ICMS - Código Fiscal de Operações e Prestações (CFOP) - Alterações
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- Lorenzo Palmeira Castilho
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1 ICMS - Código Fiscal de Operações e Prestações (CFOP) - Alterações Foram acrescentados no anexo do Convênio s/n o de os seguintes CFOP, relativos à operações com combustível ou lubrificantes: a) venda de combustível ou lubrificante a consumidor ou usuário final estabelecido em outra Unidade da Federação; b) venda de combustível ou lubrificante a consumidor ou usuário final estabelecido em outra Unidade da Federação diferente daquela em que ocorrer o consumo; c) venda de combustível ou lubrificante a consumidor ou usuário final. Ajuste Sinief n o 5, de DOU 1 de Altera o Convênio s/n o, que instituiu o Sistema Nacional Integrado de Informações Econômico - Fiscais - SINIEF, relativamente ao Código Fiscal de Operações e Prestações - CFOP. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 134 a reunião ordinária, realizada em Manaus/AM, no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto no art. 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 26 de outubro de 1966), resolve celebrar o seguinte AJUSTE Cláusula primeira. Ficam acrescidos ao Anexo do Convênio s/n o, de 15 de dezembro de 1970, que instituiu o Sistema Integrado de Informações Econômico -Fiscais - SINIEF, que trata do Código Fiscal de Operações e Prestações, os seguintes códigos com as respectivas Notas Explicativas: Venda de combustível ou lubrificante a consumidor ou usuário final estabelecido em outra unidade da Federação Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes a consumidor ou a usuário final estabelecido em outra unidade da Federação, cujo abastecimento tenha sido efetuado na unidade da Federação do remetente. ; Venda de combustível ou lubrificante a consumidor ou usuário final estabelecido em outra unidade da Federação diferente da que ocorrer o consumo Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes a consumidor ou a usuário final, cujo abastecimento tenha sido efetuado em unidade da Federação diferente do remetente e do destinatário. ; Venda de combustível ou lubrificante a consumidor ou usuário final. Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes a consumidor ou a usuário final, cuja operação tenha sido equiparada a uma exportação.. Cláusula segunda. Este ajuste entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de julho de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] ICMS - Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa) - Emissão de documentos fiscais - Alterações Este ato altera a redação dos 1 o e 2 o da Cláusula segunda e a Cláusula quarta do Ajuste Sinief n o 3/2009, que dispõe sobre a emissão de documentos fiscais no âmbito do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa). Ajuste Sinief n o 6, de DOU 1 de Altera o Ajuste SINIEF n o 03/2009, que dispõe sobre a emissão de documentos fiscais no âmbito do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica - PROINFA. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 134 a reunião ordinária realizada em Manaus/AM, no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto no art. 199 do Código Tributário nacional - CTN (Lei n o 5.172, de 26 de outubro de 1966), resolve celebrar o seguinte AJUSTE Cláusula primeira. Os dispositivos a seguir indicados do Ajuste SINIEF n o 03/2009, de 3 de abril de 2009, passam a vigorar com a seguinte redação: I - os 1 o e 2 o da cláusula segunda: 1 o O faturamento mensal corresponderá ao estabelecido na metodologia prevista no Contrato de Compra e Venda de Energia - CCVE, firmado com a Eletrobrás e demais atos expedidos pelo órgão regulador, nos termos do disposto na cláusula primeira. 2 o Até o último dia útil do mês de fevereiro do ano subsequente, o gerador deverá emitir nota fiscal modelo 1 ou 1-A correspondente à energia efetivamente entregue no ano anterior. ; II - a cláusula quarta: Cláusula quarta. A Eletrobrás deverá emitir nota fiscal de faturamento contra as empresas distribuidoras e transmissoras de energia elétrica, que corresponderá à fração das quotas estabelecidas anualmente pela ANEEL referente ao PROINFA, discriminando a quantidade de energia correspondente aos consumidores cativos e aos livres.. 8 ICMS Suplemento Especial
2 Cláusula segunda. Este ajuste entra em vigor na data da sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de agosto de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Cláusula terceira. Este ajuste entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] ICMS/IPI - Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (Danfe) - Alterações Este ato alterou a redação do 1 o e acrescentou o 3 o à Cláusula terceira do Ajuste Sinief n o 7/2005, que instituiu a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (Danfe), para implementar as seguintes alterações: a) as séries da NF-e serão designadas por algarismos arábicos, em ordem crescente, vedada a utilização do algarismo zero e de subsérie; b) para efeito da geração do código numérico que comporá a chave de acesso de identificação da NF-e, na hipótese de esta não possuir série, o campo correspondente deverá ser preenchido com zeros. Ajuste Sinief n o 8, de DOU 1 de Altera o Ajuste SINIEF n o 07/2005, que institui a Nota Fiscal Eletrônica e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ e a Secretaria da Receita Federal do Brasil, na 134 a reunião ordinária do Conselho Nacional de Política Fazendária, realizada em Manaus/AM, no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto no art. 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), resolvem celebrar o seguinte AJUSTE Cláusula primeira. O 1 o da cláusula terceira do Ajuste SINIEF n o 07/2005, de 30 de setembro de 2005, passa a vigorar com a seguinte redação: 1 o As séries serão designadas por algarismos arábicos, em ordem crescente, vedada a utilização do algarismo zero e de subsérie.. Cláusula segunda. Fica acrescentado à cláusula terceira do Ajuste SINIEF n o 07/2005, o 3 o com a seguinte redação: 3 o Para efeitos da geração do código numérico a que se refere o inciso III, na hipótese de a NF-e não possuir série, o campo correspondente deverá ser preenchido com zeros.. ICMS/IPI - Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (Danfe) - Alterações Por meio deste ato foi dada nova redação ao 2 o da Cláusula primeira do Ajuste Sinief n o 7/2005, que instituiu a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (Danfe), para dispensar a exigência da fixação da obrigatoriedade de emissão da NF-e por meio de protocolo ICMS, a partir de 1 o Ajuste Sinief n o 9, de DOU 1 de Altera o Ajuste SINIEF n o 07/2005, que institui a Nota Fiscal Eletrônica e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ e a Secretaria da Receita Federal do Brasil, na 134 a reunião ordinária do Conselho Nacional de Política Fazendária, realizada em Manaus/AM, no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto no art. 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), resolvem celebrar o seguinte AJUSTE Cláusula primeira. Fica alterado o 2 o da cláusula primeira do Ajuste SINIEF n o 07/2005, de 30 de setembro de 2005, que passa a vigorar com a seguinte redação: 2 o Ficam as unidades federadas autorizadas a estabelecer a obrigatoriedade da utilização da NF-e, a qual será fixada por intermédio de Protocolo ICMS, o qual será dispensado: I - na hipótese de contribuinte inscrito no cadastro do ICMS de uma única unidade federada; II - a partir de 1 o de dezembro de Cláusula segunda. Este ajuste entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Suplemento Especial ICMS 9
3 ICMS/IPI - Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (Danfe) - Alteração Este ato altera a redação do 3 o da Cláusula décima sétima-a do Ajuste Sinief n o 7/2005, que institui a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (Danfe), para prorrogar de 1 o para 1 o o prazo a partir do qual é vedado à Administração Tributária das Unidades da Federação autorizar o Pedido de Aquisição de Formulário de Segurança (Pafs), quando os formulários se destinarem à impressão de Danfe. ICMS/IPI - Nota fiscal - Obrigatoriedade de indicação do capítulo da NCM/SH relativo ao produto Este ato altera o Convênio s/n o de , para dar nova redação à alínea c do inciso IV e acrescentar o 27 ao seu art. 19, a fim de determinar que, a partir de 1 o , será obrigatória a indicação, na nota fiscal, do capítulo da Nomenclatura Comum do Mercosul - Sistema Harmonizado (NBM/SH), relativo ao produto, em caso de operações não realizadas por estabelecimento industrial ou equiparado a industrial e de operações de comércio exterior. Ajuste Sinief n o 11, de DOU 1 de Ajuste Sinief n o 10, de DOU 1 de Altera o Ajuste SINIEF n o 07/2005, que Institui a Nota Fiscal Eletrônica e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ e a Secretária da Receita Federal do Brasil, na 134 a reunião ordinária do Conselho Nacional de Política Fazendária, realizada em Manaus/AM, no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto no art. 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), resolvem celebrar o seguinte AJUSTE Cláusula primeira. O 3 o da cláusula décima sétima-a do Ajuste SINIEF n o 07/2005, de 30 de setembro de 2005, passa a vigorar com a seguinte redação: 3 o A partir de 1 o de janeiro de 2010 fica vedado à Administração Tributária das unidades federadas autorizar o Pedido de Aquisição de Formulário de Segurança - PAFS - de que trata a cláusula quinta do Convênio ICMS n o 58/1995, de 30 de junho de 1995, quando os formulários se destinarem à impressão de DANFE, sendo permitido aos contribuintes utilizarem os formulários autorizados até o final do estoque.. Cláusula segunda. Este ajuste entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Altera o Convênio S/N o, de 15 de dezembro de 1970, que institui o Sistema Nacional Integrado de Informações Econômico- Fiscais. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 135 a reunião ordinária, realizada em São Luís, MA, no dia 25 de setembro de 2009, tendo em vista o disposto no art. 199 do Código Tributário Nacional, Lei n o 5.172, de 5 de outubro de 1966, resolve celebrar o seguinte AJUSTE Cláusula primeira. A alínea c do inciso IV do art. 19 do Convênio S/N o, de 15 de dezembro de 1970, passa a vigorar com a seguinte redação: c) o código estabelecido na Nomenclatura Comum do Mercosul/ Sistema Harmonizado - NCM/SH, nas operações realizadas por estabelecimento industrial ou a ele equiparado, nos termos da legislação federal, e nas operações de comércio exterior;. Cláusula segunda. Fica acrescentado 27 ao art. 19 do Convênio S/N o, de 15 de dezembro de 1970, com a seguinte redação: 27. Nas operações não alcançadas pelo disposto na alínea c do inciso IV do caput deste artigo, será obrigatória somente a indicação do correspondente capítulo da Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH.. Cláusula terceira. Fica revogado o 11 do art. 19 do Convênio S/N o, de 15 de dezembro de Cláusula quarta. Este ajuste entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de janeiro de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, e nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] 10 ICMS Suplemento Especial
4 ICMS/IPI - Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (Danfe) - Alterações Por meio deste ato, foram alterados e acrescentados diversos dispositivos ao Ajuste Sinief n o 7/2005, que instituiu a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (Danfe). Ajuste Sinief n o 12, de DOU 1 de Altera o Ajuste SINIEF n o 07/2005, que institui a Nota Fiscal Eletrônica e o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ e o Secretário da Receita Federal do Brasil, na 135 a reunião ordinária do Conselho Nacional de Política Fazendária, realizada em São Luis, MA, no dia 25 de setembro de 2009, tendo em vista o disposto no art. 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), resolvem celebrar o seguinte AJUSTE Cláusula primeira. Os seguintes dispositivos do Ajuste SINIEF n o 07/2005, de 30 de setembro de 2005, passam a vigorar com as seguintes redações: I - o caput da cláusula terceira: Cláusula terceira A NF-e deverá ser emitida com base em leiaute estabelecido no Manual de Integração - Contribuinte, por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária, observadas as seguintes formalidades: ; I - o inciso V do caput da cláusula sexta: V - a observância ao leiaute do arquivo estabelecido no Manual de Integração - Contribuinte; ; I - o 7 o da cláusula sétima: 7 o O emitente da NF-e deverá, obrigatoriamente, encaminhar ou disponibilizar download do arquivo da NF-e e seu respectivo Protocolo de Autorização de Uso ao destinatário, imediatamente após o recebimento da autorização de uso da NF-e. ; I - o caput da cláusula nona: Cláusula nona Fica instituído o Documento Auxiliar da NFe - DANFE, conforme leiaute estabelecido no Manual de Integração - Contribuinte, para uso no trânsito das mercadorias ou para facilitar a consulta da NF-e, prevista na cláusula décima quinta. ; I - o 5 o da cláusula nona: 5 o O DANFE deverá conter código de barras, conforme padrão estabelecido no Manual de Integração - Contribuinte. ; I - o 5 o -A da cláusula nona: 5 o -A Na hipótese de venda ocorrida fora do estabelecimento, o DANFE poderá ser impresso em qualquer tipo de papel, exceto papel jornal, em tamanho inferior ao A4 (210 x 297 mm), caso em que será denominado DANFE Simplificado, devendo ser observadas as definições constantes do Manual de Integração - Contribuinte. ; I - o 7 o da cláusula nona: 7 o Os contribuintes, mediante autorização de cada unidade da Federação, poderão solicitar alteração do leiaute do DANFE, previsto no Manual de Integração - Contribuinte, para adequá-lo às suas operações, desde que mantidos os campos obrigatórios da NF-e constantes do DANFE. ; I - o caput da cláusula décima primeira, mantidos seus incisos: Cláusula décima primeira Quando em decorrência de problemas técnicos não for possível transmitir a NF-e para a unidade federada do emitente, ou obter resposta à solicitação de Autorização de Uso da NF-e, o contribuinte deverá gerar novo arquivo, conforme definições constantes no Manual de Integração - Contribuinte, informando que a respectiva NF-e foi emitida em contingência e adotar uma das seguintes alternativas: ; I - o 7 o da cláusula décima primeira: 7 o Na hipótese dos incisos II, III e IV do caput, imediatamente após a cessação dos problemas técnicos que impediram a transmissão ou recepção do retorno da autorização da NF-e, e até o prazo limite definido no Manual de Integração - Contribuinte, contado a partir da emissão da NF-e de que trata o 12, o emitente deverá transmitir à administração tributária de sua jurisdição as NF-e geradas em contingência. ; I - o 11 da cláusula décima primeira: 11 As seguintes informações farão parte do arquivo da NF-e, devendo ser impressas no DANFE: I - o motivo da entrada em contingência; II - a data, hora com minutos e segundos do seu início. ; I - o caput da cláusula décima segunda: Cláusula décima segunda Após a concessão de Autorização de Uso da NF-e, de que trata o inciso III da cláusula sétima, o emitente poderá solicitar o cancelamento da NF-e, em prazo não superior ao máximo definido no Manual de Integração - Contribuinte, contado do momento em que foi concedida a respectiva Autorização de Uso da NF-e, desde que não tenha havido a circulação da mercadoria ou a prestação de serviço e observadas as normas constantes na cláusula décima terceira. ; I - o 1 o da cláusula décima terceira: 1 o O Pedido de Cancelamento de NF-e deverá atender ao leiaute estabelecido no Manual de Integração - Contribuinte. ; I - o 1 o da cláusula décima quarta-a: 1 o A Carta de Correção Eletrônica - CC-e deverá atender ao leiaute estabelecido no Manual de Integração - Contribuinte e ser assinada pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP- Brasil, contendo o n o do CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte, a fim de garantir a autoria do documento digital. ; I - o caput da cláusula décima sexta, mantidos os seus incisos: Cláusula décima sexta As unidades federadas envolvidas na operação ou prestação poderão, observados padrões estabelecidos no Manual de Integração - Contribuinte, exigir Informações do destinatário, do Recebimento das mercadorias e serviços constantes da NF-e, a saber: ; I - o 1 o da cláusula décima sexta: Suplemento Especial ICMS 11
5 1 o A Informação de Recebimento, quando exigida, deverá observar o prazo máximo estabelecido no Manual de Integração - Contribuinte. ; I - o caput da cláusula décima sétima-b: Cláusula décima sétima-b A administração tributária das unidades federadas autorizadoras de NF-e disponibilizarão, às empresas autorizadas à sua emissão, consulta eletrônica referente à situação cadastral dos contribuintes do ICMS de seu Estado, conforme padrão estabelecido no Manual de Integração - Contribuinte. ; I - o caput da cláusula décima sétima-d, mantidos seus incisos: Cláusula décima sétima-d A Declaração Prévia de Emissão em Contingência - DPEC (NF-e) deverá ser gerada com base em leiaute estabelecido no Manual de Integração - Contribuinte, observadas as seguintes formalidades: ; I - o 2 o da cláusula décima sétima-d: 2 o Recebida a transmissão do arquivo da DPEC, a Receita Federal do Brasil analisará: I - o credenciamento do emitente para emissão de NF-e; II - a autoria da assinatura do arquivo digital da DPEC; III - a integridade do arquivo digital da DPEC; IV - a observância ao leiaute do arquivo estabelecido no Manual de Integração - Contribuinte; V - outras validações previstas no Manual de Integração - Contribuinte. ; I - o inciso I do 3 o da cláusula décima sétima-d: I - da rejeição do arquivo da DPEC, em virtude de: a) falha na recepção ou no processamento do arquivo; b) falha no reconhecimento da autoria ou da integridade do arquivo digital; c) remetente não credenciado para emissão da NF-e; d) duplicidade de número da NF-e; e) outras falhas no preenchimento ou no leiaute do arquivo da DPEC. ; I - o 4 o da cláusula décima sétima-d: 4 o A cientificação de que trata o 3 o será efetuada via Internet, contendo o motivo da rejeição na hipótese do inciso I do 3 o ou o arquivo da DPEC, número do recibo, data, hora e minuto da recepção, bem como assinatura digital da Receita Federal do Brasil, na hipótese do inciso II do 3 o. ; Cláusula segunda. Ficam incluídos os seguintes dispositivos no Ajuste SINIEF n o 07/2005, de 30 de setembro de 2005: I - a cláusula segunda-a: Cláusula segunda-a Ato COTEPE publicará o Manual de Integração - Contribuinte, disciplinando a definição das especificações e critérios técnicos necessários para a integração entre os Portais das Secretarias de Fazendas dos Estados e os sistemas de informações das empresas emissoras de NF-e. Parágrafo único. Nota técnica publicada no Portal Nacional da NF-e poderá esclarecer questões referentes ao Manual de Integração - Contribuinte. ; I - O inciso V na cláusula terceira: V A identificação das mercadorias comercializadas com a utilização da NF-e deverá conter, também, o seu correspondente código estabelecido na Nomenclatura Comum do Mercosul - NCM, nas operações: a) realizadas por estabelecimento industrial ou a ele equiparado, nos termos da legislação federal; b) de comércio exterior. ; I - o 4 o na cláusula terceira: 4 o Nas operações não alcançadas pelo disposto no inciso V do caput, será obrigatória somente a indicação do correspondente capítulo da Nomenclatura Comum do Mercosul - NCM. ; IV - o 8 o na cláusula sétima: 8 o As empresas destinatárias podem informar o seu endereço de correio eletrônico no Portal Nacional da NF-e, conforme padrões técnicos a serem estabelecidos no Manual de Integração - Contribuinte. ; V - o 1 o -A na cláusula nona: 1 o -A A concessão da Autorização de Uso será formalizada através do fornecimento do correspondente número de Protocolo, o qual deverá ser impresso no DANFE, conforme definido no Manual de Integração - Contribuinte, ressalvadas as hipóteses previstas na cláusula décima primeira. ; VI - o 3 o na cláusula décima: 3 o O emitente de NF-e deverá guardar pelo prazo estabelecido na legislação tributária o DANFE que acompanhou o retorno de mercadoria não recebida pelo destinatário e que contenha o motivo da recusa em seu verso.. Cláusula terceira. Este ajuste entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de: I - 1 o de janeiro de 2010 os incisos II, III e V da cláusula segunda. I - 1 o de abril de 2010: a) os incisos IX, X, XI, XIII e XV da cláusula primeira; b) o inciso IV da cláusula segunda. III - 1 o de outubro de 2009 para os demais dispositivos. [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, e nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] 12 ICMS Suplemento Especial
6 ICMS - Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT- e) e Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico (Dacte) - Alterações Este ato acrescenta o 15 à Cláusula décima terceira do Ajuste Sinief n o 9/2007, que instituiu o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) e o Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico (Dacte), para exigir que o novo arquivo gerado, relativo ao CT-e emitido em contingência, contenha as seguintes informações: a) motivo da entrada em contingência; b) data e hora (com minutos e segundos) do seu início; e c) dentificação da alternativa utilizada, de acordo com os incisos I a IV do caput da Cláusula décima terceira do Ajuste Sinief n o 9/2007. Ajuste Sinief n o 13, de DOU 1 de Altera o Ajuste SINIEF n o 09/2007, que institui o Conhecimento de Transporte Eletrônico e o Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ e o Secretário da Receita Federal do Brasil, na 135 a reunião ordinária do Conselho Nacional de Política Fazendária, realizada em São Luis, MA, no dia 25 de setembro de 2009, tendo em vista o disposto no art. 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), resolvem celebrar o seguinte AJUSTE Cláusula primeira. Fica acrescido o 15 à cláusula décima terceira do Ajuste SINIEF n o 09/2007, de 25 de outubro de 2007, com a seguinte redação: 15 As seguintes informações farão parte do arquivo do CT-e: I - o motivo da entrada em contingência; II - a data, hora com minutos e segundos do seu início; III - identificar, dentre as alternativas do caput, qual foi a utilizada.. Cláusula segunda. Este ajuste entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, e nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] ICMS - Substituição tributária nas operações com tintas, vernizes e outras mercadorias da indústria química - Alterações Este ato altera a redação do 2 o da Cláusula primeira e do item IV do Anexo do Convênio ICMS n o 74/1994, que dispõe sobre substituição tributária nas operações com tintas, vernizes e outras mercadorias da indústria química, relativamente ao sujeito passivo por substituição nas saídas de asfalto diluído de petróleo e aos produtos sujeitos ao regime. Convênio ICMS n o 40, de DOU 1 de Altera o Convênio ICMS n o 74/1994, que dispõe sobre substituição tributária nas operações com tintas, vernizes e outras mercadorias da indústria química. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 134 a reunião ordinária, realizada em Manaus, AM, no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. Passa a vigorar com a seguinte redação o 2 o da cláusula primeira do Convênio ICMS n o 74/1994, de 30 de junho de 1994: 2 o Nas saídas de asfalto diluído de petróleo, classificado no código da Nomenclatura Comum do Mercosul - Sistema Harmonizado - NCM/SH, promovidas pelas refinarias de petróleo, o sujeito passivo por substituição é o estabelecimento destinatário, relativamente às operações subseqüentes.. Cláusula segunda. Passa a vigorar com a seguinte redação, o item IV do Anexo do Convênio ICMS n o 74/1994: IV Xadrez e pós assemelhados, exceto pigmentos à base de dióxido de titânio classificados no código NCM/SH , e 3206 Cláusula terceira. Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional, produzindo efeitos a partir de 1 o de agosto de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Nota Por meio do Ato Declaratório Confaz n o 5/2009 (DOU 1 de ), foi declarada a ratificação deste convênio.. Suplemento Especial ICMS 13
7 ICMS - Substituição tributária nas operações com combustíveis e lubrificantes derivados ou não de petróleo - Alteração ICMS - Emissão de documentos fiscais e escrituração de livros fiscais por contribuinte usuário de sistema eletrônico de processamento de dados - Alterações Este ato altera a redação do inciso IX do caput da Cláusula primeira do Convênio ICMS n o 110/2007, que dispõe sobre o regime de substituição tributária nas operações com combustíveis e lubrificantes, derivados ou não de petróleo, e com outros produtos, para excluir do mencionado regime o betume de petróleo. Convênio ICMS n o 41, de DOU 1 de Altera o Convênio ICMS n o 110/2007, que dispõe sobre o regime de substituição tributária nas operações com combustíveis e lubrificantes, derivados ou não de petróleo e com outros produtos. Este ato altera dispositivos do Convênio ICMS n o 57/1995 e do Manual de Orientação por ele aprovado, para incluir em suas disposições as regras relativas ao Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e), modelo 57. Convênio ICMS n o 42, de DOU 1 de Altera o Manual de Orientação aprovado pelo Convênio ICMS n o 57/1995, que dispõe sobre a emissão de documentos fiscais e a escrituração de livros fiscais por contribuinte usuário de sistema eletrônico de processamento de dados. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 134 a reunião ordinária, realizada em Manaus, AM, no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto no art. 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 134 a reunião ordinária, realizada em Manaus/AM, em 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto nos arts. 6 o ao 10 da Lei Complementar n o. 87, de 13 de setembro de 1996, e nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. O inciso II do caput da cláusula quinta do Convênio ICMS n o 57/1995, de 28 de junho de 1995, fica acrescido da alínea j, com a seguinte redação: j) Conhecimento de Transporte Eletrônico, modelo 57. Cláusula segunda. Os dispositivos a seguir indicados do Manual de Orientação aprovado pelo Convênio ICMS n o 57/1995, passam a vigorar com as seguintes redações: I - o subitem : Cláusula primeira. O inciso IX do caput da cláusula primeira do Convênio ICMS n o 110/2007, de 28 de setembro de 2007, passa a vigorar com a seguinte redação: IX - coque de petróleo e outros resíduos de óleo de petróleo ou de minerais betuminosos, 2713;. Cláusula segunda. Este convênio entra em vigor na data da sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de agosto de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Tipo 70 - Registro de total de Nota Fiscal de Serviço de Transporte, modelo 7, de Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas, modelo 8, de Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas, modelo 9, de Conhecimento Aéreo, modelo 10, e de Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas, modelo 11, Conhecimento de Transporte Eletrônico, modelo 57, destinado a especificar as informações de totalização do documento fiscal, relativamente ao ICMS; ; II - o subitem : Tipo 71 - Registro de Informações da carga transportada referente a Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas, modelo 8, Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas, modelo 9, Conhecimento Aéreo, modelo 10, e Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas, modelo 11 Conhecimento de Transporte Eletrônico, modelo 57; ; III - o subitem : CAMPO 10 - Valor unitário líquido (valor bruto diminuído do desconto) da mercadoria/produto com 2 decimais ; IV - o subitem : 14 ICMS Suplemento Especial
8 CAMPO 17 - Preencher o campo de acordo com a tabela abaixo: Documento Fiscal Normal Situação Documento Fiscal Cancelado Lançamento Extemporâneo de Documento Fiscal Normal Lançamento Extemporâneo de Documento Fiscal Cancelado Documento com USO DENEGADO - exclusivamente para uso dos emitentes de Nota Fiscal Eletrônica - Modelo 55 e Conhecimento de Transporte Eletrônico, Modelo 57. Documento com USO inutilizado - exclusivamente para uso dos emitentes de Nota Fiscal Eletrônica - Modelo 55 e Conhecimento de Transporte Eletrônico, Modelo 57. Conteúdo do Campo Cláusula terceira. O Manual de Orientação aprovado pelo Convênio ICMS n o 57/1995, fica acrescido dos seguintes dispositivos, com as seguintes redações: I - o código 57 à TABELA DE MODELOS DE DOCUMENTOS FISCAIS do subitem 3.3.1: 57 Conhecimento de Transporte Eletrônico, modelo 57 N S E X 2 4. ; sobre a substituição tributária nas operações com aparelhos celulares. Convênio ICMS n o 43, de DOU 1 de Dispõe sobre a adesão do Estado de Santa Catarina às disposições do Convênio ICMS n o 135/2006, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com aparelhos celulares. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 134 a reunião ordinária, realizada em Manaus, AM, no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto no art. 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. Fica o Estado de Santa Catarina incluído nas disposições do Convênio ICMS n o 135/2006, de 15 de dezembro de Cláusula segunda. Este convênio entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de setembro de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] II - a alínea j ao subitem 2.1.2: j) Conhecimento de Transporte Eletrônico, modelo 57 ; III - ao caput do item 18: Conhecimento de Transporte Eletrônico ; IV - ao caput do item 19: Conhecimento de Transporte Eletrônico. Cláusula quarta. Este convênio entra em vigor na data da sua publicação no Diário Oficial da União. [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] ICMS - Equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) e Programa Aplicativo Fiscal (PAF-ECF) - Alterações Este ato altera dispositivos do Convênio ICMS n o 9/2009, que estabelece normas relativas ao equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) e ao Programa Aplicativo Fiscal-ECF (PAF-ECF) aplicáveis ao fabricante ou importador de ECF, ao contribuinte usuário de ECF, às empresas interventoras e às empresas desenvolvedoras de PAF-ECF. Convênio ICMS n o 44, de DOU 1 de ICMS - Substituição tributária nas operações com aparelhos celulares - Adesão do Estado de Santa Catarina O Estado de Santa Catarina foi incluído nas disposições do Convênio ICMS n o 135/2006, que dispõe Altera o convênio ICMS n o 09/2009 que estabelece normas relativas ao equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) e ao Programa Aplicativo Fiscal-ECF (PAF-ECF) aplicáveis ao fabricante ou importador de ECF, ao contribuinte usuário de ECF, às empresas interventoras e às empresas desenvolvedoras de PAF-ECF. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 134 a reunião ordinária, realizada em Manaus, AM, no dia 3 de julho de 2009, resolve celebrar o seguinte Suplemento Especial ICMS 15
9 CONVÊNIO Cláusula primeira. Ficam alterados os seguintes dispositivos do Convênio ICMS n o 09/2009, de 3 de abril de 2009, que passam a ter a seguinte redação: I - a cláusula trigésima quinta: Cláusula trigésima quinta. O PAF-ECF deve ser instalado pela empresa desenvolvedora no computador que estiver no estabelecimento usuário e interligado fisicamente ao ECF, não podendo ser utilizado equipamento do tipo laptop ou similar. 1 o A empresa desenvolvedora deverá ainda observar, no que couber, o disposto na Seção IV do Capítulo VI. 2 o O equipamento do tipo laptop ou similar, somente poderá ser utilizado para instalação e uso de PAF-ECF mediante autorização concedida a critério da unidade federada. 3 o É vedado à empresa desenvolvedora de PAF-ECF desenvolver e fornecer a estabelecimento obrigado ao uso de ECF software, aplicativo ou sistema que possibilitem o registro de operações de venda de mercadorias ou prestação de serviço sem a emissão de documento fiscal, podendo tal irregularidade ser objeto de processo administrativo nos termos de protocolo celebrado entre as unidades federadas. II - a cláusula quadragésima sétima: Cláusula quadragésima sétima. É permitida a integração de ECF a computador por meio de qualquer tipo de rede de comunicação de dados, desde que o servidor principal de controle central de banco de dados, assim entendido como o computador que armazena os bancos de dados utilizados, esteja instalado em estabelecimento do contribuinte. 1 o A critério da unidade federada, mediante critérios e condições por ela estabelecidos, o servidor principal de que trata o caput, poderá estar instalado em estabelecimento: I - do contabilista da empresa; ou II - de empresa interdependente, definida na legislação da unidade federada; ou III - de empresa prestadora de serviço de armazenamento de banco de dados, desde que o contrato de prestação de serviço firmado entre as partes contenha cláusula por meio da qual o estabelecimento autoriza a empresa prestadora do serviço a franquear ao fisco o acesso aos seus bancos de dados. 2 o Na hipótese do computador de que trata o caput estar instalado em estabelecimento localizado em outra unidade federada, a fiscalização e a auditoria dos dados armazenados no computador será exercida, conjunta ou isoladamente, pelas Unidades da Federação envolvidas, condicionando-se a do fisco da Unidade da Federação do contribuinte usuário do ECF a credenciamento prévio na Secretaria da Fazenda, Economia ou Finanças da unidade federada onde se encontre instalado o computador.. Cláusula segunda. Este convênio entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de agosto de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] ICMS - ECF - Análise funcional de Programa Aplicativo Fiscal (PAF-ECF) - Alterações Este ato altera dispositivos do Convênio ICMS n o 15/2008, que dispõe sobre normas e procedimentos relativos à análise funcional de Programa Aplicativo Fiscal (PAF-ECF) destinado a enviar comandos de funcionamento ao equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF), relativamente aos procedimentos que deverão ser adotados na ocorrência de erro em informações registradas no laudo emitido e no Modelo de Laudo de Análise Funcional de PAF-ECF. Convênio ICMS n o 45, de DOU 1 de Altera o Convênio ICMS n o 15/2008, que dispõe sobre normas e procedimentos relativos à análise de Programa Aplicativo Fiscal (PAF-ECF) destinado a enviar comandos de funcionamento ao equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 134 a reunião ordinária, realizada em Manaus/AM, no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. Fica alterada a cláusula décima do Convênio ICMS n o 15/2008, de 4 de abril de 2008, que passa a ter a seguinte redação: Cláusula décima A Secretaria Executiva do CONFAZ, mediante solicitação da empresa desenvolvedora, publicará despacho, conforme modelo constante no Anexo II, comunicando o registro do Laudo de Análise Funcional de PAF-ECF. 1 o Após a publicação do despacho a empresa desenvolvedora deve observar os procedimentos estabelecidos pela unidade federada para apresentação do laudo, cadastro, credenciamento ou registro do PAFE CF. 2 o Caso haja erro nas informações registradas no laudo emitido, deverão ser observados os seguintes procedimentos, conforme o caso: I - no caso de laudo, cujo arquivo PDF tenha sido enviado à Secretaria Executiva do CONFAZ, mas não tenha sido publicado despacho de registro do laudo, poderá ser substituído o arquivo enviando outro arquivo com o mesmo nome; II - no caso de laudo cujo despacho de registro já tenha sido publicado, não poderá ser cancelado ou corrigido, devendo-se emitir novo laudo com numero de identificação diverso do anterior, cujo arquivo também deverá ser enviado à Secretaria Executiva do CONFAZ e solicitada publicação de outro despacho para registro do novo laudo; III - o órgão técnico analisador deverá observar se os erros no laudo são originários de informações prestadas equivocadamente pela empresa desenvolvedora do PAF-ECF e se isto teve efeito na condução da analise e na execução dos testes, caso em que deverá ser realizada nova análise funcional do PAF-ECF e não somente a emissão de novo laudo.. Cláusula segunda. Fica alterado o Anexo I do Convênio ICMS n o 15/2008, conforme Anexo único deste convênio. Cláusula terceira. Este convênio entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] 16 ICMS Suplemento Especial
10 ANEXO I MODELO DE LAUDO DE ANÁLISE FUNCIONAL DE PAF-ECF 1 - EMPRESA DESENVOLVEDORA REQUERENTE: N. o DO LAUDO Razão Social: Endereço: Tel.: ( ) Fax.: ( ) Contato: CNPJ Responsável pelo acompanhamento dos testes: 2 - ÓRGÃO TÉCNICO CREDENCIADO: Identificação: Responsável(s) pelo Ensaio: Nome: Visto: Nome: Visto: Período de realização da análise: Início: / / Termino: / / 3 - IDENTIFICAÇÃO DO PROGRAMA APLICATIVO FISCAL (PAF-ECF): Nome comercial: Versão: Principal arquivo executável: Código MD-5 de autenticação do principal arquivo executável do PAF-ECF: Outros arquivos utilizados e respectivos códigos MD-5: Identificação do envelope de segurança onde foram lacrados os arquivos fontes e executáveis: Marca: Modelo: Número: 4 - CARACTERÍSTICAS DO PROGRAMA APLICATIVO FISCAL: LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO SISTEMA OPERACIONAL GERENCIADOR DE BANCO DE DADOS TIPO DE DESENVOLVIMENTO COMERCIALIZÁVEL E X C C L U S I V O PRÓPRIO EXCLUSIVO ZADO TERCEIRI- TIPO DE FUNCIONAMENTO: EXCKUSIVAMENTE STAND ALONE EM REDE PAMETRIZÁVEL MEIO DE GERAÇÃO DO ARQUIVO SINTEGRA: PELO PAF-ECF PELO SISTEMA DE RETAGUARDA PELO SISTEMA PED INTEGRAÇÃO DO PROGRAMA APLICATIVO FISCAL: COM SISTEMA DE GES- TÃO OU RETAGUARDA COM SISTEMA PED COM AMBOS NÃO INTE- GRADO FORMA DE IMPRESSÃO DE ITEM EM CUPOM FISCAL (CONCOMITÂNCIA COM DISPOSITIVO DE VISUALIZAÇÃO DO REGISTRO DO ITEM): Suplemento Especial ICMS 17
11 EXCLUSIVAMENTE CON- COMITANTE NÃO CONCOMITANTE COM IMPRESSÃO DE DAV NÃO CONCOMITANTE -COM RE- GISTRO DE PRÉ-VENDA TRATAMENTO DA INTERRUPÇÃO DURANTE A EMISSÃO DE CUPOM FISCAL: RECUPERAÇÃO DE DADOS CANCELAMENTO AUTOMÁ- TICO BLOQUEIO DE FUNÇÕES APLICAÇÕES ESPECIAIS: POSTO REVENDEDOR DE COMBUSTÍVEL TRANSPORTE DE PASSAGEIROS OFICINA DE CONSERTO BAR, RESTAURANTE E ESTABELECIMENTO SIMILAR COM UTILIZAÇÃO DE ECF-RES- TAURANTE E BALANÇA INTERLIGADA FARMÁCIA DE MANIPULAÇÃO BAR, RESTAURANTE E ESTABELECIMENTO SIMILAR COM UTILIZAÇÃO DE ECF-NORMAL E BALANÇA INTERLIGADA BAR, RESTAURANTE E ESTABELECIMENTO SIMILAR COM UTILIZAÇÃO DE ECF-RES- TAURANTE E SEM BALANÇA INTERLIGADA BAR, RESTAURANTE E ESTABELECIMENTO SIMILAR COM UTILIZAÇÃO DE ECF-NORMAL E SEM BALANÇA INTERLIGADA 5. IDENTIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE GESTÃO OU RETAGUARDA QUE FUNCIONAM INTEGRADOS AO PAF- ECF: CNPJ EMPRESA DESENVOLVEDORA DENOMINAÇÃO NOME DO SISTEMA Nome do arquivo executável: Código MD-5: Nome do arquivo executável: Código MD-5: Nome do arquivo executável: Código MD-5: 6. IDENTIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE PED QUE FUNCIONAM INTEGRADOS AO PAF-ECF: EMPRESA DESENVOLVEDORA CNPJ Nome do arquivo executável: DENOMINAÇÃO Código MD-5: NOME DO SISTE- MA Nome do arquivo executável: Código MD-5: Nome do arquivo executável: Código MD-5: 7. IDENTIFICAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS ECF UTILIZADOS PARA A ANÁLISE FUNCIONAL: MARCA MODELO MARCA MODELO 8. RELAÇÃO DE MARCAS E MODELOS DE EQUIPAMENTOS ECF COMPATÍVEIS COM O PAF-ECF: MARCA MODELO MARCA MODELO 18 ICMS Suplemento Especial
12 9 - INTRODUÇÃO: Este procedimento tem como referência o documento ROTEIRO DE ANÁLISE FUNCIONAL DE PROGRAMA APLI- CATIVO FISCAL - EMISSOR DE CUPOM FISCAL - Versão X.X - Mês/Ano RELATÓRIO DE NÃO CONFORMIDADE: ITEM / REQUISITO DESCRIÇÃO DO MOTIVO DA NÃO CONFORMIDADE OBS: Não havendo não-conformidade, descrever: Não foram encontradas não conformidades no PAF-ECF identificado neste laudo durante a execução do Roteiro de Análise Funcional de Programa Aplicativo Fiscal. 11- PARECER CONCLUSIVO: Mediante solicitação da empresa desenvolvedora identificada neste laudo e em conformidade com o disposto no Convênio ICMS 15/08, foi realizada a Análise Funcional do PAF-ECF identificado neste laudo, mediante aplicação dos testes previstos no Roteiro de Análise Funcional de Programa Aplicativo Fiscal disponibilizado no endereço eletrônico do CONFAZ: obtendo-se o seguinte resultado: Constatada(s) Não Conformidade relacionada(s) no campo Relatório de Não Conformidade. Não se constatou Não Conformidade em nenhum dos testes aplicados, razão pela qual, certificamos que o Programa Aplicativo Fiscal - Emissor de Cupom Fiscal (PAF-ECF) identificado neste laudo atende aos requisitos especificados, no que se refere aos testes previstos no Roteiro de Análise Funcional de PAF-ECF, considerando que tais testes se restringem às funcionalidades do programa, não abrangendo o exame completo de código fonte. No item 3 deste laudo encontra-se a relação de arquivos do programa utilizados na realização dos testes e seus respectivos códigos de autenticação eletrônica (MD-5). 12- DECLARAÇÃO: Declaramos que o presente laudo refere-se exclusivamente aos testes realizados no aplicativo identificado no item 3 e desenvolvido pela empresa identificada no item 1, sendo que o conteúdo deste laudo, não poderá ser estendido a qualquer outro programa ainda que similar. O presente relatório contém folhas, numeradas e rubricadas pelo signatário desta declaração. Por ser a exata expressão da verdade, firmamos a presente declaração. 13 COMENTÁRIOS E OBSERVAÇÕES A CRITÉRIO DO ORGÃO TÉCNICO ANALISADOR: 14 PROCEDIMENTOS QUE DEVEM SER OBSERVADOS NO CASO DE SE CONSTATAR IINCORREÇÕES NESTE LAUDO: a) se o arquivo PDF deste laudo tiver sido enviado à Secretaria Executiva do CONFAZ (SE/CONFAZ), mas não tenha sido publicado Despacho da SE/CONFAZ de registro deste laudo, poderá ser substituído o arquivo, enviando outro arquivo com o mesmo nome. b) se o Despacho da SE/CONFAZ de registro deste laudo já tiver sido publicado, este laudo e o respectivo despacho não poderão ser cancelados ou corrigidos, devendo-se emitir novo laudo com numero de identificação diverso deste, cujo arquivo PDF também deverá ser enviado à SE/CONFAZ e solicitada publicação de outro Despacho da SE/CONFAZ para registro do novo laudo. Neste caso, este laudo e seu respectivo despacho de registro não serão cancelados. O Órgão Técnico analisador deverá observar atentamente se os erros no laudo são originários de informações prestadas equivocadamente pela empresa desenvolvedora e se isto teve efeito na condução da analise e nos testes que foram executados. Caso isto tenha ocorrido, deverá ser realizada nova análise e não somente a emissão de novo laudo. Local e data: 1 - Execução dos Testes: 2 - Aprovação do Relatório: Assinatura Nome Cargo Documento de Identificação Assinatura Nome Cargo Documento de Identificação Obs.: O Órgão Técnico Credenciado poderá acrescentar outras informações que julgar necessárias. Suplemento Especial ICMS 19
13 ICMS - Equipamento ECF - Admissibilidade de mecanismo impressor com densidade especial alimentado por bateria - Disciplina Este ato disciplina a admissibilidade de mecanismo impressor com densidade especial para equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) alimentado por bateria. Convênio ICMS n o 46, de DOU 1 de Disciplina a admissibilidade de mecanismo impressor com densidade especial para Emissor de Cupom Fiscal (ECF) alimentado por bateria. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 134 a reunião ordinária, realizada em Manaus/AM, no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Convênio ICMS n o 47, de DOU 1 de Dispõe sobre a exclusão do Estado do Tocantins das disposições do Convênio ICMS n o 137/2002, que trata sobre os procedimentos a serem adotados em relação a operação interestadual que destine mercadoria a empresa de construção civil. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 134 a reunião ordinária, realizada em Manaus/AM, no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto no art. 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. Fica o Estado do Tocantins excluído das disposições do Convênio ICMS n o 137/2002, de 13 de dezembro de Cláusula segunda. Este convênio entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Cláusula primeira. No caso de ECF com mecanismo impressor alimentado por bateria, admite-se a densidade máxima de até 25 (vinte e cinco) caracteres por polegada e 9 (nove) linhas por polegada. Cláusula segunda. Este convênio entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] ICMS - Procedimentos relativos a operações interestaduais com mercadorias destinadas a empresa de construção civil - Exclusão do Estado de Tocantins O Estado do Tocantins foi excluído das disposições do Convênio ICMS n o 137/2002, que dispõe sobre os procedimentos a serem adotados em relação a operação interestadual que destine mercadoria a empresa de construção civil. ICMS - Importação de bens ou mercadorias por pessoa jurídica - Não aplicabilidade aos Estados do Espírito Santo e de Goiás Este ato altera dispositivo do Convênio ICMS n o 135/2002, que harmoniza entendimento sobre cumprimento de obrigações tributárias na importação de bens ou mercadorias por pessoa jurídica importadora, para estabelecer que suas disposições não se aplicam aos Estados do Espírito Santo e de Goiás. Convênio ICMS n o 49, de DOU 1 de Altera o Convênio ICMS n o 135/2002, que harmoniza entendimento sobre cumprimento de obrigações tributárias na importação de bens ou mercadorias por pessoa jurídica importadora. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 134 a reunião ordinária, realizada em Manaus/AM, no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto no art. 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), resolve celebrar o seguinte 20 ICMS Suplemento Especial
14 CONVÊNIO Cláusula primeira. Fica revigorada a cláusula segunda do Convênio ICMS n o 135/2002, de 13 de dezembro de 2002, passando a vigorar com a seguinte redação: Cláusula segunda. Este convênio não se aplica aos Estados do Espírito Santo e Goiás.. Cláusula segunda. Este convênio entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] ICMS - Crédito presumido - Programa Luz para Todos - Autorização aos Estados do Pará, de Pernambuco e do Rio Grande do Sul Os Estados do Pará, de Pernambuco e do Rio Grande do Sul foram autorizados a conceder crédito presumido do ICMS, às empresas de energia elétrica neles situadas, a ser apropriado mensalmente, não excedendo, em cada ano, 3,5% do imposto a recolher no mesmo período, a ser aplicado na execução do Programa Luz para Todos, com efeitos até Convênio ICMS n o 50, de DOU 1 de Autoriza os Estados do Pará, Pernambuco e Rio Grande do Sul, a conceder crédito presumido para a execução do Programa Luz para Todos. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 134 a reunião ordinária, realizada em Manaus/AM, no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto na Lei Complementar n o 24, de 7 de janeiro de 1975, resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. Ficam os Estados do Pará, Pernambuco e Rio Grande do Sul autorizados a conceder crédito presumido do ICMS às empresas de energia elétrica neles situadas, a ser apropriado mensalmente, não podendo exceder, em cada ano, a 3,5% do imposto a recolher no mesmo período. Parágrafo único. O valor resultante do benefício de que trata o caput deverá ser aplicado na execução do Programa Luz para Todos. Cláusula segunda. A fruição do benefício previsto neste convênio fica condicionada ao cumprimento dos requisitos estabelecidos na legislação estadual, que poderá, inclusive, estabelecer limite ao valor a ser apropriado em cada ano. Cláusula terceira. Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional, produzindo efeitos até 31 de dezembro de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Nota Por meio do Ato Declaratório Confaz n o 5/2009 (DOU 1 de ), foi declarada a ratificação deste convênio. ICMS - Base de cálculo reduzida nas saídas interestaduais de carnes e demais produtos comestíveis resultantes do abate de aves, gado e leporídeos - Alteração Este ato altera a Cláusula primeira do Convênio ICMS n o 89/2005, para reduzir de 7% para 5% a carga tributária do ICMS incidente nas saídas interestaduais de carnes e demais produtos comestíveis resultantes do abate de aves, gado e leporídeos. Convênio ICMS n o 51, de DOU 1 de Altera o Convênio ICMS n o 89/2005, que dispõe sobre a concessão de redução na base de cálculo do ICMS devido nas saídas de carne e demais produtos comestíveis, resultantes do abate de aves, gado e leporídeos. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 134 a reunião ordinária, realizada em Manaus/AM, no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto na Lei Complementar n o 24, de 7 de janeiro de 1975, resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. Passa a vigorar com a seguinte redação o caput da cláusula primeira do Convênio ICMS n o 89/2005, de 17 de agosto de 2005: Cláusula primeira Fica reduzida a base de cálculo do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS, de forma que a carga tributária seja equivalente a 5% (cinco por cento) do valor das operações, nas saídas interestaduais de carne e demais produtos comestíveis frescos, resfriados, congelados, salgados, secos ou temperados, resultantes do abate de aves, leporídeos e gado bovino, bufalino, caprino, ovino e suínos. Cláusula segunda. Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional, produzindo efeitos a partir de 1 o de janeiro de Suplemento Especial ICMS 21
15 [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Nota Por meio do Ato Declaratório n o 6/2009, o Secretário Executivo do Confaz declarou a rejeição do Convênio ICMS n o 51/2009. ICMS - Isenção na saída de veículos destinados a pessoas portadoras de deficiência física - Alteração Este ato alterou o 2 o da Cláusula primeira do Convênio ICMS n o 3/2007, que concede isenção do ICMS na saída de veículos destinados a pessoas portadoras de deficiência física, para aumentar de até R$ ,00 para até R$ ,00 o valor do veículo que poderá ser adquirido com o benefício fiscal. Convênio ICMS n o 52, de DOU 1 de Altera o Convênio ICMS n o 03/2007, que concede isenção do ICMS na saída de veículos destinados a pessoas portadoras de deficiência física. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 134 a reunião ordinária, realizada em Manaus, AM, no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto na Lei Complementar n o 24, de 7 de janeiro de 1975, resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. Fica alterado o 2 o da cláusula primeira do Convênio ICMS n o 03/2007, de 19 de janeiro de 2007, que passa a vigorar com a seguinte redação: 2 o O benefício previsto nesta cláusula somente se aplica a veículo automotor novo cujo preço de venda ao consumidor sugerido pelo fabricante, incluídos os tributos incidentes, não seja superior a R$ ,00 (setenta mil reais).. Cláusula segunda. Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional. [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Nota Por meio do Ato Declaratório Confaz n o 5/2009 (DOU 1 de ), foi declarada a ratificação deste convênio. ICMS - Prestação de serviço de televisão por assinatura - Dispensa de juros, multas e correção monetária e remissão parcial - Autorização ao Distrito Federal O Distrito Federal foi autorizado a reduzir ou a não exigir juros, multas e correção monetária e a conceder remissão parcial do ICMS devido nas prestações de serviço de televisão por assinatura. Convênio ICMS n o 53, de DOU 1 de Autoriza o Distrito Federal a dispensar juros, multas e correção monetária e a remitir parcialmente o ICMS devido nas prestações de serviço de televisão por assinatura, nas condições que especifica. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 134 a reunião ordinária, realizada no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto na Lei Complementar n o 24, de 7 de janeiro de 1975, resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. Fica o Distrito Federal autorizado a reduzir ou não exigir juros, multas e correção monetária relativos ao não pagamento do ICMS decorrentes da prestação de serviço de televisão por assinatura, realizada até a data do termo inicial de vigência deste convênio. Cláusula segunda. Fica o Distrito Federal autorizado a conceder remissão parcial do ICMS incidente sobre a prestação de serviço de televisão por assinatura de que trata a cláusula primeira, de forma que o valor a ser recolhido seja equivalente à aplicação da alíquota definida pela legislação distrital, observado o percentual mínimo de, relativamente a fatos geradores ocorridos nos períodos: I - de 1 o de janeiro de 2002 a 31 de dezembro de 2003, 14%; II - de 1 o de janeiro de 2004 a 31 de dezembro de 2005, 13%; III - de 1 o de janeiro de 2006 a 31 de dezembro de 2006, 12%; IV - de 1 o de janeiro de 2007 a 31 de dezembro de 2007, 11%; V - de 1 o de janeiro de 2008 até a data do termo inicial de vigência deste convênio, 10%. 1 o O benefício fiscal previsto nesta cláusula será utilizado em substituição à apropriação dos créditos de ICMS decorrentes das entradas de quaisquer mercadorias ou serviços utilizados na prestação de serviços mencionados no caput e impede a compensação do ICMS devido com outros tributos pagos ao Distrito Federal em razão dos serviços indicados na cláusula primeira. 2 o Os contribuintes que recolheram o ICMS de forma partilhada de acordo com o Convênio ICMS n o 52/2005, de 1 o de julho de 2005, e do Protocolo ICMS n o 25/2003, 12 de dezembro de 2003, poderão deduzir do recolhimento do ICMS previsto nos incisos I a V do caput, a parcela paga a outra unidade federada, desde que esse pagamento seja devidamente comprovado à Secretaria de Estado de Fazenda do Distrito Federal. 3 o O disposto no 2 o não importa renúncia, pela unidade federada competente, da cobrança do ICMS partilhado de acordo com o Convênio ICMS n o 52/2005, de 1 o de julho de 2005, e do Protocolo 22 ICMS Suplemento Especial
16 ICMS n o 25/2003, 12 de dezembro de 2003, em relação aos fatos geradores ocorridos nos períodos arrolados nos incisos do caput. Cláusula terceira. Os benefícios fiscais de que tratam as cláusulas primeira e segunda deste convênio somente alcançam a parcela do ICMS que exceder àquela calculada utilizando os percentuais mínimos indicados na cláusula primeira do Convênio ICMS n o 57/1999, de 22 de outubro de Cláusula quarta. O disposto neste convênio fica condicionado: I - a que o contribuinte beneficiado não questione a incidência do ICMS sobre as prestações indicadas na cláusula primeira, judicial ou administrativamente; II - a que o contribuinte beneficiado adote como base de cálculo do ICMS incidente sobre o serviço de televisão por assinatura, o valor total do serviço e meios cobrados do tomador, bem como efetue o pagamento do imposto calculado na forma deste inciso nos prazos fixados na legislação distrital; III - a que o contribuinte beneficiado desista formalmente de ações judiciais e recursos administrativos de sua iniciativa contra Fazenda Pública do Distrito Federal, visando o afastamento da cobrança de ICMS sobre os serviços arrolados na cláusula primeira; IV - a que o contribuinte beneficiado tenha recolhido ou recolha, com multas, juros e correção monetária, o ICMS devido em razão da prestação de serviços de televisão por assinatura, considerando a redução da base de cálculo autorizada pelo Convênio ICMS n o 57/1999, utilizando os percentuais mínimos e os respectivos períodos indicados na cláusula primeira daquele convênio, observado o disposto no 2 o da cláusula segunda, nos prazos previstos na legislação distrital. V - a que o débito resultante da aplicação da cláusula segunda seja integralmente recolhido a vista ou em até 60 parcelas mensais, na forma e nos prazos previstos na legislação distrital. Parágrafo único. O descumprimento de quaisquer dos incisos desta cláusula e dos 1 o e 2 o da cláusula segunda implica no imediato cancelamento dos benefícios fiscais concedidos por este convênio, restaurando-se integralmente o débito fiscal objeto do benefício e tornando-o imediatamente exigível. Cláusula quinta. Para efeito de fruição dos benefícios previstos neste convênio, poderá o Distrito Federal exigir que a empresa beneficiária: I - observe os mecanismos de controle por ele estabelecido, atendido o disposto no Convênio ICMS n o 115/2003, de 17 de dezembro de 2003; II - solicite à repartição fiscal a que estiver vinculada prévia autorização; III - firme declaração no sentido de que aceita e se submete às exigências deste convênio e que renuncia a qualquer questionamento administrativo ou judicial sobre a incidência do ICMS na prestação dos serviços mencionadas na cláusula primeira, sob pena de perda dos benefícios outorgados. Cláusula sexta. Os benefícios fiscais de que tratam as cláusulas primeira e segunda não conferem ao sujeito passivo qualquer direito à restituição ou compensação de importâncias pagas. Cláusula sétima. Passa a vigorar com a redação que se segue a cláusula décima do Convênio ICMS n o 52/2005, de 1 o de julho de 2005: Cláusula décima. O disposto neste convênio não se aplica aos Estados do Amazonas, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, permanecendo aplicáveis a essas unidades federadas o Convênio ICMS n o 10/1998, de 26 de março de Cláusula oitava. Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional. [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Nota Por meio do Ato Declaratório Confaz n o 5/2009 (DOU 1 de ), foi declarada a ratificação deste convênio. ICMS - Isenção nas operações com fármacos e medicamentos destinados a órgãos da administração pública direta federal, estadual e municipal - Alterações Foi alterada a redação do Anexo Único (relação de fármacos e medicamentos) e revogado o 4 o da Cláusula primeira do Convênio ICMS n o 87/2002, que concede isenção do imposto nas operações com fármacos e medicamentos destinados a órgãos da administração pública direta federal, estadual e municipal. Convênio ICMS n o 54, de DOU 1 de Altera o Convênio ICMS n o 87/2002, que concede isenção do ICMS nas operações com fármacos e medicamentos destinados a órgãos da Administração Pública Direta Federal, Estadual e Municipal. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 134 a reunião ordinária, realizada em Manaus, AM, no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto na Lei Complementar n o 24, de 7 de janeiro de 1975, resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. O Anexo Único do Convênio ICMS n o 87/2002, de 28 de junho de 2002 passa a vigorar com a redação do Anexo Único deste convênio. Cláusula segunda. Fica revogado o 4 o da cláusula primeira do Convênio ICMS n o 87/2002. Cláusula terceira. Ficam convalidados os procedimentos efetuados até a data do início da vigência deste convênio, pelo Estado do Rio Grande do Norte, relativamente aos fármacos e medicamentos descritos nos itens 23 e 96 do Anexo Único, desde que compatíveis com as alterações promovidas por este convênio. Cláusula quarta. Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional, produzindo efeitos a partir de 1 o de agosto de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Suplemento Especial ICMS 23
17 ANEXO ÚNICO NCM Item Fármacos Fármacos 1 Acetato de Glatirâmer Acitretina Medicamentos Acetato de Glatirâmer - 20 mg injetável - por frasco-ampola ou seringa preenchida Acitretina 10 mg - por cápsula Acitretina 25 mg - por cápsula NCM Medicamentos / / Adalimumabe Adalimumabe - injetável - 40mg seringa preenchida Alendronato de sódio Alfacalcidol Alendronato de sódio 70 mg - por comprimido Alendronato de sódio 10 mg - por comprimido Alfacalcidol 0,25 mcg - cápsula Alfacalcidol 1,0 mcg - cápsula / Alfadornase Alfadornase 2,5 mg - por ampola / Alfaepoetina Alfainterferona 2b Alfaepoetina U - por injetável - por frasco-ampola Alfaepoetina U - Injetável - por frasco-ampola Alfaepoetina U - injetável - por frasco-ampola Alfaepoetina U - injetável - por frasco-ampola Alfaepoetina U - injetável - por frasco-ampola Alfainterferona 2b UI - injetável por frasco ampola Alfainterferona 2b UI - injetável por frasco ampola Alfainterferona 2b UI - injetável por frasco ampola 9 Alfapeginterferona 2a Alfapeginterferona 2b Alfapeginterferona 2a 180 mcg - por seringa preenchida Alfapeginterferona 2b 80 mcg - por frasco ampola Alfapeginterferona 2b 100 mcg - por frasco ampola / Alfapeginterferona 2b 120 mcg - por frasco ampola 10 Amantadina Cloridrato de Amantadina Amantadina 100 mg - por comprimido Cloridrato de Amantadina 100 mg - por comprimido / Atorvastatina Atorvastatina 10 mg - por comprimido Atorvastatina 20 mg - por comprimido 11 Atorvastatina Lactona Atorvastatina Sódica Atorvastatina Lactona 10 mg - por comprimido Atorvastatina Lactona 20 mg - por comprimido Atorvastatina Sódica 10 mg - por comprimido Atorvastatina Sódica 20 mg - por comprimido / Atorvastatina Cálcica Atorvastatina Cálcica 10 mg - por comprimido Atorvastatina Cálcica 20 mg - por comprimido 12 Azatioprina Azatioprina Sódica Azatioprina 50 mg - por comprimido Azatioprina Sódica 50 mg - por comprimido / ICMS Suplemento Especial
18 Item Fármacos NCM Fármacos Medicamentos NCM Medicamentos Beclometasona 200 mcg - por cápsula inalante Beclometasona 200 mcg - pó inalante por frasco de 100 doses Beclometasona Beclometasona 250 mcg - spray por frasco de 200 doses Beclometasona 400 mcg - por cápsula inalante Beclometasona 400 mcg - pó inalante por frasco de 100 doses Dipropionato de Beclometasona Betainterferona Betainterferona 1a Betainterferona 1b Bezafibrato Biperideno Lactato de Biperideno Cloridrato de Biperideno Bromocriptina Mesilato de Bromocriptina / Budesonida Dipropionato de Beclometasona 400 mcg - pó inalante por frasco de 100 doses Dipropionato de Beclometasona 250 mcg - spray - por frasco de 200 doses Dipropionato de Beclometasona 200 mcg - pó inalante por frasco de 100 doses Beclometasona 200 mcg - por cápsula inalante Beclometasona 400 mcg - por cápsula inalante Betainterferona UI (22 mcg) - Injetável - (por seringa preenchida) Betainterferona UI (44 mcg) - Injetável - (por seringa preenchida) Betainterferona UI (30 mcg)- injetável - seringa preenchida ou frasco ampola Betainterferona UI - Injetável - (por frasco/ampola) Betainterferona 1a UI (22 mcg) - Injetável - (por seringa preenchida) Betainterferona 1a UI (44 mcg) - Injetável - (por seringa preenchida) Betainterferona 1a UI (30 mcg)- injetável - seringa preenchida ou frasco ampola Betainterferona 1b UI - Injetável - (por frasco/ampola) Bezafibrato 200 mg - por drágea Bezafibrato 400 mg - por drágea Biperideno 4 mg - por comprimido Biperideno 2 mg - por comprimido Lactato de Biperideno 4 mg - por comprimido Lactato de Biperideno 2 mg - por comprimido Cloridrato de Biperideno 4 mg - por comprimido Cloridrato de Biperideno 2 mg - por comprimido Bromocriptina 2,5 mg - por comprimido Bromocriptina 2,5 mg - por comprimido Budesonida 200 mcg - por cápsula inalante Budesonida 200 mcg - aerosol bucal - com 5 ml doses Budesonida 200 mcg - pó inalante doses 19 Cabergolina Cabergolina 0,5 mg - por comprimido / / / / / / Suplemento Especial ICMS 25
19 Item Fármacos NCM Fármacos Medicamentos NCM Medicamentos Calcitonina Calcitonina 100 UI - injetável - (por ampola) Calcitonina UI - spray nasal - por frasco Calcitonina Sintética Humana 100 UI - injetável - (por ampola) 20 Calcitonina Sintética Humana Calcitonina Sintética Humana UI - spray nasal - por frasco / Calcitonina Sintética de Salmão Calcitonina Sintética de Salmão UI - spray nasal - por frasco Calcitonina Sintética de Salmão 100 UI - injetável - (por ampola) 21 Calcitriol Calcitriol 0,25 mcg - por cápsula Calcitriol 1,0 g - injetável - por ampola / Ciclofosfamida Ciclofosfamida Monoidratada Ciclofosfamida 50 mg - por drágea Ciclofosfamida Monoidratada 50 mg - por drágea / Ciclosporina 100 mg - Solução oral 100 mg/ml - por frasco de 50 ml 23 Ciclosporina Ciprofloxacino Ciclosporina 25 mg - por cápsula Ciclosporina 50 mg - por cápsula Ciclosporina 100 mg - por cápsula Ciclosporina 10 mg - por cápsula Ciprofloxacino 250 mg - por comprimido Ciprofloxacino 500 mg - por comprimido / Cloridrato de Ciprofloxacino Monoidratado Cloridrato de Ciprofloxacino Monoidratado 250 mg - por comprimido Cloridrato de Ciprofloxacino Monoidratado 500 mg - por comprimido / Lactato de Ciprofloxacino Lactato de Ciprofloxacino 250 mg - por comprimido Lactato de Ciprofloxacino 500 mg - por comprimido Cloridrato de Ciprofloxacino Cloridrato de Ciprofloxacino 250 mg - por comprimido Cloridrato de Ciprofloxacino 500 mg - por comprimido 25 Ciproterona Acetato de Ciproterona Ciproterona 50 mg - por comprimido Acetato de Ciproterona 50 mg - por comprimido / Cloroquina Cloroquina 150 mg - por comprimido 26 Dicloridrato de Cloroquina Difosfato de Cloroquina Dicloridrato de Cloroquina 150 mg - por comprimido Difosfato de Cloroquina 150 mg - por comprimido / Sulfato de Cloroquina Sulfato de Cloroquina 150 mg - por comprimido 27 Clozapina Clozapina 100 mg - por comprimido Clozapina 25 mg - por comprimido / ICMS Suplemento Especial
20 Item Fármacos NCM Fármacos Medicamentos NCM Medicamentos Codeína 30 mg/ml - por ampola com 2 ml Codeína Codeína 30 mg - por comprimido Codeína 60 mg - por comprimido Codeína 3 mg/ml - solução oral - por frasco com 120 ml Acetato de Codeína 30 mg/ml - por ampola com 2 ml Acetato de Codeína Acetato de Codeína 30 mg - por comprimido Acetato de Codeína 60 mg - por comprimido Acetato de Codeína 3 mg/ml - solução oral - por frasco com 120 ml Bromidrato de Codeína 30 mg/ml - por ampola com 2 ml Bromidrato de Codeína Bromidrato de Codeína 30 mg - por comprimido Bromidrato de Codeína 60 mg - por comprimido Bromidrato de Codeína 3 mg/ml - solução oral - por frasco com 120 ml Canfossulfonato de Codeína 30 mg/ml - por ampola com 2 ml Canfossulfonato de Codeína Canfossulfonato de Codeína 30 mg - por comprimido Canfossulfonato de Codeína 60 mg - por comprimido Canfossulfonato de Codeína 3 mg/ml - solução oral - por frasco com 120 ml Citrato de Codeína 30 mg/ml - por ampola com 2 ml 28 Citrato de Codeína Citrato de Codeína 30 mg - por comprimido Citrato de Codeína 60 mg - por comprimido / Citrato de Codeína 3 mg/ml - solução oral - por frasco com 120 ml Cloridrato de Codeína 30 mg/ml - por ampola com 2 ml Cloridrato de Codeína Cloridrato de Codeína 30 mg - por comprimido Cloridrato de Codeína 60 mg - por comprimido Cloridrato de Codeína 3 mg/ml - solução oral - por frasco com 120 ml Metilbrometo de Codeína 30 mg/ml - por ampola com 2 ml Metilbrometo de Codeína Metilbrometo de Codeína 30 mg - por comprimido Metilbrometo de Codeína 60 mg - por comprimido Metilbrometo de Codeína 3 mg/ml - solução oral - por frasco com 120 ml Óxido de Codeína 30 mg/ml - por ampola com 2 ml Óxido de Codeína Óxido de Codeína 30 mg - por comprimido Óxido de Codeína 60 mg - por comprimido Óxido de Codeína 3 mg/ml - solução oral - por frasco com 120 ml Salicilato de Codeína 30 mg/ml - por ampola com 2 ml Salicilato de Codeína Salicilato de Codeína 30 mg - por comprimido Salicilato de Codeína 60 mg - por comprimido Salicilato de Codeína 3 mg/ml - solução oral - por frasco com 120 ml Suplemento Especial ICMS 27
21 Item Fármacos NCM Fármacos Medicamentos NCM Medicamentos Sulfato de Codeína 30 mg/ml - por ampola com 2 ml Sulfato de Codeína 30 mg - por comprimido Sulfato de Codeína Sulfato de Codeína 60 mg - por comprimido Sulfato de Codeína 3 mg/ml - solução oral - por frasco com 120 ml Fosfato de Codeína 30 mg/ml - por ampola com 2 ml / Fosfato de Codeína 30 mg - por comprimido Fosfato de Codeína Fosfato de Codeína 60 mg - por comprimido Fosfato de Codeína 3 mg/ml - solução oral - por frasco com 120 ml 29 Danazol Danazol 100 mg - por cápsula / Deferasirox Deferasirox 125 mg - por comprimido Deferasirox 250 mg - por comprimido Deferasirox 500 mg - por comprimido / Deferiprona Deferiprona 500 mg - por comprimido / Desferroxamina Desferroxamina 500 mg - injetável - por frasco-ampola 32 Cloridrato de Desferroxamina Mesilato de Desferroxamina Cloridrato de Desferroxamina 500 mg - injetável - por frascoampola Mesilato de Desferroxamina 500 mg - injetável - por frascoampola / Desmopressina Acetato de Desmopressina Desmopressina 0,1 mg/ml -aplicação nasal - por frasco 2,5 ml Acetato de Desmopressina 0,1 mg/ml -aplicação nasal - por frasco 2,5 ml / Donepezila Cloridrato de Donepezila Donepezil - 5 mg - por comprimido Donepezil - 10 mg - por comprimidlo Donepezil - 5 mg - por comprimido Donepezil - 10 mg - por comprimidlo / Entacapona Entacapona 200 mg - por comprimido / Etanercepte Etanercepte 25 mg - injetável por frasco-ampola Etanercepte 50 mg - injetável por frasco-ampola Etofibrato Etofibrato 500 mg - por cápsula / Everolimo Fenofibrato Everolimo 1 mg - por comprimido Everolimo 0,5 mg - por comprimido Everolimo 0,75 mg - por comprimido Everolimo 0,1 mg - por comprimido dispersível Everolimo 0,25 mg - por comprimido dispersível Fenofibrato 200 mg - por cápsula Fenofibrato 250 mg - liberação retardada por cápsula / / ICMS Suplemento Especial
22 Item 40 Fenoterol Fármacos Cloridrato de Fenoterol Bromidrato de Fenoterol NCM Fármacos Medicamentos Fenoterol 200 mcg - dose - aerosol 300 doses - 15 ml - c/ adaptador Cloridrato de Fenoterol 200 mcg - dose - aerosol 300 doses - 15 ml - c/ adaptador Bromidrato de Fenoterol 200 mcg - dose - aerosol 300 doses - 15 ml - c/ adaptador NCM Medicamentos / Filgrastim Filgrastim 300 mcg - injetável - por frasco Fludrocortisona Fludrocortisona 0,1 mg - por comprimido / Acetato de Fludrocortisona Acetato de Fludrocortisona 0,1 mg - por comprimido Flutamida Flutamida 250 mg - por comprimido Fluvastatina Fluvastatina Sódica Formoterol Fumarato de Formoterol Diidratado Fumarato de Formoterol Formoterol + Budesonida Fumarato de Formoterol + Budesonida Fumarato de Formoterol Diidratado + Budesonida / / Fluvastatina 20 mg - por cápsula Fluvastatina 40 mg - por cápsula Fluvastatina Sódica 20 mg - por cápsula Fluvastatina Sódica 40 mg - por cápsula Formoterol 12 mcg - pó inalante - 60 doses Formoterol 12 mcg - por cápsula inalante Fumarato de Formoterol Diidratado 12 mcg - pó inalante - 60 doses Fumarato de Formoterol Diidratado 12 mcg - por cápsula inalante Fumarato de Formoterol 12 mcg - pó inalante - 60 doses Fumarato de Formoterol 12 mcg - por cápsula inalante Formoterol 6 mcg + Budesonida 200 mcg - pó inalatorio - 60 doses Formoterol 6 mcg + Budesonida 200 mcg - por cáps5la inalante Formoterol 12 mcg + Budesonida 400 mcg - pó inalatório - 60 doses Formoterol 12 mcg + Budesonida 400 mcg - por cápsula inalante Fumarato de Formoterol 6 mcg + Budesonida 200 mcg - pó inalatorio - 60 doses Fumarato de Formoterol 6 mcg + Budesonida 200 mcg - por cápsula inalante Fumarato de Formoterol 12 mcg + Budesonida 400 mcg - pó inalatório - 60 doses Fumarato de Formoterol 12 mcg + Budesonida 400`mcg - por cápsula inalante Fumarato de Formoterol Diidratado 6 mcg + Budesonida 200 mcg - pó inalatorio - 60 doses Fumarato de Formoterol Diidratado 6 mcg + Budesonida 200 mcg - por cápsula inalante Fumarato de Formoterol Diidratado 12 mcg + Budesonida 400 mcg - por cápsula inalante Fumarato de Formoterol Diidratado 12 mcg + Budesonida 400 mcg - pó inalatório - 60 doses / / / / / Gabapentina Gabapentina 300 mg - por cápsula / Gabapentina 400 mg - por cápsula Suplemento Especial ICMS 29
23 Item 48 Galantamina Fármacos Bromidrato de Galantamina Hidrobrometo de Galantamina NCM Fármacos Genfibrozila Gosserrelina Acetato de Gosserrelina Hidroxicloroquina Sulfato de Hidroxicloroquina Medicamentos Galantamina 8 mg - por cápsula Galantamina 16 mg - por cápsula Galantamina 24 mg - por cápsula Bromidrato de Galantamina 8 mg - por cápsula Bromidrato de Galantamina 16 mg - por cápsula Bromidrato de Galantamina 24 mg - por cápsula Hidrobrometo de Galantamina 8 mg - por cápsula Hidrobrometo de Galantamina 16 mg - por cápsula Hidrobrometo de Galantamina 24 mg - por cápsula Genfibrozila 600 mg - por cápsula ou comprimido Genfibrozila 900 mg - por comprimido Gosserrelina 3,60 mg - injetável - por seringa preenchida Gosserrelina 10,80 mg - injetável - (por seringa preenhida) Acetato de Gosserrelina 3,60 mg - injetável - por frasco ampola Acetato de Gosserrelina 10,80 mg - injetável - (por seringa preenhida) Hidroxicloroquina 400 mg - por comprimido Sulfato de Hidroxicloroquina 400 mg - por comprimido 52 Hidroxiuréia Hidroxiuréia 500 mg - por cápsula 53 Imiglucerase Imiglucerase 200 U.I. - injetável - por frasco-ampola 54 Imunoglobulina Anti-Hepatite B Imunoglobulina Humana Imunoglobulina Anti-Hepatite B 1000 mg - injetável - por frasco Imunoglobulina Anti-Hepatite B 100 mg - injetável - por frasco Imunoglobulina Anti-Hepatite B 500 mg - injetável - por frasco Imunoglobulina Humana 0,5 g- injetável - (por frasco) Imunoglobulina Humana 2,5 g - injetável - (por frasco) Imunoglobulina Humana 5,0 g - injetável - (por frasco) Imunoglobulina Humana 1,0 g - injetável - (por frasco) Imunoglobulina Humana 3,0 g - Injetável - (por frasco) Imunoglobulina Humana 6,0 g - Injetável - (por frasco) NCM Medicamentos / / / / / / Infliximabe Infliximabe 10 mg - injetável - por ampola de 10 ml Isotretinoína Lamivudina Isotretinoína 20 mg - por cápsula / Isotretinoína 10 mg - por cápsula Lamivudina 10 mg/ml solução oral (frasco de 240 ml) / Lamivudina 150 mg - por comprimido Lamotrigina Lamotrigina 25 mg - por comprimido / Lamotrigina 100 mg - (por comprimido) Leflunomida Leflunomida 20 mg - por comprimido / Lenograstim Lenograstim - 33,6 mui - injetável - por frasco ICMS Suplemento Especial
24 Item Leuprorrelina Fármacos Acetato de Leuprorrelina Levodopa + Benserasida Levodopa + Cloridrato de Benserazida 64 Levodopa + Carbidopa NCM Fármacos / / Medicamentos Leuprorrelina 3,75 mg - injetável - por frasco Leuprorrelina 11,25 mg - injetável - seringa preenchida Acetato de Leuprorrelina 3,75 mg - injetável - por frasco Acetato de Leuprorrelina 11,25 mg - injetável - seringa preenchida Levodopa 200 mg + Benserazida 50 mg - por comprimido Levodopa 100 mg + Benserazida 25 mg - por cápsula ou comprimido Levodopa 200 mg + Cloridrato de Benserazida 50 mg - por comprimido Levodopa 100 mg + Cloridrato de Benserazida 25 mg - por cápsula ou comprimido NCM Medicamentos / Levodopa 200 mg + Carbidopa 50 mg - por cápsula ou comprimido / Levodopa 250 mg + Carbidopa 25 mg - por comprimido Levotiroxina 150 mcg - por comprimido 65 Levotiroxina Levotiroxina Sódica Monoidratada Levotiroxina Sódica Pentaidratada Levotiroxina Sódica Lovastatina Mesalazina Levotiroxina 25 mcg - por comprimido Levotiroxina 50 mcg - por comprimido Levotiroxina 100 mcg - por comprimido Levotiroxina Sódica Monoidratada 150 mcg - por comprimido Levotiroxina Sódica Monoidratada 25 mcg - por comprimido Levotiroxina Sódica Monoidratada 50 mcg - por comprimido Levotiroxina Sódica Monoidratada 100 mcg - por comprimido Levotiroxina Sódica Pentaidratada 150 mcg - por comprimido Levotiroxina Sódica Pentaidratada 25 mcg - por comprimido Levotiroxina Sódica Pentaidratada 50 mcg - por comprimido Levotiroxina Sódica Pentaidratada 100 mcg - por comprimido Levotiroxina Sódica 150 mcg - por comprimido Levotiroxina Sódica 25 mcg - por comprimido Levotiroxina Sódica 50 mcg - por comprimido Levotiroxina Sódica 100 mcg - por comprimido Lovastatina 10 mg - por comprimido Lovastatina 20 mg - por comprimido Lovastatina 40 mg - por comprimido Mesalazina 1000 mg - por supositório Mesalazina 400 mg - por comprimido Mesalazina 500 mg - por comprimido Mesalazina 3 g + diluente 100 ml (enema)-por dose Mesalazina 250 mg - por supositório Mesalazina 500 mg - por supositório Mesalazina 800 mg - por comprimido Mesalazina 1 g + diluente 100 ml (enema)-por dose / / / Suplemento Especial ICMS 31
25 Item Metadona Fármacos Bromidato de Metadona Cloridrato de Metadona Metilprednisolona Aceponato de Metilprednisolona Acetato de Metilprednisolona Fosfato Sódico de Metilprednisolona Suleptanato de Metilprednisolona Succinato Sódico de Metilprednisolona Metotrexato Metotr+B367exato de Sódio NCM Fármacos Medicamentos Metadona 5 mg - por comprimido Metadona 10 mg - por comprimido Metadona 10 mg/ml - injetável - por ampola com 1 ml Bromidato de Metadona 5 mg - por comprimido Bromidato de Metadona 10 mg - por comprimido Bromidato de Metadona 10 mg/ml - injetável - por ampola com 1 ml Cloridrato de Metadona 5 mg - por comprimido Cloridrato de Metadona 10 mg - por comprimido Cloridrato de Metadona 10 mg/ml - injetável - por ampola com 1 ml Metilprednisolona 500 mg - injetável - por ampola Aceponato de Metilprednisolona 500 mg - injetável - por ampola Acetato de Metilprednisolona 500 mg - injetável - por ampola Fosfato Sódico de Metilprednisolona 500 mg - injetável - por ampola Suleptanato de Metilprednisolona 500 mg - injetável - por ampola Succinato Sódico de Metilprednisolona 500 mg - injetável - por ampola Metotrexato 25 mg/ml - injetável - por ampola de 2 ml Metotrexato 25 mg/ml - injetável - por ampola de 20 ml Metotrexato 25 mg/ml - injetável - por ampola de 2 ml Metotrexato 25 mg/ml - injetável - por ampola de 20 ml 71 Micofenolato de Mofetila Micofenolato Mofetila 500 mg - por comprimido NCM Medicamentos / / / / Micofenolato de Sódio Micofenolato de Sódio 180 mg - por comprimido / Micofenolato de Sódio 360 mg - por comprimido Molgramostim Molgramostim 300 mcg - injetável - por frasco Morfina 10 mg/ml - solução oral - por frasco de 60 ml Morfina 10 mg/ml - por ampola de 1 ml Morfina 10 mg - por comprimido 74 Morfina Acetato de Morfina Morfina 30 mg - por comprimido Morfina LC 30 mg - por cápsula Morfina LC 60 mg - por cápsula Morfina LC 100 mg - por cápsula Acetato de Morfina 10 mg/ml - solução oral - por frasco de 60 ml Acetato de Morfina 10 mg/ml - por ampola de 1 ml Acetato de Morfina 10 mg - por comprimido Acetato de Morfina 30 mg - por comprimido Acetato de Morfina LC 30 mg - por cápsula Acetato de Morfina LC 60 mg - por cápsula Acetato de Morfina LC 100 mg - por cápsula / ICMS Suplemento Especial
26 Item Fármacos NCM Fármacos Medicamentos NCM Medicamentos Bromidrato de Morfina 10 mg/ml - solução oral - por frasco de 60 ml Bromidrato de Morfina 10 mg/ml - por ampola de 1 ml Bromidrato de Morfina Bromidrato de Morfina 10 mg - por comprimido Bromidrato de Morfina 30 mg - por comprimido Bromidrato de Morfina LC 30 mg - por cápsula Bromidrato de Morfina LC 60 mg - por cápsula Bromidrato de Morfina LC 100 mg - por cápsula Cloridrato de Morfina 10 mg/ml - solução oral - por frasco de 60 ml Cloridrato de Morfina 10 mg/ml - por ampola de 1 ml Cloridrato de Morfina Cloridrato de Morfina 10 mg - por comprimido Cloridrato de Morfina 30 mg - por comprimido Cloridrato de Morfina LC 30 mg - por cápsula Cloridrato de Morfina LC 60 mg - por cápsula Cloridrato de Morfina LC 100 mg - por cápsula Metilbrometo de Morfina 10 mg/ml - solução oral - por frasco de 60 ml Metilbrometo de Morfina 10 mg/ml - por ampola de 1 ml 74 Metilbrometo de Morfina Metilbrometo de Morfina 10 mg - por comprimido Metilbrometo de Morfina 30 mg - por comprimido / Metilbrometo de Morfina LC 30 mg - por cápsula Metilbrometo de Morfina LC 60 mg - por cápsula Metilbrometo de Morfina LC 100 mg - por cápsula Mucato de Morfina 10 mg/ml - solução oral - por frasco de 60 ml Mucato de Morfina 10 mg/ml - por ampola de 1 ml Mucato de Morfina Mucato de Morfina 10 mg - por comprimido Mucato de Morfina 30 mg - por comprimido Mucato de Morfina LC 30 mg - por cápsula Mucato de Morfina LC 60 mg - por cápsula Mucato de Morfina LC 100 mg - por cápsula Óxido de Morfina 10 mg/ml - solução oral - por frasco de 60 ml Óxido de Morfina 10 mg/ml - por ampola de 1 ml Óxido de Morfina Óxido de Morfina 10 mg - por comprimido Óxido de Morfina 30 mg - por comprimido Óxido de Morfina LC 30 mg - por cápsula Óxido de Morfina LC 60 mg - por cápsula Óxido de Morfina LC 100 mg - por cápsula Suplemento Especial ICMS 33
27 Item Fármacos NCM Fármacos Medicamentos NCM Medicamentos Sulfato de Morfina Pentaidratada 10 mg/ml - solução oral - por frasco de 60 ml Sulfato de Morfina Pentaidratada 10 mg/ml - por ampola de 1 ml Sulfato de Morfina Pentaidratada Sulfato de Morfina Pentaidratada 10 mg - por comprimido Sulfato de Morfina Pentaidratada 30 mg - por comprimido Sulfato de Morfina Pentaidratada LC 30 mg - por cápsula Sulfato de Morfina Pentaidratada LC 60 mg - por cápsula Sulfato de Morfina Pentaidratada LC 100 mg - por cápsula Tartarato de Morfina 10 mg/ml - solução oral - por frasco de 60 ml Tartarato de Morfina 10 mg/ml - por ampola de 1 ml 74 Tartarato de Morfina Tartarato de Morfina 10 mg - por comprimido Tartarato de Morfina 30 mg - por comprimido / Tartarato de Morfina LC 30 mg - por cápsula Tartarato de Morfina LC 60 mg - por cápsula Tartarato de Morfina LC 100 mg - por cápsula Sulfato de Morfina 10 mg/ml - solução oral - por frasco de 60 ml Sulfato de Morfina 10 mg/ml - por ampola de 1 ml Sulfato de Morfina 10 mg - por comprimido Sulfato de Morfina Sulfato de Morfina 30 mg - por comprimido Sulfato de Morfina LC 30 mg - por cápsula Sulfato de Morfina LC 60 mg - por cápsula Sulfato de Morfina LC 100 mg - por cápsula Octreotida 0,1 mg/ml, injetável (por frasco-ampola) Octreotida Octreotida LAR 10 mg, injetável (por frasco/ampola) Octreotida LAR 20 mg, injetável (por frasco/ampola) Octreotida LAR 30 mg, injetável (por frasco/ampola) 75 Acetato de Octreotida Acetato de Octreotida 0,1 mg/ml, injetável (por frasco-ampola) Acetato de Octreotida LAR 10 mg, injetável (por frasco/ampola) Acetato de Octreotida LAR 20 mg, injetável (por frasco/ampola) / / Olanzapina Pamidronato dissódico Acetato de Octreotida LAR 30 mg, injetável (por frasco/ampola) Olanzapina 5 mg - por comprimido Olanzapina 10 mg - por comprimido Pamidronato Dissódico 30 mg injetável - por frasco ampola Pamidronato Dissódico 60 mg injetável - por frasco ampola Pamidronato Dissódico 90 mg injetável - por frasco ampola / / ICMS Suplemento Especial
28 Item Fármacos NCM Fármacos Medicamentos NCM Medicamentos Pancrelipase UI - por cápsula Pancrelipase UI - por cápsula 78 Pancrelipase Pancrelipase UI - por cápsula Pancrelipase UI - por cápsula Pancrelipase UI - por cápsula Pancrelipase 4.500UI - por cápsula / Penicilamina Cloridrato de Penicilamina Penicilamina 250 mg - por cápsula Cloridrato de Penicilamina 250 mg - por cápsula / Pramipexol 1 mg - por comprimido Pramipexol Pramipexol 0,125 mg - por comprimido Pramipexol 0,25 mg - por comprimido Dicloridrato de Pramipexol 1 mg - por comprimido / Dicloridrato de Pramipexol Dicloridrato de Pramipexol 0,125 mg - por comprimido Dicloridrato de Pramipexol 0,25 mg - por comprimido Pravastatina 40 mg - por comprimido Pravastatina Pravastatina 10 mg - por comprimido Pravastatina 20 mg - por comprimido Pravastatina 40 mg - por comprimido / Pravastatina Sódica Pravastatina 10 mg - por comprimido Pravastatina 20 mg - por comprimido Quetiapina 200 mg - por comprimido Quetiapina Quetiapina 25 mg - por comprimido Quetiapina 100 mg - por comprimido Fumarato de Quetiapina 200 mg - por comprimido / Fumarato de Quetiapina Fumarato de Quetiapina 25 mg - por comprimido Fumarato de Quetiapina 100 mg - por comprimido 83 Raloxifeno Cloridrato de Raloxifeno Raloxifeno 60 mg - por comprimido Cloridrato de Raloxifeno 60 mg - por comprimido / Ribavirina Ribavirina 250 mg - por cápsula 85 Riluzol Riluzol 50 mg - por comprimido / / Risedronato Sódico Risperidona Risedronato Sódico 35 mg - por comprimido Risedronato Sódico 5 mg - por comprimido Risperidona 1 mg - por comprimido Risperidona 2 mg - por comprimidos / / Suplemento Especial ICMS 35
29 Item 88 Rivastigmina Fármacos Hemitartarato de Rivastigmina Hidrogenotartarato de Rivastigmina NCM Fármacos / Sacarato de Hidróxido Férrico Salbutamol Sulfato de Salbutamol Salmeterol Xinafoato de Salmeterol Selegilina Cloridrato de Selegilina Sevelâmer Cloridrato de Sevelâmer Sinvastatina Sirolimo Somatropina Medicamentos Rivastigmina Solução oral com 2,0 mg/ml - por frasco 120 ml Rivastigmina 1,5 mg - por cápsula Rivastigmina 3 mg - por cápsula Rivastigmina 4,5 mg - por cápsula Rivastigmina 6 mg - por cápsula Hemitartarato de Rivastigmina Solução oral com 2,0 mg/ml - por frasco 120 ml Hemitartarato de Rivastigmina 1,5 mg - por cápsula Hemitartarato de Rivastigmina 3 mg - por cápsula Hemitartarato de Rivastigmina 4,5 mg - por cápsula Hemitartarato de Rivastigmina 6 mg - por cápsula Hidrogenotartarato de Rivastigmina Solução oral com 2,0 mg/ ml - por frasco 120 ml Hidrogenotartarato de Rivastigmina 1,5 mg - por cápsula Hidrogenotartarato de Rivastigmina 3 mg - por cápsula Hidrogenotartarato de Rivastigmina 4,5 mg - por cápsula Hidrogenotartarato de Rivastigmina 6 mg - por cápsula Sacarato de hidróxido férrico 100 mg - injetável - por frasco de 5 ml NCM Medicamentos / / / / Salbutamol 100 mcg - aerosol doses / Sulfato de Salbutamol 100 mcg - aerosol doses Salmeterol 50 mcg - pó inalante ou aerossol bucal- 60 doses / Xinafoato de Salmeterol 50 mcg - pó inalante ou aerossol bucal- 60 doses Selegilina 10 mg - por comprimido Selegilina 5 mg - por comprimido Cloridrato de Selegilina 10 mg - por comprimido Cloridrato de Selegilina 5 mg - por comprimido Sevelâmer 800 mg - por comprimido Sevelâmer 400 mg - por comprimido Cloridrato de Sevelâmer 800 mg - por comprimido Cloridrato de Sevelâmer 400 mg - por comprimido Sinvastatina 80 mg - por comprimido Sinvastatina 5 mg - por comprimido Sinvastatina 10 mg - por comprimido Sinvastatina 20 mg - por comprimido Sinvastatina 40 mg - por comprimido Sirolimo 1mg - por drágea Sirolimo 2mg - por drágea Sirolimo 1mg/ml solução oral - por frasco de 60 ml / / / Somatropina - 4 UI - injetável - por frasco-ampola / Somatropina - 12 UI - Injetável - por frasco-ampola ICMS Suplemento Especial
30 NCM Item Fármacos Fármacos Medicamentos 97 Sulfassalazina Sulfassalazina 500 mg - (por comprimido) NCM Medicamentos / Tacrolimo Tolcapona Tacrolimo 1 mg - por cápsula / Tacrolimo 5 mg - por cápsula Tolcapona 200 mg - por comprimido / Tolcapona 100 mg - por comprimido Topiramato 101 Toxina Botulínica tipo A Topiramato 100 mg - por comprimido Topiramato 25 mg - por comprimido Topiramato 50 mg - por comprimido Toxina Botulínica tipo A UI - injetável (por frasco/ampola) Toxina Botulínica tipo A UI - injetável - (por frasco/ampola) / Triexifenidil Cloridrato de Triexifenidil 103 Triptorrelina Acetato de Triptorrelina Embonato de Triptorrelina Triexifenidil 5 mg - por comprimido / Cloridrato de Triexifenidil 5 mg - por comprimido Triptorelina 3,75 mg - injetável - por frasco ampola Acetato de Triptorelina 3,75 mg - injetável - por frasco ampola Embonato de Triptorelina 3,75 mg - injetável - por frasco ampola 104 Vigabatrina Vigabatrina 500 mg - por comprimido 105 Ziprasidona Cloridrato de Ziprasidona Monoidratada Mesilato de Ziprasidona Cloridrato de Ziprasidona Ziprasidona 80 mg - por comprimido Ziprasidona 40 mg - por comprimido Cloridrato de Ziprasidona Monoidratada 80 mg - por comprimido Cloridrato de Ziprasidona Monoidratada 40 mg - por comprimido Mesilato de Ziprasidona 80 mg - por comprimido Mesilato de Ziprasidona 40 mg - por comprimido Cloridrato de Ziprasidona 80 mg - por comprimido Cloridrato de Ziprasidona 40 mg - por comprimido / / / Soro - Outros soros Soro - Outros soros Soro Anti-Aracnídico Soro Anti-Aracnídico Soro Anti-Bot/Crotálico Soro Anti-Bot/Crotálico Soro Anti-Bot/Laquético Soro Anti-Bot/Laquético Soro Anti-Botrópico Soro Anti-Botrópico Soro Anti-Botulínico Soro Anti-Botulínico Soro Anti-Crotálico Soro Anti-Crotálico Soro Anti-Diftérico Soro Anti-Diftérico Soro Anti-Elapídico Soro Anti-Elapídico Soro Anti-Escorpiônico Soro Anti-Escorpiônico Soro Anti-Lactrodectus Soro Anti-Lactrodectus Soro Anti-Lonômia Soro Anti-Lonômia Soro Anti-Loxoscélico Soro Anti-Loxoscélico Suplemento Especial ICMS 37
31 Item Fármacos NCM Fármacos Medicamentos NCM Medicamentos 119 Soro Anti-Rábico Soro Anti-Rábico Soro Anti-Tetânico Soro Anti-Tetânico Vacina BCG Vacina BCG Vacina contra Febre Amarela Vacina contra Febre Amarela Vacina contra Haemóphilus Vacina contra Haemóphilus Vacina contra Hepatite B Vacina contra Hepatite B Vacina contra Influenza Vacina contra Influenza Vacina contra Poliomielite Vacina contra Poliomielite Vacina contra Raiva Canina Vacina contra Raiva Canina Vacina contra Raiva Vero Vacina contra Raiva Vero Vacina Dupla Adulto Vacina Dupla Adulto Vacina Dupla Infantil Vacina Dupla Infantil Vacina Tetravalente Vacina Tetravalente Vacina Tríplice DPT Vacina Tríplice DPT Vacina Tríplice Viral Vacina Tríplice Viral Vacinas - Outras vacinas para medicina humana Vacinas - Outras vacinas para medicina humana Nota Por meio do Ato Declaratório Confaz n o 5/2009 (DOU 1 de ), foi declarada a ratificação deste convênio. ICMS - Insumos agropecuários - Base de cálculo reduzida - Alterações Este ato altera a redação do inciso VI e acrescenta o inciso XV à Cláusula primeira do Convênio ICMS n o 100/1997, que reduz a base de cálculo do ICMS nas saídas dos insumos agropecuários, para estender o benefício fiscal aos seguintes produtos: a) óleos de aves; e b) óleo, extrato seco e torta de Nim (Azadirachta indica A. Juss). Convênio ICMS n o 55, de DOU 1 de Altera o Convênio ICMS n o 100/1997, que reduz a base de cálculo do ICMS nas saídas dos insumos agropecuários. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 134 a reunião ordinária, realizada em Manaus/AM, no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto na Lei Complementar n o 24, de 7 de janeiro de 1975, resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. O inciso VI da cláusula primeira do Convênio ICMS n o 100/1997, de 4 de novembro de 1997, passa a vigorar com a seguinte redação: VI - alho em pó, sorgo, sal mineralizado, farinhas de peixe, de ostra, de carne, de osso, de pena, de sangue e de víscera, calcário calcítico, caroço de algodão, farelos e tortas de algodão, de babaçu, de cacau, de amendoim, de linhaça, de mamona, de milho e de trigo, farelos de arroz, de girassol, de glúten de milho, de gérmen de milho desengordurado, de quirera de milho, de casca e de semente de uva e de polpa cítrica, glúten de milho, feno, óleos de aves, e outros resíduos industriais, destinados à alimentação animal ou ao emprego na fabricação de ração animal;. Cláusula segunda. Fica acrescentado o inciso XV à cláusula primeira do Convênio ICMS n o 100/1997, com a seguinte redação: XV - óleo, extrato seco e torta de Nim (Azadirachta indica A. Juss).. Cláusula terceira. Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional, produzindo efeitos a partir de 1 o de agosto de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Nota Por meio do Ato Declaratório Confaz n o 5/2009 (DOU 1 de ), foi declarada a ratificação deste convênio. 38 ICMS Suplemento Especial
32 ICMS - Operações interestaduais com diesel, biodiesel B100 e produto resultante da sua mistura (biodiesel BX) - Convalidação de procedimento e prorrogação do prazo de entrega de relatório Este ato convalida procedimentos e prorroga o prazo para entrega de relatório de operações interestaduais com diesel, biodiesel B100 e produto resultante da sua mistura (biodiesel BX), realizadas no mês de janeiro de Convênio ICMS n o 58, de DOU 1 de Convalida procedimentos e prorroga o prazo para entrega de relatórios de operações interestaduais com diesel, biodíesel - B100 e o produto resultante da sua mistura - biodiesel- BX realizadas no mês janeiro de O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 134 a reunião ordinária, realizada em Manaus/AM, no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966) e o disposto na Lei Complementar n o 24, de 7 de janeiro de 1975, resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. Ficam convalidados os procedimentos adotados pelos contribuintes que realizaram operações com diesel, biodiesel - B100 e o produto resultante da sua mistura, em conformidade com as orientações descritas no anexo único e publicadas no site do SCANC ( em fevereiro de 2009, referentes aos fatos geradores ocorridos no mês de janeiro do corrente ano. Cláusula segunda. Os relatórios previstos nos incisos IV, V e VIII do 7 o da cláusula vigésima quinta do Convênio ICMS n o 110/2007, de 28 de setembro de 2007, relativo às operações com diesel, biodiesel - B100 e o produto resultante da sua mistura, realizadas em janeiro de 2009, poderão ser protocolados pelo contribuinte emitente dos relatórios na unidade federada de sua localização até o dia 31 de agosto de Parágrafo único. A distribuidora de combustível deverá efetuar o recolhimento dos valores apurados no Anexo VIII até o dia 10 de setembro de Cláusula terceira. A refinaria de petróleo ou suas bases recepcionará os relatórios previstos na cláusula segunda e efetuará os recolhimentos e repasses até o dia 10 de setembro de Cláusula quarta. Fica dispensada a cobrança de acréscimos legais decorrentes dos procedimentos previstos nas cláusulas segunda e terceira deste convênio. Cláusula quinta. Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional. [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO SCANC - Impossibilidade técnica para efetivar os ajustes do Convênio ICMS n o 136/2008 (29 de janeiro de 2009) Informamos a impossibilidade técnica de realizar os ajustes no sistema SCANC, para atender o prazo previsto no Convênio ICMS n o 136/2008, que preve a entrega das informações dos anexos IV, V e VIII de biodiesel B100, a partir de 1 o de janeiro de Recomendamos aos contribuintes informantes do sistema SCANC gerar e enviar nos prazos estabelecidos os anexos já disponíveis, para as operações do mês de janeiro/2009. Quanto aos anexos do biodiesel B100, até o momento, não se tem uma definição de como serão apresentadas essas informações. SCANC - Ajustes necessários nas informações do anexo I de diesel. (2 de fevereiro de 2009) Considerando as alterações promovidas no Convênio ICMS n o 110/2007, através do Convênio ICMS n o 136/2008, a partir de janeiro/2009, orientamos aos contribuintes informantes do sistema SCANC a não informarem os recebimentos de biodiesel B100, a fim de que a base de cálculo do ICMS, porventura destacado nas notas fiscais de B100, não repercutam na obtenção do valor unitário médio, apurado no quadro 1 do anexo I de diesel. SCANC - Ajuste nos recebimentos de diesel puro dos informantes que fazem a mistura do biodiesel B3. (4 de fevereiro de 2009) Para que não ocorra dedução de ICMS em valor superior ao devido na UF de origem do biodiesel B3 remetido a outro Estado, orientamos as distribuidoras que fazem a mistura diesel/biodiesel, após a digitação de todas as informações do período, ou após a importação do arquivo txt, incluir uma nota fiscal de recebimento de diesel, de número , data Para calcular a quantidade de combustível dessa nota fiscal será necessário primeiro gerar os anexos e utilizando o Total dos Recebimentos de diesel do período, coluna qtd diesel, do quadro 3 do anexo I, aplicar a fórmula (qtd diesel/0,97 - qtd diesel) ou multiplicar o total dos recebimentos de diesel puro do período por 0, A base de cálculo a ser informada será 0,01 e o valor do ICMS 0,01. Gerar os anexos novamente, após a inclusão dessa nota fiscal. SCANC - Ajuste nas transferências ou vendas interestaduais de diesel puro. (4 de fevereiro de 2009) Em complemento ao comunicado anterior informamos: uma vez que o vlr unitário médio da BC ST, quadro 1 do anexo I de diesel, será ajustado para o biodiesel B3, pela inclusão da nota fiscal com a quantidade calculada na forma do comunicado anterior, os contribuintes que realizam transferência ou venda interestadual de diesel puro deverão também incluir uma nota fiscal para ajustar a informação da quantidade de diesel puro remetido para outra UF, Total das operações do período, quadro 2 do anexo II. As informações desta nota fiscal a ser incluída serão: número , data , quantidade de combustível igual a quantidade total de diesel puro transferido ou vendido para outro Estado multiplicada por 0, Esse ajuste deverá ser realizado no momento de digitar a nota fiscal, ou incluindo-se um registro tipo 40 (nota fiscal) no arquivo txt. Desse modo, as informações do ICMS cobrado na UF de origem e do ICMS devido a UF destino, quadro 4.1 do anexo 3, serão calculadas de forma correta. Nota Por meio do Ato Declaratório Confaz n o 5/2009 (DOU 1 de ), foi declarada a ratificação deste convênio. Suplemento Especial ICMS 39
33 ICMS - Prestação de serviço de transporte intermunicipal de cargas - Revogação da isenção - Autorização ao Estado da Paraíba O Estado da Paraíba foi autorizado a revogar a isenção do ICMS para a prestação de serviço de transporte intermunicipal de cargas, previsto no Convênio ICMS n o 4/2004. Convênio ICMS n o 59, de DOU 1 de Autoriza o Estado da Paraíba a revogar a isenção do ICMS prevista no Convênio ICMS n o 04/2004, que autoriza a concessão de isenção do ICMS à prestação de serviço de transporte intermunicipal de cargas. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 134 a reunião ordinária, realizada em Manaus/AM, no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto na Lei Complementar n o 24, de 7 de janeiro de 1975, resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. Fica o Estado da Paraíba autorizado a revogar a isenção do ICMS prevista no Convênio ICMS n o 04/2004, de 2 de abril de Cláusula segunda. Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional. [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Nota Por meio do Ato Declaratório Confaz n o 5/2009 (DOU 1 de ), foi declarada a ratificação deste convênio. ICMS - Isenção na comercialização de sanduíches denominados Big Mac efetuada durante o evento McDia Feliz - Autorização Convênio ICMS n o 60, de DOU 1 de Autoriza os Estados de Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Piauí, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e o Distrito Federal a isentar do ICMS a comercialização de sanduíches denominados Big Mac efetuada durante o evento McDia Feliz. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 134 a reunião ordinária, realizada em Manaus/AM, no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto na Lei Complementar n o 24, de 7 de janeiro de 1975, resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. Ficam os Estados de Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Piauí, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e o Distrito Federal autorizados a conceder isenção do ICMS devido na comercialização do sanduíche Big Mac para os integrantes da Rede McDonalds (lojas próprias e franqueadas) estabelecidos em seus territórios que participarem do evento McDia Feliz e que destinarem, integralmente a renda proveniente da venda do referido sanduíche, após dedução de outros tributos, às entidades de assistências sociais, sem fins lucrativos, indicadas pela Secretaria da Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação da correspondente da unidade federada. Parágrafo único. O benefício da isenção de que trata este convênio aplica-se relativamente às vendas do sanduíche Big Mac ocorridas durante o dia 29 de agosto de 2009, dia do evento McDia Feliz. Cláusula segunda. O benefício de que trata a cláusula primeira fica condicionado à comprovação, junto à Secretaria da Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação da unidade federada concedente, pelos participantes do evento, da doação do total da receita líquida auferida com a venda dos sanduíches Big Mac isentos do ICMS, às entidades assistenciais indicadas nos termos da cláusula primeira. Cláusula terceira. Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional. [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Nota Por meio do Ato Declaratório Confaz n o 5/2009 (DOU 1 de ), foi declarada a ratificação deste convênio. Os Estados de Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Piauí, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e o Distrito Federal foram autorizados a conceder isenção do ICMS na comercialização de sanduíches denominados Big Mac efetuada durante o evento McDia Feliz, ocorrido no dia ICMS - Isenção nas operações com medicamentos - Alterações Este ato alterou e acrescentou medicamentos à relação prevista no Convênio ICMS n o 140/2001, que concede isenção do imposto nas operações com medicamentos. 40 ICMS Suplemento Especial
