Brutalismo. Antonio Castelnou

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1 Brutalismo Antonio Castelnou

2 Introdução No final da década de 1950, já despontavam críticas quanto ao baixo grau emocional do Neorracionalismo ou TECNICISMO, estas empreendidas pelos estruturalistas e aqueles que defendiam a necessidade de se acentuar as qualidades plásticas dos materiais de construção. Engineering Building (1959/63, Leicester GB) James Stirling ( )

3 Walter M. Förderer ( ) Igreja de São Nicolau (1962/71, Hérémence Suíça) O entusiasmo pela estrutura pura não se via mais satisfeito com a abstração e a redução extremas, fazendo com que as atenções se voltassem para os detalhes das articulações, para a multiplicação das partes (gregarismo) e para a elaboração maciça e austera. Igreja da Santíssima Trindade (1965/76, Viena Áustria) Fritz Wotruba ( )

4 Os precursores dessa atitude foram os mestres Le Corbusier ( ) e Alvar Aalto ( ), com suas obras tardias, além do casal inglês Peter ( ) & Alison Smithson ( ), cujos trabalhos demonstravam a insatisfação com o lirismo geométrico. Os Smithson apontavam para a volta do amor pelos materiais e o estabelecimento, de maneira natural, da unidade entre a forma construída e quem a usa, fundamentando-se nos conceitos de responsabilidade, objetividade e seriedade.

5 Le Corbusier ( ) Unité d Habitación (1950/52, Marselha França) Alguns reconhecem a origem do termo BRUTALISMO na expressão beton brut ( concreto bruto ), utilizada em referência à série de Unités d Habitación, criadas por Le Corbusier entre 1946 e 1957, embora outros acreditem que derive de uma ética anterior a uma estética pregada pelos Smithson. Robin Wood Gardens Housing Complex (1969/72, Poplar - East London Peter ( ) & Alison Smithson ( )

6 Maisons Jaoul (1953/54, Nauilly França) Haute Court de Chandigarh (1951/55, Punjab Índia) Chapelle de Nôtre-Dame-du-Haut (1950/54, Ronchamp) A partir da década de 1950, LE CORBUSIER ( ) iniciou uma série de pesquisas com uso de formas pesadas e maciças, em concreto aparente, as quais questionavam os princípios funcionalistas e que foram vistas como antecessoras do brutalismo.

7 Sturenkatu Culture House (1952/58, Finlândia) Tanto em termos técnicos como estéticos, a TEORIA BRUTALISTA refere-se sempre a uma arquitetura que acentua seus elementos construtivos para aclarar e manifestar uma força expressiva e plástica, traduzindo beleza por matéria. Säynäysalo Tow Hall (1949/52, Finlândia) Alvar Aalto ( )

8 Rinaldo Olivieri ( ) La Pyramide (1968/73, Abidjan, Costa do Marfim) A partir de 1968, com sua difusão internacional, este movimento tardomoderno passou a ser chamado de NEW BRUTALISM, encontrando seu apogeu nos anos 1970 e difundindo uma absoluta honestidade na apresentação dos materiais, instalações e estruturas, mas sem abandonar o racionalismo estrutural do International Style. Boston Public Library (1965/73, Boston MA) Philip Johnson ( )

9 Principais Características Os arquitetos brutalistas partem de um grupo de espaços separados que se unem uns aos outros segundo sua FUNÇÃO, mas como se fossem elementos funcionais autônomos, os quais são distinguidos esteticamente. Eles escolhem seus materiais e métodos de produção segundo sua expressividade material, ou seja, a capacidade de se expressar de FORMA áspera, irregular e imperfeita, em analogia, segundo eles, com a sociedade.

