SIPAT Construtora Norberto Odebrecht
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- Theodoro Sequeira Sampaio
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1 SIPAT 2009 Construtora Norberto Odebrecht Obra do Metrô: Estação Ipanema Rio de Janeiro, 02 de julho de 2009 Horário: Dàs 13:00 hs às 14:00 hs
2 Responsabilidade Civil e Criminal Decorrentes dos Acidentes do Trabalho Eng. Mecânico e de Segurança do Trabalho Jaques Sherique* [email protected]
3 RESPONSABILIDADE CIVIL E CRIMINAL DECORRENTE DO ACIDENTE DO TRABALHO CF/88 - ARTIGO 7º - São direitos dos Trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social; XXII - Redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e segurança; XXVIII - Seguro de acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa;
4 RESPONSABILIDADE CIVIL E CRIMINAL DECORRENTE DO ACIDENTE DO TRABALHO CULPA é uma conduta positiva ou negativa segundo a qual alguém não quer que o dano aconteça mas ele ocorre pela falta de previsão daquilo que é perfeitamente previsível; ATO CULPOSO é o praticado por negligência, imprudência ou imperícia.
5 RESPONSABILIDADE CIVIL E CRIMINAL DECORRENTE DO ACIDENTE DO TRABALHO NEGLIGÊNCIA é a omissão voluntária da diligência ou cuidado, falta, ou demora no prevenir ou obstar um dano. IMPRUDÊNCIA é a forma de culpa que consiste na falta involuntária de observância de medidas de precaução e segurança, de conseqüências previsíveis, que se faziam necessárias no momento para evitar um mal ou a infração da lei. IMPERÍCIA é a falta de aptidão especial, habilidade, ou experiência, ou de previsão, no exercício de determinada função, profissão ou ofício.
6 RESPONSABILIDADE CIVIL E CRIMINAL DECORRENTE DO ACIDENTE DO TRABALHO CULPA in eligendo, quando provém de falta ou previdência na escolha de preposto ou pessoa a quem é confiada a execução de um ato, ou serviço. CULPA in vigilando, quando é ocasionada pela falta de diligência, atenção, vigilância, fiscalização ou quaisquer outros atos de segurança do agente, no cumprimento do dever, para evitar prejuízo a alguém.
7 RESPONSABILIDADE CIVIL E CRIMINAL DECORRENTE DO ACIDENTE DO TRABALHO CULPA CONCORRENTE, quando empregado, empregador e prepostos agem, cada qual, com parcela de culpa. CULPA EXCLUSIVA DO EMPREGADO, em questões exclusivamente acidentária do trabalho, a culpa exclusiva do empregado é totalmente irrelevante por se adotar no Brasil a teoria do risco Social e a teoria do risco Profissional, consagrada em todas as leis acidentárias do trabalho vigentes.
8 RESPONSABILIDADE CIVIL E CRIMINAL DECORRENTE DO ACIDENTE DO TRABALHO A vítima ou seus dependentes ou sucessores poderão concomitantemente e cumulativamente obter reparação por acidentes do trabalho, cujo ônus é da Previdência Social, não sendo necessário a demonstração de culpa do empregador, seus prepostos ou do próprio trabalhador, bastando a prova do acidente tipo ou da doença profissional. O prazo de prescrição para obtenção de reparação de dano causado por ilícito civil é de 20 (vinte) anos, por se tratar de direito pessoal e para o ajuizamento da ação de acidentes do trabalho o prazo é de 5 (cinco) anos.
9 PORTARIA N. º de 08 de junho de 1978 Norma Regulamentadora NR1: Disposições Gerais 1.7. Cabe ao empregador: a) cumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho; b) elaborar ordens de serviço sobre segurança e medicina do trabalho, dando ciência aos empregados, com os seguintes objetivos: I - prevenir atos inseguros no desempenho do trabalho; II - divulgar as obrigações e proibições que os empregados devam conhecer e cumprir; III - dar conhecimento aos empregados de que serão passíveis de punição, pelo descumprimento das ordens de serviço expedidas; IV - determinar os procedimentos que deverão ser adotados em caso de acidentes do trabalho e doenças profissionais ou do trabalho;
10 PORTARIA N. º de 08 de junho de 1978 V - adotar medidas determinadas pelo M.T.E; VI - adotar medidas para eliminar ou neutralizar a insalubridade e as condições inseguras de trabalho. c) informar aos trabalhadores: I - os riscos profissionais que possam originar-se nos locais de trabalho; II - os meios para prevenir e limitar tais riscos e as medidas adotadas pela empresa; III - os resultados dos exames médicos e de exames complementares de diagnóstico aos quais os próprios trabalhadores forem submetidos; IV - os resultados das avaliações ambientais realizadas nos locais de trabalho. d) permitir que representantes dos trabalhadores acompanhem a fiscalização dos preceitos legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho.