34 Convênio ICMS n o 62, de DOU 1 de Altera o Convênio ICMS n o 140/01, que concede isenção do ICMS nas operações com medicamentos. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 134 a reunião ordinária, realizada em Manaus/AM, no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto na Lei Complementar n o 24, de 7 de janeiro de 1975, resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. O inciso VI do caput da cláusula primeira do Convênio ICMS n o 140/2001, de 19 de dezembro de 2001, passa a vigorar com a seguinte redação: VI - à base de cloridrato de erlotinibe - NBM/SH ;. Cláusula segunda. O inciso VII do caput da cláusula primeira do Convênio ICMS n o 140/2001, fica revigorado passando a vigorar com a seguinte redação: VII - malato de sunitinibe, nas concentrações 12,5 mg, 25 mg e 50 mg - NBM/SH ;. Cláusula terceira. O caput da cláusula primeira do Convênio ICMS n o 140/2001 fica acrescido dos incisos VIII ao XI com as seguintes redações: VIII - telbivudina 600 mg - NBM/SH e NBM/SH ; IX - ácido zoledrônico - NBM/SH e NBM/SH ; X - letrozol - NBM/SH e NBM/SH ; XI - nilotinibe 200 mg - NBM/SH e NBM/SH Cláusula quarta. Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional, produzindo efeitos a partir de 1 o de agosto de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Nota Por meio do Ato Declaratório Confaz n o 5/2009 (DOU 1 de ), foi declarada a ratificação deste convênio. ICMS - Isenção nas operações ou prestações internas destinadas a órgãos da administração pública estadual direta e a suas fundações e autarquias - Adesão do Distrito Federal O Distrito Federal foi incluído nas disposições do Convênio ICMS n o 26/2003, que autoriza os Estados e o Distrito Federal a conceder isenção do imposto nas operações ou prestações internas destinadas a órgãos da administração pública estadual direta e às suas fundações e autarquias. Convênio ICMS n o 63, de DOU 1 de Dispõe sobre a adesão do Distrito Federal ao Convênio ICMS n o 26/2003, que autoriza os Estados e o Distrito Federal a conceder isenção do ICMS nas operações ou prestações internas destinadas a órgãos da Administração Pública Estadual Direta e suas Fundações e Autarquias. O Conselho Nacional de Política Nacional - CONFAZ, na sua 134 a reunião ordinária, realizada em Manaus, AM, no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto na Lei Complementar n o 24, de 7 de janeiro de 1975, resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. Fica o Distrito Federal incluído nas disposições do Convênio ICMS 26/03, de 4 de abril de Cláusula segunda. Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional. [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Nota Por meio do Ato Declaratório Confaz n o 5/2009 (DOU 1 de ), foi declarada a ratificação deste convênio. ICMS - Isenção nas operações com energia elétrica e nas prestações de serviços de comunicação - Exclusão do Estado do Mato Grosso do Sul O Estado do Mato Grosso do Sul foi excluído das disposições do Convênio ICMS n o 107/1995, que autoriza os Estados relacionados a conceder isenção no imposto nas operações com energia elétrica e nas prestações de serviços de comunicação. Convênio ICMS n o 64, de DOU 1 de Exclui o Estado do Mato Grosso do Sul das disposições do Convênio ICMS n o 107/1995, que autoriza os Estados que menciona a conceder isenção do ICMS nas operações com energia elétrica e nas prestações de serviços de comunicação, na forma que especifica. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 134 a reunião ordinária, realizada em Manaus/AM, no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto na Lei Complementar n o 24, de 7 de janeiro de 1975, resolve celebrar o seguinte Suplemento Especial ICMS 41
35 CONVÊNIO Cláusula primeira. Fica excluído o Estado do Mato Grosso do Sul das disposições do Convênio ICMS n o 107/1995, de 11 de dezembro de Cláusula segunda. Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional. [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Nota Por meio do Ato Declaratório Confaz n o 5/2009 (DOU 1 de ), foi declarada a ratificação deste convênio. ICM/ICMS - Dispensa ou redução de juros e multas mediante parcelamento de débitos fiscais - Alterações Este ato altera o Convênio ICMS n o 11/2009, que autoriza os Estados que relaciona a instituir o programa de parcelamento incentivado, com redução de juros e multas de débitos fiscais relacionados com o ICM e o ICMS. Entre as alterações, citamos: a) autorização aos Estados Acre, Alagoas, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Roraima e Tocantins para prorrogar até o prazo para requerimento; e b) as Unidades da Federação relacionadas poderão limitar a aplicação do beneficio, estabelecer outras condições de rescisão do contrato celebrado em decorrência do parcelamento e dispor sobre atualização monetária. Convênio ICMS n o 65, de DOU 1 de Altera o Convênio ICMS n o 11/2009, que autoriza os Estados do Acre, Alagoas, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima e Tocantins e o Distrito Federal a dispensar ou reduzir juros e multas mediante parcelamento de débitos fiscais relacionados com o ICM e o ICMS, na forma que especifica. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 134 a reunião ordinária, realizada em Manaus/AM, no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto na Lei Complementar n o 24, de 7 de janeiro de 1975, resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. A cláusula segunda do Convênio ICMS n o 11/2009, de 3 de abril de 2009, fica acrescida dos 4 o a 6 o, com a seguinte redação: 4 o A vedação de que trata a alínea a, do inciso IV, do 1 o desta cláusula não se aplica aos Estados do Acre, Alagoas, Ceará, Maranhão, Pará, Paraná, Rio Grande do Norte, Roraima e Tocantins em relação aos parcelamentos em curso que não tenham sido beneficiados anteriormente por dispensa ou redução de juros ou multas derivados da implementação de convênios anteriores que trataram desta mesma matéria. 5 o Ficam os Estados do Acre, Alagoas, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Roraima e Tocantins autorizados a prorrogar até 30 de setembro de 2009 o prazo previsto no caput desta cláusula. 6 o Ficam os Estado de Acre, Alagoas e Tocantins autorizados a parcelar débito fiscal objeto de parcelamento anterior, cujo fato gerador tenha ocorrido até 30 de junho de 2008 e o contrato tenha sido rescindido até 31 de março de 2009 e a não aplicar o disposto na alínea a do inciso IV do 1 o desta cláusula, a contribuintes que se encontrem adimplentes com parcelamentos em curso.. Cláusula segunda. A cláusula sexta do Convênio ICMS 11/09 passa a vigorar com a seguinte redação: Cláusula sexta. As unidades federadas constantes na cláusula primeira poderão limitar a aplicação do benefício definido neste convênio, estabelecer outras condições de rescisão do contrato celebrado em decorrência do parcelamento e dispor sobre atualização monetária. Parágrafo único. Os Estados do Ceará, Maranhão e Rio Grande do Norte poderão fixar percentuais de redução de multas punitivas e moratórias e de juros de mora intermediários, diversos dos previstos nos incisos de I a III do caput da cláusula segunda deste convênio, respeitados os limites máximo e mínimo de redução de multas punitivas e moratórias e de juros de mora.. Cláusula terceira. Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional. [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Nota Por meio do Ato Declaratório Confaz n o 5/2009 (DOU 1 de ), foi declarada a ratificação deste convênio. ICMS - Isenção na importação de máquinas e equipamentos destinados a empresa de radiodifusão - Dispensa de crédito tributário decorrente do descumprimento de obrigação acessória - Autorização ao Estado de Minas Gerais O Estado de Minas Gerais foi autorizado a dispensar crédito tributário, constituído ou não, decorrente do descumprimento de obrigações acessórias relativas à isenção do ICMS nas operações de importação, nos termos do Convênio ICMS n o 10/2007, no período de a ICMS Suplemento Especial
36 Convênio ICMS n o 66, de DOU 1 de Autoriza o Estado de Minas Gerais a dispensar crédito tributário, constituído ou não, decorrente do descumprimento de obrigação acessória relativa à isenção nas operações de importação realizadas nos termos do Convênio ICMS n o 10/2007, no período de 23 de abril de 2007 a 31 de maio de O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 134 a reunião ordinária, realizada em Manaus, AM, no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto na Lei Complementar n o 24, de 7 de janeiro de 1975, resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. Fica o Estado de Minas Gerais autorizado, na forma e nas condições que dispuser sua legislação, a dispensar crédito tributário, constituído ou não, decorrente do descumprimento de requisito formal previsto na legislação mineira, no período de 23 de abril de 2007 a 31 de maio de 2009, relativo à isenção de que trata o Convênio ICMS n o 10/2007. Parágrafo único. O disposto nesta cláusula alcança o ICMS, multas e juros. Cláusula segunda. O disposto na cláusula primeira não confere ao sujeito passivo direito a restituição ou compensação de valores já recolhidos. Cláusula terceira. Este convênio entra em vigor na data da publicação da sua ratificação nacional. Convênio ICMS n o 67, de DOU 1 de Dispõe sobre a adesão do Estado do Rio Grande do Sul ao Convênio ICMS n o 38/2009, que autoriza os Estados do Pará e São Paulo e o Distrito Federal a conceder isenção de ICMS nas prestações de serviço de comunicação referentes ao acesso à internet por conectividade em banda larga prestadas no âmbito do Programa Internet Popular. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 134 a reunião ordinária, realizada em Manaus/AM, no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto na Lei Complementar n o 24, de 7 de janeiro de 1975, resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. Ficam estendidas ao Estado do Rio Grande do Sul as disposições constantes no Convênio ICMS n o 38/2009, de 3 de abril de Cláusula segunda. Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional. [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Nota Por meio do Ato Declaratório Confaz n o 5/2009 (DOU 1 de ), foi declarada a ratificação deste convênio. [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Nota Por meio do Ato Declaratório Confaz n o 5/2009 (DOU 1 de ), foi declarada a ratificação deste convênio. ICMS - Isenção nos serviços de comunicação referentes ao acesso à Internet por conectividade em banda larga prestados no âmbito do Programa Internet Popular - Adesão do Estado do Rio Grande do Sul O Estado do Rio Grande do Sul foi incluído nas disposições do Convênio ICMS n o 38/2009, que autoriza os Estados do Pará, de São Paulo e o Distrito Federal a conceder a isenção do imposto nas prestações de serviço de comunicação referentes ao acesso à Internet por conectividade em banda larga, realizadas no âmbito do Programa Internet Popular. ICMS - Isenção nas operações com embalagens de agrotóxicos - Adesão do Estado do Paraná O Estado do Paraná foi incluído nas disposições do Convênio ICMS n o 51/1999, que dispõe sobre a isenção do imposto nas operações com embalagens de agrotóxicos usadas e lavadas, bem como nas respectivas prestações de serviço de transporte. Convênio ICMS n o 68, de DOU 1 de Dispõe sobre a adesão do Estado do Paraná às disposições do Convênio ICMS n o 51/1999, que trata da isenção nas operações com embalagens de agrotóxicos. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 134 a reunião ordinária, realizada em Manaus/AM, no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto na Lei Complementar n o 24, de 7 de janeiro de 1975, resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. Fica o Estado do Paraná incluído nas disposições do Convênio ICMS n o 51/1999, de 23 de julho de Cláusula segunda. Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional. Suplemento Especial ICMS 43
37 [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Nota Por meio do Ato Declaratório Confaz n o 5/2009 (DOU 1 de ), foi declarada a ratificação deste convênio. ICMS - Benefícios fiscais - Prorrogação do prazo de vigência Este ato prorroga até os prazos de vigência de diversos convênios ICMS que concedem benefícios fiscais. Convênio ICMS n o 69, de DOU 1 de Prorroga disposições de convênios que concedem benefícios fiscais. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 134 a reunião ordinária, realizada em Manaus/AM, no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto na Lei Complementar n o 24, de 7 de janeiro de 1975, resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. Ficam prorrogadas até 31 de dezembro de 2009 as disposições contidas nos convênios a seguir indicados: I - Convênio ICMS n o 24/1989, de 28 de março de 1989, que isenta do ICMS as operações de entrada de mercadoria importadas para serem utilizadas no processo de fracionamento e industrialização de componentes e derivados do sangue ou na sua embalagem, acondicionamento ou recondicionamento, desde que realizadas por órgãos e entidades de hematologia e hemoterapia dos governos federal, estadual ou municipal; II - Convênio ICMS n o 104/1989, de 24 de outubro de 1989, que autoriza a concessão de isenção do ICMS na importação de bens destinados a ensino, pesquisa e serviços médico-hospitalares; III - Convênio ICMS n o 03/1990, de 30 de maio de 1990, que concede isenção do ICMS às saídas de óleo lubrificante usado ou contaminado; IV - Convênio ICMS n o 74/1990, de 12 de dezembro de 1990, que autoriza os Estados do Maranhão, Paraíba, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte e Pernambuco a conceder isenção do ICMS nas operações relativas às saídas de rapadura de qualquer tipo; V - Convênio ICMS n o 16/1991, de 25 de junho de 1991, que autoriza o Estado de Roraima a conceder isenção do ICMS nas operações de saídas internas de mercadorias de produção própria ou adquiridas de terceiros promovidas pela Companhia de Desenvolvimento de Roraima - CODESAIMA; VI - Convênio ICMS n o 38/1991, de 7 de agosto de 1991, que dispõe sobre a concessão de isenção do ICMS nas aquisições de equipamentos e acessórios destinados às instituições que atendam aos portadores de deficiência física, auditiva, mental, visual e múltipla; VII - Convênio ICMS n o 39/1991, de 7 de agosto de 1991, que autoriza os Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso, Pará e Rondônia a conceder isenção do ICMS nas operações internas e interestaduais com polpa de cacau; VIII - Convênio ICMS n o 41/1991, de 7 de agosto de 1991, que autoriza os Estados e o Distrito Federal a conceder isenção do ICMS na importação de medicamentos pela APAE; IX - Convênio ICMS n o 52/1991, de 26 de setembro de 1991, que dispõe sobre a redução da base de cálculo nas operações com equipamentos industriais e implementos agrícolas; X - Convênio ICMS n o 57/1991, de 26 de setembro de 1991, que autoriza o Distrito Federal a conceder isenção do imposto, decorrente da aplicação do diferencial de alíquota do ICMS, nas aquisições interestaduais de equipamentos e componentes metro-ferroviários, destinados à implantação do Metrô do Distrito Federal; XI - Convênio ICMS n o 58/1991, de 26 de setembro de 1991, que dispõe sobre isenção do ICMS nas saídas de bulbos de cebola; XII- Convênio ICMS n o 75/1991, de 5 de dezembro de 1991, que dispõe sobre a concessão de redução da base de cálculo do ICMS nas saídas de aeronaves, peças, acessórios e outras mercadorias que especifica; XIII - Convênio ICMS n o 02/1992, de 26 de março de 1992, que autoriza os Estados do Ceará, Maranhão e Rio Grande do Norte a conceder crédito presumido aos estabelecimentos extratores de sal marinho; XIV - Convênio ICMS n o 04/1992, de 26 de março de 1992, que autoriza o Estado de Minas Gerais a conceder isenção nas operações com produtos típicos de artesanato; XV - Convênio ICMS n o 20/1992, de 3 de abril de 1992, que autoriza os Estados e o Distrito Federal a isentar do ICMS a importação do exterior de reprodutores e matrizes caprinas; XVI - Convênio ICMS n o 55/1992, de 25 de junho de 1992, que autoriza os Estados e o Distrito Federal a isentar do ICMS os produtos típicos comercializados pela Fundação Pró-TAMAR; XVII - Convênio ICMS n o 78/1992, de 30 de julho de 1992, que autoriza os Estados e o Distrito Federal a não exigir o imposto nas doações de mercadorias, por contribuintes do imposto, à Secretaria da Educação; XVIII - Convênio ICMS n o 97/1992, de 25 de setembro de 1992, que autoriza o Estado de Minas Gerais a reduzir a base de cálculo do ICMS nas saídas de pó de alumínio; XIX - Convênio ICMS n o 123/1992, de 25 de setembro de 1992, que autoriza os Estados e o Distrito Federal a conceder isenção às operações internas e interestaduais com pós-larva de camarão; XX - Convênio ICMS n o 142/1992, de 15 de dezembro de 1992, que autoriza o Estado do Paraná a conceder isenção do ICMS à União dos Escoteiros do Brasil - Região Paraná; XXI - Convênio ICMS n o 147/1992, de 15 de dezembro de 1992, que autoriza o Estado de Santa Catarina a conceder isenção do ICMS nas saídas internas de mexilhão, marisco, ostra, berbigão e vieira; XXII - Convênio ICMS n o 09/1993, de 30 de abril de 1993, que autoriza os Estados que menciona e o Distrito Federal a conceder redução da base de cálculo do ICMS no fornecimento de refeição promovido por bares, restaurantes e estabelecimentos similares; XXIII - Convênio ICMS n o 29/1993, de 30 de abril de 1993, que autoriza os Estados que menciona a conceder isenção do ICMS nas 44 ICMS Suplemento Especial
38 prestações internas de serviço de transporte de calcário a programas estaduais de preservação ambiental; XXIV - Convênio ICMS n o 50/1993, de 30 de abril de 1993, que autoriza os Estados que menciona a conceder redução da base de cálculo do ICMS nas saídas internas de tijolos e telhas cerâmicos; XXV - Convênio ICMS n o 61/1993, de 10 de setembro de 1993, que autoriza o Estado do Paraná a conceder isenção do ICMS nas operações internas com mercadorias destinadas à construção de casas populares; XXVI - Convênio ICMS n o 132/1993, de 9 de dezembro de 1993, que autoriza o Estado do Rio de Janeiro a conceder redução em até 90% da base de cálculo do ICMS nas saídas dos produtos fabricados pela Queijaria Escola do Instituto Fribourg - Nova Friburgo; XXVII- Convênio ICMS n o 138/1993, de 9 de dezembro de 1993, que autoriza os Estados do Pará e de Pernambuco a conceder crédito presumido do ICMS aos fabricantes de sacaria de juta e malva; XXVIII - Convênio ICMS n o 13/1994, de 29 de março de 1994, que autoriza o Estado do Rio de Janeiro a conceder redução da base de cálculo do ICMS nas saídas internas de pedra britada e de mão; XXIX - Convênio ICMS n o 55/1994, de 30 de junho de 1994, que autoriza o Estado de Minas Gerais a conceder isenção do ICMS nas saídas de cadernos escolares personalizados, nas condições que especifica; XXX - Convênio ICMS n o 59/1994, de 30 de junho de 1994, que autoriza o Estado da Bahia a reduzir a base de cálculo do ICMS nas saídas internas e interestaduais de N-Dipropilamina (DPA); XXXI - Convênio ICMS n o 42/1995, de 28 de julho de 1995, que autoriza os Estados e o Distrito Federal a conceder isenção do ICMS na entrada de bens para integrar o ativo fixo das Companhias Estaduais de Saneamento; XXXII - Convênio ICMS n o 82/1995, de 26 de outubro de 1995, que autoriza os Estados e o Distrito Federal a conceder isenção do ICMS às doações de mercadorias efetuadas ao Governo do Estado, para distribuição a pessoas necessitadas; XXXIII - Convênio ICMS n o 20/1996, de 22 de março de 1996, que autoriza o Estado do Paraná a conceder isenção do ICMS nas saídas promovidas pelo Programa do Voluntariado do Paraná - PROVOPAR, na forma que especifica; XXXIV - Convênio ICMS n o 29/1996, de 31 de maio de 1996, que autoriza o Estado do Rio Grande do Norte a conceder isenção do ICMS nas prestações internas de serviços de transporte de hortifrutigranjeiros; XXXV - Convênio ICMS n o 33/1996, de 31 de maio de 1996, que autoriza os Estados que menciona a reduzir a base de cálculo do ICMS nas operações internas com ferros e aços não planos comuns; XXXVI - Convênio ICMS n o 75/1997, de 25 de julho de 1997, que dispõe sobre isenção do ICMS nas operações com Coletores Eletrônicos de Voto (CEV), e suas partes e peças; XXXVII - Convênio ICMS n o 84/1997, de 26 de setembro de 1997, que autoriza os Estados e o Distrito Federal a conceder isenção do ICMS na comercialização de produtos destinados a órgãos ou entidades da administração pública; XXXVIII - Convênio ICMS n o 100/1997, de 4 de novembro de 1997, que reduz a base de cálculo do ICMS nas saídas dos insumos agropecuários; XXXIX - Convênio ICMS n o 101/1997, de 12 de dezembro de 1997, que concede isenção do ICMS nas operações com equipamentos e componentes para o aproveitamento das energias solar e eólica; XL - Convênio ICMS n o 123/1997, de 12 de dezembro de 1997, que concede isenção do ICMS nas operações que destinem mercadorias ao Programa de Modernização e Consolidação da Infra-Estrutura Acadêmica das IFES e HUS; XLI - Convênio ICMS n o 125/1997, de 12 de dezembro de 1997, que autoriza o Estado do Paraná a isentar do ICMS as operações destinadas à Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos - SEMA/PR, decorrentes de aquisições efetuadas com recursos doados pelo Governo Federal da Alemanha, através do Banco KREDI- TANSTALT FÜR WIEDERAUFBAU - KfW, para o desenvolvimento do Programa de Proteção da Floresta Atlântica/PR; XLII - Convênio ICMS n o 136/1997, de 12 de dezembro de 1997, que autoriza os Estados de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Pernambuco a reduzir a base de cálculo do ICMS nas operações internas com as mercadorias que menciona, destinadas ao emprego na construção de imóveis populares, sob a coordenação da COHAB; XLIII - Convênio ICMS n o 04/1998, de 18 de fevereiro de 1998, que autoriza o Estado do Rio de Janeiro a conceder isenção do ICMS nas operações com transporte ferroviário; XLIV - Convênio ICMS n o 05/1998, de 20 de março de 1998, que autoriza os Estados que menciona a conceder isenção na importação de equipamento médico-hospitalar; XLV - Convênio ICMS n o 47/1998, de 19 de junho de 1998, que isenta do as operações que indica, relativas à Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - EMBRAPA; XLVI - Convênio ICMS n o 57/1998, de 19 de junho de 1998, que isenta do ICMS as saídas de mercadorias doadas a órgãos e entidades da administração direta e indireta para distribuição às vítimas da seca; XLVII - Convênio ICMS n o 76/1998, de 18 de setembro 1998, que autoriza os Estados do Pará e do Amazonas a conceder isenção do ICMS às operações internas e interestaduais de pirarucu criado em cativeiro; XLVIII - Convênio ICMS n o 77/1998, de 18 de setembro de 1998, que autoriza o Estado de Minas Gerais a conceder isenção do ICMS no recebimento de mercadorias importadas do exterior pelo SENAI; XLIX - Convênio ICMS n o 91/1998, de 18 de setembro de 1998, que autoriza os Estados do Amapá, Espírito Santo, Pará, Paraná, Piauí, Rondônia, Santa Catarina e o Distrito Federal, a conceder isenção do ICMS nas operações internas com veículos automotores adquiridos por Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais - APAE; L - Convênio ICMS n o 33/1999, de 23 de julho de 1999, que autoriza o Estado de Mato Grosso a conceder isenção do ICMS relativo ao diferencial de alíquotas devido nas operações realizadas pela FERRO- NORTE S.A. - Ferrovias Norte Brasil; LI - Convênio ICMS n o 05/2000, de 24 de março de 2000, que autoriza os Estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais a conceder isenção do ICMS nas importações de insumos destinados à fabricação de vacinas e de acessórios de uso exclusivo em laboratórios realizadas pela Fundação Oswaldo Cruz e Fundação Ezequiel Dias; LII - Convênio ICMS n o 33/2000, de 26 de abril de 2000, que autoriza os Estados e o Distrito Federal a celebrar transação, a não constituir crédito ou a desconstituí-lo, nos casos e condições que menciona; Suplemento Especial ICMS 45
39 LIII - Convênio ICMS n o 63/2000, de 15 de setembro de 2000, que autoriza os Estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, e Rio Grande do Norte a isentar do ICMS as operações com leite de cabra; LIV - Convênio ICMS n o 96/2000, de 15 de dezembro de 2000, que autoriza os Estados do Amapá, Amazonas e Roraima a conceder isenção nas operações internas com pescado regional, exceto pirarucu; LV - Convênio ICMS n o 33/2001, de 6 de julho de 2001, que autoriza os Estados e o Distrito Federal a conceder isenção do ICMS nas saídas de bolas de aço forjadas classificadas no código da NBM/SH; LVI - Convênio ICMS n o 41/2001, de 6 de julho de 2001, que autoriza o Estado do Paraná a conceder isenção do ICMS nas operações internas com equipamento de monitoramento automático de energia elétrica; LVII - Convênio ICMS n o 46/2001, de 6 de julho de 2001, que autoriza o Estado de Santa Catarina a conceder isenção do ICMS nas operações internas com veículos automotores adquiridos pelo Instituto Pedagógico de Reabilitação Infantil - ISPERE; LVIII - Convênio ICMS n o 59/2001, de 6 de julho de 2001, que autoriza o Estado de Minas Gerais a conceder crédito presumido nas operações internas com leite fresco; LIX - Convênio ICMS n o 78/2001, de 6 de julho de 2001, que autoriza os Estados e o Distrito Federal a conceder redução de base de cálculo do ICMS nas prestações de serviço de acesso à Internet; LX - Convênio ICMS n o 116/2001, de 7 de dezembro de 2001, que autoriza os Estados de Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e o Distrito Federal a conceder crédito presumido do ICMS no fornecimento de refeição promovido por bares, restaurantes e estabelecimentos similares; LXI - Convênio ICMS n o 117/01, de 7 de dezembro de 2001, que autoriza o Estado de São Paulo a conceder isenção do ICMS às saídas de mercadorias doadas ao Fundo Social de Solidariedade do Palácio do Governo do Estado de São Paulo; LXII - Convênio ICMS n o 125/2001, de 7 de dezembro 2001, que autoriza os Estados do Ceará, Espírito Santo, Pernambuco e Rio de Janeiro a conceder isenção do ICMS relativo à importação de obras de arte destinadas à exposição pública; LXIII - Convênio ICMS n o 140/2001, de 19 de dezembro de 2001, que concede isenção do ICMS nas operações com medicamentos; LXIV - Convênio ICMS n o 11/2002, de 15 de março de 2002, que autoriza o Estado de Mato Grosso do Sul a conceder isenção de ICMS sobre parcela do serviço de transporte de gás natural; LXV - Convênio ICMS n o 19/2002, de 15 de março de 2002, que autoriza o Estado de São Paulo a conceder isenção do ICMS na importação de mercadorias destinadas a construção de usina produtora de energia elétrica; LXVI - Convênio ICMS n o 31/2002, de 15 de março de 2002, que autoriza os Estados da Bahia, Mato Grosso, Pará, Paraná, Piauí, Santa Catarina e o Distrito Federal a conceder isenção do ICMS na importação de bens destinados a ensino e pesquisa; LXVII - Convênio ICMS n o 40/2002, de 15 de março de 2002, que autoriza o Estado de Minas Gerais a conceder isenção do ICMS relativo ao diferencial de alíquotas e a reduzir a base de cálculo para construção ou ampliação de usinas hidrelétricas; LXVIII - Convênio ICMS n o 58/2002, de 28 de junho de 2002, que autoriza o Estado de São Paulo a conceder isenção do ICMS relativo ao diferencial de alíquotas e à importação, bem como a conceder redução da base de cálculo nas operações internas, relativamente a fornecimento de mercadorias a usinas produtoras de energia elétrica; LXIX - Convênio ICMS n o 63/2002, de 28 de junho de 2002, que autoriza o Estado de Mato Grosso a conceder isenção do ICMS devido nas importações destinadas a construção, operação, exploração e conservação em seu território, da FASE-II da estrada de ferro FER- RONORTE; LXX - Convênio ICMS n o 64/2002, de 28 de junho de 2002, que autoriza o Estado da Paraíba a conceder redução da base de cálculo do ICMS nas operações com mercadorias e bens destinados à construção, operação e manutenção das instalações de transmissão de energia elétrica, da empresa INABEMSA BRASIL LTDA.; LXXI - Convênio ICMS n o 66/2002, de 28 de junho de 2002, que autoriza o Estado do Paraná a conceder isenção do ICMS no recebimento de mercadorias importadas do exterior pelo Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento - LACTEC; LXXII - Convênio ICMS n o 72/2002, de 28 de junho de 2002, que autoriza os Estados da Bahia e Minas Gerais a conceder isenção do ICMS nas saídas de blocos catódicos de grafite; LXXIII - Convênio ICMS n o 87/2002, de 28 de junho de 2002, que concede isenção do ICMS nas operações com fármacos e medicamentos destinados a órgãos da Administração Pública Direta Federal, Estadual e Municipal; LXXIV - Convênio ICMS n o 150/2002, de 13 de dezembro de 2002, que autoriza o Estado do Tocantins a conceder isenção do ICMS, para alimentação alternativa (multimistura); LXXV - Convênio ICMS n o 02/2003, de 17 de janeiro de 2003, que autoriza o Estado da Bahia a reduzir a base de cálculo do ICMS nas operações internas com óleo diesel; LXXVI - Convênio ICMS n o 14/2003, de 4 de abril de 2003, que autoriza os Estados de Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais e Rio de Janeiro a conceder isenção do ICMS na importação das matérias-primas, sem similar fabricadas no país, destinadas à produção dos fármacos; LXXVII - Convênio ICMS n o 18/2003, de 4 de abril de 2003, que dispõe sobre isenção de ICMS nas operações relacionadas ao Programa Fome Zero; LXXVIII - Convênio ICMS n o 22/2003, de 4 de abril de 2003, que autoriza o Estado de Minas Gerais a conceder isenção do ICMS nas operações internas promovidas pelo Serviço Voluntário de Assistência Social (SERVAS); LXXIX - Convênio ICMS n o 34/2003, de 4 de abril de 2003, que autoriza o Estado de Santa Catarina a isentar as saídas de mercadorias destinadas à Secretaria da Articulação Nacional de Santa Catarina; LXXX - Convênio ICMS n o 47/2003, de 23 de maio de 2003, que autoriza o Estado de Pernambuco a reduzir a base de cálculo do ICMS nas operações internas com água natural canalizada; LXXXI - Convênio ICMS n o 62/2003, de 4 de julho de 2003, que concede benefícios fiscais a operações relacionadas com o Projeto Integrado de Exploração Agropecuária e Agroindustrial do Estado de Roraima; LXXXII - Convênio ICMS n o 65/2003, de 4 de julho de 2003, que autoriza os Estados do Mato Grosso e Rio Grande do Sul a conceder redução da base de cálculo do ICMS no fornecimento de refeição promovido por bares, restaurantes e estabelecimentos similares; LXXXIII - Convênio ICMS n o 74/2003, de 10 de dezembro 2003, que autoriza os Estados do Amapá, Maranhão, Paraíba e Paraná a 46 ICMS Suplemento Especial
40 conceder crédito presumido do ICMS aos contribuintes enquadrados em programa estadual de incentivo à cultura; LXXXIV - Convênio ICMS n o 81/2003, de 10 de outubro de 2003, que autoriza o Estado de Minas Gerais a conceder isenção do ICMS nas operações com o produto dispositivo simulador de glândula mamária humana feminina ; LXXXV - Convênio ICMS n o 87/2003, de 10 de dezembro 2003, que autoriza o Estado do Amapá a conceder isenção do ICMS nas operações internas promovidas pelo Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá - IEPA; LXXXVI - Convênio ICMS n o 89/2003, de 10 de outubro de 2003, que autoriza o Estado da Paraíba a conceder isenção do ICMS nas operações internas com água dessalinizada; LXXXVII - Convênio ICMS n o 90/2003, de 10 de outubro de 2003, que autoriza os Estados da Paraíba e Rio Grande do Norte a conceder isenção do ICMS nas saídas internas de fibra de sisal efetuadas por estabelecimento produtor; LXXXIII - Convênio ICMS n o 125/2003, de 17 de dezembro de 2003, que autoriza o Estado de Minas Gerais a conceder isenção do ICMS relativo ao diferencial de alíquotas e à importação e redução da base de cálculo do ICMS nas operações internas com mercadorias e bens destinados à aplicação no Programa de Eletrificação Rural vinculado ao Programa Nacional de Universalização denominado Programa Luz no Campo do Ministério de Minas e Energia; LXXXIX - Convênio ICMS n o 133/2003, de 17 de dezembro de 2003, que autoriza os Estados do Rio Grande do Sul e Rondônia a isentar do ICMS as saídas internas de mercadorias promovidas por cooperativas sociais; XC - Convênio ICMS n o 02/2004, de 30 de janeiro de 2004, que autoriza os Estados do Espírito Santo, Goiás e Piauí a isentar do ICMS as saídas internas de mercadorias e bens doados a órgãos e entidades da administração pública direta e indireta estaduais e municipais; XCI - Convênio ICMS n o 04/2004, de 2 de abril de 2004, que autoriza unidades federadas a conceder isenção do ICMS à prestação de serviço de transporte intermunicipal de cargas; XCII - Convênio ICMS n o 07/2004, de 2 de abril de 2004, que autoriza o Estado de Minas Gerais a conceder isenção do ICMS relativo ao diferencial de alíquotas e à importação e redução da base de cálculo do ICMS nas operações internas com mercadorias e bens destinados à aplicação no Programa de Governo ao Noroeste Mineiro adquiridos pela CEMIG - CIA ENERGÉTICA DE MINAS GERAIS; XCIII - Convênio ICMS n o 13/2004, de 2 de abril de 2004, que autoriza o Estado do Paraná a conceder isenção de ICMS nas operações ou prestações internas destinadas à COMPANHIA DE HABITAÇÃO DO PARANÁ - COHAPAR; XCIV - Convênio ICMS n o 15/2004, de 2 de abril de 2004, que autoriza o Estado de Goiás a conceder isenção do ICMS nas saídas internas, em doação, de mercadorias e bens destinados a Organização das Voluntárias do Estado de Goiás - OVG; XCV - Convênio ICMS n o 16/2004, de 2 de abril de 2004, que autoriza o Estado do Piauí a conceder isenção do ICMS nas saídas, por doação, promovidas pelas empresas parceiras na Campanha Nota da Gente, da Secretaria da Fazenda do Estado; XCVI - Convênio ICMS n o 24/2004, de 2 de abril de 2004, que autoriza os Estados do Acre, Espírito Santo e Rondônia a conceder crédito presumido do ICMS na aquisição de equipamento Emissor de Cupom Fiscal - ECF e acessórios; XCVII - Convênio ICMS n o 44/2004, de 18 de junho de 2004, que autoriza o Estado do Amapá a conceder isenção do ICMS nas operações internas com castanha-do-brasil; XCIII - Convênio ICMS n o 66/2004, de 18 de junho de 2004, que autoriza o Estado de Santa Catarina a isentar doações de mercadorias para a Fundação Nova Vida; XCIX - Convênio ICMS n o 70/2004, de 24 de setembro de 2004, que autoriza o Estado do Amazonas a conceder isenção do ICMS relativo ao diferencial de alíquotas nas operações com bens adquiridos para doação a órgãos e entidades vinculados à administração pública direta estadual. C - Convênio ICMS n o 128/2004, de 10 de dezembro de 2004, que autoriza o Estado de São Paulo a conceder isenção do ICMS às saídas internas das mercadorias médico-hospitalares; CI - Convênio ICMS n o 129/2004, de 10 de dezembro de 2004, que autoriza os Estados de Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe e São Paulo a conceder isenção do ICMS incidente nas saídas de bens e mercadorias recebidos em doação, promovidas pela organização não-governamental AMIGOS DO BEM - Instituição Nacional Contra a Fome e a Miséria no Sertão Nordestino, destinadas a compor suas ações para a melhoria da situação alimentar e nutricional de famílias em situação de pobreza nas regiões do norte e nordeste do país; CII - Convênio ICMS n o 137/2004, de 10 de dezembro 2004, que autoriza o Estado do Amapá a conceder isenção nas saídas internas com os produtos comercializados pelas Cooperativas de Oleiros; CIII - Convênio ICMS n o 153/2004, de 10 de dezembro de 2004, que autoriza as unidades federadas a concederem benefícios fiscais na modalidade redução de base de cálculo do ICMS. CIV - Convênio ICMS n o 23/2005, de 1 o de abril de 2005, que autoriza o Estado de Santa Catarina a reduzir a base de cálculo nas saídas de laboratório didático móvel; CV - Convênio ICMS n o 28/2005, de 1 o de abril de 2005, que autoriza os Estados do Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins a conceder isenção do ICMS relativo à importação de bens destinados à modernização de Zonas Portuárias do Estado; CVI - Convênio ICMS n o 32/2005, de 1 o de abril de 2005, que autoriza o Estado de Goiás a conceder isenção do ICMS nas saídas em doação de arroz, feijão e carne destinados à instituição filantrópica Vila São José Bento Cottolengo ; CVII - Convênio ICMS n o 40/2005, de 1 o de abril de 2005, que autoriza o Estado do Pará a conceder isenção do ICMS nas operações internas com equipamentos de informática destinados a micro e pequenas empresas vinculadas ao Projeto Empreender; CVIII - Convênio ICMS n o 41/2005, de 1 o de abril de 2005, que autoriza o Estado do Espírito Santo a conceder redução da base de cálculo do ICMS nas saídas internas de areia, lavada ou não; CIX - Convênio ICMS n o 44/2005, de 1 o de abril de 2005, que autoriza o Estado de Goiás a conceder redução de base de cálculo do ICMS nas prestações de serviços de comunicação; CX - Convênio ICMS n o 45/2005, de 1 o de abril de 2005, que autoriza o Estado de Goiás a conceder redução da base de cálculo do ICMS nas operações internas com energia elétrica; Suplemento Especial ICMS 47
41 CXI - Convênio ICMS n o 46/2005, de 1 o de abril de 2005, que autoriza o Estado de Goiás a conceder redução de base de cálculo do ICMS nas operações internas com gasolina e álcool carburante; CXII - Convênio ICMS n o 65/2005, de 1 o de julho de 2005, que autoriza o Estado do Rio de Janeiro a conceder isenção do ICMS nas operações e prestações relacionadas com transporte ferroviário; CXIII - Convênio ICMS n o 85/2005, de 1 o de julho de 2005, que autoriza o Estado de Santa Catarina a conceder crédito presumido para a execução do Programa Luz para Todos; CXIV - Convênio ICMS n o 122/2005, de 30 de setembro de 2005, que autoriza o Distrito Federal a conceder isenção de ICMS na importação do exterior, efetuada pela Companhia do Metropolitano do Distrito Federal - METRÔ-DF, ou por sua conta e ordem, de equipamentos ferroviários que especifica; CXV - Convênio ICMS n o 131/2005, de 16 de dezembro de 2005, que autoriza os Estados do Acre, Alagoas, Paraná e São Paulo a conceder isenção nas operações internas com farinha de mandioca não temperada; CXVI - Convênio ICMS n o 155/2005, de 16 de dezembro de 2005, que autoriza o Estado São Paulo a conceder crédito outorgado do ICMS na intervenção técnica de equipamento Emissor de Cupom Fiscal - ECF; CXVII - Convênio ICMS n o 161/2005, de 16 de dezembro de 2006, que autoriza o Estado da Bahia a conceder isenção do ICMS nas saídas internas de cisternas para captação de água de chuva; CXVIII - Convênio ICMS n o 170/2005, de 16 de dezembro de 2005, que autoriza o Estado do Amapá a conceder isenção do ICMS nas operações de importação e subseqüente saída interna de óleo diesel pela Petrobrás Distribuidora S/A destinado a Companhia de Eletricidade do Amapá - CEA; CXIX - Convênio ICMS n o 03/2006, de 24 de março de 2006, que concede isenção do ICMS incidente nas saídas internas de bens destinados à modernização de Zonas Portuárias das unidades federadas; CXX - Convênio ICMS n o 09/2006, de 24 de março de 2006, que concede isenção do ICMS nas transferências de bens destinados à manutenção do Gasoduto Brasil-Bolívia; CXXI - Convênio ICMS n o 19/2006, de 24 de março de 2006, que autoriza os Estados de Goiás e do Rio de Janeiro a conceder isenção do ICMS correspondente ao diferencial de alíquotas na operação de entrada de equipamentos e componentes para o aproveitamento da energia solar que específica; CXXII - Convênio ICMS n o 27/2006, de 24 de março de 2006, que autoriza os Estados do Acre, Mato Grosso, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo a conceder crédito outorgado do ICMS correspondente ao valor do ICMS destinado pelos seus respectivos contribuintes a projetos culturais credenciados pelas respectivas Secretarias de Estado da Cultura; CXXIII - Convênio ICMS n o 30/2006, de 7 de julho de 2006, Concede isenção do ICMS na operação de circulação de mercadorias caracterizada pela emissão e negociação do Certificado de Depósito Agropecuário - CDA e do Warrant Agropecuário - WA, nos mercados de bolsa e de balcão como ativos financeiros, instituídos pela Lei n o , de 30 de dezembro de CXXIV - Convênio ICMS n o 31/2006, de 7 de julho de 2006, que autoriza os Estados do Ceará, Paraná e Rio Grande do Sul e o Distrito Federal a conceder isenção de ICMS nas operações com cimento asfáltico de petróleo, denominado asfalto ecológico ou asfalto de borracha ; CXXV - Convênio ICMS n o 32/2006, de 7 de julho de 2006, que autoriza os Estados e o Distrito Federal a conceder isenção do ICMS na importação de locomotiva e trilho para estrada de ferro; CXXVI - Convênio ICMS n o 35/2006, de 7 de julho de 2006, que autoriza o Estado de Pernambuco e de Mato Grosso a conceder isenção do ICMS incidente nas prestações internas de serviço de transporte ferroviário de cargas; CXXVII - Convênio ICMS n o 51/2006, de 7 de julho de 2006, que autoriza os Estados do Amapá e do Amazonas a conceder isenção do ICMS nas operações internas com quelônios criados em cativeiro; CXXVII - Convênio ICMS n o 55/2006, de 7 de julho de 2006, Altera o Convênio ICM 10/81, que uniformiza critério para cobrança do ICMS nas entradas de mercadorias no estabelecimento importador. CXXIX - Convênio ICMS n o 74/2006, de 3 de agosto de 2006, que autoriza os Estados do Acre, Alagoas, Amazonas, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, São Paulo e Tocantins a parcelar e a dispensar juros e multas de débitos fiscais nas operações realizadas por contribuinte que participe de eventos promocionais destinados a promover incremento nas vendas a consumidor final, por meio da concessão de descontos sobre o preço dos produtos; CXXX - Convênio ICMS n o 80/2006, de 1 o de setembro de 2006, que autoriza o Estado do Amazonas a conceder isenção do ICMS nas operações internas de saída de energia elétrica; CXXXI - Convênio ICMS n o 82/2006, de 6 de outubro de 2006, que autoriza o Estado do Paraná a permitir a compensação de créditos fiscais para abatimento do imposto incidente nas operações interestaduais com sucata; CXXXII - Convênio ICMS n o 85/2006, de 6 de outubro de 2006, que autoriza o Estado do Piauí a conceder isenção do ICMS nas saídas internas promovidas pelos projetos sociais desenvolvidos pela Ação Social Arquidiocesana - ASA; CXXXIII - Convênio ICMS n o 97/2006, de 6 de outubro de 2006, que autoriza os Estados e o Distrito Federal a conceder dispensa do pagamento do diferencial de alíquotas na aquisição interestadual de bens destinados à modernização de Zonas Portuárias; CXXXIV - Convênio ICMS n o 130/2006, de 15 de dezembro de 2006, que autoriza o Estado de Mato Grosso do Sul a conceder isenção do ICMS na importação de bens efetuada pela Rede Mato-Grossense de Televisão e na subseqüente transferência de parte desses bens ao Estado de Mato Grosso; CXXXV - Convênio ICMS n o 133/2006, de 15 de dezembro de 2006, que autoriza os Estados e o Distrito Federal a conceder isenção do ICMS na importação de máquinas, aparelhos e equipamentos industriais, bem como suas partes e peças, destinados a integrar o ativo imobilizado do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - SENAI -, do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial - SENAC - e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - SENAR. CXXXVI - Convênio ICMS n o 23/2007, de 30 de março de 2007, que isenta o ICMS na saída de reagente para diagnóstico da doença de chagas destinada a órgão ou entidade da administração pública direta, suas autarquias e fundações. CXXXVII - Convênio ICMS n o 66/2007, de 6 de julho de 2007, que autoriza os Estados de Alagoas, Amazonas, Bahia, Pará, Paraná, Pernambuco e Santa Catarina a conceder créditos presumido nas aquisições de equipamento medidor de deslocamento de fluxo volumétrico de combustíveis; 48 ICMS Suplemento Especial
42 CXXXVIII - Convênio ICMS n o 05/2008, de 4 de abril de 2008, que autoriza o Estado do Rio de Janeiro a conceder isenção do ICMS nas saídas internas de munições destinadas às Forças Armadas. Cláusula segunda. Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional, produzindo efeitos a partir de 1 o de agosto de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Nota Por meio do Ato Declaratório Confaz n o 5/2009 (DOU 1 de ), foi declarada a ratificação deste convênio. ICMS - Isenção na importação de bens destinados a ensino, pesquisa e serviços médico-hospitalares - Alteração Este ato acrescenta o 8 o à Clausula primeira do Convênio ICMS n o 104/1989, que permite a concessão de isenção do imposto na importação de bens destinados a ensino, pesquisa e serviços médicohospitalares, para autorizar os Estados da Bahia, do Maranhão e de São Paulo a dispensar a apresentação do Certificado de Entidade de Fins Filantrópicos, na hipótese de justificada urgência e relevância na prestação dos serviços a que os bens se destinem, combinada com atraso na sua emissão pelo Conselho Nacional de Serviço Social. Convênio ICMS n o 72, de DOU 1 de Altera o Convênio ICMS n o 104/1989, que autoriza a concessão de isenção do ICMS na importação de bens destinados a ensino, pesquisa e serviços médico-hospitalares. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 134 a reunião ordinária, realizada em Manaus, AM, no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto na Lei Complementar n o 24, de 7 de janeiro de 1975, resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. Fica acrescentado o 8 o à cláusula primeira do Convênio ICMS n o 104/1989, de 24 de outubro de 1989, com a seguinte redação: 8 o Ficam os Estados da Bahia, Maranhão e São Paulo autorizados a dispensar a apresentação do Certificado de Entidade de Fins Filantrópicos de que trata o caput, na hipótese de justificada urgência e relevância na prestação dos serviços a que os bens se destinem, combinada com atraso na sua emissão pelo Conselho Nacional de Serviço Social.. Cláusula segunda. Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional. [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Nota Por meio do Ato Declaratório Confaz n o 5/2009 (DOU 1 de ), foi declarada a ratificação deste convênio. ICMS - Veículos destinados a pessoas portadoras de deficiência física - Isenção - Alteração Este ato acrescenta o 10 à Cláusula primeira do Convênio ICMS n o 3/2007, que concede isenção do imposto nas saídas de veículos destinados a pessoas portadoras de deficiência física, para dispor que a autorização à aquisição do veículo poderá ser disponibilizada em meio eletrônico no site da Secretaria de Fazenda, Finanças ou Tributação respectiva, mediante fornecimento, ao interessado, de chave de acesso. Convênio ICMS n o 74, de DOU 1 de Altera o Convênio ICMS n o 03/2007, que Concede isenção do ICMS nas saídas de veículos destinados a pessoas portadoras de deficiência física. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 134 a reunião ordinária, realizada em Manaus/AM, no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto na Lei Complementar n o 24, de 7 de janeiro de 1975, resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. A cláusula primeira do Convênio ICMS n o 03/2007, de 19 de janeiro de 2007, fica acrescido do 10 com a seguinte redação: 10. A autorização de que trata o 7 o poderá ser disponibilizada em meio eletrônico no sítio da Secretaria de Fazenda, Finanças ou Tributação respectiva, mediante fornecimento, ao interessado, de chave de acesso para a obtenção da autorização.. Cláusula segunda. Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional. [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Nota Por meio do Ato Declaratório Confaz n o 5/2009 (DOU 1 de ), foi declarada a ratificação deste convênio. Suplemento Especial ICMS 49
43 ICMS - Crédito presumido - Aquisição de equipamento ECF - Autorização aos Estados do Amapá e do Pará Este ato autoriza os Estados do Amapá e do Pará a conceder crédito presumido do ICMS na aquisição de equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF), com requisito de Memória de Fita-Detalhe (MFD), para fins de substituição de equipamento sem requisito de MFD. Convênio ICMS n o 76, de DOU 1 de Autoriza os Estados do Amapá e Pará a conceder crédito presumido do ICMS na aquisição de equipamento Emissor de Cupom Fiscal - ECF, com requisito de Memória de Fita- detalhe - MFD para fins de substituição de equipamento sem requisito de MFD. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 134 a reunião ordinária, realizada em Manaus/AM, no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto na Lei Complementar n o 24, de 7 de janeiro de 1975, resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. Ficam os Estados do Amapá e Pará autorizados nos termos e condições previstos em sua legislação, a conceder crédito presumido do ICMS, de até R$ 2.000,00 (dois mil reais), por equipamento, limitado a doze equipamentos por contribuinte, na aquisição de equipamento Emissor de Cupom Fiscal - ECF, com requisito de MFD para fins de substituição de ECF sem requisito de MFD. 1 o Para os fins do disposto nesta cláusula, serão considerados como valores despendidos apenas a aquisição do equipamento ECF com MFD bem como os custos relativos a frete e seguro correspondentes. 2 o A apropriação do crédito presumido é limitada: I - no seu total, ao valor do bem adquirido e serviços tomados; IV - 10% para equipamentos implantados entre o período de 1 o de janeiro de 2012 até 31 de dezembro de 2012, desde que tenham sido adquiridos até 30 de junho de Cláusula segunda. O crédito fiscal presumido deverá ser estornado: I - proporcionalmente, quando ocorrer a cessação de uso do equipamento em prazo inferior a 48 (quarenta e oito) meses, contado da data de início de sua efetiva utilização, exceto nas hipóteses de: a) transferência do ECF para outro estabelecimento da mesma empresa, situado em território das unidades federadas de que trata a cláusula primeira; b) mudança de titularidade do estabelecimento, desde que haja a continuidade da atividade comercial varejista ou de prestação de serviço, em razão de: 1. fusão, cisão ou incorporação da empresa; 2. venda do estabelecimento ou do fundo do comércio; II - integralmente, quando ocorrer a utilização do equipamento em desacordo com a legislação. Parágrafo único. O imposto creditado, conforme previsto no 3 o da cláusula primeira deverá ser integralmente estornado, atualizado monetariamente, através de débito nos livros fiscais próprios, no mesmo período de apuração em que, por qualquer motivo, o arrendatário efetuar a restituição do bem. Cláusula terceira. O benefício previsto neste convênio aplicase aos contribuintes que adquirirem seus equipamentos a partir de 1 o de janeiro de Cláusula quarta. Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional, produzindo efeitos até 31 de dezembro de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Nota Por meio do Ato Declaratório Confaz n o 5/2009 (DOU 1 de ), foi declarada a ratificação deste convênio. II - mensalmente, ao débito de ICMS apurado no período. 3 o Nos casos de arrendamento mercantil (leasing), o crédito se limita ao percentual de 50% do valor de cada parcela do contrato do equipamento a ser utilizado, paga mensalmente, não considerados os acréscimos moratório e desde que observadas as disposições contidas no Convênio ICMS n o 04/1997, de 3 de fevereiro de o O crédito fiscal presumido previsto nesta cláusula deverá ser apropriado por estabelecimento enquadrado no Regime Normal de Apuração, em até 12 (doze) parcelas iguais, mensais e consecutivas, a partir do mês imediatamente posterior àquele em que houver ocorrido a efetiva autorização do equipamento ECF com MFD, em percentuais e prazos, conforme mencionados nos itens seguintes: I - 100% para equipamentos implantados até 1 o de junho de 2010; II - 50% para equipamentos implantados entre o período de 1 o de julho de 2010 até 31 de dezembro de 2010; III - 30% para equipamentos implantados entre o período de 1 o de janeiro de 2011 até 31 de dezembro de 2011; ICMS - Isenção na importação de bens destinados a ensino e pesquisa científica - Autorização ao Estado da Bahia Este ato autoriza o Estado da Bahia a conceder isenção do imposto, prevista no Convênio ICMS n o 93/1998, às importações de bens destinados a ensino e pesquisa científica por entidades sem fins lucrativos ativas no fomento, na coordenação ou na execução de programas de pesquisa científica e tecnológica ou de ensino, devidamente credenciadas pelo Conselho 50 ICMS Suplemento Especial
44 Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Convênio ICMS n o 77, de DOU 1 de Autoriza o estado da Bahia a conceder a isenção do ICMS prevista no Convênio ICMS n o 93/1998 às importação de bens destinados a ensino e pesquisa científica por entidades que especifica. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 134 a reunião ordinária, realizada em Manaus/AM, no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto na Lei Complementar n o 24, de 7 de janeiro de 1975, resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. Fica o estado da Bahia autorizado a conceder a isenção prevista no Convênio ICMS n o 93/1998, de 18 de setembro de 1998, obedecidas as condições nele previstas, às importações do exterior realizadas por entidades sem fins lucrativos, ativas no fomento, na coordenação ou na execução de programas de pesquisa científica e tecnológica ou de ensino, devidamente credenciadas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq. Cláusula segunda. Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional. [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Nota Por meio do Ato Declaratório Confaz n o 5/2009 (DOU 1 de ), foi declarada a ratificação deste convênio. ICMS - Isenção nas operações com medicamentos e equipamentos destinados a pesquisas que envolvam seres humanos - Alterações Este ato altera a redação dos itens 13,14 e 42 do Anexo Único do Convênio ICMS n o 9/2007, que autoriza os Estados a conceder isenção do imposto nas operações internas e interestaduais e na importação de medicamentos e equipamentos destinados a pesquisas que envolvam seres humanos, inclusive em programas de acesso expandido. Convênio ICMS n o 78, de DOU 1 de Altera o Anexo Único do Convênio ICMS n o 09/2007, que autoriza os Estados a conceder isenção do ICMS nas operações internas e interestaduais e na importação de medicamentos e equipamentos destinados a pesquisas que envolvam seres humanos, inclusive em programas de acesso expandido. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 134 a reunião ordinária, realizada em Manaus/AM, no dia 3 de julho de 2009, tendo em vista o disposto na Lei Complementar n o 24, de 7 de janeiro de 1975, resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. Os itens 13, 14 e 42 do Anexo Único do Convênio ICMS n o 09/2007, de 30 de março de 2007 passam a vigorar com as seguintes redações: Erlotinib 25 mg Erlotinib 100 mg Cloridrato de Erlotinibe. Cláusula segunda. Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional, produzindo efeitos a partir de 1 o de agosto de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Nota Por meio do Ato Declaratório Confaz n o 5/2009 (DOU 1 de ), foi declarada a ratificação deste convênio. ICMS - Substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos - Não aplicação nas saídas efetuadas por contribuintes localizados no Estado do Paraná, com destino a estabelecimentos localizados nos Estados da Bahia, Santa Catarina e Rondônia Este ato dispõe sobre a não aplicação das disposições do Convênio ICMS n o 76/1994, que trata sobre a substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos, em relação às operações promovidas por contribuintes do Estado do Paraná destinadas aos estabelecimentos localizados nos Estados da Bahia, Santa Catarina e Rondônia. Convênio ICMS n o 80, de DOU 1 de Dispõe sobre a não aplicação das disposições do Convênio ICMS 76/94 em relação às operações promovidas por contri- Suplemento Especial ICMS 51
45 buintes do Paraná, destinadas aos estabelecimentos localizados no Estados da Bahia, Santa Catarina e Rondônia. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 141 a reunião extraordinária do CONFAZ, realizada em Brasília, DF, no dia 13 de agosto de 2009, tendo em vista o disposto na Lei Complementar n o 24, de 7 de janeiro de 1975, resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. Não se aplicam as disposições do Convênio ICMS n o 76/1994, de 30 de junho de 1994, em relação às operações promovidas por contribuintes do Paraná, destinadas aos Estados da Bahia, Santa Catarina e Rondônia. Cláusula segunda. Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional. [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Nota Por meio do Ato Declaratório Confaz n o 7/2009 (DOU 1 de ), foi declarada a ratificação deste convênio. ICM/ICMS - Parcelamento de débitos fiscais - Alteração - Autorização ao Estado do Espírito Santo Este ato autoriza o Estado do Espírito Santo a alterar de para a data de ocorrência dos fatos geradores passíveis de inclusão no programa de parcelamento incentivado, previsto no caput da Cláusula primeira do Convênio ICMS n o 11/2009. Convênio ICMS n o 81, de DOU 1 de Autoriza o Estado do Espírito Santo a alterar disposição contida no caput da cláusula primeira do Convênio ICMS n o 11/2009, que autoriza os Estados do Acre, Alagoas, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima e Tocantins e o Distrito Federal a dispensar ou reduzir juros e multas mediante parcelamento de débitos fiscais relacionados com o ICM e o ICMS, na forma que especifica. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 141 a reunião extraordinária do CONFAZ, realizada em Brasília, DF, no dia 13 de agosto de 2009, tendo em vista o disposto na Lei Complementar n o 24, de 7 de janeiro de 1975, resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. Fica o Estado do Espírito Santo autorizado a alterar para 31 de dezembro de 2008 a data prevista no caput da cláusula primeira do Convênio ICMS n o 11/2009, de 11 de abril de Cláusula segunda. Este convênio entra em vigor na data da publicação da ratificação nacional. [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Nota Por meio do Ato Declaratório Confaz n o 7/2009 (DOU 1 de ), foi declarada a ratificação deste convênio. ICM/ICMS - Parcelamento de débitos fiscais - Autorização ao Estado do Espírito Santo para prorrogação do termo final para requerimento O Estado do Espírito Santo foi incluído nas disposições do 5 o da Cláusula segunda do Convênio ICMS n o 11/2009, que autoriza os Estados relacionados a prorrogar até o termo final para requerimento de ingresso no programa de parcelamento incentivado. Convênio ICMS n o 82, de DOU 1 de Inclui o Estado do Espírito Santo nas disposições do parágrafo 5 o da cláusula segunda do Convênio ICMS n o 11/2009, que autoriza os Estados do Acre, Alagoas, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima e Tocantins e o Distrito Federal a dispensar ou reduzir juros e multas mediante parcelamento de débitos fiscais relacionados com o ICM e o ICMS, na forma que especifica. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 141 a reunião extraordinária do CONFAZ, realizada em Brasília, DF, no dia 13 de agosto de 2009, tendo em vista o disposto na Lei Complementar n o 24, de 7 de janeiro de 1975, resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. Fica o Estado do Espírito Santo incluído no 5 o da cláusula segunda do Convênio ICMS n o 11/2009, de 3 de abril de Cláusula segunda. Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional. [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Nota Por meio do Ato Declaratório Confaz n o 7/2009 (DOU 1 de ), foi declarada a ratificação deste convênio. 52 ICMS Suplemento Especial
46 ICMS - Saída de mercadoria realizada com fim específico de exportação Este ato estabelece mecanismos para controle das saídas de mercadorias com o fim específico de exportação, promovidas por contribuintes localizados em seus territórios, para empresa comercial exportadora ou para outro estabelecimento da mesma empresa, localizados em outra Unidade da Federação. Convênio ICMS n o 84, de DOU 1 de , republicado no de Dispõe sobre as operações de saída de mercadoria realizada com o fim específico de exportação. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 135 a reunião ordinária, realizada em São Luís, MA, no dia 25 de setembro de 2009, tendo em vista o disposto no art. 199 da Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966, - CTN -; Considerando que a Lei Complementar n o 87, de 13 de setembro de 1996, que equipara à exportação a saída de mercadoria, no mercado interno, para estabelecimento exportador com fim específico de exportação; Considerando a necessidade de se estabelecer controle das operações com mercadorias contempladas com a desoneração prevista na mencionada lei, resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. Os Estados e o Distrito Federal acordam em estabelecer mecanismos para controle das saídas de mercadorias com o fim específico de exportação, promovidas por contribuintes localizados nos seus territórios para empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento da mesma empresa, localizados em outra unidade federada. Parágrafo único. Para os efeitos deste convênio, entende-se como empresa comercial exportadora, as empresas comerciais que realizarem operações mercantis de exportação, inscritas no Cadastro de Exportadores e Importadores da Secretaria de Comércio Exterior - SECEX, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Cláusula segunda. O estabelecimento remetente deverá emitir nota fiscal contendo, além dos requisitos exigidos pela legislação no campo INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES, a expressão RE- MESSA COM O FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO. 1 o Ao final de cada período de apuração, o remetente encaminhará à repartição fiscal do seu domicílio, as informações contidas na nota fiscal, em meio magnético, conforme o Manual de Orientação aprovado pela cláusula trigésima segunda do Convênio ICMS n o 57/1995, de 28 de junho de 1995, podendo, em substituição, ser exigidas em listagem, a critério do fisco. 2 o A critério do fisco de localização do remetente, o produtor rural poderá ser dispensado da obrigação prevista no 1 o. Cláusula terceira. O estabelecimento destinatário, ao emitir nota fiscal com a qual a mercadoria, total ou parcialmente, será remetida para o exterior, fará constar, nos campos relativos às informações complementares: I - o CNPJ ou o CPF do estabelecimento remetente; II - o número, a série e a data de cada nota fiscal emitida pelo estabelecimento remetente; III - a classificação tarifária NCM/SH, a unidade de medida e o somatório das quantidades das mercadorias por NCM/SH, relativas às notas fiscais emitidas pelo estabelecimento remetente. Parágrafo único. As unidades de medida das mercadorias constantes das notas fiscais do destinatário deverão ser as mesmas das constantes nas notas fiscais de remessa com fim específico de exportação dos remetentes. Cláusula quarta. Relativamente às operações de que trata este convênio, o estabelecimento destinatário, além dos procedimentos a que estiver sujeito conforme a legislação de sua unidade federada, deverá emitir o documento denominado Memorando-Exportação, conforme modelo constante do Anexo Único, em duas (2) vias, contendo, no mínimo, as seguintes indicações: I - denominação: Memorando-Exportação ; II - número de ordem e número da via; III - data da emissão; IV - nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, do estabelecimento emitente; V - nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ ou CPF, do estabelecimento remetente da mercadoria; VI - série, número e data da nota fiscal de remessa com fim específico de exportação; VII - série, número e data da nota fiscal de exportação; VIII - número da Declaração de Exportação e o número do Registro de Exportação por estado produtor/fabricante; IX - identificação do transportador; X - número do Conhecimento de Embarque e a data do respectivo embarque; XI - a classificação tarifária NCM/SH e a quantidade da mercadoria exportada por CNPJ/CPF do remetente; XII - país de destino da mercadoria; XIII - data e assinatura do emitente ou seu representante legal; XIV - identificação individualizada do estado produtor/fabricante no Registro de Exportação. 1 o Até o último dia do mês subseqüente ao do embarque da mercadoria para o exterior, o estabelecimento exportador encaminhará ao estabelecimento remetente a 1 a via do Memorando-Exportação, que será acompanhada: I - da cópia do Conhecimento de Embarque; II - do comprovante de exportação; III - do extrato completo do registro de exportação, com todos os seus campos; IV - da declaração de exportação. 2 o Até o último dia do mês subseqüente ao do embarque da mercadoria para o exterior, o estabelecimento exportador encaminhará ao Fisco, quando solicitado, a cópia reprográfica da 1 a via da Nota fiscal de efetiva exportação. 3 o Para fins fiscais, somente será considerada exportada a mercadoria cujo despacho de exportação esteja averbado. 4 o A 2 a via do memorando de que trata esta cláusula será anexada à 1 a via da nota fiscal do remetente ou à sua cópia reprográfica, ficando tais documentos no estabelecimento exportador, para exibição ao fisco. 5 o A critério de cada unidade federada, poderão ser exigidas a Autorização de Impressão de Documentos Fiscais e as indicações relativas ao número de ordem a série e subsérie, para o documento Suplemento Especial ICMS 53
47 de que trata esta cláusula, hipótese em que será obrigatória a indicação do nome, do endereço e dos números de inscrição, estadual e no CNPJ, do impressor do memorando, bem como a data e quantidade de impressão, o número de ordem do primeiro e do último memorando impresso, as respectivas série e subsérie, e o número da respectiva autorização para impressão dos documentos fiscais. 6 o O estabelecimento destinatário exportador deverá entregar as informações contidas nos registros Tipos 85 e 86, conforme Manual de Orientação aprovado pela cláusula trigésima segunda do Convênio ICMS n o 57/1995. Cláusula quinta. Nas saídas para feiras ou exposições no exterior, bem como nas exportações em consignação, o memorando previsto na cláusula quarta somente será emitido após a efetiva contratação cambial. Parágrafo único. Até o último dia do mês subseqüente ao da contratação cambial, o estabelecimento que promover a exportação emitirá o Memorando-Exportação, conservando os comprovantes da venda, durante o prazo decadencial. Cláusula sexta. O estabelecimento remetente ficará obrigado ao recolhimento do imposto devido, inclusive o relativo à prestação de serviço de transporte quando for o caso, monetariamente atualizado, sujeitando-se aos acréscimos legais, inclusive multa, segundo a respectiva legislação estadual, em qualquer dos seguintes casos em que não se efetivar a exportação: I - no prazo de 180 (cento e oitenta) dias, contado da data da saída da mercadoria do seu estabelecimento; II - em razão de perda, furto, roubo, incêndio, calamidade, perecimento, sinistro da mercadoria, ou qualquer outra causa; III - em virtude de reintrodução da mercadoria no mercado interno; IV - em razão de descaracterização da mercadoria remetida, seja por beneficiamento, rebeneficiamento ou industrialização, observada a legislação estadual de cada unidade federada. 1 o Em relação a produtos primários e semi-elaborados, o prazo de que trata o inciso I, será de 90 (noventa) dias, exceto quanto aos produtos classificados no código 2401 da NCM/SH em que o prazo poderá ser de 180 (cento e oitenta) dias, a critério do fisco da unidade federada do remetente. 2 o Os prazos estabelecidos no inciso I do caput e no 1 o poderão ser prorrogados, uma única vez, por igual período, a critério do fisco da unidade federada do remetente. 3 o O recolhimento do imposto não será exigido na devolução da mercadoria, nos prazos fixados nesta cláusula, ao estabelecimento remetente. 4 o A devolução da mercadoria de que trata o 3 o deve ser comprovada pelo extrato do contrato de câmbio cancelado, pela fatura comercial cancelada e pela comprovação do efetivo trânsito de retorno da mercadoria. 5 o A devolução simbólica da mercadoria, remetida com fim específico de exportação, somente será admitida nos termos que dispuser a legislação estadual do estabelecimento remetente. 6 o As alterações dos registros de exportação, após a data da averbação do embarque, somente serão admitidas após anuência formal de um dos gestores do SISCOMEX, mediante formalização em processo administrativo específico, independentemente de alterações eletrônicas automáticas. Cláusula sétima. A comercial exportadora ou outro estabelecimento da mesma empresa deverá registrar no SISCOMEX, por ocasião da operação de exportação, para fins de comprovação ao fisco da unidade federada, as seguintes informações, cumulativamente: I - Declaração de Exportação (DE); II - O Registro de Exportação (RE), com as respectivas telas Consulta de RE Específico do SISCOMEX, consignando as seguintes informações: a) no campo 10: NCM - o código da NCM/SH da mercadoria, que deverá ser o mesmo da nota fiscal de remessa; b) no campo 11: descrição da mercadoria - a descrição da mercadoria, que deverá ser a mesma existente na nota fiscal de remessa; c) no campo 13: estado produtor/fabricante - a identificação da sigla da unidade federada do estabelecimento remetente; d) no campo 22: o exportador é o fabricante - N (não); e) no campo 23: observação do exportador - S (sim); f) no campo 24: dados do produtor/fabricante - o CNPJ ou o CPF do remetente da mercadoria com o fim específico de exportação, a sigla da unidade federada do remetente da mercadoria (UF), o código da mercadoria (NCM/SH), a unidade de medida e a quantidade da mercadoria exportada; e g) no campo 25: observação/exportador - o CNPJ ou o CPF do remetente e o número da nota fiscal do remetente da mercadoria com o fim específico de exportação. 1 o O Registro de Exportação deverá ser individualizado para cada unidade federada do produtor/fabricante da mercadoria. 2 o A critério de cada unidade federada poderá ser exigida a apresentação da Declaração de Exportação e do Registro de Exportação em meio impresso, conforme disciplinado nessa cláusula. Cláusula oitava. O estabelecimento remetente ficará exonerado do cumprimento da obrigação prevista na cláusula sexta, se o pagamento do débito fiscal tiver sido efetuado pelo adquirente à unidade federada de origem da mercadoria. Cláusula nona. O depositário da mercadoria recebida com o fim específico de exportação exigirá o comprovante do recolhimento do imposto para a liberação da mercadoria, nos casos previstos na cláusula sexta. Cláusula décima. Na operação de remessa com o fim específico de exportação em que o adquirente da mercadoria determinar a entrega em local diverso do seu estabelecimento, serão observadas as legislações tributárias das unidades federadas envolvidas, inclusive quanto ao local de entrega. Cláusula décima primeira. Para efeito dos procedimentos disciplinados nas cláusulas anteriores, quando o remetente e o destinatário situarem-se em unidades federadas distintas, poderá o fisco do remetente instituir regime especial. Cláusula décima segunda. As Secretarias de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação das unidades federadas signatárias prestarão assistência mútua para a fiscalização das operações abrangidas por este convênio, podendo, também, mediante acordo prévio, designar funcionários para exercerem atividades de interesse da unidade da federada junto às repartições da outra. Cláusula décima terceira. Fica revogado o Convênio ICMS n o 113/1996, de 13 de dezembro de Cláusula décima quarta. Este convênio entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] 54 ICMS Suplemento Especial
48 ANEXO III MEMORANDO-EXPORTAÇÃO - ANEXO ÚNICO AO CONVÊNIO ICMS 84/09 EXPORTADOR RAZÃO SOCIAL : ENDEREÇO: INSC. ESTADUAL: CNPJ: DADOS DA EXPORTAÇÃO NOTA FISCAL N. o : MOD.: SÉRIE: DATA: DECLARAÇÃO DE EXPORTAÇÃO N. o : DATA: REGISTRO DE EXPORTAÇÃO N. o : DATA: CONHECIMENTO DE EMBARQUE N. o : DATA: ESTADO PRODUTOR/FABRICANTE: PAÍS DE DESTINO DA MERCADORIA: DISCRIMINAÇÃO DOS PRODUTOS EXPORTADOS QUANTIDA- DE UNID. NCM DESCRIÇÃO VALOR UNITÁ- RIO VIA VALOR TOTAL REMETENTE COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO RAZÃO SOCIAL : ENDEREÇO: INSC. ESTADUAL: CNPJ: DADOS DOS DOCUMENTOS FISCAIS DE REMESSA NOTA FIS- CAL N. o MODELO SÉRIE DATA QUANTIDADE UNIDADE NCM DESCRIÇÃO DADOS DOS CONHECIMENTOS DE TRANSPORTE N. o DO CONHECIMENTO MOD. SÉRIE DATA DADOS DO TRANSPORTADOR RAZÃO SOCIAL : ENDEREÇO: INSC. ESTADUAL: CNPJ: REPRESENTANTE LEGAL DO EXPORTADOR/RESPONSÁVEL NOME DATA DA EMISSÃO ASSINATURA Suplemento Especial ICMS 55
49 ICMS - Procedimentos para cobrança do imposto na entrada de bens ou mercadorias estrangeiras no País Este ato dispõe sobre procedimentos para cobrança do ICMS na entrada de bens ou mercadorias estrangeiros no País, qualquer que seja a sua finalidade, importados do exterior por pessoa física ou jurídica, ainda que não seja contribuinte habitual do imposto. Convênio ICMS n o 85, de DOU 1 de Uniformiza procedimentos para cobrança do ICMS na entrada de bens ou mercadorias estrangeiros no país. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 135 a reunião ordinária, realizada em São Luis, MA, no dia 25 de setembro de 2009, tendo em vista o disposto no art. 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e considerando a necessidade de se estabelecer controle e uniformizar procedimentos na entrada de bens, mercadorias ou produtos estrangeiros no país, resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. Acordam os Estados e o Distrito Federal em uniformizar nas suas legislações os critérios para cobrança do ICMS incidente na entrada no país, de bens ou mercadorias importados do exterior, por pessoa física ou jurídica, ainda que não seja contribuinte habitual do imposto, qualquer que seja a sua finalidade. Parágrafo único. Quando o desembaraço aduaneiro se verificar em território de unidade da Federação distinta daquela do importador, o recolhimento do ICMS será feito em Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, prevista em normas de convênio, com indicação da unidade federada beneficiária, exceto no caso de unidade da Federação com a qual tenha sido celebrado e implementado o convênio com a Secretaria da Receita Federal do Brasil - RFB - para débito automático do imposto em conta bancária indicada pelo importador. Cláusula segunda. O disposto na cláusula primeira aplica-se também às aquisições em licitação pública de bens ou mercadorias importados do exterior e apreendidos ou abandonados. Cláusula terceira. A não exigência do pagamento do imposto, integral ou parcial, por ocasião da liberação de bens ou mercadorias, em virtude de imunidade, isenção, não incidência, diferimento ou outro motivo, será comprovada mediante apresentação da Guia para Liberação de Mercadoria Estrangeira sem Comprovação do Recolhimento do ICMS - GLME -, modelo Anexo Único, e observará o seguinte: I - o Fisco da unidade da Federação do importador aporá o visto no campo próprio da GLME, sendo esta condição indispensável, em qualquer caso, para a liberação de bens ou mercadorias importados; II - o depositário do recinto alfandegado do local onde ocorrer o desembaraço aduaneiro, após o visto da GLME da unidade federada do importador, efetuará o registro da entrega da mercadoria no campo 8 da GLME. 1 o O visto na GLME, que poderá ser concedido eletronicamente, não tem efeito homologatório, sujeitando-se o importador, adquirente ou o responsável solidário ao pagamento do imposto, das penalidades e dos acréscimos legais, quando cabíveis. 2 o A GLME, que poderá ser emitida eletronicamente, será preenchida pelo contribuinte em 3 (três) vias, que, após serem visadas, terão a seguinte destinação: I - 1 a via: importador, devendo acompanhar o bem ou mercadoria no seu transporte; II - 2 a via: Fisco Federal ou recinto alfandegado - retida por ocasião do desembaraço aduaneiro ou entrega do bem ou mercadoria; III - 3 a via: Fisco da unidade federada do importador. 3 o A GLME emitida eletronicamente poderá conter código de barras, contendo no mínimo as seguintes informações: I - CNPJ/CPF do importador; II - número da Declaração de Importação - DI -, Declaração Simplificada de Importação - DSI - ou Declaração de Admissão em regime aduaneiro especial - DA -; III - código do recinto alfandegado constante do Sistema Integrado de Comércio Exterior - SISCOMEX -; IV - unidade federada do destino da mercadoria ou bem. 4 o As unidades federadas poderão dispensar as assinaturas dos campos 6, 7 e 8 da GLME, nos casos de emissão eletrônica. Cláusula quarta. A RFB exigirá, antes da entrega da mercadoria ou bem ao importador, a exibição do comprovante de pagamento do ICMS ou da GLME, de acordo com o art. 12, 2 o e 3 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de Parágrafo único. Em qualquer hipótese de recolhimento ou exoneração do ICMS uma das vias do comprovante de recolhimento ou da GLME deverá acompanhar a mercadoria ou bem em seu trânsito. Cláusula quinta. A GLME emitida eletronicamente, após visada, somente poderá ser cancelada mediante deferimento de petição, encaminhada à unidade federada do importador, devidamente fundamentada e instruída com todas as vias, nas seguintes hipóteses: I - quando estiver em desacordo com o disposto neste convênio; II - quando verificada a impossibilidade da ocorrência do desembaraço aduaneiro da mercadoria ou bem importados. Cláusula sexta. A GLME também será exigida na hipótese de admissão em regime aduaneiro especial, amparado ou não pela suspensão dos tributos federais. Parágrafo único. O ICMS, na hipótese do caput, quando devido, será recolhido por ocasião do despacho aduaneiro de nacionalização da mercadoria ou bem importados ou nas hipóteses de extinção do regime aduaneiro especial previstas na legislação federal, nos termos da legislação estadual. Cláusula sétima. Fica dispensada a exigência da GLME na entrada de mercadoria ou bem despachados sob o regime aduaneiro especial de trânsito aduaneiro, definido nos termos da legislação federal pertinente. Parágrafo único. O transporte de mercadorias sob o regime aduaneiro especial de que trata o caput, acobertado pelo Certificado de Desembaraço de Trânsito Aduaneiro, ou por documento que venha a substituí-lo, deverá ser apresentado ao Fisco Estadual sempre que exigido. Cláusula oitava. Fica dispensada a exigência da GLME na importação de bens de caráter cultural, de que trata a Instrução Normativa RFB n o 874/2008, de 08 de setembro de 2008, da Secretaria da Receita Federal do Brasil, ou por outro dispositivo normativo que venha a regulamentar estas operações. Parágrafo único. O transporte destes bens far-se-á com cópia da Declaração Simplificada de Importação - DSI - ou da Declaração de Bagagem Acompanhada - DBA -, instruída com seu respectivo Termo de Responsabilidade - TR -, quando cabível, conforme disposto em legislação específica. 56 ICMS Suplemento Especial
50 Cláusula nona. A entrega da mercadoria ou bem importado pelo recinto alfandegado fica condicionada ao atendimento do disposto nos arts. 54 e 55 da Instrução Normativa RFB n o 680/2006, da Secretaria da Receita Federal do Brasil, ou outro instrumento normativo que venha a substituí-lo. Parágrafo único. O acesso aos sistemas de controle eletrônico de importação das unidades federadas poderá ser centralizado em portal via web. Cláusula décima. As unidades federadas prestar-se-ão assistência mútua, no que diz respeito às normas disciplinadas neste convênio. Cláusula décima primeira. Fica revogado o Convênio ICM 10/81, de 23 de outubro de Cláusula décima segunda. Este convênio entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo seus efeitos a partir de 1 o de outubro de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO GUIA PARA LIBERAÇÃO DE MERCADORIA ESTRANGEIRA SEM COMPROVAÇÃO DO RECOLHIMENTO DO ICMS GLME 1 SECRETARIA DA FAZENDA OU DE FINANÇAS DE: 2 IMPORTADOR 3 ADQUIRENTE* 2.1 NOME/RAZÃO SOCIAL 3.1 NOME/RAZÃO SOCIAL 2.2 INSCRIÇÃO ESTADUAL 2.3 CNPJ/CPF 2.4 CNAE 3.2 INSCRIÇÃO ESTA- 3.3 CNPJ/CPF DUAL 3.4 CNAE 2.5 ENDEREÇO 2.6 BAIRRO OU DISTRITO 3.5 ENDEREÇO 3.6 BAIRRO OU DISTRITO 2.7 CEP 2.8 MUNI- CÍPIO 4. DOCUMENTO DE IMPORTAÇÃO: DI ( ) DSI ( ) DA ( ) 4.1 NÚMERO 4.2 DATA DO REGISTRO 2.9 UF 2.10 TELEFONE 3.7 CEP 3.8 MU- NICÍPIO 4.3 VALOR CIF(VMLD) EM R$ 4.4 NOME RECINTO ALFAN- DEGADO 3.9 UF 4.5 CÓD. RECIN- TO ALFANDE- GADO 3.10 TELE- FONE 4.6 UF DE- SEMBARAÇO 5 PRODUTOS SEM RECOLHIMENTO DO ICMS Solicitamos a liberação das mercadorias ou bens abaixo descritos, sem a comprovação do recolhimento do ICMS. Estamos cientes de que o tratamento tributário está sujeito à reexame e confirmação. 5.1 ADIÇÃO N. o 5.2.CLASSE TA R I F Á R I A (NCM) 6 REPRESENTANTE LEGAL OU PROCURADOR (Nome, CPF, Endereço, CEP, Telefone, e Assinatura ASSINATURA 5.3 TRATA- MENTO TRI- 5.4 FUNDAMENTO LEGAL (Lei, Lei Complementar, Convênio, Decreto, Processo, Ato Concessório, etc.) BUTÁRIO DO ICMS** 5.5 VALOR ADUA- NEIRO DA ADIÇÃO EM R$ 7. VISTO DO FISCO DA UNIDADE FEDERADA DO IMPORTA- DO DEFERIDA A SOLICITAÇÃO DATA E CARIMBO 8. REGISTRO DA ENTREGA DA(S) MERCADORIA(S) PELO DEPOSITÁRIO DO RECINTO AL- 9. OBSERVAÇÕES DO FISCO FANDEGADO NOME/CPF/DATA * Preencher caso seja diverso do importador ** TRATAMENTO TRIBUTÁRIO = preencher com: 1- drawback; 2- regime especial, 3- diferimento, 4- isenção, 5- não-incidência/imunidade, 6- outros (especificar no campo Fundamento Legal) VERSO DA GLME 5 PRODUTOS SEM RECOLHIMENTO DO ICMS CONTINUAÇÃO Solicitamos a liberação das mercadorias ou bens abaixo descritos, sem a comprovação do recolhimento do ICMS. Estamos cientes de que o tratamento tributário está sujeito à reexame e confirmação. 5.1 ADIÇÃO N. o 5.2 CLASSE TARIFÁRIA(NCM) 5.3 TRATAMENTO TRI- BUTÁRIO DO ICMS** 5.4 FUNDAMENTO LEGAL (Lei, Lei 5.5 VALOR ADUANEIRO DA ADIÇÃO EM R$ Complementar, Convênio, Decreto, Processo, Ato Concessório, etc.) ** TRATAMENTO TRIBUTÁRIO = preencher com: 1- drawback; 2- regime especial, 3- diferimento, 4- isenção, 5- não-incidência/imunidade, 6- outros (especificar no campo Fundamento Legal) Suplemento Especial ICMS 57
51 ICMS - Emissão de documentos fiscais em operações simbólicas com eletrodomésticos - Autorização Este ato autoriza os estabelecimentos atacadistas e varejistas localizados nos Estados da Bahia, de Minas Gerais, do Pará, do Paraná, de Pernambuco, do Rio de Janeiro e de São Paulo a efetuar a devolução simbólica, ao respectivo fabricante, de eletrodomésticos novos, não negociados, existentes em seu estoque no dia ou em trânsito nessa data, para os seus respectivos estabelecimentos. Relativamente aos produtos classificados no código da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), o prazo anteriormente referido é Convênio ICMS n o 86, de DOU 1 de , retificado no de Autoriza a emissão de documentos fiscais em operações simbólicas com eletrodomésticos de que trata o Decreto Federal n o 6.825/2009, convalida procedimentos e dá outras providências. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 135 a reunião ordinária, realizada em São Luis, MA, no dia 25 de setembro de 2009, tendo em vista o disposto na Lei Complementar n o 24, de 7 de janeiro de 1975, resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. Mediante emissão de nota fiscal, os atacadistas e varejistas de que trata o Decreto Federal n /09, de 17 de abril de 2009, ficam os Estados da Bahia, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo, autorizados a efetuar a devolução simbólica, ao respectivo fabricante, de eletrodomésticos novos existentes em seu estoque no dia 17 de abril de 2009, ou em trânsito nessa data, para os seus respectivos estabelecimentos, e não negociados. Parágrafo único. Relativamente aos produtos classificados no código , o prazo a que se refere o caput é 20 de abril de Cláusula segunda. O fabricante deverá registrar a devolução do produto em seu estoque e promover a saída ficta para a pessoa jurídica que a devolveu, debitando o imposto calculado com a redução do IPI dada pelo Decreto n o 6.825/ o Deverá constar na nota fiscal do novo faturamento, no campo Informações Complementares, a expressão: nota fiscal emitida nos termos do Convênio ICMS --/09, de... de julho de 2009, referente à nota fiscal de devolução n o A devolução ficta permite o aproveitamento pelo fabricante do crédito do ICMS que incidiu na saída efetiva do produto para os atacadistas e varejistas. 3 o Na hipótese de a saída do produto do fabricante ter ocorrido sob o regime de substituição tributária, este poderá aproveitar o crédito do ICMS relativo à operação própria e do retido por substituição tributária. 4 o Na hipótese de a saída efetiva da mercadoria ter ocorrido com o recolhimento antecipado do ICMS, o crédito relativo ao imposto pago ao estado de destino será aproveitado de acordo com a legislação interna deste. Cláusula terceira. Ficam convalidados os procedimentos adotados pelos fabricantes, atacadistas e varejistas relativamente às obrigações acessórias de que trata este convênio. Cláusula quarta. No caso de a aplicação do disposto neste convênio resultar em complemento de ICMS a ser recolhido pelo fabricante, este poderá fazê-lo, sem acréscimos, em até 15 (quinze) dias da data da publicação da ratificação deste convênio, utilizando-se de documento de arrecadação específico. Parágrafo único. Caso a aplicação do disposto neste convênio tiver resultado em ICMS recolhido a maior, o fabricante poderá deduzir o valor do próximo recolhimento em favor do Estado. Cláusula quinta. O disposto neste convênio fica condicionado ao fornecimento, pelos fabricantes, em até 60 (sessenta) dias contados da data da publicação da ratificação deste convênio, de arquivo eletrônico específico contendo a totalidade das operações alcançadas por este convênio, tanto em relação as devoluções efetuadas pelos atacadistas e varejistas como em relação ao novo faturamento realizado pelo fabricante. Parágrafo único. O arquivo eletrônico específico deverá ser elaborado de acordo com o lay-out previsto no Convênio ICMS 57/95, de 28 de junho de Cláusula sexta. Este convênio entra em vigor na data da publicação da sua ratificação nacional. [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Nota Por meio do Ato Declaratório Confaz n o 8/2009 (DOU 1 de ), foi declarada a ratificação deste convênio. ICMS - Equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) e Programa Aplicativo Fiscal-ECF (PAF-ECF) - Alteração Este ato altera a redação do inciso II da Cláusula sexagésima primeira do Convênio ICMS n o 9/2009, que estabelece normas relativas ao equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) e ao Programa Aplicativo Fiscal-ECF (PAF-ECF) aplicáveis ao fabricante ou importador e ao contribuinte usuário de ECF, bem como às empresas interventoras e desenvolvedoras de PAF-ECF, para dispor que os valores indicados na linha Totais do Dia do Mapa Resumo ECF, a partir da coluna Valor Contábil, serão escriturados nas colunas próprias do livro Registro de Saídas. 58 ICMS Suplemento Especial
52 Convênio ICMS n o 87, de DOU 1 de Altera o Convênio ICMS n o 09/2009 que estabelece normas relativas ao equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) e ao Programa Aplicativo Fiscal-ECF (PAF-ECF) aplicáveis ao fabricante ou importador de ECF, ao contribuinte usuário de ECF, às empresas interventoras e às empresas desenvolvedoras de PAF-ECF. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 135 a reunião ordinária, realizada em São Luis, MA, no dia 25 de setembro de 2009, resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. O inciso II da cláusula sexagésima primeira do Convênio ICMS n o 09/2009, de 03 de abril de 2009 passa a ter a seguinte redação: II - Os totais apurados na forma do inciso VI da cláusula sexagésima, a partir da coluna Valor Contábil do Mapa Resumo ECF, serão escriturados nas colunas próprias do livro Registro de Saídas. Algodão, atadura, esparadrapo, haste flexível ou não, com uma ou ambas extremidades de algodão, gazes, pensos, sinapismos, e outros, impregnados ou recobertos de substâncias farmacêuticas ou acondicionados para venda a retalho para usos medicinais, cirúrgicos ou dentários, bem como para higiene ou limpeza e 5601 Cláusula segunda. Este convênio entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias]. Cláusula segunda. Este convênio entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] ICMS - Equipamentos industriais e implementos agrícolas - Base de cálculo reduzida - Alterações ICMS - Substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos - Alteração Este ato altera a redação do inciso III do Anexo Único do Convênio ICMS n o 76/1994, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos para incluir no regime aqueles indicados para higiene ou limpeza. Convênio ICMS n o 88, de DOU 1 de Altera o Convênio ICMS n o 76/1994, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 135 a reunião ordinária, realizada em São Luis, MA, no dia 25 de setembro de 2009, tendo em vista o disposto no art. 9 o da Lei Complementar n o 87, de 13 de setembro de 1996, e nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. Passa a vigorar com a seguinte redação o inciso III do Anexo Único do Convênio ICMS n o 76/1994, de 30 de junho de 1994: Este ato altera a redação dos Anexos do Convênio ICMS n o 52/1991, que concede redução da base de cálculo do imposto nas operações com máquinas, aparelhos e equipamentos industriais e com máquinas e implementos agrícolas. Convênio ICMS n o 89, de DOU 1 de Altera os Anexos do Convênio ICMS n o 52/1991, que concede redução da base de cálculo nas operações com equipamentos industriais e implementos agrícolas. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 135a reunião ordinária, realizada em São Luis, MA, no dia 25 de setembro de 2009, tendo em vista o disposto na Lei Complementar n o 24, de 7 de janeiro de 1975, resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. Os Anexos do Convênio ICMS n o 52/1991, de 26 de setembro de 1991, passam a vigorar com a seguinte redação: ANEXO I CLÁUSULA PRIMEIRA DO CONVÊNIO ICMS n o 52/91 MÁQUINAS, APARELHOS E EQUIPAMENTOS INDUSTRIAIS ITEM DESCRIÇÃO NCM/SH 1 Cabeça de poço para perfuração de poços de petróleo 2 Ferramentas de embutir, de estampar ou de puncionar 3 Brocas Suplemento Especial ICMS 59
53 ITEM DESCRIÇÃO NCM/SH 4 CALDEIRAS DE VAPOR, SEUS APARE- LHOS AUXILIARES E GERADORES DE GÁS 4.1 Caldeiras aquatubulares com produção de vapor superior a 45 toneladas por hora 4.2 Caldeiras aquatubulares com produção de vapor não superior a 45 toneladas por hora 4.3 Outras caldeiras para produção de vapor, incluídas as caldeiras mistas 4.4 Caldeiras denominadas de água superaquecida APARELHOS AUXILIARES PARA CALDEI- RAS DAS POSIÇÕES Aparelhos auxiliares para caldeiras das posições Condensadores para máquinas a vapor Geradores de gás de ar (gás pobre) ou de gás de água, com ou sem depuradores; geradores de acetileno e geradores semelhantes de gás, operados a água, com ou sem depuradores 7 TURBINAS A VAPOR 7.1 Turbinas para propulsão de embarcações Outras de potência superior a 40MW Outras de potência não superior a 40MW TURBINAS HIDRÁULICAS, RODAS HI- DRÁULICAS E SEUS REGULADORES 8.1 Turbinas e rodas hidráulicas de potência não superior a 1.000kW 8.2 Turbinas e rodas hidráulicas de potência superior a 1.000kW, mas não superior a kW 8.3 Turbinas e rodas hidráulicas de potência superior a kW 8.4 Reguladores Máquinas a vapor, de êmbolos, separadas das respectivas caldeiras 10 OUTRAS BOMBAS CENTRÍFUGAS 10.1 Eletrobombas submersíveis Bombas centrífugas, de vazão inferior ou igual a 300 litros por minuto 10.3 Outras bombas centrífugas COMPRESSORES DE AR OU DE OUTROS GASES 11.1 Compressores de ar de parafuso Compressores de ar de lóbulos paralelos (tipo Roots ) 11.3 Outros compressores inclusive de anel líquido 11.4 Compressores de gases, exceto ar, de pistão 11.5 Compressores de gases exceto ar, de parafuso Compressores de gases exceto ar, centrífugos, de vazão máxima inferior a m3/h 11.7 Outros compressores centrífugos radiais ITEM DESCRIÇÃO NCM/SH 11.8 Outros compressores de gases, exceto ar, inclusive axiais 12 QUEIMADORES PARA ALIMENTAÇÃO DE FORNALHAS DECOMBUSTÍVEIS LÍ- QUIDOS, COMBUSTÍVEIS SÓLIDOS PUL- VERIZADOS OU DE GÁS; FORNALHAS AUTOMÁTICAS, INCLUÍDOS AS ANTE- FORNALHAS, GRELHAS MECÂNICAS, DESCARREGADORES MECÂNICOS DE CINZAS E DISPOSITIVOS SEMELHAN- TES 12.1 Queimadores de combustíveis líquidos Outros queimadores, incluídos os mistos, de gases 12.3 Outros queimadores, inclusive de carvão pulverizado 12.4 Fornalhas automáticas, incluídas as antefornalhas, grelhas mecânicas, descarre- gadores mecânicos de cinzas e dispositivos semelhantes 12.5 Ventaneiras FORNOS INDUSTRIAIS, NÃO ELÉTRI- COS 13.1 Fornos industriais para fusão de metais Fornos industriais para tratamento térmico de metais 13.3 Outros fornos para tratamento térmico de minérios ou de metais 13.4 Fornos de padaria, pastelaria ou para a indústria de bolachas e biscoito 13.5 Fornos industriais para cerâmica Fornos industriais para fusão de vidro Fornos industriais para carbonização de madeira 14 MÁQUINAS PARA PRODUÇÃO DE FRIO 14.1 Sorveteiras industriais Máquinas de fabricar gelo em cubos ou escamas; instalações frigoríficas industriais formadas por elementos não reunidos em corpo único, nem montadas sobre base comum 15 APARELHOS E DISPOSITIVOS, MESMO AQUECIDOS ELETRICAMENTE (EXCETO OS FORNOS E OUTROS APARELHOS DA POSIÇÃO 85.14), PARA TRATAMENTO DE MATÉRIAS POR MEIO DE OPERAÇÕES QUE IMPLIQUEM MUDANÇA DE TEMPE- RATURA, TAIS COMO AQUECIMENTO, COZIMENTO, TORREFAÇÃO, DESTILA- ÇÃO, RETIFICAÇÃO, ESTERILIZAÇÃO, PASTEURIZAÇÃO, ESTUFAGEM, SECA- GEM, EVAPORAÇÃO, VAPORIZAÇÃO, CONDENSAÇÃO OU ARREFECIMEN- TO, EXCETO OS DE USO DOMÉSTICO; AQUECEDORES DE ÁGUA NÃO ELÉTRI- COS, DE AQUECIMENTO INSTANTÂNEO OU DE ACUMULAÇÃO 15.1 Secadores para madeiras, pastas de papel, papéis ou cartões 15.2 Outros secadores exceto para produtos agrícolas 15.3 Aparelhos de destilação de água ICMS Suplemento Especial
54 ITEM DESCRIÇÃO NCM/SH 15.4 Aparelhos de destilação ou retificação de álcoois e outros fluídos voláteis ou de hidrocarbonetos 15.5 Outros aparelhos de destilação ou de retificação Trocadores de calor de placas Trocadores de calor tubulares metálicos Trocadores de calor tubulares de grafite Outros trocadores de calor tubulares Outros trocadores de calor Aparelhos e dispositivos para liquefação do ar ou de outros gases Autoclaves Outros aparelhos para preparação de bebidas quentes ou para cozimento ou aquecimento de alimentos Esterilizadores de alimentos, mediante Ultra Alta Temperatura (UHT - Ultra High Temperature ) por injeção direta de vapor, com capacidade superior ou igual a 6.500l/h Outros esterilizadores Estufas Torrefadores Evaporadores Outros aparelhos e dispositivos para tratamento de matérias por meio de mudança de temperatura 16 CALANDRAS E LAMINADORES, EXCETO OS DESTINADOS AO TRATAMENTO DE METAIS OU VIDROS, E SEUS CILINDROS 16.1 Calandras e laminadores para papel ou cartão 16.2 Outras calandras e laminadores Cilindros CENTRIFUGADORES, INCLUÍDOS OS SECADORES CENTRÍFUGOS; APARE- LHOS PARA FILTRAR OU DEPURAR LÍ- QUIDOS OU GASES 17.1 Desnatadeiras com capacidade de processamento de leite superior ou igual a litros por hora 17.2 Outras desnatadeiras Secadores de roupa para lavanderia, exceto as do código Centrifugadores para laboratórios Centrifugadores para indústria açucareira; extratores centrífugos de mel 17.6 Aparelhos para filtrar ou depurar gases MÁQUINAS E APARELHOS PARA LIMPAR OU SECAR GARRAFAS OU OUTROS RE- CIPIENTES; MÁQUINAS E APARELHOS PARA ENCHER, FECHAR, CAPSULAR OU ROTULAR GARRAFAS, CAIXAS, LATAS, SACOS OU OUTROS RECIPIENTES; MÁ- QUINAS E APARELHOS PARA EMPACO- TAR OU EMBALAR MERCADORIAS 18.1 Máquinas e aparelhos para limpar ou secar garrafas e outros recipientes ITEM DESCRIÇÃO NCM/SH 18.2 Máquinas e aparelhos para encher, fechar, capsular ou rotular garrafas 18.3 Máquinas e aparelhos para encher caixas ou sacos com pó ou grãos 18.4 Máquinas e aparelhos para encher e fechar embalagens confeccionadas com papel ou cartão dos códigos ou , mesmo com dispositivo de rotulagem 18.5 Máquinas e aparelhos para encher e fechar recipientes tubulares flexíveis (bisna- gas), com capacidade superior ou igual a 100 unidades por minuto 18.6 Máquinas e aparelhos para encher e fechar ampolas de vidro; outras máquinas e aparelhos para encher, fechar, arrolhar ou rotular caixas, latas, sacos ou outros recipientes, capsular vasos, tubos e recipientes semelhantes 18.7 Máquinas e aparelhos para empacotar ou embalar mercadorias horizontais, próprias para empacotamento de massas alimentícias longas (comprimento superior a 200mm) em pacotes tipo almofadas ( pillow pack ), com capacidade de produção superior a 100 pacotes por minuto e controlador lógico programável (CLP) 18.8 Máquinas e aparelhos para empacotar ou embalar mercadorias automática, para embalar tubos ou barras de metal, em atados de peso inferior ou igual a 2.000kg e comprimento inferior ou igual a 12m 18.9 Máquinas e aparelhos para empacotar ou embalar mercadorias de empacotar embalagens confeccionadas com papel ou cartão dos subitens ou em caixas ou bandejas de papel ou cartão dobráveis, com capacidade superior ou igual a embalagens por hora Outras máquinas e aparelhos para empacotar ou embalar mercadorias 19 APARELHOS E INSTRUMENTOS DE PE- SAGEM, INCLUÍDAS AS BÁSCULAS E BALANÇAS PARA VERIFICAR PEÇAS USINADAS 19.1 Básculas de pesagem contínua em transportadores Balanças ou básculas dosadoras com aparelhos periféricos, que constituam unidade funcional 19.3 Outros dosadores Básculas de pesagem constante de grão ou líquido; outros aparelhos de pesagem constante e ensacadores 19.5 Aparelhos e instrumentos de pesagem de capacidade não superior a 30kg de mesa, com dipositivo registrador ou impressor de etiquetas 19.6 Aparelhos verificadores de excesso ou deficiência de peso em relação a um padrão; outros aparelhos e instrumentos de pesagem de capacidade Suplemento Especial ICMS 61