10 John M. Johansen ( ) Mummers Theater (1966/70, Oklahoma City OK)

11 Bertrand Goldberg ( ) Prentice Women Hospital (1970/5, Northwestren Chicago IL) Pregando uma disciplina pragmática e matérica, a ARQUITETURA BRUTALISTA explora as sensações de pesadez e desproporção (aspecto massivo e/ou agregado), promovendo formatos não usuais para janelas e portas, trabalhando com balanços e pórticos avantajados e expondo a estrutura portante do edifício. Centro Cultural e Esportivo do SESC Pompéia (1968/71, São Paulo SP) Lina Bo Bardi ( )

12 John M. Johansen ( ) Clark University Library (1969/70, Worcester MA) Essa corrente era chamada de ESTÉTICA DA VERDADE, por expor brutalmente o conteúdo técnico-construtivo, como revestimentos, fiações, tubulações, condutos circulatórios, apêndices e assim por diante, além dos seus valores sociais e democráticos explícitos. Faculté de Tolbiac (1971/73, Univ. de Paris, França) Michel Andrault (1926-) & Pierre Parat (1928-)

13 Gerhard Kallmann ( ), Michael McKinnell (1935-) & Edward F. Knowles (1929-) Boston City Hall (1965/68, Boston MA) State Civic Center (1972/78, Albany NY) W. Harrison ( ) & M. Abramovitz ( ) O BRUTALISMO ressalta valores como escala, vizinhança, multiplicidade e mobilidade; além de incluir em seus projetos algumas funções urbanas como circulação, áreas de convivência e pequeno comércio (edificações abertas e multifuncionais)

14 Bertrand Goldberg ( ) Centro de Ciências Sanitárias (1968/76, Stony Brook NY) ANTI-ORNAMENTALISMO: Mantém a universalidade das soluções arquitetônicas e a desconsideração do sítio histórico, preferindo a abstração e o anonimato. GREGARISMO: Projeta partindo de um grupo de espaços separados que se unem com outros segundo sua função, através de um arquitetura de agregados. Laboratorios Jorba (1965/67, Madrid, Espanha) Miguel Fisac ( )

15 William Kessler ( ) Arts & Design Center (1971/75, Detroit MI) PRAGMATISMO: Volta-se inteiramente para a prática, considerando que existem determinadas e definidas funções que podem se cumprir mediante formas específicas. MATERIALISMO: Respeita incondicionalmente a natureza dos materiais, sejam naturais como artificiais, preferindo técnicas semiartesanais, explorando questões sociais e econômicas. Kirche Christi Auferstehung (1968/70, Colônia Alemanha) Gottfried Böhm (1920-)

16 BØrge Mogensen ( ) Asserbo Chair (1964, Dinamarca) Nos ambientes internos, os brutalistas buscavam a exposição de estruturas e instalações, materiais crus e técnicas artesanais (PRIMITIVISMO ou Style Naïf), através de superfícies rugosas e texturas irregulares (simplicidade e aspecto rústico). George Nakashima ( )

17 Hans J. Wegner ( ) Valet Chair (1953, Dinamarca) O resgate brutalista da MADEIRA, assim como o trabalho manual em fibras, fizeram que o design dos anos 1950 apresentasse soluções de mobiliário que se adequavam às propostas dos arquitetos do período. George Nakashima ( )

18 Josep Lluis Sert ( ) Peabody Terrace (1964, Cambridge MA) Expoentes A ARQUITETURA BRUTALISTA desenvolveu-se principalmente na Europa, entre as décadas de 1950 e 1970, apresentando expoentes em todos os países. Depois disso, espalhou-se pelos EUA, América Latina, Brasil e resto do mundo, inclusive Oriente Médio e Extremo Oriente (Japão). Maeght Foundation (1959/64, Saint-Paul-de-Vence França)

19 James Stirling ( ) Faculty of History (1964/8, Cambridge GB) Em toda a Europa, pilares ampliaram-se para se constituírem em poderosas MASSAS verticais; os poços de serviços salientavam-se radicalmente do VOLUME arquitetônico e as escadas tornaram-se fonte de efeitos esculturais, introduzindo curvas, balanços e sombras. Florey Building Student Housing (1966/71, Queens College, Oxford GB)

20 Sir Denys Lasdun ( ) South Bank National Theatre (1967/76, Londres GB) Na Grã-Bretanha, o BRUTALISMO teve especial adesão, principalmente pelo seu caráter pragmático, além de vir atender às demandas sociais e econômicas, servindo como continuação lógica às teorias estruturalistas. Hayward Gallery (1964, Londres GB) Southbank Concert Halls (1961/67, Londres GB) Sir Hubert Bennett ( )

