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2 Manual de Instalação CABOS TIPO: Tight-Buffer APRESENTAÇÃO FURUKAWA INDUSTRIAL S.A. Empresa especializada em soluções completas de alta performance para comunicação de dados e telecomunicações e fabricante local de cabos ópticos e metálicos. Líder nacional em cabling, a Furukawa, indústria de origem japonesa está há mais de 37 anos no Brasil. A empresa é parte de um sólido grupo internacional, formado pela Furukawa Electric Co. Ltda, que atua no setor de Comunicação há mais de 120 anos. ÍNDICE Objetivo 3 Orientações de Instalação 3 Cuidados e Segurança 7 Descarte 7 Assistência Técnica 7 2 Argentina Brasil Bolivia Chile Colombia Paraguay Perú Uruguay Venezuela

3 1. Objetivo Esta Instrução de Instalação tem como objetivo estabelecer os procedimentos básicos para o lançamento e instalação dos cabos tipo tight-buffer, constituídos tanto por fibras ópticas do tipo multimodo quanto por fibras ópticas do tipo monomodo. Esta Instrução de Instalação se aplica a todos os cabos com construção de núcleo tipo tight-buffer, inclusive Service Cables**, que são cabos ópticos pré-conectorizados em fábrica. Notas: *Cabos tipo tight-buffer são cabos constituído por fibras ópticas revestidas em acrilato e material polimérico e termoplástico com diâmetro final de 0,9 mm. Essas fibras isoladas são reunidas em subgrupos e revestidas por fibras sintéticas dielétricas e uma capa intermediária de material termoplástico. Sobre este conjunto é aplicado um revestimento externo (capa) em material termoplástico não propagante à chama. **Service Cables são cabos tipo tight-buffer, pré conectorizados, indicados para instalações em data centers e redes de cabeamento estruturado de alta densidade, indicados para ambientes internos não agressivos. Não será abordado neste documento o processo de fusão ou conectorização em campo de cabos ópticos. 2. Orientações de Instalação Os cabos devem ser retirados de suas embalagens originais com cuidado e atenção no seu manuseio. Não devem ocorrer movimentos de torção, compressão ou impacto neste processo. Quando estiverem fora da embalagem os cabos devem ser posicionados em locais onde não haja risco de serem pisados, amassados ou manuseados por pessoas que não estejam aptas a lidar com cabos de fibras ópticas. Quando existirem muitos cabos a serem instalados, estes devem ser agrupados em conjuntos de no máximo 24 cabos. O objetivo é evitar a compressão causada pelo próprio conjunto de cabos sobre os cabos que estão em contato com a superfície de apoio, e facilitar o acondicionamento dos cabos sobre eletrocalhas, aramados ou esteiras. 3 CENTRAL DE SERVIÇO AO CLIENTE CENTRAL DE SERVICIO AL CLIENTE

4 O material indicado para agrupar os cabos ou fixá-los a uma infraestrutura é a fita de VELCRO. Nota: NÃO devem ser utilizadas abraçadeiras plásticas diretamente sobre os cabos, pois frequentemente elas acabam transferindo esforços de compressão excessivos sobre as fibras ópticas causando atenuação do sinal óptico. Deve-se ter cuidado especial com a curvatura dos cabos ópticos durante a instalação e na acomodação final do cabo. O raio mínimo de curvatura que deve ser observado em todo o processo de instalação corresponde a 15 vezes o diâmetro do cabo. Este critério vale também para as terminações das fibras em DIO s Distribuidor Interno Óptico, e bandejas de emenda. Após instalado, o cabo permite raio de curvatura correspondente a 10 vezes o seu diâmetro. Cabos danificados por abraçadeiras plásticas Diâmetro Externo Nominal (mm) Diâmetro Externo Nominal (mm) Quantidade de Fibras Diâmetro (mm) 2 4,8 4 5,2 6 5, ,4 12 6, , ,6 4 Quando os cabos forem pré conectorizados deve-se ter especial atenção com as extremidades conectorizadas: os conectores devem estar protegidos durante todo o processo de lançamento dos cabos, deve-se trazê-los sempre juntos a mão para evitar que colidam com escadas, paredes e outros obstáculos. Nunca se deve manusear ou puxar os cabos pela extremidade conectorizada. Argentina Brasil Bolivia Chile Colombia Paraguay Perú Uruguay Venezuela

5 Os conjuntos dos cabos devem ser acomodados nas eletrocalhas, sobre aramados e esteiras sem que haja a necessidade de esforços de tração. Se após a instalação existir sobra de cabo, esta sobra deve ser acondicionada preferencialmente ao longo da eletrocalha, aramado ou esteira, evitando o acúmulo de voltas. Quando a única opção for acomodar a sobra em formato circular, formando um conjunto de voltas, estas voltas devem obedecer a um diâmetro mínimo de 40 cm. Na instalação nos DIO s (Distribuidor Interno Óptico) deve-se seguir a instrução específica de montagem que acompanha o produto, tendo especial atenção à ancoragem do cabo óptico e ao raio de curvatura das fibras, inclusive no encaminhamento das fibras aos acopladores ópticos. A tampa que envolve a extremidade cerâmica do cabo (ferrolho) tem por finalidade a proteção mecânica da fibra e só deve ser removida no momento final da instalação, certificação e testes. Ela impede também a contaminação da fibra com a poeira ambiente e a gordura natural que existe em nossas mãos. Service Cable MPO -LC Service Cable LC-LC CENTRAL DE SERVIÇO AO CLIENTE CENTRAL DE SERVICIO AL CLIENTE 5