55 ITEM DESCRIÇÃO NCM/SH 19.7 Aparelhos para controlar a gramatura de tecido, papel ou qualquer outro material, durante a fabricação 20 APARELHOS MECÂNICOS (MESMO MA- NUAIS) PARA PROJETAR, DISPERSAR OU PULVERIZAR LÍQUIDOS OU PÓS; EX- TINTORES, MESMO CARREGADOS; PIS- TOLAS AEROGRÁFICAS E APARELHOS SEMELHANTES; MÁQUINAS E APARE- LHOS DE JATO DE AREIA, DE JATO DE VAPOR E APARELHOS DE JATO SEME- LHANTES 20.1 Pistolas aerográficas e aparelhos semelhantes 20.2 Máquinas e aparelhos de desobstrução de tubulação ou de limpeza, por jato de água 20.3 Máquinas e aparelhos de jato de areia ou de qualquer outro abrasivo 20.4 Perfuradoras por jato de água com pressão de trabalho máxima superior ou igual a 10MPa 20.5 Outras máquinas e aparelhos de jato de areia, de jato de vapor e aparelhos de jato semelhantes 20.6 Pulverizadores ( Sprinklers ) para equipamentos automáticos de combate a incêndio; outros aparelhos de pulverização 21 TALHAS, CADERNAIS E MOITÕES; GUIN- CHOS E CABRESTANTES; MACACOS 21.1 Talhas, cadernais e moitões de motor elétrico Talhas, cadernais e moitões, manuais Outras talhas, cadernais e moitões Guinchos e cabrestantes de motor elétrico com capacidade inferior ou igual a 100 toneladas 21.5 Outros guinchos de motor elétrico Outros guinchos com capacidade inferior ou igual a 100 toneladas 21.7 Outros guinchos CÁBREAS; GUINDASTES, INCLUÍDOS OS DE CABO; PONTES ROLANTES, PÓRTICOS DE DESCARGA OU DE MO- VIMENTAÇÃO, PONTES-GUINDASTES, CARROS-PÓRTICOS E CARROS-GUIN- DASTES 22.1 Pontes e vigas, rolantes, de suportes fixos Guindastes de torre Guindastes de pórtico Outros guindastes Empilhadeiras mecânicas de volumes, de ação descontínua 24 OUTRAS MÁQUINAS E APARELHOS DE ELEVAÇÃO, DE CARGA, DE DESCARGA OU DE MOVIMENTAÇÃO (POR EXEMPLO, ELEVADORES, ESCADAS ROLANTES, TRANSPORTADORES, TELEFÉRICOS) 24.1 Elevadores de carga de uso industrial e monta-cargas ITEM DESCRIÇÃO NCM/SH 24.2 Transportadores tubulares (transvasadores) móveis, acionados com motor de po- tência superior a 90kW (120HP) 24.3 Outros aparelhos elevadores ou transportadores, pneumáticos 24.4 Outros aparelhos elevadores ou transportadores, de ação contínua, para mercado- rias, especialmente concebidos para uso subterrâneo 24.5 Outros aparelhos elevadores ou transportadores, de ação contínua, para mercado- rias de caçamba 24.6 Outros aparelhos elevadores ou transportadores, de ação contínua, para mercado- rias de tira ou correia 24.7 Outros aparelhos elevadores ou transportadores, de ação contínua, para mercado- rias de correntes 24.8 Outros aparelhos elevadores ou transportadores, de ação contínua, para mercado- rias de rolos motores 24.9 Outros aparelhos elevadores ou transportadores, de ação contínua, para mercado- rias de pinças laterais, do tipo dos utilizados para o transporte de jornais Outros aparelhos elevadores ou transportadores, de ação contínua, para mercado- rias 25 MÁQUINAS E APARELHOS PARA A IN- DÚSTRIA DE LATICÍNIOS 25.1 Aparelhos homogeneizadores de leite Outras máquinas para tratamento de leite Máquinas e aparelhos para prensar, esmagar e máquinas e aparelhos semelhantes, para fabricação de vinho, sidra, sucos de frutas ou bebidas semelhantes 27 MÁQUINAS PARA LIMPEZA, SELEÇÃO OU PENEIRAÇÃO DE GRÃOS OU DE PRODUTOS HORTÍCOLAS SECOS; MÁ- QUINAS E APARELHOS PARA A INDÚS- TRIA DE MOAGEM OU TRATAMENTO DE CEREAIS OU DE PRODUTOS HORTÍCO- LAS SECOS, EXCETO DOS TIPOS UTILI- ZADOS EM FAZENDAS 27.1 Máquinas para limpeza, seleção ou peneiração de grãos ou de produtos hortí- colas secos 27.2 Máquinas para trituração, esmagamento ou moagem de grãos 27.3 Máquinas para seleção e separação das farinhas e de outros produtos da moagem dos grãos 28 MÁQUINAS E APARELHOS NÃO ESPE- CIFICADOS NEM COMPREENDIDOS EM OUTRAS POSIÇÕES DO CAPÍTULO 84, PARA PREPARAÇÃO OU FABRICA- ÇÃO INDUSTRIAL DE ALIMENTOS OU DE BEBIDAS, EXCETO AS MÁQUINAS E APARELHOS PARA EXTRAÇÃO OU PREPARAÇÃO DE ÓLEOS OU GORDU- RAS VEGETAIS FIXOS OU DE ÓLEOS OU GORDURAS ANIMAIS 62 ICMS Suplemento Especial
56 ITEM DESCRIÇÃO NCM/SH 28.1 Máquinas e aparelhos para as indústrias de panificação, pastelaria, bolachas e biscoitos e de massas alimentícias 28.2 Para fabricar bombons de chocolate por moldagem, de capacidade de produção superior ou igual a 150kg/h 28.3 Outras máquinas e aparelhos para as indústrias de confeitaria 28.4 Outras máquinas e aparelhos para as indústrias de cacau e de chocolate 28.5 Máquinas e aparelhos para a indústria de açúcar para extração de caldo de canade-açúcar; para o tratamento dos caldos ou sucos açucarados e para a refinação de açúcar 28.6 Máquinas e aparelhos para a indústria cervejeira 28.7 Máquinas e aparelhos para a preparação de carnes 28.8 Máquinas e aparelhos para preparação de frutas ou de produtos hortícolas Máquinas e aparelhos para a preparação de peixes, moluscos e crustáceos 29 MÁQUINAS E APARELHOS PARA FABRI- CAÇÃO DE PASTA DE MATÉRIAS FIBRO- SAS CELULÓSICAS OU PARA FABRICA- ÇÃO OU ACABAMENTO DE PAPEL OU CARTÃO 29.1 Máquinas para a fabricação de pasta de matérias fibrosas celulósicas para tratamento preliminar das matérias primas 29.2 Classificadoras e classificadoras-depuradoras de pasta Refinadoras Outras máquinas e aparelhos para fabricação de pasta de matérias fibrosas ce- lulósicas 29.5 Máquinas e aparelhos para fabricação de papel ou cartão 29.6 Bobinadoras-esticadoras Máquinas para impregnar Máquinas de fabricar papel, cartolina, e cartão ondulado 29.9 Outras máquinas e aparelhos para acabamento de papel ou cartão Máquinas de costurar (coser) cadernos Máquinas para fabricar capas de papelão, com dispositivo de colagem e capaci- dade de produção superior a 60 unidades por minuto Outras máquinas e aparelhos para brochura ou encadernação 30 OUTRAS MÁQUINAS E APARELHOS PARA O TRABALHO DA PASTA DE PA- PEL, DO PAPEL OU CARTÃO, INCLUÍDAS AS CORTADEIRAS DE TODOS OS TIPOS 30.1 Cortadeiras bobinadoras com velocidade de bobinado superior a 2.000m/min 30.2 Outras cortadeiras ITEM DESCRIÇÃO NCM/SH 30.3 Máquinas para fabricação de sacos de quaisquer dimensões ou de envelopes 30.4 Máquinas de dobrar e colar, para fabricação de caixas 30.5 Outras máquinas para fabricação de caixas, tubos, tambores ou recipientes se- melhantes por qualquer processo, exceto moldagem 30.6 Máquinas de moldar artigos de pasta de papel, papel ou de cartão 30.7 Máquinas de perfurar, picotar e serrilhar linhas de corte; máquinas especiais de grampear caixas e artefatos semelhantes 31 MÁQUINAS, APARELHOS E EQUIPAMEN- TOS (EXCETO AS MÁQUINAS-FERRA- MENTAS DAS POSIÇÕES A 84.65), PARA PREPARAÇÃO OU FABRICAÇÃO DE CLICHÊS, BLOCOS, CILINDROS OU OUTROS ELEMENTOS DE IMPRESSÃO; CLICHÊS, BLOCOS, CILINDROS OU OUTROS ELEMENTOS DE IMPRESSÃO; PEDRAS LITOGRÁFICAS, BLOCOS, PLA- CAS E CILINDROS, PREPARADOS PARA IMPRESSÃO (POR EXEMPLO, APLAINA- DOS, GRANULADOS OU POLIDOS) 31.1 Máquinas de compor por processo fotográfico Máquinas e aparelhos de compor caracteres tipográficos por outros processos, mesmo com dispositivo de fundir 32 MÁQUINAS E APARELHOS DE IMPRES- SÃO POR MEIO DE BLOCOS, CILINDROS E OUTROS ELEMENTOS DE IMPRESSÃO DAPOSIÇÃO 84.42; OUTRAS IMPRESSO- RAS, MÁQUINAS COPIADORAS E TELE- COPIADORES (FAX), MESMO COMBINA- DOS ENTRE SI; PARTES E ACESSÓRIOS 32.1 Máquinas e aparelhos de impressão, por ofsete, alimentados por bobinas, para impressão multicolor de jornais, de largura superior ou igual a 900mm, com unidades de impressão em configuração torre e dispositivos automáticos de emendar bobinas 32.2 Outras máquinas e aparelhos de impressão, por ofsete, alimentados por bobinas 32.3 Máquinas e aparelhos de impressão, por ofsete, dos tipos utilizados em escritórios, alimentados por folhas de formato não superior a 22cm x 36cm, quando não dobradas 32.4 Máquinas e aparelhos para impressão multicolor de recipientes de matérias plásticas, cilíndricos, cônicos ou de faces planas 32.5 Outras máquinas e aparelhos de impressão, por ofsete, alimentados por folhas de formato inferior ou igual a 37,5cm x 51cm, com velocidade de impressão superior ou igual a folhas por hora 32.6 Outros alimentados por folhas de formato inferior ou igual a 37,5cm x 51cm 32.7 Outras máquinas e aparelhos de impressão, por ofsete Suplemento Especial ICMS 63
57 ITEM DESCRIÇÃO NCM/SH 32.8 Máquinas e aparelhos de impressão, tipográficos, alimentados por bobinas, exceto máquinas e aparelhos flexográficos 32.9 Máquinas e aparelhos de impressão, tipográficos, não alimentados por bobinas, exceto máquinas e aparelhos flexográficos Máquinas e aparelhos de impressão, flexográficos Máquinas rotativas para heliogravura Outras máquinas e aparelhos de impressão, heliográficos Máquinas rotativas para rotogravura; outras máquinas e aparelhos de impressão por meio de blocos, cilindros e outros elementos de impressão da posição Dobradoras Numeradores automáticos Outros acessórios de máquinas e aparelhos de impressão que operem por meio de blocos, cilindros e outros elementos de impressão da posição MÁQUINAS PARA EXTRUDAR, ESTIRAR, TEXTURIZAR OUCORTAR MATÉRIAS TÊXTEIS SINTÉTICAS OU ARTIFICIAIS 33.1 Máquinas e aparelhos para extrudar Máquinas e aparelhos para corte ou ruptura de fibras 33.3 Outras máquinas para extrudar, estirar, texturizar ou cortar matérias têxteis sintéticas ou artificiais 34 MÁQUINAS PARA PREPARAÇÃO DE MA- TÉRIAS TÊXTEIS; MÁQUINAS PARA FIA- ÇÃO, DOBRAGEM OU TORÇÃO, DE MA- TÉRIAS TÊXTEIS E OUTRAS MÁQUINAS E APARELHOS PARA FABRICAÇÃO DE FIOS TÊXTEIS; MÁQUINAS DE BOBINAR (INCLUÍDAS AS BOBINADEIRAS DE TRA- MA) OU DE DOBAR MATÉRIAS TÊXTEIS E MÁQUINAS PARA PREPARAÇÃO DE FIOS TÊXTEIS PARA SUA UTILIZAÇÃO NAS MÁQUINAS DAS POSIÇÕES OU Cardas para lã Cardas para fibras do Capítulo Outras cardas Penteadoras Bancas de estiramento (bancas de fusos) Máquinas para a preparação da seda Máquinas para recuperação de cordas, fios, trapos ou qualquer outro desperdício, transformando-os em fibras adequadas para cardagem 34.8 Descaroçadeiras e deslintadeiras de algodão Máquinas para desengordurar, lavar, alvejar ou tingir fibras têxteis em massa ou rama Abridoras de fibras de lã Abridoras de fibras do Capítulo ITEM DESCRIÇÃO NCM/SH Máquinas de carbonizar a lã Máquinas para estirar a lã Batedores e abridores-batedores; abridores de fardos e carregadores automáticos; outras máquinas para a preparação de outras matérias têxteis Máquinas para fiação de matérias têxteis Retorcedeiras Máquinas para fabricação de barbantes, cordões e semelhantes; outras máquinas para dobragem ou torção, de matérias têxteis Bobinadeiras automáticas de trama Bobinadeiras automáticas para fios elastanos Outras bobinadeiras automáticas, com atador automático Outras bobinadeiras automáticas Bobinadoras não automáticas com velocidade de bobinado superior ou igual a 4.000m/min Outras bobinadeiras não automáticas Meadeiras com controle de comprimento ou peso e atador automático Outras meadeiras Noveleiras automáticas Outras máquinas de bobinar (incluídas as bobinadeiras de trama) ou de dobar, matérias têxteis Urdideiras Passadeiras para liço e pente Máquinas automáticas para atar urdiduras Máquinas automáticas para colocar lamela Engomadeiras de fio; outras máquinas para preparação de matérias têxteis 35 TEARES PARA TECIDOS 35.1 Teares para tecidos de largura não superior a 30cm, com mecanismo Jacquard 35.2 Outros teares para tecidos de largura não superior a 30cm 35.3 Teares para tecidos de largura superior a cm, de lançadeiras, a motor 35.4 Outros teares para tecidos de largura superior a 30cm, de lançadeiras 35.5 Teares para tecidos de largura superior a cm, sem lançadeiras, a jato de ar 35.6 Teares para tecidos de largura superior a cm, sem lançadeiras, a jato de água 35.7 Teares para tecidos de largura superior a cm, sem lançadeiras, de projétil 35.8 Teares para tecidos de largura superior a cm, sem lançadeiras, de pinças 35.9 Outros teares para tecidos de largura superior a 30cm, sem lançadeiras ICMS Suplemento Especial
58 ITEM DESCRIÇÃO NCM/SH 36 TEARES PARA FABRICAR MALHAS, MÁ- QUINAS DE COSTURA POR ENTRELA- ÇAMENTO ( COUTURE-TRICOTAGE ), MÁQUINAS PARA FABRICAR GUIPURAS, TULES, RENDAS, BORDADOS, PASSA- MANARIAS, GALÕES OU REDES; MÁ- QUINAS PARA INSERIR TUFOS 36.1 Teares circulares para malhas com cilindro de diâmetro não superior a 165mm 36.2 Teares circulares para malhas com cilindro de diâmetro superior a 165mm 36.3 Teares retilíneos para malhas; máquinas de costura por entrelaçamento ( couturetricotage ), motorizados, para fabricação de malhas de urdidura 36.4 Outros teares motorizados; máquinas tipo Cotton e semelhantes, para fabricação de meias, funcionando com agulha de flape; máquinas para fabricação de Jersey e semelhantes, funcionando com agulha de flape; máquinas dos tipos Raschell, milanês ou outro, para fabricação de tecido de malha indesmalhável 36.5 Máquinas de costura por entrelaçamento ( couture tricotage ) 36.6 Máquinas retilíneas para fabricação de cortinados, filet, filó e rede 36.7 Máquinas automáticas para bordado Outros teares para fabricar malhas MÁQUINAS E APARELHOS AUXILIARES PARA AS MÁQUINAS DAS POSIÇÕES 84.44, 84.45, OU (POR EXEM- PLO, RATIERAS (TEARES MAQUINETAS), MECANISMOS JACQUARD, QUEBRA- URDIDURAS E QUEBRA-TRAMAS, MECA- NISMOS TROCA-LANÇADEIRAS); PARTES E ACESSÓRIOS RECONHECÍVEIS COMO EXCLUSIVA OU PRINCIPALMENTE DES- TINADOS ÀS MÁQUINAS DA PRESEN- TE POSIÇÃO OU DAS POSIÇÕES 84.44, 84.45, OU (POR EXEMPLO, FUSOS, ALETAS, GUARNIÇÕES DE CAR- DAS, PENTES, BARRAS, FIEIRAS, LANÇA- DEIRAS, LIÇOS E QUADROS DE LIÇOS, AGULHAS, PLATINAS, GANCHOS) 37.1 Ratleras (maquinetas) para liços Mecanismos Jacquard Outras ratieras e mecanismos Jacquard ; redutores, perfuradores e copiadores de cartões; máquinas para enlaçar cartões após perfuração 37.4 Outras máquinas e aparelhos auxiliares para as máquinas das posições 84.44, 84.45, ou 84.47; mecanismos trocalançadeiras; mecanismos troca-espulas; máquinas automáticas de atar fios 38 MÁQUINAS E APARELHOS PARA FABRI- CAÇÃO OU ACABAMENTO DE FELTRO OU DE FALSOS TECIDOS, EM PEÇA OU EM FORMAS DETERMINADAS, INCLUÍ- DAS AS MÁQUINAS E APARELHOS PARA FABRICAÇÃO DE CHAPÉUS DE FELTRO; FORMAS PARA CHAPELARIA 38.1 Máquinas e aparelhos para fabricação ou acabamento de feltro ITEM DESCRIÇÃO NCM/SH 38.2 Máquinas e aparelhos para fabricação de falsos tecidos 38.3 Outras máquinas e aparelhos para fabricação de chapéus de feltro 39 MÁQUINAS DE LAVAR ROUPA, MESMO COM DISPOSITIVOS DE SECAGEM 39.1 Máquinas de capacidade não superior a kg, em peso de roupa seca, inteiramente automáticas 39.2 Máquinas de capacidade não superior a kg, em peso de roupa seca, com secador centrífugo incorporado 39.3 Outras máquinas de capacidade não superior a 10kg, em peso de roupa seca 39.4 Máquinas de capacidade superior a 10kg, em peso de roupa seca, túneis contínuos 39.5 Outras máquinas de capacidade superior a 10kg, em peso de roupa seca 40 MÁQUINAS E APARELHOS (EXCETO AS MÁQUINAS DA POSIÇÃO 84.50) PARA LA- VAR, LIMPAR, ESPREMER, SECAR, PAS- SAR, PRENSAR (INCLUÍDAS AS PREN- SAS FIXADORAS), BRANQUEAR, TINGIR, PARA APRESTO E ACABAMENTO, PARA REVESTIR OU IMPREGNAR FIOS, TECI- DOS OU OBRAS DE MATÉRIAS TÊXTEIS E MÁQUINAS PARA REVESTIR TECIDOS- BASE OU OUTROS SUPORTES UTILIZA- DOS NA FABRICAÇÃO DE REVESTIMEN- TOS PARA PAVIMENTOS (PISOS), TAIS COMO LINÓLEO; MÁQUINAS PARA EN- ROLAR, DESENROLAR, DOBRAR, COR- TAR OU DENTEAR TECIDOS 40.1 Máquina para lavar a seco; máquinas industriais para lavar a seco 40.2 Máquina industrial de secar de capacidade não superior a 10kg, em peso de roupa seca 40.3 Outras máquinas de secar que funcionem por meio de ondas eletromagnéticas (microondas), cuja produção seja superior ou igual a 120kg/h de produto seco 40.4 Outras máquinas de secar Máquinas e prensas para passar, incluídas as prensas fixadoras, automáticas 40.6 Prensas para passar de peso inferior ou igual a 14kg 40.7 Outras máquinas e prensas para passar Máquinas industriais para lavar Máquina para tingir tecidos em rolos; para tingir por pressão estática, com molinete (rotor de pás), jato de água (jet) ou combinada Outras máquinas para tingir ou branquear fios ou tecidos Outras máquinas lavar, branquear ou tingir Máquinas para inspecionar tecidos Máquinas automáticas, para enfestar ou cortar Outras máquinas para enrolar, desenrolar, dobrar, cortar ou dentear tecidos Suplemento Especial ICMS 65
59 ITEM DESCRIÇÃO NCM/SH Máquinas de mercerizar fios; máquinas de mercerizar tecidos; máquinas de carbonizar ou chamuscar fio ou tecido; alargadoras ou ramas; tosadouras; outras máquinas e aparelhos 41 MÁQUINAS DE COSTURA, EXCETO AS DE COSTURAR CADERNOS DA POSI- ÇÃO 84.40; MÓVEIS, BASES E TAMPAS, PRÓPRIOS PARA MÁQUINAS DE COS- TURA; AGULHAS PARA MÁQUINAS DE COSTURA 41.1 Unidades automáticas para costurar couros ou peles 41.2 Unidades automáticas para costurar tecidos Outras máquinas de costura Outras máquinas para costurar couro ou pele e seus artigos 41.5 Remalhadeiras Máquinas para casear Máquinas tipo zigue-zague para inserir elástico 41.8 Outras máquinas de costurar tecidos MÁQUINAS E APARELHOS PARA PRE- PARAR, CURTIR OU TRABALHAR COU- ROS OU PELES, OU PARA FABRICAR OU CONSERTAR CALÇADO E OUTRAS OBRAS DE COURO OU DE PELE, EXCE- TO MÁQUINAS DE COSTURA 42.1 Máquinas para dividir couros com largura útil inferior ou igual a 3.000mm, com lâmina sem fim, com controle eletrônico programável 42.2 Máquinas e aparelhos para preparar, curtir ou trabalhar couros ou peles; máquinas e aparelhos para amaciar, bufiar, escovar, granear, lixar, lustrar, ou rebaixar couro ou pele; máquinas e aparelhos para descarnar, dividir, estirar, pelar ou purgar couro ou pele; máquinas e aparelhos para cilindrar, enxugar ou prensar couro ou pele 42.3 Máquinas e aparelhos para fabricar ou consertar calçados 42.4 Outras máquinas e aparelhos para preparar, curtir ou trabalhar couros ou peles, ou para fabricar ou consertar calçado e outras obras de couro ou de pele, exceto máquinas de costura 43 CONVERSORES, CADINHOS OU CO- LHERES DE FUNDIÇÃO, LINGOTEIRAS E MÁQUINAS DE VAZAR (MOLDAR), PARA METALURGIA, ACIARIA OU FUNDIÇÃO 43.1 Conversores Lingoteiras Colheres de fundição Máquinas de vazar sob pressão Máquinas de moldar por centrifugação Outras máquinas de vazar (moldar) Agitador eletrônico de aço líquido (stirring) Impulsionador de tarugos com rolos acionados ITEM DESCRIÇÃO NCM/SH 44 LAMINADORES DE METAIS E SEUS CI- LINDROS 44.1 Laminadores de tubos Laminadores a quente e laminadores a quente e a frio de cilindros lisos 44.3 Outros laminadores a quente e laminadores a quente e a frio, para chapas, para fios 44.4 Laminadores a frio de cilindros lisos Outros laminadores a frio, para chapa, para fios 44.6 Cilindros de laminadores fundidos, de aço ou ferro fundido nodular 44.7 Cilindros de laminadores forjados, de aço de corte rápido, com um teor, em peso, de carbono superior ou igual a 0,80% e inferior ou igual a 0,90%, de cromo superior ou igual a 3,50% e inferior ou igual a 4%, de vanádio superior ou igual a 1,60% e inferior ou igual a 2,30%, de molibdênio inferior ou igual a 8,50% e de tungstênio inferior ou igual a 7% 44.8 Outros cilindros laminadores Outras partes de laminadores de metais e seus cilindros; guias roletadas para laminação de redondos, perfis e multi slit ; tesoura corte frio com embreagem ou acionamento por corrente contínua para corte de laminados; bobinadeira laving head para bitolas de diâmetro 5,50 a 25 mm; enroladeira/bobinadeira recoiller para bitolas de diâmetro 20 a 50mm 45 MÁQUINAS-FERRAMENTAS QUE TRABA- LHEM POR ELIMINAÇÃO DE QUALQUER MATÉRIA, OPERANDO POR LASER OU POR OUTRO FEIXE DE LUZ OU DE FÓ- TONS, POR ULTRASOM, POR ELETRO- EROSÃO, POR PROCESSOS ELETRO- QUÍMICOS, POR FEIXES DE ELÉTRONS, POR FEIXES IÔNICOS OU POR JATO DE PLASMA 45.1 Máquinas-ferramentas de comando numérico para texturizar superfícies cilíndri- cas 45.2 Outras máquinas-ferramentas de comando numérico 45.3 Outras máquinas-ferramentas operando por eletroerosão 46 CENTROS DE USINAGEM, MÁQUINAS DE SISTEMA MONOSTÁTICO ( SINGLE STATION ) E MÁQUINAS DE ESTAÇÕES MÚLTIPLAS, PARA TRABALHAR METAIS 46.1 Centros de usinagem Máquinas de sistema monostático ( single station ), de comando numérico 46.3 Outras máquinas de sistema monostático ( single station ) 46.4 Máquinas de estações múltiplas, de comando numérico 46.5 Outras máquinas de estações múltiplas TORNOS (INCLUÍDOS OS CENTROS DE TORNEAMENTO) PARA METAIS 66 ICMS Suplemento Especial
60 ITEM DESCRIÇÃO NCM/SH 47.1 Tornos horizontais, de comando numérico, revólver 47.2 Outros tornos horizontais, de comando numérico, de 6 ou mais fusos porta-peças 47.3 Outros tornos horizontais, de comando numérico Outros tornos horizontais de revólver Outros tornos horizontais Outros tornos de comando numérico Outros tornos MÁQUINAS-FERRAMENTAS (INCLUÍDAS AS UNIDADES COM CABEÇA DESLIZAN- TE) PARA FURAR, MANDRILAR, FRESA- ROU ROSCAR INTERIOR E EXTERIOR- MENTE METAIS, POR ELIMINAÇÃO DE MATÉRIA, EXCETO OS TORNOS (INCLU- ÍDOS OS CENTROS DE TORNEAMENTO) DA POSIÇÃO Unidades com cabeça deslizante Outras máquinas para furar de comando numérico, radiais 48.3 Outras máquinas para furar de comando numérico de mais de um cabeçote mono ou multifuso 48.4 Outras máquinas para furar de comando numérico 48.5 Outras máquinas de furar Outras mandriladoras-fresadoras, de comando numérico 48.7 Outras mandriladoras-fresadoras Outras máquinas para mandrilar Máquinas para fresar, de console, de comando numérico Outras máquinas para fresar, de console Outras máquinas para fresar, de comando numérico Outras máquinas para fresar Outras máquinas para roscar interior ou exteriormente 49. MÁQUINAS-FERRAMENTAS PARA RE- BARBAR, AFIAR, AMOLAR, RETIFICAR, BRUNIR, POLIR OU REALIZAR OUTRAS OPERAÇÕES DE ACABAMENTO EM ME- TAIS OU CERAMAIS ( CER-METS ) POR MEIO DE MÓS, DE ABRASIVOS OU DE PRODUTOS POLIDORES, EXCETO AS MÁQUINAS DE CORTAR OU ACABAR ENGRENAGENS DA POSIÇÃO Máquinas para retificar superfícies planas, cujo posicionamento sobre qualquer dos eixos pode ser estabelecido com precisão de pelo menos 0,01mm, de comando numérico 49.2 Outras máquinas para retificar superfícies planas, cujo posicionamento sobre qualquer dos eixos pode ser estabelecido com precisão de pelo menos 0,01mm 49.3 Outras máquinas para retificar, cujo posicionamento sobre qualquer dos eixos pode ser estabelecido com precisão de pelo menos 0,01mm, de comando numérico ITEM DESCRIÇÃO NCM/SH 49.4 Outras máquinas para retificar, cujo posicionamento sobre qualquer dos eixos pode ser estabelecido com precisão de pelo menos 0,01mm 49.5 Máquinas para afiar, de comando numérico Outras máquinas para afiar Brunidoras de comando numérico, para cilindros de diâmetro inferior ou igual a 312mm 49.8 Outras brunidoras de comando numérico Brunidoras para cilindros de diâmetro inferior ou igual a 312mm Outras brunidoras Máquinas-ferramentas, de comando numérico, de polir, com cinco ou mais cabe- ças e porta-peças rotativo Máquinas-ferramentas, de comando numérico, de esmerilhar, com duas ou mais cabeças e porta-peças rotativo Outras máquinas-ferramentas para rebarbar, afiar, amolar, retificar, brunir, polir ou realizar outras operações de acabamento em metais ou ceramais, de comando numérico Outras máquinas-ferramentas para rebarbar, afiar, amolar, retificar, brunir, polir ou realizar outras operações de acabamento em metais ou ceramais MÁQUINAS-FERRAMENTAS PARA APLAINAR, PLAINAS-LIMADORAS, MÁ- QUINAS-FERRAMENTAS PARA ESCATE- LAR, BROCHAR, CORTAR OU ACABAR ENGRENAGENS, SERRAR, SECCIONAR E OUTRAS MÁQUINAS-FERRAMENTAS QUE TRABALHEM POR ELIMINAÇÃO DE METAL OU DE CERAMAIS ( CERMETS ), NÃO ESPECIFICADAS NEM COMPREEN- DIDAS EM OUTRAS POSIÇÕES 50.1 Plainas-limadoras e máquinas para escatelar Outras plainas-limadoras e máquinas para escatelar 50.3 Máquinas para brochar, de comando numérico Mandriladeiras Máquinas para cortar ou acabar engrenagens, de comando numérico 50.6 Redondeadoras de dentes Outras máquinas para cortar ou acabar engrenagens 50.8 Máquinas para serrar ou seccionar, de fitas sem fim 51.9 Máquinas para serrar ou seccionar, circulares Outras máquinas para serrar ou seccionar; serra de fita, alternativa; cortadeiras Outras máquinas-ferramentas para aplainar, de comando numérico Outras máquinas-ferramentas para aplainar; desbastadeiras; filetadeiras Suplemento Especial ICMS 67
61 ITEM DESCRIÇÃO NCM/SH 51 MÁQUINAS-FERRAMENTAS (INCLUÍDAS AS PRENSAS) PARA FORJAR OU ESTAM- PAR, MARTELOS, MARTELOS-PILÕES E MARTINETES, PARA TRABALHAR METAIS; MÁQUINAS-FERRAMENTAS (INCLUÍDAS AS PRENSAS) PARA ENROLAR, ARQUE- AR, DOBRAR, ENDIREITAR, APLANAR, CISALHAR, PUNCIONAR OU CHANFRAR METAIS; PRENSAS PARA TRABALHAR METAIS OU CARBONETOS METÁLICOS, NÃO ESPECIFICADAS ACIMA 51.1 Máquinas para estampar Outras máquinas (incluídas as prensas) para forjar ou estampar, martelos, martelospilões e martinetes, de comando numérico 51.3 Outras máquinas (incluídas as prensas) para forjar ou estampar, martelos, martelos-pilões e martinetes 51.4 Máquinas (incluídas as prensas) para enrolar, arquear, dobrar, endireitar ou apla- nar, de comando numérico 51.5 Outras máquinas (incluídas as prensas) para enrolar, arquear, dobrar, endireitar ou aplanar 51.6 Máquinas (incluídas as prensas) para cisalhar, exceto as máquinas combinadas de puncionar e cisalhar, de comando numérico 51.7 Máquinas (incluídas as prensas) para cisalhar, exceto as máquinas combinadas de puncionar e cisalhar, tipo guilhotina 51.8 Outras máquinas (incluídas as prensas) para cisalhar, exceto as máquinas combinadas de puncionar e cisalhar 51.9 Máquinas (incluídas as prensas) para puncionar ou para chanfrar, incluídas as máquinas combinadas de puncionar e cisalhar, de comando numérico Outras máquinas (incluídas as prensas) para puncionar ou para chanfrar, incluídas as máquinas combinadas de puncionar e cisalhar Prensas hidráulicas de capacidade igual ou inferior a kN, para moldagem de pós metálicos por sinterização Outras prensas hidráulicas, para moldagem de pós metálicos por sinterização Outras prensas hidráulicas de capacidade igual ou inferior a kN Outras prensas hidráulicas Prensas para moldagem de pós metálicos por sinterização Prensas para extrusão Outras prensas OUTRAS MÁQUINAS-FERRAMENTAS PARA TRABALHAR METAIS OU CERA- MAIS ( CERMETS ), QUE TRABALHEM SEM ELIMINAÇÃO DE MATÉRIA 52.1 Bancas para estirar tubos Outras bancas para estirar barras, perfis, fios ou semelhantes 52.3 Máquinas para fazer roscas internas ou externas por laminagem, de comando hidráulico ITEM DESCRIÇÃO NCM/SH 52.4 Máquinas para fazer roscas internas ou externas por laminagem de pente plano, com capacidade de produção superior ou igual a 160 unidades por minuto, de diâmetro de rosca compreendido entre 3mm e 10mm 52.5 Outras máquinas para fazer roscas internas ou externas por laminagem 52.6 Máquinas para trabalhar arames e fios de metal 52.7 Outras máquinas-ferramentas para trabalhar metais ou ceramais, de comando numérico 52.8 Outras máquinas-ferramentas para trabalhar metais ou ceramais 53 MÁQUINAS-FERRAMENTAS PARA TRA- BALHAR PEDRA, PRODUTOS CERÂMI- COS, CONCRETO, FIBROCIMENTO OU MATÉRIAS MINERAIS SEMELHANTES, OU PARA O TRABALHO A FRIO DO VI- DRO 53.1 Máquinas para serrar Máquinas para esmerilar ou polir, para vidro 53.3 Máquinas de polir placas, para pavimentação ou revestimento, com oito ou mais cabeças, para cerâmica 53.4 Outras máquinas para esmerilar ou polir, para cerâmica 53.5 Outras máquinas para esmerilar ou polir Máquinas-ferramentas para o trabalho a frio do vidro, de comando numérico, para retificar, fresar e perfurar 53.7 Outras máquinas-ferramentas para o trabalho a frio do vidro 53.8 Outras máquinas-ferramentas para trabalhar pedra, produtos cerâmicos, concreto, fibrocimento ou matérias minerais semelhantes 54 MÁQUINAS-FERRAMENTAS (INCLUÍDAS AS MÁQUINAS PARA PREGAR, GRAMPE- AR, COLAR OU REUNIR POR QUALQUER OUTRO MODO) PARA TRABALHAR MA- DEIRA, CORTIÇA, OSSO, BORRACHA ENDURECIDA, PLÁSTICOS DUROS OU MATÉRIAS DURAS SEMELHANTES 54.1 Máquinas-ferramentas capazes de efetuar diferentes tipos de operações sem troca de ferramentas; plaina combinada (desengrossadeira-desempenadeira) 54.2 Máquinas de serrar de fita sem fim Máquinas de serrar circulares Outras máquinas de serrar; serra de desdobro e serras de folhas múltiplas 54.5 Fresadoras Outras máquinas para desbastar ou aplainar; máquinas para fresar ou moldurar, de comando numérico 54.7 Outras máquinas para desbastar ou aplainar; máquinas para fresar ou moldurar; respigadeiras, molduradeiras e talhadeiras; plaina de 3 ou 4 faces; tupias 54.8 Lixadeiras ICMS Suplemento Especial
62 ITEM DESCRIÇÃO NCM/SH 54.9 Outras máquinas para esmerilar, lixar ou polir Máquinas para arquear ou para reunir; prensas para produção de madeira compensada ou placada, com placas aquecidas Máquinas para furar, de comando numérico Máquinas para escatelar, de comando numérico Outras máquinas para furar Outras máquinas para escatelar Máquinas para fender, seccionar ou desenrolar Outras máquinas para descascar madeira; máquinas para fabricação de lã ou palha de madeira; torno tipicamente copiador; qualquer outro torno; máquinas para copiar ou reproduzir; moinhos para fabricação de farinha de madeira; máquinas para fabricação de botões de madeira 55 PARTES E ACESSÓRIOS RECONHECÍ- VEIS COMO EXCLUSIVA OU PRINCIPAL- MENTE DESTINADOS ÀS MÁQUINAS DAS POSIÇÕES A 84.65, INCLUÍDOS OS PORTA-PEÇAS E PORTA-FERRAMEN- TAS, AS FIEIRAS DE ABERTURA AUTO- MÁTICA, OS DISPOSITIVOS DIVISORES E OUTROS DISPOSITIVOS ESPECIAIS, PARA MÁQUINAS-FERRAMENTAS; POR- TA-FERRAMENTAS PARA FERRAMENTAS MANUAIS DE TODOS OS TIPOS Porta-peças, para tornos Dispositivos divisores e outros dispositivos especiais, para máquinas-ferramentas 55.3 Dispositivos divisores e especiais para máquinas da posição Para máquinas da posição Dispositivos divisores e especiais para máquinas para usinagem de metais ou carbonetos metálicos da posição Dispositivos divisores e especiais para máquinas da posição Dispositivos divisores e especiais para máquinas da posição Dispositivos divisores e especiais para máquinas da posição Dispositivos divisores e especiais para máquinas da posição Dispositivos divisores e especiais para máquinas da posição Dispositivos divisores e especiais para máquinas da posição Dispositivos divisores e especiais para das subposições ou Dispositivos divisores e especiais para prensas para extrusão ITEM DESCRIÇÃO NCM/SH Dispositivos divisores e especiais para máquinas: de estirar fios ou tubos; de cisalhar (incluídas as prensas), exceto as máquinas combinadas de puncionar e cisalhar; de puncionar ou chanfrar, incluídas as máquinas combinadas de puncionar e cisalhar; de fazer roscas internas ou externas por rolagem ou laminagem; de trabalhar arames e fios de metal; de trefiladeiras manuais; estiradoras ou trefiladoras para fios; extrusoras e para outras máquinas da posição 84.63, não especificadas 56 FERRAMENTAS PNEUMÁTICAS, HIDRÁU- LICAS OU COM MOTOR (ELÉTRICO OU NÃO ELÉTRICO) INCORPORADO, DE USO MANUAL 56.1 Furadeiras Outras ferramentas pneumáticas rotativas Outras ferramentas pneumáticas; martelos ou marteletes; pistolas de ar comprimi- do para lubrificação 56.4 Serra de corrente Outras ferramentas com motor elétrico incorporado, de uso manual 57 MÁQUINAS E APARELHOS PARA SOL- DAR, MESMO DE CORTE, EXCETO OS DA POSIÇÃO 85.15; MÁQUINAS E APA- RELHOS A GÁS, PARA TÊMPERA SUPER- FICIAL 57.1 Maçaricos de uso manual Outras máquinas e aparelhos a gás para soldar matérias termo-plásticas; qualquer outro aparelho para soldar ou cortar; aparelhos manuais ou pistolas para têmpera superficial; qualquer outro aparelho para têmpera superficial 57.3 Outras máquinas e aparelhos para soldar por fricção 57.4 Outras máquinas e aparelhos para soldar MÁQUINAS E APARELHOS PARA SELE- CIONAR, PENEIRAR, SEPARAR, LAVAR, ESMAGAR, MOER, MISTURAR OU AMAS- SAR TERRAS, PEDRAS, MINÉRIOS OU OUTRAS SUBSTÂNCIAS MINERAIS SÓLI- DAS (INCLUÍDOS OS PÓS E PASTAS); MÁ- QUINAS PARA AGLOMERAR OU MOLDAR COMBUSTÍVEIS MINERAIS SÓLIDOS, PASTAS CERÂMICAS, CIMENTO, GESSO OU OUTRAS MATÉRIAS MINERAIS EM PÓ OU EM PASTA; MÁQUINAS PARA FAZER MOLDES DE AREIA PARA FUNDIÇÃO 58.1 Máquinas e aparelhos para selecionar, peneirar, separar ou lavar 58.2 Máquinas e aparelhos para esmagar, moer ou pulverizar, de bolas 58.3 Outras máquinas e aparelhos para esmagar, moer ou pulverizar 58.4 Betoneiras e aparelhos para amassar cimento Máquinas para misturar matérias minerais com betume 58.6 Outras máquinas e aparelhos para misturar ou amassar Suplemento Especial ICMS 69
63 ITEM DESCRIÇÃO NCM/SH 58.7 Outras máquinas e aparelhos para fabricação de moldes de areia para fundição Outras máquinas e aparelhos para selecionar, peneirar, separar, lavar, esmagar, moer, misturar ou amassar terras, pedras, minérios ou outras substâncias minerais sólidas; máquinas para fabricar tijolos 59 MÁQUINAS PARA MONTAGEM DE LÂMPA- DAS, TUBOS OUVÁLVULAS, ELÉTRICOS OU ELETRÔNICOS, OU DE LÂMPADAS DE LUZ RELÂMPAGO ( FLASH ), QUE TENHAM INVÓLUCRO DE VIDRO; MÁQUINAS PARA FABRICAÇÃO OU TRABALHO A QUENTE DO VIDRO OU DAS SUAS OBRAS 59.1 Máquinas para montagem de lâmpadas, tubos ou válvulas, elétricos ou eletrônicos, ou de lâmpadas de luz relâmpago ( flash ), que tenham invólucro de vidro 59.2 Máquinas para fabricação de fibras ópticas e de seus esboços 59.3 Outra máquinas para fabricação de recipientes da posição 70.10, exceto ampo- las 59.4 Outras máquinas para fabricação ou trabalho a quente do vidro ou das suas obras; máquinas para moldagem de lâmpadas, válvulas e semelhantes 60 MÁQUINAS E APARELHOS PARA TRA- BALHAR BORRACHA OU PLÁSTICOS OU PARA FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DESSAS MATÉRIAS, NÃO ESPECIFICA- DOS NEM COMPREENDIDOS EM OU- TRAS POSIÇÕES DESTE CAPÍTULO 60.1 Monocolor, para materiais termoplásticos, com capacidade de injeção inferior ou igual a 5.000g e força de fechamento inferior ou igual a kN 60.2 Outras máquinas de moldar por injeção, horizontais, de comando numérico 60.3 Monocolor, para materiais termoplásticos, com capacidade de injeção inferior ou igual a 5.000g e força de fechamento inferior ou igual a kN 60.4 Outras máquinas de moldar por injeção, horizontais 60.5 Outras máquinas de moldar por injeção, de comando numérico 60.6 Outras máquinas de moldar por injeção Extrusoras, para materiais termoplásticos, com diâmetro da rosca inferior ou igual a 300mm 60.8 Outras extrusoras Máquinas de moldar por insuflação para fabricação de recipientes termoplásticos de capacidade inferior ou igual a 5 litros, com uma produção inferior ou igual a unidades por hora, referente a recipiente de 1 litro Outras máquinas de moldar por insuflação Máquina de moldar a vácuo poliestireno expandido (EPS) ou polipropileno expandido (EPP) Outras máquinas de moldar a vácuo e outras máquinas de termoformar ITEM DESCRIÇÃO NCM/SH Máquina para moldar ou recauchutar pneumáticos ou para moldar ou dar forma a câmaras-de-ar Prensa com capacidade inferior ou igual a kN Outras prensas Outras máquinas e aparelhos para moldar ou dar forma Máquina de unir lâminas de borracha entre si ou com tecidos com borracha, para fabricação de pneumáticos Outras máquinas e aparelhos para trabalhar borracha ou plásticos ou para fabri- cação de produtos dessas matérias 61 Outras máquinas e aparelhos para preparar ou transformar tabaco; máquinas para fabricar cigarros, charutos, cigarrilhas e semelhantes; máquinas debulhadoras de tabaco em folha; máquinas separadoras lineares de tabaco em folha; máquinas classificadoras de lâmina de tabaco em folhas; distribuidora tipo Splitter para tabaco em folha; cilindros condicionados de tabaco em folha; cilindros rotativos com peneiras para tabaco em folha 62 MÁQUINAS E APARELHOS MECÂNICOS COM FUNÇÃO PRÓPRIA, NÃO ESPECIFI- CADOS NEM COMPREENDIDOS EM OU- TRAS POSIÇÕES DESTE CAPÍTULO 62.1 Máquinas e aparelhos para extração ou preparação de óleos ou gorduras vegetais fixos ou de óleos ou gorduras animais 62.2 Prensas para fabricação de painéis de partículas, de fibras de madeira ou de outras matérias lenhosas, e outras máquinas e aparelhos para tratamento de madeira ou de cortiça 62.3 Máquinas para fabricação de cordas ou cabos 62.4 Diferenciadores das tensões de tração de entrada e saída da chapa, em instalações de galvanoplastia 62.5 Outras máquinas e aparelhos para tratamento de metais, incluídas as bobinado- ras para enrolamentos elétricos 62.6 Máquinas e aparelhos para fabricação de pincéis, brochas ou escovas 62.7 Outras máquinas e aparelhos; packer (obturador) CAIXAS DE FUNDIÇÃO; PLACAS DE FUNDO PARA MOLDES; MODELOS PARA MOLDES; MOLDES PARA METAIS (EXCE- TO LINGOTEIRAS), CARBONETOS ME- TÁLICOS, VIDRO, MATÉRIAS MINERAIS, BORRACHA OU PLÁSTICOS 63.1 Caixas de fundição Modelos para moldes: de madeira, de alumínio, de ferro, ferro fundido ou aço, de cobre, bronze ou latão, de níquel, de chumbo, de zinco, outros 63.3 Moldes para metais ou carbonetos metálicos, para moldagem por injeção ou por compressão 63.4 Coquilhas ICMS Suplemento Especial
64 ITEM DESCRIÇÃO NCM/SH 63.5 Outros moldes para metais ou carbonetos metálicos; moldes de tipografia 63.6 Moldes para vidro Moldes para matérias minerais Moldes para borracha ou plásticos, para moldagem por injeção ou por compressão 63.9 Outros moldes para borracha ou plásticos ORNEIRAS, VÁLVULAS (INCLUÍDAS AS REDUTORAS DE PRESSÃO E AS TER- MOSTÁTICAS) E DISPOSITIVOS SEME- LHANTES, PARA CANALIZAÇÕES, CAL- DEIRAS, RESERVATÓRIOS, CUBAS E OUTROS RECIPIENTES 64.1 Válvulas tipo gaveta Válvulas tipo esfera Válvulas tipo borboleta Outros dispositivos para canalizações, caldeiras, reservatórios, cubas e outros recipientes; árvore de natal 65 ÁRVORES DE TRANSMISSÃO (INCLUÍ- DAS AS ÁRVORES DE CAMES E VIRA- BREQUINS) E MANIVELAS; MANCAIS E BRONZES ; ENGRENAGENS E RODAS DE FRICÇÃO; EIXOS DE ESFERAS OUDE ROLETES; REDUTORES, MULTIPLICA- DORES, CAIXAS DE TRANSMISSÃO E VARIADORES DE VELOCIDADE, INCLU- ÍDOS OS CONVERSORES DE TORQUE; VOLANTES E POLIAS, INCLUÍDAS AS POLIAS PARA CADERNAIS; EMBREA- GENS E DISPOSITIVOS DE ACOPLAMEN- TO, INCLUÍDAS AS JUNTAS DE ARTICU- LAÇÃO 65.1 Caixas de transmissão, redutores, multiplicadores e variadores de velocidade, incluídos os conversores de torques 65.2 Outros eixos de esferas ou de roletes; engrenagens e rodas de fricção TRANSFORMADORES ELÉTRICOS, CONVERSORES ELÉTRICOS ESTÁTICOS (RETIFICADORES, POR EXEMPLO), BO- BINAS DE REATÂNCIA E DE AUTO-INDU- ÇÃO 66.1 Carregadores de acumuladores Acionamento eletrônico de gaiolas; conversor e retificador para laminação e tre- filadeiras; inversores digital para variação de rotação de motores elétricos em laminadores e trefiladeiras 67 FORNOS ELÉTRICOS INDUSTRIAIS OU DE LABORATÓRIO, INCLUÍDOS OS QUE FUNCIONAM POR INDUÇÃO OU POR PERDAS DIELÉTRICAS; OUTROS APA- RELHOS INDUSTRIAIS OU DE LABORA- TÓRIO PARA TRATAMENTO TÉRMICO DE MATÉRIAS POR INDUÇÃO OU POR PER- DAS DIELÉTRICAS 67.1 Fornos de resistência, de aquecimento indireto, industriais 67.2 Fornos que funcionam por indução, industriais ITEM DESCRIÇÃO NCM/SH 67.3 Fornos que funcionam por perdas dielétricas Fornos de resistência, de aquecimento direto, industriais 67.5 Fornos de arco voltaico, industriais Outros fornos elétricos industriais; fornos industriais de banho; fornos industriais de raios infra-vermelhos 67.7 Partes e peças para fornos industriais; controlador eletrônico para forno à arco; estrutura metálica para forno à arco (superestrutura); braços de suporte de eletrodos para forno à arco com sistema de fixação e abertura por cilindros hidráulicos/molas pratos 68 MÁQUINAS E APARELHOS PARA SOL- DAR (MESMO DE CORTE) ELÉTRICOS (INCLUÍDOS OS A GÁS AQUECIDO ELETRICAMENTE), A LASER OU OU- TROS FEIXES DE LUZ) OU DE FOTÕES, A ULTRASOM, A FEIXES DE ELÉTRONS, AIMPULSOS MAGNÉTICOS OU A JATO DE PLASMA; MÁQUINAS E APARELHOS ELÉTRICOS PARA PROJEÇÃO A QUEN- TE DE METAIS OU DE CERAMAIS ( CER- METS 68.1 Máquinas e aparelhos para soldar metais por resistência Inteira ou parcialmente automáticos 68.2 Robôs para soldar, por arco, em atmosfera inerte (MIG - Metal Inert Gas ) ou at- mosfera ativa (MAG - Metal Active Gas ), de comando numérico 68.3 Outras máquinas e aparelhos para soldar metais por arco ou jato de plasma, inteira ou parcialmente automáticos 68.4 Outras máquinas e aparelhos para soldar metais por arco ou jato de plasma 68.5 Outras máquinas e aparelhos para soldar a laser 68.6 Outros máquinas e aparelhos para soldar Instalação contínua de galvanoplastia eletrolítica de fios de aço, por processo de alta densidade de corrente, com unidades de decapagem eletrolítica, de lavagem e de estanhagem, com controlador de processo 70 Mancal de bronze para locomotiva Máquinas e aparelhos para ensaios de metais - câmara para teste de correção denominada Salt Spray ANEXO II (CLÁUSULA PRIMEIRA DO CONVÊNIO ICMS N o 52/91) MÁQUINAS E IMPLEMENTOS AGRÍCOLAS ITEM DESCRIÇÃO NCM/SH 1 RESERVATÓRIOS, TAMBORES, LATAS E RECIPIENTES SEMELHANTES 1.1 Reservatórios, tambores, latas e recipientes semelhantes, de plástico, de capacidade não superior a 300 litros, para transporte de leite Suplemento Especial ICMS 71
65 ITEM DESCRIÇÃO NCM/SH 1.2 Reservatórios, tambores, latas e recipientes semelhantes, de liga de alumínio, de capacidade não superior a 300 litros, para transporte de leite Reservatórios, tambores, latas e recipientes semelhantes, de ferro fundido, ferro ou aço, de capacidade não superior a 300 litros, para transporte de leite e Reservatórios, tambores, latas e recipientes semelhantes, de latão (liga de cobre e zinco), de capacidade não superior a 300 litros, para transporte de leite 2 SILOS SEM DISPOSITIVOS DE VENTILA- ÇÃO OU AQUECIMENTO INCORPORA- DOS, MESMO QUE POSSUAM TUBULA- ÇÕES QUE PERMITAM A INJEÇÃO DE AR PARA VENTILAÇÃO OU AQUECIMENTO 2.1 Silos de matéria plástica artificial ou de lona plastificada, com capacidade superior a 300 litros 2.2 Silos de ferro ou aço para armazenamento de grãos e outras matérias sólidas 2.3 Silos com dispositivos de ventilação ou aquecimento (ventiladores ou aquecedores) incorporados, de qualquer matéria 2.4 Silos metálicos para cereais, fixos (não transportáveis), incluídas as baterias, com mecanismos elevadores ou extratores incorporados 2.5 Silos pré-fabricados com estrutura de madeira e paredes exteriores constituídas essencialmente dessa matéria 2.6 Silos pré-fabricados com estrutura de ferro ou aço e paredes exteriores constituí- das essencialmente dessa matéria 3 Troncos (bretes) de contenção bovina OBRAS MOLDADAS, DE FERRO FUNDI- DO, FERRO OU AÇO 4.1 Comedouros para animais Ninhos metálicos para aves Esteiras ou lagartas especiais para proteção de pneus de tratores 5 PÁS, ALVIÕES, PICARETAS, ENXADAS, SACHOS, FORCADOS, FORQUILHAS, ANCINHOS E RASPADEIRAS; MACHA- DOS, PODÕES E FERRAMENTAS SEME- LHANTES COM GUME; TESOURAS DE PODAR DE TODOS OS TIPOS; FOICES E FOICINHAS, FACAS PARA FENO OU PARA PALHA, TESOURAS PARA SEBES, CUNHAS E OUTRAS FERRAMENTAS MA- NUAIS PARA AGRICULTURA, HORTICUL- TURA OU SILVICULTURA. 5.1 Pás Forcados e forquilhas Alviões, picaretas, enxadas, sachos, ancinhos e raspadeiras 5.4 Machados, podões e ferramentas semelhantes com gume Tesouras de podar (incluídas as tesouras para aves) manipuladas com uma das mãos ITEM DESCRIÇÃO NCM/SH 5.6 Tesouras para sebes, tesouras de podar e ferramentas semelhantes, manipuladas com as duas mãos 5.7 Outras ferramentas manuais, para agricultura, horticultura e silvicultura Moinhos de vento (catavento) destinados a bombear água 7 DISPOSITIVOS DESTINADOS À SUSTEN- TAÇÃO DE SILOS (ARMAZÉNS) INFLÁ- VEIS, DESDE QUE AS SAÍDAS, DO MES- MO ESTABELECIMENTO INDUSTRIAL, OCORRAM SIMULTANEAMENTE COM AS COBERTURAS DE LONA PLASTIFICADA OU DE MATÉRIA PLÁSTICA ARTIFICIAL, COM AS QUAIS FORMEM UM CONJUN- TO COMPLETO 7.1 Ventiladores Compressores de ar estacionários, de pistão 7.3 Outros compressores de ar Coifas (exaustores) Secadores para produtos agrícolas Balanças bovinas mecânicas ou eletrônicas APARELHOS MECÂNICOS (MESMO MA- NUAIS) PARA PROJETAR, DISPERSAR OU PULVERIZAR LÍQUIDOS OU PÓS 10.1 Aparelho para projetar, dispersar ou pulverizar fungicidas, inseticidas e outros produtos para combate a pragas, de uso agrícola, manuais Outros aparelhos para projetar, dispersar ou pulverizar fungicidas, inseticidas e outros produtos para combate a pragas, de uso agrícola 10.3 Irrigadores e sistemas de irrigação para uso na lavoura, por aspersão 10.4 Outros irrigadores e sistemas de irrigação EMPILHADEIRAS; OUTROS VEÍCULOS PARA MOVIMENTAÇÃO DE CARGA E SE- MELHANTES, EQUIPADOS COM DISPO- SITIVOS DE ELEVAÇÃO 11.1 Máquina apanhadora e carregadora de cana, autopropulsada 11.2 Carregadores para serem acoplados a trator agrícola 12 Plainas niveladoras de levantamento hidráulico; valetadeira rebocável, do tipo utilizado exclusivamente na agricultura; raspo-transportador ( Scraper ), rebocável, de 2 (duas) rodas, com capacidade de carga de 1,00 m3 a 3,00 m3, do tipo utilizado exclusivamente em trabalhos agrícolas 13 MÁQUINAS E APARELHOS DE USO AGRÍCOLA, HORTÍCOLA OU FLORES- TAL, PARA PREPARAÇÃO OU TRABALHO DO SOLO OU PARA CULTURA 13.1 Arado de disco Enxadas rotativas Semeadores-adubadores Outros plantadores e transplantadores ICMS Suplemento Especial
66 ITEM DESCRIÇÃO NCM/SH 13.5 Espalhadores de estrume e distribuidores de adubos (fertilizantes) 13.6 Outras máquinas e aparelhos de uso agrícola, hortícola ou florestal para preparação ou trabalho do solo Partes de máquinas e aparelhos de uso agrícola, hortícola ou florestal, para preparação ou trabalho do solo ou para cultura 14 MÁQUINAS E APARELHOS PARA CO- LHEITA OU DEBULHA DE PRODUTOS AGRÍCOLAS, INCLUÍDAS AS ENFARDA- DEIRAS DE PALHA OU FORRAGEM; E CEIFEIRAS; MÁQUINAS PARA LIMPAR OU SELECIONAR OVOS, FRUTAS OU OUTROS PRODUTOS AGRÍCOLAS 14.1 Cortadores de grama, motorizados, cujo dispositivo de corte gira num plano horizontal 14.2 Outros cortadores de grama Ceifeiras, incluídas as barras de corte para montagem em tratores, com dispositivo de acondicionamento em fileiras constituído por rotor de dedos e pente 14.4 Outras ceifeiras, incluídas as barras de corte para montagem em tratores 14.5 Outras máquinas e aparelhos para colher e dispor o feno 14.6 Enfardadeiras de palha ou de forragem, incluídas as enfardadeiras-apanhadeiras 14.7 Ceifeiras-debulhadoras Outras máquinas e aparelhos para debulha Máquinas para colheita de raízes ou tubérculos Colheitadeiras de algodão, com capacidade para trabalhar até dois sulcos de colheita e potência no volante inferior ou igual a 59,7kW (80HP) Outras colheitadeiras de algodão Aparelhos para colheita; máquinas e aparelhos para debulha Selecionadores de frutas Máquinas para limpar ou selecionar ovos com capacidade superior ou igual a ovos por hora Outras máquinas para limpar ou selecionar ovos Outras máquinas para limpar ou selecionar produtos agrícolas Partes de máquinas agrícolas para colheita e debulha 15 Máquinas de ordenhar OUTRAS MÁQUINAS E APARELHOS PARA AGRICULTURA, HORTICULTURA, SILVICULTURA, AVICULTURA OU APICUL- TURA, INCLUÍDOS OS GERMINADORES EQUIPADOS COM DISPOSITIVOS MECÂ- NICOS OU TÉRMICOS E AS CHOCADEI- RAS E CRIADEIRAS PARA AVICULTURA 16.1 Máquinas e aparelhos para preparação de alimentos ou rações para animais 16.2 Chocadeiras e criadeiras Outros aparelhos para avicultura ITEM DESCRIÇÃO NCM/SH 16.4 Outras máquinas e aparelhos para agricultura, horticultura, silvicultura ou apicultura 16.5 Partes de máquinas e aparelhos para avicultura Partes de máquinas e aparelhos para agricultura, horticultura, silvicultura ou apicultura 17 Moto-serras portáteis de corrente, com motor incorporado, não elétrico, de uso agrícola 18 Aparelho de radio navegação para uso agrícola 19 TRATORES (EXCETO OS CARROS-TRA- TORES DA POSIÇÃO 87.09) 19.1 Motocultores Tratores agrícolas de rodas, sem esteiras Outras bombas, cujo funcionamento não seja o mesmo das bombas volumétricas ou centrífugas 21 REBOQUES E SEMI-REBOQUES, PARA QUAISQUER VEÍCULOS; OUTROS VEÍ- CULOS NÃO AUTOPROPULSADOS 21.1 Reboques e semi-reboques, auto-carregáveis ou auto-descarregáveis, para usos agrícolas 21.2 Veículos de tração animal AVIÕES AGRÍCOLAS A HÉLICE 22.1 Aviões, à hélice, de peso não superior a kg, vazios, quando houverem recebido previamente o Certificado de Homologação de Tipo expedido pelo órgão competente do Ministério da Aeronáutica 22.2 Aviões, à hélice, de peso superior a kg, mas não superior a kg, vazios, quando houverem recebido previamente o Certificado de Homologação de Tipo expedido pelo órgão competente do Ministério da Aeronáutica 23 PARTES DOS VEÍCULOS E APARELHOS DA POSIÇÃO Hélices e rotores, e suas partes Trens de aterrissagem e suas partes Outras partes de aviões Outras Ovascan Estufa agrícola pré-fabricada em estrutura de aço ou alumínio, com coberturas e fechamentos em filmes, telas ou placas de plástico, opcionalmente com janelas e cortinas de acionamento manual ou motorizado, exaustores, iluminação elétrica, bancadas de cultivo e sistemas Cláusula segunda. Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional. [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Nota Por meio do Ato Declaratório Confaz n o 8/2009 (DOU 1 de ), foi declarada a ratificação deste convênio. Suplemento Especial ICMS 73
67 ICMS - Isenção nas operações com medicamentos e equipamentos destinados a pesquisas que envolvam seres humanos - Alterações Este ato altera e acrescenta itens ao Anexo Único do Convênio ICMS n o 9/2007, que autoriza os Estados a conceder isenção do imposto nas operações internas e interestaduais e na importação de medicamentos e equipamentos destinados a pesquisas que envolvam seres humanos, inclusive em programas de acesso expandido. Convênio ICMS n o 90, de DOU 1 de , retificado no de Altera o Anexo Único do Convênio ICMS n o 9/2007, que autoriza os Estados a conceder isenção do ICMS nas operações internas e interestaduais e na importação de medicamentos e equipamentos destinados a pesquisas que envolvam seres humanos, inclusive em programas de acesso expandido. O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 135 a reunião ordinária, realizada em São Luis, MA, no dia 25 de setembro de 2009, tendo em vista o disposto na Lei Complementar n o 24, de 7 de janeiro de 1975, resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. Os itens 1 a 5, 12, 15,16, 21 a 23 e 30 do Anexo Único do Convênio ICMS 9/07, de 30 de março de 2007 passam a vigorar com as seguintes redações: ANEXO ÚNICO Item NCM/SH Medicamentos e Reagentes Químicos CERA 1000 mcg CERA 400 mcg CERA 200 mcg CERA 100 mcg CERA 50 mcg Bevacizumab 100 mg Docetaxel 20 mg Docetaxel 80 mg Cisplatina 50 mg Rituximab 100 mg Rituximab 500 mg Tocilizumab 200 mg. Cláusula segunda. Ficam acrescidos os itens 44 a 68 ao Anexo Único do Convênio ICMS n o 9/2007, com as seguintes redações: Item NCM/SH Medicamentos e Reagentes Químicos Insulina Glargina 100 unidades/ml RO ,5 mg RO mg RO mg RO ou placebo RO inibidor SGLT Taspoglutida - 10 mg Taspoglutida - 20 mg Taspoglutida ou placebo Aleglitazar RO mg Pioglitazona - 45 mg Pioglitazona - 30 mg Pioglitazona ou placebo Erlotinib ou placebo Erlotinib 150 mg Trastuzumab MCC DMI 160 mg liofilisado Lapatinib 250 mg Trastuzumab 120 mg + rhuph unidades Rituximab 1200 mg + rhuph unidades Fluorouracil Tocilizumab Pertuzumab Ocrelizumab DPP - IV inhibitor Cláusula terceira. Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional. [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Nota Por meio do Ato Declaratório Confaz n o 8/2009 (DOU 1 de ), foi declarada a ratificação deste convênio. ICMS - Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FSDA) - Alterações Este ato altera e acrescenta dispositivos ao Convênio ICMS n o 110/2008, que dispõe sobre o Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FSDA). Convênio ICMS n o 91, de DOU 1 de Altera o Convênio ICMS n o 110/2008, que dispõe sobre o Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FSDA). O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 135 a reunião ordinária, realizada em São Luis, MA, no dia 25 de setembro de 2009, tendo em vista o disposto no art. 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), resolve celebrar o seguinte 74 ICMS Suplemento Especial
68 CONVÊNIO Cláusula primeira. Passam a vigorar com a seguinte redação os dispositivos adiante indicados do Convênio ICMS n o 110/2008, de 26 de setembro de 2008: I - o inciso V da cláusula segunda: V - memorial descritivo das máquinas e equipamentos a serem utilizados no processo produtivo, bem como cópia das notas fiscais dos equipamentos gráficos; II - a cláusula terceira: Cláusula terceira. Recebido o requerimento de credenciamento de fabricante, a Secretaria Executiva do CONFAZ o encaminhará a Subgrupo técnico responsável pelo tema, o qual deverá efetuar: I - análise dos documentos apresentados; II - emissão de parecer sobre o requerimento. 1 o Compete ao Grupo Técnico 06 da COTEPE/ICMS manifestar-se sobre o parecer elaborado pelo Sub Grupo e remeter o requerimento à Secretaria Executiva do CONFAZ. 2 o O Subgrupo referido nesta cláusula será composto por representantes de seis unidades da Federação, participantes do GT 06, designados em reunião da COTEPE/ICMS, renovado a cada dois anos. III - o caput da cláusula quinta: Cláusula quinta O FS-DA terá numeração tipográfica seqüencial de a , vedada a sua reinicialização, e seriação de AA a ZZ, em caráter tipo leibinger, corpo 12, impressa na área reservada conforme definido em Ato COTEPE, adotando-se seriação exclusiva por estabelecimento fabricante do formulário de segurança, conforme estabelecido pela Comissão Técnica Permanente do ICMS- COTEPE/ICMS. IV - a cláusula oitava: Cláusula oitava O fabricante, devidamente credenciado nos termos deste convênio, poderá fornecer o FS-DA à estabelecimento gráfico distribuidor credenciado nos termos deste convênio ou a contribuinte do ICMS credenciado a emitir documentos fiscais eletrônicos mediante apresentação de Autorização de Aquisição de Formulário de Segurança para Documentos Auxiliares de Documentos Fiscais Eletrônicos - AAFS-DA, autorizado pela Administração Tributária da localização do estabelecimento adquirente, que conterá no mínimo: I - denominação: Autorização de Aquisição de Formulário de Segurança para Documentos Auxiliares de Documentos Fiscais Eletrônicos - AAFS-DA; II - identificação do estabelecimento adquirente; III - identificação do fabricante credenciado; IV - identificação do órgão da Administração Tributária que autorizou; V - número do AAFS-DA: com 9 (nove) dígitos; VI - a quantidade de FS-DA a serem fornecidos; VII - a seriação e a numeração inicial e final do FS-DA a ser fornecido; 1 o O FS-DA adquirido por estabelecimento gráfico distribuidor credenciado deverá ser revendido a contribuinte do ICMS credenciado a emitir documentos fiscais eletrônicos, mediante emissão de novo AAFS-DA que conterá adicionalmente a: 1. identificação do fabricante do FS-DA; 2. identificação do estabelecimento gráfico distribuidor credenciado; 3. indicação da AAFS-DA relativa a aquisição anterior do FS-DA pelo estabelecimento gráfico distribuidor e objeto da revenda; 2 o O AAFS-DA será impresso em formulário de segurança e emitido em 3 (três) vias, tendo a seguinte destinação: a) 1 a via: fisco; b) 2 a via: adquirente do FS-DA; c) 3 a via: fornecedor do FS-DA. 3 o A Administração Tributária poderá autorizar o AAFS - DA via sistema informatizado, dispensando a seu critério o uso do formulário impresso. 4 o As especificações técnicas estabelecidas nesta cláusula deverão obedecer aos padrões do modelo disponibilizado pela COTEPE/ICMS. 5 o A Administração Tributária, antes de autorizar a AAFS-DA, poderá solicitar que o estabelecimento gráfico distribuidor ou o contribuinte do ICMS credenciado a emitir documentos fiscais eletrônicos adquirente do FS-DA apresente relatório de utilização dos FS-DA anteriormente adquiridos. VI - a alínea b do inciso III da cláusula décima: b) tratar-se de fornecimento para estabelecimento gráfico distribuidor ou para contribuinte credenciado a emitir documentos fiscais eletrônicos; VII - o caput da cláusula décima terceira: Cláusula décima terceira Ficam credenciados como fabricantes de Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA), os fabricantes dos formulários de segurança destinados ao impressor autônomo, conforme estabelecido nos Convênios ICMS n o 58/1995 e 131/1995 e que tenham sido credenciados até a data de publicação deste convênio, desde que observados os incisos VI e VII da cláusula segunda deste convênio. VIII - a cláusula décima terceira - A: Cláusula décima terceira - A Os fabricantes do FS-DA, os estabelecimentos gráficos distribuidores credenciados, os emissores de documentos fiscais eletrônicos e as unidades federadas, ou apenas as unidades federadas, a critério destas, farão a alimentação sistemática dos dados das AAFS-DA em um sistema nacional de informações conforme prazos, formas, condições e regras a serem definidas em Ato COTEPE. Cláusula segunda. Fica acrescentada a cláusula terceira - A ao Convênio ICMS n o 110/2008, com a seguinte redação: Cláusula terceira - A - Aprovado o parecer técnico do Grupo Técnico 06 pela COTEPE, a Secretaria Executiva do CONFAZ convocará os integrantes do Sub Grupo que analisou a documentação bem como a mostra apresentada pelo requerente, para efetuar a visita técnica ao estabelecimento onde serão produzidos os formulários; 1 o Compete a COTEPE/ICMS deliberar sobre a aprovação do requerimento, e em seguida publicar a deliberação no Diário Oficial da União, juntamente com o parecer. Suplemento Especial ICMS 75
69 2 o Em caso de deliberação favorável pela COTEPE/ICMS, a requerente estará credenciada a produzir os Formulários de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS- DA) a partir da data da publicação no Diário Oficial da União. 3 o O fabricante credenciado deverá comunicar imediatamente a COTEPE/ICMS e aos Fiscos das unidades da Federação quaisquer anormalidades verificadas no processo de fabricação e distribuição do formulário de segurança. Cláusula terceira. Ficam revogados os seguintes dispositivos do Convênio ICMS n o 110/08: I - o 4 o da cláusula primeira; II - o 1 o da cláusula quinta; III - o inciso III da cláusula sexta. Cláusula quarta. Este convênio entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o novembro de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] IV - enviará ao Coordenador Geral Adjunto do Protocolo ICMS n o 41/2006, até o quinto dia útil do mês, relação das empresas que protocolaram pedido de análise funcional no mês anterior, contendo a data do protocolo, a Razão Social e CNPJ. Cláusula segunda. Fica acrescido o 2 o à cláusula oitava do Convênio ICMS n o 15/2008, com a seguinte redação: 2 o A versão do Roteiro de Análise Funcional de PAF-ECF a ser aplicada na análise funcional será a última, desde que aprovada há no mínimo 30 (trinta) dias antes da data do protocolo do pedido de análise no órgão técnico. Cláusula terceira. O parágrafo único da cláusula oitava do Convênio ICMS n o 15/2008, fica renomeado para 1 o. Cláusula quarta. Este convênio entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] ICMS - ECF - Análise funcional do Programa Aplicativo Fiscal (PAF-ECF) - Alterações Este ato acrescenta dispositivos ao Convênio ICMS n o 15/2008, que dispõe sobre normas e procedimentos relativos à análise funcional do Programa Aplicativo Fiscal (PAF-ECF), destinado a enviar comandos de funcionamento ao equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) relativamente às obrigações do órgão técnico credenciado e aos procedimentos da análise funcional de ECF. Convênio ICMS n o 92, de DOU 1 de Altera o Convênio ICMS n o 15/2008, que dispõe sobre normas e procedimentos relativos à análise de Programa Aplicativo Fiscal (PAF-ECF) destinado a enviar comandos de funcionamento ao equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). O Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, na sua 135 a reunião ordinária, realizada em São Luis, MA, no dia 25 de setembro de 2009, tendo em vista o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO Cláusula primeira. Fica acrescido o inciso IV à cláusula quinta do Convênio ICMS n o 15/2008, de 4 de abril de 2008, com a seguinte redação: ICMS/IPI - Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) - Atividade sujeita à sua adoção - Alteração Este ato altera a redação do inc. XXII do caput da Cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 10/2007, que estabelece a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os setores que especifica, para incluir nas suas disposições os comerciantes atacadistas de lubrificantes e graxas derivados ou não de petróleo. Protocolo ICMS n o 41, de DOU 1 de Altera o Protocolo ICMS n o 10/2007, que estabelece a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os setores que especifica. Os Estados do Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins e o Distrito Federal, neste ato representados pelos respectivos Secretários de Fazenda, Finanças ou Tributação, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional - Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966, e no 2 o da cláusula primeira do Ajuste SINIEF n o 07/2005, de 30 de setembro de 2005, resolvem celebrar o seguinte 76 ICMS Suplemento Especial
70 PROTOCOLO Cláusula primeira. O inciso XXII do caput da cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 10/2007, de 18 de abril de 2007, passa a vigorar com a seguinte redação: XXII - comerciantes atacadistas de lubrificantes e graxas derivados ou não de petróleo;. Cláusula segunda. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de abril de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ICMS/IPI - Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) - Obrigatoriedade da utilização pelo critério de CNAE e de destinatários Este ato estabelece a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) em substituição à Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, pelo critério de CNAE e em operações com destinatários específicos. Protocolo ICMS n o 42, de DOU 1 de , retificado no de Estabelece a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) em substituição à Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, pelo critério de CNAE e operações com os destinatários que especifica. Os Estados do Acre, Amazonas, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, Tocantins e Distrito Federal, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda e Receita, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional, Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966, e no 2 o da Cláusula Primeira do Ajuste SINIEF n o 07/2005, de 30 de setembro de 2005, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Acordam os Estados e o Distrito Federal em estabelecer a obrigatoriedade de utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) prevista no Ajuste SINIEF n o 07/2005, de 30 de setembro de 2005, em substituição à Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, para os contribuintes enquadrados nos códigos da Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE descritos no Anexo Único, a partir da data indicada no referido anexo. 1 o A obrigatoriedade aplica-se a todas as operações efetuadas em todos os estabelecimentos dos contribuintes referidos nesta cláusula que estejam localizados nas unidades da Federação signatárias deste protocolo, ficando vedada a emissão de Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, salvo nas hipóteses previstas neste protocolo. 2 o A obrigatoriedade de emissão de Nota Fiscal Eletrônica - NF-e prevista no caput não se aplica: I - nas operações realizadas fora do estabelecimento, relativas às saídas de mercadorias remetidas sem destinatário certo, desde que os documentos fiscais relativos à remessa e ao retorno sejam NF-e; II - ao fabricante de aguardente (cachaça) e vinho, enquadrado nos códigos das CNAE /01, /02 ou /00, que tenha auferido receita bruta, no exercício anterior, inferior a R$ ,00 (trezentos e sessenta mil reais). III - na entrada de sucata de metal, com peso inferior a 200 kg (duzentos quilogramas), adquirida de particulares, inclusive catadores, desde que, ao fim do dia, seja emitida NF-e englobando o total das entradas ocorridas. 3 o Para fins do disposto neste protocolo, deve-se considerar o código da CNAE principal do contribuinte, bem como os secundários, conforme conste ou, por exercer a atividade, deva constar em seus atos constitutivos ou em seus cadastros, junto ao Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) da Receita Federal do Brasil (RFB) e no cadastro de contribuinte do ICMS de cada unidade federada. 4 o As unidades da Federação poderão utilizar o Código de Atividade Econômica - CAE em substituição ao correspondente código CNAE. Cláusula segunda. Ficam obrigados a emitir Nota Fiscal Eletrônica - NF-e, modelo 55, em substituição à Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, a partir de 1 o de dezembro de 2010, os contribuintes que, independentemente da atividade econômica exercida, realizem operações destinadas a: I - Administração Pública direta ou indireta, inclusive empresa pública e sociedade de economia mista, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios; II - destinatário localizado em unidade da Federação diferente daquela do emitente, exceto, a critério de cada UF, se o contribuinte emitente for enquadrado exclusivamente nos códigos da CNAE relativos às atividades de varejo. Parágrafo único. Caso o contribuinte não se enquadre em outra hipótese de obrigatoriedade de emissão da NF-e, a obrigatoriedade de seu uso em substituição à Nota Fiscal, modelo 1 ou 1A, ficará restrita às operações dirigidas aos destinatários previstos nesta cláusula. Cláusula terceira. Ficam as unidades da Federação autorizadas a instituir, a partir de 1 o de janeiro de 2010, a obrigatoriedade de emissão da Nota Fiscal Eletrônica - NF-e, modelo 55, em substituição a Nota Fiscal, modelo 1 ou 1A, para os contribuintes enquadrados nos códigos das divisões 01, 02 e 03 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE, relativos a atividades agropecuárias. Cláusula quarta. O disposto neste protocolo não se aplica ao Microempreendedor Individual - MEI, de que trata o art. 18-A da LC n o 123/2006. Cláusula quinta. Ficam mantidas as obrigatoriedades e prazos estabelecidos no Protocolo ICMS n o 10/2007, de 18 de abril de Cláusula sexta. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] Suplemento Especial ICMS 77
71 ANEXO ÚNICO Relação de códigos CNAE a que se refere Cláusula Primeira deste Protocolo ICMS, que sujeita o contribuinte à emissão obrigatória de Nota Fiscal Eletrônica - NF-e, modelo 55, em substituição à Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, com a respectiva data de início da obrigatoriedade. CNAE Descrição CNAE Início da obrigatoriedade EXTRACAO DE MINERIO DE ESTANHO 1/4/ BENEFICIAMENTO DE MINÉRIO DE ESTANHO 1/4/ FRIGORIFICO - ABATE DE BOVINOS 1/4/ FRIGORÍFICO - ABATE DE EQÜINOS 1/4/ FRIGORIFICO - ABATE DE OVINOS E CAPRINOS 1/4/ FRIGORIFICO - ABATE DE BUFALINOS 1/4/ ABATE DE AVES 1/4/ ABATE DE PEQUENOS ANIMAIS 1/4/ FRIGORIFICO - ABATE DE SUINOS 1/4/ FABRICACAO DE PRODUTOS DE CARNE 1/4/ PREPARACAO DE SUBPRODUTOS DO ABATE 1/4/ FABRICACAO DE CONSERVAS DE FRUTAS 1/4/ FABRICACAO DE OLEOS VEGETAIS REFINADOS, EXCETO OLEO DE MILHO 1/4/ FABRICACAO DE MARGARINA E OUTRAS GORDURAS VEGETAIS E DE OLEOS NAO-COMESTIVEIS DE ANIMAIS 1/4/ PREPARACAO DO LEITE 1/4/ FABRICACAO DE LATICINIOS 1/4/ FABRICACAO DE SORVETES E OUTROS GELADOS COMESTIVEIS 1/4/ MOAGEM DE TRIGO E FABRICACAO DE DERIVADOS 1/4/ FABRICACAO DE FARINHA DE MANDIOCA E DERIVADOS 1/4/ FABRICACAO DE FARINHA DE MILHO E DERIVADOS, EXCETO OLEOS DE MILHO 1/4/ FABRICACAO DE ALIMENTOS PARA ANIMAIS 1/4/ MOAGEM E FABRICACAO DE PRODUTOS DE ORIGEM VEGETAL NAO ESPECIFICADOS ANTERIOR- MENTE 1/4/ FABRICACAO DE ACUCAR EM BRUTO 1/4/ BENEFICIAMENTO DE CAFE 1/4/ TORREFACAO E MOAGEM DE CAFE 1/4/ FABRICACAO DE PRODUTOS A BASE DE CAFE 1/4/ FABRICACAO DE PRODUTOS DE PANIFICACAO 1/4/ FABRICACAO DE BISCOITOS E BOLACHAS 1/4/ FABRICACAO DE PRODUTOS DERIVADOS DO CACAU E DE CHOCOLATES 1/4/ FABRICACAO DE FRUTAS CRISTALIZADAS, BALAS E SEMELHANTES 1/4/ FABRICACAO DE MASSAS ALIMENTICIAS 1/4/ FABRICACAO DE OUTROS PRODUTOS ALIMENTICIOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE 1/4/ FABRICACAO DE AGUARDENTE DE CANA-DE-ACUCAR 1/4/ FABRICACAO DE OUTRAS AGUARDENTES E BEBIDAS DESTILADAS 1/4/ FABRICACAO DE VINHO 1/4/ FABRICACAO DE MALTE, INCLUSIVE MALTE UISQUE 1/4/ FABRICACAO DE CERVEJAS E CHOPES 1/4/ FABRICACAO DE REFRIGERANTES 1/4/ FABRICACAO DE REFRESCOS, XAROPES E POS PARA REFRESCOS, EXCETO REFRESCOS DE FRU- TAS 1/4/ PROCESSAMENTO INDUSTRIAL DO FUMO 1/4/ FABRICACAO DE CIGARROS 1/4/ FABRICACAO DE CIGARRILHAS E CHARUTOS 1/4/ FABRICACAO DE FILTROS PARA CIGARROS 1/4/ FABRICACAO DE OUTROS PRODUTOS DO FUMO, EXCETO CIGARROS, CIGARRILHAS E CHARU- TOS 1/4/ PREPARACAO E FIACAO DE FIBRAS DE ALGODAO 1/4/ ICMS Suplemento Especial
72 CNAE Descrição CNAE Início da obrigatoriedade PREPARACAO E FIACAO DE FIBRAS TEXTEIS NATURAIS, EXCETO ALGODAO 1/4/ FIACAO DE FIBRAS ARTIFICIAIS E SINTETICAS 1/4/ FABRICACAO DE LINHAS PARA COSTURAR E BORDAR 1/4/ TECELAGEM DE FIOS DE ALGODAO 1/4/ TECELAGEM DE FIOS DE FIBRAS TEXTEIS NATURAIS, EXCETO ALGODAO 1/4/ TECELAGEM DE FIOS DE FIBRAS ARTIFICIAIS E SINTETICAS 1/4/ FABRICACAO DE TECIDOS DE MALHA 1/4/ SERRARIAS COM DESDOBRAMENTO DE MADEIRA 1/4/ FABRICACAO DE PAPEL 1/4/ FABRICACAO DE CARTOLINA E PAPEL-CARTAO 1/4/ FABRICACAO DE EMBALAGENS DE PAPEL 1/4/ FABRICACAO DE EMBALAGENS DE CARTOLINA E PAPEL-CARTAO 1/4/ FABRICACAO DE CHAPAS E DE EMBALAGENS DE PAPELAO ONDULADO 1/4/ FABRICACAO DE FORMULARIOS CONTINUOS 1/4/ FABRICACAO DE PRODUTOS DE PAPEL, CARTOLINA, PAPEL-CARTAO E PAPELAO ONDULADO 1/4/2010 PARA USO COMERCIAL E DE ESCRITORIO FABRICACAO DE FRALDAS DESCARTAVEIS 1/4/ FABRICACAO DE PRODUTOS DE PAPEL PARA USO DOMESTICO E HIGIENICO-SANITARIO NAO ES- 1/4/2010 PECIFICADOS ANTERIORMENTE FABRICACAO DE PRODUTOS DE PASTAS CELULOSICAS, PAPEL, CARTOLINA, PAPEL-CARTAO E 1/4/2010 PAPELAO ONDULADO NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE REPRODUCAO DE SOM EM QUALQUER SUPORTE 1/4/ REPRODUCAO DE VIDEO EM QUALQUER SUPORTE 1/4/ COQUERIAS 1/4/ FABRICACAO DE PRODUTOS DO REFINO DE PETROLEO 1/4/ FORMULACAO DE COMBUSTIVEIS 1/4/ RERREFINO DE OLEOS LUBRIFICANTES 1/4/ FABRICACAO DE OUTROS PRODUTOS DERIVADOS DO PETROLEO, EXCETO PRODUTOS DO RE- 1/4/2010 FINO FABRICACAO DE ALCOOL 1/4/ FABRICACAO DE BIOCOMBUSTIVEIS, EXCETO ALCOOL 1/4/ FABRICACAO DE ADUBOS E FERTILIZANTES 1/4/ ELABORAÇÃO DE COMBUSTÍVEIS NUCLEARES 1/4/ FABRICACAO DE OUTROS PRODUTOS QUIMICOS INORGANICOS NAO ESPECIFICADOS ANTE- 1/4/2010 RIORMENTE FABRICACAO DE PRODUTOS PETROQUIMICOS BASICOS 1/4/ FABRICACAO DE INTERMEDIARIOS PARA PLASTIFICANTES, RESINAS E FIBRAS 1/4/ FABRICACAO DE PRODUTOS QUIMICOS ORGANICOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE 1/4/ FABRICACAO DE RESINAS TERMOPLASTICAS 1/4/ FABRICACAO DE RESINAS TERMOFIXAS 1/4/ FABRICACAO DE FIBRAS ARTIFICIAIS E SINTETICAS 1/4/ FABRICACAO DE DEFENSIVOS AGRICOLAS 1/4/ FABRICACAO DE SABOES E DETERGENTES SINTETICOS 1/4/ FABRICACAO DE PRODUTOS DE LIMPEZA E POLIMENTO 1/4/ FABRICACAO DE COSMETICOS, PRODUTOS DE PERFUMARIA E DE HIGIENE PESSOAL 1/4/ FABRICACAO DE TINTAS, VERNIZES, ESMALTES E LACAS 1/4/ FABRICACAO DE TINTAS DE IMPRESSAO 1/4/ FABRICACAO DE IMPERMEABILIZANTES, SOLVENTES E PRODUTOS AFINS 1/4/ FABRICACAO DE ADESIVOS E SELANTES 1/4/ FABRICACAO DE ADITIVOS DE USO INDUSTRIAL 1/4/ FABRICACAO DE CATALISADORES 1/4/ FABRICACAO DE OUTROS PRODUTOS QUIMICOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE 1/4/ FABRICACAO DE PRODUTOS FARMOQUIMICOS 1/4/2010 Suplemento Especial ICMS 79
73 CNAE Descrição CNAE Início da obrigatoriedade FABRICACAO DE MEDICAMENTOS ALOPATICOS PARA USO HUMANO 1/4/ FABRICACAO DE MEDICAMENTOS HOMEOPATICOS PARA USO HUMANO 1/4/ FABRICACAO DE MEDICAMENTOS FITOTERAPICOS PARA USO HUMANO 1/4/ FABRICACAO DE MEDICAMENTOS PARA USO VETERINARIO 1/4/ FABRICACAO DE PNEUMATICOS E DE CAMARAS-DE-AR 1/4/ FABRICACAO DE LAMINADOS PLANOS E TUBULARES DE MATERIAL PLASTICO 1/4/ FABRICACAO DE EMBALAGENS DE MATERIAL PLASTICO 1/4/ FABRICACAO DE TUBOS E ACESSORIOS DE MATERIAL PLASTICO PARA USO NA CONSTRUCAO 1/4/ FABRICACAO DE ARTEFATOS DE MATERIAL PLASTICO PARA USOS INDUSTRIAIS 1/4/ FABRICACAO DE VIDRO PLANO E DE SEGURANCA 1/4/ FABRICACAO DE EMBALAGENS DE VIDRO 1/4/ FABRICACAO DE CIMENTO 1/4/ FABRICACAO DE PRODUTOS CERAMICOS REFRATARIOS 1/4/ FABRICACAO DE AZULEJOS E PISOS 1/4/ FABRICACAO DE ARTEFATOS DE CERAMICA E BARRO COZIDO PARA USO NA CONSTRUCAO, EX- CETO AZULEJOS E PISOS FABRICACAO DE PRODUTOS CERAMICOS NAO-REFRATARIOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIOR- MENTE 1/4/2010 1/4/ PRODUCAO DE FERRO-GUSA 1/4/ PRODUCAO DE SEMI-ACABADOS DE ACO 1/4/ PRODUCAO DE LAMINADOS PLANOS DE ACO AO CARBONO, REVESTIDOS OU NAO 1/4/ PRODUCAO DE LAMINADOS PLANOS DE ACOS ESPECIAIS 1/4/ PRODUCAO DE TUBOS DE ACO SEM COSTURA 1/4/ PRODUCAO DE LAMINADOS LONGOS DE ACO, EXCETO TUBOS 1/4/ PRODUCAO DE ARAMES DE ACO 1/4/ PRODUCAO DE RELAMINADOS, TREFILADOS E PERFILADOS DE ACO, EXCETO ARAMES 1/4/ PRODUCAO DE TUBOS DE ACO COM COSTURA 1/4/ PRODUCAO DE OUTROS TUBOS DE FERRO E ACO 1/4/ PRODUCAO DE ALUMINIO E SUAS LIGAS EM FORMAS PRIMARIAS 1/4/ PRODUCAO DE LAMINADOS DE ALUMINIO 1/4/ METALURGIA DO COBRE 1/4/ PRODUCAO DE ARTEFATOS ESTAMPADOS DE METAL 1/4/ FABRICACAO DE EMBALAGENS METALICAS 1/4/ FABRICACAO DE PRODUTOS DE TREFILADOS DE METAL, EXCETO PADRONIZADOS 1/4/ FABRICACAO DE OUTROS PRODUTOS DE METAL NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE 1/4/ FABRICACAO DE COMPONENTES ELETRONICOS 1/4/ FABRICACAO DE EQUIPAMENTOS DE INFORMATICA 1/4/ FABRICACAO DE PERIFERICOS PARA EQUIPAMENTOS DE INFORMATICA 1/4/ FABRICACAO DE EQUIPAMENTOS TRANSMISSORES DE COMUNICACAO, PECAS E ACESSORIOS 1/4/ FABRICACAO DE APARELHOS TELEFONICOS E DE OUTROS EQUIPAMENTOS DE COMUNICACAO, PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE APARELHOS DE RECEPCAO, REPRODUCAO, GRAVACAO E AMPLIFICACAO DE AUDIO E VIDEO 1/4/2010 1/4/ FABRICACAO DE APARELHOS E EQUIPAMENTOS DE MEDIDA, TESTE E CONTROLE 1/4/ FABRICACAO DE CRONOMETROS E RELOGIOS 1/4/ FABRICACAO DE APARELHOS ELETROMEDICOS E ELETROTERAPEUTICOS E EQUIPAMENTOS DE IRRADIACAO 1/4/ FABRICACAO DE EQUIPAMENTOS E INSTRUMENTOS OPTICOS, PECAS E ACESSORIOS 1/4/ FABRICACAO DE APARELHOS FOTOGRAFICOS E CINEMATOGRAFICOS, PECAS E ACESSORIOS 1/4/ FABRICACAO DE MIDIAS VIRGENS, MAGNETICAS E OPTICAS 1/4/ FABRICACAO DE PILHAS, BATERIAS E ACUMULADORES ELETRICOS, EXCETO PARA VEICULOS AUTOMOTORES 1/4/ FABRICACAO DE BATERIAS E ACUMULADORES PARA VEICULOS AUTOMOTORES 1/4/ ICMS Suplemento Especial
74 CNAE Descrição CNAE Início da obrigatoriedade FABRICACAO DE MATERIAL ELETRICO PARA INSTALACOES EM CIRCUITO DE CONSUMO 1/4/ FABRICACAO DE FIOS, CABOS E CONDUTORES ELETRICOS ISOLADOS 1/4/ FABRICACAO DE FOGOES, REFRIGERADORES E MAQUINAS DE LAVAR E SECAR PARA USO DO- MESTICO, PECAS E ACESSORIOS 1/4/ FABRICACAO DE ROLAMENTOS PARA FINS INDUSTRIAIS 1/4/ FABRICACAO DE EQUIPAMENTOS DE TRANSMISSAO PARA FINS INDUSTRIAIS, EXCETO ROLAMEN- TOS FABRICACAO DE MAQUINAS, EQUIPAMENTOS E APARELHOS PARA TRANSPORTE E ELEVACAO DE CARGAS, PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE APARELHOS E EQUIPAMENTOS DE AR CONDICIONADO PARA USO NAO-INDUS- TRIAL 1/4/2010 1/4/2010 1/4/ FABRICACAO DE TRATORES, PECAS E ACESSORIOS, EXCETO AGRICOLAS 1/4/ FABRICACAO DE MAQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA USO INDUSTRIAL ESPECIFICO NAO ESPECI- FICADOS ANTERIORMENTE, PECAS E ACESSORIOS 1/4/ FABRICACAO DE AUTOMOVEIS, CAMIONETAS E UTILITARIOS 1/4/ FABRICACAO DE CHASSIS COM MOTOR PARA AUTOMOVEIS, CAMIONETAS E UTILITARIOS 1/4/ FABRICACAO DE MOTORES PARA AUTOMOVEIS, CAMIONETAS E UTILITARIOS 1/4/ FABRICACAO DE CAMINHOES E ONIBUS 1/4/ FABRICACAO DE MOTORES PARA CAMINHOES E ONIBUS 1/4/ FABRICACAO DE CABINES, CARROCERIAS E REBOQUES PARA CAMINHOES 1/4/ FABRICACAO DE CARROCERIAS PARA ONIBUS 1/4/ FABRICACAO DE CABINES, CARROCERIAS E REBOQUES PARA OUTROS VEICULOS AUTOMOTO- RES, EXCETO CAMINHOES E ONIBUS 1/4/ FABRICACAO DE PECAS E ACESSORIOS PARA O SISTEMA MOTOR DE VEICULOS AUTOMOTORES 1/4/ FABRICACAO DE PECAS E ACESSORIOS PARA OS SISTEMAS DE MARCHA E TRANSMISSAO DE VEICULOS AUTOMOTORES FABRICACAO DE PECAS E ACESSORIOS PARA O SISTEMA DE FREIOS DE VEICULOS AUTOMOTO- RES FABRICACAO DE PECAS E ACESSORIOS PARA O SISTEMA DE DIRECAO E SUSPENSAO DE VEICU- LOS AUTOMOTORES 1/4/2010 1/4/2010 1/4/ FABRICACAO DE MATERIAL ELETRICO E ELETRONICO PARA VEICULOS AUTOMOTORES, EXCETO 1/4/2010 BATERIAS FABRICACAO DE BANCOS E ESTOFADOS PARA VEICULOS AUTOMOTORES 1/4/ FABRICACAO DE OUTRAS PECAS E ACESSORIOS PARA VEICULOS AUTOMOTORES NAO ESPECI- 1/4/2010 FICADAS ANTERIORMENTE FABRICACAO DE MOTOCICLETAS, PECAS E ACESSORIOS 1/4/ FABRICACAO DE ARTEFATOS DE JOALHERIA E OURIVESARIA 1/4/ FABRICACAO DE PRODUTOS DIVERSOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE 1/4/ PRODUCAO DE GAS, PROCESSAMENTO DE GAS NATURAL 1/4/ COMÉRCIO A VAREJO DE AUTOMÓVEIS, CAMIONETAS E 1/4/2010 UTILITÁRIOS NOVOS Comércio por atacado de automóveis, camionetas e utilitários novos e usados 1/4/ Comércio por atacado de caminhões novos e usados 1/4/ Comércio por atacado de reboques e semi-reboques novos e usados 1/4/ Comércio por atacado de ônibus e microônibus novos e usados 1/4/ Representantes comerciais e agentes do comércio de veículos automotores 1/4/ Comércio sob consignação de veículos automotores 1/4/ Comércio por atacado de peças e acessórios novos para veículos automotores 1/4/ Comércio por atacado de pneumáticos e câmaras-de-ar 1/4/ Representantes comerciais e agentes do comércio de peças e acessórios novos e usados para veículos 1/4/2010 automotores Comércio por atacado de motocicletas e motonetas 1/4/ Comércio por atacado de peças e acessórios para motocicletas e motonetas 1/4/ Comércio a varejo de motocicletas e motonetas novas 1/4/2010 Suplemento Especial ICMS 81
75 CNAE Descrição CNAE Início da obrigatoriedade Representantes comerciais e agentes do comércio de motocicletas e motonetas, peças e acessórios 1/4/ Comércio sob consignação de motocicletas e motonetas 1/4/ REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMERCIO DE COMBUSTIVEIS, MINERAIS, PRO- DUTOS SIDERURGICOS E QUIMICOS REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMERCIO DE MAQUINAS, EQUIPAMENTOS, EM- BARCACOES E AERONAVES REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMERCIO DE MERCADORIAS EM GERAL NAO ESPECIALIZADO 1/4/2010 1/4/2010 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE CAFE EM GRAO 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE FUMO EM FOLHA NAO BENEFICIADO 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE ALIMENTOS PARA ANIMAIS 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE LEITE E LATICINIOS 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE CEREAIS E LEGUMINOSAS BENEFICIADOS 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE FARINHAS, AMIDOS E FECULAS 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE CEREAIS E LEGUMINOSAS BENEFICIADOS, FARINHAS, AMIDOS E FE- CULAS, COM ATIVIDADE DE FRACIONAMENTO E ACONDICI COMERCIO ATACADISTA DE FRUTAS, VERDURAS, RAIZES, TUBERCULOS, HORTALICAS E LEGU- MES FRESCOS 1/4/2010 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE AVES VIVAS E OVOS 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE CARNES BOVINAS E SUINAS E DERIVADOS 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE AVES ABATIDAS E DERIVADOS 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE PESCADOS E FRUTOS DO MAR 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE CARNES E DERIVADOS DE OUTROS ANIMAIS 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE CERVEJA, CHOPE E REFRIGERANTE 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE BEBIDAS COM ATIVIDADE DE FRACIONAMENTO E ACONDICIONA- MENTO ASSOCIADA 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE BEBIDAS NAO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE FUMO BENEFICIADO 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE CIGARROS, CIGARRILHAS E CHARUTOS 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE CAFE TORRADO, MOIDO E SOLUVEL 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE ACUCAR 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE OLEOS E GORDURAS 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE PAES, BOLOS, BISCOITOS E SIMILARES 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE MASSAS ALIMENTICIAS 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE SORVETES 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE CHOCOLATES, CONFEITOS, BALAS, BOMBONS E SEMELHANTES 1/4/ COMERCIO ATACADISTA ESPECIALIZADO EM OUTROS PRODUTOS ALIMENTICIOS NAO ESPECIFI- CADOS ANTERIORMENTE 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE PRODUTOS ALIMENTICIOS EM GERAL 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE PRODUTOS ALIMENTICIOS EM GERAL, COM ATIVIDADE DE FRACIO- NAMENTO E ACONDICIONAMENTO ASSOCIADA 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE MEDICAMENTOS E DROGAS DE USO HUMANO 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE COSMETICOS E PRODUTOS DE PERFUMARIA 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE EQUIPAMENTOS ELETRICOS DE USO PESSOAL E DOMESTICO 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE APARELHOS ELETRONICOS DE USO PESSOAL E DOMESTICO 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE PRODUTOS DE HIGIENE, LIMPEZA E CONSERVACAO DOMICILIAR 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE OUTROS EQUIPAMENTOS E ARTIGOS DE USO PESSOAL E DOMESTI- CO NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE EQUIPAMENTOS DE INFORMATICA 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE SUPRIMENTOS PARA INFORMATICA 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE COMPONENTES ELETRONICOS E EQUIPAMENTOS DE TELEFONIA E COMUNICACAO COMERCIO ATACADISTA DE MAQUINAS, APARELHOS E EQUIPAMENTOS PARA USO AGROPECU- ARIO, PARTES E PECAS 1/4/2010 1/4/ ICMS Suplemento Especial
76 CNAE Descrição CNAE COMERCIO ATACADISTA DE MAQUINAS, EQUIPAMENTOS PARA TERRAPLENAGEM, MINERACAO E CONSTRUCAO, PARTES E PECAS Início da obrigatoriedade 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE TINTAS, VERNIZES E SIMILARES 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE VIDROS, ESPELHOS E VITRAIS 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE ALCOOL CARBURANTE, BIODIESEL, GASOLINA E DEMAIS DERIVA- 1/4/2010 DOS DE PETROLEO, EXCETO LUBRIFICANTES, NAO REALIZAD COMERCIO ATACADISTA DE COMBUSTIVEIS REALIZADO POR TRANSPORTADOR RETALHISTA 1/4/2010 (TRR) COMERCIO ATACADISTA DE COMBUSTIVEIS DE ORIGEM MINERAL EM BRUTO 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE LUBRIFICANTES 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE GAS LIQUEFEITO DE PETROLEO (GLP) 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE SOLVENTES 1/4/ COMERCIO ATACADISTA DE OUTROS PRODUTOS QUIMICOS E PETROQUIMICOS NAO ESPECIFI- 1/4/2010 CADOS ANTERIORMENTE COMERCIO ATACADISTA DE PRODUTOS SIDERURGICOS E METALURGICOS, EXCETO PARA CONS- 1/4/2010 TRUCAO COMERCIO ATACADISTA DE RESIDUOS E SUCATAS METALICOS 1/4/ COMERCIO ATACADISTA ESPECIALIZADO EM OUTROS PRODUTOS INTERMEDIARIOS NAO ESPE- 1/4/2010 CIFICADOS ANTERIORMENTE COMERCIO ATACADISTA DE MERCADORIAS EM GERAL, COM PREDOMINANCIA DE PRODUTOS 1/4/2010 ALIMENTICIOS COMERCIO ATACADISTA DE MERCADORIAS EM GERAL, SEM PREDOMINANCIA DE ALIMENTOS OU 1/4/2010 DE INSUMOS AGROPECUARIOS FABRICACAO DE SUCOS DE FRUTAS, HORTALICAS E LEGUMES, EXCETO CONCENTRADOS 1/7/ FABRICACAO DE OLEOS VEGETAIS EM BRUTO, EXCETO OLEO DE MILHO 1/7/ FABRICACAO DE ESPECIARIAS, MOLHOS, TEMPEROS E CONDIMENTOS 1/7/ FABRICACAO DE AGUAS ENVASADAS 1/7/ FABRICACAO DE ARTEFATOS TEXTEIS PARA USO DOMESTICO 1/7/ CONFECCAO DE PECAS DO VESTUARIO, EXCETO ROUPAS INTIMAS E AS CONFECCIONADAS SOB 1/7/2010 MEDIDA CURTIMENTO E OUTRAS PREPARACOES DE COURO 1/7/ FABRICACAO DE CALCADOS DE COURO 1/7/ FABRICACAO DE MADEIRA LAMINADA E DE CHAPAS DE MADEIRA COMPENSADA, PRENSADA E 1/7/2010 AGLOMERADA IMPRESSAO DE MATERIAL PARA OUTROS USOS 1/7/ SERVICOS DE PRE-IMPRESSAO 1/7/ FABRICACAO DE ARTEFATOS DE BORRACHA NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE 1/7/ FABRICACAO DE ARTEFATOS DE MATERIAL PLASTICO PARA USO PESSOAL E DOMESTICO 1/7/ FABRICACAO DE ARTEFATOS DE MATERIAL PLASTICO PARA USO NA CONSTRUCAO, EXCETO TU- 1/7/2010 BOS E ACESSORIOS FABRICACAO DE ARTEFATOS DE MATERIAL PLASTICO PARA OUTROS USOS NAO ESPECIFICADOS 1/7/2010 ANTERIORMENTE FABRICACAO DE ARTEFATOS DE FIBROCIMENTO PARA USO NA CONSTRUCAO 1/7/ PREPARACAO DE MASSA DE CONCRETO E ARGAMASSA PARA CONSTRUCAO 1/7/ FABRICACAO DE OUTROS ARTEFATOS E PRODUTOS DE CONCRETO, CIMENTO, FIBROCIMENTO, 1/7/2010 GESSO E MATERIAIS SEMELHANTES FABRICACAO DE MATERIAL SANITARIO DE CERAMICA 1/7/ FABRICACAO DE CAL E GESSO 1/7/ FABRICACAO DE OUTROS PRODUTOS DE MINERAIS NAO-METALICOS NAO ESPECIFICADOS AN- 1/7/2010 TERIORMENTE METALURGIA DE OUTROS METAIS NAO-FERROSOS E SUAS LIGAS NAO ESPECIFICADOS ANTE- 1/7/2010 RIORMENTE FUNDICAO DE FERRO E ACO 1/7/ FUNDICAO DE METAIS NAO-FERROSOS E SUAS LIGAS 1/7/ FABRICACAO DE ESQUADRIAS DE METAL 1/7/2010 Suplemento Especial ICMS 83
77 CNAE Descrição CNAE Início da obrigatoriedade METALURGIA DO PO 1/7/ SERVICOS DE USINAGEM, SOLDA, TRATAMENTO E REVESTIMENTO EM METAIS 1/7/ FABRICACAO DE FERRAMENTAS 1/7/ FABRICACAO DE PRODUTOS DE TREFILADOS DE METAL PADRONIZADOS 1/7/ FABRICACAO DE ARTIGOS DE METAL PARA USO DOMESTICO E PESSOAL 1/7/ FABRICACAO DE TRANSFORMADORES, INDUTORES, CONVERSORES, SINCRONIZADORES E SE- MELHANTES, PECAS E ACESSORIOS 1/7/ FABRICACAO DE MOTORES ELETRICOS, PECAS E ACESSORIOS 1/7/ FABRICACAO DE APARELHOS E EQUIPAMENTOS PARA DISTRIBUICAO E CONTROLE DE ENERGIA ELETRICA 1/7/ FABRICACAO DE LAMPADAS 1/7/ FABRICACAO DE OUTROS APARELHOS ELETRODOMESTICOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIOR- MENTE, PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE OUTROS EQUIPAMENTOS E APARELHOS ELETRICOS NAO ESPECIFICADOS AN- TERIORMENTE FABRICACAO DE MOTORES E TURBINAS, PECAS E ACESSORIOS, EXCETO PARA AVIOES E VEICU- LOS RODOVIARIOS FABRICACAO DE EQUIPAMENTOS HIDRAULICOS E PNEUMATICOS, PECAS E ACESSORIOS, EXCE- TO VALVULAS 1/7/2010 1/7/2010 1/7/2010 1/7/ FABRICACAO DE VALVULAS, REGISTROS E DISPOSITIVOS SEMELHANTES, PECAS E ACESSORIOS 1/7/ FABRICACAO DE COMPRESSORES PARA USO NAO INDUSTRIAL, PECAS E ACESSORIOS 1/7/ FABRICACAO DE FORNOS INDUSTRIAIS, APARELHOS E EQUIPAMENTOS NAO-ELETRICOS PARA 1/7/2010 INSTALACOES TERMICAS, PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE OUTRAS MAQUINAS E EQUIPAMENTOS DE USO GERAL NAO ESPECIFICADOS 1/7/2010 ANTERIORMENTE, PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE TRATORES AGRICOLAS, PECAS E ACESSORIOS 1/7/ FABRICACAO DE MAQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA A AGRICULTURA E PECUARIA, PECAS E 1/7/2010 ACESSORIOS, EXCETO PARA IRRIGACAO FABRICACAO DE MAQUINAS-FERRAMENTA, PECAS E ACESSORIOS 1/7/ FABRICACAO DE MAQUINAS PARA A INDUSTRIA METALURGICA, PECAS E ACESSORIOS, EXCETO 1/7/2010 MAQUINAS-FERRAMENTA FABRICACAO DE BICICLETAS E TRICICLOS NAO-MOTORIZADOS, PECAS E ACESSORIOS 1/7/ FABRICACAO DE MOVEIS COM PREDOMINANCIA DE MADEIRA 1/7/ FABRICACAO DE MOVEIS COM PREDOMINANCIA DE METAL 1/7/ FABRICACAO DE OUTROS BRINQUEDOS E JOGOS RECREATIVOS NAO ESPECIFICADOS ANTE- 1/7/2010 RIORMENTE FABRICACAO DE MATERIAIS PARA MEDICINA E ODONTOLOGIA 1/7/ FABRICACAO DE CANETAS, LAPIS E OUTROS ARTIGOS PARA ESCRITORIO 1/7/ DISTRIBUICAO DE COMBUSTIVEIS GASOSOS POR REDES URBANAS 1/7/ REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMERCIO DE PRODUTOS ALIMENTICIOS, BE- 1/7/2010 BIDAS E FUMO COMERCIO ATACADISTA DE AGUA MINERAL 1/7/ COMERCIO ATACADISTA DE INSTRUMENTOS E MATERIAIS PARA USO MEDICO, CIRURGICO, HOS- 1/7/2010 PITALAR E DE LABORATORIOS COMERCIO ATACADISTA DE PRODUTOS DE HIGIENE PESSOAL 1/7/ COMERCIO ATACADISTA DE ARTIGOS DE ESCRITORIO E DE PAPELARIA 1/7/ COMERCIO ATACADISTA DE LIVROS, JORNAIS E OUTRAS PUBLICACOES 1/7/ COMERCIO ATACADISTA DE FILMES, CDS, DVDS, FITAS E DISCOS 1/7/ COMERCIO ATACADISTA DE MAQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA USO INDUSTRIAL, PARTES E PE- 1/7/2010 CAS COMERCIO ATACADISTA DE MAQUINAS, APARELHOS E EQUIPAMENTOS PARA USO ODONTO-ME- 1/7/2010 DICO-HOSPITALAR, PARTES E PECAS COMERCIO ATACADISTA DE OUTRAS MAQUINAS E EQUIPAMENTOS NAO ESPECIFICADOS ANTE- 1/7/2010 RIORMENTE, PARTES E PECAS COMERCIO ATACADISTA DE FERRAGENS E FERRAMENTAS 1/7/ ICMS Suplemento Especial
78 CNAE Descrição CNAE Início da obrigatoriedade COMERCIO ATACADISTA DE MATERIAL ELETRICO 1/7/ COMERCIO ATACADISTA DE CIMENTO 1/7/ COMERCIO ATACADISTA DE MATERIAIS DE CONSTRUCAO EM GERAL 1/7/ COMERCIO ATACADISTA DE PAPEL E PAPELAO EM BRUTO 1/7/ EXTRACAO DE CARVAO MINERAL 1/10/ BENEFICIAMENTO DE CARVAO MINERAL 1/10/ EXTRACAO DE PETROLEO E GAS NATURAL 1/10/ EXTRAÇÃO E BENEFICIAMENTO DE XISTO 1/10/ EXTRAÇÃO E BENEFICIAMENTO DE AREIAS BETUMINOSAS 1/10/ EXTRACAO DE MINERIO DE FERRO 1/10/ PELOTIZACAO, SINTERIZACAO E OUTROS BENEFICIAMENTOS DE MINERIO DE FERRO 1/10/ EXTRACAO DE MINERIO DE ALUMINIO 1/10/ BENEFICIAMENTO DE MINERIO DE ALUMINIO 1/10/ EXTRAÇÃO DE MINÉRIO DE MANGANÊS 1/10/ BENEFICIAMENTO DE MINERIO DE MANGANES 1/10/ EXTRACAO DE MINERIO DE METAIS PRECIOSOS 1/10/ BENEFICIAMENTO DE MINÉRIO DE METAIS PRECIOSOS 1/10/ EXTRACAO DE MINERAIS RADIOATIVOS 1/10/ EXTRACAO DE MINERIOS DE NIOBIO E TITANIO 1/10/ EXTRAÇÃO DE MINÉRIO DE TUNGSTÊNIO 1/10/ EXTRAÇÃO DE MINÉRIO DE NÍQUEL 1/10/ EXTRACAO DE MINERIOS DE COBRE, CHUMBO, ZINCO E OUTROS MINERAIS METALICOS NAO- FERROSOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE BENEFICIAMENTO DE MINERIOS DE COBRE, CHUMBO, ZINCO E OUTROS MINERAIS METALICOS NAO-FERROSOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE 1/10/2010 1/10/ EXTRACAO DE ARDOSIA E BENEFICIAMENTO ASSOCIADO 1/10/ EXTRACAO DE GRANITO E BENEFICIAMENTO ASSOCIADO 1/10/ EXTRACAO DE MARMORE E BENEFICIAMENTO ASSOCIADO 1/10/ EXTRACAO DE CALCARIO E DOLOMITA E BENEFICIAMENTO ASSOCIADO 1/10/ EXTRACAO DE GESSO E CAULIM 1/10/ EXTRACAO DE AREIA, CASCALHO OU PEDREGULHO E BENEFICIAMENTO ASSOCIADO 1/10/ EXTRACAO DE ARGILA E BENEFICIAMENTO ASSOCIADO 1/10/ EXTRACAO DE SAIBRO E BENEFICIAMENTO ASSOCIADO 1/10/ EXTRACAO DE BASALTO E BENEFICIAMENTO ASSOCIADO 1/10/ BENEFICIAMENTO DE GESSO E CAULIM ASSOCIADO À EXTRAÇÃO 1/10/ EXTRACAO E BRITAMENTO DE PEDRAS E OUTROS MATERIAIS PARA CONSTRUCAO E BENEFICIA- MENTO ASSOCIADO EXTRACAO DE MINERAIS PARA FABRICACAO DE ADUBOS, FERTILIZANTES E OUTROS PRODUTOS QUIMICOS 1/10/2010 1/10/ EXTRAÇÃO DE SAL MARINHO 1/10/ EXTRAÇÃO DE SAL-GEMA 1/10/ REFINO E OUTROS TRATAMENTOS DO SAL 1/10/ EXTRACAO DE GEMAS (PEDRAS PRECIOSAS E SEMIPRECIOSAS) 1/10/ EXTRACAO DE GRAFITA 1/10/ EXTRACAO DE QUARTZO 1/10/ EXTRACAO DE AMIANTO 1/10/ EXTRACAO DE OUTROS MINERAIS NAO-METALICOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE 1/10/ ATIVIDADES DE APOIO A EXTRACAO DE PETROLEO E GAS NATURAL 1/10/ ATIVIDADES DE APOIO A EXTRACAO DE MINERIO DE FERRO 1/10/ ATIVIDADES DE APOIO A EXTRACAO DE MINERAIS METALICOS NAO-FERROSOS 1/10/ ATIVIDADES DE APOIO A EXTRACAO DE MINERAIS NAO-METALICOS 1/10/ MATADOURO - ABATE DE RESES SOB CONTRATO - EXCETO ABATE DE SUINOS 1/10/2010 Suplemento Especial ICMS 85
79 CNAE Descrição CNAE Início da obrigatoriedade MATADOURO - ABATE DE SUINOS SOB CONTRATO 1/10/ PRESERVACAO DE PEIXES, CRUSTACEOS E MOLUSCOS 1/10/ FABRICACAO DE CONSERVAS DE PEIXES, CRUSTACEOS E MOLUSCOS 1/10/ FABRICACAO DE CONSERVAS DE PALMITO 1/10/ FABRICACAO DE CONSERVAS DE LEGUMES E OUTROS VEGETAIS, EXCETO PALMITO 1/10/ FABRICACAO DE SUCOS CONCENTRADOS DE FRUTAS, HORTALICAS E LEGUMES 1/10/ BENEFICIAMENTO DE ARROZ 1/10/ FABRICACAO DE PRODUTOS DO ARROZ 1/10/ FABRICACAO DE AMIDOS E FECULAS DE VEGETAIS 1/10/ FABRICAÇÃO DE ÓLEO DE MILHO EM BRUTO 1/10/ FABRICAÇÃO DE ÓLEO DE MILHO REFINADO 1/10/ FABRICACAO DE ACUCAR DE CANA REFINADO 1/10/ FABRICAÇÃO DE AÇÚCAR DE CEREAIS (DEXTROSE) E DE BETERRABA 1/10/ FABRICACAO DE ALIMENTOS E PRATOS PRONTOS 1/10/ FABRICACAO DE VINAGRES 1/10/ FABRICACAO DE POS ALIMENTICIOS 1/10/ FABRICACAO DE FERMENTOS E LEVEDURAS 1/10/ FABRICACAO DE GELO COMUM 1/10/ FABRICACAO DE PRODUTOS PARA INFUSAO (CHA, MATE, ETC.) 1/10/ FABRICACAO DE ADOCANTES NATURAIS E ARTIFICIAIS 1/10/ FABRICACAO DE CHA MATE E OUTROS CHAS PRONTOS PARA CONSUMO 1/10/ FABRICACAO DE OUTRAS BEBIDAS NAO-ALCOOLICAS NAO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE 1/10/ ESTAMPARIA E TEXTURIZACAO EM FIOS, TECIDOS, ARTEFATOS TEXTEIS E PECAS DO VESTUARIO 1/10/ ALVEJAMENTO, TINGIMENTO E TORCAO EM FIOS, TECIDOS, ARTEFATOS TEXTEIS E PECAS DO VESTUARIO OUTROS SERVICOS DE ACABAMENTO EM FIOS, TECIDOS, ARTEFATOS TEXTEIS E PECAS DO VES- TUARIO 1/10/2010 1/10/ FABRICACAO DE ARTEFATOS DE TAPECARIA 1/10/ FABRICACAO DE ARTEFATOS DE CORDOARIA 1/10/ FABRICACAO DE TECIDOS ESPECIAIS, INCLUSIVE ARTEFATOS 1/10/ FABRICACAO DE OUTROS PRODUTOS TEXTEIS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE 1/10/ CONFECCAO DE ROUPAS INTIMAS 1/10/ FACCAO DE ROUPAS INTIMAS 1/10/ CONFECCAO, SOB MEDIDA, DE PECAS DO VESTUARIO, EXCETO ROUPAS INTIMAS 1/10/ FACCAO DE PECAS DO VESTUARIO, EXCETO ROUPAS INTIMAS 1/10/ CONFECCAO DE ROUPAS PROFISSIONAIS, EXCETO SOB MEDIDA 1/10/ CONFECCAO, SOB MEDIDA, DE ROUPAS PROFISSIONAIS 1/10/ FACCAO DE ROUPAS PROFISSIONAIS 1/10/ FABRICACAO DE ACESSORIOS DO VESTUARIO, EXCETO PARA SEGURANCA E PROTECAO 1/10/ FABRICACAO DE MEIAS 1/10/ FABRICACAO DE ARTIGOS DO VESTUARIO, PRODUZIDOS EM MALHARIAS E TRICOTAGENS, EX- CETO MEIAS 1/10/ FABRICACAO DE ARTIGOS PARA VIAGEM, BOLSAS E SEMELHANTES DE QUALQUER MATERIAL 1/10/ FABRICACAO DE ARTEFATOS DE COURO NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE 1/10/ ACABAMENTO DE CALCADOS DE COURO SOB CONTRATO 1/10/ FABRICACAO DE TENIS DE QUALQUER MATERIAL 1/10/ FABRICACAO DE CALCADOS DE MATERIAL SINTETICO 1/10/ FABRICACAO DE CALCADOS DE MATERIAIS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE 1/10/ FABRICACAO DE PARTES PARA CALCADOS, DE QUALQUER MATERIAL 1/10/ SERRARIAS SEM DESDOBRAMENTO DE MADEIRA 1/10/ FABRICACAO DE CASAS DE MADEIRA PRE-FABRICADAS 1/10/ FABRICACAO DE ESQUADRIAS DE MADEIRA E DE PECAS DE MADEIRA PARA INSTALACOES IN- DUSTRIAIS E COMERCIAIS 1/10/ ICMS Suplemento Especial
80 CNAE Descrição CNAE Início da obrigatoriedade FABRICACAO DE OUTROS ARTIGOS DE CARPINTARIA PARA CONSTRUCAO 1/10/ FABRICACAO DE ARTEFATOS DE TANOARIA E DE EMBALAGENS DE MADEIRA 1/10/ FABRICACAO DE ARTEFATOS DIVERSOS DE MADEIRA, EXCETO MOVEIS 1/10/ FABRICACAO DE ARTEFATOS DIVERSOS DE CORTICA, BAMBU, PALHA, VIME E OUTROS MATERIAIS TRANCADOS, EXCETO MOVEIS 1/10/ FABRICACAO DE CELULOSE E OUTRAS PASTAS PARA A FABRICACAO DE PAPEL 1/10/ FABRICACAO DE ABSORVENTES HIGIENICOS 1/10/ IMPRESSAO DE JORNAIS 1/10/ IMPRESSAO DE LIVROS, REVISTAS E OUTRAS PUBLICACOES PERIODICAS 1/10/ IMPRESSAO DE MATERIAL DE SEGURANCA 1/10/ IMPRESSAO DE MATERIAL PARA USO PUBLICITARIO 1/10/ SERVICOS DE ACABAMENTOS GRAFICOS 1/10/ REPRODUCAO DE SOFTWARE EM QUALQUER SUPORTE 1/10/ FABRICACAO DE CLORO E ALCALIS 1/10/ FABRICACAO DE INTERMEDIARIOS PARA FERTILIZANTES 1/10/ FABRICACAO DE GASES INDUSTRIAIS 1/10/ FABRICACAO DE ELASTOMEROS 1/10/ FABRICACAO DE DESINFESTANTES DOMISSANITARIOS 1/10/ FABRICACAO DE POLVORAS, EXPLOSIVOS E DETONANTES 1/10/ FABRICACAO DE ARTIGOS PIROTECNICOS 1/10/ FABRICAÇÃO DE FÓSFOROS DE SEGURANÇA 1/10/ FABRICACAO DE CHAPAS, FILMES, PAPEIS E OUTROS MATERIAIS E PRODUTOS QUIMICOS PARA FOTOGRAFIA 1/10/ FABRICACAO DE PREPARACOES FARMACEUTICAS 1/10/ REFORMA DE PNEUMATICOS USADOS 1/10/ FABRICACAO DE ARTIGOS DE VIDRO 1/10/ FABRICACAO DE ESTRUTURAS PRE-MOLDADAS DE CONCRETO ARMADO, EM SERIE E SOB EN- COMENDA 1/10/ FABRICACAO DE ARTEFATOS DE CIMENTO PARA USO NA CONSTRUCAO 1/10/ FABRICACAO DE CASAS PRE-MOLDADAS DE CONCRETO 1/10/ BRITAMENTO DE PEDRAS, EXCETO ASSOCIADO A EXTRACAO 1/10/ APARELHAMENTO DE PEDRAS PARA CONSTRUCAO, EXCETO ASSOCIADO A EXTRACAO 1/10/ APARELHAMENTO DE PLACAS E EXECUCAO DE TRABALHOS EM MARMORE, GRANITO, ARDOSIA E OUTRAS PEDRAS 1/10/ DECORACAO, LAPIDACAO, GRAVACAO, VITRIFICACAO E OUTROS TRABALHOS EM CERAMICA, 1/10/2010 LOUCA, VIDRO E CRISTAL PRODUCAO DE FERROLIGAS 1/10/ METALURGIA DOS METAIS PRECIOSOS 1/10/ PRODUCAO DE ZINCO EM FORMAS PRIMARIAS 1/10/ PRODUCAO DE LAMINADOS DE ZINCO 1/10/ PRODUCAO DE SOLDAS E ANODOS PARA GALVANOPLASTIA 1/10/ FABRICACAO DE ESTRUTURAS METALICAS 1/10/ FABRICACAO DE OBRAS DE CALDEIRARIA PESADA 1/10/ FABRICACAO DE TANQUES, RESERVATORIOS METALICOS E CALDEIRAS PARA AQUECIMENTO 1/10/2010 CENTRAL FABRICACAO DE CALDEIRAS GERADORAS DE VAPOR, EXCETO PARA AQUECIMENTO CENTRAL E 1/10/2010 PARA VEICULOS PRODUCAO DE FORJADOS DE ACO 1/10/ PRODUCAO DE FORJADOS DE METAIS NAO-FERROSOS E SUAS LIGAS 1/10/ FABRICACAO DE ARTIGOS DE CUTELARIA 1/10/ FABRICACAO DE ARTIGOS DE SERRALHERIA, EXCETO ESQUADRIAS 1/10/ FABRICACAO DE EQUIPAMENTO BELICO PESADO, EXCETO VEICULOS MILITARES DE COMBATE 1/10/ FABRICACAO DE ARMAS DE FOGO E MUNICOES 1/10/2010 Suplemento Especial ICMS 87
