula 5
Sistemas Distribuídos Aula 5 Aula passada Sincronização Race condition Região crítica Locks Algoritmo de Peterson Aula de hoje Atomicidade test-and-set Locks revisitado Semáforos Dois problemas Atomicidade
Fundamentos de Sistemas Operacionais
Fundamentos de Sistemas Operacionais Aula 6: Monitores, Troca de Mensagens e Deadlock Diego Passos Última Aulas Mecanismos de Exclusão Mútua Operações atômicas. Protocolos de controle de acesso. Spin-locks.
Sincronização e comunicação entre processos
Sistemas Operacionais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Sincronização e comunicação entre processos Em um sistema multiprogramável com
Capítulo 6: Sincronização de Processos. Operating System Concepts 8th Edition
Capítulo 6: Sincronização de Processos Módulo 6: Sincronização de Processos Fundamentos O problema das Regiões Críticas Solução de Peterson Hardware de Sincronização Travas com Mutex Semáforos Problemas
Sistemas Operacionais. Prof. André Y. Kusumoto
Sistemas Operacionais Prof. André Y. Kusumoto [email protected] Fundamentos Paradigma do produtor-consumidor Sincronização de Processos Produtor while (count == BUFFER_SIZE) ; //no-op //adiciona
Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO
Comunicação e Sincronismo entre processos Prof. Marcos Ribeiro Quinet de Andrade Universidade Federal Fluminense - UFF Pólo Universitário de Rio das Ostras - PURO 1 Comunicação entre Processos Processos
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais I Índice 2 Processos... 1 2.2.5 Semáforos... 1 2.2.6 Monitores... 2 2.2.7 Passagem de Mensagens... 5 2 Processos 2.2.5 Semáforos Para resolver este problema, Dijkstra propôs em 1965
Sistemas Operacionais. Técnicas de Implementação de Exclusão Mútua. Aula VI Prof. Rosemary Silveira
Sistemas Operacionais Técnicas de Implementação de Exclusão Mútua Aula VI Prof. Rosemary Silveira Tópicos de Apresentação Condições de Corrida Técnicas de Implementação de Exclusão Mútua Condições de Corrida
Redes de Computadores. INF201 - Fundamentos de Sistemas Operacionais - 2º Período
Redes de Computadores INF201 - Fundamentos de Sistemas Operacionais - 2º Período PARTE II: PROCESSOS E THREADS SUMÁRIO 7. SINCRONIZAÇÃO E COMUNICAÇÃO ENTRE PROCESSOS: 7.1 Introdução; 7.2 Aplicações Concorrentes;
Introdução Aplicações Concorrentes Especificação de Concorrência em Programas Problemas de Compartilhamento de Recursos Exclusão Mútua Sincronização
Sincronização e Comunicação entre Processos Introdução Aplicações Concorrentes Especificação de Concorrência em Programas Problemas de Compartilhamento de Recursos Exclusão Mútua Sincronização Condicional
Sistemas Operacionais
Sistemas Operacionais Programação Concorrente Problemas clássicos Edson Moreno [email protected] http://www.inf.pucrs.br/~emoreno Sumário Produtor / consumidor O jantar dos filósofos O barbeiro sonolento
Programação Concorrente e Paralela. Noemi Rodriguez
2016 o que é programação concorrente e paralela? programação concorrente: composição de linhas de atividades independentes programação paralela: execução simultânea de linhas de atividades Go blog (Rob
Atividades Práticas no Ensino Introdutório de Sistemas Operacionais
Atividades Práticas no Ensino Introdutório de Sistemas Operacionais Introdução Experiência na utilização de aulas práticas em laboratório, para ensino introdutório de Sistemas Operacionais. Livros-texto
SISTEMAS EMBARCADOS. Acesso a recursos compar,lhados. Prof. André Schneider de Oliveira
Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) Departamento Acadêmico de Eletrônica (DAELN) SISTEMAS EMBARCADOS Acesso a recursos compar,lhados Prof. André Schneider de Oliveira [email protected]
Sincronização e Comunicação entre Processos. Adão de Melo Neto
Sincronização e Comunicação entre Processos Adão de Melo Neto 1 MOTIVAÇÃO 2 INTRODUÇÃO Em um sistema multiprogramado (concorrente) os processos alternam sua execução (ou seja, são executados alternadamente
Capítulo 2 Processos e Threads
Capítulo 2 Processos e Threads 2.1 Processos 2.2 Threads 2.3 Comunicação interprocesso 2.4 Problemas clássicos de IPC 2.5 Escalonamento 1 Processos O Modelo de Processo Multiprogramação de quatro programas
Programação concorrente (processos e threads)
Programação concorrente (processos e threads) Programação concorrente Por que precisamos dela? Para utilizar o processador completamente Paralelismo entre CPU e dispositivos de I/O Para modelar o paralelismo
Programação Concorrente. Prof. Hugo Vieira Neto
Programação Concorrente Prof. Hugo Vieira Neto Concorrência Um programa concorrente descreve diversas atividades que ocorrem simultaneamente, de modo diferente de programas comuns, que descrevem apenas
Fundamentos de Sistemas Operacionais
Fundamentos de Sistemas Operacionais Aula 12: Revisão para a P1 Diego Passos Capítulo 1 Sistemas Operacionais São programas. Duas funções: Gerenciar os recursos do hardware. Dividir entre os vários processos.
Sincronização e Comunicação entre Processos
Sincronização e Comunicação entre Processos Monitores/Semáforos Semáforos Mecanismos de sincronização nãoestruturados; Exige do desenvolvedor bastante cuidado, pois qualquer engano pode levar a problemas.
Revisão Ultima aula [1/2]
SOP - TADS Comunicação Interprocessos - 2 IPC Prof. Ricardo José Pfitscher [email protected] Material cedido por: Prof. Rafael Rodrigues Obelheiro Prof. Maurício Aronne Pillon Revisão Ultima aula
Algoritmos de escalonamento
Algoritmos de escalonamento Escalonamento de Processos Sistemas Interativos Algoritmos para Sistemas Interativos: First-Come-First-Served (FIFO) Round-Robin; Prioridade; Múltiplas Filas; Utilizam escalonamento
Programação Concorrente e Paralela
Semáforos e Monitores 2010.2 Notação Andrews: atomicidade e await para definir ações atômicas, Andrews introduz a notação e para especificar sincronização, Andrews introduz a notação: await(b)s; que significa
Sincronização de Processos (1) Mecanismos de busy wait
Sincronização de Processos (1) Mecanismos de busy wait Condições de Corrida Exemplo: Fila de impressão. Qualquer processo que queira imprimir precisa colocar o seu documento na fila de impressão (compartilhada).
1 Porque o estado de um processo deve ser salvo quando ele deixa a CPU?
1 Porque o estado de um processo deve ser salvo quando ele deixa a CPU? 2 O que é ambiente de execução? 3 Qual a finalidade da PCB? 4 Quais os componentes básicos da PCB? 5 Quais os 3 grupos de elemento
Sistemas Operativos: Concorrência
Sistemas Operativos: Concorrência Pedro F. Souto ([email protected]) March 16, 2012 Sumário Race Conditions e Secções Críticas Exclusão Mútua via Programação Exclusão Mútua via Inibição de Interrupções. Locks