11 PORTARIA N. º de 08 de junho de Cabe ao empregado: a) cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho, inclusive as ordens de serviço expedidas pelo empregador; b) usar EPI fornecido pelo empregador; c) submeter-se aos exames previstos nas Normas Regulamentadoras - NR; d) colaborar com a empresa na aplicação das Normas Regulamentadoras - NR; Constitui ato faltoso a recusa injustificada do empregado ao cumprimento do disposto no item anterior O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre Segurança e Medicina do Trabalho acarretarão ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.
12 PORTARIA N. º de 08 de junho de 1978 NR4: Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho 4.5. A empresa que contratar outra para prestar serviços em estabelecimentos enquadrados no Quadro II anexo deverá estender a assistência de seus SESMT aos empregados da contratada, sempre que o número de empregados desta, exercendo atividades naqueles estabelecimentos não alcançar, os limites previstos no Quadro Quando a empresa contratante e as outras por ela contratadas não se enquadrem no Quadro II anexo, mas que pelo número total de empregados de ambas, no estabelecimento, atingirem os limites dispostos no referido quadro, deverá ser constituído um SESMT comum.
13 PORTARIA N. º de 08 de junho de 1978 NR4: Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho Quando a empresa contratada não se enquadrar no Quadro II, mesmo considerando-se total de empregados nos estabelecimentos, a contratante deve estender aos empregados da contratada a assistência de seus SESMT, sejam estes centralizados ou por estabelecimento Quando se tratar de empreiteiras ou empresas prestadoras de serviços, considera-se estabelecimento para fins de aplicação desta NR, o local em que os seus empregados estiverem exercendo suas atividades.
14 CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO ARTIGO Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito, ou causar prejuízo a outrem, fica obrigado a reparar a dano. ARTIGO Os bens do responsável pela ofensa ou violação do direito de outrem fica sujeito à reparação do dano causado e, se tiver mais de um autor a ofensa, todos responderão solidariamente pela reparação. Parágrafo Único - São solidariamente responsáveis com os autores os cúmplices e as pessoas designadas no Artigo 1521.
15 CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO ARTIGO São também responsáveis pela reparação civil: III - O patrão, amo ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou por ocasião dele. ARTIGO A responsabilidade estabelecida no artigo antecedente, abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.
16 CÓDIGO PENAL BRASILEIRO ARTIGO Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto ou iminente. PENA - Detenção, de três meses a um ano, se o fato não constituir crime mais grave.
17 LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA Lei n.º de 22/12/77, que alterou o Capítulo V do título II da CLT, relativo a Segurança e Medicina do Trabalho. Portaria n.º3.214 de 08/06/78, que aprovou as 33 Normas Regulamentadoras. Lei n.º de 24/07/91, que dispõe sobre organização da Seguridade Social e institui o Plano de Custeio. Lei n.º de 24/07/91, que dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência Social.
18 Das responsabilidades A responsabilidade pode ser: Civil Criminal
19 Responsabilidade Civil É a garantia jurisdicional de que todo e qualquer ato praticado por pessoas física ou jurídica, será passivo de reparação pecuniária e ou desagravo.
20 Responsabilidade Civil Pode ser por: Dano patrimonial Dano moral ou dano à personalidade
21 Responsabilidade Civil O dano moral ocorre quando o autor ofende, agride, invade a intimidade dos direitos inerentes à pessoa humana e portanto a ela ligados de maneira perpétua e permanente.