81 CNAE Descrição CNAE Início da obrigatoriedade SERVICOS DE CONFECCAO DE ARMACOES METALICAS PARA A CONSTRUCAO 1/10/ FABRICACAO DE GERADORES DE CORRENTE CONTINUA E ALTERNADA, PECAS E ACESSORIOS 1/10/ RECONDICIONAMENTO DE BATERIAS E ACUMULADORES PARA VEICULOS AUTOMOTORES 1/10/ FABRICACAO DE LUMINARIAS E OUTROS EQUIPAMENTOS DE ILUMINACAO 1/10/ FABRICACAO DE APARELHOS ELETRICOS DE USO PESSOAL, PECAS E ACESSORIOS 1/10/ FABRICACAO DE ELETRODOS, CONTATOS E OUTROS ARTIGOS DE CARVAO E GRAFITA PARA USO ELETRICO, ELETROIMAS E ISOLADORES 1/10/ FABRICACAO DE EQUIPAMENTOS PARA SINALIZACAO E ALARME 1/10/ FABRICACAO DE COMPRESSORES PARA USO INDUSTRIAL, PECAS E ACESSORIOS 1/10/ FABRICACAO DE ESTUFAS E FORNOS ELETRICOS PARA FINS INDUSTRIAIS, PECAS E ACESSO- RIOS FABRICACAO DE MAQUINAS, EQUIPAMENTOS E APARELHOS PARA TRANSPORTE E ELEVACAO DE PESSOAS, PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE MAQUINAS E APARELHOS DE REFRIGERACAO E VENTILACAO PARA USO INDUS- TRIAL E COMERCIAL, PECAS E ACESSORIOS 1/10/2010 1/10/2010 1/10/ FABRICACAO DE APARELHOS E EQUIPAMENTOS DE AR CONDICIONADO PARA USO INDUSTRIAL 1/10/ FABRICACAO DE MAQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA SANEAMENTO BASICO E AMBIENTAL, PE- CAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE MAQUINAS DE ESCREVER, CALCULAR E OUTROS EQUIPAMENTOS NAO-ELE- TRONICOS PARA ESCRITORIO, PECAS E ACESSORIOS 1/10/2010 1/10/ FABRICACAO DE EQUIPAMENTOS PARA IRRIGACAO AGRICOLA, PECAS E ACESSORIOS 1/10/ FABRICACAO DE MAQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA A PROSPECCAO E EXTRACAO DE PETRO- LEO, PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE OUTRAS MAQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA USO NA EXTRACAO MINERAL, PE- CAS E ACESSORIOS, EXCETO NA EXTRACAO DE PETROLEO FABRICACAO DE MAQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA TERRAPLENAGEM, PAVIMENTACAO E CONS- TRUCAO, PECAS E ACESSORIOS, EXCETO TRATORES FABRICACAO DE MAQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA AS INDUSTRIAS DE ALIMENTOS, BEBIDAS E FUMO, PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE MAQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA A INDUSTRIA TEXTIL, PECAS E ACESSO- RIOS FABRICACAO DE MAQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA AS INDUSTRIAS DO VESTUARIO, DO COURO E DE CALCADOS, PECAS E ACESSORIOS 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/ FABRICACAO DE MAQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA AS INDUSTRIAS DE CELULOSE, PAPEL E 1/10/2010 PAPELAO E ARTEFATOS, PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE MAQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA A INDUSTRIA DO PLASTICO, PECAS E ACES- 1/10/2010 SORIOS RECONDICIONAMENTO E RECUPERACAO DE MOTORES PARA VEICULOS AUTOMOTORES 1/10/ CONSTRUCAO DE EMBARCACOES DE GRANDE PORTE 1/10/ CONSTRUCAO DE EMBARCACOES PARA USO COMERCIAL E PARA USOS ESPECIAIS, EXCETO DE 1/10/2010 GRANDE PORTE CONSTRUCAO DE EMBARCACOES PARA ESPORTE E LAZER 1/10/ FABRICACAO DE LOCOMOTIVAS, VAGOES E OUTROS MATERIAIS RODANTES 1/10/ FABRICACAO DE PECAS E ACESSORIOS PARA VEICULOS FERROVIARIOS 1/10/ FABRICACAO DE AERONAVES 1/10/ FABRICACAO DE TURBINAS, MOTORES E OUTROS COMPONENTES E PECAS PARA AERONAVES 1/10/ FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS MILITARES DE COMBATE 1/10/ FABRICACAO DE EQUIPAMENTOS DE TRANSPORTE NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE 1/10/ FABRICACAO DE MOVEIS DE OUTROS MATERIAIS, EXCETO MADEIRA E METAL 1/10/ FABRICACAO DE COLCHOES 1/10/ LAPIDACAO DE GEMAS 1/10/ CUNHAGEM DE MOEDAS E MEDALHAS 1/10/ FABRICACAO DE BIJUTERIAS E ARTEFATOS SEMELHANTES 1/10/ FABRICACAO DE INSTRUMENTOS MUSICAIS, PECAS E ACESSORIOS 1/10/ FABRICACAO DE ARTEFATOS PARA PESCA E ESPORTE 1/10/ ICMS Suplemento Especial
82 CNAE Descrição CNAE Início da obrigatoriedade FABRICACAO DE JOGOS ELETRONICOS 1/10/ FABRICACAO DE MESAS DE BILHAR, DE SINUCA E ACESSORIOS NAO ASSOCIADA A LOCACAO 1/10/ FABRICACAO DE MESAS DE BILHAR, DE SINUCA E ACESSORIOS ASSOCIADA A LOCACAO 1/10/ FABRICACAO DE INSTRUMENTOS NAO-ELETRONICOS E UTENSILIOS PARA USO MEDICO, CIRUR- GICO, ODONTOLOGICO E DE LABORATORIO FABRICACAO DE MOBILIARIO PARA USO MEDICO, CIRURGICO, ODONTOLOGICO E DE LABORA- TORIO FABRICACAO DE APARELHOS E UTENSILIOS PARA CORRECAO DE DEFEITOS FISICOS E APARE- LHOS ORTOPEDICOS EM GERAL SOB ENCOMENDA FABRICACAO DE APARELHOS E UTENSILIOS PARA CORRECAO DE DEFEITOS FISICOS E APARE- LHOS ORTOPEDICOS EM GERAL, EXCETO SOB ENCOMENDA 1/10/2010 1/10/2010 1/10/2010 1/10/ SERVICOS DE PROTESE DENTARIA 1/10/ FABRICACAO DE ARTIGOS OPTICOS 1/10/ FABRICACAO DE ARTEFATOS DE TECIDO NAO TECIDO PARA USO ODONTO-MEDICO-HOSPITA- LAR 1/10/ FABRICACAO DE ESCOVAS, PINCEIS E VASSOURAS 1/10/ FABRICACAO DE ROUPAS DE PROTECAO E SEGURANCA E RESISTENTES A FOGO 1/10/ FABRICACAO DE EQUIPAMENTOS E ACESSORIOS PARA SEGURANCA PESSOAL E PROFISSIONAL 1/10/ FABRICAÇÃO DE GUARDA-CHUVAS E SIMILARES 1/10/ FABRICACAO DE LETRAS, LETREIROS E PLACAS DE QUALQUER MATERIAL, EXCETO LUMINOSOS 1/10/ FABRICACAO DE PAINEIS E LETREIROS LUMINOSOS 1/10/ FABRICACAO DE AVIAMENTOS PARA COSTURA 1/10/ RECUPERACAO DE SUCATAS DE ALUMINIO 1/10/ RECUPERACAO DE MATERIAIS METALICOS, EXCETO ALUMINIO 1/10/ RECUPERACAO DE MATERIAIS PLASTICOS 1/10/ USINAS DE COMPOSTAGEM 1/10/ RECUPERACAO DE MATERIAIS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE 1/10/ REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMERCIO DE MATERIAS-PRIMAS AGRICOLAS E ANIMAIS VIVOS REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMERCIO DE MADEIRA, MATERIAL DE CONS- TRUCAO E FERRAGENS 1/10/2010 1/10/ REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMERCIO DE ELETRODOMESTICOS, MOVEIS E 1/10/2010 ARTIGOS DE USO DOMESTICO REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMERCIO DE TEXTEIS, VESTUARIO, CALCADOS 1/10/2010 E ARTIGOS DE VIAGEM REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMERCIO DE MEDICAMENTOS, COSMETICOS E 1/10/2010 PRODUTOS DE PERFUMARIA REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMERCIO DE INSTRUMENTOS E MATERIAIS 1/10/2010 ODONTO-MEDICO-HOSPITALARES REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMERCIO DE JORNAIS, REVISTAS E OUTRAS 1/10/2010 PUBLICACOES OUTROS REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMERCIO ESPECIALIZADO EM PRO- 1/10/2010 DUTOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE COMERCIO ATACADISTA DE SOJA 1/10/ COMERCIO ATACADISTA DE ANIMAIS VIVOS 1/10/ COMERCIO ATACADISTA DE COUROS, LAS, PELES E OUTROS SUBPRODUTOS NAO-COMESTIVEIS 1/10/2010 DE ORIGEM ANIMAL COMERCIO ATACADISTA DE ALGODAO 1/10/ COMERCIO ATACADISTA DE CACAU 1/10/ COMERCIO ATACADISTA DE SEMENTES, FLORES, PLANTAS E GRAMAS 1/10/ COMERCIO ATACADISTA DE SISAL 1/10/ COMERCIO ATACADISTA DE MATERIAS-PRIMAS AGRICOLAS COM ATIVIDADE DE FRACIONAMEN- 1/10/2010 TO E ACONDICIONAMENTO ASSOCIADA COMERCIO ATACADISTA DE MATERIAS-PRIMAS AGRICOLAS NAO ESPECIFICADAS ANTERIOR- MENTE 1/10/2010 Suplemento Especial ICMS 89
83 CNAE Descrição CNAE Início da obrigatoriedade COMÉRCIO ATACADISTA DE COELHOS E OUTROS PEQUENOS ANIMAIS VIVOS PARA ALIMENTAÇÃO 1/10/ COMERCIO ATACADISTA DE TECIDOS 1/10/ COMERCIO ATACADISTA DE ARTIGOS DE CAMA, MESA E BANHO 1/10/ COMERCIO ATACADISTA DE ARTIGOS DE ARMARINHO 1/10/ COMERCIO ATACADISTA DE ARTIGOS DO VESTUARIO E ACESSORIOS, EXCETO PROFISSIONAIS E DE SEGURANCA COMERCIO ATACADISTA DE ROUPAS E ACESSORIOS PARA USO PROFISSIONAL E DE SEGURANCA DO TRABALHO 1/10/2010 1/10/ COMERCIO ATACADISTA DE CALCADOS 1/10/ COMERCIO ATACADISTA DE BOLSAS, MALAS E ARTIGOS DE VIAGEM 1/10/ COMERCIO ATACADISTA DE MEDICAMENTOS E DROGAS DE USO VETERINARIO 1/10/ COMERCIO ATACADISTA DE PROTESES E ARTIGOS DE ORTOPEDIA 1/10/ COMERCIO ATACADISTA DE PRODUTOS ODONTOLOGICOS 1/10/ COMERCIO ATACADISTA DE BICICLETAS, TRICICLOS E OUTROS VEICULOS RECREATIVOS 1/10/ COMERCIO ATACADISTA DE MOVEIS E ARTIGOS DE COLCHOARIA 1/10/ COMERCIO ATACADISTA DE ARTIGOS DE TAPECARIA, PERSIANAS E CORTINAS 1/10/ COMERCIO ATACADISTA DE LUSTRES, LUMINARIAS E ABAJURES 1/10/ COMERCIO ATACADISTA DE PRODUTOS DE HIGIENE, LIMPEZA E CONSERVACAO DOMICILIAR, 1/10/2010 COM ATIVIDADE DE FRACIONAMENTO E ACONDICIONAMENTO COMERCIO ATACADISTA DE JOIAS, RELOGIOS E BIJUTERIAS, INCLUSIVE PEDRAS PRECIOSAS E 1/10/2010 SEMIPRECIOSAS LAPIDADAS COMERCIO ATACADISTA DE MAQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA USO COMERCIAL, PARTES E PECAS 1/10/ COMERCIO ATACADISTA DE BOMBAS E COMPRESSORES, PARTES E PECAS 1/10/ COMERCIO ATACADISTA DE MADEIRA E PRODUTOS DERIVADOS 1/10/ COMERCIO ATACADISTA DE MARMORES E GRANITOS 1/10/ COMERCIO ATACADISTA ESPECIALIZADO DE MATERIAIS DE CONSTRUCAO NAO ESPECIFICADOS 1/10/2010 ANTERIORMENTE COMERCIO ATACADISTA DE COMBUSTIVEIS DE ORIGEM VEGETAL, EXCETO ALCOOL CARBURANTE 1/10/ COMERCIO ATACADISTA DE DEFENSIVOS AGRICOLAS, ADUBOS, FERTILIZANTES E CORRETIVOS 1/10/2010 DO SOLO COMERCIO ATACADISTA DE RESINAS E ELASTOMEROS 1/10/ COMERCIO ATACADISTA DE EMBALAGENS 1/10/ COMERCIO ATACADISTA DE RESIDUOS DE PAPEL E PAPELAO 1/10/ COMERCIO ATACADISTA DE RESIDUOS E SUCATAS NAO-METALICOS, EXCETO DE PAPEL E PAPELAO 1/10/ COMERCIO ATACADISTA DE PRODUTOS DA EXTRACAO MINERAL, EXCETO COMBUSTIVEIS 1/10/ COMERCIO ATACADISTA DE FIOS E FIBRAS TEXTEIS BENEFICIADOS 1/10/ COMERCIO ATACADISTA DE MERCADORIAS EM GERAL, COM PREDOMINANCIA DE INSUMOS AGROPECUARIOS 1/10/2010 ICMS/IPI - Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) - Exclusão de contribuinte sujeito à sua adoção Este ato acrescentou o inciso VI ao 2 o da Cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 10/2007, que estabelece a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), para dispor que a obrigatoriedade de sua adoção não se aplica ao Microempreendedor Individual (MEI), de que trata o art. 18-A da Lei Complementar n o 123/2006. Protocolo ICMS n o 43, de DOU 1 de Altera as disposições do Protocolo ICMS n o 10/2007, que estabelece a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os setores que especifica. Os Estados do Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Ja- 90 ICMS Suplemento Especial
84 neiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins e o Distrito Federal, neste ato representados pelos respectivos Secretários de Fazenda, Finanças ou Tributação, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional - Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966, e no 2 o da cláusula primeira do Ajuste SINIEF n o 07/05, de 30 de setembro de 2005, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Fica acrescentado o inciso VI ao 2 o da cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 10/07, de 18 de abril de 2007, com a seguinte redação: VI - o disposto neste protocolo não se aplica ao Microempreendedor Individual - MEI, de que trata o art. 18-A da Lei Complementar n o 123/ Cláusula segunda. Este Protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ICMS - Substituição tributária nas operações com bicicletas Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com bicicletas, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul. Protocolo ICMS n o 44, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com bicicletas. Os Estados de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em Manaus, no dia 3 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/96, de 13 de setembro de 1996 e o disposto nos Convênios ICMS n o s 81/93, de 10 de setembro de 1993, e 70/97, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul / Sistema Harmonizado - NCM/ SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Rio Grande do Sul, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste Protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquia e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste Protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; Suplemento Especial ICMS 91
85 III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindo-se, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. As mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária de que trata este protocolo serão objeto de emissão de documento fiscal específico, não podendo conter outras mercadorias. Cláusula sexta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/93, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sétima. O disposto neste Protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula oitava. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula nona. Este Protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima. Este Protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de outubro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO Código NCM/SH Descrição MVA (%) Original Bicicletas e outros ciclos 45, (incluídos os triciclos) sem motor; partes e acessórios; pneus novos e câmaras-dear, de borracha, dos tipos utilizados em bicicleta Aparelhos de iluminação e sinalização dos tipos utilizados em bicicleta 45,00 ICMS - Substituição tributária nas operações com brinquedos Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com brinquedos, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul. Protocolo ICMS n o 45, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com brinquedos. Os Estados de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em Manaus, no dia 3 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e o disposto nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Rio Grande do Sul, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela 92 ICMS Suplemento Especial
86 retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquia e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindose, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. As mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária de que trata este protocolo serão objeto de emissão de documento fiscal específico, não podendo conter outras mercadorias. Cláusula sexta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sétima. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula oitava. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula nona. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de setembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] Suplemento Especial ICMS 93
87 ANEXO ÚNICO Código NCM/SH Descrição MVA (%) Original Triciclos, patinetes, carros de pedais e outros brinquedos semelhantes de rodas; carrinhos para bonecos; bonecos; outros brinquedos; modelos reduzidos e modelos semelhantes para divertimento, mesmo animados; 44,00 quebra-cabeças (puzzles) de qualquer tipo ICMS - Substituição tributária nas operações com colchoaria Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com produtos de colchoaria, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Protocolo ICMS n o 46, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com colchoaria. Os Estados de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em Manaus, no dia 3 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Rio Grande do Sul, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquia e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindo-se, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. 94 ICMS Suplemento Especial
88 Cláusula quinta. As mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária de que trata este protocolo serão objeto de emissão de documento fiscal específico, não podendo conter outras mercadorias. Cláusula sexta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sétima. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula oitava. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula nona. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de setembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Suportes elásticos para cama 65, Colchões, inclusive box 65, Travesseiros e pillow 65,86 ICMS - Substituição tributária nas operações com ferramentas Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com ferramentas, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Protocolo ICMS n o 47, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com ferramentas. Os Estados de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em Manaus, no dia 3 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e o disposto nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Rio Grande do Sul, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. Suplemento Especial ICMS 95
89 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquia e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindo-se, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Cláusula sexta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sétima. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula oitava. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. As mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária de que trata este protocolo serão objeto de emissão de documento fiscal específico, não podendo conter outras mercadorias. ANEXO ÚNICO Cláusula nona. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de setembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] Código NCM/SH Descrição MVA (%) Original Ferramentas de borracha vulcanizada não endurecida 37, Ferramentas de madeira 37, Mós e artefatos semelhantes, sem armação, para moer, desfibrar, triturar, amolar, polir, retificar ou cortar; 37,00 pedras para amolar ou para polir, manualmente, e suas partes, de pedras naturais, de abrasivos naturais ou artificiais aglomerados ou de cerâmica, mesmo com partes de outras matérias Pás, alviões, picaretas, enxadas, sachos, forcados e forquilhas, ancinhos e raspadeiras; machados, 37,00 podões e ferramentas semelhantes com gume; tesouras de podar de todos os tipos; foices e foicinhas, facas para feno ou para palha, tesouras para sebes, cunhas e outras ferramentas manuais para agricultura, horticultura ou silvicultura Serras manuais; folhas de serras de todos os tipos (incluídas as fresas-serras e as folhas não dentadas para serrar) 37,00 96 ICMS Suplemento Especial
90 Código NCM/SH Descrição MVA (%) Original Limas, grosas, alicates (mesmo cortantes), tenazes, pinças, cisalhas para metais, corta-tubos, cortapinos, 37,00 saca-bocados e ferramentas semelhantes, manuais (exceto Pinças para sobrancelhas NCM ) Chaves de porcas, manuais (incluídas as chaves dinamométricas); chaves de caixa intercambiáveis, 37,00 mesmo com cabos Ferramentas manuais (incluídos os diamantes de vidraceiro) não especificadas nem compreendidas 37,00 em outras posições, lamparinas ou lâmpadas de soldar (maçaricos) e semelhantes; tornos de apertar, sargentos e semelhantes, exceto os acessórios ou partes de máquinas-ferramentas; bigornas; forjasportáteis; mós com armação, manuais ou de pedal Ferramentas de pelo menos duas das posições a 82.05, acondicionadas em sortidos para venda 37,00 a retalho Ferramentas intercambiáveis para ferramentas manuais, mesmo mecânicas,ou para máquinas-ferramentas 37,00 (por exemplo: de embutir, estampar, puncionar, roscar, furar, mandrilar, brochar, fresar, tornear, aparafusar), incluídas as fieiras de estiragem ou de extrusão, para metais, e as ferramentas de perfuração ou de sondagem, exceto forma ou gabarito de produtos em epoxy Facas e lâminas cortantes, para máquinas ou para aparelhos mecânicos 37, Plaquetas, varetas, pontas e objetos semelhantes para ferramentas, não montados, de ceramais ( cermets ) 37, Facas de lâminas fixas ou móveis 37, Podadeiras e suas partes 37, Canivetes com uma ou várias lâminas ou outras peças 37, Lâminas 37, Geradores de gás de ar (gás pobre) ou de gás de água, com ou sem depuradores; geradores de acetileno 37,00 e geradores semelhantes de gás, operados a água, com ou sem depuradores Bombas para líquidos manuais, exceto das subposições ou , Bombas para óleo lubrificante 37, Bombas volumétricas alternativas 37, Pistolas aerográficas e aparelhos semelhantes 37, Máquinas e aparelhos de desobstrução de tubulação ou de limpeza, por jato de água e suas partes 37, Talhas, cadernais e moitões 37, Macacos 37, Ferramentas pneumáticas, hidráulicas ou com motor (elétrico ou não elétrico) incorporado, de uso 37,00 manual Maçaricos de uso manual e suas partes 37, Máquinas e aparelhos a gás e suas partes 37, Máquinas e aparelhos para soldadura forte ou fraca 37, Máquinas e aparelhos para soldar metais por resistência 37, Máquinas e aparelhos para soldar metais por arco ou jato de plasma, excluídas as automáticas NCM 37, Instrumentos e aparelhos de geodésia, topografia, agrimensura, nivela-mento, fotogrametria, hidrografia, 37,00 oceanografia, hidrologia, meteorologia ou de geofísica, exceto bússolas; telêmetros Instrumentos de desenho, de traçado ou de cálculo; metros, micrômetros,paquímetros, calibres e semelhantes; 37, partes e acessórios Máquinas e aparelhos para ensaios de dureza 37, Termômetros, exceto os clínicos, suas partes e acessórios 37, Pirômetros, suas partes e acessórios 37, Contadores de gases, suas partes e acessórios 37, Contadores de líquidos, suas partes e acessórios 37, Outros contadores (por exemplo: contadores de voltas, contadores de produção, totalizadores de caminho 37,00 percorrido, podômetros, excluídos os taxímetros); indicadores de velocidade e tacômetros, ex- ceto os das posições ou 90.15; estroboscópios; inclusive suas partes e acessórios Instrumentos, aparelhos e máquinas de medida ou controle, não especificados nem compreendidos 37,00 em outras posições do presente capítulo; projetores de perfis; suas partes e acessórios; exceto aparelhos digitais de uso em veículos automóveis NCM , aparelhos para análise de têxteis, computadorizados NCM e células de carga NCM Aparelhos mecânicos para agricultura ou horticultura 37,00 Suplemento Especial ICMS 97
91 ICMS - Substituição tributária nas operações com instrumentos musicais Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com instrumentos musicais, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Protocolo ICMS n o 48, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com instrumentos musicais. Os Estados de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em Manaus, no dia 3 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e o disposto nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul / Sistema Harmonizado - NCM/ SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Rio Grande do Sul, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquia e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindo-se, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. As mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária de que trata este protocolo serão objeto de emissão de documento fiscal específico, não podendo conter outras mercadorias. Cláusula sexta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sétima. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; 98 ICMS Suplemento Especial
92 II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula oitava. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula nona. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de outubro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Pianos, mesmo automáticos; cravos 62,00 e outros instrumentos de cordas, com teclado Outros instrumentos musicais de cordas 62,00 (por exemplo: guitarras (violões), violinos, harpas) Outros instrumentos musicais de sopro (por exemplo: clarinetes, trompetes, gaitas de foles) 62, Instrumentos musicais de percussão 62,00 (por exemplo: tambores, caixas, xilofones, pratos, castanholas, maracás) Instrumentos musicais cujo som é produzido 62,00 ou deva ser amplificado por meios elétricos (por exemplo: órgãos, guitarras, acordeões) Partes e acessórios 62,00 ICMS - Substituição tributária nas operações com material de limpeza Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com material de limpeza, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Protocolo ICMS n o 49, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com material de limpeza. Os Estados de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em Manaus, no dia 3 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e o disposto nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul / Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Rio Grande do Sul, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste Protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. Suplemento Especial ICMS 99
93 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquia e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste Protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindose, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. As mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária de que trata este Protocolo serão objeto de emissão de documento fiscal específico, não podendo conter outras mercadorias. Cláusula sexta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/93, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sétima. O disposto neste Protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste Protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula oitava. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula nona. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima. Este Protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de setembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] CÓDIGO NCM/SH ANEXO ÚNICO DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Água sanitária, branqueador ou 56,29 alvejante Pomadas, cremes e preparações semelhantes, para calçados ou para couros Pastas, pós, saponéceos e outras preparações para arear Facilitadores e goma para passar roupa Inseticidas, rodenticidas, fungicidas, raticidas e dutos semelhantes, apresentados em formas ou exclusivamente para uso domissanitário direto outros pro-embalagens Desinfetantes apresentados em formas ou embalagens exclusivamente para uso domissanitário direto 78,68 60,78 74,54 38,74 48, Amaciante/Suavizante 34, ICMS Suplemento Especial
94 CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Esponjas para limpeza 48,32 Álcool etílico para limpeza 48, Óleo para conservação e limpeza de móveis e outros artigos de madeira Cloro estabilizado, ácido tricoloro, isocianúrico todos na for-ma líquida, em pó, granulado, pastilhas ou em tabletes e demais desinfetantes para uso em piscinas; flutuador 3x1 ou 4x1 48,32 48, Carbonato de sódio 99% 48, Cloreto de hidrogênio (ácido clorídrico) 48,32 ácido clossufúlrico, em solução aquosa Limpador abrasivo e/ou soda 48,32 cáustica em forma ou embalagem para uso direto Desumidificador de ambiente 48, Floculantes clarificantes, decantadores à base de cloretos, oxicloretos, hidrocloretos; sulfatos de alumínio e outros sais de alumínio; todos na forma líquida, granulada, em pó, pastilhas,tabletes, todos utilizados em piscinas 48, Tira-manchas e produtos para pré-lavagem de roupas Barrilha carbonatos de sódio, carbonato de cálcio, hidrogeno carbonato de sódio ou bicarbonato de sódio, todos utilizados em piscinas 48,32 48, Naftalina 48, Antiferrugem 48, Clarificante 48, Controlador de metais 48, Flutuador 4x1 48, Limpa-bordas 48, Preparações lubrificantes e preparações 48,32 dos tipos utilizados para lubrificar e amaciar matérias têxteis, para untar couros, peleteria e outras matérias Neutralizador/eliminador de odor 48, Algicidas, removedores de gorduras 48, e oleosidade, à base de sais, peróxido-sulfato de sódio ou potássio, todos utilizados em piscinas Kit teste ph/cloro, fita-teste 48, Produtos para limpeza pesada 48,32 CÓDIGO NCM/SH MVA (%) DESCRIÇÃO ORIGINAL Redutor de ph: produtos em 48,32 solução aquosa, de ácidos clorídricos, sulfúrico fosfórico, e outros redutores de ph da posição , todos utilizados em piscinas Sacos de lixo 48, Rodilhas, esfregões, panos de prato ou de cozinha, flanelas e artefatos de limpeza semelhantes ,32 Aparelhos mecânicos ou elétricos odorizantes, desinfetantes 48,32 ou afins Vassouras, rodos, cabos e afins 48,32 ICMS - Substituição tributária nas operações com artigos de papelaria Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com artigos de papelaria, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Protocolo ICMS N o 50, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com artigos de papelaria. Os Estados de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em Manaus, no dia 3 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e o disposto nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul / Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Rio Grande do Sul, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Cir- Suplemento Especial ICMS 101
95 culação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquia e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindose, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. As mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária de que trata este protocolo serão objeto de emissão de documento fiscal específico, não podendo conter outras mercadorias. Cláusula sexta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sétima. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula oitava. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula nona. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de setembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] 102 ICMS Suplemento Especial
96 ANEXO ÚNICO CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Tinta guache 29, Corretivo 29, Borracha de apagar, inclusive caneta borracha e lápis borracha 29, Maletas e pastas para documentos e de estudante, e artefatos semelhantes 29, Prancheta 29, Caderno, caderneta e bloco escolares; refil e bloco para fichário; agenda 29, Fichário 29, Barbante de algodão 29, Apontador de lápis 29, Instrumento de desenho, de traçado ou de cálculo 29, Pincéis de escrever e desenhar 29, Canetas esferográficas e suas cargas com ponta 29,89 Canetas e marcadores, com ponta de feltro ou com outras pontas porosas e suas partes 29, Canetas-tinteiro (canetas de tinta permanente) e outras canetas, e suas partes 29, Lapiseira 29, Porta-lápis e artigos semelhantes 29, Lápis de escrever e de colorir 29, Minas para lápis ou lapiseira 29, Massas ou pastas para modelar, próprias para recreação de crianças 37, Espiral - perfil para encadernação, de plástico 37, Papel celofane 37, Capa para caderno, capa para encadernação, de plástico 37, Papel seda 37, Quadro branco, verde e cortiça 37, Cartolina escolar, branca e colorida 37, Papel impermeável 37, Papel crepon 37, Papel fantasia 37, Estêncil completo 37, Papel camurça 37, Papel laminado 37, Apagador para quadro 37, Gizes para escrever ou desenhar 37, Lousas e quadros para escrever ou desenhar, mesmo emoldurados 37, Papel cortado tipos A4, ofício I e II, e carta 23, Estojo escolar; estojo para objetos de escrita 29, Porta-canetas 29,89 Suplemento Especial ICMS 103
97 ICMS - Substituição tributária nas operações com produtos alimentícios Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos alimentícios, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Protocolo ICMS n o 51, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos alimentícios. Os Estados de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em Manaus, no dia 3 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e o disposto nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul / Sistema Harmonizado - NCM/ SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Rio Grande do Sul, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquia e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindo-se, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. As mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária de que trata este protocolo serão objeto de emissão de documento fiscal específico, não podendo conter outras mercadorias. Cláusula sexta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sétima. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. 104 ICMS Suplemento Especial
98 Cláusula oitava. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula nona. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de outubro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] Código NCM/ SH ANEXO ÚNICO Descrição MVA (%) ORIGINAL Chocolates Achocolatados em pó, em embalagens de conteúdo igual ou inferior a 1 kg 24, Caixas de bombons contendo cacau, em embalagens de conteúdo entre 400g a 1kg 24, Gomas de mascar com ou sem açúcar 57, Balas, Caramelos, confeitos, pastilhas e produtos semelhantes sem açúcar 57,33 Sucos e Bebidas CódigoNCM/ MVA (%) Descrição SH ORIGINAL Bebidas prontas à base de mate ou chá 40, Preparações em pó para a elaboração de bebidas 51, Refrescos e outras bebidas não alcoólicas, exceto os refrigerantes e as demais bebidas classificadas 38,84 nas posições 2201 a Refrescos e outras bebidas prontas para beber à base de chá e mate 40, Bebidas prontas à base de café 39, Sucos de frutas, ou mistura de sucos de frutas 38, Água de coco 38, Néctares de frutas e outras bebidas não alcoólicas prontas para beber 38, Bebidas alimentares prontas à base de soja, leite ou cacau 39,83 CódigoNCM/ SH Laticínios e matinais Descrição MVA (%) ORIGINAL Leite em pó, blocos ou grânulos, exceto creme de leite 20, Preparações em pó para elaboração de bebidas instantâneas, em embalagens de conteúdo inferior 24,73 a 1 kg Creme de Leite, em recipiente inferior ou igual a 1 kg 18, Iogurte e Leite Fermentado, em recipiente de conteúdo inferior ou igual a 2 litros 20, Requeijão e similares em recipiente de conteúdo inferior ou igual a 1 kg, 31, Margarina, em recipiente de conteúdo inferior a 1 kg 23,00 Suplemento Especial ICMS 105
99 Snacks, cereais e Congêneres Código NCM/ MVA (%) Descrição SH ORIGINAL Produtos à base de cereais, obtidos por expansão ou torrefação 37, Salgadinhos diversos 37, Batata frita, inhame e mandioca fritos 37, Amendoim e castanha aperitivo em embalagem de conteúdo 55,00 Molhos, Temperos e Condimentos CódigoNCM/ Descrição SH Tomates preparados ou conservados, exceto em vinagre ou em ácido acético, em embalagens de conteúdo igual ou inferior a 1 kg Catchup em embalagens imediatas de conteúdo inferior ou igual a 650g ou em embalagens contendo envelopes individualizados (saches) de conteúdo igual ou inferior a 10 g, independentemente do peso total e Condimentos e temperos compostos, incluindo molho de pimenta e outros molhos, em embalagens imediatas de conteúdo inferior ou igual a 1 kg Molhos de soja preparados em embalagens imediatas de conteúdo inferior ou igual a 650 g ou em embalagens contendo envelopes individualizados (saches) de conteúdo igual ou inferior a 10 g, independentemente do peso total MVA (%) ORIGINAL 42, Molhos de tomate em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg 54, Farinha de mostarda em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1kg 62, Mostarda preparada em embalagens imediatas de conteúdo inferior ou igual a 650 g ou em embalagens contendo envelopes individualizados (saches) de conteúdo igual ou inferior a 10 g, independentemente do peso total 62, Maionese em embalagens imediatas de conteúdo inferior ou igual a650 g, ou em embalagens contendo envelopes individualizados (saches) de conteúdo igual ou inferior a 10 g, independentemente do peso total Vinagres e seus sucedâneos obtidos a partir do ácido acético, para usos alimentares, em embalagens imediatas de conteúdo inferior ou igual a 1 litro Barras de Cereais CódigoNCM/ MVA (%) Descrição SH ORIGINAL e Barra de cereais 85, Barra de cereais contendo cacau 85, , e Complementos alimentares compreendendo, entre outros, shakes para ganho ou perda de peso, barras e pós de proteínas, tabletes ou barras de fibras vegetais, suplementos alimentares de vitaminas e minerais em geral, ômega 3 e demais suplementos similares, ainda que em cápsulas 56,53 60,23 62,52 62,52 33,24 46,85 Produtos à base de farinha Código NCM/ MVA (%) Descrição SH ORIGINAL Macarrão pré-cozido (instantâneo) 30,24 Óleos CódigoNCM/ MVA (%) Descrição SH ORIGINAL Óleo de soja refinado, em recipiente com capacidade inferior ou igual a 5 litros 17, Óleo de amendoim refinado, em recipiente com capacidade inferior ou igual a 5 litros 57, Azeites de oliva, em recipientes com capacidade inferior ou igual a 5 litros 32, Outros óleos e respectivas frações, obtidos exclusivamente a partir de azeitonas, mesmo refinados, 47,07 mas não quimicamente modificados, e misturas desses óleos ou frações com óleos ou frações da posição 15.09, em recipientes com capacidade inferior ou igual a 5 litros e Outros óleos refinados, em recipiente com capacidade inferior ou iguala 5 litros 57, e Óleo de girassol ou de algodão refinado, em recipiente com capacidade inferior ou igual a 5 litros 31, Óleo de Canola, em recipiente com capacidade inferior ou igual a 5 litros 20, Óleo de linhaça refinado, em recipiente com capacidade inferior ou igual a 5 litros 57, Óleo de milho refinado, em recipiente com capacidade inferior ou iguala 5 litros 33, ICMS Suplemento Especial
100 Produtos a Base de Carne e Peixe Código NCM/ MVA (%) Descrição SH ORIGINAL Enchidos (embutidos) e produtos semelhantes, de carne, miudezas ou sangue 32, Outras preparações e conservas de carne, miudezas ou de sangue 38, Preparações e conservas de peixes; caviar e seus sucedâneos preparados a partir de ovas de peixe 57, Crustáceos, moluscos e outros invertebrados aquáticos, preparados ou em conservas 57,33 CódigoNCM/ SH Produtos Hortícolas e Frutas Descrição Produtos hortícolas, cozidos em água ou vapor, congelados, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg Frutas, não cozidas ou cozidas em água ou vapor, congeladas, mesmo adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1kg Produtos hortícolas, frutas e outras partes comestíveis de plantas, preprados ou conservados em vinagre ou em ácido acético, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg Cogumelos e trufas, preparados ou conservados, exceto em vinagre ouácido acético, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg Outros produtos hortícolas preparados ou conservados, exceto em vinagre ou em ácido acético, congelados, com exceção dos produtos da posição 20.06, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg Outros produtos hortícolas preparados ou conservados, exceto em vinagre ou em ácido acético, não congelados, com exceção dos produtos da posição 20.06, excluídos batata, inhame e mandioca fritos, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg Produtos hortícolas, frutas, cascas de frutas e outras partes de plantas, conservados com açúcar (passados por calda, glaceados ou cristalizados), em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg Doces, geléias, marmelades, purês e pastas de frutas, obtidos por cozimento, com ou sem adição de açúcar ou de outros edulcorantes, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg Frutas e outras partes comestíveis de plantas, preparadas ou conservadasde outro modo, com ou sem adição de açúcar ou de outros edulcorantes ou de álcool, não especificadas nem compreendidas em outras posições, excluídos os amendoins e castanhas tipo aperitivo, da posição , em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg MVA (%) ORIGINAL 57,33 57,33 53,84 56,36 57,33 38,57 57,33 57,33 46,78 Outros Código NCM/ SH Descrição MVA (%) ORIGINAL Preparações alimentícias compostas homogeneizadas (alimento infantil em conserva salgado ou doce) 49, Preparações para caldos em embalagens igual ou inferior a 1kg 54, Preparações para sopas em embalagens igual ou inferior a 1kg 56, Caldos e sopas preparados 57, Chá, mesmo aromatizado 35, Mate 57, Milho para pipoca (microondas) 43, Extratos, essências e concentrados de café e preparações à base destes extratos, essências ou concentrados ou à base de café, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 500 g. 56, Extratos, essências e concentrados de chá ou de mate e preparações à base destes extratos, essências ou concentrados ou à base de chá ou de mate, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 500 g, exceto as bebidas prontas à base de mate ou chá 57, , , , edulcorantes em geral (aspartame, sacarina e seus sais, ácido ciclâmico de sódio e seus sais, manitol, d-glucitol,sorbitol, polialcool, maltitol) 57,33 Suplemento Especial ICMS 107
101 ICMS - Substituição tributária nas operações com materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Protocolo ICMS n o 52, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno. Os Estados de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em Manaus, no dia 3 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/96, de 13 de setembro de 1996 e o disposto nos Convênios ICMS n o s 81/93, de 10 de setembro de 1993, e 70/97, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul / Sistema Harmonizado - NCM/ SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Rio Grande do Sul, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste Protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquia e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste Protocolo, deduzindo-se, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. As mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária de que trata este protocolo serão objeto de emissão de documento fiscal específico, não podendo conter outras mercadorias. Cláusula sexta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês 108 ICMS Suplemento Especial
102 subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/93, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sétima. O disposto neste Protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula oitava. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula nona. Este Protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima. Este Protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de setembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO Código NCM/ MVA (%) Descrição SH ORIGINAL Aditivos preparados para cimentos, argamassas ou concretos 33, Argamassas e concretos, não refratários 33, Produtos de qualquer espécie utilizados como colas ou adesivos, acondicionados para venda a retalho 48,02 como colas ou adesivos, com peso líquido não superior a 1 kilo, exceto cola bastão, cola instantânea e cola branca escolar Revestimentos de PVC e outros plásticos; 38, Forro, sancas e afins de PVC, para uso na construção civil 38, Tubos e seus acessórios (por exemplo, juntas, cotovelos, flanges, uniões), de plásticos, para uso na 30,74 construção civil Revestimento de pavimento de PVC e outros plásticos 32, Veda rosca, lona plástica, fitas isolantes e afins 28, Banheiras, boxes para chuveiros, pias, lavatórios, bidês, sanitários e seus assentos e tampas, caixas 39,28 de descarga e artigos semelhantes para usos sanitários ou higiênicos, de plásticos Portas, janelas e afins, de plástico 35, Postigos, estores (incluídas as venezianas) e artefatos semelhantes e suas partes 48, Outras obras de plástico, para uso na construção civil 30, Fitas emborrachadas 27, Tubos de borracha vulcanizada não endurecida, mesmo providos dos respectivos acessórios (por 42,35 exemplo, juntas, cotovelos, flanges, uniões) para uso na construção civil Juntas, gaxetas e semelhantes, de borracha vulcanizada não endurecida 47, Pisos de madeira 34, Painéis de partículas, painéis denominados oriented strand board (OSB) e painéis semelhantes (por 34,61 exemplo, waferboard ), de madeira ou de outras matérias lenhosas, recobertos na superfície com papel impregnado de melamina, mesmo aglomeradas com resinas ou com outros aglutinantes orgânicos, em ambas as faces, com película protetora na face superior e trabalho de encaixe nas quatro laterais, dos tipos utilizados para pavimentos Pisos laminados com base de MDF (Médium Density Fiberboard) e/ou madeira 33, Papel de parede e revestimentos de parede semelhantes; papel para vitrais 51,13 Suplemento Especial ICMS 109
103 Código NCM/ MVA (%) Descrição SH ORIGINAL Obras de marcenaria ou de carpintaria para construções, incluídos os painéis celulares, os painéis 37,27 montados para revestimento de pavimentos (pisos) e as fasquias para telhados shinglese shakes, de madeira Tapetes e outros revestimentos para pavimentos (pisos), de matérias têxteis, tufados, mesmo confeccionados 36, Persianas de materiais têxteis 47, Ladrilhos de mármores, travertinos, lajotas, quadrotes, alabastro, ônix e outras rochas carbonáticas, 42,98 e ladrilhos de granito, cianito, charnokito, diorito, basalto e outras rochas silicáticas, com área de até 2m Abrasivos naturais ou artificiais, em pó ou em grãos, aplicados sobre matérias têxteis, papel, cartão ou 35,90 outras matérias, mesmo recortados, costurados ou reunidos de outro modo Manta asfáltica 34, Painéis, chapas, ladrilhos, blocos e semelhantes, de fibras vegetais, de palha ou de aparas, partículas, 69,43 serragem (serradura) ou de outros desperdícios de madeira, aglomerados com cimento, gesso ou outros aglutinantes minerais, para uso na construção civil Obras de gesso ou de composições à base de gesso 28, Obras de cimento, de concreto ou de pedra artificial, mesmo armadas, exceto poste acima de 3 m de 35,46 altura e tubos, laje, pré-laje e mourões Tijolos, placas (lajes), ladrilhos e outras peças cerâmicas de farinhas siliciosas fósseis ( kieselghur, 69,43 tripolita, diatomita, por exemplo) ou de terras siliciosas semelhantes Pias, lavatórios, colunas para lavatórios, banheiras, bidês, sanitários, caixas de descarga, mictórios e 34,29 aparelhos fixos semelhantes para usos sanitários, de cerâmica Ladrilhos e placas de cerâmica, exclusivamente para pavimentação ou revestimento 35, Vidro vazado ou laminado, em chapas, folhas ou perfis, mesmo com camada absorvente, refletora ou 36,08 não, mas sem qualquer outro trabalho Vidro estirado ou soprado, em folhas, mesmo com camada absorvente, refletora ou não, mas sem 69,43 qualquer outro trabalho Vidro flotado e vidro desbastado ou polido em uma ou em ambas as faces, em chapas ou em folhas, 34,41 mesmo com camada absorvente, refletora ou não, mas sem qualquer outro trabalho Vidros temperados 33, Vidros laminados 34, Vidros isolantes de paredes múltiplas 49, Espelhos de vidro, mesmo emoldurados, excluídos os de uso automotivo 38, Barras próprias para construções, exceto os vergalhões de ferro 40, Vergalhões de ferro 27, Fios de ferro ou aço não ligados, não revestidos, mesmo polidos cordas, cabos, tranças (entrançados), 37, lingas e artefatos semelhantes, de ferro ou aço, não isolados para usos elétricos Outros fios de ferro ou aço, não ligados, galvanizados 39, Acessórios para tubos (inclusive uniões, cotovelos, luvas ou mangas), de ferro fundido, ferro ou aço 33, Portas e janelas e seus caixilhos, alizares e soleiras de ferro fundido, ferro ou aço 29, Material para andaimes, para armações (cofragens) e para escoramentos, (inclusive armações prontas, 29, para estruturas de concreto armado ou argamassa armada), eletrocalhas e perfilados de ferro fundido, ferro ou aço, próprios para construção Arame farpado, de ferro ou aço arames ou tiras, retorcidos, mesmo farpados, de ferro ou aço, dos tipos 41,79 utilizados em cercas Telas metálicas, grades e redes, de fios de ferro ou aço 31, Correntes de elos soldados, de ferro fundido, de ferro ou aço 41, Tachas, pregos, percevejos, escápulas, grampos ondulados ou biselados e artefatos semelhantes, de 36,60 ferro fundido, ferro ou aço, mesmo com a cabeça de outra matéria, exceto cobre Parafusos, pinos ou pernos, roscados, porcas, tira-fundos, ganchos roscados, rebites, chavetas, cavilhas, 44,95 contrapinos, arruelas (incluídas as de pressão) e artefatos semelhantes, de ferro fundido, ferro ou aço Abraçadeiras 44, Barras de cobre 31, Tubos de cobre e suas ligas, para instalações de água quente e gás, deuso na construção civil 27, Acessórios para tubos (por exemplo, uniões, cotovelos, luvas ou mangas) de cobre e suas ligas, para 27,67 uso na construção civil Tachas, pregos, percevejos, escápulas e artefatos semelhantes, de cobre,ou de ferro ou aço com cabeça 37,15 de cobre, parafusos, pinos ou pernos, roscados, porcas, ganchos roscados, rebites, chavetas, cavilhas, contrapinos, arruelas (incluídas as de pressão), e artefatos semelhantes, de cobre Artefatos de higiene/toucador de cobre 40, ICMS Suplemento Especial
104 Código NCM/ MVA (%) Descrição SH ORIGINAL Manta de subcobertura aluminizada 34, Acessórios para tubos (por exemplo, uniões, cotovelos, luvas ou mangas), de alumínio, para uso na 39,96 construção civil Construções e suas partes (inclusive pontes e elementos de pontes, torres, pórticos, pilares, colunas, 30,97 armações, estruturas para telhados, portas e janelas, e seus caixilhos, alizares e soleiras, balaustradas, e estruturas de box), de alumínio, exceto as construções, pré-fabricadas da posição 94.06; chapas, barras, perfis, tubos e semelhantes, de alumínio, próprios para construções Artefatos de higiene/toucador de alumínio 45, Outras obras de alumínio, próprias para construções, incluídas as persianas 35, Outras guarnições, ferragens e artigos semelhantes de metais comuns,para construções, inclusive 35,20 puxadores, exceto persianas de alumínio Cadeados, fechaduras e ferrolhos (de chave, de segredo ou elétricos), de metais comuns, incluídas 36,26 as suas partes fechos e armações com fecho, com fechadura, de metais comuns chaves para estes artigos, de metais comuns excluídos os de uso automotivo Dobradiças de metais comuns, de qualquer tipo 40, Pateras, porta-chapéus, cabides, e artigos semelhantes de metais comuns 49, Tubos flexíveis de metais comuns, mesmo com acessórios, para uso na construção civil 30, Fios, varetas, tubos, chapas, eletrodos e artefatos semelhantes, de metais comuns ou de carbonetos 37,32 metálicos, revestidos exterior ou interiormente de decapantes ou de fundentes, para soldagem (soldadura) ou depósito de metal ou de carbonetos metálicos fios e varetas de pós de metais comuns aglomerados, para metalização por projeção Aquecedores de água não elétricos, de aquecimento instantâneo ou de acumulação 29, Torneiras, válvulas (incluídas as redutoras de pressão e as termostáticas) e dispositivos semelhantes, 30,18 para canalizações, caldeiras, reservatórios, cubas e outros recipientes Partes de máquinas e aparelhos para soldadura forte ou fraca e de máquinas e aparelhos para soldar 39, metais por resistência Banheira de hidromassagem 31,70 ICMS - Substituição tributária nas operações com produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com produtos eletrônicos, eletroeletrônicos, e eletrodomésticos, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Protocolo ICMS n o 53, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos. Os Estados de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em Manaus, no dia 3 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/96, de 13 de setembro de 1996 e o disposto nos Convênios ICMS 81/93, de 10 de setembro de 1993, e 70/97, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul / Sistema Harmonizado - NCM/ SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Rio Grande do Sul, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste Protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; Suplemento Especial ICMS 111
105 IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. Cláusula quinta. As mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária de que trata este Protocolo serão objeto de emissão de documento fiscal específico, não podendo conter outras mercadorias. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. Cláusula sexta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/93, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sétima. O disposto neste Protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquia e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste Protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindo-se, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula oitava. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula nona. Este Protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima. Este Protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de outubro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] 112 ICMS Suplemento Especial
106 NCM/SH ANEXO ÚNICO DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Fogões de cozinha de uso doméstico e suas partes 38, Combinações de refrigeradores e congeladores ( freezers ), munidos de portas exteriores separadas 37, Refrigeradores do tipo doméstico, de compressão 34, Outros refrigeradores do tipo doméstico 48, Congeladores ( freezers ) horizontais tipo arca, de capacidade não superior a 800 litros 41, Congeladores ( freezers ) verticais tipo armário, de capacidade não superior a 900 litros 40, Outros congeladores ( freezers ) 38, Mini Adega e similares 25, Máquinas para produção de gelo 50, Partes dos Refrigeradores, Congeladores e Mini Adegas, descritos nos itens 2, 3, 4, 5, 6 e 7 40, Secadoras de roupa de uso doméstico 27, Outras secadoras de roupas e centrífugas para uso doméstico 38, Aparelhos para filtrar ou depurar água 47, Partes das secadoras de roupas e centrífugas de uso doméstico e dos aparelhos para filtrar ou depurar água, descritos nos itens 9, 10 e Máquinas de lavar louça do tipo doméstico e suas partes 41, Máquinas que executem pelo menos duas das seguintes funções: impressão, cópia ou transmissão de 38,58 telecópia (fax), capazes de ser conectadas a uma máquina automática para processamento de dados ou a uma rede Outras impressoras, máquinas copiadoras e telecopiadores (fax), mesmo combinados entre si, capazes 38,58 de ser conectados a uma máquina automática para processamento de dados ou a uma rede Outras máquinas e aparelhos de impressão por meio de blocos, cilindros e outros elementos de impressão 38,58 da posição 84.42; e de outras impressoras, máquinas copiadoras e telecopiadores (fax), mesmo combinados entre si, suas partes e acessórios Máquinas de lavar roupa, mesmo com dispositivos de secagem, de uso doméstico, de capacidade não 31,06 superior a 10 kg, em peso de roupa seca, inteiramente automáticas Máquinas de costura de uso doméstico 44, Outras máquinas de lavar roupa, mesmo com dispositivos de secagem,de uso doméstico, com secador 38,58 centrífugo incorporado Outras máquinas de lavar roupa, mesmo com dispositivos de secagem, de uso doméstico 31, Máquinas de lavar roupa, mesmo com dispositivos de secagem, de uso doméstico, de capacidade 31,70 superior a 10 kg, em peso de roupa seca Partes de máquinas de lavar roupa, mesmo com dispositivos de secagem, de uso doméstico 31, Máquinas de secar de uso doméstico, e suas partes, de capacidade não superior a 10 kg, em peso 32,01 de roupa seca Outras máquinas de secar de uso doméstico 48, Partes de máquinas de secar de uso doméstico 40, Máquinas automáticas para processamento de dados, portáteis, de peso não superior a 10 kg, contendo 38,58 pelo menos uma unidade central de processamento, um teclado e uma tela Outras máquinas automáticas para processamento de dados 38, Unidades de processamento, de pequena capacidade, exceto as das subposições ou , 38,58 podendo conter, no mesmo corpo, um ou dois dos seguintes tipos de unidades: unidade de memória, unidade de entrada e unidade de saída; baseadas em microprocessadores, com capacidade de instalação, dentro do mesmo gabinete, de unidades de memória da subposição , podendo conter múltiplos conectores de expansão ( slots ), e valor FOB inferior ou igual a US$ ,00, por unidade Unidades de entrada, exceto as das posições , Outras unidades de entrada ou de saída, podendo conter, no mesmo corpo, unidades de memória 38, Unidades de memória 38, Outras máquinas automáticas para processamento de dados e suas unidades; leitores magnéticos ou ópticos, máquinas para registrar dados em suporte sob forma codificada, e máquinas para processamento desses dados, não especificadas nem compreendidas em outras posições. 38,58 37,40 Suplemento Especial ICMS 113
107 NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Partes e acessórios das máquinas da posição , Outros transformadores, exceto os produtos classificados nas posições e , Carregadores de acumuladores 38, Equipamentos de alimentação ininterrupta de energia (UPS ou no break ) 38, Aspiradores 34, Aparelhos eletromecânicos de motor elétrico incorporado, de uso doméstico e suas partes 41, Enceradeiras 43, Chaleiras elétricas 48, Ferros elétricos de passar 53, Fornos de microondas 30, Outros fornos; fogareiros (incluídas as chapas de cocção), grelhas e assadeiras 33, Outros aparelhos eletrotérmicos para uso doméstico Cafeteiras 47, Outros aparelhos eletrotérmicos para uso doméstico Torradeiras 30, Outros aparelhos eletrotérmicos para uso doméstico 37, Partes das chaleiras, ferros, fornos e outros aparelhos eletrotérmicos da posição 85.16, descritos nos itens 33, 34, 35, 36 e Aparelhos telefônicos por fio com unidade auscultador-microfone sem fio 38, Telefones para redes sem fio, exceto celulares e os de uso automotivo 38, Outros aparelhos telefônicos 38, Aparelhos para transmissão ou recepção de voz, imagem ou outros dados em rede com fio, exceto os das posições , e Microfones e seus suportes; alto-falantes, mesmo montados nos seus receptáculos, fones de ouvido 41,69 (auscultadores), mesmo combinados com microfone e conjuntos ou sortidos constituídos por um microfone e um ou mais alto-falantes, amplificadores elétricos de audiofreqüência, aparelhos elétricos de amplificação de som; suas partes e acessórios. Exceto os de uso automotivo Aparelhos de gravação de som; aparelhos de reprodução de som; aparelhos de gravação e de reprodução 41,69 de som; partes e acessórios. Exceto os de uso automotivo Outros aparelhos videofônicos de gravação ou de reprodução, mesmo incorporando um receptor de 35,71 sinais videofônicos Cartões de memória ( memory cards ) 38, Câmeras fotográficas digitais e câmeras de vídeo e suas partes 40, Aparelhos receptores para radiodifusão, mesmo combinados num mesmo invólucro, com um aparelho 37,22 de gravação ou de reprodução de som, ou com um relógio, exceto os classificados na posição que sejam de uso automotivo Monitores e projetores que não incorporem aparelhos receptores de televisão, policromáticos 38, Outros monitores dos tipos utilizados exclusiva ou principalmente com uma máquina automática para 38,58 processamento de dados da posição 84.71, policromáticos Aparelhos receptores de televisão, mesmo que incorporem um aparelho receptor de radiodifusão ou 42,00 um aparelho de gravação ou reprodução de som ou de imagens Televisores de CRT (tubo de raios catódicos) Aparelhos receptores de televisão, mesmo que incorporem um aparelho receptor de radiodifusão ou 29,06 um aparelho de gravação ou re-produção de som ou de imagens Televisores de Plasma Câmeras fotográficas dos tipos utilizadas para preparação de clichês ou cilindros de impressão 38, Câmeras fotográficas para filmes de revelação e copiagem instantâneas 38, Aparelhos de diatermia 38, Aparelhos de massagem 38, Reguladores de voltagem eletrônicos 38, Jogos de vídeo dos tipos utilizáveis com receptor de televisão 29,67 37,87 38, ICMS Suplemento Especial
108 ICMS - Substituição tributária nas operações com cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e de toucador Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e de toucador, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Protocolo ICMS n o 54, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e de toucador. Os Estados de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em Manaus, no dia 3 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e o disposto nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Rio Grande do Sul, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquia e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. Nas operações interestaduais realizadas entre estabelecimentos de empresas interdependentes, o remetente deverá adotar como MVA-original o percentual de 177,19%. 1 o Para fins do disposto no caput desta cláusula, consideram-se estabelecimentos de empresas interdependentes quando: a) uma delas, por si, seus sócios ou acionistas, e respectivos cônjuges e filhos menores, for titular de mais de 50% (cinqüenta por cento) do capital da outra; b) uma delas tiver participação na outra de 15% (quinze por cento) ou mais do capital social, por si, seus sócios ou acionistas, bem assim por intermédio de parentes destes até o segundo grau e respectivos cônjuges, se a participação societária for de pessoa física (Lei federal n o 4.502/1964, art. 42, I, e Lei federal n o 7.798/1989, art. 9 o ); Suplemento Especial ICMS 115
109 c) uma mesma pessoa fizer parte de ambas, na qualidade de diretor, ou sócio com funções de gerência, ainda que exercidas sob outra denominação (Lei federal n o 4.502/1964, art. 42, II); d) uma tiver vendido ou consignado à outra, no ano anterior, mais de 20% (vinte por cento), no caso de distribuição com exclusividade em determinada área do território nacional, e mais de 50% (cinqüenta por cento), nos demais casos, do seu volume de vendas (Lei federal n o 4.502/1964, art. 42, III); e) uma delas, por qualquer forma ou título, for a única adquirente, de um ou de mais de um dos produtos da outra, ainda quando a exclusividade se refira à padronagem, marca ou tipo do produto (Lei federal n o 4.502/1964, art. 42, parágrafo único, I); f) uma tiver adquirido ou recebido em consignação da outra, no ano anterior, mais de 50% (cinqüenta por cento) do seu volume total de aquisições; g) uma vender à outra, mediante contrato de participação ou ajuste semelhante, produto que tenha fabricado ou importado (Lei federal n o 4.502/1964, art. 42, parágrafo único, II); h) uma delas promover transporte de mercadoria utilizando veículos da outra, sendo ambas contribuintes do setor de cosméticos. 2 o Na hipótese do caput desta cláusula, a unidade federada de destino poderá determinar que a retenção e o recolhimento do imposto devido por substituição tributária sejam efetuados pelo estabelecimento destinatário interdependente em relação às saídas subseqüentes que promover. 3 o Não caracteriza a interdependência referida nas alíneas d e e do 1 o a venda de matéria-prima ou produto intermediário, destinados exclusivamente à industrialização de produtos do comprador. Cláusula quinta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindose, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula sexta. As mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária de que trata este protocolo serão objeto de emissão de documento fiscal específico, não podendo conter outras mercadorias. Cláusula sétima. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula oitava. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula nona. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula décima. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima primeira. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de setembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA- original (%) Henna (envelope em pó até 50g) 50, Vaselina 50, Amoníaco em solução aquosa (amônia) 50, Peróxido de Hidrogênio (água oxigenada frasco de até 100 ml) 50, Acetona (frasco em até 30 ml) 50, Lubrificação íntima 50, Óleos essenciais (frasco em até 10 ml) 50, ICMS Suplemento Especial
110 NCM/SH DESCRIÇÃO MVA- original (%) Perfumes (extratos) 54, Águas-de-colônia 62, Produtos de Maquilagem para os Lábios 45, Sombra, Delineador, Lápis para sobrancelhas e rímel 50, Outros produtos de maquilagem para os olhos 50, Pós, incluídos os compactos, para maquilagem 49, Cremes de beleza, cremes nutritivos e loções tônicas 41, Outros produtos de beleza ou de maquilagem preparados e preparações para conservação ou cuidados da pele Xampus para o cabelo 45, Preparações para ondulação ou alisamento, permanentes, dos cabelos 50, Laquês para o cabelo 50, Outras preparações capilares 59, Tintura para o cabelo 38, Dentifrícios 33, Outras preparações para higiene bucal ou dentária 35, Preparações para barbear (antes, durante ou após) 54, Desodorantes corporais e antiperspirantes, líquidos 51, Outros desodorantes corporais e antiperspirantes 51, Sais perfumados e outras preparações para banhos 50, Outros produtos de perfumaria ou de toucador preparados 30, Sabões de toucador em barras, pedaços ou figuras moldados 43, Outros sabões, produtos e preparações, em barras, pedaços ou figuras moldados, inclusive lenços umedecidos Sabões de toucador sob outras formas 50, Produtos e preparações orgânicos tensoativos para lavagem da pele, na forma de líquido ou de creme, 51,63 acondicionados para venda a retalho, mesmo contendo sabão Bolsa para gelo ou para água quente 50, Chupetas e bicos para mamadeiras e chupetas 50, Malas e maletas de toucador 50, Papel higiênico folha simples 48, Papel higiênico folha dupla 45, Fraldas 30, Hastes flexíveis (uso não medicinal) 50, Sutiã descartável, assemelhados e papel para depilação 50, Pinças para sobrancelhas 50, Espátulas (artigos de cutelaria) 50, Utensílios e sortidos de utensílios de manicuros ou de pedicuros (incluídas as limas para unhas) 50, Termômetros, inclusive o digital 50, Escovas e pincéis de barba, escovas para cabelos, para cílios ou para unhas e outras escovas de 50,90 toucador de pessoas, incluídas as que sejam partes de aparelhos, exceto escovas de dentes Pincéis para aplicação de produtos cosméticos 50, Sortidos de viagem, para toucador de pessoas para costura ou limpeza de para calçado ou de roupas 50, Pentes, travessas para cabelo e artigos semelhantes; grampos (alfinetes) para cabelo; pinças (pinceguiches), 50,90 onduladores, bobes (rolos) e artefatos semelhantes para penteados, e suas partes, exceto os da posição 8516 e suas partes Borlas ou esponjas para pós ou para aplicação de outros cosméticos ou de produtos de toucador 50, Mamadeiras 50,90 47,63 50,90 Suplemento Especial ICMS 117
111 ICMS - Substituição tributária nas operações com artefatos de uso doméstico Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com artefatos de uso doméstico, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul. Protocolo ICMS n o 55, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com artefatos de uso doméstico. Os Estados de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em Manaus, no dia 3 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e o disposto nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Rio Grande do Sul, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquia e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1 - ALQ intra)] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindo-se, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. As mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária de que trata este protocolo serão objeto de emissão de documento fiscal específico, não podendo conter outras mercadorias. Cláusula sexta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sétima. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: 118 ICMS Suplemento Especial
112 I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula oitava. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula nona. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de outubro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Serviços de mesa e outros utensílios 81,00 de mesa ou de cozinha Artigos para serviço de mesa ou 81,00 de cozinha, de porcelana Louças e outros artigos de uso 81,00 doméstico, de cerâmica, exceto de porcelana Objetos de vidro para serviço de 81,00 mesa, cozinha, exceto os da posição Artefatos de uso doméstico, e 81,00 suas partes, de ferro fundido, ferro ou aço Artefatos de uso doméstico, e 81,00 suas partes, de cobre Artefatos de uso doméstico, e suas partes, de alumínio 81,00 CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Facas (exceto as da posição 81, ) de lâmina cortante ou serrilhada, incluídas as podadeiras de lâmina móvel, e suas lâminas Colheres, garfos, conchas, escumadeiras, 81,00 pás para tortas, facas especiais para peixe ou manteiga, pinças para açúcar e artefatos semelhantes Garrafas térmicas e outros recipientes 81,00 isotérmicos montados, com isolamento produzido pelo vácuo, e suas partes (exceto ampolas de vidro) Artefatos de madeira para mesa ou cozinha 81,00 ICMS - Substituição tributária nas operações com materiais elétricos Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com materiais elétricos, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Protocolo ICMS n o 56, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com materiais elétricos. Os Estados de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em Manaus, no dia 3 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e o disposto nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul / Sistema Harmonizado - NCM/ SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Rio Grande do Sul, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, royalties relativos a franquias e outros Suplemento Especial ICMS 119
113 encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquia e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindo-se, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. As mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária de que trata este protocolo serão objeto de emissão de documento fiscal específico, não podendo conter outras mercadorias. Cláusula sexta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sétima. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula oitava. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula nona. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de setembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] 120 ICMS Suplemento Especial
114 ANEXO ÚNICO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Eletrobombas submersíveis 36, Lanternas elétricas portáteis destinadas a funcionar por meio de sua própria fonte de energia (por 39,14 exemplo: de pilhas, de acumuladores, de magnetos) Aquecedores elétricos de água, incluídos os de imersão, chuveiros ou duchas elétricos, torneiras elétricas, 37,09 resistências de aquecimento, inclusive as de duchas e chuveiros elétricos e suas partes Aparelhos elétricos para telefonia ou telegrafia por fio, incluídos os aparelhos telefônicos por fio conjugado 36,53 com aparelho telefônico portátil sem fio, e os aparelhos de telecomunicação por corrente portadora ou de telecomunicação digital; videofone Interfones, seus acessórios, tomadas e plugs 36, Outros aparelhos telefônicos e videofones, exceto telefone celular 37, Partes reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas aos aparelhos das posições ,14 a Outras antenas, exceto para telefones celulares 45, Aparelhos elétricos de sinalização acústica ou visual (por exemplo, campainhas, sirenes, quadros 39,14 indicadores, aparelhos de alarme para proteção contra roubo ou incêndio) Aparelhos elétricos de alarme, para proteção contra roubo ou incêndio e aparelhos semelhantes 43, Outros aparelhos de sinalização acústica ou visual 33, Resistências elétricas (incluídos os reostatos e os potenciômetros), exceto de aquecimento 39, Circuitos impressos, exceto os de uso automotivo 39, Aparelhos para interrupção, seccionamento, proteção, derivação, ligação ou conexão de circuitos 45,09 elétricos (por exemplo, interruptores, comutadores, corta-circuitos, pára-raios, limitadores de tensão, eliminadores de onda, tomadas de corrente e outros conectores, caixas de junção), para tensão superior a 1.000V, exceto os de uso automotivo classificados na subposição Aparelhos para interrupção, seccionamento, proteção, derivação, ligação ou conexão de circuitos 33,54 elétricos (por exemplo, interruptores, comutadores, relés, corta-circuitos, eliminadores de onda, plugues e tomadas de corrente, suportes para lâmpadas e outros conectores, caixas de junção), para uma tensão não superior a 1.000V; conectores para fibras ópticas, feixes ou cabos de fibras ópticas, exceto os de uso automotivo Quadros, painéis, consoles, cabinas, armários e outros suportes com dois ou mais aparelhos das posições 40, ou 85.36, para comando elétrico ou distribuição de energia elétrica, incluídos os que incorporem instrumentos ou aparelhos do Capítulo 90, bem como os aparelhos de comando numérico Partes reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas aos aparelhos das posições 85.35, 40, ou Diodos emissores de luz (LED), exceto diodos laser 29, Fios, cabos (incluídos os cabos coaxiais) e outros condutores, isolados ou não, para usos elétricos (incluídos os de cobre ou alumínio, envernizados ou oxidados anodicamente), mesmo com peças de conexão; fios e cabos telefônicos e para transmissão de dados; cabos de fibras ópticas, constituídos de fibras embainhadas individualmente, mesmo com condutores elétricos ou munidos de peças de conexão; cordas, cabos, tranças e semelhantes, de alumínio, não isolados para uso elétricos Fios e cabos elétricos, para tensão não superior a 1000V 37, Isoladores de qualquer matéria, para usos elétricos 31, Aparelhos e instrumentos para medida ou controle da tensão, intensidade, resistência ou da potência, sem 33,08 dispositivo registrador Analisadores lógicos de circuitos digitais, de espectro de frequência, frequêncimetros, fasimetros, e 31,49 outros instrumentos e aparelhos de controle de grandezas eletricas e detecção Interruptores horários e outros aparelhos que permitam acionar um mecanismo em tempo determinado, 30,69 munidos de maquinismo de aparelhos de relojoaria ou de motor síncrono Aparelhos de iluminação (incluídos os projetores) e suas partes, não especificados nem compreendidos 39,14 em outras posições; anúncios, cartazes ou tabuletas e placas indicadoras luminosos, e artigos semelhantes, contendo uma fonte luminosa fixa permanente, e suas partes não especificadas nem compreendidas em outras posições Lustres e outros aparelhos elétricos de iluminação, próprios para serem suspensos ou fixados no teto 46,20 ou na parede, exceto os dos tipos utilizados na iluminação pública, e suas partes Abajures de cabeceira, de escritório e lampadários de interior, elétricos e suas partes 39, Outros aparelhos elétricos de iluminação e suas partes 39,85 Suplemento Especial ICMS ,30
115 ICMS - Substituição tributária nas operações com bicicletas Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com bicicletas, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro. Protocolo ICMS n o 57, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com bicicletas. Os Estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em Manaus/ AM, no dia 3 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul / Sistema Harmonizado - NCM/ SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Rio de Janeiro, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito localizado em Minas Gerais, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquia e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1 - ALQ intra)] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste Protocolo, deduzindo-se, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. As mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária de que trata este protocolo serão objeto de emissão de documento fiscal específico, não podendo conter outras mercadorias. Cláusula sexta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio n o ICMS 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sétima. O disposto neste Protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; 122 ICMS Suplemento Especial
116 II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula oitava. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula nona. Este Protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima. Este Protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de agosto de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] Código NCM/SH ANEXO ÚNICO MVA (%) Descrição Original Bicicletas e outros ciclos (incluídos os 45,00 triciclos) sem motor; partes e acessórios; pneus novos e câmaras-de-ar, de borracha, dos tipos utilizados em bicicleta. Aparelhos de iluminação e sinalização dos tipos utilizados em 45,00 bicicleta ICMS - Substituição tributária nas operações com brinquedos Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com brinquedos, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro. Protocolo ICMS n o 58, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com brinquedos. Os Estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em Manaus/ AM, no dia 3 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul / Sistema Harmonizado - NCM/ SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Rio de Janeiro, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito localizado em Minas Gerais, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Suplemento Especial ICMS 123
117 Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquia e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindo-se, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. As mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária de que trata este protocolo serão objeto de emissão de documento fiscal específico, não podendo conter outras mercadorias. Cláusula sexta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sétima. O disposto neste Protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula oitava. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula nona. Este Protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de agosto de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO Código NCM/SH Descrição MVA (%) Original Triciclos, patinetes, carros de pedais e outros brinquedos semelhantes de rodas; carrinhos para bonecos; bonecos; outros brinquedos; modelos reduzidos e modelos semelhantes para divertimento, mesmo animados; quebra-cabeças (puzzles) de qualquer tipo 44,00 ICMS - Substituição tributária nas operações com colchoaria Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com colchoaria, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro. 124 ICMS Suplemento Especial
118 Protocolo ICMS n o 59, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com colchoaria. Os Estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em Manaus (AM), no dia 3 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/96, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS 81/93, de 10 de setembro de 1993, e 70/97, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul / Sistema Harmonizado - NCM/ SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Rio de Janeiro, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito localizado em Minas Gerais, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquia e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindo-se, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. As mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária de que trata este protocolo serão objeto de emissão de documento fiscal específico, não podendo conter outras mercadorias. Cláusula sexta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS 81/93, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sétima. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula oitava. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, Suplemento Especial ICMS 125
119 até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula nona. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de agosto de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Suportes elásticos para cama 65, Colchões, inclusive box 65, Travesseiros e pillow 65,86 PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul / Sistema Harmonizado - NCM/ SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Rio de Janeiro, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. ICMS - Substituição tributária nas operações com ferramentas Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com ferramentas, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro. Protocolo ICMS n o 60, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com ferramentas. Os Estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em Manaus (AM), no dia 3 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/96, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS 81/93, de 10 de setembro de 1993, e 70/97, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito localizado em Minas Gerais, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquia e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 126 ICMS Suplemento Especial
120 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindo-se, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. As mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária de que trata este protocolo serão objeto de emissão de documento fiscal específico, não podendo conter outras mercadorias. Cláusula sexta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS 81/93, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sétima. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula oitava. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula nona. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de agosto de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO Código NCM/SH Descrição MVA Original (%) Ferramentas de borracha vulcanizada não endurecida 37, Ferramentas de madeira 37, Mós e artefatos semelhantes, sem armação, para moer, desfibrar, triturar, amolar, polir, retificar ou cortar; 37,00 pedras para amolar ou para polir, manualmente, e suas partes, de pedras naturais, de abrasivos naturais ou artificiais aglomerados ou de cerâmica, mesmo com partes de outras matérias Pás, alviões, picaretas, enxadas, sachos, forcados e forquilhas, ancinhos e raspadeiras; machados, 37,00 podões e ferramentas semelhantes com gume; tesouras de podar de todos os tipos; foices e foicinhas, facas para feno ou para palha, tesouras para sebes, cunhas e outras ferramentas manuais para agricultura, horticultura ou silvicultura Serras manuais; folhas de serras de todos os tipos (incluídas as fresas-serras e as folhas não dentadas 37,00 para serrar) Limas, grosas, alicates (mesmo cortantes), tenazes, pinças, cisalhas para metais, corta-tubos, cortapinos, 37,00 saca-bocados e ferramentas semelhantes, manuais (exceto os produtos do subitem 24.25) Chaves de porcas, manuais (incluídas as chaves dinamométricas); chavesde caixa intercambiáveis, 37,00 mesmo com cabos Ferramentas manuais (incluídos os diamantes de vidraceiro) não especificadas nem compreendidas 37,00 em outras posições, lamparinas ou lâmpadas de soldar (maçaricos) e semelhantes; tornos de apertar, sargentos e semelhantes, exceto os acessórios ou partes de máquinas-ferramentas; bigornas; forjasportáteis; mós com armação, manuais ou de pedal Ferramentas de pelo menos duas das posições a 82.05, acondicionadas em sortidos para venda a retalho 37,00 Suplemento Especial ICMS 127
121 Código NCM/SH Descrição MVA Original (%) Ferramentas intercambiáveis para ferramentas manuais, mesmo mecânicas, ou para máquinas-ferramentas 37,00 (por exemplo: de embutir, estampar, puncionar, roscar, furar, mandrilar, brochar, fresar, tornear, aparafusar), incluídas as fieiras de estiragem ou de extrusão, para metais, e as ferramentas de perfuração ou de sondagem, exceto forma ou gabarito de produtos em epoxy Facas e lâminas cortantes, para máquinas ou para aparelhos mecânicos 37, Plaquetas, varetas, pontas e objetos semelhantes para ferramentas, não montados, de ceramais ( cermets ) 37, Facas de lâminas fixas ou móveis 37, Podadeiras e suas partes 37, Canivetes com uma ou várias lâminas ou outras peças 37, Lâminas 37, Geradores de gás de ar (gás pobre) ou de gás de água, com ou sem depuradores; geradores de acetileno 37,00 e geradores semelhantes de gás, operados a água, com ou sem depuradores Bombas para líquidos manuais, exceto das subposições ou , Bombas para óleo lubrificante 37, Bombas volumétricas alternativas 37, Pistolas aerográficas e aparelhos semelhantes 37, Máquinas e aparelhos de desobstrução de tubulação ou de limpeza, por jato de água e suas partes 37, Talhas, cadernais e moitões 37, Macacos 37, Ferramentas pneumáticas, hidráulicas ou com motor (elétrico ou não elétrico) incorporado, de uso 37,00 manual Maçaricos de uso manual e suas partes 37, Máquinas e aparelhos a gás e suas partes 37, Lanternas elétricas portáteis destinadas a funcionar por meio de sua própria fonte de energia (por 37,00 exemplo: de pilhas, de acumuladores, de magnetos), excluídos os aparelhos de iluminação utilizados em ciclos e automóveis Máquinas e aparelhos para soldadura forte ou fraca 37, Máquinas e aparelhos para soldar metais por resistência 37, Máquinas e aparelhos para soldar metais por arco ou jato de plasma, excluídas as automáticas-ncm , Instrumentos e aparelhos de geodésia, topografia, agrimensura, nivela-mento, fotogrametria, hidrografia, oceanografia, hidrologia, meteorologia ou de geofísica, exceto bússolas; telêmetros Instrumentos de desenho, de traçado ou de cálculo; metros, micrômetros, paquímetros, calibres e 37,00 semelhantes; partes e acessórios Máquinas e aparelhos para ensaios de dureza 37, Termômetros, exceto os clínicos, suas partes e acessórios 37, Pirômetros, suas partes e acessórios 37, Contadores de gases, suas partes e acessórios 37, Contadores de líquidos, suas partes e acessórios 37, Outros contadores (por exemplo: contadores de voltas, contadores de produção, totalizadores de caminho 37,00 percorrido, podômetros, excluídos os taxímetros); indicadores de velocidade e tacômetros, ex- ceto os das posições ou 90.15; estroboscópios; inclusive suas partes e acessórios Instrumentos, aparelhos e máquinas de medida ou controle, não especificados nem compreendidos 37,00 em outras posições do presente capítulo; aparelhos digitais de uso em veículos automóveis-ncm , aparelhos para análise de têxteis, computadorizados-ncm e células de carga NCM Aparelhos mecânicos para agricultura ou horticultura 37,00 37, ICMS Suplemento Especial
122 ICMS - Substituição tributária nas operações com artigos de papelaria Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com artigos de papelaria, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro. Protocolo ICMS n o 61, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com artigos de papelaria. Os Estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em Manaus (AM), no dia 3 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul / Sistema Harmonizado - NCM/ SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Rio de Janeiro, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito localizado em Minas Gerais, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquia e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindo-se, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. As mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária de que trata este protocolo serão objeto de emissão de documento fiscal específico, não podendo conter outras mercadorias. Cláusula sexta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sétima. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; Suplemento Especial ICMS 129
123 II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula oitava. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula nona. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de agosto de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA ORIGINAL (%) Tinta guache 29, Corretivo 29, Borracha de apagar, inclusive caneta borracha e lápis borracha 29, Maletas e pastas para documentos e de estudante, e artefatos semelhantes 29, Prancheta 29, Caderno, caderneta e bloco escolares; refil e bloco para fichário; agenda 29, Fichário 29, Barbante de algodão 29, Apontador de lápis 29, Instrumento de desenho, de traçado ou de cálculo 29, Pincéis de escrever e desenhar 29, Canetas esferográficas e suas cargas com ponta 29, Canetas e marcadores, com ponta de feltro ou com outras pontas porosas e suas partes 29, Canetas-tinteiro (canetas de tinta permanente) e outras canetas, e suas partes 29, Lapiseira 29, Porta-lápis e artigos semelhantes 29, Lápis de escrever e de colorir 29, Minas para lápis ou lapiseira 29, Massas ou pastas para modelar, próprias para recreação de crianças 37, Espiral perfil para encadernação, de plástico 37, Papel celofane 37, Capa para caderno, capa para encadernação, de plástico 37, Papel seda 37, Quadro branco, verde e cortiça 37, Cartolina escolar, branca e colorida 37, Papel impermeável 37, Papel crepon 37, Papel fantasia 37, ICMS Suplemento Especial
124 NCM/SH DESCRIÇÃO MVA ORIGINAL (%) Estencil completo 37, Papel camurça 37, Papel laminado 37, Apagador para quadro 37, Gizes para escrever ou desenhar 37, Lousas e quadros para escrever ou desenhar, mesmo emoldurados 37, Papel cortado tipos A4, ofício I e II, e carta 23, Estojo escolar; estojo para objetos de escrita 29, Porta-canetas 29,89 ICMS - Substituição tributária nas operações com produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro. Protocolo ICMS n o 62, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos. Os Estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em Manaus (AM), no dia 3 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e o disposto nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul / Sistema Harmonizado - NCM/ SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Rio de Janeiro, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito localizado em Minas Gerais, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquia e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, Suplemento Especial ICMS 131
125 do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindo-se, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. As mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária de que trata este protocolo serão objeto de emissão de documento fiscal específico, não podendo conter outras mercadorias. Cláusula sexta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sétima. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula oitava. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula nona. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de agosto de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] NCM/SH ANEXO ÚNICO DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Fogões de cozinha de uso doméstico e suas partes 38, Combinações de refrigeradores e congeladores ( freezers ), munidos de portas exteriores separadas 37, Refrigeradores do tipo doméstico, de compressão 34, Outros refrigeradores do tipo doméstico 48, Congeladores ( freezers ) horizontais tipo arca, de capacidade não superior a 800 litros 41, Congeladores ( freezers ) verticais tipo armário, de capacidade não superior a 900 litros 40, Outros congeladores ( freezers ) 38, Mini Adega e similares 25, Máquinas para produção de gelo 50, ICMS Suplemento Especial
126 NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Partes dos Refrigeradores, Congeladores e Mini Adegas, descritos nos itens 2, 3, 4, 5, 6 e 7 40, Secadoras de roupa de uso doméstico 27, Outras secadoras de roupas e centrífugas para uso doméstico 38, Aparelhos para filtrar ou depurar água 47, Partes das secadoras de roupas e centrífugas de uso doméstico e dos aparelhos para filtrar ou depurar água, descritos nos itens 9, 10 e Máquinas de lavar louça do tipo doméstico e suas partes 41, Máquinas que executem pelo menos duas das seguintes funções: impressão, cópia ou transmissão de telecópia (fax), capazes de ser conectadas a uma máquina automática para processamento de dados ou a uma rede Outras impressoras, máquinas copiadoras e telecopiadores (fax), mesmo combinados entre si, capazes de ser conectados a uma máquina automática para processamento de dados ou a uma rede 37,40 38,58 38, Outras máquinas e aparelhos de impressão por meio de blocos, cilindros e outros elementos de impressão da posição 84.42; e de outras impressoras, máquinas copiadoras e telecopiadores (fax), mesmo combinados entre si, suas partes e acessórios 38, Máquinas de lavar roupa, mesmo com dispositivos de secagem, de uso doméstico, de capacidade não 31,06 superior a 10 kg, em peso de roupa seca, inteiramente automáticas Máquinas de costura de uso doméstico 44, Outras máquinas de lavar roupa, mesmo com dispositivos de secagem,de uso doméstico, com secador 38,58 centrífugo incorporado Outras máquinas de lavar roupa, mesmo com dispositivos de secagem, de uso doméstico 31, Máquinas de lavar roupa, mesmo com dispositivos de secagem, de uso doméstico, de capacidade 31,70 superior a 10 kg, em peso de roupa seca Partes de máquinas de lavar roupa, mesmo com dispositivos de secagem, de uso doméstico 31, Máquinas de secar de uso doméstico, e suas partes, de capacidade não superior a 10kg, em peso de 32,01 roupa seca Outras máquinas de secar de uso doméstico 48, Partes de máquinas de secar de uso doméstico 40, Máquinas automáticas para processamento de dados, portáteis, de peso não superior a 10kg, contendo 38,58 pelo menos uma unidade central de processamento, um teclado e uma tela Outras máquinas automáticas para processamento de dados 38, Unidades de processamento, de pequena capacidade, exceto as das subposições ou , podendo conter, no mesmo corpo, um ou dois dos seguintes tipos de unidades: unidade de memória, unidade de entrada e unidade de saída; baseadas em microprocessadores, com capacidade de instalação, dentro do mesmo gabinete, de unidades de memória da subposição , podendo conter múltiplos conectores de expansão ( slots ), e valor FOB inferior ou igual a US$ ,00, por unidade 38, Unidades de entrada, exceto as das posições , Outras unidades de entrada ou de saída, podendo conter, no mesmo corpo, unidades de memória 38, Unidades de memória 38, Outras máquinas automáticas para processamento de dados e suas unidades; leitores magnéticos ou ópticos, máquinas para registrar dados em suporte sob forma codificada, e máquinas para processamento desses dados, não especificadas nem compreendidas em outras posições. 38, Partes e acessórios das máquinas da posição , Outros transformadores, exceto os produtos classificados nas posições e , Carregadores de acumuladores 38,58 Suplemento Especial ICMS 133
127 NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Equipamentos de alimentação ininterrupta de energia (UPS ou no break ) 38, Aspiradores 34, Aparelhos eletromecânicos de motor elétrico incorporado, de uso doméstico e suas partes 41, Enceradeiras 43, Chaleiras elétricas 48, Ferros elétricos de passar 53, Fornos de microondas 30, Outros fornos; fogareiros (incluídas as chapas de cocção), grelhas e assadeiras 33, Outros aparelhos eletrotérmicos para uso doméstico Cafeteiras 47, Outros aparelhos eletrotérmicos para uso doméstico Torradeiras 30, Outros aparelhos eletrotérmicos para uso doméstico 37, Partes das chaleiras, ferros, fornos e outros aparelhos eletrotérmicos da posição 85.16, descritos nos itens 33, 34, 35, 36 e Aparelhos telefônicos por fio com unidade auscultador-microfone sem fio 38, Telefones para redes sem fio, exceto celulares e os de uso automotivo 38, Outros aparelhos telefônicos 38, Aparelhos para transmissão ou recepção de voz, imagem ou outros dados em rede com fio, exceto os das posições , e Microfones e seus suportes; alto-falantes, mesmo montados nos seus receptáculos, fones de ouvido (auscultadores), mesmo combinados com microfone e conjuntos ou sortidos constituídos por um microfone e um ou mais alto-falantes, amplificadores elétricos de audiofreqüência, aparelhos elétricos de amplificação de som; suas partes e acessórios. Exceto os de uso automotivo 37,87 38,58 41, Aparelhos de gravação de som; aparelhos de reprodução de som; aparelhos de gravação e de reprodução 41,69 de som; partes e acessórios. Exceto os de uso automotivo Outros aparelhos videofônicos de gravação ou de reprodução, mesmo incorporando um receptor de 35,71 sinais videofônicos Cartões de memória ( memory cards ) 38, Câmeras fotográficas digitais e câmeras de vídeo e suas partes 40, Aparelhos receptores para radiodifusão, mesmo combinados num mesmo invólucro, com um aparelho de gravação ou de reprodução de som, ou com um relógio, exceto os classificados na posição que sejam de uso automotivo 37, Monitores e projetores que não incorporem aparelhos receptores de televisão, policromáticos 38, Outros monitores dos tipos utilizados exclusiva ou principalmente com uma máquina automática para 38,58 processamento de dados da posição 84.71, policromáticos Aparelhos receptores de televisão, mesmo que incorporem um aparelho receptor de radiodifusão ou 42,00 um aparelho de gravação ou reprodução de som ou de imagens Televisores de CRT (tubo de raios catódicos) Aparelhos receptores de televisão, mesmo que incorporem um aparelho receptor de radiodifusão ou 29,06 um aparelho de gravação ou reprodução de som ou de imagens Televisores de Plasma Câmeras fotográficas dos tipos utilizadas para preparação de clichês ou cilindros de impressão 38, Câmeras fotográficas para filmes de revelação e copiagem instantâneas 38, Aparelhos de diatermia 38, Aparelhos de massagem 38, Reguladores de voltagem eletrônicos 38, Jogos de vídeo dos tipos utilizáveis com receptor de televisão 29, ICMS Suplemento Especial
128 ICMS - Substituição tributária nas operações com autopeças - Alterações Este ato altera dispositivos do Protocolo ICMS n o 24/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com autopeças entre contribuintes localizados nos Estados do Espírito Santo e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 64, de DOU 1 de Altera o Protocolo ICMS n o 24/2009, que Dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com autopeças. Os Estados do Espírito Santo e de São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e o disposto nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Ficam alterados os seguintes dispositivos do Protocolo ICMS n o 24/2009 de 3 de junho de 2009, com as redações que seguem: I - cláusula segunda: Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial, das mercadorias por ele fabricadas, ou pelo importador, das mercadorias por ele diretamente importadas, para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a outro estabelecimento responsável pelo pagamento do imposto por sujeição passiva por substituição, em relação à mesma mercadoria ou a outra mercadoria enquadrada na mesma modalidade de substituição; Parágrafo único. Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. ; II - cláusula quarta: Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista na cláusula terceira, deduzindo-se, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente. ; III - cláusula sexta: Cláusula sexta. Os Estados signatários adotarão o regime de substituição tributária, também, nas operações internas com as mercadorias de que trata este protocolo, observando os percentuais previstos nos incisos I e II do 2 o da cláusula terceira e o prazo de recolhimento do imposto retido previsto na cláusula quinta. ; IV - cláusula oitava: Cláusula oitava. Este protocolo entrará em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de agosto de Cláusula segunda. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ICMS - Substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano - Alterações Este ato altera dispositivos do Protocolo ICMS n o 25/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano entre contribuintes localizados nos Estados do Espírito Santo e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 65, de DOU 1 de , retificado no de Altera o Protocolo ICMS n o 25/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano. Os Estados do Espírito Santo e de São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e o disposto nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte. PROTOCOLO Cláusula Primeira. Ficam alterados os seguintes dispositivos do Protocolo ICMS n o 25/2009 de 3 de junho de 2009, com as seguintes redações que seguem: I - caput da cláusula terceira e caput do seu 1 o : Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente e, na falta deste preço, o valor correspondente ao preço máximo de venda a consumidor, sugerido ao público pelo estabelecimento industrial. Suplemento Especial ICMS 135