6 Após a instalação, os cabos devem ser certificados conforme sua aplicação, em seus respectivos comprimentos de ondas operacionais, para garantir que o processo de instalação foi bem sucedido. Se o resultado da certificação acusar falha, valor obtido de atenuação elevado para o link, uma das causas mais comuns é a contaminação do conector por sujeira. Abaixo, com imagens captadas com o uso de um microscópio, pode-se observar o efeito da contaminação sobre a face da fibra. Para limpar um conector contaminado o procedimento mais simples é umedecer um lenço de papel adequado para limpeza de conectores ópticos em álcool isopropílico e deslizar a superfície do conector sobre o lenço umedecido. Para maiores informações sobre procedimentos de limpeza, verifique o vídeo no canal youtube: 6 Identificação dos links de fibras: Os service cables devem ser identificados em suas extremidades, junto aos DIO s. As fibras podem ter uma identificação própria ou serem disposta de modo a seguirem a sequência numérica estabelecida por seu código de cores. A identificação deve ser indelével, os materiais usados devem aderir perfeitamente à superfície dos cabos, DIO s e racks. A Norma que trata detalhadamente dos critérios de identificação dos cabos é a TIA-606-B. A tabela a seguir mostra a correlação entre a ordem das fibras e as cores de identificação, segundo o padrão estipulado pela norma brasileira ABNT14771: Fibra Cor 1 Verde 2 Amarela 3 Branca 4 Azul 5 Vermelha 6 Violeta 7 Marrom 8 Rosa 9 Preta 10 Cinza 11 Laranja 12 Água-marinha Argentina Brasil Bolivia Chile Colombia Paraguay Perú Uruguay Venezuela

7 Nos cabos pré conectorizados com cordões de saída (conectores monofibra como LC ou SC) a identificação será feita por meio de anilhas numeradas para cordões de saída de 2.0mm ou código de cores para cordões de saída de 0.9mm. 3. Cuidados e Segurança Cuidado ao manusear a fibra óptica nua de cabos e cordões ópticos. O material é frágil e, além disso, as pontas das fibras podem ferir a pele. Para evitar que pontas quebradas atinjam os olhos, é recomendado usar óculos de proteção. Durante a acomodação do cabo, verifique os raios de curvatura ou qualquer interferência com outros componentes durante a abertura ou fechamento do mesmo. Use estilete e tesoura com cautela. Nunca aponte a fibra óptica ou o conector óptico na direção dos olhos para evitar queimaduras internas e perda de visão devido a lasers de alta potência. Use óculos de proteção adequado ao laser que estiver operando na fibra. Recomenda-se que somente manipule os conectores e as fibras ópticas com o equipamento desligado Descarte As embalagens do produto são recicláveis, e devem ser descartadas em locais adequados, conforme a composição dos materiais. 4. Assistência Técnica Caso necessite de assistência técnica ou maiores informações para aplicação deste produto, contatar-nos: Central de Serviços ao Cliente Site: 7 CENTRAL DE SERVIÇO AO CLIENTE CENTRAL DE SERVICIO AL CLIENTE

8 Fevereiro/2012 CENTROS DE PRODUÇÃO BRASIL MATRIZ CURITIBA - PR R. Hasdrubal Bellegard, 820 Cidade Industrial CEP: Tel.: (41) Fax: (41) [email protected] ARGENTINA BUENOS AIRES Ruta Nacional 2, km 37,5 Centro Industrial Ruta 2 Berazategui Província de Buenos Aires Tel.: (54 22) VENDAS / REGIONAIS BRASIL ESCRITÓRIO NACIONAL DE VENDAS SÃO PAULO - SP Av. das Nações Unidas, º andar - Ed. Brasilinterpart CEP: Tel.: (11) Fax: (11) [email protected] BELO HORIZONTE - MG Cel.: (31) [email protected] BRASÍLIA - DF Cel.: (61) [email protected] CURITIBA - PR Tel.: (41) [email protected] PORTO ALEGRE - RS Cel.: (51) [email protected] RECIFE - PE Cel.: (81) [email protected] RIO DE JANEIRO - RJ Cel.: (21) [email protected] SALVADOR - BA Cel.: (71) [email protected] ARGENTINA ESCRITÓRIO - BUENOS AIRES Moreno, Piso 15B Cód. Postal C1091AAR Ciudad Autónoma de Buenos Aires Tel.: (54 11) [email protected] CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO BRASIL RECIFE - PE Rodovia BR 101 Sul km 80,7 Anexo A, Setor K - Prazeres CEP: Jaboatão dos Guararapes - PE VITÓRIA - ES Rodovia BR 101 Norte km 10 Lote A - Parte - Carapina CEP: Serra - ES PANAMÁ CEVA Freight Management Panama, S de RL France Field - Zona Libre de Colón, Panamá

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