21 Frank Lloyd Wright ( ) e Bruno Zevi ( ) Na Itália pós-45, a formação da Associazione per l'architettura Orgânica (APAO), liderada por BRUNO ZEVI ( ), formado em Harvard e autor de Saper vedere l'architettura (1948/87) e Storia dell'architettura moderna (1950/96), deu ao brutalismo um caráter neoorganicista, explorando ângulos, oblíquas e texturas. Facoltà di Archittetura - Via Ampère (1970/85, Milão Itália) Vittoriano Viganò ( )

22 Giuseppe Samonà ( ) Teatro Popolare di Sciacca (1974, Sicilia Itália) Resgatando valores wrightianos, inclusive preocupações contextualistas, o NEO-ORGANICISMO ITALIANO teve como principais expoentes: Gio Ponti ( ), Giuseppe Samonà ( ), Giovanni Astengo ( ) e Vittoriano Viganò ( ), além de Carlo Scarpa ( ). Sedia Superleggera (1957) Gio Ponti ( ) Casa Ottolenghi (1974/79, Verona Itália) Carlo Scarpa ( )

23 Kazuo Shinohara ( ) Centennial Hall (1985/87, Tokyo Japão) O BRUTALISMO expandiu-se por todo mundo, chegando às Américas, inclusive o Brasil; e acabando por se tornar a alternativa mais viável de construção em países ainda não-industrializados. No Oriente, em especial no Japão, associou-se à Estética Shinto e aos pressupostos do Grupo Metabolista, sendo KENZO TANGE ( ) seu maior destaque. Edô-Tokyo-Museum (1990/92, Tokyo Japão) Kiyonori Kikutake ( )

24 Japanese Embassy (1970, Kuwait) Kagawa Gimnasium (1962/64, Japão) Sucursal Shizuoka Shinbun (1966/67, Tokyo Japão) Kenzo Tange ( ) Yamanashi Press & Broadcasting Center (1961/66, Kofu Japão)

25 Masato Otaka (1923-) Sakaide Apartments (1968, Kagawa Japão) Nakagin Capsule Tower (1970/72, Ginza, Tokyo Japão) Kisho Kurokawa ( ) Fumihiko Maki (1928-) Spiral House (1985, Tokyo Japão) International Conference Hall (1966, Kyoto Japão) Sachio Otani ( ) Novo Estilo Japonês Primeira Geração Moderna (Nascidos entre 1925 e 1935)

26 Escola Norte-Americana Quando se espalhou pelo mundo, o NOVO BRUTALISMO seguiu caminhos cada vez mais radicais, o que inclusive o afastaram de seus objetivos iniciais (verdade e funcionalidade), conduzindo muitas vezes a formalismos. Nos EUA, a estética brutalista teve como precursores importantes os alemães emigrados Walter Gropius ( ) e Marcel Breuer ( ), além da contribuição de Alvar Aalto ( ) com os dormitórios do MIT.

27 Marcel Breuer ( ) Whitney Museum (1963/36, N. York EUA) Alvar Aalto ( ) Baker MIT Student Housing (1947/9, Cambridge MA) O'Neill Library (1980/84, Boston College MA) Walter Gropius ( ) & TAC Group (1945)

28 Paul Rudolph ( ) William R. Cannon Chapel (1980/81, Emony University Atlanta GO) Nos anos 1970, acentuava-se o aspecto áspero e irregular através de procedimentos artesanais, o que acabou fazendo o emprego de técnicas industrializadas decair. Além disso, para aumentar a expressividade da obra, utilizou-se de estruturas dissimuladas, mascarando seus reais propósitos. Art & Architecture School Yale University (1958/62, N. Haven CT)

29 Marina City (1960/64, Chicago IL) Bertrand Goldberg ( )

30 Escola Latino-Americana Após o período de sua modernização, ocorrido aproximadamente entre 1930 e 1945, a ARQUITETURA LATINO-AMERICANA adotou progressivamente o International Style, caracterizando-se pela lógica funcional, universalismo espacial e ênfase tecnológica. Nas décadas seguintes, ocorreu sua internacionalização, quando os latino-americanos abriram-se para as tendências tardomodernas, cuja corrente de maior repercussão foi a brutalista.