129 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo será o preço praticado pelo remetente, acrescido dos valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula: ; II - Incisos II e III do 2 o da Cláusula terceira: II - quando a MVA-ST original corresponder ao percentual de 41,34% (quarenta e um inteiros e trinta e quatro centésimos por cento): Alíquota Interna no ES 17% Alíquota Interestadual de 7% 8,37% III - quando a MVA-ST original corresponder ao percentual de 33,05% (trinta e três inteiros e cinco centésimos por cento): Alíquota Interna no ES 17% Alíquota Interestadual de 7% 49,08% III - Cláusula décima: Cláusula décima Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de agosto de IV - Anexo Único: ; ANEXO ÚNICO CÓDIGO NCM DESCRIÇÃO Anti-soro, outras frações do sangue, produtos imunológicos modificados, mesmo obtidos por via biotecnológica; vacinas para medicina humana; outros, exceto para medicina veterinária LISTA NEGATIVA MVA (%) ORIGINAL LISTA POSITIVA LISTA NEUTRA 33,05 38,24 41, Medicamentos, exceto para uso veterinário 33,05 38,24 41, Medicamentos, exceto para uso veterinário 33,05 38,24 41, Pastas (ouates), gazes, ataduras e artigos análogos (por exemplo, pensos, esparadrapos, sinapismos), impregnados ou recobertos de substâncias famacêuticas ou acondicionados para venda a retalho para usos medicinais, cirúrgicos ou dentários Preparações químicas contraceptivas à base de hormônios, de outros produtos da posição 2937 ou de espermicidas Preparações em gel, concebidas para uso em medicina humana, como lubrificante para determinadas partes do corpo em intervenções cirúrgicas ou exames médicos, ou como agente de ligação entre o corpo e os instrumentos médicos 33,05 33,05 38,24 41, , Provitaminas e vitaminas , Seringas, mesmo com agulhas 41, Agulhas para seringas 41, Contraceptivos (dispositivos intrauterinos - DIU) 41, Luvas cirúrgicas e luvas de procedimento 41,34 Cláusula Segunda. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] 136 ICMS Suplemento Especial
130 ICMS - Substituição tributária nas operações com suportes elásticos para cama, colchões, inclusive box, travesseiros e pillow - Alterações Este ato altera dispositivos do Protocolo ICMS n o 102/2007, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com suportes elásticos para cama, colchões, inclusive box, travesseiros e pillow, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de São Paulo e do Rio Grande do Sul. Protocolo ICMS n o 70, de DOU 1 de Altera o Protocolo ICMS n o 102/2007, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com suportes elásticos para cama, colchões, inclusive box, travesseiros e pillow. Os Estados de São Paulo e Rio Grande do Sul, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Estado de Fazenda, reunidos em Manaus/AM, no dia 3 de julho, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Ficam alterados os seguintes dispositivos do Protocolo ICMS n o 102/2007, de 14 de dezembro de 2007, com as redações que seguem: I - o 1 o da cláusula primeira: 1 o O disposto nesta cláusula aplica-se a: I - Suportes elásticos para cama, classificados na posição da NCM/SH; II - Colchões, inclusive box, classificados na posição da NCM/SH; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o A MVA-ST original é de 65,86%. 3 o Da combinação dos 1 o e 2 o, o remetente deve adotar as seguintes MVAs ajustadas nas operações interestaduais: Alíquota interestadual de 12% Alíquota interna na unidade federada de destino 12% 17% 18% 65,86% 75,85% 78,00% 4 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado de que tratam os 1 o, 2 o e 3 o. 5 o Nas operações com destino ao consumo do adquirente, a base de cálculo corresponderá ao preço efetivamente praticado na operação, incluídas as parcelas relativas a frete, seguro, impostos e demais encargos, quando não incluídos naquele preço. 6 o O estabelecimento importador ou industrial fabricante remeterá listas atualizadas dos preços referidos no caput, podendo ser emitida por meio magnético ou eletrônico, ao órgão fazendário responsável pela substituição tributária dos Estados signatários.. Cláusula segunda. Este protocolo entrará em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de agosto de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] III - Travesseiros e pillow, classificados na posição da NCM/SH. ; II - a cláusula terceira: Cláusula terceira A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, acrescido dos valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário adicionado da parcela resultante da aplicação sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula: MVA ajustada = [(1 + MVA-ST original) x (1 - ALQ inter) / (1 - ALQ intra)] -1, onde: I - MVA-ST original é a margem de valor agregado indicada no 2 o ; ICMS - Substituição tributária nas operações com suportes elásticos para cama, colchões, inclusive box, travesseiros e pillow - Alterações Este ato altera dispositivos do Protocolo ICMS n o 90/2007, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com suportes elásticos para cama, colchões inclusive box, travesseiros e pillow, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados do Mato Grosso do Sul, do Paraná, do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Suplemento Especial ICMS 137
131 Protocolo ICMS n o 71, de DOU 1 de Altera o Protocolo ICMS n o 90/2007, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com suportes elásticos para cama, colchões, inclusive box, travesseiros e pillow. Os Estados do Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Estado de Fazenda, reunidos em Manaus/AM, no dia 3 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Ficam alterados os seguintes dispositivos do Protocolo ICMS n o 90/2007, de 14 de dezembro de 2007, com as redações que seguem: I - o 1 o da cláusula primeira: 1 o O disposto nesta cláusula aplica-se a: 4 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado de que tratam os 1 o, 2 o e 3 o. 5 o Nas operações com destino ao consumo do adquirente, a base de cálculo corresponderá ao preço efetivamente praticado na operação, incluídas as parcelas relativas a frete, seguro, impostos e demais encargos, quando não incluídos naquele preço. 6 o O estabelecimento importador ou industrial fabricante remeterá listas atualizadas dos preços referidos no caput, podendo ser emitida por meio magnético ou eletrônico, ao órgão fazendário responsável pela substituição tributária dos Estados signatários.. Cláusula segunda. Este protocolo entrará em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de agosto de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] I - Suportes elásticos para cama, classificados na posição da NCM/SH; II - Colchões, inclusive box, classificados na posição da NCM/SH; III - Travesseiros e pillow, classificados na posição da NCM/SH. ; II - a cláusula terceira: Cláusula terceira A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, acrescido dos valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário adicionado da parcela resultante da aplicação sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula: MVA ajustada = [(1 + MVA-ST original) x (1 - ALQ inter) / (1 - ALQ intra)] -1, onde: I - MVA-ST original é a margem de valor agregado indicada nos Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o A MVA-ST original é de 65,68%. 3 o Da combinação dos 1 o e 2 o, o remetente deve adotar as seguintes MVAs ajustadas nas operações interestaduais: Alíquota interestadual de 12% Alíquota interna na unidade federada de destino 12% 17% 18% 65,86% 75,85% 78,00% ICMS - Substituição tributária nas operações com sucos de frutas e outras bebidas não alcoólicas - Exclusão do Estado de Minas Gerais O Estado de Minas Gerais foi excluído das disposições do Protocolo ICMS n o 18/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com sucos de frutas e outras bebidas não alcoólicas, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais, do Paraná, do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Protocolo ICMS n o 72, de DOU 1 de Dispõe sobre a exclusão do Estado de Minas Gerais das disposições do Protocolo ICMS n o 18, de 3 de abril de 2009, que trata da substituição tributária nas operações com sucos de frutas e outras bebidas não alcoólicas. Os Estados de Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Estado da Fazenda, de Receita e Controle e Gerente de Receita, reunidos em Manaus/AM, no dia 3 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Fica o Estado de Minas Gerais excluído das disposições do Protocolo ICMS n o 18, de 3 de abril de ICMS Suplemento Especial
132 Cláusula segunda. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, acrescido dos valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquia e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1 + MVA-ST original) x (1 - ALQ inter) / (1 - ALQ intra)] - 1, onde: ICMS - Substituição tributária nas operações com cosméticos, perfumaria e artigos de higiene pessoal e de toucador - Alterações Este ato altera dispositivos do Protocolo ICMS n o 92/2007, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e de toucador, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados do Paraná, do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Protocolo ICMS n o 73, de DOU 1 de , retificado no de (retificação republicada no de ) Altera o Protocolo ICMS n o 92/2007, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e de toucador. Os Estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Estado de Fazenda, reunidos em Fortaleza/CE, no dia 14 de dezembro de 2007, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Passam a vigorar com a seguinte redação os dispositivos adiante indicados do Protocolo ICMS n o 92/2007, de 14 de dezembro de 2007, com as redações que seguem: I - O caput da cláusula primeira: Cláusula primeira Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas aos Estados signatários deste Protocolo, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. II - a cláusula terceira: Cláusula terceira A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. I - MVA-ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Nas operações interestaduais o remetente deverá adotar as MVAs ajustadas indicadas no Anexo Único deste protocolo, de acordo com a alíquota interna incidente na unidade federada de destino, salvo se a referida alíquota não estiver nele indicada, hipótese em que o remetente deverá calcular a correspondente MVA ajustada na forma do 1 o desta cláusula. 3 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ). III - o Anexo Único: ANEXO ÚNICO CÓDIGO NCM DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Perfumes (extratos) 54, Águas-de-colônia 62, Produtos de maquilagem para os 45,75 lábios Sombra, delineador, lápis para sobrancelhas 50,90 e rímel Outros produtos de maquilagem 50,90 para os olhos Preparações para manicuros e pedicuros 57, Pós, incluídos os compactos, para 49,69 maquilagem Preparações anti-solares 47, Outros produtos de beleza ou de 47,63 maquilagem preparados e preparações para conservação ou cuidados da pele Outros produtos de beleza ou de maquilagem preparados e preparações para conservação ou cuidados da pele 47,63 Suplemento Especial ICMS 139
133 CÓDIGO NCM DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Preparações para ondulação ou 50,90 alisamento, permanentes, dos cabelos Laquês para o cabelo 50, Cremes de beleza, cremes nutritivos 50,90 e loções tônicas Outras preparações capilares 59, Xampus para o cabelo 45, Dentifrícios 33, Fios utilizados para limpar os espaços 70,36 interdentais (fio dental) Outras preparações para higiene 35,52 bucal ou dentária Cremes para barbear contendo ou 54,41 não sabão Preparações para barbear (antes, 54,41 durante ou após) Desodorantes corporais e antiperspirantes, 51,73 líquidos Outros desodorantes corporais e antiperspirantes 51, Sais perfumados e outras preparações 50,90 para banhos Outros produtos de perfumaria ou 30,90 de toucador preparados Outros sabões, produtos e preparações 43, Sabões de toucador em barras, pedaços 43,56 ou figuras moldados Sabões de toucador sob outras formas 50, Produtos e preparações orgânicos 51,63 tensoativos para lavagem da pele, na forma de líquido ou de creme, acondicionados para venda a retalho, mesmo contendo sabão Papel higiênico 48, Lenços (incluídos os de maquilagem) 81,02 e toalhas de mão Fraldas 30, Tampões higiênicos 66, Absorventes higiênicos externos 64, Mamadeiras de borracha vulcanizada e plástico Chupetas e bicos para mamadeiras e chupetas Absorventes e tampões higiênicos e fraldas de fibras têxteis Escovas de dentes, incluídas as de dentaduras, escovas e pincéis de barba, escovas para cabelos,para cílios, para unhas e outras escovas de toucador de pessoas, incluídas as que sejam parte de aparelhos 50,90 50,90 66,04 56,39 CÓDIGO NCM DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Toalhas e guardanapos de mesa 56, Amoníaco em solução aquosa (amônia) 50,90 para uso cosmético Água oxigenada para uso cosmético 50, Vaselina condicionada para venda a retalho e própria para os cuidados da pele 50, Tinturas a base de henna em pó ou em creme 38, Acetona para uso cosmético 50, Águas destiladas aromáticas e soluções 50,90 aquosas de óleos essenciais acondicionados para venda a retalho, como artigo de perfumaria ou como medicamentos Sutiã descartável e assemelhados 50, Pinças de depilação 50, Espátulas (artigos de cutelaria) 50, Utensílios e sortidos de utensílios de 50,90 manicuros ou de pedicuros (incluídas as limas para unhas) Pastas de algodão e outros artigos 50,90 destas pastas, incluindo cotonetes Soluções para higiene ocular 30, Malas e maletas, incluídas as de 50,90 toucador e as maletas e pastas para documentos e de estudante,e artefatos semelhantes Pincéis para aplicação de produtos 50,90 cosméticos Conjuntos de viagem, para toucador 50,90 de pessoas, para costura ou para limpeza de calçados ou de roupas 9615 Pentes, travessas para cabelo e artigos 50,90 semelhantes; grampos para cabelo; pinças, onduladores, bóbis e artefatos semelhantes para penteados, exceto os da posição 85.16, e suas partes Borlas ou esponjas para pós ou pra 50,90 aplicação de outros cosméticos ou de produtos de toucador Termômetros clínicos, inclusive o 50,90 digital Lubrificação íntima 50,90 Cláusula segunda. Este protocolo entrará em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de setembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] 140 ICMS Suplemento Especial
134 ICMS - Sistema de Controle Interestadual de Carimbos (SCIC) - Exclusão do Estado do Espírito Santo O Estado do Espírito Santo foi excluído das disposições do Protocolo ICMS n o 27/2006, que criou o Sistema de Controle Interestadual de Carimbos (SCIC) e institui o carimbo controlado eletronicamente e o carimbo digital. Protocolo ICMS n o 74, de DOU 1 de , retificado no de Exclui o Estado do Espírito Santo das disposições do Protocolo ICMS n o 27/2006 que cria o Sistema de Controle Interestadual de Carimbos (SCIC) e institui o Carimbo Controlado Eletronicamente e o Carimbo Digital. Os Estados do Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins neste ato representados pelos respectivos Secretários de Fazenda, Finanças ou Tributação e Gerente de Receita, tendo em vista o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), acordam em celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Fica excluído o Estado do Espírito Santo das disposições do Protocolo ICMS n o 27/2006, de 6 de outubro de Cláusula segunda. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] Protocolo ICMS n o 75, de DOU 1 de , retificado no de Dispõe sobre a exclusão do Estado do Espírito Santo das disposições do Protocolo ICMS n o 10/2003, que cria o Sistema de Controle Interestadual de Mercadorias em Trânsito (SCIMT) e institui o Passe Fiscal Interestadual - PFI. Os Estados de Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe e Espírito Santo, neste ato representados pelos respectivos Secretários de Fazenda, Finanças ou Tributação e Gerente de Receita, tendo em vista o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), resolvem celebrar o seguinte: PROTOCOLO Cláusula primeira. Fica excluído o Estado do Espírito Santo das disposições do Protocolo ICMS n o 10/03, de 4 de abril de Cláusula segunda. Este Protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ICMS - Substituição tributária nas operações com lâmina de barbear, aparelho de barbear descartável e isqueiro - Alterações Este ato altera dispositivos do Protocolo ICMS n o 16/1985, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com lâmina de barbear, aparelho de barbear descartável e isqueiro. ICMS - Sistema de Controle Interestadual de Mercadoria de Trânsito (SCIMT) e Passe Fiscal Interestadual (PFI) - Exclusão do Estado do Espírito Santo O Estado do Espírito Santo foi excluído das disposições do Protocolo ICMS n o 10/2003, que criou o Sistema de Controle Interestadual de Mercadoria de Trânsito (SCIMT) e instituiu o Passe Fiscal Interestadual (PFI). Protocolo ICMS n o 76, de DOU 1 de , retificado no de Altera o Protocolo ICM n o 16/1985, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com lâmina de barbear, aparelho de barbear descartável e isqueiro. Os Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal, tendo em vista o disposto no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/96, de 13 de setembro de 1996, e nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966) resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Ficam revigorados os 1 o e 2 o da cláusula primeira do Protocolo ICM n o 16/1985, de 25 de julho de 1985, com as redações que se seguem: 1 o O regime de que trata este Protocolo não se aplica: Suplemento Especial ICMS 141
135 I - às transferências de mercadoria entre estabelecimentos da mesma empresa industrial, nem às operações entre contribuintes substitutos industriais; II - às operações que destinem a mercadoria ao Estado de São Paulo; III - às operações promovidas por estabelecimentos localizados no Estado de São Paulo que tenham como destinatário estabelecimentos localizados no Estado do Rio de Janeiro. 2 o Na hipótese do inciso I do parágrafo anterior, a substituição tributária caberá ao estabelecimento da empresa industrial ou ao contribuinte substituto destinatário que promover a saída de mercadoria para estabelecimento de pessoa diversa.. Cláusula segunda. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de junho de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] Cláusula segunda. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de junho de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ICMS - Substituição tributária nas operações com pilhas e baterias elétricas - Alterações Este ato altera dispositivos do Protocolo ICM n o 18/1985, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com pilhas e baterias elétricas. ICMS - Substituição tributária nas operações com lâmpada elétrica - Alterações Este ato altera dispositivos do Protocolo ICMS n o 17/1985, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com lâmpada elétrica. Protocolo ICMS n o 77, de DOU 1 de , retificado no de Altera o Protocolo ICM n o 17/1985, que dispõe sobre substituição tributária nas operações com lâmpada elétrica. Os Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal, tendo em vista o disposto no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/96, de 13 de setembro de 1996, e nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966) resolve celebrar o seguinte: Nota: Redação conforme publicação oficial Cláusula primeira. Ficam revigorados os 1 o e 2 o da cláusula primeira do Protocolo ICM n o 17/1985, de 25 de julho de 1985, com as redações que se seguem: 1 o O regime de que trata este Protocolo não se aplica à transferência de mercadoria entre estabelecimentos da empresa industrial, nem às operações entre contribuintes substitutos industriais. 2 o Na hipótese do parágrafo anterior, a substituição tributária caberá ao estabelecimento da empresa industrial ou ao contribuinte substituto destinatário que promover a saída da mercadoria para estabelecimento de pessoa diversa.. Protocolo ICMS n o 78, de DOU 1 de , retificado no de Altera o Protocolo ICM n o 18/1985, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com pilha e bateria elétricas. Os Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal, tendo em vista o disposto no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/96, de 13 de setembro de 1996, e nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966) resolve celebrar o seguinte: PROTOCOLO Cláusula primeira. Ficam revigorados os 1 o e 2 o da cláusula primeira do Protocolo ICM n o 18/1985, de 25 de julho de 1985, com as redações que se seguem: 1 o O regime de que trata este Protocolo não se aplica à transferência de mercadoria entre estabelecimentos da empresa industrial, nem às operações entre contribuintes substitutos industriais. 2 o Na hipótese do parágrafo anterior, a substituição tributária caberá ao estabelecimento da empresa industrial ou ao contribuinte substituto destinatário que promover a saída da mercadoria para estabelecimento de pessoa diversa.. Cláusula segunda. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de junho de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] 142 ICMS Suplemento Especial
136 ICMS - Substituição tributária nas operações com discos fonográficos e com fita virgem ou gravada - Alterações Este ato altera dispositivos do Protocolo ICM n o 19/1985, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com discos fonográficos e com fita virgem ou gravada. Protocolo ICMS n o 79, de DOU 1 de , retificado no de Altera o Protocolo ICM n o 19/1985, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com disco fonográfico, fita virgem ou gravada. Os Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal, tendo em vista o disposto no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/96, de 13 de setembro de 1996, e nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966) resolve celebrar o seguinte: PROTOCOLO Cláusula primeira. Ficam revigorados os 1 o e 2 o da cláusula primeira do Protocolo ICM n o 19/1985, de 25 de julho de 1985, com as redações que se seguem: 1 o O regime de que trata este Protocolo não se aplica à transferência de mercadoria entre estabelecimentos da empresa industrial, nem às operações entre contribuintes substitutos industriais. 2 o Na hipótese do parágrafo anterior, a substituição tributária caberá ao estabelecimento da empresa industrial ou ao contribuinte substituto destinatário que promover a saída da mercadoria para estabelecimento de pessoa diversa.. Cláusula segunda. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de junho de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ICMS - Substituição tributária nas operações com lâmina de barbear, aparelho de barbear descartável e isqueiro - Alteração Este ato altera o inciso I da Cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 5/2009, que altera o Protocolo ICMS n o 16/1985, o qual dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com lâmina de barbear, aparelho de barbear descartável e isqueiro. Protocolo ICMS n o 80, de DOU 1 de , retificado no de Altera o Protocolo ICMS n o 05/2009, que altera o Protocolo ICM n o 16/1985, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com lâmina de barbear, aparelho de barbear descartável e isqueiro. Os Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal, tendo em vista o disposto no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/96, de 13 de setembro de 1996, e nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966) resolve celebrar o seguinte: PROTOCOLO Cláusula primeira. Fica alterado o inciso I da cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 05/2009, de 3 de abril de 2009, publicado no Diário Oficial da União de 16 de abril de 2009, Seção 1, páginas 13 e 14, com a seguinte redação: I - caput da cláusula primeira:.... Cláusula segunda. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ICMS - Substituição tributária nas operações com pilha e bateria elétricas - Alteração Este ato altera o inciso I da Cláusula primeira do Protocolo ICM n o 6/2009, que altera o Protocolo ICM n o 18/1985, o qual dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com pilha e bateria elétricas. Protocolo ICMS n o 81, de DOU 1 de , retificado no de Altera o Protocolo ICM n o 06/2009, que altera o Protocolo ICM n o 18/1985, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com pilha e bateria elétricas. Os Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal, tendo em vista o disposto no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/96, de 13 de setembro de 1996, e nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966) resolve celebrar o seguinte: Suplemento Especial ICMS 143
137 PROTOCOLO Cláusula primeira. Fica alterado o inciso I da cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 06/2009, de 3 de abril de 2009, publicado no Diário Oficial da União de 16 de abril de 2009, Seção 1, página 14, com a seguinte redação: I - caput da cláusula primeira:.... Cláusula segunda. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ICMS - Substituição tributária nas operações com lâmpada elétrica - Alteração Este ato altera o inciso I da Cláusula primeira do Protocolo ICM n o 7/2009, que altera o Protocolo ICM n o 17/1985, o qual dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com lâmpada elétrica. Protocolo ICMS n o 82, de DOU 1 de , retificado no de Altera o Protocolo ICMS n o 07/2009, que altera o Protocolo ICM n o 17/1985, que dispõe sobre substituição tributária nas operações com lâmpada elétrica. Os Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal, tendo em vista o disposto no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/96, de 13 de setembro de 1996, e nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966) resolvem celebrar o seguinte: PROTOCOLO Cláusula primeira. Fica alterado o inciso I da cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 07/2009, de 3 de abril de 2009, publicado no Diário Oficial da União de 16 de abril de 2009, Seção 1, página 14, com a seguinte redação: I - caput da cláusula primeira:.... Cláusula segunda. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ICMS - Substituição tributária nas operações com disco fonográfico, fita virgem ou gravada - Alteração Este ato altera o inciso I da Cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 8/2009, que altera o Protocolo ICM n o 19/1985, o qual dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com disco fonográfico, fita virgem ou gravada. Protocolo ICMS n o 83, de DOU 1 de , retificado no de Altera o Protocolo ICMS n o 08/2009, que altera o Protocolo ICM n o 19/1985, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com disco fonográfico, fita virgem ou gravada. Os Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal, tendo em vista o disposto no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/96, de 13 de setembro de 1996, e nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966) resolvem celebrar o seguinte: PROTOCOLO Cláusula primeira. Fica alterado o inciso I da cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 08/2009, de 3 de abril de 2009, publicado no Diário Oficial da União de 16 de abril de 2009, Seção 1, página 15, com a seguinte redação: I - caput da cláusula primeira:.... Cláusula segunda. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ICMS - Substituição tributária nas operações com colchoaria Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com colchoaria, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 85, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com colchoaria. Os Estados do Rio Grande do Sul e São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em São Pau- 144 ICMS Suplemento Especial
138 lo, no dia 23 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e o disposto nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul / Sistema Harmonizado - NCM/ SH, destinadas ao Estado de São Paulo ou ao Estado do Rio Grande do Sul, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais promovidas por contribuinte varejista com destino a estabelecimento de contribuinte localizado no Estado de São Paulo; V - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito localizado no Rio Grande do Sul, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquia e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindo-se, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. As mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária de que trata este protocolo serão objeto de emissão de documento fiscal específico, não podendo conter outras mercadorias. Cláusula sexta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sétima. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula oitava. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações Suplemento Especial ICMS 145
139 de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula nona. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima. Fica revogado o Protocolo ICMS n o 102, de 14 de dezembro de Cláusula décima primeira. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de setembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de São Paulo ou ao Estado do Rio Grande do Sul, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; ANEXO ÚNICO CÓDIGO MVA (%) DESCRIÇÃO NCM/SH ORIGINAL Suportes elásticos para cama 65, Colchões, inclusive box 65, Travesseiros e pillow 65,86 II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais promovidas por contribuinte varejista com destino a estabelecimento de contribuinte localizado no Estado de São Paulo; ICMS - Substituição tributária nas operações com artefatos de uso doméstico Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com artefatos de uso doméstico realizadas entre contribuintes localizados nos Estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 86, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com artefatos de uso doméstico. Os Estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em São Paulo/SP, no dia 23 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e o disposto nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de V - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito localizado no Rio Grande do Sul, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquia e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: 146 ICMS Suplemento Especial
140 I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindo-se, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. As mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária de que trata este protocolo serão objeto de emissão de documento fiscal específico, não podendo conter outras mercadorias. Cláusula sexta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sétima. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula oitava. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula nona. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de outubro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Serviços de mesa e outros utensílios 81,00 de mesa ou de cozinha Artefatos de madeira para mesa 81,00 ou cozinha filtros descartáveis para coar 81,00 café ou chá bandejas, travessas, pratos, xícaras 81,00 ou chávenas, taças, co- pos e artigos semelhantes, de papel ou cartão Artigos para serviço de mesa ou 81,00 de cozinha, de porcelana Louças e outros artigos de uso 81,00 doméstico, de cerâmica, exceto de porcelana Objetos de vidro para serviço de 81,00 mesa, cozinha Artefatos de uso doméstico, e 81,00 suas partes, de ferro fundido, ferro ou aço Artefatos de uso doméstico, e 81,00 suas partes, de cobre ; Artefatos de uso doméstico, e 81,00 suas partes, de alumínio Facas de lâmina cortante ou serrilhada, 81,00 incluídas as podadeiras de lâmina móvel, e suas lâminas Colheres, garfos, conchas, escumadeiras, 81,00 pás para tortas, facas especiais para peixe ou manteiga, pinças para açúcar e artefatos semelhantes Garrafas térmicas e outros recipientes isotérmicos montados, com isolamento produzido pelo vácuo, e suas partes (exceto ampolas de vidro) 81,00 Suplemento Especial ICMS 147
141 ICMS - Substituição tributária nas operações com bicicletas Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com bicicletas, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 87, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com bicicletas. Os Estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em São Paulo, no dia 24 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e o disposto nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/197, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de São Paulo ou ao Estado do Rio Grande do Sul, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais promovidas por contribuinte varejista com destino a estabelecimento de contribuinte localizado no Estado de São Paulo; V - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito localizado no Rio Grande do Sul, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquia e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindo-se, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. As mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária de que trata este protocolo serão objeto de emissão de documento fiscal específico, não podendo conter outras mercadorias. Cláusula sexta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sétima. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 148 ICMS Suplemento Especial
142 Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula oitava. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula nona. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de outubro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO Código NCM/SH Descrição MVA (%) Original Bicicletas e outros ciclos (incluídos os triciclos) sem motor; partes e acessórios; pneus novos e câmaras-de-ar, de borracha, dos tipos utilizados em bicicleta Aparelhos de iluminação e sinalização dos tipos utilizados em bicicleta ICMS - Substituição tributária nas operações com produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos 45,00 45,00 Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 88, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos. Os Estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em São Paulo, no dia 23 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e o disposto nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de São Paulo ou ao Estado do Rio Grande do Sul, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais promovidas por contribuinte varejista com destino a estabelecimento de contribuinte localizado no Estado de São Paulo; V - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito localizado no Rio Grande do Sul, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Suplemento Especial ICMS 149
143 Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquia e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindose, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. As mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária de que trata este protocolo serão objeto de emissão de documento fiscal específico, não podendo conter outras mercadorias. Cláusula sexta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio n o ICMS 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sétima. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula oitava. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula nona. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de outubro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] NCM/SH ANEXO ÚNICO DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Fogões de cozinha de uso doméstico e suas partes 38, Combinações de refrigeradores e congeladores ( freezers ), munidos de portas exteriores separadas 37, Refrigeradores do tipo doméstico, de compressão 34, Outros refrigeradores do tipo doméstico 48, Congeladores ( freezers ) horizontais tipo arca, de capacidade não superior a 800 litros 41, Congeladores ( freezers ) verticais tipo armário, de capacidade não superior a 900 litros 40, Outros congeladores ( freezers ) 38, ICMS Suplemento Especial
144 NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Mini Adega e similares 25, Máquinas para produção de gelo 50, Partes dos Refrigeradores, Congeladores e Mini Adegas, descritos nos itens 2, 3, 4, 5, 6 e 7 da classificação 40,84 NCM Secadoras de roupa de uso doméstico 27, Outras secadoras de roupas e centrífugas para uso doméstico 38, Aparelhos para filtrar ou depurar água 47, Partes das secadoras de roupas e centrífugas de uso doméstico e dos aparelhos para filtrar ou depurar 37,40 água, descritos nos itens 9, 10 e 11 da classificação NCM Máquinas de lavar louça do tipo doméstico e suas partes 41, Máquinas que executem pelo menos duas das seguintes funções: impressão, cópia ou transmissão 38,58 de telecópia (fax), capazes de ser conectadas a uma máquina automática para processamento de dados ou a uma rede Outras impressoras, máquinas copiadoras e telecopiadores (fax), mesmo combinados entre si, capazes 38,58 de ser conectados a uma máquina automática para processamento de dados ou a uma rede Outras máquinas e aparelhos de impressão por meio de blocos, cilindros e outros elementos de impressão 38,58 da posição 84.42; e de outras impressoras, máquinas copiadoras e telecopiadores (fax), Máquinas de lavar roupa, mesmo com dispositivos de secagem, de uso doméstico, de capacidade 31,06 não superior a 10 kg, em peso de roupa seca, inteiramente automáticas Máquinas de costura de uso doméstico 44, Outras máquinas de lavar roupa, mesmo com dispositivos de secagem, de uso doméstico, com secador 38,58 centrífugo incorporado Outras máquinas de lavar roupa, mesmo com dispositivos de secagem, de uso doméstico 31, Máquinas de lavar roupa, mesmo com dispositivos de secagem, de uso doméstico, de capacidade 31,70 superior a 10 kg, em peso de roupa seca Partes de máquinas de lavar roupa, mesmo com dispositivos de secagem, de uso doméstico 31, Máquinas de secar de uso doméstico, e suas partes, de capacidade não superior a 10kg, em peso 32,01 de roupa seca Outras máquinas de secar de uso doméstico 48, Partes de máquinas de secar de uso doméstico 40, Máquinas automáticas para processamento de dados, portáteis, de peso não superior a 10 kg, contendo 38,58 pelo menos uma unidade central de processamento, um teclado e uma tela Outras máquinas automáticas para processamento de dados 38, Unidades de processamento, de pequena capacidade, exceto as das subposições ou , 38,58 podendo conter, no mesmo corpo, um ou dois dos seguintes tipos de unidades: unidade de memória, unidade de entrada e unidade de saída; baseadas em microprocessadores, com capacidade de instalação, dentro do mesmo gabinete, de unidades de memória da subposição , podendo conter múltiplos conectores de expansão ( slots ), e valor FOB inferior ou igual a US$ ,00, por unidade Unidades de entrada, exceto as das posições , Outras unidades de entrada ou de saída, podendo conter, no mesmo corpo, unidades de memória 38, Unidades de memória 38, Outras máquinas automáticas para processamento de dados e suas unidades; leitores magnéticos ou 38,58 ópticos, máquinas para registrar dados em suporte sob forma codificada, e máquinas para processamento desses dados, não especificadas nem compreendidas em outras posições Partes e acessórios das máquinas da posição da classificação NCM. 38, Outros transformadores, exceto os produtos classificados nas posições e , Carregadores de acumuladores 38, Equipamentos de alimentação ininterrupta de energia (UPS ou no break ) 38, Aspiradores 34, Aparelhos eletromecânicos de motor elétrico incorporado, de uso doméstico e suas partes 41, Enceradeiras 43, Chaleiras elétricas 48, Ferros elétricos de passar 53, Fornos de microondas 30, Outros fornos; fogareiros (incluídas as chapas de cocção), grelhas e assadeiras 33, Outros aparelhos eletrotérmicos para uso doméstico Cafeteiras 47, Outros aparelhos eletrotérmicos para uso doméstico Torradeiras 30, Outros aparelhos eletrotérmicos para uso doméstico 37, Partes das chaleiras, ferros, fornos e outros aparelhos eletrotérmicos da posição 85.16, descritos nos itens 33, 34, 35, 36 e 37 da classificação NCM. 37,87 Suplemento Especial ICMS 151
145 NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Aparelhos telefônicos por fio com unidade auscultador-microfone sem fio 38, Telefones para redes sem fio, exceto celulares e os de uso automotivo 38, Outros aparelhos telefônicos 38, Aparelhos para transmissão ou recepção de voz, imagem ou outros dados em rede com fio, exceto os 38,58 das posições , e da classificação NCM Microfones e seus suportes; alto-falantes, mesmo montados nos seus receptáculos, fones de ouvido 41,69 (auscultadores),mesmo combinados com microfone e conjuntos ou sortidos constituídos por um microfone e um ou mais alto-falantes, amplificadores elétricos de audiofreqüência, aparelhos elétricos de amplificação de som; suas partes e acessórios. Exceto os de uso automotivo Aparelhos de gravação de som; aparelhos de reprodução de som;aparelhos de gravação e de reprodução 41,69 de som; partes e acessórios. Exceto os de uso automotivo Outros aparelhos videofônicos de gravação ou de reprodução, mesmo incorporando um receptor de 35,71 sinais videofônicos Cartões de memória ( memory cards ) 38, Câmeras fotográficas digitais e câmeras de vídeo e suas partes 40, Aparelhos receptores para radiodifusão, mesmo combinados num mesmo invólucro, com um aparelho 37,22 de gravação ou de reprodução de som, ou com um relógio, exceto os classificados na posição que sejam de uso automotivo Monitores e projetores que não incorporem aparelhos receptores de televisão, policromáticos 38, Outros monitores dos tipos utilizados exclusiva ou principalmente com uma máquina automática para 38,58 processamento de dados da posição 84.71, policromáticos Aparelhos receptores de televisão, mesmo que incorporem um aparelho receptor de radiodifusão ou 42,00 um aparelho de gravação ou reprodução de som ou de imagens Televisores de CRT (tubo de ráios catódicos) Aparelhos receptores de televisão, mesmo que incorporem um aparelho receptor de radiodifusão ou 29,06 um aparelho de gravação ou reprodução de som ou de imagens Televisores de Plasma Câmeras fotográficas dos tipos utilizadas para preparação de clichês ou cilindros de impressão 38, Câmeras fotográficas para filmes de revelação e copiagem instantâneas 38, Aparelhos de diatermia 38, Aparelhos de massagem 38, Reguladores de voltagem eletrônicos 38, Jogos de vídeo dos tipos utilizáveis com receptor de televisão 29,67 ICMS - Substituição tributária nas operações com ferramentas Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com ferramentas, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 89, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com ferramentas. Os Estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em São Paulo, SP, no dia 24 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e o disposto nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul / Sistema Harmonizado - NCM/ SH, destinadas ao Estado de São Paulo ou ao Estado do Rio Grande do Sul, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: 152 ICMS Suplemento Especial
146 I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais promovidas por contribuinte varejista com destino a estabelecimento de contribuinte localizado no Estado de São Paulo; V - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito localizado no Rio Grande do Sul, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquia e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindose, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. As mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária de que trata este protocolo serão objeto de emissão de documento fiscal específico, não podendo conter outras mercadorias. Cláusula sexta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sétima. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula oitava. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula nona. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de setembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] Suplemento Especial ICMS 153
147 ANEXO ÚNICO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Ferramentas de borracha vulcanizada não endurecida 37, e Ferramentas, armações e cabos de ferramentas, de madeira 37, Mós e artefatos semelhantes, sem armação, para moer, desfibrar, triturar, amolar, polir, retificar ou cortar; 39,64 pedras para amolar ou para polir, manualmente, e suas partes, de pedras naturais, de abrasivos naturais ou artificiais aglomerados ou de cerâmica, mesmo com partes de outras matérias 8201 Pás, alviões, picaretas, enxadas, sachos, forcados e forquilhas, ancinhos e raspadeiras; machados, podões 32,92 e ferramentas semelhantes com gume; tesouras de podar de todos os tipos; foices e foicinhas, facas para feno ou para palha, tesouras para sebes, cunhas e outras ferramentas manuais para agricultura, horticultura ou silvicultura, exceto os produtos de uso agrícola constantes, em relação a implementos e tratores agrícolas, máquinas, aparelhos e equipamentos industriais 8202 Serras manuais; folhas de serras de todos os tipos (incluídas as fresas-serras e as folhas não dentadas 30,17 para serrar) 8203 Limas, grosas, alicates (mesmo cortantes), tenazes, pinças, cisalhas para metais, corta-tubos, cortapinos, 29,20 saca-bocados e ferramentas semelhantes, manuais (exceto os produtos do subitem da classificação NCM) 8204 Chaves de porcas, manuais (incluídas as chaves dinamométricas); chaves de caixa intercambiáveis, 37,15 mesmo com cabos 8205 Ferramentas manuais (incluídos os diamantes de vidraceiro) não especificadas nem compreendidas 42,98 em outras posições, lamparinas ou lâmpadas de soldar (maçaricos) e semelhantes; tornos de apertar, sargentos e semelhantes, exceto os acessórios ou partes de máquinas-ferramentas; bigornas; forjasportáteis; mós com armação, manuais ou de pedal 8206 Ferramentas de pelo menos duas das posições a 82.05, acondicionadas em sortidos para venda 37,07 a retalho 8207 Ferramentas intercambiáveis para ferramentas manuais, mesmo mecânicas, ou para máquinas-ferramentas 35,00 (por exemplo: de embutir, estampar, puncionar, roscar, furar, mandrilar, brochar, fresar, tornear, aparafusar), incluídas as fieiras de estiragem ou de extrusão, para metais, e as ferramentas de perfuração ou de sondagem, exceto forma ou gabarito de produtos em epoxy 8208 Facas e lâminas cortantes, para máquinas ou para aparelhos mecânicos 45, Plaquetas, varetas, pontas e objetos semelhantes para ferramentas, não montados, de ceramais (cermets) 47, Facas (exceto as da posição 82.08) de lâmina cortante ou serrilhada, incluídas as podadeiras de lâmina 30,70 móvel, e suas lâminas, exceto as de uso doméstico 8213 Tesouras e suas lâminas 44, Instrumentos e aparelhos de geodésia, topografia, agrimensura, nivelamento, fotogrametria, hidrografia, oceanografia, hidrologia, meteorologia ou de geofísica, exceto bússolas; telêmetros 37, , , e e e Instrumentos de desenho, de traçado ou de cálculo; metros, micrômetros, paquímetros, calibres e semelhantes; partes e acessórios Termômetros, exceto os clínicos, suas partes e acessórios 37,15 Pirômetros, suas partes e acessórios 37,15 49,47 ICMS - Substituição tributária nas operações com instrumentos musicais Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com instrumentos musicais, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 90, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com instrumentos musicais. Os Estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em São Paulo, no dia 23 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outu- 154 ICMS Suplemento Especial
148 bro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e o disposto nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de São Paulo ou ao Estado do Rio Grande do Sul, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais promovidas por contribuinte varejista com destino a estabelecimento de contribuinte localizado no Estado de São Paulo; V - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito localizado no Rio Grande do Sul, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquia e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1 + MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1 - ALQ intra)] - 1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindo-se, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. As mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária de que trata este protocolo serão objeto de emissão de documento fiscal específico, não podendo conter outras mercadorias. Cláusula sexta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sétima. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula oitava. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. Suplemento Especial ICMS 155
149 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula nona. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de outubro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO CÓDIGO DESCRIÇÃO NCM/SH Pianos, mesmo automáticos; cravos e outros instrumentos de cordas, com teclado Outros instrumentos musicais de cordas (por exemplo: guitarras (violões), violinos, harpas) Outros instrumentos musicais de sopro (por exemplo: clarinetes, trompetes, gaitas de foles) Instrumentos musicais de percussão (por exemplo: tambores, caixas, xilofones, pratos, castanholas, maracás) Instrumentos musicais cujo som é produzido ou deva ser amplificado por meios elétricos (por exemplo: órgãos, guitarras, acordeões) MVA (%) ORIGINAL 62,00 62,00 62,00 62,00 62, Partes e acessórios 62,00 ICMS - Substituição tributária nas operações com materiais elétricos Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com materiais elétricos, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 91, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com materiais elétricos. Os Estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em São Paulo/SP, no dia 24 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e o disposto nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de São Paulo ou ao Estado do Rio Grande do Sul, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais promovidas por contribuinte varejista com destino a estabelecimento de contribuinte localizado no Estado de São Paulo; V - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito localizado no Rio Grande do Sul, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquia e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula 156 ICMS Suplemento Especial
150 MVA ajustada = [(1 + MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1 - ALQ intra)] - 1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindo-se, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. As mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária de que trata este protocolo serão objeto de emissão de documento fiscal específico, não podendo conter outras mercadorias. Cláusula sexta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sétima. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula oitava. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula nona. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de setembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO MVA (%) NCM/SH Descrição das mercadorias ORIGINAL Eletrobombas submersíveis 36, , Transformadores, conversores, retificadores, bobinas de reatância e de auto-indução, exceto reatores para lâmpadas elétricas de descarga classificados na posição carregadores de acumuladores, classificados na posição ; equipamentos de alimentação ininterrupta de energia (UPS ou no break ), classificados na posição ; e os produtos de uso automotivo Lanternas elétricas portáteis destinadas a funcionar por meio de sua própria fonte de energia (por exemplo: de pilhas, de acumuladores, de magnetos) Exceto os aparelhos de iluminação utilizados em ciclos e automóveis Aquecedores elétricos de água, incluídos os de imersão, chuveiros ou duchas elétricos, torneiras elétricas, resistências de aquecimento, inclusive as de duchas e chuveiros elétricos e suas partes, exceto outros fornos, fogareiros (incluídas as chapas de cocção), grelhas e assadeiras, classificados na posição Aparelhos elétricos para telefonia ou telegrafia por fio, incluídos os aparelhos telefônicos por fio conjugado com aparelho telefônico portátil sem fio, e os aparelhos de telecomunicação por corrente portadora ou de telecomunicação digital; videofone Exceto os de uso automotivo e os aparelhos telefônicos por fio comunidade auscultador-microfone sem fio, classificados na posição ; telefones para redes celulares e para outras redes sem fio, classificados na posição ; eoutros aparelhos telefônicos, classificados na posição ; 55,66 39,14 37,09 36,53 Suplemento Especial ICMS 157
151 NCM/SH Descrição das mercadorias MVA (%) ORIGINAL Interfones, seus acessórios, tomadas e plugs 36, Outros aparelhos telefônicos e videofones, exceto telefone celular 37, Partes reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas aos aparelhos das posições ,14 a Exceto as de uso automotivo Antenas com refletor parabólico, exceto para telefone celular Exceto as de uso automotivo 73, Outras antenas, exceto para telefones celulares Exceto as de uso automotivo 45, Aparelhos elétricos de sinalização acústica ou visual (por exemplo, campainhas, sirenes, quadros indicadores, 39,14 aparelhos de alarme para proteção contra roubo ou incêndio) Exceto os produtos de uso automotivo Aparelhos elétricos de alarme, para proteção contra roubo ou incêndio e aparelhos semelhantes, exceto 43,26 para uso automotivo Outros aparelhos de sinalização acústica ou visual Exceto os produtos de uso automotivo 33, Condensadores elétricos, fixos, variáveis ou ajustáveis 73, Resistências elétricas (incluídos os reostatos e os potenciômetros) Exceto de aquecimento 39, Circuitos impressos Exceto os de uso automotivo 39, Aparelhos para interrupção, seccionamento, proteção, derivação, ligação ou conexão de circuitos elétricos 45,09 (por exemplo, interruptores, comutadores, corta-circuitos, pára-raios, limitadores de tensão, eli- minadores de onda, tomadas de corrente e outros conectores, caixas de junção), para tensão superior a 1.000V Exceto os de uso automotivo Aparelhos para interrupção, seccionamento, proteção, derivação, ligação ou conexão de circuitos 33,54 elétricos (por exemplo, interruptores, comutadores, relés, corta-circuitos, eliminadores de onda, plugues e tomadas de corrente, suportes para lâmpadas e outros conectores, caixas de junção), para uma tensão não superior a 1.000V; conectores para fibras ópticas, feixes ou cabos de fibras ópticas Exceto os de uso automotivo Quadros, painéis, consoles, cabinas, armários e outros suportes com dois ou mais aparelhos das posições 40, ou 85.36, para comando elétrico ou distribuição de energia elétrica, incluídos os que incorporem instrumentos ou aparelhos do Capítulo 90 da NCM/SH, bem como os aparelhos de comando numérico Partes reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas aos aparelhos das posições 85.35, 40, ou , Diodos emissores de luz (LED) Exceto diodos laser 29, e Eletrificadores de cercas 73, , , 7605 ou 7614 Fios, cabos (incluídos os cabos coaxiais) e outros condutores, isolados ou não, para usos elétricos (incluídos os de cobre ou alumínio, envernizados ou oxidados anodicamente), mesmo peças de conexão; fios e cabos telefônicos e para transmissão de dados; cabos de fibras ópticas, constituídos de fibras embainhadas individualmente, mesmo com condutores elétricos ou munidos de peças de conexão; cordas, cabos, tranças e semelhantes, de alumínio, não isolados para uso elétricos Exceto para uso automotivo Fios e cabos elétricos, para tensão não superior a 1000V, de uso na construção civil Exceto para uso 37,17 automotivo Isoladores de qualquer matéria, para usos elétricos 31, Peças isolantes inteiramente de matérias isolantes, ou com simples peças metálicas de montagem 63,94 (suportes roscados, por exemplo) incorporadas na massa, para máquinas, aparelhos e instalações elétricas; tubos isoladores e suas peças de ligação, de metais comuns, isolados interiormente 90.32, Instrumentos e aparelhos para regulação ou controle, automáticos, suas partes e acessórios exceto 73, os reguladores de voltagem eletrônicos classificados na posição , os de uso automotivo Aparelhos e instrumentos para medida ou controle da tensão, intensidade, resistência ou da potência, 33,08 sem dispositivo registrador Exceto os de uso automotivo Analisadores lógicos de circuitos digitais, de espectro de frequência, frequêncimetros, fasimetros, e 31,49 outros instrumentos e aparelhos de controle de grandezas eletricas e detecção Interruptores horários e outros aparelhos que permitam acionar um mecanismo em tempo determinado, 30,69 munidos de maquinismo de aparelhos de relojoaria ou de motor síncrono Aparelhos de iluminação (incluídos os projetores) e suas partes, não especificados nem compreendidos 39,14 em outras posições; anúncios, cartazes ou tabuletas e placas indicadoras luminosos, e artigos semelhantes, contendo uma fonte luminosa fixa permanente, e suas partes não especificadas nem compreendidas em outras posições , Lustres e outros aparelhos elétricos de iluminação, próprios para serem suspensos ou fixados no teto 46, ou na parede, exceto os dos tipos utilizados na iluminação pública, e suas partes , Abajures de cabeceira, de escritório e lampadários de interior, elétricos e suas partes 39, , Outros aparelhos elétricos de iluminação e suas partes 39,85 22, ICMS Suplemento Especial
152 ICMS - Substituição tributária nas operações com materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 92, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno. Os Estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em São Paulo, no dia 23 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n , de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e o disposto nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul / Sistema Harmonizado - NCM/ SH, destinadas ao Estado de São Paulo ou ao Estado do Rio Grande do Sul, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais promovidas por contribuinte varejista com destino a estabelecimento de contribuinte localizado no Estado de São Paulo; V - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito localizado no Rio Grande do Sul, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquia e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindo-se, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. As mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária de que trata este protocolo serão objeto de emissão de documento fiscal específico, não podendo conter outras mercadorias. Cláusula sexta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Suplemento Especial ICMS 159
153 Cláusula sétima. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula oitava. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula nona. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de setembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO NCM/SH Descrição das mercadorias MVA (%) ORIGINAL Cal para construção civil 34, , Argamassas, seladoras, massas para revestimento, aditivos para argamassas e afins 33, , , Silicones em formas primárias, para uso na construção civil 54, Revestimentos de PVC e outros plásticos; forro, sancas e afins de PVC, para uso na construção civil 38, Tubos, e seus acessórios (por exemplo, juntas, cotovelos, flanges,uniões), de plásticos, para uso na 30,74 construção civil Revestimento de pavimento de PVC e outros plásticos 32, Chapas, folhas, tiras, fitas, películas e outras formas planas, auto-adesivas, de plásticos, mesmo em 69,43 rolos, para uso na construção civil Veda rosca, lona plástica, fitas isolantes e afins 28, Telhas plásticas, chapas, laminados plásticos em bobina, para uso na construção civil 69, Banheiras, boxes para chuveiros, pias, lavatórios, bidês, sanitários e seus assentos e tampas, caixas 39,28 de descarga e artigos semelhantes para usos sanitários ou higiênicos, de plásticos Artefatos de higiene / toucador de plástico 74, , Telhas, cumeeiras e caixas d água de polietileno e outros plásticos 43, Outras obras de plástico, para uso na construção civil 30, Fitas emborrachadas 27, Tubos de borracha vulcanizada não endurecida, mesmo providos dos respectivos acessórios (por 42,35 exemplo, juntas, cotovelos, flanges, uniões) para uso na construção civil Revestimentos para pavimentos (pisos) e capachos de borracha vulcanizada não endurecida 69, Papel de parede e revestimentos de parede semelhantes; papel para vitrais. 51, Abrasivos naturais ou artificiais, em pó ou em grãos, aplicados sobre matérias têxteis, papel, cartão ou 35,9 outras matérias, mesmo recortados,costurados ou reunidos de outro modo Manta asfáltica 34, Caixas d água, tanques e reservatórios e suas tampas, telhas, calhas, cumeeiras e afins, de fibrocimento, cimento-celulose ou semelhantes, contendo ou não amianto COM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 36, ICMS Suplemento Especial
154 NCM/SH Descrição das mercadorias caixas d água, tanques e reservatórios e suas tampas, telhas, calhas, cumeeiras e afins, de fibrocimento, cimento-celulose ou semelhantes, contendo ou não amianto SEM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO MVA (%) ORIGINAL Pias, lavatórios, colunas para lavatórios, banheiras, bidês, sanitários, caixas de descarga, mictórios e 34,29 aparelhos fixos semelhantes para usos sanitários, de cerâmica Artefatos de higiene/toucador de cerâmica 57, Blocos, placas, tijolos, ladrilhos, telhas e outros artefatos, de vidro prensado ou moldado, mesmo armado, 61,20 para construção; cubos, pastilhas e outros artigos semelhantes Caixas diversas (tais como caixa de correio, de entrada de água, de energia, de instalação) de ferro 58,53 ou aço, próprias para a construção civil; pias, banheiras, lavatórios, cubas, mictórios, tanques e afins de ferro fundido, ferro ou aço Artefatos de higiene ou de toucador, e suas partes, de ferro fundido, ferro ou aço 56, Outras obras moldadas, de ferro fundido, ferro ou aço, para uso na construção civil 56, Tubos de cobre e suas ligas, para instalações de água quente e gás, de uso na construção civil 27, Acessórios para tubos (por exemplo, uniões, cotovelos, luvas ou mangas) de cobre e suas ligas, para 27,67 uso na construção civil Artefatos de higiene/toucador de cobre 40, Manta de subcobertura aluminizada 34, Tubos de alumínio, para uso na construção civil 14, Acessórios para tubos (por exemplo, uniões, cotovelos, luvas ou mangas), de alumínio, para uso na 39,96 construção civil Banheira de hidromassagem 31, ardósia, em qualquer formato, com até 2m2, e suas obras 33, colas e outros adesivos preparados, não especificados nem compreendidos em outras posições produtos 48,02 de qualquer espécie utilizados como colas ou adesivos, acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos, com peso líquido não superior a 1 kilo, exceto cola bastão, cola instantânea e cola branca escolar portas, janelas e afins, de plástico 35, postigos, estores (incluídas as venezianas) e artefatos semelhantes e suas partes 48, juntas, gaxetas e semelhantes, de borracha vulcanizada não endurecida 47, folhas para folheados (incluídas as obtidas por corte de madeira estratificada), folhas para compensados 69,43 (contra placados) ou para outras madeiras estratificadas semelhantes e outras madeiras, serradas longitudinalmente, cortadas em folhas ou desenroladas, mesmo aplainadas, polidas, unidas pelas bordas ou pelas extremidades, de espessura não superior a 6mm pisos de madeira 34, painéis de partículas, painéis denominados oriented strand board (OSB) e painéis semelhantes (por 34,61 exemplo, waferboard ), de madeira ou de outras matérias lenhosas, recobertos na superfície com papel impregnado de melamina, mesmo aglomeradas com resinas ou com outros aglutinantes orgânicos, em ambas as faces, com película protetora na face superior e trabalho de encaixe nas quatro laterais, dos tipos utilizados para pavimentos pisos laminados com base de MDF ( Médium Density Fiberboard ) e/ou madeira 33, obras de marcenaria ou de carpintaria para construções, incluídos os painéis celulares, os painéis 37,27 montados para revestimento de pavimentos (pisos) e as fasquias para telhados shingles e shakes, de madeira persianas de madeiras 36, tapetes e outros revestimentos para pavimentos (pisos), de matérias têxteis, tufados, mesmo confeccionados 69, tapetes e outros revestimentos para pavimentos (pisos), de feltro, exceto os tufados e os flocados, 36,83 mesmo confeccionados linóleos, mesmo recortados revestimentos para pavimentos (pisos) constituídos por um induto ou recobrimento 69,43 aplicado sobre suporte têxtil, mesmo recortados persianas de materiais têxteis 47, ladrilhos de mármores, travertinos, lajotas, quadrotes, alabastro, ônix e outras rochas carbonáticas, e 42,98 ladrilhos de granito, cianito, charnokito, diorito, basalto e outras rochas silicáticas, com área de até 2m painéis, chapas, ladrilhos, blocos e semelhantes, de fibras vegetais, de palha ou de aparas, partículas, serragem (serradura) ou de outros desperdícios de madeira, aglomerados com cimento, gesso ou outros aglutinantes minerais, para uso na construção civil 69,43 53,22 Suplemento Especial ICMS 161
155 NCM/SH Descrição das mercadorias MVA (%) ORIGINAL obras de gesso ou de composições à base de gesso 28, obras de cimento, de concreto ou de pedra artificial, mesmo armadas,exceto poste acima de 3 m de altura e tubos, laje, pré-laje e mourões tijolos, placas (lajes), ladrilhos e outras peças cerâmicas de farinhas siliciosas fósseis ( kieselghur, tripolita, diatomita, por exemplo) ou de terras siliciosas semelhantes tijolos, placas (lajes), ladrilhos e peças cerâmicas semelhantes, para construção, refratários, que não sejam de farinhas siliciosas fósseis nem de terras siliciosas semelhantes tijolos para construção, tijoleiras, tapa-vigas e produtos semelhantes, de cerâmica COM FRETE IN- CLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO tijolos para construção, tijoleiras, tapa-vigas e produtos semelhantes, de cerâmica SEM FRETE IN- CLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO telhas, elementos de chaminés, condutores de fumaça, ornamentos arquitetônicos, de cerâmica, e 37,55 outros produtos cerâmicos para construção civil COM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO telhas, elementos de chaminés, condutores de fumaça, ornamentos arquitetônicos, de cerâmica, e 67,24 outros produtos cerâmicos para construção civil SEM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO tubos, calhas ou algerozes e acessórios para canalizações, de cerâmica 61, ladrilhos e placas de cerâmica, exclusivamente para pavimentação ou revestimento 35, vidro vazado ou laminado, em chapas, folhas ou perfis, mesmo com camada absorvente, refletora ou 36,08 não, mas sem qualquer outro trabalho vidro estirado ou soprado, em folhas, mesmo com camada absorvente,refletora ou não, mas sem qualquer 69,43 outro trabalho vidro flotado e vidro desbastado ou polido em uma ou em ambas as faces, em chapas ou em folhas, 34,41 mesmo com camada absorvente, refletora ou não, mas sem qualquer outro trabalho vidros temperados 33, vidros laminados 34, vidros isolantes de paredes múltiplas 49, espelhos de vidro, mesmo emoldurados, excluídos os de uso automotivo 38, fios de ferro ou aço não ligados, não revestidos, mesmo polidos cordas,cabos, tranças (entrançados), lingas e artefatos semelhantes, de ferro ou aço, não isolados para usos elétricos outros fios de ferro ou aço, não ligados, galvanizados 39, acessórios para tubos (inclusive uniões, cotovelos, luvas ou mangas), de ferro fundido, ferro ou aço 33, portas e janelas, e seus caixilhos, alizares e soleiras de ferro fundido,ferro ou aço 29, material para andaimes, para armações (cofragens) e para escoramentos, (inclusive armações prontas, 29, para estruturas de concreto armado ou argamassa armada), eletrocalhas e perfilados de ferro fundido, ferro ou aço, próprios para construção , barras próprias para construções, exceto os vergalhões de ferro 40, , vergalhões de ferro 27, arame farpado, de ferro ou mesmo aço arames ou tiras, retorcidos,farpados, de ferro ou aço, dos tipos 41,79 utilizados em cercas telas metálicas, grades e redes, de fios de ferro ou aço 31, correntes de rolos, de ferro fundido, ferro ou aço 69, outras correntes de elos articulados, de ferro fundido, ferro ou aço 69, correntes de elos soldados, de ferro fundido, de ferro ou aço 41, tachas, pregos, percevejos, escápulas, grampos ondulados ou biselados e artefatos semelhantes, de 36,60 ferro fundido, ferro ou aço, mesmo com a cabeça de outra matéria, exceto cobre parafusos, pinos ou pernos, roscados, porcas, tira-fundos, ganchos roscados, rebites, chavetas, cavilhas, 44,95 contrapinos, arruelas (incluídas as depressão) e artefatos semelhantes, de ferro fundido, ferro ou aço esponjas, esfregões, luvas e artefatos semelhantes para limpeza, polimento e usos semelhantes, de 69,43 ferro ou aço abraçadeiras 44, barra de cobre 31,50 35,46 69,43 52,58 37,49 75,98 37, ICMS Suplemento Especial
156 NCM/SH Descrição das mercadorias tachas, pregos, percevejos, escápulas e artefatos semelhantes, de cobre,ou de ferro ou aço com cabeça de cobre, parafusos, pinos ou pernos, roscados, porcas, ganchos roscados, rebites, chavetas, cavilhas, contrapinos, arruelas (incluídas as de pressão), e artefatos semelhantes, de cobre construções e suas partes (por exemplo, pontes e elementos de pontes,torres, pórticos ou pilones, pilares, colunas, armações, estruturas para telhados, portas e janelas, e seus caixilhos, alizares e soleiras, balaustradas), de alumínio, exceto as construções pré-fabricadas da posição 94.06; chapas, barras, perfis, tubos e semelhantes,de alumínio, próprios para construções MVA (%) ORIGINAL 37, outras obras de alumínio, próprias para construções, incluídas as persianas 35, cadeados, fechaduras e ferrolhos (de chave, de segredo ou elétricos), de metais comuns, incluídas as 36,26 suas partes fechos e armações com fecho, com fechadura, de metais comuns chaves para estes artigos, de metais comuns excluídos os de uso automotivo dobradiças de metais comuns, de qualquer tipo. 40, outras guarnições, ferragens e artigos semelhantes de metais comuns, para construções, inclusive puxadores, exceto persianas de alumínio constantes do item 97 da classificação NCM. 35, pateras, porta-chapéus, cabides, e artigos semelhantes de metais comuns 49, tubos flexíveis de metais comuns, mesmo com acessórios, para uso na construção civil 30, fios, varetas, tubos, chapas, eletrodos e artefatos semelhantes, de metais comuns ou de carbonetos metálicos, revestidos exterior ou interiormente de decapantes ou de fundentes, para soldagem (soldadura) ou depósito de metal ou de carbonetos metálicos fios e varetas de pós de metais comuns aglomerados, para metalização por projeção 37,32 30,97 ICMS - Substituição tributária nas operações com material de limpeza Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com material de limpeza, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 93, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com material de limpeza. Os Estados do Rio Grande do Sul e São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em São Paulo/SP, no dia 23 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e o disposto nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de São Paulo ou ao Estado do Rio Grande do Sul, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais promovidas por contribuinte varejista com destino a estabelecimento de contribuinte localizado no Estado de São Paulo; V - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. Suplemento Especial ICMS 163
157 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito localizado no Rio Grande do Sul, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquia e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1 + MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1 - ALQ intra)] - 1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindose, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. As mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária de que trata este protocolo serão objeto de emissão de documento fiscal específico, não podendo conter outras mercadorias. Cláusula sexta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sétima. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula oitava. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula nona. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de setembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL água sanitária, branqueador ou alvejante 56, , , odorizantes/desodorizantes de ambiente e superfície 67, , , sabões em barras, pedaços ou figuras moldados 20, , sabões ou detergentes em pó, flocos, palhetas, grânulos ou outras formas semelhantes 12, detergentes líquidos 12, ICMS Suplemento Especial
158 3402 outros agentes orgânicos de superfície (exceto sabões); preparações tenso ativas, preparações para 16,05 lavagem (incluídas as preparações auxiliares para lavagem) e preparações para limpeza (inclusive multiuso e limpadores), mesmo contendo sabão, exceto as da posição da classificação NCM pomadas, cremes e preparações semelhantes, para calçados ou para couros 78, pastas, pós, saponáceos e outras preparações para arear 60, , , facilitadores e goma para passar roupa 74, , , , inseticidas, rodenticidas, fungicidas, raticidas, repelentes e outros produtos semelhantes, apresentados em formas ou embalagens exclusivamente para uso domissanitário direto desinfetantes apresentados em quaisquer formas ou embalagens 48, amaciante/suavizante 34, esponjas para limpeza 48, , , , álcool etílico para limpeza 48, óleo para conservação e limpeza de móveis e outros artigos demadeira 48, , , , , cloro estabilizado, ácido tricloro, isocianúrico todos na forma líquida, em pó, granulado, pastilhas ou em tabletes e demais desinfetantes para uso em piscinas; flutuador 3x1 ou 4x carbonato de sódio 99% 48, cloreto de hidrogênio (ácido clorídrico) ácido clossulfúrico, em solução aquosa 48, limpador abrasivo e/ou soda cáustica em forma ou embalagem para uso direto 48, desumidificador de ambiente 48, , floculantes clarificantes, decantadores à base de cloretos, oxicloretos, hidrocloretos; sulfatos de alumínio 48, e outros sais de alumínio; todos na forma líquida, granulada, em pó, pastilhas, tabletes, todos utilizados em piscinas tira-manchas e produtos para pré-lavagem de roupas 48, , , barrilha carbonatos de sódio, carbonato de cálcio, hidrogeno carbonato de sódio ou bicarbonado de sódio, todos utilizados em piscinas naftalina 48, antiferrugem 48, clarificante 48, controlador de metais 48, flutuador 4x1 48, limpa-bordas 48, preparações lubrificantes e preparações dos tipos utilizados para lubrificar e amaciar matérias têxteis, 48,32 para untar couros, peleteria e outras matérias neutralizador/eliminador de odor 48, , , , , , , , algicidas, removedores de gordura e oleosidade, à base de sais, peróxido-sulfato de sódio ou potássio; todos utilizados em piscinas kit teste ph/cloro, fita-teste 48, produtos para limpeza pesada 48, , redutor de ph: produtos em solução aquosa ou não, de ácidos clorídricos, sulfúrico, fosfórico, e outros 48, , , redutores de ph da posição , todos utilizados em piscinas Sacos de lixo de conteúdo igual ou inferior a 100 litros 48, rodilhas, esfregões, panos de prato ou de cozinha, flanelas e artefatos de limpeza semelhantes 48, , , aparelhos mecânicos ou elétricos odorizantes, desinfetantes e afins 48,32 vassouras, rodos, cabos e afins 48,32 38,74 48,32 48,32 48,32 Suplemento Especial ICMS 165
159 ICMS - Substituição tributária nas operações com artigos de papelaria Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com artigos de papelaria, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 94, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com artigos de papelaria. Os Estados do Rio Grande do Sul e São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em São Paulo/SP, no dia 24 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e n o 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de São Paulo ou ao Estado do Rio Grande do Sul, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais promovidas por contribuinte varejista com destino a estabelecimento de contribuinte localizado no Estado de São Paulo; V - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito localizado no Rio Grande do Sul, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquia e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindo-se, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. As mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária de que trata este protocolo serão objeto de emissão de documento fiscal específico, não podendo conter outras mercadorias. Cláusula sexta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. 166 ICMS Suplemento Especial
160 Cláusula sétima. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula oitava. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula nona. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de setembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Tinta guache 29, Corretivo 29, Borracha de apagar, inclusive caneta borracha e lápis borracha 29, Maletas e pastas para documentos e de estudante, e artefatos semelhantes 29, Prancheta 29, Caderno, caderneta e bloco escolares; refil e bloco para fichário; agenda 29, Fichário 29, Barbante de algodão 29, Apontador de lápis 29, Instrumento de desenho, de traçado ou de cálculo 29, Pincéis de escrever e desenhar 29, Canetas esferográficas e suas cargas com ponta 29, Canetas e marcadores, com ponta de feltro ou com outras pontas porosas e suas partes 29, Canetas-tinteiro (canetas de tinta permanente) e outras canetas, e suas partes 29, Lapiseira 29, Porta-lápis e artigos semelhantes 29, Lápis de escrever e de colorir 29, Minas para lápis ou lapiseira 29, Massas ou pastas para modelar, próprias para recreação de crianças 37, Espiral - perfil para encadernação, de plástico 37, Papel celofane 37, Capa para caderno, capa para encadernação, de plástico 37, Papel seda 37, Quadro branco, verde e cortiça 37, Cartolina escolar, branca e colorida 37, Papel impermeável 37, Papel crepon 37, Papel fantasia 37, Estêncil completo 37,50 Suplemento Especial ICMS 167
161 CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Papel camurça 37, Papel laminado 37, Apagador para quadro 37, Gizes para escrever ou desenhar 37, Lousas e quadros para escrever ou desenhar, mesmo e moldurados 37, Papel cortado tipos A4, ofício I e II, e carta 24, Estojo escolar; estojo para objetos de escrita 29, Porta-canetas ICMS - Substituição tributária nas operações com produtos alimentícios Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com produtos alimentícios, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 95, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos alimentícios. Os Estados do Rio Grande do Sul e São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em São Paulo/SP, no dia 23 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e o disposto nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de São Paulo ou ao Estado do Rio Grande do Sul, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais promovidas por contribuinte varejista com destino a estabelecimento de contribuinte localizado no Estado de São Paulo; V - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito localizado no Rio Grande do Sul, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquia e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1 + MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1 - ALQ intra)] - 1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; 168 ICMS Suplemento Especial
162 II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindo-se, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. As mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária de que trata este protocolo serão objeto de emissão de documento fiscal específico, não podendo conter outras mercadorias. Cláusula sexta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sétima. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula oitava. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula nona. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de outubro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO I CHOCOLATES NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Chocolate branco, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg 43, Chocolates contendo cacau, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg 43, Chocolate em barras, tabletes ou blocos ou no estado líquido, em pasta, em pó, grânulos ou formas semelhantes, em recipientes ou embalagens imediatas de conteúdo igual ou inferior a 2 kg Chocolates e outras preparações alimentícias contendo cacau, em embalagens de conteúdo igual ou 43,23 inferior a 1 kg, excluídos os achocolatados em pó Achocolatados em pó, em embalagens de conteúdo igual ou inferior a 1 kg 24, Caixas de bombons contendo cacau, em embalagens de conteúdo entre 400 g a 1 kg 24, Bombons, inclusive à base de chocolate branco, caramelos, confeitos, pastilhas e outros produtos de 43,23 confeitaria, sem cacau Gomas de mascar com ou sem açúcar 57, Bombons, balas, caramelos, confeitos, pastilhas e outros produtos de confeitaria, contendo cacau 43, Balas, caramelos, confeitos, pastilhas e produtos semelhantes sem açúcar 57, ,23 Suplemento Especial ICMS 169
163 II SUCOS e BEBIDAS NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Bebidas prontas à base de mate ou chá 40, Preparações em pó para a elaboração de bebidas 51, Refrescos e outras bebidas não alcoólicas, exceto os refrigerantes e as demais bebidas de que trata 38,84 o artigo 293 deste regulamento Bebidas prontas à base de café 39, Sucos de frutas, ou mistura de sucos de fruta 38, Água de coco 38, Néctares de frutas e outras bebidas não alcoólicas prontas para beber 38, Bebidas alimentares prontas à base de soja, leite ou cacau 39, Refrescos e outras bebidas prontas para beber à base de chá e mate 40,46 III LATICÍNIOS e MATINAIS NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Leite em pó, blocos ou grânulos, exceto creme de leite 20, Preparações em pó para elaboração de bebidas instantâneas, em embalagens de conteúdo inferior 24,73 a 1 kg Farinha láctea 49, Leite modificado para alimentação de lactentes 43, Preparações para alimentação infantil à base de farinhas, grumos, sêmolas ou amidos e outros 49, Leite longa vida (UHT Ultra High Temperature ), em recipiente de conteúdo inferior ou igual a 2 16, litros Creme de leite, em recipiente de conteúdo inferior ou igual a 1 kg Leite condensado, em recipiente de conteúdo inferior ou igual a 1 kg iogurte e leite fermentado, em recipiente de conteúdo inferior ou igual a 2 litros 20, requeijão e similares, em recipiente de conteúdo inferior ou igual a 1kg 31, manteiga, em embalagem de conteúdo inferior ou igual a 1 kg 44, margarina, em recipiente de conteúdo inferior ou igual a 1 kg 23,00 IV SNACKS, CEREAIS e CONGÊNERES NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Produtos à base de cereais, obtidos por expansão ou torrefação 37, Salgadinhos diversos 37, Batata frita, inhame e mandioca fritos 37, amendoim e castanhas tipo aperitivo, em embalagem de conteúdo inferior ou igual a 1 kg 55,00 V MOLHOS, TEMPEROS e CONDIMENTOS NCM/SH DESCRIÇÃO Catchup em embalagens imediatas de conteúdo inferior ou igual a 650 gramas, exceto as embalagens contendo envelopes individualizados (saches) de conteúdo igual ou inferior a 10 gramas Condimentos e temperos compostos, incluindo molho de pimenta e outros molhos, em embalagens imediatas de conteúdo inferior ou igual a 1 kg MVA (%) ORIGINAL 60, Molhos de soja preparados em embalagens imediatas de conteúdo inferior ou igual a 650 gramas, 62,52 exceto as embalagens contendo envelopes individualizados (saches) de conteúdo igual ou inferior a 10 gramas Farinha de mostarda em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg 62, Mostarda preparada em embalagens imediatas de conteúdo inferior ou igual a 650 gramas, exceto as embalagens contendo envelopes individualizados (sachês) de conteúdo igual ou inferior a 10 gramas 62,52 62, ICMS Suplemento Especial
164 NCM/SH DESCRIÇÃO Maionese em embalagens imediatas de conteúdo inferior ou igual a 650 gramas, exceto as embalagens contendo envelopes individualizados (saches) de conteúdo igual ou inferior a 10 gramas Tomates preparados ou conservados, exceto em vinagre ou em ácido acético, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg MVA (%) ORIGINAL 33, Molhos de tomate em embalagens imediatas de conteúdo inferior ou igual a 1 kg 54, Vinagres e seus sucedâneos obtidos a partir do ácido acético, para usos alimentares, em embalagens imediatas de conteúdo inferior ou igual a 1 litro 42,85 46,85 VI BARRAS DE CEREAIS NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Barra de cereais 85, Barra de cereais contendo cacau 85, Complementos alimentares compreendendo, entre outros, shakes para ganho ou perda de peso, barras e pós de proteínas, tabletes ou barras de fibras vegetais, suplementos alimentares de vitaminas e minerais em geral, ômega 3 e demais suplementos similares, ainda que em cápsulas 56,53 VII PRODUTOS a BASE DE TRIGO e FARINHAS NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Massas alimentícias, cozidas ou recheadas (de carne ou de outras substâncias) ou preparadas de 30,24 outro modo Pão denominado knackebrot 26, Bolo de forma, pães industrializados, inclusive de especiarias 26, Biscoitos e bolachas exceto biscoitos e bolachas derivados do trigo, dos tipos cream cracker, "água 37,88 e sal", "maisena", "maria" e outros de consumo popular, classificados na posição da classificação NCM Waffles e wafers 51, Torradas, pão torrado e produtos semelhantes torrados 26, Outros pães de forma 26, Outras bolachas, exceto casquinhas para sorvete 26, Outros pães e bolos industrializados e produtos de panificação não especificados anteriormente, exceto casquinhas para sorvete 26,78 VIII ÓLEOS NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Óleo de soja refinado, em recipientes com capacidade inferior ou igual a 5 litros 17, Óleo de amendoim refinado, em recipientes com capacidade inferior ou igual a 5 litros IVA-ST Azeites de oliva, em recipientes com capacidade inferior ou igual a 5 litros 32, Outros óleos e respectivas frações, obtidos exclusivamente a partir de azeitonas, mesmo refinados, 47,07 mas não quimicamente modificados, e misturas desses óleos ou frações com óleos ou frações da posição 15.09, em recipientes com capacidade inferior ou igual a 5 litros Óleo de girassol ou de algodão refinado, em recipientes com capacidade inferior ou igual a 5 litros 31, Óleo de canola, em recipientes com capacidade inferior ou igual a 5 litros 20, Óleo de linhaça refinado, em recipientes com capacidade inferior ou igual a 5 litros 57, Óleo de milho refinado, em recipientes com capacidade inferior ou igual a 5 litros 33, Outros óleos refinados, em recipientes com capacidade inferior ou iguala 5 litros 57, Misturas de óleos refinados, para consumo humano, em recipientes com capacidade inferior ou igual a 5 litros 41,22 Suplemento Especial ICMS 171
165 IX PRODUTOS À BASE DE CARNE e PEIXE NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Enchidos (embutidos) e produtos semelhantes, de carne, miudezas ou sangue 32, Outras preparações e conservas de carne, miudezas ou de sangue 38, Preparações e conservas de peixes; caviar e seus sucedâneos preparados a partir de ovas de peixe 57, Crustáceos, moluscos e outros invertebrados aquáticos, preparados ou em conservas 57,33 X PRODUTOS HORTÍCULAS e FRUTAS NCM/SH DESCRIÇÃO Produtos hortícolas, cozidos em água ou vapor, congelados, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg Frutas, não cozidas ou cozidas em água ou vapor, congeladas, mesmo adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg Produtos hortícolas, frutas e outras partes comestíveis de plantas, preparados ou conservados em vinagre ou em ácido acético, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg Cogumelos e trufas, preparados ou conservados, exceto em vinagre ou ácido acético, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg Outros produtos hortícolas preparados ou conservados, exceto em vinagre ou em ácido acético, congelados, com exceção dos produtos da posição 20.06, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg Outros produtos hortícolas preparados ou conservados, exceto em vinagre ou em ácido acético, não congelados, com exceção dos produtos da posição 20.06, excluídos batata, inhame e mandioca fritos, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg Produtos hortícolas, frutas, cascas de frutas e outras partes de plantas, conservados com açúcar (passados por calda, glaceados ou cristalizados), em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg Doces, geléias, marmelades, purês e pastas de frutas, obtidos por cozimento, com ou sem adição de açúcar ou de outros edulcorantes, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg Frutas e outras partes comestíveis de plantas, preparadas ou conservadas de outro modo, com ou sem adição de açúcar ou de outros edulcorantes ou de álcool, não especificadas nem compreendidas em outras posições, excluídos os amendoins e castanhas tipo aperitivo, da posição , em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg XI OUTROS MVA (%) ORIGINAL 57,33 57,33 53,84 56,36 57,33 38,57 57,33 57,33 46,78 NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Preparações alimentícias compostas homogeneizadas (alimento infantil em conserva salgado ou 49,87 doce) Preparações para caldos em embalagens igual ou inferior a 1 kg 54, Preparações para sopas em embalagens igual ou inferior a 1 kg 56, Caldos e sopas preparados 57, Café torrado e moído, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 2 kgs 10, Chá, mesmo aromatizado 35, Mate 57, , Açúcar, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 2 kg, exceto as embalagens contendo envelopes 16, individualizados (sachês) de conteúdo igual ou inferior a10 gramas Milho para pipoca (microondas) 43, Extratos, essências e concentrados de café e preparações à base destes extratos, essências ou concentrados 56,87 ou à base de café, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 500 gramas Extratos, essências e concentrados de chá ou de mate e preparações à base destes extratos, essências 57,33 ou concentrados ou à base de chá de mate, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 500 gramas, exceto as bebidas prontas à base de mate ou chá Pós, inclusive com adição de açúcar ou outro edulcorante, para a fabricação de pudins, cremes, sorvetes, 57,33 flans, gelatinas ou preparações similares, de conteúdo inferior ou igual a 500 gramas Edulcorantes em geral (aspartame, sacarina e seus sais, acido ciclamico de sódio e seus sais, manitol, d-glucitol, sorbitol, polialcool, maltitol) 57, ICMS Suplemento Especial
166 ICMS - Substituição tributária nas operações com bebidas quentes Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com bebidas quentes, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 96, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com bebidas quentes. Os Estados do Rio Grande do Sul e São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, reunidos em São Paulo/SP no dia 23 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e o disposto nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único deste protocolo, destinadas ao Estado do Rio Grande do Sul ou ao Estado de São Paulo, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também em relação ao imposto devido pela diferença entre a alíquota interna e a interestadual, na hipótese de entrada, em estabelecimento de contribuinte, decorrente de operação interestadual de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial, ou pelo importador, às mercadorias por ele diretamente importadas, para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a outro estabelecimento responsável pelo pagamento do imposto por sujeição passiva por substituição, em relação à mesma mercadoria ou a outra mercadoria enquadrada na mesma modalidade de substituição; IV - às operações interestaduais promovidas por contribuinte varejista com destino a estabelecimento de contribuinte localizado no Estado de São Paulo. Parágrafo único. Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor constante no Anexo Único deste protocolo. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, acrescido dos valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula: MVA ajustada = [(1+ MVA-ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: I - MVA-ST original é a margem de valor agregado indicada nos Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Nas operações interestaduais, onde inexistir o valor de que trata o caput, ou o valor da operação própria for igual ou superior ao preço final ao consumidor constante no Anexo Único, o remetente deverá adotar as seguintes MVAs - ajustadas: MVA (%) Original Espécies de Bebidas 44,37 Sangrias, coquetéis, 123,87 espumantes e vinhos. Alíquota MVA Ajustada Conforme Alíquota Interna do Estado de Destino (%) Interestadual 17% 18% 25% 27% 12% 53,07 54,93 69,39 74,04 Demais bebidas. 12% 137,36 144,68 162,67 169,87 3 o Nos itens do Anexo Único, em que o preço final está fixado por litro, os valores a serem utilizados serão proporcionais à quantidade do produto. 4 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ). Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota Suplemento Especial ICMS 173
167 vigente para as operações internas na unidade federada de destino, sobre a base cálculo prevista neste protocolo, deduzindo-se, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente. Cláusula quinta. As operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária de que trata este protocolo serão objeto de emissão de documento fiscal específico, não podendo conter outras mercadorias. Cláusula sexta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regulamente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de Cláusula sétima. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula oitava. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino do mês imediatamente anterior, devendo o Estado de origem disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula nona. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de setembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO I APERITIVOS, AMARGOS, BITTER E SIMILARES ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 1.1 Aperol de 671 a 1000 ml R$ 17, Asteca de 671 a 1000 ml R$ 5, Campari de 671 a 1000 ml R$ 20, Cynar de 671 a 1000 ml R$ 8, Fernet Arco Íris de 671 a 1000 ml R$ 6, Fernet Branca (argentino) de 671 a 1000 ml R$ 40, Fernet Fennetti DUBAR de 671 a 1000 ml R$ 12, FQF de 671 a 1000 ml R$ 7, Jägermeister de 671 a 1000 ml R$ 26, MezzAmaro de 671 a 1000 ml R$ 14, Paratudo de 671 a 1000 ml R$ 5, Rabo de Galo Rei do Terreiro de 376 a 520 ml R$ 2, Underberg/Brasilberg de 671 a 1000 ml R$ 22, Outras marcas nacionais todas R$ 7,43 por litro II BATIDA E SIMILARES ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 2.1 Baianinha de 671 a 1000 ml R$ 5, Bem Brasil de 671 a 1000 ml R$ 3, Boite Show de 671 a 1000 ml R$ 4, Parahybana de 671 a 1000 ml R$ 5, Taverna Commel de 671 a 1000 ml R$ 5, Totus de 671 a 1000 ml R$ 5, Wilson de 671 a 1000 ml R$ 5, Xiboquinha de 671 a 1000 ml R$ 10, Outras marcas nacionais todas R$ 5,43 por litro 174 ICMS Suplemento Especial
168 III BEBIDA ICE ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Ice vidro de 180 a 375 ml R$ 2, Askov Ice vidro de 180 a 375 ml R$ 2, Balalaika Ice vidro de 180 a 375 ml R$ 2, Contini Ice vidro de 180 a 375 ml R$ 2, Ice Jazz vidro de 180 a 375 ml R$ 2, Leonoff Ice vidro de 180 a 375 ml R$ 1, Orloff Ice lata de 180 a 375 ml R$ 2, Skarloff Ice lata de 180 a 375 ml R$ 2, Skarloff Ice vidro de 180 a 375 ml R$ 2, Smirnoff Ice Black lata de 180 a 375 ml R$ 2, Smirnoff Ice Black vidro de 180 a 375 ml R$ 2, Smirnoff Ice Red lata de 180 a 375 ml R$ 2, Smirnoff Ice Red vidro de 180 a 375 ml R$ 2, Outras marcas nacionais todas R$ 6,43 por litro IV CACHAÇAS ITEM MARCA EMBALAGEM POPULARES PREÇO FINAL (Embalagem Não Retornável) PREÇO FINAL (Embalagem Retornável) Pirassununga de 521 a 670 ML R$ 1,81 R$ 1, Fazendas de 521 a 670 ML R$ 2,60 R$ 2, Fazendas de 671 a 1000 ML R$ 3,39 R$ 2, Arara de Ouro de 521 a 670 ML R$ 2,36 R$ 1, Arara Diplomata de 376 a 520 ML R$ 2,06 R$ 2, Arara Diplomata de 671 a 1000 ML R$ 4,62 R$ 3, Cachaça 61 de 521 a 670 ML R$ 1,85 R$ 1, Cachaça 61 de 671 a 1000 ML R$ 3,92 R$ 3, Caninha 29 de 376 a 520 ML R$ 1,57 R$ 1, Caninha da Roça de 671 a 1000 ML R$ 3,54 R$ 2, Caninha Rosa de 376 a 520 ML R$ 1,87 R$ 1, Caninha Rosa de 521 a 670 ML R$ 1,76 R$ 1, Caninha Rosa de 671 a 1000 ML R$ 3,22 R$ 2, Cavalinho de 376 a 520 ML R$ 1,63 R$ 1, Cavalinho de 521 a 670 ML R$ 2,36 R$ 1, Cavalinho de 671 a 1000 ML R$ 4,02 R$ 3, Corote de 376 a 520 ML R$ 1,89 R$ 1, Da Roça de 376 a 520 ML R$ 1,89 R$ 1, Do Barril de 376 a 520 ML R$ 1,68 R$ 1, Garrafão de 376 a 520 ML R$ 1,86 R$ 1, Jamel de 671 a 1000 ML R$ 4,12 R$ 3, Oncinha de 521 a 670 ML R$ 2,44 R$ 1, Oncinha de 671 a 1000 ML R$ 4,47 R$ 3, Pedra 90 de 376 a 520 ML R$ 1,46 R$ 1, Pedra 90 de 521 a 670 ML R$ 1,79 R$ 1, Pedra 90 de 671 a 1000 ML R$ 3,13 R$ 2, Pirassununga 51 lata de 180 a 375 ML R$ 2,28 R$ 2, Pirassununga 51 de 521 a 670 ML R$ 3,70 R$ 3, Pirassununga 51 de 671 a 1000 ML R$ 4,31 R$ 3, Pirassununga1921 de 521 a 670 ML R$ 2,21 R$ 1, Pirassununga 21 de 671 a 1000 ML R$ 3,55 R$ 2, Pitu lata de 180 a 375 ML R$ 3,37 R$ 3,37 Suplemento Especial ICMS 175