22 Responsabilidade Civil Direito à vida, à liberdade física ou intelectual, ao nome, ao seu corpo, à sua imagem e a sua honra. Esses são portanto, os direitos da personalidade.
23 Responsabilidade Civil Quando, em virtude da violação do Direito da Personalidade, o dano já foi causado e não se pode mais impedir os efeitos funestos do ato lesivo, não resta outro remédio senão o de reparar o prejuízo. (Dr. Sílvio Rodrigues)
24 Responsabilidade Civil Compete a jurisdição estabelecer o modo como o lesante deve reparar o dano moral.
25 Responsabilidade Civil Critério subjetivo - posição sócio econômica do ofendido, intensidade do ânimo de ofender, culpa ou dolo.
26 Responsabilidade Civil Critério objetivo - situação econômica do ofensor, risco criado, gravidade e repercussão da ofensa.
27 Responsabilidade Criminal É a garantia da paz social com a responsabilização do autor por crimes praticados por pessoas físicas e que podem ou não incorrer em penas restritivas da liberdade.
28 Responsabilidade Criminal A pessoa jurídica é inimputável Atos ou fatos serão imputados á(s) pessoa(s) física(s)
29 CASO REAL Descrição do Acidente
30 No dia 07 de Março de 2009 às 08h30min o Sr. Alfredo chegou para trabalhar na fabrica de balas Jóinha, juntamente com o seu filho Jorge, de 15 anos. Após breve contato com vigilante de plantão, que apenas o questionou quanto ao resultado do jogo da noite passada, o mesmo prosseguiu para o interior das instalações. Ao chegar no setor de engenharia, foi conduzido ao supervisor, e o informou quanto ao trabalho que seria realizado. Este mesmo desconhecendo a contratação do serviço e os executantes, mostrou-lhes o local de trabalho e pediu que tivessem cuidado, pois havia chovido na noite anterior e o telhado poderia estar escorregadio.
31 No trajeto para o local o Sr. Alfredo encontrou 01 Cipeiro da fábrica que achou estranho a presença daquelas pessoas, sem uniforme, calçando chinelo de dedo, portando uma escada em péssimas condições de uso. Ao chegar ao local de trabalho o Sr. Alfredo posicionou a escada e tão logo começou a subir o terceiro degrau rompeu, quase ocasionando sua queda. O Sr. Alfredo após o susto, percebeu que o seu alicate caiu, quase atingindo a cabeça do seu filho, mas prosseguiu na sua escalada. Após alguns minutos sobre o telhado escorregou vindo a cair e batendo sua cabeça contra o piso tendo morte imediata.
32 QUEM FOI O RESPONSÁVEL PELO ACIDENTE? AÇÕES PRÓ - ATIVAS QUEM PODERIA TER EVITADO O ACIDENTE?
33 RESPONSABILIDADE PELA SEGURANÇA A Segurança deve ser praticada por todos os empregados e deve estar presente nas etapas do processo produtivo ou seja: no projeto na manutenção de qualquer sistema ou instalação na concepção na operação na execução
34 Ação Responsabilidade Criminal Ação Indenizatória VOLTA-SE CONTRA OS SEUS PREPOSTOS JUIZ AÇÃO - DANOS MORAIS / ESTÉTICOS - DANOS MATERIAIS GERENTES SUPERVISORES ENG. SEGURANÇA TÉC. SEGURANÇA CIPEIROS FAMILIA DO ACIDENTADO EMPREITEIRA HOMICIDIO CULPOSO = 1,5 à 02 anos de reclusão
35 Muito Obrigado! JAQUES SHERIQUE
36 * JAQUES SHERIQUE é Engenheiro Mecânico e de Segurança do Trabalho, foi Vice-Presidente do CONFEA, Diretor do DNSHT/M.T.E, Membro do Conselho de Administração da FUNDACENTRO, Consultor Oficial da OIT, Vice-Presidente do CREA-RJ, Presidente da SOBES-RIO, Presidente da ABPA, autor da Portaria que instituiu o Mapa de Riscos no Brasil e autor dos livros técnicos tais como: Aprenda como Fazer PPP, PPRA-DA, PCMAT, PGR, LTCAT, Mapas de Riscos e SAT/FAP e Consultor de diversas Empresas de Grande porte.
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