31 Biblioteca Nacional de Buenos Aires (1962/84, Argentina) Devido às suas condicionantes políticas e socioeconômicas, a eloquência estrutural e tecnológica do BRUTALISMO LATINO-AMERICANO foi considerada propulsora do desenvolvimento de alguns países e não seu efeito. Em alguns casos, converteu-se em pura retórica, resultando em até meros formalismos. Banco de Londres (1959/60, B. Aires Argentina) Clorindo Testa ( )

32 Teodoro Gonzalez de Léon ( ) Museo Rufino Tamayo (1980, Ciudad del Mexico) Seus pontos mais relevantes relacionam-se à: Emprego de uma estética que valoriza a FORÇA, amando os contrastes violentos e a psicologia do choque (acentuação dos elementos construtivos como forma de expressar tensões, materiais e técnicas, inclusive semiartesanais); CEPAL Sede chilena da ONU (1960/66, Santiago Chile)) Emílio Duhart ( )

33 Mario Pani ( ) Prédio da Reitoria da UNAM (1950/53, Ciudad del México) Juan O Gorman ( ) Biblioteca Nacional (1945/49, Ciudad del Mexico) Intensificação de REFERÊNCIAS CULTURAIS e contextuais, principalmente através da criação de ambientes monumentais, de superfícies ásperas e conotações historicistas, fazendo referências, por exemplo, à arquitetura pré-colombiana.

34 Escola Paulista No Brasil, o BRUTALISMO marcou toda uma geração, constituindo no primeiro questionamento da sua arquitetura após seu triunfo internacional na década de Edifício Jaraguá (1965/69, São Paulo SP) Houve uma reviravolta da tendência niemeyeriana de um vocabulário leve e elegante (Escola Carioca), para uma expressão voltada à solidez. Casa do Arquiteto no Butantã (1964, São Paulo SP) Paulo Mendes da Rocha (1928-)

35 Lina Bo Bardi ( ) MASP (1959/69, São Paulo SP) A partir dos anos 1950, a ARQUITETURA PAULISTA orientou-se definitivamente pelos princípios do funcionalismo estrito e do interesse tecnológico. Isto fez com que o brutalismo encontrasse ali amplo campo para se desenvolver nas décadas seguintes, em especial devido à sua carga política de questionamento do REGIME MILITAR, imposto com o Golpe de 1964.

36 Vilanova Artigas ( ) Casa J. M. Taques Bittencourt (1956/59, São Paulo SP) Anhembi Tênis Clube (1961, São Paulo SP) Centro Cultural e Esportivo do SESC Pompéia (1968/71, São Paulo SP) Lina Bo Bardi ( ) Um dos precursores foi JOÃO B. VILANOVA ARTIGAS ( ), que propunha uma concepção de equilíbrio entre fatores materiais e espirituais, criando uma arquitetura vigorosa e dramática, bela por sua audácia despojada.

37 Vilanova Artigas ( ) Prédio da FAU-USP (1961/69, São Paulo SP)

38 Plínio Croce ( ) Tribunal de Contas (1971, São Paulo SP) Entre as características da ESCOLA PAULISTA, estão: Exposição brutal do conteúdo, resultando no aspecto de obras inacabadas, dada à secura das grandes paredes, violência e provocação conceitual (arquitetura como manifestação de franqueza e de crítica sociopolítica); Casa Fabrício Beer (1975, São Paulo SP) Joaquim Guedes ( )

39 Ruy Ohtake (1938-) Casa Tomie Ohtake (1968/70, Campo Belo, São Paulo SP) Renovação original da organização espacial de interiores, criando soluções inesperadas e curiosas, além de preocupações com continuidade visual e espacial de todo o projetos. Casa Nadir Zacharias (1970, Jd. Guedala, São Paulo SP)

40 Leitura Complementar APOSTILA Capítulo 18. BROWNE, E. Otra arquitectura en América Latina. México: Gustavo Gili, CEJKA, J. Tendencias de la arquitectura contemporánea. México: Gustavo Gili, COLLIN, S. Pós-modernismo: repensando a arquitetura. Rio de Janeiro: Uapê, DREXLER, A. Transformaciones en la arquitectura moderna. Barcelona: Gustavo Gili, JENCKS, C. Movimentos modernos em arquitetura. Lisboa: Edições 70, 1992.

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