169 4.33 Pitu de 521 a 670 ML R$ 2,49 R$ 1, Pitu de 671 a 1000 ML R$ 3,96 R$ 3, Randon de 376 a 520 ML R$ 1,95 R$ 1, Sapupara Ouro de 671 a 1000 ML R$ 6,73 R$ 6, Sapupara Prata de 671 a 1000 ML R$ 6,10 R$ 5, Tatuzinho de 521 a 670 ML R$ 3,43 R$ 2, Tatuzinho de 671 a 1000 ML R$ 3,97 R$ 3, Velho Barreiro de 521 a 670 ML R$ 3,51 R$ 2, Velho Barreiro de 671 a 1000 ML R$ 4,55 R$ 3, Vila Velha de 521 a 670 ML R$ 1,88 R$ 1, Outras marcas todas R$ 3,52 por litro AMARELAS ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL (Embalagem Não Retornável) R$ 3,52 por litro PREÇO FINAL (Embalagem Retornável) Ouro de 671 a 1000 ml R$ 6,90 R$ 6, Jamel Ouro de 671 a 1000 ml R$ 5,70 R$ 4, Old Cesar 88 de 671 a 1000 ml R$ 6,52 R$ 5, Terra Brazilis de 671 a 1000 ml R$ 9,13 R$ 8, Velho Barreiro Gold de 671 a 1000 ml R$ 6,59 R$ 5, Villa Velha Carvalho de 671 a 1000 ml R$ 4,16 R$ 3, Outras marcas todas R$ 6,10 por litro PREMIUM ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL (Embalagem Não Retornável) R$ 6,10 por litro PREÇO FINAL (Embalagem Retornável) 4.51 Boazinha Salinas de 521 a 670 ml R$ 15,33 R$ 14, Chico Mineiro até 700 ml R$ 12,48 R$ 12, Chico Mineiro de 701 a 1000 ml R$ 19,46 R$ 18, Da Tulha Ouro de 671 a 1000 ml R$ 34,41 R$ 33, Da Tulha Prata de 671 a 1000 ml R$ 17,57 R$ 16, Espírito de Minas de 671 a 1000 ml R$ 39,29 R$ 38, Germana de 671 a 1000 ml R$ 39,69 R$ 38, Nega Fulô de 671 a 1000 ml-cerâmica R$ 44,03 R$ 43, Nega Fulô de 671 a 1000 ml-vidro R$ 28,22 R$ 27, Nega Fulô 1827 de 671 a 1000 ml R$ 61,00 R$ 60,28 (madeiras) 4.61 Pitu Gold de 671 a 1000 ml R$ 29,69 R$ 28, Sagatiba Pura de 671 a 1000 ml R$ 11,87 R$ 11, Sagatiba Velha de 671 a 1000 ml R$ 26,17 R$ 25, Salinas de 521 a 670 ml R$ 13,82 R$ 13, Santo Grau de 671 a 1000 ml R$ 22,95 R$ 22, São Francisco de 671 a 1000 ml R$ 9,44 R$ 8, Seleta de 521 a 670 ml R$ 14,32 R$ 13, Ypióca 150 de 671 a 1000 ml R$ 24,04 R$ 23, Ypióca 160 de 671 a 1000 ml R$ 57,84 R$ 57, Ypióca Crystal de 671 a 1000 ml R$ 9,13 R$ 8, Ypióca Frutas de 671 a 1000 ml R$ 9,38 R$ 8, Ypióca Orgânica de 671 a 1000 ml R$ 8,65 R$ 7, Ypióca Ouro Palha de 671 a 1000 ml R$ 11,19 R$ 10, Ypióca Ouro Sem Palha de 671 a 1000 ml R$ 7,75 R$ 7, Ypióca Prata Palha de 671 a 1000 ml R$ 11,06 R$ 10, Ypióca Prata Sem Palha 4.77 Outras marcas todas R$ 24,83 por litro de 671 a 1000 ml R$ 7,48 R$ 6,76 R$ 24,83 por litro 176 ICMS Suplemento Especial
170 V CATUABA ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 5.1 Boazuda de 671 a 1000 ml R$ 3, Forró de 671 a 1000 ml R$ 4, Milagrosa de 376 a 520 ml R$ 5, Poderoso de 671 a 1000 ml R$ 4, Randon de 376 a 520 ml R$ 2, Selvagem de 671 a 1000 ml R$ 5, Vinhagrinha de 671 a 1000 ml R$ 5, Virtude de 671 a 1000 ml R$ 4, Outras marcas todas R$ 5,15 por litro VI CHAMPAGNE, ESPUMANTE, FILTRADO DOCE, PROSECCO, SIDRA E SIMILARES NACIONAL Embalagem até 1000 ml ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 6.1 Almadén Brut/Demi-Sec de 671 a 1000 ml R$ 22, Aurora Brut de 671 a 1000 ml R$ 27, Aurora Moscatel de 671 a 1000 ml R$ 19, Aurora Prosecco de 671 a 1000 ml R$ 24, Brindespuma Piagentini de 521 a 670 ml R$ 4, Chandon de 671 a 1000 ml R$ 40, Chandon Excellence de 671 a 1000 ml R$ 74, Chuva de Prata de 521 a 670 ml R$ 5, Conde de Foulcaud de 671 a 1000 ml R$ 14, De Greville de 671 a 1000 ml R$ 30, Família Piagentini de 521 a 670 ml R$ 23, Festa de Prata de 521 a 670 ml R$ 2, George Aubert de 671 a 1000 ml R$ 19, Gotas de Cristal de 521 a 670 ml R$ 5, Líder de 671 a 1000 ml R$ 2, Marcus James de 671 a 1000 ml R$ 25, Miolo Brut de 671 a 1000 ml R$ 33, Perlage de 521 a 670 ml R$ 5, Peterlongo Espuma de Prata de 521 a 670 ml R$ 5, Prestige de 521 a 670 ml R$ 5, Prosecco Salton.Brut de 671 a 1000 ml R$ 27, Pulmann de 521 a 670 ml R$ 2, Salton Branco Seco de 671 a 1000 ml R$ 14, Salton Brut de 671 a 1000 ml R$ 19, Salton Brut Reserva Ouro de 671 a 1000 ml R$ 29, Salton Demi Séc de 671 a 1000 ml R$ 19, Salton Evidence de 671 a 1000 ml R$ 54, Salton Meio Doce de 671 a 1000 ml R$ 11, Salton Moscatel de 671 a 1000 ml R$ 19, Salton Poética de 671 a 1000 ml R$ 29, Salton Volpi Brut de 671 a 1000 ml R$ 31, Sidra Cereser Comum de 521 a 670 ml R$ 4, Sidra Cereser Sabores de 521 a 670 ml R$ 5, Sidra Natal de 671 a 1000 ml R$ 4, Surpresa Piagentini de 521 a 670 ml R$ 5, Terranova de 671 a 1000 ml R$ 20, Valenciana de 521 a 670 ml R$ 4, Outras sidra, filtrado doce, fermentado e similares nacionais até 1000 ml R$ 7,50 por litro 6.39 Outras marcas nacionais todas R$ 12,27 por litro Suplemento Especial ICMS 177
171 NACIONAL Embalagem acima de 1000 ml ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 6.40 Chuva de Prata de 1001 a 2500 ml R$ 17, Peterlongo Espuma de Prata de 1001 a 2500 ml R$ 21, Piagentini de 1001 a 2500 ml R$ 19, Sidra Cereser Comum de 1001 a 2500 ml R$ 16, Outras sidra, filtrado doce, fermentado e similares nacionais 6.45 Outros champagne, espumante, moscatel, prosecco e similares nacionais IMPORTADO acima de 1000 ml R$ 9,22 por litro todas R$ 30,64 por litro ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 6.46 Asti Valdorela de 671 a 1000 ml R$ 31, Cavichiolli de 671 a 1000 ml R$ 17, Cinzano Asti de 671 a 1000 ml R$ 36, Cinzano Pinot-Chardonnay de 671 a 1000 ml R$ 38, Cinzano Prosecco de 671 a 1000 ml R$ 36, Codorniu de 671 a 1000 ml R$ 49, Dom Pérignon de 671 a 1000 ml R$ 660, Grandial de 671 a 1000 ml R$ 25, Lambrusco Anella de 671 a 1000 ml R$ 16, Lambrusco Cavicchioli de 671 a 1000 ml R$ 18, Lambrusco Cella de 671 a 1000 ml R$ 20, Lambrusco Chiarli de 671 a 1000 ml R$ 12, Lambrusco Linda Dona de 671 a 1000 ml R$ 13, Lambrusco Valdorella de 671 a 1000 ml R$ 17, Lambrusco Villa Regio de 671 a 1000 ml R$ 10, Lambrusco Villa Regio Dona Emilia de 671 a 1000 ml R$ 11, Möet Chandon. de 671 a 1000 ml R$ 196, Mumm Cordon. (francês) de 671 a 1000 ml R$ 167, Mumm Cuvee (argentino) de 671 a 1000 ml R$ 29, Pol Clement de 671 a 1000 ml R$ 31, Santa Carolina Brut de 671 a 1000 ml R$ 24, Sorella Lambrusco de 671 a 1000 ml R$ 17, Sperone Prosecco de 671 a 1000 ml R$ 35, Valdorela Prosecco de 671 a 1000 ml R$ 27, Veuve Cliquot de 671 a 1000 ml R$ 198, Outras marcas todas R$ 19,97 por litro VII CONHAQUE, BRANDY E SIMILARES NACIONAL NACIONAL ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 7.1 Brandy Dubar de 671 a 1000 ml R$ 13, Chanceler de 671 a 1000 ml R$ 8, Commel de 671 a 1000 ml R$ 5, Dimel de 671 a 1000 ml R$ 9, Domecq de 671 a 1000 ml R$ 14, Domecq Oro de 671 a 1000 ml R$ 17, Domus de 671 a 1000 ml R$ 6, Dreher de 671 a 1000 ml R$ 6, Dreher Gold de 671 a 1000 ml R$ 14, Gengibre Arco Iris de 671 a 1000 ml R$ 6, Gengibre Poty de 671 a 1000 ml R$ 5, ICMS Suplemento Especial
172 7.12 Macieira de 671 a 1000 ml R$ 22, Napoleon de 671 a 1000 ml R$ 27, Napoleon de Gengibre de 671 a 1000 ml R$ 6, Nautilus de 671 a 1000 ml R$ 5, Osborne de 671 a 1000 ml R$ 29, Palhinha de 671 a 1000 ml R$ 5, Presidente de 671 a 1000 ml R$ 6, São João da Barra de 671 a 1000 ml R$ 8, Seresteiro de 671 a 1000 ml R$ 5, Vegas de 671 a 1000 ml R$ 5, Outras marcas todas R$ 6,26 por litro IMPORTADO ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 7.23 Camus XO de 671 a 1000 ml R$ 416, Courvoisier VSOP de 671 a 1000 ml R$ 185, Courvoisier XO de 671 a 1000 ml R$ 518, Fernando de Castilha de 671 a 1000 ml R$ 52, Fundador Solera Reserva de 671 a 1000 ml R$ 58, Hennessy VSOP de 671 a 1000 ml R$ 161, Hennessy XO de 671 a 1000 ml R$ 517, Martell Cordon. Bleu de 671 a 1000 ml R$ 465, Martell VSOP de 671 a 1000 ml R$ 182, Martell XO de 671 a 1000 ml R$ 514, Remy Martan VSOP de 671 a 1000 ml R$ 158, Outras marcas todas R$ Conforme 2. o da cláusula terceira deste Protocolo VIII COOLER ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 8.1 Autêntico (chope de vinho) lata de 180 a 375 ml R$ 2, Autêntico (chope de vinho) vidro de 180 a 375 ml R$ 3, Draft Wine (chope de vinho) lata de 180 a 375 ml R$ 2, Grape Cool lata de 180 a 375 ml R$ 2, Keep Cooler vidro de 180 a 375 ml R$ 2, Outras marcas nacionais todas R$ 7,40 por litro IX GIN NACIONAL ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 9.1 Genebra Zora DUBAR de 671 a 1000 ml R$ 11, Gilbeys de 671 a 1000 ml R$ 16, GV de 671 a 1000 ml R$ 6, Seagers de 671 a 1000 ml R$ 16, Outras marcas nacionais todas R$ 9,59 por litro IMPORTADO ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 9.6 Beefeater de 671 a 1000 ml R$ 85, Bombay Sapphire de 671 a 1000 ml R$ 100,73 Suplemento Especial ICMS 179
173 9.8 Gordons Londron Dry de 671 a 1000 ml R$ 73, Plymouth de 671 a 1000 ml R$ 82, Tanqueray de 671 a 1000 ml R$ 79, Tanqueray TEn de 671 a 1000 ml R$ 156, Outras marcas todas Conforme 2. o da cláusula terceira deste Protocolo X JURUBEBA E SIMILARES ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL (Embalagem Não Retornável) PREÇO FINAL (Embalagem Retornável) 10.1 Bandoleiro de 521 a 670 ml R$ 3,90 R$ 3, Cangaceiro do Norte de 521 a 670 ml R$ 4,72 R$ 4, Chapéu de Couro de 521 a 670 ml R$ 2,81 R$ 2, Dunorte de 671 a 1000 ml R$ 4,55 R$ 3, Jurubeba Leão do Norte de 521 a 670 ml R$ 5,91 R$ 5, Outras marcas todas R$ XI LICORES E SIMILARES 5,11 por litro R$ 5,11 por litro NACIONAL ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 11.1 Amaretto dell Orso de 671 a 1000 ml R$ 30, Cacau Arco Íris de 671 a 1000 ml R$ 9, Cacau DUBAR de 671 a 1000 ml R$ 13, Comary de 671 a 1000 ml R$ 5, Cordon D Or de 671 a 1000 ml R$ 17, Fogo Paulista DUBAR de 671 a 1000 ml R$ 13, Golf de 671 a 1000 ml R$ 5, Lautrec Absintho DUBAR de 521 a 670 ml R$ 31, Licor de Jabuticaba Vilardi de 671 a 1000 ml R$ 33, Palhinha Menta de 671 a 1000 ml R$ 7, Primor de 671 a 1000 ml R$ 7, Record de 671 a 1000 ml R$ 5, Stock de 671 a 1000 ml R$ 18, Outras marcas nacionais todas R$ 17,12 por litro IMPORTADO ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Amarula vidro de 180 a 375 ml R$ 34, Amarula de 671 a 1000 ml R$ 53, Baileys de 671 a 1000 ml R$ 69, Benedictine de 671 a 1000 ml R$ 95, Bols de 671 a 1000 ml R$ 19, Carolans de 671 a 1000 ml R$ 69, Contreau de 671 a 1000 ml R$ 45, Disaronno de 671 a 1000 ml R$ 75, Drambuie de 671 a 1000 ml R$ 99, Frangélico de 671 a 1000 ml R$ 78, Gabriel Boudier (Cassis) de 671 a 1000 ml R$ 88, Gran Manier de 671 a 1000 ml R$ 103, Jean de Dijon (Cassis) de 521 a 670 ml R$ 49, Kahlúa de 671 a 1000 ml R$ 80, ICMS Suplemento Especial
174 11.29 Limoncello de 671 a 1000 ml R$ 78, Malibu de 671 a 1000 ml R$ 21, Marie Brizard de 671 a 1000 ml R$ 58, Mozart de 376 a 520 ml R$ 93, Nocello de 671 a 1000 ml R$ 77, Opal Nera de 671 a 1000 ml R$ 61, Peach de Kuyper de 671 a 1000 ml R$ 66, Quarenta y Tres (43) de 671 a 1000 ml R$ 82, Sheridan s vidro de 180 a 375 ml R$ 66, Tia Maria de 671 a 1000 ml R$ 35, Outras marcas todas Conforme 2. o da cláusula terceira deste Protocolo XII OUTRAS BEBIDAS ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 12.1 Arak Georges Aubert de 671 a 1000 ml R$ 23,03 XIII PISCO ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 13.1 Capel de 671 a 1000 ml R$ 45, Control de 671 a 1000 ml R$ 40, Outras marcas todas Conforme 2. o da cláusula terceira deste Protocolo XIV RUN NACIONAL ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 14.1 Bacardi (todos) de 671 a 1000 ml R$ 20, Montilla de 671 a 1000 ml R$ 14, Outras marcas nacionais todas R$ 10,98 por litro IMPORTADO ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 14.4 Appleton V/X de 671 a 1000 ml R$ 67, Havana (importado) de 671 a 1000 ml R$ 63, Outras marcas todas Conforme 2. o da cláusula terceira deste Protocolo XV SANGRIAS E COQUETÉIS ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 15.1 Adega da Serra de 671 a 1000 ml R$ 2, Cantina da Serra de 671 a 1000 ml R$ 3, Cantina do Vale de 671 a 1000 ml R$ 2, Caves de São Roque de 671 a 1000 ml R$ 2, Pinheirense de 671 a 1000 ml R$ 2, Randon de 671 a 1000 ml R$ 3, Sete Colinas de 671 a 1000 ml R$ 2, Outras marcas 671 a 1000 ml R$ 3,22 por litro 15.9 Pinheirense de 4000 a 5000 ml R$ 13, Outras marcas 4000 a 5000 ml R$ 2,96 por litro Suplemento Especial ICMS 181
175 XVI SAQUÊ NACIONAL ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 16.1 Azuma Karakuti de 671 a 1000 ml R$ 23, Azuma Kirin. para cozinha (Ryorishu) 500 ml R$ 5, Azuma Kirin de 521 a 670 ml R$ 13, Azuma Kirin dourado vidro de 180 a 375 ml R$ 14, Azuma Kirin dourado de 671 a 1000 ml R$ 18, Azuma Kirin tipo chinês ml R$ 88, Azuma Kirin comum ml R$ 111, Azuma Mirin 500 ml R$ 5, Azuma Mirin ml R$ 74, Daiti Ever de 671 a 1000 ml R$ 22, Daiti Prata de 521 a 670 ml R$ 12, Daiti Mirin 500 ml R$ 12, Daiti Prata 5000 ml R$ 69, Daiti Mirin 5000 ml R$ 58, Outras marcas nacionais todas R$ 21,73 por litro IMPORTADO ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Geikkeikan Nouvelle de 671 a 1000 ml R$ 70, Gekkeikan Genzo Black & Gold de 671 a 1000 ml R$ 62, Gekkeikan Silver de 671 a 1000 ml R$ 45, Gekkeikan Tradicional de 671 a 1000 ml R$ 37, Hakushika de 671 a 1000 ml R$ 43, Hakushika For Cocktail 2000 ml R$ 46, Hakushika 1800 ml R$ 74, Outras marcas todas R$ 61,32 por litro XVII STEINHAEGER NACIONAL ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 17.1 Steinhaeger Becosa de 671 a 1000 ml R$ 15, Steinhaeger Dubar Loewe de 671 a 1000 ml R$ 11, Outras marcas nacionais todas R$ 13,85 por litro IMPORTADO ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 17.4 Schinken Hager de 671 a 1000 ml R$ 51, Schlichte de 671 a 1000 ml R$ 68, Outras marcas todas Conforme 2. o da cláusula terceira deste Protocolo XVIII TEQUILA ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 18.1 Camiño Real (todas) de 671 a 1000 ml R$ 64, Don Julio de 671 a 1000 ml R$ 112, José Cuervo Clasico (branca) de 671 a 1000 ml R$ 59, José Cuervo Especial (dourada) de 671 a 1000 ml R$ 59, José Cuervo Tradicional de 671 a 1000 ml R$ 90, Reserva 1800 Anejo de 671 a 1000 ml R$ 139, Reserva 1800 Blanco de 671 a 1000 ml R$ 105, ICMS Suplemento Especial
176 18.8 Reserva 1800 Reposado de 671 a 1000 ml R$ 108, Sauza Tequila Blanco de 671 a 1000 ml R$ 42, Sauza Tequila Gold de 671 a 1000 ml R$ 54, Sombrero Negro de 671 a 1000 ml R$ 47, Outras marcas todas R$ 75,32 por litro Outras marcas super premium todas R$ 140,00 por litro XIX UÍSQUE NACIONAL ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 19.1 Black Stone de 671 a 1000 ml R$ 10, Blenders Pride de 671 a 1000 ml R$ 19, Drury s de 671 a 1000 ml R$ 16, Gold Cup de 671 a 1000 ml R$ 17, Gran Par Blend de 671 a 1000 ml R$ 19, Long John de 671 a 1000 ml R$ 21, Lord s Land de 671 a 1000 ml R$ 19, Mark One de 671 a 1000 ml R$ 16, Natu Nobilis de 671 a 1000 ml R$ 22, Natu Nobilis Celebrity de 671 a 1000 ml R$ 28, Old Eight de 671 a 1000 ml R$ 20, Tiller s de 671 a 1000 ml R$ 2 1, Wall Street de 671 a 1000 ml R$ 18, Outras marcas nacionais todas R$ 10,99 por litro IMPORTADOS E ENGARRAFADOS ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Bell s de 671 a 1000 ml R$ 36, Passport de 671 a 1000 ml R$ 35, Teacher s de 671 a 1000 ml R$ 34, Outras marcas todas R$ 35,98 por litro IMPORTADOS ATÉ 8 ANOS ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Ballantines 8 Anos de 671 a 1000 ml R$ 58, Black & White de 671 a 1000 ml R$ 61, Clan Macgregor de 671 a 1000 ml R$ 56, Cutty Sark 8 anos de 671 a 1000 ml R$ 64, Dewar s White Label de 671 a 1000 ml R$ 64, Famous Grouse de 671 a 1000 ml R$ 57, Glen Grant de 671 a 1000 ml R$ 66, Grants 8 Anos de 671 a 1000 ml R$ 57, Jameson de 671 a 1000 ml R$ 70, JB 8 Anos de 671 a 1000 ml R$ 63, Jim Bean White de 671 a 1000 ml R$ 68, Johnnie Walker Red Label de 671 a 1000 ml R$ 71, Something Special DC de 671 a 1000 ml R$ 69, White Horse de 671 a 1000 ml R$ 64, Willian Lawson s de 671 a 1000 ml R$ 43, Outras marcas todas R$ 63,90 por litro Suplemento Especial ICMS 183
177 IMPORTADOS ACIMA DE 8 ANOS ATÉ 12 ANOS ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Ballantines 12 Anos de 671 a 1000 ml R$ 101, Buchanan s 12 Anos de 671 a 1000 ml R$ 107, Chivas Regal 12 Anos de 671 a 1000 ml R$ 103, Cragganmore de 671 a 1000 ml R$ 278, Cutty Sark de 671 a 1000 ml R$ 137, Dewar s de 671 a 1000 ml R$ 93, Glenfiddich Special de 671 a 1000 ml R$ 136, Glenmorangie de 671 a 1000 ml R$ 160, Grants 12 Anos de 671 a 1000 ml R$ 101, Jack Daniels de 671 a 1000 ml R$ 101, Jim Bean Black de 671 a 1000 ml R$ 91, Johnnie Walker Black Label de 671 a 1000 ml R$ 114, Logan de 671 a 1000 ml R$ 98, Old Parr de 671 a 1000 ml R$ 102, Outras marcas todas R$ 104,90 por litro IMPORTADOS ACIMA DE 12 ANOS ATÉ 15 ANOS ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Dimple 15 Anos de 671 a 1000 ml R$ 171, JB 15 Anos de 671 a 1000 ml R$ 191, Johnnie Walker Green Label de 671 a 1000 ml R$ 196, Johnnie Walker Swing 15 Anos de 671 a 1000 ml R$ 199, Outras marcas todas R$ 189,00 por litro IMPORTADOS ACIMA DE 15 ANOS ATÉ 18 ANOS Buchanan s 18 Anos de 671 a 1000 ml R$ 268, Chivas Regal 18 Anos de 671 a 1000 ml R$ 233, Glenkinchie de 671 a 1000 ml R$ 270, Johnnie Walker Gold Label de 671 a 1000 ml R$ 279, Outras marcas todas R$ 259,90 por litro IMPORTADOS ACIMA DE 18 ANOS ATÉ 21 ANOS ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Johnnie Walker Blue Label de 671 a 1000 ml R$ 656, Royal Salute 21 Anos de 671 a 1000 ml R$ 607, Outras marcas todas R$ 650,00 por litro XX VERMUTE E SIMILARES ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL (Embalagem PREÇO FINAL (Embalagem Não Retornável) Retornável) 20.1 Carpano Punte Mês de 671 a 1000 ml R$ 27,11 R$ 26, Cinzano de 671 a 1000 ml R$ 8,34 R$ 7, Contini de 671 a 1000 ml R$ 7,82 R$ 7, Cortezano de 671 a 1000 ml R$ 6,27 R$ 5, Fiorini de 671 a 1000 ml R$ 4,26 R$ 3, Martini (todos) de 671 a 1000 ml R$ 13,16 R$ 12, Paizano de 671 a 1000 ml R$ 5,63 R$ 4, Paratini de 671 a 1000 ml R$ 3,96 R$ 3, San Remy de 671 a 1000 ml R$ 15,33 R$ 14, St Raphael de 671 a 1000 ml R$ 14,28 R$ 13, Vinho Quinado Dubar de 671 a 1000 ml R$ 13,01 R$ 12, Outras marcas todas R$ 5,98 por litro R$ 5,98 por litro 184 ICMS Suplemento Especial
178 XXXI VINHOS NACIONAIS ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL (Embalagem Não Retornável) PREÇO FINAL (Embalagem Retornável) 21.1 Adega do Vale de 671 a 1000 ml R$ 15,96 R$ 15, Almadén de 671 a 1000 ml R$ 12,59 R$ 11, Aurora de 671 a 1000 ml R$ 16,24 R$ 15, Baron de Lantier de 671 a 1000 ml R$ 12,99 R$ 12, Campo Largo de 671 a 1000 ml R$ 4,92 R$ 4, Canção de 671 a 1000 ml R$ 5,79 R$ 5, Canônico de 671 a 1000 ml R$ 11,05 R$ 10, Cardeal de 671 a 1000 ml R$ 5,75 R$ 5, Castell Chombert de 671 a 1000 ml R$ 10,10 R$ 9, Chalise de 671 a 1000 ml R$ 5,75 R$ 5, Chapinha de 671 a 1000 ml R$ 4,86 R$ 4, Chateau Duvalier de 671 a 1000 ml R$ 10,26 R$ 9, Chateau Lacave de 671 a 1000 ml R$ 14,38 R$ 13, Country Wine de 671 a 1000 ml R$ 5,99 R$ 5, Dom Bosco de 671 a 1000 ml R$ 5,05 R$ 4, Estate de 671 a 1000 ml R$ 9,50 R$ 8, Faroni Lopes de 671 a 1000 ml R$ 7,29 R$ 6, Forestier de 671 a 1000 ml R$ 14,90 R$ 14, Góes de 671 a 1000 ml R$ 5,45 R$ 4, Góes Tempo de 671 a 1000 ml R$ 9,71 R$ 8, Góes Tradição de 671 a 1000 ml R$ 5,84 R$ 5, Izidro de 671 a 1000 ml R$ 15,72 R$ 15, Jurupinga de 671 a 1000 ml R$ 10,56 R$ 9, Liebfraumilch de 671 a 1000 ml R$ 6,57 R$ 5, Lunae de 671 a 1000 ml R$ 11,44 R$ 10, Marcus James de 671 a 1000 ml R$ 13,23 R$ 12, Miolo Reserva de 671 a 1000 ml R$ 27,17 R$ 26, Miolo Seleção de 671 a 1000 ml R$ 16,00 R$ 15, Mioranza de 671 a 1000 ml R$ 6,43 R$ 5, Mosele de 671 a 1000 ml R$ 5,87 R$ 5, Natal de 671 a 1000 ml R$ 5,00 R$ 4, Palmeiras de 671 a 1000 ml R$ 5,24 R$ 4, Piagentini de 671 a 1000 ml R$ 6,20 R$ 5, Quinta Jubair Branco / Tinto de 671 a 1000 ml R$ 11,44 R$ 10, Quinta Jubair Cabernet / Riesling de 671 a 1000 ml R$ 16,66 R$ 15, Rannish Wein. de 671 a 1000 ml R$ 7,35 R$ 6, Rendeiras de 671 a 1000 ml R$ 17,37 R$ 16, Rio Sol de 671 a 1000 ml R$ 23,60 R$ 22, Saint Germain de 671 a 1000 ml R$ 9,99 R$ 9, Salton Assemblage de 671 a 1000 ml R$ 12,09 R$ 11, Salton Classic de 671 a 1000 ml R$ 13,22 R$ 12, Salton Flowers de 671 a 1000 ml R$ 12,25 R$ 11, Salton Volpi de 671 a 1000 ml R$ 24,98 R$ 24, San Giuliano de 671 a 1000 ml R$ 8,16 R$ 7, San Tomé de 671 a 1000 ml R$ 4,88 R$ 4, Sangue de Boi de 671 a 1000 ml R$ 6,19 R$ 5, Santa Felicidade de 671 a 1000 ml R$ 9,09 R$ 8, Santo Expedito de 671 a 1000 ml R$ 4,85 R$ 4, Sinuelo de 671 a 1000 ml R$ 5,65 R$ 4,93 Suplemento Especial ICMS 185
179 21.50 Terranova de 671 a 1000 ml R$ 13,97 R$ 13, Zahringer s de 671 a 1000 ml R$ 7,43 R$ 6, Outras marcas nacionais vinho de mesa rolha Outras marcas nacionais vinho de mesa tampa plástica Outras marcas nacionais vinho de mesa assemblagem Outras marcas nacionais vinho de mesa varietal todas R$ 6,65 por litro todas R$ 5,51 por litro todas R$ 9,80 por litro todas R$ 13,85 por litro EMBALAGEM ACIMA DE 4000 ml R$ 5,93 por litro R$ 4,79 por litro R$ 9,08 por litro R$ 13,13 por litro ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Canção de 4000 a 5000 ml R$ 26, Cardeal de 4000 a 5000 ml R$ 21, Goes de 4000 a 5000 ml R$ 23, Mioranza de 4000 a 5000 ml R$ 30, Mosteiro de 4000 a 5000 ml R$ 39, Piagentini de 4000 a 5000 ml R$ 27, Sangue de Boi de 4000 a 5000 ml R$ 24, Sinuelo de 4000 a 5000 ml R$ 26, Outras marcas nacionais vinho garrafão todas R$ 4,47 por litro XXII VINHOS IMPORTADOS ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 22.1 Aliança (Dão) de 671 a 1000 ml R$ 19, Angaro de 671 a 1000 ml R$ 13, Bardolino Valdorella de 671 a 1000 ml R$ 19, Baron D'Arignac de 671 a 1000 ml R$ 18, Barrancas Argentinas de 671 a 1000 ml R$ 15, Benjamin NIETO Senetiner de 671 a 1000 ml R$ 14, Black Tower de 671 a 1000 ml R$ 21, Bolla de 671 a 1000 ml R$ 37, Camillo Alves de 671 a 1000 ml R$ 10, Casal Garcia Branco de 671 a 1000 ml R$ 26, Casal Garcia Tinto de 671 a 1000 ml R$ 30, Casillero Del Diablo de 671 a 1000 ml R$ 31, Concha Y Toro de 671 a 1000 ml R$ 20, Cortello de 671 a 1000 ml R$ 21, Corvo de 671 a 1000 ml R$ 33, Gato Negro de 671 a 1000 ml R$ 19, Graffigna de 671 a 1000 ml R$ 19, J.P.Chenet de 671 a 1000 ml R$ 26, Jacob's Creek de 671 a 1000 ml R$ 53, Latitud 33. o de 671 a 1000 ml R$ 23, Messias de 671 a 1000 ml R$ 16, Palmer de 671 a 1000 ml R$ 7, Periquita de 671 a 1000 ml R$ 26, Riunite de 671 a 1000 ml R$ 19, Sant Anna de 671 a 1000 ml R$ 7, Santa Alicia de 671 a 1000 ml R$ 16, Santa Carolina de 671 a 1000 ml R$ 17, Santa Helena Reservado de 671 a 1000 ml R$ 19, ICMS Suplemento Especial
180 22.29 Santa Helena Seleccion de 671 a 1000 ml R$ 47, Santa Helena Siglo de Oro de 671 a 1000 ml R$ 30, Santa Isabel de 671 a 1000 ml R$ 9, Santa Julia de 671 a 1000 ml R$ 18, Santa Sílvia de 671 a 1000 ml R$ 15, Sunrise de 671 a 1000 ml R$ 25, Terrazas de 671 a 1000 ml R$ 40, Trapiche Roble de 671 a 1000 ml R$ 31, Trapiche Varietal de 671 a 1000 ml R$ 18, Travessia de 671 a 1000 ml R$ 18, Trivento de 671 a 1000 ml R$ 16, Trivento Reserve de 671 a 1000 ml R$ 33, Viñas Riojanas de 671 a 1000 ml R$ 8, Outras marcas vinho importado todas R$ 17,20 por litro XXIII VODKA NACIONAL ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 23.1 Askov de 671 a 1000 ml R$ 5, Baikal de 671 a 1000 ml R$ 8, Balalaika de 671 a 1000 ml R$ 5, Bols de 671 a 1000 ml R$ 14, Bowoyka de 671 a 1000 ml R$ 5, Cristal de 671 a 1000 ml R$ 14, Eristoff de 671 a 1000 ml R$ 16, First K de 671 a 1000 ml R$ 5, Fkusnaya de 671 a 1000 ml R$ 3, Kronia de 671 a 1000 ml R$ 13, Leonoff de 671 a 1000 ml R$ 5, Moskowita de 671 a 1000 ml R$ 5, Natasha de 671 a 1000 ml R$ 10, Orloff de 671 a 1000 ml R$ 16, Polovtz de 671 a 1000 ml R$ 8, Rajska de 671 a 1000 ml R$ 9, Roskof de 671 a 1000 ml R$ 7, Skarloff de 671 a 1000 ml R$ 6, A Skyy de 751 a 1000 ml R$ 20, Smirnoff Red de 671 a 1000 ml R$ 20, Starka de 671 a 1000 ml R$ 7, Stefanof de 671 a 1000 ml R$ 6, Zvonka Black de 671 a 1000 ml R$ 13, Zvonka Red de 671 a 1000 ml R$ 8, Outras marcas vodka nacional popular todas R$ 4,96 por litro Outras marcas vodka nacional premium todas R$ 9,29 por litro IMPORTADA ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Absolut de 671 a 1000 ml R$ 56, Belvedere Pure de 671 a 1000 ml R$ 146, Blavod Black de 671 a 1000 ml R$ 54, Ciroc de 671 a 1000 ml R$ 148, Finlandia de 671 a 1000 ml R$ 60, Grey Goose de 671 a 1000 ml R$ 147,95 Suplemento Especial ICMS 187
181 23.32 Level de 671 a 1000 ml R$ 138, Skyy de 751 a 1000 ml R$ 58, Skyy até 750 ml R$ 39, Smirnoff Black de 671 a 1000 ml R$ 56, Sobieski de 671 a 1000 ml R$ 25, Stolichinaya de 671 a 1000 ml R$ 54, Stolichinaya de 521 a 670 ml R$ 37, Wyborowa de 671 a 1000 ml R$ 54, Wyborowa de 521 a 670 ml R$ 37, Xelent de 671 a 1000 ml R$ 140, Outras marcas vodka importada premium todas R$ 57,50 por litro Outras marcas vodka importada super premium XXIV DERIVADOS DE VODKA todas R$ 140,90 por litro ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 24.1 Orloff Mix Lemon de 671 a 1000 ml R$ 18, Smirnoff Caipiroska de 671 a 1000 ml R$ 22, Smirnoff Twisty de 671 a 1000 ml R$ 22, Outras marcas derivados de vodka todas R$ 20,56 por litro ICMS - Substituição tributária nas operações com brinquedos Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com brinquedos realizadas entre contribuintes localizados nos Estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 97, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com brinquedos. Os Estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em São Paulo/SP, no dia 23 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e o disposto nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/ SH, destinadas ao Estado do Rio Grande do Sul ou ao Estado de São Paulo, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais promovidas por contribuinte varejista com destino a estabelecimento de contribuinte localizado no Estado de São Paulo; V - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 188 ICMS Suplemento Especial
182 Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquia e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindo-se, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta As mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária de que trata este protocolo serão objeto de emissão de documento fiscal específico, não podendo conter outras mercadorias. Cláusula sexta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sétima. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula oitava. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula nona. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de setembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO Código NCM/SH Descrição MVA (%) Original Triciclos, patinetes, carros de pedais e outros brinquedos semelhantes de rodas; carrinhos para bonecos; bonecos; outros brinquedos; modelos reduzidos e modelos semelhantes para divertimento, mesmo animados; quebra-cabeças (puzzles) de qualquer tipo 43,00 ICMS - Substituição tributária nas operações com cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e de toucador Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e de toucador, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 98, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e de toucador. Os Estados do Rio Grande do Sul e São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, reunidos em São Paulo/SP, no dia 23 de julho de 2009, considerando o disposto nos Suplemento Especial ICMS 189
183 arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e o disposto nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/ SH, destinadas ao Estado do Rio Grande do Sul ou ao Estado de São Paulo, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, acrescida, quando for o caso, de frete, seguro, impostos, royalties relativos a franquias e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações, inclusive de importação e decorrente de aquisição em licitação promovida pelo poder público, que destinem mercadorias a outro estabelecimento responsável pelo pagamento do imposto por sujeição passiva por substituição, em relação à mesma mercadoria ou a outra mercadoria enquadrada na mesma modalidade de substituição; IV - às operações interestaduais promovidas por contribuinte varejista com destino a estabelecimento de contribuinte localizado no Estado de São Paulo. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, acrescido dos valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, royalties relativos a franquia e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA-ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: I - MVA-ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Nas operações interestaduais o remetente deverá adotar as MVAs ajustadas indicadas no Anexo Único deste protocolo, de acordo com a alíquota interna incidente na unidade federada de destino, salvo se a referida alíquota não estiver nele indicada, hipótese em que o remetente deverá calcular a correspondente MVA ajustada na forma do 1 o desta cláusula. 3 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ). Cláusula quarta. Nas operações interestaduais realizadas entre estabelecimentos de empresas interdependentes, o remetente deverá adotar as seguintes MVAs ajustadas: MVA Ajustada (%) Alíquota Interna no Estado Destino 12% 18% 25% 177,19 197,47 153,53 1 o Para fins do disposto no caput desta cláusula, consideramse estabelecimentos de empresas interdependentes quando: a) uma delas, por si, seus sócios ou acionistas, e respectivos cônjuges e filhos menores, for titular de mais de 50% (cinqüenta por cento) do capital da outra; b) uma delas tiver participação na outra de 15% (quinze por cento) ou mais do capital social, por si, seus sócios ou acionistas, bem assim por intermédio de parentes destes até o segundo grau e respectivos cônjuges, se a participação societária for de pessoa física (Lei Federal n o 4.502/1964, art. 42, I, e Lei Federal n o 7.798/1989, art. 9 o ); c) uma mesma pessoa fizer parte de ambas, na qualidade de diretor, ou sócio com funções de gerência, ainda que exercidas sob outra denominação (Lei Federal 4.502/1964, art. 42, II); d) uma tiver vendido ou consignado à outra, no ano anterior, mais de 20% (vinte por cento), no caso de distribuição com exclusividade em determinada área do território nacional, e mais de 50% (cinqüenta por cento), nos demais casos, do seu volume de vendas (Lei Federal 4.502/1964, art. 42, III); e) uma delas, por qualquer forma ou título, for a única adquirente, de um ou de mais de um dos produtos da outra, ainda quando a exclusividade se refira à padronagem, marca ou tipo do produto (Lei Federal n o 4.502/1964, art. 42, parágrafo único, I); f) uma tiver adquirido ou recebido em consignação da outra, no ano anterior, mais de 50% (cinqüenta por cento) do seu volume total de aquisições; g) uma vender à outra, mediante contrato de participação ou ajuste semelhante, produto que tenha fabricado ou importado (Lei Federal n o 4.502/1964, art. 42, parágrafo único, II); h) uma delas promover transporte de mercadoria utilizando veículos da outra, sendo ambas contribuintes do setor de cosméticos. 2 o Na hipótese do caput desta cláusula, a unidade federada de destino poderá determinar que a retenção e o recolhimento do imposto devido por substituição tributária sejam efetuados pelo esta- 190 ICMS Suplemento Especial
184 belecimento destinatário interdependente em relação às saídas subseqüentes que promover. 3 o Não caracteriza a interdependência referida nas alíneas d e e do 1 o a venda de matéria-prima ou produto intermediário, destinados exclusivamente à industrialização de produtos do comprador. Cláusula quinta. As mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária de que trata este protocolo serão objeto de emissão de documento fiscal específico, não podendo conter outras mercadorias. Cláusula sexta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regulamente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou através de documento de arrecadação previsto na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sétima. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, inclusive com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula oitava. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino do mês imediatamente anterior, devendo o Estado de origem disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula nona. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula décima. Fica revogado o Protocolo ICMS n o 101, de 14 de dezembro de Cláusula décima primeira. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de setembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Henna (envelope em pó até 50g) 50, Vaselina 50, Amoníaco em solução aquosa (amônia) 50, Peróxido de Hidrogênio (água oxigenada frasco de até 100 ml) 50, Acetona (frasco em até 30 ml) 50, Lubrificação íntima 50, Óleos essenciais (frasco em até 10 ml) 50, Perfumes (extratos) 54, Águas-de-colônia 62, Produtos de Maquilagem para os Lábios 45, Sombra, Delineador, Lápis para sobrancelhas e rímel 50, Outros produtos de maquilagem para os olhos 50, Preparações para manicuros e pedicuros 57, Pós, incluídos os compactos, para maquilagem 49, Cremes de beleza, cremes nutritivos e loções tônicas 41, Outros produtos de beleza ou de maquilagem preparados e preparações para conservação ou cuidados 47,63 da pele Xampus para o cabelo 45, Preparações para ondulação ou alisamento, permanentes, dos cabelos 50,90 Suplemento Especial ICMS 191
185 NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Laquês para o cabelo 50, Outras preparações capilares 59, Tintura para o cabelo 38, Dentifrícios 33, Fios utilizados para limpar os espaços interdentais (fio dental) Outras preparações para higiene bucal ou dentária 35, Preparações para barbear (antes, durante ou após) 54, Desodorantes corporais e antiperspirantes, líquidos 51, Outros desodorantes corporais e antiperspirantes 51, Sais perfumados e outras preparações para banhos 50, Outros produtos de perfumaria ou de toucador preparados 30, Sabões de toucador em barras, pedaços ou figuras moldados Outros sabões, produtos e preparações, em barras, pedaços ou figuras moldados, inclusive lenços umedecidos Sabões de toucador sob outras formas 50, Produtos e preparações orgânicos tensoativos para lavagem da pele, na forma de líquido ou de creme, 51,63 acondicionados para venda a retalho, mesmo contendo sabão Bolsa para gelo ou para água quente 50, Chupetas e bicos para mamadeiras e chupetas 50, Malas e maletas de toucador 50, Papel higiênico folha simples 48, Papel higiênico folha dupla 45, Lenços (incluídos os de maquilagem) e toalhas de mão 81, Toalhas e guardanapos de mesa 56, Fraldas 30, Tampões higiênicos 66, Absorventes higiênicos externos 64, Absorventes e tampões higiênicos e fraldas de fibras 66,04 têxteis Hastes flexíveis (uso não medicinal) 50, Sutiã descartável, assemelhados e papel para depilação 50, Pinças para sobrancelhas 50, Espátulas (artigos de cutelaria) 50, Utensílios e sortidos de utensílios de manicuros ou de pedicuros (incluídas as limas para unhas) 50, Termômetros, inclusive o digital 50, Escovas e pincéis de barba, escovas para cabelos, para cílios ou para unhas e outras escovas de 50,90 toucador de pessoas, incluídas as que sejam partes de aparelhos, exceto escovas de dentes Escovas de dentes 56, Pincéis para aplicação de produtos cosméticos 50, Sortidos de viagem, para toucador de pessoas para costura ou para limpeza de calçado ou de roupas 50, Pentes, travessas para cabelo e artigos semelhantes; grampos (alfinetes) para cabelo; pinças (pinceguiches), 50,90 onduladores, bobes (rolos) e artefatos semelhantes para penteados, e suas partes, exceto os da posição 8516 e suas partes Borlas ou esponjas para pós ou para aplicação de outros cosméticos ou de produtos de toucador 50, , , , Mamadeiras 50,90 70,36 43,56 50, ICMS Suplemento Especial
186 ICMS - Substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com produtos farmacêuticos, promovidas por contribuintes do Estado do Paraná e destinadas a estabelecimentos localizados no Estado da Bahia. Protocolo ICMS n o 99, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos promovidas por contribuintes do Paraná, destinadas a estabelecimentos localizados no Estado da Bahia. Os Estados do Paraná e da Bahia, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Estado de Fazenda, reunidos em Salvador, BA, no dia 31 de julho de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações com os produtos relacionados no Anexo Único com a respectiva classificação na Nomenclatura Brasileira de Mercadorias - Sistema Harmonizado - NBM/SH, destinadas a estabelecimento localizado no Estado da Bahia, fica atribuída ao estabelecimento remetente localizado no Estado do Paraná, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subsequentes ou à entrada para uso ou consumo do destinatário. Cláusula segunda. O disposto na Cláusula Primeira não se aplica: I - aos produtos farmacêuticos medicinais, soros e vacinas destinados a uso veterinário. II - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. III - na hipótese de saída interestadual promovida com destino a contribuinte detentor de regime especial e considerado distribuidor hospitalar, como tal definido pela legislação da unidade federada de destino, que poderá, a seu critério, dispensar a retenção antecipada de que trata este Protocolo. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto para fins de substituição tributária será o valor correspondente ao preço constante da tabela, sugerido pelo órgão competente para venda a consumidor e, na falta deste preço, o valor correspondente ao preço máximo de venda a consumidor sugerido ao público pelo estabelecimento industrial. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput a base de cálculo será obtida, tomando-se por base o montante formado pelo preço praticado pelo remetente nas operações com o comércio varejista, neste preço incluídos o valor do Imposto sobre Produtos Industrializados, o frete e/ou carreto até o estabelecimento varejista e demais despesas cobradas ou debitadas ao destinatário, adicionada a parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, de um dos percentuais indicados nas tabelas a seguir apresentadas: 1. Produtos classificados nas posições 3002 (soros e vacinas), exceto nos itens e , 3003 (medicamentos), exceto no código , e 3004 (medicamentos), exceto no código , nos itens (dentifrícios), (fios dentais), (enxaguatórios bucais) e nos códigos (ataduras, esparadrapos, gazes, sinapismos, pensos, etc.), (preparações químicas contraceptivas à base de hormônios) e (escovas dentifrícias), todos da NBM/SH (LISTA NEGATIVA): Estados de origem Alíquota interna da UF de destino 12% Alíquota interna da UF de destino 17% Operação interna 33,35% 33,05% Aliq interestadual 7% 40,93% 49,08% Aliq interestadual 12% 33,35% 41,06% 2. Produtos classificados nas posições 3002 (soros e vacinas), exceto nos itens e , 3003 (medicamentos), exceto no código , e 3004 (medicamentos), exceto no código , e nos códigos (ataduras, esparadrapos, gazes, sinapismos, pensos, etc.) e (preparações químicas contraceptivas à base de hormônios), todos da NBM/SH, quando beneficiados com a outorga do crédito para o PIS/PASEP e COFINS previsto no art. 3 o da Lei Federal n o /00 (LISTA POSITIVA): Estados de origem Alíquota interna da UF de destino 12% Alíquota interna da UF de destino 17% Operação interna 38,24% 38,24% Aliq interestadual 7% 46,09% 54,89% Aliq interestadual 12% 38,24% 46,56% 3. Produtos classificados nos códigos e posições relacionados na cláusula primeira, exceto aqueles de que tratam os itens anteriores desde que não tenham sido excluídos da incidência das contribuições previstas no inciso I do caput do art. 1 o da Lei n o /2000, na forma do 2 o desse mesmo artigo (LISTA NEUTRA): Estados de origem Alíquota interna da UF de destino 12% Alíquota interna da UF de destino 17% Operação interna 41,16% 41,34% Aliq interestadual 7% 49,18% 58,37% Aliq interestadual 12% 41,16% 49,86% 2 o O valor inicial para o cálculo mencionado no 1 o será o preço praticado pelo distribuidor ou atacadista, quando o estabelecimento industrial não realizar operações diretamente com o comércio varejista. 3 o A base de cálculo prevista nesta cláusula será reduzida em 10% (dez por cento), não podendo resultar em carga de ICMS inferior a 7% (sete por cento). 4 o Nas operações com o benefício previsto no parágrafo anterior, fica dispensada a anulação do crédito determinada pelo inciso II do art. 32 do Anexo Único do Convênio ICM n o 66/1988, de 14 de dezembro de o O estabelecimento industrial remeterá listas atualizadas dos preços referidos no caput, podendo ser emitida por meio magnético, ao órgão fazendário responsável pela substituição tributária de cada unidade da Federação onde tiver obtido inscrição como substituto tributário. 6 o O estabelecimento industrial ou importador informará em qual revista especializada ou outro meio de comunicação divulgou os Suplemento Especial ICMS 193
187 preços máximos de venda a consumidor dos seus produtos, conforme determinação legal, ao órgão fazendário responsável pela substituição tributária de cada unidade da Federação, sempre que efetuar quaisquer alterações. Cláusula quarta. A alíquota a ser aplicada sobre a base de cálculo prevista na cláusula segunda será a vigente para as operações internas na unidade da Federação de destino. Cláusula quinta. O valor do imposto retido será a diferença entre o calculado de acordo com o estabelecido na cláusula segunda e o devido pela operação própria do estabelecimento que efetuar a substituição tributária, devendo ser recolhido até o dia 9 (nove) do mês subsequente ao da retenção do imposto. Cláusula sexta. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de trinta dias. Cláusula sétima. Este protocolo entrará em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO Item Descrição Código I Soros e vacinas, exceto para uso veterinário 3002 II Medicamentos, exceto para uso veterinário 3003 e 3004 III Algodão, atadura, esparadrapo, haste flexível ou não, com uma ou ambas extremidades de algodão, 3005 gazes, pensos, sinapismos, e outros, impregnados ou recobertos de substâncias farmacêuticas ou acondicionados para enda a retalho para usos medicinais, cirúrgicos ou dentários IV Mamadeiras de borracha vulcanizada, vidro e plástico V Chupetas e bicos para mamadeiras e chupetas VI Absorventes higiênicos, de uso interno ou externo VII Preservativos VIII Seringas IX Agulhas para seringas X Pastas dentifrícias XI Escovas dentifrícias XII Provitaminas e vitaminas 2936 XIII Contraceptivos (dispositivos intra-uterinos DIU) XIII Contraceptivos (dispositivos intra-uterinos DIU) XIV Fio dental/fita dental XV Preparação para higiene bucal e dentária XVI Fraldas descartáveis ou não XVII Preparações químicas contraceptivas à base de hormônios ou de espermicidas ICMS/IPI - Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) - Exclusão de atividade sujeita à sua adoção Este ato acrescenta o inciso VII ao 2 o da Cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 10/2007, que estabelece a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os setores que especifica, para excluir da obrigatoriedade de emissão de NF-e, em substituição à Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, o estabelecimento atacadista de produtos hortifrutigranjeiros e de outros produtos alimentícios localizado em centrais de abastecimento controladas direta ou indiretamente pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios. Protocolo ICMS n o 101, de DOU 1 de Altera o Protocolo ICMS n o 10/2007, que estabelece a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os setores que especifica. 194 ICMS Suplemento Especial
188 Os Estados de Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins e o Distrito Federal, neste ato representados pelos respectivos Secretários de Fazenda, Finanças ou Tributação, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional - Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966, e no 2 o da cláusula primeira do Ajuste SINIEF n o 07/2005, de 30 de setembro de 2005, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Fica acrescentado o inciso VII ao 2 o da cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 10/2007, de 18 de abril de 2007, com a seguinte redação: VII - ao estabelecimento atacadista de produtos hortifrutigranjeiros e de outros produtos alimentícios localizado em centrais de abastecimento controladas direta ou indiretamente pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios.. Cláusula segunda. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de setembro de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda e dos representantes das Unidades da Federação signatárias] neste ato representados pelos respectivos Secretários de Fazenda, Finanças ou Tributação, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional - Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966, e no 2 o da cláusula primeira do Ajuste SINIEF n o 07/2005, de 30 de setembro de 2005, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Fica acrescentado o inciso VII ao 3 o da cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 10/2007, de 18 de abril de 2007, com a seguinte redação: VII - a partir de 1 o de abril de 2010, relativamente aos estabelecimentos da Companhia Nacional de Abastecimento - CONAB.. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica ao Estado do Mato Grosso. Cláusula terceira. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de setembro de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda e dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ICMS/IPI - Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) - Inclusão de atividade sujeita à sua adoção Este ato acrescentou o inciso VII ao 3 o da Cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 10/2007, que estabelece a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os setores que especifica, para incluir na obrigatoriedade de emissão de NF-e, em substituição à Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, a partir de 1 o , os estabelecimentos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Protocolo ICMS n o 102, de DOU 1 de Altera o Protocolo ICMS n o 10/2007, que estabelece a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os setores que especifica. Os Estados de Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins e o Distrito Federal, ICMS/IPI - Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) - Exclusão de atividade sujeita à sua adoção - Alteração Este ato alterou a redação do inciso VII do 2 o da Cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 10/2007, que estabelece a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os setores que especifica, para excluir da obrigatoriedade de emissão de NF-e, em substituição à Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, até , o estabelecimento atacadista de produtos hortifrutigranjeiros e de outros produtos alimentícios localizado em centrais de abastecimento controladas direta ou indiretamente pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios. Essa exclusão não se aplica ao Estado do Mato Grosso. Protocolo ICMS n o 103, de DOU 1 de 1 o Altera o Protocolo ICMS n o 10/2007, que estabelece a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os setores que especifica. Suplemento Especial ICMS 195
189 Os Estados de Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins e o Distrito Federal, neste ato representados pelos respectivos Secretários de Fazenda, Finanças ou Tributação, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional - Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966, e no 2 o da cláusula primeira do Ajuste SINIEF n o 07/2005, de 30 de setembro de 2005, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. O inciso VII do 2 o da cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 10/2007, de 18 de abril de 2007, passa a viger com a seguinte redação: VII - até 31 de março de 2010, ao estabelecimento atacadista de produtos hortifrutigranjeiros e de outros produtos alimentícios localizado em centrais de abastecimento controladas direta ou indiretamente pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios.. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica ao Estado do Mato Grosso. Cláusula terceira. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de setembro de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda e dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ICMS - Substituição tributária nas operações com materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados da Bahia e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 104, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno. Os Estados da Bahia e de São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, reunidos em Salvador/BA, no dia 10 de agosto de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993 e n o 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no ANEXO ÚNICO deste Protocolo, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado da Bahia ou ao Estado de São Paulo, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. 1 o O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. 2 o No tocante às operações interestaduais destinadas a contribuintes situados no Estado da Bahia será definido, por decreto do Governador do referido Estado, o momento em que a sistemática prevista neste protocolo passará a produzir os seus efeitos, ocasião em que poderão ser feitos os ajustes necessários neste instrumento. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações, inclusive de importação e decorrente de aquisição em licitação promovida pelo poder público, que destinem mercadorias a outro estabelecimento responsável pelo pagamento do imposto por sujeição passiva por substituição, em relação à mesma mercadoria ou a outra mercadoria enquadrada na mesma modalidade de substituição; IV - às operações interestaduais promovidas por contribuinte varejista com destino a estabelecimento de contribuinte localizado no Estado de São Paulo; V - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. Parágrafo único. Nas hipóteses desta cláusula, inclusive do disposto no inciso IV, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante 196 ICMS Suplemento Especial
190 da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no ANEXO ÚNICO deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindose, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sexta. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no ANEXO ÚNICO estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula sétima. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula oitava. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula nona. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir do 1 o dia do 3 o mês subseqüente à referida data de sua publicação. [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO NCM/SH Descrição das mercadorias MVA-ST Original (%) Alíquota Interestadual (%) MVA Ajustada Conforme Alíquota Interna do Estado de Destino 17% 18% Cal para construção civil 34, ,09 52, ,96 44, Argamassas, seladoras, massas para revestimento, aditivos 33, ,62 51,44 para argamassas e afins ,57 43, Silicones em formas primárias, para uso na construção 54, ,97 75,08 civil 12 63,67 65, Revestimentos de PVC e outros plásticos; forro, sancas e 38, ,01 56,90 afins de PVC, para uso na construção civil 12 46,67 48, Tubos, e seus acessórios (por exemplo, juntas, cotovelos, 30, ,49 48,28 flanges, uniões), de plásticos, para uso na construção civil 12 38,62 40,31 Suplemento Especial ICMS 197
191 NCM/SH Descrição das mercadorias MVA-ST Original (%) Alíquota Interestadual (%) MVA Ajustada Conforme Alíquota Interna do Estado de Destino 17% 18% Revestimento de pavimento de PVC e outros plásticos 32, ,99 50, Chapas, folhas, tiras, fitas, películas e outras formas planas, auto-adesivas, de plásticos, mesmo em rolos, para uso na construção civil, ,98 42,70 69, ,84 92, ,64 81,83 Veda rosca, lona plástica, fitas isolantes e afins 28, ,61 45, Telhas plásticas, chapas, laminados plásticos em bobina, para uso na construção civil Banheiras, boxes para chuveiros, pias, lavatórios, bidês, sanitários e seus assentos e tampas, caixas de descarga e artigos semelhantes para usos sanitários ou higiênicos, de plásticos ,89 37,55 69, ,84 92, ,64 81,83 39, ,06 57, ,67 49, Artefatos de higiene / toucador de plástico 74, ,54 97, ,02 87, Telhas, cumeeiras e caixas d água de polietileno e outros 43, ,17 63, plásticos 12 52,51 54, Outras obras de plástico, para uso na construção civil 30, ,20 47, ,34 40, Fitas emborrachadas 27, ,46 44, ,80 36, Tubos de borracha vulcanizada não endurecida, mesmo 42, ,50 61,45 providos dos respectivos acessórios (por exemplo, juntas, cotovelos, flanges, uniões) para uso na construção civil 12 50,93 52, Revestimentos para pavimentos (pisos) e capachos de 69, ,84 92,16 borracha vulcanizada não endurecida 12 79,64 81, Papel de parede e revestimentos de parede semelhantes; 51, ,34 71,40 papel para vitrais ,23 62, Abrasivos naturais ou artificiais, em pó ou em grãos, aplicados 35, ,27 54,13 sobre matérias têxteis, papel, cartão ou outras matérias, mesmo recortados, costurados ou reunidos de 12 44,09 45,84 outro modo Manta asfáltica 34, ,64 52, ,54 44, Caixas d água, tanques e reservatórios e suas tampas, 36, ,39 54,24 telhas, calhas, cumeeiras e afins, de fibrocimento, cimento-celulose ou semelhantes, contendo ou não amianto 12 44,19 45,95 COM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO Caixas d água, tanques e reservatórios e suas tampas, telhas, 53, ,68 73,77 calhas, cumeeiras e afins, de fibrocimento, cimento- celulose ou semelhantes, contendo ou não amianto SEM 12 62,45 64,43 FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO Pias, lavatórios, colunas para lavatórios, banheiras, bidês, 34, ,47 52,30 sanitários, caixas de descarga, mictórios e aparelhos fixos semelhantes para usos sanitários, de cerâmica 12 42,38 44, Artefatos de higiene/toucador de cerâmica 57, ,03 78, ,56 68, Blocos, placas, tijolos, ladrilhos, telhas e outros artefatos, 61, ,62 82,82 de vidro prensado ou moldado, mesmo armado, para construção; cubos, pastilhas e outros artigos semelhantes 12 70,91 73, Caixas diversas (tais como caixa de correio, de entrada de água, de energia, de instalação) de ferro ou aço, próprias para a construção civil; pias, banheiras, lavatórios, cubas, mictórios, tanques e afins de ferro fundido, ferro ou aço 58, ,63 79, ,08 70, ICMS Suplemento Especial
192 NCM/SH Descrição das mercadorias Artefatos de higiene ou de toucador, e suas partes, de ferro fundido, ferro ou aço Outras obras moldadas, de ferro fundido, ferro ou aço, para uso na construção civil Tubos de cobre e suas ligas, para instalações de água quente e gás, de uso na construção civil Acessórios para tubos (por exemplo, uniões, cotovelos, luvas ou mangas) de cobre e suas ligas, para uso na construção civil MVA-ST Original (%) Alíquota Interestadual (%) MVA Ajustada Conforme Alíquota Interna do Estado de Destino 17% 18% 56, ,84 77, ,38 68,41 56, ,84 77, ,38 68,41 27, ,05 44, ,36 37,01 27, ,05 44, ,36 37, Artefatos de higiene/toucador de cobre 40, ,75 59, ,27 51, Manta de subcobertura aluminizada 34, ,36 52, ,27 44, Tubos de alumínio, para uso na construção civil 14, ,28 29, ,39 22, Acessórios para tubos (por exemplo, uniões, cotovelos, 39, ,82 58,74 luvas ou mangas), de alumínio, para uso na construção civil 12 48,37 50, Banheira de hidromassagem 31,7 7 47,57 49, ,63 41, Ardósia, em qualquer formato, com até 2m2, e suas 33, ,98 51, obras ,91 43, Colas e outros adesivos preparados, não especificados 48, ,85 67,88 nem compreendidos em outras posições produtos de qualquer espécie utilizados como colas ou adesivos, 12 56,94 58,85 acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos, com peso líquido não superior a 1 kilo, exceto cola bastão, cola instantânea e cola branca escolar Portas, janelas e afins, de plástico 35, ,27 53, ,13 44, Postigos, estores (incluídas as venezianas) e artefatos semelhantes 48, ,04 68,07 e suas partes 12 57,12 59, Juntas, gaxetas e semelhantes, de borracha vulcanizada 47, ,14 67,15 não endurecida 12 56,26 58, Folhas para folheados (incluídas as obtidas por corte de 69, ,84 92,16 madeira estratificada), folhas para compensados (contraplacados) ou para outras madeiras estratificadas semelhantes 12 79,64 81,83 e outras madeiras, serradas longitudinalmente, cortadas em folhas ou desenroladas, mesmo aplainadas, polidas, unidas pelas bordas ou pelas extremidades, de espessura não superior a 6mm Pisos de madeira 34, ,22 53, ,09 44, Painéis de partículas, painéis denominados oriented 34, ,83 52,67 strand board (OSB) e painéis semelhantes (por exemplo, waferboard ), de madeira ou de outras matérias lenhosas, 12 42,72 44,46 recobertos na superfície com papel impregnado de melamina, mesmo aglomeradas com resinas ou com outros aglutinantes orgânicos, em ambas as faces, com película protetora na face superior e trabalho de encaixe nas quatro laterais, dos tipos utilizados para pavimentos Pisos laminados com base de MDF (Médium Density Fiberboard) 33, ,97 51,79 e/ou madeira 12 41,90 43,63 Suplemento Especial ICMS 199
193 NCM/SH Descrição das mercadorias Obras de marcenaria ou de carpintaria para construções, incluídos os painéis celulares, os painéis montados para revestimento de pavimentos (pisos) e as fasquias para telhados shingles e shakes, de madeira MVA-ST Original (%) Alíquota Interestadual (%) MVA Ajustada Conforme Alíquota Interna do Estado de Destino 17% 18% 37, ,81 55, ,54 47,31 Persianas de madeiras 36, ,70 54, ,49 46,25 69, ,84 92, ,64 81,83 36, ,32 55, ,07 46, Tapetes e outros revestimentos para pavimentos (pisos), de matérias têxteis, tufados, mesmo confeccionados Tapetes e outros revestimentos para pavimentos (pisos), de feltro, exceto os tufados e os flocados, mesmo confeccionados Linóleos, mesmo recortados revestimentos para pavimentos 69, ,84 92,16 (pisos) constituídos por um induto ou recobrimento aplicado sobre suporte têxtil, mesmo recortados 12 79,64 81, Persianas de materiais têxteis 47, ,76 66, ,90 57, Ladrilhos de mármores, travertinos, lajotas, quadrotes, 42, ,21 62,16 alabastro, ônix e outras rochas carbonáticas, e ladrilhos de granito, cianito, charnokito, diorito, basalto e outras rochas 12 51,59 53,44 silicáticas, com área de até 2m Painéis, chapas, ladrilhos, blocos e semelhantes, de fibras 69, ,84 92,16 vegetais, de palha ou de aparas, partículas, serra- gem (serradura) ou de outros desperdícios de madeira, 12 79,64 81,83 aglomerados com cimento, gesso ou outros aglutinantes minerais, para uso na construção civil Obras de gesso ou de composições à base de gesso 28, ,17 45, ,42 38, Obras de cimento, de concreto ou de pedra artificial, mesmo 35, ,78 53,63 armadas, exceto poste acima de 3 m de altura e tubos, laje, pré laje e mourões 12 43,62 45, Tijolos, placas (lajes), ladrilhos e outras peças cerâmicas 69, ,84 92,16 de farinhas siliciosas fósseis ( kieselghur, tripolita, diatomita, por exemplo) ou de terras siliciosas semelhantes 12 79,64 81, Tijolos, placas (lajes), ladrilhos e peças cerâmicas semelhantes, 52, ,96 73,05 para construção, refratários, que não sejam de farinhas siliciosas fósseis nem de terras siliciosas semelhantes 12 61,77 63, Tijolos para construção, tijoleiras, tapa-vigas e produtos 37, ,06 55,93 semelhantes, de cerâmica COM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 12 45,77 47, Tijolos para construção, tijoleiras, tapa-vigas e produtos 75, ,18 99,59 semelhantes, de cerâmica SEM FRETE INCLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO 12 86,58 88, Telhas, elementos de chaminés, condutores de fumaça, 37, ,12 56,00 ornamentos arquitetônicos, de cerâmica, e outros produtos cerâmicos para construção civil COM FRETE IN ,84 47,61 CLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO Telhas, elementos de chaminés, condutores de fumaça, 67, ,39 89,67 ornamentos arquitetônicos, de cerâmica, e outros produtos cerâmicos para construção civil SEM FRETE IN ,31 79,48 CLUÍDO NA BASE DE CÁLCULO DE RETENÇÃO Tubos, calhas ou algerozes e acessórios para canalizações, 61, ,91 83,12 de cerâmica 12 71,19 73, Ladrilhos e placas de cerâmica, exclusivamente para pavimentação 35, ,63 53,48 ou revestimento 12 43,48 45, ICMS Suplemento Especial
194 NCM/SH Descrição das mercadorias Vidro vazado ou laminado, em chapas, folhas ou perfis, mesmo com camada absorvente, refletora ou não, mas sem qualquer outro trabalho Vidro estirado ou soprado, em folhas, mesmo com camada absorvente, refletora ou não, mas sem qualquer outro trabalho Vidro flotado e vidro desbastado ou polido em uma ou em ambas as faces, em chapas ou em folhas, mesmo com camada absorvente, refletora ou não, mas sem qualquer outro trabalho MVA-ST Original (%) Alíquota Interestadual (%) MVA Ajustada Conforme Alíquota Interna do Estado de Destino 17% 18% 36, ,48 54, ,28 46,04 69, ,84 92, ,64 81,83 34, ,60 52, ,51 44, Vidros temperados 33, ,75 51, ,70 43, Vidros laminados 34, ,19 53, ,06 44, Vidros isolantes de paredes múltiplas 49, ,05 70, ,01 60, Espelhos de vidro, mesmo emoldurados, excluídos os de 38, ,25 57,15 uso automotivo 12 46,91 48, Fios de ferro ou aço não ligados, não revestidos, mesmo 37, ,49 56, polidos cordas, cabos, tranças (entrançados), lingas e artefatos semelhantes, de ferro ou aço, não isolados para usos elétricos 12 46,19 47, Outros fios de ferro ou aço, não ligados, galvanizados 39, ,56 58, ,15 49, Acessórios para tubos (inclusive uniões, cotovelos, luvas 33, ,56 51,39 ou mangas), de ferro fundido, ferro ou aço 12 41,52 43, Portas e janelas, e seus caixilhos, alizares e soleiras de ferro fundido, ferro ou aço , Material para andaimes, para armações (cofragens) e para escoramentos, (inclusive armações prontas, para estruturas de concreto armado ou argamassa armada), eletrocalhas e perfilados de ferro fundido, ferro ou aço, próprios para construção Barras próprias para construções, exceto os vergalhões de ferro 29, ,49 47, ,67 39,35 29, ,49 47, ,67 39,35 40, ,27 59, ,82 50,63 Vergalhões de ferro 27, ,13 44, ,44 37,09 41, ,87 60, ,33 52, Arame farpado, de ferro ou aço arames ou tiras, retorcidos, mesmo farpados, de ferro ou aço, dos tipos utilizados em cercas Telas metálicas, grades e redes, de fios de ferro ou aço 31, ,98 48, ,08 40, Correntes de rolos, de ferro fundido, ferro ou aço 69, ,84 92, ,64 81, Outras correntes de elos articulados, de ferro fundido, ferro 69, ,84 92,16 ou aço 12 79,64 81, Correntes de elos soldados, de ferro fundido, de ferro ou 41, ,01 60,95 aço 12 50,46 52,29 Suplemento Especial ICMS 201
195 NCM/SH Descrição das mercadorias Tachas, pregos, percevejos, escápulas, grampos ondulados ou biselados e artefatos semelhantes, de ferro fundido, ferro ou aço, mesmo com a cabeça de outra matéria, exceto cobre Parafusos, pinos ou pernos, roscados, porcas, tira-fundos, ganchos roscados, rebites, chavetas, cavilhas, contrapinos, arruelas (incluídas as de pressão) e artefatos semelhantes, de ferro fundido, ferro ou aço Esponjas, esfregões, luvas e artefatos semelhantes para limpeza, polimento e usos semelhantes, de ferro ou aço MVA-ST Original (%) Alíquota Interestadual (%) MVA Ajustada Conforme Alíquota Interna do Estado de Destino 17% 18% 36, ,06 54, ,83 46,60 44, ,41 64, ,68 55,56 69, ,84 92, ,64 81, Abraçadeiras 44, ,21 64, ,49 55, Barra de cobre 31, ,34 49, ,42 41, Tachas, pregos, percevejos, escápulas e artefatos semelhantes, 37, ,67 55,55 de cobre, ou de ferro ou aço com cabeça de co- bre, parafusos, pinos ou pernos, roscados, porcas, ganchos roscados, rebites, chavetas, cavilhas, contrapinos, arruelas (incluídas as de pressão), e artefatos semelhantes, de cobre 12 45,41 47, Construções e suas partes (por exemplo, pontes e elementos de pontes, torres, pórticos ou pilones, pilares, colunas, armações, estruturas para telhados, portas e janelas, e seus caixilhos, alizares e soleiras, balaustradas), de alumínio, exceto as construções pré fabricadas da posição 94.06; chapas, barras, perfis, tubos e semelhantes, de alumínio, próprios para construções Outras obras de alumínio, próprias para construções, incluídas as persianas Cadeados, fechaduras e ferrolhos (de chave, de segredo ou elétricos), de metais comuns, incluídas as suas partes fechos e armações com fecho, com fechadura, de metais comuns chaves para estes artigos, de metais comuns excluídos os de uso automotivo 30, ,75 48, ,86 40,55 35, ,49 53, ,34 45,09 36, ,68 54, ,47 46, Dobradiças de metais comuns, de qualquer tipo 40, ,97 58, ,53 50, Outras guarnições, ferragens e artigos semelhantes de 35, ,49 53, metais comuns, para construções, inclusive puxadores, exceto Persianas de alumínio constantes do item ,34 45, Pateras, porta-chapéus, cabides, e artigos semelhantes 49, ,25 69,29 de metais comuns 12 58,26 60, Tubos flexíveis de metais comuns, mesmo com acessórios, 30, ,28 48,06 para uso na construção civil 12 38,41 40, Fios, varetas, tubos, chapas, eletrodos e artefatos semelhantes, 37, ,86 55,74 de metais comuns ou de carbonetos metálicos, re- vestidos exterior ou interiormente de decapantes ou de fundentes, 12 45,59 47,37 para soldagem (soldadura) ou depósito de metal ou de carbonetos metálicos fios e varetas de pós de metais comuns aglomerados, para metalização por projeção Partes de máquinas e aparelhos para soldadura forte ou 39, ,90 57, fraca e de máquinas e aparelhos para soldar metais por resistência 12 47,52 49, ICMS Suplemento Especial
196 ICMS - Substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados da Bahia e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 105, de DOU 1 de , retificado no de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano. Os Estados da Bahia e de São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, reunidos em Salvador/BA, no dia 10 de agosto de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993 e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com os produtos listados no ANEXO ÚNICO deste Protocolo, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado da Bahia ou ao Estado de São Paulo, fica atribuída ao estabelecimento de fabricante ou importador, em relação às mercadorias fabricadas ou importadas por qualquer estabelecimento da mesma empresa, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto na Cláusula Primeira não se aplica: I - às operações, inclusive de importação e decorrente de aquisição em licitação promovida pelo poder público, que destinem mercadorias a outro estabelecimento responsável pelo pagamento do imposto por sujeição passiva por substituição, em relação à mesma mercadoria ou a outra mercadoria enquadrada na mesma modalidade de substituição; II - às transferências para outro estabelecimento, exceto varejista, do sujeito passivo por substituição, hipótese em que a responsabilidade pela retenção e recolhimento do imposto recairá sobre o estabelecimento que promover a saída da mercadoria com destino a empresa diversa; III - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem. IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. V - na hipótese de saída interestadual promovida com destino a contribuinte detentor de regime especial e considerado distribuidor hospitalar, como tal definido pela legislação da unidade federada de destino, que poderá, a seu critério, dispensar a retenção antecipada de que trata este Protocolo. Parágrafo único. Nas hipóteses desta cláusula, inclusive dos dispostos nos incisos IV e V, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária será o preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula: MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no ANEXO ÚNICO deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 1 o O remetente deverá adotar as seguintes MVAs ajustadas nas operações interestaduais: I - quando a MVA ST original corresponder ao percentual de 38,24% (trinta e oito inteiros e vinte e quatro centésimos por cento): Alíquota interestadual de 7% Alíquota interestadual de 12% Alíquota interna na unidade federada de destino 12% 17% 18% 19% 46,10% 54,90% 56,78% 58,73% 38,24% 46,58% 48,35% 50,19% II - quando a MVA ST original corresponder ao percentual de 41,38% (quarenta e um inteiros e trinta e oito centésimos por cento): Alíquota interna na unidade federada de destino 12% 17% 18% 19% Alíquota interestadual 49,41% 58,42% 60,34% 62,33% de 7% Alíquota interestadual de 12% 41,38% 49,90% 51,72% 53,60% III - quando a MVA ST original corresponder ao percentual de 33% (trinta e três por cento): Suplemento Especial ICMS 203
197 Alíquota interestadual de 7% Alíquota interestadual de 12% Alíquota interna na unidade federada de destino 12% 17% 18% 19% 40,56% 49,03% 50,84% 52,71% 33,00% 41,02% 42,73% 44,50% IV - nas demais hipóteses, o remetente deverá calcular a correspondente MVA ajustada, na forma do caput desta cláusula. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindose, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sexta. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas, promovidas por industrial fabricante, com as mercadorias mencionadas no ANEXO ÚNICO estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula sétima. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula oitava. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula nona. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir do 1 o dia do segundo mês subseqüente à referida data de sua publicação. [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO CÓDIGO NCM DESCRIÇÃO LISTA NEGATIVA MVA (%) ORIGINAL LISTA POSITIVA LISTA NEUTRA Anti-soro, outras frações do sangue, produtos imunológicos modificados, 33,00 38,24 41,38 mesmo obtidos por via biotecnológica; vacinas para medicina humana; outros, exceto para medicina veterinária Medicamentos, exceto para uso veterinário 33,00 38,24 41, Medicamentos, exceto para uso veterinário 33,00 38,24 41, Pastas (ouates), gazes, ataduras e artigos análogos (por exemplo, pensos, 33,00 esparadrapos, sinapismos), impregnados ou recobertos de substâncias famacêuticas ou acondicionados para venda a retalho para usos medicinais, cirúrgicos ou dentários Preparações químicas contraceptivas à base de hormônios, de outros 33,00 38,24 41,38 produtos da posição 2937 ou de espermicidas Provitaminas e vitaminas 41, Seringas, mesmo com agulhas 41, Agulhas para seringas 41, ou Contraceptivos (dispositivos intra-uterinos - DIU) 41, Luvas cirúrgicas e luvas de procedimento 41, ICMS Suplemento Especial
198 ICMS - Substituição tributária nas operações com material de limpeza Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com materiais de limpeza, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados da Bahia e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 106, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com material de limpeza. Os Estados da Bahia e de São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, reunidos em Salvador/BA, no dia 10 de agosto de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993 e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no ANEXO ÚNICO, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/ SH, destinadas ao Estado da Bahia ou ao Estado de São Paulo, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações, inclusive de importação e decorrente de aquisição em licitação promovida pelo poder público, que destinem mercadorias a outro estabelecimento responsável pelo pagamento do imposto por sujeição passiva por substituição, em relação à mesma mercadoria ou a outra mercadoria enquadrada na mesma modalidade de substituição; IV - às operações interestaduais promovidas por contribuinte varejista com destino a estabelecimento de contribuinte localizado no Estado de São Paulo; V - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. Parágrafo único. Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no ANEXO ÚNICO deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindo-se, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sexta. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no ANEXO ÚNICO estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula sétima. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações Suplemento Especial ICMS 205
199 de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula oitava. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula nona. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir do 1 o dia do 3 o mês subseqüente à referida data de sua publicação. [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] Código NCM/ SH Descrição , e Pomadas, cremes e preparações semelhantes, para calçados ou para couros Pastas, pós, saponéceos e outras preparações para arear , e , , e e ANEXO ÚNICO MVA (%) Original Alíquota Interestadual MVA Ajustada Conforme Alíquota Interna do Estado de Destino 12% 17% 18% Água sanitária, branqueador ou alvejante 56,29 12% 56,29 65,71 67,73 7% - 75,12 77,26 78,68 12% 78,68 89,44 91,75 7% - 100,21 102,65 60,78 12% 60,78 70,47 72,54 7% - 80,15 82,35 Facilitadores e goma para passar roupa 74,54 12% 74,54 85,05 87,31 Inseticidas, rodenticidas, fungicidas, raticidas e outros produtos semelhantes, apresentados em formas ou embalagens exclusivamente para uso domissanitário direto Desinfetantes apresentados em formas ou embalagens exclusivamente para uso domissanitário direto 7% - 95,57 97,95 38,74 12% 38,74 47,10 48,89 7% - 55,46 57,35 48,43 12% 48,43 57,37 59,29 7% - 66,31 68, Amaciante/Suavizante 34,60 12% 34,60 42,71 44,45 7% - 50,82 52, , Esponjas para limpeza 48,32 12% 48,32 57,25 59, , e % - 66,19 68, Álcool etílico para limpeza 48,32 12% 48,32 57,25 59,17 7% - 66,19 68,22 68, Óleo para conservação e limpeza de móveis e outros artigos de madeira Cloro estabilizado, ácido tricoloro, isocianúrico todos na forma líquida, em pó, granulado, pastilhas ou em tabletes e demais desinfetantes para uso em piscinas; flutuador 3x1 ou 4x1 48,32 12% 48,32 57,25 59,17 7% - 66,19 68,22 48,32 12% 48,32 57,25 59,17 7% - 66,19 68, Carbonato de sódio 99% 48,32 12% 48,32 57,25 59,17 7% - 66,19 68, Cloreto de hidrogênio (ácido clorídrico) ácido clossufúlrico, em solução aquosa 2815 Limpador abrasivo e/ou soda cáustica em forma ou embalagem para uso direto 48,32 =12% 48,32 57,25 59,17 7% - 66,19 68,22 48,32 12% 48,32 57,25 59,17 7% - 66,19 68, Desumidificador de ambiente 48,32 12% 48,32 57,25 59,17 7% - 66,19 68, Floculantes clarificantes, decantadores à base de cloretos, oxicloretos, hidrocloretos; sulfatos de alumínio e outros sais de alumínio; todos na forma líquida, granulada, em pó, pastilhas, tabletes, todos utilizados em piscinas 48,32 12% 48,32 57,25 59,17 7% - 66,19 68, ICMS Suplemento Especial
200 Código NCM/ SH Descrição Tira-manchas e produtos para pré-lavagem de roupas Barrilha carbonatos de sódio, carbonato de cálcio, hidrogeno carbonato de sódio ou bicarbonato de sódio, todos utilizados em piscinas MVA (%) Original Alíquota Interestadual MVA Ajustada Conforme Alíquota Interna do Estado de Destino 12% 17% 18% 48,32 12% 48,32 57,25 59,17 7% - 66,19 68,22 48,32 12% 48,32 57,25 59,17 7% - 66,19 68, Naftalina 48,32 12% 48,32 57,25 59,17 7% - 66,19 68, Antiferrugem 48,32 12% 48,32 57,25 59,17 7% - 66,19 68, Clarificante 48,32 12% 48,32 57,25 59,17 7% - 66,19 68, Controlador de metais 48,32 12% 48,32 57,25 59,17 7% - 66,19 68, Flutuador 4x1 48,32 12% 48,32 57,25 59,17 7% - 66,19 68, Limpa-bordas 48,32 12% 48,32 57,25 59,17 7% - 66,19 68, Preparações lubrificantes e preparações dos tipos utilizados para lubrificar e amaciar matérias têxteis, para untar couros, peleteria e outras matérias 48,32 12% 48,32 57,25 59,17 7% - 66,19 68,22 7% - 66,19 68, Neutralizador/eliminador de odor 48,32 1% 48,32 57,25 59,17 7% - 66,19 68, Algicidas, removedores de gorduras e oleosidade, à base de sais, peróxido-sulfato de sódio ou potássio, todos utilizados em piscinas 48,32 12% 48,32 57,25 59,17 7% - 66,19 68, Kit teste ph/cloro, fita-teste 48,32 12% 48,32 57,25 59,17 7% - 66,19 68, Produtos para limpeza pesada 48,32 12% 48,32 57,25 59,17 7% - 66,19 68, Redutor de ph: produtos em solução aquosa, de ácidos clorídricos, sulfúrico fosfórico, e outros redutores de ph da posição , todos utilizados em piscinas 48,32 12% 48,32 57,25 59,17 7% - 66,19 68, Sacos de lixo 48,32 12% 48,32 57,25 59,17 7% - 66,19 68, Rodilhas, esfregões, panos de prato ou de 48,32 12% 48,32 57,25 59,17 cozinha, flanelas e artefatos de limpeza semelhantes 7% - 66,19 68, , , , Aparelhos mecânicos ou elétricos odorizantes, desinfetantes ou afins 48,32 12% 48,32 57,25 59,17 7% - 66,19 68,22 Vassouras, rodos, cabos e afins 48,32 12% 48,32 57,25 59,17 7% - 66,19 68,22 Odorizantes/desodorizantes de ambiente 67,87 12% 67,87 77,98 80,15 e superfície 7% - 88,10 90, Sabões em barras, pedaços ou figuras moldados Sabões ou detergentes em pó, flocos, palhetas, grânulos ou outras formas semelhantes 20,39 12% 20,39 27,64 29,20 7% - 34,89 36,54 12,72 12% 12,72 19,51 20,97 7% - 26,30 27, Detergentes líquidos 12,62 12% 12,62 19,40 20,86 7% - 26,19 27,73 Suplemento Especial ICMS 207
201 Código NCM/ SH Descrição 3402 Outros agentes orgânicos de superfície (exceto sabões); preparações tensoativas, preparações para lavagem (incluídas as preparações auxiliares para lavagem) e preparações para limpeza (inclusive multiuso e limpadores), mesmo contendo sabão, exceto as da posição MVA (%) Original Alíquota Interestadual MVA Ajustada Conforme Alíquota Interna do Estado de Destino 12% 17% 18% 16,05 12% 16,05 23,04 24,54 7% - 30,03 31,62 ICMS - Substituição tributária nas operações com bebidas quentes Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com bebidas quentes, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados da Bahia e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 107, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com bebidas quentes. Os Estados da Bahia e de São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, reunidos em Salvador, BA, no dia 10 de agosto de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993 e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no ANEXO ÚNICO deste Protocolo, destinadas ao Estado da Bahia ou ao Estado de São Paulo, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também em relação ao imposto devido pela diferença entre a alíquota interna e a interestadual, na hipótese de entrada, em estabelecimento de contribuinte, decorrente de operação interestadual de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial, ou pelo importador, às mercadorias por ele diretamente importadas, para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações, inclusive de importação e decorrente de aquisição em licitação promovida pelo poder público, que destinem mercadorias a outro estabelecimento responsável pelo pagamento do imposto por sujeição passiva por substituição, em relação à mesma mercadoria ou a outra mercadoria enquadrada na mesma modalidade de substituição; IV - às operações interestaduais promovidas por contribuinte varejista com destino a estabelecimento de contribuinte localizado no Estado de São Paulo. Parágrafo único. Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor constante no ANEXO ÚNICO deste protocolo. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, acrescido dos valores correspondentes a frete, seguro, impostos, e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula: MVA ajustada = [(1+ MVA-ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: I - MVA-ST original é a margem de valor agregado indicada nos ANEXO ÚNICO deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Nas operações interestaduais quando inexistir o valor de que trata o caput ou o valor da operação própria for igual ou superior ao preço final ao consumidor constante no ANEXO ÚNICO, o remetente deverá adotar as seguintes MVAs-ajustadas: MVA (%) Original Espécies de Bebidas Alíquota Interestadual MVA Ajustada Conforme Alíquota Interna do Estado de Destino (%) 7% 18% 5% 7% 44,37 Sangrias, coquetéis, espumantes e vinhos. 12% 53,07 54,93 9,39 74,04 7% 61,76 63,74 9,02 83,92 123,87 Demais bebidas. 12% 137,36 144,68 62,67 169,87 7% 150,84 153,90 77,60 185, ICMS Suplemento Especial
202 3 o Nos itens do ANEXO ÚNICO, em que o preço final está fixado por litro, os valores a serem utilizados serão proporcionais à quantidade do produto. 4 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ). Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas na unidade federada de destino, sobre a base cálculo prevista neste protocolo, deduzindo-se, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente. Cláusula quinta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regulamente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de Cláusula sexta. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no ANEXO ÚNICO estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula sétima. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino do mês imediatamente anterior, devendo o Estado de origem disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula oitava. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula nona. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir do 1 o dia do segundo mês subseqüente à referida data de sua publicação. [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO I - APERITIVOS, AMARGOS, BITTER E SIMILARES ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 1.1 Aperol de 671 a 1000 ml R$ 17, Asteca de 671 a 1000 ml R$ 5, Campari de 671 a 1000 ml R$ 20, Cynar de 671 a 1000 ml R$ 8, Fernet Arco Íris de 671 a 1000 ml R$ 6, Fernet Branca (argentino) de 671 a 1000 ml R$ 40, Fernet Fennetti DUBAR de 671 a 1000 ml R$ 12, FQF de 671 a 1000 ml R$ 7, Jägermeister de 671 a 1000 ml R$ 26, MezzAmaro de 671 a 1000 ml R$ 14, Paratudo de 671 a 1000 ml R$ 5, Rabo de Galo Rei do Terreiro de 376 a 520 ml R$ 2, Underberg / Brasilberg de 671 a 1000 ml R$ 22, Outras marcas nacionais todas R$ 7,43 por litro II - BATIDA E SIMILARES ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 2.1 Baianinha de 671 a 1000 ml R$ 5, Bem Brasil de 671 a 1000 ml R$ 3, Boite Show de 671 a 1000 ml R$ 4, Parahybana de 671 a 1000 ml R$ 5, Taverna Commel de 671 a 1000 ml R$ 5, Totus de 671 a 1000 ml R$ 5, Wilson de 671 a 1000 ml R$ 5, Xiboquinha de 671 a 1000 ml R$ 10, Outras marcas nacionais todas R$ 5,43 por litro Suplemento Especial ICMS 209
203 III - BEBIDA ICE ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Ice vidro de 180 a 375 ml R$ 2, Askov Ice vidro de 180 a 375 ml R$ 2, Balalaika Ice vidro de 180 a 375 ml R$ 2, Contini Ice vidro de 180 a 375 ml R$ 2, Ice Jazz vidro de 180 a 375 ml R$ 2, Leonoff Ice vidro de 180 a 375 ml R$ 1, Orloff Ice lata de 180 a 375 ml R$ 2, Skarloff Ice lata de 180 a 375 ml R$ 2, Skarloff Ice vidro de 180 a 375 ml R$ 2, Smirnoff Ice Black lata de 180 a 375 ml R$ 2, Smirnoff Ice Black vidro de 180 a 375 ml R$ 2, Smirnoff Ice Red lata de 180 a 375 ml R$ 2, Smirnoff Ice Red vidro de 180 a 375 ml R$ 2, Outras marcas nacionais todas R$ 6,43 por litro IV - CACHAÇAS POPULARES ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL (Embalagem Não Retrnável) PREÇO FINAL (Embalagem Retornável) Pirassununga de 521 a 670 ML R$ 1,81 R$ 1, Fazendas de 521 a 670 ML R$ 2,60 R$ 2, Fazendas de 671 a 1000 ML R$ 3,39 R$ 2, Arara de Ouro de 521 a 670 ML R$ 2,36 R$ 1, Arara Diplomata de 376 a 520 ML R$ 2,06 R$ 2, Arara Diplomata de 671 a 1000 ML R$ 4,62 R$ 3, Cachaça 61 de 521 a 670 ML R$ 1,85 R$ 1, Cachaça 61 de 671 a 1000 ML R$ 3,92 R$ 3, Caninha 29 de 376 a 520 ML R$ 1,57 R$ 1, Caninha da Roça de 671 a 1000 ML R$ 3,54 R$ 2, Caninha Rosa de 376 a 520 ML R$ 1,87 R$ 1, Caninha Rosa de 521 a 670 ML R$ 1,76 R$ 1, Caninha Rosa de 671 a 1000 ML R$ 3,22 R$ 2, Cavalinho de 376 a 520 ML R$ 1,63 R$ 1, Cavalinho de 521 a 670 ML R$ 2,36 R$ 1, Cavalinho de 671 a 1000 ML R$ 4,02 R$ 3, Corote de 376 a 520 ML R$ 1,89 R$ 1, Da Roça de 376 a 520 ML R$ 1,89 R$ 1, Do Barril de 376 a 520 ML R$ 1,68 R$ 1, Garrafão de 376 a 520 ML R$ 1,86 R$ 1, Jamel de 671 a 1000 ML R$ 4,12 R$ 3, Oncinha de 521 a 670 ML R$ 2,44 R$ 1, Oncinha de 671 a 1000 ML R$ 4,47 R$ 3, Pedra 90 de 376 a 520 ML R$ 1,46 R$ 1, Pedra 90 de 521 a 670 ML R$ 1,79 R$ 1, Pedra 90 de 671 a 1000 ML R$ 3,13 R$ 2, Pirassununga 51 lata de 180 a 375 ML R$ 2,28 R$ 2, Pirassununga 51 de 521 a 670 ML R$ 3,70 R$ 3, Pirassununga 51 de 671 a 1000 ML R$ 4,31 R$ 3, Pirassununga 1921 de 521 a 670 ML R$ 2,21 R$ 1, Pirassununga 21 de 671 a 1000 ML R$ 3,55 R$ 2, Pitu lata de 180 a 375 ML R$ 3,37 R$ 3, ICMS Suplemento Especial
204 POPULARES ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL (Embalagem Não Retrnável) PREÇO FINAL (Embalagem Retornável) 4.33 Pitu de 521 a 670 ML R$ 2,49 R$ 1, Pitu de 671 a 1000 ML R$ 3,96 R$ 3, Randon de 376 a 520 ML R$ 1,95 R$ 1, Sapupara Ouro de 671 a 1000 ML R$ 6,73 R$ 6, Sapupara Prata de 671 a 1000 ML R$ 6,10 R$ 5, Tatuzinho de 521 a 670 ML R$ 3,43 R$ 2, Tatuzinho de 671 a 1000 ML R$ 3,97 R$ 3, Velho Barreiro de 521 a 670 ML R$ 3,51 R$ 2, Velho Barreiro de 671 a 1000 ML R$ 4,55 R$ 3, Vila Velha de 521 a 670 ML R$ 1,88 R$ 1, Outras marcas todas R$ 3,52 por litro R$ 3,52 por litro AMARELA ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL (Embalagem Não Retrnável) PREÇO FINAL (Embalagem Retornável) Ouro de 671 a 1000 ml R$ 6,90 R$ 6, Jamel Ouro de 671 a 1000 ml R$ 5,70 R$ 4, Old Cesar 88 de 671 a 1000 ml R$ 6,52 R$ 5, Terra Brazilis de 671 a 1000 ml R$ 9,13 R$ 8, Velho Barreiro Gold de 671 a 1000 ml R$ 6,59 R$ 5, Villa Velha Carvalho de 671 a 1000 ml R$ 4,16 R$ 3, Outras marcas todas R$ 6,10 por litro R$ 6,10 por litro PREMIUM ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL (Embalagem Não Retrnável) PREÇO FINAL (Embalagem Retornável) 4.51 Boazinha Salinas de 521 a 670 ml R$ 15,33 R$ 14, Chico Mineiro até 700 ml R$ 12,48 R$ 12, Chico Mineiro de 701 a 1000 ml R$ 19,46 R$ 18, Da Tulha Ouro de 671 a 1000 ml R$ 34,41 R$ 33, Da Tulha Prata de 671 a 1000 ml R$ 17,57 R$ 16, Espírito de Minas de 671 a 1000 ml R$ 39,29 R$ 38, Germana de 671 a 1000 ml R$ 39,69 R$ 38, Nega Fulô de 671 a 1000 ml- cerâmica R$ 44,03 R$ 43, Nega Fulô de 671 a 1000 ml-vidro R$ 28,22 R$ 27, Nega Fulô 1827 (madeiras) de 671 a 1000 ml R$ 61,00 R$ 60, Pitu Gold de 671 a 1000 ml R$ 29,69 R$ 28, Sagatiba Pura de 671 a 1000 ml R$ 11,87 R$ 11, Sagatiba Velha de 671 a 1000mL R$ 26,17 R$ 25, Salinas de 521 a 670 ml R$ 13,82 R$ 13, Santo Grau de 671 a 1000 ml R$ 22,95 R$ 22, São Francisco de 671 a 1000 ml R$ 9,44 R$ 8, Seleta de 521 a 670 ml R$ 14,32 R$ 13, Ypióca 150 de 671 a 1000 ml R$ 24,04 R$ 23,32.69 Ypióca 160 de 671 a 1000 ml R$ 57,84 R$ 57, Ypióca Crystal de 671 a 1000 ml R$ 9,13 R$ 8, Ypióca Frutas de 671 a 1000 ml R$ 9,38 R$ 8, Ypióca Orgânica de 671 a 1000 ml R$ 8,65 R$ 7, Ypióca Ouro Palha de 671 a 1000 ml R$ 11,19 R$ 10,47.74 Ypióca Ouro Sem Palha de 671 a 1000mL R$ 7,75 R$ 7, Ypióca Prata Palha de 671 a 1000 ml R$ 11,06 R$ 10, Ypióca Prata Sem Palha de 671 a 1000 ml R$ 7,48 R$ 6, Outras marcas todas R$ 24,83 por litro R$ 24,83 por litro Suplemento Especial ICMS 211
205 V - CATUABA ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 5.1 Boazuda de 671 a 1000 ml R$ 3, Forró de 671 a 1000 ml R$ 4, Milagrosa de 376 a 520 ml R$ 5, Poderoso de 671 a 1000 ml R$ 4, Randon de 376 a 520 ml R$ 2, Selvagem de 671 a 1000 ml R$ 5, Vinhagrinha de 671 a 1000 ml R$ 5, Virtude de 671 a 1000 ml R$ 4, Outras marcas todas R$ 5,15 por litro VI - CHAMPAGNE, ESPUMANTE, FILTRADO DOCE, PROSECCO, SIDRA E SIMILARES NACIONAL - Embalagem até 1000 m ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 6.1 Almadén Brut / DemiSec de 671 a 1000 ml R$ 22, Aurora Brut de 671 a 1000 ml R$ 27, Aurora Moscatel de 671 a 1000 ml R$ 19, Aurora Prosecco de 671 a 1000 ml R$ 24, Brindespuma Piagentini de 521 a 670 ml R$ 4, Chandon de 671 a 1000 ml R$ 40, Chandon Excellence de 671 a 1000 ml R$ 74, Chuva de Prata de 521 a 670 ml R$ 5, Conde de Foulcaud de 671 a 1000 ml R$ 14, De Greville de 671 a 1000 ml R$ 30, Família Piagentini de 521 a 670 ml R$ 23, Festa de Prata de 521 a 670 ml R$ 2, George Aubert de 671 a 1000 ml R$ 19, Gotas de Cristal de 521 a 670 ml R$ 5, Líder de 671 a 1000 ml R$ 2, Marcus James de 671 a 1000 ml R$ 25, Miolo Brut de 671 a 1000 ml R$ 33, Perlage de 521 a 670 ml R$ 5, Peterlongo Espuma de Prata de 521 a 670 ml R$ 5, Prestige de 521 a 670 ml R$ 5, Prosecco Salton Brut de 671 a 1000 ml R$ 27, Pulmann de 521 a 670 ml R$ 2, Salton Branco Seco de 671 a 1000 ml R$ 14, Salton Brut de 671 a 1000 ml R$ 19, Salton Brut Reserva Ouro de 671 a 1000 ml R$ 29, Salton Demi Sec de 671 a 1000 ml R$ 19, Salton Evidence de 671 a 1000 ml R$ 54, Salton Meio Doce de 671 a 1000 ml R$ 11, Salton Moscatel de 671 a 1000 ml R$ 19, Salton Poética de 671 a 1000 ml R$ 29, Salton Volpi Brut de 671 a 1000 ml R$ 31, ICMS Suplemento Especial
206 NACIONAL - Embalagem até 1000 m ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 6.32 Sidra Cereser Comum de 521 a 670 ml R$ 4, Sidra Cereser Sabores de 521 a 670 ml R$ 5, Sidra Natal de 671 a 1000 ml R$ 4, Surpresa Piagentini de 521 a 670 ml R$ 5, Terranova de 671 a 1000 ml R$ 20, Valenciana de 521 a 670 ml R$ 4, Outras sidra, filtrado doce, fermentado e similares nacionais até 1000 ml R$ 7,50 por litro 6.39 Outras marcas nacionais todas R$ 12,27 por litro 6.40 Chuva de Prata de 1001 a 2500 ml R$ 17, Peterlongo Espuma de Prata de 1001 a 2500 ml R$ 21, Piagentini de 1001 a 2500 ml R$ 19, Sidra Cereser Comum de 1001 a 2500 ml R$ 16, Outras sidra, filtrado doce, fermentado e similares nacionais 6.45 Outros champagne, espumante, moscatel, prosecco e similares nacionais acima de 1000 ml todas R$ 9,22 por litro R$ 30,64 por litro IMPORTADO ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 6.46 Asti Valdorela de 671 a 1000 ml R$ 31, Cavichiolli de 671 a 1000 ml R$ 17, Cinzano - Asti de 671 a 1000 ml R$ 36, Cinzano - Pinot-Chardonnay de 671 a 1000 ml R$ 38, Cinzano - Prosecco de 671 a 1000 ml R$ 36, Codorniu de 671 a 1000 ml R$ 49, Dom Pérignon de 671 a 1000 ml R$ 660, Grandial de 671 a 1000 ml R$ 25, Lambrusco Anella de 671 a 1000 ml R$ 16, Lambrusco Cavicchioli de 671 a 1000 ml R$ 18, Lambrusco Cella de 671 a 1000 ml R$ 20, Lambrusco Chiarli de 671 a 1000 ml R$ 12, Lambrusco Linda Dona de 671 a 1000 ml R$ 13, Lambrusco Valdorella de 671 a 1000 ml R$ 17, Lambrusco Villa Regio de 671 a 1000 ml R$ 10, Lambrusco Villa Regio Dona Emilia de 671 a 1000 ml R$ 11, Möet Chandon de 671 a 1000 ml R$ 196, Mumm Cordon (francês) de 671 a 1000 ml R$ 167, Mumm Cuvee (argentino) de 671 a 1000 ml R$ 29, Pol Clement de 671 a 1000 ml R$ 31, Santa Carolina Brut de 671 a 1000 ml R$ 24, Sorella Lambrusco de 671 a 1000 ml R$ 17, Sperone Prosecco de 671 a 1000 ml R$ 35, Valdorela Prosecco de 671 a 1000 ml R$ 27, Veuve Cliquot de 671 a 1000 ml R$ 198, Outras marcas todas R$ 19,97 por litro Suplemento Especial ICMS 213
207 VII - CONHAQUE, BRANDY E SIMILARES NACIONAL ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 7.1 Brandy Dubar de 671 a 1000 ml R$ 13, Chanceler de 671 a 1000 ml R$ 8, Commel de 671 a 1000 ml R$ 5, Dimel de 671 a 1000 ml R$ 9, Domecq de 671 a 1000 ml R$ 14, Domecq Oro de 671 a 1000 ml R$ 17, Domus de 671 a 1000 ml R$ 6, Dreher de 671 a 1000 ml R$ 6, Dreher Gold de 671 a 1000 ml R$ 14, Gengibre Arco Iris de 671 a 1000 ml R$ 6, Gengibre Poty de 671 a 1000 ml R$ 5, Macieira de 671 a 1000 ml R$ 22, Napoleon de 671 a 1000 ml R$ 27, Napoleon de Gengibre de 671 a 1000 ml R$ 6, Nautilus de 671 a 1000 ml R$ 5, Osborne de 671 a 1000 ml R$ 29, Palhinha de 671 a 1000 ml R$ 5, Presidente de 671 a 1000 ml R$ 6, São João da Barra de 671 a 1000 ml R$ 8, Seresteiro de 671 a 1000 ml R$ 5, Vegas de 671 a 1000 ml R$ 5, Outras marcas todas R$ 6,26 por litro IMPORTADO ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 7.23 Camus XO de 671 a 1000 ml R$ 416, Courvoisier VSOP de 671 a 1000 ml R$ 185, Courvoisier XO de 671 a 1000 ml R$ 518, Fernando de Castilha de 671 a 1000 ml R$ 52, Fundador Solera Reserva de 671 a 1000mL R$ 58, Hennessy VSOP de 671 a 1000 ml R$ 161, Hennessy XO de 671 a 1000 ml R$ 517, Martell Cordon Bleu de 671 a 1000 ml R$ 465, Martell VSOP de 671 a 1000 ml R$ 182, Martell XO de 671 a 1000 ml R$ 514, Remy Martan VSOP de 671 a 1000 ml R$ 158, Outras marcas todas Conforme 2 o da cláusula terceira deste Protocolo VIII - COOLER ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 8.1 Autêntico (chope de vinho) lata de 180 a 375 ml R$ 2, Autêntico (chope de vinho) vidro de 180 a 375 ml R$ 3, Draft Wine (chope de vinho) lata de 180 a 375 ml R$ 2, Grape Cool lata de 180 a 375 ml R$ 2, Keep Cooler vidro de 180 a 375 ml R$ 2, Outras marcas nacionais todas R$ 7,40 por litro 214 ICMS Suplemento Especial
208 IX - GIN NACIONAL ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 9.1 Genebra Zora DUBAR de 671 a 1000 ml R$ 11, Gilbeys de 671 a 1000 ml R$ 16, GV de 671 a 1000 ml R$ 6, Seagers de 671 a 1000 ml R$ 16, Outras marcas nacionais todas R$ 9,59 por litro IMPORTADO ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 9.6 Beefeater de 671 a 1000 ml R$ 85, Bombay Sapphire de 671 a 1000 ml R$ 100,73 IMPORTADO ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 9.8 Gordons Londron Dry de 671 a 1000 ml R$ 73, Plymouth de 671 a 1000 ml R$ 82, Tanqueray de 671 a 1000 ml R$ 79, Tanqueray TEN de 671 a 1000 ml R$ 156, Outras marcas todas Conforme 2 o da cláusula terceira deste Protocolo X - JURUBEBA E SIMILARES ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL (Embalagem Não Retornável) PREÇO FINAL (Embalagem Retornável) 10.1 Bandoleiro de 521 a 670 ml R$ 3,90 R$ 3, Cangaceiro do Norte de 521 a 670 ml R$ 4,72 R$ 4, Chapéu de Couro de 521 a 670 ml R$ 2,81 R$ 2, Dunorte de 671 a 1000 ml R$ 4,55 R$ 3, Jurubeba Leão do Norte de 521 a 670 ml R$ 5,91 R$ 5, Outras marcas todas R$ 5,11 por litro R$ 5,11 por litro XI - LICORES E SIMILARES NACIONAL ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 11.1 Amaretto dell Orso de 671 a 1000 ml R$ 30, Cacau Arco Íris de 671 a 1000 ml R$ 9, Cacau DUBAR de 671 a 1000 ml R$ 13, Comary de 671 a 1000 ml R$ 5, Cordon D Or de 671 a 1000 ml R$ 17, Fogo Paulista DUBAR de 671 a 1000 ml R$ 13, Golf de 671 a 1000 ml R$ 5, Lautrec Absintho DUBAR de 521 a 670 ml R$ 31, Licor de Jabuticaba Vilardi de 671 a 1000 ml R$ 33, Palhinha Menta de 671 a 1000 ml R$ 7, Primor de 671 a 1000 ml R$ 7, Record de 671 a 1000 ml R$ 5, Stock de 671 a 1000 ml R$ 18, Outras marcas nacionais todas R$ 17,12 por litro IMPORTADO ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Amarula vidro de 180 a 375 ml R$ 34, Amarula de 671 a 1000 ml R$ 53, Baileys de 671 a 1000 ml R$ 69, Benedictine de 671 a 1000 ml R$ 95, Bols de 671 a 1000 ml R$ 19, Carolans de 671 a 1000 ml R$ 69, Contreau de 671 a 1000 ml R$ 45,81 Suplemento Especial ICMS 215
209 11.22 Disaronno de 671 a 1000 ml R$ 75, Drambuie de 671 a 1000 ml R$ 99, Frangélico de 671 a 1000 ml R$ 78, Gabriel Boudier (Cassis) de 671 a 1000 ml R$ 88, Gran Manier de 671 a 1000 ml R$ 103, Jean de Dijon (Cassis) de 521 a 670 ml R$ 49, Kahlúa de 671 a 1000 ml R$ 80, Limoncello de 671 a 1000 ml R$ 78,28 IMPORTADO ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Malibu de 671 a 1000 ml R$ 21, Marie Brizard de 671 a 1000 ml R$ 58, Mozart de 376 a 520 ml R$ 93, Nocello de 671 a 1000 ml R$ 77, Opal Nera de 671 a 1000 ml R$ 61, Peach de Kuyper de 671 a 1000 ml R$ 66, Quarenta y Tres (43) de 671 a 1000 ml R$ 82, Sheridan s vidro de 180 a 375 ml R$ 66, Tia Maria de 671 a 1000 ml R$ 35, Outras marcas todas Conforme 2 o da cláusula terceira deste Protocolo XII - OUTRAS BEBIDAS ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 12.1 Arak Georges Aubert de 671 a 1000 ml R$ 23,03 XIII - PISCO ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 13.1 Capel de 671 a 1000 ml R$ 45, Control de 671 a 1000 ml R$ 40, Outras marcas todas Conforme 2 o da cláusula terceira deste Protocolo XIV - RUN NACIONAL ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 14.1 Bacardi (todos) de 671 a 1000 ml R$ 20, Montilla de 671 a 1000 ml R$ 14, Outras marcas nacionais todas R$ 10,98 por litro IMPORTADO ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 14.4 Appleton V/X de 671 a 1000 ml R$ 67, Havana (importado) de 671 a 1000 ml R$ 63, Outras marcas todas Conforme 2 o da cláusula terceira deste Protocolo XV - SANGRIAS E COQUETÉIS ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 15.1 Adega da Serra de 671 a 1000 ml R$ 2, Cantina da Serra de 671 a 1000 ml R$ 3, Cantina do Vale de 671 a 1000 ml R$ 2, Caves de São Roque de 671 a 1000 ml R$ 2, Pinheirense de 671 a 1000 ml R$ 2, Randon de 671 a 1000 ml R$ 3, Sete Colinas de 671 a 1000 ml R$ 2, Outras marcas 671 a 1000 ml R$ 3,22 por litro 15.9 Pinheirense de 4000 a 5000 ml R$ 13, Outras marcas 4000 a 5000 ml R$ 2,96 por litro 216 ICMS Suplemento Especial
210 XVI - SAQUÊ NACIONAL ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 16.1 Azuma Karakuti de 671 a 1000 ml R$ 23, Azuma Kirin para cozinha (Ryorishu) 500 ml R$ 5, Azuma Kirin de 521 a 670 ml R$ 13, Azuma Kirin dourado vidro de 180 a 375 ml R$ 14, Azuma Kirin dourado de 671 a 1000 ml R$ 18, Azuma Kirin tipo chinês ml R$ 88, Azuma Kirin comum ml R$ 111, Azuma Mirin 500 ml R$ 5, Azuma Mirin ml R$ 74, Daiti Ever de 671 a 1000 ml R$ 22, Daiti Prata de 521 a 670 ml R$ 12, Daiti Mirin 500 ml R$ 12, Daiti Prata 5000 ml R$ 69, Daiti Mirin 5000 ml R$ 58, Outras marcas nacionais todas R$ 21,73 por litro IMPORTADO ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Geikkeikan Nouvelle de 671 a 1000 ml R$ 70, Gekkeikan Genzo Black & Gold de 671 a 1000 ml R$ 62, Gekkeikan Silver de 671 a 1000 ml R$ 45, Gekkeikan Tradicional de 671 a 1000 ml R$ 37, Hakushika de 671 a 1000 ml R$ 43, Hakushika For Cocktail 2000 ml R$ 46, Hakushika 1800 ml R$ 74, Outras marcas todas R$ 61,32 por litro XVII - STEINHAEGER NACIONAL ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 17.1 Steinhaeger Becosa de 671 a 1000 ml R$ 15, Steinhaeger Dubar Loewe de 671 a 1000 ml R$ 11, Outras marcas nacionais todas R$ 13,85 por litro IMPORTADO ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 17.4 Schinken Hager de 671 a 1000 ml R$ 51, Schlichte de 671 a 1000 ml R$ 68, Outras marcas todas Conforme 2 o da cláusula terceira deste Protocolo XVIII - TEQUILA ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 18.1 Camiño Real (todas) de 671 a 1000 ml R$ 64, Don Julio de 671 a 1000 ml R$ 112, José Cuervo Clasico (branca) de 671 a 1000 ml R$ 59, José Cuervo Especial (dourada) de 671 a 1000 ml R$ 59, José Cuervo Tradicional de 671 a 1000 ml R$ 90, Reserva 1800 Anejo de 671 a 1000 ml R$ 139, Reserva 1800 Blanco de 671 a 1000 ml R$ 105, Reserva 1800 Reposado de 671 a 1000 ml R$ 108, Sauza Tequila Blanco de 671 a 1000 ml R$ 42, Sauza Tequila Gold de 671 a 1000 ml R$ 54, Sombrero Negro de 671 a 1000 ml R$ 47, Outras marcas todas R$ 75,32 por litro Outras marcas super premium todas R$ 140,00 por litro Suplemento Especial ICMS 217
211 XIX - UÍSQUE NACIONAL ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 19.1 Black Stone de 671 a 1000 ml R$ 10, Blenders Pride de 671 a 1000 ml R$ 19, Drury s de 671 a 1000 ml R$ 16, Gold Cup de 671 a 1000 ml R$ 17, Gran Par Blend de 671 a 1000 ml R$ 19, Long John de 671 a 1000 ml R$ 21, Lord s Land de 671 a 1000 ml R$ 19, Mark One de 671 a 1000 ml R$ 16, Natu Nobilis de 671 a 1000 ml R$ 22, Natu Nobilis Celebrity de 671 a 1000 ml R$ 28, Old Eight de 671 a 1000 ml R$ 20, Tiller s de 671 a 1000 ml R$ 21, Wall Street de 671 a 1000 ml R$ 18, Outras marcas nacionais todas R$ 10,99 por litro IMPORTADOS E ENGARRAFADOS ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Bell s de 671 a 1000 ml R$ 36, Passport de 671 a 1000 ml R$ 35, Teacher s de 671 a 1000 ml R$ 34, Outras marcas todas R$ 35,98 por litro IMPORTADOS ATÉ 8 ANOS ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Ballantines 8 Anos de 671 a 1000 ml R$ 58, Black & White de 671 a 1000 ml R$ 61, Clan Macgregor de 671 a 1000 ml R$ 56, Cutty Sark 8 anos de 671 a 1000 ml R$ 64, Dewar s White Label de 671 a 1000 ml R$ 64, Famous Grouse de 671 a 1000 ml R$ 57, Glen Grant de 671 a 1000 ml R$ 66, Grants 8 Anos de 671 a 1000 ml R$ 57, Jameson de 671 a 1000 ml R$ 70, JB 8 Anos de 671 a 1000 ml R$ 63, Jim Bean White de 671 a 1000 ml R$ 68, Johnnie Walker Red Label de 671 a 1000 ml R$ 71, Something Special DC de 671 a 1000 ml R$ 69, White Horse de 671 a 1000 ml R$ 64, Willian Lawson s de 671 a 1000 ml R$ 43, Outras marcas todas R$ 63,90 por litro IMPORTADOS ACIMA DE 8 ANOS ATÉ 12 ANOS ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Ballantines 12 Anos de 671 a 1000 ml R$ 101, Buchanan s 12 Anos de 671 a 1000 ml R$ 107, Chivas Regal 12 Anos de 671 a 1000 ml R$ 103, Cragganmore de 671 a 1000 ml R$ 278, Cutty Sark de 671 a 1000 ml R$ 137, Dewar s de 671 a 1000 ml R$ 93, Glenfiddich Special de 671 a 1000 ml R$ 136, Glenmorangie de 671 a 1000 ml R$ 160, Grants 12 Anos de 671 a 1000 ml R$ 101, Jack Daniels de 671 a 1000 ml R$ 101, ICMS Suplemento Especial
212 IMPORTADOS ACIMA DE 8 ANOS ATÉ 12 ANOS ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Jim Bean Black de 671 a 1000 ml R$ 91, Johnnie Walker Black Label de 671 a 1000 ml R$ 114, Logan de 671 a 1000 ml R$ 98, Old Parr de 671 a 1000 ml R$ 102, Outras marcas todas R$ 104,90 por litro IMPORTADOS ACIMA DE 12 ANOS ATÉ 15 ANOS ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Dimple 15 Anos de 671 a 1000 ml R$ 171, JB 15 Anos de 671 a 1000 ml R$ 191, Johnnie Walker Green Label de 671 a 1000 ml R$ 196, Johnnie Walker Swing 15 Anos de 671 a 1000 ml R$ 199, Outras marcas todas R$ 189,00 por litro IMPORTADOS ACIMA DE 15 ANOS ATÉ 18 ANOS Buchanan s 18 Anos de 671 a 1000 ml R$ 268, Chivas Regal 18 Anos de 671 a 1000 ml R$ 233, Glenkinchie de 671 a 1000 ml R$ 270, Johnnie Walker Gold Label de 671 a 1000 ml R$ 279, Outras marcas todas R$ 259,90 por litro IMPORTADOS ACIMA DE 18 ANOS ATÉ 21 ANOS ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Johnnie Walker Blue Label de 671 a 1000 ml R$ 656, Royal Salute 21 Anos de 671 a 1000 ml R$ 607, Outras marcas todas R$ 650,00 por litro XX - VERMUTE E SIMILARES ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL (Embalagem Não Retornável) PREÇO FINAL (Embalagem Retornável) 20.1 Carpano Punt e Mês de 671 a 1000 ml R$ 27,11 R$ 26, Cinzano de 671 a 1000 ml R$ 8,34 R$ 7, Contini de 671 a 1000 ml R$ 7,82 R$ 7, Cortezano de 671 a 1000 ml R$ 6,27 R$ 5, Fiorini de 671 a 1000 ml R$ 4,26 R$ 3, Martini (todos) de 671 a 1000 ml R$ 13,16 R$ 12, Paizano de 671 a 1000 ml R$ 5,63 R$ 4, Paratini de 671 a 1000 ml R$ 3,96 R$ 3, San Remy de 671 a 1000 ml R$ 15,33 R$ 14, St Raphael de 671 a 1000 ml R$ 14,28 R$ 13, Vinho Quinado Dubar de 671 a 1000 ml R$ 13,01 R$ 12, Outras marcas todas R$ 5,98 por litro R$ 5,98 por litro XXI - VINHOS NACIONAIS ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL (Embalagem Não Retornável) PREÇO FINAL (Embalagem Retornável) 21.1 Adega do Vale de 671 a 1000 ml R$ 15,96 R$ 15, Almadén de 671 a 1000 ml R$ 12,59 R$ 11, Aurora de 671 a 1000 ml R$ 16,24 R$ 15, Baron de Lantier de 671 a 1000 ml R$ 12,99 R$ 12, Campo Largo de 671 a 1000 ml R$ 4,92 R$ 4, Canção de 671 a 1000 ml R$ 5,79 R$ 5, Canônico de 671 a 1000 ml R$ 11,05 R$ 10,33 Suplemento Especial ICMS 219
213 ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL (Embalagem Não Retornável) PREÇO FINAL (Embalagem Retornável) 21.8 Cardeal de 671 a 1000 ml R$ 5,75 R$ 5, Castell Chombert de 671 a 1000 ml R$ 10,10 R$ 9, Chalise de 671 a 1000 ml R$ 5,75 R$ 5, Chapinha de 671 a 1000 ml R$ 4,86 R$ 4, Chateau Duvalier de 671 a 1000 ml R$ 10,26 R$ 9, Chateau Lacave de 671 a 1000 ml R$ 14,38 R$ 13, Country Wine de 671 a 1000 ml R$ 5,99 R$ 5, Dom Bosco de 671 a 1000 ml R$ 5,05 R$ 4, Estate de 671 a1000 ml R$ 9,50 R$ 8, Faroni Lopes de 671 a 1000 ml R$ 7,29 R$ 6, Forestier de 671 a 1000 ml R$ 14,90 R$ 14, Góes de 671 a 1000 ml R$ 5,45 R$ 4, Góes Tempo de 671 a 1000 ml R$ 9,71 R$ 8, Góes Tradição de 671 a 1000 ml R$ 5,84 R$ 5, Izidro de 671 a 1000 ml R$ 15,72 R$ 15, Jurupinga de 671 a 1000 ml R$ 10,56 R$ 9, Liebfraumilch de 671 a 1000 ml R$ 6,57 R$ 5, Lunae de 671 a1000 ml R$ 11,44 R$ 10, Marcus James de 671 a 1000 ml R$ 13,23 R$ 12, Miolo Reserva de 671 a 1000 ml R$ 27,17 R$ 26, Miolo Seleção de 671 a 1000 ml R$ 16,00 R$ 15, Mioranza de 671 a 1000 ml R$ 6,43 R$ 5, Mosele de 671 a 1000 ml R$ 5,87 R$ 5, Natal de 671 a 1000 ml R$ 5,00 R$ 4, Palmeiras de 671 a 1000 ml R$ 5,24 R$ 4, Piagentini de 671 a 1000 ml R$ 6,20 R$ 5, Quinta Jubair Branco / Tinto de 671 a 1000 ml R$ 11,44 R$ 10, Quinta Jubair Cabernet / de 671 a 1000 ml R$ 16,66 R$ 15,94 Riesling Rannish Wein de 671 a1000 ml R$ 7,35 R$ 6, Rendeiras de 671 a 1000 ml R$ 17,37 R$ 16, Rio Sol de 671 a 1000 ml R$ 23,60 R$ 22, Saint Germain de 671 a 1000 ml R$ 9,99 R$ 9, Salton Assemblage de 671 a 1000 ml R$ 12,09 R$ 11, Salton Classic de 671 a 1000 ml R$ 13,22 R$ 12, Salton Flowers de 671 a 1000 ml R$ 12,25 R$ 11, Salton Volpi de 671 a 1000 ml R$ 24,98 R$ 24, San Giuliano de 671 a 1000 ml R$ 8,16 R$ 7, San Tomé de 671 a 1000 ml R$ 4,88 R$ 4, Sangue de Boi de 671 a1000 ml R$ 6,19 R$ 5, Santa Felicidade de 671 a 1000 ml R$ 9,09 R$ 8, Santo Expedito de 671 a 1000 ml R$ 4,85 R$ 4, Sinuelo de 671 a 1000 ml R$ 5,65 R$ 4, Terranova de 671 a 1000 ml R$ 13,97 R$ 13, Zahringer s de 671 a 1000 ml R$ 7,43 R$ 6, Outras marcas nacionais todas R$ 6,65 por litro R$ 5,93 por litro vinho de mesa rolha Outras marcas nacionais todas R$ 5,51 por litro R$ 4,79 por litro vinho de mesa tampa plástica Outras marcas nacionais todas R$ 9,80 por litro R$ 9,08 por litro vinho de mesa assemblagem Outras marcas nacionais vinho de mesa varietal todas R$ 13,85 por litro R$ 13,13 por litro 220 ICMS Suplemento Especial
214 EMBALAGEM ACIMA DE 4000 ml ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Canção de 4000 a 5000 ml R$ 26, Cardeal de 4000 a 5000 ml R$ 21, Goes de 4000 a 5000 ml R$ 23, Mioranza de 4000 a 5000 ml R$ 30, Mosteiro de 4000 a 5000 ml R$ 39, Piagentini de 4000 a 5000 ml R$ 27, Sangue de Boi de 4000 a 5000 ml R$ 24, Sinuelo de 4000 a 5000 ml R$ 26, Outras marcas nacionais vinho - garrafão todas R$ 4,47 por litro XXII - VINHOS IMPORTADOS ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 22.1 Aliança (Dão) de 671 a 1000 ml R$ 19, Angaro de 671 a 1000 ml R$ 13, Bardolino Valdorella de 671 a 1000 ml R$ 19, Baron D Arignac de 671 a 1000 ml R$ 18, Barrancas Argentinas de 671 a 1000 ml R$ 15, Benjamin NIETO Senetiner de 671 a 1000 ml R$ 14, Black Tower de 671 a 1000 ml R$ 21, Bolla de 671 a 1000 ml R$ 37, Camillo Alves de 671 a 1000 ml R$ 10, Casal Garcia Branco de 671 a 1000 ml R$ 26, Casal Garcia Tinto de 671 a 1000 ml R$ 30, Casillero Del Diablo de 671 a 1000 ml R$ 31, Concha Y Toro de 671 a 1000 ml R$ 20, Cortello de 671 a 1000 ml R$ 21, Corvo de 671 a 1000 ml R$ 33, Gato Negro de 671 a 1000 ml R$ 19, Graffigna de 671 a 1000 ml R$ 19, J. P. Chenet de 671 a 1000 ml R$ 26, Jacob s Creek de 671 a 1000 ml R$ 53, Latitud 33 o de 671 a 1000 ml R$ 23, Messias de 671 a 1000 ml R$ 16, Palmer de 671 a 1000 ml R$ 7, Periquita de 671 a 1000 ml R$ 26, Riunite de 671 a 1000 ml R$ 19, Sant Anna de 671 a 1000 ml R$ 7, Santa Alicia de 671 a 1000 ml R$ 16, Santa Carolina de 671 a 1000 ml R$ 17, Santa Helena Reservado de 671 a 1000 ml R$ 19, Santa Helena Seleccion de 671 a 1000 ml R$ 47, Santa Helena Siglo de Oro de 671 a 1000 ml R$ 30, Santa Isabel de 671 a 1000 ml R$ 9, Santa Julia de 671 a 1000 ml R$ 18, Santa Sílvia de 671 a 1000 ml R$ 15, Sunrise de 671 a 1000 ml R$ 25, Terrazas de 671 a 1000 ml R$ 40, Trapiche Roble de 671 a 1000 ml R$ 31, Trapiche Varietal de 671 a 1000 ml R$ 18, Travessia de 671 a 1000 ml R$ 18, Trivento de 671 a 1000 ml R$ 16, Trivento Reserve de 671 a 1000 ml R$ 33, Viñas Riojanas de 671 a 1000 ml R$ 8, Outras marcas vinho importado todas R$ 17,20 por litro Suplemento Especial ICMS 221
215 XXIII - VODKA NACIONAL ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 23.1 Askov de 671 a 1000 ml R$ 5, Baikal de 671 a 1000 ml R$ 8, Balalaika de 671 a 1000 ml R$ 5, Bols de 671 a 1000 ml R$ 14, Bowoyka de 671 a 1000 ml R$ 5, Cristal de 671 a 1000 ml R$ 14, Eristoff de 671 a 1000 ml R$ 16, First K de 671 a 1000 ml R$ 5, Fkusnaya de 671 a 1000 ml R$ 3, Kronia de 671 a 1000 ml R$ 13, Leonoff de 671 a 1000 ml R$ 5, Moskowita de 671 a 1000 ml R$ 5, Natasha de 671 a 1000 ml R$ 10, Orloff de 671 a 1000 ml R$ 16, Polovtz de 671 a 1000 ml R$ 8, Rajska de 671 a 1000 ml R$ 9, Roskof de 671 a 1000 ml R$ 7, Skarloff de 671 a 1000 ml R$ 6, A Skyy de 751 a 1000 ml R$ 20, Smiroff Red de 671 a 1000 ml R$ 20, Starka de 671 a 1000 ml R$ 7, Stefanof de 671 a 1000 ml R$ 6, Zvonka Black de 671 a 1000 ml R$ 13, Zvonka Red de 671 a 1000 ml R$ 8, Outras marcas vodka nacional popular todas R$ 4,96 por litro Outras marcas vodka nacional premium todas R$ 9,29 por litro IMPORTADA ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL Absolut de 671 a 1000 ml R$ 56, Belvedere Pure de 671 a 1000 ml R$ 146, Blavod Black de 671 a 1000 ml R$ 54, Ciroc de 671 a 1000 ml R$ 148, Finlandia de 671 a 1000 ml R$ 60, Grey Goose de 671 a 1000 ml R$ 147, Level de 671 a 1000 ml R$ 138, Skyy de 751 a 1000 ml R$ 58, Skyy até 750 ml R$ 39, Smirnoff Black de 671 a 1000 ml R$ 56, Sobieski de 671 a 1000 ml R$ 25, Stolichinaya de 671 a 1000 ml R$ 54, Stolichinaya de 521 a 670 ml R$ 37, Wyborowa de 671 a 1000 ml R$ 54, Wyborowa de 521 a 670 ml R$ 37, ICMS Suplemento Especial
216 23.41 Xelent de 671 a 1000 ml R$ 140, Outras marcas vodka importada premium todas R$ 57,50 por litro Outras marcas vodka importada super premium todas R$ 140,90 por litro XXIV - DERIVADOS DE VODKA ITEM MARCA EMBALAGEM PREÇO FINAL 24.1 Orloff Mix Lemon de 671 a 1000 ml R$ 18, Smirnoff Caipiroska de 671 a 1000 ml R$ 22, Smirnoff Twisty de 671 a 1000 ml R$ 22, Outras marcas derivados de vodka todas R$ 20,56 por litro ICMS - Substituição tributária nas operações com brinquedos Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com brinquedos, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados da Bahia e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 108, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com brinquedos. Os Estados da Bahia e de São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, reunidos em Salvador, BA, no dia 10 de agosto de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/96, de 13 de setembro de 1996 e nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993 e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no ANEXO ÚNICO deste protocolo, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul / Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado da Bahia ou ao Estado de São Paulo, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, acrescida, quando for o caso, de frete, seguro, impostos, e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações, inclusive de importação e decorrente de aquisição em licitação promovida pelo poder público, que destinem mercadorias a outro estabelecimento responsável pelo pagamento do imposto por sujeição passiva por substituição, em relação à mesma mercadoria ou a outra mercadoria enquadrada na mesma modalidade de substituição; IV - às operações interestaduais promovidas por contribuinte varejista com destino a estabelecimento de contribuinte localizado no Estado de São Paulo; V - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. Parágrafo único. Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, acrescido dos valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário adicionado da parcela resultante da aplicação sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula: MVA ajustada = [(1+ MVA-ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: I - MVA-ST original é a margem de valor agregado indicada nos ANEXO ÚNICO deste protocolo; Suplemento Especial ICMS 223
217 II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Nas operações interestaduais o remetente deverá adotar as MVAs ajustadas indicadas no ANEXO ÚNICO deste protocolo, de acordo com a alíquota interna incidente na unidade federada de destino, salvo se a referida alíquota não estiver nele indicada, hipótese em que o remetente deverá calcular a correspondente MVA ajustada na forma do 1 o desta cláusula. 3 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ). Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas na unidade federada de destino, sobre a base cálculo prevista neste protocolo, deduzindo-se, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente. Cláusula quinta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regulamente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou através de documento de arrecadação previsto na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sexta. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no ANEXO ÚNICO estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula sétima. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino do mês imediatamente anterior, devendo o Estado de origem disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula oitava. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula nona. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir do 1 o dia do 3 o mês subseqüente à referida data de sua publicação. [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO Código NCM/ SH Descrição Triciclos, patinetes, carros de pedais e outros brinquedos semelhantes de rodas; carrinhos para bonecos; bonecos; outros brinquedos; modelos reduzidos e modelos semelhantes para divertimento, mesmo animados; quebra-cabeças ( puzzles ) de qualquer tipo MVA (%) Original Alíquota Interestadual MVA Ajustada Conforme Alíquota Interna do Estado de Destino 17% 18% 44,00 7% 61,35% 63,32% 12% 52,67% 54,54% ICMS - Substituição tributária nas operações com artigos de papelaria Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com artigos de papelaria, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados da Bahia e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 109, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com artigos de papelaria. Os Estados da Bahia e de São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, reunidos em Salvador, BA, no dia 10 de agosto de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 224 ICMS Suplemento Especial
218 1966), no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993 e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no ANEXO ÚNICO deste Protocolo, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul / Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de São Paulo ou ao Estado da Bahia, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. 1 o O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. 2 o No tocante às operações interestaduais destinadas a contribuintes situados no Estado da Bahia será definido, por decreto do Governador do referido Estado, o momento em que a sistemática prevista neste protocolo passará a produzir os seus efeitos, ocasião em que poderão ser feitos os ajustes necessários neste instrumento. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações, inclusive de importação e decorrente de aquisição em licitação promovida pelo poder público, que destinem mercadorias a outro estabelecimento responsável pelo pagamento do imposto por sujeição passiva por substituição, em relação à mesma mercadoria ou a outra mercadoria enquadrada na mesma modalidade de substituição; IV - às operações interestaduais promovidas por contribuinte varejista com destino a estabelecimento de contribuinte localizado no Estado de São Paulo; V - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. Parágrafo único. Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula: MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no ANEXO ÚNICO deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindose, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sexta. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no ANEXO ÚNICO estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula sétima. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. Suplemento Especial ICMS 225
219 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula oitava. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula nona. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de setembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] CÓDIGO NBM/SH DESCRIÇÃO ANEXO ÚNICO MVA ORIGINAL ALÍQUOTA INTERESTADUAL MVA AJUSTADA ALÍQUOTA INTERNA ESTADO DE DESTINO 17% 18% Tinta guache 29,89% 7% 45,54% 47,31% 12% 37,71% 39,39% Corretivo 29,89% 7% 45,54% 47,31% 12% 37,71% 39,39% Borracha de apagar, inclusive caneta borracha e lápis 29,89% 7% 45,54% 47,31% borracha 12% 37,71% 39,39% Maletas e pastas para documentos e de estudante, e 29,89% 7% 45,54% 47,31% artefatos semelhantes 12% 37,71% 39,39% Prancheta 29,89% 7% 45,54% 47,31% % 37,71% 39,39% 4820 Caderno, caderneta e bloco escolares; refil e bloco 29,89% 7% 45,54% 47,31% para fichário; agenda 12% 37,71% 39,39% Fichário 29,89% 7% 45,54% 47,31% 12% 37,71% 39,39% Barbante de algodão 29,89% 7% 45,54% 47,31% % 37,71% 39,39% Apontador de lápis 29,89% 7% 45,54% 47,31% 12% 37,71% 39,39% Instrumento de desenho, de traçado ou de cálculo 29,89% 7% 45,54% 47,31% 12% 37,71% 39,39% Pincéis de escrever e desenhar 29,89% 7% 45,54% 47,31% 12% 37,71% 39,39% Canetas esferográficas e suas cargas com ponta 29,89% 7% 45,54% 47,31% % 37,71% 39,39% Canetas e marcadores, com ponta de feltro ou com 29,89% 7% 45,54% 47,31% outras pontas porosas e suas partes 12% 37,71% 39,39% Canetas-tinteiro (canetas de tinta permanente) e outras 29,89% 7% 45,54% 47,31% canetas, e suas partes 12% 37,71% 39,39% Lapiseira 29,89% 7% 45,54% 47,31% 12% 37,71% 39,39% Porta-lápis e artigos semelhantes 29,89% 7% 45,54% 47,31% 12% 37,71% 39,39% Lápis de escrever e de colorir 29,89% 7% 45,54% 47,31% 12% 37,71% 39,39% Minas para lápis ou lapiseira 29,89% 7% 45,54% 47,31% 12% 37,71% 39,39% Massas ou pastas para modelar, próprias para recreação 29,89% 7% 45,54% 47,31% de crianças 12% 37,71% 39,39% Espiral perfil para encadernação, de plástico 29,89% 7% 45,54% 47,31% 12% 37,71% 39,39% Papel celofane 29,89% 7% 45,54% 47,31% 12% 37,71% 39,39% Capa para caderno, capa para encadernação, de 29,89% 7% 45,54% 47,31% plástico 12% 37,71% 39,39% Papel seda 29,89% 7% 45,54% 47,31% 12% 37,71% 39,39% 226 ICMS Suplemento Especial
220 CÓDIGO NBM/SH DESCRIÇÃO MVA ORIGINAL ALÍQUOTA INTERESTADUAL MVA AJUSTADA ALÍQUOTA INTERNA ESTADO DE DESTINO 17% 18% Quadro branco, verde e cortiça 29,89% 7% 45,54% 47,31% 12% 37,71% 39,39% Cartolina escolar, branca e colorida 29,89% 7% 45,54% 47,31% 12% 37,71% 39,39% Papel impermeável 29,89% 7% 45,54% 47,31% 12% 37,71% 39,39% Papel crepon 29,89% 7% 45,54% 47,31% 12% 37,71% 39,39% Papel fantasia 29,89% 7% 45,54% 47,31% 12% 37,71% 39,39% Estencil completo 29,89% 7% 45,54% 47,31% 12% 37,71% 39,39% Papel camurça 29,89% 7% 45,54% 47,31% 12% 37,71% 39,39% Papel laminado 29,89% 7% 5,54% 47,31% 12% 37,71% 39,39% Apagador para quadro 29,89% 7% 45,54% 47,31% 12% 37,71% 39,39% Gizes para escrever ou desenhar 29,89% 7% 45,54% 47,31% 12% 7,71% 39,39% Lousas e quadros para escrever ou desenhar, mesmo 29,89% 7% 45,54% 47,31% emoldurados 12% 45,78% 47,56% Papel cortado tipos A4, ofício I e II, e carta 24,84% 7% 39,88% 41,59% 12% 32,36% 33,97% Estojo escolar; estojo para objetos de escrita 29,89% 7% 5,54% 47,31% % 37,71% 39,39% Porta-canetas 29,89% 7% 45,54% 47,31% ICMS - Substituição tributária nas operações com bicicletas Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com bicicletas, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados da Bahia e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 110, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com bicicletas. Os Estados da Bahia e de São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, reunidos em Salvador/BA, no dia 10 de agosto de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993 e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no ANEXO ÚNICO deste Protocolo, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de São Paulo ou ao Estado da Bahia, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso ou consumo. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; Suplemento Especial ICMS 227
221 II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações, inclusive de importação e decorrente de aquisição em licitação promovida pelo poder público, que destinem mercadorias a outro estabelecimento responsável pelo pagamento do imposto por sujeição passiva por substituição, em relação à mesma mercadoria ou a outra mercadoria enquadrada na mesma modalidade de substituição; III - às operações, inclusive de importação e decorrente de aquisição em licitação promovida pelo poder público, que destinem mercadorias a outro estabelecimento responsável pelo pagamento do imposto por sujeição passiva por substituição, em relação à mesma mercadoria ou a outra mercadoria enquadrada na mesma modalidade de substituição; IV - às operações interestaduais promovidas por contribuinte varejista com destino a estabelecimento de contribuinte localizado no Estado de São Paulo; V - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. Parágrafo único. Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições, e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) / (1- ALQ intra)] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no ANEXO ÚNICO deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindo-se, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sexta. O disposto neste protocolo fica condicionado a que: I - haja previsão, nas respectivas legislações estaduais, da substituição tributária, para as mercadorias nele previstas; II - as operações internas com as mercadorias mencionadas no ANEXO ÚNICO estejam submetidas à substituição tributária, observando as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Parágrafo único. Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula sétima. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com todas as informações de operações interestaduais realizadas com o Estado de destino no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino o referido arquivo até o último dia do mês de entrega do arquivo. 1 o O arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. 2 o Fica dispensado da obrigação de que trata esta cláusula o estabelecimento que estiver cumprindo regularmente a obrigação relativa à emissão de Nota Fiscal Eletrônica, nos termos do Ajuste SINIEF n o 7, de 30 de setembro de 2005, e do Protocolo ICMS n o 10, de 18 de abril de Cláusula oitava. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula nona. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir do 1 o dia do 3 o mês subseqüente à referida data de sua publicação. [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] 228 ICMS Suplemento Especial
222 ANEXO ÚNICO Código NCM/SH Descrição Bicicleta e outros ciclos (incluídos os triciclos) sem motor; partes e acessórios; Pneus novos e câmaras-de-ar, de borracha, dos tipos utilizados em bicicleta Aparelhos de iluminação e sinalização dos tipos utilizados em bicicleta MVA (%) Original Alíquota Interestadual MVA Ajustada Conforme Alíquota Interna do Estado de Destino 17% 18% 45,00 7% 62,47% 64,45% 45,00 12% 53,73% 55,61% ICMS - Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) - Exclusão de atividade sujeita à sua adoção - Alteração Este ato acrescenta o 2 o -A à Cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 10/2007, que estabelece a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), para dispor que a dispensa de seu uso, em substituição à Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, prevista no inciso VII do 2 o da sua Cláusula primeira (estabelecimento atacadista de produtos hortifrutigranjeiros e de outros produtos alimentícios localizados em centrais de abastecimento controladas direta ou indiretamente pela União, pelos Estados, pelo Distrito Federal e pelos Municípios) somente se aplica aos Estados do Amazonas, Alagoas, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo em relação aos estabelecimentos atacadistas de produtos hortifrutigranjeiros. PROTOCOLO Cláusula primeira. Fica acrescido o 2 o -A à do Protocolo ICMS n o 10/2007, de 18 de abril de 2007, com a seguinte redação: 2 o -A O disposto no inciso VII do 2 o da cláusula primeira somente se aplica aos Estados do Amazonas, Alagoas, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo em relação aos estabelecimentos atacadistas de produtos hortifrutigranjeiros.. Cláusula segunda. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ICMS - Substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano - Alterações Protocolo ICMS n o 112, de DOU 1 de Altera o Protocolo ICMS n o 10/2007, que estabelece a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) para os setores que especifica. Os Estados de Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins e o Distrito Federal, neste ato representado pelos respectivos Secretários de Fazenda, Finanças ou Tributação, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional - Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966, e no 2 o da cláusula primeira do Ajuste SINIEF n o 07/2005, de 30 de setembro de 2005, resolvem celebrar o seguinte Este ato altera dispositivos do Protocolo ICMS n o 68/2007, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano, para implementar as seguintes alterações: a) o regime de substituição tributária não se aplica na remessa para estabelecimento localizado no Estado do Rio de Janeiro de pastas e escovas dentifrícias, relacionadas nos incisos X e XI do seu Anexo Único; e b) ao estabelecimento destinatário, na hipótese descrita na letra a, não caberá a responsabilidade pela substituição tributária ao promover a saída da mercadoria para estabelecimento de pessoa diversa. Suplemento Especial ICMS 229
223 Protocolo ICMS n o 113, de DOU 1 de Altera o Protocolo ICMS n o 68/2007, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano. Os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, neste ato representados pelos seus Secretários de Fazenda, tendo em vista o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), resolvem celebrar o seguinte Cláusula primeira. Fica acrescentado o inciso IV à cláusula segunda do Protocolo ICMS n o 68/2007, de 10 de dezembro de 2007, com a seguinte redação: IV - na remessa para estabelecimento localizado no Estado do Rio de Janeiro de pastas e escovas dentifrícias, listadas nos incisos X e XI do Anexo único.. Cláusula segunda. O parágrafo único da cláusula segunda do Protocolo ICMS n o 68/2007, passa a vigorar com a seguinte redação: Parágrafo único. Na hipótese dos incisos I, II e III, a substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário que promover a saída da mercadoria para estabelecimento de pessoa diversa.. Cláusula terceira. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ICMS - Substituição tributária nas operações com peças, componentes e acessórios para veículos automotores e outros fins - Adesão do Estado do Espírito Santo Este ato dispõe sobre a adesão do Estado de Espírito Santo às disposições do Protocolo ICMS n o 41/2008, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com peças, componentes e acessórios para veículos automotores e outros fins, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados signatários, exceto nas operações realizadas com o Estado de São Paulo. Protocolo ICMS n o 116, de DOU 1 de Dispõe sobre a adesão do Estado do Espírito Santo às disposições do Protocolo ICMS n o 41/2008, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com peças, componentes e acessórios, para veículos automotores e outros fins. Os Estados de Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo neste ato representados pelos Secretários de Fazenda, Finanças ou Tributação, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional, Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966, e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87, de 13 de setembro de 1996, resolvem celebrar o seguinte: PROTOCOLO Cláusula primeira. Ficam estendidas ao Estado do Espírito Santo as disposições do Protocolo ICMS n o 41/2008, de 4 de abril de 2008, exceto nas operações realizadas com o Estado de São Paulo. Cláusula segunda. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] ICMS - Controle eletrônico nas operações de circulação de mercadorias entre os Estados de Mato Grosso e Rondônia Este ato dispõe sobre o controle eletrônico nas operações de circulação de mercadorias entre os Estados de Mato Grosso e Rondônia. Protocolo ICMS n o 117, de DOU 1 de Dispõe sobre controle eletrônico nas operações de circulação de mercadorias entre os Estados de Mato Grosso e Rondônia, e dá outras providências. Os Estados de Mato Grosso e Rondônia, neste ato representados pelos respectivos Secretários de Fazenda e de Finanças, tendo em vista o disposto nos arts. 102 e 199 da Lei n o 5.172, de 25 de outubro de Código Tributário Nacional, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Ficam os contribuintes sediados nos Estados de Mato Grosso ou de Rondônia, obrigados a: I - utilizar a Nota Fiscal Eletrônica - NF-e, a partir de , nas operações interestaduais realizadas entre os signatários; II - observar a legislação tributária dos dois Estados, no que se refere a este protocolo; III - prestar tempestivamente as informações econômico-fiscais ao fisco nos termos da legislação interna do respectivo Estado. 1 o No período de 01/2001 a , a obrigatoriedade prevista no inciso I somente se aplica nas operações promovidas por contribuintes que realizaram operações interestaduais entre os signatários em montante igual ou superior a R$ ,00 no ano base de 2008, além das empresas obrigadas à emissão da NF-e nos termos do Protocolo ICMS n o 10/2007, de 25 de abril de ICMS Suplemento Especial
224 2 o A Nota Fiscal Eletrônica emitida nos termos desta cláusula deve ser registrada nos controles de fronteira dos Estados signatários. Cláusula segunda. Comprometem-se os Estados signatários a: I - efetuar compartilhamento lógico de informações, fixando-se a confirmação de entrada em cada Estado, de modo eletrônico, mediante intercâmbio de informações para fins de cruzamento de dados, preferencialmente on line, em tempo real; II - adotar medidas a fim de uniformizar a política e a carga tributária sobre a cadeia produtiva do leite. Cláusula terceira. A regularidade das operações e o reconhecimento dos créditos do imposto nas operações interestaduais de que trata este protocolo ficam condicionados ao cumprimento das cláusulas e condições nele estabelecidas. Parágrafo único. O reconhecimento dos créditos do imposto nas operações interestaduais previstas no caput serão considerados a contar da publicação do presente protocolo, ficando condicionada a sua manutenção a partir do exercício de 2010 ao total cumprimento de todas as cláusulas previstas neste protocolo. Cláusula quarta. O presente protocolo poderá ser denunciado unilateralmente por qualquer das partes, mediante comunicação efetuada com antecedência de 90 (noventa) dias. Cláusula quinta. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] ICMS - Substituição tributária nas operações com sucos de frutas e outras bebidas não alcoólicas - Revogação Este ato revoga o Protocolo ICMS n o 18/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com sucos de frutas e outras bebidas não alcoólicas, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados do Paraná, do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Protocolo ICMS n o 118, de DOU 1 de Revoga o Protocolo ICMS n o 18/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com sucos de frutas e outras bebidas não alcoólicas. Os Estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Estado da Fazenda, de Receita e Controle e Gerente de Receita, reunidos em São Luís, MA, no dia 25 de setembro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Fica revogado o Protocolo ICMS n o 18/2009, de 3 de abril de Cláusula décima. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] ICMS - Substituição tributária nas operações com cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e toucador - Alterações Este ato altera o dispositivo do Protocolo ICMS n o 98/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e toucador, realizadas entre os contribuintes localizados nos Estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo, para determinar que os seus efeitos se darão: a) a partir de 1 o , relativamente às remessas destinadas ao Estado de São Paulo; b) a partir de 1 o , relativamente às remessas destinadas ao Estado do Rio Grande do Sul. Protocolo ICMS n o 119, de DOU 1 de Altera o Protocolo ICMS n o 98/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e toucador e dá outras providências. Os Estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993 e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. A cláusula décima primeira do Protocolo ICMS n o 98/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Suplemento Especial ICMS 231
225 Cláusula décima primeira: Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos: I - a partir de 1 o de setembro de 2009, relativamente às remessas destinadas ao Estado de São Paulo; II - a partir de 1 o de dezembro de 2009, relativamente às remessas destinadas ao Estado do Rio Grande do Sul. Cláusula segunda. No período compreendido entre 1 o de setembro de 2009 e 30 de novembro de 2009, relativamente às remessas de cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e toucador ao Estado do Rio Grande do Sul, aplicar-se-ão as disposições do Protocolo ICMS n o 101, de 14 de dezembro de 2007, exceto em relação às remessas dos produtos a seguir indicados, hipótese em que se aplicarão as Margens de Valor Agregado (MVA) da tabela: Descrição NCM MVA Dentifrício ,99% Outras preparações para higiene bucal ou ,68% dentária Sabões de toucador em barras, pedaços ,21% ou figuras moldados Fraldas ,55% Cláusula terceira. Este Protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União. [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] ICMS - Substituição tributária nas operações com produtos alimentícios Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com produtos alimentícios, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados do Maranhão e de Minas Gerais. Protocolo ICMS n o 120, de DOU 1 de , retificado no de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos alimentícios. Os Estados de Minas Gerais e do Maranhão, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, no Maranhão, no dia 25 de setembro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Maranhão, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito localizado em Minas Gerais, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1- ALQ intra) ] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; 232 ICMS Suplemento Especial
226 III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindose, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sexta. Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula sétima. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula oitava. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO Código NCM/ SH Chocolates Descrição MVA (%) ORIGINAL Chocolate branco em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg 43, Chocolates contendo cacau, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg 43, Chocolate em barras, tabletes ou blocos ou no estado líquido, empasta, em pó, grânulos ou formas 43, semelhantes, em recipientes ou embalagens imediatas de conteúdo igual ou inferior a 2 kg Chocolates e outras preparações alimentícias contendo cacau, em embalagens de conteúdo igual ou 43,23 inferior a 1 kg, excluídos os achocolatados em pó Achocolatados em pó, em embalagens de conteúdo igual ou inferior a 1 kg 24, Caixas de bombons contendo cacau, em embalagens de conteúdo entre 400g a 1 kg 24, Bombons, inclusive à base de chocolate branco, caramelos, confeitos, pastilhas e outros produtos de 43,23 confeitaria, sem cacau Gomas de mascar com ou sem açúcar 57, Bombons, balas, caramelos, confeitos, pastilhas e outros produtos de confeitaria, contendo cacau 43, Balas, caramelos, confeitos, pastilhas e produtos semelhantes sem açúcar 57, Sucos e Bebidas Código NCM/ MVA (%) Descrição SH ORIGINAL Bebidas prontas à base de mate ou chá 40, Preparações em pó para a elaboração de bebidas 51, Refrescos e outras bebidas não alcoólicas, exceto os refrigerantes e as demais bebidas classificadas 38,84 nas posições 2201 a Refrescos e outras bebidas prontas para beber à base de chá e mate 40,46 Suplemento Especial ICMS 233
227 Bebidas prontas à base de café 39, Sucos de frutas, ou mistura de sucos de frutas 38, Água de coco 38, Néctares de frutas e outras bebidas não alcoólicas prontas para beber 38, Bebidas alimentares prontas à base de soja, leite ou cacau 39,83 Código NCM/ SH Laticínios e matinais Descrição MVA (%) ORIGINAL Leite em pó, blocos ou grânulos, exceto creme de leite 20, Preparações em pó para elaboração de bebidas instantâneas, em embalagens de conteúdo inferior a 1 kg Leite modificado para alimentação de lactentes 43, Farinha láctea 49, Preparações para alimentação infantil à base de farinhas, grumos, sêmolas ou amidos e outros 49,87 Creme de Leite, em recipiente inferior ou igual a 1 kg 18, Iogurte e Leite Fermentado, em recipiente de conteúdo inferior ou igual a 2 litros 20, Requeijão e similares em recipiente de conteúdo inferior ou igual a 1 kg, 31, Manteiga em embalagem de conteúdo inferior ou igual a 1 kg 44, Margarina e creme vegetal, em recipiente de conteúdo inferior ou igual a 1 kg 23,00 Snacks, cereais e Congêneres Código NCM/ MVA (%) Descrição SH ORIGINAL Produtos à base de cereais, obtidos por expansão ou torrefação 37, Salgadinhos diversos 37, Batata frita inhame e mandioca fritos 37, Amendoim e castanha aperitivo em embalagem de conteúdo igual ou inferior a 1 kg. 55,00 24,73 Molhos, Temperos e Condimentos Código NCM/ MVA (%) Descrição SH ORIGINAL Tomates preparados ou conservados, exceto em vinagre ou em ácido acético, em embalagens de 42,85 conteúdo igual ou inferior a 1 kg Catchup em embalagens imediatas de conteúdo inferior ou igual a 650 g ou em embalagens contendo 60,23 envelopes individualizados (saches) de conteúdo igual ou inferior a 10 g, independentemente do peso total e Condimentos e temperos compostos, incluindo molho de pimenta e outros molhos, em embalagens 62, imediatas de conteúdo inferior ou igual a 1 kg Molhos de soja preparados em embalagens imediatas de conteúdo inferior ou igual a 650 g ou 62,52 em embalagens contendo envelopes individualizados (saches) de conteúdo igual ou inferior a 10 g, independentemente do peso total Molhos de tomate em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg 54, Farinha de mostarda em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg 62, Mostarda preparada em embalagens imediatas de conteúdo inferior ou igual a 650 g ou em embalagens 62,24 contendo envelopes individualizados (saches) de conteúdo igual ou inferior a 10 g, independentemente do peso total Maionese em embalagens imediatas de conteúdo inferior ou igual a 650 g, ou em embalagens contendo 33,24 envelopes individualizados (saches) de conteúdo igual ou inferior a 10 g, independentemente do peso total Vinagres e seus sucedâneos obtidos a partir do ácido acético, para usos alimentares, em embalagens imediatas de conteúdo inferior ou igual a 1 litro 46, ICMS Suplemento Especial
228 Barras de Cereais Código NCM/ MVA (%) Descrição SH ORIGINAL e Barra de cereais 85, Barra de cereais contendo cacau 85, , e Complementos alimentares compreendendo, entre outros, shakes para ganho ou perda de peso, barras e pós de proteínas, tabletes ou barras de fibras vegetais, suplementos alimentares de vitaminas e minerais em geral, ômega 3 e demais suplementos similares, ainda que em cápsulas 56,53 Produtos à base de trigo e farinhas Código NCM/ MVA (%) Descrição SH ORIGINAL Massas alimentícias, cozidas ou recheadas (de carne ou de outras substâncias) ou preparadas de 30,24 outro modo, inclusive macarrão pré-cozido (instantâneo) Pão denominado knackebrot 26, Bolo de forma, pães industrializados, inclusive de especiarias 26, Biscoitos e bolachas, exceto os derivados do trigo, dos tipos cream cracker, água e sal, maisena, maria e outros de consumo popular, classificados na posição da NCM/SH, desde que não sejam adicionados de cacau, recheados, cobertos ou amanteigados, independentemente de sua denominação comercial 37, Waffles e wafers 51, Torradas, pão torrado e produtos semelhantes torrados 26, Outros pães de forma 26, Outras bolachas, exceto casquinhas para sorvete 26, Outros pães e bolos industrializados e produtos de panificação não especificados anteriormente, exceto casquinhas para sorvete. 26,78 Óleos Código NCM/ MVA (%) Descrição SH ORIGINAL Óleo de soja refinado, em recipiente com capacidade inferior ou igual a 5 litros 17, Óleo de amendoim refinado, em recipiente com capacidade inferior ou igual a 5 litros 57, Azeites de oliva, em recipientes com capacidade inferior ou igual a 5 litros 32, Outros óleos e respectivas frações, obtidos exclusivamente a partir de azeitonas, mesmo refinados, mas não quimicamente modificados, e misturas desses óleos ou frações com óleos ou frações da posição 15.09, em recipientes com capacidade inferior ou igual a 5 litros 47, e Outros óleos refinados, em recipiente com capacidade inferior ou igual a 5 litros 57, e Óleo de girassol ou de algodão refinado, em recipiente com capacidade inferior ou igual a 5 litros 31, Óleo de Canola, em recipiente com capacidade inferior ou igual a 5 litros 20, Óleo de linhaça refinado, em recipiente com capacidade inferior ou igual a 5 litros 57, Óleo de milho refinado, em recipiente com capacidade inferior ou igual a 5 litros 33, Misturas de óleos refinados, para consumo humano, em recipientes com capacidade inferior ou igual a 5 litros 41,22 Produtos a Base de Carne e Peixe Código NCM/ MVA (%) Descrição SH ORIGINAL Enchidos (embutidos) e produtos semelhantes, de carne, miudezas ou sangue 32, Outras preparações e conservas de carne, miudezas ou de sangue 38, Preparações e conservas de peixes; caviar e seus sucedâneos preparados a partir de ovas de peixe 57, Crustáceos, moluscos e outros invertebrados aquáticos, preparados ou em conservas 57,33 Suplemento Especial ICMS 235
229 Produtos Hortícolas e Frutas Código NCM/ Descrição SH Produtos hortícolas, cozidos em água ou vapor, congelados, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg Frutas, não cozidas ou cozidas em água ou vapor, congeladas, mesmo adicionadas de açúcar ou de outros edulcorantes, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg Produtos hortícolas, frutas e outras partes comestíveis de plantas, preparados ou conservados em vinagre ou em ácido acético, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg Cogumelos e trufas, preparados ou conservados, exceto em vinagre ou ácido acético, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg Outros produtos hortícolas preparados ou conservados, exceto em vinagre ou em ácido acético, congelados, com exceção dos produtos da posição 20.06, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg Outros produtos hortícolas preparados ou conservados, exceto em vinagre ou em ácido acético, não congelados, com exceção dos produtos da posição 20.06, excluídos batata, inhame e mandioca fritos, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg Produtos hortícolas, frutas, cascas de frutas e outras partes de plantas, conservados com açúcar (passados por calda, glaceados ou cristalizados), em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg Doces, geléias, marmelades, purês e pastas de frutas, obtidos por cozimento, com ou sem adição de açúcar ou de outros edulcorantes, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg Frutas e outras partes comestíveis de plantas, preparadas ou conservadas de outro modo, com ou sem adição de açúcar ou de outros edulcorantes ou de álcool, não especificadas nem compreendidas em outras posições, excluídos os amendoins e castanhas tipo aperitivo, da posição , em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg MVA (%) ORIGINAL 57,33 57,33 53,84 56,36 57,33 38,57 57,33 57,33 46,78 Outros Código NCM/ MVA (%) Descrição SH ORIGINAL Preparações alimentícias compostas homogeneizadas (alimento infantil em conserva salgado ou 49,87 doce) Preparações para caldos em embalagens igual ou inferior a 1 kg 54, Preparações para sopas em embalagens igual ou inferior a 1 kg 56, Caldos e sopas preparados 57, Chá, mesmo aromatizado 35, Mate 57, Milho para pipoca (microondas) 43, Extratos, essências e concentrados de café e preparações à base destes extratos, essências ou concentrados 56,87 ou à base de café, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 500 g Extratos, essências e concentrados de chá ou de mate e preparações à base destes extratos, essências ou concentrados ou à base de chá ou de mate, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 500 g, exceto as bebidas prontas à base de mate ou chá 57, Pós, inclusive com adição de açúcar ou outro edulcorante, para a fabricação de pudins, cremes, sorvetes, flans, gelatinas ou preparações similares, de conteúdo inferior ou igual a 500 g , , , Edulcorantes em geral (aspartame, sacarina e seus sais, ácido ciclâmico de sódio e seus sais, manitol, d-glucitol, sorbitol, polialcool, maltitol) 57,33 57, ICMS Suplemento Especial
230 ICMS - Substituição tributária nas operações com artefatos de uso doméstico Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com artefatos de uso doméstico, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados do Maranhão e de Minas Gerais. Protocolo ICMS n o 121, de DOU 1 de , retificado Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com artefatos de uso doméstico. Os Estados de Minas Gerais e do Maranhão, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, no Maranhão, no dia 25 de setembro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Maranhão, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito localizado em Minas Gerais, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1 - ALQ intra) ] -1, onde: I - MVA ST original é à margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindose, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sexta. Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. Suplemento Especial ICMS 237
231 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula sétima. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula oitava. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de Maranhão - Claudio José Trinchão Santos; Minas Gerais - Simão Cirineu Dias [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Serviços de mesa e outros utensílios de mesa ou de cozinha, de plástico, inclusive os descartáveis 37, Artigos para serviço de mesa ou de cozinha, de porcelana e de cerâmica 49, Artigos para serviço de mesa ou de cozinha, de louça, inclusive os descartáveis - Estojos 48, Artigos para serviço de mesa ou de cozinha, de louça, inclusive os descartáveis - Avulsos 49, Velas para filtros 103, Objetos de vidro para serviço de mesa ou de cozinha 54, Outros copos exceto de vitrocerâmica - outros copos 55, Objetos para serviço de mesa (exceto copos) ou de cozinha, exceto de vitrocerâmica - outros - pratos 53, Artigos para serviço de mesa ou de cozinha e suas partes, de ferro fundido, ferro, aço, cobre e alumínio 63, Artefatos de uso doméstico, e suas partes, de ferro fundido, ferro ou aço; palha de ferro ou aço; esponjas, 70,05 esfregões, luvas e artefatos semelhantes para limpeza, polimento ou usos semelhantes, de aço inoxidável Outros artefatos de uso doméstico, de higiene ou de toucador, e suas partes, de alumínio; esponjas, esfregões, luvas e artefatos semelhantes, para limpeza, polimento ou usos semelhantes, de alumínio 57, Facas de lâmina cortante ou serrilhada, incluídas as podadeiras de lâmina móvel, e suas lâminas, de 72,69 uso doméstico Facas de mesa de lâmina fixa 71, Facas de lâmina cortante ou serrilhada, incluídas as podadeiras de lâmina móvel, e suas lâminas, para 73,98 cozinha ou açougue Colheres, garfos, conchas, escumadeiras, pás para tortas, facas especiais para peixe ou manteiga, 68,67 pinças para açúcar e artefatos semelhantes Garrafas térmicas e outros recipientes isotérmicos montados, com isolamento produzido pelo vácuo, bem como suas partes (exceto ampolas de vidro) 69,69 ICMS - Substituição tributária nas operações com bicicletas Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com bicicletas, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados do Maranhão e de Minas Gerais. Protocolo ICMS n o 122, de DOU 1 de , retificado no de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com bicicletas. Os Estados de Minas Gerais e do Maranhão, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, no Maranhão, no dia 25 de setembro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 238 ICMS Suplemento Especial
232 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Maranhão, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito localizado em Minas Gerais, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1- ALQ intra) ] -1, onde: I - MVA ST original é à margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindose, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sexta. Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula sétima. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula oitava. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de Maranhão - Claudio José Trinchão Santos; Minas Gerais - Simão Cirineu Dias [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Suplemento Especial ICMS 239
233 Código NCM/SH ANEXO ÚNICO Descrição Bicicletas e outros ciclos (incluídos os triciclos) sem motor Partes, peças e acessórios, incluídos pneus novos e câmaras-de-ar, de borracha, dos tipos utilizados em bicicleta e aparelhos de iluminação e sinalização dos tipos utilizados em bicicleta ICMS - Substituição tributária nas operações com brinquedos MVA (%) Original 47,00 64,67 Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com brinquedos, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados do Maranhão e de Minas Gerais. Protocolo ICMS n o 123, de DOU 1 de , retificado no de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com brinquedos. Os Estados de Minas Gerais e do Maranhão, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, no Maranhão, no dia 25 de setembro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Maranhão, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito localizado em Minas Gerais, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1- ALQ intra) ] -1, onde: I - MVA ST original é à margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindose, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. 240 ICMS Suplemento Especial
234 Cláusula quinta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sexta. Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula sétima. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula oitava. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO Código Descrição NCM/SH Triciclos, patinetes, carros de pedais e outros brinquedos semelhantes de rodas; carrinhos para bonecos; bonecos; outros brinquedos; modelos reduzidos e modelos semelhantes para divertimento, mesmo animados; quebra-cabeças ( puzzles ) de qualquer tipo ICMS - Substituição tributária nas operações com colchoaria MVA (%) Original 44,00 Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com colchoaria, realizadas entre os contribuintes localizados nos Estados do Maranhão e de Minas Gerais. Protocolo ICMS n o 124, de DOU 1 de , retificado no de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com colchoaria. Os Estados de Minas Gerais e do Maranhão, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, no Maranhão, no dia 25 de setembro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Maranhão, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito localizado em Minas Gerais, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, Suplemento Especial ICMS 241
235 contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1 - ALQ intra) ] - 1, onde: I - MVA ST original é à margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; CÓDIGO NCM/SH ANEXO ÚNICO DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Suportes elásticos para cama 65, Colchões, inclusive box 65, Travesseiros e pillow 65,86 II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindose, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sexta. Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula sétima. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula oitava. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] ICMS - Substituição tributária nas operações com cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e de toucador Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e de toucador, realizadas entre os contribuintes localizados nos Estados do Maranhão e de Minas Gerais. Protocolo ICMS n o 125, de DOU 1 de , retificado no de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e de toucador. Os Estados de Minas Gerais e do Maranhão, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, no Maranhão, no dia 25 de setembro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Maranhão, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: 242 ICMS Suplemento Especial
236 I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais promovidas por contribuinte varejista com destino a estabelecimento de contribuinte localizado no Estado de São Paulo; V - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito localizado em Minas Gerais, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1 - ALQ intra) ] - 1, onde: I - MVA ST original é à margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. Nas operações interestaduais realizadas entre estabelecimentos de empresas interdependentes, o remetente deverá adotar como MVA-original o percentual de 177,19%. 1 o Para fins do disposto no caput desta cláusula, consideramse estabelecimentos de empresas interdependentes quando: a) uma delas, por si, seus sócios ou acionistas, e respectivos cônjuges e filhos menores, for titular de mais de 50% (cinqüenta por cento) do capital da outra; b) uma delas tiver participação na outra de 15% (quinze por cento) ou mais do capital social, por si, seus sócios ou acionistas, bem assim por intermédio de parentes destes até o segundo grau e respectivos cônjuges, se a participação societária for de pessoa física (Lei federal n o 4.502/1964, art. 42, I, e Lei federal n o 7.798/1989, art. 9 o ); c) uma mesma pessoa fizer parte de ambas, na qualidade de diretor, ou sócio com funções de gerência, ainda que exercidas sob outra denominação (Lei federal n o 4.502/1964, art. 42, II); d) uma tiver vendido ou consignado à outra, no ano anterior, mais de 20% (vinte por cento), no caso de distribuição com exclusividade em determinada área do território nacional, e mais de 50% (cinqüenta por cento), nos demais casos, do seu volume de vendas (Lei federal n o 4.502/1964, art. 42, III); e) uma delas, por qualquer forma ou título, for a única adquirente, de um ou de mais de um dos produtos da outra, ainda quando a exclusividade se refira à padronagem, marca ou tipo do produto (Lei federal n o 4.502/1964, art. 42, parágrafo único, I); f) uma vender à outra, mediante contrato de participação ou ajuste semelhante, produto que tenha fabricado ou importado (Lei federal n o 4.502/1964, art. 42, parágrafo único, II); g) uma delas promover transporte de mercadoria utilizando veículos da outra, sendo ambas contribuintes do setor de cosméticos. 2 o Na hipótese do caput desta cláusula, a unidade federada de destino poderá determinar que a retenção e o recolhimento do imposto devido por substituição tributária sejam efetuados pelo estabelecimento destinatário interdependentes em relação às saídas subseqüentes que promover. 3 o Não caracteriza a interdependência referida nas alíneas d e e do 1 o a venda de matéria-prima ou produto intermediário, destinados exclusivamente à industrialização de produtos do comprador. Cláusula quinta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindose, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula sexta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sétima. Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da Suplemento Especial ICMS 243
237 diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula oitava. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula nona. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA original (%) Henna (envelope em pó até 50g) 50, Vaselina 50, Amoníaco em solução aquosa (amônia) 50, Peróxido de Hidrogênio (água oxigenada frasco de até 100 ml) 50, Acetona (frasco em até 30 ml) 50, Lubrificação íntima 50, Óleos essenciais (frasco em até 10 ml) 50, Perfumes (extratos) 54, Águas-de-colônia 62, Produtos de Maquilagem para os Lábios 45, Sombra, Delineador, Lápis para sobrancelhas e rímel 50, Outros produtos de maquilagem para os olhos 50, Pós, incluídos os compactos, para maquilagem 49, Cremes de beleza, cremes nutritivos e loções tônicas 41, Outros produtos de beleza ou de maquilagem preparados e preparações para conservação ou cuidados 47,63 da pele Xampus para o cabelo 45, Preparações para ondulação ou alisamento, permanentes, dos cabelos 50, Laquês para o cabelo 50, Outras preparações capilares 59, Tintura para o cabelo 38, Dentifrícios 33, Outras preparações para higiene bucal ou dentária 35, Preparações para barbear (antes, durante ou após) 54, Desodorantes corporais e antiperspirantes, líquidos 51, Outros desodorantes corporais e antiperspirantes 51, Sais perfumados e outras preparações para banhos 50, Outros produtos de perfumaria ou de toucador preparados 30, Sabões de toucador em barras, pedaços ou figuras moldados 43, Outros sabões, produtos e preparações, em barras, pedaços ou figuras moldados, inclusive lenços 50,90 umedecidos Sabões de toucador sob outras formas 50, Produtos e preparações orgânicos tenso ativos para lavagem da pele, na forma de líquido ou de creme, 51,63 acondicionados para venda a retalho, mesmo contendo sabão Bolsa para gelo ou para água quente 50, Chupetas e bicos para mamadeiras 50, Malas e maletas de toucador 50, Papel higiênico folha simples 48, Papel higiênico folha dupla 45, Fraldas 30, Hastes flexíveis (uso não medicinal) 50, Sutiã descartável, assemelhados e papel para depilação 50, Pinças para sobrancelhas 50, Espátulas (artigos de cutelaria) 50, Utensílios e sortidos de utensílios de manicuros ou de pedicuros (incluídas as limas para unhas) 50, ICMS Suplemento Especial
238 NCM/SH DESCRIÇÃO MVA original (%) Termômetros, inclusive o digital 50, Escovas e pincéis de barba, escovas para cabelos, para cílios ou para unhas e outras escovas de 50,90 toucador de pessoas, incluídas as que sejam partes de aparelhos, exceto escovas de dentes Pincéis para aplicação de produtos cosméticos 50, Sortidos de viagem, para toucador de pessoas para costura ou para limpeza de calçado ou de roupas 50, Pentes, travessas para cabelo e artigos semelhantes; grampos (alfinetes) para cabelo; pinças (pinceguiches), 50,90 onduladores, bobes (rolos) e artefatos semelhantes para penteados, e suas partes, exceto os da posição 8516 e suas partes Borlas ou esponjas para pós ou para aplicação de outros cosméticos ou de produtos de toucador 50, Mamadeiras 50, Preparações para manicuros e pedicuros 57, Fios utilizados para limpar os espaços interdentais (fios e fitas dentais) 70, Lenços (incluídos os de maquilagem) e toalhas de mão 81, Papel toalha do tipo comercializado em rolos de 100 m ou mais 48, Toalhas e guardanapos de mesa 56, Tampões higiênicos 66, Absorventes higiênicos externos 64, Absorventes e tampões higiênicos e fraldas de fibras têxteis 66, Escovas de dentes, incluídas as escovas para dentaduras 56,39 ICMS - Substituição tributária nas operações com produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos, realizadas entre os contribuintes localizados nos Estados do Maranhão e de Minas Gerais. Protocolo ICMS n o 126, de DOU 1 de , retificado no de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos. Os Estados de Minas Gerais e do Maranhão, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, no Maranhão, no dia 25 de setembro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Maranhão, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente. Cláusula segunda O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito localizado em Minas Gerais, o disposto no inciso I somente se aplica se o Suplemento Especial ICMS 245
239 estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1- ALQ intra) ] -1, onde: I - MVA ST original é à margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindose, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sexta. Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula sétima. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula oitava. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] NCM/SH ANEXO ÚNICO DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Fogões de cozinha de uso doméstico e suas partes 38, Combinações de refrigeradores e congeladores ( freezers ), munidos de portas exteriores separadas 37, Refrigeradores do tipo doméstico, de compressão 34, Outros refrigeradores do tipo doméstico 48, Congeladores ( freezers ) horizontais tipo arca, de capacidade não superior a 800 litros 41, Congeladores ( freezers ) verticais tipo armário, de capacidade não superior a 900 litros 40, Outros congeladores ( freezers ) 37, Bebedouros refrigerados para água 28, Mini Adega e similares 25, Máquinas para produção de gelo 50, Partes dos Refrigeradores, Congeladores e Mini Adegas, descritos nos itens 2, 3, 4, 5, 6 e 7 40, Secadoras de roupa de uso doméstico 27, Outras secadoras de roupas e centrífugas para uso doméstico 37, Partes das secadoras de roupas e centrífugas de uso doméstico e dos aparelhos para filtrar ou depurar água, descritos nas posições ; e , ICMS Suplemento Especial
240 NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Máquinas de lavar louça do tipo doméstico e suas partes 41, Máquinas que executem pelo menos duas das seguintes funções: impressão, cópia ou transmissão de 26,19 telecópia (fax), capazes de ser conectadas a uma máquina automática para processamento de dados ou a uma rede Outras impressoras, máquinas copiadoras e telecopiadores (fax), mesmo combinados entre si, capazes de ser conectados a uma máquina automática para processamento de dados ou a uma rede 34, Outras máquinas e aparelhos de impressão por meio de blocos, cilindros e outros elementos de impressão 32,34 da posição 84.42; e De outras impressoras, máquinas copiadoras e telecopiadores (fax), mesmo combinados entre si, suas partes e acessórios Máquinas de lavar roupa, mesmo com dispositivos de secagem, de uso doméstico, de capacidade 31,06 não superior a 10 kg, em peso de roupa seca, inteiramente automáticas Máquinas de costura de uso doméstico 44, Outras máquinas de lavar roupa, mesmo com dispositivos de secagem, de uso doméstico, com secador 38,58 centrífugo incorporado Outras máquinas de lavar roupa, mesmo com dispositivos de secagem, de uso doméstico 31, Máquinas de lavar roupa, mesmo com dispositivos de secagem, de uso doméstico, de capacidade 31,70 superior a 10 kg, em peso de roupa seca Partes de máquinas de lavar roupa, mesmo com dispositivos de secagem, de uso doméstico 31, Máquinas de secar de uso doméstico, e suas partes, de capacidade não superior a 10kg, em peso 32,01 de roupa seca Outras máquinas de secar de uso doméstico 48, Partes de máquinas de secar de uso doméstico 40, Máquinas automáticas para processamento de dados, portáteis, de peso não superior a 10kg, contendo 24,43 pelo menos uma unidade central de processamento, um teclado e uma tela Outras máquinas automáticas para processamento de dados 38, Unidades de processamento, de pequena capacidade, exceto as das subposições e 22, , podendo conter, no mesmo corpo, um ou dois dos seguintes tipos de unidades: unidade de memória, unidade de entrada e unidade de saída; baseadas em microprocessadores, com capacidade de instalação, dentro do mesmo gabinete, de unidades de memória da subposição , podendo conter múltiplos conectores de expansão ( slots ), e valor FOB inferior ou igual a US$ ,00, por unidade Unidades de entrada, exceto as das posições , Outras unidades de entrada ou de saída, podendo conter, no mesmo corpo, unidades de memória 37, Unidades de memória 34, Outras máquinas automáticas para processamento de dados e suas unidades; leitores magnéticos ou 27,12 ópticos, máquinas para registrar dados em suporte sob forma codificada, e máquinas para processamento desses dados, não especificadas nem compreendidas em outras posições Partes e acessórios das máquinas da posição , Outros transformadores, exceto os produtos classificados nas posições e , Carregadores de acumuladores 58, Equipamentos de alimentação ininterrupta de energia (UPS ou no break ) 36, Aspiradores 34, Aparelhos eletromecânicos de motor elétricoincorporado, de uso doméstico e suas partes 41, Enceradeiras 43, Chaleiras elétricas 48, Ferros elétricos de passar 42, Fornos de microondas 30, Outros fornos; fogareiros (incluídas as chapas de cocção), grelhas e assadeiras 33, Aparelhos para preparação de café ou de chá 41, Torradeiras 30, Outros aparelhos eletrotérmicos para uso doméstico 37, Partes das chaleiras, ferros, fornos e outros aparelhos eletrotérmicos da posição 85.16, descritos nos 37,87 itens 33, 34, 35, 36 e Aparelhos telefônicos por fio com unidade auscultador-microfone sem fio 38, Telefones para redes sem fio, exceto celulares e os de uso automotivo 21, Outros aparelhos telefônicos 40,53 Suplemento Especial ICMS 247
241 NCM/SH DESCRIÇÃO Aparelhos para transmissão ou recepção de voz, imagem ou outros dados em rede com fio, exceto os das posições , e MVA (%) ORIGINAL 37, Microfones e seus suportes; alto-falantes, mesmo montados nos seus receptáculos, fones de ouvido 41,69 (auscultadores), mesmo combinados com microfone e conjuntos ou sortidos constituídos por um microfone e um ou mais alto-falantes, amplificadores elétricos de audiofreqüência, aparelhos elétricos de amplificação de som; suas partes e acessórios. Exceto os de uso automotivo Aparelhos de gravação de som; aparelhos de reprodução de som; aparelhos de gravação e de reprodução 41,69 de som; partes e acessórios. Exceto os de uso automotivo Outros aparelhos de gravação de som; aparelhos de reprodução de som; aparelhos de gravação e de 27,52 reprodução de som; partes e acessórios. Exceto os de uso automotivo Outros aparelhos videofônicos de gravação ou de reprodução, mesmo incorporando um receptor de 23,97 sinais videofônicos Cartões de memória ( memory cards ) 49, Câmeras fotográficas digitais e câmeras de vídeo e suas partes 40, Aparelhos receptores para radiodifusão, mesmo combinados num mesmo invólucro, com um aparelho 37,22 de gravação ou de reprodução de som, ou com um relógio, exceto os classificados na posição que sejam de uso automotivo Monitores e projetores que não incorporem aparelhos receptores de televisão 37, Outros monitores dos tipos utilizados exclusiva ou principalmente com uma máquina automática para 37,60 processamento de dados da posição 84.71, policromáticos Aparelhos receptores de televisão, mesmo que incorporem um aparelho receptor de radiodifusão ou 42,00 um aparelho de gravação ou reprodução de som ou de imagens Televisores de CRT (tubo de raios catódicos) Aparelhos receptores de televisão, mesmo que incorporem um aparelho receptor de radiodifusão ou 29,06 um aparelho de gravação ou reprodução de som ou de imagens Televisores de Plasma Outros aparelhos receptores de televisão não dotados de monitores ou display de vídeo 34, Câmeras fotográficas dos tipos utilizadas para preparação de clichês ou cilindros de impressão 37, Câmeras fotográficas para filmes de revelação e copiagem instantâneas 37, Aparelhos de diatermia 37, Aparelhos de massagem 37, Reguladores de voltagem eletrônicos 36, Jogos de vídeo dos tipos utilizáveis com receptor de televisão 29,67 ICMS - Substituição tributária nas operações com ferramentas Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com ferramentas, realizadas entre os contribuintes localizados nos Estados do Maranhão e de Minas Gerais. Protocolo ICMS n o 127, de DOU 1 de , retificado no de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com ferramentas. Os Estados de Minas Gerais e do Maranhão, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, no Maranhão, no dia 25 de setembro de 2009, considerando o disposto nos arts. n o 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Maranhão, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cál- 248 ICMS Suplemento Especial
242 culo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito localizado em Minas Gerais, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1- ALQ intra) ] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindose, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sexta. Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula sétima. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula oitava. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO Código NCM/S Descrição MVA (%) Original Ferramentas de borracha vulcanizada não endurecida 37, Ferramentas, armações e cabos de ferramentas, de madeira 37, Mós e artefatos semelhantes, sem armação, para moer, desfibrar, triturar, amolar, polir, retificar ou cortar; pedras para amolar ou para polir, manualmente, e suas partes, de pedras naturais, de abrasivos naturais ou artificiais aglomerados ou de cerâmica, mesmo com partes de outras matérias 39,64 Suplemento Especial ICMS 249
243 Código NCM/S Descrição MVA (%) Original Pás, alviões, picaretas, enxadas, sachos, forcados e forquilhas, ancinhos e raspadeiras; machados, 32,92 podões e ferramentas semelhantes com gume; tesouras de podar de todos os tipos; foices e foicinhas, facas para feno ou para palha, tesouras para sebes, cunhas e outras ferramentas manuais para agricultura, horticultura ou silvicultura Serras manuais; folhas de serras de todos os tipos (incluídas as fresas-serras e as folhas não dentadas 30,17 para serrar) Limas, grosas, alicates (mesmo cortantes), tenazes, pinças, cisalhas para metais, corta-tubos, cortapinos, 29,20 saca-bocados e ferramentas semelhantes, manuais (exceto pinças para sobrancelhas - NCM ) Chaves de porcas, manuais (incluídas as chaves dinamométricas); chaves de caixa intercambiáveis, 37,15 mesmo com cabos Ferramentas manuais (incluídos os diamantes de vidraceiro) não especificadas nem compreendidas 42,98 em outras posições, lamparinas ou lâmpadas de soldar (maçaricos) e semelhantes; tornos de apertar, sargentos e semelhantes, exceto os acessórios ou partes de máquinas-ferramentas; bigornas; forjasportáteis; mós com armação, manuais ou de pedal Ferramentas de pelo menos duas das posições a 82.05, acondicionadas em sortidos para venda 37,07 a retalho Ferramentas intercambiáveis para ferramentas manuais, mesmo mecânicas, ou para máquinas-ferramentas 35,00 (por exemplo: de embutir, estampar, puncionar, roscar, furar, mandrilar, brochar, fresar, tornear, aparafusar), incluídas as fieiras de estiragem ou de extrusão, para metais, e as ferramentas de perfuração ou de sondagem, exceto forma ou gabarito de produtos em epoxy Facas e lâminas cortantes, para máquinas ou para aparelhos mecânicos 45, Plaquetas, varetas, pontas e objetos semelhantes para ferramentas, não montados, de ceramais (cermets) 47, Facas (exceto as da posição 82.08) de lâmina cortante ou serrilhada, incluídas as podadeiras de lâmina 30,70 móvel, e suas lâminas, exceto as de uso doméstico Tesouras e suas lâminas 44, Instrumentos e aparelhos de geodésia, topografia, agrimensura, nivelamento, fotogrametria, hidrografia, oceanografia, hidrologia, meteorologia ou de geofísica, exceto bússolas; telêmetros 37, Instrumentos de desenho, de traçado ou de cálculo; metros, micrômetros, paquímetros, calibres e semelhantes; partes e acessórios Termômetros, exceto os clínicos, suas partes e acessórios 37,15 Pirômetros, suas partes e acessórios 37,15 49,47 ICMS - Substituição tributária nas operações com instrumentos musicais Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com instrumentos musicais, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados do Maranhão e de Minas Gerais. Protocolo ICMS n o 128, de DOU 1 de , retificado no de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com instrumentos musicais. Os Estados de Minas Gerais e do Maranhão, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, no Maranhão, no dia 25 de setembro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Maranhão, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de 250 ICMS Suplemento Especial
244 frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito localizado em Minas Gerais, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1- ALQ intra) ] -1, onde: I - MVA ST original é à margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindose, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sexta. Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula sétima. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula oitava. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] CÓDIGO NCM/SH ANEXO ÚNICO DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Pianos, mesmo automáticos; cravos 62,00 e outros instrumentos de cordas, com teclado Outros instrumentos musicais de cordas (por exemplo: guitarras (violões), violinos, harpas) 62, Outros instrumentos musicais de sopro 62,00 (por exemplo: clarinetes, trompetes, gaitas de foles) Instrumentos musicais de percussão 62,00 (por exemplo: tambores, caixas, xilofones, pratos, castanholas, maracás) Instrumentos musicais cujo som é produzido 62,00 ou deva ser amplificado por meios elétricos (por exemplo: órgãos, guitarras, acordeões) Partes e acessórios 62,00 Suplemento Especial ICMS 251
245 ICMS - Substituição tributárias nas operações com máquinas e aparelhos mecânicos, elétricos, eletromecânicos e automáticos Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com máquinas e aparelhos mecânicos, elétricos, eletromecânicos e automáticos, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados do Maranhão e de Minas Gerais. Protocolo ICMS n o 129, de DOU 1 de , retificado no de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com máquinas e aparelhos mecânicos, elétricos, eletromecânicos e automáticos. Os Estados de Minas Gerais e do Maranhão, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, no Maranhão, no dia 25 de setembro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Maranhão, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito localizado em Minas Gerais, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1- ALQ intra) ] -1, onde: I - MVA ST original é à margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindose, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sexta. Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 252 ICMS Suplemento Especial
246 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula sétima. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula oitava. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Ventiladores 35, Coifas com dimensão horizontal máxima não superior a 120cm 49, Partes de ventiladores ou coifas aspirantes 35, , e Máquinas e aparelhos de ar-condicionado contendo um ventilador motorizado e dispositivos próprios para modificar a temperatura e a umidade, incluídos as máquinas e aparelhos em que a umidade não seja regulável separadamente e suas partes e peças Aparelhos de ar-condicionado tipo Split System (elementos separados) com unidade externa e interna Aparelhos de ar-condicionado com capacidade inferior ou iguala frigorias/hora 39, Aparelhos de ar-condicionado com capacidade acima de frigorias/hora 38, Aparelhos para filtrar ou depurar água 47, Concentradores de oxigênio por depuração do ar, com capacidade de saída inferior ou igual a 6 litros por minuto Balanças para pessoas, incluídas as balanças para bebês; balanças de uso doméstico 51, Pistolas aerográficas e aparelhos semelhantes 79, Máquinas e aparelhos de jato de água e vapor e aparelhos de jato semelhantes e suas partes 42, Lavadora de alta pressão 46, Máquinas e aparelhos de impressão, por ofsete, dos tipos utilizados em escritórios, alimentados por folhas de formato não superior a 22cm x 36cm, quando não dobradas Ferramentas pneumáticas, hidráulicas ou com motor (elétrico ou não elétrico) incorporado, de uso manual Furadeiras elétricas 41, Maçaricos de uso manual e suas partes 42,12 Máquinas e aparelhos a gás e suas partes 42,12 Aparelhos ou máquinas de barbear, máquinas de cortar o cabelo ou de tosquiar e aparelhos de depilar, de motor elétrico incorporado e suas partes Máquinas e aparelhos para soldadura forte ou fraca 42, Máquinas e aparelhos para soldar metais por resistência 42, Aparelhos elétricos para aquecimento de ambientes 31, Secadores de cabelo 44, Outros aparelhos para arranjos do cabelo 44,45 39,90 48,01 42,12 42,12 42,12 42,12 Suplemento Especial ICMS 253
247 ICMS - Substituição tributária nas operações com materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados do Maranhão e de Minas Gerais. Protocolo ICMS n o 130, de DOU 1 de , retificado no de Dispõe sobre a sobre a substituição tributária nas operações com materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno. Os Estados de Minas Gerais e do Maranhão, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, no Maranhão, no dia 25 de setembro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Maranhão, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito localizado em Minas Gerais, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1- ALQ intra) ] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindose, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sexta. Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 254 ICMS Suplemento Especial
248 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula sétima. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula oitava. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] Código NCM/SH ANEXO ÚNICO Descrição MVA (%) ORIGINAL Argamassas e concretos, não refratários 33, , Argamassas, seladoras, massas para revestimento aditivos para argamassas e afins 33, , , Produtos de qualquer espécie utilizados como colas ou adesivos, acondicionados para venda a retalho 48,02 como colas ou adesivos, com peso líquido não superior a 1 kilo, exceto cola bastão, cola instantânea e cola branca escolar Revestimentos de PVC e outros plásticos; 38, Forro, sancas e afins de PVC, para uso na construção civil 38, Tubos e seus acessórios (por exemplo, juntas, cotovelos, flanges, uniões), de plásticos, para uso na 30,74 construção civil Revestimento de pavimento de PVC e outros plásticos 32, Veda rosca, lona plástica, fitas isolantes e afins 28, Banheiras, boxes para chuveiros, pias, lavatórios, bidês, sanitários e seus assentos e tampas, caixas de descarga e artigos semelhantes para usos sanitários ou higiênicos, de plásticos 39, Telhas, cumeeiras e caixas d água de polietileno e outros plásticos 43, Portas, janelas e afins, de plástico 35, Postigos, estores (incluídas as venezianas) e artefatos semelhantes e suas partes 48, Outras obras de plástico, para uso na construção civil 30, Fitas emborrachadas 27, Tubos de borracha vulcanizada não endurecida, mesmo providos dos respectivos acessórios (por 42,35 exemplo, juntas, cotovelos, flanges, uniões) para uso na construção civil Juntas, gaxetas e semelhantes, de borracha vulcanizada não endurecida, para uso não automotivo 47, Pisos de madeira 34, Painéis de partículas, painéis denominados oriented strand board (OSB) e painéis semelhantes (por 34,61 exemplo, waferboard ), de madeira ou de outras matérias lenhosas, recobertos na superfície com papel impregnado de melamina, mesmo aglomeradas com resinas ou com outros aglutinantes orgânicos, em ambas as faces, com película protetora na face superior e trabalho de encaixe nas quatro laterais, dos tipos utilizados para pavimentos Pisos laminados com base de MDF (Médium Density Fiberboard) e/ou madeira 33, Papel de parede e revestimentos de parede semelhantes; papel para vitrais 51, Obras de marcenaria ou de carpintaria para construções, incluídos os painéis celulares, os painéis 37,27 montados para revestimento de pavimentos (pisos) e as fasquias para telhados shingles e shakes, de madeira Tapetes e outros revestimentos para pavimentos (pisos), de matérias têxteis, tufados, mesmo confeccionados 36,83 Suplemento Especial ICMS 255
249 Código NCM/SH Descrição Tapetes e outros revestimentos para pavimentos (pisos), de feltro, exceto os tufados e os flocados, mesmo confeccionados MVA (%) ORIGINAL Persianas de materiais têxteis 47, Ladrilhos de mármores, travertinos, lajotas, quadrotes, alabastro, ônix e outras rochas carbonáticas, 42,98 e ladrilhos de granito, cianito, charnokito, diorito, basalto e outras rochas silicáticas, com área de até 2m Abrasivos naturais ou artificiais, em pó ou em grãos, aplicados sobre matérias têxteis, papel, cartão ou outras matérias, mesmo recortados, costurados ou reunidos de outro modo 35, Manta asfáltica 34, Painéis, chapas, ladrilhos, blocos e semelhantes, de fibras vegetais, de palha ou de aparas, partículas, serragem (serradura) ou de outros desperdícios de madeira, aglomerados com cimento, gesso ou outros aglutinantes minerais, para uso na construção civil 69, Obras de gesso ou de composições à base de gesso 28, Obras de cimento, de concreto ou de pedra artificial, mesmo armadas, exceto poste acima de 3 m de 35,46 altura e tubos, laje, pré laje e mourões Caixas d água, tanques e reservatórios e suas tampas, telhas, calhas, cumeeiras e afins, de fibrocimento, 36,00 cimento-celulose ou semelhantes, contendo ou não amianto COM frete incluso na BC da Retenção Tijolos, placas (lajes), ladrilhos e outras peças cerâmicas de farinhas siliciosas fósseis ( kieselghur, 69,43 tripolita, diatomita, por exemplo) ou de terras siliciosas semelhantes Pias, lavatórios, colunas para lavatórios, banheiras, bidês, sanitários, caixas de descarga, mictórios e 34,29 aparelhos fixos semelhantes para usos sanitários, de cerâmica Ladrilhos e placas de cerâmica, exclusivamente para pavimentação ou revestimento 35, Artefatos de higiene/toucador, de cerâmica 57, Vidro vazado ou laminado, em chapas, folhas ou perfis, mesmo com camada absorvente, refletora ou 36,08 não, mas sem qualquer outro trabalho Vidro estirado ou soprado, em folhas, mesmo com camada absorvente, refletora ou não, mas sem 69,43 qualquer outro trabalho Vidro flotado e vidro desbastado ou polido em uma ou em ambas as faces, em chapas ou em folhas, mesmo com camada absorvente, refletora ou não, mas sem qualquer outro trabalho 34, Vidros temperados 33, Vidros laminados 34, Vidros isolantes de paredes múltiplas 49, Espelhos de vidro, mesmo emoldurados, excluídos os de uso automotivo 38, Barras próprias para construções, inclusive vergalhões de aço 40, Vergalhões de ferro 27, Blocos, placas, tijolos, ladrilhos, telhas, e outros artefatos, de vidro prensado ou moldado, mesmo armado, para a construção, inclusive tijolos de vidro; cubos, pastilhas e outros artigos semelhantes 61,20 36, Fios de ferro ou aço não ligados, não revestidos, mesmo polidos cordas, cabos, tranças (entrançados), lingas e artefatos semelhantes, de ferro ou aço, não isolados para usos elétricos 37, Outros fios de ferro ou aço, não ligados, galvanizados 39, Acessórios para tubos (inclusive uniões, cotovelos, luvas ou mangas), de ferro fundido, ferro ou aço 33, Portas e janelas e seus caixilhos, alizares e soleiras de ferro fundido, ferro ou aço 29, Material para andaimes, para armações (cofragens) e para escoramentos, (inclusive armações prontas, para estruturas de concreto armado ou argamassa armada), eletrocalhas e perfilados de ferro fundido, ferro ou aço, próprios para construção 29, ICMS Suplemento Especial
250 Código NCM/SH Descrição Caixas diversas (tais como caixa de correio, de entrada de água, de energia, de instalação) de ferro ou aço próprias para construção civil; pias, banheiras, lavatórios, cubas, mictórios, tanques e afins de ferro fundido, ferro ou aço Arame farpado, de ferro ou aço arames ou tiras, retorcidos, mesmo farpados, de ferro ou aço, dos tipos utilizados em cercas MVA (%) ORIGINAL 58, Telas metálicas, grades e redes, de fios de ferro ou aço 31, Correntes de elos soldados, de ferro fundido, de ferro ou aço 41, Tachas, pregos, percevejos, escápulas, grampos ondulados ou biselados e artefatos semelhantes, de ferro fundido, ferro ou aço, mesmo com a cabeça de outra matéria, exceto cobre 41,79 36, Parafusos, pinos ou pernos, roscados, porcas, tira-fundos, ganchos roscados, rebites, chavetas, cavilhas, 44,95 contrapinos, arruelas (incluídas as de pressão) e artefatos semelhantes, de ferro fundido, ferro ou aço Artefatos de higiene ou de toucador, e suas partes, de ferro fundido, ferro ou aço 56, Outras obras moldadas, de ferro fundido, ferro ou aço 56, Abraçadeiras 44, Barras de cobre 31, Tubos de cobre e suas ligas, para instalações de água quente e gás, de uso na construção civil 27, Acessórios para tubos (por exemplo, uniões, cotovelos, luvas ou mangas) de cobre e suas ligas, para uso na construção civil Tachas, pregos, percevejos, escápulas e artefatos semelhantes, de cobre, ou de ferro ou aço com cabeça de cobre, parafusos, pinos ou pernos, roscados, porcas, ganchos roscados, rebites, chavetas, cavilhas, contrapinos, arruelas (incluídas as de pressão), e artefatos semelhantes, de cobre Artefatos de higiene/toucador de cobre 40, Manta de subcobertura aluminizada 34, Acessórios para tubos (por exemplo, uniões, cotovelos, luvas ou mangas), de alumínio, para uso na 39,96 construção civil Construções e suas partes (inclusive pontes e elementos de pontes, torres, pórticos, pilares, colunas, 30,97 armações, estruturas para telhados, portas e janelas, e seus caixilhos, alizares e soleiras, balaustradas, e estruturas de box), de alumínio, exceto as construções, pré-fabricadas da posição 94.06; chapas, barras, perfis, tubos e semelhantes, de alumínio, próprios para construções Artefatos de higiene/toucador de alumínio 45, Outras obras de alumínio, próprias para construções, incluídas as persianas 35, Outras guarnições, ferragens e artigos semelhantes de metais comuns, para construções, inclusive 35, puxadores, exceto persianas de alumínio Cadeados, fechaduras e ferrolhos (de chave, de segredo ou elétricos), de metais comuns, incluídas 36,26 as suas partes fechos e armações com fecho, com fechadura, de metais comuns chaves para estes artigos, de metais comuns excluídos os de uso automotivo Dobradiças de metais comuns, de qualquer tipo 40, Pateras, porta-chapéus, cabides, e artigos semelhantes de metais comuns 49, Tubos flexíveis de metais comuns, mesmo com acessórios, para uso na construção civil 30, Fios, varetas, tubos, chapas, eletrodos e artefatos semelhantes, de metais comuns ou de carbonetos 37,32 metálicos, revestidos exterior ou interiormente de decapantes ou de fundentes, para soldagem (soldadura) ou depósito de metal ou de carbonetos metálicos fios e varetas de pós de metais comuns aglomerados, para metalização por projeção Aquecedores de água não elétricos, de aquecimento instantâneo ou de acumulação 29, Torneiras, válvulas (incluídas as redutoras de pressão e as termostáticas) e dispositivos semelhantes, 30,18 para canalizações, caldeiras, reservatórios, cubas e outros recipientes Partes de máquinas e aparelhos para soldadura forte ou fraca e de máquinas e aparelhos para soldar 39,14 metais por resistência Banheira de hidromassagem 31,70 27,67 37,15 Suplemento Especial ICMS 257
251 ICMS - Substituição tributária nas operações com material de limpeza Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com material de limpeza, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados do Maranhão e de Minas Gerais. Protocolo ICMS n o 131, de DOU 1 de , retificado no de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com material de limpeza. Os Estados de Minas Gerais e do Maranhão, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, no Maranhão, no dia 25 de setembro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Maranhão, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito localizado em Minas Gerais, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1- ALQ intra) ] -1, onde: I - MVA ST original é à margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindose, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sexta. Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo 258 ICMS Suplemento Especial
252 Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula sétima. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula oitava. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO CÓDIGO NCM/SH MVA (%) DESCRIÇÃO ORIGINAL Água sanitária, branqueador ou alvejante 57,87 Odorizantes/desodorizantes de ambiente e superfície 53, Pomadas, cremes e preparações semelhantes, para calçados ou para couros. 51, Pastas, pós, saponéceos e outras preparações para arear 58, Facilitadores e goma para passar roupa 64, Inseticidas, rodenticidas, fungicidas, raticidas, repelentes e outros produtos semelhantes, apresentados 25, em formas ou embalagens exclusivamente para uso domissanitário direto Desinfetantes apresentados em quaisquer formas ou embalagens 45, Amaciante/Suavizante 23, Esponjas para limpeza 58, Álcool etílico para limpeza 23, Óleo para conservação e limpeza de móveis e outros artigos de madeira 49, Cloro estabilizado, ácido tricoloro, isocianúrico todos na forma líquida, em pó, granulado, pastilhas ou em tabletes e demais desinfetantes para uso em piscinas; flutuador 3x1 ou 4x Carbonato de sódio 99% 53, Cloreto de hidrogênio (ácido clorídrico) ácido clossufúlrico, em solução aquosa 49, Limpador abrasivo e/ou soda cáustica em forma ou embalagem para uso direto 57, Desumidificador de ambiente 35, Floculantes clarificantes, decantadores à base de cloretos, oxicloretos, hidrocloretos; sulfatos de alumínio 55, e outros sais de alumínio; todos na forma líquida, granulada, em pó, pastilhas, tabletes, todos utilizados em piscinas Tira-manchas e produtos para pré-lavagem de roupas 52, Barrilha carbonatos de sódio, carbonato de cálcio, hidrogeno carbonato de sódio ou bicarbonato de sódio, todos utilizados em piscinas Naftalina 25, Antiferrugem 49,28 45,79 53,21 Suplemento Especial ICMS 259
253 CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Clarificante 55, Controlador de metais 40, Flutuador 4x1 45, Limpa-bordas 50, Preparações lubrificantes e preparações dos tipos utilizados para lubrificar e amaciar matérias têxteis, 49,28 para untar couros, peleteria e outras matérias Neutralizador/eliminador de odor 58, Algicidas, removedores de gorduras e oleosidade, à base de sais, peróxido-sulfato de sódio ou potássio, 59, todos utilizados em piscinas Kit teste ph/cloro, fita-teste 51, Produtos para limpeza pesada 46, Redutor de ph: produtos em solução aquosa ou não, de ácidos clorídricos, sulfúrico fosfórico, e outros redutores de ph da posição , todos utilizados em piscinas Sacos de lixo de conteúdo igual ou inferior a 100 litros 49, Rodilhas, esfregões, panos de prato ou de cozinha, flanelas e artefatos de limpeza semelhantes 46, Aparelhos mecânicos ou elétricos odorizantes, desinfetantes e afins 49, Vassouras, rodos, cabos e afins 49,28 28,26 ICMS - Substituição tributária nas operações com materiais elétricos Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com materiais elétricos, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados do Maranhão e de Minas Gerais. Protocolo ICMS n o 132, de DOU 1 de , retificado no de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com materiais elétricos. Os Estados de Minas Gerais e do Maranhão, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, no Maranhão, no dia 25 de setembro de 2009, Considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Maranhão, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; 260 ICMS Suplemento Especial
254 II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito localizado em Minas Gerais, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1- ALQ intra) ] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindose, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sexta. Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula sétima. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula oitava. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO NCM/SH DESCRIÇÃO Transformadores, conversores, retificadores, bobinas de reatância e de auto indução, exceto os transformadores de potência superior a 16 KVA, classificados nas subposições e , os da subposição , os reatores para lâmpadas elétricas de descarga classificados na subposição , os carregadores de acumuladores NCM , os equipamentos de alimentação ininterrupta de energia (UPS ou no break ), subposição e os produtos de uso automotivo. MVA (%) ORIGINAL 55, Eletrobombas submersíveis 36, Lanternas elétricas portáteis destinadas a funcionar por meio de sua própria fonte de energia (por 39,14 exemplo: de pilhas, de acumuladores, de magnetos) Aquecedores elétricos de água, incluídos os de imersão, chuveiros ou duchas elétricos, torneiras elétricas, resistências de aquecimento, inclusive as de duchas e chuveiros elétricos e suas partes 37,09 Suplemento Especial ICMS 261
255 NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Aparelhos elétricos para telefonia ou telegrafia por fio, incluídos os aparelhos telefônicos por fio conjugado 36,53 com aparelho telefônico portátil sem fio, e os aparelhos de telecomunicação por corrente porta- dora ou de telecomunicação digital; videofone Interfones, seus acessórios, tomadas e plugs 36, Outros aparelhos telefônicos e videofones, exceto telefone celular 37, Partes reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas aos aparelhos das posições ,14 a Outras antenas, exceto para telefones celulares 45, Aparelhos elétricos de sinalização acústica ou visual (por exemplo, campainhas, sirenes, quadros 39,14 indicadores, aparelhos de alarme para proteção contra roubo ou incêndio) Aparelhos elétricos de alarme, para proteção contra roubo ou incêndio e aparelhos semelhantes 43, Outros aparelhos de sinalização acústica ou visual 33, Resistências elétricas (incluídos os reostatos e os potenciômetros), exceto de aquecimento 39, Circuitos impressos, exceto os de uso automotivo 39, Aparelhos para interrupção, seccionamento, proteção, derivação, ligação ou conexão de circuitos 45,09 elétricos (por exemplo, interruptores, comutadores, corta-circuitos, pára-raios, limitadores de tensão, eliminadores de onda, tomadas de corrente e outros conectores, caixas de junção), para tensão superior a 1.000V, exceto os de uso automotivo classificados na subposição Aparelhos para interrupção, seccionamento, proteção, derivação, ligação ou conexão de circuitos 33,54 elétricos (por exemplo, interruptores, comutadores, relés, corta-circuitos, eliminadores de onda, plugues e tomadas de corrente, suportes para lâmpadas e outros conectores, caixas de junção), para uma tensão não superior a 1.000V; conectores para fibras ópticas, feixes ou cabos de fibras ópticas, exceto os de uso automotivo Quadros, painéis, consoles, cabinas, armários e outros suportes com dois ou mais aparelhos das posições 40, ou 85.36, para comando elétrico ou distribuição de energia elétrica, incluídos os que incor- porem instrumentos ou aparelhos do Capítulo 90, bem como os aparelhos de comando numérico Partes reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinadas aos aparelhos das posições 85.35, 40, ou Diodos emissores de luz (LED), exceto diodos laser 29, Fios, cabos (incluídos os cabos coaxiais) e outros condutores, isolados ou não, para usos elétricos 22, (incluídos os de cobre ou alumínio, envernizados ou oxidados anodicamente), mesmo com peças de conexão; fios e cabos telefônicos e para transmissão de dados; cabos de fibras ópticas, constituídos de fibras embainhadas individualmente, mesmo com condutores elétricos ou munidos de peças de conexão; cordas, cabos, tranças e semelhantes, de alumínio e de cobre, não isolados para uso elétricos Fios e cabos elétricos, para tensão não superior a 1000V 37, Isoladores de qualquer matéria, para usos elétricos 31, Peças isolantes inteiramente de matérias isolantes, ou com simples peças metálicas de montagem 63,94 (suportes roscados, por exemplo) incorporadas na massa, para máquinas, aparelhos e instalações elétricas; tubos isoladores e suas peças de ligação, de metais comuns, isolados interiormente Aparelhos e instrumentos para medida ou controle da tensão, intensidade, resistência ou da potência, 33,08 sem dispositivo registrador Analisadores lógicos de circuitos digitais, de espectro de frequência, frequêncimetros, fasimetros, e 31,49 outros instrumentos e aparelhos de controle de grandezas elétricas e detecção Interruptores horários e outros aparelhos que permitam acionar um mecanismo em tempo determinado, 30,69 munidos de maquinismo de aparelhos de relojoaria ou de motor síncrono Aparelhos de iluminação (incluídos os projetores) e suas partes, não especificados nem compreendidos em outras posições; anúncios, cartazes ou tabuletas e placas indicadoras luminosos, e artigos semelhantes, contendo uma fonte luminosa fixa permanente, e suas partes não especificadas nem compreendidas em outras posições 39, Lustres e outros aparelhos elétricos de iluminação, próprios para serem suspensos ou fixados no teto 46,20 ou na parede, exceto os dos tipos utilizados na iluminação pública, e suas partes Abajures de cabeceira, de escritório e lampadários de interior, elétricos e suas partes 39,45 Outros aparelhos elétricos de iluminação e suas partes 39, ICMS Suplemento Especial
256 ICMS - Substituição tributária nas operações com artigos de papelaria Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com artigos de papelaria, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados do Maranhão e de Minas Gerais. Protocolo ICMS n o 133, de DOU 1 de , retificado no de Dispõe sobre a sobre a substituição tributária nas operações com artigos de papelaria. Os Estados de Minas Gerais e do Maranhão, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, no Maranhão, no dia 25 de setembro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Maranhão, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito localizado em Minas Gerais, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1- ALQ intra) ] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindose, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sexta. Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota Suplemento Especial ICMS 263
257 interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula oitava. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula nona. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] ANEXO ÚNICO CÓDIGO MVA (%) DESCRIÇÃO NCM/SH ORIGINAL Tinta guache 29, Papel fotográfico 29, Corretivo 29, Borracha de apagar, inclusive caneta borracha e lápis borracha 29, Maletas e pastas para documentos e de estudante, e artefatos semelhantes 29, Prancheta 29, Barbante de algodão e de fibra sintética combinada com algodão 29, Apontador de lápis 29, Instrumento de desenho, de traçado ou de cálculo 29, Pincéis de escrever e desenhar 29, canetas esferográficas, canetas e marcadores, com ponta de feltro ou com outras pontas porosas, 29,89 canetas-tinteiro e outras canetas, estiletes para duplicadores, lapiseiras, canetas porta-penas, portalápis e artigos semelhantes, suas partes (incluídas as tampas e prendedores) Lápis, minas, pastéis, carvões, gizes para escrever ou desenhar e gizes de alfaiate 29, Massas ou pastas para modelar, próprias para recreação de crianças 37, Espiral - perfil para encadernação, de plástico e outros materiais das posições a , Papel celofane 37, Artigos de escritório e artigos escolares de plástico e outros materiais das posições a 39.14, 37,50 exceto estojos Papel seda 37, Quadro branco, verde e cortiça 37, Bobina para fax 29, Bobina branca para máquina de calcular ou PDV 29, Cartolina escolar e papel cartão, brancos e coloridos; recados auto adesivos (LP note); papéis de 37, presente Papel impermeável 37, Papel crepon 37, Papel almaço 37, Papel fantasia 37, papel-carbono, papel autocopiativo e outros papéis para cópia ou duplicação (incluídos os papéis para estênceis ou para chapas ofsete), estênceis completos e chapas ofsete, de papel, em folhas, mesmo acondicionados em caixas Papel hectográfico 37, envelopes, aerogramas, bilhetes-postais não ilustrados e cartões para correspondência, de papel 37,50 ou cartão, caixas, sacos e semelhantes, de papel ou cartão, contendo um sortido de artigos para correspondência livros de registro e de contabilidade, blocos de notas, de encomendas, de recibos, de apontamentos, de papel para cartas, agendas e artigos. semelhantes, cadernos, pastas para documentos, classificadores, capas para encadernação (de folhas soltas ou outras), capas de processos e outros artigos escolares, de escritório ou de papelaria, incluídos os formulários em blocos tipo manifold, mesmo com folhas intercaladas de papel-carbono, de papel ou cartão, álbuns para amostras ou para coleções e capas para livros, de papel ou cartão 37,50 37, ICMS Suplemento Especial
258 CÓDIGO MVA (%) DESCRIÇÃO NCM/SH ORIGINAL cartões postais impressos ou ilustrados, cartões impressos com votos ou mensagens pessoais, mesmo 37,50 ilustrados, com ou sem envelopes, guarnições ou aplicações (conhecidos como cartões de ex- pressão social - de época/sentimento) Papel camurça 37, Papel laminado e papel espelho 37, Apagador para quadro 37, Lousas e quadros para escrever ou desenhar, mesmo emoldurados 37, Papel cortado tipos A4, ofício I e II, e carta 24, Estojo escolar; estojo para objetos de escrita 29, Porta-canetas 29, Cola bastão e cola escolar 29,89 ICMS - Substituição tributária nas operações com ferramentas - Alterações Este ato altera dispositivos do Protocolo ICMS n o 39/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com ferramentas, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 134, de 1 o DOU 1 de Altera o Protocolo ICMS n o 27/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com ferramentas. Os Estados de Minas Gerais e de São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em São Paulo, no dia 1 o de outubro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. O parágrafo único da cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 27/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente. Cláusula segunda. O 1 o da cláusula terceira do Protocolo ICMS n o 27/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1- ALQ intra) ] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. Cláusula terceira. A cláusula sétima do Protocolo ICMS n o 27/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Cláusula sétima Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula quarta. O Anexo Único do Protocolo ICMS n o 27/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Suplemento Especial ICMS 265
259 ANEXO ÚNICO Código NCM/ SH Descrição MVA (%) Original Ferramentas de borracha vulcanizada não endurecida 37, Ferramentas, armações e cabos de ferramentas, de madeira 37, Mós e artefatos semelhantes, sem armação, para moer, desfibrar, triturar, amolar, polir, retificar ou cortar; 39,64 pedras para amolar ou para polir, manualmente, e suas partes, de pedras naturais, de abrasivos naturais ou artificiais aglomerados ou de cerâmica, mesmo com partes de outras matérias Pás, alviões, picaretas, enxadas, sachos, forcados e forquilhas, ancinhos e raspadeiras; machados, 32,92 podões e ferramentas semelhantes com gume; tesouras de podar de todos os tipos; foices e foicinhas, facas para feno ou para palha, tesouras para sebes, cunhas e outras ferramentas manuais para agricultura, horticultura ou silvicultura Serras manuais; folhas de serras de todos os tipos (incluídas as fresas-serras e as folhas não dentadas 30,17 para serrar) Limas, grosas, alicates (mesmo cortantes), tenazes, pinças, cisalhas para metais, corta-tubos, cortapinos, 29,20 saca-bocados e ferramentas semelhantes, manuais (exceto pinças para sobrancelhas - NCM ) Chaves de porcas, manuais (incluídas as chaves dinamométricas); chaves de caixa intercambiáveis, 37,15 mesmo com cabos Ferramentas manuais (incluídos os diamantes de vidraceiro) não especificadas nem compreendidas 42,98 em outras posições, lamparinas ou lâmpadas de soldar (maçaricos) e semelhantes; tornos de apertar, sargentos e semelhantes, exceto os acessórios ou partes de máquinas-ferramentas; bigornas; forjasportáteis; mós com armação, manuais ou de pedal Ferramentas de pelo menos duas das posições a 82.05, acondicionadas em sortidos para venda 37,07 a retalho Ferramentas intercambiáveis para ferramentas manuais, mesmo mecânicas, ou para máquinas-ferramentas 35,00 (por exemplo: de embutir, estampar, puncionar, roscar, furar, mandrilar, brochar, fresar, tornear, aparafusar), incluídas as fieiras de estiragem ou de extrusão, para metais, e as ferramentas de perfuração ou de sondagem, exceto forma ou gabarito de produtos em epoxy Facas e lâminas cortantes, para máquinas ou para aparelhos mecânicos 45, Plaquetas, varetas, pontas e objetos semelhantes para ferramentas, não montados, de ceramais (cermets) 47, Facas (exceto as da posição 82.08) de lâmina cortante ou serrilhada, incluídas as podadeiras de lâmina 30,70 móvel, e suas lâminas, exceto as de uso doméstico Tesouras e suas lâminas 44, Instrumentos e aparelhos de geodésia, topografia, agrimensura, nivelamento, fotogrametria, hidrografia, oceanografia, hidrologia, meteorologia ou de geofísica, exceto bússolas; telêmetros 37, Instrumentos de desenho, de traçado ou de cálculo; metros, micrômetros, paquímetros, calibres e semelhantes; partes e acessórios Termômetros, exceto os clínicos, suas partes e acessórios 37,15 Pirômetros, suas partes e acessórios 37,15 49,47 Cláusula quinta. Ficam revogadas as cláusulas quinta e oitava do Protocolo ICMS n o 27/2009. Cláusula sexta. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] 266 ICMS Suplemento Especial
260 ICMS - Substituição tributária nas operações com produtos alimentícios - Alterações Este ato altera dispositivos do Protocolo ICMS n o 28/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com produtos alimentícios, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 135, de 1 o DOU 1 de Altera o Protocolo ICMS n o 28/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos alimentícios. Os Estados de Minas Gerais e de São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em São Paulo, no dia 1 o de outubro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. O parágrafo único da cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 28/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente. Cláusula segunda. O 1 o da cláusula terceira do Protocolo ICMS n o 28/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1- ALQ intra) ] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. Cláusula terceira. A cláusula sétima do Protocolo ICMS n o 28/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Cláusula sétima Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula quarta. As mercadorias relativas aos grupos abaixo identificados do Anexo Único do Protocolo ICMS n o 28/2009 passam a vigorar com a seguinte redação: (...) Código NCM/ SH Chocolates Descrição MVA (%) ORIGINAL Chocolate branco em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg 43, Chocolates contendo cacau, em embalagens de conteúdo inferior ou igual a 1 kg 43, Chocolate em barras, tabletes ou blocos ou no estado líquido, em pasta, em pó, grânulos ou formas 43, semelhantes, em recipientes ou embalagens imediatas de conteúdo igual ou inferior a 2 kg Chocolates e outras preparações alimentícias contendo cacau, em embalagens de conteúdo igual ou 43,23 inferior a 1 kg, excluídos os achocolatados em pó Achocolatados em pó, em embalagens de conteúdo igual ou inferior a 1 kg 24, Caixas de bombons contendo cacau, em embalagens de conteúdo entre 400g a 1 kg 24, Bombons, inclusive à base de chocolate branco, caramelos, confeitos, pastilhas e outros produtos de confeitaria, sem cacau 43,23 Gomas de mascar com ou sem açúcar 57, Bombons, balas, caramelos, confeitos, pastilhas e outros produtos de confeitaria, contendo cacau 43,23 Suplemento Especial ICMS 267
261 Código NCM/ SH Chocolates Descrição MVA (%) ORIGINAL Balas, caramelos, confeitos, pastilhas e produtos semelhantes sem açúcar 57,33 (...) Código NCM/ SH Laticínios e matinais Descrição MVA (%) ORIGINAL Leite em pó, blocos ou grânulos, exceto creme de leite 20, Preparações em pó para elaboração de bebidas instantâneas, em embalagens de conteúdo inferior a 1 kg Leite modificado para alimentação de lactentes 43, Farinha láctea 49, Preparações para alimentação infantil à base de farinhas, grumos, sêmolas ou amidos e outros 49,87 Creme de Leite, em recipiente inferior ou igual a 1 kg 18, Iogurte e Leite Fermentado, em recipiente de conteúdo inferior ou igual a 2 litros 20, Requeijão e similares em recipiente de conteúdo inferior ou igual a 1 kg, 31, Manteiga em embalagem de conteúdo inferior ou igual a 1 kg 44, Margarina e creme vegetal, em recipiente de conteúdo inferior ou igual a 1 kg 23,00 24,73 Código NCM/ SH Snacks, cereais e Congêneres Descrição MVA (%) ORIGINAL Produtos à base de cereais, obtidos por expansão ou torrefação 37, Salgadinhos diversos 37, Batata frita, inhame e mandioca fritos 37, Amendoim e castanha aperitivo em embalagem de conteúdo igual ou inferior a 1 kg 55,00 (...) Código NCM/ SH Produtos à base de trigo e farinhas Descrição Massas alimentícias, cozidas ou recheadas (de carne ou de outras substâncias) ou preparadas de outro modo, inclusive macarrão pré-cozido (instantâneo) MVA (%) ORIGINAL 30, Pão denominado knackebrot 26, Bolo de forma, pães industrializados, inclusive de especiarias 26, Biscoitos e bolachas, exceto os derivados do trigo, dos tipos cream cracker, água e sal, maisena, 37,88 maria e outros de consumo popular, classificados na posição da NCM/SH, desde que não sejam adicionados de cacau, recheados, cobertos ou amanteigados, independentemente de sua denominação comercial Waffles e wafers 51, Torradas, pão torrado e produtos semelhantes torrados 26, Outros pães de forma 26, Outras bolachas, exceto casquinhas para sorvete 26, Outros pães e bolos industrializados e produtos de panificação não especificados anteriormente, exceto casquinhas para sorvete 26, ICMS Suplemento Especial
262 (...) Cláusula quinta. O grupo Óleos do Anexo Único do Protocolo ICMS n o 28/2009 passa a vigorar acrescido da mercadoria misturas de óleos refinados (...), com a seguinte redação: Misturas de óleos refinados, para consumo humano, em recipientes com capacidade inferior ou igual a 5 litros 41,22 Cláusula sexta. O grupo Outros do Anexo Único do Protocolo ICMS n o 28/2009 passa a vigorar acrescido da mercadoria pós (...) para fabricação de (...), com a seguinte redação: Pós, inclusive com adição de açúcar ou outro edulcorante, para a fabricação de pudins, cremes, sorvetes, flans, gelatinas ou preparações similares, de conteúdo inferior ou igual a 500 g. 57,33 Cláusula sétima. O item relativo à mercadoria Vinagres e seus sucedâneos (...) do grupo Molhos, Temperos e Condimentos do Anexo Único do Protocolo ICMS n o 28/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: (...) Vinagres e seus sucedâneos obtidos a partir do ácido acético, para usos alimentares, em embalagens imediatas de conteúdo inferior ou igual a 1 litro (...) 46,85 Cláusula oitava. Ficam revogadas as cláusulas quinta e oitava do Protocolo ICMS n o 28/2009. Cláusula nona. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] Os Estados de Minas Gerais e de São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em São Paulo, no dia 1 o de outubro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte: PROTOCOLO Cláusula primeira. O parágrafo único da cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 29/09 passa a vigorar com a seguinte redação: Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente. Cláusula segunda. O 1 o da cláusula terceira do Protocolo ICMS n o 29/09 passa a vigorar com a seguinte redação: 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1 - ALQ intra) ] - 1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. Cláusula terceira. A cláusula sétima do Protocolo ICMS n o 29/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: ICMS - Substituição tributária nas operações com bicicletas - Alterações Este ato altera dispositivos do Protocolo ICMS n o 29/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com bicicletas, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 136, de 1 o DOU 1 de Altera o Protocolo ICMS n o 29/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com bicicletas. Cláusula sétima Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula quarta. O Anexo Único do Protocolo ICMS n o 29/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Suplemento Especial ICMS 269
263 ANEXO ÚNICO do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente. Código NCM/SH Descrição Bicicletas e outros ciclos (incluídos os triciclos) sem motor Partes, peças e acessórios, incluídos pneus novos e câmaras-de-ar, de borracha, dos tipos utilizados em bicicleta e aparelhos de iluminação e sinalização dos tipos utilizados em bicicleta MVA (%) Original 47,00 64,67 Cláusula quinta. Ficam revogadas as cláusulas quinta e oitava do Protocolo ICMS n o 29/09. Cláusula sexta. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] Cláusula segunda. O 1 o da cláusula terceira do Protocolo ICMS n o 30/09 passa a vigorar com a seguinte redação: 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1- ALQ intra) ] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; ICMS - Substituição tributária nas operações com colchoaria - Alterações Este ato altera dispositivos do Protocolo ICMS n o 30/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com colchoaria, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 137, de 1 o DOU 1 de Altera o Protocolo ICMS n o 30/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com colchoaria. Os Estados de Minas Gerais e de São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em São Paulo, no dia 1 o de outubro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. O parágrafo único da cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 30/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. Cláusula terceira. A cláusula sétima do Protocolo ICMS n o 30/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Cláusula sétima Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula quarta. Ficam revogadas as cláusulas quinta e oitava do Protocolo ICMS n o 30/2009. Cláusula quinta. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] 270 ICMS Suplemento Especial
264 ICMS - Substituição tributária nas operações com produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos - Alterações Este ato altera dispositivos do Protocolo ICMS n o 31/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 138, de 1 o DOU 1 de Altera o Protocolo ICMS n o 31/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos. Os Estados de Minas Gerais e de São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em São Paulo, no dia 1 o de outubro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. O parágrafo único da cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 31/09 passa a vigorar com a seguinte redação: Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente. Cláusula segunda. O 1 o da cláusula terceira do Protocolo ICMS n o 31/09 passa a vigorar com a seguinte redação: 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1- ALQ intra) ] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. Cláusula terceira. A cláusula sétima do Protocolo ICMS n o 31/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Cláusula sétima Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula quarta. O Anexo Único do Protocolo ICMS n o 31/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: ANEXO ÚNICO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Fogões de cozinha de uso doméstico e suas partes 38, Combinações de refrigeradores e congeladores ( freezers ), munidos de portas exteriores separadas 37, Refrigeradores do tipo doméstico, de compressão 34, Outros refrigeradores do tipo doméstico 48, Congeladores ( freezers ) horizontais tipo arca, de capacidade não superior a 800 litros 41, Congeladores ( freezers ) verticais tipo armário, de capacidade não superior a 900 litros 40, Outros congeladores ( freezers ) 37,22 Suplemento Especial ICMS 271
265 NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Bebedouros refrigerados para água 28, Mini Adega e similares 25, Máquinas para produção de gelo 50, Partes dos Refrigeradores, Congeladores e Mini Adegas, descritos nos itens 2, 3, 4, 5, 6 e 7 40, Secadoras de roupa de uso doméstico 27, Outras secadoras de roupas e centrífugas para uso doméstico 37, Partes das secadoras de roupas e centrífugas de uso doméstico e dos aparelhos para filtrar ou depurar água, descritos nas posições ; e Máquinas de lavar louça do tipo doméstico e suas partes 41, Máquinas que executem pelo menos duas das seguintes funções: impressão, cópia ou transmissão de telecópia (fax), capazes de ser conectadas a uma máquina automática para processamento de dados ou a uma rede Outras impressoras, máquinas copiadoras e tele copiadores (fax), mesmo combinados entre si, capazes de ser conectados a uma máquina automática para processamento de dados ou a uma rede Outras máquinas e aparelhos de impressão por meio de blocos, cilindros e outros elementos de impressão 32,34 da posição 84.42; e de outras impressoras, máquinas copiadoras e tele copiadores (fax), mesmo combinados entre si, suas partes e acessórios Máquinas de lavar roupa, mesmo com dispositivos de secagem, de uso doméstico, de capacidade 31,06 não superior a 10 kg, em peso de roupa seca, inteiramente automáticas Máquinas de costura de uso doméstico 44, Outras máquinas de lavar roupa, mesmo com dispositivos de secagem, de uso doméstico, com secador 38,58 centrífugo incorporado Outras máquinas de lavar roupa, mesmo com dispositivos de secagem, de uso doméstico 31, Máquinas de lavar roupa, mesmo com dispositivos de secagem, de uso doméstico, de capacidade 31,70 superior a 10 kg, em peso de roupa seca Partes de máquinas de lavar roupa, mesmo com dispositivos de secagem, de uso doméstico 31, Máquinas de secar de uso doméstico, e suas partes, de capacidade não superior a 10kg, em peso 32,01 de roupa seca Outras máquinas de secar de uso doméstico 48, Partes de máquinas de secar de uso doméstico 40, Máquinas automáticas para processamento de dados, portáteis, de peso não superior a 10 kg, contendo 24,43 pelo menos uma unidade central de processamento, um teclado e uma tela Outras máquinas automáticas para processamento de dados 38, Unidades de processamento, de pequena capacidade, exceto as das subposições e , 22,03 podendo conter, no mesmo corpo, um ou dois dos seguintes tipos de unidades: unidade de memória, unidade de entrada e unidade de saída; baseadas em microprocessadores, com capacidade de instalação, dentro do mesmo gabinete, de unidades de memória da subposição , podendo conter múltiplos conectores de expansão (slots), e valor FOB inferior ou igual a US$ ,00, por unidade Unidades de entrada, exceto as das posições , Outras unidades de entrada ou de saída, podendo conter, no mesmo corpo, unidades de memória 37, Unidades de memória 34, Outras máquinas automáticas para processamento de dados e suas unidades; leitores magnéticos ou ópticos, máquinas para registrar dados em suporte sob forma codificada, e máquinas para processamento desses dados, não especificadas nem compreendidas em outras posições. 27, Partes e acessórios das máquinas da posição , Outros transformadores, exceto os produtos classificados nas posições e , Carregadores de acumuladores 58, Equipamentos de alimentação ininterrupta de energia (UPS ou no break) 36, Aspiradores 34, Aparelhos eletromecânicos de motor elétrico incorporado, de uso doméstico e suas partes 41, Enceradeiras 43, Chaleiras elétricas 48,40 27,85 26,19 34, ICMS Suplemento Especial
266 NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Ferros elétricos de passar 42, Fornos de microondas 30, Outros fornos; fogareiros (incluídas as chapas decocção), grelhase assadeiras 33, Aparelhos para preparação de café ou de chá 41, Torradeiras 30, Outros aparelhos eletrotérmicos para uso doméstico 37, Partes das chaleiras, ferros, fornos e outros aparelhos eletrotérmicos da posição 85.16, descritos nos itens 33, 34, 35, 36 e Aparelhos telefônicos por fio com unidade auscultador-microfone sem fio 38, Telefones para redes sem fio, exceto celulares e os de uso automotivo 21, Outros aparelhos telefônicos 40, Aparelhos para transmissão ou recepção de voz, imagem ou outros dados em rede com fio, exceto os das posições , e Microfones e seus suportes; alto-falantes, mesmo montados nos seus receptáculos, fones de ouvido 41,69 (auscultadores), mesmo combinados com microfone e conjuntos ou sortidos constituídos por um microfone e um ou mais alto-falantes, amplificadores elétricos de audiofreqüência, aparelhos elétricos de amplificação de som; suas partes e acessórios. Exceto os de uso automotivo Aparelhos de gravação de som; aparelhos de reprodução de som; aparelhos de gravação e de reprodução 41,69 de som; partes e acessórios. Exceto os de uso automotivo Outros aparelhos de gravação de som; aparelhos de reprodução de som; aparelhos de gravação e de 27,52 reprodução de som; partes e acessórios. Exceto os de uso automotivo Outros aparelhos videofônicos de gravação ou de reprodução, mesmo incorporando um receptor de 23,97 sinais videofônicos Cartões de memória (memory cards) 49, Câmeras fotográficas digitais e câmeras de vídeo e suas partes 40, Aparelhos receptores para radiodifusão, mesmo combinados num mesmo invólucro, com um aparelho 37,22 de gravação ou de reprodução de som, ou com um relógio, exceto os classificados na posição que sejam de uso automotivo Monitores e projetores que não incorporem aparelhos receptores de televisão 37,22 37,87 37, Outros monitores dos tipos utilizados exclusiva ou principalmente com uma máquina automática para 37,60 processamento de dados da posição 84.71, policromáticos Aparelhos receptores de televisão, mesmo que incorporem um aparelho receptor de radiodifusão ou 42,00 um aparelho de gravação ou reprodução de som ou de imagens - Televisores de CRT (tubo de raios catódicos) Aparelhos receptores de televisão, mesmo que incorporem um aparelho receptor de radiodifusão ou 29,06 um aparelho de gravação ou reprodução de som ou de imagens - Televisores de Plasma Outros aparelhos receptores de televisão não dotados de monitores ou display de vídeo 34, Câmeras fotográficas dos tipos utilizadas para preparação de clichês ou cilindros de impressão 37, Câmeras fotográficas para filmes de revelação e copiagem instantâneas 37, Aparelhos de diatermia 37, Aparelhos de massagem 37, Reguladores de voltagem eletrônicos 36, Jogos de vídeo dos tipos utilizáveis com receptor de televisão 29,67 Cláusula sexta. Ficam revogadas as cláusulas quinta e oitava do Protocolo ICMS 31/2009. Cláusula sétima. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] Suplemento Especial ICMS 273
267 ICMS - Substituição tributária nas operações com materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno - Alterações Este ato altera dispositivos do Protocolo ICMS n o 32/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 139, de 1 o DOU 1 de Altera o Protocolo ICMS n o 32/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno. Os Estados de Minas Gerais e de São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em São Paulo, no dia 1 o de outubro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte: PROTOCOLO Cláusula primeira. O parágrafo único da cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 32/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente. Cláusula segunda. O 1 o da cláusula terceira do Protocolo ICMS n o 32/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1- ALQ intra) ] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. Cláusula terceira. A cláusula sétima do Protocolo ICMS n o 32/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Cláusula sétima Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula quarta. Ficam excluídas do Anexo Único do Protocolo ICMS n o 32/2009 as seguintes mercadorias: (...) Colas e outros adesivos preparados, não especificados nem compreendidos em outras posições, produtos de qualquer espécie utilizados como colas ou adesivos, acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos, com peso líquido não superior a 1 kilo, exceto cola bastão, cola instantânea e cola branca escolar (...) Aditivos preparados para cimentos, argamassas ou concretos (...) (...) Barras próprias para construções, exceto os vergalhões de ferro 48,02 33,53 40,36 Vergalhões de ferro 27, Vidros isolantes de paredes múltiplas 49,98 (...) (...) Partes de máquinas e aparelhos para soldadura forte ou fraca e de máquinas e aparelhos para soldar metais por resistência 39,14 Cláusula quinta. Ficam incluídas no Anexo Único do Protocolo ICMS n o 32/2009 as seguintes mercadorias: (...) 274 ICMS Suplemento Especial
268 35.06 Produtos de qualquer espécie utilizados como colas ou adesivos, acondicionados para venda a retalho como colas ou adesivos, com peso líquido não superior a 1 kilo, exceto cola bastão, cola instantânea e cola branca escolar (...) , , , (...) Argamassas, seladoras, massas para revestimento, aditivos para argamassas e afins Tapetes e outros revestimentos para pavimentos (pisos), de feltro, exceto os tufados e os flocados, mesmo confeccionados 48,02 33,53 36,83 (...) Partes de máquinas e aparelhos para soldadura forte ou fraca e de máquinas e aparelhos para soldar metais por resistência (...) 39,14 Cláusula sexta. A mercadoria classificada no código NCM/SH , constante do Anexo Único do Protocolo ICMS n o 32/2009, passa a vigorar com a seguinte redação: (...) Juntas, gaxetas e semelhantes, de borracha vulcanizada não endurecida, para uso não automotivo (...) 47,38 Cláusula sétima. Ficam revogadas as cláusulas quinta e oitava do Protocolo ICMS n o 32/2009. (...) Artefatos de higiene/toucador, de cerâmica (...) 57,10 Cláusula oitava. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] Barras próprias para construções, inclusive vergalhões de aço 40,36 Vergalhões de ferro 27, Blocos, placas, tijolos, ladrilhos, telhas, e outros artefatos, de vidro prensado ou moldado, mesmo armado, para a construção, inclusive tijolos de vidro; cubos, pastilhas e outros artigos semelhantes (...) 61, Vidros isolantes de paredes múltiplas 49,98 (...) Caixas diversas (tais como caixa de correio, de entrada de água, de energia, de instalação) de ferro ou aço próprias para construção civil; pias, banheiras, lavatórios, cubas, mictórios, tanques e afins de ferro fundido, ferro ou aço (...) Artefatos de higiene ou de toucador, e suas partes, de ferro fundido, ferro ou aço Outras obras moldadas, de ferro fundido, ferro ou aço 58,53 56,93 56,93 ICMS - Substituição tributária nas operações com material de limpeza - Alterações Este ato altera dispositivos do Protocolo ICMS n o 33/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com material de limpeza, realizada entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 140, de 1 o DOU 1 de Altera o Protocolo ICMS n o 33/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com material de limpeza. Os Estados de Minas Gerais e de São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em São Paulo, no dia 1 o de outubro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte: Suplemento Especial ICMS 275
269 PROTOCOLO Cláusula primeira. O parágrafo único da cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 33/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente. Cláusula segunda. O 1 o da cláusula terceira do Protocolo ICMS n o 33/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1- ALQ intra) ] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. Cláusula terceira. A cláusula sétima do Protocolo ICMS n o 33/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Cláusula sétima Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula quarta. O Anexo Único do Protocolo ICMS n o 33/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: ANEXO ÚNICO CÓDIGO MVA (%) DESCRIÇÃO NCM/SH ORIGINAL Água sanitária, branqueador ou alvejante 57, Odorizantes/desodorizantes de ambiente e superfície 53, Pomadas, cremes e preparações semelhantes, para calçados ou para couros. 51, Pastas, pós, saponéceos e outras preparações para arear 58, Facilitadores e goma para passar roupa 64, Inseticidas, rodenticidas, fungicidas, raticidas, repelentes e outros produtos semelhantes 25, Desinfetantes apresentados em quaisquer formas ou embalagens, apresentados em formas ou embalagens 45,31 exclusivamente para uso domissanitário direto Amaciante/Suavizante 23, Esponjas para limpeza 58, Álcool etílico para limpeza 23, Óleo para conservação e limpeza de móveis e outros artigos de madeira 49, Cloro estabilizado, ácido tricoloro, isocianúrico todos na forma líquida, em pó, granulado, pastilhas ou em tabletes e demais desinfetantes para uso em piscinas; flutuador 3x1 ou 4x1 45, ICMS Suplemento Especial
270 CÓDIGO MVA (%) DESCRIÇÃO NCM/SH ORIGINAL Carbonato de sódio 99% 53, Cloreto de hidrogênio (ácido clorídrico) ácido clossufúlrico, em solução aquosa 49, Limpador abrasivo e/ou soda cáustica em forma ou embalagem para uso direto 57, Desumidificador de ambiente 35, Floculantes clarificantes, decantadores à base de cloretos, oxicloretos, hidrocloretos; sulfatos de alumínio e outros sais de alumínio; todos na forma líquida, granulada, em pó, pastilhas, tabletes, todos utilizados em piscinas Tira-manchas e produtos para pré-lavagem de roupas 52,07 Barrilha carbonatos de sódio, carbonato de cálcio, hidrogeno carbonato de sódio ou bicarbonato de sódio, todos utilizados em piscinas Naftalina 25, Antiferrugem 49, Clarificante 55, Controlador de metais 40, Flutuador 4x1 45, Limpa-bordas 50, Preparações lubrificantes e preparações dos tipos utilizados para lubrificar e amaciar matérias têxteis, 49,28 para untar couros, peleteria e outras matérias Neutralizador/eliminador de odor 58, Algicidas, removedores de gorduras e oleosidade, à base de sais, peróxido-sulfato de sódio ou potássio, todos utilizados em piscinas Kit teste ph/cloro, fita-teste 51, Produtos para limpeza pesada 46, Redutor de ph: produtos em solução aquosa ou não, de ácidos clorídricos, sulfúrico fosfórico, e outros 28, redutores de ph da posição , todos utilizados em piscinas Sacos de lixo de conteúdo igual ou inferior a 100 litros 49, Rodilhas, esfregões, panos de prato ou de cozinha, flanelas e artefatos de limpeza semelhantes 46, Aparelhos mecânicos ou elétricos odorizantes, desinfetantes e afins 49, Vassouras, rodos, cabos e afins 49,28 55,35 53,21 59,84 Cláusula quinta. Ficam revogadas as cláusulas quinta e oitava do Protocolo ICMS n o 33/2009. Cláusula sexta. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ICMS - Substituição tributária nas operações com artefatos de uso doméstico - Alterações Este ato altera dispositivos do Protocolo ICMS n o 34/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com artefatos de uso doméstico, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 141, de 1 o DOU 1 de Altera o Protocolo ICMS n o 34/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com artefatos de uso doméstico. Suplemento Especial ICMS 277
271 Os Estados de Minas Gerais e de São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em São Paulo, no dia 1 o de outubro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte: PROTOCOLO Cláusula primeira. O parágrafo único da cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 34/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente. Cláusula segunda. O 1 o da cláusula terceira do Protocolo ICMS n o 34/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1- ALQ intra) ] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino.. Cláusula terceira. A cláusula sétima do Protocolo ICMS n o 34/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Cláusula sétima Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula quarta. O Anexo Único do Protocolo ICMS n o 34/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: ANEXO ÚNICO CÓDIGO MVA (%) DESCRIÇÃO NCM/SH ORIGINAL Serviços de mesa e outros utensílios de mesa ou de cozinha, de plástico, inclusive os descartáveis 37, Artigos para serviço de mesa ou de cozinha, de porcelana e de cerâmica 49, Artigos para serviço de mesa ou de cozinha, de louça, inclusive os descartáveis - Estojos 48, Artigos para serviço de mesa ou de cozinha, de louça, inclusive os descartáveis - Avulsos 49, Velas para filtros 103, Objetos de vidro para serviço de mesa ou de cozinha 54, Outros copos exceto de vitrocerâmica - outros copos 55, Objetos para serviço de mesa (exceto copos) ou de cozinha, exceto de vitrocerâmica - outros - pratos 53, Artigos para serviço de mesa ou de cozinha e suas partes, de ferro fundido, ferro, aço, cobre e alumínio 63, Artefatos de uso doméstico, e suas partes, de ferro fundido, ferro ou aço; palha de ferro ou aço; esponjas, 70,05 esfregões, luvas e artefatos semelhantes para limpeza, polimento ou usos semelhantes, de aço inoxidável Outros artefatos de uso doméstico, de higiene ou de toucador, e suas partes, de alumínio; esponjas, 57,62 esfregões, luvas e artefatos semelhantes, para limpeza, polimento ou usos semelhantes, de alumínio 8211 Facas de lâmina cortante ou serrilhada, incluídas as podadeiras de lâmina móvel, e suas lâminas, de 72,69 uso doméstico Facas de mesa de lâmina fixa 71, Facas de lâmina cortante ou serrilhada, incluídas as podadeiras de lâmina móvel, e suas lâminas, para 73,98 cozinha ou açougue Colheres, garfos, conchas, escumadeiras, pás para tortas, facas especiais para peixe ou manteiga, 68,67 pinças para açúcar e artefatos semelhantes Garrafas térmicas e outros recipientes isotérmicos montados, com isolamento produzido pelo vácuo, bem como suas partes (exceto ampolas de vidro) 69, ICMS Suplemento Especial
272 Cláusula quinta. Ficam revogadas as cláusulas quinta e oitava do Protocolo ICMS n o 34/2009. Cláusula sexta. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de [Seguem as assinaturas do Presidente do Confaz, em nome do Ministro de Estado da Fazenda, e dos Secretários da Fazenda e/ou Tributação das Unidades da Federação signatárias] MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1- ALQ intra) ] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. Cláusula terceira. A cláusula sétima do Protocolo ICMS n o 35/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: ICMS - Substituição tributária nas operações com brinquedos - Alterações Este ato altera dispositivos do Protocolo ICMS n o 35/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com brinquedos, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 142, de 1 o DOU 1 de Altera o Protocolo ICMS n o 35/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com brinquedos. Os Estados de Minas Gerais e de São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em São Paulo, no dia 1 o de outubro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula sétima Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula quarta. Ficam revogadas as cláusulas quinta e oitava do Protocolo ICMS n o 35/2009. Cláusula quinta. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] Cláusula primeira. O parágrafo único da cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 35/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente. Cláusula segunda. O 1 o da cláusula terceira do Protocolo ICMS n o 35/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula ICMS - Substituição tributária nas operações com cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e de toucador - Alterações Este ato altera dispositivos do Protocolo ICMS n o 36/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e de toucador, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e de São Paulo. Suplemento Especial ICMS 279
273 Protocolo ICMS n o 143, de 1 o DOU 1 de Altera o Protocolo ICMS n o 36/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e de toucador. Os Estados de Minas Gerais e de São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em São Paulo, no dia 1 o de outubro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte: PROTOCOLO Cláusula primeira. O parágrafo único da cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 36/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente. Cláusula segunda. O 1 o da cláusula terceira do Protocolo ICMS n o 36/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1- ALQ intra) ] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. Cláusula terceira. A Cláusula oitava do Protocolo ICMS n o 36/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Cláusula oitava Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação.. Cláusula quarta. Ficam excluídas do Anexo Único do Protocolo ICMS n o 36/2009 as seguintes mercadorias: (...) Chupetas e bicos para mamadeiras e chupetas (...) ,90 Mamadeiras 50,90 Cláusula quinta. Ficam incluídas no Anexo Único do Protocolo ICMS n o 36/2009 as seguintes mercadorias: (...) Chupetas e bicos para mamadeiras 50,90 (...) Mamadeiras 50, Preparações para manicuros e pedicuros 57, Fios utilizados para limpar os espaços 70,36 interdentais (fios e fitas dentais) Lenços (incluídos os de maquilagem) e 81,02 toalhas de mão Papel toalha do tipo comercializado em 48,62 rolos de 100 m ou mais Toalhas e guardanapos de mesa 56, Tampões higiênicos 66, Absorventes higiênicos externos 64, Absorventes e tampões higiênicos e 66,04 fraldas de fibras têxteis Escovas de dentes, incluídas as escovas para dentaduras 56,39 Cláusula sexta. Ficam revogados os seguintes dispositivos do Protocolo ICMS n o 36/2009: I - a cláusula sexta; II - a cláusula nona; III - a letra f do 1 o da cláusula quarta. Cláusula sétima. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] 280 ICMS Suplemento Especial
274 ICMS - Substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano - Alterações Este ato altera dispositivos do Protocolo ICMS n o 37/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 144, de 1 o DOU 1 de Altera o Protocolo ICMS n o 37/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos farmacêuticos, soros e vacinas de uso humano. Os Estados de Minas Gerais e de São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em São Paulo, no dia 1 o de outubro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte: PROTOCOLO Cláusula primeira. A cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 37/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Cláusula primeira Nas operações interestaduais com os produtos listados no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado de São Paulo, fica atribuída aos estabelecimentos do industrial fabricante na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente. Cláusula segunda. O caput da cláusula terceira do Protocolo ICMS n o 37/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Cláusula terceira Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1- ALQ intra) ] -1, onde: I - MVA ST original é à margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. (...). Cláusula terceira. A cláusula sétima do Protocolo ICMS n o 37/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Cláusula sétima Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação.. Cláusula quarta. Os itens relativos às mercadorias Pastas ( Quates ), gazes (...) e Preparações químicas contraceptivas (...) constantes do Anexo Único do Protocolo ICMS n o 37/2009 passam a vigorar com a seguinte redação: CÓDIGO NCM (...) DESCRIÇÃO 3005 Pastas ( ouates ), gazes, ataduras e artigos análogos (por exemplo, pensos, esparadrapos, sinapismos), impregnados ou recobertos de substâncias famacêuticas ou acondicionados para venda a retalho para usos medicinais, cirúrgicos ou dentários Preparações químicas contraceptivas à base de hormônios, de outros produtos da posição ou de espermicidas (...) LISTA NEGATIVA LISTA POSITIVA LISTA NEUTRA 33,00 38,24 41,38 33,00 38,24 41,38 Suplemento Especial ICMS 281
275 Cláusula quinta. Ficam revogadas as cláusulas quinta e oitava do Protocolo ICMS n o 37/2009. Cláusula sexta. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1- ALQ intra) ] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino.. ICMS - Substituição tributária nas operações com instrumentos musicais - Alterações Este ato altera dispositivos do Protocolo ICMS n o 38/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com instrumentos musicais, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 145, de 1 o DOU 1 de Altera o Protocolo ICMS n o 38/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com instrumentos musicais. Os Estados de Minas Gerais e de São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em São Paulo, no dia 1 o de outubro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte: PROTOCOLO Cláusula primeira. O parágrafo único da cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 38/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente. Cláusula segunda. O 1 o da cláusula terceira do Protocolo ICMS n o 38/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem Cláusula terceira. A cláusula sétima do Protocolo ICMS n o 38/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Cláusula sétima Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula quarta. Ficam revogadas as cláusulas quinta e oitava do Protocolo ICMS n o 38/2009. Cláusula quinta. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ICMS - Substituição tributária nas operações com materiais elétricos - Alterações Este ato altera dispositivos do Protocolo ICMS n o 39/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com materiais elétricos, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e de São Paulo. 282 ICMS Suplemento Especial
276 Protocolo ICMS n o 146, de 1 o DOU 1 de Altera o Protocolo ICMS n o 39/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com materiais elétricos. Os Estados de Minas Gerais e de São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em São Paulo, no dia 1 o de outubro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. O parágrafo único da cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 39/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente. Cláusula segunda. O 1 o da cláusula terceira do Protocolo ICMS n o 39/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1- ALQ intra) ] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; (...) Outros aparelhos telefônicos e videofones, exceto telefone celular (...) (...) Fios, cabos (incluídos os cabos coaxiais) e outros condutores, isolados ou não, para usos elétricos (incluídos os de cobre ou alumínio, envernizados ou oxidados anodicamente), mesmo com peças de conexão; fios e cabos telefônicos e para transmissão de dados; cabos de fibras ópticas, constituídos de fibras embainhadas individualmente, mesmo com condutores elétricos ou munidos de peças de conexão; cordas, cabos, tranças e semelhantes, de alumínio, não isolados para uso elétricos exceto para uso automotivo 37,59 22,30 Cláusula quinta. Ficam incluídas no Anexo Único do Protocolo ICMS n o 39/2009 as seguintes mercadorias: (...) Outros aparelhos telefônicos e videofones, exceto telefone celular (...) (...) Fios, cabos (incluídos os cabos coaxiais) e outros condutores, isolados ou não, para usos elétricos (incluídos os de cobre ou alumínio, envernizados ou oxidados anodicamente), mesmo com peças de conexão; fios e cabos telefônicos e para transmissão de dados; cabos de fibras ópticas, constituídos de fibras embainhadas individualmente, mesmo com condutores elétricos ou munidos de peças de conexão; cordas, cabos, tranças e semelhantes, de alumínio e de cobre, não isolados para uso elétricos, exceto para uso automotivo 37,59 22,30 III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino.. Cláusula terceira. A cláusula sétima do Protocolo ICMS n o 39/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Cláusula sétima. Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula quarta. Ficam excluídas do Anexo Único do Protocolo ICMS n o 39/2009 as seguintes mercadorias: Transformadores, conversores, retificadores, bobinas de reatância e de auto indução, exceto os transformadores de potência superior a 16 KVA, classificados nas subposições e , os da sub-posição , os reatores para lâmpadas elétricas de descarga classificados na subposição , os carregadores de acumuladores NCM , os equipamentos de alimentação ininterrupta de energia (UPS ou no break), subposição e os produtos de uso automotivo Peças isolantes inteiramente de matérias isolantes, ou com simples peças metálicas de montagem (suportes roscados, por exemplo) incorporadas na massa, para máquinas, aparelhos e instalações elétricas; tubos isoladores e suas peças de ligação, de metais comuns, isolados interiormente 55,66 63,94 Suplemento Especial ICMS 283
277 Cláusula sexta. Ficam revogadas as cláusulas quinta e oitava do Protocolo ICMS n o 39/2009. Cláusula sétima. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ICMS - Substituição tributária nas operações com artigos de papelaria - Alterações Este ato altera dispositivos do Protocolo ICMS n o 40/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com artigos de papelaria, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e de São Paulo. Protocolo ICMS n o 147, de 1 o DOU 1 de Altera o Protocolo ICMS n o 40/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com artigos de papelaria. Os Estados de Minas Gerais e de São Paulo, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em São Paulo, no dia 1 o de outubro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte: PROTOCOLO Cláusula primeira. O parágrafo único da cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 40/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente. Cláusula segunda. O 1 o da cláusula terceira do Protocolo ICMS n o 40/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1- ALQ intra) ] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino.. Cláusula terceira. A cláusula sétima do Protocolo ICMS n o 40/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Cláusula sétima Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula quarta. O Anexo Único do Protocolo ICMS n o 40/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: ANEXO ÚNICO CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Tinta guache 29, Papel fotográfico 29, Corretivo 29, Borracha de apagar, inclusive caneta borracha e lápis borracha 29, ICMS Suplemento Especial
278 CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Maletas e pastas para documentos e de estudante, e artefatos semelhantes 29,89 Prancheta 29,89 Barbante de algodão e de fibra sintética combinada com algodão 29, Apontador de lápis 29, Instrumento de desenho, de traçado ou de cálculo 29, Pincéis de escrever e desenhar 29, canetas esferográficas, canetas e marcadores, com ponta de feltro ou com outras pontas porosas, 29,89 canetas-tinteiro e outras canetas, estiletes para duplicadores, lapiseiras, canetas porta-penas, portalápis e artigos semelhantes, suas partes (incluídas as tampas e prendedores) Lápis, minas, pastéis, carvões, gizes para escrever ou desenhar e gizes de alfaiate 29, Massas ou pastas para modelar, próprias para recreação de crianças 37, Espiral - perfil para encadernação, de plástico e outros materiais das posições a , Papel celofane 37, Artigos de escritório e artigos escolares de plástico e outros materiais das posições a 39.14, 37,50 exceto estojos Papel seda 37, Quadro branco, verde e cortiça 37, Bobina para fax 29, Bobina branca para máquina de calcular ou PDV 29, Cartolina escolar e papel cartão, brancos e coloridos; recados auto adesivos (LP note); papéis de 37, presente Papel impermeável 37, Papel crepon 37, Papel almaço 37, Papel fantasia 37, papel-carbono, papel auto copiativo e outros papéis para cópia ou duplicação (incluídos os papéis 37,50 para estênceis ou para chapas ofsete), estênceis completos e chapas ofsete, de papel, em folhas, mesmo acondicionados em caixas Papel hectográfico 37, envelopes, aerogramas, bilhetes-postais não ilustrados e cartões para correspondência, de papel ou 37,50 cartão, caixas, sacos e semelhantes, de papel ou cartão, contendo um sortido de artigos para correspondência livros de registro e de contabilidade, blocos de notas, de encomendas, de recibos, de apontamentos, de papel para cartas, agendas e artigos semelhantes, cadernos, pastas para documentos, classificadores, capas 37,50 para encadernação (de folhas soltas ou outras), capas de processos e outros artigos escolares, de escritório ou de papelaria, incluídos os formulários em blocos tipo manifold, mesmo com folhas intercaladas de papel-carbono, de papel ou cartão, álbuns para amostras ou para coleções e capas para livros, de papel ou cartão cartões postais impressos ou ilustrados, cartões impressos com votos ou mensagens pessoais,mesmo ilustrados, com ou sem envelopes, guarnições ou aplicações (conhecidos como cartões de expressão social - de época/sentimento) 37, Papel camurça 37, Papel laminado e papel espelho 37, Apagador para quadro 37, Lousas e quadros para escrever ou desenhar, mesmo emoldurados 37,50 Suplemento Especial ICMS 285
279 CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Papel cortado tipos A4, ofício I e II, e carta 24, Estojo escolar; estojo para objetos de escrita 29, Porta-canetas 29, Cola bastão e cola escolar 29,89 Cláusula quinta. Ficam revogadas as cláusulas quinta e oitava do Protocolo ICMS 40/2009. Cláusula sexta. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ICMS - Substituição tributária nas operações com suportes elásticos para cama, colchões, inclusive box, travesseiros e pillow - Alterações Este ato altera dispositivos do Protocolo ICMS n o 90/2007, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com suportes elásticos para cama, colchões, inclusive box, travesseiros e pillow, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados do Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Protocolo ICMS n o 148, de DOU 1 de Altera o Protocolo ICMS n o 90/2007, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com suportes elásticos para cama, colchões, inclusive box, travesseiros e pillow. Os Estados do Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Estado de Fazenda, reunidos em São Luís, MA, no dia 25 de setembro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Ficam alterados os seguintes dispositivos do Protocolo ICMS n o 90/2007, de 14 de dezembro de 2007, com as redações que seguem: I - o 2 o da cláusula terceira: 2 o A MVA-ST original é de 65,86%.. II - o 3 o da cláusula terceira: 3 o Da combinação dos 1 o e 2 o, o remetente deve adotar as seguintes MVAs ajustadas nas operações interestaduais: Alíquota interestadual Alíquota interna na unidade federada de destino 12,00% 17,00% 18,00% 12% 65,86% 75,85% 78,00% 7% 75,28% 85,84% 88,11 % Cláusula segunda. Ficam convalidados, até a data da entrada em vigor deste Protocolo, os procedimentos adotados desde 1 o de agosto de 2009 pelos contribuintes dos Estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, no tocante às margens de valor agregado, relativamente às operações destinadas ao Mato Grosso do Sul. Cláusula terceira. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ICMS - Obrigatoriedade da adoção da Escrituração Fiscal Digital (EFD) - Alteração Este ato acrescentou o 2 o na Clásula primeira do Protocolo ICMS n o 77/2008, que dispõe sobre a obrigatoriedade da Escrituração Fiscal Digital (EFD), nos termos das Cláusulas terceira e oitava-a do Convênio ICMS n o 143/2006, que a instituiu ICMS Suplemento Especial
280 Os estabelecimentos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) localizados nos Estados de Alagoas, Ceará, Mato Grosso, Rondônia e Santa Catarina ficam obrigados a adotar a EFD, a partir de 1 o de janeiro de Protocolo ICMS n o 150, de DOU 1 de Altera o Protocolo ICMS n o 77/2008, que dispõe sobre a obrigatoriedade da Escrituração Fiscal Digital - EFD, nos termos das cláusulas terceira e oitava-a do Convênio ICMS n o 143/2006, que institui a Escrituração Fiscal Digital - EFD. A Secretaria da Receita Federal do Brasil e as Secretarias de Fazenda, Receita, Finanças ou Tributação dos Estados de Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins, neste ato, representados pelos seus titulares, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 da Lei n o 5.172, de 25 de outubro de Código Tributário Nacional, no 1 o da cláusula terceira do Convênio ICMS n o 143/2006, de 15 de dezembro de 2006, e no inciso I do 1 o da Cláusula 3 a do Ajuste SINIEF n o 2, de 3 de abril de 2009, da resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Fica acrescentado o seguinte 2 o à Cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 77, de 18 de setembro de 2008, renumerando-se o atual Parágrafo único para 1 o, com a seguinte redação: 2 o Excepcionalmente, os estabelecimentos da Companhia Nacional de Abastecimento - CONAB localizados nos Estados de Alagoas, Ceará, Mato Grosso, Rondônia e Santa Catarina ficam obrigados a adotar a EFD, a partir de 1 o de janeiro de Cláusula segunda. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, retroagindo seus efeitos a 1 o de outubro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] Protocolo ICMS n o 151, de DOU 1 de Altera o Protocolo ICMS n o 57/09, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com bicicletas. Os Estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em Brasília, DF, no dia 27 de outubro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e o disposto nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. O parágrafo único da cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 57/2009, de 3 de julho de 2009, passa a vigorar com a seguinte redação: Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente.. Cláusula segunda. O 1 o da cláusula terceira do Protocolo ICMS n o 57/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) /(1- ALQ intra) ] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino.. Cláusula terceira. A cláusula sétima do Protocolo ICMS n o 57/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: ICMS - Substituição tributária nas operações com bicicletas - Alterações Este ato altera dispositivos do Protocolo ICMS n o 57/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com bicicletas, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro. Cláusula sétima Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários.. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota Suplemento Especial ICMS 287
281 interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação.. Cláusula quarta. A cláusula oitava do Protocolo ICMS n o 57/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Cláusula oitava O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com as informações de todas as operações e prestações realizadas no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino os dados a ele referentes até o último dia do mês de entrega do arquivo. Parágrafo único. Nas operações destinadas ao Rio de Janeiro, o arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino.. Cláusula quinta. O Anexo Único do Protocolo ICMS n o 57/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: ANEXO ÚNICO Código NCM/SH Descrição Bicicletas e outros ciclos (incluídos os triciclos) sem motor Partes, peças e acessórios, incluídos pneus novos e câmaras-de-ar, de borracha, dos tipos utilizados em bicicleta e aparelhos de iluminação e sinalização dos tipos utilizados em bicicleta MVA (%) Original 47,00 64,67 Cláusula sexta. Fica revogada a cláusula quinta do Protocolo ICMS n o 57/2009. Cláusula sétima. A cláusula décima do Protocolo ICMS n o 57/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Cláusula décima Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos, em relação às operações destinadas: I - ao Estado de Minas Gerais, a partir de 1 o de agosto de 2009; II - ao Estado do Rio de Janeiro, a partir de 1 o de setembro de Cláusula oitava. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos, em relação às operações destinadas: I - ao Estado de Minas Gerais, a partir de 1 o de novembro de 2009; II - ao Estado do Rio de Janeiro, a partir de 1 o de dezembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias]. ICMS - Substituição tributária nas operações com brinquedos - Alterações Este ato altera dispositivos do Protocolo ICMS n o 58/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com brinquedos, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro. Protocolo ICMS n o 152, de DOU 1 de Altera o Protocolo ICMS n o 58/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com brinquedos. Os Estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em Brasília, DF, no dia 27 de outubro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. O parágrafo único da cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 58/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente.. Cláusula segunda. O 1 o da cláusula terceira do Protocolo ICMS n o 58/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1- ALQ intra) ] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino.. Cláusula terceira. A Cláusula sétima do Protocolo 58/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Cláusula sétima Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 288 ICMS Suplemento Especial
282 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação.. Cláusula quarta. A cláusula oitava do Protocolo ICMS n o 58/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Cláusula oitava O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com as informações de todas as operações e prestações realizadas no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino os dados a ele referentes até o último dia do mês de entrega do arquivo. Parágrafo único. Nas operações destinadas ao Rio de Janeiro, o arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino.. Cláusula quinta. Fica revogada a cláusula quinta do Protocolo ICMS n o 58/2009. Cláusula sexta. A cláusula décima do Protocolo ICMS n o 58/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Cláusula décima Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos, em relação às operações destinadas: I - ao Estado de Minas Gerais, a partir de 1 o de agosto de 2009; II - ao Estado do Rio de Janeiro, a partir de 1 o de setembro de Cláusula sétima. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ICMS - Substituição tributária nas operações com colchoaria - Alterações Este ato altera dispositivos do Protocolo ICMS n o 59/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com colchoaria, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro. Protocolo ICMS n o 153, de DOU 1 de Altera o Protocolo ICMS n o 59/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com colchoaria. Os Estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em Brasília, DF, no dia 27 de outubro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. O parágrafo único da cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 59/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente.. Cláusula segunda. O 1 o da cláusula terceira do Protocolo ICMS n o 59/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1- ALQ intra) ] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino.. Cláusula terceira. A cláusula sétima do Protocolo ICMS n o 59/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Cláusula sétima Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários.. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação.. Cláusula quarta. A cláusula oitava do Protocolo ICMS n o 59/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Cláusula oitava O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com as informações de Suplemento Especial ICMS 289
283 todas as operações e prestações realizadas no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino os dados a ele referentes até o último dia do mês de entrega do arquivo. Parágrafo único. Nas operações destinadas ao Rio de Janeiro, o arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino.. Cláusula quinta. Fica revogada a cláusula quinta do Protocolo ICMS n o 59/2009. Cláusula sexta. A cláusula décima do Protocolo ICMS n o 59/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Cláusula décima Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos, em relação às operações destinadas: I - ao Estado de Minas Gerais, a partir de 1 o de agosto de 2009; II - ao Estado do Rio de Janeiro, a partir de 1 o de setembro de Cláusula sétima. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de novembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente.. Cláusula segunda. O 1 o da cláusula terceira do Protocolo ICMS n o 60/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1- ALQ intra) ] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino.. ICMS - Substituição tributária nas operações com ferramentas - Alterações Este ato altera dispositivos do Protocolo ICMS n o 60/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com ferramentas, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro. Protocolo ICMS n o 154, de DOU 1 de Altera o Protocolo ICMS n o 60/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com ferramentas. Os Estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em Brasília, DF, no dia 27 de outubro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. O parágrafo único da cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 60/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Cláusula terceira. A cláusula sétima do Protocolo ICMS n o 60/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Cláusula sétima Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação.. Cláusula quarta. A cláusula oitava do Protocolo ICMS n o 60/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Cláusula oitava O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com as informações de todas as operações e prestações realizadas no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino os dados a ele referentes até o último dia do mês de entrega do arquivo. Parágrafo único. Nas operações destinadas ao Rio de Janeiro, o arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino.. Cláusula quinta. O Anexo Único do Protocolo ICMS n o 60/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: 290 ICMS Suplemento Especial
284 ANEXO ÚNICO Código NCM/ SH Descrição MVA (%) Original Ferramentas de borracha vulcanizada não endurecida 37, Ferramentas, armações e cabos de ferramentas, de madeira 37, Mós e artefatos semelhantes, sem armação, para moer, desfibrar, triturar, amolar, polir, retificar ou cortar; 39,64 pedras para amolar ou para polir, manualmente, e suas partes, de pedras naturais, de abrasivos naturais ou artificiais aglomerados ou de cerâmica, mesmo com partes de outras matérias Pás, alviões, picaretas, enxadas, sachos, forcados e forquilhas, ancinhos e raspadeiras; machados, 32,92 podões e ferramentas semelhantes com gume; tesouras de podar de todos os tipos; foices e foicinhas, facas para feno ou para palha, tesouras para sebes, cunhas e outras ferramentas manuais para agricultura, horticultura ou silvicultura Serras manuais; folhas de serras de todos os tipos (incluídas as fresas-serras e as folhas não dentadas 30,17 para serrar) Limas, grosas, alicates (mesmo cortantes), tenazes, pinças, cisalhas para metais, corta-tubos, cortapinos, 29,20 saca-bocados e ferramentas semelhantes, manuais (exceto pinças para sobrancelhas - NCM ) Chaves de porcas, manuais (incluídas as chaves dinamométricas); chaves de caixa intercambiáveis, 37,15 mesmo com cabos Ferramentas manuais (incluídos os diamantes de vidraceiro) não especificadas nem compreendidas 42,98 em outras posições, lamparinas ou lâmpadas de soldar (maçaricos) e semelhantes; tornos de apertar, sargentos e semelhantes, exceto os acessórios ou partes de máquinas-ferramentas; bigornas; forjasportáteis; mós com armação, manuais ou de pedal Ferramentas de pelo menos duas das posições a 82.05, acondicionadas em sortidos para venda 37,07 a retalho Ferramentas intercambiáveis para ferramentas manuais, mesmo mecânicas, ou para máquinas ferramentas 35,00 (por exemplo: de embutir, estampar, puncionar, roscar, furar, mandrilar, brochar, fresar, tornear, aparafusar), incluídas as fieiras de estiragem ou de extrusão, para metais, e as ferramentas de perfuração ou de sondagem, exceto forma ou gabarito de produtos em epoxy Facas e lâminas cortantes, para máquinas ou para aparelhos mecânicos 45, Plaquetas, varetas, pontas e objetos semelhantes para ferramentas, não montados, de ceramais (cermets) 47, Facas (exceto as da posição 82.08) de lâmina cortante ou serrilhada, incluídas as podadeiras de lâmina 30,70 móvel, e suas lâminas, exceto as de uso doméstico Tesouras e suas lâminas 44, Instrumentos e aparelhos de geodésia, topografia, agrimensura, nivelamento, fotogrametria, hidrografia, 37,15 oceanografia, hidrologia, meteorologia ou de geofísica, exceto bússolas; telêmetros Instrumentos de desenho, de traçado ou de cálculo; metros, micrômetros, paquímetros, calibres e 49, semelhantes; partes e acessórios Termômetros, exceto os clínicos, suas partes e acessórios 37, Pirômetros, suas partes e acessórios 37,15 Cláusula sexta. Fica revogada a cláusula quinta do Protocolo ICMS n o 60/2009. Cláusula sétima. A cláusula décima do Protocolo ICMS n o 60/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Cláusula décima Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos, em relação às operações destinadas: I - ao Estado de Minas Gerais, a partir de 1 o de agosto de 2009; II - ao Estado do Rio de Janeiro, a partir de 1 o de setembro de Cláusula oitava. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos, em relação às operações destinadas: I - ao Estado de Minas Gerais, a partir de 1 o de novembro de 2009; II - ao Estado do Rio de Janeiro, a partir de 1 o de dezembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] Suplemento Especial ICMS 291.
285 ICMS - Substituição tributária nas operações com artigos de papelaria - Alterações Este ato altera dispositivos do Protocolo ICMS n o 61/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com artigos de papelaria, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro. Protocolo ICMS n o 155, de DOU 1 de Altera o Protocolo ICMS n o 61/09, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com artigos de papelaria. Os Estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em Brasília, DF, no dia 27 de outubro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. O parágrafo único da cláusula primeira do Protocolo ICMS 61/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente.. Cláusula segunda. O 1 o da cláusula terceira do Protocolo ICMS n o 61/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1- ALQ intra) ] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino.. Cláusula terceira. A cláusula sétima do Protocolo ICMS n o 61/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Cláusula sétima Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação.. Cláusula quarta. A cláusula oitava do Protocolo ICMS n o 61/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Cláusula oitava O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com as informações de todas as operações e prestações realizadas no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino os dados a ele referentes até o último dia do mês de entrega do arquivo. Parágrafo único. Nas operações destinadas ao Rio de Janeiro, o arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino.. Cláusula quinta. O Anexo Único do Protocolo ICMS n o 61/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: ANEXO ÚNICO CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Tinta guache 29, Papel fotográfico 29, Corretivo 29, Borracha de apagar, inclusive caneta borracha e lápis borracha 29, Maletas e pastas para documentos e de estudante, e artefatos semelhantes 29, Prancheta 29, ICMS Suplemento Especial
286 CÓDIGO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Barbante de algodão e de fibra sintética combinada com algodão 29, Apontador de lápis 29, Instrumento de desenho, de traçado ou de cálculo 29, Pincéis de escrever e desenhar 29, canetas esferográficas, canetas e marcadores, com ponta de feltro ou com outras pontas porosas, 29,89 canetas-tinteiro e outras canetas, estiletes para duplicadores, lapiseiras, canetas porta-penas, portalápis e artigos semelhantes, suas partes (incluídas as tampas e prendedores) Lápis, minas, pastéis, carvões, gizes para escrever ou desenhar e gizes de alfaiate 29, Massas ou pastas para modelar, próprias para recreação de crianças 37, Espiral - perfil para encadernação, de plástico e outros materiais das posições a , Papel celofane 37, Artigos de escritório e artigos escolares de plástico e outros materiais das posições a 39.14, 37,50 exceto estojos Papel seda 37, Quadro branco, verde e cortiça 37, Bobina para fax 29, Bobina branca para máquina de calcular ou PDV 29, Cartolina escolar e papel cartão, brancos e coloridos; recados auto adesivos (LP note); papéis de 37, presente Papel impermeável 37, Papel crepon 37, Papel almaço 37, Papel fantasia 37, papel-carbono, papel autocopiativo e outros papéis para cópia ou duplicação (incluídos os papéis para estênceis ou para chapas ofsete), estênceis completos e chapas ofsete, de papel, em folhas, mesmo acondicionados em caixas Papel hectográfico 37, envelopes, aerogramas, bilhetes-postais não ilustrados e cartões para correspondência, de papel 37,50 ou cartão, caixas, sacos e semelhantes, de papel ou cartão, contendo um sortido de artigos para correspondência livros de registro e de contabilidade, blocos de notas, de encomendas, de recibos, de apontamentos, 37,50 de papel para cartas, agendas e artigos semelhantes, cadernos, pastas para documentos, classificadores, capas para encadernação (de folhas soltas ou outras), capas de processos e outros artigos escolares, de escritório ou de papelaria, incluídos os formulários em blocos tipo manifold, mesmo com folhas intercaladas de papel-carbono, de papel ou cartão, álbuns para amostras ou para coleções e capas para livros, de papel ou cartão cartões postais impressos ou ilustrados, cartões impressos com votos ou mensagens pessoais, mesmo 37,50 ilustrados, com ou sem envelopes, guarnições ou aplicações (conhecidos como cartões de ex- pressão social - de época/sentimento) Papel camurça 37, Papel laminado e papel espelho 37, Apagador para quadro 37, Lousas e quadros para escrever ou desenhar, mesmo emoldurados 37, Papel cortado tipos A4, ofício I e II, e carta 24, Estojo escolar; estojo para objetos de escrita 29, Porta-canetas 29, Cola bastão e cola escolar 29,89 37,50. Suplemento Especial ICMS 293
287 Cláusula sexta. Fica revogada a cláusula quinta do Protocolo ICMS n o 61/2009. Cláusula sétima. A cláusula décima do Protocolo ICMS n o 61/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Cláusula décima Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos, em relação às operações destinadas: I - ao Estado de Minas Gerais, a partir de 1 o de agosto de 2009; II - ao Estado do Rio de Janeiro, a partir de 1 o de setembro de Cláusula oitava. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos, em relação às operações destinadas: I - ao Estado de Minas Gerais, a partir de 1 o de novembro de 2009; II - ao Estado do Rio de Janeiro, a partir de 1 o de dezembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ICMS - Substituição tributária nas operações com produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos - Alterações Este ato altera dispositivos do Protocolo ICMS n o 62/2009, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro. Protocolo ICMS n o 156, de DOU 1 de Altera o Protocolo ICMS n o 62/09, que dispõe sobre a substituição tributária nas operações com produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos. Os Estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em Brasília, DF, no dia 27 de outubro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996, e o disposto nos Convênios ICMS n o s 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. O parágrafo único da cláusula primeira do Protocolo ICMS n o 62/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente.. Cláusula segunda. O 1 o da cláusula terceira do Protocolo ICMS n o 62/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1- ALQ intra) ] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino.. Cláusula terceira. A cláusula sétima do Protocolo ICMS n o 62/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Cláusula sétima Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação.. Cláusula quarta. A cláusula oitava do Protocolo ICMS n o 62/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Cláusula oitava O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com as informações de todas as operações e prestações realizadas no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino os dados a ele referentes até o último dia do mês de entrega do arquivo. Parágrafo único. Nas operações destinadas ao Rio de Janeiro, o arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino.. Cláusula quinta. O Anexo Único do Protocolo ICMS n o 62/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: 294 ICMS Suplemento Especial
288 ANEXO ÚNICO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Fogões de cozinha de uso doméstico e suas partes 38, Combinações de refrigeradores e congeladores ( freezers ), munidos de portas exteriores separadas 37, Refrigeradores do tipo doméstico, de compressão 34, Outros refrigeradores do tipo doméstico 48, Congeladores ( freezers ) horizontais tipo arca, de capacidade não superior a 800 litros 41, Congeladores ( freezers ) verticais tipo armário, de capacidade não superior a 900 litros 40, Outros congeladores ( freezers ) 37, Bebedouros refrigerados para água 28, Mini Adega e similares 25, Máquinas para produção de gelo 50, Partes dos Refrigeradores, Congeladores e Mini Adegas, descritos nos itens 2, 3, 4, 5, 6 e 7 40, Secadoras de roupa de uso doméstico 27, Outras secadoras de roupas e centrífugas para uso doméstico 37, Partes das secadoras de roupas e centrífugas de uso doméstico e dos aparelhos para filtrar ou depurar água, descritos nas posições ; e Máquinas de lavar louça do tipo doméstico e suas partes 41, Máquinas que executem pelo menos duas das seguintes funções: impressão, cópia ou transmissão de telecópia (fax), capazes de ser conectadas a uma máquina automática para processamento de dados ou a uma rede Outras impressoras, máquinas copiadoras e telecopiadores (fax), mesmo combinados entre si, capazes de ser conectados a uma máquina automática para processamento de dados ou a uma rede 27,85 26,19 34, Outras máquinas e aparelhos de impressão por meio de blocos, cilindros e outros elementos de impressão da posição 84.42; e de outras impressoras, máquinas copiadoras e telecopiadores (fax), mesmo combinados entre si, suas partes e acessórios 32, Máquinas de lavar roupa, mesmo com dispositivos de secagem, de uso doméstico, de capacidade 31,06 não superior a 10 kg, em peso de roupa seca, inteiramente automáticas Máquinas de costura de uso doméstico 44, Outras máquinas de lavar roupa, mesmo com dispositivos de secagem, de uso doméstico, com secador centrífugo incorporado 38, Outras máquinas de lavar roupa, mesmo com dispositivos de secagem, de uso doméstico 31, Máquinas de lavar roupa, mesmo com dispositivos de secagem, de uso doméstico, de capacidade 31,70 superior a 10 kg, em peso de roupa seca Partes de máquinas de lavar roupa, mesmo com dispositivos de secagem, de uso doméstico 31, Máquinas de secar de uso doméstico, e suas partes, de capacidade não superior a 10kg, em peso de roupa seca 32, Outras máquinas de secar de uso doméstico 48, Partes de máquinas de secar de uso doméstico 40, Máquinas automáticas para processamento de dados, portáteis, de peso não superior a 10kg, contendo pelo menos uma unidade central de processamento, um teclado e uma tela 24,43 Suplemento Especial ICMS 295
289 NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Outras máquinas automáticas para processamento de dados 38, Unidades de processamento, de pequena capacidade, exceto as das subposições e , podendo conter, no mesmo corpo, um ou dois dos seguintes tipos de unidades: unidade de memória, unidade de entrada e unidade de saída; baseadas em microprocessadores, com capacidade de instalação, dentro do mesmo gabinete, de unidades de memória da subposição , podendo conter múltiplos conectores de expansão ( slots ), e valor FOB inferior ou igual a US$ ,00, por unidade 22, Unidades de entrada, exceto as das posições , Outras unidades de entrada ou de saída, podendo conter, no mesmo corpo, unidades de memória 37, Unidades de memória 34, Outras máquinas automáticas para processamento de dados e suas unidades; leitores magnéticos ou ópticos, máquinas para registrar dados em suporte sob forma codificada, e máquinas para processamento desses dados, não especificadas nem compreendidas em outras posições. 27, Partes e acessórios das máquinas da posição , Outros transformadores, exceto os produtos classificados nas posições e , Carregadores de acumuladores 58, Equipamentos de alimentação ininterrupta de energia (UPS ou no break ) 36, Aspiradores 34, Aparelhos eletromecânicos de motor elétrico incorporado, de uso doméstico e suas partes 41, Enceradeiras 43, Chaleiras elétricas 48, Ferros elétricos de passar 42, Fornos de microondas 30, Outros fornos; fogareiros (incluídas as chapas de cocção), grelhas e assadeiras 33, Aparelhos para preparação de café ou de chá 41, Torradeiras 30, Outros aparelhos eletrotérmicos para uso doméstico 37, Partes das chaleiras, ferros, fornos e outros aparelhos eletrotérmicos da posição 85.16, descritos nos itens 33, 34, 35, 36 e 37 37, Aparelhos telefônicos por fio com unidade auscultador-microfone sem fio 38, Telefones para redes sem fio, exceto celulares e os de uso automotivo 21, Outros aparelhos telefônicos 40, Aparelhos para transmissão ou recepção de voz, imagem ou outros dados em rede com fio, exceto os 37,22 das posições , e Microfones e seus suportes; alto-falantes, mesmo montados nos seus receptáculos, fones de ouvido (auscultadores), mesmo combinados com microfone e conjuntos ou sortidos constituídos por um microfone e um ou mais alto-falantes, amplificadores elétricos de audiofreqüência, aparelhos elétricos de amplificação de som; suas partes e acessórios. Exceto os de uso automotivo 41, Aparelhos de gravação de som; aparelhos de reprodução de som; aparelhos de gravação e de reprodução de som; partes e acessórios. Exceto os de uso automotivo Outros aparelhos de gravação de som; aparelhos de reprodução de som; aparelhos de gravação e de reprodução de som; partes e acessórios. Exceto os de uso automotivo Outros aparelhos videofônicos de gravação ou de reprodução, mesmo incorporando um receptor de sinais videofônicos 41,69 27,52 23, ICMS Suplemento Especial
290 NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Cartões de memória ( memory cards ) 49, Câmeras fotográficas digitais e câmeras de vídeo e suas partes 40, Aparelhos receptores para radiodifusão, mesmo combinados num mesmo invólucro, com um aparelho 37,22 de gravação ou de reprodução de som, ou com um relógio, exceto os classificados na posição que sejam de uso automotivo Monitores e projetores que não incorporem aparelhos receptores de televisão 37, Outros monitores dos tipos utilizados exclusiva ou principalmente com uma máquina automática para processamento de dados da posição 84.71, policromáticos Aparelhos receptores de televisão, mesmo que incorporem um aparelho receptor de radiodifusão ou um aparelho de gravação ou reprodução de som ou de imagens Televisores de CRT (tubo de ráios catódicos) Aparelhos receptores de televisão, mesmo que incorporem um aparelho receptor de radiodifusão ou um aparelho de gravação ou reprodução de som ou de imagens Televisores de Plasma 37,60 42,00 29, Outros aparelhos receptores de televisão não dotados de monitores ou display de vídeo 34, Câmeras fotográficas dos tipos utilizadas para preparação de clichês ou cilindros de impressão 37, Câmeras fotográficas para filmes de revelação e copiagem instantâneas 37, Aparelhos de diatermia 37, Aparelhos de massagem 37, Reguladores de voltagem eletrônicos 36, Jogos de vídeo dos tipos utilizáveis com receptor de televisão 29,67. Cláusula sexta. Fica revogada a cláusula quinta do Protocolo ICMS n o 62/2009. Cláusula sétima. A cláusula décima do Protocolo ICMS n o 62/2009 passa a vigorar com a seguinte redação: Cláusula décima Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos, em relação às operações destinadas: I - ao Estado de Minas Gerais, a partir de 1 o de agosto de 2009; II - ao Estado do Rio de Janeiro, a partir de 1 o de setembro de Cláusula oitava. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos, em relação às operações destinadas: I - ao Estado de Minas Gerais, a partir de 1 o de novembro de 2009; II - ao Estado do Rio de Janeiro, a partir de 1 o de dezembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] ICMS - Substituição tributária nas operações com máquinas e aparelhos mecânicos, elétricos, eletromecânicos e automáticos Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com máquinas e aparelhos mecânicos, elétricos, eletromecânicos e automáticos, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro. Protocolo ICMS n o 157, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com máquinas e aparelhos mecânicos, elétricos, eletromecânicos e automáticos. Os Estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em Brasília, DF, no dia 27 de outubro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de Suplemento Especial ICMS 297
291 setembro de 1996 e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Rio de Janeiro, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito localizado em Minas Gerais, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1- ALQ intra) ] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino.. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindose, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sexta. Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula sétima. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com as informações de todas as operações e prestações realizadas no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino os dados a ele referentes até o último dia do mês de entrega do arquivo. Parágrafo único. Nas operações destinadas ao Rio de Janeiro, o arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. Cláusula oitava. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula nona. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos, em relação às operações destinadas: I - ao Estado de Minas Gerais, a partir de 1 o de novembro de 2009; II - ao Estado do Rio de Janeiro, a partir de 1 o de dezembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] 298 ICMS Suplemento Especial
292 ANEXO ÚNICO NCM/SH DESCRIÇÃO MVA (%) ORIGINAL Ventiladores 35, Coifas com dimensão horizontal máxima não superior a 120cm 49, Partes de ventiladores ou coifas aspirantes 35, , Máquinas e aparelhos de ar-condicionado contendo um ventilador motorizado e dispositivos próprios 39, e para modificar a temperatura e a umidade, incluídos as máquinas e aparelhos em que a umidade não seja regulável separadamente e suas partes e peças Aparelhos de ar-condicionado tipo Split System (elementos separados) com unidade externa e interna 48, Aparelhos de ar-condicionado com capacidade inferior ou igual a frigorias/hora 39, Aparelhos de ar-condicionado com capacidade acima de frigorias/hora 38, Aparelhos para filtrar ou depurar água 47, Concentradores de oxigênio por depuração do ar, com capacidade de saída inferior ou igual a 6 litros 42,12 por minuto Balanças para pessoas, incluídas as balanças para bebês; balanças de uso doméstico 51, Pistolas aerográficas e aparelhos semelhantes 79, Máquinas e aparelhos de jato de água e vapor e aparelhos de jato semelhantes e suas partes 42, Lavadora de alta pressão 46, Máquinas e aparelhos de impressão, por ofsete, dos tipos utilizados em escritórios, alimentados por 42,12 folhas de formato não superior a 22cm x 36cm, quando não dobradas Ferramentas pneumáticas, hidráulicas ou com motor (elétrico ou não elétrico) incorporado, de uso 42,12 manual Furadeiras elétricas 41, Maçaricos de uso manual e suas partes 42, Máquinas e aparelhos a gás e suas partes 42, Aparelhos ou máquinas de barbear, máquinas de cortar o cabelo ou de tosquiar e aparelhos de depilar, 42,12 de motor elétrico incorporado e suas partes Máquinas e aparelhos para soldadura forte ou fraca 42, Máquinas e aparelhos para soldar metais por resistência 42, Aparelhos elétricos para aquecimento de ambientes 31, Secadores de cabelo 44, Outros aparelhos para arranjos do cabelo 44,45 ICMS - Substituição tributária nas operações com outras máquinas e outras ferramentas Este ato dispõe sobre a substituição tributária nas operações interestaduais com outras máquinas e outras ferramentas, realizadas entre contribuintes localizados nos Estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro. Protocolo ICMS n o 158, de DOU 1 de Dispõe sobre a substituição tributária nas operações com outras máquinas e outras ferramentas. Suplemento Especial ICMS 299
293 Os Estados de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda, em Brasília, DF, no dia 27 de outubro de 2009, considerando o disposto nos arts. 102 e 199 do Código Tributário Nacional (Lei n o 5.172, de 25 de outubro de 1966), e no art. 9 o da Lei Complementar n o 87/1996, de 13 de setembro de 1996 e o disposto nos Convênios ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, e 70/1997, de 25 de julho de 1997, resolvem celebrar o seguinte PROTOCOLO Cláusula primeira. Nas operações interestaduais com as mercadorias listadas no Anexo Único, com a respectiva classificação na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado - NCM/SH, destinadas ao Estado de Minas Gerais ou ao Estado do Rio de Janeiro, fica atribuída ao estabelecimento remetente, na qualidade de sujeito passivo por substituição tributária, a responsabilidade pela retenção e recolhimento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS relativo às operações subseqüentes. Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se também à diferença entre a alíquota interna e a interestadual sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, na hipótese de entrada decorrente de operação interestadual, em estabelecimento de contribuinte, de mercadoria destinada a uso, consumo ou ativo permanente. Cláusula segunda. O disposto neste protocolo não se aplica: I - às transferências promovidas pelo industrial para outro estabelecimento da mesma pessoa jurídica, exceto varejista; II - às operações que destinem mercadorias a estabelecimento industrial para emprego em processo de industrialização como matéria-prima, produto intermediário ou material de embalagem; III - às operações que destinem mercadorias a sujeito passivo por substituição, que seja fabricante da mesma mercadoria ou de outra relacionada no Anexo Único deste Protocolo; IV - às operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover. 1 o Na hipótese desta cláusula, a sujeição passiva por substituição tributária caberá ao estabelecimento destinatário, devendo tal circunstância ser indicada no campo Informações Complementares do respectivo documento fiscal. 2 o Na hipótese de saída interestadual em transferência com destino a estabelecimento distribuidor, atacadista ou depósito localizado em Minas Gerais, o disposto no inciso I somente se aplica se o estabelecimento destinatário operar exclusivamente com mercadorias recebidas em transferência do remetente. Cláusula terceira. A base de cálculo do imposto, para os fins de substituição tributária, será o valor correspondente ao preço único ou máximo de venda a varejo fixado pelo órgão público competente. 1 o Inexistindo o valor de que trata o caput, a base de cálculo corresponderá ao montante formado pelo preço praticado pelo remetente, incluídos os valores correspondentes a frete, seguro, impostos, contribuições e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário, ainda que por terceiros, adicionado da parcela resultante da aplicação, sobre o referido montante, do percentual de margem de valor agregado ajustada ( MVA Ajustada ), calculado segundo a fórmula MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter)/(1- ALQ intra) ] -1, onde: I - MVA ST original é a margem de valor agregado indicada no Anexo Único deste protocolo; II - ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação; III - ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota prevista para as operações substituídas, na unidade federada de destino. 2 o Na impossibilidade de inclusão do valor do frete, seguro ou outro encargo na composição da base de cálculo, o recolhimento do imposto correspondente será efetuado pelo estabelecimento destinatário, acrescido dos percentuais de margem de valor agregado ajustada definidos no 1 o desta cláusula. Cláusula quarta. O imposto a ser retido pelo sujeito passivo por substituição será calculado mediante a aplicação da alíquota vigente para as operações internas a consumidor final na unidade federada de destino, sobre a base de cálculo prevista neste protocolo, deduzindose, do valor obtido, o imposto devido pela operação própria do remetente, desde que corretamente destacado no documento fiscal. Parágrafo único. Na hipótese de remetente optante pelo regime tributário diferenciado e favorecido de que trata a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, o valor a ser deduzido a título de operação própria observará o disposto na regulamentação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Cláusula quinta. O imposto retido pelo sujeito passivo por substituição regularmente inscrito no cadastro de contribuintes na unidade federada de destino será recolhido até o dia 9 (nove) do mês subseqüente ao da remessa da mercadoria, mediante Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE, na forma do Convênio ICMS n o 81/1993, de 10 de setembro de 1993, ou outro documento de arrecadação autorizado na legislação da unidade federada destinatária. Cláusula sexta. Fica condicionada a aplicação deste Protocolo à mercadoria para a qual haja previsão da substituição tributária nas legislações dos Estados signatários. 1 o Os Estados signatários deverão observar, em relação às operações internas com as mercadorias mencionadas no Anexo Único, as mesmas regras de definição de base de cálculo e as mesmas margens de valor agregado previstas neste protocolo, ressalvado o emprego da MVA original em substituição à MVA ajustada. 2 o Os Estados signatários acordam em adequar as margens de valor agregado ajustadas para equalizar a carga tributária em razão da diferença entre a efetiva tributação da operação própria e a alíquota interna na unidade federada destinatária, com relação às entradas de mercadorias provenientes de outras unidades da Federação. Cláusula sétima. O estabelecimento que efetuar a retenção do imposto remeterá à Secretaria de Fazenda do Estado de origem o arquivo digital previsto no Convênio ICMS n o 57, de 28 de junho de 1995, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, com as informações de todas as operações e prestações realizadas no mês imediatamente anterior, devendo aquela Secretaria disponibilizar ao fisco de destino os dados a ele referentes até o último dia do mês de entrega do arquivo. Parágrafo único. Nas operações destinadas ao Rio de Janeiro, o arquivo previsto nesta cláusula poderá ser substituído por listagem em meio magnético, a critério do fisco de destino. Cláusula oitava. Este protocolo poderá ser denunciado, em conjunto ou isoladamente, pelos signatários, desde que comunicado com antecedência mínima de 30 (trinta) dias. Cláusula nona. Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, produzindo efeitos a partir de 1 o de dezembro de [Seguem as assinaturas dos representantes das Unidades da Federação signatárias] 300 ICMS Suplemento Especial
294 ANEXO ÚNICO Geradores de gás de ar (gás pobre) ou de gás de água, com ou sem depuradores; geradores de 37,00 acetileno e geradores semelhantes de gás, operados a água, com ou sem depuradores Bombas manuais para líquidos, exceto das subposições e , Bombas volumétricas alternativas 37, Talhas, cadernais e moitões 37, Macacos 37, Máquinas e aparelhos para soldar metais por arco ou jato de plasma, excluídas as automáticas-ncm 37, Máquinas e aparelhos para ensaios de dureza 37, Contadores de gases, suas partes e acessórios 37, Contadores de líquidos, suas partes e acessórios 37, Outros contadores (por exemplo: contadores de voltas, contadores de produção, totalizadores de 37,00 caminho percorrido, podômetros, excluídos os taxímetros); indicadores de velocidade e tacômetros, exceto os das posições ou 90.15; estroboscópios; inclusive suas partes e acessórios Instrumentos, aparelhos e máquinas de medida ou controle, não especificados nem compreendidos 37,00 em outras posições do presente capítulo; projetores de perfis; suas partes e acessórios; exceto aparelhos digitais de uso em veículos automóveis-ncm , aparelhos para análise de têxteis, computadorizados-ncm e células de carga-ncm Aparelhos mecânicos para agricultura ou horticultura 37,00 Suplemento Especial ICMS 301
LAUDO DE ANÁLISE FUNCIONAL DE PROGRAMA APLICATIVO FISCAL EMISSOR CUPOM FISCAL
LAUDO DE ANÁLISE FUNCIONAL DE PROGRAMA APLICATIVO FISCAL EMISSOR CUPOM FISCAL Nome da empresa: SS TECNOLOGIA DA INFORMACAO LTDA - ME Aplicativo: ADAPTA Versão: 06044500 FVC0552017 Nº DO LAUDO: FVC0552017
LAUDO DE ANÁLISE FUNCIONAL DE PROGRAMA APLICATIVO FISCAL EMISSOR CUPOM FISCAL
LAUDO DE ANÁLISE FUNCIONAL DE PROGRAMA APLICATIVO FISCAL EMISSOR CUPOM FISCAL SS TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO LTDA - ME Aplicativo: ADAPTA Versão: 06.04.44.00 FVC0732015 LAUDO: FVC0732015 1 - EMPRESA DESENVOLVEDORA
LAUDO DE ANÁLISE FUNCIONAL DE PAF-ECF VERSÃO POL MARCO AURÉLIO DE SOUZA EPP APLICATIVO: SGIPAF. Versão: 2.0
LAUDO DE ANÁLISE FUNCIONAL DE PAF-ECF VERSÃO 02.03 POL1372016 MARCO AURÉLIO DE SOUZA EPP APLICATIVO: SGIPAF Versão: 2.0-1 - Nº DO LAUDO: POL1372016 1 - EMPRESA DESENVOLVEDORA REQUERENTE: a) Razão Social:
PORTARIA N 129/2014-SEFAZ
PORTARIA N 129/2014-SEFAZ - Altera a Portaria n 077/2013-SEFAZ, publicada em 18/03/2013, que dispõe sobre as condições, regras e procedimentos relativos à utilização da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica
LAUDO DE ANÁLISE FUNCIONAL DE PROGRAMA APLICATIVO FISCAL EMISSOR DE CUPOM FISCAL MARCELO GUIMARÃES NOGUEIRA APLICATIVO: PHARMAGNO INA
LAUDO DE ANÁLISE FUNCIONAL DE PROGRAMA APLICATIVO FISCAL EMISSOR DE CUPOM FISCAL MARCELO GUIMARÃES NOGUEIRA APLICATIVO: PHARMAGNO INA0072016 1/8 1. EMPRESA DESENVOLVEDORA REQUERENTE: a) Razão Social: MARCELO
LAUDO DE ANÁLISE FUNCIONAL DE PAF-ECF VERSÃO POL LINX SISTEMAS CONSULTORIA LTDA APLICATIVO: DEGUST. Versão: 5.6
LAUDO DE ANÁLISE FUNCIONAL DE PAF-ECF VERSÃO 02.03 POL0712016 LINX SISTEMAS CONSULTORIA LTDA APLICATIVO: DEGUST Versão: 5.6-1 - Nº DO LAUDO: POL0712016 1 - EMPRESA DESENVOLVEDORA REQUERENTE: a) Razão Social:
https://www1.fazenda.gov.br/confaz/confaz/ajustes/2005/aj_00...
1 de 46 31/10/2013 11:58 AJUSTE SINIEF 07/05 Publicado no DOU de 05.10.05. Republicado no DOU de 07.12.05. Alterado pelos Ajustes SINIEF 11/05, 02/06, 04/06, 05/07, 08/07, 11/08, 01/09, 08/09, 09/09, 10/09,
3. Identificação do Programa Aplicativo Fiscal (PAF-ECF):
LAUDO DE ANÁLISE FUNCIONAL DE PAF-ECF Nº DO LAUDO: IFL0162016 1. Empresa Desenvolvedora Requerente: 1.1 Razão Social: 1.2 Nome Fantasia: ID BRASIL SISTEMAS LTDA EPP ID BRASIL SISTEMAS 1.3 Endereço: 1.4
Pergunte à CPA Decreto /2015
Pergunte à CPA Decreto 61.084/2015 Alterações no artigo 132-A: Artigo 132-A - Ressalvado o disposto no artigo 132, nas demais hipóteses previstas na legislação, tais como não-obrigatoriedade de uso de
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LAUDO DE AVALIAÇÃO DE SOFTWARE PAF ECF PSP
1 - EMPRESA DESENVOLVEDORA REQUERENTE: a) Razão Social: LINX SISTEMAS E CONSULTORIA LTDA b) CNPJ: 54.517.628/0001-98 c) Endereço: Avenida das Nações Unidas, 7221 4, 5, 6, 7 e 14 And. Pinheiros São Paulo
transmitir a NF-e ou obter resposta à solicitação de Autorização de Uso da NF-e, o
contribuinte poderá operar em contingência, gerando arquivos com indicação deste tipo de emissão, conforme definições constantes do Manual de Integração-Contribuinte, mediante a adoção de uma das seguintes
superior a 40% (quarenta por cento). Não se aplica a alíquota de 4% (quatro por cento) nas operações interestaduais
1 COMPARATIVO ENTRE AS CLÁUSULAS DO AJUSTE SINIEF 19/12 E DO CONVÊNIO ICMS 38/13 Cláusula Ajuste SINIEF 19/12 Convênio ICMS 38/13 Primeira A tributação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e sobre
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